Turismo no Brasil: economia, cidades e hacks para viajar melhor
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O Brasil voltou a ser um destino turístico cobiçado internacionalmente, com crescimento significativo no setor. O turismo é uma parte essencial da economia brasileira, representando quase 8% do PIB. Apesar disso, a maioria do dinheiro do setor vem de turistas nacionais. O turismo é visto como reflexo do desenvolvimento econômico de um país, com desafios em gerar empregos de melhor remuneração. O Brasil perde em número de turistas internacionais para países com menor PIB, como Peru e República Dominicana, devido a estratégias de facilitação de entrada e investimentos direcionados ao setor turístico. A perspectiva é de equilibrar o crescimento do turismo com o desenvolvimento econômico e social, mantendo o território atrativo sem expulsar os residentes locais.
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7388 Words, 41152 Characters
Você passa a infância, lendo, que um chíra, pra cá, pra onde você vai querer isso? - Você vai querer ir pra Matiu Pinti? - Não. Foi uma política internacional de soft power, tanto do peru quanto da coreia. O que que define pra onde você vai, o seu poder existiu, a experiência que você quer ter? Mamilo. Mamilos. Mamilêiros e mamilentes, sejam muito bem-vindos ao nosso espaço de ideálogo de peito aberto. Eu sou a Jovalauer. Eu sou a Chris Barts e esse é o Mamilos, que vai te levar pra territórios muito distantes hoje. Vamos começar, Chris. Nos últimos anos, o Brasil voltou com força para o mapa do turismo mundial. Depois de bater o recorde histórico de visitantes estrangeiros em 2024, perto de 6,6 milhões de pessoas cruzando as nossas fronteiras, o país passou a figurar entre os destinos mais buscados do mundo em plataformas como o book.com, com o momento de mais de 60% nas pesquisas de hospedagem pra 2025. Ao mesmo tempo, o setor já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país, segundo projeções do WTTC. Ou seja, lá fora, o Brasil estava voltando a ser um objeto de desejo. Aqui dentro, o turismo já é uma engrenagem importante na economia, mas qual é o lugar real do Brasil na fila do destino dos lobais? O que que explica o fato de uma potência in natureza, em cultura, receber tão menos turista que países que têm PIB similar ao nosso? E se mais de 90% do dinheiro do setor, vem do brasileiro viajando aqui dentro mesmo, o que isso revela sobre quem consegue ou não turistar por aqui? No episódio de hoje, a gente vai abrir esse mapa. Entender quanto que o turismo movimenta, como o Brasil se compara o resto do mundo, quais são os gargalos que travam o nosso potencial e que tendências estão redesenhando a forma de viajar. O turismo de missão, as rotas ligadas a COP30 e a Amazônia. Você está achando que esse programa aqui é pra te levar pra viajar, né? Olha, pode até ser que você se decida, mas a gente está falando aqui, é sobre economia, política, urbanismo, conservação ambiental e a possibilidade de um mercado muito importante a ser explorado. Vamos juntos? E não sozinho, muito legal, viagens com quem, viagens com outras mulheres, não é mesmo? É isso. Com especialista, a gente que entende tudo, primeiro, a mulher que eu namoro a tanto tempo pra trazer no mamílias, ela fala tanto coisa inteligente. Às vezes, eu só falto pra trazer, exato, exato, exatamente. Eu desenhei um programa pra ela poder falar com você também, porque ela, quando ela fala comigo, ficou muito encantada. Mares, seja muito bem-vindo ao mamílias, quem é você na fila do Pão? Muito obrigada, Jui Cris, eu sou uma simples professora universidade, completamente apaixonada por turismo, mais ariana com as cendentinhares, eu soube brigando com todo mundo pra discutir turismo de forma mais profunda. Jelena, fala a minha vida, essa música, ela não falou. Sabe o que eu adoro? Ela sempre traz dados, ela sempre traz ciência. Eu nunca entendi, eu nunca conheci uma pesquisadora de turismo, uma amarepesquisa turismo, ela sempre tem os dados pra contextualizar o tamanho das coisas, porque que importa a inteligência de planejar, como é que a gente faz esse negócio girar melhor, girar mais rápido. Vocês vão conhecer tudo dela com o formato que ela foi falando, pra completar ela, trouxe junto, Ana, Carla Fonseca, seja muito bem-vinda quem é você na fila do Pão. Muito obrigada, eu sou uma outra ariana, hoje esse programa está incendiário, mas ainda, eu sou um ser curioso que você sempre atrás de pessoas muito bacanas e busco fazer conexões improváveis nesse nosso contexto. Qual é a sua ligação com turismo? Eu sou economista e urbanista, e desde sempre eu fico tentando entender quais são as singularidades dos nossos e números territórios no planeta, e como a gente consegue, por meio também do turismo, ela bancar o desenvolvimento dessas pessoas que nos brindam com seus saberes. É muito interessante porque a gente tem duas pessoas que se dedicam a pesquisa. A gente está falando de Mari, mas a gente está falando da Mariana Aldrigue. E ela espesquisa turismo há 25 anos, então ela viu muita coisa acontecer nesse país. E a gente tem Ana, Carla, que é além de tudo que ela já disse. Ela tem o garimpo de soluções, que é uma empresa pioneira em economia criativa. Acho incrível isso. Economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Ela já to em 272 cidades, 34 países, temos experiências nessa vez. Muito bem, então vamos começar com números, já que a gente falou. Eu tenho a impressão, Mari, que quando a gente fala de turismo, a