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vai com medo mesmo

64m 27s

vai com medo mesmo

A autora inicia questionando os medos internos que travam as pessoas, diferenciando-os de medos comuns, como assaltos. Ela descreve seu próprio processo mental de escaneamento para encontrar ansiedades, mesmo quando a vida está boa. Inspirada por um vídeo, propõe um exercício: imaginar-se daqui a seis meses contando a uma amiga sobre um desafio superado. Para ela, o grande medo é lançar seu livro "Vertigem", que está em pré-venda. Ela confessa que, apesar de já ter enfrentado muitos desafios na carreira, o processo de lançar um livro é "inóspito e desesperador", e que conversou com outros autores que compartilham essa sensação. Em uma reunião de marketing, ao pedir garantias de que o texto é bom, sua editora responde que não há mais tempo para esse medo, pois o livro já está sendo impresso. Isso a leva a refletir que, com medo ou não, as coisas vão acontecer, e é melhor aprender a lidar com ele. Ela menciona um relógio de rua que dizia "Dia da Coragem", que interpretou como um sinal, reforçando sua tatuagem de "coragem e mulher". Conclui que, assim como ao sair da casa dos pais, é preciso agarrar oportunidades mesmo com medo, pois a coragem é uma prática diária.

Transcription

12084 Words, 63781 Characters

Portuguese
"Oiê, deixa eu fazer uma pergunta. O que você está com medo, hein? Atualmente, qual é o seu medo? Qual é a sua paranoia? Não estou falando desses medos justificados assim, "Ah, então não safare, defende pão leão, to com medo dele me comer." Esse medo tudo bem, você tem. Pô, tipo assim, mora em São Paulo, to com medo de ser assaltada. Esse medo tudo bem, você tem, o medo bem comum. Estou falando dos medos internos, sabe? Os medos que te travam de fazer coisas que você gostaria, porque você tem medo. Não sei se você tem isso, mas eu tenho uma relação com medo que é. Quando a minha vida está boa, tipo assim, vou resolver os problemas da vida. Estou arrasando, sendo adulto, resolvendo tudo, não sei o que, daí conta. Aí o meu cérebro entra num escaninhamento mental. Então, daí conta disso. Aqui deu certo, isso aqui. Consegui resolver isso, aqui passou. Não sei o quê. Aí ele faz esse escaninhamento mental até achar o meu medo. A minha preocupação, a minha angústia, a minha ansiedade. E aí, essa coisa que te dá medo, às vezes pode ser assim, "Nossa, estou com uma dor nas costas". A minha experiência é uma coisa bem comum. Estou com dor nas costas. Aí começa meu Deus. "Dor nas costas, será que alguma coisa, será que eu tenho que ir no médico? Será que eu preciso tomar em médio?" E aquela pinta que eu esqueci de mostrar na dermatologista, será que vai ser alguma coisa? Será que o que eu falei? Aí começa. E o que esses medos geram? Anxiedade e um monte de coisa ruim. E muitas vezes gera o fato de que você não faz o que você queria, o que você desejava fazer, o que você acha, o que você precisa fazer para se tornar quem você quer e deseja ser. Tô correta. Pois bem, recentemente fui empacada por um vídeo. Um pouco te lelei, mais te lelei na medida, te lele tipo assim, místico demais, mais místico na medida certa para que eu acredita-se. Que é de uma menina chamada, eu não conheço ela, cheva belas, sola, not, é uma gringa. E aí ela estava falando várias coisas, eu vou fazer um exercício que ela fez, mas para outra coisa. Vocês vão entender, eu vou deixar esse vídeo aqui lá no nosso grupo do WhatsApp, se você quiser ver em inglês, mas ela fez uma exercício que é assim. Se imagina daqui a seis meses, tá? Agora tu falando é para você fazer esses exercícios junto comigo, tá? Se imagina daqui a seis meses pensando que você conseguiu, deu certo. Aquela coisa que você quer conseguir, sabe? Aquela coisa que você quer que descerta, aquela coisa que você quer que seja bem sucedida, que você deconta, que rece realize, ou que você superi, deu certo, você conseguiu. E aí nesse cenário daqui a seis meses você tá fazendo um FaceTime com a sua melhor amiga e tá contando para ela, o que você tá contando para ela, o que você conseguiu? Qual era o desafio que você superou? O que você tava com medo que não aconteceu? Ou que aconteceu e você deu conta de resolver? O que, especificamente, você deixou ir? Você desapegou? Ou passou? Sabe? Quando ela me fez essa pergunta lá da casa dela, através da tela, que eu estava segurando na minha mão? Eu estou muito claro para mim, que daqui a seis meses, o que eu quero conseguir é passar por esse período da minha vida de um jeito positivo e presente e o que tá me impedindo é o medo. Falar para você, gente, eu não estou legal, não. Que em trabalho é comigo, que em convívio comigo já sabe disso que tem mais ou menos um mês que eu estou completamente descaralhada das ideias. Eu estou feliz, mas eu não estou num estado muito agradável da minha cabeça. Por quê? Pode parecer tosco que eu vou falar agora, porém eu nunca imaginei que lançaram um livro envolvia tanto medo, tanto em segurança, que era uma coisa tão difícil de se fazer. Ah, ela é acoitada, sim. Eu sei, enfim, estou falando uma coisa completamente tosca que existem coisas muito maiores para me atemei e problemas muito maiores para lidar, porém essa realidade que eu consigo compartilhar. Nesse dia que você está ouvindo isso, eu estou a uma semana de botar meu livro na pré-venda. Então, de certo, quando você estiver ouvindo, você já vai saber o nome do livro, se você já sabe que o nome do livro é vertigem, meu Deus, que a gente que possa falar isso. Eu posso ter tempo sem poder falar, mas o nome do livro é vertigem, que ele já tá em pre-venda, que provavelmente você até já comprou, porém não leu, porque é uma pré-venda e vai demorar um mês para chegar na casa das pessoas. Então eu acho que quando esse episódio for ao ar, você ainda não vai ter lido. E a minha grande angústia é lançar o livro, vou falar um pouco mais sobre isso. E a minha grande angústia é colocar esse livro no mundo. Gente do céu, falar para vocês, eu já fiz muita coisa, tá? A minha vida e na minha carreira, já enfrentei muitos bichões. Eu acredito que você pode ter enfrentado bichões ainda pior do que os meus, mas lançar um livro, sendo eu com as ferramentas que eu tenho, tá difícil, velho. Tá difícil. Eu estou morrendo de medo. Eu tenho vivido os meus dias em bebida no medo. E eu queria trazer isso aqui, porque nós somos amigas, somos irmãs. E quando eu vi a outras pessoas lançando livros, eu ficava como a imagem muito distante da pessoa do tipo assim, caralho, essa pessoa ela sabe tanto que ela escreveu um livro, sabe quando a pessoa fala assim, ela literalmente escreveu um livro sobre isso. Essa é a imagem que eu tinha, não sei se a pessoa ela sabe todas as respostas, porque é muito engraçado, quando você leu o livro, você vai entender porque essa piada é muito engraçada de ela sabe todas as respostas. Essa pessoa sabe todas as respostas, ela tem a vida resolvida, ela é muito bem resolvida e ela é, cheira a cuda, tipo assim, o que é isso? Lançar o livro para ela é mais um dia, é uma terça-feira na vida dela, ela lançou o livro como se nada, e vai lá. E eu estou aqui para falar, eu não sei se essa experiência de todos os critores, eu acho que sim, porque nesse processo, como eu comecei a entrar numa espiral de descaralhamento mental, eu fui falar com vários amigos meus que lançaram livros, que já lançaram livros, falei com minha análise, que já escreveu um doutorado, falei com uma, com minha amiga Laura, o beijo também, já escreveu um doutorado e lançou, enfim, falei com um monte de gente e a sensação de todo mundo a mesma, tipo assim, o prelançamento de um livro é um lugar inacreditablemente inóspito, inumano, inabitável, desesperador. É isso que eu tenho sentido. Pelo menos o primeiro livro, e é o meu caso. E aí eu decidi trazer aqui para o podcast para alguns motivos. O primeiro é que quero que vocês saibam que eu estou sentindo assim para se algum dia, você for escrever um livro ou fazer alguma coisa que te assusta muito, falei com outras pessoas que já fizeram algo parecido para você descobrir que, muito provavelmente, você vai descobrir que, ou você é o medo em fundado, que não tem porque você tem esse medo, ou que todo mundo tem esse medo e as pessoas não fazem as coisas sem medo, mas elas fazem aceitando medo e sem lucro a joros. E porque eu acho que eu não sei se vocês têm sentido isso. Mas eu tenho sentido a sensação que esse ano, esse pode que é, os todos também choram, que vocês estão seitando agora no caso. Tem virado um lugar onde a gente se reúne no meu quarto para fazer uma mágica, fazer uma gente, isso, de garota, para preparar a gente, tipo aqui a gente se recole juntas, somos vulneráveis, falamos onaisamente com transparente sobre coisas que compõem a nossa existência, para que a gente se prepare e se encha de tamanho para tudo que a gente quer ser daqui para frente. E se prepare para tudo que a gente vai ser daqui para frente, como, por exemplo, daqui a seis meses que a gente vai fazer essa ligação no FaceTime, com a nossa melhor amiga, vai conversar com ela, sobretudo que a gente realizou e que deu certo, que a gente conseguiu e lá a gente vai ser outra pessoa, mas para a gente ser outra pessoa a gente vai ter que enfrentar esse lugar desesperador, essa vala da morte, o que é o medo de fazer as coisas que assustam a gente. E aí, como estamos aqui nesse cenário se preparando, assim, enxendo