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Tarifaço: Brasil e EUA escalam e Lula fatura

51m 46s

Tarifaço: Brasil e EUA escalam e Lula fatura

Teksti koostuu kahdesta erillisestä osasta. Ensimmäisessä osassa puhuja esittelee vuonna 2013 perustamansa pyöräilyvaatteita valmistavan yrityksen ja korostaa Shopify-alustan helppoutta liiketoiminnan hallinnassa ilman teknistä osaamista. Toinen ja pääasiallinen osa käsittelee Brasilian ja Yhdysvaltojen välistä kauppakonfliktia, jossa Yhdysvallat asetti 25 %:n tullit Brasilian tuotteille. Tekstissä analysoidaan Brasilian hallituksen neuvottelustrategiaa, jota kritisoidaan tehottomaksi ja poliittisesti motivoituneeksi. Asiantuntijat, kuten Thiago de Aragão ja Lourival, korostavat, että neuvottelut ovat epäonnistuneet, koska Brasilialla ei ole ollut selkeää strategiaa ja koska hallitus on hyötynyt poliittisesti neuvottelujen epäonnistumisesta. Tullit vaikuttavat erityisesti teollisuustuotteisiin, kuten muoviin, koneisiin ja maataloustuotteisiin, mutta esimerkiksi liha ja kahvi jäivät ulkopuolelle. Tilanteen odotetaan pahenevan ennen paranemista, ja yksityisen sektorin rooli korostuu tulevissa neuvotteluissa. Poliittiset tekijät, kuten Trumpin sisäpoliittiset tavoitteet ja Brasilian tulevat vaalit, vaikuttavat konfliktin kehitykseen. Teksti päättyy keskusteluun Brasilian muoviteollisuuden edustajan kanssa, joka kritisoi hallituksen strategian puutetta ja korostaa tullien vaikutusta pieniin ja keskisuuriin yrityksiin.

