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Tráfego Pago na Prática: Anúncios que CONVERTEM em 3 Segundos | Barbara Bruna - Hotmart Cast #185

44m 15s

Tráfego Pago na Prática: Anúncios que CONVERTEM em 3 Segundos | Barbara Bruna - Hotmart Cast #185

A conversa aborda estratégias práticas para tráfego pago, desde os fundamentos até erros comuns. Destaca-se a importância de duas alavancas: primeiro, despertar a curiosidade de quem não conhece a marca e, segundo, converter esse interesse em venda. Para orçamentos pequenos, a recomendação é focar em públicos já em busca do tema e criar anúncios com ganchos persuasivos que ofereçam conteúdo valioso de imediato, em vez de serem meramente promocionais. Ao discutir escalabilidade, enfatiza-se que aumentar o investimento financeiro deve vir acompanhado da multiplicação de recursos criativos e de captura, não sendo uma simples ampliação de verba. Adverte-se contra o erro de priorizar um ROAS alto em detrimento do lucro absoluto e de negligenciar custos operacionais não óbvios. Por fim, conclui-se que uma abordagem eficaz combina a análise de dados com uma comunicação autêntica e humana, sendo que profissionais de diferentes áreas podem ter sucesso ao equilibrar essas competências.

Transcription

8593 Words, 46121 Characters

Portuguese
Se você quer entender como os anuncios realmente funcionam para a VD na internet, seja começando agora ou já investindo pesado em tráfego esse episódio para você. A nossa convidada de hoje já investiu muitos milhões em tráfego, treinou milhões de pessoas no Brasil e no mundo e ajudou marcas a vender em muito mais. E o melhor é ensinar isso no jeito direto, aplicável e sem enrolação. Bora de strinchar o que realmente funcionam de lá pegou paco do primeiro anúncio a ter as estratégias mais avançadas. Um spoiler, você vai sair daqui muita coisa para aplicar o seu negócio ainda hoje. Eu acho que já vou começar a esporte que acho quando eu não as coisas que eu nunca contei. - O que você acha? - Tem que te dar a falar. Tem duas alavancas. Você tem que ativar só. A primeira alavanca é transformar. Que nunca te viu num curioso. Tipo, o que é que tem aqui? O que é esse o jeito? Que Instagram que é esse aqui? E a alavanca 2 é transformar o curioso em comprador. Primeiro foco é "Fique bom" e chamar atenção os três minutos. A red line que você traz o seu anúncio, quanto menos dinheiro você tem, melhor ela precisa ser. E quando você tem mais dinheiro, você se dá o luxo de ser menos persuasivo. Essa é a mágica do dinheiro, né? Oi, aqui é a barra bruna e o hot mart quest começa agora. Olha aí, bem vindo da mais uma vez. Nossa paz e vizinha, quase funcionara. Já é bem quase. Foucai era um crachafix aqui no ajumato. Eu estava brincando que teve uma época que eu encontrei tanto um micha aqui no escritório, que eu falei "Cara, acho que o micha virou empregada". E estava indo mais que eu. Isso é ocupante. E tanta gente estava por isso, né? Porque você já passou pelo hot mart quest outra vez. A gente já falou de outros temas, que foi a falou de intonacionização, foram outros coisas ali. Mas no final das contas, a gente sabe que você é realmente conhecida pela parte do tráfego. E um ponto que a gente depois, ó, que era até abordar também, que você traz uma visão muito legal sobre tráfego e sobre aparecena internet. Que eu acho muito legal porque você sabe que a pessoa que não gosta tanto que apareceu assim. Então você não se torna a refém de uma máquina de criativos bizarra, né? Você conhece mais gente que também está atuando forte. Sem precisar criar um volume massivo, já não se usificar a refém disso. Cara, você falou um negócio aí, eu acho que já vou começar a esportquia e as contas nas coisas que eu nunca contei. - E você acha? - É porra, vou falar. Coisas que a gente só conta no momento de dizer, né? E só lembrando, por o melhor comentário desse episódio, vai ter um presente depois. - A gente pode revelar o presente depois dessas histórias aí. - Pronto. E há um presente legal, hein? Olha, esse negócio de não querer aparecer não é só sobre vontade, né? Mas é sobre estado emocional muitas vezes. Porque quando a gente entra no digital, a gente tem essa pressão de "Cara, eu tenho que produzir conteúdo, eu tenho que estar na frente das telas, eu tenho que palestrar, e aí você joga essa carga nas suas costas". E por um tempo, às vezes você até consegue ser resistente e fazer que precisa ser feito. Mas se não é a sua natureza, cara, uma hora esse negócio vai na palpa. Então comigo sempre fui um bichinho de caverna, né? Por mais que eu adoro quando estou com pessoas, adoro estar ali com elas, mas a minha preferência é sempre ficar mais fechadinha na minha caverna. Então estar com pessoas, falar, gravar, produzir conteúdo, me tirar total nas unas confortas. E tem um momento na vida de qualquer empresário. - Pelo que não pode quebrar. - Mas aqui outro em casa, entendeu? Aqui para a via mais fácil. Tem um momento na vida do empresário que ele vai ter que fazer o que precisa ser feito, mas tem um momento que ele precisa olhar para a sustentabilidade que ele faz. Então, se não é sustentável para você, produzir conteúdo todo dia, postar o seu café da manhã, todo dia nos stories e todo dia tal, você tem que achar um caminho paralel. Você não pode deixar de fazer, se não você perde o jogo. Mas você precisa achar um caminho paralel. Então que eu tenho feito nesses últimos anos, é encontrar caminhos para que as pessoas continuem me vendo consumindo de mim, ver a minha cara na internet o tempo inteiro, mas sei necessariamente o ter que parar a minha vida para poder produzir conteúdo. É porque aí cae naquela velha coisa, né? Se você tiver muito preocupada em fazer o básico da sua intesa, que é colocar a empresa para ser visível na internet, quem vai focar em fazer o seu negócio crescer. Que é uma frase que ela é de certa forma clichê, mas ela é viradeira na toda aquela clichê. Aí só para a gente não esquecer, qual vai ser o presente para o melhor comentário desse episódio que é nudo? Boa, o maior comentário vai ganhar dois ingressos para passar um sábado comigo no orcshop aprendendo como crescer 10 mil seguidores por mês, sem precisar aparecer, sem precisar fazer dancinha. O orcshop é muito legal chamado desafio da SK. Então quem gosta de desafio? Quem quer crescer 10 mil novos seguidores? Esse vai ser o presente para o melhor comentário. É maravilhoso, é um like, então se não precisa viajar para o lugar nenhum. Pronto. Você comentou sobre ter um negócio, ter um momento de negócio em que a pessoa precisa focar em aspectos mais de crescimento ali. E muita coisa mudou desde quando, por exemplo, a gente se conheceu, que deve fazer uns nove anos ali, você rodando tráfego para o evento. Muita coisa mudou. Nesses