O episódio do PodCast Canal Tecnular aborda o bloqueio da China à compra da Manus AI pela Meta, um negócio bilionário que revela como a inteligência artificial tornou-se peça central na disputa geopolítica entre EUA e China. O economista Roberto Cânter explica que a decisão chinesa vai além de segurança nacional: é um jogo político e estratégico. A Manus AI, especializada em tarefas autônomas complexas, tentou usar Singapura como sede para evitar restrições (estratégia "Singapore Washout"), mas a China manteve o veto, mostrando que empresas chinesas são instrumentos do Estado. A curto prazo, a Meta perde acesso a tecnologia de ponta; a longo prazo, a Manus AI perde escala global. O caso também sinaliza que EUA e China usarão IA como moeda de troca em negociações futuras, como o encontro Trump-Xi Jinping. Além disso, o episódio destaca outras novidades: Google Photos ganha IA para sugerir combinações de roupas; Uber expande para reserva de hotéis e delivery; e TV Box piratas apreendidas serão transformadas em computadores educacionais para escolas públicas brasileiras, unindo combate à pirataria e inclusão digital.
[Música] Oi, pessoal! Mais um pod que é este canal Tecnular e o assunto do episódio de hoje é uma decisão que moviu em torno mercado de tecnologia no mundo inteiro. A China barrou a compra da Manus AI pela meta em um negócio bilho anário. Mas essa história vai muito além de uma negociação entre empresas. Ela mostra como a inteligência artificial virou uma peça estratégica na disputa entre países. E o que está por trás de tudo isso? Você também vai conferir. E há no Google Photos ganha reforço da Motorola para sugerir luques com suas próprias roupas, Uber agora quer planejar sua viagem inteira com o hotel e comida, e TV Box pirata vira computador para a escola pública no Brasil. Eu sou a Fernando Santos e esse é o PodCase canal Tecnular. [Música] E para entrar no tema do episódio, o reporter Marcelo Fisher conversa com Roberto Cânter. Ele é economista, professor da Fundação de Turivargas e atua mais de duas décadas com estratégia, inovação e mercado. E na conversa, eles explicam por que a China bloqueou a compra do Manus AI pela meta, porque está por trás dessa decisão, e por que esse caso vai muito além de uma negociação entre empresas. E mais do que isso, eles discutem como a inteligência artificial virou uma peça estratégica na disputa entre países. E o que isso muda daqui para a frente? Roberto, muito obrigado por participar mais uma vez aqui do PodCase canal Tecnular. E hoje eu queria falar com você sobre um tema que entrou na mídia recentemente, que foi o bloqueio da China da aquisição da inteligência artificial Manus AI pela meta, a meta do Microsoft Kerberg. Num negócio que é avaliado em 2 ou até 3 bilhões de dólares. Então, os chinês exalegaram que essa compra violava regras de segurança nacional e de controle de exportação de tecnologia. Eu queria entender como você, primeiramente, porque isso acontece? Então, se desde sempre a China protecionista em relação à sua tecnologia e se qualquer empresa com tecnologia, com potencial e novador, então, alguma empresa que está saindo ali da caixinha, fazendo algo diferente, perde esse potencial de ser comprada por empresas de fora quando ela é da China. A China tem por natureza, ela tem um órgão chamado NTSC, os Estados Unidos tem um órgão chamado CF e OS, ok? Ambos órgãos são exatamente, fazem a mesma coisa, são órgãos reguladores, mas, em vez de ser um regulador como um card, por exemplo, que regula eventuais, de unção de empresas e uma falta de competitividade, eles são órgãos que regula basicamente segurança nacional, ok? Então, eles vão evitar ao máximo que tanto de Estados Unidos quanto a China esportem ou sejam controlados ou comprados por terceros que possam, eventualmente, afetar a sua segurança nacional. E aí, a gente já pode conversar ao longo do nosso bate-papo, trazê números razões pela qual a China está fazendo isso, mas a gente vai poder dizer que a princípio, e a hoje um assunto estratégico, e o desenvolvimento da inteligência por trás, a linguagem, o algoritmo, ele é algo muito frágil. E pra quem não sabe, o Manus, ele é ótimo pra você fazer tarefas autónomas, né? Então, fazer um pedido super complexo e deixar rodando lá por horas, enfim, que ele trabalha sozinho, então a meta realmente é uma grande perda pra eles, mas no meu desse processo todo de