A meditação inicia com uma oração tradicional e mergulha no conceito filosófico dos transcendentais—beleza, bondade, verdade e unidade—que, em sua máxima perfeição, convergem. A unidade é vista como uma escala de perfeição: pedras, plantas, animais, seres humanos e Deus, que é simplicidade pura. Jesus, ao falar com Marta, destaca a necessidade de focar em "uma só coisa", o Reino de Deus, que dá sentido e organiza toda a vida. O texto aborda a angústia moderna da dispersão, ilustrada pela crônica de Veríssimo sobre exigências diárias impossíveis, e compara a vida a um sistema computacional com conflitos de prioridade, exigindo hierarquias claras para evitar "deadlocks" e "starvation". A unidade de vida, então, é fruto de saber o que é essencial, permitindo construir a personalidade e a santidade. Cada um se torna aquilo que ama, como diz Santo Agostinho: "Amas a Deus, serás Deus". Para alcançar essa unidade, São Josemaria Escrivá propõe três meios: oração, expiação e ação. A oração é fundamental para manter a presença de Deus no meio do mundo, evitando a secularização e permitindo que o cristão transforme seu ambiente. A mensagem final é que, com Cristo no centro, nada pode separar o fiel do amor de Deus, trazendo paz e direção à vida.
Pelo sinal da Santa Cruz, livrar nos Deus, nosso emôdos e nossos inimigos, e não do pai, do filho e do Espírito Santo, a mim. Meu Senhor e meu Deus, creio firmemente que estáis aqui, que me veis, que me oves. Adoro-te com profunda reverência, peço de perdão dos meus pecados e graça para fazer confluto este tempo de oração. Minha mãe e maculada, São José, meu pai e Senhor, meu anjo da guarda, em T.S.D. e por mim. Marta, Marta, tu te preocupas com muitas coisas. É um conceito da filosofia medieval, também dos conceitos mais ricos que produzir a filosofia medieval, é o de transcendentais. Os transcendentais são conceitos analógicos, a gente poderia dizer analógico, que não é sinonão, é mais ou menos, conceitos analógicos, que quando são assim, na sua maior perfeição, tendem a se identificar, tendem a convergir a expressão que se usa. Qual é que conceito são esses? A beleza, a bondade, a verdade, são transcendentais. Então algo pode ser mais ou menos bonito, mais ou menos verdadeiro, mas se você for levar isso ao extremo, essas coisas terminam, o que é o belo? O que é verdadeiro, o que é o bom, os conceitos têm a convergir, a beleza, a bondade, a verdade, e junto com eles, os filósofos colocam também um conceito um pouquinho diferente, que talvez não parece encaixar tanto com os outros, que é a unidade, também eles colocam a unidade como um transcendental. E tem a vez a gente parar para pensar, como quanto mais perfeito um ser, ele é mais bonito, ele é mais bom, ou seja, ele é melhor, ele é mais verdadeiro, também tende a ser mais unitário, a típica escala da perfeição, da criação, primeiro vem os minerais, as pedras, são muito pouco unitárias, uma pedra pode ser duas, esse bate quebra em duas, não tem muita unidade, os minerais, os seresinhos já têm mais, os plantas têm mais unidade, uma árvore, tem uma ali, é um, com o organismo, né? Agora mesmo tempo, se você arranca ali um galho da árvore planta, brota, não sei, né? E aí uma, é uma mais podem ser duas, não é assim tão, como os animais, os animais já é diferente, já tem uma unidade maior do que as plantas, não sei, não tira uma pata aí, não cresce outra, não deixa, né? ainda que tem o lagarta, igual, rabo, né? cresce outra, mas o "nèque morrabo" que querés fazer ser um lagarta, né? não é tão bem assim, então tem uma unidade maior dos animais, e mais que os animais, os seres humanos, as seres pessoais, nós, né? temos uma unidade de digo de conceito, temos uma alma espiritual que nos dá um rumo pra vida, a nossa vida tem um sentido, a gente, o animal não precisa ter um sentido pra vida, né? esse metiê ali, ele está meio disperso nos seus vários instintos, e mais o que usa o homem, e os anjos, e, por último, a simplicidade pura, né? que está na eternidade, não tem mudança em Deus, é totalmente simples, e totalmente, portanto, o unitário é o mesmo, sempre, né? e é interessante, né? a gente cresce na perfeição quando a gente cresce na unidade, Jesus fala pra Marta, Marta a Marta, tu te preocupas com muitas coisas, uma só coisa necessária, Maria, tua irmã, isso colheu a melhor parte, e ela não me será tirada, só precisava de uma coisa, foi o que ela escolheu, a melhor, a melhor, uma só, e a melhor, a mesma tempo, é a melhor, você está aí, né, com a barata tonta, com mil coisas, e esse é uma mensagem, que de uma maneira outra parece, no evangelho, em vários momentos, Jesus fala, por exemplo, buscar primeiro o reino de Deus, a sua justiça, todo o resto, o ser dado por acréscimo, você tem que focar numa coisa, numa sua coisa, buscar o reino de Deus, depois todo