gente ainda não encaro no Brasil como um setor estratégico, com potencial para mover o ponteiro econômico do país. Então, acho que a gente qualifica a conversa quando a gente começa a trazer esses números para cá. Qual é o tamanho desse mercado, quanto que o turismo movimenta no mundo, qual é a fatia do bolo que a gente pega para o Brasil? Tá, tentando não ser muito chata com a questão dos números, o turismo não é relevante para o Brasil ainda, mas é bom que não seja. Quando a gente pega um país, por exemplo, como a Jamaica, ou a Aruba, ou mesmo México, e o turismo tem uma relevância muito grande, implica que os salários são muito baixos. Uma economia diversificada, a gente pode jogar para o Canadá, ou para a França, ou para a Espanha, tem o turismo de forma relevante, mas ele não vai chegar a 10% do PIB, então, para nós, o turismo fica, de fato, entre 5 e 8%, implica que as coisas estão indo bem. Gente, como assim, crescer demais, então não é bom. Crescer demais em turismo não é bom. Pensa no tempo da pandemia, os países que dependiam de turismo que que aconteceu com eles. E o Canadá, eu gosto de usar esse exemplo, porque o Canadá tem hoje, talvez, no maior nível de consumo turismo percapto, implica que não vai ter mais tempo para as pessoas viajar. Já viajam bastante, e ainda assim, ele chega a 8, 9, 10% do PIB do país, por quê? Porque as pessoas também gastam com outras coisas, e porque não é que o turismo não pode crescer, que as outras áreas de economia têm que se desenvolver na mesma proporção para que daí, percentualmente, o turismo não seja uma fatia grande demais da economia. Exato, e também que a gente não fique dependente de um dinheiro de fora. Então, essa é esse equilíbrio que você até mencionou no começo. A gente tem hoje coisa de 95% de turismo doméstico, ou seja, aquele que é feito por brasileiros, e 5% de internacionais. No exemplo de novo da pandemia, a gente não precisou fechar totalmente. A Jamaica fechou totalmente, Cuba fechou, já estava, mas, enfim, aruba, anti-igua. As ilhas é fácil de olhar, quando a gente olha para a Nova Zelândia, bom, reino unido, bom também, porque fica fácil de entender o que é de fato fechar a fronteira. Mas uma das coisas que eu coloco muito falando com alunos e pesquisadores é, turismo não puxa a desenvolvimento, turismo é reflexo de desenvolvimento. E aí, a gente tem muito político hoje falando que se investir em turismo e gerar emprego em turismo, a gente leva o Brasil para a frente, isso não é verdade, porque o tipo de emprego gerado é o de menor remuneração. Então, é garçom, camarere, etc. E a jointura de hoje não quer trabalhar com isso. Então, eles querem ser os turistas. E não de fato trabalhar com isso, a maior desafio hoje é conseguir. Que turismo, seja relevante a ponto de receber recursos da economia. Então, a economia estabilizada, pessoas melhor empregadas, mas dinheiro para ter mais tempo livre para viajar. O ano que vem vai ser um ano legal para olhar isso que tem bastante feriado. Então, a gente vai ver se as pessoas de fato optaram em colocar esse recurso que pode sobrar para viajar. Ana, vem para conversa que eu quero te perguntar um pouquinho sobre as características dessa indústria. Que tipo de dinheiro de relações e tecnologia e o turismo traz para a cidade? Bom, a Maria já está falando assim, não, ele não traz, ele reflete. A diferença entre investir em comercio em outros serviços, versus investir em turismo, a diferença de investir em indústria, versus desenvolver em turismo. Com que isso impactem prego, estrutura ambiental, intensidade do investimento, a gente malha aérea também. É muito impactada por isso. Nós trabalhamos muito o desenvolvimento territorial, o que nós observamos na verdade é que o Brasil não se conhece. Todos os nossos amigos do Brasil não se conhecem, aliás os estados não se conhecem, que é alucinante. A Maria é só para contextualizar, eu acho que, por meio dos exemplos, talvez quem nos acompanha possa ter esse vírus num brinclos e ver vontade de acudir esses lugares. Nós trabalhamos em uma região fronteirista, São Paulo, Minas e Rio de Janeiro, que misturava, o que se chamava, a varia das histórias, a Automatiqueira, etc. Um conjunto de nove milícipes no extremo, o Leste do Paráiba Paulista, já foi região mais rica do Brasil, durante o período da Colônia, a Valizão Império, enfim, chamou da própria. E hoje tem muito desenvolvimento humano, dos mais baixos do Estado. São Paulo muito próxima, vários estados no Nordeste. E aí, quando você analisa esse território, diz o que ele tem de diferente, para que, inclusive do bom divista do turismo, nós possamos motivar as pessoas de fora, a virem, não só para mover a economia, mas para serem um espelho para quem aqui está a cerca da riqueza das suas singularidades. Então, quando nós falamos de mover outras indústrias, pelo menos como economista urbanista e dando o palpite na Megas pertop blaster, vai agar-doque, pós-doque é ultra-doque da mar e em turismo, e não só. Como é que nós utilizamos toda essa plataforma que o turismo nos oferece para o mesmo tempo termos? Um vínculo das pessoas com seu próprio território, para poder promover um desenvolvimento econômico que sem o social e a gente mexe contra o estima, não se dá. As pessoas querem ir embora, porque tudo para elas ali não vai dar certo. Então, como nós utilizamos o turista como alguém que move os fios da economia, da sociedade, da cultura, das possibilidades de inovação, porque a gente trabalha muito para olhar da alteridade, inclusive