Transcription

6345 Words, 37301 Characters

Finnish
Perustin pyöräilyvaatteita valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinoida yrityksen taustajaristeelle mien ja front-endia sekä myydä verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify'sssä. Aloita ilmainen kokeilu, Shopify piste komsi vustolla. Sainelgoa 12 Relaxagina - Valuonna tee scout 8 ja 12. Voidaan, että Anna, sanoin, Ver whisperiä continu hatred on Willie Maxson - muscle.! Ja tungmanolta tulee katsomatta, jota päivänäилиjä kehir 같owed Goingy morta biblion lla hisere不同 çek himämiä troisième. Elis teve presente, da noto officialdo palastu planautu, kuten prottegeeraa soberania, olen uudelleen ja olen katsomattaen, kun on katsomattaa, että se on katsomatta, että se on katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, ja se on katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, jota päivänä olen katsomatta, existem problemas de ambientes negócios no Brasil, problemas de toda hora, de o custo Brasil, que precisam ser interessados e que ele é o governo interessa. Abandonou a agenda da OCDE, a organização de cooperação desenvolvimento econômica, a agenda para arrumar o ambiente de negócios e substituir tudo aquilo que seria o medida técnicas necessárias para tornar todos os setores produtivos eficiente, como é o caso de algo negócio que enfrenta a competição a 30 anos, em vez de fazer isso, adota um discurso pamfletário até mesmo o ministro fazendo e fazendo isso. Isso é mais uma prova de que não houve negociação de boa fé, na verdade que o governo brasileiro está fazendo, comprovando o que o Marco Lube disse. O Daniel, vamos ver Brasília, agora está de o USDA, que é o escritório do representante do Comércio dos Estados Unidos, responsável pela aplicação do tarifácio. Sou tomar nota, ele dizendo que o tarifácio de 25% de ontem pode ser reduzido ou ampliado, a depender da forma como o Brasil responder as práticas apontadas na investigação. O que você conseguir o capital longo do dia, esse tensionamento tudo, tem algum sinal de como vai ser essa resposta, haverá uma resposta, a resposta será política. Antes preciso trazer uma visão aqui, que acho que, enriquece a nossa discussão, que é uma visão de quem participou das negociações do lado brasileiro. Não é a minha versão, estou só dando voz aqui a versão de quem participou das negociações. Me parece que havia ali do pro parte dessas pessoas, segundo o que elas contam, o desejo de negociar. Negociar não significa necessariamente com cede de forma unilateral. É muito citado o acordo que a Indonésia fez com os Estados Unidos no âmbito do primeiro tarifácio. Indonésia recebeu um tarifácio de 32%, aquela época o Brasil recebeu 50%. Rebaixou as tarifas, eliminou a maioria delas, para 99% dos produtos americanos que entrava no mercado da Indonésia. E conseguiu em troca reduzir o seu tarifácio de 32% para 19%. Isso é um bom acordo. Pode ser, pode baixar os custos na Indonésia, mas no mundo que voltou a praticar política industrial, e aí isso não é o governo, nem o Daniel que está dizendo, o FMI reconhece que o mundo voltou a praticar política industrial, inclusive o governo Trump, você perde um instrumento para ter política industrial. Pode ser bom, pode ser ruim, mas perde. O governo brasileiro me parece, aí, um comentário meu, que, diferente de uma negociação clássica, tinha a possibilidade de ganhar, fazendo o acordo, e de ganhar, politico, eleitoralmente, não fazendo o acordo. De modo que, quando você negocia dessa forma, atingiu um acordo, e ali havia a possibilidade, desde que você baixasse a tarifa do etanol, mas obtivesse algum tipo de acesso ao açúcar brasileiro nos Estados Unidos, que hoje é um setor vencedor e eficiente, e que não tem acesso. Almercado americano. Isso foi negado. Não houve uma troca e não houve uma negociação. Houve uma pessoa de concessão unilateral. E aí, o governo brasileiro perfil não fazer. Nesse caso, uma negociação mal sucedida, também significou uma vitória pro governo brasileiro, e você tem agora uma crise que não é mais gerida pela Itamaratica, não é mais gerida pelo medique, não é mais gerida pelo ministério da Fazenda, é gerida pela secon. E a maior prova disso é que você tem ali um festival de ministros defendendo um discurso, possivelmente patriótico, para mobilizar o eleitor, não o segmento de economia. Isso explica o fracasso das negociações e condiciona o daqui para frente, que você me perguntou. Então você corrobora essa ideia, ventilada hoje ou desde de ontem, ao longo do dia, algumas dos nossos colégios aqui, de que houve uma opção de uma não negociação com vista ao objetivo doméstico. É isso que eu entendo da sua resposta. Me parece que havia um desejo de negocia de alguma forma, mas o não acordo também era vantajoso, e isso te estimula muito a não ser atrevido, não ser usado na mesa de negociação. O não acordo também era bom pro governo brasileiro. Ah, desculpa, era. Não, imagina, caiu. Olha o presente que o Lula e a sua campanha ganhou embalado com fita verde amarela. Hoje é pesquisa, um recorte da pesquisa genial, com ex, traz dois dados aqui importantes, primeiro, mais de 60% das pessoas, tem receio do prejuízo que o tarifáço vai causar, tem medo de que aquilo vai impactar a sua vida de alguma forma. No ano passado, era quase 80%, baixou para 60 e poucos, mas ainda assim, é majoritário o receio do que vai acontecer. E mais de 50% concorda com a versão de Lula, 30% concorda com a versão de Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro, sobre o tarifáço. Então, o pacote estava em brulhado, porque. Como é que depois do sucesso do sucesso do ponto de vista apolitico, que o Lula consou no ano passado? Ele vai desperdiçar essa oportunidade, no momento inclusive em que Flávio Bolsonaro não só está fragilizado, mas como o tema da tarifa, o outro cabo eleitoral, talvez o principal cabo eleitoral do tarifáço, a favor do Lula, foi o Eduardo Bolsonaro, que defendeu o tarifáço desde o primeiro dia, o print é eterno, não tem aquela brincadeira que o print é eterno. Então, estratégicamente, do ponto de vista político, alguém pode dizer, "olha, você não pode nem condenar o governo de olhar uma seconda a vida", olha isso e dizia "escuta", agora é a