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Trump dribla a Suprema Corte para taxar o mundo

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Trump dribla a Suprema Corte para taxar o mundo

Transkriptio on sekava ja monikielinen, sisältäen suomenkielistä mainostekstiä "launajahdista" ja ruokatuotteista, sekä pitkän portugalinkielisen analyysin Yhdysvaltain presidentti Trumpin tullipolitiikasta. Suurin osa tekstistä käsittelee Trumpin huhtikuussa 2022 käyttöön ottamia tulleja, jotka asiantuntijoiden mukaan ovat aiheuttaneet epävakautta maailmankaupassa. Keskustelussa todetaan, että tullit ovat lisänneet inflaatiota tietyillä aloilla Yhdysvalloissa ja että Trumpin politiikka on osittain ideologista ja osittain byrokraattista. Brasilian osalta analyysi keskittyy siihen, miten maa on joutunut kärsimään tulleista, erityisesti teollisuuden ja maatalouden aloilla. Brasilian hallitus on harkinnut vastatoimia, mutta asiantuntijat arvioivat, että se todennäköisesti viivyttelee päätöksiä presidentinvaalien takia, koska välittömät vastatoimet voisivat nostaa inflaatiota ja vahingoittaa istuvan presidentin uudelleenvalintaa. Teksti päättyy pohdintaan Brasilian ja Yhdysvaltojen suhteiden tulevaisuudesta ja siitä, miten Trumpin mahdollinen uusi kausi voisi vaikuttaa Latinalaiseen Amerikkaan. Kokonaisuutena transkriptio on hajanainen ja sisältää paljon toistoa ja epäolennaisia osia, mutta keskeinen teema on Trumpin tullipolitiikan vaikutukset globaaliin talouteen ja erityisesti Brasiliaan.

Transcription

6045 Words, 35714 Characters

Finnish
Nyt te ole aikaa hukattavana, kun on launas jaadattavana. Nestäni liikenneasemilaan käynnissä jännittävä launas jahti, josta voit voittaa kuukauden launaan. Käytä plussa korttia siinä aina aamukahvista autopeisuun ja motterielystä munkkipossuun näin olet mukana jahdissa. Kurka myös heidän kuun plussa edut. Lisä tiedot, nestä pitäisi tikautta plussa. S.A.L.K.R.O.K.E. nelle, kentää osa laisuus. Glassiko, Herkukrius vartaat tai vaikka kaslevit entrekotet ja ripsit, jotka sitten viimeistä elän rubella ja marinädeilla. Ruokatorilta suoraan krilliin. Nyt se tiet. Jokakokilla on salaisuutensa. Herkukrius tuotteet valituista hokelannon ruokakaupoista. Ruokatorilta. Oli epäisöki, K.S.N.N.I. Brasil. T.K.R.O.K.E. T.K.R.O.K.E. Nyt se tiet. Nyt se tiet. USA, India, Canada, EU. Aut bana l convenience. Jumperneetnetalla meidän lumpkopiset maailmastattavat governingon terveiberitynekheet/popus Sunport. Johtasu painiin niitä. Tenri警ista on luokaa niitä. Olet 아니야 te L pareまりltä eiköä mikä 올 hadnalieromaan el수k завien kuin osaamassa. », allegations on bran Weathert simpleilsikos MikkoProfien Opt wording rettää obfattuteen, esille Ostin mialle, ettäingsään seurin osuunni ettäingsaронLEDYENTE 갈rija kueelliin totana t itsensä tavalla, et m niżut data skit puol mainit juur strainsärjelä wondered. Elimin epäkällä voidaan juurainnudettana heb Hampshireiixoista tekee peilauksenteelliinascisuudounced перällä oikeinoped 수comm掰ire甜idos空a sanoa. ferna-jhenkentylle on ollut sen,ிшейênä päivää. R isä. Se �oon järjestelmää. roles mana hän incarceratedin on sen cachiri. Se fertilisessa on tiina ei tar wherever 可以vablea. Sen muistui infaauna. En y� vacc だunutihu pitää, consekkohtaisi gan possiblea kyllä on durant tyhold�oli, on sulfiriotava. Rump spinsる on, ja olen sagen, että t mäky oliitoa perivalli, mutta mä秋on t Gotchaan судon molemmörtä ranhongsi, mutta he loppat las Mt. Tääran val stringa coatedkaan saatiinkin vapauんだ. - Me deuxkaan seepusun Hopataan, Ab streaminga, vihdini se vostında, etiseekin leanissuitt trappeda on. Rapp演 gobneELL ja trib health også. ja semmaient on saada enää koko koko eri koko esitettely, - kun olen sinun arvornet, ja se on posikkoa. Koko eri ehlööko, kun olen koko eri koko valitettely, - kun olen koko jo koko valitettely, kun olen koko valitettely, - kun olen sinun arvornet, kun olen sinun arvornet, kun olen sinun arvornet, - kun olen sinun arvornet, kun olen sinun arvornet, kun olen sinun arvornet, - Se puускin скорее osa, johon ei roodaa vainRIA. kä se Symckenet Subaru timancingorian ei湳aa, johon seMO, oli aina duuna. Bet se oli vain rekaountaa ja on siis perustel merkävätkäs k testää. Jos tässä kun on käsin, että on johon seMO, johon seMO. Tämä on yksin, että on johon seMO, että on johon seMO. Tämä on johon seMO, että on johon seMO. Tämä on johon seMO. Tämä on johon seMO. Tämä on johon seMO. Tämä on johon seMO. Tämä on johon seMO. -Kiitin. -Kiitin. americano está no nível historicamente baixo. Como vamos construir, como vamos tomar, retomar essa produção que estamos agora agendo barreiras no resto do mundo, onde vamos encontrar as pessoas para fazer esses produtos aqui nos Estados Unidos. Não tem resposta fácil a isso, mas enfim, é uma visão ideológica, é um processo que foi iniciado há mais de cinco meses agora e vimos os flutos hoje. Muito bom, não é nem controversa, parece um consenso, sobretudo em economistas, a ideia