de tamanho para enfrentar o mundão e tudo que a gente quer ser e fazer o nosso debut no mundão, sabe como é aquele, aquela frase que é "Deus me disse, 10 arrasas, a gente está aqui, assim, ela me disse "Ove esse pode crescer e arrasa, tá?" Essa é a sensação que eu tenho quando a gente está conversando aqui, aqui nós dizemos 10 arrasas. E aí, recentemente, me cairu a ficha, foi quando começou a me dar muito medo, na verdade não foi quando começou, mas foi quando ficou mais real que foi. Durante esses dois anos e meio que eu estava escrevendo livro, eu tenho uma editora, né, que é assistante e durante esses dois anos e meio as únicas pessoas que eu falei foram as minhas duas editoras, que a Ráfia viro de Ní, ela vai vir de Ní. E aí, fechamos o manuscrito, né, que é o texto final e aí eu comecei a falar com o time de marketing e aí teve uma primeira reunião que era eu, as minhas editoras e o time de marketing e a minha equipe no caso. E aí, na hora que a gente entrou com a reunião de marketing, vocês sabem que eu sou boa marketing, né, uma dez chapatos. Eu sou boa de contar histórias, eu faço isso o tempo todo na minha marca, eu adoro contar histórias, eu adoro comunicar as coisas e eu sabia que eu ia conseguir fazer um bom trabalho junto com elas, de divulgação do livro. e que vocês estão muito ansiosas para ler o livro e que muita gente ia comprar, eu sempre soube disso. E é por isso que elas vieram atrás de mim para assinar esse contrato para eu escrever esse livro, porque ela sabia que eu sei quantas as histórias. E para a editora além de publicar bons textos, eles também estão preocupados em vender livros. Eles sabiam que eu ia conseguir alcançar um público massa. E aí quando eu entrei na reunião marketing, a gente começou a falar das estratégias de como a gente ia falar com a imprensa, de como que eu ia fazendo a estespação, dos pras kits e as datas, etc. E aí eu comecei a ficar muito empolgada e ter muitas ideias, só que aí eu pensei assim para aí. Isso aqui eu sei que eu sei fazer, vender. Mas, o que eu vou fazer se eu conseguir isso, que é vender o monte de livro e fazer as pessoas comprearem e terem o livro na casa delas ou no audio-livro ou no Kindle e as pessoas acharem que é uma bosta, tipo, as pessoas acharem que o livro é uma merda. E aí eu entrei na reunião de marketing e aí a gente estava discutindo estratégias e eu falei "Gente para aí", "deixe só para falar um negócio, vir de mim". "Vir de mim, de estoura". "Vir de mim, deixa eu perguntar uma coisa, você promete para mim que o texto tá bom". Porque a gente vai divulgar horis e assim, se não tiver bom, eu não sei o que eu vou fazer, essas pessoas tipo de arens, essas pessoas acharem uma merda, se o arendimento, porque eu. Então só promete para mim que o livro tá bom, que o texto tá bom. E aí eu ainda dei toda uma lacração nela, porque assim, quando eu acinei o contrato com a minha editora, tinham outras editoras que vieram atrás de mim. E. Abrei nos bastidores aqui. Basicamente, todas as. Quando você vai publicar seu primeiro livro, quase sempre todas as editoras vem com a mesma proposta. Então você realmente só tem que escolher a editora. Se as editoras foram atrás de você, acaba que o contrato é quase o mesmo, o que você ganha é quase o mesmo, quase tudo igual, o que muda é a abordagem de cada editora. E eu escolhi a minha editora porque quando eu tive a primeira reunião com elas, elas me falaram uma coisa que eu achei muito legal que foi para a gente a prioridade é que o texto esteja bom. Então a gente vai fazer tudo que tá no nosso alcance, para te dar todo o suporte, para você escrever um bom texto. A gente não tem interesse em publicar textos, que não estejam bons só pela venda. E aí isso faz dois anos e meio. Não, isso faz três anos quando a gente começou a conversar. E aí eu falei, se lembra naquela primeira reunião que vocês falaram que vocês priorizavam bons textos, e foi por isso que eu escolhi vocês. Então por favor me garante que meu texto tá bom, dei toda essa lacrada e a virgina isso só me respondeu assim. Lela nem dá mais tempo de ser até esse medo. O livro já tá sendo impresso. Minina, essa hora. Ao só de falar de "Ame dá um desespero". Nessa hora eu fiquei assim, "Eu não posso me dar o luxo de o temedo". Tipo, "E é isso que eu quero passar para vocês". Eu acho que essa é a melhor forma de encarar o medo. Porque é medo, por medo, minha filha, a gente vai ter a vida inteira. Você pode ser a pessoa mais. Cante do mundo. A pessoa mais. Só adora do mundo. Você vai ter medo. As pessoas têm medo. Quem tem culto tem medo, não tem sido de tado. Se você tem culto, você tem medo. Então, melhor a gente aprender a lidar com ele, né? E aí, eu estava em bebida em medo e tudo que eu falo sobre isso. E a minha assistente marça não me aguenta mais. E a Nique trabalha comigo também não me aguenta mais. Eu só fico falando disso que eu estou com medo do livro. Eu estou com medo do livro tão intensiosa. E aí, teve essa reunião. E aí, eu engolhei e falei assim, "Vai, vou ter que engolir esse medo". E eu vou ter que eu me dar que esse medo que eu com medo ou não, esse livro vai ser lançado. E as coisas vão acontecer. Eu com medo ou não. Então, é melhor. Eu resolvi aqui, me resolvi aqui, porque ninguém vai chegar do céu e falar "Lela, tá tudo bem, vai dar tudo certo". Eu vim do futuro de falar que tá tudo bem. Ninguém vai fazer isso. Porque eu estou no presente. Eu preciso viver o presente e eu não quero viver com esse medo. Tipo assim, eu viver com esse medo eu vou, mas eu não quero viver dessa forma com esse medo. Porque tá tomando a minha cabeça. Pois bem, eu estava nesse mood e aí eu tenho saí, um Victor para jantar e a gente passou na frente de mim. Eu não disse que passou na frente de um relógio aqui em São Paulo. Tem vários lugares, tem, mas aqui em específico, porque eu sou daqui, nós temos como falar daqui, tem aqueles relógios de rua que têm umas tropagandas em cima, sabe? E aí, nesses relógios aqui em São Paulo, quando é dia de alguma coisa, tem uma mensagem que eles deixam. Então, tipo assim, "Ah, hoje é dia da árvore, ela salva nossa vida, hoje é dia do professor, ensino nós, nós, nós temos uma. sabe, eles dão esses. coisinhos meio motivacionais assim, do dia." E aí que eu descobri, eu estou gravando isso no dia 7 de maio. Eu descobri que ontem dia 6 de maio, era o dia da coragem. Vocês acreditam com a chance, vei? Aí a gente passou na frente de um relógio desse tabescriptor. Dia da coragem, vai com medo mesmo. Só acredita que tava. eu falei "deus?" "Não tô sendo psicótica, ou essa mensagem foi pra mim." Achei que essa era uma mensagem pra mim, porque além da que eu tava vivendo, o dia a dia, em bebida, no medo, eu literalmente eu e uma cara aliada de gente, se você é uma pessoa integrante do grupo das corajosas, deixa aqui nos comentários do Spotify, que aqui. aí é o suprassum do clube das mais mais mesmo, porque eu tenho na minha mão tatuada, coragem e mulher, já muitos anos, e aí uma galera fez essa tatuagem e a gente se chama de "Bonde das Corajosas". E tenho um motivo pelo qual eu tenho essa tatuagem na minha mão. E o motivo é tudo que eu vou falar nesse episódio, tá só pra fechar as aparências. E aí eu pensei "eu, que tenho literalmente na minha mão escrito coragem e mulher, torreendida pelo medo, aqui não, nós vamos cair, aqui nós vamos cair, só que a gente eu tô fazendo piadas internas, como se você já tivesse em líder livre, vocês não leiram. Mas logo vocês começarem a ler, vocês vão entender essa piada. Mas nós vamos cair, a que não, eu não vou ficar nesse marasma que não, eu vou cair, coragem. E eu não sou a maior corajosa do mundo, eu não banco tudo que eu quero, eu desisto de muita coisa por medo, mas ao longo dos anos eu treinei muito, não conscientemente, mas agora sim eu treino conscientemente e eu aprendi muita coisa. E uma das coisas que eu aprendi foi não me dar o luxo de termido, que é uma coisa que eu até escrevi nos agradecimentos do meu livro, que foi uma coisa que eu aprendi com a minha família, que eu não posso me dar o luxo de termido das coisas. Então, eu precisei para encarar que agora eu tô uma semana do pre lançamento do livro, vocês vão, agora vocês estão ouvindo no futuro, mas daqui a uma semana do catográfico, vocês vão descobrir o nome do livro. E eu tô falando como se fosse caramba ao fim do mundo, já vamos falar disso também, como se tipo assim, realmente isso aqui vai transformar o mundo para o planeta, hein? Mas, enfim, para sobreviver essa etapa, eu precisei revisitar o jeito que eu aprendi a lidar com medo. E aí eu decidi fazer esse episódio aqui, porque vai que te ajuda de alguma forma, vai que te corta uns caminhos aí e te ajuda a decorar, e não deixar o medo te guiar. (música) Bílico cada passando por aqui para te avisar que, "Maze de maio" é aniversário da Pet Love. Isso quer dizer que tem uns condos especial para você finalmente para a dia a e contratar o plano de saúde que seus pés precisam. A Pet Love tem mais de 8 mil parceiros no Brasil, contratação 100% digital, microachipagem gratuita e planos acessíveis que não mudam de preço, com raça ou idade do seu pés. Tudo para cuidar dele sem precisar passar por aquele corre de emergência que me dá ansiedade só de pensar. E como a Meja Aniversário, eles liberaram um desconto absurdo para vocês. Usando o cupom "Lela Brandão 75", vocês ganham 75% de desconto na primeira