no que diz respeito do desenvolvimento territorial. E aí, o turista visto como alguém que me ajuda, e ele não é o protagonista do meu território, é algo que vai mexer com esses impactos 360, que vão d'uso da tecnologia para você adentrar um território antes de lá estar, e aí, lá estando você se acaba de fazer uma immersão, até como você efetivamente promove a ligação entre a exemplo dessas noves cidades-inhas do "Agora vale das histórias", a ligação entre as pessoas desse território que se entendiam como parte de uma mesma coisa perunilm útil, a partir do olhar do turista, que vai fazer um roteiro de espaços, instagramar, visites, etc. Então, até a compreensão da pessoa, do que é o seu próprio território, se dá a partir dessa movimentação turística ou pode se dar, e por isso que a gente vai coestrar a maria para esse pradinho. Ah, não, parece que você está traduzindo a minha visita em Campina Grande, porque o que eu vi foi isso. As pessoas muito donas do território, muita autoestima, muito conhecimento da própria história, muita alegria de receber, mas aqui é meu, e vai ser do meu jeito. Então, é bem a descrição prática do que está falando o poder que o turismo exerce, quando ele promove conexão entre as pessoas que estão lá, não as que estão turistando, né, as que estão recebendo. E o que é que a gente acabou de ver em Belém, né, porque é um acompanhoso, resociais, embora não esteja claro que tenha sido uma geração espontânea, porque pode ter a vida alguma orientação preve, mas essa defesa arraigada de Belém ta pronta, Belém é mais legal, é como é que é. Su destino está recalcado, que é claro, teve muita gente fazendo críticas, mas esse reconhecimento de o que você está vindo fazer aqui, está vindo ver a amazônia, ver nossa cultura, nossa gastronomia, e isso certamente encantou muita gente. Se vai ficar, a gente vai ter que discutir isso depois, mas é muito bom, muito bom aí. Eu queria dar a sua primeira fala, Marie, que a gente estava falando de qual é o tamanho do turismo interno, versus o tamanho do turismo externo. Se a gente for comparar o quanto a gente recebe de turismo internacional, qual é o lugar que o Brasil ocupa em termos de destino, os destinos mais desejados, que a gente sempre vê a lista, onde que está a Paris, onde que está, como que está o Brasil? A gente é muito legal, porque uma coisa curiosa, turismo é o universo da manipulação estatística, então você consegue provar absolutamente toda a tese do jeito que você quiser, a gente arrumou os dados, a gente compra os dados, mas basicamente a grande relação é, existem pessoas onde houver como chegando. Então é claro que, se você olha para o mapa da Europa, eventualmente você sai a pé de um país que se chega dentro, e como isso, esses países vão ser a gente também. A gente também tem a tripla se for inteira, não se enche. Não, não, me enche tanto que para este ano, nós temos 85% de crescimento de entrada de argentinos, vieram, turista, não sabemos, mas vieram. Como assim? Porque essa movimento de valorização econômica, entende, que muitos argentinos véssem fazer compras no Brasil, e só no fronteira. Então é um tipo de turismo, a gente está fazendo turismo em maiores maiores anos, eu concordo, mas eu preciso muito estrito nesse caso, porque assim uma coisa é a gente conseguir explicar que há um movimento reflexo de uma valorização ou desvalorização de moeda, é outra coisa dizer que isso é resultado de promoção do Brasil. Ah sim, justo, justo. Tem gente celebrando os récordes de entrada de venezuelanos, eles não são turistas. É, bom, gente. Então, estamos ao início tudo da manipular, que é. Exato, então a grande questão é, aumentou em que volume o número de voos, aumentou em que volume as conexões. Então, os destinos mais desejados do mundo, junto com os mais visitados, são necessariamente aqueles que têm os aeroportes mais lutados ou as conexões mais fortes. Neste ano, em 2025, a gente vai encerrar só um país tendo perdido em entrada de turistas e fos Estados Unidos. Todos eles fizeram, porque eles tinham que fazer uma questão de isso, né? Então, há uma queda estimada em 15% dos Estados Unidos e, naturalmente, esses 15% não evaporaram, eles se redistribuíram e alguns obviamente vieram para o Brasil. Só que tem uma estatística falsíssima, circulando, que é o Museu do Louvre ou a Torreio-Fel recebe mais turistas que o Brasil. E, primeiro, que você não consegue comparar uma coisa para a outra, são escalas diferentes. Mas, a gente teria que se comparar, principalmente, com Kenia, Australia, África do Sul, que tem as mesmas 11, 12 horas de voo de distância. Sim, esse é o problema, né? Porque você não consegue passar o fim de semana no Brasil. É muito interessante. Mas a gente está falando de quem, quando você fala 12 horas de voo, principalmente a me esfera norte para o sul, que é quem mais consome turismo do tipo que o Brasil se representa para vender que essa. E isso também vai merecer, gente, saíram, a gente vai abrissar, e tem mais de fonte que é, mas é assim. Vou voltar lá no começo, quando você falar a beleza, o potencial, as praias, etc. A maioria das pessoas que vem hoje para o Brasil vai olhar para o que é icônico, mas não necessariamente. Eu tenho um grupo bem significativo, coisa de 30% dos nossos turistas internacionais, vindo para trabalhar. E aí, são obrigadas a ver, talvez nem quiser se enviar, mas quando eles vêm, eles descobrem uma galera e a gente fala, "Nossa, vamos voltar, vamos!" E aí, esse é um trabalho muito legal, 30% é muito, é muito, mas