Transkriptiossa käsitellään Brasilian ja Yhdysvaltojen kauppaneuvotteluja sekä Brasilian mahdollisia vastatoimia Yhdysvaltojen tullien suhteen. Puhujat korostavat, että Brasilia on ollut passiivinen verrattuna muihin maihin, kuten Iso-Britanniaan, joka neuvotteli onnistuneesti tullialennuksia ja markkinoillepääsyä. Brasilian ongelmia ovat hidas patenttijärjestelmä, protektionismi ja haluttomuus tehdä myönnytyksiä. Asiantuntijat varoittavat, että resiprositeettilain käyttöönotto olisi riskialtista, koska se voisi johtaa eskalaatioon, jossa Yhdysvallat kiristäisi tulleja entisestään. Ainoa maa, joka on onnistunut vastatoimissa, on Kiina, mutta se johtuu sen hallitsevasta asemasta kriittisissä mineraaleissa, joita Brasialla ei ole. Puhujat ehdottavat, että Brasilian tulisi keskittyä ymmärtämään Yhdysvaltojen tarpeita ja neuvottelemaan pragmaattisesti, kuten muut maat ovat tehneet, sen sijaan että se politisoi kauppasuhteita. Kriittiset mineraalit ja teknologia-alan sääntely nähdään tärkeinä neuvottelukohteina, mutta Brasilia on jättänyt ne hyödyntämättä. Kokonaisuudessaan transkriptio korostaa tarvetta strategisempaan ja vähemmän poliittiseen lähestymistapaan kauppaneuvotteluissa.
Sistää! Mitä tämä joukkaina rikki? Sami fixa se just. Sami huu! Meidän talo mestare. Sujuu kuin Sato. Huokraa elämäsi koti. Sato Pisteffi. Tien näillä kaptini pasa on enttot tosi kaikillaan olttoi Kimukauhan lentaa, luottamme pienläheestymisen parin siinä punkitunoksen, joon 1,24, 4,7, ja pinkoli 9,8, 4, saa pari se stoikimukava lämmin ja. Ei! Ihan kaikkeen jo pakko jakaa. Miksi levitellä punkitunnuksia, kun verkossa maksamisen riittää mobile pain? Olavaa noiti, että he ovat senen Brasil, ja he ovat W. Govenno Donald Trump konfirmoo, Taja Pius ja pyör Ohoimata on siisюon�� смысös. doses kats 통älhminListen multipuori dai prosessisterinaista peruhistamme, joelle provenon liirry notlossa tilastautosta pumpua hausuihmin ja konsuminen ru overtimeata on慻adors économisesta mutta sinun näettää kanson buyonneet camerasilla. Mikä ulkeist鏡 on predepoksi palatasksi
an erityselemp chairsBIP välillä neheitaan aalbraasio, ja se se on tosi, koska se on koko laittaa. Seuraava kunnita niitä, ja se on koko saada, mutta on vaikea - koko koko saa saada, ja se on koko saada. Että on aikaan, että on aikaan koko saada, mutta se on koko saada. Ja se on koko saada, että se on koko saada. Se on hienoa, että sinä on koko saada, mutta se on koko saada. Ja se on koko saada, että sinä on koko saada, että sinä on koko saada. tämä ja kiastalujen positeiksi, johteen pikantisiin as격issa Akkaouan olisi mahdollisav Deadme 못ä. Semmarampsia korotumiset mallauksen E breen kontrollisaa, buonvi созд эäntä osan ja saa missäänkin olemaan. евhiä Gitari-F memorieska. Follow mehty puriin. Sud municipalitiesin Chopova. Sitten tarkastossa. talkfo - - ego-siasa qualifying. P灒an – - eivät hankki esimerkiksi jätin ihmisiä. K�ts Mutta - - pandana kuten ajassa ja senminded inhe. Haste 1.3 Antteja유�in, jota. Hy CRA. bana kannalla re LAUGHS graspakin 12 % - grossikä Protestolme 24 %--- allein k hisובiivistensa calfittalferä буman alueelle tussuuan ― kuten reunite thinly liLike 18 agreedolse irreminen - breektäku letzte varsina, saat Dustゴ, lah SRD томa, ― johon kuten reunite on tarifa 2 proposta, ― johon kuten reunite on tarifa 2 proposta, ― johon kuten reunite on tarifa 2 proposta, ―
ser o Conroberto-Ozévedo na época dele aqui em Brasília, no Itamarati, em que nós fomos autorizados pelo AMC, é um processo que agora tem uma legislação própria, um normativo em arcabols próprio. E ele começa com o acionamento do Itamarati a Câmara de Comércio Exterior, que passa até 30 dias pela laboração de um relatório. Não existe um mapa detalhado de onde retaliar. Por exemplo, suspender direitos de patentes de sementes americanos, pro agro, sementes para a soja, sementes para mim, isso foi uma possibilidade lá atrás. Pensado aqui, suspensão de direitos de patentes para medicamentos ou outra possibilidade. Não tem nada tão detalhado. Mas tem também uma aula no governo, que eu diria que é minoritária, que diz "altular". Vamos com calma, porque esse caminho da retaliação é perigoso em se tratando de Donald Trump, de seu governo, que dobra a escala das medidas e das tarifas à medida que outros países reagem. O Danilo citou o boletimacro fiscal divulgado hoje pelo Ministério da Fazenda relativiza muito. O governo é equipe econômica, relativiza, não vou dizer minimiza, mas fala ali, por exemplo, que houve uma resiliência das exportações brasileiras, que o mercado americano respondeu por uns por cento das exportações brasileiras, equivalente a menos de dois por cento do PIB, que houve redir o seu saneamento de vendas. Qual que é sua leitura? Eu senti a minha leitura sempre política, de que uma vacina minimizar a sua leitura, qual foi, dessa divulgação. O pior recado que o governo da com essa leitura é dizer que não tem problema, não vender para os Estados Unidos. Está tudo bem, a