A transcrição aborda dois temas principais: a guerra no Oriente Médio e a situação de Daniel Vorkaro no Brasil. Sobre o primeiro, destaca-se que a guerra contra o Irã, iniciada há mais de 100 dias a pedido de Israel, custou quase 100 bilhões de dólares aos EUA e resultou na reabertura do Estreito de Ormuz, mas não conseguiu derrubar o regime iraniano nem impedir seu programa nuclear. O conflito gerou desentendimentos entre EUA e Israel, e países da região perderam confiança na proteção americana. Trump cometeu um grave erro estratégico, e a reabertura do estreito é vista como uma boa notícia global. No Brasil, a PGR rejeitou a segunda delação premiada de Daniel Vorkaro, assim como a Polícia Federal, por falta de informações inéditas e compromisso com o ressarcimento. Vorkaro permanece na PF em Brasília, aguardando decisão do ministro André Mendonça sobre transferência para presídio comum. Analistas debatem a blindagem política, com suspeitas de que a delação não avança para proteger autoridades dos Três Poderes. As investigações continuam com provas de celulares e testemunhas. No âmbito internacional, Lula se reuniu com Macron no G7, enquanto Trump anunciou acordo provisório com o Irã para encerrar a guerra, com detalhes a serem divulgados em Genebra.
[Música] O anoete acessiné em Brasil, este é o WD. Pustou quase 100 B milhões de dólares e a metade do arsenal modelo de míssis dos Estados Unidos, fazeu estreito o rio urmuz voltar ao que era antes da guerra contra o Irânia, quer dizer, livre para navegação. Guerra é essa iniciada mais de 100 dias por insistencia sobretudo de Israel para derrubar o regime repulsivo dos Aiatolás, acabar com a capacidade militar deles, impedir que o Irânia chegar se armas nucleares e redesenhar se oriente médio, esse era o intuito da guerra, em favor de Israel e dos Estados Unidos. Depois desses 100 B milhões de dólares por baixo e de milhares de ataques, o que a gente tem é o seguinte. O brutal e sanguinário regime iraniano no mesmo lugar, pudendo agora exportar petróleo em troca de reabriu estreito de urmuz, deixando para depois o que vai acontecer com seus programas nucleares e na bagunça que se criou, Israel e os Estados Unidos agora se desentendem sobre o que vão fazer. Os países da região perderam a confiança no Guarra-Chua, protetora americano, China e Rússia, assistiram como a superpotência, não conseguiu dobrar um país militarmente muito, muito inferior. Mas sem dúvida, a reabertura do estreito é uma boa grande notícia, reiter boa e grande notícia, por resto do mundo. O iran perdeu bastante. Israel, no sentido dos objetivos não alcançados, também perdeu. Enquanto Trump, por desrespeitar as coisas básicas de estratégia gel política, cometer um dos maiores erros da história recente da política externa americana, é um preço que ele não vai pagar sozinho. No WWW, a gente fala também da CUPLA do G7 e da PGR recusando delação premiada de Daniel Vorkaro. Antes de ser os participantes agora da aula conosco, queria agradecer a advogado cientista político Murilo de Aragan, se o da consultoria Arco Advaís, é nossa parceira de conteúdo no site do WW, a participação aqui no programa Boa Noite Murilo. Boa Noite William, prazer estar com vocês. A Itaí, Zé Réia, Clínica, Caio, Junteira, comigo aqui no estúdio, em São Paulo. A Procuradoria General da República rejeitou a segunda tentativa de relação premiária de Daniel Vorkaro nas investigações dos Candelumáster. Na semana passada, a negativa viera pela Polícia Federal. Vamos ao vivo a Brasília com a Repórter Luciana Amaral. Boa noite Luciana. Oi William, muito bom noite a você e a todos que nos acompanham aqui no WW, excelente semana. Olha, a PGR seguiu exatamente a mesma linha da Polícia Federal. O órgão avaliou que o ex-banker não apresentou elementos inéditos nessa nova proposta de delação, também que ele não apontou, não apresentou autoria e vice-autoria de crimes cometidos, ainda que o Vorkaro colocou relato de que ele ouviu sobre situações e fatos relevantes. Em resumo que ele deu ali uma terceirizada e ele ficou muito na defensiva, o que não agradou nada, os procuradores. O outro ponto é que ele também não se comprometeu como o esperado, com o ressarcimento do dinheiro perdido. Então, aos cofres públicos, principalmente o dinheiro nas fraudes no FGC, fundo garante dour de créditos. Assim, um respiro no mundo político em relação a simbarreramento da delação premiada dessa rejeição, mas vale a gente destacar aqui que tem muito material colhido pela Polícia Federal, já inclusive no próprio celular de Daniel Vorkaro e as investigações continuam normalmente. Ainda tem até uma possibilidade jurídica do Vorkaro querer apresentar uma terceira proposta de delação premiada, mas isso se acontecer seria só mais para frente no momento as portas, tanto da Polícia Federal, quanto então hoje da PGR estão fechados. Bem, Vorkaro está aqui atrás de mim na superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele segue ainda, pelo menos, por enquanto numa sala mais ampla e com mais acesso aos advogados, mas tem o pude acesso. Isso tudo justamente para que ele pudesse elaborar as propostas de delação premiada, mas a corporação, a PFO, negar a delação, já pediu que ele seja transferido daqui, que ele vai então para um presídeo comum. Isso está nas mãos do André Mendença, ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal. E o André Mendença também espera um posicionamento da PGR em relação a essa questão. Vale notar que hoje a PGR também se manifestou contra um pedido de prisão domiciliar ao ex-Banqueiro. Também, então, já deu esse indicativo, mas a defesa deve insistir em algum tratamento especial alegando risco a vida de vorncar. De todo modo, agora, essas novas decisões também, até sobre onde fica vorncar, cabem a André Mendença, todo mundo, então, nessa expectativa de quanto tempo a mais ele ainda deve ficar aqui na Polícia Federal. Volto contigo, William. Obrigado, Luciano, boa noite para você aí, em Brasília. Morilo, começando por você. Repete-se, estou lembrando qual foi a palavra exata, manipulação de informação, se não me engano. Foi a palavra usada, já lá atrás pelo ministro André Mendença, mas também depois pela Polícia Federal. E agora a PGR, em caminha, na versão direção. Vorncar o parece. Está embuído da ideia de que ele pode manipular a informação negociada e a delação. E eventualmente sai da cadeia e ainda aproveita um pouco do dinheiro que sobrou o lepe, que sobrou fora. Por que que porcar os estáis embuídos