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O líder político do Partido Anamola, Venácio-Mondelane, visitou o Parlamento Europeu para denunciar graves violações dos direitos humanos e políticos no Mozambique, especialmente após manifestações pós-electoriais de 2024. Ele negou acusações de incitação à violência, defendendo que seus protestos foram legítimos e voltados para a defesa do direito à manifestação e à resistência. A visita foi parte de uma campanha para amplificar a voz dos opositores e pressionar a União Europeia a restringir os fundos de desenvolvimento para o país caso os direitos humanos e democráticos não sejam respeitados. Deputados europeus manifestaram preocupação com a escalada da violência e exigiram que a UE reflita sobre suas relações comerciais com o Mozambique, vinculando os apoios a princípios democráticos. Além disso, a plataforma dissida apresentou mais de mil evidências de ataque coordenado por polícia durante as manifestações, acusando a força pública de agressões sistêmicas. O debate internacional reforça a necessidade de uma resposta coesa, com foco na proteção da oposição e no fortalecimento da democracia, enquanto o líder político reitera que sua presença europeia visa transmitir uma narrativa real, não influenciar julgamentos. A situação demonstra um crescente apelo internacional por justiça e respeito aos direitos humanos no país.

Transcription

2929 Words, 17605 Characters

Portuguese
[Música] Após encontro com o Venácio-Mondelane, o Géuro de Deputados prometem fazer fin capé para garantir que nenhum euro dos contribuintes da União Europeia seja usado contra a oposição em Mozambique. O que são os ajudas para projetos governamentais? E se possam estar restringidos, se não houver respeito para os direitos humanos e para os editos democráticos dos lidas da oposição, é imuncebico. Essa escalar da violência, que já conduziu a desenas de mortos politicamente motivadas e concretamente no Partido Anamola do Colegre do Nácio-Mondelane, é presidente, são a evidência de que o poder está lucido, já não tem outras formas de se manter que não seja por mais violentos e mais ilogítimos. Neste programa temos a entrevista exclusiva ao líder do Anamola, o Venácio-Mondelane, que está num pereplo pela Europa. E temos as reações. O Radar de A.W. começa agora. O político-Mondelane, o Venácio-Mondelane, está na Europa e esteve esta semana no Parlamento Europeu, em Estrasburg. Mondelane pediu "mão dura" contra violações dos direitos humanos e políticos no seu país. O político voltou a apontar para os assicinados de opositor Jean-Mondelane, que tem sido denunciados pelo seu Partido Anamola. Além disso, o Mondelane falou sobre o seu julgamento que deverá estar para breve e negou todas as acusações que pesam sobre ele, incluindo incitamento ao terrorismo e a violência na sequência das manifestações pós-elitorais de 2024. Venácio-Mondelane falou em Estrasburg com o jornalista da D.W. Amos Fernando. Mondelane, mas uma vez muito obrigado por nos receber. A primeira questão que eu ele é de colocar o que exatamente o levou para o Parlamento Europeu? Bom, eu estou aqui, primeiro, a convite, de um grupo parlamentar europeu, digamos, destacado, que é o Arronio Europeu. E os objetivos que nós temos com esta visita aqui ao Parlamento, sobretudo na altura em que está a acontecer a sessão do Parlamento Europeu, primeiro, dar visibilidade e amplificar a voz, amor da sada de muitos me sabiaquianos, sobretudo, numa altura em que a violação de direitos humanos, a violação de direitos políticos, é um sambique atingiu o nível sem precedentes, assassinatos, raptos, sequestros, presões arbitrarias, sobretudo, no campo político, neste momento atingiram o Apsim Sambique. Inclusive, lembra-me agora com um grande comentador anglano, disse que entre os países falantes da língua portuguesa, neste momento, o Sambique é o país mais perigoso para se ser político ou ser sativista, é verdade. Então, é preciso amplificar, dar visibilidade, a este clamor de todos os me sabiaquianos, não é só do Anamola. É dois, era preciso também aproveitar este espaço europeu, que é para trazer a mensagem da necessidade, da própria europeia, digamos, refletir sobre a. as relações comerciais que têm hoje, como sambique, em relação ao componente de transferência, a componente direitos humanos, a componente democracia, que este são valores supremos da União Europeia. É preciso que assegurar isso, que nessas relações comerciais que a União Europeia têm como saber e consiga assegurar isso. E, por último, naturalmente, que têm muito a ver com o que está a acontecer em concreto, compartida na Amola. Estamos a falar de um partido que tem um ano que já sofreu 56 execuções somares extrajudiciais, insufishmávelmente partilhadas para se forse de fez a segurança, sendo um caso particular e ironico, é há muito menos que o que aconteceu do ilídeo de fazitela, justamente o indivíduo que estava na lista daqueles que iriam testificar e onde destuñar no julgamento marcado, exatamente poutubro. A ironia vem pro coelídeo, era da huir, que