de que esse tipo de política aplicada pelo Trump na verdade acaba trazendo danos a todos, particularmente a quem é obrigado a pagar o custo disso, que é o consumidor final no caso dos Estados Unidos. Agora, o Trump não parece de forma alguma se afastada aquilo que ele considera que a capacidade dele via a imposição de tarifas comerciais de reordenar as cadeias de comercio globales, extraordinariamente ambicioso e subjetivo. Ele está conseguindo? Não, e essa tarifa de 10% é a mais consistente de todas, porque ele considera que 10% é o patamar mínimo, o ingresso mínimo, como ele diz, para os produtores do mundo inteiro ingressarem no mercado americano que ele compara com uma loja de departamentos, que toda marca que querem entrar vendeir numa loja de departamentos tem que pagar o ingresso. Então, essa é a imagem que ele tem e sempre 10% foi a base. Desde o dia 2 de abril, dia da libertação, 10% foi uma base para todo mundo e o mundo entendeu. Então, esse seria o patamar mínimo para entrar no mercado americano. E é aquele país que conseguissem ficar só com esses 10% seria um feliz, como é o caso do Reino Unido, por exemplo. Então, não depende de déficit ou superávit bilateral, ele entende que é uma forma estrutural de reverter o déficit na balança comercial, que ele considera uma meiaça segurança nacional. E esse foi o argumento quando ele usou a lei de emergência econômica internacional, que é uma espirra no dia 24 de fevereiro. Ele usou a sessão 1, 2, 2, que diz respeito exatamente ao balanço de pagamentos, mas que só tendo a ação de 150 dias e que sem constatar o congresso e que expira nessa amena noite de hoje. Então, essa é, chegou para ficar e ele usa uma roupagem, uma aparência de tecnicidade quando ele cria dois grupos, 54 países entre os quais o Brasil com 12,5%, porque segundo eles não têm um compromisso de impedir a entrada de produtos que tenham trabalho forçado. E outros de 10% para a União Europeia, Canadá, México, Ecuador e Indonesia e Pakistan, que segundo eles têm compromissos, mas não cumprem. E os Estados Unidos são o único país do planeta Terra que cumpre esses compromissos. Eu devo dizer que realmente os Estados Unidos têm uma tradição desde os anos 30, há quase 100 anos, como eles dizem, de realmente ser muito rigoroso com essa questão do trabalho forçado. Isso é um fato, mas é óbvio que é um expediente para dar legalidade a essa tarifa base de 10% para o mundo inteiro, em globa 99,4% do começo dos Estados Unidos. Nesse ponto da nossa conversa está aí, nós estamos olhando em primeiro um pouco mais amplo, a partir do que o Trump acha que ele tem que fazer com o resto mundo, em benefício próprio, evidentemente. Quando você olha, é, dois de abril até aqui, dois de abril de edibuição do ano passado, né? Já tem um ano e meio quase isso daí, e percebe os vais e vens que vieram por exceções, causadas sempre por interesse em particulares dos Estados Unidos. Vieram por judicialização da questão, esperasse que isso cresça novamente. Você consegue detectar uma tendência, se o Trump está sendo capaz de se impor ou apenas criando uma enorme confusão? Acho que a confusão ganha da tendência, o Trump deixou claro que as escolhas que ele fez, ele nunca considerou os trade-offs, isso vale para tudo, vale para política comercial, vale para guerra, o fechamento do estreito e tudo mais. E claramente, nenhum membro da sua equipe, nenhum dele estava preparado ou levou em consideração ou acreditou que a inflação seria um impacto para os americanos, né? As contas de inflação no Estados Unidos, os cálculos de inflação, eles revelam que a tarifa não aparece com tanta força na inflação geral, mas em seguimentos específicos, e que são esses todos que estão excluídos das tarifas, a alta foi muito forte. E os vaivés que você acabou de citar, a volta, ela foi muito mais pela pressão dos Estados Unidos, né? Do empresário americano tem que falar, o BABA para ele, de dizer escuta, são os nós que estamos comprando, isso aqui para a nossa cadeia de produção, do que por qualquer conceção que ele tenha feito para qualquer país, isso vale para qualquer país. E pro Brasil, então, muito menos, onde essa política dele, essa determinação dele, encontra com a ideologia, que eu acho que é o caso do Brasil, o remédio fica mais forte, mas o que fique evidente é que desde o dia 0 ele desconciderou uma lógica inescapável da economia, que é o trade-off, ou seja, que é tudo bem, isso, você vai ter em troca, isso aqui. Estamos já colocando o nosso foco em cima aqui um pouco do Brasil, antes de eu passar isso agora especificamente, o Cairo, o Daniel, para que estão mais política brasileira, queria trazer para vocês que nos acompanham exatamente o impacto da área fácil no Brasil por setores. A campanha na nossa tela, nós temos aí para vocês conferirem. Nós temos esse impacto em balanços parcial oferecido pelo Ministério de Desenvolvimento em Ducy Comers, três grandes setores nós colocamos aí