dessa ideia? Até que ele perdeu uma atrás da outra. William, o seguinte, eu vejo que ele tem um jogo estratégico que é de ganhar tempo, tempo ao tempo. Seu um ponto, ele sabe que algumas delações terminaram não produzindo o efeito que se esperava no caso da Lava Jato. Sabe que muitos que não fizeram de dilação também terminaram no caso da Lava Jato. É visitados de grandes punições. Então, há uma estratégia também de se ganhar tempo e de ir tentando se negociar. Ao tempo que ele acredita, provavelmente, que todos aqueles aliados que ele construiu, que a rede de aliados que ele construiu, possa trabalhar a favor dele. Esse é um ponto. O segundo ponto é que ele não assume até agora, por pelo menos até a pouco, ele não assume a culpa do episódio. Ele acredita que tudo que ele fez é justificável. E que é operação com Berri Beira amplamente justificável, que não houve nenhum tipo de golpe. E isso, então, dificulta até ele psicologicamente aceitar a situação que ele vive e a partir daí, criar uma narrativa relacionada ao tema. O terceiro aspecto é o financeiro, que tinha alguma maneira, provavelmente, eu não posso afirmar com certeza, porque eu não tenho acesso a essas delações, e que ele gostaria de proteger um pouco o seu patrimônio, ou o patrimônio que sobra dessa história que está encamada de fundos espalhados pelo mundo todo. Agora, o problema grave dele, William, já encerrando a minha primeira tevenção, é que ele não domina na narrativa daquilo que ele não sabe. Porque hoje a Polícia Federal termina sabendo mais do que ele fez, o que ele prop. Porque ele até não lembra de tudo que ele fez, mas a Polícia Federal com base na extração de informações e de depoimentos que já recoleu, tem muitas informações. Então, esse é um problema. Ele não consegue ter o limite das narrativas. E então, quando ele apresenta a sua narrativa, para as autoridades, elas terminam sendo mais frágil, do que aquilo que as autoridades já sabem, William. Quanto vale a final delação dele hoje, Kai? Meu carro é essa pergunta abrangente, porque no fundo, a gente, em novembro do ano passado, havia um estado de comoção. E, à medida que o tempo passa, a sensação que a gente tem é que a delação dele vai perdendo impacto? William, a delação dele vale muito, mas a delação é uma vez de mão dupla. Então, tem alguém para apresentar e tem alguém para receber. Tem duas versões na praça. A versão de quem apresenta é de que ela é muito boa e a versão de quem está recebendo, Polícia Federal e Procordor e Geral do República, é de que ela é muito ruim. E, muito provavelmente, essas duas versões têm um fundo de verdade. Muito provavelmente, o que o Daniel Vercar entregou é um pouco pior do que o entorno dele diz. E, muito provavelmente, o que a Procordor e Geral do República, Polícia Federal, receberam, é melhor do que eles dizem que é.
Só que não há um ânimos, uma boa vontade, vamos dizer assim, eu sinto dos órgãos, vocês conspulsaram a fazer colaboração premiada de que essa colaboração não é? Com a Abonação, a Abonação, a Abonação, a BRPR. Isso, eu sinto, juntando informação com análise, a minha percepção é que é difícil do Daniel Vercar avançar numa delação quando o outro lado nunca é fazer. E o outro lado tem as suas conexões, as suas teias e, principalmente, com a Cúpula do Congresso Nacional. Não quer fazer por que, cara? Não quer fazer para blindar. Para o blindagem, eu não vejo a interesse da Cúpula do Congresso e dos Premo Tribunal Federal dessa colaboração premiada a avançar. E aí, que ela trava, a gente se a gente pegava a delação de novo do Mauro Sige, foi fascinho de fazer. E teve ídios e voltas, teve primeira, segunda, terceira versão, teve vazamento onde o cara estava sendo forçada a fazer, teve de tudo para dar assim. Mas nesse caso, tem uma investigação em cima de um bando de celulares. Sim, sim. Mas, William, tem um ponto de desculpa, Carlos, você termina que aí eu quero. Não, por favor. Essa história do Mauro Sige é interessante porque, assim, ali, se tinha o Supremo Tribunal inteiro, unido por uma causa. E o Mauro Sige era, certamente, a fonte das informações mais importantes para aquela causa que conversava com o discos político de defesa da democracia em função de um ataque real mesmo que o Brasil sofreu. Mas ali, você não tinha divisão no STF sobre isso, pelo contrário. E não tinha ninguém do STF exposto. Então, a velocidade e toda a aplicação e a determinação de todos os envolvidos, a própria corradoria e mesmo o STF inteiro, não tinha divisão ali, né? Então, o Mauro Sige não é que ele não tentou. Quantas vezes ele mudou a versão de delas a defesa do ex-presentar em personário e dos outros implicados, várias vezes alegaram que ela tinha que ser desconciderada porque ele tinha dado outras versões. A hora que a coisa apertou, ele mudava de ideia. Primeiro, acho que a maior diferença é essa coisa da divisão do STF da implicação de dois ministros. Acho que isso é um pouco importante. E com todo o Congresso, e pega executivo também, pega oposição. Então, ninguém que é uma nova lovajato. Então, assim, você vai fazer uma proposta de colobração. Aí, a gente começa a ver as informações de bastidores dos órgãos responsáveis por fazer, detonando a colobração, falando que é horrorosa, que não tem nada de informação, mas, assim, eu vejo muito, juntando informação com análise, que tem cidadula uma justificativa técnica para uma decisão política já tomada de não avançar numa delação que pega a cúpula dos três poderes, pega a ministro de Estado, pega oposição também. Então, para o que vai é vão. Caio, não tem o raciocínio, estamos diante de uma agrilha de operação abafa. Estamos morrindo. Eu não sei, porque existe um outro aspecto. Se não ver uma delação, uma delação, a investigação continua. A quebra do sigilo telefônico dele continua, as informações extraídas vão estar no processo e o ministro da Amendonsa vai receber tudo isso e tomar decisões de investigação, de indiciamento a partir e de julgamento a partir dessas informações. Essa operação abafa, encontei a delação, pode não resultar no exenção ou na abafa que alguém ou que esses envolvidos gostaria. Existe um risco que todo mundo gostaria nesse campo, era uma delação meio barro, meio de jono, meio mutsarela, meio calabresa, que entregasse algumas coisas, mas não entregasse tudo. E foi uma questão que desce uma satisfação à sociedade que ele fosse punido, que ele tivesse bem aprendido, que ele devolvesse coisas e que se dio alguma maneira a relativizar se o tamanho dos