A transcrição é um relato descontraído e fragmentado de um grupo de amigos sobre suas férias de final de ano em Florianópolis, na Praia da Jurerê. Eles descrevem experiências como um passeio divertido em uma escuna pirata, onde interagiram com a tripulação caracterizada e outros passageiros. Durante a viagem, encontraram aleatoriamente diversas personalidades, incluindo Ronaldinho Gaúcho, jogadores como Jorginho do Flamengo e o influenciador Toguro, que se juntou ao grupo e protagonizou momentos engraçados. O grupo também critica os preços altos na região, atribuídos à presença de turistas estrangeiros, ilustrando com uma tentativa frustrada de comprar pastéis. No final, discutem planos para o conteúdo do canal, mencionando a edição de vídeos públicos e a criação de um compilado extenso e exclusivo para os membros, baseado nas muitas gravações feitas durante a viagem. A conversa é marcada por um tom humorístico e caótico, típico de um diálogo entre amigos relembrando eventos recentes.
E o Trump, hein? Que entrou lá na Venezuela e capturou o Maduro e eu vou embora. Isso, se faladíssimo. Só se fala disso, mané. Maduro tava verde, ficou. Então, o Trump demorou esse tempo inteiro pra ela buscar, porque tava verde, né? -Pirou ficar Maduro. -É verdade. -Pou poder buscar legal. -Catinho de gestação lá, né? Esse é uma. Foi uma. Foi uma atitude bem madura, do Trump. -Ah, né. -Dia lá buscar o. O Maduro. O Maduro aqui. Vai, vai, quero ver. Salve, sabe, fala ele. É isso mesmo que nos amazou e estrafou o soligo. E aqui na mesa temos hoje aqui o bati. O Jaxi, o Jaxi, o que você. Pra onde ficou primeiro? -Estou aqui, ó. -Tenho o bati também. Oh, novo ano! Ai, tô muito feliz! Porque tu tá fantasiado de Samuel L. Jackson, né? Samuel Jackson e Guilho. Esse ano é o ano do Dripe. É, inclusive eu queria que esse ano você chutasse, é tua feitiçaria. -O ano de quê? -Ele não tem essa magia. -Não é um chute. -É o quê? É uma feitiçaria. -Então? Esse ano será o ano de quê? -Já não é um feiticiero, ele não é um mago. -Porque é um mago, ele aprende a magia, o feiticiero é inato, entendeu? -Sim, entendeu. -Estou vendo saber. -É, mas já é um feiticiero. Por incrível que parece que a galera veio me perguntar essa porra. -O seu abrir a DM, ele é só. "Oi, eu falava no ano, hein?" -É só. -No meu histórico, cara, pergunta qual que é a palavra do ano? -É! -São duas, família. -Não vou falar. -A gente vai redever lá em algum momento. -Talvei. -É algum momento, né? Pode ser que quando eu começar a falar em séries. Pode ser. Pode ser que eu apertei o botão errado aqui. Mas só, você que está assistindo a gente agora, é. Bom, a gente vai contar, a gente vai falar um pouco isso, a gente vai ir embora. São amigos falando e refletindo sobre como foi o final de ano, lá em Florianópolis, mais especificamente na praia de Jureire, mais especificamente ainda no P12, né? Eu quero perguntar como é, mesmo, eu estou basicamente hospedado no P12. Então, só não duro uma lá, de resto. É como eu estou descobrei, tipo, uns anos atrás, descobriu que tinha gente dormindo lá escondido, né? -Calou. -Então, não deixaram, mas a gente dormia esse ano. -Ei, não. -Nossa, não dava pra dormir, tranquilo. -Tava porra, dava pra ficar o que o que. Falou, né, vagabundo se escondeu lá ao longo do tempo. Problema por nosso amigo Vitinho, só o Vitinho, vou ligar a Vitinho. -Terei que eu vou ligar a Vitinho. -Você que está aí tal vez do dia? Eu não, talvez não seja melhor pra ligar a Vitinho, porque talvez você precisa entender que diabo está acontecendo aqui hoje, né? Então, ó, pra te explicar, fomos em 13 pessoas pra floreanópolis, pra pra jereir. -Fitam o lado. -Dipatrão, idiopatrão. -Dipatrão. -Dipatrão. Vamos dar rolê a enxocuna pirata, andamos de carte. -Carte com marcha. -Carte com marcha, eu serei. Eu encontrei o próprio bruxo. Eu rolei foi tão aleatório que tinha até o Ronaldinho Gaúcio em pessoa, ela. -Nossa, é verdade, tem isso, né? -Propro bruxo, eu esqueci. Eu encontrei o Jorginho do Flamengo também, o nosso atual campeão da Libertadores e também o nosso atual campeão brasileiro. -Eita na cura, ele. -Tava lá. -E tem que ser cobrado. -Fui lá no Fui no Camarinho, do Jor de Mateus. Fui no Camarinho do Pechote, o belo me deu um pele aí e foi embora. Encontrei lá, aleatoreamente o Guto Galamba, de mamã, do Fight News que show. Cara, eu encontrei aleatoreamente tanta gente, na verdade. Foi bem maneiro, foi bem maneiro. E tem, assim, várias teve briga interna família. Fagabundo, entrando no quarto do outro de noite e fazia na atrocidade loucura e maluquisa. -E teve o mais importante, também teve lá o sabor energê. -Deve o sabor energético. -Não. -Sabor, porr, porr, calma. -Bor, energê. -Sabor, entendeu? -Bom, mas então vamos de ordem cronológica, ou não? -É, vamos, meu, é que. -Quê que se achou batista desse final de ano aí? -Poa, sinceramente. -Eu gosto muito, já faz assim. -Cê ficou no quarto e pinteiro, Nenge? -Não, paradimentíguio. -Poa, nós saímos. Eu tentei num safário, tentei até entrar na casa das pessoas, mas, pô, ninguém me deixou. -Não. -Pô, não sei porquê, meu, porquê te estranho? -Você aí, ó, você tá ouvindo a gente aí. -Você já ouvi falar em jurerem internacional? Jurerem internacional é uma parte lá desse lugar de jurerem, que é em Florianópolis, que todas as casas são a casa do tio Phil. -É, isso é verdade. -Todas as casas são a casa do tio Phil, né? Então, é tudo a mesma vibe, assim, não tem muro, aquela vibe. -É, cara. -É uma vibe americana, né? -É uma alfaville pra você olhar isso. -É uma alfaville, sem dentro de um condomínio. -Sim, é, tipo, tudo aberto. -E aí? Aí, a gente teve uma ideia lá, pro final, a gente teve uma ideia que foi "ah, se todas as casas são do tio Phil, vamos soltar aqui um maluco no pedaço desse livro". E aí, mesmo, no papo, virou um preconceito no pedaço, virou um carameu. Sabe quando você está numa cidade e você. Sabe daquele episódio do "Black Meal"? Tem um episódio que teve um indivíduo lá, que acordava todos os dias e sempre se repetiam as coisas. Porque a cidade toda estava filmando ele. Eu estava me sentindo assim, parece todo dia alguém estava me olhar pra saber quando é que eu vou roubar, mesmo. Que isso? Não, não, não, não. -Tava na. -Tava no trabalho, lá. Não se comprou pra colher na praia lá, né? Comprinado aí, guio, tava duro, filho, tudo é caro lá, com inclusive isso. É, não, inclusive tem isso, filho. É sério, se você for pra jura e é internacional, leva até o arroz, teu feijão, tua carne, porque se você for comprar, ela vai passar fora. A culpa sabe de quem é, a culpa é dos gringo, você gringo. O que não tá ouvindo a gente, que você não entende, português, é. -Porra mesmo. -Falendo inglês pra sua, né? Não, porque, assim, a maioria é argentinha, né, a América do Sul, né? Então, tem muito gringo lá da América do Sul, aí eu ganho 10. O cara paga o preço que for porra. Isso é verdade. Aí o que acontece com os amiguinho que tá lá? -Cara chegou o cúmulo. -Tive uma hora que eu fui comprar um pastel. E aí, as meninas queriam pastel de queijo. E eu cheguei na quando o cara lá e falei assim, irmão, "Gota, é que é o pastel de queijo." Aí ele trinta reais. -Meu irmão, eu não tenho problema. -Nara, 25. -Eu vi que eu fui, era. -Não, não, não, não. Meu, dois pastéis tava 60 reais. -Não era com dois sabores, que era. -Não, é por que que eu tô? Vai. Aí eu falei, "Pô, trinta conta, eu usou ali pra carol, isso vai ser cara." "Eu não vou dar trinta reais no pastel de queijo, vamos embora." Aí o maluco ainda teve um pastinho de fala assim, "Pô, pera aí, tu mora aqui, tu é local?" [Risos] -Cau, cau, cau. -Cau. -Meu. -Ai, eu não, mané. Não, não, não, isso aí, sanindo, fui embora. Foi lá naquela praia que a gente pegou a escuna pirata que foi maneiro pra caralho. Foi bom, foi bom. Eu gostei. Eu gostei de um rolégio na escuna pirata lá, teve gente que gostou dos piratas, inclusive. -Meu. -Meu lugar, um lá, meu lugar. -Ele é mesmo. -É, de repente. -Ele é um filho, eu, eu sei o mesmo. -A gente tem vídeo dessa porra. -Eu acho que nós temos, né? -Meu, é papo de navio. -Não, nunca mais voo no