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Tiago Cavanha - quando investir muda o jogo

25m 55s

Tiago Cavanha - quando investir muda o jogo

O bate-papo aborda o desafio de brasileiros que moram fora de casa e como o investimento pode transformar essa experiência. O viés da casa é destacado como a tendência de investir no Brasil, em real, por familiaridade, mas isso é arriscado devido à instabilidade cambial e econômica do país. Investir em moeda forte, como euro ou dólar, protege o patrimônio e permite crescimento real, como mostrado por um estudo do JP Morgan: o CDI rendeu 142% em 10 anos, mas apenas 4% convertido em dólar. Barreiras como medo de impostos, dificuldade em escolher corretoras e a crença de que é preciso muito dinheiro são desmistificadas. O curso "Mulheres na Bolsa" foi criado para ajudar mulheres a superar esses obstáculos, com treinamento prático de três dias, abordando desde a escolha de ETFs até a execução de investimentos ao vivo. A reflexão final é sobre como morar fora desenvolve resiliência e maturidade, mas traz uma saudade constante entre os dois mundos. A mensagem central é que investir cedo, mesmo com pouco, e na moeda certa, é essencial para alcançar liberdade financeira e fazer escolhas com propósito, independentemente de onde se vive.

Transcription

4265 Words, 23265 Characters

Portuguese
Tem uma pergunta que eu quero tentar responder. Quem a gente vira quando recomece a vida longe de casa? Vai saber a encamosquera e a seu quem a gente vira. Onde eu converso com brasileiros que se inventaram vivendo fora pra entender o que muda na gente quando muda tudo ao redor. Vem comigo! Hoje, Tchava-Cavanha. Brasileiro que mora em Paris de Paris, formada pela São Borne, para o teu filho, universidades de referência na Europa, e criou liberdade da financeira na Europa, onde se na brasileira se investitam em segurança longe de casa. É meu parceiro do mulheres na bolsa, e a pessoa certa, para te fazer uns nós, que quase todo o brasileiro aqui fora tem condemente. Oite, Tchava, vocês já vem vindo, eu estou muito feliz de estar aqui. O vem, Tchava, tudo bem? Praserta aqui também. Obrigado pelo convite. Então vamos começar pela agora. Quem eu te aguoso? Hoje eu sou um brasileiro que mora entre Brasil e França, e que tem um propósito de ajudar mais brasileiros morando fora, a investir melhor, investir em Mordaforte. E também a Tleta. E a Tleta. Na torna as vagas. Gente, eu conheci Tchava como professora no curso Viver de Renda, no exterior. Fiz esse curso quando cheguei em Europa, seis anos atrás. Depois disso, Tchava virou meu constor financeiro, que é até hoje. E hoje é meu parceiro, não mulheres na bolsa, que é um curso muito especial que a gente vai falar mais pra frente. Tchava, eu queria falar sobre como que o dinheiro virou seu trabalho. Se sair de marketing, marketing técnico, para ensinar a brasileira em investindo na Europa. Quando que isso virou Chávely? Boa pergunta. Então eu sempre gostei de investimentos. Então sempre em busca de aumentar patrimônio, de aumentar o grau de liberdade financeira. E sempre me interessei por isso e conversando com amigos, colegas de trabalho, eu sempre acabei sendo uma referência. Então sempre que a gente vinha buscar informações, conversar com o Mego, questão de impostos também, como buscar na França, tem um regime especial despatriado, então sempre dava algumas orientações pra brasileiros que estavam chegando. E aí eu sempre ensoa a falar com teago e tal. E aí eu dava algumas dicas, sempre gostei do assunto, falava o que eu estava fazendo. E até conversando com o Amigo, uma vez, um momento que foi a virada de Chávely pra mim, que já conversava sobre investimento. E conversando com ele ele comentou, ele já investiu um tempo atrás, e que estava pagando um adivio, um financiamento, não era nem hipoteca. E eu lembro que eu olhei-se em nós, estava conversando sobre investimento, não tinha muita noção do contexto financeiro dele. E ele estava assumindo riscos que, em vez de pagar uma diva da cara, estava investindo, que não faz muito sentido, na maioria das vezes. E aí que foi que pra mim deu um estalo, foi, "Nossa, não posso mais falar assim abertamente, sem entender