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TdC 158: Violência por parceria íntima

36m 43s

TdC 158: Violência por parceria íntima

O episódio aborda a violência por parceria íntima como tema fundamental na clínica médica, destacando sua presença em populações vulneráveis, especialmente mulheres. A violência é descrita como um espectro que vai da agressão física à psicológica e econômica, com manifestações clínicas variadas, como dores crônicas, ansiedade e depressão. A detecção é complexa devido ao ciclo do abuso, ao medo de julgamento e à falta de treinamento dos profissionais. O episódio reforça a importância de perguntas simples, com foco no sigilo da vítima, e destaca a eficácia de questionários como o de três perguntas e o de violência do parceiro, com boa sensibilidade e especificidade. A triagem é recomendada em situações de risco, como em gestantes ou pacientes com queixas crônicas, mas não deve ser rotineira. O atendimento clínico inclui a prescrição de anticoncepcionais de emergência, exames de HIV e DSTs, e o direito legal de aborto em casos de estupro. É essencial um acompanhamento multidisciplinar com apoio psicológico, social e burocrático, garantindo autonomia e segurança à vítima. O episódio enfatiza que, embora o tema seja pesado, é crucial para a conscientização e mudança de práticas clínicas, pois pode transformar a forma como a saúde atende as mulheres e populações vulneráveis.