bloquear ou não bloquear, aceitar ou não aceitar a aquisição, a Manus estava usando o argumento de que eles não eram da China, que eles eram de Singapore. Então, eu deu uma olhada por aqui, algumas empresas fazem essa prática de ou já começarem em Singapore, então são pessoas, são chineses que já vão pra Singapore abrir sua empresa, ou mudam de sede no meu do caminho, que foi o caso da Manus, e essa prática até a ter nome, que é o Singapore Washington, então, eu queria entender com você se essa prática é comum em outros lugares, em alguns praíses que também são um pouquinho mais protecionistas, e se o mesmo acontece com os Estados Unidos, então, tem empresa americana que não consegue ser comprada por chinês, por exemplo, e muda de lugar pra conseguir ser adquirida. Não existe o Washington Washington, tá bom? Mas existe o Singapore Washington, que é uma estratégia muito comum às empresas chineses de querer estar tá principalmente, não só na área de NIA, mas na área de NG, na área de elétrica, soluções elétrias, há várias companhias chineses de automóveis elétric, tem a sua sede oficial em Singapore, porque isso facilita o processo de internacionalização delas. Mundo achava que era interessante, e que teoricamente blindava essas empresas de um eventual mão forte chinesa. Mas o que aconteceu antes ontem mostrou que não é verdade, inclusive os próprios sócios da Manuís, eles estão na China, estão prohibidos de viajar, eles foram tirar com essa porta e deles. Uma coisa é a agenda formal, pera a gente tá conversando, mas talvez existem fatores que a gente não saiba dentro dessa prohibição pela qual a China adotou pra evitar. Mas o Singapore Washington, ele é Washington, ele é uma estratégia claramente criada pelas empresas chinesas que buscam uma conexão com o Vale do Silício, uma conexão com o EPC, sistema internacional, e que, naturalmente, mais fácil acontecer, está numa ir independente que tem um VIES financeiro anônio que é Singaporea, diferente de setas de adem, chanxu, changai, onde pequinho, onde quer de ser. O que aconteceu obviamente mudas regras do jogo, e vai fazer, obviamente, o próprio ideia, talvez Singaporea perca bastante. A gente está falando de Manuís, falando de Métal, mas a Singaporea tem em pé, porque o incidência do capital chinesi lá é muito forte, e a partir de agora vai ser difícil, uma vez que a porta se april, e em relação a essa de tudo autoritário chinesa, talvez das outras empresas, muitas de cartas e talvez chinesas estavam pensando em ir pra lá, ou em processo de ir pra Singapore, vão pensar duas vezes, e talvez falam "tô vendo vale a pena que, se o chinesa se achar que o meu projeto é ele é crucial, a segurança, ela vai me blindar, ela vai me bloquear". Foi algo muito sério, porque estava sendo nos últimos anos um procedimento muito comum, das empresas chinesas voltadas, a novas tecnologias e a nova ação, e ele vem pra Singapore. Então a Manuís já acabou com um pouquinho com a festa do pessoal que estava fazendo esse Singaporeu Washington, então, acho que o empresa que estava bastante em evidência, realmente fica difícil de fazer esse mesmo procedimento, que talvez outras startups menores estavam tentando, e Roberto antes de a gente entrar nesse assunto mais geopolítico envolvendo como você falou "Chines, tá os Units", porque a meta e a Manuís realmente aqui são, poderiam ser outros nomes, né, a gente poderia estar falando de Google, poderia estar falando de Apple, poderia estar falando de outros nomes aqui também, mas queria te perguntar se nesse caso, quem que você considera que sai um perdei um pouquinho mais. Então se a meta que não vai ter mais essa tecnologia de agentes, que pra ela é muito importante nesse momento de conseguir sair na frente de concorrentes, ou a própria Manuís. Então uma empresa que estava sendo comprada por um valor muito alto, e que teria acesso a uma infraestrutura gigante como a da meta nesse momento, que está comprando data center, está fazendo data center a rua. Eu usaria de ser, pegada aqui, a sendenda boa, tipo de stall. Eu diria que a curto prazo, a meta é longo prazo, a Manuís, ok? Ficando por quê? Eu acho que a curto prazo, a meta vai precisar reviver rapidamente a sua estratégia de A, a meta está perdendo um grande força, porque Manuís consegue trabalhar o que ele evolução da Iárea, na generativa, fazendo uma Iárea agêntrica, quase em linguagem natural, sem