Você sabe o que precisa fazer - Pitstop do Caroneiro
20m 6s
A palestrante Thays Rock aborda a relação entre intuição, autoconfiança e vendas. Ela argumenta que a maioria das pessoas vive desconectada de sua própria voz interior, substituindo desejos autênticos por expectativas externas, o que gera vazio. Nos negócios, a intuição é crucial, pois inovações surgem de pessoas que confiam no que ainda não é visível. A autoestima impacta diretamente as vendas: quem valoriza seu trabalho atrai clientes que o percebem como transformação, não como favor. Muitas mulheres, educadas para serem discretas, sentem culpa ao crescer, mas vender é declarar crença no próprio valor. A vulnerabilidade, segundo Brené Brown, é coragem, e líderes são seguidos por convicção, não perfeição. A diferença entre intuição e medo é que a primeira traz paz e expansão, enquanto o segundo traz tensão. Confiança surge após a ação, não antes. Vender é um ato generoso de conectar talento a necessidades alheias. A história pessoal é o diferencial mais valioso no mercado. A reflexão final incentiva a agir sem esperar o momento perfeito, pois a vida recompensa quem caminha com medo e imperfeição. A venda mais importante é acreditar no próprio potencial, e o conhecimento mais valioso reside dentro de cada um.
[Música] Hoje eu quero falar sobre intuição e vendas, mas se você está chegando aqui agora, eu vou me apresentar, eu sou a Thays Rock, potcaster e a autora desses dois livros. Eu falo sobre carreira em prendedorismo nas redes sociais, e eu estou sempre lá no Instagram falando sobre algum assunto que eu acho polêmico. Mas se você me conheceu agora e quer saber mais do meu trabalho presencial, a gente vai ter uma inmersão do acelera e sua carreira de 22 de agosto, que é uma inmersão para você aprender comigo, como se vender, como fazer network, como se posicionar melhor, e como desenhar uma carreira que seja mais alinhada com o que te faz feliz e te faz se se encher realizado. Não importa se você é CLT ou empreendedor, o evento é para quem quer ter as redeas da própria carreira. O link está no Descritivo do podcast ou no YouTube fixado no primeiro comentário. Agora eu quero trazer para vocês uma frase que eu ouvi uma vez e mexeu muito comigo, que era "Abi aspas, a maioria das pessoas morre sem ter conhecido a própria voz". Fecha aspas. A primeira vez que eu ouvi eu confesso que eu achei impossível e exagerado. Mas quanto mais eu observe as pessoas mais eu sinto que talvez isso seja verdade, porque existe uma diferença enorme entre viver e corresponder as expectativas. A gente foi treinado para escutar tudo, menos a nós mesmos. Haramente a gente escuta aquela voz silenciosa que mora dentro da gente. E o resultado, uma sensação extrema de vazio, porque existe algo que ninguém ensina. O ser humano consegue sobreviver muito tempo longe dos próprios desejos. E quando a gente fala sobre vendas, negócios, liderança, construção de carreira, esse assunto se torna ainda mais importante. Porque os negócios mais extraordinários, eles não nascem de pessoas que sabiam tudo o que estavam fazendo. Eles nascem de pessoas que confiaram em algo que ainda não era visível. Isso tem muito mais a ver com a intuição do que a gente imagina. Porque o mundo nos ensina a desconfiar da gente mesmo. Quando a gente observe uma criança pequena, a gente percebe algo fascinante. Ela sabe exatamente do que ela gosta. Mas conforme a gente vai crescendo, a gente começa a trocar percepção por aprovação. Isso acontece de uma forma tão lenta que a gente quase não percebe. Primeiro a gente quer agradar os nossos pais depois os nossos chefs. E quando a gente percebe, a gente sabe vendo uma vida inteira baseada em expectativa externa. Muita gente chega aos 40 anos, que a minha idade, eu tenho 39, sem saber diferenciar o que elas desejam daquilo que elas aprenderam a desejar. Isso aparece nos negócios, porque o empreendedorismo, gente, exige uma autonomia emocional. Exige uma capacidade da gente dizer "eu acredito nisso mesmo quando ninguém mais acredita". Emxa num movimento, qualquer movimento importante da humanidade. Primeiro, ele aconteceu dentro de alguém. Uma pessoa lheu pro mundo e pensou, talvez exige outro jeito. No