tempos da internet, quanto você pode investir, quanto você consegue investir em uma plataforma específica, né? Aí vamos supor que você tivesse hoje, vou colocar um orçamento bem baixo assim. Se eu tivesse entre 30 a 50 reais por dia para investir numa campanha de tráfego em 2025, para começar a crescer um negócio que está do zero. Como você começaria isso? 30 a 50 reais por dia, vai ser uma verba que não dá para você gerar a aumentar o nível de consciência da pessoa, quebrar as objeções de seu produto, fazer um remarque de pro cara voltar, não dá para fazer tudo. Então você tem que escolher uma batalha para poder lutar. E eu acho que a batalha é mais importante para quem está começando, é pegar quem já está buscando curso naquela área, quem já está buscando conhecimento naquela área, é não ir atrás daquela pessoa que você tem que fazer muito esforço para convencer. Porque querendo ou não, pode ser um treinamento sobre como alimentar a sua calopsita, que certamente existem pessoas que estão buscando isso, então é atrás delas que a gente vai. Tem, né? Pois eu se tenho isso, que eu sei que não é ótima que tem. Então nós vamos atrás dessa galera. Então isso já faz um corte muito grande em quem a gente vai alcançar, pegar realmente a galera que já está buscando isso. Com esse valor, é muito interessante você fazer um criativo que não seja vendedor, mas que ele entregue um conteúdo no próprio criativo. Então como eu faria um anunço de alimentar as calopsitas? Acabei de pensar nessa calopsita. Então cinco alimentos que eu jamais daria para minha calopsita, se eu quisesse que ela viver se 50 anos, não sei quanto tempo eu vou aquela calopsita. Então meu anuncio começa dizendo isso. Cinco alimentos que eu jamais daria para minha calopsita, se eu quisesse que ela viver se 20, 30 anos. Então a redline desse anuncio, ela já é muito interessante, se eu tenho uma calopsita. E puxa, saber sobre alimentação, saber o que eu tenho que fazer para ela viver mais. É algo que me interessa, eu vou prestar atenção nesse anuncio. É diferença de um anuncio de galera lancei o curso sobre alimentação de calopsitas. Tem ninguém que se importa com isso, né? Porra. Vou pro chat de PT. Eu vou pro Google. A redline que você traz no seu anuncio, quanto menos dinheiro você tem, melhor ela precisa ser. Que quando você tem mais dinheiro, você se dá o luxo de ser menos persuasivo. Essa mágica do dinheiro, né? O dinheiro ele te dá a oportunidade de não aparecer e gravar conteúdo do dia e de não ter que fazer criativos mega-meca-creativos. Você tem dinheiro. Agora quando você não tem dinheiro, cara, você tem que ser mais criativo que a média. E você tem que ser mais impactante que a média. Então eu com 30, 50 reais por mês. Por dia, criativos de alto impacto com a redline muito forte. No qual ali eu estou entregando o conteúdo e no final falo "Cara, tem treinamento, tem curso, tem uma aula para você assistir aqui". E faria essa distribuição de conteúdo dentro do próprio Instagram. Porque eu acredito que ali, por mais que existem mudanças de públicos, público mais velho, continuando Facebook, tem muita busca no Google, mas o Instagram super assume para a gestão de tráfego de imp遭ção. Hoje a gente diz que está fácil cremar o seu Instagram, porque ele já transforma o seu criativo e a anuncio. Que é uma parada assim surreal. Eu fiquei brincando, quando eu trabalho a agência de publicidade lá em 2012, 2013, você rodar uma campanha de tráfego. Era um negócio surreal, mesmo das mais básicas assim. E hoje é tipo um botão. Um botão. Um botão 30, 50, por dia, testa ali. E aí, tem uma pergunta que é a seguinte. De cada dez anos que eu vo, em 9.5, eu vou escutar alguém falando que está precisando escalar algo. Aí, beleza. A pessoa começou ali, está gastando 30, 50 reais por dia que seja. Ou mais, se ela tiver mais dinheiro disponível. O que você responde quando a gente pergunta como identificar o momento de escala de uma campanha, de um negócio, de seja loco for. Beleza. Eu acho que assim. Eu tenho uma criança em relação a isso, mas deixa eu falar. É, não é, porque eu já vi que você já está com as coisas maquinando aí. Primeiro, entendeu o conceito da escala. E quando a pessoa fala que quer escalar, ela quer colocar mais dinheiro, faltar mais. Mas ela não quer colocar mais assets, mais recursos, mais ativos para aquilo escalar. Então, primeiro erro de quem fala, "Ah, puxa vida, último lançamento, eu coloquei 100 mil. Agora eu escalhei para 300 mil e não virou, ou não consegui colocar 300 mil." Mas porque quando você vai olhar, a pessoa foi escalar dinheiro, mas não foi escalar recursos. Não foi escalar volume de página, volume de criativo, volume de cop, de argumento. Então, a escala, ela precisa ser global. Não é só aumentar o investimento no anuncio. Você precisa dobrar a triplicar a quantidade de criativos, dobrar a triplicar o número de páginas, de vídeos de vendas que você testa, de formulário de captura, de absolutamente tudo. Então, acho que muita gente não escalam por isso, que é escalar em dinheiro, mas não quer escalar em recurso. É que a minha criança é de que quando a pessoa está procurada, para com escala, ela ainda muitas vezes nem olhou para o ritmo do negócio. Porque a pobreza, eu preciso de quantos lides para vender tantos reais. Quando eu coloco 100 reais, eu vendo quanto. E é o que você falou, né? Tá, mas hoje eu tenho uma página de vendas. E se eu tivesse cinco, e aí a coisa que eu sinto é que muitas vezes quando a pessoa tá procurando da escala, ela não tá na hora de escalar ainda. Ela tá na hora de olhar para o negócio e falar "perê, deixou controlar meus números" e a partir deles eu escalas. E é o que você trouxe aqui, ponto de vista de recurso, né? Por causa, deixa eu aplicar mais recursos do negócio. E é o escalo. E isso eu leve a conta o ponto, que é o erro comum que a gente percebe, é achar que tráfego é principalmente sobre investimento, sobre você e investe bastante. Você já acabou de trazer aqui não, cara, não é só sobre isso, nem que aumentar os recursos também. O que mais você vê de erro em quem tá começando a fazer uma operação de tráfego no negócio. Seja como um gestor, seja como dono do próprio negócio. Antes de responder essa, só pontar uma coisa também que a gente falou de escala aqui. Então, eu estou mal cuidado que tem gente que é medroso para num pop-in, a edição. E no escala nem é pau, porque todos os. [Risos] Porque todos os indicadores falam que o cara tem que colocar mais dinheiro e a pessoa não põe. Então, assim, existe o usado que quer escalar e não quer colocar os ativos ali, para crescer. Mas tem muito, eu acho que a maioria é. O cara que tá fazendo roas 5, 6, 7 e, cara, fica com o mesmo investimento. E a pessoa ainda vira, falou assim, "Mas meu