para vocês, 119 as taxas estão cárnica, fércil que laranja afrutas, isso tem um componente doméstico americano muito forte, nós temos uma tarea de 12,5% sob celulose e pescados e temos uma dupla taxação, vai chegar então a 37,5% sobre máquinas, equipamentos, produtos químicos e calçados, se a oferta um enorme setor industrial brasileiro, humano fatulheiro, começando por você, Daniel, qual é a resposta do governo? Olha, William, se a gente olhar um panorama mais amplo, o Big Picture, por isso assim dizer, as trocas, a densidade do relacionamento do Brasil e Estados Unidos vai para um nível muito baixo. Se você olha, por exemplo, nível de exportações do Brasil e Estados Unidos é o menor desde a década de 90. Também, desde abril do ano passado, que quando ouvi o dia da libertação, quando o Trump não se o primeiro estarifas é um dado pouco notado, ouvi 7 alterações da líquota de importação e, efetivamente, aplicados portadores brasileiros, conheci, vai, vem, e listas de produtos excluídos, então, esses portadores brasileiros realmente têm muito incerteza. Acho que é um simbolismo muito interessante, a gente percebeu onde estava hoje o ministro das relações exteriores do Brasil, Mauro Vieira, estava participando em Manila de um encontro da ASEAN, que é aquele bloco que reúne economias muito dinâmicas do Sudeste Asiático, para onde o Brasil quer se voltar mais, teve um encontro de meia hora de duração com o chanceller da China, que prometeu abastecer o mercado brasileiro de fertilizantes fosfatados, que é um problema para o nosso agro-negotio esportador eficiente e que está sofrendo com os impactos da guerra, e disse, textualmente, para Mauro Vieira, segundo acessores, a China continuará a apoiar o Brasil na proteção de sua soberania. Isso, para um governo brasileiro que usa o discurso da soberania, é música para os ouvidos. - Caiu, o que a banda está tocando, então? - Bom, William, até eles são nada ser decididos, né? Muito embora o governo tenha subindo o tom e prometido, agora sim, de fato, diferentemente das informações da semana passada, aplicar a responsabilidade, é um processo a partir de uma lei aprovada neste ano pelo Congresso Nacional, de muito lenta aplicação. Tem vários parámetros ali, que impõem prazos de 30 dias, depois mais 30 dias, depois mais 30 dias, porque na prática, o fato é que até a eleição, o governo não quer aplicar de fato, pode até iniciar o processo, mas não aplicar de fato, porque se a defesa da soberania interessa ao governo brasileiro e acompanha a eleição do presidente Lula, a inflação e tem ali de que uma retalhação de fato imediata do Brasil aos Estados Unidos pode haver uma trepica americana e aí portanto impactar na nossa inflação aqui, impactando o bolso de eleitor, a culpa é do incumbente, o incumbente ao presidente Lula. Então até os próximos 80 dias, ali, com esse final de outubro, nada deve acontecer. Eu estou falando na prática de mediatos, dessas tarifas da responsidade se aplicada, porque o governo vai ficar mudando o discurso da responsidade da defesa da soberania, mas de olho na verdade, nem fato que a aplicação da responsidade vai ter no bolso de eleitor e na campanha a relação do presidente. Até o tubro apostaria que nada deve acontecer. De fato. Mas, antes de um aspecto aí que a gente gostaria muito de ouvir, você está numa posição de entender o que é a política de Washington em relação ao conjunto ao emesfera occidental, a toda esse enorme espaço no mundo, mas a um destaque pro Brasil, especialmente quando a gente considera esta junção entre deologia política e questões comerciais. Quer entender, pelo seu lado, o que você identifica nas posturas e Trump em relação ao Brasil como objetivos? Para não cortar a sua resposta, eu vou fazer o seguinte. Eu tenho que chamar a intervalo com qualquer jeito. Eu vou chamar a antefispal um pouquinho intervalo e a gente retoma a nossa conversa daqui instantinho depois de intervalo comercial com essa questão para você, Brian. Até já, pessoal. [Música] W.W. nós estamos voltando no intervalo. A análise da política Brian Winter, editor-chef da América, Scott Ali. Brian, nessa junção entre deologia, tarifas como instrumentos de alpulítico e a posição do Brasil, nessa constelação triubpista, que que ele quer de nós afinal? Fiquei perguntando William, ao longo dos últimos dez dias, quando foi a última vez que o Donald Trump viu a palavra Brasil? Não está claro. Talvez quando Flávio Bolsonaro passou pelo Salão Alval, faz várias semanas agora. Porque essas tarifas agora eu entendo que tomaram uma inércia aberocrática. É isso que tem vida própria. Começou, claro, com uma decisão política no ano passado, no julho, novos de julho, né? Quando o Trump anunciou o primeiro tarifas. Depois dele ficou, porque entendeu que não deu certo. Todas nós conhecemos essa história. Mas o processo dessa sessão trizentos e um ficou. Isso tem a sua própria inércia, tem os seus próprios ideologos que estão tentando