crimes. Isso seria o cenário ideal para todo mundo. Agora, entre uma colaboração, efetivamente se encerra em ampla, e uma não-colaboração e a investigação, prosseguindo com o impilhamento de provas que podem comprometer muita gente, eu vejo que a opação abafa fica com um campo um pouco estreito. Rapidamente, eu acho que aqui tem um ponto da defesa técnica, que é o seguinte, a não-banalização do instrumento da delação premiada, morilo, acho que é um pouco por aí. O cuidado de não banalizar, que esse o cara está fazendo mesmo essa manipulação, que ele realmente está se recorzando a fazer, evita essa banalização do instrumento. Eu acho que tem uma outra questão em jogo aqui, que aí é para os dois da política que dá a mesa, que é a força de André Mendonça nesse processo. E a gente sabe o quanto ele é afastado dessa turma mais forte do supremo, da relação inclusive com a PGR, no seu primeiro movimento, ele cutuca a PGR com varacurta, tem aquele desentendimento, como se a PGR tivesse sido leniente, não tivesse atuado, que é afinal de contas para a segunda prisão de vocar continuaria cometendo crimes, enfim, por isso acabou sendo preso, ele e a família toda acabou sendo preso em função dessa leitura da André Mendonça. Então, se tem uma preocupação com a manutenção do poder de quem, de alguma forma, ficaria atingido pelo STF, tem um contra ponto que é o quanto André Mendonça consegue avançar politicamente, chozinho, meio de ele vai ser olhias contra da vírus, ele vai ser contragolhias ou ele vai ser um donc-shot. Não há dúvidas que ele se sente em minoria dentro do supremo, isso é fato de conhecimento público, inclusive, em vários sentidos, inclusive, pela maneira como do ponto de vista do outro inário, muitos dos outros participantes contestam o que ele diz, como ele vota, considera o que é do ponto de vista das nutrinas juídicas a dois lados, um lado aparentemente aspas, mais técnico e um outro lado aspas, mais voltado para satisfações da sociedade, que é o lado no qual o Tornado de André Mendonça e que seria considerado, então, até certo ponto do ponto de vista jurídico e inaceitável, mas se uma discussão jurídica não diz que nós estamos tratando, nós estamos tratando na capacidade do relator de manter uma investigação que ele colocou no trilho certo, lembra o que aconteceu com essa investigação quando o dia stop, ele era o relator dessa matéria, então a investigação vai por um trilho certo. Agora, do ponto de vista do abafa é caio, o ideal teria sido a delação meaboca, porque ela, digamos, fornece uma justificativa com qualquer que seja, ela implica ressar-se e prejuízo quanto que seja, punem o indivíduo e as pessoas que teriam mal a risco em uma delação, estariam isentas dessa pesada ferramenta, isso não aconteceu, então a gente tem uma investigação em curso. Eu tenho mental em que o que eu penso, só, o que vai continuar tão morrindo. O ministro André Mendon se eledou no do tempo, da questão, ele pode acelerar, pode atrasar, eu não vejo esse processo terminando antes das eleições, então é um tema que vai atravessar as eleições e ao atravessar as eleições, vamos ter outro panorama, nós vamos ter um outro panorama, a partir do primeiro turno cai com a eleição do novo Senado, então o tempo é um pator muito importante na sua história. É o meu ponto só, o meu ponto principal em relação ao abafa é, acho que eu concordo pra accialmente, tanto com vocês dois, porque na medida em que a delação é rejeitada e não é exposto tudo o que se esperava que o vrcar fosse espor e você joga a condução da investigação na prática operacional pra polícia federal, a gente pode prever que se nos 35 anexos, que dizem que foram 35 anexos apresentados, não haverá um avanço contra todos esses 35 pontos, mas dá, no caso, a polícia federal, a capacidade de escolher qual desses pontos, ele tem de avançar e a polícia federal, ira, queicamente ela é vinculada ao palácio do Planalto, a gente sabe que tem uma relação grande do palácio do Planalto e do governo Lula 3 com o Supremo Tribunal Federal e com os dois ministros potencialmente delatados o dia-stoofriolestiano de Morais e que tem uma relação hoje péssima do presidente Lula que o do aveu columble, que também é apontado aí com ligações, seja com Augusto Lima, seja convocado, o risco que eu vejo é de uma operação abafa, parcialmente, pra que seja utilizada a estrutura do Estado, justamente pra perseguir adversários políticos do governo e poupar os aliados políticos do governo, inclusive os do judiciário. O Rio Lula, você quer intervim brevemente para a gente encerrar o segmento por favor? É aquilo que eu disse, é um tempo, é um tempo, é um 4 meses até o primeiro turno das eleições, que a nova composição do Senado é fundamental com a relação a este tema, ou seja, não há vindo de relação
investigações vão continuar e as provas vão sendo empilhadas dentro da Polícia Federal. Eu também acho difícil que a Polícia Federal, ao por mais que tem essa ligação do Andrei com o presidente Rula, este relacionar muito bem e tudo mais, mas que a Polícia Federal vai escamotear o inquérito deixando de lado evidências que possam aparecer. A questão toda está relacionada ao que a gente não sabe que foi descoberto. Isso que vai determinar o tamanho do problema que o Supremo vai enfrentar depois das eleições. Tanto no relação ao alcance das investigações quanto à profundidade dessas investigações junto às autoridades. E como o tema acessório apenas para encerrar, existem as delações dos outros envolvidos também. Existem também os testemunhos de pessoas que participaram desses esquemas, das pessoas que foram ameaçadas, que já estão produzindo provas e evidências que comprometem todo o contexto dessa questão. Então eu não vejo uma situação fácil para quem quer avafar e vejo que a questão do tempo é muito importante. Recunha-se que a situação do ministro Andrei Menossa, do Supremo não é confortável, ele enfrenta a oposição, mas a situação de quem gostaria de que ele não fosse tão acertivo também não é confortável. Acho que vai tudo concentrar na figura institucional do detentor de ação penal que vai ser o procurador geral da República. Ele é que em combate em tudo isso, vai ter que oferecer denúncia ou não. Murilo, é nosso parceiro de produção de conteúdo no site da Unil de Alagance, o da consulta do Liar com a Divas, advogado e cientista político, Murilo, muito obrigado pela presença aqui no programa Boa Nuita. Obrigado, Ilha. Taís e Caio, abração a vocês. Até a próxima. Caís, Caio, a gente continua