O teste de Zulliger, desenvolvido pelo psicólogo suíço Hans Zulliger em 1948, é um método projetivo de avaliação da personalidade composto por três cartões. Criado inicialmente para agilizar processos de seleção coletiva nas forças armadas, Zulliger enfatizava que a técnica não substituía diagnósticos aprofundados, devendo ser combinada com outros instrumentos. O Sistema Compreensivo, desenvolvido por John Exner na década de 1970, unificou os cinco principais sistemas do Rorschach, garantindo uniformidade metodológica e validade psicométrica. O Zulliger avalia aspectos cognitivos e emocionais, focando em como o indivíduo estrutura perceções, lida com afetos e estabelece relações interpessoais. A aplicação segue duas fases: a obtenção das respostas do sujeito e o inquérito, onde se investiga a localização e os determinantes de cada resposta. As respostas são codificadas em sete áreas do funcionamento da personalidade, preenchendo um sumário estrutural que permite interpretações baseadas em dados normativos. Apesar de sua praticidade, o Zulliger não oferece a mesma profundidade que o Rorschach, mas permite uma visão geral do funcionamento psíquico. Zulliger alertava que o teste exige treino adequado do profissional, sendo essencial conhecer profundamente o sistema de codificação para uma aplicação correta e ética. O método é amplamente utilizado no Brasil, com variações entre sistemas de aplicação coletiva e individual.
[Música] Lá pessoal tudo bem? Para finalizámos o nosso componente, vamos falar um pouquinho sobre o teste de azul-ligheiro. Especialmente sobre o teste de azul-ligheiro no sistema compreensivo. O teste de azul-ligheiro é destinado à avaliação da personalidade. Foi desenvolvido pelo psicólogo Suíso Hans Zooliger no ano de 1948, tendo como base o método de rocha ou rochar. Porém, antes de se dedicar a psicologia e a psicanálise, Zooliger trabalhava como educador de crianças e adolescentes. Sobe a influência de Oscar Fister e tendo se submetido a análise pessoal, interessou-se pelo método psicanalítico, introduzindo seus conceitos primeiro na educação e depois no atendimento clínico com crianças e adolescentes. Foi então que conheceu Hermann Rocha ou Rocha, um dos fundadores da sociedade psicanalítica, Suíso, de quem rapidamente ficou a migra passou a admirar. Quando se engajou no trabalho de seleção de oficiais, no posto de psicólogo das forças armadas da Suíso, Zooliger verificou ser enviável a aplicação das 10 pranchas do Rocha num grande contingente de pessoas, o que o levou a experimentar aplicações coletivas por meio da projeção de diapositivos ou de pranchas. Seu objetivo era operacionalizar uma forma de investigação da personalidade, num tempo menor que o exigido pelos métodos projetivos até então existentes. Desde o começo de suas tentativas, estava siente de que usar as mesmas figuras das séries de manchas já existentes do Rocha ou do Biro, produziria um efeito danoso a validade de suas respostas obtidas. Sabendo que tal experiência somente seria positiva, se fossem criadas outras manchas e shimus. Seu intuito primordial era de agilizar processos de seleção, o que obviamente logo evidenciou uma necessária redução da quantidade de shimus a serem apresentados ao examinando, já que o fator tempo e não a profundidade da investigação, seria a maior motivação para a criação de uma nova técnica. Sendo assim, desde as suas primeiras publicações, Zoolie Guessalientava o fato de que estava criando um método para uma seleção coletiva, visando uma discriminação em grupos de pessoas consideradas aptas ou não aptas para determinados fins. Resaltava, consciente, que diagnósticos aprofundados e precisos dependiam de muito mais informações do que sua técnica permitiria coletar. Sendo necessário, o acréscimo de dados provenientes de outros testes ou técnicas como entrevistas, dados históricos, observações e assim por diante, os quais deveriam variar conforme contexto e objetivos da avaliação. Logo, já naquele período, Zoolie Guessalientava que a investigação psicológica está buscando menos que exigem menos tempo e que sem dúvida ofereçam resultados satisfatorios. Ele já entendi naquela época que este teste deveria ser utilizado com outros, já que nenhum teste deve ser