levantar essas barreiras para o todo mundo. E por isso o Brasil foi entre os primeiros a tomar essa tarifa do chabado trizentos e um. Depois veio a Canadá que também tomou uma tarifa também por um processo que foi iniciado na semana no ano passado. E sempre tem um grau de improvisação que se mistura com isso no governo Trump. Tem um ótimo livro que se chama "Regime Change", escrito por dois reportes do New York Times, que conta entre outras coisas a história do chamado dia da libertação. E deixa claro que houve muito improviso. O Trump esteve com Howard Lutney, o secretário de comercio, até o último momento dando toques finais nos números, com os outros assissores afastados preocupados pensando quais serão os números finais. É uma dinâmica um pouco com uma corte real que tem uma bruca-acia que também funciona. Então, é muito difícil de analisar, mas o ponto para o Brasil é que é uma mistura das duas coisas. Tem uma bruca-acia que está pensando mais na parte técnica e tem um elemento que é netamente político. Obrigado pela citação literária Brian. O livro que eu sou esse referido foi escrito pela Maggi Habermann e pelo Jonathan Swambo's Reporters New York Times. Maggi Habermann tem uma biografia sensacional sobre o Trump na qual ele é destruído completamente e ele continua falando com ela. Ela continua tendo acesso a Donald Trump. Ele gosta de que fala em dele, ele me importa como contando que fala em dele. O livro que você está citando está um best seller agora, já para a terceira semana consecutiva, fica dica para nossa audiência. Regime Change, Maggi Habermann, vale a pena ler quem está interessado em Trump e política americana, voltando ao Trump e a América Latina e o Brasil em especial, lorival. O Caio nos traz a visão do governo brasileiro da qual hora, enquanto tiver eleição aqui, não tiver eleição lá nos Estados Unidos, o streco vai ficar acumutado, não está bom para o nosso lado, mas vai ficar acumulado, está muito bom para o lulado do lado eleitoral. O que ainda apore agora do Trump? Daqui até o final, nós vamos levar isso em Bahia Maria. Entremos de tarifas, acho que era isso, esse é o pacote que a gente previa mesmo, antes de se pão aqui na terça-feira, que acontecesse essa tarifa. Agora, entremos mais políticos, assim, aí vai depender das dinâmicas aqui, primeiro ele está amergulhada até o pescoço, ele não estreia de hormus no golfe pesco, ele não está conseguindo sair de lá e as energias, dele estão muito consumidas por aquele problema. E não há perspectivo de ele resolver o problema de estreia de hormus, não vai resolver, não tem, porque não tem solução, ele entrou numa coisa que agora é funcionário, tem uma capacidade ali de única de impor, uma soberania sobre o estreito que é inaceitável e ele vai ficar ali, experneando contra isso. Agora, pode ser a treque para criar distrações, ele se volte para quick wins, frutos, fáceis de colher. E aí, você tem, por exemplo, Cuba, teria, acho que a Nicaragua agora virou uma boca, a candidata também é algo. Para chegar aqui ao Brasil, ele precisaria ter muito certeza de que o candidato Flávio Bolsonaro tem uma chance muito grande e poderia ser impulsionado por uma interferência dele do Trump em favor dele. E os dois se são muito grandes, Flávio Bolsonaro está todos os dias tentando se explicar e as pesquisas não indicam que ele está tendo uma vantagem visível em relação ao Lula e também existe o grande problema já observado empiricamente que as intervenções do Trump ajudam os adversários da que ele quer favorecer. Então, acho que o Trump não vai ter muito, por enquanto, muito o que fazer aqui o que tipo de horizonte se apresenta para essa, digamos, pressionorme esforço do setor privado brasileiro, em contato com o setor privado americano de aumentar, por exemplo, as exceções e tentar através de negociações, reduzir o impacto daqui da liga, é brutal, em facto aqui, sobretudo no setor industrial, como a gente deixou aqui para nossa audiência, é pouco conferir. William, eles estão um pouco conformados de que essa tarifa de hoje é muito difícil de se reverter, primeiro porque ela é geral e ela está muito bem calçada legalmente, tal como já disse o Lourival, esse diagnóstico já está feito. O que tem esperança ainda é aumentar a lista de exceção dos 25 centros, mas reduzir os 25%, não há também essa expectativa. O que vai acontecer é que os empresários vão bater ainda com mais força na porta do governo. E é muito provado que o governo siga atendendo, ontem o Daniel Rittner chamou atenção para uma coisa aqui, que hoje eu ouvi muito, de economistas tão preocupados com o tamanho dessa conta fiscal, desse pacote de incentivos que todo dia aparece. O 18B, ontem no Brasil soberando 3, 6, 6, 7, 7, 7. Hoje foi mantido a subvenção para a gasolina por causa do aumento do petróleo, então é um incentivo atrás do outro. O risco aqui é do incentivo que deveria ser muito focado para uma situação específica, ser mais um