Transcription

5871 Words, 33882 Characters

Portuguese
O pessoal antes de começar o podcast, um recadinho rápido, as inscrições do curso de atualização que tem a Médica do TREC, o curso online estão abertas, não é isso e água? Exatamente, Jonathan. É um curso direcionado só para as novidades. Então, sol que mudou na hipertensão, sol que mudou na injura renauguda, sol que mudou na ABC, sempre respeitando o seu tempo e sem revisar a clínica médica inteira. Então, um curso de 8 horas de duração, que é justamente para você começar e terminar o curso para que você possa aproveitar na melhor forma. Perfeito, um curso curto, mas direto ao ponto. E tem desconto nessa semana de lançamento, 40% de desconto por tempo limitado. Então, num perca tempo, link está aqui na descrição, vai lá e se inscreve. Olá, ouvintes! Começando mais uma episódio tais de clínica, a gente se pode caixar de revisão e atualização de temas em clínica médica, meu nome é Joanne Alves. E eu sou Marcela Berraesa. Opa, mais um episódio com a macela, né? Eu gosto muito de fazer essa dupla, mas ela podemos fazer mais assim. Vamos, o último foi sucesso, né? É quem lembra? Foi episódio de "Bolos", que inclusive estou devendo a nova próxima gravação. -É "Bolos", né? -Bolos, né? Da série, coisas que não aconteceram no TV. Podemos alimentar esse sério mesmo. E Marcela, eu preciso agora fazer um comunicado público, tá certo? Porque, no episódio passado, houve a calúnia. Houve mesmo eu achei pesado. Ó, obrigado, você está me defendendo. Porque eu pedro ver de falar que eu, propósitamente, coloquei-lo na geladeira. Só que os jovens que eu tinha de citar aqui para o nosso público, que ele gravou um curso, e ficou 15 dias de férias. O curso só dele. E só ele apareceu. Só ele queria participar do curso, podia mais ninguém. E aí passou 20 dias viajando na Disney, dançando com o rabo de dinossauro. Eu vi da série, coisas que não foram para o TV. E aí, ele veio me acusar de que eu coloquei na geladeira de forma alguma, pessoal. Realmente precisava dessa reorganização. Porque, enfim, né? O peiro pensava também desse tempo de descansinho, o tipo de joiais que organiza. Mas em defesa do peiro, ele salvou essa gravação de hoje, né? Então é isso, né? Eu fiz, expliquei a minha situação e agora seguimos em frente para o nosso episódio. Jo, a gente só vai interromper aqui um pouquinho para relembrar nossos ouvintes, que a gente vai relançar o curso de Pronto Atendimento do TDC. Isso, macela. E é um grande novidade aqui, até o lançamento do curso, que é de 9 de novembro. Então já não tem aí. Bota no embredi no celular, que vai ter live semanau, que vai ser tão emitido no YouTube e no Instagram. Então não percam, fiquem atentos. E nesse episódio, já vai falar um pouquinho de assuntos que vão conversar com que a gente fala lá no curso de PA, né? Isso, tem bastante aula, vai dar pra aproveitar, fiquem ligados nas nossas redes. Vamos lá, o que a gente vai falar hoje, jo? Então, macela, hoje a gente vai falar sobre violência, porque passaria a íntima, que também, eu acho que com a forma de tradução que mais comum no nosso dia a dia seria violência doméstico, violência contra a mulher. Isso, a gente tá trazendo esse episódio hoje por vários motivos, que a gente vai explicar ao longo da nossa conversa. Mas também, o mês do YouTube rosa, coloca as mulheres com grande evidência. Então, por isso que a gente tá aqui num episódio totalmente feminino pra falar sobre esse tema. Exatamente. E hoje, jo, a gente resolve estruturar esse episódio em quatro tópicos principais. A gente vai falar primeiro da apresentação, do que é violência por passaria íntima. Depois do nosso segundo tópico, é como a gente como profissional de saúde vai suspeitar, que tá ocorrendo algum tipo de violência. E daí, pro terceiro tópico, a gente precisa saber quais são os fatores de risco das pacientes que sofrem algum tipo de violência, algum tipo de abuso e como rastrear, porque rastrear tá. E, no quarto tópico, a gente vai ter que saber qual vai ser a nossa conduta, qual é a nossa tomada de decisão. Uma vez que a gente já diagnóstico, que existe algum tipo de abuso. Beleza. Então, vamos começar. Vamos começar. Começamos, uma célula, até, muito assim, a gente tá empolgado por poder falar desse tema com a gente sabe da importância. Mas ao mesmo tempo, a gente tá aqui naquele sensação do peso, né? Porque não é a torre, que é um episódio só de mulheres, porque enfim, é a maior parte da população, né? A população feminina, que vai ser vítima desse tipo de violência, que vai passar ir à íntima, mas faltam dados em relação aos outros populações, principalmente outros populações minorizadas. Somente, LGBT queia mais, né? Acho que entra aqui como um longo primeira ressalva. Isso, exato. Quando a gente vê as cadernetas do Ministério Público, às vezes, eles até agrupam a população idosa, a portadora de alguns tipos de deficiência, que também podem sofrer a violência doméstica, né? Que é outro termo que a gente até comentou no comecinho do episódio. Mas a gente vai focar nas mulheres porque, dentre todos esses grupos, são realmente a maioria. E daí a gente entra em outros disclaimers, que é o que, então, é a violência por parceria íntima. E o que tem que ficar muito claro nesse episódio é que a violência é um espectro, geralmente ela começa com algum tipo de relação abusiva. Isso, né, entre duas pessoas. Isso pode levar a violência psicológica, a violência sexual, ou a violência física com realmente agressões, coisas que a gente vai ver lá no pronto socorro, certo? Certo. Outra coisa também, Jo, é que não somente os atos de agressão físico, a agressão sexual, mas também as ameaças desse tipo de ato. Contra a paciente, né, a mulher que a gente tá abordando aqui hoje, mas também às vezes aos filhos, ou ameaças à situação financeira, ameaças a retirar algum bem, ou privar essa mulher de algum outro tipo de