Vibe Coding e Cloud em 2026: como programar e automatizar infraestrutura com IA. - Check-in Tech 07
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Neste episódio, o apresentador e Patrisse Hamos discutem como unir IA generativa com nuvens nacionais para automatizar testes e deploys em escala comercial. Patrisse explica que o Vibe Code evoluiu das ferramentas de no-code, que eram caixas pretas, para soluções que dão aos desenvolvedores controle total sobre o código e a infraestrutura, exigindo decisões conscientes sobre onde hospedar e como garantir performance. Ferramentas como Cursor e Claude aumentam a produtividade, mas demandam configuração personalizada para evitar alucinações e alinhar-se ao stack do time. A IA também automatiza a criação de scripts de infraestrutura, como Terraform, mas a supervisão humana é essencial para revisar código, definir guardrails de segurança e performance. Agentes autônomos, como OpenClaw, podem acionar DevOps automaticamente via monitoramento, mas exigem refinamento contínuo. Patrisse destaca que a latência de provedores internacionais (150ms vs. 10ms em data centers nacionais) degrada aplicações em picos de acesso, impactando e-commerces e chats. Além disso, a volatilidade do dólar gera custos imprevisíveis, limitando testes e inovação, enquanto nuvens nacionais oferecem previsibilidade financeira e evitam trabalho operacional extra. Ele conclui recomendando o LinkedIn para contato e reforça a importância de escalar com infraestrutura local.
Check in test. Imagina abrir o seu terminal, digitar um comando em linguagem natural e a inteligência artificial não apenas geral código da sua aplicação. Mas também escrever os arquivos de configuração para subir toda a sua infraestrutura na nuvem na mesma hora. Isso não é o futuro, é o vibe code. Mas de nada de alta prototipão size em minutos, se na hora de colocar em produção você os pedaços em um servido estrangeiro pagando em dólar, entregando uma latência altíssima para o seu usuário. Hoje vamos entender como unir a A com o Cloud Nacional para automatizar testes e deploy-es em escala comercial. E para esse papo de hoje recebo Patrisse Hamos, especialista em infraestrutura, cloud e automação e diretor de produtos e engenharia na local app. Patrisse seja muito bem-vindo ao Check in Tech. Vou pedir para você se apresentar, acho que você vai fazer isso melhor do que eu. Bom dia, cadu, bom dia, galera. É enorme prazer estar aqui com vocês para compartilhar a nossa experiência do que a gente vem fazendo internamente e principalmente do que a gente consegue entregar para nossos clientes. Muito bom, muito bem-vindo e acho que hoje vai ser um dia de muitos sites aqui, um episódio para se aproveitar e a cada minuto, hein? E se você já está otimizando o seu código, a sua infraestrutura não pode ser o gargado. O local app cloud é a nuvem feita de dev pra dev, com total suporte a infraestrutura como código. Você gera sua configuração e usa o nosso terraform starter kit que já tem cinco cenários prontos. Desde um VPS simples até um cluster cobernê. Tudo isso com uma precificação justa e cobrança sob demana, para vocês calar sem usar outros e baixos do dólar. Acesse o QR Code ou link na descrição do episódio, trago seu projeto para o Corda Internete Brasileira. Patrícia, vamos começar alinhando o conceito. O desenvolvedor hoje usa a linguagem natural para gerar código com a literando em tempo real. Onde vai o code se diferencia das antigas ferramentas de no code na visão de quem gerenciar tecnologia? Esse é um excelente ponto, cadu. É a evolução da interisgencia artificial generativa, fez nascer múltiples ferramentas, mas mudou alguns conceitos. Antigamente, você podia encontrar no mercado ferramentas de no code onde você conseguia ter criar um site, que conseguia criar página simples, porém era um sásco que englobava tudo. Então, você não sabia onde você hospedava, você não tinha acesso ao seu próprio Código Fonte, então era uma caixa preta. Hoje essa evolução era trouxe até ferramentas para os próprios desenvolvedores, ou seja, atingiu um público que já tinha conhecimento técnico, que já desenvolvia a aplicação e permitiu que esses profissionais de tecnologia tenham um aumento de produtividade e até conseguisse gerar aplicações mais complexas. Com isso, o ponto de infraestrutura onde rodar sua aplicação, ele continua a mesma preocupação. Com isso, a parte de Código gerada, obviamente, era continua tendo que ser hospedada, mas isso muda, porque você passa de um modelo de caixa preta para alguém que consegue geniciar Código sendo profissional ou não de