daqueles que vira permanente, depois nunca consegue retirar. Então de novo, o Brasil vai sempre embolado e a constatação é que isso é índio. O Estado brasileiro, mesmo que o Lula seja relato e queira fazer isso, ele não tem mais condições de acolher nada nem ninguém. A conta já não já estourou há muito tempo. Então, vou fazer uma pressão, por exemplo, para aumentar a taxa de importação, de concorrência de produtos que competem com eles aqui no Brasil, pedir de ferimento de impostos e tal, mas também estará mesa a aumentar ainda mais o protecionismo no Brasil. Você já nos deu uma ideia disso, mas queria que você entrasse um pouco mais em detalhes, Daniel. é o grau de impulsividade, num eventual resposta aos Estados Unidos. William, não há um apetite muito grande por usar, efetivamente a lei de reciprocidade. De abrir o processo a uma coisa, o caio já nos deu ali um roteiro, existem vários processos, ali várias etapas de 30 dias, sempre na lei, na regulamentação, quando você vai ver, são prorrogáveis, mas existe uma convicção do governo de que essa é uma arma importante que você não pode esconder totalmente, você não pode já adicar descartar. É claro que se você resolver tachar aqui no Brasil, resolver sobre tachar pastas de dentes fabricadas no interior de Michigan, por exemplo, muito provavelmente a fábrica que fornece esse produto, tem outros 100 clientes no mundo, eles portam para outros 100 países e não dependem do Brasil. Mas existem alguns produtos e serviços especificamente, o Brasil é um mercado importante, por exemplo, para os streams. O Brasil é importante para as empresas que fornecem sementes de soja, de milho. Essas têm no Brasil um grande mercado. Então, no momento do governo brasileiro, cita a possibilidade de retaliar com quebra de patentes, por exemplo, algum aumento puntual para esses setores de tachação, de alíquotas. O governo brasileiro imagina que pode mobilizar aliados em Washington, que pode bater na porta da Casa Branco do USDA, e dizer, olha, pegue um pouco mais leve com o Brasil. Mas, de fato, a aplicação de retaliação e de uma resprocidade, é algo que a gente ouve aqui silenciosamente no buchicho que não vai acontecer. É a política eleitoral superclara, né, Caio? Sim, tem, você não perder o discurso do confronto, manter o discurso do confronto, mas sem confrota na prática. Não sei se foi claro, se você usa um discurso, mas você não aplica na prática esse discurso. É mais um presente aí, que é a oposição, e que o próprio presidente Donald Trump, o presidente Luana, se acompanha a reeleição. Ryan, por último, tem um minutinho ainda queria ouvir o sobre Trump e os midterms. É difícil prever, porque, depende tanto da guerra com o Irán William, e o efeito americano no bolso, que sempre é o factor número um na hora de votar. As pesquisas não estão favoráveis para o presidente Trump nesse momento, mas é sempre importante lembrar que o Partido Democrata, que também está com a popularidade ainda muito baixa. Está começando a ganhar mais projeção, mais popularidade, nessas últimas semanas, com a chegada de alguns novos líderes, com o prefeito aqui em Nova Iorque, o Zora Mandani, entre outros. Mas ainda é cedo para dar um chute no resultado. Acho que o Brasil está ficando mais previsível. O Brasil está mais previsível. Boa comparação. Queria agradecer a você, Brian Winter, editor chef da América, Squareley, ele também é vice-presidente de política da América, soçaria do Council of America. Obrigado pela participação, remoto aí de Nova Iorque, boa noite, Brian. Sempre fazer abraços para todos os amigos que estão lá. Despeço também agora do Caio Junqueira e do Daniel. Deixe ele a ir. Não estou dispensando o Caio Junqueira. Olha a sua uso da palavra. Estou agradecendo. Muito bem. Deixa ele de castigou aí, olhe aqui. E dá para o seu chocolate. Boa noite, Caio, em domenal. Daniel, em Bragilha, obrigado, Boa noite também. Está aí, esluirval onde continua juntos. No último bloco do programa nós vamos tratar da guerra do Oriente Médio para onde explodiu de novo o preço do pefóio. Até já. Vamos de volta, o W. conosco agora, Sando, Teixeira Muita, Producções Ciências Militares, Escola de Comunistar, Mauro Azército, ACM, Sandoro. Obrigado, prazer novamente ter o conosco no programa Abor Noite. Antes, você ouviu a taisa, agora é volta do nosso rodência. Os preços do petróleo dispararam de poe de ataques dos rutes contra duas embarcações da raba saldinha, sarumar vermelho. Governos também estão reagindo, tentando frear o aumento da gasolina, o consumidor, eles está se espalhando pelo mundo. Aqui o ministério da Fazenda pro rogo a subvenção do combustível com uma taisha, dizia no no seguimento anterior. Confira. Ao longo desta quinta, o barril do tipo Brent chegou a subir 7%, negociado a mais de 100 dólares pela primeira vez desde maio. Os suços dos investidores ocorreu depois de um ataque ruti contra petroleiros salditas no mavermelho. O governo de Morramar, Ben Salman, garantiu que o equipe do navio está segura. O grupo rebelde aliado do Irã disse que "proceguirá com as operações navais contra a raba saldita no estreito de Bábermandé, por onde cruzam cerca de 5% de 30%. 