utilizado sozinho. É arriscado, senão e listo emitiu julgamento válido sobre uma pessoa em função de um só teste, impondo-se a utilização de uma bateria de testes que permita comparar os resultados obtidos de várias fontes, pende, ponderá-los, justificá-los ou corrigidos. Logo, não apenas preocupava-se com alcances e limitações das técnicas de investigação psicológica utilizadas como também assistia na formação do profissional que delas se utilizava. Ele dizia que alguns psicólogos aplicam um número muito grande de testes, na opinião dele. É mais vantajoso limitar-se a uns poucos que se conheça verdadeira e profundamente, do que aplicar muitos instrumentos que não se conhecem. Então, essa preocupação dos úligeros é uma preocupação completamente pertinente, inclusive consta o nosso código de ética. Aplica técnicas para as quais temos conhecimento aprofundado. Desde então, o uso huliger vem empregando um instrumento que criou de forma coletiva. Mas o uso huliger sistema compreensivo, esse do qual, especificamente, nós vamos falar, ele trabalha com aplicações individuais. Então, existem vários sistemas de avaliação. No mundo, no Brasil nós temos um sistema que é o sistema do Cicero Vaz, que é de aplicação coletiva. Temos um outro sistema que é o de freitas, com base na aplicação individual. O sistema do Cicero Vaz, ele está baseado no sistema de correção plópfer, que foi desenvolvido para rocha. E nós temos o manual que foi publicado por Vilemora Maral e Crime, que trabalha especificamente com o sistema compreensivo do Exit, que também de aplicação individual assim como freitas. Se vocês forem olhar lá na lista do Cicero Vaz, o manual do Cicero Vaz, que é baseado no sistema de plópfer, quanto o uso huliger da Vilemora Maral e do Ricardo Crime, está baseado no sistema Ex, que está disponível para a utilização, no cotidiano profissional de vocês, provados lá porça de absinda. O sistema compreensivo, que é o sistema do Exit, ele surgiu na década de 1970 com intuito de reunir as contribuições dos cinco principais sistematizadores do método rocha nos Estados Unidos.
Este sistema são do Bruno Klopfer, do Samuel Beck, do David Rabaporte, da Magarette Hurtz e do Zimmão Piotrowski. No entanto, o que acontece é que cada um desses autores deixa as suas marcas nos seus próprios sistemas. E essas marcas são introduzidas em função das próprias experiências de cada um das modificações que cada um considera importante. Com isso, o método em si se desenvolveu. Mas, a multiplicidade de sistemas e as divergências nos critérios de codificação das respostas, nas fórmulas para a interpretação dos resultados, gerava uma série de questões em relação a a generalização dos resultados dos estudos realizados. O ex-nero foi a luna do Klopfer, ficou um consentimento. Desses pesquisadores estudos, ele procurou unificar esses cinco sistemas, reunindo que havia de melhor em cada um e refazendo os estudos de validade precisão para um novo sistema integrado. Garantindo com isso a uniformidade metodológica que facilita a comunicação entre pesquisadores e a comparação desses resultados de pesquisa. Da indiante foram realizadas centenas de estudos com o sistema compreensivo. E esse tem sido o sistema mais empregado justamente porque ele uniforme, ele traz a uniformidade metodológica necessária. Então gente, o azul ligueiro, ele é composto por três cartões. O primeiro cartão é considerado um estímulo que representa a capacidade de adaptação inicial do sujeito a uma situação nova. O segundo cartão, ele vai mobilizar afetos e eventualmente sentimentos de insegurança pelo fato de conter estímulos das cores verde, marrom e vermelho, entemeadas com vários espaços em branco. E o cartão três, a semelha se aprancha três do rocha, representando a capacidade de relacionamento interpessoal criatividade, empatia, justamente porque a sugestão de figuras humanas nessa prancha. O fato dos úligeres ser constituído por três pranchas facilita a aplicação e a análise. Representando uma vantagem em relação a outros métodos projetivos mais demorados, porém implica limitações com tal câncer das análises entre pretações. Portanto, ele não é equivalente ao rocha em termos de profundidade e a abrangência dos dados que se obtém sobre a personalidade, mas