hora. A gente vai tratada no efeito político no último bloco, o que eu queria ouvir de você lembravemente para poder jogar para o ósto? - É a estratégia do seu privado agora. Fazer o quê? - Olha, a estratégia do seu privado, há uma preocupação muito grande do tamanho dessa retalhação. Hoje eu vi uma frase de empresário que me marcou que foi "a gente está refendo a eleição", porque a sinalização que a gente recebe do governo, especialmente essa turma que o Daniel também ouve muito, quer tomar mais moderada, que tentou jogar uma forma que criar um ambiente técnico para a discussão, mas a política acabou pegando. Entende o seguinte, primeiro, não tem como o empresariado se distanciar do governo. Então, em alguma medida, esse diálogo vai precisar continuar. Não tem como o setor privado se distanciar da negociação em Washington. A mobilização que foi feita desde o ano passado e agora, de novo, por causa dessa defesa, ela tem que ser mantida para uma próxima rodada de negociações. O único receio é a treplica americana, dependendo da resposta política que vou dar, que for dar. Agora, está todo mundo meio que se adaptando, os setores que estavam sofrendo mais tão mais aliviados, pequenos, com fruta, pescado, mel, a gente falou tanto aqui do caso da turma do mel, do café solúvio e tudo mais. Então, tem um lado que respirou aliviado e tem outro que está dizendo. Nós vamos esperar a eleição acabar. Thiago, até isso fala em treplica, o que você vislumbra aí nos próximos dias, semanas, seja treplica, o governo Trump observando a reação do governo brasileiro. Essa escalada de tensionamento de hoje já impacta, ou tem de impactar de alguma maneira, o que você observa nos próximos dias aí? Olha, a situação ela tem de apiorar antes de melhorar. Existe uma percepção de que hoje, nesse momento, não tem abertura para uma nova negociação. E uma nova negociação, a expectativa do lado americano, seria uma concessão muito grande do lado brasileiro, em troca de uma redução 5, 8, 10 pontos percentuais, no máximo ali, na questão tarifária. Eu concordo com o que o Daniel falou, que existe essa percepção muito clara de que é uma um ganha ganho, você gerando uma solução, você ganhe, e você não gerando uma solução, você ganha por outro lado. Por isso que, no meio, as empresas acabam usando muito no limbo. Os grupos empresários que estou trabalhando aqui, por exemplo, a estratégia não pode ser, ela não está sendo tratada como uma estratégia em bloco, ou seja, uma associação inteira, um grupo inteiro, tentar negociar para tirar todas as tarifas. Isso não vai funcionar. E não é assim que o governo americano está disposto a fazer, pelo menos pelos próximos meses, pelo menos até o final do ano. Na melhor das hipótases, o que vai ser mudado, vai ser caso a caso. Vai ser cada empresa, tem que montar a sua história, a sua narrativa e apresentar isso e justificar porque ela deve ser retirada das tarifas. Quando olhamos o lado brasileiro, ele faz a conta de que, bom, 10% das minhas exportações globais são cruzados unidos. Quase 60% dessas exportações estãoisendo vegetariano, então não vem nada das contas, 4% tá tarifado, é o que Daniel falou, a sensação do governo é que é um problema, mas não é um problema estrutural como é o caso do México, e isso prejudica muito as negociações do ponto de vista institucional, do ponto de vista técnico, sim, existe uma conversa, atatiana conversa com o pessoal do governo, tem o todo, mas não basta isso, o que precisa é entrar no nível conceitual, no nível institucional, pelo menos lembra, às vezes tem interesse, às vezes não tá o governo americano também se envolve com outros assuntos, então isso pode escalar, principalmente nos episódios que o Trump lembra do Brasil, isso foi feito hoje, vai passar alguns dias, algumas semanas que ele não vai lembrar do Brasil, que o assunto vai se ir anto, o assunto vai se qualquer coisa, mas quando ele lembrar vai ser para tomar uma decisão ativa, que dificilmente vai ser positiva se o governo brasileiro não tentar ativamente buscar algo positivo do Trump, a tendência que isso, pior, antes de uma melhora, e essa melhora ela ter virá ocorrer mais para frente. - O Lodivão, você concluiu Thiago, perdão? - Não, não concluiu. Lodivão, você conheceu bem em Estados Unidos, o governo Trump, o que seria essa decisão ativa, o que tem o cardápio do Trump? Se for essa tendência mesmo que a gente está concluindo que de piora no cenário? - Em relação com o Brasil? - Isso. Bom, só de que a licença está teando aqui, o Thiago, o Stoeta, o Tiana Braseiro, secretário de Comércio Superior do Ministério de Desenvolvimento, Industro e Comércio do Brasil, e o Trump está fazendo um pronunciamento à nação, no qual ele diz que existem documentos, que estão sendo liberados agora divulgados da CIA e do FBI, provando que houve interferência da CIA, da China, nas eleições de 2020, em favor, de Joe Biden. E que a grande fragilidade de essas máquinas de contagem de votos e que tanto a China quanto a Rússia quanto o Irã quanto a Corea do Norte podem rakear essas máquinas e mudar o resultado. E nem uma auditoria capaz de perceber isso. Então já é o Trump engajado em tentar reverter um resultado eleitoral, dissavorável, nas eleições de meio de mandato do dia 3 de novembro que renovaram toda a câmera em um terço do Senado. Então esse vai ser um dos verdes cais das frontes políticas de Trump que podem respingar também no Brasil. Nambido que a gente tem eleição esse ano, a corrente que é brasileira, que é relacionada com ele, se perde eleição, enfim, então teremos um ano muito tenso. Esse é o tipo de interferência que pode haver por parte do governo Trump. E essa questão comercial, eu insisto que ela é uma questão técnica. Os americanos não rasgam dinheiro, o que eles fizeram. Eles isentaram colocaram como exceção. Todos os produtos que interessam para eles importar que eles precisam importar do Brasil e tarifaram aqueles produtos que podem vir de outros países, que eles conseguem comprar de outros países que são menos protecionistas. Com os quais ele consegue negociar. Então ele vê o Brasil como país com qual. Não consegue obter concessões, não consegue negociar. Ele vai importar esses produtos que ele pode importar de outros países