gente fica de fora do mal mercado do mundo. A gente não vendei para a maior economia do mundo. A gente abre mão da participação de setores, de valor agregado, de alta tecnologia do Brasil, que são pouquíssimos, não tem problema, a gente não fazer parte dessa relação. O mundo inteiro está falando, está dizendo, a gente não pode abrir mão disso e o que é a Secretaria de Política Econômica está dizendo, olha, o PIB não vai sentir, é muito pequenininho, a gente tem ali 11% com a participação dos Estados Unidos, e os números do próprio governo da Secretaria de Comércio Estérios já mostram que a relação do Brasil com Estados Unidos já diminuiu bastante de um ano para cá. E ao mesmo tempo ele diz, olha, não vai ter impacto no PIB, não vai ter mesmo, não vai ser nada capaz de levar a gente para uma redução de crescimento, nada disso, né? Mas aqueles setores, que são esses setores, que são setores de longas cadeias produtivas, de alto valor tecnológico com o meu disse aqui, podem perder, podem encontrar os mercados, estão fazendo esses forços, é outro mundo, independientemente da questão específica do Brasil, é óbvio que eles vão fazer isso. Agora, o recado do Brasil, eu acho que o pior é esse, é dizer que tudo bem, a gente não negociar com os Estados Unidos. A vez disso, reforce na Lurival essa ideia dos Estados Unidos, que o James Sung-Wheer disse aos ministros brasileiros na reunião de ontem, de que ele sente que falta o impenho do Brasil? Foto o impenho do Brasil? Acho que você comparar com todos os outros parceiros comerciais, é evidente a diferença, né? Quer dizer, você tem o Reino Unido, a União Europeia, o Japão, a Coreia do Sul, a Índia, o Vietnam, a Indonésia, o México, o Canadá, todo mundo negociou com os Estados Unidos, né? Fês concessões seletivas para obter concessões seletivas, o Reino Unido foi o mais bem-sucedido nisso, envolvido inclusive, etanol, né? Sendo que o Reino Unido não tem uma vantagem que o Brasil tem, que é a complementaridade sasonal, quando a Tensáfrica de etanol que não tem nos Estados Unidos e vice-versa, então faz todo o sentido facilitar esse começo, até 2020 era facilitado, inspirou a Cota e o Brasil não renovou, e a União Europeia, por exemplo, tinha uma matarifa de 20% de Estados Unidos, caiu pra 15, tinha uma maça de ir pra 30, conseguiu 15, o Japão era 24, conseguiu 15, o Reino Unido conseguiu as maiores concessões, porque foi que foi mais ágil, na negociação e tinha déficit, assim como o Brasil, se lembra, a posição do Reino Unido era igual do Brasil, uma tarea inicial de 10% porque tinha déficit com os Estados Unidos, mas, por 13, a importação de carne bolvina dos Estados Unidos, mil pra 13 mil toneladas, retirou o tributo sobre Big Tax, mesmo que o Brasil tem, de 15%, foi lá e conseguiu pro outro lado exportar tudo que continuais portando com tarifa zero, sem mil toneladas por ano, que é o que eles exportavam, e seguiram com uma tarea baixa, o Brasil tem muito mais gordura pra quem mata em tarifas, muito mais altas que a União Europeia, que o Reino Unido, e não se mexeu pra isso, então deixou que isso já rastasse, que isso cresces, que isso tomasse num dado momento uma connotação política, do ponto de vista dos Estados Unidos, hoje isso não tem uma connotação política, uma questão comercial, puramente é o Brasil que está interessado em dar uma connotação, o Brasil que eu digo é o governo brasileiro, em dar uma connotação político, o que está, é do parte trabalhista, de esquerda, ele era supercritico, muito mais criticado pelo presidente Trump, primeiro mesmo britânico, do que o presidente Lula, no entanto ele impediu que se politicizasse, foi discreto, negociou técnicamente, tarifas foi dia 2 de abril, e mais eles fecharam acordo, não deixaram que a coisa cresces, se tornasse um grande irritante, é claro que é isso, tem que enfrentar setores, então o Reino Unido produz 700 a 900 milhões de listos de etanol por ano, é cada de 1,400 milhões, então agora esse produtor de etanol do Reino Unido tem que competir com os produtores de etanol nos Estados Unidos, que tem uma taxa de 2,5% sobre etanol, os Estados Unidos, a nossa é de 18, que é da tarifestena comum, então haveria muita magia para negociar, mas o Brasil tem um protecionismo muito arregado, tem setores que falam muito alto, que conseguem com que o governo brasileiro aceite sacrificar autossetores, porque isso vai acontecer, os setores mais competitivos que exportam mais valor agregado, são castigados pelo Brasil para continuar protegendo setores ineficientes, essa é a coação. Roberto queria muito te ouvir sobre isso, porque o governo brasileiro quando nós conversamos com eles, com os representantes, dizem que a leitura do Brasil é de faltar em tempo dos Estados Unidos, a leitura do Estados Unidos é de faltar em tempo o Brasil, a sua percepção, porque chegamos até aqui, você avalia que o Brasil não enfrentou de fato como deveria ter enfrentado essa questão, aí nos Estados Unidos, onde você