precisar fazer programação, em 8-en, nada que balenque. Isso obviamente, clodenta, GPT-10, mas o que o Manuís faz, ele é muito natural, em por acaso eu uso ele bastante pra isso. Mas você repara que achava muito interessante, que até hoje, nem insta, nem feice, nem WhatsApp, nenhum deles estavam sendo power, o poderado pela Manuís, porque eu acho que um de uma certa forma, a meta já, em algum momento, sentiu, acho que o pessoal sentiu que não era tão fiamendo assim, tinha o estenho de eneiro, o contato, tinha tudo a cenar, tinha tudo pronto pra dar ser, mas eu acho que, em outro momento, inclusive, eu acho que ele já tinha enfiado o pé na jaca há muito tempo antes, mas dessa vez, adotaram, e parece que, correctamente, uma postura um pouco mais conservadora, acho que a gente se apeleteia, talvez se não fiquei a mesa com o seu professor, mas por que a mesa demorou? Por que a mesa demorou tanto tempo a trazer Manuís, fazendo os seus aplicativos primados, e isso talvez seja a razão, pela qual isso acontecer. Então, a curto pra ela perde acesso a uma tecnologia de conta, com a gente de "A", que é crucial pra ela, e ela vai ter que se virar buscando outros alternativos. Agora, a gente vai falar muito de trezentos extremamente, [MÚSICA DE FUNDO]
estarizada nos Big Five, né? E vai ter que gastar mais dinheiro, talvez com os dois bios e ter deu três bios, mas eu vou usaria te dizer que isso obviamente vai ter, vai gerar no atraso, um desenvolvimento dela, não tem menor adulta, a Manuí, a Manuí sofre, ela aperta dela é a visão de criação de riqueiras, o alcance global que ela teria dentro de um ecossistema que tem, né? Um WhatsApp no Instagram dentro dela, né? Então, quem que não gostaria de ser a Iado WhatsApp ou Iado Instagram ou Tiano, né? Eu acho que que está falando de uma escala de bilhões de pessoas e se tornar praticamente uma solução global de Iado. Então eu vou usaria dizer que a cumpra, ambos perdem, é um pé de pé. Esse é aquele títico que o pé de pé de não ganhar ganha, entendeu? Você comentou sobre a meta não colocar já nos seus produtos, né? A Manuí, então vem aquele exemplo, né? Você está colocando várias coisas no carrinho e a sua mãe fala, não, não, esse aí não, pode colocar de volta, então realmente bem estranho porque a meta não costuma demorar esse tempo todo para já aplicar novidades nos seus produtos, são uma empresa que gosta bastante de testar, então realmente nesse caso da Provecos 2, saíram perdendo. E agora já falando um pouquinho mais do lado geopolítico da história de quem realmente importa por trás disso tudo que são a China e os Estados Unidos. Então a gente teve agora nessa semana passada também, o governo americano acusando os chineses de roubo em massa de tecnologia de inteligência artificial, que foi negado venho em mente, claro, pela China. E tudo isso acontece também num contexto em que o IPs da Nvidia, uma aoração proibidos, outra aoração liberados, mas não são enviados. E a gente também tem o contexto do futuro encontro do Trump com o Xi Jinping, os dois líderes dos países que é daqui a pouquinho. Então eu queria entender como você avalia a relação dos dois países a partir disso aqui, então se a gente tem um disso de um protecionismo tecnológico absoluto por ambas as partes, então se vai ser cada vez mais comum uma tecnologia chinesa e vão chegar nos Estados Unidos, tecnologia americana não chegar por lá e vice-versa. A gente vive o mundo global, acho que talvez os americanos muito à direita quisessem que a China não existisse, os chineses muito as que é, eu gostaria de encostar do medo de não existir. Mas tirando praticarismo de lado é a verdade que nesse mundo de hoje não tem mais convivência, vão ter que acontecer. Então o que a gente está vendo hoje são estratégicas diferenciadas de negociação, mas no final das contas elas são diferentes na essência vacial, mas elas convergem ao mesmo ponto que é quem é que vai ser dominante. Se é que dominância é necessário, mas você olhar a natureza humana, no nosso histórico de civilização, é uma sociedade de conquistadores e conquistados. Isso infelizmente, ou felizmente se ela é o quê? Nem tudo é só num ío só com o meu nome do ar. Faz com que essa tiscuta da soberania e da predominância de um país sobre outros, seja cada vez maior, então hoje o mundo já não é mais sato de unido de exclucia, mas o mundo é hoje sato de unido dos veis de China. Eu uso a eles