e não adianta esse capacidade, elevar carifas por parte do Brasil. Isso não vai alterar a conduta do governo americano. O contrário de aumentar ainda mais as tarifas vai prejudicar ainda mais aqueles setores eficientes que estão sendo tarifados e vai substituir fornecedores de aí. Com passados anos, esses fornecedores de maquinários, equipamentos, brasileiros, de produtos textas, de produtos de plástico e assim por diante não tem no anticuldade de voltar ao mercado americano se o Brasil algum dia dotar uma política diferente. Daniel, só para finalizar o que está no radar aí de Brasília. Hoje o anunciou uma medida provisória, um plano de socorro aos exportadores, negociação em curso retomada de diálogo, não está no radar agora imagino. Não, uma até a seleção é muito difícil que haja um avanço, só talvez. Bom, a resistência de eleição define o futuro dessa relação na prática e o futuro das negociações. Só colocar um ponto aqui, hoje nós tivemos a sabatina do Comunitário de Relações Exteriores do Senado americano, do embaixador designado por Trump, para assumir a cadeira que em Brasil e embaixado em Brasília, que está vaga desde o início da sua gestão, do gestão Trump. Daniel Pérez, se torres coisas que me parecem muito relevante, porque dá uma amostra de qual é o Tom? Qual é a preocupação? Qual é a abordagem americana para o Brasil? Ele é um sujeito muito próximo de Marco Rubber, ele falou de desafios reais de segurança e da preocupação com organizações criminosas transnacionais, isso é um ponto. Segundo ponto, a crescente presença de potências estrangeiras não nominou a China, mas é bastante joge, na região, na Núem Esfera Ocidental como ele se chama, e terceiro ponto que dialogo com que a taísa nos trouxe aqui fortalecimento da relação entre os setores privados, isso que o Tiago colocou, a saída não passa só pelo governo, passa pelos setores privados conversarem mais e ativarem mesmo para valer seus lobes em Washington e em Brasília. Thiago, o que é rematar brevemente? Concordo com o que foi colocado e é exatamente isso, a negociação depende muito agora de uma ação mais individualizada, o governo americano segura alguns, como Lourival colocou, ele segura algumas negociações em relação a alguns produtos, porque isso tem envolvido na negociação com algum outro país. Então essas concessões também é um jogo de tirar de um lado e jogar por outro. Obviamente, no meio disso tudo, acaba tendo alguns produtos brasileiros que caem, que são vítimas de uma forma que não faz muito sentido, como por exemplo os produtores de sal, o Rio Grande do Norte, que não existe um competidor, os saijos num produto e sal, e esse sal é utilizado não só a fade reter a neve, mas também na indústria química. Então esse tipo de tarim em cima desse produto pode fazer parte de uma eventual negociação com Egito, algum outro aparte do mundo, mas no momento acaba sendo um pouco perdido dentro do pacote total. É uma situação que a gente vai ver até o final do ano e, proximalmente até o fim do governo Teuano. Bom, que agradecer direto de Washington, o Thiago de Aragão, o senhor da Acu Internacional, nossa parceira de conteúdo aqui no WW, obrigado Thiago. E também Lourival, um despeço de você, meu cara, muito obrigado, viu? Até amanhã a Thaíso e o Danilhão ficam comigo, a seguir a gente vai conversar com um dos setores atingidos pelo tarifás, o setor do plástico, um dos mais atingidos inclusive pelo novo tarifás, até já. WW de volta em mais medição é dedicada a crise comercial de plomática, política entre Brasil e Estados Unidos. É a Câmara Americana de Comércio, a firma que o novo tarifás do Estados Unidos coloca o Brasil entre os países com condições mais restritivas de antes do restante do mundo. Segundo a Anchã, a tarifa deve afetar duramente mais de 11 bilhões de dólares em exportações industriais e do abro negócio, além de elevar os custos para as empresas e para os consumidores americanos. A gente separou alguns setores mais atingidos pelo novo tarifás, vou mostrar a tela aí, está não, cadê a tela aí? Está não. Máquinas agrícolas, vestuário, máquinas elétricas, calçados, papel, aço e açúcar orgânico. E setores importantes como aeronaves, petróleo, combustíveis e minérios, além de serulose, escaparam do tarifás. A gente aprofunda esse olhar sobre os impactos nos produtos tarifados do agro. Vamos a tela. Sobre açúcar são 700 milhões de dólares, num irigual de produtos de maneira, etanói tabaco entre 300 e 400 milhões, máquinas agrícolas, 38 bilhões de dólares em exportações. E já produtos como carne bovina, café, laranja e sucro ficaram de fora do novo tarifás. Vamos a ter esse olhar aí mais atento para a indústria e para os impactos a gente recebe José Ricardo Roriz Coelho, que é presidente da AB Platte, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Boa Noite Roriz. Boa Noite Caio, Boa Noite Taís, Boa Noite Daniel. Muito obrigado pelo convite. Roriz tem duas versões na praça. Uma que o governo lula não se impõe ao negociar e outra que a culpa é do Bolsonaro. Com qual você fica? Eu não fico com nenhum das duas, eu fico com quem faltou estratégia, faltou a capacidade de antecipação de problemas, faltou foco, faltou vontade de negociar. Então tudo isso acabou com essas tarifas que pra nós não foi nenhuma surpresa, a gente vem acompanhando ao longo do tempo, né, as negociações de outros países e o que que o Brasil está fazendo. Então assim, o Brasil não teve a vontade nenhum foco, nem definiu uma estratégia pra que a gente não tivesse como você disse, né, uma tarifação tão severa que colocou o Brasil entre os países mais tachados por esse tarifaso americano. O governo vai lançar mais uma rodada do tal do Brasil soberano oferecendo crédito, a ajuda a nos empresários, como vai ser a desão do seu setor, quanto isso ajuda ou não, o governo enxerga esse mecanismo, inclusive como uma tentativa de manter alguma aproximação com o empresarial do brasileiro, especialmente esse que está frustrado por esse relato que você acabou de dizer. Isso principalmente vai prejudicar as empresas medias e que têm entre o mix de sua produção um volume muito grande de exportações para os Estados Unidos. Tem empresa que ela definiu como estratégia exportar para os Estados Unidos, que