juntos, depois intervalo vamos falar sobre o início da Cúpula de 37. E sobre a cor de paz do dono de Trump com Irã, até já. O WWW está voltando em intervalo, temos a bordo agora, Louie Vallsantana Boa Nuita. Fala, gente. Praseiro ter o abordo com nós. O presidente Lula, se reuniu nessa segunda-feira com o presidente da França, Manuel Macron, isso ocorreu ali ao lado da reunião da Cúpula do G7. O presidente francês também recebeu o presidente americano do dono de Trump, o memorando de entendimento sobre o irã, dominou evidentemente o adivóço natura eletrônica do memorando de entendimento para o excesado. Domino é claro as atensões no mundo inteiro, particularmente também lá nesse primeiro dia de Cúpula. A gente tem do nosso americo Martins os detalhes direto lá da França com Fira. A reunião de Cúpula dos líderes dos G7 começou oficialmente nessa segunda-feira, a linha de enheve, anleban na França. O presidente do dono de Trump atraiu a maior parte da atenção neste primeiro dia de conversas, especialmente por conta do anúncio. Finalmente, de um acordo provisório para encerrar a guerra com o irã. O presidente do dono de Trump foi recebido pelo anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron e os dois conversaram justamente sobre a questão da guerra no Oriente Médio. O presidente do dono de Trump disse que deve liberar os detalhes do que foi negociado com o irã na próxima sexta-feira, quando deve acontecer. Aqui muito próximo, em Genebra, do outro lado da fronteira na Suíça, uma cerimônia para marcar o início do acordo. Além do presidente do dono de Trump, o anfitrião, Macron também recebeu numa reunião bilateral, o presidente brasileiro Luiz Enácio Lula da Silva. Luiz Enácio Lula foi o primeiro líder a chegar aqui a Ivean Leban, na reunião do G7 e teve essa reunião bilateral com o Macron. Logo depois do encontro, o presidente Luiz Enácio louou nas redes sociais um agradecimento ao líder francês, com quem ele tem uma excelente relação diplomática. Essa é a décima vez que o presidente Luiz Enácio Lula participa de uma reunião do G7. O presidente Luiz Enácio louou nas redes sociais um grande momento, e ele teve mais vezes em reuniões de cúpula decidível do que todos os outros representantes dos países que fazem parte desse seleto grupo de grandes economias ocidentais. O presidente Luiz Enácio Lula vai participar de várias sessões durante as reuniões do G7. Os grandes economias ocidentais. Outra parte é aberta a convidados como o Brasil. O presidente Luiz Enácio Lula vai fazer pelo menos três discursos na cúpula. Um com relação a questão do desenvolvimento vai provavelmente criticar os países ricos por cortar recursos para a área de desenvolvimento dos países do chamado sul global. O presidente Luiz Enácio Lula vai participar também de uma outra reunião com relação a questão do equilíbrio econômico no mundo. O presidente Luiz Enácio Lula deve, neste ponto, defender mais uma vez o multilateralismo, criticar o unilateralismo e fazer críticas à imposição de tarifas unilaterais por países. Exatamente, como os Estados Unidos estão ameaçando fazer novamente com o Brasil ao impor uma tarifa de 25% contra praticamente todas as exportações do Brasil e mais 12,5% numa outra investigação relacionada à legislação de uso de trabalho anexo ou similar à escravidão. Ele também vai participar de uma outra reunião sobre a necessidade de regulamentação da inteligência artificial e do ambiente digital. O presidente Luiz Enácio Lula também pode se encontrar eventualmente com o presidente Donald Trump. Os dois já estão no mesmo local porque todas as reuniões do G7 vão acontecer no mesmo hotel, Royal, aqui em Evian Leban. De Evian Leban, a França América Martins. O rival G7 já foi um bucal e coisa inclusive G8, né? Vamos que isso que foi até a Rússia fez parte do G7. Hoje é um gremio que cuja, digamos, capacidade de coordenar ações. Para isso que ele foi criado lá na década de 70, muito lá atrás. A capacidade hoje de coordenar ações é reduzida. As pautas que pela reportagem da nossa América Martins a gente toma conhecimento da intenção do Lula, talvez a questão de regulação de Big Texts em inteligência artificial, ele encontra a retoçonância. Os países europeus estão mentiros nisso, certamente nisso, estazinhos e não. Agora as outras, o G7, vai entrar por um ouvido, sai para o outro, se é que vai entrar por algum ouvido. Ah, é assim, no primeiro lugar, o G7, com a presença do Trump, isso foi nos quatro primeiros anos, do primeiro mandato dele, e voltou a ser assim agora, desde o ano passado. O grande objetivo do G7 é não ser um desastre completo, né? Então, no ano passado, por exemplo, no Canadá, o Trump, a participou de um dia e já saiu no segundo dia. E, de fato, havia as tensões entre Israel e Iran, que culminaram no bombardeio do Iran, do que os Estados Unidos participaram, inclusive, isso é exatamente um ano. Então, sem falar no risco que existe de o Trump atacar, criticar duramente os seus colegas do G7, ou durante o encontro ou depois nas redes sociais. Então, o que o objetivo atrava é tão baixa que o objetivo é que não haja um grande desastre. Agora, nesse caso, depois de um período de grande, desgaste entre Estados Unidos e esses outros países, mostramem de susda-outá, mas também o Japão, o Trump vinha exigindo, que Japão, com a Red Sua, além dos países da OTAN, o ajudassem nos esforços de guerra contra o irano, o extreidor múso. Isso é a nossa guerra, na nossa, isso aqui no artigo 5, porque os Estados Unidos não foram atacados, isso é uma guerra de escolha e nós não temos nada a ver com isso. Mas, quando você termina essa guerra, a gente vai ajudar. Então, esse é o momento. É, o momento em que pode começar, por exemplo, a desminagem do extreidor múso. As países, França, tem mais de 20 países, mais de 20 navios, caça minas, vai redor de minas. O reino lido também tem quase 20. Estados Unidos tem só 4. Então, eles estão dispostos a ajudar nisso, estão dispostos a também escoltar cargueiros nos extreidor múso. Então, isso é uma pauta positiva que pode surgir dessas conversas e tal. E esse é o assunto dominante, todo mundo só está pensando no extreidor múso. Ninguém está pensando em inteligência artificial, regulação de redes sociais. Isso fica bem depois. O mundo está parado. Um quinto da energia, se utilizando, o alumínio, o elio, os insumos para os framas, custando tudo ali. Estou todos ali naquele gargalo que é o extreidor múso. Isso é a grande discussão do momento. Eles querem saber se esse