navio, nunca mais entrei na vio, sei bem, meu. -Cou com medo de voltar pra angola. -Ele falou, "Valmo lá no banheiro." -Ele chamou. -Ele chamou. -Papê! -Ele chamou. -É sério mesmo, é sério mesmo. -O pirata transão. -Eu vou colocar aqui, só você saber do que que eu estou falando da escuna pirata, é isso aqui, ó. -É. -Foi nesse negócio aqui. -Ai, pera a negra. Já me senti em casa, filho. -Seria o mesmo? -Gosta, senhora. -Clarário, quem estava gravando essa borrinha? -Como é isso? -Como é isso? -O que é isso? -Como é isso? -Ele chamou. -Não vai refete em voz alta, não. -Que daqui a pôr de navio. -Ai, só pra pra vir. -Ai, só pra vir. -Foi nessa parada aí que a gente foi certo, e lá dentro, estava assim, era esse que era um dos piratas. -Essa era o pirata, né? -É, é, é. -Pelo de perna, entenda. -Esse cara, finalmente, pulou no meu cole, eu tive que carregar ele pelo barco. -Essa era a pirata, ela, na verdade, era a comandante do bagulho, era andando que mandava a provaleia, talvez tenha o outro pirata aqui. Não sei, vamos ver, a gente acha ele aqui em algum momento. -Oi, então eu achei um de gringo aí. -Achei de gringo. -Tava cheio de gringo aí. -Priu um pra todo lado. Olha lá, a outra pirata, olha lá, os piratas ali, fazendo bagulho. -O batista estava normal. -Aquê o batista estava normal? - Até aí. -Meu amigo. -Não, aí fui de se viu, viu? -Daquí a pouco o batista se transformou. -Eu acho que é o próximo vídeo. -Ele. -Isso é normal, acho que eles estão a perlizar um batista de pirata com fio. -Pirata com fio, não é? -É, eu acaba falando, "Não, você hoje vai ser o pirata com fino." -Olha aí, o pirata. -Não, mas aí, isso daí foi ele que levou. -Tava esse chapéu aí, o tamanho, me tiraram o dinheiro, filho. -Porque? -Oi, esse chapéu é horrível com todo o respeito, viu? -Poma aí, tu foi tão. -Já estragou, já estragou o tamanho. -Será que aqui tem o batista de. -Não, ainda. -O cara estava gravando igual o Toguro na cara, igual com na mata, na verdade. -Tava no conforto, né? -Será que aqui tem o batista? -Tá difícil achar o batista, olha que minha bundinha de macaco. -Será que ainda. -Ele era só ver, só ver. -Ele era só foto. -Sava foto. -Sava foto. -Está mais perdido. -Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai. -Pô, pior que eu tava me sentindo, o Anipins. -O quê? -O Anipins. -O Anipins. -Batista tava no Anipins? -Eu tava, filho. -Tava bonito, filho. -Tá achou? -Tou se pegava? -É guixinho. -Ojo gringo, bojo gringo, perdendo. -Alar. Se bem que esse daqui é um casal de brasileiro, e esse é só dois amigos argentinos hoje. -Ele estava dançando. -Tango. -Vagabundo chorando de rir. -Comencei até uma competição dentro do barco falando caipirinha. É doido. O que que a galera faz valendo uma caipirinha grátis? -Vagabundo não faz valendo a caipirinha grátis, né? -O vidinho que o diga. -Vitinho que o. Esse vidinho aqui é o jovem. -É, é o vidinho clássico. -Ele tá no vidinho chipudo. -Tá no vidinho chipudo, hein? -Nos deixamos. -É que ele é ali, da pra ver com certeza, porque o que acontece? Batista de repente sumiu e voltou, vestiu de pirata. -Levá ele no banheiro. -Levá ele no banheiro e falaram. -Tá, tem o que fazer. -Aganca aí, tirar roupa. -Eu falei, "tá bom, vou vestir". -Ele. -Agora poder ir limpar o chão. -Eu falei, "que isso já passou da época, chefia". Ele falou, "não, vai dançar, sobe ali, sobe ali". -E foi essa merda, meu. -Poa, me decepcionei, gil. -Entira, tu se divertiu pra caralho, pô. -Eu me diverti, foi caralho. -Tá, foi bom. -Tame já tava na caipirinha. -Tô riu pra cacê, pô. -Já tava na caipirinha, também. -Tu pulou no mar? -Não. -Tu peidou de pular no mar, bati. -E que o seu pular não sabe nada, hein? -É, seu pular vai aparecer de bagilha cheia, gil. -Como assim, gil, não posso ver. -Que papinho. -É, não sei nada. -Oh, oh, oh, oh. -Neu já apulou, também. -Não, pô, eu não fico aduente, não é? -Não é nada. -Geralde cortina ali, ó lá. -Deus, livre. -Deus, me livre. -O bom demais, isso daqui, família, ó. No meio do mar. -Por que ainda o tempo tava bom, também. E isso é outra coisa aqui, vamos falar de florepa. -Tem um tibum? -Tiu pro gorar. -E isso é outra coisa aqui, a florepa. -Tá aqui, pô. -Oi, ó lá, ó lá. -Ah, como funciona, você apulou, hein? -O tempo florepa. -Eita, filmar o meu topa. -Tava com o bumbum, guloso. -Farece um kiwi que acabou de sair. -Caiou, rolando na poça, na feira, assim, sabe? -Pula, cara, pô, nem rolando aí, pô. -Ah, zaza, gilha. -Ai, cara, ai! -Ah, porra! -Tiu, pô, só tem esse. -Tou, porra, mano. -Dis que tem outro. -Dis que tem outro. -Ah, tem o G-Ponta, né? -Pô, porra. -Tem um. -Tem um. -Será que é isso aqui? -A treta o límico? -Tem um, mano. -Aquê eu tô, cara, ali, pô. -Ah, ai, ai! -Caiou igual, um leitão pula na água. -Ah, o que não parece, mas é alto pra caralho isso aqui, cara. -Era nada, mentira, mentira, era nada. -Era nada, gilha. -Eu estava querendo pular lá de cima do segundo andar, não deixaram. -Caramo? -Ah, esse era no segundo andário. -É, parece, a maneira de agora eu falei, gilha, que é me levado em volta, eu fiquei isso. -Bom, legal. -Tava foi isso aqui, o bar pirato, mas isso aqui foi, tipo, o terceiro dia, né? -É alguma coisa. -No mesmo dia, nós fizemos o que, mesmo. -No aloque. -No primeiro gente encontrou a loque. -Tem vídeo aqui da gente encontrando a loque, inclusive. -É a loque mais tougura ainda. -É, olha aqui, a loque. Isso aqui tudo, família. Vai virar um vídeo depois de a produzir um vídeo. É, basicamente o que está acontecendo hoje, a gente tá dando uns minispoiler aí das coisas que vão pro vídeo. E a gente vai fazer, na verdade, são dois vídeos. Porque um vai sair, ele é público, tem também meio pensada, tira do pensado, bababá. E o outro vai ser só um compiladão para os membros. -Alaus Iba. -O Iba. Sempre com o rirminar o encamarido aloqueuigim, com todo respeito. Você não pode nos levar esses chamarides assim. -Porque, cara? -Como é muito tudo. Tudo de filho. É sério, é sério, a produção da loque estava nos olhar, filho. Faram quem quer esses famintos, quem. Entram-me lá e destruir, meu filho. Cê era o mesmo. Eu acho que o dia que a gente mais fiquei, o que eu fiquei. -Alvetei. -É o vitinho aí. -Caralho, tá o vitinho. -O vitinho se pudem. Eu tive a oportunidade de entrar naquele camarinha ali no alote, -fue lá no primeiro dia, depois Jorge Mateus. -Sos de Mateus, também. Depois Martin Garex. Eu encontrei o caro do Pichote também, mas não foi nesse camarim, foi um outro. Nossa, a gente estava de patrão. -Nossa. -Vou encontrar o belo que ele fugiu. -Cabou o cheiro foi bom. -Não tenho que ir. Mas também o belo de cabelo preto, não é o belo. Ele estava de cabelo preto. Ah, não. -É sozinha. -Ah, não, era um sozinha, enganando vocês. -É sozinha, filho. -É sozinha. Ele estava de Playback, o belo na real estava em Miami. Por isso que ele precisou sair vazado, para ninguém reparar. -Caralho, Leo. -Sos é sozinha. Por isso, fingiu um passo mal, meu. No último dia. No último dia era um passo mal, meu amigo. Voltou passando mal para o caralho. E aí, nesse dia que teve a lock, teve togura também. Claro que isso vai, como Jã falou, vai para um vídeo depois, aí para vocês. Esse é o momento que ele chega. -Dá o togura, Leo. -Já chegou assim, já. Togura, gostar de bagunça, inclusive togura. Paga a nossa pizza. -O foguro. -Paga a minha era o mesmo. -Ser o mesmo. -Toguro chegou lá. -Como é o meu, a pizza do mesmo. Olha isso. Tôgura tentando dar um beijo, mole. -É bom. -É bom. Não, mas aí é verdade. Mas assim, ele chegou bem no momento que a gente é acabado de parar. Pô, tá todo mundo meio mal que vamos comer um negócio antes de beber, vamos. Chegou as pizzas, o toguro chegou com a tropa dele. -Fulek. -Fulek. -Sabor pizza. -Sabe o que eu não tinha pra ir. -Ela só se. -Ela só se. Ele tava andando o toguro, tava andando com o moleque lá engenharado. Então ele tava paler pra cá de ele copter. -É, mesmo. -Então ele tinha acabado de chegar de balneário aí. Uma parada assim, e daí ele voltou pra balneário. -É mesmo? -É, caralho. -Quer indiria, né? -E se ele depois. -Não, pera aí. -Não, acho que daí ele veio pra