A entrevista acompanha a trajetória de Matteo Couto, desde sua inclinação empreendedora na infância até sua atuação no mercado financeiro e a fundação da The Founders. Ele relata que, apesar do espírito empreendedor desde a escola, seguiu a carreira em M&A por pressões familiares e sociais. Sua experiência no setor financeiro e o desenvolvimento de um marketplace online o levaram a perceber a solidão do empreendedorismo, inspirando a criação da The Founders, uma comunidade para jovens empreendedores trocarem ideias e apoio. Matteo discute a conciliação entre a rotina exigente do mercado financeiro e o empreendedorismo, enfatizando a necessidade de disciplina e organização. Ele argumenta que, no cenário atual, a barreira de entrada para um negócio não é o produto, mas o valor agregado e a construção de uma comunidade leal. Para startups em estágio inicial, ele destaca que a execução é mais importante do que a ideia em si, e que valuation e investimentos frequentemente dependem mais da credibilidade e ambição do fundador do que de projeções financeiras.
Da infância ao mercado financeiro: a jornada empreendedora de Matteo
Sejam bem vindos para mais um episódio do marketempreendcast eu sou a Ju.
Pessoa 2
Eu sou a Isa e hoje nós estamos com um convidado super especial, o Mateus Couto, que é um analista em uma butique jimenei e cofundador da the Founders, que é uma comunidade que tá redefinindo aí o apoio aos jovens empreendedores do Brasil seja muito bem-vindo.
Pessoa 3
Pô, obrigado meninas pelo convite.
É um prazer estar aqui.
É, espero poder contar um pouco mais sobre essa experiência e muito mais sobre comunidades também, que é o que a gente vem construindo na the Founders.
Pessoa 1
Muito bom.
E aí, Matteo, pra começar?
Então conta um pouco pra gente sobre a sua trajetória.
Então você saiu do mercado financeiro e tá indo pra algo totalmente diferente, que é o empreendedorismo é ecossistema de inovação.
Então conta pra gente dessa sua trajetória.
Você passou pelo Insper, pela liga de empreendedorismo do Insper também.
Então se você quiser trazer também a sua experiência desde essa parte, como, enfim.
Realmente dentro do ecossistema, fica à vontade.
Pessoa 3
Claro, é, pô, acho que é legal começar contando um pouco da parte pessoal mesmo.
Então quando é que nem eu tava contando pra vocês?
Acho que quando a pessoa ela nasce com já o do bichinho do empreendedorismo é muito peculiar.
Então, desde pequeno assim, quando você tá na escola e tudo mais, eu acho que a pessoa uma das principais características que você vê, das pessoas que põe, empreendem e tudo mais.
É que elas são muito inquietas, mas não só isso.
Eu lembro que tipo, desde a época da escola, a grande maioria dos meus amigos sabiam o que queria fazer e eu era aquele perfil que tipo tinha as feiras da escola e eu não tinha noção se eu IA pra turma dos médicos, pra turma dos advogados.
E aí no final acho que acaba recaindo, principalmente se você for fazer uma faculdade, né?
Hoje em dia existem algumas voltadas para empreendedorismo, mas na minha época não tinha muitas.
Você acaba indo pra administração de empresas e pô, foi onde?
Eu comecei essa parte mais profissional, então, desde o começo do Insper, que foi a faculdade que eu formei, eu sempre trilhei essa trajetória de mercado financeiro.
É, sempre gostei muito de empreender.
Mas, pô, veio um viés muito familiar de minha família, não é de empreendedores.
Então vem muito aquele viés de pô, você tem que trabalhar no mercado financeiro, emenei, versman banking, priver, equity.
E seus amigos começam a entrar nas ligas de de mercado financeiro, eles começam a ganhar dinheiro.
E aí você começa a ficar tipo, tá, acho melhor eu seguir esse caminho.
Como o networking salvou um evento e mudou a visão de Matteo
Se não, pô, vai dar algo de errado aqui, é, e eu tentei muito, então antes de realmente por a mão na eu sempre tive negócios paralelos, empreendendo.
Então desde desde a escola mesmo, eu era aquele menino que vendia coisa.
E tipo, tomava advertência, suspensão, porque na cantina não podia vender as coisas, e meu armário era tipo a cantina que eu comprava e vendia pros amigos.
É de tudo.
Então, desde a escola, mas voltando pra faculdade, pô, eu comecei a trilhar a trajetória perfeita pra ser um cara bem sucedido no mercado financeiro é que existe um gaydebook completo.
Então você lê o livro do four render web questions você?
Presta uma liga de mercado financeiro, você faz um challenge e quando você segue esse caminho, é muito mais provável de que você vai entrar num lugar que você vai no final do ano.
Está ganhando muito dinheiro e tendo bônus pra falar pros seus amigos.
E foi isso que aconteceu.
Entrei em diversos estágios, trabalhei tanto na parte do vendedor, né, que a gente chama do celside no mercado de emenei, quanto no by side, no fundo de provere Curi gringo é e.
Aí realmente foi quando surgiu a primeira, o primeiro contato assim com putz, acho que isso não é pra mim.
Eu gostava do ambiente, eu me sentia.
Eu acho que o mercado financeiro é um ambiente que você tá em, com várias pessoas em voltas, que tipo assim, tem muita profundidade.
Talvez não seja profundidade a palavra, mas tipo assim, você vai se falar com alguém, a pessoa sabe falar de tudo, um pouco de tudo, ela sabe falar.
Então ela é aquele generalista, mas você se sente que saca a pessoa muito esperta perto de você.
É uma pessoa que tem que estar atualizada com o mercado.
É uma pessoa que, pô, sabe das coisas principais, macroeconômicas e quando você está nesse ambiente, você absorve muito EE.
Aí seguindo a linha de raciocínio, quando eu tive esses 2 estágios, eu falei, pô, eu gosto muito das pessoas, é, queria empreender mais uma vez.
Então, antes da faculdade, pô.
Durante a faculdade do começo fazia festa, então diversos perrengues, mas tipo assim, long story short, é, tinha uma, fiz uma festa que 2 dias antes eu tava com mais de 3500 ingressos vendidos e o proprietário simplesmente me ligou e falou tipo, Ah, não, o lugar que você assinou o contrato que você locou e tudo mais, foi vendido como incorporadora e eu não vou poder fazer sua festa aqui.
Então assim, são vários vários perrengues que pô, acho que são experiências muito.
É, você precisa passar pra aprender, né?
Então, primeiro, desde moleque, acho que frustração é essencial.
Pô, quem não passa por frustração sofre muito mais, ao meu ver, assim.
Então, quando você tem uma pessoa que, pô, tá bem, já passou por várias coisas assim, de realmente, pô, situações que você não tava acostumado, é é difícil uma coisa te derrubar.
Então você toma muito tapa na cara e você tipo, tá tudo bem, eu já passei coisas piores, não é ser o pior da minha vida.
Então nessa situação, só continuando, por exemplo, cara que a gente faz, tinha 3500 ingressos vendidos, eu tinha muita gente querendo ir na festa, porra, é, era disclaimer que fiquei do lado, que era no meio da pandemia, essa festa e tipo assim, era aquela situação, tudo pra dar errado, porra, tudo pra dar errado mesmo e.
Que a gente faz liga pra todas incorporadoras, networking, networking pra lá, network pra cá.
E foi nesse momento que eu falei, putz, networking.
Eu não gosto muito hoje, da forma como utilizo a palavra, networking, eu acho que, pô, tá bem um negócio comercial, grupo de networking e tudo mais, mas querendo ou não, relacionamento, pô, acima de tudo.
E aí foi aí que eu aprendi o poder do relacionamento.
Em poucos telefonemas, eu cheguei na incorporadora que a demoli postergamos a demolição e deu tudo certo na festa.
Que bom, que bom.