tecnologia, mas tendo essa preocupação de agora onde que eu vou hospedar minha aplicação. Então, isso é uma das principais mudanças. A gente sai de um modelo de chaves na mão onde você não controla nada, não sabe onde a aplicação vai, a performance que ele vai, para algo onde você tem que decidir onde você vai hospedar qualquer performance que você vai querer para a sua aplicação, seu site. E tudo isso faz parte do processo de decisão do profissional ou da pessoa que se inicia na novaicode. Muito bom, Patrice, e as ferramentas atuais que rodam direto no terminal. Como Claudico ou Joe cursou, eles estão mudando a velocidade dos teams, como que você tem visto essa adaptação em equipes enxultas e essa nova realidade na condificação. Essas ferramentas eram para revolucionar o dia a dia de qualquer desenvolvedor. Tem a T, muitas pessoas brincando que agora todo mundo tem a guerra trabalhando para ele. Enquanto os far do Claudio, deixa o Claudinho trabalhar. Então, cada desenvolvedor se tornou realmente a T, o líder de uma pessoa que nada mais que o próprio person, Claudio, enfim, qualquer ferramenta aí. Então, isso deu, num primeiro momento, um salto de produtividade para todas as equipes, cada pessoa que desenvolve conseguiu gerar um ganho. Porém, teve uma adaptação para ser realizada, porque a gente tinha muito a interesse artificial estar alucinando. O resultado gerado não é exatamente o que eu preciso dentro do meu ecosystem, com minha arquitetura, minhas tecnologias. Então, teve todo um trabalho de configuração e personalização aprimorando as ferramentas, como, por exemplo, alimentar essas ferramentas de quais são os meus repositores, quais são as minhas tecnologias, quais são as minhas de elitriz em termo de arquitetura, em termo de tecnologia que eu quero usar dentro da minha stack, que eu vou suportar com meu time de operação. Então, tudo isso foi um trabalho e um trabalho continuo. Eu diria, a cada vez melhorando o resultado, gerado pela própria A, e a cada vez mais em a adequação com meu cenário, meu contexto e meus objetivos. Para quem está começando agora a explorar as reais, acho que uma ferramenta é muito simples e de passo a sério, o próprio notebook é a name, talvez, que você vai colocando as referências que precisa, todas as regras de negócio, e já é um começo. Assim. A gente tem uma paleta de ferramentas prontas que nasceram, a gente veio uma por semana, se não for mais, do BookerM, ele é muito bom para tudo que é trabalho de pesquisa. Então, no notebook, você consegue alimentar de várias fontes e pouco o importa formato, pode ser o RL de um site, pode ser um documento estruturado, pode ser uma planeja de Excel, e tudo isso faz com que AIA preencha o contexto dela, então se alimente de quais são as informações relevantes para a sua finalidade. E aí, com isso, você evita o gasto de tokens, que é uma das preocupações atualmente. É uma nova coisa que a gente tem que olhar com atenção, isso é uma novidade que eu tenho achado bem interessante de como que gerencia isso cada vez mais. Exatamente. Então, isso evita também um gasto absurdo de token e permite que você compartilhe também isso entre pessoas, entre tines, com as mesmas fontes que são relevantes para todo o trabalho e fazer perguntas em cima do que tende informação, enfim, não é muito para codificação, porém pode ser um mafeiramento muito poderosa quando a gente fala em termo de especificações ou um tema de descoberta para uma nova tecnologia ou um novo produto, enfim, uma ferramenta que eu recomendo. Efeito Patrícia, eu diria que o verdadeiro pulo do gato acontece aí quando a gente tira a ir do código e traz essa, sei, a própria aplicação, né, leva ela para a infra. Patrícia, como é o processo de pedir para ir a lei à sua base de código e já estruturar um arquivo de terraform, você vai entender muito mais do que eu dessa parte, para automatizar a criação do ambiente. É do isso uma excelente pergunta. Hoje a gente conhece o que a gente chama de CI/CD, contínuos integrations, contínuos de ploe, são as automações basicamente que empacotam, compilham seu código e fazem um deploy, tentam ir em um IC, que é infraestrutura como um código, que é basicamente o que configura, cria sua infraestrutura, configura, faz o setup completo, seja de máquinas virtuais, seja de containers, cobernites como o que está do container e tudo isso era criado tradicionalmente na mão, ou seja esses scripts eram uma pessoa que desenvolvia, uma pessoa de DevOps, uma pessoa de infraestrutura, pouco importa, depende das organizações e com os avanços de interessiratificio generativa, tudo isso