liberdade, por exemplo. E é interessante que no episódio 143, foi de saúde da população LGBT que ia mais. O caiu comenta isso em relação às pessoas desse grupo, que muitas vezes era uma coisa assim que não é tão claro, que não seramente é aquele espectro que a gente tá esperado, que é agressão física. Ela pode ser uma dependência de protos fatores, inclusive financeira e emocional, e vai pactar diretamente na qualidade de vida da família como todo, né, Marcelo, quer se tá falando. Isso criou um ambiente ruim para essa pessoa se desenvolver, né, na sua funcionalidade, enfim. E a gente vai ver as consequências desse tipo de violência hoje no episódio. A gente tá trazendo esses dados todos, porque pra gente também, né, estudando, foi um pouco implacitante ver essas coisas, justamente os números, né, Marcelo, que são substatores. Isso, eu vou trazer aqui alguns dados tanto numérico, quanto não numérico, para ressaltar porque esse episódio é importante. Então, lá nos Estados Unidos a gente sabe que até quase 40% das mulheres vão sofrer algum grau de violência por perseguir a íntima. No mundo, os dados variam muito entre 10 até 70% das mulheres sofrindo algum grau de abuso ou violência ao longo da vida. É muito, né. É muita coisa. E as consequências, claro, podem ser individuais, né, essa paciente pode falecer em decorrência de algum tipo de agressão. E até 14% das mortes violentas dos Estados Unidos são em decorrência de violência contra a mulher. Mas também elas podem ficar incapazes pro trabalho, elas podem faltar o trabalho e só afeta economia, afeta o crescimento dos filhos dessas pacientes também. Então, os filhos de pacientes que sofrem algum tipo de violência, eles também são mais prédios postos, abandonar a escola, então isso vai gerar consequências geracionais, tá? Então, acho que só por isso, a gente já tem que saber como abordar esse tema. Então, acho que uma boa forma agora é entrar na nosso primeiro tópico e entender como seria a presença clínica dessas pessoas. Tem o óbvio e tem um que não vai ser tão claro, né. Isso. Tava comentando com a John no começo do episódio, que tudo aqui a gente tá falando de um espectro. Isso, são os espectros das violências e o espectro tinha apresentação também. Então, tem óbvio, tem agressão física, né. Então, a paciente que aparece no pronto-socorro, como eu falei, espancada, agredida. Eu lembro de quando eu estudava, eu estudava, eu tropeia, né, num passado longínco que tem as lesões típicas das vítimas, né. Então, lesão unar, por exemplo, é uma lesão característica de defesa ou a lesão do agressor também, né. A lesão do boxeador, a gente tem que estar atento quando a gente pega lá no pronto-socorro. Mas pacientes que fazem visitas frequentes pro pronto-socorro também devem chamar a nossa atenção. Claro que às vezes elas podem pular de porta em porta e a gente não saber, então fica até uma alerta pra gente unificar prontuários. A gente sabe que as pacientes estão procurando ajuda aqui. e elas não estão sendo atendidas. Pacientes muitas vezes podem queixosas com queixa de dor crônica. Você fala é crônica, mal-estar inespecífico, podem estar sendo vítimas de algum tipo de violência entre a familiar, violência doméstica e também o aspecto de humor, de transformos psiquiátricos, pacientes deprimidas ou muito ansiosas. Também devem ser investigadas para violência por parte seriaíntima. É, eu acho que o importante é frizar que o óbvio é fácil, né, de gente identificar. E às vezes tem também um fato de que as pessoas podem tentar por medo de julgamento, por vergonho, enfim, por vários motivos, tentar explicar aquela lesão móvel por uma outra forma, né? Caí o, enfim, batisse em querer coisas desse tipo. E é, realmente, o nosso papel como profissional de saúde é acolher, tentar dar, criar uma bem seguro, porque aquela pessoa possa falar abertamente do que aconteceu. E isso, exatamente. Outra coisa que até não citei aqui, né, mas pacientes que sofrem algum tipo de estupro, violência exato. E só também é o óbvio. Mas mesmo nas questas de necológicas ou nas manifestações obstéticas, a gente tem que estar atento. Aquela paciente que começa a um prenatal muito tarde ou paciente que tem aborto de repetição, também chamando aí para o nosso time de geó, para saber por que isso está acontecendo. Exato. E eu acho interessante, Marcelo, o que eu aptudei ainda, fala um dado que me chamou muita atenção. Que é a relutância do parceiro, né? O parceiro, enfim, mas como ele está falando da literatura que a gente mais tem, acaba sendo sexo masculino mesmo, né? O principal agressou. Então, a relutância do parceiro é endeixar a pessoa que a gente está atendendo que a vítima da agressão sozinha. E por medo, né, da pessoa contar, enfim, relatar o que aconteceu. E exatamente. Daí a gente entra num ponto que é muito importante, que são as barreiras para a detecção desse problema. E eu acho bastante interessante a gente dividir, por que a mulher? Porque a vítima não conta. E por que que nós, como profissionais da saúde, não abordamos esse tipo de problema na paciente, tá? Então, vamos falar da primeira barreira, que seria a barreira do tá paciente. Isso, a barreira da vítima. Dessa barreira, eu queria ressaltar uma coisa que é muito interessante que eu estava comentando com a Joa, que é o ciclo do abuso, então a gente falou que muitas vezes a violência começa a dar um relacionamento abusivo, e o relacionamento abusivo, ele tem uma característica de ser ciclico, certo, tá? Então, a paciente, ela sofre o abuso, então, é um período muito trágico que o aquele relacionamento com o seu parceiro, ele vai estar péssimo, vai estar a barreira da motura, exato, fragilizado. Mas ele vai ser seguido de uma fase de lua de mel, que é quando ocorrem as promessas, a idealização de melhora, e que a partir daí, vai voltar para um período de tensão e de novo, o ciclo vai se repetir. Então, às vezes a paciente tá