é maravilhoso. Sim, direção, de 30% indo trabalhar. Gente, você imagina que é um dia de uma vontade e depois é paixona. Imagina que é abrir a bioadiene no Brasil, não estou falando a público, mas enfim, imagina abrir uma, né, quando tira a for de colocar outra montadora, quando alguém vem, eu trabalhava em hotel quando, aclaro, começou a trabalhar no Brasil. Então assim, você vem com equipes inteiras, né, a própria relação do Brasil com a Coreia, que a gente pode falar, tem a ver com a entrada da Hyundai. E aí a Hyundai leva uma comunidade de coreanos por interior de São Paulo, e aí muda essa dinâmica, então, enfim, turismo de negócio é maravilhoso. E a copia, turismo de negócio, só para você estar em torno. É uma galera toda sendo paga pra talão. Mas, então, os top destinos preferidos estão na Europa, porque a distância é menor, porque a distância é menor, porque a gente passou 50 anos de produção audiovisual falando dos filmes, o livro, essa história, a produção escrita. Aí a gente migra pra Ásia, né, um pouco de Japão, um pouco de China, mas a Thai Lândia, Indonesia, pessoal, né, a ideia de ter essa experiência tropical que o Brasil nunca conseguiu competir. E agora, os analistas de turismo, especialmente de com os turistas, dizem que a gente tá passando por um Browning. Eu acho linda essa frase Browning, que é o eente médio tomando conta de tudo do turismo. Então, os melhores projetos, melhores voos, melhores produtos, melhores estudos, então, eh, Emirados Árabes, Arabes Saudita, Qatar, Bahrain, sendo os que definem como próximo década do turismo. Deixa eu te perguntar uma coisa, já que você tá falando que o que faz muito diferença é Maria Aérea e distância, tal. Eu lembro de ter ouvido, mas isso faz muito tempo, que o Brasil pergi em termos de turista internacional para o Peru, por exemplo, que o campainso é muito menor, que o PIB é muito menor, fato ou feio que. Fatíssimo, a gente perde pra república dominicar. Eu o que significa na prática? É, gente, significa que provavelmente no caso do Peru, tá? O Peru, vamos lembrar, então, tem que bem no detalhe. Vocês lembram como é que chamou o Orsinho, que vai do Peru para Londres, que eu já esqueci. Ai, pedidão, pedidão, tá de brincadeira, juram? Mulher, você passa a infância lendo que o Orsina perca pra cá, pra onde você vai querer isso? Você vai querer pra mate o pítio da baixa. É absolutamente verdade, a mamãe jamais do que é o de soft power, mas é isso. É esse movimento, achada de ver hoje, do brasileiro querendo ir pra Coreia? Teve muito dinheiro da Coreia investindo no Brasil. Não, isso eu entendo, mas é um filme. Mais mulher! É um filme não, é uma produção literária imensa, não é um tiro, nunca é. Mas enfim, pera o República Dominicana é porque, porque o presidente há mais ou menos 15 ou 20 anos, achou pera aí, então é isso. A gente vai facilitar a chegada de companhias aéreas e ele tirou todas as taxas. Então, vou ir pra cá, que tá tudo bem, então, resorts com taxa zero, investimentos zero, então, os produtos de ou, inclusive, na República Dominicana, pros argentinos, pros chilenos, pros boliviantes são muito mais acessíveis que os nós. E é que eles fazem bom direto, tu passa aqui por cima, então, o República Dominicana tem pelo menos o dobro de estrangeiros. Quando ela tá falando sobre esses investimentos, eles são claramente em turismo, é pra chamar mais turistas, você tava falando de uma outra perspectiva. Como é que essas duas perspectivas se encontram? E como é que é possível investir em turismo? Ao mesmo ter o que você tá desenvolvendo, é urbanismo e você não tá expulsando as pessoas que já vivem ali. Então, é fascinante como tudo acaba ficando muito enredado, né? E a Mari vai abrindo essas conexões e ela é bandida, porque ela vai abrir as conexões e não dá tempo de a gente fechar. Você tem de ser de uns quinhentos e pisos novos, só pisando como? Nós vamos fazer uma uma feria, assim, assim, eu proponho que cada episódio você é gravando um lugar diferente. Isso, quero. Vamos fazer. Vamos começar pela República Dominicana pra isso, hein? Mas vou entrar lá, então. Veja coisa interessante, a República Dominicana é um dos países que mais investem ao de visual hoje. Então, as pessoas vão para a República Dominicana, os grandes estudios, etc. Por conta de uma infraestrutura, que a mesma estratégia de turismo liga-se ligou pra falar, "vamos trazer deste país um grande polo de filmagem ao de visual de modo geral". Os estudios são alucinantes, não deixam nada de ver os Estados Unidos, etc. Então, assim, volta ao ponto que a Mari trazia antes, da importância de diversificar. Então, a pessoa vai filmar e ela fala, "Pô, que parezinho que tem a gente bacana, etc., mas porque aqui não no vizinho?" Tudo bem, você tem toda uma série de estímulos, de subsídios fiscais, etc., por exemplo, pra fazer a filmagem. Mas as pessoas, de lá, não são as pessoas do de. das ilhas vizinhas. Então, quero voltar depois de ter feito a filmagem para cá, etc., etc. Então você vai, como turista, fazer, turir um de negócio, usar o de visual, você empacota tudo que tem na República Dominicana e manda pro mundo. Falando de perú, é a mesma lógica. Então, a Mari mencionava muito bem os casos do padre, então, e a Finx. Não, a culinária do perú deve ter trazido muita gente, né? E aí, também, uma outra. Como é que a gente não vende a culinária do parado, mesmo jeito que vende a culinária do perú, caramba? Não, empacota. Então, assim, a grande entrada da Amazônia, dos países Amazônicos, é pelo perú. O