aqui, nem os sato de unido de pôr viver sem a China, nem a China babe viver sem sato de unido, porque a China carrega por remolpropletado de tibondos no mundo e a China. Tem 300 bilhões e dólares em investimentos no sato de unido. O governo de China e os próprios americanos tem uma dependência enorme de produtos em infraestruturas de China na manufatura. Cozida é própria inivídeo, a própria Microsoft já prova de se contar Apple, Zimaix, da vida, todas elas têm uma dependência enorme da manufatura China, que se falou em Nvidia, talvez seja algum tipo de, talvez manús possa vir a ser, a gente não está lá no dia a dia dos o que emberde com Trump, com a galera do Trump, mas eu não me surpreenderia se nesse encontro do Trump com o de PNG. Manús entraça na história e os chineses abri-se em mão desse bloqueio para conseguir estar outras coisas. Eu diria que é um belíssimo trunfo na mão da China, entendeu? Então eu acho que isso também pode acontecer e o que não significa que vai deixar o Singapore Washington mais tranquilo, contrário, as empresas chineses vão entender que elas fazem parte também de um jogo já político muito sério e que elas podem o nosso tornar um curinga na mão do governo chineiro. Está muito certo, mas Roberto para a gente finalizar, queria tocar nesse ponto que você falou sobre essa moeda de troca, que a manús pode se tornar numa mesa de negociação. Então queria entender se esse proteçãoismo chineis, se ele realmente tem esse foco na proteção da tecnologia, nessa soberania tecnológica, ou é mais essas estratégias mesmo de vou pegar um caso que está mediático, vou pegar um caso que chama muito a atenção para colocar nessa mesa de negociação com outro lado. Eu diria que o estágio que nós enxergamos das coisas, ele representa um por cento do que é um dois cber, entendeu? Então eu usaria de, ou usaria de agência, que é muito mais um jogo político, do que obrigatoriamente uma questão crucial para a China de segurança, porque eu acho que quando uma solução de a a boa internet, não é? Então eu parava a pensar que a gente se defronta com a internet em 1990, 2000, 2000, 2000, né? A internet existe no exército americano, a 30 anos antes, né? Então você para parar para pensar sobre isso, eu vou usaria dizer que o estágio onde o produto entregue para a população é porque a nível de governo ele já está muito séculos afrentes, então eu não acho que isso seja, acho que os governos financeiros e americanos já trabalham com inteligências e aís muito mais avançadas do que o eventual dano que manus pode trazer. É muito mais um jogo político, é muito mais a maneira de esperar, é muito mais uma carta, é muito mais o impacto financeiro dentro de uma empresa que do ecossistema de negócios americanos é super relevanto que é a merda, é a minha opinião, já deu. Perfeito Roberto, queria te agradecer pela sua participação aqui no podcast canal Tech, sempre uma aula de você aqui com a gente, entender um pouquinho desse contexto que é muito maior do que realmente duas empresas, do que só a tecnologia só não, né? Mas tecnologia de ponto, então muito obrigado e com certeza espero falar com você mais vezes aqui. Mas é um grande abraço, obrigado pelo convite, você que volta junto aí com você. E vamos agora para o giro de notícias. E o Google Photos está ganhando uma nova função com inteligência artificial que promete resolver um problema bem comum, não saber o que vestir. A novidade use a para analisar as fotos da sua galeria e identificar roupas calçados e acessórios. A partir disso, o app monta um tipo de guarda roupa virtual e começa a sugerir combinações com peças que você já tem. A ideia é simples, transformar o celular em estilhas de pessoal ou sugestões baseadas no seu próprio estilo e não entendência genéricas. Por enquanto, o recurso começa a chegar primeiro para Android e deve ser expandido aos poucos. A Uber quer ir muito além das corridas e agora entra de vez no mercado de viagens. A empresa possa permitir a reserva de hotéis direto pelo aplicativo, com acesso a mais de 700 mil opções ao redor do mundo, em parceria com a Expedia Group. E não para por aí. A Uber também quer integrar o delivery a experiência, permitindo que o usuário peça a comida durante a viagem. A proposta é transformar o aplicativo em um verdadeiro super app, reunindo transporte, hospitagem e alimentação em um sol do garo. Mas, por enquanto, as novidades começam