o contexto da pessoa, os objetivos que ela está buscando, então fazer esse raios x". E aí foi a partir do momento que eu falei, eu vou começar, vou testar, vou começar a cobrar e falar, "Vamos fazer direito, não fazer mais do jeito informal". E foi isso, então foi essa virada para eu começar a cobrar, e fazer informal e agregando valor pra todo mundo. E aí foi puramente por indicação, como começou. Legal. E vamos para a parte prática, então, para quem está ouvindo. A gente fala no mulheres na bolsa bastante, "O que é o viés da casa?" E por que o brasileiro investe em real mesmo morando fora? O viés da casa é bem interessante que é. A gente tem tendência de ficar no que é familiar. Então, o viés da casa, pra brasileiros que a gente vê morando exterior, tem essa tendência de investir no Brasil, de investir em reais, porque é familiar ver as vezes a sessa conteúdos na internet que falam na mesma língua em português, que sente mais confortável, já conhece o gerente de banco, conversa com os amigos, num barzinho, ou no sob o Brasil, e aí todos esses assuntos é mais familiar, vai entender sobre renda fixa, já sabe o que é um CDB, fica tudo muito mais simples, e a pessoa por falta de conhecimento, fica um pouco. acho que um pouco de medo de investir morando na Europa. E não sabe como vai ser as regras, tem medo de. Mas você vai investir aqui, como vai ser o imposto? O imposto aqui é alto, não quero pagar imposto. Aí fica colocando tanto medo como se investir fora, fosse um bicho de sete cabeças, que não é, e fica nesse viés da casa de investir, vou investir em real que eu já conheço, tem a taxa Selic, fica no familiar, e por falta de conhecimento acaba. ficando só nesse viés daquilo, isso não afeta, só brasileiros, a maioria das pessoas, também, um americano, só vai investir nos Estados Unidos, um francês, vai investir muita parte na França, o turco, vai investir só na Turquia, só que pro-americano é um pouco menos risco, porque o mercado americano é o carro forte, que puxa, locomotiva do mundo. Agora, Brasil, o país emergente, economia instável, inflação mais alta, tem tantos desafios, jurídicos, políticos, que acabem tendo muito mais risco do que a pessoa imagina por essa falta de conhecimento. Eu acho que a grande conclusão do viés da casa, no mulheres na bolsa, é que investir em uma moeda fraca como real não faz sentido, comparando como é das como Euro, dólar e vibra. E quando a pessoa começa a investir na moeda em que vivem e numa moeda forte, o que muda na prática, Thiago? Esse é o melhor dos mundos, ganha em Euro e começa a investir em Euro, até fazendo o link com esse viés da casa quando, em momentos de pico de volatilidade do cambio, que o realce desvaloriza muito, o peuro fica mais forte, e a pessoa pensa, "Nossa, meu dinheiro vale mais agora, vou engear para o Brasil para comprar mais lá". E isso, que se existe uma desvalorização cambial, acaba até correndo patrimônio da pessoa no moeda forte. Então, no longo prazo, não é avantajoso. E investir em moeda forte faz essa diferença. A gente protege o nosso capital numa moeda mais forte, e vai ter o nosso grau de independência financeira aumentado de forma consistente e, pro longo prazo. Porque, eu acho que é o que todo mundo busca. Então, porque, até o trago um exemplo, que tem um estudo do JP Morgan, que fala que o CDI rendeu 142% durante um período de 10 anos acumulado. E quando a gente converte isso para a dólar, eles isso dá 4% dos 10 anos acumulado, que é gigantesca essa diferença. E quando a gente começa a investir em Euro, em dólares, a gente começa a ver nosso patrimônio do crescendo de verdade, contando no moeda forte. Se não, daqui a pouco fica que nem o real com inflação, como 1 milhão de reais hoje já não é a mesma coisa que era há 10 anos atrás. Não tem um mesmo poder de compra. É muito diferente isso. E 1 milhão de dólares, 1 milhão de 10 anos atrás, claro, teve uma inflação, mas muito menor. Continua com o poder de compra, então reficáis quanto. E a gente fala isso, eram mulheres na bolsa, eu falo também para amigos e famílias, se você ganha em Euro ou em real, em vista é moeda forte, não importa em que moeda você ganha. Obvio que é o ideal ganhar a imada