São Paulo, pro lance do Daquim de Liga. -É, é. -Vou à parada assim. Não, ele também, em um dia 31, tava lá com o Romário. -Não, não viu o Romário. -É, então. -O Romário tava lá. -O Romário, Luisa, sonja. -Luisa, sonja. -Eu também não vi a Luisa, sonja. -Tava lá no presta, não presta lá. -Tava lá no presta lá. -Tava lá. -Az inimigo, lá. -Tou os reis feitos a meio do safário que eu não conheço. -Mas como eu sou um bradinho? -Não, tenho respeito. -Vou se afare. -Tá meio tal safário. -Ese maluco aqui. -Oa, você já sabe que vou ligar o Vitim. Quem que tinha esse algum scar que eu não foi de queijo ficava nessa? -Vou ligar pra tal cara. -Eu não caitado. -Eu tava com a minha bolsinha. Ai, o Vitim falando comigo, eu com a minha bolsinha do Lampiz, que era bolsinha de criação de conteúdo, o que revistar essa bolsinha não achar nada é brincadeira, que tava tudo realmente. Por que que já não tá achando nada aqui assim? Já usou tudo, já. -Ai, é foda. -Esperto, esperto. Nesse mesmo dia, o Toguro fez quase um leque lá perder a namorada, porque ele queria colocar o shape num leque. Bota o vídeo aí, porra. Cadê? -Isso. -Isso. -O cara não quer colocar vídeos aí. -O que? -Safarei. -Safarei. -Safarei, cara. -Tamo que puxando o teu salmão. -Pô, é isso. -Diga de novo. -Ah, vou ligar de novo, vou ligar de novo. -Vera aí, vou ligar de novo. -Era ele que tava sendo velho, na verdade. Ai, que coisa. -Eu liguei, eu liguei. -Eu liguei. -Eu liguei, eu liguei, ele que foi aburrisco. Ó, eu liguei assim. Ó lá. Ó lá. [risos] Olha, aí, família, esse maluco aqui foi o cara que deixou a gente grandão lá. Eu nem sei se pode falar muito isso, porque o chefe dele lá o arô pode não gostar. Mas a gente ficou grandão, graça isso aí. [risos] Então, já falei que a gente vai pra indo carnaval, né, cara? Agora, a próxima vez, você tem que vir pra ficar mais tempo. Não tem como, né, cara? A energia desse maluco aí. [risos] Não podemos ficar sem papazco, hein, tem de ir? Não, a gente faz uma casinha boa pra vocês. Tem de ir, tem de ir. Cara, tá em casa, tá relaxando aí? -Eu tô esperando ela se arrumar pra que não folha. [risos] Que vida arrumparra, você não para, moleque. -A gente não parou aqui. -Que é isso? -Que é isso, gente? Eu tô com inveja aqui, cara. Vou usar a minha esquinha aqui, ó. E vou pra festa também. [risos] Valeu, era só pra dar um salve, valeu, cara. Beijo. -O Toguro, ele tem uma habilidade de aparecer nos lugares, mano. Tipo, você viu ele chegando nesse dia aí. -Eu nem sabia que ele tava lá. -Não, ele não tava. Isso que eu tô falando, pô. Ele não tava. Ele chegou. -E o que eu percebi? Eu acho que. -Ele. Pode volta aí. Ele enxando saco dos. Esse é o maior vídeo. -Ah, é isso aí, ó. Ele tentou convencer esse gordão. A deixar a namorada dele pra em troca de um projeto. Tá ligado? Ele ficou não. Vai terminar assim. Vai, chama ela. Vai terminar assim. E aí fica. [risos] Caralho. -Vocês assistiram isso é ditadinho com o áudio do bonitinho. Foi onde a gente solta esse vídeo provavelmente semana que veio? Depende mais de nós, né? A gente tem que gravar as cabezas. -Cara, é a saí. Tu que vai editar porra do vídeo, irmão. -É o dia. -É, você que eu cheio. -Então, amanhã sai. [risos] Não, a gente precisa familiar, olha só. Só pra. A gente continua fazendo o que a gente tá fazendo aqui. Esse vídeo vai sair. Quando a gente sentar. A gente vai fazer isso quando acabou aqui. O estrofoto. A gente vai sentar aqui, trocar uma ideia, organizar isso, contar uma história porque a gente tem um monte de vídeo gravado, uma porra de coisa. -Da cola. -Então. -Pensa que assim, a gente não tava fazendo um vlog, zão, enquanto tava vivendo a parada. -Valha, tava vivendo, a gente tava filmando. -Valha, tava filmando. -Vai, vai ter coisas pra consumir olha que coisa. Porque hoje a gente tem muitos membros. A gente tem mais de 300 membros. E que não recebe em nada. Eles só são legais. -Vai ter basicão. Agora a gente vai tratar com as entregas para membros com a mesma seriidade que a gente faz uma entrega de público. Então, vão ter uma pessoa dedicada a isso. A gente tá contratando uma pessoa só para isso. E um dos conteúdos que a gente já vai soltar. Agora, na íntegra para membros. É esse das férias agora. Pode ser que. Quanto tempo você acha que tem de arquivo no tudo? -Tem muito tempo, né? -Tem em pelo menos 200 vídeos. -Pelo menos 200 vídeos. Entendi. Tipo, ruim de tudo, a gente posta mais de um vídeo. Posta, tipo, três de meia hora na íntegra para buscar. Porque daí esses não vão ter muita edição. Ele vai ser só um compilado. Sim, sabe de coisas que a gente viveu. -É isso. E também, os membros pedem o que para postar na banda de membros. -É porque. Qual é o que acontece? Eu vou te explicar a diferença de quando a gente tá pensando no conteúdo para membros e quando tá pensando no conteúdo público. -Sim. Quando é o conteúdo público? Você tá lutando pela atenção daquela pessoa com tudo do YouTube. Então, você tem que acertar o título a também o vídeo em si e tudo mais. -Mas, pro membro. -Porque? Porque você está convencendo o cara a assistir. -Mas, pro membro, ele já pagou pro YouTube. Ele falou pro YouTube. Eu quero muito assistir os vídeos desse canal. Olha aqui, toma meu dinheiro para eu ser notificado para eu ser tipo. Então, eu não contei o do para membro. A gente consegue fazendo um jeito mais legal. -Sim. Porque eu não estou tendo que me adaptar. -Ah, da "breakfast cut". É, é verdade. Porque eu não tenho que pegar aquele conteúdo legal e envelar o para para o YouTube. Eu posso fazer só do jeito que foi que aconteceu mesmo. Então, vai ter bastante desse tipo de conteúdo aí. -Amen, eu até assinava com o Brad. -Vai dar todo dia. -Pô, todo dia. -Quando? -Será quer? -Quando? -É quanto? -Ceja sabe, quanto quer, certinho? -Um quanza para. -Prei, pior que eu sou sei de. Sei lá. Quando é 5 mil reais, eu já sei que é 1 milhão de quando. Então, eu fiz esses dias que 5.600 eram 1 milhão de quando. -Ficou 1 milhão de quando. -Só que eu não sei se está atualizado. Fica mudando muito. -A muda sempre. Em vez em quando eu varia, antigamente era 6 milhão. Agora está 5 milhão. Então, você deve variar em relação ao dólar também. Então, variar na real em relação ao dólar. Daí, variar para caralho todo mundo. -Mas, também, nem adianta, nem com quanza, nem florir para você comer. -Ah, meu irmão. -Eu estou sem fazer um show do milhão, só que. -Pô, como que nós vamos pagar os caras? -Vamos fazer um show do milhão. -10 mil quanzas. -Valendo 10 mil quanzas. -Na tua cabeça, caralho! -É 5 reais. -Vamos fazer 1 milhão de quanzas. -Não, mas tem que fazer. A pessoa não pode saber que é quanza. -Vamos fazer, valendo 1 milhão. -É. É 1 milhão, sou. A primeira pergunta que vale 1 milhão. -O que vai dar, sei lá, 1 reais. -O que vai dar, sei lá. 1 reais, sei lá. Principalmente 2 reais. Aí não vai dar para pensar. Não vai dar. Por que que eu falo isso? -Eu passei dados em florir para filho. -Quê isso? -Pas soldados? -Dá-nos. -Que que é isso? -Pas soldados. É para o restaurante e você falar caralho. A comida mais normal é 100 reais. -100 reais. -Esse achou um lugar barato, né? -É, né? -Ainda tem isso. -Ainda tem isso. -Ainda tem isso. No papo mesmo. -Então, inclusive, um salve teve alguns mercadinhos de lá. Sabe que eles mercadinhos de. Sabe o festival da incuritiva? -O Mercado de Borgueis, certo? O Zona Sul, lá no rio, que só tem Leblon e Panemos. Tem uns mercadinhos lá que parecem ser mesmo nessa vibe. Então eles já são naturalmente um pouco mais caro. Mas pelo menos os caros não foram filho da puta. Deixar mais caro. -Tá ligado? -Porque que eu estou falando isso? Porque eu fui no mercadinho lá. E aí eu fui olhar. Estava na parte dos biscoitos. Aí eu vi um traquinas. A porta é 2 morrinhos de traquinas. E tinha um cara lá botando preço nas coisas. -Tá ligado? -O traquinas estava remarcado para 2 e 30 mais caros. -Tá ligado? -Tá ligado? -O preço do traquinas. -Eu peguei uns que ele ainda não tinha remarcado. -Tava 3 e 50. -Tá ligado? -Vai bem de ditadura. Os outros. -O outro, inclusive, eu peguei o chocolate. Tinha uns de chocolate. Cinco e quase reais. -Quer isso? -Tá ligado? -Não, mas. -Então salve, acho que o nome do mercadinho era o armazém 3 de lá. Jurei, que, pelo menos, não remarco a parada para ficar mais filho da puta ainda. Então, não salve. Agora, o amigo aí que gasta 4 quanto para fazer um pastelo, e vende para os outros. -Tá trinta é um filho da puta. -Tá? -Não, é senão ele é vestidonado. -Não, é peraiado, é manda, não sei o que, eu caralho uma porra. -Ah, água de coco estava. -Vinte? -Vinte reais. -Poa, era sovenda e que assim? -Ser o vermelho. -Se vocês tão duro, não vai por fim. -Ele está duro, não vai, irmão. -Tá duro não vai por fim. -Tá duro, vai, tá duro. -Tá duro, vai. -Já disse eu, não. -Tá duro, não vai. -Tá duro, tá duro. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Já disse eu, não vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tá duro, vai. -Tinha caroi Luísa, né? -Sim. -E aí tinha. Não pode. -Programa razão. -Mas. -Mas. -Utimo dia eu descobri que se eu assinar um termo. -Pode. -É. -Claro. -Não durante o show. -Mas para curtir a piscina. -Tendeu? -Mas só fui descobrir isso no último dia. Entendeu? Então assim. Eu sinto que se eu tivesse chegado uma semana antes. Eu, de fato. Tipo, quando eu vou estar. Quando eu vou. Me aguarde, viti. E agora eu já entendi. -Ei, é. -Ei, é. -Eu, peraia. -Faia, continua aí, vai. -Ei, sé. -Peraia. -Não vai continuar aí. -Ah, não. -Não, é ver, não. E é sério. Chamada de atenção, família. Quando estão viajei em grupo, po, não mexe no quarto do amigo. -Ah, tem vídeos? -Ah, eu tenho vídeos. -Cabeu vídeo disso. -Cabeu mesmo, né? -Como é que começou essa história, bati? -Esta história começou. Da seguinte forma, eu e o Breno, tal, a Madurmin, eram quatro horas da maior acho. Ou três horas da maior. Os cabas chegaram doida. -E que é que eles chegaram no quarto de vocês? -Que era onde tinha videogame. -Era onde tinha videogame. -Ela onde nós jogavamos, onde tinha a reunião, onde conversávamos. Daí, só coisas permitidas. Só coisas existas. Tudo o que tá na vida. -Sobamente. -É. Na vida. Então, só, a gente tava jogando videogame. O que é 100% legal dentro da lei. Não produz uma assa. E a gente tava lá jogando. E aí, de repente. Aí, eu precisava. A gente tinha um. Um momento de inspiração. Eu precisava fazer uma escultura. Sempre. Aí, eu precisava fazer uma escultura. Não tinha lugar livre ali. Aí, eu fui no banheiro deles. E fiz em cima do váso. -Mas escultura? -Mas escultura, aí? -Não. - É, foi aí, eu fiz hoje cultura de cigarro. - É, caro! - Caro! - Ah, a escultura era. - Sabor, merda. - Não, não, não! - Era. O que que tinha lá? - Acho que era. Era. Minha mala encontrei no chuveiro. - Não, mas aí no fio. - No boxe. Por alguma gasão, minha mala que estava no quarto encontrei no boxe. Os tênis. Encontravamos no espelho. Os tênis. Por alguma gasão. Robaram mais o quê? Acho que no primeiro dia não roubaram nada. Ninguém roubou nada, cara. A gente está falando do que eles fizeram no quarto de vocês. - E depois, acho que. - Não, eu não sei. Você colocaram. Acho que era nosso superfume, essas coisas aí. Ele nem estava boa, dá, ele nem boa, viu? - Ele nem sabe o quê está falando. - Tá, mas é sério, meu. Não colocamos nada de isso. O que me contaram tudo e quando me contaram. Meu, eu vi foto, indivíduo, pisou na minha cara. Quando estava dormindo, eu falei, meu. Entira, olha o que está se passando. - É que já. - Era só falar o que já aconteceu mesmo. Qual foi a maior vigarice? A maior vigarice? Eu acho que foi isso que quando eu estava com os Nenguinbás da própria cama dele ser esse caudinho ter achado que eu tinha levado embora. Na verdade, estava ali com eles. Isso até de menos. - O cabalho. - É só um segundo ele. O cabalho não deixou em um calor de 40 graus lá. - E foi. - O que eu encontrou? O que eu encontrou. O que eu encontrou? Quem te foi embora contou? É sério, meu. - Cara, ele é foda. - O controle da TV também levou foda. - Mas ele levou. - É que eu não sei. Tudo bem, a gente fala a sobre o que aconteceu. Tá. Então, assim, o que aconteceu? A gente, nesse dia, a gente foi lá no quarto dele, jogar um videogame, e aí, de repente eu fiz uma. Só peguei sem umas coisas em que eu coloquei em cima do vaso. De repente, a galera, muito doido, começou a se passar. - Tem foto do delco. - É. Então, não estava não. Mas eles pegaram várias coisas. Várias coisas que eles levaram. Eles pegaram o pessoal que estava lá junto comigo. Pegaram a tua mala levar o poder do chuveiro. Pegaram, né? - Quem começou? - Quem começou? - A pegada mal? - Quem atirou pela primeira vez. - Ninguém. - Você nem que começou? - Tá vendo? - Não deu. Deitinho nenhum? Você que começou? É só fisa porra da escuturinha em cima da privada. Você tornou um vidro no teto, no meu tato de vidro, dentro do meu tato de serem. - Não. - Não morreu. - Não morreu. - Esse já tinha o feita ar. - Não morreu. - Ela morreu de Deus. - Quem que aconteceu? - Não sei que eu não fiz nada. Eu vi que eles colocaram a funcionar no trinta, mas ainda estava no gelar. - Ai, eu não. Boa tapas cantar. - Não. - Mas eu quero ter o máximo que eu fiz. - E aí? - E aí, os maluques se passaram. - O que é isso? - Esse daí é a escutura. - Ah, esse é a escutura. Olha esse escutura. Olha, olha essa escutura. - Esse isso daí? - Esse isso daí é motivo para fazer uma guerra. - Ó. - Esse cara foram no meu quarto. - Vamos escrever. - Aqui é a caixa do vaso. E aqui, portanto, está o botão da descarga. Aí, aqui é o acento do vaso. Em cima do acento do vaso, tem? - Minha marmita. - O rolo de papel jeane com um copo, tem os talheres do quarto, tem a marmita, tem uma licheira, e tem os covinhos de limpar. Repare, tudo que. Tirando aquele lique nem fui eu, que eu não peguei nada de fora. Só peguei esse coisa do banheiro para fazer coisa. Só que daí, de repente, o problema é que eu sou o conhecidamente como um encapetado de nós. - Mas me atiram? - Me atiram? Me atiram, cara. Eu sei o que você viu ali, o que ele fez. - O teio de coisa que eu fiz. - Mas o teio de coisa que eu fiz, se mochou o galão que você foi. - Ficaste sem um perno. - Mas aí? - Mas se deixei de dar. - Estava lá me dedicando para fazer um teio que maneiro, para o caso cair da escada, quebrei o pé. - Não. - Não tem coisa que eu falei mesmo. E eu quebrei, porque eu sou seu amigo ali. Eu não vou deixar isso para São Paulo, filha. Meixou com a gangue, vai ver a gangue. - Você já disse fez sua mala? - Não. Tá bom. Então desfaz sua mala. E aí, tem o último episódio da gaya. - Eu não entendi, cara. - Só um maior vigarista e ainda está por vir, se já viu Glitter. Foi o purinho, né? Eu tive que dia 4 achar uma papelaria em floria, não é? É porque assim, eu não ia fazer isso do quarto. A gente estava num lugar ali e tal. Mas a mala. Em um dos bolso, você vai achar uma ideia. A minha ideia era cortar a cama, lá do teu. Só ficar metade, só. Então não tem entendência. Não, mas cadê o vídeo do que vocês fizeram? Não, o vídeo que nós fizemos tem. - Sete minutos. - Ah, então. - E aí o cara. - Você já ficou 7 minutos de caralhando com a. - Cara, também foi 7 minutos. - Não, esse caralhando. Esse caralhando modo José Lito, porque o cara falou assim. Tipo, o primeiro. O que foi? A primeira coisa que eu fiz no dia seguinte. Acordei pizendo um caco de vidro. O quê? Que poeça? Não quebra em nada, aqui. O leque, comecei a olhar o caco de vidro. Tinha caco de vidro dentro do box. - Tinha caco de vidro no meu travesseiro. - Isso não lembra. - Caco de vidro no. - Isso não lembra. O caco de vidro da minha mala. Tipo, tinha caco de vidro em todo o canto. Tinha uma pia aqui embaixo, assim. Era caco de vidro um pouquinho de chão. Tá ligado? E aí, tipo, o primeiro dia. E os cara não tiveram a. - Descência. - Ah, não, não, não. - Descência. - Já avisar. - Que. - Porra, quebrei. Ó, fuzo a lá, já é. Mas ó, quebrei. Toma, cuidado. - Lá só que o porquê. - Caco, vamos acabar que a vizu na guerra. Como é possível? Seja viu, o inimigo atirou uma volta de aviso. - Nem fui eu, o que fiz, ou seu filho da puta. - Porra. - Eu não fiz nada dessas porra aí. - Por você. - O que fui eu, você se aliou ao