orgânico é forte". - Moro não vai ser. [Risos] - Não é? Quanto seu orgânico é forte, que bom, que você pode colocar mais em tráfego de menúem um pouquinho em sua magia e trazer mais volume que vai reabastecer o seu orgânico. Então, acho que o nosso mercado vive uma doença crônica de medo de escalar. - E tem esse contrasto, que é escalado, o jeito errado, que é uma coisa, que é só colocar mais dinheiro e também não colocar dinheiro quando você pode colocar mais dinheiro. - É. - Na sua leitura, qual é o tipo de indicador que é o orqueio para a pessoa colocar mais dinheiro? O que ela tem que buscar? - Terroas. Grande. É um atestado de loucura. Porque você deveria estar tendo um roas menor, mas um lucro maior, um volume de dinheiro maior. Então tem gente que se apega tanto ao roas por 100, voltou a 600. E que esse apego ao roas é o que te joga no buraco. - Que é ela deixar de investir, mas é que só para deixar claro, para a galera também roa, é o retorno sobre investimento em anúncio. Aí, por exemplo, eu investo mil, vendo 6 mil. Aí a pessoa investiu 1.500, vender o 8 mil, ela fala para meu roo, os caio, mas o lucro está maior. - Exato. - Então, no fim das contas, é o que sobra no seu bolso. E o que sobra no seu bolso, você precisa sempre aumentar esse volume. Não ficar apegado a "eu coloquei 100, agora voltou tanto". Não, cara, no próximo quero colocar 200, o que eu preciso fazer para colocar 200. Talvez não vai ser no próximo. Talvez eu colocar 150, depois eu coloquei 250. É crônico esse negócio, né? Porque a gente, um grupo de mastermind, a gente fala assim, "Cara, tem uma muffada lá que a gente só joga na casa". E aí, eu come na cabeça da pessoa que está apegado ao roo e não apegado ao lucro. - Tabe o que se rolou com uma mentoria que eu fui faz um animeio, acho. Foi para destrar lá. E aí, parte peio do rock City, uma galera escutando bem. E um cara falou assim, "Cara, a gente sempre abre carinha e vende 200 mil reais". E a gente não está conseguindo crescer resultado. - E alguém perguntou se você investiu no quanto em cada lançamento. - Ele é uns 15 mil reais. - É o que a falou, cara. - Sim, o investimento. - Acabou, você perdeu o direito e falar, cara. - Mas liga o microfone. - Investi 25 mil. - E veio o que acontece, pois já está tendo tipo assim, 180 mil reais de lucros. É bizarro. Não é muito loucura, né? Além desses corpíon no bolso no tráfego, cv outros erros muito comuns. - Cara, a vida do infoprodutor é. Ela não é fácil, porque o tráfego, ele tem um custo muito óbvio. Você tira o estrato ali do gerenteador, você sabe que gastou tanto. Agora, os custos não óbvios da sua operação. Então, por exemplo, equipe ferramentas fazendo um parênteses aqui. A gente tem, periódicamente, faxinas de ferramentas, tipo, eu de ferramenta de disparo, de ferramenta disso, que você vai acumulando com o tempo e quando vê isso, está minando a sua margem. Só que quando a galera vai pro próximo lançamento, a galera olha só pro tráfego, cara. Como se o problema fosse investir mais dinheiro em tráfego, não me problemam muitas vezes a sua operação, sei que está gastando demais. Você que está gastando demais com ferramentas, você que está gastando demais com. Não devia gastar. Você que está fazendo aquela viagem que nera para se guardar ela agora, para se fazer depois, fica rico primeiro depois de viva vida do rico. A gente se vê no digital, a galera confunde um pouco, inverte o sator e depois se conta no tráfego. Então acho que o principal erro é essa, a galera não se fazer conta de tudo. Tudo tem que vir para o papel, tudo tem que ir na linha ali no papel e não deixar não perder esse controle. Porque como é muito abundante, né, puxa, que negócio na vida, cara. Esse negócio digital, nossa, é muito. Que negócio na vida, você põe 10, trabalha ali 2, 3 meses, faz em lançamento, volta 20, volta 30. Não tem? Não tem, cara. Eu estava brincando esses vídeos para a gente trabalhar numa área que ela é alta recompensa e baixo risco. De mais. E a gente vive nessa bolha e a gente perde a noção. A gente perde a noção. Quando você olha lá fora, o cara que tem um supermercado, o cara que é dono de uma loja de rouca, o cara ele dá ele muito diferente. Mas você pode ver que todo mundo faz conta. Foi na ponta do lápis, cada coisa. A pega em geral é uma teusa, que é nosso amigo, né. De grande sucesso no digital também, mas o negócio dele é passar um ano construindo uma casa para dar e colocar essa casa no mercado à venda e saber se lá quanto ele vai lucrar com aquilo quando. Sim, então ser economia não dá pau e ele não perder para não tomar-lo em baixo. É, pra um barco de obra. É claro que é. Nossa senhora. Não, é outra história. É engraçado porque talvez pessoas que estejam, se não sabem como você é cientista, né. E eu percebo muito esse perfil da galera que cresce muito no tráfego. É uma galera que veio das exatas, sabe. E engenheiros para carandas, que são virar um serete de histórias de tráfego. No seu caso, que você viu da biologia, que também que pode me ser aprendido. E aprende a identificar a padrão e dar bem com o padrão, né. Então talvez é isso. Colocar na ponta do lápis, olhar pros padrões e pular para próxima. É importante também, assim, dizer que. Eu não gosto de uma temática. Ah, assim. Eu, assim, tenho uma certa dificuldade com a matemática. Porque às vezes a galera também fala assim, "Pô, mas e ferrou, Clay, tá agora? Eu sou de humana, cara." O negócio é humana, é artes, eu não sei o que, será que eu do conta de fazer tráfego? Aí, aqui vem uma coisa que as vezes as pessoas se esquecem. Quando você é um pontinho fora da curva, ali diferente do bando, você cria coisa diferente também. Então que eu percebo aqui, fato, "Pessoa que gosta de número, seja um engenheiro, seja a galera de exatos, mas vai ter facilidade com o gerenciador de anúncio, ponto." Aquilo ali é uma plataforma cheia de números, ponto. Mas a pessoa que tem esse viés, mais humano, mais de ler um ambiente, de interpretar uma situação, essa pessoa vai conseguir lidar com os criativos, com a página, que qualquer campanha por mais errada que ele faça, por menor que seja a capacidade de ele de reconhecer os padrões dos números, vai dar bom. Ele tá ligado no que é humano. E que o de um engenheiro muitas vezes não tá. Então, quando a pessoa vira pra me falar assim, "Bah, eu sou de humanas de texto número, será que eu consigo fazer tráfego?" "Cê vai fazer um tráfego diferente, um tráfego que vai ter que buscar uma essência poderosa em comunicar com a pessoa." Então, no meu caso, eu acho que o que mais fez diferença pra mim foi isso. Por mais que eu seja ali da biologia, da comunicação, também que me formam em comunicação, o grande lance é "Tenhor que eu não olho pro número." E eu tenho que dizer isso com muito