forte, investir em moeda forte ou é o sonar ideal, mas também se você ganha em real, também dá para investir em moeda forte. Só prender. É fácil, tem que abrir conta numa corretora que te vai te dar acesso. Isso é simples, tem muita corretora hoje que permite ter ativos globais e acho que é o que todo mundo deveria fazer. E, Tsa, acho que mais importante de tudo isso, foi que investir virou o jogo para você, de eu independência financeira para fazer esse movimento de sair do corporativo e ter teu próprio negócio no digital. Então eu queria falar um pouco mais sobre isso. O que te ensinou sobre pra que serve no fundo e investir? Investir traz pra gente uma tranquilidade, que é a liberdade financeira. E isso nos permite ter melhores escolhas. Se não, a gente vai estar ali sempre apagando em sendo, investir a gente faz, claro, precisa de uma reserva de emergência para os imprevistos da vida. Mas, o momento que a gente tem essa reserva de emergência a gente começa a investir. A reserva de emergência já traz uma tranquilidade que está protegido dos imprevistos. Só que a gente precisa ir além, a gente precisa investir no nosso eu do futuro, que é que vai nos trazer a tranquilidade de não depender de um emprego, de não ter que trabalhar para sempre. E quando a gente começa a investir, a gente começa a ver os frutos dos investimentos, às vezes recebe um dividendo na conta, no começo um dividendo, às vezes vai pagar uma coisinha, vai pagar um lanche, daqui a pouco ele já paga uma saída no restaurante, daqui a pouco ele já paga a sua conta de luz. E quando você começa a ver o potencial que isso tem, eu acho que, a partir do momento que a pessoa tem o clique, isso é irreversível, que você começa a ver o potencial, foi o que eu fiz. Então, até na minha transição de carreira foi bem planejada, eu cheguei num ponto que eu faria o que, eu posso, o patrimônio acumulado me permite tomar uma decisão com muito mais tranquilidade, e é o que eu tento passar para todo mundo, hoje conversando nas constorias, até nero, para ensinar o que eu aprendi. e para que todos possam ter essa liberdade financeira de poder trabalhar com que gosta, fazer algo com mais propósito e não dependendo só de um emprego CLT. Isso é que você fala muito importante. Eu acho que tem um ponto de investimento sobre esse plínio e longo prazo. E o segundo, essa bandeira de independência, e por isso que a gente vai falar mais do "Maleras na Bolsa", falando de mulheres, que é um grupo que está mais afastado da escolha, e em independência financeira tem tudo a ver com escolha. Então, essa bandeira é linda e eu adoro falar sobre isso, mas ainda tem uma muito difícil para as mulheres e para todo mundo. E eu queria entender por que é tão difícil investir fora, o que travo brasileiro e o que nascer as barreiras real e o que é medo. Para investir fora, existem algumas barreiras de. A primeira coisa, às vezes, é qual corretor eu vou abrir conta? Como é que faz isso? E tem também os bancos. Muitas vezes, não vão te estimular, abre conta corretora. E o genente de banco já vai te jogar de alguns fundos, que pode ser mais simples. Às vezes a pessoa pensa, "Ah, não se usar a brina corretora, já tenho no meu banco lá, uns fundos multimercados, que tal, ok, não vou mexer com isso". Ou é aquilo do viás da casa, já investe no Brasil e não quer. Às vezes a pessoa está numa energia, não fluxo de focar na carreira, em outros desafios, já de morar fora. Às vezes é aquilo, já num momento que pensa, "Ah, mais para frente eu penso, quando eu tiver mais dinheiro", então esse é um problema também. Às vezes a pessoa pensa, "Quando eu tiver mais dinheiro, quando eu ganha mais eu vou começar". E quanto mais importante é mudar essa mentalidade, é preciso começar para um dia ter muito. Então, o mais importante é começar a começar com um pouco, porque mesmo que você começa ganhando pouco, você vai aportar uma quantia pequena, só que essa quantia que pode parecer pequena para você, quando você tiver na frente, começar, ganhar muito, você já vai ter alguns anos de experiência em investimento. Você já vai ter a mentalidade formada de investimento. Então, isso só vai alavancar ainda mais o seu potencial nos investimentos. E