Conciliando M&A e empreendedorismo: a origem do The Founders
Então só pra continuar, pô, desde sempre esse lado empreendedor, mas pra entrar nessa parte de mercado financeiro, só pra fazer o gancho, é foi muito natural.
Então depois que eu fiz esses 2 estágios, tanto no lado do comprador quanto no vendedor, eu acabei criando uma solução de marketplace online, onde os vendedores eles colocavam os mandatos deles lá, dos clientes.
Então quais empresas estavam à venda de forma?
É.
Sigilosa, né?
Então não era um negócio que você sabia na cara, até porque não é prática de mercado isso.
E do lado dos compradores, eles cadastravam os interesses do que eles querem investir.
E tinha clientes, pô, dos 2 lados, muito grandes, e acabou surgindo a oportunidade pra desenvolver.
É toda a parte tecnologia.
É numa boutique jamenei muito bem conhecida hoje no na América Latina isso foi grande, foi 1 MB solução, uma 1 MB produto.
E foi essa porta que abriu principalmente o espaço pra gente começar.
The Founders.
Então, só entrando rapidamente em the Founders, o que que aconteceu?
Eu tava no lançamento do Shark tank, dos meus amigos da doth que estava aqui?
A gente tava no São Bento, é vendo na TV um evento que estava passando lá deles, sendo captando no Shark tank.
E eu tava com o Eric e kodib, a gente sentou e falou, pô, falta um lugar pra gente poder trocar ideia, né?
Empreender é muito solitário.
Essa é a dor que eu deixo mais claro pra todo mundo que entra na comunidade e vamos criar um espaço pra isso.
Era muito, fazia muito sentido, a rede de relacionamento era muito boa e os mentores, pô, super toparam a ideia.
Então com essa parceria dessa butique de emenei.
Mais esses insights que a gente teve no começo, algo muito natural.
Começou a the Founders com o primeiro talk, que foi um convidado que o meu sócio Fábio, trouxe também meu cofundador.
E de lá para cá eram realmente mesas com 4 pessoas, 5 pessoas.
E aí começou a crescer o número de pessoas interessadas na the Founders.
Pessoa 2
Que legal, que legal e só pegando esse gancho aí, como conciliar?
É o trabalho com essa vida de empreendedorismo e começar um negócio, porque tem gente que para, né?
Completamente o trabalho deixa o CLT e vai vai começar a empreender?
É.
Mas ao mesmo tempo é uma dúvida muito pessoal minha mesmo, tipo, como eu vou conciliar tudo, sabe?
Se eu quero tirar um projeto do papel assim, será que dá pra eu conciliar?
Pessoa 3
Eu acho que até certo ponto dá.
É mega viável?
É.
Pô, eu acho que algo muito bom da realidade do mercado financeiro, bom por um lado e não pro outro, mas que agrega muito.
É você entender uma rotina que é muito peculiar quando você trabalha em emenei.
É, não é uma coisa atípica você ficar até a madrugada no escritório.
Então você trabalha muito você.
Não é brincadeira quando as pessoas falam tipo, Ah, não, eu trabalho com o emenei e tal.
Realmente é uma rotina que demanda isso, porque é na hierarquia de emenei, principalmente, você tem os sócios, é de analista a soja, de diretor e tudo mais.
O dia a dia das pessoas é basicamente, pô, de manhã elas se atualizam com o mercado, começa a fazer material, horário comercial, fala com cliente, então você está em COL o dia inteiro.
E aí, pô, mas pro final do dia é quando fica tranquilo pra você realmente fazer as coisas operacionais, PowerPoint, modelagem, tudo mais, que é o que toda a boutique jimenei faz hoje em dia.
EE, aí com isso você convive com uma realidade que quando você vê amigos que não passaram por isso, você fala assim, meu, criei casca, tipo assim, hoje dá pra conciliar.
Então, putz, há incentivo, acho que deve ser assim, não, eu falo por conta própria.
É, mas hoje, quem é do meu ciclo realmente tipo, reconhece, é, é uma coisa difícil assim, principalmente namorada, família e tudo mais, porque eu vejo eles muito pouco.
Eu saio de casa mais cedo, eu chego em casa quando eles estão dormindo e é assim que eu consigo conciliar minha vida hoje.
Então eu acho que dá, é super dá, mas pô, você precisa ter 11 gol, for aí muito claro, assim é, e não só isso, eu acho que também.
Tem que ter uma organização.
Eu era um cara muito desorganizado mesmo, muito, muito, muito.
Então, tipo assim, quando eu decidi falar que quarta-feira era o dia que eu IA encontrar todas as pessoas que eu precisava encontrar pra fazer comercial que seja puta, minha rotina mudou.
Então quarta-feira eu jogo tudo pra quarta, quarta não marque reunião, estou fazendo isso, puta é quinta-feira de manhã é sagrado pra mim, eu acordo, eu tô com meu time de tecnologia.
Resolvendo o problema x puta segunda-feira dele, não substituto, não troco por nada.
Então, quando se crianças rituais, pô, entra muito esse poder do hábito, que acho meio clichê, fica falando acho assim realmente funciona.
Não é um negócio que é só por falar, mas acho que dá.
E ainda mais hoje, pô, principalmente pra quem tá mexendo com tech pessoal também super acompanha, é?
Eu Acredito que logo menos, senão agora, a era que a gente já tá vivendo, vai ter cada vez mais empresas de uma pessoa só.
Então hoje eu consigo prototipar, desenhar tela, resolver o produto, codando sem saber nunca ter feito nada de tech de coining, né?
Então 100% vai coining com love ou é ou com outras ferramentas um cloud da vida?
É então, pô.
Acho que principalmente pra empresa de tech é super viável, mas pra ter organização?
Pessoa 2
Claro que é com.
Pessoa 1
Certeza.
E até entrando ainda nesse ponto de mercado financeiro versus inovação e empreendedorismo, eu queria saber um pouco da sua visão, porque no emenei você tá ali acompanhando os excess da empresa.
Por que a comunidade é a barreira de entrada no empreendedorismo
Então tá sempre nessa parte de saída que muita gente fala que é o final, mas eu não acho que é o final.
Só que também realmente é uma virada de chave que tem na empresa e ao mesmo tempo na defunders.
Você vê ali o início realmente, então pessoas que estão começando tudo isso.
Então qual dica você daria para uma pessoa que tá começando, visto que você todos os dias analisa ali um exit de fato, então uma pessoa que conseguiu chegar nesse tão sonhado final ali que teria.
Pessoa 3
É, acho que clichê também, mas pra você gerar equity você tem que ter Barreira de entrada se não ver alguém te derrubando no dia seguinte.
Produto virou commodity principalmente pra tech, então não acho que o produto é diferencial, mas o valor que você agrega no serviço é a forma como você se relaciona com seu cliente.
Acho que isso é o que faz a pessoa querer entrar na the faunders e não querer entrar num outro concorrente.
Hoje eu não vejo nenhum concorrente direto nosso, então tipo, pô, realmente o cara faz exatamente nosso escopo.
Ele tá mega voltado pro que a gente tá fazendo, não vejo.
Temos concorrentes?
Temos.
É, mas até aí tudo tem concorrência.
Se você for ver hoje um concorrente da Globo pode ser a Netflix, um concorrente do SBT pode ser Amazon Prime.
Então é, eu acho que, cara, a fórmula, principalmente pra você que tá começando a construir um negócio, é pensar em como não te derrubam fácil, porque é isso que eu falei, não é só pra tech.
E AI tá aí não, todo mundo já tá cansado de ouvir.
Mas não é mentira, é.
Eu vejo o cenário assim, às vezes como muito promissor, mas ao mesmo tempo um pouco assustador.
É quando você vê um grupo de reais conversando entre elas e tem conversas explícitas que você vê daí eles falando coisas tipo, pô, vamos é acabar com os humanos.