o resto virá junto com isso, "Ah, mas tem que isso, tem aquilo, tem cuidado da saúde, tem a faculdade, tem, busca só, busca primeiro o reino de Deus, busca a grada de Deus, e o resto vai vir junto, de uma maneira, né, quando ele fala na parábola do Semeador, acelmente que cae entre os espinhos, que até a princípio brota, começa a crescer, mas acaba sendo sufocada, porque ali é que ele ter reino já está me ocupado, então não consegue, e muito longe, né, porque tem outras coisas ali que ocupa um espaço, não dá um espaço para que cresça, acelmente que é a palavra de Deus. A unidade, busca para aquilo que é importante, tem uma da nossa amistação de hoje, é esse da unidade de vida, unidade de vida, ter uma vida unitária, e que eu vou estruturar em três aspectos, primeiro, tentar entender o que é isso daí, hein? O que é lá segundo, o que é ela produz em nós, a falta ou a presença, e meios, então, para obter a luta pela unidade de vida. E começando com essa pergunta, é possível hoje almejar isso, ter a unidade de vida, por um cristão corrente do meio do mundo, uma mãe de família, uma estudante universitária, que faz um tempo estágio, e, em um tempo faz, tem que estudar o inglês, e tem. Será que dá para ter uma vida, minimamente, unitária, digamos assim, não está, tem pinteiro, é uma clânica que achei divertida do Luís Fernando Veríssimo, chamada exigência da Vina Moderna. Então ele começa dizendo, olha, "Andei descobrindo aí, a pessoa me fala que é importante todo dia, você comer ao menos uma maçã, porque tem ferro, uma banana, por conta do potássio, que é importante, laranja, pela vitamina C, para não ficar resfriado, e fibra, comer muita fibra, quilos e quilos de fibra. Depois, beber chaveir de sem açúcar, para evitar diabetes, beber dois itos de água, eu acho que ele é gaúcho, se tivesse aquele teria, vou metá-lo um pouquinho esse número, um pouco mais de dois litros aqui, acho que eu bico mais de dois litros por dia. E a cult, porque tem os tais lactobacidosivos que nem sabem muito bem, que que é, mas para alguma coisa parece que é importante, os tais lactobacidosivos, não sei, né? Fazer esres refeções leves, mastigando a menos sem vezes cada garfada, né? Escovar os dentes após cada uma dessas refeções, meia hora de caminhada pelo menos, de retregionais, para estar bem informado. Então ele faz uma lista, e aí, o negócio não termina, né? E ele, olha, eu calculei então, para fazer tudo isso, estimando, aí, dá mais ou menos uma 29 horas, para você fazer tudo, você precisa fazer um dia, não, muito simples, você precisa fazer um over-laping, faz duas coisas no mesmo tempo, né? Quando você toma uma banha e já abre a boca, para beber a água, já se calma assim, né, senta lá, já vai comendo, já vai fazendo, lendo o jornal, vai fazendo assim, né? Vários coisas no mesmo tempo. E claro, enfim, é uma brincadeira, né? Mas é um tempo reflete, algo, é isso dessa anguxa que a gente pode experimentar, tem que fazer isso, uma, tem que fazer aquilo, mas também tem cuidado à saúde, uma também tem cuidado à vida espiritual, mas também tem que a vida afetiva, a gente, mal um tempo, óh, né? especialmente me presta para as mulheres, né? me lembro, minha mãe, mora falando, teve três filhas, né? As meninas hoje, para que tem que ser sensual, não tem que ser vulgar e tem que ser inteligente e tem que ser, eu não gosto de, né? O difícil, né? Difícil tudo isso. Assim, não que eu seja contra, é fazer mais uma coisa no mesmo tempo, eu não contrai. E eu até acho que dessa lista ali, dou o Fernando Veríssimo, eu poderia incluir várias coisas que. que eu vou sempre adicionando, não isso aqui, eu vi que é broma, então eu vou incorporando novos ápitos de saúde, que é uma coisa que eu gosto, não tem uma que me interessa, aí, me dá algum retorno, né? inclusive uma vez eu estava. tenho seus extremos, né? eu estava se tinha visitado um padre, aí estava saindo, eu estava só, estava saindo com o carro, estava estacionado ali, mas um tempo estava colocando óculos escuro, que estava muito sol, estava ligando, estava colocando um podcast para eu vindo, e aí batia com carro ali na. na amaretinha da calçada, né? E o tema do podcast é a importância do monotasking, de vocês foram. numa atividade só de cada vez, ali é, realmente acho que alguma razão tem esse assunto aqui. Mas eu confesso que eu não estou de todo convencido, ainda faço em geral, quando vou dirigindo, estou dirigindo, rezam do terço, estou tentando pegar sol nos olhos, porque é importante, por círculo, cercadeano, não sei que estão todos, estou fazendo várias coisas, agora é claro, o problema é quando, essas várias coisas, não são realmente compatíveis, esse é o problema, né? Como algumas vezes pode ser que eu acaba fazendo coisas que não são muito, e aí dá algum problema, né? Suja com o problema ali. Isso é o negócio, né? Não tanto o exterior me parece de fazer, tem muitas ocupações e, geral, temos, isso não é um problema. A vontade se sente dividida entre dois objetos, que se opõem, que coliden. E eu tenho que fazer isso, mas não tenho para o tempo,