nesse período de lua de mel, de delização, e por isso ela não quer reportar que tá sofrendo algum tipo de violência. Esse ciclo, uma célula só acho que reforçou pra gente, vai reforçar, acho que provinte também. O quanto é complexo, né? Parece ser fácil, é aquela história, de fora é sempre mais fácil, mas pra a pessoa que tá vivendo situação, existe muitos outros pontos em toda essa articulação familiar, que faz um que ela fique e às vezes até demore a perceber esse ciclo que ela tá inserida. Sim, e muitas vezes não é só ela que tá inserida, né? A gente já falou de filhos, às vezes ela depende desse parceiro financeiramente, e ela tem medo de sair desse relacionamento, porque ela vai perder uma pessoa que ela tá a idealizando, mas ela também vai perder benefícios que ela quer essa pessoa atrás, ou ela tem medo das ameaças, sim, pra ela e pra outras pessoas de quem ela ama, que ela tem um carinho. Então, acho que essa é a primeira barreira, e a segunda barreira que é a barreira do profissional de saúde, muitas vezes é porque o profissional de saúde acha difícil entrar, né? E sim, no relacionamento dos outros, acha que isso é um problema do casal, isso é um problema do relacionamento, isso não tem nada a ver com o saúde, mas a gente trouxe aqui vários dados que mostram que violência por parceria íntima, é um problema de saúde pública, mas também existe a questão de muitos profissionais, não saberem o que fazer, não saberem qual conduta tomar pra quem pedir ajuda, ou como abordar essa paciente da melhor forma, né, risado. Me lembra muito aquela questão de como abordar suicídio, por exemplo, muita gente tem aquela criança de que às vezes perguntar sobre o suicídio pode induzir a pessoa se suicidar, não é isso, nem para o suicídio e nem pra violência. Exato, a gente tem que questionar, exatamente. Bom, Jo, então a gente já falou aqui dos nossos dois primeiros tópicos, foram a apresentação do problema, né, como que isso é uma questão de saúde pública, e também como suspeitar diante de uma paciente que pode apresentar diversas manifestações crínicas, ou fatorias de risco que a gente tá intentando. Então, diante dessa paciente, a gente precisa saber como rastrear um cenário de violência por parceria íntima, que é o nosso terceiro tópico, visado. Então, aqui, Marcella, já vou deixar claro para nossos ouvintes, é que não tem nenhuma escala, nenhum questionário que seja padrão ouro, e vocês vão perceber que existem vários, vários, vários mesmos. Todos tentando não é fazer essa correlação, mas o que o ópto deixe de falar já no início, assim, em relação a esse tema, essa abordagem aqui. Antes de gente perguntar sobre a exposição à violência, a gente vai tentar normalizar esse questionamento. Então, eu vou virar para a minha paciente dizer, a violência pode ser um problema na vida de muitas pessoas, por isso, agora, eu pergunto a cada paciente sobre o trauma, o abuso, que ela possa ter vivenciado em algum relacionamento e alguma em algum relacionamento pessoal. Isso é uma estratégia muito legal, porque a paciente, primeiro, ela sente que ela está sendo ouvida que você se importa, mas uma coisa que tem que ficar muito clara é que, se você suspeitou de um contexto de violência, você tem que garantir que essa paciente está fora do alcance, do abusador, ou de quem pratica a violência. Então, sempre garantir o sigilo nessa abordagem é muito importante. E nesse ponto, se ela está a compena de alguém e vai tentar pedir para a pessoa que está acompanhando ela, se retirar da sala, para poder coletar na menese de uma maneira, tanto que o respeito sigilo dela, mas que também seja o momento que ela possa falar abertamente de tudo que aconteceu, já que já passou do momento de suspensão, não é? A gente falou muito dessa parte da suspensão e agora do relação ao rastreio, porque existe já nessa avaliação inicial, fatores que vão ajudar a gente a aumentar essa probabilidade pra ir preteste de que aquele quadro, aquela condição clínica da paciente posta, se secundar é uma violência por passaria íntima, né? Nisso, um dos principais fatores de risco a gente já deixou bem claro que é o fato da paciente ser mulher. E isso, paciente jovens também são mais suscetíveis a algum tipo de violência, pacientes que têm um comportamento sexual de riscos, abusivos de drogas também, e o fator de risco de sempre, que é ter um histórico prévio, já de relacionamentos abusivos, relacionamentos violentos, tanto a própria paciente que a gente está abordando, quanto tem isso próximo, né, nessa milha ou no contexto social, em que essa paciente está inserida. E aí, o obtido é que eu coloquei um adendo de, talvez, pra mim, pessoas que está de socio-econômico mais baixo, né? E isso também, tanto pelo próprio Estado Social-econômico, permitir a convivência com ambientes mais violentos, mas também da gente saber que essas pacientes elas estão mais vulneráveis, também a acesso à ajuda, enfim. Então, a gente vai juntar todas as fatores, mas é que o fato de já ter uma suspensão, né, esses sintomas que você falou mais nesse específico, né? Porque quando tem agressão física, é mais evidente, pra gente aplicar essas escalas. E o que elas fazem, né? Depois que você fez toda essa partintrodutora de tentar abordar de uma maneira mais normalizada, eu obtudei de falar de vários questionários cursos para você poder aplicar. E o que é importante de já falar pro nosso vinte é que eles têm uma sensibilidade, mas uma especificidade muito semelhantes, essa sensibilidade em torno 60, 70, alguns um pouco mais, e uma especificidade aí que chega até 94%, 80, 94%. Então, acaba que você vai preferir o que você será apetar melhor, e tem dois que eu elegir, que eles stratificam mais em quem é a população que vocês vão aplicar. Legal, então eles estão um pouquinho mais específicos de acordo com o contexto. Os outros a gente vai deixar nas referências, exatamente. Então, primeiro é