ele permite uma preenção geral sobre os principais aspectos do funcionamento piscito na esfera cognitiva e emocional. Então, a gente está avalindo a esfera cognitiva e emocional. Não podemos nos esquecer disso. Os principios gerais que fundamentam rochas e os úligeres são os mesmos. A tarefa básica do sujeio ao responder o teste se resume em dizer com que as manchas se parecem e o que poderiam ser. Então, a pessoa, ela precisa escolher as partes da mancha que levará em conta, o que implica direir a sua atenção de uma maneira específica. Ela deve decidir com que se as semelham as partes selecionadas e se envolve a formação de impressões perceptivas de características dos ximos, tais como forma, o or, com a comparação de conceitos gravados em sua memória, ou seja, registro de suas experiências e sucessivos ajustes até que as impressões e as associações resultam em conceito. Então, vocês devem se lembrar lá quando eu mostrei aquela mancha de tinta que não faz parte do sujeiro, né, enendo rocha e a gente fez essa experiência. Isso caracteriza a estruturação cognitiva que envolve os processos de atenção, percepção, tomada de decisão e analisilógica ou crítica que se encontram na base da formulação do conceito dado pela pessoa na forma de resposta. São etapas necessárias a ideia final que será verbalizada e que podem ser identificadas e registradas na forma de códigos, tornando a análise dos resultados algo bastante objetivo. Por outro lado, como passado tempo, os estudiosos perceberam que era possível aprender muito mais aspectos do funcionamento da personalidade do que os previstos pelo foco objetivo da estruturação cognitiva, os adeptos das teorias psicodinâmicas demonstram que o conteúdo temático das respostas pode sugerir sentimentos e preocupar as subjacentes da pessoa e que o que ela produz é tão importante quanto como ela produz. Assim, a produção de respostas envolve também os processos de associação, a triboição de significados e simbolização, os quais implicam agregar aos aspectos características que extrapolam as qualidades reais dos estimos. Nesse sentido, essas manchas funcionam como estimos tanto a estruturação cognitiva quanto a fantasia e por isso os resultados podem ser interpretados em seu sentido mais simbólico ou representativo com base no preço posto da projeção. É bom lembrar que não são todas as interpretações das manchas de tinta que envolvem uma projeção propriamente dita, seja no sentido dado pelo Freud como mecanismo de defesa, seja em seu sentido mais amplo. O próprio rocha não usou esse termo projeção quando ele elaborou o método dele lá em 1922. Bem, as pranchas e seus estimos constituintes, eles variam também em razão da ambiguidade. Então, algumas delas de fato são muito menos ambigas que outras, ele se andou muito mais frequentemente respostas de um tipo, dando poucos parço a diferentes interpretações. Uma interpretação comum pode ter sido gerada por um mecanismo mais geral de reconhecimento da forma e não projetivo revelador de aspectos do mundo interno do indivíduo. De todo modo, uma questão mais teórica aqui parece estar relacionada à extensão dada ao conceito de projeção.
já que se pode, simplesmente considerar a projeção a expressão por meio de um comportamento externo, de um modo de processar a informação, mesmo que é esse envolva apenas uma percepção mais objetiva. Nesse sentido, a própria forma de perceber, focar atenção juntar ou separar partes de um estímulo percebido, pode ser entendida como uma projeção do funcionamento mental de alguém, tanto no que diz respeito o processo cogritivo quanto afetivo. Diversas teorias demonstram que as conexões entre registros, minimicos, entre si, com os afetos correspondentes e com a experiência captada pelos órgãos do sentido, no aqui, no agora, obedecem a princípios e processos cogritivos que se desenvolvem ao longo da vida, principalmente na infância do lecês. Isso a gente já tratou, né? Esses princípios remetem os mecanismos de ligação, separação de imagens, composição de ideias e conexões com afetos, fundadores de uma dinâmica que é regida pela luta, a sobrevivência e necessidades de evitar a dor. Estabelessem, então, redes associativas entre ideias e afetos, as quais se construem, se