cuidado, que eu acabei de dizer que tem que fazer conta, mas "Tenhor que não é o número." "Tenhor que o número ele te arma uma armadilha mesmo, crie uma armadilha pra você, e aí você fica fissurado naquilo." "Porque você tem que olhar pra pessoas, cara." "O número de pessoas. " "Fim no dia que eu vou atraso o que é previsível, né?" E as pessoas não são previsíveis. Muitas vezes. "Cê tem o comportamento da massa e tudo, mas tem momentos que elas não são previsíveis." "Cê fala assim, esse criativo vai bom, baca, ele chega lá, dá nada." "Cê fala pelo amor de Deus, era o melhor criativo que eu já fiz na vida." Então, essa sutiliza, eu acho que o tráfego, e você pode observar que as pessoas que cederam muito bem no tráfego. O mais que tenham esse pezinho ali, talvez no número e tal, são pessoas de muito boa comunicação. Que sabem que sabem entender gente, saber lecinar e só conversar com as pessoas. Então, eu vou ser que não é das atas, você tem um futuro no tráfego também. Sempre que tem espaço. Você falou que o pontinho fora da rua é uma coisa que te faz executar as coisas no jeito diferente. E você trouxe uma premissa de tráfego, que é muito diferente para o mercado. Que ninguém estava falando do tal de tráfego de plataforma. E aí, isso é uma coisa que você começou a trazer para as pessoas. O meu axismo é de que, acho que isso foi uma tentativa sua de facilitar o tráfego para as pessoas, mas me conta como extrudiu esse negócio e porque que se reforçou tanto no tráfego de plataforma. Cara, vou usar um termo mineiro que me ouvo todo o seu conhecimento ali de primeiro ano de grupo, como dizia ele, falava. A precisão faz o sapo lá. Não sei se tem que eu traduzir isso aí nesse fode, quer. [risos] E o que aconteceu comigo foi isso, cara, em 2020. A Apple virou para o Meta e falou assim, "Mossada, partir de agora, eu não vou ficar mandando os dados dos usuários para vocês." E quando o Meta parou de receber esses dados, ele ficou meio bagunçado, porque ele não conseguia interpretar de fato, quem estava comprando, quem estava comprando as preferências. E as campões começaram a. E para o buraco, não só os meus lançamentos, mas como a agência atender no tanto de gente, galera, flocar o que está acontecendo. Porque meu dinheiro de tráfego não estava voltando mais. Então, o negócio com muito feio. Não ficou feio, ficou muito feio. Foi uma crise de tráfego que a gente viveu. E eu falei, "Vamos ter que achar um no solução." E senta para estudar, senta para estudar. E aí eu fui entender, mas por que que a repor fez isso, cara? O negócio já estava tipo uma década funcionando, os cara falaram, "Não vou te ver ao dado mais." E aí, se a gente volta na história, ali perto, teve o escândalo do Cambro de Analícica. Aquela época, ali, onde foi questionada os dados que o Facebook tinha e a interferência dele nas eleições do Brexit na União Europeia. E levantou-se, um olhar fora da bolha do tráfego da publicidade, que é a galera de política, de economia, discutindo, segurança e dado, de quem que é o dado? Do cara que clicou o alunço, do cara que fez isso. E aí, quando iniciou ali aquelas discussões mais profundas da LGPD, que na Europa é mais intensa ainda do que aqui, e a galera começou a falar assim, "Eu poupo era aí." "Está o desface e o bucei está elejando as pessoas, então nós precisamos tomar conta desse dado." Mas a plataforma não é europeia, dos Estados Unidos, de que toque a Chines, então o que os europeus fizeram? Fizerem uma lei lá pra travão negócio mesmo. Final, de quando se eles não tinham controle sobre isso. E aí, o que essas plataformas tiveram? Você tem ideia na Alemanha, aparecer comercial na televisão da Apple. Você sejam a ver os comercial, galera, aí depois dão a gugada. O cara pega o celular, saindo andando em cada e-commerce, em cada loja. Aí ele chega na loja, compra um pãozinho, aí começa a seguir gente dele. Aí entra numa cafeteria, segue ele. Aí ele chega em casa na pautrona da casa dele, tem tanto de gente na sala dele. Ele segurando o Apple dele, o iPhone. E aí, de repente, aparece uma notificação. Não enviar seus, não compartilha seus dados, ele clica. Ok, e aí todo mundo sombe. Então, comecei ao da Apple, tipo, não compartilhe seus dados, na Europa, cara. Que inclusive. Mais, tipo, bata de uma produção, fotografia, animal, não compartilhe seu dado. Comecei ao na televisão horário nobre da Apple. Poxa, então, os caras com o cara energia nisso. Certamente, deram uma pressionada na Apple. E aí, Apple teve que fazer essa loucura toda. Então, lá atrás, é esse era o cenário. Trafegam um caos, porque o métaf ficou cego. Não conseguiu ver as coisas. Quando eu entendia a história, ou seja, quando eu fui lá estudar o Brexit, o quâmido de analítica, aí eu falei assim, "Sí, o problema é quando o cara clica na announce, vai para o site, que aí o meta fica cego, no sapo, o cara onde o cara foi, se eu não tirar ele do site, se eu manter ele dentro do próprio Instagram. Então, hoje, no meu processo de vendas, como eu faço, eu faço um anuncio, captura o lid de dele, e leve ele para assistir uma ebina, por exemplo. E se eu fizer o cara assistir o ebina dentro do Instagram, capital lid de dentro do Instagram, e não tirar ele daqui, só vou tirar ele na hora que ele for para um checkout de da Vatmati. Inclusive, a plataforma não quer que você sai de lá, né? Isso já era sempre foi, né? Porque você sai de lá, você perde tempo de exposição de anúncios, você perde receita. Mas pivicou pior, né? Então você sai de lá, era quase um crime, cara. Então você, como anunciante, fazendo os anúncios de conversão, que aquele anuncio que leva o cara para o site, você ia estar pagando três, quatro, cinco vezes mais caro, né? Porque o meta falava, cara, eu não consigo te entregar resultados, eu não consigo te entregar performance. Então a gente falou, cara, que simples agora, contando, "Focou simples, né?" "Nossa, eu manetei o cara aqui dentro." Então a gente pegou o vídeo de vendo os vídeos dos cipeles e colocou tudo dentro do Instagram na época, tinha o IGTV. Você conseguia colocar vídeo uma hora vendo o Instagram. Então todo o tráfego ia para dentro do próprio Instagram. Isso faz ele ficar muito mais barato, e eu comprei a minha missão de pegar um lid, no início do funil levar até o fim, dentro das redes. E aí, quando eu criei esse negócio, eu falei, sim, cara, é manter o tráfego dentro da plataforma. Foi aí que eu criei o tempo, tráfego de plataforma, e aí, esse tem feito nesse mercado de tal nosso, primeiro é palestrar no "fire", que é um grande feito. O segundo feito é você cunhar um termo que o mercado começa a usar. Então fui lá e criei o tempo, tráfego de plataforma, que é isso, manter o usuário dentro da plataforma um máximo de tempo. E ótimo, depois que passou a confusão todas