Tudo mais pode ser teoria da conspiração, não é mais tipo, existe.
Tem rede social pra IA hoje elas se comunicam e evoluem lá.
Então cara, eu sou um cara bem tipo assim.
Acredito muito no poder do IA, mas tem um pé atrás sobre até onde ela pode chegar.
Mas voltando pra sua pergunta, acho que o operacional vai ser 100% substituível se você acha que seu produto é top demais e que ninguém vai conseguir fazer.
Pô, o Instagram hoje não é uma coisa difícil de atirar do papel.
Por que que eu não consigo construir um Instagram e derrubar o insta que existe hoje?
Porque eles têm muita reputação, tem muita marca e acima de tudo, comunidade, que é o tópico que eu IA falar.
Assim, Eu Acredito que todas as empresas grandes que realmente pensam em como reter os clientes e não perder pros concorrentes pra realmente gerar eco, gerar valor, elas vão ter uma área interna de comunidade dentro delas igual tem marketing hoje.
É, vai existir uma área de comunidade, gestão de comunidade.
Essa é uma das teses da default.
Então, quando você entende o poder de criar valor pros seus clientes através de uma comunidade, você percebe que o concorrente não consegue te derrubar tão fácil.
Pessoa 1
Muito bom que.
Pessoa 2
Legal?
É, eu acho que faz.
Faz muito sentido.
É já, já.
A gente volta aí pra essa questão da da comunidade.
Mas é sobre geração de valor, né?
De um negócio.
É, a gente tem o valuation, né, que é 11 índice importantíssimo.
É, mas é.
A gente queria saber qual o que, qual é o maior erro aí que um universitário pode é ter ou pode acabar ignorando, passando?
É sobre gerar valor, é que às vezes pode fazer com que o projeto dele não saia do papel ou que ele não tem um investidor.
Pessoa 3
Meu eu?
Estando na defender e conversando com muitos empreendedores, jovens da nossa geração, o que eu mais vejo são pessoas, profissionais, profissionais em ter ideias.
As pessoas hoje são profissionais, então ti assim vem, ainda fala com o GPT, eles viraram profissionais em ter ideias.
Eu acho que a nossa geração é a geração das ideias.
É, mas ser um bom executor hoje, cara, é muito difícil.
E é aí que você separa realmente quem fica no papel e sai do papel.
Eu acho que quando a gente fala principalmente da parte valuation, é bem delicado.
Quando a gente olha para começo, startup é, para mim, o conceito de startup é muito amplo, começa por aí.
Então eu tô falando aqui com vocês, o meu conceito de startup é diferente do seu, que é diferente dela.
E é, não existe uma coisa muito.
Tingível pra startup, putz, até pra você que trabalha em VCE tudo mais earlistage Friends and family, um negócio muito no começo, puta desculpa você chegar e me mostrar um Balanço, me mostrar uma DRE, fazer um Business plan e falar assim não porque a minha empresa vale 10000000 fazendo projeção de fluxo de caixa no momento que você tá.
Eu não confio nisso e eu concordo, tipo assim, eu não confio nisso, então eu acho que.
Quando a gente entra em valuat investimento rodada valuation existe pra isso, né?
Pra ter um investidor, entrar alguém na empresa e tudo mais.
Principalmente nesse começo que é o público que eu tô lidando muito, é 100% a pessoa é, é clichê.
Vamos ouvir também todo mundo falar, eu tô investindo no founder e tudo mais, mas não tem como fugir do comum.
Eu tenho pessoas hoje dentro da comunidade que elas nem tiraram o dedo do papel.
Mas se eu pudesse ter um aplicativo, uma bolsa de valores para investir na pessoa física e não no CNPJ, eu investiria na pessoa.
Porque assim ela sonha tão grande, a ambição dela é tão grande.
Chega até parecer um pouco egoísta, mas pô, você conversa com ela, você olha no fundo do olho dela, você fica assim, meu, o que você fala é verdade, eu tô confiando assim.
E a pessoa realmente vende o sonho muito bem, então.
Quando a gente entra no tópico valuation principalmente, eu acho que é sobre pessoas, principalmente no começo, Ah, não, pô, que nem uma boutique de memei e tudo mais que tá assessorando um mandato grande é transações que tem fees aí de 1000000 pra cima, pra boutique de memei, não um tamanho de transação, pô, aí tudo bem, aí vamos fazer um valuation, vamos fazer um negócio que então eu vou analisar se você tem contingência possível trabalhista pra eu reduzir do seu valuation como comprador.
É, vamos falar de números agora, no começo é 100% pessoas em intuição, acho.
Pessoa 1
E até uma coisa que me lembrou bastante, eu acho que, principalmente no ellistage, concordo plenamente com você, é o time.
E acho que a pessoa também mostrar que ela está focada no que realmente ela está ali para colocar.
Às vezes eu vejo startup que está falando.
Vou crescer aqui em São Paulo, depois eu vou fazer isso em Lisboa, depois eu vou para os Estados Unidos começar e você fica calma, calma, não é assim, o mundo não é tão pequeno quanto parece, então assim, concordo plenamente.
E aí até seguindo um pouco nesse nesse tópico assim, até entrando, acho que legal entrar em comunidade agora.
Aproveito para você explicar um pouco como funciona o dia a dia lá dos membros do the Founders.
Qual é o processo seletivo também para quando abrir, você realmente já conseguir ter alguns empreendedores, nossos ouvintes entrando e posteriormente a gente continua fazendo algumas perguntas sobre comunidade.
Como o The Founders seleciona e cultiva sua comunidade de jovens empreendedores
Acho que esse tópico vai ser muito legal.
Pessoa 3
Show é bom?
Então, falando um pouco de the Founders, como funciona o dia a dia da comunidade hoje?
É estratégias que a gente tem de gestão de comunidade, vou deixar pra depois, mas pensando no processo seletivo, de como que entra quem faz sentido entrar hoje e que que a gente tá quer ter perto da comunidade.
Hoje a gente tem jovens de 18 a 35 anos de idade, parece que 35 já não é mais jovem, mas cara, tem espírito de jovem?
É, a gente tem essa faixa etária, putz, tem o cara de 35, ano que vem vai ser expulso.
Não necessariamente a gente espera crescer com a comunidade, por isso que a gente começou com a geração z é muito sexy você falar de jain z, você falar de é pessoas jovens querendo empreender com força, que tão querendo sempre mais ambiciosas e tudo mais.
Acho que é por isso foi um dos principais motivos do por que que a gente começou com essa geração, além de estarmos no ciclo hoje, mas para conquistar mentores, de gerar reputação, é que era um negócio que a gente não tinha.
Você pega uma g 4, os 3 fundadores já tinham um canal pronto.
O bunardom, o Tales, o Alfredo, pô, 3 exits.
Os caras já tinham marca pessoal construída não igual é hoje, mas já tinham.
Então eles tinham um canal pessoal pra conseguir criar uma marca deles.
A gente não tinha e a gente não começou como Business, né?
Como eu disse pra vocês, então realmente é a gente meu, tinha que começar de algum lugar e foi construindo marca através dessas pessoas, se conectando com a geração z.
E quando a gente literalmente escolhe um público que hoje é o que eu mais admiro e quero ter ao longo da minha vida inteira, amigos empreendedores são as pessoas que porram mais.
Olho pro lado e falo, esse cara é pau pra toda obra, literalmente.
Porque eu tenho amigos que são CLT, eu tenho amigos que é, estão em outros caminhos e tipo assim, pô, você não sabe o que é pagar uma das.
Você não sabe o que é nada assim, tipo, tudo bem, pô, eu não sei muita coisa que você é mega especialista e tá tudo bem, mas eu acho que o empreendedor, ele é uma criatura muito versátil, ele é tipo meu 111 coisa muito diferente, por isso que eu admiro super.
Então voltando pra contar como é que funciona estar na the feunders hoje, por que que a gente tem esse público realmente?