mensalidade. Sim, gente, 75%. Eu também fiquei em "Shock". Mas ó, é só durante "Maze de maio" aí, não vai perder. Se você tem mais de um pet, que nem eu, ainda rola desconto progresso na hora da contratação. O link com todos esses detalhes já está na descrição do episódio. É só aplicar e garantir sua mensalidade com os pontos especial. PlanetSau de Pet Love. Você tem Pet? Tem que ter. Obrigada, Pet Love, por patracinar esse 3-de-pisote. Voltando. Eu vou falar um negócio que eu acho que bastante gente vai entender. Quando você está num lugar que você não gosta, que você é desaprovada, que você sabe que tem alguma coisa errado. Quando você tem vontade que são muito diferentes o lugar que você está crescendo, tipo assim, você é mais nova. Um meio que você não pode cidar o luxo de temeto. Você vai precisar agarrar as oportunidades que aparecem na sua frente e fazer a conhecer. Porque, se você não fizer isso, não tem essa opção, na verdade, sem na cabeça da pessoa. Eu não quero fazer na minha cabeça. Não tem opção. Por exemplo, uma das coisas mais que eu mais queria quando era pequena era ter a minha própria casa. Eu saí da casa de meus pais e tem minha própria casa. Quando eu saí, eu fiz uma reserva de emergência de grana e etc. pra conseguir ter um pouco de segurança de se eu saí se da casa de meus pais teria como pagar a loguel pelo tempo. Porque eu preciso que eu sabia que não podia voltar para a casa dos meus pais. No caso, realizar isso. Eu lembro que quando eu assinei o contato do loguel, eu comecei a ter crise de pânico nessa época. Porque é meio você para você, mas você tem que agarrar essa oportunidade. Você vai fazer o quê? Você não vai realizar seus sonhos. Porque você está com medo de não conseguir pagar a loguel. E é isso que eu era que passava na minha cabeça. E aí, o que aconteceu? Porque aqui eu tinha medo quando eu fui sair da casa de meus pais, que era a minha grande sonha da época. não consegui pagar o aluguel, né? E aí eu não sabia o que que ia acontecer comigo. E aí eu fiquei que tenho o crido de pânico, etc. E aí o que que aconteceu, minha gente? Eu fiz toda uma projeção de como que funciona a minha vida, se eu me mudar, se fiz uma reserva de emergência, etc. Mas se eu falei sem "Or, mas eu trabalho", tipo assim, "Eu já era autônoma", né? Mas eu sempre recebo trabalhos, tudo indica que eu vou continuar recebendo trabalhos e feio e a gente vai levando e vamos lá. Pem gole, medo vai. E aí que aconteceu nos três primeiros meses que eu me mudei da casa dos meus pais, não fechei nenhum zero trabalho, zero. Zero vigo, zero trabalho. Gente foi a sustador, mas eu dei um jeito. No arranjinho trabalho de sei lá o que. Não era nem na minha área, eu acho. Eu trabalho que eu estava trabalhando com o artista e mais ou menos influenciador na época. Mas eu acho que eu fui fazer outras coisas. Eu nem me lembro de que era, mas eu dei um jeito. Eu estou indo de um jeito, me verei. Eu não tenho mais crísois de pânico, entrei na análise a 10 anos, faz 10 anos, meus menos, entrei na análise a 10 anos. Nessa época eu achei que eu estava ficando louca para falar a verdade. E o que eu percebi? Eu percebi que eu tinha uma ilusão de que ia chegar o momento da minha vida, que eu ia me tornar adulta e que não ia ter mais medo das coisas. E que as pessoas que fazem grãs não têm medo, elas têm coragem, elas têm empolgação, elas sabem que elas estão fazendo. Elas sabem exatamente o que esperar. Elas estão preparadas. Essa ideia que eu tinha, eu que eu percebi sendo adulta, sem o tempo 32 anos, mas sou adulta. Converes como desadultos. E o que eu vejo e observo é que o medo não desaparece. Você pode, o medo pode desaparecer depois que você já experiência hoje. Então você tem medo, você tem medo de ser picado por uma bela, e você tem medo de aranha. "Ah, caralho, não, aranha eu não tico descalhada, não tico que". Aí você é picada por aranha, doi e nada acontece, aí o medo pode desaparecer, você fala assim, "Ah, aranha me picou, nada aconteceu". Então agora você aranha me picado, não, nada vai acontecer, então não precisa estar esse medo. Mas quando as coisas não acontecem, você pode ser perseguida pelo medo para sempre, por esse medo para sempre. E quando não é tão palpável, então por exemplo, se você tem medo de ser rejeitada, se você tem medo de ser desaprovada, se você tem medo de errar, você tem medo de desagradar, você tem medo de. Não ser o suficiente, você tem medo de falar em público, você tem medo de ser responsabilizada, por erros, eu tive uma ideia de um projeto na empresa que eu trabalho. Aí eu não vou apresentar essa ideia de projeto, mesmo que eu amo muito ela, porque cima apresentar essa ideia, e o projeto foi pro ar. E ideia errado é minha responsabilidade, todos têm medo de ser responsabilizada, você tem medo por conta de coisas que você já passou, então tipo assim, "Ah, uma vez eu deixei escada, e é o caída escada, e eu me machurei, agora eu tenho medo de descada". E eu não tenho medo de coisas que já aconteceram, mas que não necessariamente vão acontecer de novo. Esse tipo de medo pode te acompanhar durante a vida inteira, e muito provavelmente vai. Tá? Porque eu queria descobrir que o medo não desaparece, o que muda é o jeito que você se relaciona com o medo. Porque é inclusive, o medo é algo natural dos mamíferos, na nem de seres humanos, é dos mamíferos. Ele tem uma função evolutiva, vamos voltar nesse ponto. Deixa eu só complementar, que é o seguinte. Se o medo vai acontecer, ele não é uma possibilidade, uma hipótese, ele é uma certeza, você vai ter medo ao longo da vida. Independente de ser esse medo é justificável, não. Se ele tá entre você e algo muito bom, independente de isso ele vai estar lá. Então você não se desfaz do medo, você aprende a continuar indo com ele, você aprende assim, movimentar com ele ao lado. Vamos pensar no medo como se ele fosse um monstro, um monstro me ajuda muito a pensar em sentimentos como se fossem formatos que existem. Então se a gente pensar num monstro, como é o seu medo? Porque o meu medo é tipo um dementador. Ele é bem assustador, sombrio, ele tá sempre meio parando a minha volta. A gente vai ter, eu no caso, vou ter que olhar para esse dementador e falar "nha aí, bicha!" Vamos, agora, depois. Que aí de mandada, o que aí atrás de mim, nós vamos, como que vai ser? Você quer ir de carro ou a pé? Você vai ter que olhar para seu monstro e vai ter que falar isso. E tem que se conformar que não é sem o medo, não vai ser sem isso que você vai viver sua vida. Não vai ser sem o medo, não vai ser sem esse dementador que fica me perseguindo, é com ele e a gente vai ter que, assim como tudo na nossa vida, todas as relações que a gente tem na nossa vida, a gente vai ter que dar as melhores condições para essa relação para esperar. E você, ser egoísta ou suficiente, olhar o medo nos olhos e falar "eu sou a prioridade, você não é a prioridade". Quem é a protagonista dessa história, meu querido, sou eu, Deus me disse, dessa e a raza, você veio de penetra, no caso. Ninguém te chamou aqui, mas vamos, né? Que é igual a coração de mães, sempre cabe mais um. Quer ver mais? Chama aí mais um dementador, mas vamos junto, vamos três. Então não é sem o medo que você vai viver as melhores coisas da sua vida, é com ele. Então já quer com ele, vamos criar uma boa relação. Vou dar um exemplo, eu tinha a fobia, literalmente, fobia de andar de avião, já falei isso algumas vezes, tinha muito, muito medo, já tive número as crises de pânico em avião, já tive uma crise de pânico. Avorosa que eu descrevo no meu livro também no começo, sei que você que você falou muito no meu livro, mas gente, você sabe, estou em bebida nesse assunto, estou vivendo esse assunto, inclusive eu estou gravando, nesse momento eu estou gravando áudio-livro, e eu estou tendo que ler o livro em voz alta para outras pessoas, assim, é uma experiência de humildade, assim, é um experiência muito difícil, ler o seu próprio livro em voz alta, especialmente, porque eu vou fazer um parêntese, está? Eu estou tendo que ler partes do livro que eu escrevia dois anos atrás, eu não sou mais a lela de dois anos atrás, eu escreveria tudo diferente, mas aí, se eu ficar se reescrevendo o livro para sempre, ele não quer ser publicado, e eu estou tendo que ler isso em voz alta para pessoas, para homens, no caso, que são os técnicos de áudio, e eles são super fofos, mas assim, é uma experiência de escaralhadora, mas eu fui voltando. Eu desenvolvi uma fobia de andar de avião, eu sempre tive medo de criança, minha mãe me conta, eu não lembro que um dia a gente estava em avião, que deu uma despencada, caíram aquelas máscaras, e eu acho que essa pode ter sido a origem do meu medo, mas eu acho, na análise, eu cheguei a conclusão que tenha a ver com o medo de não estar no controle, porque eu não conheço piloto, vai querer louco, né? Sobre tudo que agora o Victor está com, eu dei um simulador, eu fui fazer isso, mas deu o simulador para ele jogar o playsteixo dele, de aniversário para ele, ou na tal, não lembro. E aí, ele mantou todo um simulador de avião, agora ele está obcecado em pousar a avião, e ele está na cabeça dele que ele vai pousar um avião na vida real. Aí eu fico assim, "me a gente será que o piloto do meu avião, que eu estou pegando aqui, começou aqui nem o Victor jogando o vídeo e me achando que pode pilotar o avião?" Enfim, tenho medo de avião até hoje, mas para que a gente pega