está? Acho que a diferença de expectativas, pauta isso tudo, os Estados Unidos esperavam que o Brasil, como o Lourid Vol acabou de falar, se comportasse um pouco como os outros parceiros comerciais se comportaram, dando valor ao mercado americano, entendendo que as relações com os Estados Unidos são relações que não se esgotam nos dólares e nos centavos, ela tem um sentido estratégico de qualidade dos produtos que são esportados, do tipo de relacionamento comercial que existe entre esses países, e os Estados Unidos sempre acharam que o Brasil nunca se posicionou de uma maneira muito construtiva, até porque eles esperavam muito uma negociação que é quase uma negociação unilateral, em que o outro lado, não os Estados Unidos, o parceiro americano, faria todas as concessões, os Estados Unidos, na verdade, deixaram de fazer com que a situação piorasse muito, porque ia piorar de toda a forma, as tarifas iriam subir, mas não iriam subir tanto quanto poderiam subir. Então, expectativa americana era de que houvesse, francamente, quase que uma capitulação do outro lado, entendendo que era necessário preservar o acesso ao mercado americano. O brasileiro enxergava de outra forma, enxergava no sentido de que a negociação exige uma troca, eu te dou alguma coisa, o ábimo meu mercado, eu faço concessões, você me dá outras coisas, e duas as tarifas, o que é que seja um mecanismo mais tradicional de negociação, não é o que os americanos esperavam em termos de comportamento do Brasil. Somando tudo isso, ainda tem um elemento político, elemento de que descobriu-se no Brasil em um determinado momento, que brigar com os Estados Unidos, invocar o discurso da soberania, e agora estamos falando de reciprocidade, não sei o que, para lá, isso rende pontos de opinião pública e no contexto eleitoral. e isso é muito bom.
muito preocupante, porque a situação é que abrir mão do mercado americano voluntariamente, no sentido de não fazer um esforço muito grande para poder tentar manter, é de uma miopístria originária. Para começar, ignora o micro. Não adianta você falar apenas nos números agregados, o país vai exportar, está continuo exportando muito, abrir outros mercados, abrir mercado uma obrigação do empresário e do governo brasileiro. A gente não tem que estar negociando acordos de livre começo, seja com Japão, com Canadá, com Coreia, com quem quer que seja, porque o mercado americano se fechou? Nós temos que estar negociando esses acordos de toda forma, o tempo inteiro, não tinha que esperar uma catástrofe para poder fazer um movimento dessa natureza. Além disso, eu acho que é de meu pie, porque perde o sistema ou o efeito sistêmico. É o país onde nós exportamos os produtos de maior valor agregado, onde a nossa indústria, de maior sofisticação se coloca. Nós vamos abrir mão disso, porque essas empresas correm o risco de fechar, correm o risco de fechar linhas importantes, de desenvolvimento econômico, perdão, tecnológico, científico. Então, acho que tem muita coisa envolvida aqui, e o tema caiu, que a dimensão eleitoral ou fuxque todos os prejuízos que podem decorrer desse relacionamento. A gente vai tratar a profundar um pouco mais a questão política. Daniel, eu volto com você, eu preciso chamar o intervalo, a gente vai continuar com a mesma time aqui, desse primeiro bloco, mas eu preciso pagar o break, como nós chamamos aqui no JaiGam. Daqui a pouco a gente volta e segue, repercutindo e analisando esse novo tarifazo ao Brasil. [Música] WWV, volta com você, Daniel, a ver a pedida palavra. O cario, acho que vocês estão pontuando muito bem ali, toda a questão política em torno, política eleitoral em torno do tarifazo, mas houve, tem a vida pedidos do governo americano, que não são relacionados estritamente a tarifas, o que no JaiGam comercial se chama de acesso a mercados. Os americanos se queixam com razão aqui da lentidão do nosso sistema de proteção à propriedade intelectual, registro de patentes. Aquesta histórica tem toda a razão, o Brasil é muito lento mesmo. Tem esquexado de Big Tax, tem coisas com o governo, poderes é que o tipo de "ah, fazer tem coisas que não podia". Entre as coisas que ele podia, podia não enviar um projeto neste momento ao Congresso, que amplia a regulação econômica e o poder do Cádio para limitar propostas ou práticas anticoncorrenciais das gigantes de tecnologia. Neste momento, é um negócio que pode ter poluídas negociações. Agora, minerales críticos, que é um tema que interessa muito ao governo americano. O governo americano fez uma proposta para o Brasil, departamento e estado, nem do USDA. E não teve andamento essa proposta a partir da compra por uma empresa aqui na prática. É quase uma sem mistatal, uma empresa privada e o S.A. Rare Earth, mas com amplo capital financiado pelo DC, que é um órgão do governo americano, e que pagou quase 3 bilhões de dólares para comprar a única mina ativa de terras rairas do Brasil. A partir desse momento, os Estados Unidos passam até um profundo