perú, pelo colombia, entra muito mais gente por lá do que pelo Brasil. Então, assim, a destruição da Amazônia, etc., etc. Foto, sempre Brasil. Por onde o turista vai, pelos países que não são o Brasil. Falando de gastronomia do perú, há muitos anos, digamos assim, mais de 20 anos. Por conta de uma articulação dos grandes chefes de cozinha do perú, eles criaram uma associação que era a sociedade peruana de gastronomia. O que é que eles fizeram? O que a Mari tenta ficar tocando o bombo tempo todo de fazer? Gerar evidências, dados, construção de prísticas públicas, monitoramento, governança, compartilhada, etc. Começaram a fazer levantamento de dados, acadei a econômica da gastronomia, o empago de gastronomia para o pequeno agricultor, etc., etc. E o governo olhando, né? Quando eles fizeram todo esse mundo, eles começaram a organizar uma feira, chamada mistura. Olha a vilhora. Quer? Alucinante. Começaram a fazer no estádio de futebol de Lima. Ficou pequeno, vamos para a praia, vamos para a praia. Então assim, praia, praia, praia, praia, praia. O grande espaço do churrasco, o espaço do peixe, o espaço do. O espaço do. Mas em tradicional, e daí descem as senhores vestidas a caráter, não, porque estão indomigadas, mas porque é a roupa do dia a dia. Que se olha e fala "Nossa, essa senhora. " E daí ela do alto do seu metro e meio, olha pra você com seu metro e tenta, não fala espanhol, você obviamente não fala a linguandela, vendendo o tal do milho roxo, tentando explicar pra você o que é aquele milho. E daí você passa até o metro e meio, e ela passa até o metro e tenta, e ela cresce tanto dentro daquela roupa. E aí você quer voltar para o perú previsitar o lugar de onde essa senhora saiu, e porque daí você. Nossa, bebe, come, encontra gente, sai dançando e conhece as festas. E o que é que é pra te amar, meu caro, sabe? Então deixa de ser aquela coisa do cartão postal e passa-se uma vivência, em que o turista de novo vai articulando isso tudo, mas por conta de uma estratégia previamente estabelecida, em todos esses países. E quando a gente fala do pará, por exemplo, eu sou o Lucinado, pelo pará, porque eu acho que é o estado, mas se não é estésico do ano, isso assim. São cheiros, são sabores, são sons, etc. Será que tomara essa abertura, inclusive para os brasileiros, entender um pouco do que é o pará por meio de Belém, vai se concretizar nos próximas estratégias que serão gordidas? Quais são essas estratégias? Então a gente levantou o interesse, só que a gente precisa ter uma missão de casa e freio. Que um grande trabalho, que precisa de muita gente juntas pra acontecer. Mas eu queria que a Mari falasse um pouco disso, o que a gente já fez? Porque a gente ficou olhando tudo o que a gente não fez. O que que não empacotou, o que que não tirou, o que que. Como você estava na imbratura, o que de fato já foi feito? Assim, de uma boa política pública se tiver pra falar, assim, do "poa", que a gente é sertão, criar uma estrada real, fizemos. Mas acho prudente a avisar pra todo mundo que tá nos ouvindo. Se tem hoje na sua região, um restaurante com comida coreana, especialmente os churrasco coreano, ou se tem um restaurante peruano, não foi porque eles quiserem abrir aqui o governo investiu. Foi uma política internacional de soft power, tanto do peru quanto da corei. No Japão não, porque a gente tem uma comunidade grande. Então o que que a imbratura já fez? Primeira coisa, acho muito prudente lembrar que a imbratura com esse nome é a instituição mais longeva do turismo brasileiro. Então ela já mudou de funções às mais diversas vezes, infelizmente, na gestão Bolsonaro. Ela ficou ativa, porém, com uma visão muito, vamos dizer assim, limitar, e ela bloqueia um pedaço interessante de trocas internacionais, que era ver o que o mundo ia aprender com a pandemia. Porque todas as equipes de turismo do mundo bloqueadas das ações promocionais se voltaram pra pesquisa e pensar novas estratégias. E saíram coisas genialíssimas, e daqui então a gente está alguns anos atrasando. Mas eu diria pra vocês e recomendo olhar pra algo que finalmente a primeira pesquisa que eu coordenei foi de 2012, quando a gente entrevistou 16 países, perguntando o que eles mais gostavam do Brasil. Então vem todas as expostas, e isso irá mais assim. 100% enanime, a gente gosta das pessoas. A gente acha que está todo mundo sorrindo, o tempo todo. Então assim, vem querendo ver floresta, voltei gostando das pessoas, vem querendo comer e voltei gostando das pessoas. E assim, as pessoas, raras vezes participavam da mensagem, então a mensagem era o Cristo, a paisagem, a praia, ou a cara já é mais pessoas, jamais. E a primeira campanha que aparece foi agora, que é uma lançada em Londres, que chama Brazil, It's a Vibe. Então ela simplesmente joga para o quê? A gente tá vendo a nossa nova ministra do turismo do Alipa fazer, a gente tá vendo o prefeito de Londres, parece que tá bem entre Londres. Não, mas eu choo mentes, lembra do Bruno Mars, lembra o Ninho? Então é esta vibe, que finalmente entra com uma campanha nacional, agora, promover o Brasil. É uma tarefa muito grande, porque não dá, não é uma promoção. Então assim, o Brasil que a gente. O que o Brasil, a gente não compra não é, o que o Canadá se compra, que não é, o que o Londrino compra, enfim. Mas, acho que o grande legado agora está a atenção, tem um norte, é melhor posicionar o Brasil assim. E agora você, equipe estadual, você, equipe municipal, engancha aqui, e põe a sua música, põe a sua cor, põe o seu sabor. Se isso ficar, porque