consegue ser criado de forma automática. Então é basicamente automatizar a própria automação. Então aí a consegue ler o seu código, entender quais são as tecnologias, trair dele basicamente qual que é o stack que está sendo usado, de linguagem, quais são as dependências usadas que eu preciso instalar e com isso interagindo com a A você consegue criar esse script, então propria ser os arquivos e A, por exemplo, eles podem ser criados automaticamente para ir e configurando seus servidores com tudo que você precisa para rodar a sua aplicação da maneira ultima. Está falando de fato de ganhar tempo, de poder ter uma equipe muito mais focada no que realmente importa dentro do final. Exatamente, então é menos tempo gasto para esse tipo de atividade que tem seu valor, obviamente, mas que não precisam de muita criatividade. Então consegue ser facilmente automatizado e também são replicáveis. Então, uma vez que você acertou na receita, depois você roda. e várias vezes para replicar em todos os sinais. A gente tem aqui, Patrícia, uma voz da consciência que fala com a gente, vezes quando. E ela está ali dando sinais que quer falar, vou deixar ele falar um pouco. Eu achei bem legal que você falou sobre a matéria, que ela pode ser replicada, mas ela não exige criatividade. Então, ainda assim, precisa muito da interação humana ali atrás, coordenando tudo, não dá para deixar tudo na mão da inteligência artificial. Sempre haverá a necessidade do humano estar consciente e responsável por tudo que é criado. Por você pode até decidir eventualmente não ter nenhuma interação humana no processo. É uma decisão para algumas coisas menos críticas, por exemplo, é possível. Porém, a responsabilidade sempre vai ser da pessoa, do ser humano. Então, vai muito do julgamento de o quão crítico uma atividade, é ou não. O quão fácil eu observar, controlar, monitorar e entender esse ter algo que está saindo ao roteiro e poder corrigir isso rapidamente. Então, vai depender muito de cenários, vai depender de próprios decisões de cada empresa, de cada pessoa, mas a gente consegue automatizar muitas coisas com zero interação humana. Acho que estamos falando de um ponto de matérafa muito importante, que é revisar tudo que está saindo ali, que é uma orientação desde o Marte, até a hora de codar mesmo, de que precisa muito de um ser humano de toda forma. Não deixa isso importante, e a gente reforça, não está perdendo espaço para a ira. E ele pode começar a desenvolver atividades novas. Então, por exemplo, a gente vê que a gente tem um salto de produtividade quando a gente coloca ir para codar. Quando a gente decide que o Code Review, a revisão do código, é realizada pelo menos por um humano, isso pode gerar gargado, porque o volume de código de aplicações que é produzido hoje, ele aumentou muito. Mas você pode também decidir que a Resum de Code Code Review não precisa de ser humano. Porém, para isso você tem que ter guardrails importantes. E aí que vem o trabalho do ser humano, entender como que eu construí esses guardrails de maneira a resultado que é gerado pela IA, está em conformidade com o que eu espero. Seja funcionalmente, porque eu preciso entregar algo que foi definido, esse vai entregar outra coisa, não vou fazer muito sentido. Tecnicamente, então eu estou respeitando basicamente todos os meus concelhos de arquitetura, eu estou usando as tecnologias que eu decidi que eu vou suportar. Segurança, em aplicação, está segura, passou por verificações de segurança e também em termo de perfonas. De nada adianta colocar uma aplicação no ar, se seus clientes vão acessar e não vão conseguir usar ou vai cair na hora de ter um pico, então tudo isso é um trabalho também do ser humano. Como que eu testo, como que eu refino meus prontos, como que eu configure a cada vez mais minha interesse artificial através de regras, como que eu queria os skills que são basicamente as atividades especializadas de IA para agentes, quando a gente fala de múltiplos agentes, cada um especializado numa atividade ou um domínio, então tudo isso é um ser humano que precisa construir, monitorar, aprimorar, e isso é um trabalho continuo. Muitos sites, acho que tivemos praticamente um tutorial de como executar algumas coisas para você que está desenvolvendo, ou está montando o seu time, mas enfim. A tristeza a gente falou recentemente em um blog da local web sobre OpenCló, que é uma plataforma de agentes autônimos de A, projetada para interagir com navegadores e sistemas. Como as ferramentas agentes como essa, que opera de forma autônoma, vão mudar o DevOps nos próximos anos? É serente ponto. Temos