as coisas melhoraram. Hoje, isso já está muito melhor. Mas ainda assim, você manter o usuário dentro da plataforma faz você baixar muito custo. Então quem está começando? Cara, não tem melhor forma de ser começado que manter o cara dentro da plataforma. Você que está escalando e não consegue escalar na asia tradicional, usar o tráfego de plataforma como via o termo nativo de escala. Então é uma coisa que funciona em todos os nossos lançamentos e perpetos principalmente, porque perpeta é construção de base e tem penteiro. Perpeta, você tem que ter o tempo inteiro que se gerando aquele negócio. A galera fala que lançamento da trabalho, mas o perpeto, cara. Perpeto, ele se precisa ser muito resiliante, porque o aparado para virar é doideiro, demora. E aí, o que você falou é colocar na ponta do lápis. Você faz convosibilidade exposta, corre um risco bem controlado. Então, esse foi a origem do tema aí, onde se negocia aí. Na legal, pra caramba. E eu estava com uma outra ideia total. Esse retroção ponto muito bacana. Eu estava no outra mentoria recente também, que a gente falou, né, um dos pontos que mais fez o tráfego ficar tão difícil nos últimos tempos, foi em inflação. E alguém pergunta mais algo, o que a inflação tem a ver com o meu litro compro. E se ele calma lá, fala, "Cara, tudo que o seu litro compro fica mais caro." Imagina o seu produto digital? Tá lá atrás. Nas cara de prioridade. E você vai se tornar prática. Como é bom a gente olhar para coisas que estão acontecendo muito fora da nossa bolha, porque a cara resposta do problema não tá tão perto. Assim, a resposta tá passos e passos atrás. Esse olhar é de curioso, é bom para caramba. Agora, na prática, normalmente como você começa a planejar essa criação de anúncio dentro da ideia do tráfego de plataforma, você vai priorizando, sei lá, por exemplo, "Greá, mas seguidor primeiro, faz essa pessoa consumir seu conteúdo, como que é a ordem de prioridade dessas criações?" Tem duas alavancas. Você tem que ativar. Só a primeira alavanca é transformar. Então você tem que mais terizar, ficar bom em transformar um cara que nunca te viu num mínimo curioso. O que é esse ojeito? O que está granqueis aqui? Então, ela avanka um. E ela avanka dois e transforma o curioso em comprador. Então, a primeira alavanca, como que a gente liga ela? Fazendo os criativos que chamam atenção nos três minutos. Cara, esse criativo não é para vender. Esse criativo é para pegar uma pessoa que nunca te viu, não sabe que você existe. E falar, "Preche atenção em mim." Para isso, esses criativos precisam ser chute na porta, voador no peito mesmo. Porque o cara está no Instagram no feed, vendo post da nita, do neymar de não sei o que. Se o seu não for muito legal, muito interessante, ele vai passar direto. Então, o primeiro foco é "Fique bom em chamar atenção nos três minutos." Fique bom em dizer o que não é óbvio em três segundos. Só consigo lembrar do seu criativo da warum da guerra? Ah, da guerra. Não tinha como não prestar atenção naquilo, que a barbra simulou um campo de guerra para não se arraçar a hora de guerra. Cara, um tanque, isso é a melhor Deus do céu. Foi muito legal. Um dos criativos também que mais deram certo para a gente, foi quando eu vesti de cientista. E eu perguntei assim, "O que converte mais?" E aí eu comecei a falar todos os. Todas as hipótias, todos os paradigmas do mercado digital. E o que que converte mais? Termina com o sétimo, termina com o nove. Nugget, o raiz, porque eu entendo muito de com quem eu estou falando. Então, como que chama atenção nos três minutos? Que geralmente é a pergunta que me faz. Primeiro, sem que entender muito bem com quem você está falando. Quando eu dei o exemplo da calopsita, e eu vire o que. E falo que os cinco alimentos que eu jamais daria para minha calopsita, se eu quiser essa calopsia, eu sei que a dor do cara que tem um animal é um animal morrer, cara. Não é animal ficar mais bonito, compê-lo mais bonito. Não, você tem medo de você fazer uma cagada tão grande que seu animal vai morrer antes. Então, eu entendo muito da dor do cara e trago isso nos três minutos. Então, essa é a primeira lavanca. Então, vou exercir o que eu gosto de fazer, você faz em casa. Todo dia escreve 10 red lines. Red lines é aquele título ali de três segundos. E esse começa a escrever, você vai perceber que os primeiros são muito clichês. Porque os nossos cérebros. Ele pode pensar numa frequência diferente, mas quando você põe para a pele, você tem de apouque clichê, porque lá na escola você aprendeu a escrever a redação igual a nem precisava. Foi o que vinha na sua cabeça. Então, a gente foi formatada a escrever o padrãozinho. Então, os primeiros, você vai ver que ele vem muito clichês. Vem um negócio meio que todo mundo fala. É uma coisa. Mas, à medida que você acaba as ideias, você fala, "Cara, Barbara falou para o escrever 10 red lines por dia, eu estou aqui no meu quinto dia, eu já não tenho mais que escrever." Aí começa a piração. E aí que vem a obra pril. Aí que começa a parada, tipo, que ninguém está pensando. Porque você está a 20, 30, 50 red lines à frente da massa, que está todo mundo escrevendo da mesma coisa. Então, esse exercício é ele, cara, ele é batata. Tem alunos meus, que falam assim, "Babra, a gente criou um ritual na família que no jantar?" Cada um tem que falar duas, três red lines. E quem falou red line mais legal, tipo, "Ganha alguma coisa ali no jantar?" Tras isso até para a família, porque também quando você traz para sua equipe, para a sua família, se pessoas pensam de uma forma diferente, você fala, "Pou, cara, é isso." Ela está enxergando o padrão que você não está, né? Ou então ela entra a ver num padrão, ela só não está com uma barreira criar. Que você tem. Que você tem. Que você tem. Eu sabe a coisa que eu tenho feito muito para essa parte de red line, afins. Tudo que eu escrevo das coisas que eu crio, eu vou guardando. aí aí. Então usa o purplex que mais tem o chat pt também. E quando eu estou muito travado, eu pergunto falar com base em tudo que eu já escrevi, me surgiram 5 temas tal. Aí com base no tema, aquela sugera eu começo, pudes como que eu chamaria a atenção para esse tema, sabe? E é o que você falou, depois de uma meia hora, dá uma travada e aí vem surgindo o oiro, né? Acho que para gravar criativo vai ser mesmo uma coisa para gravar o conteúdo, vai ficar mais difícil criar, mas gravar ficando mais fácil, mas você já sabe que você vai chegar nesse processo. Então, ou seja, é obrigatório em um momento para suficar, boa em criar também, né? E o seu exemplo de cientista, o de qual foi o investimento para fazer isso? Um jaleco, uns tubos? É, na foto, na produção discrativo sim. É, mas se você fala cara, chamar a atenção não precisa ser uma Ferrari. Não, não, de