seu inimigo. - É que você é muito burro. - Você se aliou ao dedo. - Eu já liguei toda a merda no teu quarto e você se aliou a ele ainda. - É ainda. - Inclusive, viu. - É que o toqueio falou para nós parar. Porque aquilo não ia parar, filho. É, porque eu tive dó de vocês. Porque o que eu, tanto de terrorismo psicológico, que eu fiz, eu já me senti suficientemente. - Eu também não me falaram, né? Até a moçalada o teu foi nosso quarto a vizágui, que é paparás. - Mas é claro, você estava jogando videogame alto para a caralho? - É. - Então. - Por isso que eu levei o controle embora, botei no volume 10, levei embora. - Valeu, valeu. - Apenal ir aqui, eu levei esse videogame. Eu vou te falar todo o dia achou o ver o que nós fomos. - O Puma e o Party é um jogo que a gente podia jogar com os membros também. - É. - De quanto. até quantas pessoas acharam como é? Então a gente podia fazer umas salinhas aí agora que a gente tá dedicado a isso. A gente podia começar a chegar em casa hoje e jogar na partidinha. - É, né. - A gente podia começar fazendo essa porra aí, eu acho, né? - O deco tá chorando aqui, que ele só fez no voleiro azul. Mas aí isso daí já deu. foi o que deu o start na porra. - Ele fez o quê? - Ah, eu não sabe o que. Eu tô falando que você se aliou o seu inimigo e nem se está ligado. Você tava dormindo, mano. O deco pegava. o batista em sono muito pesado. Tipo, no começo ele moviu. o deco moviu o batista assim, ó. No final, ele já tava assim. - Juro. - Juro. E aí o batista vinha copé. porque ele queria sentar na cama. Dejou cavo o batista opulado assim, o batista vinha copé fazer um carinho no deco pra entender o que quer. E aí a gente tava ali, abraçadinho, copé no deco. - É que. - Não, não, não. - E era pra transcendência. - Tá. - Tipo, é pra transcendência. - É pra transcendência. Tipo, é pra transcendência. Foda! Estou. Olhava da hora e vim. Estou, olhava da hora e vim. É, o algoritmo do batista mostra Brain Hot da Tuga. Foda Sovelha do Carassas. Conte os homens já dormis. Dormi e dormi só contigo. Os outros setos me deixaram dormir. Calma aí, eu vou tentar ver se eu acho. Ó. O cara vai ver se ele é. Não é isso daí não é. Mas é o Maduro. Maduro. Caralho. A Mura lhe cantando. A Mura lhe cantando. A Mura lhe cantando. A Jaxa que já voou. A Jaxa que já voou. A Jaxa que já voou. A Jaxa que já voou. A Jaxa que já voou. Que caralho. Que caralho. Parece uma quarta ou uma sexta ou uma segunda de tarde. Qualquer coisa, tá ligado? Qualquer coisa. E aí teve o dia que a gente estava com Martin Garrick também. Esse dia você chegou a entrar no camarim, breano? O breano não entrou. É o ano da lua. Eu vi da. Ah. Obregão. Tem um cadeia. Ó lá, o Martinho. Ou ele é bom, tá? Ó. É o Vili. [Risos] É o Rodrigo. É o Rodrigo. Que é isso, Raio? Aí tava um aspicado, boa inglês. É, aqui ali, né, toma aqui. Só distribuindo ali o. Léxico. Que é o Léxico, o Diego, cara. Ok. O Guarante Garrick, está ligado? O all the japonês. Então ele falando pra mim que vai voltar pra fazer um show e São Paulo aí, Marco Meio Duano, aí pra gente ir trocar a ideia. Esse é legal, né? Vai ser boa. Isso é só pra quem curte. Tá. Pior que eu não conheci ele de cara, assim. Você sabia o gol? É, eu sabia. Aquela é animal. É animal. Caralha, essa é o professor não, mano. Like animals. No animals. Like animals. No animals. E o name, o lo. E o Guarante. O bom, tá bom. Eu vou. Eu não sei, com a. Que é isso, meu? O chato. Eu não sei, com a. Eu não sei, com a. Que é isso, meu? O chato é de novo? Eu não sei, com a. Que é isso, meu? O chato é de novo? Eu não sei, com a. Que é isso, meu? O chato é de novo? Eu não sei, com a. Então vamos, porque. E agora. Fizeram com você aquela. Qual que era? Samina Miná? É, não. Não, não, não, não é. Não é. É alguma do. Do ego? É, do ego. Você tava cantando aqui. Mas é. Não, eu acho que não. Era. Cantei, cantei alguma aí, do ego. Era. Eu acho que era. É, Samina. É, Samina. Cantei, cantei, cantei. Essa música, você não tem em um sal, meu. Me avou e meu avou se conheceram a partir desse. Mentira. Eguinho, tá de falar. Nem é possível. Eu tô te falando que não é possível, porra. Não, mas só de falar que. Calma aí. Minha sobrinha apresentou a música pra eles. E tipo. Se amaram ainda mais. Essa música aí, do Eikon. Eles são muito fondos do Eikon. Seram mesmo. É sério, nunca. Calma aí, tu avou e teu avô se conheceram ao som de. Dessa música? Não, tipo. Essa música só apimentou ainda a relação. Porque naquela idade, o bíruo não soube mais. Mas quando colocaram essa música aí. Não, mas. Fizeram, veio. Quando esse conheceram? Não, eles já se conheciam. Mas pra. É que o bati teve falo do jeito esquisito, né, cara. A propimentar, relação. Isso não é possível. Essa música é de 2004. Como é que teu avô e teu avô se conheceram? Minha sobrinha. Não vou te explicar. Porque. Eu papo de família, me deixa triste também. Tessa vez. Mas. Continuando. Essa é. Essa é música. Lé, eu não vou lá mais contar muito. Vou barar o meu biquini amarelo. Isso foi quando. Sabado. E tu tinha um biquini amarelo? Porque não, Miguel. Vou barar o meu. Tu usava o biquini amarelo? Não, vou barar o meu. Biquini lá. A sunga também é biquini, né? Não, a sunga é biquini. Ou, sério mesmo. Quando eu vejo foto de sungo, eu falo essa qualquer fanta. Talvez. Mas não é biquini. Mas não é biquini. A sunga. Omenus a sunga. Que isso, Guilho? Caramba, isso nunca, meu. Parece meio. Caramba, tá pronto pra fogar de lágrima no. Que isso? Isso é uma branca. Ah, e a tentada ao pudor. A tentada ao pudor. A tentada ao pudor. Não podia, inclusive, lá no pirá. Não, não vai ficar. No cara do pirata supegando no pé. No cara do bar pirata, enxando o saco do. Acho que era peroano. É interno. Peroano que o pero marcando. É interno. Esquera dois. Esquera dois. Esquera dois. Esquera dois. Esquera dois. Esquera dois. O graças a Deus a essa memória não tem. Tem isso não, meu. Tem isso não. E também é algo que você é difícilmente vai ver em angola. O quê? As pessoas na praia assim, de sunga. Por que? Por que? Porque lá é a piróca muito grande que sabe aermuda. Caramba. É o negando, os apes. Todo mundo lá é o negando, né? Calma aí, calma aí, meu. Não, acho que é por vergonha mesmo, meu também. É meio estranho. É meio estranho. É meio estranho. O que é sungasul? Não, usa sungas. Chate, é estranho, usa sungas. Homens, usa sungas, no geral, tipo. Por que vocês acham estranhos? Por que dá pra ver muito o formato da pica? É meio que dá pra ver, né? Nem mais jando, né? Não sou mais jador, né? Mas tá me pô, meu. Se tem o pintinho, é pintinho. Não vou não colocar sungas, meu. Vai ser. Vai passar vergonha. Não vai, vai na praia, aquele sal da praia, aquele sal do mar. Faz teu pau ficar pequeno, vai entrar, vai sair com nada. Eu quando olho, eu falei, "Exa, sacoca aí, meu Deus do céu." Quando vocês estão olhando para a pica do salmírus. Qualquer sunga o sunga branca só que não pode. Tu manja a rola dos cara até quando eles estão de sungas sem ser branca. Nem que estão de manja, tem certos swag na praia. Porque você vê, viu? Você vê. É que tá meio talvez devi ser uma visão jamia construída lá e angola, que é isso. Tipo, "A, bikini, pô, meu homem, usar bikini, tem que usar boxer." Mas o que que seria um bikini? O homem não usa bikini, mesmo. O bikini é isso que eu tava tentando falar. A sunga, se chama bikini também, não é? Não, não. Qualquer. O bikini. Você nunca viu o bikini masculino? Existe? Não é possível. Eu achava que toda vez você tava falando bikini masculino e você tava falando de sunga. Eu acho que vocês falam coecas, né? Não sei, cara. A coeca é um bikini. A coeca é isso aqui. Estamos usando a porta. E também coecas, não sentido. Mas tem bikini masculino, pô. Quer como? Tá por uns momentos também? Não, calma aí. Então o bikini patapa o sebaixo e a né? Mas isso não, mas. Não, não é. Lá existe sunga. Nunca vi. É isso que eu tato falava. O pessoal lá. Isso aí é um bikini. Ah, tá, é tão mal no menino. Tá, é tão mal no cuve, então. Na moral. Então, ó, no cuve. Tá aqui, pare. O cara. Caralho. É assim? Essa pô, lá em gola? Não. É assim que o cara. Não, não, não. Entendi