muitas automações que já existem e que dependem de um gatilh humano, então quando você quer trocar um chat com chat de PT, com o próprio cursor dentro do seu ambiente de desenvolvimento, com o clônia, enfim. Então isso são coisas que têm gatilhos humanos, ou seja, ou o humano inicia uma interação e gera uma série de troca com ae. Aqui a gente está falando de outras possibilidades, que existem outras ferramentas e outros cedais, mas basicamente a gente está falando aqui de ter gatilhos automáticos, ou seja, eu consigo ter uma observabilidade em cima da minha infraestrutura, eu consigo configurar gatilhos, ou seja, em termo de uso de recursos computacionais, em termo de comportamento de máquinas, para gerar atividades e intervenção da própria AI. Então isso nos permite em termo de atividades de DevOps, seja para manter uma infraestrutura funcionando, uma aplicação performando, de maneira quase autônoma. Então isso também demanda refinar um pouco os gatilhos, quais são as métricas importantes e abastecer essa plataforma dessas métricas, definir o comportamento esperado e deixar isso rodar. Bom, aí a gente se aproxima então de um gargalo clássico, porque a AI vai prototipar tudo em minutos, bacana. O terraforma ele sobe a infra, mas se você faz isso num provedor internacional, usa o ar final, ele vai sofrer. Então qual é o impacto real de uma latência de 150 milissegundos para uma de mais ou menos ali 10 milissegundos que é de um data center nacional no Brasil? No final do dia, o que qual é a diferença aí? Aí vai afetar muito a performance da sua aplicação. E não precisa ser aplicação com volume de acesso absurdo. Basta apenas ter uma faixa de horário, por exemplo, onde você tem um pico de acesso. Então, por exemplo, você tem um e-commerce, você está venendo, você quer fazer uma promoção relâmpago? De nada adianta fazer isso se a sua aplicação vai cair na hora de múltiplos acessos. Então é um acúmulo, é um gargalo que se gera, não são as primeiras requests que vão começar a gerar o gargalo. Então quando a gente multiplica essa diferença de tempo por milhares, milhões de recuéss, o tempo total começa a ser importante. Então você vai começar a ter uma aplicação que vai se degradar aos poucos, até eventualmente cair. Então é muito importante, seja para, é um exemplo que a cabida dá com uma loja online, mas você pode ter aplicações de chat, por exemplo, onde isso, mesmo a coisa, você tem um volume de usuário muito elevado, a acessão dá ao mesmo tempo, você consegue perceber uma nitida de graduação de performance, e os usuários acabam sofrendo, acabam ter muito delei entre as interações com as pessoas com que faram, por exemplo, um time de suporte. Então aí que realmente essa latência ela pode afetar drasticamente a sua performance. Trasendo, por exemplo, o plástico tem uma alegoriedade a ver com muito trânsito, que a gente vai atravessar um Paulo, mas quanto mais carro nessa via, mas requisições sendo feitas, mas devagar vai ficar escaminho. E aí outros exemplos a gente falou de decómes, falou de algumas opções, mas tem aí quando a gente precisa preencher formulares, preencher cadácelos, na compra de ingressos de shows, acho que vai entrar no pouco nisso também. Vai, vai até porque muitas vezes você tem escenários onde você tem muitas integrações com terceiros, então você vai ter que chamar a país de outras aplicações e outros provedores, enfim, quando você tem uma aplicação realmente que tem um cenário onde você tem essas dependências, a cada ida de volta você está tendo essa latência maior, então na ida e na volta, você faz uma recueza que receber as respostas, e todo isso com volume acaba realmente ter um impacto direto na performance, então tem exemplos de infestos para mim. Patrícia para fechar a nossa conta sobre Web Code, ele permite escalar muito rápido, mas escalar um app em nuvem internacional, ele pode ser um pesadelo na hora de pagar conta, vai mexer ali com o nosso assosamento no final do mês, no final do ano. Como que a variação, o cambial do dólar, ela trava o time, dele trazer mais inovações, dele trazer novas ferramentas, novas maneiras de entregar aquele produto. Bom, aqui acho que é um ponto super relevante, acho que ao longo dos anos, a gente viu a volatilidade do dólar, as cotações subiam assim de maneira muito significativa, e como que isso no final impacta as empresas. Você tem um custo hoje que é de x, e de repente você acorda o dia seguinte, você custa 5, 10%, 10% mais caro, uma semana depois mais 5%, e você começa a pensar tá bom, como que eu vou fazer para tentar cumprir meu orçamento, porque você seja um empreendedor individual, que você seja uma empresa de médio, que seja uma empresa de grande porte, todo mundo é a mesma preocupação, você projetou um orçamento, você projetou um pouco suas ganhadas,