é um mercado que todo mundo quer participar, o que tem o número muito grande de pessoas e tem uma renda muito alta. Então todos países querem vender para os Estados Unidos que tem um mercado de 37 trilhões de dólares e o Brasil só representa um percento. Esse um percento tem muitas empresas pequenas e por exemplo no caso do plástico. Todas as produtos que foram citados pelo carro tem plástico ou sobre oé o produto final ou é um produto exportado que tem um conteúdo plástico ou é uma embalagem plástica que vai levando um produto. Então tem empresas que participam de produtivas que dentro da sua produção tem 50-70% de vendas para o mercado americano. Essas empresas você pode dar um crédito de curto prazo, de médio prazo, mas você dá crédito, por mais que você ajude essas empresas elas vão ter uma dificuldade muito grande de exportar para os países, até porque as empresas dos países do mundo inteiro estão querendo substituir essas exportações de pedeus dos Estados Unidos. E o Brasil tem um custo de produção muito alto e essas darifas, assim nós não vamos ter competitividade nem tempo para essas empresas alcaçarem outros mercados. Daniel? Roriz Bonite, hoje eu estava conversando com o pessoal da AB pescados que a Associação Brasileira Ninducia de pescados também vítima do tarifazo e eles me contavam do grau de burocrassista extremamente elevado para acessar as linhas desse socorro que nós mencionamos o plano Brasil soberano. Só até em parte foi concertado melhorou um pouco em relação ao primeiro tarifazo do ano de ser um olhar quando saiu a medida provisória de 2026 esqueceram o nosso setor simplesmente desapareceu e aí precisou ser encaixado lá as preças no Congresso Nacional. Tipo, é um tipo de pergunta, existe uma burocracia muito elevada que trava que esse recurso que o governo diz, olha, temos 15 bilhões disponíveis, pode aumentar, o chegue na empresa que precisa. A maioria dessas meias e pequenas que eu citei, Daniel, elas têm uma dificuldade muito grande de acessar esse bomúmic, foi dito de recursos para ajudar essas empresas. Primeiro que levaria tempo e a empresa dessa não pode ficar três ou quatro meses, tendo que recorrer o mercado financeiro com essas taxas de juros para manter o seu pessoal trabalhando, para manter a empresa até esses recursos chegarem. E mesmo assim, quando esse chegou, o rebus chegar e você vai ter que pagar isso um dia. Então essas empresas não têm como vender esse produto que era destinado a mercado americano no mercado inteiro e muito menos exportar para outros lugares que eu tempo também para outros distintos de exportação, levaria toda uma um desenvolvimento que, no mínimo, aí, seis a vez do mês, você precisaria para estar vendendo primeiro produto para outros destinos. Vocês, qual é o receio de vocês, o ruris da politização e do governo lançamento? Porque o Brasil de respeito ao setor privado brasileiro, mas o governo está pensando em medidas de retaleação, tem a lei de reciprocidade, enfim, qual é o receio que vocês têm da politização desse debato, quanto pode prejudicar? E esse procedimento tem algo de construção de negociação. Não um gesto emocional que agrega ainda mais os prejuíza aí que a gente está tendo. A minha preocupação é que como você falou, esse assunto está muito politizado, próprio nome, né, de Brasil, soberano, né, porque esses nomens, eu deveria estar, é um recurso para as empresas que perderam mercado americano, porque nós não tivemos a capacidade de fazer uma boa negociação. Então, assim, falar em reciprocidade agora, quem perderia mais ainda, seria os nós. Porque os produtos que a gente traz, os EUA, a maioria dos produtos, nós não temos condição de produzir aqui de uma maneira competitiva. Então, você vai brecar ainda a entrada desse produto americano para piorar ainda mais a situação que nós temos hoje. Eu acho essa questão de reciprocidade, tem que tomar um século de ado de estar falando sobre isso, porque você pode ainda piorar ainda mais a situação e aumentar ainda mais a atenção do negociação que o objetivo agora deveria ser distender isso e você está lá com os americanos, ver se a gente consegue aumentar essa lista de acessão que foi anunciada a Monten. Bom, queria agradecer muito os Ricardo Rorisco, ele, presidente da Biplastia, a Sosseação Brasileira da Industria do Plástico, boa noite, o Orismo, muito obrigado, meu caro. Nosso que agradecermos, estáis de Aniá, fica comigo daqui a pouco, a gente continua falando sobre tarifássima, mas agora sobre o efeito doméstico, mostrando impacto eleitoral e nascer de sociais para o governo e para oposição no Brasil. Mas, claro, caro, boa noite, tais, boa noite, Daniel, fazer estar com vocês. A publicação do secretário de Estado, Marco Rubio, foi a senha para oposição atribuir o tarifássio americano ao governo Lula. O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro disse que o Brasil é um avião sem piloto com Lula na presidência, enquanto ex-deputado Eduardo Bolsonaro frizou a acusação de Rubio de que o governo brasileiro não negociou de boa fé com Washington. No palácio do Plano, o secretário-geral da presidência, Guilherme Boulos, disse que boa fé para os americanos seria acabar com PIX e entregar terras raras. E o PT atrelou o tarifássio a articulações da família Bolsonaro nos Estados Unidos. Pesquisa Quest divulgada nesta quinta-feira, detalhe o morto dos brasileiros em relação ao tarifássio americano, tendo como pânio de fundo as eleições. O levantamento foi realizado entre 10 e 13 de julho, antes do anuncio oficial das tarifas. A Quest indica que os eleitores concordam mais com a acusação de Lula, de que Flávio pediu o tarifássio adonotrop, do que com a defesa do senador de que pediu ao presidente americano para não tachar o Brasil. E em relação a intenções de voto, 42% apontam que as tarifas lhe dão mais vontade de votar em Lula, enquanto 27% se sentem mais próximos de Flávio e 23, com mais vontade de votar em outros nomes. A repercussão nas redes sociais após o anuncio oficial do tarifássio também é ruim para o pré-candidato do PEL. Dados da consultoria, apesar a taponto que as menções positivas a Flávio cairam 2,3 pontos percentuais, enquanto a sobre Lula ou silharam negativamente em 0,1 ponto. Oceia, justados