que você não gosta agora. Que isso, meu? Caralho, né? Que isso. Tá aqui, pare. E aqui também. Até eu vi alguém comentar o normal de saber muda. A ver muda é coisa de Paulista, eu vou te dizer. É? Falar aí, ó, por enquanto o chat está achando que a maioria. A maioria acha que é estranho da sunga. É mesmo. Então, eu não sabia. Eu já sei. Quando eu chegue, eu achei que. Aqui tivesse essas trânsis assim. Mas depois eu comecei a ver, cara. Será que eu sou único que acha? Mas também eu não sou aquela pessoa. Mas usa o que você quiser. Eu não me importa, é. Ah, vezes eu uso o sunga. Ah, vezes eu uso o bermudo. É. Mas quando eu uso o sunga fica. Mano é branca. Não é branca. Não é branca. Não, mas a água. A água salgada realmente deixa. É, filho. É, deixa constipado, filho. Deixa. É mesmo. Deixa o Paul constiper nada, filho. É, galera. Deixa eu falar. Deixa eu falar. Mas é que também. E depois eu não vou na praia. Não sei nada. Então nem a diante vai comprar muito material praia. Praia, não sei o que é. Não precisa ficar se bronzinhando, também. É, filho, é, filho. Eu vi oguinho. Família do Aquaman. Entro na água. Entro na água, saiba retoza. Isso é o. Ah. Ah. Ah. Nossa, como é que pode, mano? Que você deixou uma poça. Não deixou, não. Deixa eu ter uma poça de gordo lá. Como é que ele tava. Eu também negarei, meu irmão. Tá lá no vídeo, é só pegar lá. É, é, é, é, é. E tem teu pai gorfando pra caralho. Mas, ó, eu tô bem moco e dado pra não gorfá lá dentro. É, não, não, não. Eu só não limpei lá fora, porque eu não tinha como limpar lafonte. Eu tinha nem um material pra limpar. É. Eu não tinha jogar teu mesmo água ali. Olha lá, nosso pai aí. (risos) Mano, mas dá onde surgiu aquilo lá, mano. Não fui eu. Aí é que tá, não fui eu. Não fui eu, mano. Não fui eu, cara. De repente, quando eu vi que tinha um rodo, eu botei eles pra. Ele pra dormir junto com vocês. Mas assim, até ele surgiu, não tinha. Eu não tive nada a ver, mano. Isso que é o doido. E eu também de revesguei. É, o rodo fica dentro do armáriozinho lá na cozinha, pô. Todo mundo tinha um rodo. O rodo apareceu no banheiro. Nem sabia que tinha o rodo, porque o rodo era assim disso. É, né. Eu também. Fizaram uma limpeza, não, um quarto. Não, mas foi maneiro. Gostei da viagem, meu. Gostei, pra caralho, assim. Gostei muito. E. Perdi meu fone. É verdade. Perdi o fone. E a gente tava tanto nesse negócio de guerra que ele jurava que eu tinha pegado o fone dele. Eu jurou. O botei assistou a jura na ouviva. Não fui. Eu que peguei, cara, o teu fone. A hora que eu te acordei, você tava de fone ainda. Na parada do ônibus. Você tava de fone ainda? Hoje, a jura, pra mim, já não vale mais nada. Meu pai falou, "Juro, não vou sair de casa." Eu não ia vi. (Risos) Nunca vai voltar, filho. Foi, foi, foi. Foi de brincadeira, filho. Tá ouvindo? Agora tá falando a jura. Agora. Agora, a jura pra alguém que cresceu com o pai jurando, filho. Não dá, filho. Eu prometo. É. Eu prometo que não. Não peguei teu fone, cara. Não, eu acredito. Não, cara, sério. Não. Tá, eu quero ouvido no meu quarto, não acabou ali. Tá, eu acredito. Eu inclusive, e a mil que porra. A gente falar. A mil que tava de patrar o mesmo lá. Nossa. E essa foto aqui? Caralho, meu. É, as inteligências artificial estão indo. Caralho, né? É a môda, né? Aí, é isso. É isso. Essa daqui é de inteligência artificial, meu. Caralho, meu rosto. Nossa, tinha que ter feito a barba, né, Maria. Pra te tirar foto com o manãozinho. Só peraí, peraí, peraí. Tem um barbeiro aí. (risos) É o que eu vou colocar a gente filha pra caralho, Maria. É. Ai, os caras perguntam, "Pô, você chamou ele por full?" Sim, não. É, também. Não, sim, não. Se chamou? Sim, não. Como assim? Eu falei assim, "Ah." Eu falei, "Cara, eu entendo que pra você é a foda." Eu não fiquei chamando saciência, isso. Porque. Porque. Estou falando uma agulha e repercute no planeta. Eu entendo. Eu entendo mesmo. Então. E aí, ele trocou uma ideia comigo lá, muito foda, que, bom, ele trocou a ideia comigo, então, com vocês. Então, não estou me não posso falar, né? (risos) É, caramba. (risos) Não, porque se eu falar, é foda. Não, aí, que. Eu estou até agora tentando entender o que que é. O bikini masculino. Tipo, é só embaixo, ele tem, ele é tipo um maio. Sim, como é que é? Não, é só embaixo, filho. E qualquer diferença de bikini pra sunga. É que a sunga é de chola, bikini. (risos) Aí, é foda. (risos) Bikini. Caramba, o caba quer ver bikini? Não, só, não precisa mostrar. Você pode só explicar pra mim, pô. "Ix", no reflexo do seu óculos, já deu pra. (risos) Pra ver o negócio. (risos) Tá parecido com as esquisas. Não, deixa pra lá, não precisa ver. É só querer você explicar o que é, exatamente. Qual é a diferença de bikini masculino e sunga? É que sunga. Tipo, é o formato, é o material. É sunga também, sunga é muito apertada, sunga sufoucas bolas. Não sei, não sei, não sei explicadas, é ver? E bikini é mais confortável. (risos) Porque fica só um fiozinho, meu teu curto. Não, não, não, não, não. O bikini masculino é um pouquinho mais grosso do que o bikini feminino. Um pouquinho. É, um pô, um pô, um pô, só, mais grosso do que. Eu vou comprar um voto da depressão. Não, não, é sério, é sério. Eu estou pra você ver. E quando eu cheguei aqui, bóxer, é isso que nós estamos a usar. E na minha cabeça, na praia, tem que ir com chortezinho. Ó, foi pra. Foi pra praia. Está com uma bermuda que não pode entrar na água. Aquelas que molhem e ficam pesadas, é ruim, você vai ser arrepender. Ou já usei uma assim. Você entra na água de cueca ou não? Quer dizer, você não entra, né, de qualquer dia. Não entra. Não entra. Foi, foi com a bermuda errada, mas em respeito aos outros. Isso. Isso é assim. E respeito, e viu? Eu vou botar um salio, uma cueca, aí não, né? E calça, calça gins. Que calça gins. Calça gins. Pensa que você foi com isso, daí você. Você vai entrar na água de calça gins, porra. Por quê? Então, na chuva é pra cima ou de calça gins. Eu vi pessoas aí ele na praia com casaco. Não, beleza, mas aí eu. Cara, eu prefiro não entrar aqui. Boa. Casaco e na praia não existem isso. A pai entra na água. A retardado que entra. Fala que está senti frio, entra lá. Eu prefiro não melhor a porra, né, uma. Mas eu também é aquilo. Inclusive, eu tento me ensinar na idade novo. Eu pensei alguém que. É bom ele só aprender. Para te ensinar ele, parece que quer ter batenta. Quer te dar um sol com o filho? É porque eu acho que você estava sendo muito muro. Não, não, ele chega. Para ele é fácil, filho. Ele chega, fala. Ah, para respirar você não precisa. Para respirar o pulmão precisa estar cheio. Não, eu falei. Para boiar. Tá boiar o pulmão, né? É, eu falei. Imagina você deitar, né? Imagina deitar na superfície da água. Aí o que ele faz? Verde ele deixar o corpo. Tentar deixar o corpo deitado, ele fica assim. Não é? É. É assim, curvado. Verde ficar assim. Ele fica assim. Boa! Aí eu. Ele fica sentado na parado. Perdo todo o pôr de pé para cima. Não tem como. Só ser humano. Não sou peixe. Vou me afogar aí. Porque eu devolue isso. Ele quando tá boiar, ele fala. Riii. Eu devolue o caralho. Você já viu qualquer animal que tu joga na água assim. E ele sobrevive. Já tem aquela natação cachorrinha que fica batendo as patinhas assim. Essa é a mais fácil de todo. Eu acho que eu aprendi a nadar assim. Tipo, não consegue boiar para valer. Fica, vai nadar em dia assim. Nem. Não tá com o ataco. Você com um para um. Você não consegue nadar. Vai se afogar. Não faz. Aí aprendi a nadar. Vai se afogar. Nunca tive a entrar na água. Nunca. Mas aí é diferente de não saber nada. Não. Tem que saber. Nada. Não é só, sei nada. Pô, também sei. Não sabe, não. Ah, no GTA. Você não sabe nem boiar, cara. Tipo, você não chegou na parte do nadar. Você não sabe boiar. É a primeira etapa de todas. Assim, você conseguiu fazer o resto, cara. Aqui também, eu quando chegou, eu falo caramba. A gente já morreu nisso. O que eu vou aprender mais? Vou ficar na terra, né? Não vou sair mais também. Fica com a minha mãe. Ah, que saudade. Não aprendeu. De nada. Estou vendo aqui comendo aquele milho