acordo vai realmente se manter, vai prosperar, vai ter uma permanente e vai pegar ele com mais calma esses detalhes. Pica um pouquinho ainda na questão da participação do presidente brasileiro interessado em algum tipo de conversa sobre o itário fácil, porque chances ele tem. ela está indo lá para produzir material de campanha, não é, o William, porque. -E não é só se pensar nisso. -É um da mental, só se pensar nisso. Claro, é o exato que eu disse. Politicamente nem temos como condená-lo, porque está no papel dele. Vamos lembrar da frase dele, quando ele anunciou que vai pro G7, foi no dia do anúncio dessa segunda leva de tarifas, em que ele não discorce ele, dizeu, nem ia pro G7, mas agora eu vou, porque eu vou defender o multilateralismo e tal. Mas ele está indo lá para se colocar como estadista, para se colocar como esta pessoa que tem interlocução, que pode até render uma nova foto com Donald Trump, em que ele vai dizer, "Está vendo? Vou lá, eu enfrento o bullying, eu enfrento o valentão, não tenho medo de colocar as coisas do Brasil". Agora, dificilmente, vai sair de lá com alguma coisa. E o próprio palácio do planal tem dado sinalizações de que está querendo deixar uma coisa separada da outra. Deixa o Lula fazer o show dele lá, e a turma do Ministério do Marcio Elias, do Ministério da Fazenda e tal. E das eleições estereores, tocarem de alguma forma, essa turma tocaja de alguma forma algum tipo de negociação sobre as tarifas, que é muito limitado, mas cabe ali, deve-te cabe uma coisa ou outro. Cáio. Eu me lembro, vejo a viagem do presidente, muito mais como uma viagem para ganhos domésticos, política eleitoral, eleição, é um tema da campanha e da narrativa do partido dos trabalhadores para essa eleição, auxiliados pela postura da oposição, na Inwash, então, né, de tarifaço, enfim. Então, é uma viagem que casa muito com a gente eleitoral, e acho que também arrigou a casa muito com que o presidente Lula ele gosta mais de fazer, né, nesse terceiro mandato, gosta mais de ser um chefe de Estado do que um chefe de governo, vamos dizer assim, deixando a gestão tanto política econômica, embaixo dele, fazendo essas gestões internacionais, acho que na altura ali, a teda a idade dele é onde ele mais se proposa desenvolver e aporam a monamassa, né, a gente não vê ele, pôna a monamassa com o Congresso, na Câmara, no Senado, mas a gente vê ele, tendo uma linha de atuação na área de política estena e combinando isso, se desigem e gosto pessoal do presidente, com isso ser uma agenda da campanha eleitoral do PT do Palácio do Planalto, casa perfeitamente, uma viagem com muito mais impacto doméstico do que esteja. -Vo privado, tem aqui a casa branca não deu grande sinais, mas tudo nas questões comerciais de qualquer recor? -Não, claro, até porque não tá vendo negociação nenhuma, né, o Brasil não ofereceu nada substancial em troca, fica argumentando que existe um teste do Brasil, que a Sarifas é efetivamente aplicada ação de 3%, enfim, quando a Sarifas que estão lá, que o Brasil gostaria de aplicar de 20% sobre os soldados industriais, de 35% sobre o tomado, só não são aplicados porque são altas demais, e aí vem o Lula querendo fazer um discurso contra o protecionismo, inclusive. -Vem com gruência da história, né? -Fezer, não tem a menor credibilidade isso, mas assim, com relação a relação que é o que interessa nesse momento, a relação entre Trump e Lula continua uma relação boa, o problema do. O Trump não tem nenhum problema com o Lula nesse momento, assim, é uma questão comercial, os Estados Unidos falam, se não fosse o protecionismo, o Brasil estaria exportando muito mais, não gostam do PIX, que aliás, é uma pauta inaceitável, na minha opinião, porque é, o Brasil não pode, jeito nenhum, aceitar essa exigência dos Estados Unidos de abrir mão do PIX, o caso dos cartões de crédito americante, eles que crieem coisas mais inteligentes, eles passaram a vida inteira, ganhando muito dinheiro, com as coisas mais inteligentes que eles criam do que as nós, quando, pelo primeiro, a gente criar algo inteligente, eles querem eliminar isso, é inaceitável. Agora, no campo comercial, o Brasil teria muito o que negociar, muito o que conceder, o que trocar, com o benefício mal para os brasileiros do que para os americanos, porque quem mais sofre com as tarifas brasileiras são os brasileiros, muito mais que os americanos, então seria uma grande oportunidade que será, obviamente, perdida pelo Lula. -Essa história do PIX é interessante, né? Porque as empresas americanas, especialmente as operanduras de cartão, quando o governo, quando o central foi lançar o PIX reclamaram, uma reclamou ainda mais e chegou a tentar abrir um processo aqui contra o lançamento do PIX no Brasil, não conseguiu. E muita gente que participou daquela época, identificou o mesmo texto da acusação da investigação, o mesmo texto do processo da investigação do governo americano, com o texto colocado aqui no Brasil. Então, foi uma pauta que Trump comprou das empresas americanas, um, mais especificamente. -Investe causa quase tudo. -Exato, agora sim. Como eu tenho repetido aqui, é claro que o Brasil não tem nem que colocar o PIX na mesa, mas o PIX não corre nenhum risco, não tem nada que o Trump pudesse fazer, que colocaria o PIX em risco, isso é um ponto. Mas é claramente uma questão concorrencial dos Estados Unidos contra isso. E o Trump acabou dando com isso um presente para o Lula transformar isso numa bela peça de campanha. -Cai, o princípio é esse segmento. Qual é o cálculo do cidúlio? E digamos, do peso dessa situação internacional favoreceu o Lula de Queforma. -Pesumiria como o presente Lula defende o Brasil, os interesses nacionais melhor do que os bolsonaristas. E acho que, em toda a brecha que é possível deixar isso claro, relação a PIX, relação a Atari Faso, até em relação a organizações criminosas, que é uma pauta que continua dividindo. Acho que essa é a ideia força que ele tenta passar a todo instante, por isso a relevância para a campanha de uma viagem como essa. -Cai, eu começando por você. Obrigado boa noite, a gente vai trocar o assunto. -Aí, visualmente, obrigado. -Bão no Etude, vamos de continuar junto. A assinatura do Já mencionado aqui, memoramos de entendimento entre o Irã e os Estados Unidos, evidentemente trouxe um rally, como se chama nos mercados mundiais, temos que lembrar que lá nada já, com pouco pessoa já vai por almoço, mas as questões centrais dessas negociações, ou não são conhecidas, ou ficaram para depois. Confira com