desinteresse pela negociação de minerales críticos. E aí, eu até questionei algumas vezes o governo brasileiro, "Por que não assinaram o acordo, que não tinha tantas cálulas, digamos, abusivas ou intrusivas?" "Por que não assinar esse acordo?" Ele é uma resposta. "Quem que eu ganho assinar esse acordo?" Qual que é a vantagem? Quer dizer, você está, talvez o Brasil até perca uma possibilidade de, em algum momento, dizer "Não, pera lá, eu não quero que as terras rairas produzidas no Brasil sejam 100% exportadas como comódicos sem nenhum imposto de exportação ou sem nenhum beneficiamento, sem nenhuma possibilidade de uso para mercado interno." O Brasil assumiria um compromisso em minerales críticos que talvez não é interessante ao Brasil. Só para pontuar que tem muita coisa na inditarifas, inclusive a política. "O inclusive a política na laurivão e o próprio governo cogitando uma reciprocidade tende a dificultar ainda mais qualquer frente de negociação." É interessante porque esse é um processo que já tem um ano e três meses desde dois de abril do ano passado. Então, a gente não precisa ficar falando aqui em Tese, falando teoricamente, porque já tem toda uma experiência dos países que negociaram com os Estados Unidos e dos resultados de cada estratégia. Então, o único país que usou com o exito, que negociou com os Estados Unidos e que usou responsabilidade, foi a China. Só que a China teve um relativo exito com os Estados Unidos, não por causa da responsabilidade, mas por causa dos minerais críticos. Ela começou a suspender licenças de minerais críticos e sem isso nenhum país anda. Incluindo e principalmente os Estados Unidos. Então, o Canadá veio com reciprocidade e teve que recuar. É assim, inclusive, recuse um dia para o outro. Vergonhosa até. Em outras situações, manteve, algumas tarifas, na negociação e tal. Mas tem ali também uma complementaridade absurda na indústria automobilística e outros indústrias entre ciderogia, entre Canadá e Estados Unidos. Então, a uma dependência é fortíssima, energia e assim por dia. Agora, reino-nido nem falou em reciprocidade, Japão nem falou em reciprocidade. India indureceu, mas também não falou em reciprocidade. União Europeia falou, mas não implementou. E os deschaseáticos inteiro ficou em silêncio. Está bom, vamos lá, vamos ver o que a gente pode fazer. Por que que daria certo o Brasil, que não é a China? Que não tem um mercado de chinês, que não tem os minerais críticos que a China tem. Por que que para o Brasil a responsabilidade daria certo? Ou será que o objetivo é não dar certo? Vamos jogar pro Roberto? Na pergunta até a esposa? Vamos ver o que ele tem. Vamos, vamos, eu quero só fazer uma pergunta pro Roberto aqui complementando a sua. O que é? Hoje eu ouvi de parem seus que participaram da negociação e de alguns setores. Na verdade, desde o começo da semana, uma preocupação enorme com a demonstração do governo e acionar essa história da lei da reciprocidade. Então, assim, é um remédio que vai virar um veneno e o veneno não é contestado a Unidas contra nós. Qual o seu grande preocupação com isso, Roberto e a potência que o Brasil pode apresentar, mesmo que tenha que recuar e que não descerto? Bom, eu vejo com muita preocupação. Sobretudo porque se nós olharmos em volta, como disse o Louridão agora a meja o primeiro ponto que eu faria, ninguém fez. Ninguém adotou. E certo a China e a gente não vai querer comparar o nosso poder de fogo com os chinês. Nem o temos a capacidade de strangular o mercado de minerais críticos com o machine a tem. Além disso, você tem com a doção de medidas de ressifrocidade, você tem três cenários possíveis. O primeiro cenário é o cenário em que o presidente Trump, de repente, vai dizer "puxa, que coisa, errei". O Brasil vai retaliar com os Estados Unidos e eu vou dar pra trás. Eu não colocaria minhas fichas nesse cenário. O segundo cenário é um cenário de absoluta e relevância do presidente Trump até ignorar completamente, "deixa falar, não faz a menor diferença, não sei o que tal". Não é um bom cenário político. Eu diria "seria ignorado completamente depois de ser apresentado a suas medidas de ressifrocidade". O terceiro cenário é dele fazer o que ele costuma fazer. "Ah é, então tá bom, vamos ver quem ganha essa". E aí inventar e não vai ser só subindo o tarif. Ele pode inventar medidas de retaliação de toda sorte. Nós sabemos o que que viria. O que, nesses três cenários percebam-se, o exportador que está sendo afetado, não ganha nada. Em nenhum desses cenários ele vai. O primeiro que digamos assim é ele relevante, porque não vai acontecer. Os outros dois ele não ganha. Ou ele fica onde ele está, ou ele vai piorar. Ele vai ficar numa situação ainda pior. E nesses situações, quando você vai escalando, você sabe como você começa a escalar. Mas você não sabe como você vai terminar. A China, se recordar, ela aumentou. Os Estados Unidos aumentou a tarif, a China dobrou. Aí os Estados Unidos aumentou mais ainda.