jeito nenhum, de jeito nenhum. Olha, um dos creativos mais legais que a gente fez era com aquela jaleinha de brincar essas jaleinhas que a gente desenhava rostinho e fazia boquinha caindo assim, "eu, eu vou. " Tipo assim, se você vê, você não vai poder desver. E o criativo era isso, cara, e o criativo bombava, né? Tava um criativo que a gente fez e aí vem uma, já trazendo uma dica aqui, quando você tá em nichos, muita dificuldade de escala, muitas vezes você tem que pegar os seus criativos e segmentá-los. Então, por exemplo, eu quero escalar meu produto e vou pegar meu caso mesmo. Posso ensinar tráfico para qualquer mercado. O cara que é médico, ele quer aprender tráfico, o cara que é um for produtor e que é aprender tráfico. E eu estou com a dificuldade de escala, o que que eu faço? Eu faço um criativo para o médico, um para advogado, um para o infoproduutor. Porque ali eu traga a linguagem que eu sei que o advogado vai se conectar. Então tem criativos que a gente faz, por exemplo, o pessoal da saúde. Cara, a gente pegou uma proteína de miusina, se você não sabe que é uma proteína de miusina, depois você põe no Google. E a proteína de miusina, ela vai fazendo um movimento tipo uma lagartinha caminhando. É um vídeo de internet, esses vídeos. Cara, foi um dos criativos que eu mais vendi produto para a galera da saúde, porque eu falava assim, isso é uma proteína de miusina. E elas comportam assim, quando a gente está a fazer produzindo ali hormônios e tudo, de felicidade. Essa é a felicidade que você vai ter quando você começar a fazer tráfico e encher a sua agenda no constróer. E aí a galera é tipo, "O cara, essa pessoa. " Entendi, não. É que não é fazer tráfico, mas ela sabe o que eu quero, ela sabe que o somente, ela sabe que o sudoe era da saúde. Então esse tipo de criativo faz você se conectar na veia mesmo. É igual. Tem uma parte de cópica, que é muito simples, né, que é você dar o sinho óbvio para a pessoa que é de sinha. Mesmo que você, onde você. Ah, sei lá, cinco alimentos, veganos, que eu daria a primeira calopsita. Ou então cinco alimentos industrializados, você vai começar a colocar um específico, a pessoa fala caramba, ela está se preocupando com isso, né? Sim. Cara, eles me jogam as calopsita, dá para rende o produto que tem nao da Brena, o Bonos ainda são 200 nomes, acho que são 200 nomes para calops. Cara, cara. Não é isso para a cara, tem conexão, tem muita conexão. Você falou do táfago de plataforma e até a gente estava falando ali do Instagram, o dia a pessoa já começa a rodando um anúncio no Instagram, se o Instagram é pra amanhã. O que que você acha que é um outro caminho que a pessoa pode ir perseguindo além de chorar muito? É, é o YouTube. A gente não falou de YouTube porque. Cara, o Instagram é o primeiro passo que ele é mais simples, é mais fácil. Mas o YouTube traz um lide muito mais qualificado do que qualquer plataforma. É indiscutível, né? O lide que veio do YouTube, claro, o tempo que ele fica no YouTube e costuma em seu conteúdo é muito maior. Então acaba sendo óbvio, lide ali e sei mais qualificado. Mas ele tem um pouco de um pouco mais de complexidade, primeiro porque não dá pra rodar campanha em YouTube, é dos cinco seis crativos. Vocês quesse, cara. Você não tem volume, tempo pra gravar, seis crativos no YouTube não vai dar em nada. Segundo que o Google Edges, ele é como se fosse uma turbina, sei lá, nuclear. Demora, pra esquentar e demora, pra esfriar, diferente do meta. Então meta se ativou a campanha hoje hoje já tá vendendo. Cara, no Google, se não gostei de uma hora, ele precisa levar mais tempo para otimizar 30 dias por negócio começar a escalar bacana. Então por isso que muita gente acaba não indo pro YouTube. Mas se o Instagram morrer, caminho é YouTube. Não sei se a gente falei isso, mas a gente tem alguns dados de conversão, o tráfego que vem de YouTube, pro nosso check out, ele convete 2.6 vezes mais por Instagram. E com o ticket médio 30% mais. Eu vi o raio Maranha compartilhando esse gráfico, vocês têm de conversão de YouTube, desar. Total, e você consegue você já vender mais como audiência menor. Sim. Não, é brutal, assim. A gente esquece que lá no lugar que as pessoas estão literalmente buscando as coisas, né? Não, é animal, cara. É animal. É o jogo, mas é um jogo que ou você tem a frieza de jogar o jogo do médio longo prazo e os s7s, os ativos para fazer isso nascer. Porque se não ser também, a galera faz medo dos discreitos e o YouTube não funciona, é todo bem muito difícil. Ainda dentro da ideia de tráfego de plataforma eu voltando para Instagram, porque nesse caso, vamos para comprar meta e com meta. É beleza, plataforma não quer que você saia da plataforma. Agora, e se eu fizer moncios no Instagram, a gente manda a pessoa para o WhatsApp, e é uma coisa boa, para eu começar a vender ou tem um espelhão. Não, não é bom, porque os dois são parte da mesma empresa, né? O WhatsApp e o Instagram são do meta. Mas o problema do WhatsApp ainda é que o tráfego ele ainda é caro, o WhatsApp não é um lide tão barato. E muitas vezes devido a muitos golpes na internet, né? Aquela desconfiança que as pessoas têm de clicar uma noço sobre o WhatsApp, ela acha que clico no lugar errado, né? Principalmente uma pessoa um pouco mais leiga digital. Então acaba que ou esse lide vento-qualificado, ou ele nem termina, ele nem manda mensagem, nem efetiva mesmo. Então acaba que o lide do WhatsApp ele não é tão mais barato que o lide de captura. Ele é um lide caro. Claro que para negócios locais, então você quer fazer tráfego para uma loja de roupa, e tudo mais vai funcionar bem, mas para o produtor ele comprar ele direto no WhatsApp é problemático. Porém, porém, né? Acho que o meta entendeu esse negócio e lançou uma novidade aí que já está liberado para alguns que chamam o WhatsApp Flows. Onde você cria uma experiência instantânea dentro do próprio WhatsApp, então você cria a formulário de captura dentro do WhatsApp. Você cria enquete dentro do WhatsApp, você cria tudo, é um mini site dentro do WhatsApp. E aí, pronto, aí você consegue qualificar a experiência do usuário de perguntar, de qualificar esse lide antes de de fato iniciar uma conversa. Mas para isso funcionar, você tem que usar a perióficial do WhatsApp, né? Que aquela periódia você paga por cada mensagem enviada. Que, fazendo desviando um pouquinho da curva, é um negócio que não vai ter volta mais. Então falar no WhatsApp, você só será via API. E é o maior interesse da meta, né? Porque como é que ela vai ganhar dinheiro no WhatsApp, você não vai vender na API? Só, só tem, só tem essa forma, né? E também ajuda esse lance dos golpes das fraudes, né? Porque aí, não que o brasileiro é um criativo, né? É nó. Não que eles não vão comprar uma feia e a peria oficial e