outra coisa que trava muitas pessoas, às vezes a barrela da língua, muitas corretoras, é tudo em inglês, ou na língua local, país, porque a pessoa mora, só que hoje em dia, todas as dias tem uma versão em inglês. E aí, o outro medo já é imposto, que a pessoa nem mexe, achando que já um bicho de sete cabeças, de ter que fazer, nossa, nem sei como quer declarar dinheiro aqui fora, deixa isso meio que não automático, medo de fazer besteira na corretora, de ficar em fazer algo errado. Então, a gente vai desvendando esses medos para mostrar que não é nenhum bicho de sete cabeças, e é muito mais simples do que parece. Eu falando a minha experiência, antes de fazer o curso, ou viver de ano da no exterior, e ter você como meu constor, era difícil entender qual o investimento ou escolher. Era difícil escolher a corretora, que parece uma coisa simples, mas eu uso qual. Adegiro, I entered the broker, eu uso o meu banco, era difícil escolher meu ETF, ou comproção de empresa ou compro ETF, e aí, se eu escolher ETF, qual ETF eu escolho? Enfim, era muitas questões. E foi prisa que a gente criou mulheres na bolsa, né? Veio, na verdade, de vez de conversas com amigas, que queriam investir, e nós sabiam pronto começar, ainda não estavam preparadas para ter você como consultor, porque, de fato, ainda não tinham uma conta no corretor, ainda não tendiam que eram ETF, ainda tinha o vez da casa, ainda investiam no Brasil, ou nem se quer investir, porque entendiam que não tinham muita dinheiro para começar. Então, eu queria que você falasse mais sobre esse nosso projeto. Então, mulheres na bolsa, o que ele traz, são três dias de treinamento. A gente faz três dias espaçados, até que acho que era uma dinâmica de grupo, de mulheres não é só a gente falando, existe muita troca dentro do grupo, cria-se uma comunidade de um grupo para falar com pessoas com o mesmo propósito, acho que isso é muito legal. E, tanto mulheres na bolsa, a gente fez algo mais compacto, porque a gente sabe que as pessoas não estão com tempo para fazer um curso mais longo, e querem algo mais prático. E essa é a propósita do mulheres na bolsa. Então, são três dias de treinamento, com tarefas de casa, inclusive, para exigem uma certa reflexão, então, é, para ter mais uma prontividade nos estudos. Acho que tudo de forma leve, também bem prática, as aulas ao vivo, para a gente conversar, tirar as durdas, todas as durdas que tiverem, a gente já responde ali ao vivo, o legal disso, que além de mostrar na prática, de tirar essas objeções, que mostrar que não existe nenhum bicho de sete cabeça, que investir é simples. Às vezes, a gente fica com medo de ir tanta palavra em inglês, o financeis, que de argões, e não precisa disso. A gente pode, se quiser, poderia falar várias palavras complicadas para parecer bonito, mas não precisa investir é simples. É preciso ter uma estratégia, uma consistência num longo prazo, e isso que a gente mostra, no curso de forma leve, e que agrega, acho que, o valor para todas ali dentro. Legal, a gente fala de vez da casa, a gente fala de reservas de emergência, a gente fala de produtos, entre em atéf, e falar de corretora, a gente compra de um todo, ou em prevera atéf, de mostrar ao vivo, compartilhando o tela, como faz, a gente fala, "Veja tal o ETF, mas a pessoa pensa, "Veja tal o ETF, mas como que eu faço?" A gente mostra a botão por botão, o que a gente tem que fazer, aonde que clica, o que que faz, essa prática na corretora, que é um medo, que é muito fácil de mostrar, como é feito isso, a gente consegue trazer um bom equilíbrio, entre teoria, prática, para todas que estão ali, conseguirem sair, para quem ainda não investe no exterior, que é aprender, identificar como escolher os ETFs, para sair do zero, e sair confiante, para fazer o primeiro investimento. E para superver, é para o câmbio, para a infação, a gente fala que investe, é para todas nós. Bom, então, para quem se empolgou, e quer se inscrever, as alas accounta essa, em dia 27 de julho, 29 de julho e 3 de agosto, são vagas limitadas, o link para a nossa bio, meu Instagram, Bianca Musqueira, Instagram da Tchaga, ele já vai falar qual é, porque a gente quer fazer divulgação no tromário da Tchaga