aí agora a gente tem que lembrar, isso é no cenário bonito. Eleições, o ano que vem, quando chega a final de março, cai metade do equipe do Ministério e do Turismo, cai metade do equipe da imbratura, não sabemos quem entra, não sabemos do resultado das eleições. Trocam governos estaduais, então assim, toda a estratégia já cai de novo, e a gente vai precisar pensar quem é que fica com isso pra levar em frente. É muito apartado, o que os empresários pensam do que a política pública pensa. Mas pra não ficar sem uma resposta positiva, né? O Brasil tem muitos casos de sucesso, o que eu acho que pega mais é quando a gente consegue falar do Brasil fora do exterior. Não, mas fora de campanha, o que eu estou falando porque estava falando, a gente tirou as taxas e a gente trouxe, por exemplo, a produção audiovisual, porque a gente entendeu que fazendo audiovisual aqui, eu estou promovendo o turismo. Não, a gente foi pela gastrononomia e pela gastronomia a gente trouxe turismo. Brasil, o que temos? Não é ainda nada. A gente tá. Não é prazer, né? Institucionalizar, que tá tudo em desenvolvimento. Então está a grande proposta da estruturação do afruturismo das eranças africanas. A proposta do audiovisual, como participação da imbraturina de Flix mais outro, só que é muito caro, produzir e vocês sabem melhores do que nós. Que pra você competir com a República Dominicana, é muito caro, é muito caro, as taxas já pensam em fazer Cash Rebait ou Tax Rebait, mas é caro. A questão de idioma, porque você vai trazer uma produção audiovisual, serpisa até técnicos que falem outros idiomas e nem sempre a gente tem. A gente não tem uma capitalização organizada de eventes internacionais, perufas, isso melhor colombia, faz isso melhor, a gente não tá fazendo isso melhor. Olha os 900 de començão, cara, mas a gente tem uma galera muito boa de eventos aqui, a gente sabe fazer eventos bem. Então, eu vou deixar isso pra daqui a pouco, mas a gente tem muita gente fazendo coisa muito boa e aparentemente quem lidera o turismo não tá sabendo conversar com essas pessoas. Flando nisso em articulação, tem uma articulação que é pra vender a região e tem uma articulação de quem mora na região. Legal o Brasil quer receber pessoas, a gente fica nem madão, entrega a CPF pra todo mundo que gosta da gente. Mas como que é o impacto pra essas pessoas? Porque a gente tá vendo Japão expulsando turistas, a gente tá vendo a França falando "Sai on da Ki". Qual o meio termo disso pra que seja viável pra quem mora e pra que seja interessante pra quem visita? Então, acho que a Maria deu uma. já uma dica, uma das 1912, que era uma dica muito bacana, que é como envolvidas as pessoas são do desenvolvimento dessas estratégias. Porque uma coisa, em algum lugar do mundo desenvolver alguma coisa, chegar aqui e falaram "Ah, é beleza, o turista vem" e daí você vai fazer esse falar "Oh, papel, lá, menos". Então, isso já é uma grande coisa. Outra questão é, as pessoas dão território, entendem o quê? Porturismo. Porque aí, então, beleza, o turista vem e vai favorecer o restaurante, vai favorecer, mas eu que tenho uma borracharia, vamos favorecer como. Você tem que mostrar pra essa pessoa que o turista eventualmente vira de carro, o pneu dele também, irá se torrar. Como é que você envolve as pessoas dentro desse grande ecosistema, vai urdindo essas várias cadeias pra as pessoas inteir. e não só no impacto econômico direto, mas. "Poxo, olha que bacana, com esse dinheiro vão reformar a praça, a praça vai fazer com que o caminho para a escola do meu filho fica mais seguro". Então, como você vai, na base das evidências, mostrando para as pessoas do território, que turismo é muito mais do que cidadão que vem e vai comprar lembrancinho e vai embora, né? Essa é, eu acho que é uma questão super importante de ser articulada. Mas a outra questão também, essas histórias, estamos no fartão turista-go-home, que é até que ponto, a gente tem um posicionamento de turismo adequado pra aquelas sejões. E, de um exemplo, a gente foi recentemente pra Aruba trabalho e. uma vez se atrasa. "Traram o Balho". "Traram o Balho". "Traram o Balho". "Traram o Balho". "Petra Kitchen". "Petra Kitchen" é interessante. Quais são as trocas para economizar, que vale a pena? E quais são as coisas que você tem que ir no temporada? Entendi. Então, vou fazer a referência para o Ricardo de novo. O Ricardo Freire tem a melhor guia de chuvas do Brasil. Então, o que lugares evitar, por conta de chuvas, isso maravilhoso. Que é ótimo. Também esse planejo, uma viagem de férias e vai e fica o tempo todo fechado. Lembrar que as altas temporadas são uma combinação de quanto mais gente pode viajar naquele momento com o clima. Então, certamente vai ficar mais caro, porque é mais gostoso estar lá. E aí, pegar as franjas das temporadas pode ser o melhor. Tá? O oposto, como você fez, normalmente não se recomenda. Mas, tanto que um exemplo caricato é punta deleste. Punta deleste. Não, ela acaba fechada, porque não tenho que fazer. Então, isso seria no extremo. Mas, franjas de temporadas sempre bom, acho que vale a pena pensar o que agora chamam de dups, né, que são os destinos duplicados. Então, assim, já tem guia de achar o seu dupe ideal. Quem tá no maior, que mais talvez não vai praticar. Ou vai para a Frankfurt. Então, eles mostra que legal. Ficidades têm quase tudo o que você queria ver e é menos populoso. Então, é só procurar dupe, dupe, e aí vai aparecer. E aí vai aparecer mais ou menos. Sempre prefiro, mesmo. Sempre prefiro o "B". Eu