de vocês, aí confiemam que todo esse embate sobre a ania tarifás favorece de fato Lula. Realmente os dados da razia de estar muito claros, Lula se uma ter vistável durante o dia a todo, como a ofensiva muito forte da esquerda relacionado o Flávio é o tarifássio, a esquerda também sempre busca a questão do PIX, da defesa do PIX, como se a família Bolsonaro Fosicontro, PIX, fala de entregues, um discurso muito fácil, né, que tem sido absorvido pela Z. O Flávio, como a reportagem, mostrou caiu 2,3, pontos percentuais em relação às mensões positivas e não conseguiu exatamente se safar dessa pecha, de quem realmente está alinhado aí a uma política norte-americana que privilegiou, obviamente, de Estados Unidos, em detrimento do Brasil. Acho que a questão da bandeira da soberania que o Lula tem empunhado, realmente tem funcionado bem para ele, ele funcionou já em 2025, quando Eduardo teve no Estados Unidos e trouxe o Lula novamente ao jogo justamente por conta dessa ideia de soberania. E funciona agora. Tem uma curiosidade, Kai, se a gente observar, a gente é na guia da que ele é apresada também, dados temáticos, né, ou seja, quando a pessoa fala de um presidenciável, qual o tema está incluído naquela fala. Então, entre os temas mais falados, hoje nós temos o Trump em primeiro lugar, né, ou seja, quando se fala do Lula, o Trump aparece em 27% das publicações, este mês, mês de julho. E o Flávio, quando se fala do Flávio, o Trump aparece nas postes temáticos em 40% das mensagens. Ou seja, há uma influência direta dos Estados Unidos na eleição brasileira, pelo menos em termos de imagem, e isso já tem afetado negativamente o Flávio, este mês, os tem crescido e me parece uma situação bem complexa para ele. Daniel, eu pego o palavra. Eu tenho, na verdade, uma pergunta, Pro Céjo, e é uma tese que eu suspeito, e eu queria submetir, porque eu não sou especialista, não, Céjo, vai você. Me dá a impressão que muitos desses temas polêmicos, como é o caso do Tari Faso, nascem com alguma vantagem, ainda que o Tio descreta de um lado ou de outro, nesse caso, o desgaste tem sido maior por enquanto para a Flávio Bolsonaro, mas que com o passar do tempo, estamos falando de dias ou no máximo de semanas, as tropas de cada lado vão se organizando de tal modo que há grande polarização que nós temos nacional, em praticamente qualquer tema acaba prevalecendo, e me grande também em prece novo campo de batalha. Tem sido assim, caso o Master, Venezuela, guerra na faixa de gás, praticamente qualquer tema, você acha que caminha naturalmente para isso também, ou seja, um desgaste para a Flávio, que pode ser sentido inicialmente, no final das contas, as narrativas acabam se equilibrando de tal modo que se neutralizem? - Então, Daniel, o que você está dizendo, a gente chama de "dominância narrativa", ou seja, quem consegue falar mais às redes sobre determinado tema e quem consegue formar mais opinião? Isso acontece, obviamente, no dois lados, mas há um perfil moderado, que eu acho que quer o que pesa mais, o perfil moderado, no caso, do tarifáço, está sendo mais favorável, luta. Por oposto da um outro exemplo, a Flávio Bolsonaro com um cigarro do Daniel Ovocaro, rapidamente, a direita conseguiu substituir a "dominância narrativa" que vinha da esquerda, e conseguiu emporar uma ideia de que é uma foto feita com inteligência artificial, ou que não há nenhum tipo de relação do Flávio com um cigarro, enfim. Aquilo foi muito bem conduzido pela direita e anulou, então, os efeitos negativos. Só que, nesse caso, na taxação, é um discurso que envolve muito esses moderados que não estão satisfeitos, não vão para a taxação. Eu tenho dito muito, o Trump não é querido nem nos Estados Unidos. Quanto mais no Brasil, ou seja, é um político hoje que tem uma negatividade associada, ele é muito forte, justamente porque defende interesses próprios. Então, uma associação de um político brasileiro tão próxima, a Trump não é vista positivamente por esses moderados, e por isso, então, Lula acaba dominando a narrativa nesse ambiente e acaba, então, prejudicando a campanha do Flávio. Quando está aí, eu fico sempre surpreso quando vem toda essa cobertura, ela fala nada ao PIX, porque o PIX, se ele foi criado no agistão ali do Roberto Campos Neto, no governo Bolsonaro, e a direita que sempre dominou muito bem, depois eu até pergunto a presser sobre isso, parece que consegue perdendo o discurso do PIX, não tornais um Trump. Não, perdeu totalmente. Perdeu totalmente, e de novo, o cabelitoral do Lula nesse tema, também é o Eduardo Bolsonaro. Eles não subaram nem capitalizar esse ativo, pelo contrário. Aliás, o governo de novo teve a inteligência política de pegar o anúncio à inclusão do PIX na investigação e transformar isso numa grande bandeira de defesa. E por mais que a gente falasse que todos os dias, que o PIX nunca teve a minha assa, que não tinha nada que o governo americano pudesse fazer, a dominância narrativa doreia, esse termo viu o Sergio Ternotei aqui que eu vou adotar. Não só para tratar do seu tema, mas para usar para outras áreas também. Mas o governo conseguiu, literalmente, assumir uma dominância narrativa sobre essa defesa do PIX. Até hoje, quando eles convocam lá o Gabriel Galípolo, que eu preso no Banco Central, para participar da coletiva, naquele paredão de ministros da economia, defendendo patriotismo. E o Gabriel, enfim, eu não sei se o governo consegue ter essa interpretação, ou não, ele desconstrói a teza do governo de que o PIX é uma vítima do Estados Unidos. Ele diz assim, ele ainda faz uma comparação, como culpá o carro pípa pelo saneamento básico e tal. Então ele desconstrói, ele fala, "olha, foi só uma desculpa para a impor atarifa". Ou seja, ele não diz claramente, mas, interisicamente, ele está dizendo, "nunca foi uma meia aça". Então, ele foi lá, ele defendeu o PIX, institucionalmente, ele explicou que é o PIX, ele deu uma informação importante, e diz, "olha, o mercado de cartão de crédito cresceu 150% depois do PIX". Enfim, ele deu argumentos técnicos para dizer que não faz sentido o ataque ao PIX, e ele tinha esse papel lá. Mas, dificilmente, o governo vai largar desse tema, ou dessa defesa e soberana sobre o PIX, que ele assumiu, mas de qualquer forma, hoje, pelo