é exatamente a unidade que é usada, que é instrumentalizada, para assassinarmos-a-miquianos, para se acostarmos-a-miquianos, para se silenciar a oposição. É por isso que uma coisa engraçada que aconteceu inusitada, é que no funeral do ilídeo estavam dois blocos, uns vestidos com um punho cerrado à verde, que é a Amola, os outros com o equipamento da huir, e todos eles já choraram o mesmo morto. -Permisa inusitada. -Permita o Vená se perguntar, está na União Europeia para tentar pedir apoio da União Europeia para as festas de tomada de medidas contra as autoridades imensambicanas ou contra o Estado imensambicano? Sim, acaba sendo isso, a mais a questão fundamental é trazer a narrativa corretta, aquela que é percecionada no terreno, pergar uma narrativa que passa para aqui oficial, sobretudo, aquela que passa nos meios que transmite a história do diálogo nacional inclusive. Então, era preciso ter uma outra narrativa que vê-se do campo, que vê-se do terreno, e que é importante que estas foram de decisão, houve acesso a essa informação. Então, nós estamos a trazer a informação real, documentada, fatual, realística e objetiva, e dar a disposição da União Europeia para refletir exatamente como é que vai abordar a questão das relações como o Sambique. -Vená se, a quem diga que essa sua viagem agora, num período que corre o processo contra assim no Tribunal Supremo, é também uma tentativa de minácio para procurar apoio para que se influencia decisões judiciagem Sambique. O que que tem a dizer sobre isso? Não que influenciar decisões judiciais, então em hostilemente, estaria a ser um profundo anti-democrata. O poder judicial é um poder soberano, Sambique. Faz parte dos órgãos soberaníacos. A ideia não tem nada a ver com a questão. E também sabres que o Tribunal julga, o Tribunal não acusa. Não é o Tribunal que, digamos assim, elaborou as cinco acusações contra o Fernando, então não tem nada a ver. A hora que tem a ver, naturalmente, que isso vai ter uma influência, é uma voz que vem a partir de Srasburgo, a solicitar que este julgamento seja feito de acordo com os ditámes da lei, seja imparcial, seja objetivo e isso sim. Só quero que ele faz uma pergunta muito objetiva. Fez ou não fez alguma incitação a violência? Não, de forma nenhuma. De forma nenhuma, logicamente que a pergunta está já fazer. Na nossa constastação tem uma descrição técnica que precisava de perem uns duas horas para explicar isso. Mas se como que era uma resposta rápida, objetiva e direta, nunca encerte a violência. Pelo contrário, tenho provas, mais do que suficientes, que estão a subijar, estão a transbordar, de várias intervenções minhas, exatamente no sentido contrário, que a nossa luta, o nosso protesto, era clara. Tenha dois objetivos, começou com um protesto que tem a ver com a execução extras judiciais assassinados dos nossos membros, em que ele viro foi o primeiro, e o segundo era verdadeira eitoral. Tanto este geram as questões fundamentais, folcarais, de todo o protesto, de toda a reventicação que foi feita. E isto não tem absolutamente nada a ver com a violência. Tem a ver apenas o grande problema que está acontecendo, se me permite seguir entendendo um mercado. É que a maneira como este regime tratou alguns direitos fundamentais de cidadãos, como, por exemplo, o direito à manifestação, o direito à protestar, o direito à resistência, são direitos constitucionais. Este regime tornou esses direitos um tabulho. E isto acabou influenciando muita mentalidade de todos os muçamiqueiros, que não só, que olham para a questão da manifestação, sempre no sentido subversivo. Mas uma manifestação é um direito constitucional, um direito básico e fundamental. Então, o que nós estamos a fazer, exatamente fazer o uso desse direito, uso o fluir do direito constitucional. Não tem nada a ver com o incitamento, o instigação, não tem absolutamente nada a ver com isso. São pessoas categorias, criminais, que foram forçadas por causa de um prejuízo. Uma reação a Monde Lána chega agora, na voz do vice-presidente do Grupo Político Europeu, Renew Europe, João Cotrinho de Ferreiro, que defendeu que a comunidade internacional deve assumir uma posição firma para ante a violência política em Mozambique, ou aeródipotado português, a visa que fundos da União Europeia para Mozambique podem ser restringidos por violações dos direitos humanos. Há uma relação entre a União Europeia e Mozambique através dos fundos de desenvolvimento que a União Europeia concede a Mozambique. Esses fundos têm condições, têm condições de respeito dos direitos humanos, de respeito por os valores democráticos, e sempre que esses direitos não estiverem a ser respeitados, é a obrigação de União Europeia de fazer condicionar esses fundos a esse respeito. E, portanto, isso não está contenteada a acontecer em Mozambique e, portanto, é natural que haja cada vez mais circulado em que os fundos que sejam para atividades governamentais não nos ajuda a manipular, porque o povo não tem culpa dos mal dos seus governantes. Mas aquilo que são ajudas para projetos governamentais e