começo, ninguém acreditou. Toda inovação começa parecendo loucura. A questão é que o mundo costuma aplaudir ideias depois que elas funcionam. Mas raramente aplaudem enquanto elas estão sendo construídas. Por isso, o que confiar na gente mesmo, é tão importante. Porque haverá momentos em que a única pessoa acreditando vai ser você. E nesses momentos, as faltas estima se torna mais importante do que a sua estratégia. E eu quero aprofundar esse ponto, porque ela pode mudar a forma como você enxergo seu negócio. Muitas vezes a gente acredita que faturamento é uma consequência apenas de conhecimento técnico. Só que a gente não é verdade. A gente todo mundo conhece alguém brilhante que ganha pouco. Ou até mesmo pessoas medianas que ganham muito. Porque existe uma variável invisível que se chama percepção de valor. Que a gente precisa perceber valor no nosso trabalho antes de qualquer pessoa. Eu costuma dizer que o mercado é um espelho. Se você acredita que o seu trabalho é um favor, o mundo vai tratar ele como um favor. Se você acredita que o seu trabalho é transformação, o mercado vai começar a enxergar como transformação. Quando uma empreendedora desenvolve autoestima, algo muito interessante acontece. Ela para de vender desesperadamente. Ela passa a convidar o cliente. Ela para de convencer. Ela passa a comunicar. E isso muda completamente a energia da venda. Existe uma reflexão que eu faço constantemente. Muitas mulheres eu acredito que elas não têm medo do fracasso. Elas têm mais medo do sucesso. Porque sucesso exige visibilidade. E visibilidade exige exposição. Durante muito tempo a gente foi ensinado a ser agradável. Comportada, boazinha, mas raramente a gente é incente. Vá dar ser ambitiosa. Pocas meninas cresceram ouvindo. Vai conquistar o mundo. Esse mundo é seu. Que nem a bióngua se fala. Quem manda nos mulheres? Mas pouca gente fala isso para gente quando nós somos crianças. Muitas cresceram ouvindo o quê? Não chama atenção. Não seja convencida. Não exagera. Não fala alto. Não se mostra. Então essas meninas viram mulheres. Mulheres brilhantes, mulheres capazes, competentes. Mas que sentem culpa quando começam a crescer. Como se ocupar espaço fosse um erro. Como se prosperar fosse uma traição. E isso aparece diretamente nas vendas. Porque vender é declarar. Eu acredito naquilo que eu faço. E isso merece existir. E para muitas mulheres essa frase ainda gera desconforto. Existe algo profundamente humano aqui. Todo mundo quer pertencer. Todo mundo sem exceção. Durante milhares de anos eu sempre falo isso. Ser excluído significavam risco de vida. Por isso que o nosso cérebro ainda reage ao julgamento como se fosse uma ameaça real. E aqui nasce um dos maiores conflitos dos empreendedores. Porque inovar quase sempre significa ser afastada manada. Criar algo novo significa correr o risco de não ser compreendido. Então muitas pessoas fazem uma escolha inconsciente. Ela se trocam alta enticidade por pertencimento. Tem vezes que a gente abandona quem a gente é. Até a gente conseguir uma aprovação. Só que nesse momento a gente perde algo muito maior. A gente perde a nós mesmos. A Brene Brown fala que vulnerabilidade não é fraqueza. É coragem. Porque a vulnerabilidade significa aparecer sem garantias. Pensa nas pessoas que você mais admira. Elas não são admiradas porque elas são perfeitas. Elas são admiradas porque elas tiveram coragem. E isso vale para os negócios. Muitos empreendedores acreditam que precisam estar prontos para aparecer. Mas a verdade é o contrário. Não existe versão final de nós mesmos. Existe apenas uma evolução. Uma das maiores armadilhas da vida adulta. É acreditar que pessoas bem sucedidas possuem mais certezas. Não possuem. Elas apenas aprenderam a agir além da incerteza. Pense em qualquer grande decisão da sua vida. Que garantia você tinha? Provavelmente nenhuma. Quando você começou um relacionamento, quando você mudou de emprego, quando você abriu uma empresa, nunca ouve garantia gente. Porque a vida não dá garantias. Ela oferece possibilidades. E a intuição surge nesse espaço. No espaço onde não existem respostas definitivas. A intuição não é limino medo. Ela apenas ajuda a caminhar com ele. E existe uma ideia maravilhosa do CF Golding, que