Porque eu admiro, acho que são as pessoas que realmente vão mudar o Brasil.
Eu sou muito pró.
Acreditar num Brasil fanástico.
Eu não sou o cara pessimista de Brasil, puta, tá tudo dando errado, tá tudo vai dar ruim, cara, não vai dar certo.
Eu acho que sou uma pessoa bem pró Brasil e acredito que os jovens realmente vão mudar isso.
É, e minha convicção é muito forte nisso.
Por isso que a gente começou com a geração z mas enfim, é quando a gente fala do processo seletivo hoje, a gente sempre chama para conhecer a primeira conversa.
Ela é igual a gente está tendo aqui, eu como relacionamento network.
Eu não acredito que a gente vai poder ser amigo de verdade nessa mesa.
A gente não vai virar muito próximos e tal.
Pra mim, relacionamento de verdade se cria com vínculos que não tão na mesa, não tão no escritório.
Então é quando eu descobri que você gosta de passear com seu cachorro no Ibirapuera às 7 da manhã no sábado.
E eu também.
E aí a gente vai se encontrar lá e aí sim a gente vai ter um vínculo verdadeiro e isso é Barreira de entrada hoje em dia, porque você vira minha amiga, a gente se conecta e vira mais do que Business, vira um negócio pessoal, vira um vínculo que dificilmente vai vir um concorrente.
Ele pode fazer a mesma coisa que eu faço, ele vai conseguir te levar pra comunidade dele sim, tá?
É?
Então, pô, como é que eu faço conversa principal aqui, um café, uma vídeo, pra conhecer do negócio mesmo, da pessoa?
Eventualmente fazendo sentido, a pessoa lá aprovada por um grupo que se chama the Founders first step.
Então hoje a gente tem uma galera nesse grupo que são basicamente pessoas que estão para virar membro.
A gente não aprova ninguém para por volume nem nada do tipo.
Elas estão ali porque a gente acredita que elas são potenciais membros e aí quando elas são aprovadas, elas ficam.
Elas podem ser chamadas a cada um mês para realmente entrar na comunidade como membro.
Então a gente faz.
Todo um quando a pessoa entra no the funest for start, ela faz uma apresentação dela.
Isso é bem padrão de comunidade, mas todo final de mês a gente manda uma carta na casa delas e a gente optou por não ligar, não mandar mensagem e não fazer nada.
A gente tem um envelope lindo que eu mando pra vocês depois, que é tipo assim, quando chega na sua casa?
É o envelope, você fala assim, meu, o que que é isso?
E só o login assim, the Founders é um negócio extraordinário.
A gente vai receber o vídeo da pessoa abrindo o envelope assim, tipo, chorando, lendo a carta, que é isso, o que que tá acontecendo, e aí a pessoa realmente ela é aprovada pra virar o member, né?
Então esse é o convite que a gente faz individualmente hoje, pô, quais são os critérios que a pessoa tem que ter?
Primeiro, alinhamento com nossos valores e cultura, que eu deixo muito claro então.
É, a gente tem alguns, você tá principalmente crescer junto.
Então um deles é literalmente lemas que eu não acredito em cultura, tem que tá escrito na parede, eu não acho que tá escrito aqui, não tenha ego, vai mudar as coisas.
Acho que cultura é realmente no dia a dia de quem dá o exemplo é a gente.
Uma delas, por exemplo, é é no ego Justice equition, então pra mim é a principal.
Hoje, que nem eu falei pra vocês, a gente tem de AAZ dentro da comunidade.
A gente tem de filhos, de pessoas que têm empresas gigantescas, de tipo que vocês com certeza conhecem.
A gente teve pessoas que vieram é lá de baixo mesmo assim, de vender coisa no Farol.
E hoje tem marcas que faturam meio milhão mês.
É coisas do tipo vendendo produtos online, coisas do tipo.
Então, pô, a gente tem de AAZ.
O real, o real foco das pessoas que estão lá dentro é, não importa de onde você veio, importa onde você quer chegar.
Então, e quando a gente bate isso no martelo, quando você quer, onde você quer chegar, a gente não quer ter do lado pessoas que realmente tem o ego acima de tudo.
Então hoje, pô, principalmente é, acho que comunidades mais.
Não sei se é por público ou tudo mais, mas já vi muito.
Comunidades que você manda, fica mandando foto de relógio, fica mandando foto de pousando de avião aqui.
E não é criticando.
Eu só deixo claro que não é o nosso público não é hoje, né?
The Founders não são os valores que a gente tem aqui.
Então, pelo nível da galera, pô, não importa de onde você veio, não importa nada do tipo do que você tem, importa onde você quer chegar.
E tem outro também que acho muito importante que é we groove together e a gente comemora junto também.
Então, cada notícia que um membro sai, sai no The News, sai no Brazil Journal, sai em qualquer lugar, pô, a gente manda no grupo, todo mundo comemora, tipo, você nem conhece a pessoa animal, parabéns, sei lá o que a gente faz questão de postar no insta.
Então, tipo assim, a pessoa se sente fazendo parte de algo maior.
Não é aquilo que você tá só tipo, putz, eles querem me vender algo o tempo todo, é?
E realmente isso de crescer junto é muito importante.
A gente deixa muito claro também para as pessoas que se ela tá entrando só pra drenar da comunidade só pra sugar que seja conhecimento, relacionamento, a parte comercial ela não fica, não faz sentido.
Não temos dentro do grupo aquele negócio de puta.
Entrei é.
E gastei x qual que é meu Roy?
Em quanto tempo eu pago meu Roy, Roy, Roy, Roy, Roy, cara, você está buscando o Roy.
Se a sua empresa paga para você, como comercial, entrar em comunidade para gerar negócio também.
Atualmente não é o lugar do default, então é diversas pessoas também querem entrar por questão de marca, por falar que está dentro, por questão de comercial, não faz sentido estar dentro, tá?
Então esses são os nossos valores e é.
A gente deixa muito claro porque impressionantemente, quando mais ele se dissipa, mais vocês entendem o que que é.
CD Founders, mais pessoas legais vem atrás da gente, que é o lead que a gente mais busca, então pessoas agradáveis que estão empreendendo.
Então todo mundo tem um CNPJ.
Hoje a gente ainda não tem uma frente educacional, nem nada.
Para quem quer tirar ideia do papel.
A gente tem um contato bem próximo, a gente faz alguns workshops, mas nada mega estruturado é realmente.
Relacionamento com as pessoas e isso é um pouco de como que funciona hoje.
E aí quando você é aprovado pro memership, pô, são diversas dinâmicas, não vou abrir todas aqui.
A gente só realmente tem uma estratégia de marketing muito voltada pros Talks, que é o que todo mundo conhece.
Então, se você entrar no nosso Instagram, lá você vai ver os maiores embaixadores, mentores da comunidade hoje, que são Founders de diversas empresas.
Então, pô.
André Street da Stone, Guilherme beach, Mother XP Patrick seguit, fundador do iFood, pô, um pouco de tudo.
Juliano Dutra, todos eles realmente fazem parte do ecossistema e com eles não é diferente.
Então eles gostam tanto da causa que não é algo que eles veem só como putz, um grupo que eu vou dar um toque, tchau.
A gente tem comunidade para os mentores, para os embaixadores.
Então não são todos os mentores que estão nesse grupo, porque são os embaixadores, que são alguns selecionados, mas são pessoas que você pega no WhatsApp, você manda uma mensagem porque você te responde 1 hora, pessoas mega, pô, conhecidas, famosas, e é muito legal isso.
Então, mais uma vez, um caso de comunidade dentro da the Founders que faz a gente ter um relacionamento super próximo pra quando a gente precisa captar, precisa de fornecedor, precisa de cliente, precisa de parceria.
A gente tem uma abertura muito grande com eles.