pagar 50, 60 centaos para aplicar um golpe. Vão também, né? Mas já ajuda. Mas tem hora que eu vejo, vamos que eu falo caramba, o nível de sofisticação. Isso nem estava na pauta, mas em um assunto que não tem como não falar em 2025, que é o rolê do golpe de WhatsApp. Se acha que inevitavelmente a saída é aí para o individual mesmo, para um a um, porque assim, há controvências. Tem muita gente que fala cara quando a gente tira de grupo de lançamento e joga por uma conversão cai. Eu não sei se isso é real mesmo, eu sou um pergulho, conversa que a gente vê aí. Mas, e beleza, esse o caminho fora, isso não está na sua conta, isso é converter menos, mas. Cara, se prepara pro corte polêmico aí no corte do podcast. Porque cara, para mim, aí eu acho que é jeito de pensar. Eu prefiro matar a minha conversão, diminuir minha conversão, diminuir meu rosto, do que dá dinheiro para vagar juntos. Ponto. Então, grande lance é, "Ah, mas eu saí de grupo e para a comunidade, diminui o número de goco, diminuiu, tão pronto, cara, não vou ficar trabalhando, por cara pegar e alô para meu lid, e não é porque ele vai ganhar o dinheiro ou não, é porque ele tá tormentando um lid que tem confiança em mim, porque você ferra a relação com cara, que sofreu golpe, o cara fica assim, cara. E você tem uma saída para aquilo, né? Então eu matei todos meus grupos, eu não tenho grupo mais. Ah, diminuiu sua conversão, tá tudo bem. É o preço que eu tenho a pagar para não deixar esse mercado, galera, tomando nossos lidos e fazendo essa canagem com a galera, então é a minha visão, então, tu nem aí se baixa a conversão, sabe? Eu tu nem aí se meu curso de API val aumentar. Eu não trabalho para colocar pessoas num grupo para vir alguém pegar esses lidos. Ah, babra, mas na prática, sem emoção, os números, de fato, né? A experiência de comunidade do Met, do WhatsApp, ela é meio exuada. Você tem que clicar e clicar de novo para entrar, ela não é tão fluida quanto a do grupo. Então é claro que a conversão vai cair. Qualquer pedacinho de qualquer palavrinha, qualquer clique que você coloca. No usuário, sempre é uma pedra, sempre vai filtrar, mas por outro lá também você traz um cara mais percente que chegou e entrou na comunidade. Também não tô dizendo que não há golpes na comunidade, né? Tem, tem igual. Então lá a gente tá fazendo o quê? Só individual. De minú, minha magia, pronto, mas só favor de sair não. Não é assim, é um assunto controverso, né? Porque a gente tem outros experts, o mercado fala "cara, eu não vou sacrificar minha conversão, que é o oposto total". O oposto, mas é uma decisão de calcular. -E a gente tem uma questão de opinião pessoal nesse ponto não, isso é contra as políticas da meta. Então, assim, Nédia, eu estou reclamando a com a meta aqui, o cara está no coro, vocês te diz, porque você também está rompendo a política da meta. Então, eu também acho que o futuro vai ser. -Apei. -Jogarem para a API. -Tudo para o API. Não, isso acontece quando você aprende aos API direito, é aquela coisa. Você começa a achar alternativas para baratizar o API. Então, você cria um quiz que faz o cara querer entrar e aí, e ele mantém a janela aberta. Então, você vai encontrando alternativas até mais saudáveis e que, no final, a conversão é até melhor, porque esse cara ficou no privado com você, ficou conversando com você. Existe um custo para isso. E o nosso trabalho é sempre buscando forma de reduzir esse custo. Mas é total opinião, né? -Eu fui franca aqui, meu opinião. -Não dá, porque eu já sofri muito cazparada. -Ah, é assim. -Você tem um ponto de vista excelente que é "pô, você tá cape dando lide para outra pessoa". Isso, para mim, é insustentável como modelo de empresa. -Sabe? -De aceitar isso como normal, porque muitas vezes você. "Ah, é o que é, não é o que é, cara". Eu que pague mais caro para ter mais privacidade para o meu lide, porque o cara que compra do pirata sem saber ali, né, que sofre um golpe, esse cara não volta a comprar de você no futuro. -E esse cara fica com o pé atrás. -Comfrança tá balada, né? -Se bala sua confiança. Porque o pessoa fica bolada mesmo, imagina. Poxa, um produto de 3 mil reais. Se vai lá compre no recebe, claro que quando isso aconteceu com a gente, a gente dava uma forma de remediar isso. Mas não é legal. -Babru, pra galera que ainda não te acompanha nas redes sociais, que te conheceu aqui, seja perio-tube, seja perispotify, onde eles podem te encontrar. Qual é o arroba? -Aroba, babruna. Babruna no Instagram, babruna no YouTube, no Facebook. -Maravira, onde você nem posta tanta coisa assim, mas quando posta, é sempre bom. -Oi, em mim é defesa. O tempo que eu não estou postando, estou fazendo outras coisas e o grande lance é. Muitas vezes a gente cria nossa própria prisão, né? Principalmente quando você tá muito tempo fazendo alguma coisa. E chegou um momento onde eu, por questões pessoais, eu falei assim, "Cara, eu não tenho cabezia emoção pra postar a história todo dia, mas eu não posso parar." Não, você não pode parar, você tem que continuar crescendo. Mas como eu faço pra aparecer na tela de todo mundo, do mesmo jeito? E veja, mas entrafe-go. -Que coisa boa. Se não precisa postar a história todo dia e postar a rio-sto do dia, só você coloca mais trafego que o normal, né? Então prefiro nos momentos onde eu não posso me dedicar orgânico. Agora eu estou voltando, mas quando eu não podia me dedicar orgânico, eu dobrei a minha quantidade de trafe, que as pessoas continuaram me vendo do mesmo jeito, vendo meus creativos, porém, sem aquela necessidade de estar nos stories e estar nos rios. E quem disse que você não pode fazer isso? Porque acho que não só no nosso mercado, mas em qualquer outro mercado, a gente tem nível de cobrança que é olhar pra forma como outro faz e falar "puxa, mundo postando rios e stories todos os dias, e eu não ia vir você comer assim de mal, e achava que você está fazendo alguma coisa errado. Só acha uma alternativa, não é pra deixar de fazer nem jogar atual, mas acho que outro alternativo. No meu caso foi, nós triplicamos a quantidade de investimento em trafego em um ano sem postar conteúdo. Então durante um ano de maio, durante o ano passado, até mais desse ano, agora, está fazendo um ano, eu basicamente se postei, foi só os vídeos da Rotemart. -Ore aí. -E trafe, pronto. Agora vamos voltar. -E deu certo. -Pontamos vivo. -Pontamos. -E assim encerramos na alta. -Babra, muito obrigado. Sempre um prazer que a gente podia trazer você toda semana pra o Rotemart. -Pra você que acompanha a gente aqui nesse episódio, sempre lembrando duas vezes por semana, tem o Rotemart. -Pra você na YouTube, na sua plataforma de áudio preferida, comente e mande para aquela pessoa que precisa ver esse episódio. Até a próxima. -Tchau, até a próxima, galera. ♪