a triagem de avaliação de abuso, que é um questionário de três perguntas, que ele stratifica pra abuso físico sexual na agravidez. Certo. E ele faz as três perguntas são, no último ano você foi atingido, foi tapiado, chutado, afirido fisicamente por alguém, ou desde você está grave, você foi atingida, ou agredida, de forma física, machucada por alguém, no ano passado alguém afossou até atividade sexual. Então basta ter uma resposta positiva, que você vai ter uma suspensão mais alto, né? Que você vai ter esse risco de ter exposição abuso mesmo. Entendi. O outro é escala de violência do parceiro ou da parceria. Esse é mais antigo, ele foi publicado no jama em 97 e essa abordagem acaba sendo mais apropriada para o departamento de emergência ou outras situações de urgência pensando em ser questionário culto e de rápida aplicação. Mas as perguntas são basicamente as mesmas que a gente viu lá para o paciente e ganha gravidez. Então, eu acho que tinha uma atenção, acho que é isso, que todas as questionárias são muito parecidas em relação a sensibilidade e especificidade, porque as perguntas são muito semelhantes. Sim. O que o obtidez também trouxe é que a abordagem geralmente ela deve envolver poucas perguntas. E isso, né, não pode ser uma coisa muito longa, porque lembrando a gente está falando de um funcionário que a paciente está muito fragilizada. Exato. Então, a gente quer triar, é claro, a gente quer abordar esse tema, mas sem deixar ela mais fragilizada ainda, certo? E outra coisa que ele também coloca é isso de serem perguntas um pouco mais abertas. Então, essa pergunta de ter sido forçada algo ou de se sentir segura no seu relacionamento pode ser uma pergunta um pouquinho mais aberta, também. Exato. A gente vai deixar, como a nossa ela falou, as referências aqui, vale a pena olhar também no obtidez para quem tem acesso, porque ele faz um resumo da maioria desses questionários. Mas esse talvez seja um pouco mais nessa definição, de quem, onde eu vou aplicar, em quem eu vou aplicar. A partir daí, ele também fala de uma experiência que é válida, né, a não ser na nossa realidade como um todo, no nosso país tão grande, mas a gente pensar nas aplicações nas questionárias auto-applicadas, que eles viram que eu vou um aumento dessa descrição, do relato de violência por passaria índima, nos questionários auto-applicados em relação aos questionários em que a paciente tinha que responder, né, em profissional tinha que questionar efetivamente. Um trabalho que avaliou mulheres alegraves, um período de gestacional, a corte que avaliou essa associação em relação a resposta dos questionários auto preenchidos, veste dos questionários fez diretamente pelo personal de saúde, viu que né, a corte em que foi testado, que viu essa diferença, dois testes revelaram e ambos os formatos, né, fizeram relato de violência por passaria índima e um texto revelou em apenas um dos dois metros da triagem, ou seja, aumentou a forma de detectção quando você dá essa auto-possibilidade da paciente pode descrever ativamente o que aconteceu, entende? Talvez eliminando uma das barreiras né, que a gente já falou lá no começo né, que as vezes a paciente tá sentindo em vergonhada ou culpabilizada, então se ela tá respondendo ali sozinho ela pode revelar mais coisas, exato. E agora ele chega no nosso tópico em relação a quem são as pessoas que a gente vai fazer esse screen, né, esse rastrei, sempre a todo mundo ou se não é. O uptodate sugere que esse rastrei, ou seja, para pacientes que a pedança se entomas nas suspeitos, são aqueles que você comentou no início né, queixas crônicas explicadas como dominar, você falei, pessoas com esse texto também ele sugere assim como idosos com o sinais de negligência. Durante a gravidez e nas visitas iniciais nos atendimentos com o lá na atenção primário ou mesmo já com um geó, nasidas as emergências, isso é muito interessante, e nas internações dos detalhes também, ou seja, ele fala que toda vez que o paciente basicamente é exposto, você deveria questionar sobre o violente que o passaria em isso. Se teve uma porta de entrada, o sistema de saúde é uma porta de entrada para a gente rastrear, né. E apesar disso, esse dado é um dado de 99 da Califórnia, que apesar deste muitos grupos ter recomendar, né, de essa triagem de rotina, lá a taxa de identificação ainda é menor do que 13%. Então a gente sabe que as barreiras existem e a ideia que a gente tentar, né, também ajudar a reduzir, a melhorar facilitar essa de solução dessa barreira. Tinha, certo, o nosso papel é que é conscientização mesmo e fazer com que mais pessoas façam esse tipo de rastreamento. Apesar do que o apetido é de prega, não é um consenso entre as diretrizes aqui, como se esse rastre deveria ser não feito para todo mundo, a Cochrane numa meta-nalha de 2013, que foi o que baseou a testes que fosse americana, tipo a morce. Sim, tipo a cerrina, né, maçã? Eu amo. Então essa revisão da Cochrane viu que a triagem aumenta a identificação, né, de violência que o passaria íntima, mas esses instruz não demonstraram que a triagem levou a benefício só longo prazo. A testes fosse americana defende esse rastreio para todo mundo, porque ela concluiu que a triagem deveria ser recomendada, porque as limitações e estudos não descartaram esse benefício potencial. Certo. Mas também não provaram nenhum maleficio da gente fazer essa intervenção, né? Exato. Fora que é uma intervenção de muito baixo custo, né, maçã? Concertes, você já está ali na consulta, né? Exato. Só que a OMS, em 2013, aconselha que essa triagem não deve ser realizada rotineramente mulheres, mas ela recomenda fazer em pacientes que estão em riscos significativamente aumentados ou que apresenta os sinais dos sintomas que sugerem o possível violência que o passaria íntima. Aí é a mesma coisa. Sintomas psiquiáticos, as ações desplicadas, índice, frequência pronta e soco. É mesmo o quadro clínico