Pessoa 2
Legal e Na Na nessa no momento aí de de seleção mesmo é como vocês diferenciam aquela pessoa entusiasmada ou até mesmo aquela pessoa que só quer sugar?
É e daquela pessoa que realmente vai executar?
Vai engajar?
É, tem alguns alguns critérios como como, como né?
A importância da execução e do autoconhecimento para o empreendedor
Vocês diferenciam.
Pessoa 3
Eu acho que assim, no começo poderia aparecer um pouco subjetivo.
Hoje eu ouso dizer que o meu olfato é bom.
Então, tipo assim, é de conversar, de ver o brilho no olho, de entender onde a pessoa quer chegar, qual o tamanho da ambição dela.
Eu, pô, hoje acho que tem 11 toque muito bom, falar meu, essa pessoa tem que estar aqui.
Essa pessoa precisa de um ambiente seguro para conseguir crescer e realmente ter um braço direito nessa jornada.
Porque quando a gente fala de uma dor incomum, que eu também disse pra vocês que empreender é um caminho solitário pra caramba.
E ainda mais na nossa geração, que o principal AI na grande maioria das vezes é a primeira vez que a gente tá fazendo que a gente tá ligando pra um contador e perguntando como paga uma das ligando pra um contador e como que abre um CNPJ.
A primeira vez que você tá fazendo isso é é algo que, pô, você sente muito.
Então é realmente, eu acho que é do feeling hoje, então eu converso um por um, ninguém entra, pô.
Matheus é escalável?
Isso precisa ser escalável.
Eu preciso ter 10000 pessoas, eu preciso ter 100000 pessoas ainda the Founders, entendeu?
Então, tipo assim, é muito sobre onde você quer chegar, qual que é a nossa estratégia, como the Founders, o que que é a marca the Founders, que é um mistério para muitos, né?
Tem gente que, tipo assim, não sabe até hoje.
A pessoa manda mensagem no WhatsApp, me liga, quero entrar, quero entrar, quero entrar, eu falo, não legal, mas que que você sabe da defaunders, não sei, quero entrar, quero entrar, então deixa assim, é, rola muito disso hoje?
Sim, EE faz parte da nossa marca, é não abriu o jogo para todo mundo, é, se você está em House, você realmente sabe o que acontece é você achar que a defaunders é só os toques que a gente posta no Instagram, então a gente prefere ser um negócio mais.
Não digo low profile, mas mais próximo de quem realmente vive.
Acho que faz parte dos valores da cultura.
Tipo é, a gente não precisa ficar expondo, então só voltando com mais aí uma fugida aqui.
Mas tipo assim, é, a gente tem alguns critérios hoje para você ser aprovado, é, e nenhum deles é tipo assim, pô, você precisa estar faturando x 1000 BRL por mês.
Mas são critérios que estão muito mais virados para nossos valores e cultura e.
Pessoa 1
Aí eu queria até saber uma opinião sua.
Então existe esse esse estigma que normalmente uma pessoa mais jovem se sente ali um pouco menos vulnerável, em sentido de ela precisa de ajuda quando vai começar a abrir uma empresa, mas tem aquele medo de.
Enfim, contatar outra pessoa que tá ali nesse mesmo caminho justamente, né?
Pra ter uma ajuda e tudo mais e ela tem esse medo pra não ter uma concorrente, pra não expandir as suas ideias.
E aí eu queria saber qual que é sua opinião sobre esse lado e se, caso você enxerga algumas pessoas que são assim, como realmente vocês conseguiriam assim mudar a cabeça delas?
Talvez um pouco mais de experiência, mostrar que ter um pouco de vulnerabilidade faz sentido nesse momento.
Como que você lida com isso?
Pessoa 3
A resposta é direta e reta, o que você trouxe das pessoas terem medo de você roubar sua ideia?
Eu acho que é a maior cagada de todas.
É tipo assim, eu foi que nem eu falei no começo.
A nossa geração é profissional em ter ideias.
Quem se destaca, quem executa, não adianta.
Tipo assim, putz, tive ideia x ideia visionária.
Cara, com quantas pessoas você conversou pra ver se realmente vai ter gente?
Falei com meu pai, minha mãe e meu irmão, pô, legal, só só entendeu.
Então, tipo assim, as pessoas hoje, elas estão querendo, elas querem as vezes muito, o óbvio, o tipo, pô, deixa eu validar a ideia do meu MVP.
Putz, validar e falar com 10 pessoas do meu ciclo, cara, não é tipo assim, se você não for falar com as pessoas, não vai rolar o negócio.
Então, e eu errei muito disso, muito, muito, muito, muito.
Então como que eu mudo a mentalidade de uma pessoa que acha que puta?
A sua ideia tá guardada um segredo de 7 chaves e ninguém pode saber.
Se não você não vai executar.
Putz, cara, é, eu acho que realmente eu não sei como assim, mas eu sei que você tem que tirar essa mentalidade, porque eu.
Garanto que alguém já fez, já tentou e se bobear, a ideia era 1000000 de vezes melhor que a sua.
E por medo, por ego, por inconfiança, você não vai ter um insight de uma pessoa que já estava 10 anos na sua frente, 5 anos na sua frente.
Então, tipo assim, acho que isso entra muito em relacionamento, pô.
É essencial.
Se você é um founder, se você é uma pessoa que está no comercial, empresa sem comercial, não, não existe, então começa por aí, se você não é o cara comercial, se você não tem o perfil comercial, chama um sócio comercial pra estar no seu lado desde o começo, porque não é só pelo comercial, você precisa de um cara que vai pra rua, você precisa de um cara que vai validar, você precisa de um cara que vai falar com investidor, você precisa de um cara que é o institucional do seu negócio, se você não
tem esse perfil e pô.
Acho que muitas pessoas acham que se trabalha, mas eu acho que soft skills é muito mais fácil você nascer com o dom.
Você pode trabalhar, mas as pessoas que pô, se comunicam bem, que sabe olhar no olho, que sabe um aperto de mão, é diferente de um abraço quando você está cumprimentando, sabem coisas assim que você não aprendeu, já nasceu com você, pô.
Elas estão muito na frente.
Não que uma pessoa que seja ultra, mega, hard, skill, operacional, top, ela não consiga treinar, mas eu acho que assim, pô.
Eu vi um vídeo hoje que eu fiquei impressionado.
Falei assim, meu, você é muito bom em alguma coisa, eu te garanto, você é muito bom em alguma coisa.
O problema é que essa coisa é tão tradicional, ela passa tão batido no seu dia, que nem você sabe que isso é bom.
Mas todo mundo é muito bom em alguma coisa, pô, isso eu não tenho dúvida.
Às vezes é tipo assim, um negócio zero, óbvio.
E bom, não é a parte operacional.
Muito tempo eu olhei e falei, eu olhava os meus amigos na faculdade, pô, os caras entendiam muito de finanças a fundo assim, né?
Pessoal de mercado financeiro realmente é planilha atrás de planilha, planilha Excel, Excel e short CUT pra fazer os Atalhos, porque AEB você precisa disso.
Π, você precisa disso, eu olhar pra aquilo.
Eu tentava me encaixar num negócio que sabe que eu não IA e aí quando você quando, pô, eu pelo menos aceitei.
Que o que eu gosto de fazer, o que eu sou bom, ao meu ver, que eu, pô, me considero bom.
É me relacionar, conversar e extrair dos relacionamentos que eu tenho.
Meu foi um peso nas minhas costas.
E saiu que eu falei assim, putz, está tudo bem eu não ser o cara técnico, tipo, as coisas dão certo desse jeito que eu sou também.
Então, tipo assim, eu acho que, pô, essa é uma dica muito especial, é, você é muito bom em alguma coisa.
Todo mundo é muito bem alguma coisa.
Você só precisa perceber que às vezes ela tá tão batida no seu dia a dia que você nem consegue identificar que isso é bom nisso.