se possam estar restringidos se não houver respeito por os direitos humanos e, por dos direitos democráticos dos lidas da oposição, é mesmo o seu respeito. Junta-se agora nós um jornalista mais fornante que esteve no par. parlamento europeu, em Estrasburg, acompanhar as reuniões mantidas por venantes mandolanicos em Euroduputados e líderes políticos europeus vivamos, que ambiente encontrastre no Parlamento europeu em torno da situação política massambicana e das declarações que recolhieste, o que ficou nas interlinhas e que merece a especial atenção. Bom, portanto, o Pré-Mata Arama tem uma saudação especial para todos, que nos acompanha. O facto é que o ambiente, no Parlamento europeu, no dia em que o Venácio-Mudlánico esteve em Estrasburg, era meio dividido. Por um lado, há deputados, digamos assim, do centro direita, que estavam muito mais entusiasmados com a presença do próprio Venácio-Mudlánico naquele espaço do Parlamento Europeu, principalmente convidado pelo bloco, digamos assim, dos deputados do grupo considerado do Reino Europe, estes aí que estavam mais entusiasmados porque queriam ouvir do Venácio-Mudlánico o que se passa na verdade é Monsambique e o Venácio-Mudlánico com o fezo, que conversa com o que tive, não só com ele, mas com algumas equipas de apoio do Reino Europeu, fiquei sabendo que ele teve várias reuniões com vários grupos de deputados para explicar melhor o que se passa. É Monsambique antes dele participar de uma reunião planária em que estiveram muitos deputados ligados ao Reino Europeu. Um aspecto importante que tem que ser resaltado é que a maior parte dos deputados estão cientes do que se fazem Monsambique pelo que estão a fazer corredores para ver se aprova-se uma resolução pelo Parlamento Europeu a posicionar-se, ou seja, a União Europeu a posicionar-se em relação aos factos que tem estado a acontecer, Monsambique, desde as eleições de 2024, principalmente no contexto das manifestações hoje-elituais para a União Europeu. Já das mensagens que eu visto do Reino Europeu deputados traduzem apenas preocupação política ou essas consequências que estão a prometer, sobretudo, o corte de fundos possa ser uma realidade. Nós temos que ficar atentos nos próximos tempos para ver o que vai acontecer. O facto de que há um sentimento coletivo de que a União Europeu deve estar um pouco mais atenta às questões ou a situação do socio político e também econômico que acontece em Monsambique, pelo que os apelos também para que a União Europeu restringa ou tomem sancões contra as autoridades humanos, esses apelos têm estado a soar pelos corredores ou vi muitos deputados a falar em disso da necessidade de os fundos europeus ficalizados para que não se use fundos europeus para atacar, ou seja, para ver impendiar ou qualquer outra forma contra a oposição de Sambicano. O que se diz aqui, os fundos europeus têm que ser usados para fortificação da democracia e não para a violência contra a oposição. Claro que agora estou ainda a elevar muito tempo para se chegar a uma decisão de se realmente a União Europeu vai ou não a reestringir os apoios aos atividades de governabilidade de Monsambique, não está a vontade de os deputados. É preciso que se chegue a acordos e não creio que isto é o que, pelo que eu percebi, o grupo a União Europeu quer tentar fazer criar consenso entre os vários grupos parlamentares para depois levar este assunto para uma discussão emprenária no Parlamento Europeu, ou seja, por isso já o facto é que fica este aviso de que os europeus querem que os seus fundos, os fundos dos impostos na Europa, sejam usados para fortificação da democracia e Monsambique e não para a violência contra oposidores políticos. Tudo é aberto nesta questão. Muito obrigado a mais Fernando e continuação de um bom trabalho. As reações não tardaram, depois da entrevista a D.A. Abel de Venácia, o Monde Lánei e depois da Monde Lánei rejeitar categoricamente as acusações que pesam sobre ele na sequência das manifestações pós eliturais de 2024. O analista derce sua alfazema, não popa críticas e que lascifica a iniciativa como uma nobra de distração afirmando que o líder político deve concentrar-se a responder as acusações que enfrenta na justiça Monsambicana. É como político, ele pode se movimentar, buscar parcerias, buscar aliados, tentar divulgar a sua agenda o máximo que ele puder. Mas particularmente no que diz respeito ao que está um julgamento, eu penso que é uma total perca de tempo e uma nobra de distração. Ele ir por curar, levar a esta assunto para euro deputados, quando sabe o assunto, ele é preciso e é esperado para esclarecer no Tribunal Supremo. Ele quere de alguma forma tentado sobrepor aquilo que são as instituições nos americanas, recorrendo a organismos internacionais. É tudo uma farça, é uma nobra, é uma tentativa de distrair a opinião pública e distrair as instituições em relação aquilo que eu serem da questão, que o fato de estar a ser acusado de cinco crimes e ter de se organizar para responder em juízo. Tentar dar volume, dar a aparência de que esta é uma agenda que mexe no