gostosa lá no voo. Almi. Porque eu não tinha só o club, né? É. É lá, tipo, ó, pra você entender como era. Começava todo dia um show mais ou menos pelas 8 da noite. Acabava ali mais ou menos pelas 10 da noite. E aí, a gente saía dali ir pra um restaurante que era ou folha ou o oco. Que era o oco de comida japonesa. E o folha de delícias. E aí, a gente, depois disso, daí chega um momento que é um restaurante normal. Chega um momento que vira festa. Tipo, tem espaço pra ser de jota de DJ. E as luz muda, começa, vira festa. E aí? E aí? O luz que tava lá toda bonitinha pro teu jantar romântico. É, tudo nada. Descapistinável. De nada, né? É maneiro demais. É bom, lá no folha. Tem um momento que começa uma música específica. E aí, todo mundo, todo garçom, todo mundo. Eu, tipo, a galera que trabalha e sai lá e faz uma apresentação naquela. Na. na. na vibe do Hard Rock, da vida, assim. E aí, da lícias, sai pro milk. Que é uma. Uma balada. Uma balada. Mais puxada com uma balada mesmo. E é o aster, da galera. É que vai. Olha o aquecimento e a mil, que é onde termina, né? É, você vai lá no. no pedoze. E aí, curte o show. E aí, curte o show. E aí, curte o show. E aí, curte o show. E aí, curte o show. Mochak. É, acho que só muda ordem. Eu mochak primeiro, eu não sabe. Eu acho que eu. Aé? É. É, eu não sei. É, eu não sei. Davidoogs. Mochak vinta de cúlture num final de semana só. É 13, 14, 15, fevereiro. Ó, dá para comprar ingressa ainda. Que querendo ir. Inclusive, é o que eu percebi. Você escurtei muito, mas que eletrônica, tipo. Tá, cara. É gostosinho demais. É. Você escurtei. Vocês ouvem 10 de pequeno, essa poe. Não. Não é possível, mole. É que não. Caralho. A mente baila no sul. Quando você gosta, não, tu gosta de quê? Huh? Tu gosta quando você quer estar baila, cúlduro. É, não. Isso aí, você era boto com a tua cabeça. Caralho, meu. Quem me chamam? Eles têm coragem. Eles soubesse o tanto que o batista do dança, a música. Eles têm coragem. E me olham e ri e falem, cara, é todo momento de brilhar. Como é que eu vou brilhar? Eu não sei de onde eu aderro. É. É. Bom. É, é que eles fazem na boa intenção. É. Tá ligado? É que nem uns gringas, lá me mostrando. "Ah, isso aqui é samba, né, do Brasil, né?" Aí a música é fancava. Fancava. Fancava. Fancava. Mas eu fiz ela. Fancava. Votaram o questiono Ronaldo. Eu não sabia que ia ter isso. Tudo que envolve perigo, nós temos medo, boa, sem brincadeira. Ache o justo, pular um bang-djam, por exemplo, não, não. Não, não, não, não. E se você morrer antes de você ir lá, vim. Morre do coração? É, isso até tua mãe fala mesmo, não vai, não faz isso. É, bang-djam, eu tenho um pouco de cagastão. Eu também. Seria? Tem paraquedo, eu fui, tipo. Ah, paraquedas da tempo, tipo, de você desistir da vida no meio do caminho. É, se der ruim, meu amigo, você vai poder. A sala que ele filme que passa na vida, pô, pelo menos vai ser um vídeo do YouTube. Vai ser um TikTok, tá ligado? Mas demora de bang-djam, meu amigo, aqui, ó. Tá, se configura o aparelho, vocês tem 32, já era. Segundo, demora de aumentar esses poucos segundos que dizem. Porque, na minha cabeça, demora uma intervidade. Cara, demora, só que o problema é justamente, quando já parou ali. De que você pica lá? E você tá de ponta de cabeça pendurada e os caras estão puxando. Esse momento aí que eu vi um amigo meu. E até esse momento, eu estava em dúvida, se eu ia lá naquele dia. Quando eu vi ele sendo puxado. Esse momento final é. Não. Não. Não havia um também, ele te atiro, ou você vai sozinho? Então, como a gente estava com um instrutor, né? A gente que não salta de paraquera, a gente meio que tem que saltar com o instrutor, né? Então, o cara, a gente fica meio agroplado, uma lupula, a gente pula junto. Tipo, você tem que tentar não atrapalhar. É. Você não toma uma iniciativa. Você só não cega. Só não cega aqui no canso, né? Porque eu ia assurcar. E hoje aí. Pau! Ele tá meio desmaiar e não está meio lá. Pau! Mas aí, você é burro, né? Porque, assim, se você. Quanto mais você espenha e há maior chance de se morrer. É. Então, eu ia demorrer, só ficar quietinho. É, por isso eu não vou, filho. Ou não vai. Isso. Você realmente é dois papos, né? Que você já falou que ia e que não ia muito às vezes. Tá aqui no dia que eu. Marcam pra isso, escolhe a hora. Marcam os hoje pra amanhã. A manhã só comecei a ver vídeo de avião cair. Mas aí, olha como o cara é burro. Olha, olha, olha, olha. O YouTube, olha. Você ficou procurando essa porra, mano. Não, procuré. É que. É quando o senhor vai falar "quero pizza". Você entra no Instagram e vê pizza. É tipo isso, filho. É tipo isso, filho. É tipo isso, filho. Eu também sentia assim. Eu vou nada, filho. Eu vou nada. Vocês aqui vão lá. Bang it jump. Eu sei brincadeira. Não, não, não. Vou lá na diversão, meu. Eu vou nada. Eu mesmo. É. Sou controlado, ele não tem que ser. Entendi. Mas você não gosta de pegar avião também? Você pegou avião, onde é um gola pra cá? É. Mas no primeiro dia, eu fiquei com medo pra caralho. Nem dormir. Fiquei. A viagem toda assim acordado. Ah, pra controlar, né? Tem que controlar. Entendi, eu tô querendo ir pra Brasília ver. A supercopa. Eu mesmo, né? Vai ter afinal agora. Quem foi na final? Ah. É. Bom, quem que ganhou com a Copa do Brasil? Ah. Qual que foi? É que eu não lembro quanto que foi o jogo. É. Quem estava jogando, meu. Foi zero a zero. Quem estava jogando? Hum. Ah, lá vai, gente. Tá mudo? Foi zero zero, Gui. Hum. Mas ganharou lá, né? Depois de marcar. Meu, foi um jogo horrível. Claro, porra. Não. Então, só num jogo horrível. E o Roberto chutou uma vez, entrou. Aquela merda aí do. Como é que eu não vi dele? O colossal de taquera. O depaí lá. Chutou uma vez, também. Entrou. Sabe por que que eu não entendeu? É que eu não sei se são os bosta. Não é um bosta, meu. Sabe por que que eu não acho o depaí tão bom assim? Porque eu acompanho a jornada dele, Gui. É porque você é madridista. Não é, meu. Não é, meu. Não é, meu. O cara é angolando e fala que torce por Real Madrid. Não é, meu. Você capaz de falar que o Memphis depaí é melhor que o Benzemã, por exemplo. E atualmente? Milvez. O quê? A Unica Bola que o Depaí tem é só de carne. Benzemã tem bola de ouro. Tem bola de ouro. Você quer ver a bola de ouro? Você quer ver a bola de carne dele, também? Também não. Mas esse é o. Quando eu vejo alguém falar, o Depaí é ídolo. É ídolo, aonde? Cara, você veio pro Brasil. Você não teve maldição de família. Você podia ter escolhido um time. Você escolheu o vasco. Você nunca mais devia falar de futebol na sua vida. O que é isso? Obrigado, fala de outra coisa. Não compensa. Aí tropa do Rio. Giazão aqui. Não, mas eles são do Rio. Eles têm motivo para isso, entendeu? É. Ou é o pai dele. É melhor. Eu não julgo nenhum vascaindo. Eu julgo você ser vascaindo. Obrigado. Porque você podia ter escolhido. Ó, eu dei uma. Não vou falar. Que filho dá pra vocês. Caralho. Não tá travou, hein? Tá bom, tá bom. Caralho. Não tô por fora. Fica querendo saber o que eu vou falar com a mãe. Estou mentindo, mas. Ó, você viu que eu fui na guerra. Não fui calmo. Não entreguei. Que isso é papo de queimar tudo o que. Super Copa do Brasil. Corintes e Flamengo. Quem que vai ganhar? O árbitro. Não, nessa aí, não. Essa não. Essa daí, eles vão ter isso daí. Essa vai ser. Tem fama de comprar arbitragem. Tem, mas. Tem o time que ganha demais. Esse cara fala que é dar arbitragem. Meu pior, que eu acho que é o Flamengo. Flamengo tá bom. E. Isso, eu não sei. Estou tentando. Não tô entendendo, não vai se caindo. Eu sou, mas. Então eu vou vai se caindo. Você não pode gostar do Flamengo. Eu sei, você tô derrado, cara. Não, nem tô. É que estamos a falar em modo futbolístico. E eu já fui treinar dotamento. Tá. Em modo futbolístico. O Flamengo tá. Se tu tivesse que casar 10 zão, tu casava em quem? No Flamengo no Corintes. Eu acho que casava 5 no Corintes. E 5 no Flamengo. Não confio nos damos. Vai que sai 0-0, ele foi volar. Não confio. Tu tem que apostar num empate, né? É. Caramba. É que Corintes. Tem quem? Temos que falar. Tenho um pai de todos os vassos. Não, o iuro Alberto voltou. Foi