E as duas coisas se opõem, não dá para, não vejo como. Então, eu me sinto, é angúcha venda aí. A angúcha, você vem da essa coisa, o termo grego, tá apertado, né? D duas paredes, me porra de um lado, me porra de outro. Eu não tenho pra onde ir. Eu não posso ir. E interessante, o problema surge sobre tudo, quando eu te fato, eu quero, eu me sinto obrigado. Isso é uma coisa que não me obriga muito, aqui não estou muito importado com aquilo, então. Sei lá, eu queria isso dar agora, mas esqueci um livro que pena, vou teificar no celular, assim, etc. E talvez isso não me incomode muito, né? Porque né, que eu quiser esse tanto, assim, né? Gasta aquele tempo, isso não é uma desculpa ótima. Então, agora, se eu te fato, não queria assistir o jogo, ou, do meu. Aí sim, aquilo vai me gerar um drama, né? Porque eu queria mesmo aquilo, né? Que eu queria. Então, o problema tá na desão, na minha vontade, a mais um fim, quando esses fins colhiden, né? Aí sim. Ainda, o problema tá mais nas intenções do que nas ações. Às vezes, eu te ver aqui é uma criança, aqui. Tá brincando com uma coisa, quer brincar, você quer, quer abunecar dela, e ela quer também, e ela quer o carrinho, ela quer tudo ao mesmo tempo, quer ir, tá com o sono, queria dormir, né? Que não tem um domínio adequado ali, dessas várias. Bom, tá, isso que todos nós temos. Se eu não me mando, tem várias camadas, tem várias vozes, em vários níveis, um nível fisiológico. Ah, agora eu queria comer, agora eu queria fazer isso, agora eu tava interessado em tal coisa, nível já inteirectual, e às vezes essas coisas colhiden, não é dúvida, né? Mas o problema não tá tanto em que haja várias vozes, que algo me parece imerente na turista humana, mas ter as ferramentas para resolver esses possíveis conflitos. Na computação, se estuda o procedimento paralelo, então, como você, os computadores ficarem mais rápidos, já há muitos anos atrás, deixou-te ser só fazer um processo de cada vez. Então, você tem várias programas rodando ao mesmo tempo. Só que, às vezes, esses programas podem realmente rodar em paralelo, quando eles usam recursos paralelos, mas, fatalmente, eles vão ter que usar o processador, a CPU, que, em geral, só tem um, queimando ali, tem que ter um processo central de processamento central, né? O nome de idade possabe um central, que é a CPU. Então, o que você precisa ter aí, isso, de várias políticas, para ver como é que um processo interrompe o outro e ganha o direito a usar a CPU, né? E, nesses processos, eu preciso evitar, me lembro, duas. Duas problemas eram o "deadlock starvation". "Deadlock", falando com a portuguesada, como a gente costuma falar, né? É quando você, um processo está esperando uma memória, e o outro, e me empurre, se ele não larga, não sei, né, a placa de vídeo, e o outro quer ser essa placa de vídeo, mas está com a memória, então, não larga. Então, eles são um "deadlock". Eu estou esperando você que você estava esperando a mim, então, trava, como você doutrava, quando você tem um "deadlock". Ou também, starvation, né, quando você tem um processo coitadinho lá, que ele não tem muita prioridade, então, ele nunca ganha acesso, porque sempre tem que. As pessoas passando na frente dele, né? Então, ele se starvation morre de fome, ne? Dessinificar isso, starvation, morre de fome. E aí, também, trava-tou a janela lá, porque ela nunca está tendo acesso a CPU, né? Então, o que você faz para a resolver isso? Também tem que ter boas políticas de prioridade. Se um processo já está muito esperando, e também tem prioridade dele, né? Isso é que você sempre na computação você monta. Toda coisa está indo, como ajustar os conflitos. Tem uma hierarquia, quem que. clara, quem que manda agora, quem que é mais importante. E na massa vida é assim. O importante para ter paz não é só ter uma coisa que eu me ocopo e pronto. Não é possível isso. Sempre ter várias coisas nos ocupando, nos preocupando. Toda questão é ter uma hierarquia definida. Que que é mais importante? Quando choca, não sei, né? Obrigação de, por exemplo, né, como ser um bom filho com os meus pais, respeitar os meus pais, choca com. Não sei, agora, cuidado dos meus próprios filhos, né? Então quem ganha, vontade da minha esposa ou da minha mãe, né? Então tem que ter mais ou menos claro isso daí, né? Quem que é vontade de Deus ou do meu amigo, das minhas amigas, né? Quem que ganha? Já está claro, tem que ter uma hierarquia, tem que ter um ranking. Isso aqui nos traz paz interior. Quando sei o que quer mais importante para mim. É isso que são maiores de fato, né? E a partir daqueles bens eu