pelos Estados Unidos e ainda não tem previsão para chegar aqui no Brasil. E a Natel quer dar um novo destino para TV box piratas aprendidas no Brasil e transformar esses aparelhos em computadores para escolas públicas. A ideia é simples. Os dispositivos ilegais passam por um processo de reconfiguração, um remoção do software de piratas e instalação de novo sistema voltado para o uso educacional. Mesmo sendo equipamentos mais simples, eles conseguem rodar tarefas básicas como navegação interna-intedição de textos e atividades escolares. E o projeto envolve também a receita federal e universidades e busca unir combate a pirataria com inclusão digital. Na prática transformar um problema em uma solução para ampliar o acesso à tecnologia nas escolas. Então é isso, pode que este do canal tech fica por aqui, aproveite para seguir o canal tech nas redes sociais e deixe uma avaliação no seu aplicativo de podcast preferido. Este podcast foi roteirizado apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Vivi a Nifrança, Marcelo Fischer e o Andy O Martins sobre coordenação de anais a Catoce, atrilhaço na hora do Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e arte da capa de Eric Teixeira. Você escuto pode que este do canal tech de segunda sábado. Até mais!
[MUSIC]
Podcast Summary
Key Points:
A China bloqueou a aquisição da Manus AI pela Meta (avaliada em US$ 2-3 bilhões), alegando riscos à segurança nacional e controle de exportação de tecnologia.
A decisão insere-se na disputa geopolítica entre EUA e China pelo domínio da inteligência artificial, tratando a IA como ativo estratégico.
A Manus AI tentou contornar restrições chinesas com sede em Singapura (estratégia "Singapore Washout"), mas a China manteve o bloqueio, mostrando que a origem real importa.
A curto prazo, a Meta perde acesso a tecnologia de agentes de IA; a longo prazo, a Manus AI perde alcance global e parceria com ecossistema Meta.
O caso reflete protecionismo tecnológico bilateral, com EUA e China usando IA como moeda de troca em negociações políticas e econômicas.
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Summary:
O episódio do PodCast Canal Tecnular aborda o bloqueio da China à compra da Manus AI pela Meta, um negócio bilionário que revela como a inteligência artificial tornou-se peça central na disputa geopolítica entre EUA e China. O economista Roberto Cânter explica que a decisão chinesa vai além de segurança nacional: é um jogo político e estratégico. A Manus AI, especializada em tarefas autônomas complexas, tentou usar Singapura como sede para evitar restrições (estratégia "Singapore Washout"), mas a China manteve o veto, mostrando que empresas chinesas são instrumentos do Estado.
A curto prazo, a Meta perde acesso a tecnologia de ponta; a longo prazo, a Manus AI perde escala global. O caso também sinaliza que EUA e China usarão IA como moeda de troca em negociações futuras, como o encontro Trump-Xi Jinping. Além disso, o episódio destaca outras novidades: Google Photos ganha IA para sugerir combinações de roupas; Uber expande para reserva de hotéis e delivery; e TV Box piratas apreendidas serão transformadas em computadores educacionais para escolas públicas brasileiras, unindo combate à pirataria e inclusão digital.
FAQs
A China bloqueou a compra alegando violação de regras de segurança nacional e controle de exportação de tecnologia, tratando a inteligência artificial como um ativo estratégico na disputa geopolítica.
É uma estratégia em que empresas chinesas mudam sua sede para Cingapura para facilitar a internacionalização. A Manus AI tentou isso, mas a China interveio, mostrando que essa blindagem não é eficaz.
A curto prazo, a Meta perde acesso a uma tecnologia crucial de agentes de IA. A longo prazo, a Manus AI perde a chance de escala global com o ecossistema da Meta.
O caso reflete um protecionismo tecnológico crescente, onde ambos os países usam a tecnologia como moeda de troca política, e a Manus AI pode se tornar um trunfo em negociações futuras.
O Google Photos ganha uma função de IA que analisa fotos para criar um guarda-roupa virtual e sugerir combinações de roupas baseadas no estilo pessoal do usuário.
A Uber quer se tornar um superapp, permitindo reservas de hotéis em parceria com a Expedia e integração de delivery de comida durante viagens, começando pelos Estados Unidos.
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