plano internacional, mexe com todo, tanto de preocupados com seus julgamento, com a situação de demonstrambique, tenta fazer um drama para ficar se com a situação de que a situação de demonstrambique é tão dramática que o mundo todo está parado e está discutir isso e até ele foi chamado para se explicar. Portanto, é uma questão de ego porque não vai impactar em nada e nem vai influenciar de nenhuma forma de cursos de julgamento e procos deputados da União Europeia, acolarmente o assiste de tempo de matevo em contra, também sabe que quando se chega a hora é preciso respeitar as instituições e se ele não é culpado, não há nada a temer, senão se fazer presente para o tanto de juízo e responder aquilo que são as questões vão ser apresentares de se defender. Derce-lo, fazê-la uma concorda que a situação dos direitos humanos continua a ser um grande desafio para a Mozambique, mas afirma que as investidas de financiamento do mundo na União Europeia não vão estar em nada. Não, quanto a questão dos direitos humanos é um desafio, é uma situação para o que preocupa toda a sociedade, agora, o que nos preocupa ainda mais é quando um político tenta-nos distrair de uma agenda tão estruturante e que preocupa os moçamicados e que deveríamos estar todos concentrados a refletir e a buscar saídas sobre ela como esta questão que ter haver com mortes, com a criminalidade, com a situação do país para levar isso para fazer um intertenimento político. Ele não levou para lá do nenhum. Entretanto, há desenvolvimentos no outro dossier que está também relacionado com os protestos pós-eliturais de Mozambique. Pela terceira vez, a plataforma dissida entregou a procuradoria o que diz cherem provas inequívocas de violência policial durante as manifestações. Em entrevista a D.W., o diretor executivo da organização não-governmental, o Ele quer dias acusa a polícia de matar manifestantes e exige respostas da procuradoria, segundo o Ele quer dias, são mais de mil provas para exigir a justiça. Bom, nesta nova entrega a plataforma dissida apresentou mais evidências que podem ser a plataforma tornar ainda mais reais daquelação de aquelas acusações sobre o ataque ordenado das diversas reunidades policiais nas manifestações de 2024, que já vão lá fazer, já quase um ano que tiveram o ministro. São ações em que a polícia me encontra a disparar, são também fotos de alguns projetos, que devido também de alguns projetos e de outras ações da polícia. Não só ações de correram em um único ponto, mais de vários pontos países indistritos, algumas vilas, cidades, e que demonstram que, do fato, eu poderia ter esse cido-este ataque coordenado para dar polícia. Nois, se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil, se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil e se mil. Se eles são uma mistura de todos os gisteles mensgos, de fotografias e vídeos que comprova um estes atacos coordenados e não isolado de um único agente, mas sim, a essência de um provável voto, uma voz que comando para o efeito. Dice que o Ministério Público está ignorado as voças caixas, mas parece ter acelerado o processo contra a venância e o mundo-lando. Como é que vê esta situação? A lentidão do nosso processo pode, até por um lado, fazer nos pensar que o julgamento do venásio e o mundo-lando é uma prioridade, da prioridade política e a responsabilização daqueles que são os atores que, de fato, deram a voz do comandos e mataram muita gente, neste caso, em concreto, não constitui prioridade, porque estão também políticas. E isto me naquela confiança de cidadãos, me saem bicanhos ainda mais. O radar de hoje fica por aqui, pode continuar atulizado na página da www.combarraportuguês. E nas redes sociais, Youtube, Facebook ou WhatsApp. Proze de tudo, até o próximo radar. Tchau. [BLANK_AUDIO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O Venácio-Mondelane visitou o Parlamento Europeu para denunciar violações dos direitos humanos e políticos no Mozambique.
  2. Ele rejeitou todas as acusações de incitação ao terrorismo e violência, afirmando que seus protestos foram legítimos e voltados para a defesa de direitos constitucionais.
  3. A liderança europeia expressou preocupação com a situação política e exigiu que os fundos da UE para o Mozambique sejam condicionados ao respeito aos direitos humanos e à democracia.
  4. A plataforma dissida apresentou mais de mil provas de violência policial durante as manifestações de 2024, acusando a polícia de ataque coordenado.
  5. Deputados europeus destacaram a necessidade de uma resposta coesa contra o regime, com foco em proteger a oposição e fortalecer a democracia no país.
  6. O líder político defende que a sua visita à Europa é uma tentativa de promover uma narrativa real e objetiva, não de influenciar julgamentos.
  7. O Tribunal Supremo é considerado soberano e não pode ser influenciado por atos internacionais, mas o respeito aos direitos humanos é essencial.
  8. O debate internacional reforça a necessidade de vincular os fundos europeus à promoção da democracia, não à violência contra a oposição.