A China acompanhou, aí os sássios subiram, mas chega o nível tal de tarifa que os dois lados de Séron Pão. E agora acabou de desacoplaram-se as duas economias pelo menos do ponto de vista comercial se nós continuamos assim. Então, eu não vejo ganho nisso, só não ser talvez um ganho com a dimensão política, de política interna, coisa desse tipo, mas do ponto de vista de tática de negociação, de fazer o outro lado de se mexer, de conseguir benefícios adicionais, eu vejo com extrema preocupação porque eu não consigo enxergar um cenário vencedor. Agora Roberto, você já negocia o crump enquanto diretor da MC, qual é o caminho que você recomendaria com a sua experiência profissional nesse tipo de negociação comercial? Você talvez seja o maior negociador brasileiro, qual que é o caminho recomendável a ser seguido? O que você se geriria? Uma prática minha, pelo menos uma teoria que eu sigo com grande empenho, é de antes de entender o que eu quero, eu preciso entender o que a contraparte quer, o que ele quer. Só na hora em que eu entendo o que eu posso oferecer para ele, é que eu vou poder calcular e equilibrar o que eu quero para mim também. E não precisa ser um cenário de capturação total em que você entrega tudo, a conversa contive com ele sobre o AMC, ele ficou interessado, acho que ele podia levar naquele diálogo mas eu também estava levando coisas, por exemplo, estava trazendo ele para dentro da AMC naquele momento. Então você tem que entender o que ele quer e o que você pode dar e o que você ganha. O exemplo clássico que nós temos de nós, terras rares e minerar as críticas, em várias situações de conversas que eu tive em Washington, então, me foi dito, não dentro da sala de reunião, mas saindo ali, jandando no corredor, né? Me foi dito com estrema clareza, os Estados Unidos querem do Brasil hoje uma coisa, terras áreas. O resto, o resto é perfumaria, o que a gente quer é isso. Muito bem, na hora em que você tem essa oportunidade de tentar fazer uma barganha, onde os dois lados vão ganhar, qual é a reação nossa? Não, terras raras, ninguém toca, terras raras do Brasil, vai ficar lá no subsolo, ninguém mexe, nós só vamos exportar a sítima, qual é a sua capacidade de impor essas coisas quando o Brasil não tem capacidade de processamento, não tem os compradores fechados, porque o preço precisa ser acordado antes, não adianta você ter a capacidade de processamento, se você não tiver preço subcompetitivo e o preço competitivo, ele é muito difícil de ser atingido porque os chineses fazem dampem mesmo, ele joga um preço para baixo, as empresas chineses jogam para não ter novos players nesse mercado. Então é uma equação que precisa ser bem desenhada, mas que os dois lados ganham, eles de Estados Unidos, no final das contas, poderiam ganhar com uma menor dependência do chineses e nós poderíamos atrair capital, tecnologia para desenvolver os processos produtivos e de refinamento de processamento das terras jarras, e nós poderíamos fechar contratos de fornecimento de longo prazo desses produtos para uma indústria que precisa desse material e está disposta a pagar esse material, e com governos como os Estados Unidos, com dispostos a apoiar esse esforço. Então tem muito ganha ganha ali dentro, e se você quer ter uma negociação com o presidente Trump, ele tem que ver vitória também, você vai ter que ganhar o seu, mas ele vai ter que ver a dele também, ele quer a manchete, uma manchete em que ele sai com o vencedor, mas nada impede que ele sai com o vencedor, e você também, eu acho que é isso exercício de cálculo diplomático, estratégico, que a gente precisa fazer, e é um cálculo que ele é contaminado pelo contexto eleitoral, essa é realidade, e a gente precisa escapar dessa armadilha. Bom, eu preciso chamar o intervalo, o intervalo que é brevemente fazer uma intervenção antes do Blake? É, outro dia um diplomato a brasileiro já aposentado, me disse assim, "Brasil não pode fazer concessões pro Trump esse indivíduo nascísico, abusivo, eu falei assim, mas você não está preocupado com os empregos, né, dessas, de todas essas indústrias, de todas essas empresas que vão sofrer que poderão fechar, está preocupado com o Trump, e embora ele seja um machador aposentado, eu acho que isso reflete um pouco o pensamento no estabelizamento brasileiro assim, de achar que isso aqui é uma disputa entre pessoas, entre soberanias, vigulias. Agora, como é só, não é só respeito de soberania, começa a respeito de empregos, a respeito de geração de receita, a respeito de competitividade, são questões técnicas que vão muito além desse anti-americanismo super arraigado que tem em Brasília. Pessoal, vamos lá, a gente falou bastante aqui, o Roberto tratou bastante da questão política envolvendo tanta negociação como as consequências do tarifácio na eleição brasileira. Então, a gente vai mudar um pouco o time aqui, queria agradecer muito o Roberto Az-Eveda, dentro de lá dos Estados Unidos, ex-direitor geral da Organização Mundial de Comesso, boa noite, Roberto, muito obrigado. Sempre o Brasil está com vocês, um abraço a todos. Obrigado pelo convite, é um prazer, está aqui com vocês novamente. Muito obrigado. Maurício, o tarifácio na prática, o que você levanta aí de dados, dá para dizer que ele ajuda o lúlio para e judir com Flávio Bolsonaro? Depende, acho que assim, primeiro lugar do ponto de vista da opinião pública, o tarif fácil é ruim para todo mundo, obviamente, porque dá a sensação de quem vai pagar a ponta no final, vai ser consumidor, vai ser o eleitor. Mas eu acho que, obviamente, a gente precisa ficar muito atento com as são os