Podcast Summary

Key Points:

  1. Duas alavancas essenciais para anúncios online
  2. Com orçamentos limitados (ex.
  3. Escalar campanhas exige aumentar não apenas o investimento, mas também os recursos (criativos, páginas, argumentos) de forma proporcional.
  4. Erros comuns incluem focar excessivamente no ROAS (Retorno sobre Investimento em Anúncio) em detrimento do lucro total e negligenciar os custos ocultos da operação (ferramentas, equipe).
  5. O sucesso no tráfego pago combina análise de dados (para padrões) e uma comunicação humana eficaz para criar conexão, independente da formação profissional.

Summary:

A conversa aborda estratégias práticas para tráfego pago, desde os fundamentos até erros comuns. Destaca-se a importância de duas alavancas: primeiro, despertar a curiosidade de quem não conhece a marca e, segundo, converter esse interesse em venda. Para orçamentos pequenos, a recomendação é focar em públicos já em busca do tema e criar anúncios com ganchos persuasivos que ofereçam conteúdo valioso de imediato, em vez de serem meramente promocionais.

Ao discutir escalabilidade, enfatiza-se que aumentar o investimento financeiro deve vir acompanhado da multiplicação de recursos criativos e de captura, não sendo uma simples ampliação de verba. Adverte-se contra o erro de priorizar um ROAS alto em detrimento do lucro absoluto e de negligenciar custos operacionais não óbvios. Por fim, conclui-se que uma abordagem eficaz combina a análise de dados com uma comunicação autêntica e humana, sendo que profissionais de diferentes áreas podem ter sucesso ao equilibrar essas competências.

FAQs

A primeira alavanca é transformar quem nunca te viu em um curioso, despertando interesse. A segunda é transformar esse curioso em um comprador, focando em converter o interesse em venda.

Com pouco dinheiro, é crucial ter uma 'redline' (linha de frente do anúncio) muito forte e persuasiva. O criativo deve entregar conteúdo valioso diretamente, como dicas ou informações, para atrair quem já está buscando ativamente por aquilo, em vez de ser apenas vendedor.

O erro comum é apenas aumentar o investimento em dinheiro sem escalar também os recursos, como volume de criativos, páginas de vendas e argumentos. A escala precisa ser global, não apenas financeira.

Apegar-se apenas a um ROAS alto pode impedir o crescimento. O foco deve ser no lucro total: às vezes, investir mais reduz o ROAS, mas aumenta o lucro absoluto, que é o que realmente importa para o negócio.

Além do tráfego, custos como ferramentas de disparo, equipe e despesas operacionais podem minar a margem. É essencial colocar todas as despesas no papel e controlá-las rigorosamente para não comprometer a lucratividade.

Sim. Embora facilidade com números ajude na plataforma de anúncios, pessoas com viés humano e boa comunicação podem criar criativos e páginas mais impactantes. O sucesso no tráfego também depende da capacidade de entender e se conectar com as pessoas.

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