atravessa praticamente toda a sua obra. As pessoas estão desesperadas por líderes, líderes de visão, grupos de pessoas conectados com uma ideia. Toda atriba começa com alguém que teve coragem de falar primeiro. Alguém que teve coragem de dizer "eu acredito nisso". Antes que existisse uma audiência. E talvez seja isso que exatamente muitas empreendedoras precisam entender. Você não precisa de milhares de clientes. Você precisa de clareza. Porque clareza atraia as pessoas. A convicção atraia as pessoas. As pessoas não seguem perfeição. Ela seguem direção. Quando eu olho pros negócios que mais crescem, eu percebo algo interessante. Porque eu tenho uma aceleradora de negócios.
e os negócios femininos, que chamam a Terra e Círculo, lá ele der mais de 80 mulheres. E eu percebo que, pois é muito interessante que as ideias nascem das convicções, as convicções permanecem, por isso que os negócios mais fortes são construídos em torno de verdade, as humanas, não de modismos. O saímosine, que do Golden Circle, ele ficou muito conhecido por uma pergunta, que é porque? Mas essa pergunta é muito mais profunda do que parece. O seu porque não é marketing, ele é uma identidade. E quando a pessoa sabe o porque ela faz o que ela faz, ela suporta dificuldades que outras não suportariam, ela encontra energia quando os resultados demoram, ela encontra coragem quando as críticas aparecem, porque existe algo guiando as suas decisões. Por isso que eu quero fazer uma pergunta para você, se ninguém, se absolutamente ninguém pudesse te julgar, se ninguém pudesse te rejeitar, o que você faria? Muitas vezes a resposta para essa pergunta é algo que a sua alma tenta falar há anos e que você continua ignorando. Existe um exercício simples que eu quero propor, pega papel e caneta. Responda sem pensar muito. O que eu sei que eu preciso fazer e continua adiando? Quem eu seria se eu não precisasse da aprovação de ninguém? Essas perguntas são desconfortáveis, mas elas costumam revelar verdades importantes, porque a intuição, gente, ela não fala gritando e a gente só consegue ouvir a nossa intuição quando a gente diminui o volume do mundo. Existe uma narrativa muito perigosa que a gente aprende ao longo da vida, a ideia de que algumas pessoas nascem criativas e outras não, que algumas nasceram especiais e outras não, que algumas receberam um talento raro, outras ficaram fora da distribuição. Gente, criatividade aprendam, é uma disposição, é a disposição de você olhar algo comum em enxergar uma possibilidade diferente. E acima de tudo, a criatividade é coragem, porque toda a criação começa no invisível. Pensa no seu negócio, pensa na sua marca, pensa num projeto importante da sua vida. Houve um momento em que aquilo existia apenas dentro de você, era apenas uma ideia. E ainda assim você decidiu seguir. Talvez o problema seja, vive em um mundo que valoriza a repetição mais do que a percepção, para propensar nisso. Isso é extremamente relevante para quem aprende, porque empreender é justamente enxergar algo que ainda não existe. É você ver uma oportunidade e durante algum tempo, ninguém mais consegue enxergar aquilo. É aqui que muita gente existe, porque as pessoas confundem solidão com erro e nem sempre está sozinha, significa, está errada. Às vezes significa apenas que você chegou antes. Agora quero falar sobre uma pergunta que sempre me aparece. Tá isso como que eu sei, sem intuição ou sem medo, porque os dois falam dentro da nossa cabeça. Os dois parecem verdade, os dois tentam convencer, mas existe uma diferença muito importante. O medo normalmente fala de proteção. A intuição fala de expansão. O medo quer preservar a sua identidade atual. A intuição que leva a você para a próxima versão de esse mesmo. E existe uma pista poderosa. A intuição geralmente traz paz. Mesmo quando sugere algo difícil. O medo geralmente traz tensão. Mesmo quando sugere segurança. Por isso quer tão importante desenvolver autoconhecimento. Porque quanto mais você se conhece, mais fácil fica de você reconhecer uma voz que merece ser escutada. Talvez uma das frases mais desconfortáveis desse vídeo seja a que eu vou falar agora. Um mercado não recompensa quem sabe mais. Um mercado recompensa quem consegue