receitas e seus custos. Quando seus custos começam a subir de maneira frenética, você começa a entender o procurar pelo menos outras possíveis de redução. E é claro que, nesses momentos, você pensa duas vezes antes de fazer um teste ou experimentar uma coisa que você não sabe se dá certo e eventualmente você perde oportunidade, porque é aquela oportunidade que você deixou por conta desse custo elevado. De repente, podia ser uma super ideia, algo que irá um produto vencedor e você nunca aturou basicamente essa oportunidade. Então, tem essa previsibilidade conseguir se planejar e, sobretudo, não ter aumento nesse custo. A gente tem a questão de priorizar, porque é super importante para você poder pregere a inserir o negócio no dia a dia, mas além de previsibilidade, a gente tá falando aqui de um custo que não sobe. Ou seja, você paga realmente o que você tinha planejado e não tem que se preocupar com qualquer aumento. É bacana que você consegue então olhar para o crescimento do seu negócio, com essa previsão financeira, que é muito importante. O quanto a gente vai mexer no que é lucro, mas é importante, interessante, você fala da questão de uma perda de potencial de inovação de crescimento, porque se a gente testa menos, se a gente limita um pouco o quanto a gente pode testar uma aplicação ou uma configuração nova, ou poupé cá aqui por não ceder, mas é uma perda de potencial de crescimento também, quando a gente começa a não ter essa previsibilidade, interessante isso, você tivesse. Exato, sem falar, eventualmente, de um trabalho operacional para tentar reduzir o uso de infraestrutura porque o custo subiu. Então você vai ter pessoas que, em vez de focar na entrega de valor para os clientes e para o negócio, vão ter que focar realmente em um trabalho operacional, um trabalho de cazar, em cada oportunidade de redução, para justamente tentar voltar para o que você tinha de orçamento. Então, até um efeito duplo aqui. O impacto é bem positivo, então, quando a gente está falando de uma infra nacional, que a gente está falando de latência, de velocidade e também a previsibilidade de custos, acho que é um grande diferencial. Perfeito Patrice, acho que a gente teve aqui uma baita aula, inclusive muito obrigado por aceitar participar aqui com a gente, mas quem quiser saber mais, que quiser continuar esse papo e conhecer mais o Patrice, onde é o melhor lugar para te encontrar. Ah, perfeito. Bom, eu acho que o LinkedIn pode ser um bom caminho aí, então, no meu LinkedIn, Patrice, ramos. Seria o link aqui na tela para quem quiser entrar em contato, fazer conexão, enfim, acho que é um canal ótimo para esse tipo de coisa. E você que acompanhou esse mergulho técnico até aqui, qual foi a primeira aplicação ou rotina de servidor que você conseguiu subir 100% usando o assistente de A? E lembre-se, se aí acelerou seu código, o local webcloud garante abaixa a latência e autonomia que você precisa para rodar isso no Brasil. Acesse pelo QR Code e assume o controle. E antes de ser raiva, eu vou pedir Patrice, deixa aí o seu último recado para quem está ouvindo a gente, deixa como adi com o seu e ele ou deixa só um recado que você quer deixar. E é clássico aqui que todo mundo que vem no check-in tech encerra o nosso episódio, tocando aqui a assineta do check-in tech, fazendo o check-in que todo mundo questiona por que no final. Já conversou sobre isso. Vou deixar aí com o Patrice. Perfeito. Bom, foi um grande prazer estar aqui, poder falar de tecnologia, poder falar de negócio, poder falar de como que o local web tem serviços e produtos para ajudar um aprendidor na sua jornada. Fala de como que a jornada de cada empresa, cada desenvolvedor, cada profissão de tecnologia, ou cada pessoa que tem um interesse de domino para isso e queira se lançar, como essa jornada está mudando e como que a gente tem soluções a cada vez mais adequada. E como que o local web consegue ajudar vocês com suas soluções. Então, a gente é uma jornada sem fim, é algo que a gente acompanha num ritmo em uma cadência que é frenética, mas pra quem que entra nessa, ou quem já está nessa e quer evoluir, melhor de a continuo, é a primoramento de ferramentas e troca. É muito importante trocar com outras pessoas, muita gente está nesse mundo e essas trocas são extremamente valiosas. Então, estamos aqui para apoiar a jornada de cada cliente e contigo a gente sempre e acompanha nossas evoluções aqui.