a nossa Marilandia de Acumondi Washington. -O anúncio sobre o memorando de entendimento levou o preço do petróleo ao menor nível em mais de três meses nesta segunda-feira, mas o valor do barril ainda está cotado acerca de 10 dólares acima do patamar preguerra. O memorando deve estabelecer um prazo de 60 dias para discussões técnicas centradas no programa nuclear e daniano, que deve levar um acordo mais abrangente entre Washington e Teran. Nesta janela de dois meses, segundo Governo Americano, o estreito de Ormús não deve estar sujeito ao controle do Irã sobre o tráfego de navios petroleiros, nem a bloqueio dos americanos de embarcações que partem de portos e danianos. Os Estados Unidos dizem que as negociações terão como base a premissa de que o Irã nunca deve adquirir ou ter condições de desenvolver uma arma nuclear. Teran busca um alívio ao menos parcial das sancões econômicas antes de avançar nas discussões, mas os Estados Unidos cobram compromissos antes disso. Mediador do Acordo, Paquistão afirmou que o memorando declararia o fim imediato e permanente das operações militares no Oriente Médio, inclusive no Líbano. Mas não está claro se a demanda iraniana pelo fim dos ataques de Israel ou país vizinho, realizado sob justificativa de combateiro resbolar, foi atendida. O primeiro ministro Israelense, Benjamin Netaniarro, disse que as tropas do país continuaram ocupando sul do Líbano enquanto for necessário. Uma cerimônia de assinatura deve acontecer na próxima sexta-feira em Genebra, na Suíça, dando início ao prazo de negociações mais amplas. Pelo lado iraniano deve participar o presidente do Parlamento, Morrâma, de Bágar, Galibáf, e o ministro das relações exteriores do país, a Bazarácte. Já os Estados Unidos devem ser representados pelo vice-presidente J.D. Vence. Em entrevista à CNN, ele afirmou que o memorando tem uma estrutura genérica e que as negociações de 60 dias com terã devem abordar o apoio financeiro do iran a grupos armados no Oriente Médio. O paragraph de uma de as agressões diz que o que o que se permitiu é que o que se permitiu é que o EUA se permitiu ser a parte regional de estabilidade, e parte da sua parte é que os reiniosos devem ter fundado violentos de organização, devem ter fundado de estabilidade regional de estabilidade. Muito obrigado por estar conosco, boa noite Carlos. -Vamos lá, então, estrutura genérica, um tipo de entende de mentos como esse é o que ninguém gosta de ouvir.
que não tem acordo nenhum, que tem são versões de um possível, como foi falado, memorando de entendimento, que vai dar 60 dias para chegar algum tipo de acordo. Nós temos, é, por tanto, a necessidade do governo Trump de lidar com o tema de curto prazo, a agenda do governo Trump é a agenda eleitoral. Na ocupação do governo Trump é entregar algum tipo de resultado até o final do ano, antes do final do ano, para isso tem algum impacto nas eleições de meio de mandat. Então, o Trump estava com essa batata quente política nas mãos que a guerra do irã em uma batata quente econômica, que é a questão do preço, do petróleo, derivado dessa guerra do irã. Então, o que é se memorando aparentemente traz? É uma volta às convipões antes da guerra, né? Nenhum tema sub-stantivo que há, legadamente, teria levado o detalhe no para a camira, está entratado nesse memorando. Eu mostrado a na reportagem o J.J. Divência, hoje ele fez em por, em diversos programas de televisão norte-americanos. E o que você percebe da explicação do J. Divência, parece que ele está irritando este acordo, né? Que ele está sendo a face desse acordo. O próprio Senador Linsei Gregg, fez um post no Twitter dizendo que é arquitetura do J. Divência, então isso está sendo politicamente colocado na conta dele. É interessante que o Marco Rubio, por exemplo, não deu as caras, né? Então, esse acordo que está na conta do J. Divência, por enquanto não traz nem tipo de questão sub-stantiva daqueles bobinativos que terão levado os estados a guerra, mas tenta em certa medida levar aos status por antes da guerra, coisa que ele parece impossível nesse momento. Bom, a gente destaco, eu destate aqui até, no começo dessa edição no Davos da A. Blorival, é boa notícia, é grande notícia. O Ormuz voltava ao seu que era, depois de todos esses ataques, depois do ex- Justi-Dinhero. Agora, essa boa notícia é para todos nós. Na hora de conta, esse comento destacou aqui muitas vezes, o impacto do fechamento do estrés do J. Blor-Mus tem enormes consequências aqui direto, num setor fundamental da nossa economia, que é o agro, por exemplo. Fora o que custa no Pôso de Convustive, tudo o Mar, não é um repetido do liso. Vamos voltar para o que que parece que vai acontecer. O Irã recebe uma grana, tipo assim, ó, bota uma grana aí para você, começando a abrir isso. Agora, no fech, falas que a grana podia subir para 300 bilhões de dólares. É o primeiro caso de alguém que a Panhô ganhou dinheiro para isso? É, o Irã a Panhô, porque foi bom-bardiado, que teve boa parte de sua infraestrutura militar e até esse vio destruída, mas ele bateu estratégicamente, né, ele soube trabalhar o Instituto de Ormús e assim, ele negociar esse acordo no Cléá, numa posição de muito mais força do que quando ele negociou com os Estados Unidos de Baraco Obama. Porque duas coisas fundamentais, ele não tinha a época urânia e quecido a 60%, mais de 60% e 442 quilos nessa condição. 11 toneladas de urânia e quecido em algum grau, ele não tinha isso naquela época. Ele se limitou a 300 quilos de urânio a 3,67% que é o necessário para gerar energia elétrica, né? E outra coisa, que ele não tinha era fechar do Instituto de Ormús, nunca tinha feito isso. Então, é natural que, tendo negociado numa posição de muito mais força, ele tenha um resultado muito melhor. E o J. D. V. disse a CNN hoje que o irá ter um incentivo econômico a não levar adianta um programa no Cléá, militar e o que poderá trazer muita prosperidade para ele. Nós estamos falando do regime que eles diziam o que eu derrubar. E que, ao contrário, se ele insiste em ter esse programa, ele não vai ter dinheiro para fazer isso porque ele vai sofrer sancões dos Estados Unidos, ou seja, toda a estratégia hoje dos Estados Unidos para evitar que o irá chega a uma bombatômica, é uma estratégia transacional comercial. Que chega mais ou menos onde Obama tinha deixado e o Trump que odeia o Obama, tudo que ele fala é encontrar os cobramas, qualquer coisa ele do seu programa, ele volte e meia cita que o Obama não soube negociar com eles, por isso que eu saí da