A estratégia de branding do The Founders para engajar jovens empreendedores
É o autoconhecimento do empreendedorismo.
É importante, né?
Até a Paula, quando ela tava aqui com a gente, ela falou que foi pra criar mesmo a marca dela, foi algo essencial assim.
Pessoa 3
Essencial.
Pessoa 2
Essencial.
Pessoa 1
E até agora lembrei da fala também é a fala.
Paula Veloso, da caféla, ou deixando aqui para.
Pessoa 3
A gente?
Pessoa 1
A Paula tem episódio também com ela, descendo aqui um pouco, vocês vão encontrar, mas ela falou muito sobre realmente você ter autoconhecimento, até mesmo para você ter uma marca que transmita exatamente o que você quer passar e o que você é de verdade.
Então não seja uma farsa.
E aí, justamente por isso, eu sei muito bem que o branding c da the Founders é algo muito voltado para a geração z, como você mesmo pontuou aqui algumas vezes.
E eu queria saber como que de fato vocês conseguiram?
Como vocês pensaram desde esse início?
É de comunicar essa geração.
Então, como vocês fazem o branding de vocês e a identidade visual de vocês?
Pra esse lado e como que surgiu de fato essa ideia de começar fazendo vídeos mais dinâmicos, fazendo posts assim, realmente contando com várias imagens ali, como que é o dia a dia do fundador, ou enfim, sobre a empresa e que de fato chama a atenção dessa do público alvo de vocês que é essa geração?
Pessoa 3
Eu vou até olhar pra câmera agora, dá um foco aqui.
Eu vou olhar pra câmera.
Vou contar um segredo pra vocês.
Nada se cria, tudo se copia.
Acho que tipo assim, essa é é a pauta que assim, pô, muito legal que vocês tocaram.
E quando eu falo nada se cria, tudo copia um, não sou eu que faço isso, todo mundo faz, vocês sabem disso.
É, mas hoje o acesso à informação.
Tá tão fácil, tá tão simples, você vê o que que dá certo, o que que não dá.
Você pega nos Estados Unidos, meu, o tanto de grupo de Founders que tem nos Estados Unidos é brincadeira, tipo assim, é brincadeira mesmo, tem muitos, muitos mesmo.
EE, não, só isso.
Eu acho que, pô, desde o começo é, eu tava vendo um podcast que é inspiração nossa, eu gosto de dar esse essa indicação de podcast aqui que se chama Founders.
É, e o the Founders veio, a gente veio dessa nomenclatura.
Para quem não sabe, é quando eu tava ouvindo esse podcast antes, a minha empresa conectava o by side ao society eminde, chamava the feunder.
Aí um dia eu ouvi o podcast do Founders e a gente precisava criar uma marca em 2 dias.
Aí eu falei, tipo, vou usar o day e juntar com o podcast Founders.
Então, pô, obrigado, você, que fundou o podcast Founders aí nos Estados Unidos.
É, mas realmente é muito bom.
E aí quando entra pra essa parte de marketing, tem um episódio que ele narra toda, ele pega livros, né?
E ele vai narrando as biografias escrito é muito mais gostoso, pô, eu não sou um cara, é de aprender muito em livro, né?
Acho que eu cada um tem seu perfil, eu gosto muito de ouvir puta, eu adoro ouvir podcast, eu absorvo muito bem EE, um desses podcast, ele tava justamente falando sobre.
Como o jobs sempre quis participar da área de marketing da Apple até o dia que ele morreu, então tudo que era decisão de marketing, quando a gente acha que a gente vai terceirizando, a gente vai passando pra alguém fazer, é a gente vai passando, contratam ciemo e tudo mais.
Obviamente, pô, vai perdendo a essência do que é a cultura e a mentalidade de quem realmente estava no deserto.
Então, hoje, quem toca parte de marketing?
Não sou eu diretamente, mas é meu cofundador que tá mega alinhado com a gente, quer chegar com toda a nossa cultura e tudo mais.
O que eu acho isso importante.
Jobs aprovava todas as campanhas na mão, a analista de marketing fazia o operacional, a social media, o design e tudo mais.
Montava uns projetos, mas quem dava palavra final era ele e todos.
Todos os lançamentos, todas as Apresentações, tudo.
Vinculado a marketing, ele escolhia, então, tipo assim, pô, é uma coisa que hoje o nosso time ainda é enxuto.
A gente tem uma área de social media de marketing dentro da the Founders, mas assim, a dedo, e eu mando referência assim, que nem louco.
Eu não tenho muito tempo.
Eu queria, pô, na real eu não queria, né?
Mas é, às vezes você passa um tempo no Instagram, no TikTok.
E o meu TikTok, Instagram ou algoritmo é treinado pra réplicas de defender gente.
Queria deixar claro aqui, tipo, eu olho, eu fico apaixonado e falo meu, sabe aqueles vídeos que que que eu brinco com quem faz?
Hoje a nossa edição é assim.
Se você editou o vídeo, principalmente uma linha nossa que são os motivacionais.
Se você editou um vídeo e você não teve o sentimento que se você estivesse na cama.
Você quer sair pra ir trabalhar e ganhar dinheiro?
Não posto, não posto, porque, tipo assim, é o que a gente transmite, pô, a gente trabalha igual louco, a gente quer tá com pessoas que trabalham igual, loucas do nosso lado.
A gente acredita nisso aí, OA pessoa que tá editando não vai tá alinhada com isso.
Então, tipo assim, são coisas parecem básicas, mas quando a gente olha no final, muito da identidade visual vem se construindo assim.
Então é até engraçado, se for abrir o nosso insta, tem fases lá.
Acho que nem toda marca, pô, você pegar o começo, 20 primeiros post Era Eu, qual que era minha metodologia, minha cabeça de marketing, que eu não não mando bem não, só que era minha cabeça de marketing.
Minha cabeça era o seguinte, eu tenho relacionamento, eu tenho pessoas, eu vou postar em preto e branco os membros que pô, vai ser muito legal aparecer no feed, ele vai repostar, o outro vai ver.
É um canal ótimo pra mim.
Então em preto e branco vai ser eles e os mentores em colorido.
Então quando você entra no feed, você tinha lá um Monte de foto, você bate AA cara assim, putz, Guilherme, Bete, mal colorido e em preto e branco, os membros de onde tirei a ideia, pô, não tenho a menor noção, só tirei.
Na época eu não tinha ninguém a mais que tipo, editava, não tinha nada, então era isso, tá tudo bem?
É, depois veio a fase 2, putz, a fase das letras grandes, aí você entra no nosso feed, cara, todas as fotos, letra grande pra caramba e frase atrás, hoje eu olho, eu falo, meu Deus do céu, como a gente postou isso, cara?
É um negócio que, tipo assim, às vezes dá vontade de arquivar, mas eu falo, porra, é história, né?
Eu gosto das marcas e das pessoas que tem muita coisa no feed, porque você consegue acompanhar toda a evolução.
Eu acho até meio chato quando a pessoa só deixa as coisas mais recentes e tal.
Legal era a época de 2013, quando o pessoal postava no Instagram qualquer foto com highban azul e tipo, fazendo assim com a mão, entendeu?
Então, pô, é, acho que isso é um pouco do do marketing no the funders hoje, mas vem muito da da nossa essência, da nossa cultura.
Aí realmente eu acho que a nossa geração, se a gente quer atingir a nossa geração puta, vai vai vir falar de mim pra anunciar coisa na televisão.
Mesmo se eu tivesse dinheiro, eu nunca faria isso.
Se eu tivesse todo o dinheiro do mundo para botar num programa de TV, eu não faria isso, pô, então são coisas que a gente sabe, né?
Pessoa 1
E tá certíssimo porque eu não assisto telefone, é?
Hard skills e o questionamento sobre o futuro da educação superior
Gente, não.