reconstruem, a cada experiência vivida e a cada novo estímulo assimilado. Uma vez estabelecidas determinadas redes associativas, está-se diante de uma outra questão que envolve a regidez ou a plasticidade dessas estruturas que devem ser suficientemente sólidas para se manter em coisas ao mesmo tempo em que sejam suficientemente flexíveis para permitir em ajustes e inclusões diante das novas experiências diferentes e estímulos. As imagens gridades e os conceitos criados a partir dos novos estímulos expressam essa regidez ou flexibilidade, a medida que a resposta ou as respostas ajustam-se, realisticamente, as características objetivas desse estímulo, ainda que ineritávelmente, sendo provenientes, destruturas previamente estabelecidas. É assim que as respostas dadas, a cada novo estímulo, podem ser analisadas e interpretadas, o que permite inferências tanto a respeito do universo de representações e afetos de cada indivíduo quanto de seu modo de articulação e funcionamento dinâmico. Com base nesse presuposto é que se pode considerar o Zúliger um precioso meio de avaliação da personalidade. Conhecer bem essa técnica de avaliação da personalidade é fundamental como o próprio Zúliger já colocava. Portanto, saber aplicá-la corretamente, codificar as respostas e depois realizar a interpretação baseada em um sistema rigoroso de dados psicométricos e qualitativos é essencial. É importante lembrar que para aplicá-la adequadamente é necessário um considerável treino, e esse treino deve começar após um conhecimento prévio do sistema de codificação das respostas. Pois isso depende a execução de um bom inquérito. Então, gente, assim como acontece em relação a treino também nos Zúliger, nós temos uma etapa que é etapa das respostas do sujeito e uma segunda etapa que é etapa o inquérito. Então, a primeira etapa, na primeira etapa, a gente vai apresentar as manchas e vai obtém das respostas do sujeito e o inquérito é realizado após a apresentação das três branchas. Assim como foi de do-la em relação a treino, aqui também em relação a Zúliger, nós precisamos anotar exatamente todas as verbalizações do sujeito. Então isso vai ser essencial para que conseguimos entender a partida resposta desse sujeito que foi que o levo atribuía aquela resposta. Então, na fase do inquérito nós retomamos a brancha, mostramos a brancha, repetimos a primeira resposta dada pelo sujeito e perguntamos onde o senhor viu, onde a senhora viu. Aí a gente fala a resposta que a pessoa viu. O examinador nesse momento deve anotar na folha de localização porque nós temos uma folha de localização em que temos as três branchas e nessa folha nós temos que anotar exatamente qual parte da mancha gerou aquela resposta. Então nós vamos circular o mais precisamente possível a área da mancha em que o sujeito localiza aquela resposta que foi dada. Essa resposta que o sujeito vai dar na sequência, que te deu a impressão d, certo? É que vai nos possibilitar, então, ter uma série de elementos para poder cotificar e analisar a resposta do sujeito. Então, o inquérito nós temos duas questões importantes. Primeiro é saber onde o sujeito viu aquilo que foi dado como resposta. Circular essa localização lá na folha, lembrando que o sujeito pode dar várias respostas para a mesma prancha. Então a gente tem que fazer esse processo de cada uma das respostas. E nós precisamos também saber o que fez o sujeito ver aquilo que ele informou. Então, por exemplo, se o sujeito diz, eu vejo um besouro, para você perguntar para ele, para o final, quando terminar toda a aplicação. Agora vamos rever as figuras, eu vou repetir as respostas que você me deu. E eu quero que me mostre onde foi que você viu o que lideu a ideia. Bem, a gente mostra e fala que você viu um besou. Onde você viu o besou? Aí a pessoa vai te indicar que parte da mancha viu, você vai secular que ela parte da mancha vai colocar um número um, a resposta um. Aí você vai perguntar o que te deu a ideia de besou? Aí a pessoa vai responder. E, depente de uma possibilidade, é a pessoa dizer "Ah, porque parece um besouro aqui, o formato das patinhas". Então é importante saber exatamente o que a pessoa viu, onde ela viu e o que deu a impressão dele. E o que deu a impressão dele é o que vai nos possibilitando.
