Nesta conversa descontraída, o chef Luís Paulo Calhau explora o alho-francês, um ingrediente que admite não gostar quando criança, mas que redescobriu na idade adulta, especialmente através de sopas como a vichyssoise. Ele destaca a versatilidade do vegetal, que pode ser usado em pratos principais, salteados, ou como alternativa à batata palha. Uma das suas sugestões mais ousadas é um prato de entrada: alho-francês cortado finamente, frito e usado para cobrir um gelado de nata, inspirado na vichyssoise, criando um contraste interessante de temperaturas e texturas. O chef também partilha planos para um jantar onde servirá este prato, além de um "risol descontraído", nome que surgiu de um erro de escrita. Para terminar, recomenda o restaurante Flora, em Viseu, liderado pelo chef João Emondros, que aposta numa cozinha fine dining com foco em ingredientes de qualidade, legumes e carnes, num projeto que considera inovador fora dos grandes centros urbanos. A conversa é pontuada por dicas práticas de preparação e uma atmosfera leve, com o programa a prometer mais novidades gastronómicas.
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Então este ingrediente que eu gosto, por exemplo, para fazer como opção a batata palha, para fazer, por exemplo, um brajo de bacanaio ou de frango. Uma faceta. Uma faceta. Um Ali francese. Um Ali francese. Um Ali francese. Um Ali francese. Um Ali francese. É. Bastante. Usou a hoje em dia a quem faz sabastante. E traz uma certa frescura também as refeições. Parece-me. Pelo menos que não sou entendido só na perspectiva do. Doze de idade. Doze de idade. Não, de cada coisa. Sim, não. Mais uma vez, torno-se versátil, se que a não oueram-me dos anos atrás, é mais hoje conseguimos fazer vários pratos com o Ali francese. E você, frequentemente, em diversos pratos? Frequentemente não diria. Usar, sim. Mas, acho que serve para mais do que sou, para, não é? Sim. Hoje em dia dá para cozer, dá para agarrar, pois com diferentes molhos e faz um. Pode ser um prato principal. Um mesmo principal do prato. Salteado. É, forma, não sei, mais simples, até para fazer isso. Para mim, dá para ver. Para mim, eu descobri curiosamente através da sopa, que eu acho que nós só quando vamos crescendo, mais é que nós percebemos que soupas, é que gostamos. E isso está acontecendo numa determinada altura que eu já não comia de sopa de Ali francese, há imenso tempo. E depois comi e pensa, olha, isso afinal é mesmo bom. Sim, eu tenho imórias também de criança de ser uma das poucas sopas comia. Mas é a diferença da tal vixi soaz. Eu acredito que a minha tia é. Que é um programa aqui na Rádio do Alcidador. Não tinha marinha assim, mas eu não de ela efetivamente. E traços-me também aqui uma sugestão de um prato, Ali francese, e gelado, já falaste na vixi soaz. Agora foi para ir te dizer uma nota, disse-me, vamos lá, com calma, com calma. Eu, por acaso, comemos na noite natal, na noite, passagem da Aliás. Eu não os amics, fiz para eles. Aí eu usei burrata e salte e fico de corredor muito finamente o Ali francese e fritei. E depois era tipo a textura do caldo de verde, mas tudo com Ali francese. E amanhã tenho um, vou fazer um jantar, e será um dos pratos, em vez de fazer a vixi soaz. Como vou preparar vários pratos, no mesmo dia, tenho que pensar na minha vida. Então lembre-me de experimentar como a vixi soaz leva natas, fazer um gelado nata e salte-ar o Ali francese. E depois cobrir o gelado com a sal de francese. Mas é servido como sobremesa? Não, não, é uma entrada. Mas o gelado nata vai ser doce? Sim, sim, é um gelado nata normal. E só amanhã vou saber, por causa da única, já falamos-cá, mas só amanhã que você vê se é bom quando você vê. Já experimentaste isso? Já, já, já. Mas ter ali umas cubaias? Não, já estou algumas horas a pensar nisso, tanto a cozinha que vai funcionar. Mas a cada pedra de sal e pimenta vai funcionar. O Ali francese tem algum gênero de preparação para este prato? Eu aconseio de cortar muito fininho mesmo. Pode escutar o longitud de inalmente até bom para limpar e levar o Ali francese. E depois com muito cuidado, cortar finamente e saltearem azeite. Depois deixar a refeição e depois passar o gelado por essa palha da Ali francese. É capaz de funcionar, vamos ver amanhã. Saba também aqui lembrar-me eventualmente e corregindo-se se tiver a raada que este também pode ser uma boa opção para limpar o palato entre. É por aí, a ideia foi aí. Ok. Estou até até trabalhar aqui na ótica do utilizador com os mesineses. É por aí, ao que for esse clogue de início da refeição e depois vêm os outros. Ok, e o resto da refeição queres revelar um pouco do que já estás a preparar para além deste sede. Ali francese e gelado nata, inspirado na vixi suace. Até me lembrar, até falava, mas não tinha que ir a cabela e. Lá, mas um delo é o risol de descontraído que fazemos às vezes. Risol de descontraído, como essa passagem é. É a passagem de construído, mas depois enganei-me a escrever, ficou descontraído. Estas coisas modernos, justiá-la móveis. E assim ficou o nome. No fundo eu comia risões em pequeno, tirasse para a amassa do recheio. E na taberna, uns tempos começaram a fazer isso. E amanhã. E amanhã, por aí, e amanhã vamos também servir a amassa do risol. Com o caréme do