menos hoje, o presente do Banco Central tirou um pouco do peso dessa meia aça que nunca existiu, o que o governo criou. O que aconteceu nos últimos anos, nos últimos meses, ou nas últimas semanas? Que a esquerda conseguiu, e vem conseguindo fazer prevalecer as suas versões narrativas, tezes, nas redes sociais, que é um ambiente de 2010 para cá, 2012 para cá. A direita Bolsonaroista, muito antes de se imaginar, um já-ebo-sonar presidente, dominou esse espaço. Na sua percepção, a esquerda melhorou, a direita piorou, ou as tezes que estão em disputa, elas são muito palatáveis e factíveis para o eleitor, para o cidadão brasileiro, que ele olha e observe, consegue identificar entre aspas, quem está certo, quem está errado. Eu acho que a esquerda melhorou, em 2018, quando a direita sumiu muito, quando eu encontrei das redes, eu acho que a esquerda estava muito perdida, ele aprendeu a fazer redes, mas a um outro fator cai muito grave para a direita, que é a fragmentação desse ambiente político. Nós temos vários candidatos da direita. No início, até conversavam, de certa forma direta, assim, tentando focar aí num projeto, antes de pter, mas agora as coisas começam a se acerrar, eles começam a chegar no perto, então as críticas começam a surgir ali pro Flávio também, e a essa fragmentação, enquanto o Lula, fala sozinho à esquerda, consegue unificar o discurso de esquerdo, e aí, claro, ele tem uma capacidade muito mais ampla do que uma direita fragmentada, de colocar as suas opiniões, enfim, fazer com que a militância compartilha as suas ideias. Apesar de que é a direita, mesmo com essa dominância que o PT tem tido, a esquerda tem tido, ela também consegue emporar alguns temas que são caros atoros da direita. Então, nesse ponto Lula acaba por perder eventualmente essa dominância, mas a verdade é que as redes estão bastante armadilhadas, e o que me deixa um pouco intrigado até, e até incomodado em condicidade da brasileira, que um assunto tão sério quanto esse que está acontecendo para a chachação, é tratado como espuma política, quando uma forma como se fosse apenas um movimento eleitorial, só falando de uma coisa muito grave, de uma relação comercial entre o Brasil e os Estados Unidos que são para aí hoje, mais forte econômicamente, que o Brasil precisa dessa parceria. Então, me parece tudo muito amador, em termos de negociação, muito amador, também dá oposição que não tem um projeto para sobrepor o que está sendo falado, e essas negociações, então, a gente acaba reduzindo um pouco o debate eleitoral do que é importante por futuro do país. Agora, você acha reversível essa situação do flávio sobre tarifácio, eles têm dito a campanha hoje, pelo menos, estavam dizendo que é diferente do primeiro tarifácio, o primeiro tarifácio nasce com o tweet do Donald Trump, citando a prisão do Jair Bolsonaro, e de lá para cá, o flávio foi a atrasa branca, tirou foto com o Trump, mandou cartas, se diz abertamente contrário, é o tarifácio. Se acha que tem tempo, ou não, esse assunto, não tem como a direita disputar. Olha, tudo no Brasil tem tempo, porque nós temos aqui, às vezes, uma semana que equivaleu um mês, numa eleição. O caso do Máceo é mostrar isso. Eu falava de a comessa sair muito bem dessa crise, praticamente não falam mais isso, e pode ser que esse tarifácio da merda que um tempo quando não tem a influência que tem hoje. Na verdade nós temos dois blocos muito forte, disputando a eleição, com votos muito concretos e a margem de manobra e percento tem sido ainda um pouco curta. Não sei que no decorrer da campanha isso se for dificulta, a gente sabe que tem percentual de pessoas que não quer votar nem lula, nem flage, mas a verdade é que a margem dos moderados aí e pede que os temas têm um grande impacto. Então, por exemplo, o caso do Antarifaso hoje o Flávio caiu dois pontos, dois pontos, por centuais e emmenções positivas. Não é nada, sim, grande, mentir relevante, apesar de ser um diço, mas eu acho que as coisas estão tão clistalizadas que é preciso uma crise de um voto muito gigantesco para mudar os músculos que a gente tem visto. Elas menos em termos de rede do que a gente vê sempre debatido. Bom, creio agradecer muito a vocês três, começar pelo cientista de dados e se ouda a pesada, seja de nículo. Obrigado, seja, bom descanso meu caro. Obrigado, Kai, bom descanso para vocês também para todos. O meu diretor Daniel Hittner lá em Brasília, obrigado Daniela, amanhã, Thaizeré de minha amiga, obrigado, querido, até amanhã. Antes só de encerrar uma última informação importante, presente Donald Trump, acusou a China de obter legalmente registro os geleitores dos Estados Unidos. Vamos pronunciar a nação agora a pouco. O Trump afirmou que o sistema eleitoral americano seria catastróficamente deficiente e fez críticas à China. O presidente americano afirmou ainda que pequinho obter evidado, sensíveis de americanos, isso geriu uma investigação da FBI. Segundo o Trump, a China teria tentado minar o seu primeiro governo influenciar nas eleições de meio de mandato de 2018, quando os democratas conquistaram maioria no Congresso e também interferir na campanha de 2020. A declaração contradice relatórios da inteligência americana divulgados em 2021. O WWT China aqui, uma boa noite a todos e até amanhã.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Puhuja perusti pyöräilyvaatteita valmistavan yrityksen vuonna 2013 ja kehuu Shopifyta liiketoiminnan helppoudesta ilman teknistä osaamista.
  2. Tekstissä käsitellään Brasilian ja Yhdysvaltojen välistä kauppakonfliktia, jossa Yhdysvallat asetti 25 %:n tullit Brasilian tuotteille.
  3. Brasilian hallitus on kritisoitu neuvottelujen epäonnistumisesta ja strategian puutteesta, ja osa näkee tämän poliittisena liikkeenä kotimaan yleisölle.
  4. Yhdysvaltojen tullit kohdistuvat erityisesti teollisuustuotteisiin, kuten muoviin, koneisiin ja maataloustuotteisiin, mutta esimerkiksi liha ja kahvi jäivät ulkopuolelle.
  5. Asiantuntijoiden mukaan neuvottelut jatkuvat tapauskohtaisesti, ja yksityisen sektorin rooli korostuu, mutta tilanteen odotetaan pahenevan ennen paranemista.
  6. Poliittiset tekijät, kuten Trumpin sisäpoliittiset tavoitteet ja Brasilian tulevat vaalit, vaikuttavat konfliktin kehitykseen.