5% de toda a produção de petróleo no mundo. A passagem também serve como alternativa ao estreito de hormos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que "responsabilizaria o Irã pelos ataques dos urtis e falou em uma punição militar. Apesar do apoio, Trump mudou uma posição nas relações com os salditas. Ele condicionou o acordo nuclear assinado nesta quarta-feira com o riade a participação do reino nos acordos de Abraham, que normalizariam as relações com o Israel. O primeiro ministro Isai Lens, bem a minha taniarro, comemorou o movimento dizendo que seria histórico. O governo saldita ainda não se pronunciou. A Casa Branca disse que está negociando para que o acordo nuclear siga de pé. O texto precisa passar pelo Congresso, onde possivelmente seria provado. E o presidente americano lida com outros problemas no parlamento. A Câmara dos Deputados americana votou novamente para reduzir os poderes de guerra de Trump. O texto contou com votos de republicanos, mas acabou parando no Senado. No entanto, a oposição deve seguir forçando votações de um Congresso, já que tem garantido mais apoio dos governistas. Sando, deixa a gente aproveitar a sua experiência profissional nisso e tentar entender do ponto de vista estratégico que está acontecendo neste momento na combinação do bloqueio desses dois estratos. Em que medida ruteis e irã são capazes de manter o fechamento dessas passagens? William, essa crise dos rutes bloqueando o estreito de Babel Mandab estava contratada há algum tempo. Essa campanha nova que os americanos estão fazendo, agora acabou de ser comunicado o final do 10/3 dia de ataques americanos ao irã pelo Comado Central dos Estados Unidos, o que a gente está vendo aí, o irã sendo atacado pesadamente no litoral e também em regiões que são produtores de petróleo iraniano. Então, Trump está escalando para criar uma crise e forçar os iranianos a negociar, o que eles já acreditam que estão numa posição de força porque eles têm a carta dos estreitos. Só que quando a gente observa dinâmica de ataques, a gente observa que há um sucesso americano tático, ele não chega a ser estratégico, em diminuir as capacidades iranianas de fechar o estreito de Ormuz. Nesse cenário, obviamente o irã ia avançar a cartada do estreito de Babel Mandab. Alguns dias atrás, a gente teve um ataque saudita, a aeroporto de Sánar, esse ataque estava muito estranho e hoje foi divulgado por agências internacionais notícias. Aqui, havia uma delegação da Guarda de Revolucionário iraniano, algo em torno de 10 a 25 oficiais da Guarda de Revolucionário e Técnica e Oficial de Ajaulta Patente, que foram levar componentes e planos para os rutes do IEMI para realizar esse bloqueio. Então, o que a gente está vendo aqui claramente é uma tentativa de utilizar essa arma da geografia, pressionando a energia para criar um custo na economia global um choque contra os americanos. E os americanos estão correndo com o tempo, tentando utilizar, na maneira de coagir ao irã. O problema é que os dois lados acreditam que estão com aquilo que a gente chamaria em inglês de upper hand, ou seja, estariam por cima e não estão tão favoráveis a uma negociação nesse momento. Qual os copos dessa escalada americana, no rival e outras palavras, na verdade? O que a gente identifica que seja até onde trampa que ia chegar a isso? A escalada americana é vertical, né? Ela vai se aprofundando nos fundamentos dela, da infraestrutura iraniana chegando a infraestrutura civil cada vez mais para dobrar o ânimo, o espírito, dos iranianos, sem considerar o fato de que há uma clivagem entre o que é ou são os iranianos comuns que, comproalamente, não tem nenhuma influência sobre a permanência ou não do regime iraniano. E a escalada americana é um escalador horizontal, ela vai expandindo com novos recursos, ela sim, é uma escalada de criação. de inovação, de agregação, de incremento, de novas capacidades. A dos Estados Unidos é a repetição do mesmo, a do Irã, é incremental. Então, no sentido, cada um está travando uma guerra. E quando dois inimigos travam guerras diferentes, não há um fim visível para essa guerra, porque um não atinge o outro, naquilo que realmente é capaz de ferir o inimigo. Então, é uma gas sensualção neste momento. O que parece que é o que hoje caiu a ficha para os mercados? Não tem solução. A ideia é três, quatro semanas atrás, mediante o tal do memorando de desentendimento, não dá mais forma de memorando de entendimento, isso nos agentes de mercado passou como o Pa. Deixe eles resolver as querelas deles, porque a gente arranjou um certo nível de estabilidade. Foi tudo de perna ponto. Eu não acho que é cedo dizer que foi tudo de perna pro alto. O Irã mercado está tendo bastante pragmatismo, porque