organizo a minha vida. Porque se uma pessoa não tem um norte claro, ela está perdido numa floresta ou noceano. Que é que é tipicamente ela vai começar a andar em voltas, né? Fazer anaricírculos. E não vai sair do lugar, portanto. Quando tem um norte, aí sim eu progredo na vida. Aí sim eu construo a minha personalidade. Eu fundo essa segunda ideia que eu queria falar, o fruto da unidade de vida, é a construção da nossa personalidade. É interessante ver as vezes adolescentes que gastam o tempo ali de uma maneira horas e horas, porque não interessa ao estudo, mas mesmo uma adolescente desses que está meramente disperso em mil coisinhas, quando ele encontra algo que limpa o programação, foi o meu caso e foi, por exemplo, a fantasia, um joguinho lá, ou um sei, o violão começa e ele pode ver um, ele tem horas e horas, ele vai gastar com aquilo ali, vai ver um gênio, né? Porque ele vai focar naquilo ali e aquilo vai entrar naquilo com muita, aquilo vai organizar todo o resto do seu dia, ele vai ser capaz de dizer não para a comida, para pequenas de dispersões, porque agora ele tem um porquê, ele tem um motivo maior. A vida se organiza ao redor daquele bem, daquela vontade, né? É de uma maneira ou que a gente precisa também, para ser algo, para se chegar a cheirar que nós estamos chamados a ser a gente precisa disso daí, de eu vou ter uma edad de vida quando eu sei o que eu quero, e por isso só capaz de abrir mão de tantas outras coisas. Agora também é verdade o contrário, havia inversa, abrindo mão de outras coisas, é quando eu vou construir essa unidade de vida e, portanto, eu construí a minha personalidade. Eu quero muito algo, só capaz de sacrificar as outras coisas. Agora, sacrificar as outras coisas também, me faz querer cada vez mais aquilo, faz que a minha vontade tem uma desão cada vez maior. E eu me configure aquilo que eu amo, aquilo que eu quero, aí vem todas essas expressões, por exemplo, eu te encontro em camões, transforma a sua amador na coisa amada, né? A gente me transforma naquilo e me identifica com aquilo que eu amo, santa agotinho, tem umas prazo que eu sinto bastante também, cada um é o que é o seu amor. Amas a terra, fast e a terra, fart e a terra. Amas a Deus serás Deus. Quando é morri, o rico e pulão na parábola, ele é enterrado. No imobre, morri, o pobre lássaro, ele é levado pelos anos de Deus para os seus. Ele também foi enterrado, mas o corpo dele foi enterrado, porque ele era mais a alma, ele era mais a que essa coisa unitária de um ser espiritual e o rico que vivia só se banquete ando lá, ele era mais o corpo, ele era mais a dispersão da matéria, não tinha unidade da alma, ele era menos espiritual e mais material, por isso ele é enterrado, né? Porque é o peso da que vai dar a matéria que puxa ele para a dispersão. Cada um é o que é o seu amor. Daí que a construção da unidade de vida se confunde de alguma maneira com esse construir a nossa vida da terapêra personalidade com a busca da própria santidade. Se cair primeiro ao reino de Deus, o saí do Xista, toda a récia se fosse a edada por acréscimo. Uma vez dando uma meditação, me enxima da hora lá, me pediram num colegio que eu era capelão lá na Espanha durante os poucos meses que fui, me pediram para dar uma meditação para meninas da quinta série ou da quarta série, é uma coisa mais de pé que 10 minutinhos, uma coisa mais dinâmica, dialogada, aí eu perguntei, parece, qual é essa com a menina santa de lá de vocês? Algumas conheciam? Que que é a menina da idade de vocês santa, perguntei para elas? Aí elas não sabiam. Eu desse a resposta, olha, é uma menina que ama Jesus, mas que eu correi outra coisa, né? Isso é, uma menina santa, né? E foi bonito porque aqueles carinhas lá, se é isso, eu quero, então, né? Como aqui, né? Jesus fala do. dele vê o terreno ali, e vai nem estar escutando o que eu estou falando. Esse aqui está colhendo o feriz, mas acho que não vai muito longe na a bater, dê o pedregoço, ou esse aqui vai dar fruto. Então é legal você ver que elas minhas ali. Quero, legal, né. E é isso, né? NADA. Christos Nilo prepônderi parece no site do Pai de Paulo Ricardo. Nada a colocar na frente de. Nossa, senhor, né? Uma frase de antivariçantes, antiguidade. Ele está na frente de qualquer coisa, né? E ele de uma maneira minha vida. Eu estava via no jogo de futebol, a torcida estava gritando. Eu vivo por ti, Corinthians, diz assim. Eu vivo por ti, Corinthians. Unidade vida, né? O cara. A vida. Você é tudo pra mim, a maneira de vocês dizia isso, né? Você é tudo pra mim, todo o resto está em função do meu amor por você, não foi? Aquele time, enfim, cada um com seus amores, né? São Paulo, por favor, o Paulo vai dizer, o meu viver é Cristo, né? Eu vivo por Cristo. Em dia eu vivo por ele. E é bonito quando ele escreve, quem não separará do amor de Cristo? Atribulação.