então preencher o que a gente chama de sumário estrutural, então a gente tem uma série de códigos que a gente precisa analisar cada uma dessas questões e a partir daí nós preenchemos o sumário estrutural, esse sumário estrutural ele conta com algumas fórmulas que estão desgritas, no manual e é a partir desse conjunto de dados é que nós podemos então analisar as espostas do sujeito então feita a codificação das espostas dadas pelo sujeito para todos os códigos serão computadas as frequências para permitir as interpretações que terão como base as expectativas originadas nos estudos estatísticos as questões da privatização o cumpruto dos dados compreende frequências, porcentagens ou proporções que comporam o conjunto de variáveis chamado no sistema compreenceivo de sumar estrutural, a compreensão da estrutura da dinâmica psíquica do examinando só será fidelina se considerar o conjunto de dados na sua totalidade suas relações em preci e com dados normativos então essa questão da codificação e do preenchimento dos sonários cultural é extremamente importante para as análises que vamos poder realizar as opções então o sistema compreenceivo, ele agrupa essas codificações em sete áreas amplas do funcionamento da personalidade processamento das informações relacionado com as pessoas na verdade em como as pessoas origem sua atenção do a mediação cognitiva relativa ao modo com traduzem suas percepções e dão sentir-la a elas a ideação referindo-se ao modo como as pessoas pensam sobre o que percebem o controle tolerância ao estresse relativos aos recursos adaptativos que as pessoas possuem para lidar com as demandas e gerenciamento do estresse os recursos adaptivos relacionados ao modo de venciar expressar os afetos a auto percepção relativa, a como a pessoa percebe a si mesma e por último a percepção interpessoal referindo-se a como as pessoas percebem os outros e se relacionam com eles então a avaliação do zool vai envolver essas sete grandes áreas do funcionamento da personalidade e as variáveis que são codificadas elas se aglutam para possibilitar a nossa avaliação em relação a cada uma uma dessa sete grandes áreas, esse é um sistema que parece muito concurso mas na verdade é mais, eu diria muito mais trabalho o uso, o que envolve várias etapas em algumas séries de questões do que propriamente complexo, os alguns quando começam a ver os úgios, acho que o de fato é bastante complexo mas é isso, atenção, foi só trazer uma visão geral do zooliger, esperamos que seja possível quando do retorno as aulas presenciais que a gente possa ofreter um componente para trabalhar esses aspectos práticos, de aplicação, de correção e de interpretação das técnicas que nós exploramos aqui no nosso componente de maneira mais entroagente, teórica, tá certo? Um beijo para todo mundo e os veres
Podcast Summary
Key Points:
O teste de Zulliger foi criado por Hans Zulliger em 1948 para avaliação da personalidade, inicialmente para seleção coletiva nas forças armadas suíças.
O teste é composto por três cartões, cada um com funções específicas
O Sistema Compreensivo (Exner) unificou cinco sistemas anteriores do método Rorschach, garantindo uniformidade metodológica e facilitando comparações entre pesquisas.
A aplicação do Zulliger envolve duas etapas
A codificação das respostas é organizada em sete áreas da personalidade
O teste não substitui outros métodos projetivos, mas oferece uma visão geral do funcionamento psíquico, devendo ser usado em conjunto com outros instrumentos.
Summary:
O teste de Zulliger, desenvolvido pelo psicólogo suíço Hans Zulliger em 1948, é um método projetivo de avaliação da personalidade composto por três cartões. Criado inicialmente para agilizar processos de seleção coletiva nas forças armadas, Zulliger enfatizava que a técnica não substituía diagnósticos aprofundados, devendo ser combinada com outros instrumentos. O Sistema Compreensivo, desenvolvido por John Exner na década de 1970, unificou os cinco principais sistemas do Rorschach, garantindo uniformidade metodológica e validade psicométrica.
O Zulliger avalia aspectos cognitivos e emocionais, focando em como o indivíduo estrutura perceções, lida com afetos e estabelece relações interpessoais. A aplicação segue duas fases: a obtenção das respostas do sujeito e o inquérito, onde se investiga a localização e os determinantes de cada resposta. As respostas são codificadas em sete áreas do funcionamento da personalidade, preenchendo um sumário estrutural que permite interpretações baseadas em dados normativos.
Apesar de sua praticidade, o Zulliger não oferece a mesma profundidade que o Rorschach, mas permite uma visão geral do funcionamento psíquico. Zulliger alertava que o teste exige treino adequado do profissional, sendo essencial conhecer profundamente o sistema de codificação para uma aplicação correta e ética. O método é amplamente utilizado no Brasil, com variações entre sistemas de aplicação coletiva e individual.
FAQs
O teste de Zulliger é um método projetivo de avaliação da personalidade, desenvolvido pelo psicólogo suíço Hans Zulliger em 1948, baseado no método de Rorschach.
Zulliger criou o teste para agilizar processos de seleção, especialmente nas forças armadas suíças, reduzindo o tempo de aplicação em comparação com o Rorschach.
O teste é composto por três cartões, cada um com estímulos específicos para avaliar diferentes aspectos da personalidade.
O Zulliger é mais rápido e prático, com apenas três cartões, mas não oferece a mesma profundidade e abrangência do Rorschach na avaliação da personalidade.
O Sistema Compreensivo é um método de codificação e interpretação que unifica contribuições de cinco sistemas anteriores do Rorschach, garantindo uniformidade metodológica.
A aplicação tem duas etapas: a primeira é a apresentação dos cartões para obter respostas do sujeito; a segunda é o inquérito, onde se investiga onde e por que o sujeito viu cada resposta.
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