transformar conhecimento em movimento. Porque conhecimento guardado num muda-vidas. Não dá pra você ficar esperando o momento ideal. Esperando a confiança chegar. Esperando se se se em te pronta. A verdade é que confiança não chega antes. Ela chega depois. A confiança é consequência de mação. Nunca um pra requisito. Ninguém aprende a nadar fora d'água. Eu acredito que toda empreendedora vive um momento decisivo. Que há um momento que ninguém vê, mas que muda tudo. Que é o dia que ela para se esconder. Porque se esconder pode assumir muitas formas. Pode ser num cobrar, pode ser num aparecer. E existe uma pergunta que eu gosto muito de fazer. Se o seu trabalho realmente ajuda as pessoas, quem é que perde quando você se esconde. Você. Mas não apenas você. O seu cliente também, o mundo também. Porque gente está lento escondido. Não transforma a vida de ninguém. Durante muitos anos vender foi apresentado como manipulação. Só que aqui eu trago nos meus vídeos todos. Vocês podem assistir. Eu gosto de propor outra visão. E se vender fosse um ato de generosidade. Pense em alguém que transformou a sua vida. Uma mentora, uma autora, um curso. Em algum momento alguém vendeu essa ideia pra você. Graças a isso você teve acesso a transformação. Por isso que eu gosto de dizer, a venda é uma ponte entre o talento de alguém e a necessidade de outra pessoa. Sem essa ponte gente, a transformação não acontece. Quando a gente entende isso, a venda deixa de parecer egoísta. Ela passa a aparecer um serviço. Mas as pessoas procuram diferenciação no mercado ignorando o ativo mais valioso que elas possuem, que é a própria trajetória. Ninguém possui a sua história. Ninguém possui os seus fracassos. Ninguém possui o seu conhecimento. Ninguém possui as suas vitórias. E são justamente essas experiências que tornam a sua voz única. O mercado gente está cheio de especialistas, mas sempre vai ter espaço pra alguém que fala a partir da experiência. Porque a experiência gera conexão. E conexão gera confiança. Quando uma pessoa aprende a confiança mesmo, algo extraordinário acontece. Ela para de correr atrás de validação. Ela começa a construir. Porque a energia que antes era gasta, entendo agradar, ela passa a ser investida e realiza. Então, eu quero terminar esse vídeo trazendo uma reflexão pra vocês. Imagina que existe uma versão sua daqui 10 anos. Uma versão que construiu aquilo que hoje parece impossível. Agora, eu quero que você imagine se essa mulher pudesse conversar com você. O que ela diria? Eu não acho que ela ia falar de algo herítimo. Eu acho que ela ia te falar para desesperar o momento perfeito. Porque a verdade é que você já possui muito mais do que você imagina. Você possui experiência, você possui repertório, você possui sensibilidade, você possui percepção. Você tem uma história, você tem uma voz. E talvez a única coisa que deixa faltando pra você seja confiança. Confiança pra ouvir aquilo que você já sabe. Confiança pra agir antes de você ter todas as respostas. Confiança pra você criar antes da validação. Confiança pra você vender antes de ter certeza a vida raramente recompensa que em espera se sentir pronto. A vida recompensa quem decide caminhar com medo, com dúvida, com imperfeição, mas caminhar. Porque no final das contas, vender não é apenas oferecer um produto. Vender quando você declara pro mundo, eu acredito nisso. E toda vez que você faz isso, algo muda. Não apenas um seu negócio, mas em você. Porque a venda mais importante da sua vida nunca vai acontecer entre você e um cliente. A venda mais importante que acredita de você comprar o seu próprio potencial. O dia em que você finalmente acreditar naquilo que você já sabe o dia em que você parar de negociar com seus sonhos, o dia em que você decidir confiar na sua voz. Aí talvez o conhecimento mais valioso que existe não esteja num livro, não esteja num curso. Jamais estará um aumentor, ele vai estar dentro de você, esperando pra ser ouvido, pra ser honrado, pra ser vivido. E quando isso acontecer, você não apenas vai vender melhor. Você vai viver melhor. E isso pra mim é a forma mais bonita de prosperidade. Eu adorei o papo de hoje e eu espero vocês sejam no terry-circle ou sejam a nossa alegria e sua carreira.