angústia, bafônia, perseguição, nada, nada, é capaz de me separar isso, tenho paz, porque o amor, o objeto do meu amor não pode ser roubado, não pode ser emitirado, eu só que eu tenho, ninguém me tira, quem não separará, talvez você e eu tivesse uma sua dizer bem, olha o celular, meu apêgo, não sei o que, o que me separar, quando eu estou compriguista, não vou na mim, que tantas coisas talvez não se parem, de nós sim, é o porque, porque nós somos tan santos como São Paulo, mas queremos ser, queremos que Cristo seja cada vez mais no núcleo da minha vida, se meu viver é Cristo. Agora então como construir isso daí, os meios para a gente terminar nossa meditação, que meios colocar então para construir essa unidade, que se confunde de qual a apéção de idade, podemos seguir aquilo que fala a San Jose Maria caminho, primeira oração, depois a espiação, em terceiro lugar, a ação, três meios, para a construção da unidade de vida, na nossa vida, primeira oração, San Jose Maria sempre existia muito na oração, essa sua receita para ser santo do meio do mundo, esse era um componente fundamental, para que o cristão que está no meio do mundo, que tem lá, a sua família, tem o seu trabalho, tem sua vida social normal, tem o seu esporte, o seu time de futebol, ótimo, né? Mas para que ele não seja engolido por essas coisas e a sua vida cristã, sua vida espiritual como que se dissolva naquilo ali, desapareça, né? Sempre que falava San Jose Maria, olha, tem um plano de vida espiritual, tem uma série de práticas de pede, de oração, isso que vai garantir essa tuidente idade, isso é o teu, a tua segurança, se você não se perder no meio do mundo, não se despundanizar, mas pelo contrário, se você um elemento que cristianiza o mundo, você carrega o teu ambiente, você transforma o ambiente, a tua volta e não contrário. Agora, para os nossos tempos, talvez seja especialmente complicado, essa coisa de manter essa presença de Deus, pela dispersão que o mundo de hoje nos convida a ter, toda essa disputa pela nossa atenção que todas as redes sociais, toda propaganda, porque é que isso se dá justamente porque a nossa atenção muito valiosa, a gente ama, a gente gosta daquilo que a gente conhece e do que a gente vê, por isso tudo, todas as marcas, querem que eu veja aquelas marcas, querem que eu pense nelas, que eu me ocupe daquele aplicativo que fica me mandando a notificação daquele Rei de social, né? Porque eu me envolvo emocionamente com aquilo que eu, para onde eu joga a minha atenção, isso acaba gerando pessoas muito dispersas, não ter pinteiro, sendo a sua atenção, sendo chamada para todos os lados. O que a gente tem que fazer então? Quem sabe usar desse mesmo mecanismo, pro bem, não para servir uma série de interesses comerciais de grandes empresas no mundo, que vão no crédito, a com a maneira de me vendendo seus produtos, mas para a mais a Deus, a mais a não Senhor. Ou seja, o que significa? Significa em cheio meu dia de pequenos recordatórios, que de Deus, que me leve a pensar em Deus, que me leve a pensar o que eu quero para a minha vida, que me faça um retornar aos valores, que eu através dos quais eu quero construir a minha vida de todos os dias. Se domingo, eu acho que havia com a pessoa uma exor de domacéria, e aí é uma dupla lá, que está fazendo uma missão meio perigosa, e um é um cientista que não está acostumado para aquilo, aquela porça em risco, e o outro que é mais já aventurelo, várias vezes fala para ele, "eu lembro de que a gente está fazendo isso, te lembro do que a gente está fazendo isso, e aquilo eu lhe dava forças, né?" E é legal, né? Te lembra, é uma coisa grande, né? Por que eu estou fazendo isso daqui? O que que eu estou buscando? O que que eu quero, né? E esse é um motivo no fundo de tanto essas práticas de pedade, algumas pessoas às vezes estranham, achar que é um pouco demasiado, o quantidade de prática de pedade que faz uma pessoa do oposê, que o Senhor me recomendava, já escutei isso, não é muita coisa, ele é tudo espiritual, ele é tudo da biíbia, a missa, o eoteirso, eu vou fazer um dos conceitos, pelo que eu tenho, sei lá, uma coisa demais, sei lá, minha vida já está bem complicada, sabe? E eu tenho que dar, né, para cuidar do meu cachorrinho, e cuidar da minha mamãe, e fazer isso, dar para a prova, e fazer, né? E cuidar da minha saúde, deve ter que fazer mais esse bando de coisa. E, ok, é verdade que se a gente vai incorporar um plano de vida espiritual, é importante que a gente faça isso de forma orgânica, digamos assim, né? Que a gente vai encaixando, o Senhor nos é maria falava, tem que ser com uma louva que se adapta a cada mão, não é