Summary:

O líder político do Partido Anamola, Venácio-Mondelane, visitou o Parlamento Europeu para denunciar graves violações dos direitos humanos e políticos no Mozambique, especialmente após manifestações pós-electoriais de 2024. Ele negou acusações de incitação à violência, defendendo que seus protestos foram legítimos e voltados para a defesa do direito à manifestação e à resistência. A visita foi parte de uma campanha para amplificar a voz dos opositores e pressionar a União Europeia a restringir os fundos de desenvolvimento para o país caso os direitos humanos e democráticos não sejam respeitados.

Deputados europeus manifestaram preocupação com a escalada da violência e exigiram que a UE reflita sobre suas relações comerciais com o Mozambique, vinculando os apoios a princípios democráticos. Além disso, a plataforma dissida apresentou mais de mil evidências de ataque coordenado por polícia durante as manifestações, acusando a força pública de agressões sistêmicas. O debate internacional reforça a necessidade de uma resposta coesa, com foco na proteção da oposição e no fortalecimento da democracia, enquanto o líder político reitera que sua presença europeia visa transmitir uma narrativa real, não influenciar julgamentos.

A situação demonstra um crescente apelo internacional por justiça e respeito aos direitos humanos no país.

FAQs

São recursos financeiros concedidos pela União Europeia para apoio a atividades do governo moçambicano, com condições de respeito aos direitos humanos e aos princípios democráticos.

Sim, a União Europeia tem a obrigação de condicionar os fundos ao respeito pelos direitos humanos e pelos valores democráticos, especialmente quando houver violações graves.

Ele está na Europa para amplificar a voz dos opositores e pedir apoio à União Europeia em relação às violações dos direitos humanos e políticos no país.

Sim, ele nega todas as acusações de incitação ao terrorismo e à violência, afirmando que sua luta é por direitos constitucionais, como a manifestação e a resistência.

A União Europeia expressa preocupação e apela para que os fundos sejam usados para fortalecer a democracia, não para atacar a oposição ou criminalizar manifestações.

Eles dizem que o julgamento deve ser feito de forma imparcial e objetiva, e que os fundos europeus não devem ser usados para atacar a oposição política.

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