também, e a gente também tem um site, mulheres na bolsa, ponto B, coléctiva, ponto EU. Bom, então, para gente fechar, a pergunta que denome o programa. Que pessoa que você virou vivendo fora, e a atriz, estive, se você estiver estificada? Essa é uma boa pergunta que, demando uma reflexão grande, para mim, de ter. - Difícil. - E foi bom exercício, pensar um pouco sobre essa pergunta, até uma reflexão de vida, né? Eu cheguei na França com. 24 anos, mais ou menos, fazer o primeiro dos meus estudos, e fiquei muito tempo. Então, a maior parte da minha vida adulta, foi na França. Então, tem um pouco de. a maturidade que eu ganhei ao longo do tempo, também vem da experiência de vida normal, de adulto, de amadurecer. Então, tem coisas que, por estar na França, acho que muda bastante, acho que talvez reaulsa algumas coisas que a gente possa fazer. Então, eu lembro um evento que me marcou bastante, acho que. Eu sempre fui, de também, de correr atrás, de fazer, de acontecer as coisas, acho que qualquer pessoa que vai morar fora, ele que corre atrás de documentação, de buscar, ou seja, buscar um emprego, aplicar com uma universidade, isso nunca aí no colo, mesmo que a pessoa seja espatriada, ela correu atrás, batalhou, pelo invasão dela para ir, para conseguir essa vaga de espatriação, ou ir buscar um estudo. Ou, mais corajosa ainda, sem estudos, e se jogar fora e aprender, começar a se virar fora. Então, acho que todos, que moram fora, tem isso, é essa energia que a gente que faz. E. porque eu lembro, quando estava na universidade, no Brasil, de base de origem gêmea mecânica. E. tinha o processo de seletivo, para fazer um intercâmbio na França. E eu lembro que eu estava conversando com o colega, eu falei, "Cara, vamos para França, vamos aplicar aqui, vamos para lá. " A resposta dele foi. "Cara, eu tenho gostaria, mas eu não tenho dinheiro". "Como é que eu vou me bancar lá?" Eu lembro que isso nem passava para minha cabeça, era porque eu estava com dinheiro sobrando. Era porque eu falei, "Cara, a gente se vira lá, a gente vai entregar folheta, vai entregar pizza, vai lá da prato". Essa é da minha mentalidade, eu vou de qualquer jeito. Eu ia ter que juntar umas economias simples, pagar passagem de avião, os primeiros custos de vida ali, mas a minha mentalidade já era. "Eu vou fazer acontecer". E foi o que eu fiz. Eu cheguei lá, eu trabalhei, eu fiz. Quando eu era estudante, eu fiz vários bicos de desde me entregar planfe, para um fletomo, se na ler, eu fiz serviço. de quarta, hotel, limpeza, então fiz vários bicos e achava ótimo, estava marradão estudando e que é isso de saber, de não se travar nas primeiras objeções, como é que eu vou fazer? A gente mora fora em mais dificuldade, você não tem rede de apoio, é mais difícil, é outra língua, então a gente passa por essas algumas dificuldades que vão mudando, acho que a gente vai se tornando mais resiliante, acho que realsam um pouco do que a gente já era na verdade, né, de passar por experiências, talvez mais intensas de quem ficou no Brasil, de quem não saiu, claro que vai amadurecer também, mas morar fora te traz mais exposição a essas situações de estresse que eu acho que vão mudando a gente cada vez mais, né? E na nossa prédio você falou de duas coisas bem bonitas, que eu queria compartilhar com todo o mundo, que eu não sei se eu permiti, que tenha a ver com colher senti saudades, né, porque a gente está no Brasil com saudade do que a gente viveu na Europa ou fora, morando fora com saudade do Brasil, mas a mesma tempo a gente não perde tempo no IC, isso é um morar se fora, isso é o fizer isso, você fez, não é? Você tem essa experiência, então isso tá feito, é teu, para sua história. Porque eu comentei, quando a gente, após o momento que a gente sai do nosso país e vai morar fora, você sempre vai estar com saudades do que você viveu no Brasil, dos seus amigos, da família, e só que aí abre um mundo, né, porque aí se você morando fora você vai criar uma nova rede, amigos e vai ser vai ter saudades dessa vida, então você morou fora, aí você volta pro Brasil, e vai sentir falta da vida que você tinha no país que se morava, dos amigos que você construiu, isso que ele nunca saiu, isso é uma saudade