um negócio, tem que fazer esse bloco aqui, é assim, é ser receita fechada, não é? É o que se adapta, que mais te ajuda, aí para Deus. Agora, quando a gente vai encaixando prática de a juiração de acordo com a capacidade de cada um, com o momento com o processo espiritual de cada um, mas o que é essas coisas, mas o que roubarem nossas energias, dividiria a nossa atenção, pelo contrário, né? O que elas acabam fazendo é aumentando a nossa força, porque realmente faz o teu norte abústula, claro, né? O problema é quando abústula a hora para a hora para a hora para a hora para cá, aí que eu não saio do lugar, né? E me fico dando, agora, quando eu tenho um norte claro, não, é isso aqui que eu quero, para que eu quero ir. Essa é a pessoa que eu quero ser. Essa é a pessoa que eu quero agradar, né? Adeus, quando eu tenho isso claro, eu não me sinto disperso, né? Eu achei interessante explicação, como a fórmula, como eu explico isso daqui, um livro só sobre unidade vida, e, na senhor de Celaya, diz assim, é a luta interior, é uma atarefa da construção da unidade vida, secundando a obra da graça, a tarefa que humanamente eu vou agir, secundando quem vai me santificar e a graça de Deus, né? Inicialmente requer-se uma multiplicidade de práticas aceticas, que parecem dispersas, uma série de coisas ali, né? Isso e aquilo, outro, né? Mas essa aparente complexidade de composição e agregação, que, em realidade, é sempre unitária com respeito ao fim, sempre é por mesmo fim, se resolve em unidade mais alta, ao crescer em graça, o cristão passa do impenho por adicionar e somar, a unidade superior que abarca mais, de modo que esses atos, que, ao princípio, pareciam dispersos, vão ficando cada vez mais explícetamente informados pela caridade, pelo amor, motivo, né? Até que chega um momento que já não se experimenta como diversos, né? Que eu tô fazendo muitas coisas, agora tenho terça, não posso que eu serei tudo, não, não, eu tô fazendo sempre uma coisa, sempre uma coisa, a princípio tá vendo em experimentes assim, é o que ele vai explicar, talvez eu me sinta, porque tem que fazer isso, que eu não sei bem porque tem que fazer, mas tem que fazer, então aquilo cai como um componente, ele meio solto, sabe? Mas quando aquilo começa a fazer sentido, quando faz sentido, eu vou fazer isso, porque tem que fazer isso, não, que eu me dá um bem-star, eu já estou vinculado com aquilo emocionalmente, então não pesa, não sei, vê meus hábitos alimentares, ou que tem que, não, que eu quero, né? O que me faz bem isso daqui, me alimenta, me dá energia, então não pesa, eu vou construindo a sonidade e as práticas de ação no fundo, o consural, a unidade, não a redor, sei lá, não é o bem-star físico, ou da minha crescimento cultural, mas o maior dos bem-s que é o amor a Deus, tudo é fácil por amor a Deus, tudo é por isso, né? Essa unidade que a gente quer obter, por aí, por isso, a multiplicidade das orações, para que cada vez mais, isso seria uma realidade, não na teoria, né? Não, uma coisa, mas na prática, no meu dia a o segundo meio, a mortificação, oração, mortificação, ou espiação, né? Saber, negar nos anos mesmos, em geral, todos vocês concordarão que, para dizer um sim a algo, ou alguém, eu vou precisar dizer "não", a outras coisas, né? É a parábola do semidor que a gente já citava, se há porque eu recebi até aqui acelente de Deus, mas se não todos postar arrancar alguma plantinha que está ali do lado, não vai ter espaço para crescer, entendeu? Porque é uma árvore grande, precisa de espaço, precisa pegar sol, precisa de espaço para raíz, né? Então, vou precisar de debastar um pouco aquele, algumas coisas eu vou ter que arrancar, se não, eu tenho que ficar a paz dizer "não", quando eu não sou capaz de dizer "não" para mim mesmo, não sou capaz de passar um concurso, não é verdade? Porque eu oro, agora eu quero o lugar, eu estou cansado, agora quero dormir, agora eu quero comer esse negócio, agora eu quero ver televisão, eu tenho que ser capaz de dizer "não", para o alô, eu alvo ter uma meta grande na minha vida, para viver o casamento, para ver a matemidade, para ver até lá amizade, todos os bens maiores pedem exigem ao todo domínio, esses ser capaz de me dominar, porque só assim é como você capaz de me de fato, me doar para algo maior, dominar meus apegos aos vários bens, da o prazer, da comida, do sexo, das coisas, e também é o prazer desse do descanso, a preguiça, se é ruim ocupar-se de muitas coisas como Marta, também é ruim, não ocupar-se de nada, porque eu estou sempre, sei lá, fraco de vontade, né, estou sempre como a preguiça, usando 60, se falava dos ripe, que estava lá aí, paz e amor, tranquila, né, nos anos 80 surgindo os jupi, um pouco com que era lá, o jovem, lá profissional, super focado no trabalho, mas também era uma coisa meio negativa, o cara meio egoísta, né, preocupar lá com seu dinheiro, com sua carreira profissional, nem aí, para as outras pessoas, não só a gente tem que ter essa capacidade de colocar minha vontade num bem, de ser,