efeitos práticos na economia brasileira no dia a dia, temos de emprego, temos de inflação, temos de custo, de determinados produtos e serviços. Então, obviamente, isso é ruim para todos, do curto prazo, o beijo é um momento muito ruim para a campanha do Flávio, porque lembrando que uma coisa que eu aprendi com a campanha do Flávio, e toda vez que teve uma crise, ele viajou para o oeste, então, para tentar de alguma maneira estabelecer uma demonstrar uma parceria, uma aliança e uma proximidade com Donald Trump, para primeiro para desviar o assunto, segundo, vamos estar o peso político dele com a casa abrata, e, obviamente, que essa notícia de hoje prejudica essa narrativa de que essa aproximação, essa parceria, essa amizade, ou se ela como eles querem colocar, realmente não traz alguma benefício concreto aí para eleitor, então, acho que no curto prazo, obviamente, é ruim mais uma crise para a campanha do Flávio administrar, mas eu acho que a gente tem que ficar muito atenta, porque, eu não vejo como essas tarifas podem, de alguma maneira, ajudar a população da Zéra muito pelo com o Braio, isso, obviamente, afeta o governo que está liderando esse processo de negociação e gostar os Unitos, né? O Luvão, o PT Jatalgo, o governo já desde antes, mas hoje depois do anuncio também faturando eleitoralmente com o tarifazo. Essa, vamos dizer, essa versão que o petismo coloca, é possível atribuir o tarifazo ao Bolsonaroismo? Não, de forma alguma, isso é superestimar a influência dos bolsonários e da sua corrente sobre o governo americano, eles não têm essa influência, não é? Eles conseguem sugerir, por exemplo, trazer subsídios para que o governo americano, por exemplo, toma uma dotma medida que já estava decidida encaminhada, como é o caso, da designação do PCC, do comando do vermelho, como terroristas. Essa já era uma política que o governo Trump tinha para o mundo inteiro, tem, para o mundo dos Estados Unidos tem essa política para o mundo inteiro, o presidente Trump tem com ênfase para o emceiro occidental, seja as américas. Agora, isso foi um porra, um líder importante que tem representa uma fatia importante eleitorado brasileiro da sociedade brasileira, está dizendo que isso é necessário, que isso é bom, trouxe o seu argumento. Então, isso. corta o caminho de toda uma fundamentação que o Departamento Estado teria de construir. É muito diferente de achar que a sessão 301, que é um mecanismo totalmente técnico, que é adotado para o mundo inteiro, tem investigações sobre muitos países, com a sessão do remunido, que conseguiu estancar esse processo logo no início, mais do ano passado, um mês depois já tinha um acordo com Estados Unidos, por isso eu uso o remunido como modelo e tendo o teste, mas é uma coisa que em relação ao mundo inteira, uma política, o Trump acredita em tarifas há 40 anos, pelo que a gente sabe, quando ele foi estornando uma pessoa pública e dando interviews, naquela época, anos 80, ele falava de tarifas, acreditava em tarifas, então ele tem uma visão bem mercantilista disso, assim, ele vê o mercado americano, como se fosse a lisa imagem de uma loja de departamentos, que para você entrava, você tem que pagar um ingresso, assim, que ele fala, se você quer sessar o mercado americano, você tem que pagar um pedage, assim, que ele pensa, então não tem nada a ver com Bolsonaro, agora, porque que pega em cheio Brasil? O Brasil é altamente protecionista, essa é uma questão que os brasileiros, muitos brasileiros ou ignoram, não sabem, sabem saber, a gente cresceu com essa visão de que é um país que tem que substituir importações, que é um país que tem que se industrializar, tem que ter suas indústrias, ótimas, tem que se industrializar, mas sendo competitivo e não protegendo. Agora, Daniel, a despeito até dessa apuração, da leitura lorival coloca, essa superestimação do papel do Bolsonaroismo no tarifasso já está claro aí, eu queria ouvir você sobre isso como o governo Lula, Palácio do Plano Alto, partidos dos trabalhadores, deseja faturar eleitoralmente em cima desse tarifasso, provocando inclusive os Estados Unidos, presidente Trump. Caio, é muito comum na política, que você sabe melhor do que eu, a repetição de estratégias que deram certo no passado, ou a versão aos mesmos riscos recentes, se a gente for observar como estava a situação de popularidade do governo e do próprio presidente da República um ano, era o pior momento dele, havia um apelo muito grande do mundo político por uma candidatura de tarsiz de freitas, que era vista como favorita para outubro de 2016. Lula sai do seu pior momento político e nas pesquisas, um alimentando outro, a partir do tarifasso de julho de 2025. E da tentativa, bem que colou de carimbar um pouco essa atitude do governo americano como uma influência familiar, um indecinamento do grau de influência como lorival já apontou. O que importa para efeitos políticos é que os marqueteiros do palácio do planalto observaram que essa estratégia deu certo, foi no discurso de defesa da soberania que Lula reencontrou um bom momento de popularidade, de um bom positivo e fez sangrar a sua principal candidatura a diversária. Só trago um adendo caio que linka com o bloco anterior no mesmo momento que o Brasil está sendo tarifado em 25% e também sofre a dia que eles doze meio da outra investigação que abranjo a 80 países, existe uma série de outros países que estão sendo afetados possivelmente por uma outra investigação comercial do USDA que é sobre sobre capacidade, excesso de capacidade das suas indústrias. Atés e é, estão produzindo de mais, estão despejando produção barata no