Podcast Summary
Key Points:
O Vibe Code combina IA generativa com desenvolvimento, permitindo gerar código e infraestrutura via linguagem natural, mas exige decisões humanas sobre hospedagem e performance.
Ferramentas como Cursor e Claude aumentam a produtividade de equipes enxutas, porém precisam de configuração contínua para evitar alucinações e alinhar-se ao ecossistema e stack do time.
A IA automatiza a criação de scripts de infraestrutura (como Terraform), mas a responsabilidade final, revisão de código e definição de guardrails (segurança, performance) permanece com humanos.
Agentes autônomos, como os baseados em OpenClaw, podem acionar DevOps automaticamente via gatilhos de monitoramento, reduzindo intervenção manual em tarefas replicáveis.
Latência de provedores internacionais (150ms vs. 10ms em data centers nacionais) degrada aplicações em picos de acesso, afetando e-commerces, chats e integrações com terceiros.
A variação cambial do dólar aumenta custos imprevisíveis, limitando testes e inovação, enquanto nuvens nacionais oferecem previsibilidade financeira e evitam trabalho operacional extra.
Summary:
Neste episódio, o apresentador e Patrisse Hamos discutem como unir IA generativa com nuvens nacionais para automatizar testes e deploys em escala comercial. Patrisse explica que o Vibe Code evoluiu das ferramentas de no-code, que eram caixas pretas, para soluções que dão aos desenvolvedores controle total sobre o código e a infraestrutura, exigindo decisões conscientes sobre onde hospedar e como garantir performance. Ferramentas como Cursor e Claude aumentam a produtividade, mas demandam configuração personalizada para evitar alucinações e alinhar-se ao stack do time.
A IA também automatiza a criação de scripts de infraestrutura, como Terraform, mas a supervisão humana é essencial para revisar código, definir guardrails de segurança e performance. Agentes autônomos, como OpenClaw, podem acionar DevOps automaticamente via monitoramento, mas exigem refinamento contínuo. Patrisse destaca que a latência de provedores internacionais (150ms vs.
10ms em data centers nacionais) degrada aplicações em picos de acesso, impactando e-commerces e chats. Além disso, a volatilidade do dólar gera custos imprevisíveis, limitando testes e inovação, enquanto nuvens nacionais oferecem previsibilidade financeira e evitam trabalho operacional extra. Ele conclui recomendando o LinkedIn para contato e reforça a importância de escalar com infraestrutura local.
FAQs
Vibe code é o uso de inteligência artificial para gerar código e arquivos de configuração de infraestrutura em linguagem natural, direto do terminal. Diferente do no code, que era uma caixa preta sem acesso ao código ou controle de hospedagem, o vibe code permite que desenvolvedores e até não técnicos decidam onde e como a aplicação será hospedada.
Essas ferramentas aumentam a produtividade de cada desenvolvedor, como se cada um tivesse um assistente pessoal. Porém, exige adaptação para evitar alucinações, alimentando a IA com repositórios, tecnologias e diretrizes de arquitetura para gerar resultados alinhados ao contexto e objetivos do time.
A IA lê o código da aplicação, identifica linguagens, dependências e stack, e então gera scripts de infraestrutura como código automaticamente. Isso automatiza a automação, criando ambientes replicáveis sem intervenção manual, mas ainda exigindo revisão humana para garantir conformidade, segurança e performance.
O ser humano é responsável por construir guardrails, revisar o código, definir gatilhos e métricas, e garantir que os resultados da IA estejam em conformidade com requisitos funcionais, técnicos, de segurança e performance. Mesmo com automação, a responsabilidade final é sempre humana.
Um data center nacional reduz a latência de cerca de 150 milissegundos para 10 milissegundos, melhorando a performance da aplicação. Com picos de acesso, a diferença se acumula, causando degradação e possíveis quedas, especialmente em cenários com muitas requisições ou integrações com terceiros.
A alta do dólar aumenta os custos de infraestrutura de forma imprevisível, forçando empresas a reduzir testes e experimentações, o que pode levar à perda de oportunidades de crescimento. Isso também desvia o foco do time para trabalho operacional de redução de custos, em vez de entregar valor ao negócio.
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