risol e vieres. Entrou três coisas. Não deve-se corremão. Podemos ir? Por acarazá-lo privado. Então, mas, por aí, bem. Não, mas as coisas boas desta vida que se correm bem, repete. É importante aberta, sem problema melhor. Ficamos a esperança para provar esse risol descontraído, também o Ali francese e gelado nata. Estava-se aqui e falá-me, mas mais que uma vez, na vixi suace. Nós tínhamos de descobrir o restaurante nos trás esta semana. Mas a vixi suace, a basta tradicional é tomate, ou? Não, não, não, não. É cebola, Ali francese e um carinho batata. Não sei porque tem mais. A batata pronto. Hoje em dia, a quem põe a sustituva por corjeto, por exemplo. Muito bem. Não vou dizer nomes. Não, não vai escaluniar, Né? Não, não, nem merece isso. O Lui Paul de Calhão, nesta mesa para quatro, e para trás-nos sempre também uma sustação de um restaurante, qual é que nos traz esta semana? Lembrei-me do Flora em Viseu, porque domingo vou pagaliza e tenta dirigir a uns amigos e mais pedir-nos lá. Com que se é? Sem sucesso. E, portanto, é. Não é, é, é, é. Não é, é, é. Quero muito lair, eu conheci o João Emondros, há muitos anos, amigo da mígula e trabalhava em um restaurante lá. No Veipa Portugal, está a fazer um projeto, um projeto muito giro, via em Viseu, tanto fora do Porto e do Lisboa, com cozinha, que digamos, o Urbana, e muito interessante, com muito cuidado, nesta ação dos ingredientes e no que nos apresenta, é tipo um. Eles chamam-lhe o Findining, que é o Findining, e trabalham legumes, trabalham carno, trabalham um pouco tudo, e peixe, e de certeza que já fez algum prato com isso. Eu ainda não posso lair, mas gosto muito dele, e ela trabalha muito bem, e para um tempo, o projeto vale a pena. Enquanto, enquanto estava de falar, tive também a oportunidade de fazer aqui uma rápida pesquisa. Este restaurante fica ali no centro, mesmo no centro de Viseu, junto a C, e é, inclusive, um artigo em observador.pt do Tomás Cruz, e também da Quimicimões, cobrafismo da Quimicimões, que suger, por exemplo, de lá de levadura, brua de cacau, para o seu casinho diferente. É o caminho. É um dos caminhos da gastronomia, porém, nos apensar e descobrir coisas. Tem que ser bom. Ficam então as sustoções desta semana do Chef Liu Polticalhau, alho francês, como o ingrediente, o prato, alho francês, e de lá de natas, virado na vixi soaz, e a sustão de um restaurante em Viseu, em Zona Bayran, Flora em Viseu, estamos feitos, sobremendo esta tomada. Já cheijo de petito. Vai dar um sporting. Vamos a isso mais daqui a bocado. Mesoprecuados com o Chef Liu Polticalhau. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O programa de rádio discute o alho-francês como ingrediente versátil, com o chef Luís Paulo Calhau a partilhar experiências pessoais e receitas.
Uma sugestão criativa do chef é um prato de alho-francês frito com gelado de nata, inspirado na vichyssoise, servido como entrada para limpar o palato.
O chef menciona um "risol descontraído" (um erro de escrita que virou nome) e planos para um jantar especial.
A sugestão de restaurante da semana é o Flora, em Viseu, um projeto de fine dining do chef João Emondros, elogiado pela sua abordagem inovadora e cuidado com ingredientes.
O programa também promove uma oferta de assinatura do Observador com desconto e um sorteio de estadias em hotéis boutique.
Summary:
Nesta conversa descontraída, o chef Luís Paulo Calhau explora o alho-francês, um ingrediente que admite não gostar quando criança, mas que redescobriu na idade adulta, especialmente através de sopas como a vichyssoise. Ele destaca a versatilidade do vegetal, que pode ser usado em pratos principais, salteados, ou como alternativa à batata palha. Uma das suas sugestões mais ousadas é um prato de entrada: alho-francês cortado finamente, frito e usado para cobrir um gelado de nata, inspirado na vichyssoise, criando um contraste interessante de temperaturas e texturas.
O chef também partilha planos para um jantar onde servirá este prato, além de um "risol descontraído", nome que surgiu de um erro de escrita. Para terminar, recomenda o restaurante Flora, em Viseu, liderado pelo chef João Emondros, que aposta numa cozinha fine dining com foco em ingredientes de qualidade, legumes e carnes, num projeto que considera inovador fora dos grandes centros urbanos. A conversa é pontuada por dicas práticas de preparação e uma atmosfera leve, com o programa a prometer mais novidades gastronómicas.
FAQs
O alho francês, também chamado de alho-poró, é o ingrediente principal, destacado por sua versatilidade em diversos pratos.
O alho francês é o símbolo do país de Gales, como mencionado na conversa.
O chef recomenda cortar o alho francês bem fininho, saltear em azeite, deixar arrefecer e depois cobrir o gelado de nata com essa palha crocante.
O prato é inspirado na vichyssoise, uma sopa tradicional de alho francês, cebola e batata, normalmente servida fria.
O restaurante sugerido é o Flora, em Viseu, dirigido pelo chef João Emondros, com um projeto de fine dining focado em ingredientes de qualidade.
O chef planeia servir uma entrada de gelado de nata com alho francês salteado e também um risol de desconstruído, que é uma versão moderna do recheio tradicional.
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