que a gente já escreveu, só que agora você não passa um paciente que não tem suspensão, você já tem uma possibilidade clínica maior, só ela orienta fazer só que o paciente já tenha um fator de risco aí possível. Entendi. Não há um alconcenso em relação a essa escreen geral, mas na gestação, a associação americana de obstetricios e necologistas, a conselha que todas mulheres sejam arrasqueados para violência que o passaria íntima, intervalos periódicos e inclusive durante todo o atendimento obstetrico, seja durante todo o seu prenatal. Entendi. Então todas as consultas do prenatal a gente tem que fazer pelo menos algum tipo de questionamento. Exato. Então, Jo, a gente já preparou o cenário para fazer esse tipo de rastrei, fazer abordagem, a gente escolhia as nossas perguntas, mas tem algumas estratégias ainda que podem melhorar esse rastrei de violência. Isso. O objetivo traz bem claro essas estratégias de melhor, e é interessante uma sela que a primeira é treinamento de profissionais, que é um pouco do que a gente está lendo no fazer aqui, ele fala que médicos, mas enfim, todos os profissionais saúde, equipe multiceplanar, equipe que vai atender a essas pessoas, tem que estar se ente, capacitado para fazer o atendimento adequado, então que qualquer um pode ser abordado. Exato. E mais para a gente vai falar, em um pouco, domina parte de burocrática, que é importante que a gente se ente disso, além de treinamento, a gente tem que fornecer materiais para a população no geral, entender e ser capacitado sobre isso, sobre o que é violência, sobre os direitos, enfim, a parte legal também. Certo. Implementação desses ferramentas de triagem auto preenchidas, que ele coloca como anteceder a sugestão de melhora. Quarta sugestão. Seriam você lembrar os profissionais saúde, quer questionarem isso durante os atendimentos. Certo. Porque por mais que a gente sabe que tem essa divergência e orientação, mas para grupos específicos, já é mais claro, né, com o gestante, então, a gente lembrar os profissionais que estão fazendo cuidado, a questionarem, a valiar em violência para a seria índima. E o quinto, melhoria desse raci-relho, seria nessa conexão, nessa proximidade, coordenação com recursos que vão auxiliar no cuidado. Certo. Lembrar do crea para a população geral, né, mas também para a população idosa, vítima de violência, no caso de adolescentes, o controle tudo lá. Certo. Essa conexão com essas outras recursos, né, com as outras instituições estão disponíveis para ajudar e fazer esse cuidado muito profissional. Perfeito. E agora, Jô, a gente vai falar de quais vão ser as nossas condutas, como profissional de saúde, frente a um diagnóstico já estabelecido de um caso de violência para a seria índima. Aqui a gente optou por dividir, porque são duas coisas que ocorrem paralelo. As questões burocráticas e legais de um caso de violência, e as questões clínicas que a gente tem que investigar em manejar. Cê lente. Então, começando pela questões burocráticas legais, é importante só do mundo saber que são graves de notificação compulsória, que tem estudo lá na medicina preventiva. Então, todo caso de violência é notificado. Certo. Cê notificação não é igual a denúncia, tá? Que é uma grande dúvida aqui, esse manejo. A gente vai orientar a pessoa sobre a realização do bulletin de ocorrência, orientar sobre direitos, de vez. Obvio, não muitas vezes sozinho, aqui é o momento de equipe multitarve em junto, né, fazer esse atendimento, já que é muito mais complexo como a gente já sabe. E só em casos de risco, esse trem é o mesmo que é paciente de risco de óbito, né. Por conta da agressão, é que sim é há uma respaldo para a gente denunciar o que aconteceu. Não se aplica isso, pessoal, em relação a menores, aqui a gente não está falando de criança, porque não é o perfil que a gente aborda, então aí tem um manejo diferente, porque né, é o menor, não respiro assim. É um vulnerável, né? Exato. Aqui a gente está falando das mulheres, né, que a gente estipulou esse público, então as mulheres que estão sendo vítimas de violência, para elas a gente tem que garantir a autonomia se possível. Exato. E o atendimento ocorre independente dessa denúncia do boletinho de ocorrência, né, porque ela tem direito a fazer toda essa avaliação. na unidade de referência, na unidade mais próxima do domicilho dela. Outro ponto interessante, que nessa parte ainda é burocrática, é que qualquer profissional de saúde pode fazer essa notificação. Então, é desse agravo. Então, essa paciente pode chegar por outros mesmos com essas queixas, e qualquer profissional de saúde vai poder fazer essa notificação. Ótimo, tá? Entrando agora na parte já biomédica, na parte clínica, e o que a gente tem que lembrar, que principalmente, no nosso grupo, mulheres, lembrar da anticonsepção de emergência, que é um direito da paciente, e isso tem que acontecer em até 32 horas, para ter mais efetividade, evitar um agravidez indesejada, mas isso só vai acontecer se, realmente, ver violência sexual, né? Que não você todos os casos, então, você vai conversar com o paciente, entender o que aconteceu especificamente. Fora isso, né? A gente vai orientar também, se ouvi violência sexual. Fazer as proaflaxisas e STs, não virais e do HIV. Vai realizar a testagem rápida, pra HIV, cifres e apatitis B e C. E esse possível também coleto de material ali de secreção, né? Pra secreção vaginal, pra ver presença de clínica mídia, gol no coco, pra também fazer o soltamento especifico, certo? A vacinação e as imunizações passivas, pra praticir B, se for indicada, e vai fazer ocupamento, né? Os retornos adequados até pra ver positividade desses outros testes, né? Pra participe principalmente e esse tem mudança sauológica em relação a HIV. E aqui também você vai considerar, né, dependendo do caso, se há a indicação de começar a proaflaxia, pode posição pra HIV. Apepe, tá bom, pessoal. Outra coisa