fundamentalmente, se a gente tiver um problema de fornecimento no mundo, ele vai ser um problema de fornecimento pontual, vai ser tratado como um choque. Já está sendo tratado como um choque. Porque quando você olhar o balanço entre oferta e demanda de capacidade de produção, dos países e de distribuição desse petróleo todo, não necessariamente a situação comporta a disparada do preço que tem hoje. Eu acho que a disparada do preço ela em parte, que agora em julho, ela foi muito forte hoje, foi muito forte, mais de sete por cento, mas assim. Eu acho que ela volta em parte, ela corrige o excesso de otimismo com a possibilidade de haver um equilíbrio, porque o mercado sempre toma decisão contando com o pragmatismo, objectividade, e o mercado, pragmatismo, objectividade, que a gente dizer preço, a leitura é de que os governos não aguentam tanto tempo manter o preço da guerra. Por exemplo, Trump não vai aguentar tanto tempo manter o preço na guerra. Exatamente, o ponto que o Sando estava trazendo. E aí você pode dizer que talvez seja em generalidade, talvez tenha sido precipitado, o que eu vi agora nas análises dos bancos, é que ninguém está tratando ainda como uma tendência que agora vai ser só para piorar. Não, acho que ainda é uma correção pontual dos preços, e que vai depender do fôlego dos dois países de manter em esse grau de disputa e aí, portanto, de limitação de navegação e tudo mais. Como você dizia na sua intervenção, Sando, os dois lados saixam que estão com a mão mais forte. O que significa que, do ponto de vista de quem opera no mercado, só pode se esperar pelo pior? Não necessariamente eu diria que seria o pior no cenário de que essa guerra vai prolongar esse progúnto tempo, porque é uma guerra que já cobra um preço tanto da liderança seraniano, o Lora Ivá lembra muito bem, os americanos têm feito nesta segunda grande onda de ataques, né? O 10º dia, o que a gente está vendo são ataques à infraestrutura, no literal, ataques agora, desde o sétimo de indiante, a área do ruzestrão iraniano, no sentido de observar aqui o que a gente está vendo como uma possibilidade aí de realizar, de realizar danos à infraestrutura que possam fazer com o olivói bem disse criar um problema ali para a liderança para aquela diminua os forços de guerra. Entretanto, as capacidades que o Iranteio, o Lora Ivá lembra muito bem, a gente tem drones e missas adaptados aos 40 dias de guerra que têm capacidades inclusive de manobrabilidade, ou seja, para escapar das defesas da aérea do americanos. E então, por isso, o que a gente pode ver talvez é uma escalada nos próximos dias e depois o ritmo de dintese escalada. Eu lembro porque, nesses últimos 48 horas, a gente entendeu uma enorme polícia aérea dos Estados Unidos, continental e das bases americanas na Europa, em direção ao Oriente Médio, provavelmente trazendo material, trazendo munição e por aí vai, só que a gente também tem informação de que, num ritmo atual das operações, você terá um problema de munição dos Estados Unidos. Então, essa janela do pior não é uma janela que se arrastaria por muito tempo também. Nós sempre estamos aqui à postura de tentar entender como que as circunstâncias políticas domésticas levam a decisões militares, nós somos de antigo de um clássico desses. Quais são as circunstâncias políticas domésticas e como que elas influenciam as decisões militares do Trump hoje? É nesse ponto que o Trump não tem saída, porque para resolver essa crise, ele precisaria desembarcar tropas, seria desastruzo do ponto de vista eleitoral. Se ele não resolve essa crise, ele mantém essa situação de alto custo de vida, de uma pressão inflacionária, que é altamente impopular também. Então essa é a escolha que ele precisa fazer. Enviar tropas, continuando agastando também, como esse não é, ficou patente ontem no congresso, o PT-HECSET pedindo 87 bilhões, apresentando um orçamento de um trilhão e meio. O que a guerra custou até aqui, tudo da 87 bilhões? 37, que é preciso de 87. Tudo isso é muito impopular, tudo isso fica claro para os eleitores americanos, que o governo está se distraindo dos problemas desses eleitores. Então ele não tem nenhuma saída para isso. Se ele concede, o A.I.R.A, fica ainda o aspecto da humilhação de que o estreito nunca foi fechado o estreito, estava aberta até o dia 28 de fevereiro. Ele provocou o fechamento do estreito de hormus e agora, caminhando para uma instabilidade forte para dizer o mínimo no estreito de Babel Mandab, que aliás, em árabe, significa o portão das lágrimas. Essas lágrimas, nesse momento, são principalmente dos sauditos e do Trump. E deixa eu voltar para um ponto que você já tinha abordado lá atrás no programa. O que isso significa do ponto de vista da política dos subsídios brasileiros da gasolina? O governo anunciou hoje, confirmou hoje que vai manter a subvenção gasolina, já tinha estendido a do diesel e manteve o imposto de exportação sobre o petróleo em 12%. O vejo até uma