avião? Para viajar, viajar faz parte dos maiores sonhos da minha vida, os maiores sonhos da minha vida têm a ver com viagens. Eu sou em um muito em conhecer lugares, que estão muito longe daqui, que envolvem muitas horas de avião. Eu tenho um amigo também que me inspira muito, que é o Booster, não sei se vocês seguem ele. Ele é maravilhoso, e ele tem um clube do livro, que chama Booster pelo mundo, eu acho que é assim o nome do clube do livro. E aí, ele escolhe títulos de vários países e viaja, ele faz esse clube do livro, né? Ele viaja até esses países para mostrar a cultura, às vezes, sei lá, um, tem um livro que se refere a um lugar. É um livro que tem uma história que acontece em um café e na Nova Zelândia, aí ele vai lá e mostra como é o café na Nova Zelândia, é demais, e ele morre de medo de avião, tá? Ele morre, ele é igual eu, a gente já conversou sobre isso. Ele morre de medo de avião, e ainda assim, ele faz toda essa viagem sozinho, é surreal. E aí, esse tipo de história, me inspira muito a falar assim, sim, eu morro de medo de avião, eu vou voar mesmo assim, é com medo que eu vo voar, porque eu não vou passar a minha vida inteira, fazendo com que o medo tenha o protagonismo nas minhas escolhas e que ele me separa dos meus maiores sonhos, eu não vou, eu me recuso. Eu vou comer do mesmo, dentro do meu limite. E aí, teve um episódio em específico, e eu conto sobre ele com detalhes ali no livro, mas teve um episódio em específico que eu peguei um avião para Belo Horizonte, e eu fui segurando o crise de pânico até lá, eu fui respirando no meio de vários estranhos, porque eu peguei aquelas cadeiras que tem 30 pr. não 30, mas tem duas pessoas do seu lado e uma do outro, que é no meio da avião. Super-espremeida, morrendo de medo, e aí eu coloquei o fone, e fui ouvindo um podcast que até hoje, que eu amava, e até hoje eu não consigo escutar, porque ele me traumatizou nesse dia, porque como estava escutando ele, meu sério brassouciou a coisas horríveis. E aí, eu fui respirando fundo e me controlando para não ter uma crise de pânico, até para usar. Na hora que pousou o avião, eu saí correndo, tipo assim, eu saí correndo da avião, fiquei respirando naquela fila de desembarque, fui direto para o banheiro e vou meter horrores, e segui vomitando por vários dias, porque. E eu ficava a gente sera que peguei uma virosa, isso é ok? E aí, enquanto eu estava lá, eu fiz um FaceTime com uma amiga querida maravilhosa que não está mais entre nós, infelizmente. mas ela era uma fonte de luz. Ah, e só de falar, já me dá nó na garganta. Mas eu falei como ela. E ela me acalou muito. E ela falou assim, "Lela, sabe por que que você estava me tendo tanto? Porque você engoliu o que o seu corpo estava querendo externalizar?" Então, do que você está com. Por que você ficou segurando a crise de pânico? Por que você ficou segurando, sei lá, o que poderia acontecer? Aí eu falei, "Mã, não sei, porque eu não queria chorar ali no meio do povo." Eu falou, "Por que é "chora"? É disso que você está com medo? Você nunca mais vai ver essas pessoas na vida. E eu fiquei com isso na cabeça, e depois eu peguei o avião. Pra voltar, né? Que eu precisava voltar, a pessoa um Paulo. E aí, já na fila de embarque, começou a me dar pânico. "Minina, na hora eu fiz assim, vou chorar, chorei. Ninguém entendeu nada, as pessoas preocupadíssimas, e eu tipo, "Gente, está tudo bem. Só preciso chorar." Chorei, vim chorando no avião, com medo, mas pelo menos eu não fiquei engolindo. E nada aconteceu, nada acontece feijoada, ainda desse meme, nada acontece feijoada, nada aconteceu. Às vezes as coisas que você tem medo, e que se submete, não fazer, eu fiquei engolindo chorar, não chorar na ida, se você fizer, nada acontece feijoada, simplesmente. E aí, eu dou meu jeito agora pra viajar, eu morro de medo. Obviamente isso foi se atenuando, porque de lá pra cá, eu fui aprendendo mais jeito de lidar com o avião. E aí, tenho um voo, estou com medo, eu choro, tenho um voo mais longo. Eu estou a mão revotreio, não estou recomendando pra ninguém, mas eu tenho acompanhamento psicológico, eu enfim, um revotrio pra dentro. E eu dou um jeito de mesmo com medo, porque eu não vou deixar o medo me travar, de viver coisas oceânicas, não vou, eu me recuso. E aí, como eu disse, o medo, ele é evolutivo. O que quer dizer é que existe um motivo pelo qual a gente tem medo e ele nos trouxe até aqui como sério do Manto e como mamíferos, tipo assim, se não fosse, ele a gente não tinha sobrevivido, como espécie, como categoria, na verdade, na jaquia comum em todos os mamíferos. Qual é a função do medo de avisar quando a gente está em perigo e fazer com que a gente se protege, se defenda, e se resguarde de situações perigosas? Pra sobreviver. Correto? Eu não estou falando nenhuma novidade aqui, né gente? Pra na floresta, quando a gente morava em floresta, vinha uma cobra e fala "e cara, ela cobra!" E aí, melhor não mexer com a cobra, melhor não coto carro, não se cava a curta, melhor não mexer ali nesse ninho de marimbou. Esse tipo de coisa fez com que a gente sobrevive esse. Mas, qual é a grande questão? O cérebro evoluiu pra que a gente sobreviva. Ele não está nem aí se você vai estar feliz ou não, entendeu? O cérebro não evoluiu pra te fazer feliz, eles evoluiu pra sobreviver. O cérebro feliz é tua responsabilidade, não do seu cérebro. Você vai ter que decidir que você vai ser feliz e você vai ter que escolher o que você vai fazer com medo. Se o medo é justificável ou não, se você está com medo de uma cobra, porque ela pode te picar, sendo que você estava vendo a cobra na TV, sabe do que você falou? Não sei, eu não estou falando. E aí, o que eu aprendi de ancha de toda essa situação? Que quando chega ao medo, nosso primeiro impulso é entrar na defensiva, é se proteger, é falar, "Ah, e a avião pode cair, então eu não vou no avião". Aí a cobra pode morder, então, sabe, é a nossa primeira, o nosso primeiro impulso. Quando você perceber que você está fazendo isso, você vai lembrar do que eu estou te falando aqui. Nós encaramos o medo, não em posição de defesa e sim em posição de ataque, porque ele está tentando tirar o seu protagonismo, Mona, você vai deixar? Ele está tentando fazer essa inglicença, a história que quem vai escrever sou eu, não você. Eu vou deixar. Porque eu e você que está ouvindo, nós somos cherecordas. A gente não pode, e a gente já aprendeu isso, de criança, que a gente não pode se dar o luxo de deixar o medo contar a sua história, de deixar o medo definir a sua história. A gente vai fazer um combinado aqui agora, amém? Estamos sentindo uma pastura, mas gente, eu estou contando nesse tom, porque isso realmente transformou minha vida. Eu estou falando também, porque eu preciso ouvir, porque eu estou num período de medo. Nós vamos fazer um combinado aqui. Eu você e a voz da minha consciência que está precisando de ouvir isso. A gente não vai deixar o medo, ser o autor da nossa história. Ele não vai ser, nem mesmo, o roteirista da nossa história. Sabe o que ele vai ser? Esse dementador aqui. No máximo, ele vai ser um figurante que ninguém vai perceber que ele está aqui. Ele está aqui, ele faz parte da cena, ele faz parte de quem eu sou, ele faz parte de quem você é, mas ele não define nada. A história principal, se ele tivesse aqui ou não, ninguém ia perceber, só você. Porque você sente a presença dele aí. Mas quem é a grande estrela é você, minha filha, porque você só tem uma unidade de vida. Você não vai deixar esse dementador apagar o teu brilho ou vai. Não vai, né? Inclusive outro dia. E foi até uma coisa que me inspirou a fazer esse podcast, esse episódio. Eu posto muito vídeo dirigindo, né? Que eu amo dirigir. Eu sempre me dirigia, meu momento de paz, meu momento de reconnectão, meu momento de, meu momento oceanico. No dia a dia, muitas vezes dirigir, salva meu dia. E aí eu sempre posso dirigindo ou falando com a câmera, ou cantando ou a caminho de algum lugar, enfim. No dia eu estava gravando. Estava tentando gravar um conteúdo. Quando fechou o farol, quando eu vi uma senhora subiu na calçada, na contramão, e eu consegui gravar isso, foi inacreditável que aconteceu, mas enfim, voltando. E aí, sempre que eu posto vídeo dirigindo, eu tiro foto comigo dirigindo, venho montes de comentários de mulheres, sempre mulheres. Falando assim, nossa, meu sonha saber dirigir, mas eu não tenho coragem. Nossa, eu queria muito saber dirigir, mas eu tenho muito medo. Como é que você fez para o superal medo de dirigir? Gente, você vai deixar de dirigir que você está com medo. Olha a sua, gente, nos Estados Unidos. A idade para você tirar uma carteira de motorista e ir dirigindo é 16 anos. Você acha que você é menos capaz de uma pessoa de 16 anos? Porque você, o alécrindo orado, não é ser capaz de dirigir. Ah, porque eu tenho medo. Gente, eu tirei minha carta, tirei minha carta com 18 anos. Eu aprendi a dirigir com homens. Você dirigiu com homens, ao seu lado, é uma experiência apavorante. Usou homens primeiro que eles sempre acham que eles sabem mais do que a gente. Segundo que eles dão a anglita, depois a gente que não tem contras emocional. Eles vão aglitar. Terceiro, em vez de mandar você fazer alguma coisa, ele vai lá, bota a mão e faz. Desesperador. Eu aprendi a dirigir com homens, inclusive, eu até já contei isso no episódio que a gente fez com a natura, que eu deixo a mulher latina sonhar. Que o meu professor da escola era