se abrir mão de oubenes menores, mas também é verdade que tem que acertar, tem que ser um bem correto, tem que ser um bem que é amor, não é egoísmo, não é uma coisa que me feche e me mesma que mais que me abre aos outros. Para isso, você capaz de dizer não há tantas coisas, apreguiça, aos apegos, vivia a temperança, tudo isso, a mortificação é absolutamente necessária para ter unidade de vida. E por último, unidade de vida também nas ações, onde se constrói para valer unidade de vida. São José Maria, teria essa loucoção de vina, ele descortou, enquanto estava dando a comunhão para umas freiras, ele ia dizendo "Senho, eu te amo mais o que é essa, te amo mais o que é essa". Uma coisa assim, de vida de infância que ele vivia, é dizer uma frase meio "aldais", assim, meio, atrevida. Essa aqui te ama muito, essa freirinha aqui é santinha, pois eu te amo mais o que é ela, né? E essa aqui também é muito mais, né? É o que assim, é um pouco. E aí ele escortou uma loucação que ele disse, Deus ele dizendo "Olha, obras é que são amores, não boas razões". E ele veio na hora, não bela as palavras, a gente poderia traduzir também, né? Obra, não bela as palavras. Ele veio na consciência de que ele não estava sendo muito generoso com Deus, já tinha a regular uma gripe, e ele tinha diminuído um pouquinho as motivações que ele fazia aqui, eram bem poderosas, né? Mas ele tinha diminuído, estava menos, né? E como o Jesus ele se é, se ela está falando aqui bacana, né? Mas depois na prática obras é que são amores. E ele comenta "Aquele pobreça-redorte falando em terceira pessoa, ficou petrificado, e desde então, entendeu a importância fundamental da unidade de vida, que em todo momento a conduta se acomode a doutrina de Cristo, que haja essa correspondência entre o que eu acredito, e aquilo que eu faço depois, né? Como é que eu vivo, como é que me relacionam?" Claro, aí boa parte da luta aí vem da pressão ambiente, porque entre essas várias vontade que eu tenho, eu também está a disser bem que isso, pelas demais, ser amado pelos outros, né? Então, muitas vezes eu acabo moldando, me vendendo para um ambiente. Eu queria fazer isso, que não me parece certo, falar mal da professora, mas todas as minhas amigas eu quero ser bem aceita aqui nesse grupo, né? Eu quero então, eu acabo flando mal dela, dar aquela outra, fazendo aquilo, porque todo muito faz, né? E aí está, então, nesse enfrentar um ambiente, está, em grande parte, essa batalha por construir uma idade de vida de ser a mesma pessoa sempre, não vender-se para um ambiente, não deixar-se levar por isso, dizia, considerar ficando o segundo, o divorcio, entre a fé e a vida de muitos cristãos, deve ser considerada como um dos serros mais graves do nosso tempo. De fato, é um problema, né? E o que eu tenho isso daí? Lá em Porto, ali tinha uns cartais, hoje eu até passei vir um cartaz ali, a marração para o amor. Eu estava em geral sigando a flor digital, né? Especialista aí, né? Lá em Porto, ali aparecia lá uns cartais lá, da sigando, não sei das quantas, tarou, não sei o quê? Especialista, em geral, é especialista em uma amor, né? Trazer o cara que você ama para os seus pés, né? Esse é o principal produto, né? E é engraçado porque esse tempo dá tempo sumir, né? E aí surgiu um outro cartaz que era da detetive aline. E a especialidade da detetive aline era descobrir, a explora, é casos, esse era conjugais, né? No fundo, na esposa, achava que o marido tava atraindo, contratava a detetive aline para ver lá, né? Fuxicar lá nas redes sociais dele, né? Ficar com uma câmera e tal. Fuxigui ele. Eu fico aí, pode ser que era a mesma pessoa, que era a detetive aline, acho que uma época eu não ia se dedicar pra criar laços, né? Novos, para morosos. Eu entregar para o mercado era desfazer-los, né? Era fazer ele. Fim, não sei se é verdade. Mas faz a gente pensar, se contratar a sedetive aline para me seguir, será que eu. Olha, tá no teu. Tá no teu. A trajexia, só pra você saber, né? É esse tivianin, será que aquilo me deriam frios em uma barriga, né? E será que ela vai ver, né? O que que eu postei nas redes sociais, o que que eu tava vendo no celular outro dia, né? O que que eu tava outro dia, quando eu tava, eu achei que tava sozinho, colocou uma escuta, não