No dia 22 de agosto, estou esperando vocês no nosso encontro presencial. Beijo grande.
Podcast Summary
Key Points:
A maioria das pessoas morre sem conhecer a própria voz, trocando percepção por aprovação ao longo da vida.
A intuição é essencial para negócios extraordinários, que nascem de confiança no invisível, não de certezas.
A autoestima e a percepção de valor próprio são mais importantes que conhecimento técnico para o sucesso nas vendas.
Muitas mulheres têm medo do sucesso por exigir visibilidade, devido a ensinamentos de ser agradável e não ambiciosa.
Vulnerabilidade é coragem; líderes são seguidos por direção e convicção, não por perfeição.
A intuição traz paz e expansão, enquanto o medo traz tensão; confiança é consequência da ação, não pré-requisito.
Vender é um ato de generosidade e uma ponte entre talento e necessidade; a história pessoal é o ativo mais valioso.
A venda mais importante é acreditar no próprio potencial e agir antes de se sentir pronto.
Summary:
A palestrante Thays Rock aborda a relação entre intuição, autoconfiança e vendas. Ela argumenta que a maioria das pessoas vive desconectada de sua própria voz interior, substituindo desejos autênticos por expectativas externas, o que gera vazio. Nos negócios, a intuição é crucial, pois inovações surgem de pessoas que confiam no que ainda não é visível.
A autoestima impacta diretamente as vendas: quem valoriza seu trabalho atrai clientes que o percebem como transformação, não como favor. Muitas mulheres, educadas para serem discretas, sentem culpa ao crescer, mas vender é declarar crença no próprio valor. A vulnerabilidade, segundo Brené Brown, é coragem, e líderes são seguidos por convicção, não perfeição.
A diferença entre intuição e medo é que a primeira traz paz e expansão, enquanto o segundo traz tensão. Confiança surge após a ação, não antes. Vender é um ato generoso de conectar talento a necessidades alheias.
A história pessoal é o diferencial mais valioso no mercado. A reflexão final incentiva a agir sem esperar o momento perfeito, pois a vida recompensa quem caminha com medo e imperfeição. A venda mais importante é acreditar no próprio potencial, e o conhecimento mais valioso reside dentro de cada um.
FAQs
A intuição é confiar em algo que ainda não é visível. Nos negócios, ela ajuda a agir além da incerteza e a tomar decisões baseadas em convicção, não apenas em garantias.
O medo fala de proteção e traz tensão, enquanto a intuição fala de expansão e traz paz, mesmo quando sugere algo difícil. O autoconhecimento ajuda a diferenciar essas vozes.
Quando uma empreendedora desenvolve autoestima, ela para de vender desesperadamente e passa a convidar o cliente, comunicando valor em vez de tentar convencer.
O medo do sucesso vem da visibilidade e exposição. Para superá-lo, é preciso confiar na própria voz e agir antes de se sentir pronto, pois a confiança é consequência da ação.
Vender como generosidade é uma ponte entre seu talento e a necessidade de outra pessoa, permitindo transformação. Sem essa ponte, a mudança não acontece.
Pergunte-se: 'O que eu faria se ninguém pudesse me julgar?' e 'Quem eu seria se não precisasse de aprovação?'. Essas respostas revelam verdades sobre sua identidade e direção.
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