Pessoa 2
Não faz parte.
Pessoa 3
Demais.
Pessoa 1
Assim, AI muito bom.
Pessoa 2
Bom, aí pensando um pouquinho em hard skills, né?
Que a gente comentou um pouquinho sobre as soft skills, mas sobre hard skills?
É qual você acha que é 11?
Habilidade aí que um empreendedor universitário aí que vai começar é precisa ter.
Pessoa 3
De hard skills, cara, eu acho que tem uma matéria no Insper que chama happy, que a resolução é ficar de problemas.
Uma hards que específica.
Putz.
Eu de cabeça eu não vou saber de falar, mas eu acho que o empreendedor, ele tem que ter nessa parte do da resolução eficaz de problema, todo momento a parte uma mistura do que é hard com soft, mas assim a parte analítica meu, eu olho o número, eu sou o cara que controla financeiro, contábil, tudo da the Founders.
Hoje eu abro o Balanço da the Founders.
Pô, tudo bem que eu tenho um background, um pouco de mercado financeiro e tudo mais, mas eu olho, eu sei, tipo assim, putz, a gente tá indo pra uma linha de quebrar, putz, a gente tá indo super bem.
Então acho que essa parte analítica, mas não só pelo financeiro, eu acho que é por estratégia de várias partes.
Então é, pô, marketing, você saber ver QPI de Instagram, tudo isso, acho que é é o que é, alinha a visão de onde o negócio vai chegar.
Pessoa 1
E aí, gente, começando aqui o nosso fechamento do episódio, a gente vai ter 2 perguntinhas finais aqui pra você.
E aí a primeira delas é, o que realmente você aprendeu na faculdade?
Ali no na parte teórica da faculdade, na aula que quando você começou, no seu primeiro dia de empreendedorismo, você já falou assim, é a vida, não é assim, é realmente mentira e não funciona desse jeito.
Pessoa 3
Tá polêmico?
É, mas eu vou falar sobre.
A minha perspetiva de faculdades hoje, tá?
É uma das teses da the Founders.
Não é abrir essa parte de assim puta, abrindo o jogo real é, eu acho que a jogada da g 4 foi sensacional.
Se convencer se você tipo pro futuro assim pra nossa geração.
Tenho uma prima hoje, sem brincadeira, 14 anos de idade, 14 anos de idade, tenho uma amiga famosíssima de dancinha de TikTok.
A menina, pô, 14 anos de idade, né?
Tá tirando fácil.
Só seus 5000 BRL por mês, 14 anos de idade.
A gente eu brincava de Hot Wheels e play blade nessa época.
Não sei vocês, mas numa realidade, que tipo assim?
Meu, o futuro da geração quando a gente olha pros jovens antes de adolescente hoje, né?
Que é essa fase que você olha e você consegue ganhar dinheiro sem ter que fazer uma faculdade.
É realmente o maior ponto de dúvida que eu tenho sobre o futuro do mundo, que é a educação num mundo onde o conhecimento virou commodity a princípio.
Onde a gente tem inteligência artificial e tudo mais, e você saber bhascara, tabuada e tudo mais virou commodity.
Já onde as pessoas se destacam, putz, 100% na parte soft, então mate, o que que você viu na faculdade para cair a ficha que realmente você não IA ter que usar nada?
Putz, falar isso.
Acho que é meio injusto eu falar isso, porque eu usei, eu trabalhei em mercado financeiro na parte de execução.
Pô, se eu não soubesse analisar uma dre, um Balanço, talvez nem tivesse passado na entrevista.
Mas, pô, eventualmente, que qual a minha perspectiva sobre faculdade?
Eu acho que agora, tão surgindo muito, as pessoas, tão surfando a onda e vai continuar surgindo mais.
Então, faculdade de 10000, BRL faculdade, pô, empreendedorismo.
E eu, pessoalmente, tenho muita dúvida sobre o modelo de negócio educacional no futuro.
Putz, Mateo.
Como vão ser as escolas daqui 10 anos?
Eu me questiono e eu me assusto.
Eu me assusto porque tipo assim, putz, que que eles vão ensinar meu?
Será que vai ter vestibular?
Será que é isso que vai parametrizar o que?
Que uma pessoa pode entrar numa faculdade, pública ou não?
Puta é assim que a gente deixa de forma dinâmica para as pessoas.
O que que ela pode fazer ou não?
Puta, eu posso entrar numa federal, posso entrar numa pública.
Cara, eu tenho muito, muita preocupação sobre como vai ser a educação no mundo.
É até legal, tá gravando esse podcast, porque eu vou guardar esse vídeo pra daqui uns 10 anos, ver, daqui uns 20 anos, ver e falar, pô, qual que era o meu a minha visão sobre educação, porque eu não sei, eu acho que hoje tá todo mundo surfando a onda de ganhar dinheiro, então é mega fácil, cara, mega fácil não, se não é vim hate aqui, vai achar assim, puta, tem o mérito de você ter o lugar, tem que fazer um sistema de educação e tal, legal, mas acho que as pessoas.
Usam e abusam muito dessa onda do empreendedorismo.
Tá que é um assunto que eu não trouxe, mas a gente está vivendo uma onda onde as top palavras é ser empreendedor, ser founder.
É cool.
Hoje em dia eu nem sei do que eu quero ser founder, mas eu vou botar no meu LinkedIn que eu sou founder.
A gente tá vivendo isso, eu vejo isso.
Então você entra lá, founder tanamã, e você entra na empresa, tem nada, você entra no site, tem nada, Ah, vai lançar alguma coisa?
Não vou lançar nada, é legal você falar que você é founder hoje, que você é empreendedor, é cool.
Então a gente tá vendo uma realidade, pô, a onda é empreendedorismo.
Muitos vão bater de cara na parede achando que é só mar de rosas e não aguento o primeiro tapa na cara que vai tomar, porque não teve essa parte de lidar com frustração durante a trajetória.
Ouvir não e tudo mais.
E o que a gente mais ouve é não.
Hoje em dia então também clichê mais são 1000 nãos pra 100 sins, 50 assim 10 sins.
Mas enfim, é, eu acho que só retomando é esse ponto pra mim, faculdade é relacionamento, eu não me arrependo de ter feito faculdade.
Tem um vídeo muito legal também do Flávio Augusto, que é ele falando que eu faria se eu tivesse 18 anos.
Hoje bem conhecido esse vídeo.
E ele também defende, ele fala, cara, não sei da sua realidade, mas enfim, eu não faria faculdade, eu começaria a empreender desde o começo, montaria um negócio meu, porque você constrói equity, você constrói marca pessoal.
Quando você trabalha pra alguém, você não tá construindo nada, você tá ganhando um curto prazo e pessoas que pensam no curto prazo nunca vão ser bem sucedidas, meu, esse é o maior alinhamento que eu tenho hoje e.
Mais uma vez não me arrependo, pô.
Super grato de meu pai ter conseguido pagar uma faculdade boa pra mim, de eu ter conseguido concluir, ter um diploma.
Mas do que que o que que é o mais estranho da faculdade?
Meus relacionamentos 100%.
E por isso que eu acho que the Founders vai substituir faculdade pra empreendedores.
Umas faculdades que eu não vou citar nomes aqui.
Putz, não sei, mas eu acho que.
É questionável como vai ser o futuro da educação, principalmente dessa parte de educação superior, né?
Então, onde?
A minha tese é que soft skills e relacionamento vale muito mais do que qualquer hard.
Onde virou commodity.
O conselho que transformou a visão de Matteo sobre vida e negócios
Muito bom, muito bom, é bom.
E já que lá no delfauners vocês conectam os empreendedores a mentores.
É, qual foi o conselho que você recebeu, que assim mais te impactou, que até chegou a mudar a rota aí pra onde você estava indo?
Pessoa 3
Meu teve um.