acho que eu sou muito pesquisadora de turismo. Eu prefiro onde eu tô. Assim, me mostra que eu vou ver e vou achar assim, pagando. Faz tempo que eu não viagem. É por isso. Previlejos, previlejos. É a agenda mesmo. Eu queria poder pagar, mas acho que eu já vou estar aí. Tá bom. Você não tá querendo se comprometer. Agora, eu vou te colocar numa enrascada. Eu quero um destino nacional e internacional de cada uma. Rui. Pra já, tipo, vamo. Essa aí não daqui vai. É o que é bonito de se ver. Por que vocês escolhem esse lugar? Eu acho que, para um olhar de duas pessoas que trabalham com isso, que viajam muito. É legal para a gente que mortais que precisam pagar para viajar. Entender um pouco do olhar de vocês. Eu vou dar dois nascionais. Eu sou completamente encantada com o litoral das alagoures. Eu não conheço, pelo amor de Deus. Escolhe uma praia e olha para que ele tira todas as fotos, porque sim. E eu estou, alucinadamente, desenhando. Eu quero fazer uma rota Guimarães Rosa e Minas. Tem um pesquisador construindo isso. E tem muita gente. Mas eu quero fazer isso com o livro. Que linda. Queria fazer isso. Eu acho que o olhar do outro sempre é muito legal. A colombia tem do Gabriel Garcia Mães. Que é maravilhoso. É um portacanho de mandor de fazer um da ar eco veríssimo. O mulher é eco veríssimo. A gente teve um. Acho que se colou até nos grupos que convive que alguém falou que iria fazer um reality show com todos os eternônemos do Fernando Pesco. É pra gente visitar, rotogar, com os diferentes olheares. É sensacional. Agora o meu destino, eterno, vai viajar. Eu sempre vou estar pro Londres. Eu sou. Eu morri lá. Porque toda vez que eu volto a Londres, eu acho alguma coisa que eu não sabia ainda. E aí eu falei, "Ah, que bonito." Acho que eles são. Desde a gestão da família real como um ácete de turismo. Mas pra tudo. Eu lembro de chegar uma vez e pensar, "Olha essa caussada." "Ninguém tropeça." Eu estava sabendo o nível. Tipo, deixa eu mostrar essa. Eu sou completamente doente. O jeito inglês de tratar o turismo e de tratar o outro. Porque é sempre com uma distância tão formal e ainda assim tá tudo pensando. Não passa um detalhe. Você não fala que não tinha isso. Então tem. Então eu vou começar por longe. E eu vou aprender a Onesia. Porque a Onesia é um país que a gente desconhece profundamente e que tem um monte de desafios falando mais como economista, mas assim, uma questão histórica. Tem um monte de desafios que a gente compartilha de desigualdades estruturais, de jeito de ser, da vibe, e também que é muito misturada, muito nossa, quando desafios extra que a gente não tem, é a exemplo de religiões. É um país que tá ficando cada vez mais em evidência. Então acho que eles estão em um momento de transição, do que eles são prontos, eles querem chegar. E que pode ser muito rico pra gente acompanhar. Inclusive pra aprender com os bobagem, né? Porque a gente vai aprendendo. E pra poder pegar esses ingredientes pra se aceitar as próprias, sabe? E fora assim, gastronomia, as praias, apaisagens, os sorrisos. É tudo muito bacana. Então assim, acho que eu o momento de visitar a Onesia pra não ser a Onesia da Amanhã. E aí eu vou paradoxalmente pra tem pertinho. E eu fico cada vez mais encantado com o nosso litoral sou paulista. Porque a gente torce o nariz, porque fala não, mas praia, litoral não acha, não tem conta. E aí quando a gente vai, por exemplo, pra Peruíbe, e a gente pega essa manhã. Peruíbe, eu tô to curiosa pra entender o que ela faz. Não, mas assim, você pega a peraíbe. Se a Marfaxa continua de matar Atlântica do Brasil aqui, no nosso, ou seja, do mundo, né? No nosso Vale do Ribeiro, o Litoral sou, etc. E daí você vai visitar as comunidades indígenas. E aí você vai ver as comunidades que fazem miliponários, com 32 espécies de abelhas nativas. E aí você vai pra Guaraú, que é um enclavezinho, que não deveria existir, né? Logicamente, grudado na Jureia. E daí tem um lugar que chama caribinho, porque você pega o barco. Vai passar o dia nesse pedaço. E o Jureia, que você pode ficar durante o dia, mas não pode dormir, porque é parquestandoal. E é uma água de cor de caribinho. Por isso, caribinho, e tá aqui do lado, né? E caribinho, eu amo, gente. [risos] Eu só deus me ver, não sei brasileiro. É que a Pantanal Paulista, a Amazônia, a Paulista, fica morradinho. Então você estoura, né? Mas o caribinho denota. Então assim, e são sorrisos. E a preservação da mata. E daí você tá lá, e de repente você tá segurando um picolé. Deu picolé, porque veio um mico, que levou seu picolé embora. E você nem percebeu. Então assim, e essa é a imersão, é a natureza aqui, né? Dois horas e meio de São Paulo. Então acho que a gente tem que fazer justa, as sequezas que a gente tem do lado. Eu tô pra. pra. Pra as cavernas com pintura rupaestre. - Ah, olha, olha. - Eu tô pra o petar. Que é outro lugar, assim, petar. Ah, com duas. Que a gente tem centenas de cavernas no petar. Que, inclusive, são inexplorados e a gente tem noção do que tem. Mas quando a gente vai para o dorado, você tem a maior boca de caverna em amplidão do mundo. Então assim, é do lado. E a gente torça o nariz sem conhecer. Então acho que a gente precisa começar assim. Aí falando como paulista. Eu acho que a gente precisa ser mais carinhoso e afetuoso com o estado. Porque a gente sai de São Paulo e as pessoas vão lá, é paulista. A gente quase vai desculpas pra ser paulista, né? O gaúcho, o perno bucano, o bagano, o atravado. Que as pessoas são mineiras, não precisam. Todos estão me tratando. Todo