também que é importante, é que as pacientes que se pura caso, engravidarem, elas também têm garantido por lei o aborto, né? É legalizado nos casos de estupro, exatamente. Então aqui é um momento, realmente, de que a gente vai atuar nessas intervenções todas, mas eles só chegam depois que a gente passou por todo o passo a passo que a gente comentou até agora, né? Você tem precisa ter uma suspensão clínica alta, conseguir restriar a decodamente, ter um bem de seguro, até o momento que você vai fazer, realmente, intervenção final, que na verdade não é final, né? Era isso que ia falar. É ainda curta. É ainda curta. Por algum tempo, de acompanhamento, e a gente tem que avaliar tanto a nosso paciente, a vítima da agressão, e também a questão burocrática, aí legal vai fazer todo o acompanhamento do agressor. Exato. E lembrando que o que é preconnizado é que esse atendimento inicial seja tanto clínico, quanto psicológico, quanto social, né? O paciente social ali do lado, ajudando em todo o suporte necessário para o paciente. Então é importante ter um equipe múlti para fazer esse atendimento. A gente sabe, bem, que não é essa realidade, na maioria dos estados, mesmo do país, mas é importante saber o qual é o acenário para o nosso paciente. Sim. Se você tem a possibilidade de chamar, por ajuda, de ter, outros profissionais, chame, porque nessa ocasião é muito importante. Isso. Chegou o momento do salve. A gente, assim, em aquela coisa. Feliz, né? Uma sela por estar abordando esse tema, por vou deixar importante, por tudo isso que a gente já mostrou para vocês, tentando trazer de uma forma leve, mas é pesado, é inerente, né? Acho que principalmente as populações que a gente falou aqui, mulheres e as populações vulneráveis, vão sempre sentir isso mais na pele. Então, para quem ouviu, a gente espera que tenha aproveitado, que tenha crescentado, e a gente queria trazer de uma forma um pouco menos pesado, a gente sabe que é difícil. Algumas momentos a gente tentou quebrar um pouco, mas é complexo. Para a gente é muito complexo também, né? É, a gente veio para gravar já sabendo que seria um episódio mais pesado, seria uma noite de gravar um pouco mais pesada para a gente, mas se alguém aqui conseguir mudar um pouquinho a abordagem ou ser essa porta de entrada para as vítimas, poder acolher elas duma forma um pouco melhor, acho que nosso trabalho foi bem com certeza. Então, agora vamos do salve. São esperados, né? Das nossos ouvintes que mandam essas mensagens carinhosas. Quer mandar o seu? Eu vou mandar o meu. Eu fui intimada da última vez que eu tive aqui, mandar salves para pessoas que eu não conheço. Ah, quem fez isso com você? Rafa é o coelho. Aqui a gente joga, né? As cartas na mesa. E já me questionaram para mim como que manda salve para pessoas que eu não conheço. Então, apelém. Mas assim, a gente vai querer mandar o salve de hoje para o Lucas Gracioli, que é um R1 de Clínica Médica do hospital Osvaldo Cruz. Ele é um R1 que mandou mensagem lá pelo Instagram. Então, está sempre participando, sempre interagindo com a gente. Mereceu o seu salve de hoje, Lucas. Pois o salve, Lucas. E o meu salve é pro Nataniel. Ele pediu um salve em grupo, uma célula, para os amigos, para a Milena, Murila, Maria Clara e Otales, que segundo ele é o João Mendes, o grupo dele. Olha só. Ele é a resposta. Exato. Eles são da federal e são João da O Rei. E o legal que ele compartilhou com a gente lá no Instagram, é que eles concriaram uma playlist compartilhada de episódios. E aí eles estudam juntos os episódios da playlist que eles selecionaram. Ah, é que legal. Vamos fazendo as pausas, vamos comentando. Exatamente. Então, um salve aí para o Nataniel, para todos os amigos que serem esse carinho, e escutam sempre a gente. Vamos salve, galera. Então, acho que fechou, né, uma célula. Fechou, fechamos por aqui. Então, pessoal, finalizamos o episódio de hoje, né? Não esqueça de usigir nas nossas redes sociais, da robotagem clínica de no Instagram, no Twitter. Nosso canal no YouTube, isso. E no TikTok também, que estamos lá. Tá, tá crescendo aos pouquinhos. E lembrar de assinar nosso guia TDC, que é sua plataforma de visão e atualização de temas e clínica médica. É isso, né? Valeu, falou? É isso, valeu, falou. Esse podcast tem como objetivo, educação médica. Não te lize como recomendação. Para isso, procure seu médico. [música] Essa é uma produção de. bichos coiabas.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast aborda a violência por parceria íntima, destacando sua importância como problema de saúde pública, com foco especial em mulheres e populações vulneráveis.
  2. A violência é um espectro que inclui agressões físicas, psicológicas, sexuais e ameaças financeiras ou de liberdade, com manifestações que vão desde lesões claras até sintomas psiquiátricos como ansiedade e depressão.
  3. A detecção é dificultada por barreiras como o ciclo do abuso (fases de tensão e melhora), medo de julgamento e falta de conhecimento dos profissionais de saúde sobre como abordar o tema.
  4. A triagem deve ser feita com perguntas simples, respeitando o sigilo da paciente, e pode incluir questionários como o de três perguntas e o de violência do parceiro, com alta sensibilidade e especificidade.
  5. A abordagem é mais eficaz quando a paciente responde sozinha, pois aumenta a possibilidade de relato autêntico e reduz a vergonha.
  6. A triagem é recomendada em casos de risco, como gestantes, idosos ou pacientes com queixas crônicas, mas não deve ser rotineira para todas as mulheres.
  7. O atendimento clínico inclui a prescrição de anticoncepcionais de emergência, exames para HIV e DSTs, e a garantia legal do direito à interrupção de gravidez em casos de estupro.
  8. É necessário um acompanhamento multidisciplinar, com envolvimento de equipe de saúde, apoio psicológico e social, e notificação burocrática sem exigir denúncia direta da vítima.