quele acordo em 2018. Na verdade, os iranianos mais ou menos ficam naquela situação plus, com o material físico, que naquela época ia ser já transportado para o outro lugar, agora vai ser talvez diluído isso daqui 60 dias. Durante 60 dias, os iranianos não terão bloqueio dos portos deles e estão autorizados a hora das sancões da minha depetória, ou seja, já vão começar a ganhar dinheiro. Agora pode, como que a gente espera que esse noticiário impacte sobre as eleições americanas próximas, como você mesmo disse, essa assinatura eletrônica até aqui ou a cerimônia na sexta-feira em Genebra, cumpre uma agenda de política doméstica americana? Pois é, não destacaria também William, só para implementar que dizia que qualquer tipo de garantia que o iran não vai desenvolver armas nucleares, não seria nenhuma novidade. Na verdade o iran tem falado sobre isso, tem que assinar o tratado de não por referação a década de 70, falou sobre isso, um acordo que foi assinado pelo Obama, aqui você fez referência, ou seja, o grande problema não é o iran, escreveu em parávera, façam um documento, dizendo que não vai desenvolver armas nucleares, é como isso vai ser garantido e verificado ao longo do tempo, isso vai ser um problema muito mais forte para ser discutido lá na frente. O Donald Trump, ele claramente percebeu que esta guerra entendeu, isso números comprovam isso, foi muito ruim para sua popularidade, né? Esta guerra é uma guerra que ela já começa muito em popular, ao contrário, por exemplo, a guerra do Irak, em que o governo Bush, porque convencia a população a que esta guerra era necessária, quando o governo Bush entre a guerra com o Tirante consegue até o apoio de elementos importantes, tem que ser do partido democrato, né? Bem verdade, eu ouvi a O Prálmado 11, 17, mas o contexto muito distinto, uma guerra muito mais popular do que esta guerra contra o iran, como foram outras guerra que eu disse que estarão dentro, e a ideia é que essas guerras ao longo do tempo vão se torndo mais impopulares e, portanto, boniticamente mais costosas para o presidente, esse é um problema que as democracias enfrentam quando entra o inger. Esta guerra, a guerra começou a impopular e tornou-se mais impopular a medida que fosse estendendo, então o Trump opera, como disse com esta agenda política, e os iranianos estão entendendo isso, e quem está desesperado por um acordo aqui, o governo Trump não é o iran, o ira tem outro tempo político nesse sentido. Então o Trump tenta com este acordo, claro, facturar politicamente tirar esse tema da agenda, vai torcer para isso ter algum tipo de impacto imediato no preço petróleo, e tem que, portanto, estancar esta sangria, mas não parece que isso vai ter efeitos muito mais de longo prazo, pra seleições de meio de mandato, dado que a questão econômica é o tema mais central, a questão econômica mais ampla, né, a questão da gasolina, etc., é um dos temas de uma questão econômica mais ampla, mal-estar econômica, era a população norte-americana que colocou o Trump novamente no poder com a esperança de que o Trump poderia equacionar essa questão e não estar fazendo. Então o prognóstico me parece independente de acordo com o iran, muito ruim politicamente, pros republicanos em nove. Quando a gente volta pra situação lá, o relojval, há um fundamento estratégico ali, que estava antes do acordo nuclear com Obama lá em 2015, era um fundamento estratégico que explica boa parte do que foi feito nesse último ex-dez anos e continua lá. Se o iran sempre foi considerado, de ponto de vista de Israel, por isso foi olhar do americano na região, um perigo existencial, ele continua sendo um perigo existencial nessa visão. Não se eliminou um perigo existencial do ponto de vista ou da persuetivisa elence. Está lá. 2. A capacidade desse é assim visto como perigo existencial pra Israel de infligir considerável dano, não só aos países da região, mas a economia mundial, para a primeira vez foi demonstrada de forma muito evidente. Todos os fundamentos que levaram a essas ações, a busca da coração militar, a prato engenjou o objetivo político, continuam lá com uma diferença talvez. Israel e Estados Unidos não tão se entendendo sobre o que deveria ser feito daqui pra frente. Todas as condições e objetivos dessa guerra foram deixados de lado, a mudança de regime, lembra do Trump convocando a população do iran, para as ruas, a ajuda está chegando, Agora, ele negocia.
com esse regime que está aí, né? O programa de míssis convencionais, balísticos, era um dos principais motivos que o Trump apresentava em 2018 para abandonar o acordo de a SPOA. Mas esse programa não é discutido também. A ajuda patrocínio do Irán aos Proxies não só, não é discutido, como está no processo de negociação e hoje o Irán falou o seguinte, eu afrente do líbano na guerra. Ou seja, ele trata o líbano, sempre tratou, como um fronte da guerra dele contra Israel e contra o Estado como Gaza também. Exato. Então, ele usou essa linguagem para dizer que esse fronte também tem de estar passificado para que esse acordo siga adiante, ou seja, para que o straight de Ormuz permaneça, seja reaberta e permaneça aberto. Porque o Irán não vai mais abrir mão dessa condição de controlar o straight de Ormuz. E aliás, falaram até hoje em cobrar taxas. Não, a gente não vai cobrar pedaço, mas vai cobrar taxas. Todos os premissas da estratégia Israelense e a americana foram abandonados, sendo que o Trump abandonou realmente Israel está absolutamente incomformado com a situação. E essa incomformidade, tanto do governo, quanto da oposição Israelense oferece um risco real a esse acordo. Aliás, a quem acha que a Kié, se faz críticas ásseis das autômpias mais contundentes ao Trump vieram hoje de Israel dos dois lados do Espéculo político, dos dois lados. Pode, pra onde vai a cabeça do Trump agora? Vai para o esfério ocidental, Cuba? Olha o Irán, você sabe, que é uma das coisas mais difíceis de análise de políticos americanos atualmente. Essa aí, pra onde vai a cabeça do Donald Trump? O que a gente sabe, que se a gente olhar em termos de que estão em mais amplas da política externa do governo Trump, faz se encaixa nisso que você falou. Ou seja, qualquer grande. Muito difícil a gente desvendar grandes objetivos em estratégico do governo Trump, porque o presidente Trump não laga com isso de estratégia por empurre. Então, fica muito difícil a gente olhar uma grande estratégia por trás dessas ações. É se há uma estratégia, essa estratégia é e volta aí pra aquilo aí, falamos