Diria que foi o conselho, mas foi uma análise crítica, que vai além do empreendedorismo.
Eu acho que vai.
Ela começa a ir mais pra uma atendida em relação a espiritualidade, fé e religião, que foi num toque que eu tive.
Com o Felipe atab, que foi esse amor da Ambev.
Stone, hoje ele tem dá aula na g 4 e tudo mais.
O cara é, pô, nota 1000, extraordinário.
E ele chegou.
Em certo momento, ele falou assim, cara, foi um toque muito bom mesmo, muito forte assim.
E ele chegou e falou assim, pô, depois de certo ponto na vida, eu perguntei para ele, pô, qual o valor?
Qual que é o número na conta que uma pessoa se sente satisfeita?
Sei lá que uma pessoa que tem uma ambição relativamente grande, mas quer morar num apartamento bom, numa região boa, quer viajar todo ano, uma pessoa, condição boa, qual o valor?
Ele falou assim, cara, acho que essa pergunta é uma das perguntas que eu mais gosto de trazer, porque ele trouxe que vai além do valor, então.
Que que eu ainda sinto e me policio quando eu vou muito nessa rota do financeiro, financeiro, financeiro, financeiro, financeiro, que é o seguinte, é primeiro questionamento quando eu comecei a ter uma proximidade maior com a religião e tudo mais que eu faço pra qualquer pessoa.
Quando eu tô conversando e não tenho uma fé grande, não tem nada do tipo eu odeio ser o cara chato que fica falando não, você tem que ser, você tem que ir na missa, você tem que ser lá o que você tem que não sou esse cara, mas tipo assim?
A pergunta que eu faço é, o que que vocês acham que vai acontecer quando vocês morrerem?
Acabou.
Deus botou a gente na Terra pra viver 100 aninhos.
Porque você pode perguntar pra sua mãe e seu pai, é porque ele estava na faculdade.
Parecia que foi semana passada, ano passado, passa desse jeito.
E logo o homem, a criatura.
De Deus esculpida pelos dedos, de Deus acabou e tchau.
Então, pô, esse é o questionamento que quando eu comecei a ter, eu falei, meu, a Terra, o mundo é tudo muito passageiro.
Tipo assim, quando na minha religião, pelo menos a gente acredita numa numa vida eterna, né?
Não?
Na Terra EE.
Você tenta se policiar pra cada vez viver mais nisso, então.
Ele voltando porque ele trouxe no toque.
Nem foi o que eu falei.
Ele chegou e falou assim, cara, depois de um certo valor, infelizmente tem muitas pessoas que precisam bater um valor na conta pra chegar nessa conclusão.
Então qual que é uma diferença de um ela um Musk pra um Trump da vida?
Tem 2 tem.
Você chega num y da vida que deixa de ser o financeiro e acaba convertendo em 2.
Então inicialmente todo mundo quer ganhar dinheiro.
Inegável isso é, e depois ele se converte no y então primeiro é poder.
Então qual que é diferente de um Musk pra um Trump?
Não muda nada o dinheiro que eles têm na conta, mais um bi na conta não muda nada.
E o outro lado do y é a espiritualidade, que é quando você descobre que realmente você atingiu, que achou que IA te preencher, não te preencheu e aí acabou.
Esse é o questionamento.
Então, tipo assim, sorte a das pessoas que podem ter, podem ser tocadas por Deus.
É antes dessa bifurcação e não esperar chegar nos 80 anos de idade pra ter 50000000 na conta e perceber que não vão ser os 50000000 que vão te satisfazer e que não te preenche.
Então acho que a gente encerra o podcast com um recado muito legal que é vai além dos negócios, ele vai muito pra.
É quanto por cento do seu dia?
Quanto por cento da das suas atitudes, de tudo que você faz no seu dia a dia, realmente refletem no que você espera no seu pós vida?
E aí a gente trabalha algo muito maior do que Business, então?
Pessoa 1
Ótimo conselho, sim, aqui estou agora, eu e a Isa e com certeza o nosso ouvinte.
E aí, aproveitando também, então muito obrigada por participar do nosso podcast.
Além desse super conselho, a gente conseguiu aprender muito aqui sobre efeito de rede e o quanto é importante ter uma comunidade pra de fato ter uma diferença ali na sua empresa.
E fico muito feliz também de vocês estarem construindo algo tão legal assim pro ecossistema em si.
E enfim, abro aqui todas as.
Janelas pra vocês também conhecerem o the Founders, que é realmente uma comunidade muito legal e acho que pode ajudar muito vocês.
Então muito obrigada Mateus por participar do nosso podcast, muito obrigada Isa por estar aqui também.
Agradeço também ao Emerson, que é a pessoa que cuida aqui de todo gerenciamento, todo por trás do nosso podcast e espero vocês no próximo episódio também.
Tchau, tchau.
Pessoa 3
Tchau, tchau, obrigado pelo convite.
Podcast Summary
Key Points:
Matteo sempre teve perfil empreendedor desde a infância, mas seguiu carreira no mercado financeiro por influência familiar e social.
A experiência em M&A e a criação de um marketplace online abriram portas para fundar a The Founders, uma comunidade de apoio a jovens empreendedores.
Ele acredita que o diferencial de um negócio está na comunidade e no valor gerado aos clientes, não apenas no produto, e que a execução é mais crucial do que ter ideias.
Para conciliar empreendedorismo com um trabalho exigente, é essencial ter disciplina, criar rituais e uma organização rigorosa.
No estágio inicial de uma startup, o valuation e o investimento dependem mais da pessoa do fundador e de sua capacidade de execução do que de números financeiros.
Summary:
A entrevista acompanha a trajetória de Matteo Couto, desde sua inclinação empreendedora na infância até sua atuação no mercado financeiro e a fundação da The Founders. Ele relata que, apesar do espírito empreendedor desde a escola, seguiu a carreira em M&A por pressões familiares e sociais. Sua experiência no setor financeiro e o desenvolvimento de um marketplace online o levaram a perceber a solidão do empreendedorismo, inspirando a criação da The Founders, uma comunidade para jovens empreendedores trocarem ideias e apoio.
Matteo discute a conciliação entre a rotina exigente do mercado financeiro e o empreendedorismo, enfatizando a necessidade de disciplina e organização. Ele argumenta que, no cenário atual, a barreira de entrada para um negócio não é o produto, mas o valor agregado e a construção de uma comunidade leal. Para startups em estágio inicial, ele destaca que a execução é mais importante do que a ideia em si, e que valuation e investimentos frequentemente dependem mais da credibilidade e ambição do fundador do que de projeções financeiras.
FAQs
Ele utiliza uma rotina muito exigente do mercado financeiro para desenvolver resiliência e organização, criando rituais específicos na semana para dedicar tempo ao seu projeto, como reuniões fixas com a equipe de tecnologia.
Foi durante um perrengue em que uma festa que organizou corria o risco de ser cancelada. Através de contatos (networking), conseguiu postergar a demolição do local e salvar o evento, aprendendo o valor dos relacionamentos.
A ideia surgiu durante o lançamento do Shark Tank Brasil, quando Matteo e seus amigos perceberam a falta de um espaço para troca de ideias entre jovens empreendedores, identificando a solidão como uma dor comum no empreendedorismo.
Criar uma barreira de entrada para que o negócio não seja facilmente copiado. Ele acredita que o diferencial não está apenas no produto, mas no valor agregado ao serviço e na construção de uma comunidade forte em torno da marca.
Serem profissionais em ter ideias, mas não em executá-las. Ele destaca que a execução é o que separa quem fica no papel de quem tira o projeto do papel, sendo mais importante do que apenas ter boas ideias.
A comunidade busca jovens entre 18 e 35 anos com espírito empreendedor. O foco não está apenas na ideia de negócio, mas na pessoa, em sua ambição e na capacidade de vender seu sonho, priorizando a conexão humana.
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