um velho babão que botava a mão na minha perna. E aí, eu tive a coragem na época, não sei com qual, com qual cheiré que eu cheguei lá no outro escó, com 15 anos, com 18 anos e falei, pode mudar meu instrutor. E aí, mudou meu instrutor. Todo mundo passe por barreiras estranhas. Eu já bateu o carro. Foi eu que bateu o carro no caso, uma senhora avançou na minha preferência, eu bateu do lado do meu carro e aí falou que é acionar o seguro e fugiu. Coisas acontecem. Mas eu amo dirigir. Se eu tivesse deixado o medo dessas coisas que podem acontecer na minha freixão, nunca ia ter contato com essa coisa que faz muito parte de mim. D dirigir, acho que se eu não dirigisse, eu não seria quem eu sou. Eu, muitas as minhas reflexões, muitas as minhas ideias, vem quando eu estou dirigindo em silêncio. Sabe? E aí, até hoje, quando eu estou dirigindo com algum homem, é muito frequente que eles fiquem querendo opinar no meu jeito de dirigir e o que eu respondo hoje em dia assim. Não queria, eu fico tranquilo, eu dirijo 14 anos, eu sei que estou fazendo. E é isso. Eu sei fazer balido, sei fazer um monte de coisa. E aí, as pessoas querem que eu tenha tem a med. E aí, eu tive que ir para o BH de novo, depois, numa época que eu não estava encarando ainda, não estava bancando e de avião. E aí, eu tive que ir para BH de novo. E aí, eu fui para BH para gravar o meu primeiro TEDx, lá em Belo Horizonte. E aí, eu não queria pegar o avião sozinha, ainda era no meio da pandemia, e eu falei, eu vou dirigindo. Gente, para mim, dirigir 6 horas na estrada sozinha, me soa como um sonho. E aí, quando eu falava para as pessoas que eu ia dirigir, não, mas eu ia ser assim, muito perigoso, eu ia ser a estrada sozinha, eu. Neste dia, eu dirijo 14 anos, na época, se ela diria 10 anos, eu não estou com medo disso, fique tranquilo, deixe seus meses para você. Então, também tem isso. Além dos seus próprios medicamentos, ainda tem que lidar com os outros que nem era seu. Aí tem que ter esse discernimento de falar, esse medo não é meu. O dementador aí é seu, não empurra para mim não. E aí, o que a gente vai fazer é o seguinte, eu descobri, concluir um segredo sobre o medo, que é o seguinte, ele só tem poder sobre você, ou ele tem mais poder sobre você, se você não falar sobre ele, só que para você falar sobre ele, você precisa dar um nome a ele, cadê a que minha amiga na tesouza, com o Prada Nómez Coisas? Essa menina ela sabe que ela fala, né? E um pode que ela é chamado Prada Nómez Coisas, devem saber, né? Mas enfim, você precisa nomear ele, as coisas que tem nome, você consegue lidar com elas, porque você tira o medo do inconsciência, tira coisa do inconsciente, no caso a gente está falando de medo, traz para o inconsciente. E aí, quando você traz o negócio inconsciente, você tem clareza do impacto que ele tem sobre você, do porque ele está ali, você tem clareza de um monte de coisa, mas a clareza é mais importante que você tem, o poder da escolha do que você vai fazer com isso. Quando você nomeia o seu medo, você dá nome para ele, estou com medo disso. Estou com medo do meu livro ser publicado e todo mundo odiar, esse é o meu medo atual. Estou com medo de ser chacota por conta do meu livro, esse é o medo. Você consegue olhar para ele, falar sobre isso. "Tá, esse medo existe." Ele existe, eu não vou negar aquele "existe", mas o que que eu vou fazer com ele? Vocês sabem como fazer isso quando você nomeia ele. Quando veio esse vídeo da mulher falando daqui a seis meses, como você se imagina, o que você está falando para sua melhor amiga, não fez time, ficou muito claro para mim. Que o que eu estaria falando era assim, "Nossa, sabe aquele medo que eu estava?" Nada aconteceu, ou eu estaria falando, sabe aquele medo que eu estava acontecendo, mas eu consegui fazer isso e isso e tal. E aí quando eu me imaginei, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi eu falando isso para minha melhor amiga, não fez time. Eu pensei, "Caralho, eu estou com medo." É isso que está a minha fastanguza, dessa versão de seis meses. É o medo do quê? Aí, comecei, medo de vocês odiarem o livro, medo de ser feita de chacota, medo de ter passado dois anos e medo da minha vida trabalhando num negócio e não saber lidar com as críticas, medo de um monte de coisa. Mas, quando eu consegui nomear isso e perceber que eu estava com medo, eu consegui levar para a terapia e levar os tapas que eu precisava, porque você precisa poder falar sobre o seu medo para ele perder o poder. E aí quando eu falei para a minha na lista, ela falou duas coisas que simplesmente. Não vou falar que me curaram, porque ainda estou com medo, mas assim, sempre que eu comecei a entrar em inspirar, eu lembro dessas coisas que ela falou e falou, "Tá, ela é, está tudo bem, vamos lindado." Que ela falou. Primeira coisa que ela falou foi, o que é sempre maravilhoso, que é minha filha, ela não falou que estás palavras, mas sim. Se desconta da sua desimportância, se manca, quem está achando que é? Se está achando que você vai publicar um livro e todo mundo do mundo vai girar a vida delas em torno desse livro e vai mudar o rumo e o curso do mundo, porque você lança um livro. Deixa eu te falar um negócio. Você sabe quantos livros já foram lançados na história do mundo? Deixa eu te falar outro negócio. Sabia que tem gente que gosta do saramago e tem gente que odeia saramago? Tem gente que não gosta da naturea. Tem gente que leu um livro e fala, "Nossa, não gostei." E a vida segue. Gente, isso é nossa. Não, a livre é tão grande, pensando isso. É uma primeira coisa. De antes do seu medo é, quem é você? Com todo o respeito, foi que ela falou para mim. Eu estou passando aqui a sua mensagem. Quem é você, Fia? Está com medo. Você acha que vai acontecer o quê? Você, por acaso, é o meteoro que vai cair aqui na casa, que na terra, estinguiu de noçalros? Você, por acaso, é a bomba nuclear que vai estourar e matar a mão. Gente, você, em alguma importância no mundo? Não. Qual a sentido disso aqui? Todo mundo vai morrer. Está com medo do que, Fia? A louca se der a devida de importância. É, isso é a primeira coisa. A segunda coisa é, tá. Do quê que você está com medo das pessoas odiarem? Aí ela faz um exercício sempre comigo, quando eu estou ansiosa, que é. Tá. Do quê que você está com medo? O quê que é o pior que pode acontecer? As pessoas odiarem. Tá. Se as pessoas odiarem, o quê que vai acontecer? Ai, nossa, não sei. Pô, sei lá, sai uma matéria no jornal falando que eu sou péssima. Aí ela tá, você vai ser a primeira pessoa no mundo que teve uma matéria no jornal falando que você é péssima. Essas pessoas que tiveram matérias falando que elas sobreviveram? O quê que aconteceu? Qual que é o pior que pode acontecer? Aí, você começa a pensar. E aí, quando você vai distrinchando os cenários mais catastróficos, você tem a possibilidade de pensar. Tá. E aí, você começa a pensar nos planos de como você vai lidar com as coisas que podem acontecer, que podem virar com você, tipo, "Tenho posso não estar um livro e vocês odiarem?" Você pode acontecer. E eu vou fazer o quê com isso. Quando você já sabe o que você vai fazer com isso, o medo perde a. Porque você já tem um plano, tipo, "Ti, não que o controle é o remédio para o medo, mas com o fato de você vai vendo, tipo, assim, distrinchando, tipo, "Ti, nossa, estou com medo, estou com medo." Sim, está com medo do quê? Ah, estou com medo de sair no jornal. Vamos fingir. Esse não é um medo que eu tenho. Tá. Eu tenho outros medos que eu não vou estar aqui, porque eu tenho medo de alguém ou outro medo. Tem medo de alguém ouvir isso aqui e falar "Eu vou fazer isso que ela falou que tinha medo e eu quero machucar ela." Porque tem pessoas maliciosas na internet, por incrível que pareça. Com o fato de você vai distrinchando e colocando para o chão e falar assim "Ah, estou com medo disso, isso vai acontecer?" É, aconteceu, né? E aí, no dia seguinte, eu vou fazer meu café, sair com os meus cachorros, né? Assiste uma série, falar com minha mãe, a vida segue. Sabe? Não sei o que vai acontecer daqui a 6 meses, mas eu queria trazer uma última, a caluva, para isso aqui na minha casa, daqui a pouco, falar para te falar "Ah, você está falando uma hora." Mas enfim, uns anos atrás e calu acompanhou isso o que aconteceu, porque ela era editora do meu canal do YouTube, do meu falecido, porém quem sabe? Em futuro, revival. Canal do YouTube. Aconteceu o meu maior medo. Era um medo completamente, já falei disso algumas vezes aqui também, desculpa se eu estou sendo repetitiva, mas era um medo que eu tinha que era completamente irracional, que é óricamente todo mundo que eu compartilhava esse medo, e falava que era um medo que nunca ia acontecer. Era um medo que me acompanhava desde que eu comecei a entender o mundo, tipo assim, não tinha 12, 13 anos, era um medo que já estava comigo. 