da ausência do Marco Rubio, desse processo, o Marco Rubio tem sido, os cantados de Estado norte-americano, tem sido aquele que tem um sido um grande defensor dessa estratégia de da nova do ultrinar Monroe, do esfério ocidental, da defesa da aquilo que foi feito na Venezuela e de Cuba como um próximo alvo nesse processo. Entendo isso como baliza, percebendo essa com uma grande questão estratégica dentro do departamento de Estado norte-americano, e este pode ser o novo alvo do Trump. Mas eu não acredito, William, que é a questão do ira saia totalmente tapalta. Não acho que este acordo que tem algum tipo de perspectiva de resolver alguma situação. Acho que isso vai continuar seguindo um ponto de atenção. Eu não sei nem se nós vamos ter 60 dias do estrenso que o Ormuz aberta. Você estava comentando aí sobre as divergencias do governo Netanyago com que aliás o Netanyago que deu uma entrevista coletiva hoje dizendo que não sabia os detalhes do acordo, está sendo deixado completamente escanteado desse processo, ele foi se deu uma outra entrevista dizendo que nós temos o objetivo de diferença, eu estou amigo do Trump etc, mas eu coloco isso pra ela, ele cuida de listar as reunias. Então tem uma série de problemas aí que podem acontecer no meio do caminho. Então acho que a prebiça de que a questão de Netanyago está equacionada e agora podemos focar outras coisas não é necessariamente correta, mas um próximo alvo se é que existe algum alvo, o Trump não se camçou dessa postura ativa internacional, vai se focar mais na questão doméstica certamente me parece que seria como você disse Cuba seria o próximo danista. É terminar, ele volta em um minutinho mais ou menos. O horizonte do ormuz, a gente pode confiar nesse 60 dias? Não, o J.P.O.E. levou um anime para ser negociado em condições em que o Irã estava bem mais fragilizado do que hoje. E em que o Irã não tinha sofrido uma traição dos Estados Unidos, não tinha acontecido que aconteceu depois, que os Estados Unidos romperam um acordo que foi duramente negociado. Então hoje há um fator de desconfinhas, o Irã não tinha sido bombardeado pela por Israel e pelos Estados Unidos duas vezes. E como foi? Quanto negociava. Enquanto negociava. Enfim, houve uma série de traições realmente que os Estados Unidos fizeram com o Irã, iludindo o Irã de que poderia negociar. Depois já havê rompido um acordo que estava assinado e tal. Não importa se foi outro presidente, foram os Estados Unidos. Então, o fator da falta de confiança é muito grande, maneira que 60 dias são só um ponto de partida, não ponto de chegar. Caros Gustavo Pôde, especialista em política americana, a prosolicência política no Bury College. Obrigada pela participação aqui no W. Boa Noite Pôde. Boa Noite, porque ele é no nível, o bônio é aqui no Sociste. Igualmente, o bônio é um obrigado para dizer que ele terá aborto. Para mais conteúdos sobre os temas que a gente trata aqui do Méticos Internacionais, confira na nossa página, na página W, no site da CNN Brasil. Essa edição fica por aqui, obrigado e Boa Noite. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
A reabertura do Estreito de Ormuz ao tráfego livre de petróleo foi o principal resultado da guerra contra o Irã, que custou quase 100 bilhões de dólares aos EUA e não conseguiu derrubar o regime iraniano.
A guerra, iniciada por insistência de Israel, não alcançou seus objetivos de acabar com o programa nuclear iraniano ou redesenhar o Oriente Médio, gerando desentendimentos entre EUA e Israel e perda de confiança na proteção americana.
A PGR rejeitou a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorkaro, seguindo a Polícia Federal, por falta de elementos inéditos e compromisso com ressarcimento, mantendo-o preso na Superintendência da PF em Brasília.
A delação de Vorkaro enfrenta obstáculos políticos e jurídicos, com suspeitas de blindagem a autoridades dos Três Poderes, enquanto investigações da PF continuam com provas de celulares e testemunhas.
O presidente Lula se reuniu com Emmanuel Macron no G7, onde Trump anunciou acordo provisório com o Irã para encerrar a guerra, com detalhes a serem divulgados em Genebra.
Summary:
A transcrição aborda dois temas principais: a guerra no Oriente Médio e a situação de Daniel Vorkaro no Brasil. Sobre o primeiro, destaca-se que a guerra contra o Irã, iniciada há mais de 100 dias a pedido de Israel, custou quase 100 bilhões de dólares aos EUA e resultou na reabertura do Estreito de Ormuz, mas não conseguiu derrubar o regime iraniano nem impedir seu programa nuclear. O conflito gerou desentendimentos entre EUA e Israel, e países da região perderam confiança na proteção americana.
Trump cometeu um grave erro estratégico, e a reabertura do estreito é vista como uma boa notícia global. No Brasil, a PGR rejeitou a segunda delação premiada de Daniel Vorkaro, assim como a Polícia Federal, por falta de informações inéditas e compromisso com o ressarcimento. Vorkaro permanece na PF em Brasília, aguardando decisão do ministro André Mendonça sobre transferência para presídio comum.
Analistas debatem a blindagem política, com suspeitas de que a delação não avança para proteger autoridades dos Três Poderes. As investigações continuam com provas de celulares e testemunhas. No âmbito internacional, Lula se reuniu com Macron no G7, enquanto Trump anunciou acordo provisório com o Irã para encerrar a guerra, com detalhes a serem divulgados em Genebra.
FAQs
A reabertura do estreito foi uma boa notícia, permitindo a livre navegação e a retomada das exportações de petróleo pelo Irã, após uma guerra de mais de 100 dias que não derrubou o regime iraniano.
A PGR seguiu a Polícia Federal, avaliando que Vorkaro não apresentou elementos inéditos, não apontou autoria de crimes e não se comprometeu com o ressarcimento do dinheiro perdido.
Ele busca ganhar tempo, acreditando que sua rede de aliados pode trabalhar a seu favor, e não assume culpa, justificando suas ações como operações legítimas.
A de Mauro Cid foi mais rápida porque o STF estava unido e ninguém estava exposto, enquanto a de Vorkaro enfrenta divisões no STF e envolvimento de altos poderes.
As investigações continuam normalmente, com provas sendo empilhadas pela Polícia Federal, e o relator André Mendonça pode tomar decisões baseadas nesses materiais.
André Mendonça, como relator, tem força para manter a investigação no trilho certo, enfrentando oposição de outros ministros do STF e influenciando o ritmo do caso.
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