que é uma escolha que a gente faz, consciente, não é algo bom, vamos dizer assim, porque esse é senti saudade, mas é a vida, né, se eu morar no Brasil, eu vou sentir saudades da vida na França, se eu morar na França, eu vou sentir saudades da vida no Brasil, e acho que é o que todo espatriado vai passar por isso, só que para não passar por isso, só se você ficar no mesmo país de origem, só que aí fica sempre aquela dúvida do IC, em vez da dor da saudade, eu acho que a gente preferiu optar pela dor da saudade do que a dúvida do IC, eu tinha sido morar fora. Isso é aí. E de Saga, vamos falar um pouquinho mais de seus outros produtos, explica para os nossos ouvintes o que hoje você oferece e é onde as pessoas podem te afarcar. Então hoje eu ofereço um curso sobre investimentos completo, um curso de 8 semanas que tem turmas ao longo do ano, então para quem me segue já falando aqui no meu principal canal hoje é o Instagram de divulgação, Thiago Cavanha, que é onde eu falo para brasileiros morando na Europa, e então eu tenho o meu produto, que é o Life, que é o Liberdade Financer na Europa, é um programa de 8 semanas com alas ao vivo e alas gravadas, então é um mix entre os dois, é onde eu trago desde o início de mentalidade, de organização financeira, corretoras, banco, o que a gente precisa saber para dar os primeiros passos para investir, como escolher ativo, como estruturar uma carteira, de forma mais aprofundada e com esse suporte ao vivo durante essas 8 semanas. Então esse é o curso mais completo, tem a minha constoria também para quem quer uma tensão individual, de investimentos, de montar uma carteira, pensando também na questão fiscal, que a gente precisa levar em conta, não é um bicho de sete cabeças, a gente precisa levar em conta em termos de estratégia fiscal com nos anos a Europa que a gente paga muito em posto, que acabou sendo a minha especialidade por falar disso, foi nesse mercado digital de infoprodutos, foi onde eu consegui, que para mim foi natural, falar disso, e foi onde eu consegui me encaixar, e vou falar aqui sobre o que eu conheço, 14 anos morando na Europa, falar sobre investimentos e impostos, a gente precisa falar dos dois. Então eu tenho o meu curso, as constorias, tenho um club de investimentos também, que é o World of Club, que a gente faz em contros mensais, tem relatórios sobre contexto econômico, cenário, está quem ora na Europa, que o pulguido e o que é importante para a gente saber. Então acho que são esses os meus principais produtos, se ir também em mulheres na bolsa. E o nosso podcast, mulheres na bolsa, um curso mais enxoto, daqui a um live, é de fato para você começar do zero, do zero para o seu primeiro investimento, ou se você ainda tem dúvidas sobre como investir, com a maior estratégia, com melhor produto, com três encontros dedicado para mulheres, que moram fora ou não, né? A gente não tem brasileiros que moram no Brasil, mas quem sabe nas próximas, é nosso público na Tafocada em Europa, mas a gente está pronto também para receber brasileiros que moram no Brasil, brasileiros que moram em Estados Unidos, Násia, enfim, eu tenho uma vez. - Estim, o investimento forte. - Está bem. É isso. É isso. Legal, estou obrigada, chago. Fiquei muito feliz com conversar com você. Obrigado, Bianca, e eu que agradeço também uma satisfação daqui, foi muito legal essa conversa. Obrigada para ficar até aqui. Essa conversa mexeu com você, manda para aquele brasileiro que você conhece que também recomeçou lá fora. Encontro no Instagram @biancamosquera e por lá que eu sigo essas histórias. Até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O viés da casa leva brasileiros no exterior a investir em real, moeda fraca e volátil, em vez de moedas fortes como euro e dólar.
  2. Investir na moeda do país de residência protege o patrimônio a longo prazo e aumenta a liberdade financeira.
  3. Barreiras comuns para investir fora incluem
  4. O curso "Mulheres na Bolsa" oferece treinamento prático e em grupo para mulheres aprenderem a investir no exterior, superando o viés da casa e medos iniciais.
  5. Morar fora desenvolve resiliência e maturidade, mas traz a saudade constante entre a vida no Brasil e no exterior.