2021 ou 2022, lembre, aconteceu contra todas as hipóteses de todo mundo, que falava que nunca ia acontecer. Aconteceu, foi horrível, foi péssima, eu preferia não ter passado por isso, preferia que ter aprendido de outras formas, mas o que temos a porta do destino que entramos nessa realidade espaço temporal, aconteceu. Dito que aconteceu, o que rolou de lá pra cá? Meu medo aconteceu, sofrer muito, foi horrível, péssimo, beleza. Mas ele mudou completamente a minha vida. Eu não sei descrever vocês, completamente. As coisas que eu tinha medo aconteceram, mas coisas que eu nem poderia imaginar, para o bem e para o mal aconteceram também. Eu sigo não lidando, mas convivendo com as consequências desse disso que aconteceu. Até hoje faz cinco anos, até hoje. E até hoje eu estou tendo que encarar e fazer as coisas por conta disso que aconteceu. Mas muita coisa boa saiu disso. Eu não sei descrever assim, eu deu salto na vida depois que isso aconteceu. Foi realmente, foi no meu retorno do Saturn, pra quem acredita em astrologia. Eu não acreditava muito nessa época, mas depois que aconteceu isso, eu falei, "Tá, retorno do Saturn não acontece." Eu tive um grau de amadrocimento emocional, psicológico, como pessoa, minhas relações mudaram, tudo mudou. Minha vida mudou, a minha segurança, como pessoa, tanto interna quanto externa mudou, tudo mudou. E eu não teria feito isso, não teria acontecido isso. Se esse medo não tivesse acontecido. Então muitas vezes as coisas que a gente mais tem medo, mesmo se elas acontecerem, elas podem ter coisas boas também, porque nada é uma coisa só. As coisas são boas e ruins ao mesmo tempo. E eu tenho esse vídeo guardado que eu nunca postei a Carlos Sábado que eu estou falando, porque eu editei esse vídeo. Ela editou esse vídeo no caso. E eu assisti e falei, "Não, tá pronto pra ele ir pro ar, porque é muito recente, mas que bom que a gente tem esse vídeo." E eu revisitei ele recentemente. O nome dele era o meu maior medo, aconteceu. E eu lembro que na hora que eu estava gravando esse vídeo, que foi, se ela é uma, duas semanas depois que aconteceu, a minha sensação, além de senso de injustiça, que eu não tinha senso de desespero, de caos, de "Meu Deus, caralho que merda." A minha sensação era de alívio. Era de "Meu Deus do céu", aconteceu. Eu não preciso mais ser perseguida, mentalmente, por esse medo, porque ele já aconteceu. Eu senti um alívio enorme e eu precisei nesse momento que o meu meu maior medo aconteceu esse comigo, pra que eu senti esse alívio. Mas olhando pra trás, eu vejo que eu poderia ter me libertado dele muito antes. Eu não precisava que ele acontecesse pra me libertar, porque muitos médicos que a gente tem nunca vão acontecer. A maioria dos nossos médos nunca vão acontecer. O que não quer dizer que eles não podem liderar a nossa vida, guiar a nossa vida. E a gente tem o poder de fazer com que ele perca o poder. Entendeu? Porque eu medo, agora eu vou falar uma coisa bem coach, mas é o melhor dito que eu encontrei de falar. O medo é uma prisão. Ele te mantém preso, em clausurado, claustrofóbico. É uma realidade que você nem sempre quer permanecer, mas é uma prisão com a porta aberta. É uma prisão que tem a porta aberta. E quando você percebe que a porta aberta, você tem a escolha de permanecer o "i". E às vezes você vai olhar e vai falar "Não, eu estou pronto pra ir ainda", mas pelo menos você sabe que a porta está ali. E você sabe que você precisa construir a sua vontade e as suas ferramentas pra você atravessar essa porta, porque ela está aberta. E assim, eu não vou ser poliana com você e falar "Ah, vai, o que pode acontecer?" Não, não vai acontecer tudo isso aí, lusora da sua cabeça, porque eu nem sei do que que tem medo do meu lugar aqui. Você pode sim odiar meu livro. Você que está ouvindo, aí pode ler e falar "Mas que grande merda, perdinho meu tempo, meu dinheiro lendo esse carário, desse calho amaste de livro aqui". Então sim, o pior pode acontecer. Se eu subi num avião, ele pode cair. Pode acontecer, tudo pode acontecer. Se você deixar o medo te aprisionar, o que não pode acontecer é o melhor. Tudo pode acontecer, não só o pior, o melhor também pode acontecer. Você não saída a prisão que está com a porta aberta, impede com que o melhor te aconteça também. Entende que eu estou dizendo? Eu tenho uma tatuagem que é uma mulher de peito aberto. E quando a ilustradora é, eu ilustrei essa mulher e o título dessa ilustração era "Mulheres Libres". E veja que ela está com um peito aberto. Quando você abre o peito, quando você está com um peito aberto, você está vulnerável. Para uma facada, por exemplo, o jeito que ela está desenhada, eu vou postar uma foto dela no canal do WhatsApp para vocês verem. O jeito que ela está desenhada, ela está com a cabeça para trás ainda. Só que essa posição é exatamente a posição. Essa posição que é uma mulher de peito aberto com os braços abertos e a cabeça para trás, é assim que você se sente assim que eu me sinto. E aí, por que você tem que fazer isso? vivos melhores momentos da minha vida, os momentos oceanicos da minha vida, exatamente de esse sentimento de você estar com o peito aberto, disposta e exposta a vida. Isso é viver com o peito aberto, com medo de quadrovante, nem com a divante, de figurante e nessa figura, você não tem como garantir que você está segura, que você está protegida, que você está defendida, você não está na defensiva, mas você está de peito aberto, disposta e exposta a vida. A outra opção que seria o oposto dessa figura é uma armadura, por exemplo, que você sim, aí você está protegida mesmo, uma armadura de ferro, sabe, daquelas bem cavaleiros, medievais, você está protegida, ninguém, tipo, se alguém te se faquear no peito, ninguém vai saber, mas está pesado, você não consegue se movimentar, está dentro daquilo, é uma casca, e é uma casca que muitas vezes ela pode estar protegendo, isso pode ser bom para algum tempo, mas às vezes ela está protegendo de coisas que nem tem o poder de te machucar, que você está se subestimando de como você tem o potencial de lidar com as coisas, você tem forças oficientes de lidar com as coisas ruins que podem acontecer, uma facada, no caso melhor não, mas é uma facada figurativa, eu entendi, né? Então meu povo, eu vou deixar de lançar meu livro por medo, nem se eu quiser esse, não posso, não posso me dar esse luxo, tem que ir, né, fia, contrato, literalmente tem que ir, contrato, então, coragem, mulher, coragem, é igual a placa do rua, dia da coragem, vai comer do mesmo, vai comer do mesmo, porque o oposto de medo é liberdade, e nós somos mulheres livres, inclusive das próprias prisões, gostaram? Então, vamos falar sobre roupas confortáveis para mulheres, vocês já estão sabendo, esse é o momento de eu atualizar você sobre o que está rolando na minha marca de roupas confortáveis para mulheres, vocês entenderam, a Lela brandão-coça em prazer, tem uma marca, e semana que vem, está vindo uma parada, que é icônica, eu arriscei dizer na minha equipe que vai ser o lançamento até agora, no ano, que vai a mais abalar estrutura da nossa comunidade, por que? Levanta a mão quem era nascida no ano passado, quando fizemos a nossa icônica colabe internacional com a capa, quem já estava por aqui, levanta a mão aqui nos comentários, por que? A gente foi chamado para fazer essa colabe, eu não sabia que a nossa comunidade ia achar, mas eu sabia que era algo muito avassalador, porque é uma marca centenária, a capa é uma marca italiana, muito tradicional de esportes, e o folhicar é isso vai ser incrível, e a gente fez sem saber o que as pessoas eu acharam, e a nossa comunidade abraçou, vocês abraçaram a colabe, amaram e tiram muito para voltar, e aí agora, simplesmente ela vai voltar ainda melhor, no ano passado vocês lembram, a coleção do ano passado, a nossa primeira coleção com a capa, vem saiu fotográfico num estádio de futebol, que a gente fechou, um estádio de futebol para ele fotografar foi icônica, e aí então esse ano a gente pensou, vamos homenagear duas coisas que a gente ama, que é torcer, e esse é o ano de torcer pelo exa, correto, torcer, porcida, fanatismo, e brasilidade, orgulho brasileiro, brasilian pride, entre eu ver se tem uma chorem de rio, brasilian pride, eu falei, orgulho brasileiro, a gente estava numa reunião só com pessoas brasileiras, eu falei, porquê que se luísse, enfim, é isso mesmo que você ouviu gente, eu, junto com meu time, a gente criou uma coleção inteira para a gente torcer pelo exa, e não só isso né, a gente vocês sabem que o Brasil está em alta, mas para a gente sempre faz, fez parte da nossa cultura homenageal, brasil, valorizar os seres e o nosso sentimento brasileiro, e essa coleção vem para homenagear isso, o título eu não sei se vem, mas que a gente vai torcer estilosas, isso eu posso garantir e confortável também, e que a gente vai ter peças para lacrar depois em luques que misturam, sei lá, a alfair ataria com o sportwear, com uma blusa de futebol, com uma causa de a afetaria, sabe uma coisa assim, aí o amor. Então, se você é uma Brasil cor com uma pegada vinte de que a essa foi nessa nossa referência, a estética brasileira com uma pegada vinte de misturada com toda a experiência e a edição da capa. Então, eu estou muito animada. A coleção já vem na segunda feira. De 25 vocês vão amar. Vai ter símbolos em Averde Amarelo, pra você torcer. Vai ter conjunto esportivo, jaqueita, shortcausa, caça, vai ter essas que vocês amaram da primeira colabe em novas cores. Vai ter moletão de embebe, que é o nosso ícone, em uma nova cores exclusivíssima. Enfim, chega de spoiler no dia 25 de maio a gente tem a nossa clássica live de lançamento às 11 horas. Espero vocês, a última que eu chamei vocês foi, um pega pra capar meu Deus, baixou muita gente na live e enfim, a live vai ser lá no Instagram da marca, a Lele Ablanão Co. E dessa vez, a mais engajada, minha equipe vai monitorar quem é mais engajada e vai ganhar um cupom, ela vai ganhar um cupom. De nada mais nada menos do que 400 