Summary:

Teksti koostuu kahdesta erillisestä osasta. Ensimmäisessä osassa puhuja esittelee vuonna 2013 perustamansa pyöräilyvaatteita valmistavan yrityksen ja korostaa Shopify-alustan helppoutta liiketoiminnan hallinnassa ilman teknistä osaamista. Toinen ja pääasiallinen osa käsittelee Brasilian ja Yhdysvaltojen välistä kauppakonfliktia, jossa Yhdysvallat asetti 25 %:n tullit Brasilian tuotteille.

Tekstissä analysoidaan Brasilian hallituksen neuvottelustrategiaa, jota kritisoidaan tehottomaksi ja poliittisesti motivoituneeksi. Asiantuntijat, kuten Thiago de Aragão ja Lourival, korostavat, että neuvottelut ovat epäonnistuneet, koska Brasilialla ei ole ollut selkeää strategiaa ja koska hallitus on hyötynyt poliittisesti neuvottelujen epäonnistumisesta. Tullit vaikuttavat erityisesti teollisuustuotteisiin, kuten muoviin, koneisiin ja maataloustuotteisiin, mutta esimerkiksi liha ja kahvi jäivät ulkopuolelle.

Tilanteen odotetaan pahenevan ennen paranemista, ja yksityisen sektorin rooli korostuu tulevissa neuvotteluissa. Poliittiset tekijät, kuten Trumpin sisäpoliittiset tavoitteet ja Brasilian tulevat vaalit, vaikuttavat konfliktin kehitykseen. Teksti päättyy keskusteluun Brasilian muoviteollisuuden edustajan kanssa, joka kritisoi hallituksen strategian puutetta ja korostaa tullien vaikutusta pieniin ja keskisuuriin yrityksiin.

FAQs

Pyöräilyvaatteita valmistava ornotin perustettiin vuonna 2013.

Parasta on se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista ja hallinnoida yritystä vaivatta.

Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, se olisi itse polkupyörä, sillä asiat hoidetaan ja liiketoiminta hoituu siellä.

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