Summary:

O episódio aborda a violência por parceria íntima como tema fundamental na clínica médica, destacando sua presença em populações vulneráveis, especialmente mulheres. A violência é descrita como um espectro que vai da agressão física à psicológica e econômica, com manifestações clínicas variadas, como dores crônicas, ansiedade e depressão. A detecção é complexa devido ao ciclo do abuso, ao medo de julgamento e à falta de treinamento dos profissionais.

O episódio reforça a importância de perguntas simples, com foco no sigilo da vítima, e destaca a eficácia de questionários como o de três perguntas e o de violência do parceiro, com boa sensibilidade e especificidade. A triagem é recomendada em situações de risco, como em gestantes ou pacientes com queixas crônicas, mas não deve ser rotineira. O atendimento clínico inclui a prescrição de anticoncepcionais de emergência, exames de HIV e DSTs, e o direito legal de aborto em casos de estupro.

É essencial um acompanhamento multidisciplinar com apoio psicológico, social e burocrático, garantindo autonomia e segurança à vítima. O episódio enfatiza que, embora o tema seja pesado, é crucial para a conscientização e mudança de práticas clínicas, pois pode transformar a forma como a saúde atende as mulheres e populações vulneráveis.

FAQs

Sim, o curso online está aberto para inscrição e oferece 8 horas de conteúdo direcionado às novidades em clínica médica, com 40% de desconto por tempo limitado.

O curso de Pronto Atendimento do TDC será lançado em 9 de novembro, com live semanal no YouTube e no Instagram.

A violência doméstica pode ser suspeitada por sintomas como dor crônica, ansiedade, depressão, lesões físicas ou ameaças financeiras. É importante questionar com sensibilidade e garantir o sigilo da paciente.

Fatores de risco incluem ser mulher, idade jovem, histórico de relacionamentos violentos, vulnerabilidade econômica e exposição a abusos emocionais ou físicos no ambiente familiar.

Não, a triagem é recomendada para pacientes em risco, como gestantes, idosos ou com sintomas psiquiátricos, mas não rotineiramente para todos os pacientes.

É necessário realizar notificação obrigatória, oferecer anticoncepção de emergência (em até 32 horas), testar HIV e outras infecções, e garantir acompanhamento clínico, psicológico e social.

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