reais pra usar na Lele Ablanão Co. Por um mês. Tá bom pra vocês ou não? Então a gente se vê na próxima segunda feira, 11 horas tem live, meio dia a coleção está no ar no site, pra eu finalmente apresentar o seu novo uniforme pra torcer pelo Brasil, pelo Ex. Tá bom? Nós vemos lá? Ah só mais uma coisa, se você está achando que eu, que a minha marca ia ser mais uma dessas marcas que lança uma regatinha com uma banderinha do Brasil esqueça, tá? Que eu negocio que vai ser outra parada, se preparem. Vamos pro choro da semana antes que meu Deus do céu, gente, já faz de uma hora que eu tô falando aqui. Vamos pro choro da semana? Um momento do podcast do episódio em que eu conta alguma coisa muito muito ruim que aconteceu comigo brincadeira, é uma humilhação só pra gente dar risado, descontra aí uma coisa em trágica única que aconteceu na minha semana. E o que aconteceu foi ontem no caso, eu fiz uma live, não é um choro da semana, né? Mas é assim uma coisa um pouco que aconteceu. Eu fiz uma live, e essas live, primeiro do erubo café, a cabunha. E aí o que aconteceu o ontem foi, que foi muito engraçado, que eu queria trazer aqui mais pra gente dar risada mesmo. Foi que eu fiz uma live da coleção de Moletons, eu falei pra vocês, a linha de Moletons, a linha de Moleton a one. E eu fiz uma live pra mostrar todos els moletons, e aí eu sempre comecei a eine live assim. Oiê! Tudo bem? E aí quando eu estou mais animada? Eu falo tipo, Oiê! Tu meia o cantando, sabe? Eu falei, Oiê! Sei lá! E aí, beleza, fiz a live, cheguei em casa, noite estava vendo Stories, aí apareceu os Stories da marca. E aí a minha marca, das pessoas da equipe de marca, eu tinha compartilhado um live nos Stories. E aí eu estava vendo Stories, estava em silêncio, e de repente, olha o barulho, gente aí na creditável. Quando você compartilha live nos Stories, aparece tipo o começo da live, sabe? Olha o barulho que saiu da minha boca, eu vou, vou me delongar muito, vou só dar play aqui. Eu demorei pra entender que esse barulho saiu da minha boca. Olha isso. Bem-vindas ao nosso lua. Fome, eu vou botar de novo, não é possível? Olha isso. Cortou, Oiê, foi só pro E, e o meu E foi isso. Que porra é essa? Que que é isso? Eu botei no meu canal de transmissão, gente, eu chorava de bota de novo. O que que? Meu mandei no meu canal de transmissão, eu falei, gente, eu tô passando mal de rio. Olha isso. Eu falei, gente, que barulho é esse que eu fiz, aí elas começaram a falar, que pareci uma ovelha. A outra botou assim, o pernilongo no meu ouvido de madrugada. Eu, particularmente, achei que parece uma porta sem WD. Eu vou menina como eu estou assim. A voz do hoje eu sou seu rosto no meu ouvido. Comenta aí embaixo, do que é que é esse barulho? Que que é? É uma ovelha, é uma porta sem WD, é um mosquito à noite. É o falsete da Mélode. Bem-vindas. É inacreditável. É que o vídeo é muito bom. Vou mandá-la no nosso grupo do WhatsApp. O vídeo é muito bom porque esse tipo é a minha cara com a boca aberta e sai esse som, não é possível, é? Vamos para a obsessão atual, gente. Estou obcecada numa série que está suprindo o lugar que Big Brother supriu por tantos meses, mas ela é mais curta, mas enfim, em duas temporadas para quem não assistiu, que se chama o segredo de 1 milhão de dólares. Seja viram, é na Netflix. Eu vou contar para mim, e vocês assistem em duas temporadas. Eu acho mais, meu adoro um reality of qualidade dovidoso. E é basicamente assim, é uma mansão. Eu amei um anção, tipo assim, eu não sei explicar, tipo, um terreno gigante onde tem mansões e lugares e campo de golfe, no seu KPC, na sei lá, mil coisas, parecem um ancho, um complexo de coisas chiques. E aí tem várias participantes, eu acho que são 20 ou 15 participantes, eles se juntam nessa mansão, tem um cara aqui ao Peter, que é o apresentador, e cada semana é escolhido um milionário. Então eles voltam pro quarto deles, cada um, e eles abrem uma caixa para descobrir se dentro da caixa deles tem um milhão de dólares ou não. Depois que eles descobrem, eles têm que fazer uma atividade lá para ganhar alguma coisa que eu não me lembro que é, não, que enganhar atividade tem direito a ser. saber uma informação sobre quem é o milionário e depois eles têm um jantar onde eles têm que fazer uma votação para descobrir quem é o milionário e eliminar o milionário, porque aí se você elimina o milionário, a caixa de um milhão de dólar expasa para outra pessoa e aí o seu objetivo é chegar no final com a caixa de um milhão de dólar, eles entendeu? Tipo, e eliminando as pessoas até a caixa chegar em você. E aí, no meio disso, e as pessoas ficam mentindo, obviamente, ninguém fala que é o milionário, aí eles estão desantos, cobririas, vezes é o melhor amigo de uma pessoa, que ele fez lá dentro e não pode descobrir. Só que aí para piorar o milionário tem uma, que eles chamam de agenda, que é uma missão. E é uma missão super estranha. Então, por exemplo, uma missão agora da segunda temporada foi que a pessoa tinha que ficar seguindo um dos participantes por 45 milhão. Tipo, o igual ambientador fica atrás de você, igual o vulto, igual um espelho de obsessora, a pessoa tinha que ficar 45, não podia sair de dois metros de distância ou um metro de distância de uma das pessoas. Ou ela tem que pregar pregadores de roupa, três pregadores de roupa na roupa de outros participantes. E aí você tem que fazer isso, o milionário tem que fazer isso sem que as outras pessoas suspeiten, porque esses suspeitarem de alguma coisa estranha que ela está fazendo, eles já sabem que é uma missão e que provavelmente essa pessoa é milionário. Tipo, assim, nossa, muito estranha, isso aí que você fez, então, com certeza, você é milionário. Por exemplo, agora era a segunda temporada, teve uma menina que ela adora fazer parada de mansabe, plantar banana neira. E aí ela sempre faz, tipo assim, que ela gosta, tem um gramadão lá, e as pessoas começam a desconviar, eu acho que é uma missão. Ela fica fazendo banana neira. E aí, tudo é desconvio, tipo assim, você viu uma que eles falam assim, nossa, está parecendo tão ranks, tipo assim, nossa, parecendo tão ranks. Ai, nossa, falou tão ranks, será que a missão dele era falar tão ranks? É muito engraçado. Eu tô amando, eu acho, eu acho, eu acho, apresentador hilário, eu acho as missões muito engraçadas. E eu ainda não terminei, mas acho que eu vou terminar hoje a segunda temporada, então, se você está afim de um reality show de qualidade dovidosa, simplesmente para esquecer das caraminholas da cabeça, o segredo de um milhão de dólares na Netflix. Ok? Ok, chegamos ao final do episódio. Espero que você tenha gostado, me siga nas redes sociais @lela.brandão. Minha marca de roupa, estes confortáveis é @lela.brandão.co ou www.lela.brandão.co. Você tem desconto.com.co.co, só se chorona. E minha querida, agora eu sou autora, compre já o meu livro em Prevenda, Vertigen. Está até na minha mão aqui, agora eu posso mostrar para vocês, vertigen a coragem de encarar o vazio, escutar o seu corpo, já está aqui em Prevenda, vou deixar o link aqui na descrição também, to louca para vocês leerem e é isso, minha filha. Espero que vocês gostem, se vocês não gostarem, eu vou ter que aprender a lidar com as críticas. E é isso, tá bom? Então tá bom, gente, chegamos ao final do episódio, espero que você tenha gostado, nos vemos na semana que vem, um beijo e chau. Mãe! Se você chegou até o final do episódio mesmo, não o fake final, o final verdadeiro do episódio, e faz plarte do seleto grupo das mais, das maiorais, das divas que habita um lucração, que realmente são minhas irmãs de guerra, comenta aqui como emoji de fantasma, pode ser que signa ou de monstro, acho que tem um emoji de monstro, se não me engano, pode comentar ou com emoji de fantasma ou com o de monstro. Pra eu saber que você chegou até o final do episódio, e ele representa o seu medo que você vai falar querido, você não é o protagonista, quem é o protagonista, eu, você fica bem quietinho aí, você pode junto comigo, mas você vai no banco do passageiro, quem vai dirigir o seu, eu, tá, você vai falar isso para o seu fantasma, da mentador, ou para o seu monstro, monstringo. Comenta aí, e aí quando você for o comentar, não comenta só o emoji não, que quando eu peço pra vocês comentarem, eu quero saber o que vocês acharam do episódio, nem que seja assim, adorável, ou que bosta, sei lá, comenta o que seja, e aí o emoji, tá, porque tem muita gente comenta só o emoji, acho super fofo, mas eu, falo tanto, queria ouvir vocês, enfim, é isso, agora sim, nos vemos uma semana que vem, um beijo e um, a, chau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A autora reflete sobre medos internos que paralisam e impedem a realização de desejos, em contraste com medos cotidianos justificados.
  2. Ela descreve um exercício de imaginar-se daqui a seis meses, conversando com uma amiga sobre um desafio superado, para identificar o que a impede de avançar.
  3. A autora revela seu medo intenso de lançar o livro "Vertigem" (em pré-venda), sentindo-se insegura e angustiada, apesar de ter habilidades de marketing.
  4. Ela aprendeu com uma reunião que não pode se dar ao luxo de ter medo, pois o livro já está sendo impresso, e precisa seguir em frente.
  5. A autora compartilha que a coragem é uma prática, citando uma tatuagem na mão ("coragem e mulher") e um relógio de rua que dizia "Dia da Coragem", reforçando a mensagem de agir apesar do medo.