Summary:

O bate-papo aborda o desafio de brasileiros que moram fora de casa e como o investimento pode transformar essa experiência. O viés da casa é destacado como a tendência de investir no Brasil, em real, por familiaridade, mas isso é arriscado devido à instabilidade cambial e econômica do país. Investir em moeda forte, como euro ou dólar, protege o patrimônio e permite crescimento real, como mostrado por um estudo do JP Morgan: o CDI rendeu 142% em 10 anos, mas apenas 4% convertido em dólar.

Barreiras como medo de impostos, dificuldade em escolher corretoras e a crença de que é preciso muito dinheiro são desmistificadas. O curso "Mulheres na Bolsa" foi criado para ajudar mulheres a superar esses obstáculos, com treinamento prático de três dias, abordando desde a escolha de ETFs até a execução de investimentos ao vivo. A reflexão final é sobre como morar fora desenvolve resiliência e maturidade, mas traz uma saudade constante entre os dois mundos.

A mensagem central é que investir cedo, mesmo com pouco, e na moeda certa, é essencial para alcançar liberdade financeira e fazer escolhas com propósito, independentemente de onde se vive.

FAQs

O viés da casa é a tendência de investir no que é familiar, como o Brasil, por conhecer os produtos, a língua e o sistema, mas isso aumenta o risco devido à instabilidade econômica e cambial do país.

Investir em moeda forte protege o patrimônio contra a desvalorização cambial e a inflação, garantindo maior poder de compra e crescimento consistente a longo prazo.

As barreiras incluem dificuldade em escolher corretora, medo de impostos, barreira do idioma e a crença de que é preciso muito dinheiro para começar.

Começar com pouco, ganhar experiência e entender que investir é simples, com estratégia e consistência, ajuda a superar o medo e construir confiança.

É um treinamento de três dias para mulheres que querem aprender a investir no exterior de forma prática, com aulas ao vivo, tarefas e suporte para sair do zero.

A liberdade financeira permite escolhas melhores, como trabalhar com propósito e não depender de um emprego, trazendo tranquilidade para enfrentar desafios no exterior.

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