mercado americano. Isso afeta, Japão, China, todo o Sudeste asiático, União Europeia, Coreia, México, Índia e esses países têm duas possibilidades, podem negociar, coisa que o Brasil não conseguiu fazer de forma bem sucedida, podem alcançar um acordo ou sofrerão nos próximos meses tarifas muito provavelmente parecidas com essa que o Brasil está sofrendo. Agora, Maurício, voltando aqui para a política do México, qual que é a sua leitura? Flávio, pelo menos a leitura vem colecionando uma agenda negativa, você tem Michelis, você tem Paulo Figueiredas, declarações, você tem hoje o tarifasso, tem caso Master, enfim, tinha uma, aparentemente, no começo da semana, eu sentia a campanha um pouco mais otimista, um empate técnico, hoje vem uma pesquisa genialquete, colocando uma distância maior. Qual a sua análise? Hoje, agora, o Quarta-Feranote, desse cenário eleitoral brasileiro, sobre a ótica da oposição, é muito difícil, é uma eleição praticamente como muitos apontando ali um favoritismo grande do Lula ou não. Nossa, quando me pergunta sobre eleição brasileira, eu tento resumir fora do país, eu tento resumir de uma maneira bem objetiva, caiu. A gente vive em uma eleição de oposição sem um governo Lula, é um governo mau avaliado, a gente tem visto pesquisa atrás de pesquisa que pelo menos metade do país ou reprói do governo, eu não acho que o governo merece a continuar. E são cenário de oposição, né? E as oposições, lembrando que as oposições têm vencido a maioria das eleições do mundo, justamente porque o teto de popularidade, de desincombença, é bastante baixo, que é o caso do presidente Lula. Por outro lado, ela não conseguiu, nesse momento, apresentar para opinião pública, é uma candidatura que faça frente a esse nível de rejeição do governo, né? E é muito interessante, porque o Flavio, que é o candidato melhor colocação nas pesquisa até agora, o candidato obviamente é uma maior rejeição. Então a gente está operando aí numa batalha de rejeições muito grandes e é importante dizer que que todos os pesquisas que eu vi, essa peda que o Flavio teve de pontos percentuais, ela obviamente foi significativa e é fruto de todas essas crises que se mencionou, mas o Lula não melhorou na intenção de voto com essa peda, né? Não foi o jogo de seis pontos fazendo uma metafotimolística. Basicamente quem saiu do Flavio são eleitores e perfil direitos que reprova um governo, que acho que esse governo não merece continuar. Então a gente está numa situação bastante única, né? Porque é um governo que, e é importante dizer que aí, porque a gente sempre coloca a gente que dizia, né? Ninguém que voltou no Bolsonaro, já iria Bolsonaro em outubro de dois mil e dois no segundo túnel, e nenhum momento está provoso esse governo. Então o tratamento de popularidade presente é baixo. E ele ainda pede três pontos percentuais, a gente que voltou nisso e hoje acho que o governo não merece continuar, que eu acho que inclusive que é o grupo que vai decidir eleição. Então assim é uma situação bastante particular do Brasil, né? E o repito, né? O resumo é a gente tem uma eleição de oposição, mas tem a oposição no momento. Agora é uma aora de desembocar a uma obra, campanha presidencial há muito tempo, ela surpreende, chama a atenção tanto para você que analisa dados eliturais na suas pesquisas. Um governo que a maioria entende que não merece continuar, mas um principal candidato de oposição, que a maioria entende que não deve ser eleito, né? Onde que deve desembocar isso aí? Quais variáveis daqui até o primeiro túnel em outubro deve ser determinante na resolução desse quadro eleitoral? No primeiro lugar, eu continuo defendendo, né? Porque a essa eleição é decidida para uma imagem pequena de votos, né? Eu tô falando de três pontos percentuais que vão decidir eleição. E eu mantenho isso, né? Lembrando que o que o partido trabalhador, ele recorrentemente é prejudicado na com a abstenção, com o perfil de abstenção, né? Abstenção no Brasil, é uma abstenção de baixo à renda, de verdade, que tem de agotar no lula. Então, sempre, eles estavam de uma gordura nas pesquisas, tá a poder, tá tranquilo em relação com o quadro de vitória ou de reeleição. Não é o caso dessa vez, o governo tá operando uma margem muito estreita de aprovação e do outro lado, exatamente você falou? A grande pergunta caiu e aí é uma, uma, uma, uma, diferente de vários analistas, né? Inclusive eu acredito que pode ser decidido inclusive no primeiro túnel, essa eleição, é porque a gente tem basicamente do lado do lado do lado do lado do lado da oposição, é o acredito muito no antes de chegar daqui, os aleitores que não querem um PT não querem esse governo vão concentrar a volta, o que a gente dá para estiver melhor posicionado, isso já aconteceu em 14 de 18 e 22 e aí chegaram no teu ponto, que é o grande pergunta da seleção, essas pessoas que não gostam do Flávio, não gostam do governo, quando elas vão o que fazer no final, elas vão se distribuir, eles vão se distribuir, eles vão se distribuir entre os dois, elas vão não votar e ou votar em branco, votar em um que também muda a equação do voto vale, né? Então esse, esse grupo aí que não gosta do governo, esse também rejeito, Flávio vai acabar decidindo a eleição, mas eu queria que o terceitador ficar bastante atento aí porque a gente estava vivendo um potencial senado de pimentura. Agora esses votos potencialmente para a terminagem, a gente tem dois minutos, Mauriz, os outros nomes da oposição, da direita, renação, cairado, zemos, cairado, zema, de alguma maneira eu tenho uma desculpade de acreditar nisso, mas eu queria te ouvir.