chéadeira do setor, porque o preço petróleo já tinha voltado muito, não fazia mais o menor sentido cobrar 12%. Então, ele tem um casamento de contas que é, o ministro está fazendo até falou isso hoje. O preço do petróleo é essa altura, o petróleo vai recadar muito dinheiro. E, portanto, vai pagar muito de vida e muito imposto. E, mais ainda, o imposto de exportação que está tributado em 12%. Então, receita, tem um projeto de ler no Congresso Nacional para fazer uma correlação dessa receita do petróleo com o pagamento do subsídio, dos subsídios. Então, existe aí um casamento, mas eu acho que o maior risco aqui é não só da dose, mas do tempo que as coisas ficam. No Brasil, a gente tem essa mania de manter o provisório, aquele provisório que vira permanente, dentro de casa, põe um banquinho aí depois a gente resolve, o Brasil está lutado de banquinho, que depois ninguém resolve. Sendo por último, eu tenho exatamente um minuto, ainda queria ouvir o por último nesse programa. Aos nossos estrangulamentos estratégicos de insumos, particularmente, pro águo, que pés tão com as operações militares neste momento. Quédade-licado porque a gente tem que lembrar que existe uma guerra na Ucrania também, e que várias infraestruturas, produtoras de material relevante pro águo brasileiro, na Rússia foi notacada pela Campanha Estratégica, a Ucraniana de profundidade. Então, a crise é o Ormuz, a crise no estratos de Badalman, dad. É o fato de que você tem a Ureia do Irã, a Ureia da Arabia Saudita, e a Ureia de Egito, fora do mercado, afeta um único nosso agro. E agora, é óbvio que há toda uma corrida contra o tempo para buscar resultados e efeitos de comunilizar isso. Sando, tê cheira a moita para os solicências militares, lá da ECM, em escola de comunista do Morro do Azeiro, é o obrigado, Sando, pela participação no programa e boa noite. Obrigado a você, Ui, é uma boa noite a você, a taísa, o Orival, obrigado pelo convite, que é toda uma saudência. Daís, querida, obrigado, boa noite, o Orival, obrigado. Meu recadinho de toda noite, nós temos muito mais material para vocês na página do WWII, no site da cena em Brasil, com Fira lá. Vá lá, por que você não está muito bem, obrigado, boa noite. Olhem, Shannon Maldonado, cazintehtia artesã, e tuateita, meuvendo, jáuia, lahia, caupan, perustia. O licin-sopifainkosca alusto e a testa testa, ni totesim, senheh do tomaste, e o hídexil helpocayttõe-se em mista alusto. kärkeä pohtia kehittymistämme tulevaisuudessa. Kaikki myyntiin tarvittava työkalut, kuten varaston suunnittelu ovat kätivästi dashboardissa. Aloita ilmainen kokeilu shopifaippiste komsi-vustolla.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Tekstissä kuvataan kaoottista ja sekavaa keskustelua, jossa yhdistyvät mainosmainen "launajahti", epäselvät viittaukset ruokatuotteisiin ja monikielinen sanasekamelska.
  2. Suuri osa transkriptiosta on portugalinkielistä analyysiä Trumpin tullipolitiikasta, sen vaikutuksista Yhdysvaltoihin ja muihin maihin, erityisesti Brasiliaan.
  3. Keskustelussa käsitellään Brasilian ja Yhdysvaltojen välisiä kauppasuhteita, tullien vaikutuksia teollisuuteen ja maatalouteen, sekä Brasilian hallituksen harkitsevaa vastausta tulleihin vaalien lähestyessä.
  4. Asiantuntijat arvioivat, että Trumpin tullipolitiikka on osittain ideologista ja osittain byrokraattista, ja että Brasilian hallitus todennäköisesti viivyttelee vastatoimia vaalien takia.

Summary:

Transkriptio on sekava ja monikielinen, sisältäen suomenkielistä mainostekstiä "launajahdista" ja ruokatuotteista, sekä pitkän portugalinkielisen analyysin Yhdysvaltain presidentti Trumpin tullipolitiikasta. Suurin osa tekstistä käsittelee Trumpin huhtikuussa 2022 käyttöön ottamia tulleja, jotka asiantuntijoiden mukaan ovat aiheuttaneet epävakautta maailmankaupassa. Keskustelussa todetaan, että tullit ovat lisänneet inflaatiota tietyillä aloilla Yhdysvalloissa ja että Trumpin politiikka on osittain ideologista ja osittain byrokraattista.

Brasilian osalta analyysi keskittyy siihen, miten maa on joutunut kärsimään tulleista, erityisesti teollisuuden ja maatalouden aloilla. Brasilian hallitus on harkinnut vastatoimia, mutta asiantuntijat arvioivat, että se todennäköisesti viivyttelee päätöksiä presidentinvaalien takia, koska välittömät vastatoimet voisivat nostaa inflaatiota ja vahingoittaa istuvan presidentin uudelleenvalintaa. Teksti päättyy pohdintaan Brasilian ja Yhdysvaltojen suhteiden tulevaisuudesta ja siitä, miten Trumpin mahdollinen uusi kausi voisi vaikuttaa Latinalaiseen Amerikkaan.

Kokonaisuutena transkriptio on hajanainen ja sisältää paljon toistoa ja epäolennaisia osia, mutta keskeinen teema on Trumpin tullipolitiikan vaikutukset globaaliin talouteen ja erityisesti Brasiliaan.

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Trumpin mukaan tullit ovat keino järjestää uudelleen globaaleja kauppaketjuja ja vähentää kauppavajetta.

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