treinar lá. Viajou num. Não ele volta. Antes do jogo. Volta, volta. Vai flamengo pra mim. Tá mais. Tá mais grande. Tá maior, tá maior. Casaria 10 zinha ali, não me engano. É, não me engano. Então, a tua aí, que eu não sei se tu vai curtir lá. A supercopa, lá em Brasília, não sei o quê? Então, usando a gente de ganho com ele. Ó, você. Você aí, ó. Você que vai ficar em casa assistindo pela TV, cara. Tem uma promoção sensacional pra quem curte esse tipo de. Diversão, né? Porque isso que é catéu, é um lugar pra você se divertir. Tá? Não é um lugar pra você ganhar dinheiro. Não é um jeito de você ficar rico, tá? Pra você se divertir e curtir adicionar um pouco mais de emoção Ao teu evento deportivo. E nesse caso aqui tem uma promoção, cara. Que se tu apostar 10 reais, no mínimo 10 reais, tá? No mínimo. Pode ser com o que valorou, mas no mínimo 10 reais. Em qualquer esporte, e eu recomendo aí um. Aposto a casar essa graninha aí no mengão, né? Porque tá mais fácil, né? É. Cara, a catéu ela te devolve. Uma outra aposta grátis de 10 reais. Ó, mas é importante prestar atenção. Que a aposta mínima é de 10 reais. Se você aposta 20 reais, a catéu vai te entregar 10 reais pra você fazer lá. Tá bom? Rotou te falando que a tua aposta grátis continua sendo de 10 reais. Tá bom? E tem prazer, tem que usar em 4 dias, beleza? E se você ganhar com essa aposta grátis, só o lucro entra na tua conta. O valor da aposta grátis não volta. Tá bom? Então, entra lá. Tem o link aqui, tem o QR Code, tem o link aqui na descrição também. Você curte, se você entende desse mundo de após do mais, e curte a aposta esportiva, a catéu seu lugar, mas é muito importante pra se divertir, na verdade, na catéu, você precisa ser maior de 18 anos, e jogar com responsabilidade. Tá não é pra usar o dinheiro do aluguel. Vai ser uma mula, né? É, cara. Sabe, sabe? Tu ia viajar agora no final do ano e não foi, porque você lá ficou com rebotei. Então, a grana que você ia usar com, entretenimento, que é o dinheiro pra você colocar, é o dinheiro do fliperama, é o dinheiro da cervejinha. Não é o dinheiro do mercado do aluguel. Beleza? É isso. É o dinheiro que a gente tava vendo, não estava na supercopa, porra. E eu acho que vai dar mesmo não. Da macho encontrei lá o meu brother de orginho. Então, eu estava lá mandado na caixassa, estragando tudo. Não estava, ele estava se levando. Que morreu, cara. Tá, tu tá por fora, maluca, tu tava de ferro. Estou regado, mano. Estou regado, não é. E é doido que os caras são. Tava ele o vitro clay, tá? Ó, é. Então, esse foi. Que vitro clay, ó, sou. Esse, tá, ó. Juntos lá. E a gente foi trocando, é uma tempo, podia chamar. A gente podia chamar eles pra fazer um extra flopo. Um extra flopo, né? Mas essa é a foto que a gente jogou de futebol, né? Não é a foto. Tem que estar de ferro também. Não, eu já falei pra ele irmão, porra, aposenta aí, pra gente poder trocar. Tudo bom. Cara, a gente vai jogar o ar. Ele vai falar o amanhã, mano. Vai deixar. Deixa que eu vejo, deixa que eu vejo. A gente finava a garalha, hein? Eu acho que ele também tava no dia aqui, nós foram pra Santa Catarina, lá no parque, não? Não, não. Lá o Leo Pereira. Ah. Tirar foto com o Leo Pereira, lá também. É, ó, de todos os segundos que eu sou diferente. É só todos iguais, Juntinho lembrem agora que o Juntinho. É o italiano, né? Ah, é mesmo, hein. O italiano. Esse eu sou fã. É porque. Ele joga muito bem. Bate bem penalt, hein? Ele é. Só que tá num timinho. Querê? Mais ou menos. Mas eu compi a ronda libertadora. Não, tá num timinho mais ou menos. Inclusive, o brasileiro, esse ano, vai ser interessante. Vocês querem? Do Vasco? É. Eguinho. O Gabigol no Santos. Esse daí, esse. O Gabigol. Esse sabe ganhar a torcida. Pergando. Tu viu o que ele falou lá? O cara falando o que? Pô, tá, dando um passo pra trás aí e jogar no Santos. Se jogar no maior clube do mundo, é dar um passo para trás. Esse é o melhor passo para trás que tem. Ele meteu essa na coletiva. Mano, Juntinho, a música realmente não tá nem aí, né? Caralho, meu Deus. Não era o Flamengo pra ele. Achei que essa não é a polícia que podia fazer isso. Agora, tava jogando. Tá jogando. Pode meter o look, tá? Tem um, tem uns memes que é jogador de futebol quando vai. Quando é contratado para um clube? Sempre foi o meu sonho jogar aqui. Sempre foi o meu sonho jogado. Real Madrid. Pô, meu. Qual que eu tomei com? Qual que eu tomei com. Como é que era aquele. Quem que era aquele atacante do Corinthians tá mandando bem pra Caralho e foi parábia? O Roger Guedes. Então, ele meia no meu sonho e era aí pra. Comerro, comerro. Carlos Miguel, filho da puta do Caralho. Que isso? Desculpa. Desculpa. O que é esse cara? Esse aí era um cara que tava. Tipo, o tio Cácio, no Corinthians. Aí o Cácio saiu, tava numa fase. Beleza, vamos manter ele como o ídolo aqui. Vem um outro goleiro que cobe bem. Ali que era o Carlos Miguel, o quê? No momento tava bem. E aí, de repente ele foi vendido com um time. Tipo, ele saiu do jeito escruto, em resumo. E aí, de repente, voltou para o Palmeiras. Ele tem vídeo dele das antigas falando cantando palmeiras, não tem um dia. E agora ele voltei pro primeiro clube, até um dia alguma porra assim, tá ligado? Metendo louco máximo. Ah, não, não. Tá ligado? É bom querer. A melhor coisa que ele fez foi sair e aí surgiu o Gussoso, tá ligado. Mas eu fico. Um salve pro Neneca. Salve pro Gussoso. Sou o Gussoso. Mas isso não tem que ir mais. É que nessa época ele era mal tratado, agora ele veio. Como ele nunca foi redado. O Neneca nunca foi mal tratado. O Neneca é que você tá por fora. É que você tá por fora. O Neneca é que você tá por fora.
Podcast Summary
Key Points:
O grupo relata suas férias de final de ano em Florianópolis, especificamente na Praia da Jurerê, destacando experiências como um passeio de escuna pirata.
Encontraram várias personalidades de forma aleatória, como Ronaldinho Gaúcho, jogadores de futebol e o influenciador Toguro, que interagiu de forma humorística com o grupo.
Reclamam dos preços altos na região, especialmente para turistas estrangeiros, e mencionam situações cômicas, como a tentativa frustrada de comprar pastéis caros.
Discutem a produção de conteúdo, planejando lançar vídeos públicos e um compilado exclusivo para membros do canal com as gravações das férias.
Summary:
A transcrição é um relato descontraído e fragmentado de um grupo de amigos sobre suas férias de final de ano em Florianópolis, na Praia da Jurerê. Eles descrevem experiências como um passeio divertido em uma escuna pirata, onde interagiram com a tripulação caracterizada e outros passageiros. Durante a viagem, encontraram aleatoriamente diversas personalidades, incluindo Ronaldinho Gaúcho, jogadores como Jorginho do Flamengo e o influenciador Toguro, que se juntou ao grupo e protagonizou momentos engraçados.
O grupo também critica os preços altos na região, atribuídos à presença de turistas estrangeiros, ilustrando com uma tentativa frustrada de comprar pastéis. No final, discutem planos para o conteúdo do canal, mencionando a edição de vídeos públicos e a criação de um compilado extenso e exclusivo para os membros, baseado nas muitas gravações feitas durante a viagem. A conversa é marcada por um tom humorístico e caótico, típico de um diálogo entre amigos relembrando eventos recentes.
FAQs
A viagem ocorreu em Florianópolis, mais especificamente na praia de Jurerê, no P12.
É uma parte de Jurerê em Florianópolis onde as casas têm uma vibe aberta, sem muros, semelhante à casa do Tio Phil do seriado 'Um Maluco no Pedaço'.
Um passeio de escuna pirata, onde houve interação com a tripulação fantasiada e muita diversão.
Foram encontradas várias pessoas, como Ronaldinho Gaúcho, Jorginho do Flamengo, Guto Galamba (do Mamãe Falei/Fight News) e o Toguro.
Os preços são altos devido à grande presença de turistas estrangeiros (gringos), principalmente da América do Sul, que estão dispostos a pagar mais.
O Batista desapareceu por um tempo e voltou vestido de pirata, após ser levado ao banheiro pela tripulação para se fantasiar.
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