mundo tem a verdade de minas e a todo nada. E eu acho que São Paulo a gente tem tantas coisas incríveis. E a gente continua fazendo tantas coisas, porque paulista é o microcosmo Brasil, né? Então acho que tem tantas coisas das quais se orgulhar além da pizza. Que pode ser muito. E o próximo jogo que não seja no Corinthians, seja o de São Paulo. E eu acho que a gente precisa fazer as pazes com isso, entender quem a gente é. Muito bom. Muito bom. Ah, e quero muito ver a já acaba logo. É dá. Homem, eles você tem indica pra gente comprar passagem melhor. Essas coisas que viram o sistema na terça-feira à noite. Olha, a dica de verdade, a maior antecedência, melhor o preço. Sempre, isso é uma regra. O preço sempre muda de 45 em 45 dias. Então, quando fizé 45 dias do momento do embarque, vai mudar. E vai ficar um pouco mais caro. Mas aí, de repente, foi uma decisão em cima da hora. Já está dentro desse período. Sempre depois da meia noite preferencialmente online. Não consigo comprovar científicamente, mas a gente vai vendo que isso acontece. Então usa a abanônima pra fazer mais pesquisas. Pode te dar preços melhores. E uma dica é essa é pra vida, gente. As passagens aéreas no Brasil, mesmo quando saindo o Brasil pra voos internacionais, elas são muito uniformes. Quando você encontrar uma passagem muito fora, acendo seus alertas, ela pode esconder ou um tipo de golpe ou uma conexão entre aeroportos ou uma espera de 14 horas. Então, assim, os preços são muito regulantes. O mais vantajoso é fazer a pesquisa e, talvez, tomar algumas decisões que possam ser interessantes até pra você do tipo. Se eu estender em dois dias a minha viagem e ficar num hotel próximo do aeroporto, eu consigo pagar talvez menos na passagem aére. Ou se eu trocar o tipo de conexão e dormir um destino, pode me deixar o preço final. Então, nunca olhe pra montagem, da viagem, só pelo preço da passagem aére. Monta tudo, porque escolher um hotel mais central pode te tirar o preço do metrô em muitas cidades, pode ser muito caro. Às vezes, ficar num lugar que tem o melhor preço que você viu, vai te dar tanto tempo de deslocamento que não vale a pena para o que você planejou. Então, nunca olhe só pela passagem embora. Nós brasileiros montamos sempre anenzouro, em passagem, depois o hotel, depois a gente prende o que vai fazer. Mas isso que você falou de passagem, o meu marido viaja a trabalho para cobertura do Festival de Cânes, e pela primeira vez ofereceram um negócio que eu achei super legal. Acho que foi a Itália que estava com isso, que era se você vier e fizer a escala e ficar uma noite na Itália, eu vou a muito mais barato. É a Itália do Espanhol, lembra? Gente, muito obrigada. Foi uma delícia receber vocês. Volta em sempre e quando vocês tiverem de passagem por São Paulo, venham nos visitar. A gente que agradece é uma honra, é uma alegria imensa e qualificar a conversa sobre turismo, é um desafio e muito, muito, muito obrigada. E parabéns para o programa, porque assim, além do conteúdo ser maravilhoso, é tão diverso. O que é isso, gente? A gente está fazendo isso, você chama a gente para viajar. Você está entendendo. Obrigada, gente. Espero que esse conteúdo te leve para lugares próximos e distantes com a alegria. Beijo. Gente, muito obrigado para quem ficou até aqui. Já sabe compartilhar esse programa com quem você quer viajar bem, seja o algoritmo que você quer ver no mundo. Mamilos, mamilos, mamilos, mamilos.
Podcast Summary
Key Points:
O Brasil voltou a ser um objeto de desejo no turismo internacional.
O turismo representa quase 8% do PIB e dos empregos no Brasil.
O turismo interno no Brasil é predominante, com mais de 90% do dinheiro vindo de brasileiros.
O turismo é reflexo, não motor, do desenvolvimento econômico.
O Brasil perde em número de turistas internacionais para países com menor PIB, como Peru e República Dominicana.
Summary:
O Brasil voltou a ser um destino turístico cobiçado internacionalmente, com crescimento significativo no setor. O turismo é uma parte essencial da economia brasileira, representando quase 8% do PIB. Apesar disso, a maioria do dinheiro do setor vem de turistas nacionais.
O turismo é visto como reflexo do desenvolvimento econômico de um país, com desafios em gerar empregos de melhor remuneração. O Brasil perde em número de turistas internacionais para países com menor PIB, como Peru e República Dominicana, devido a estratégias de facilitação de entrada e investimentos direcionados ao setor turístico. A perspectiva é de equilibrar o crescimento do turismo com o desenvolvimento econômico e social, mantendo o território atrativo sem expulsar os residentes locais.
FAQs
O turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país, segundo projeções do WTTC.
O Brasil recebe menos turistas do que países com PIB similar devido a diversos fatores, como a falta de promoção efetiva, infraestrutura inadequada e a concentração do turismo doméstico.
O turismo doméstico representa cerca de 95% do setor no Brasil, o que contribui para a estabilidade econômica e evita dependência excessiva de recursos estrangeiros.
O crescimento exagerado do turismo pode ser prejudicial devido à vulnerabilidade a crises externas, como a pandemia, e à necessidade de equilíbrio com outros setores da economia.
Os destinos mais buscados pelos turistas internacionais estão principalmente na Europa, seguidos por países da Ásia, como Tailândia e Indonésia, devido à proximidade e experiências únicas oferecidas.
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