sei, numa câmera, né? Será aqui, né? Será que isso me. Interessante, né? Ou não. Na minha vida, cara, minha vida, uma vilívida aberto, né? Pode. Pode entrar. O pessoal me lembra, pessoas. O ideal seria isso, na verdade. Porque seria mesmo uma pessoa. Independente de se estou num grupinho, das minhas amigas, meio pedidinhas à faculdade, das minhas com as colegas, as apiedosas, da doce dentro, da paróque, né? O na casa do meu namorado, eu tosso meio pessoal sempre. Não tenho várias máscaras, né? Com o camalhão. Enfim, nem sempre, gente é assim. Mas que bom que a gente luta para essa. construir essa coerência, que é a construção da nossa verdade, a personalidade, que é. Que é o nosso destino, né? Quem nós somos, quem nós queremos ser. O Rio de Janeiro, a festa tão bonita do sagrado coração de Jesus, que se entrega completamente anuais por amor, que só quer isso, né? A nossa salvação, o nosso bem. E amanhã, a festa irmã, demaculada, o coração de Maria. E é muito bonito, né? Esco coração que é imaculado, não tem mancha. É puro, e por isso ama mais fortemente, né? O que é puro é mais forte. Então, ela nós pedimos que, que nos ajude a ser fortes pela vida, para enfrentar o ambiente, os obstáculos externos, e os obstáculos internos também, para viver realmente a nossa vida, para seguir esse caminho que o senhor pensou para cada um de nós. Para cada um de nós. Do Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicaste nessa meditação. Pessoa te ajuda para os porém prática. Minha mãe, amaculada, San José, meu pai e senhor, meu amajudaguarda, em TCDI por mim. [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
A reflexão parte da oração inicial e introduz o conceito filosófico medieval dos transcendentais: beleza, bondade, verdade e unidade, que convergem na perfeição.
A unidade é apresentada como medida da perfeição dos seres, desde minerais até Deus, e aplicada à vida espiritual, com base na passagem de Marta e Maria (Lucas 10,38-42).
O problema da dispersão moderna é ilustrado com a crônica de Luis Fernando Veríssimo, mostrando a angústia de múltiplas ocupações e a necessidade de hierarquia de prioridades.
A falta de unidade causa angústia e "deadlocks" existenciais, enquanto a unidade constrói a personalidade, como exemplificado por santos e pela frase "cada um é o que é o seu amor".
Os meios para alcançar a unidade de vida são
Summary:
A meditação inicia com uma oração tradicional e mergulha no conceito filosófico dos transcendentais—beleza, bondade, verdade e unidade—que, em sua máxima perfeição, convergem. A unidade é vista como uma escala de perfeição: pedras, plantas, animais, seres humanos e Deus, que é simplicidade pura. Jesus, ao falar com Marta, destaca a necessidade de focar em "uma só coisa", o Reino de Deus, que dá sentido e organiza toda a vida.
O texto aborda a angústia moderna da dispersão, ilustrada pela crônica de Veríssimo sobre exigências diárias impossíveis, e compara a vida a um sistema computacional com conflitos de prioridade, exigindo hierarquias claras para evitar "deadlocks" e "starvation". A unidade de vida, então, é fruto de saber o que é essencial, permitindo construir a personalidade e a santidade. Cada um se torna aquilo que ama, como diz Santo Agostinho: "Amas a Deus, serás Deus".
Para alcançar essa unidade, São Josemaria Escrivá propõe três meios: oração, expiação e ação. A oração é fundamental para manter a presença de Deus no meio do mundo, evitando a secularização e permitindo que o cristão transforme seu ambiente. A mensagem final é que, com Cristo no centro, nada pode separar o fiel do amor de Deus, trazendo paz e direção à vida.
FAQs
Os transcendentais são conceitos analógicos como beleza, bondade, verdade e unidade, que em sua máxima perfeição tendem a convergir e se identificar.
Ter unidade de vida significa ter um foco central, como buscar primeiro o Reino de Deus, que organiza todas as outras atividades e evita a dispersão interior.
Quanto mais perfeito um ser, mais unitário ele é; por exemplo, minerais têm pouca unidade, plantas mais, animais ainda mais, e Deus é simplicidade pura e total unidade.
Jesus ensina que é necessário focar em uma só coisa essencial, que é buscar a Deus, e o resto virá por acréscimo, como Maria escolheu a melhor parte.
O problema não é ter muitas ocupações, mas sim quando a vontade se sente dividida entre objetivos que colidem, causando angústia e falta de paz interior.
Quando se tem um norte claro e se foca em um bem maior, a pessoa consegue abrir mão de dispersões e se configura àquilo que ama, construindo sua personalidade.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.