Summary:

A autora inicia questionando os medos internos que travam as pessoas, diferenciando-os de medos comuns, como assaltos. Ela descreve seu próprio processo mental de escaneamento para encontrar ansiedades, mesmo quando a vida está boa. Inspirada por um vídeo, propõe um exercício: imaginar-se daqui a seis meses contando a uma amiga sobre um desafio superado.

Para ela, o grande medo é lançar seu livro "Vertigem", que está em pré-venda. Ela confessa que, apesar de já ter enfrentado muitos desafios na carreira, o processo de lançar um livro é "inóspito e desesperador", e que conversou com outros autores que compartilham essa sensação. Em uma reunião de marketing, ao pedir garantias de que o texto é bom, sua editora responde que não há mais tempo para esse medo, pois o livro já está sendo impresso.

Isso a leva a refletir que, com medo ou não, as coisas vão acontecer, e é melhor aprender a lidar com ele. Ela menciona um relógio de rua que dizia "Dia da Coragem", que interpretou como um sinal, reforçando sua tatuagem de "coragem e mulher". Conclui que, assim como ao sair da casa dos pais, é preciso agarrar oportunidades mesmo com medo, pois a coragem é uma prática diária.

FAQs

Reconheça que o medo é normal e não vai desaparecer, mas você pode agir apesar dele. Como no exemplo do lançamento do livro, é preciso engolir o medo e seguir em frente, pois as coisas vão acontecer com ou sem ele.

Identifique esses medos e entenda que eles são comuns. Converse com outras pessoas que já passaram por situações similares para perceber que o medo é compartilhado e que é possível agir mesmo sentindo medo.

Medos justificados, como medo de assalto, são baseados em riscos reais. Já os medos internos são aqueles que te travam de fazer coisas que você gostaria, como medo de fracassar ou de ser julgado.

O medo pode gerar ansiedade e impedir que você faça o que deseja para se tornar quem quer ser. Por exemplo, o medo de lançar um livro pode paralisar, mas é preciso enfrentá-lo para seguir em frente.

Reconheça esse padrão e pratique não se dar ao luxo de temer. Aceite que o medo vai existir, mas foque em agir, como a autora fez ao lembrar que o livro já estava sendo impresso e não havia tempo para duvidar.

Conversar com amigos ou profissionais que já passaram por situações semelhantes mostra que o medo é normal e que todos sentem isso. Isso ajuda a validar seus sentimentos e encontrar coragem para continuar.

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