tem alguma chance de surpreender ou não? Eu acho que para eles surpreenderem, eles vão te saco com os seus eleitores, que eles são a melhor alternativa para ganhar do PT, porque eu acho que esse é o grande argumento que vai ter na reta final, como eu falei, eles têm uma parede da unidade de rejeição muito grande. Esse parede da unidade de rejeição, ele vai obviamente, vai de alguma maneira tentar evitar uma vitória do governo. Se renançantos, o meu Zé, ou não cairado, conseguiria se colocar como o principal alternativa ganhado o PT, obviamente que eles não têm chance. Agora, o histórico vai contra os três. Desse momento, todos que foram bem nas eleições 3 desse I, ou ficar em primeiro, ficar em segundo, ou foram por segundo, no turno, já tinham padrões de intenção de volta muito maiores. Então a gente precisa de uma queda histórica, nas eleições de ver de 89 para que isso aconteça. Mas acho que o ponto principal é que a ira vai ser lá na reta final, ou na chegada, que o chamado de "Anspetismo" chegada, que vai ser o candidato para aglutinar os votos as petistas, porque o Lula vai fletar com o vencer no primeiro todo. Bom, queria agradecer muito, Maurício Moura, desculpa, eu não dei a sua credencial quando te apresentei, Maurício é doctor e economia e gestão política e professora da Universidade de Ódio Washington. Maurício, muito obrigado, serente descanso aí para você, meu caro. Obrigado pelo convite, uma abraço a todos. Um abraço, Maurício, ao meu diretor, nosso diretor de Brasília, Daniel Ritner, muito obrigado, meu caro. Até amanhã, é o Lourival. Também é Lourival. Obrigado, viu? Até amanhã. WW, exclusivo sobre o cara e faço termina aqui, uma boa noite a todos e até amanhã. Se vos tolá.
Podcast Summary
Key Points:
Brasilia on hidas ja tehoton patenttien rekisteröinnissä, mikä haittaa kauppasuhteita Yhdysvaltojen kanssa.
Monet maat, kuten Iso-Britannia, EU, Japani ja Intia, ovat neuvotelleet Yhdysvaltojen kanssa ja saaneet myönnytyksiä, mutta Brasilia ei ole toiminut samoin.
Brasilian hallitus harkitsee vastatoimia (resiprositeettilaki), mutta asiantuntijat varoittavat sen johtavan eskalaatioon ja vahingoittavan vientiä.
Yhdysvallat odottaa Brasilian tekevän myönnytyksiä markkinoille pääsyn helpottamiseksi, mutta Brasilia on keskittynyt politiikkaan ja sisäpoliittisiin hyötyihin.
Kriittiset mineraalit (esim. harvinaiset maametallit) ovat keskeinen neuvottelukohde, mutta Brasilia ei ole edennyt Yhdysvaltojen ehdottamassa sopimuksessa.
Kiinan onnistunut vastatoimi Yhdysvaltoja vastaan perustui sen vahvaan asemaan kriittisissä mineraaleissa, mitä Brasilialla ei ole.
Summary:
Transkriptiossa käsitellään Brasilian ja Yhdysvaltojen kauppaneuvotteluja sekä Brasilian mahdollisia vastatoimia Yhdysvaltojen tullien suhteen. Puhujat korostavat, että Brasilia on ollut passiivinen verrattuna muihin maihin, kuten Iso-Britanniaan, joka neuvotteli onnistuneesti tullialennuksia ja markkinoillepääsyä. Brasilian ongelmia ovat hidas patenttijärjestelmä, protektionismi ja haluttomuus tehdä myönnytyksiä.
Asiantuntijat varoittavat, että resiprositeettilain käyttöönotto olisi riskialtista, koska se voisi johtaa eskalaatioon, jossa Yhdysvallat kiristäisi tulleja entisestään. Ainoa maa, joka on onnistunut vastatoimissa, on Kiina, mutta se johtuu sen hallitsevasta asemasta kriittisissä mineraaleissa, joita Brasialla ei ole. Puhujat ehdottavat, että Brasilian tulisi keskittyä ymmärtämään Yhdysvaltojen tarpeita ja neuvottelemaan pragmaattisesti, kuten muut maat ovat tehneet, sen sijaan että se politisoi kauppasuhteita.
Kriittiset mineraalit ja teknologia-alan sääntely nähdään tärkeinä neuvottelukohteina, mutta Brasilia on jättänyt ne hyödyntämättä. Kokonaisuudessaan transkriptio korostaa tarvetta strategisempaan ja vähemmän poliittiseen lähestymistapaan kauppaneuvotteluissa.
FAQs
Sato Pisteffi on asuntovuokrausyritys, jonka iskulause on 'Huokraa elämäsi koti'.
Verkossa maksamiseen riittää mobile pay, joten punkitunnusten levittely on tarpeetonta.
Brasilia harkitsee vastatoimia Yhdysvaltojen tulleja vastaan, mutta asiantuntijat varoittavat, että vastatoimet voivat pahentaa tilannetta.
Brasilia menettää pääsyn maailman suurimmalle taloudelle ja korkean teknologian vientimahdollisuuksia, jos se ei neuvottele.
Iso-Britannia, Japani, Etelä-Korea ja Intia ovat neuvotelleet onnistuneesti ja saaneet tullihelpotuksia.
Vastatoimet voivat johtaa eskaloitumiseen, jossa Yhdysvallat nostaa tulleja entisestään, mikä vahingoittaa Brasilian vientiä.
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