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T7 E4 - Uma marca multiespecialista | Liana Kerikian - Decathlon

from PATROCINEI!

1h 2m 20s

T7 E4 - Uma marca multiespecialista | Liana Kerikian - Decathlon

Liana, CEMO da Decathlon, conversa sobre sua trajetória profissional, passando da indústria de beleza para o setor de esportes, destacando a importância de um conhecimento profundo em marketing, cultura humana e comportamento de consumo. A Decathlon, com 65 modalidades, é reconhecida por sua cultura de prática esportiva, onde colaboradores e clientes praticam atividades juntos, desde corridas até escaladas. O foco estratégico está em segmentos como fitness, corrida e montanha, com investimento em inovação e experiência do cliente. Pesquisas revelam que o brasileiro deseja praticar mais esporte do que faz, mas enfrenta barreiras sociais, de gênero e econômicas. A empresa transforma suas lojas em espaços vivos de experimentação, onde o consumidor pode testar produtos e se conectar com comunidades. A análise de dados e tecnologia permite entender comportamentos e identidades dos consumidores, especialmente no contexto da saúde mental e do crescimento pós-pandemia. A Decathlon também valoriza a prática multi-esportiva, onde os consumidores buscam pertencimento em diversas comunidades. A marca prioriza qualidade, segurança e acessibilidade, com especial atenção ao público mais jovem e à inclusão social, como no projeto com o Masspe e no desenvolvimento de produtos em contextos de natureza. A evolução da marca é impulsionada por dados, pesquisa e uma visão clara de impacto social, transformando o esporte em acesso, experiência e identidade.

Transcription

11766 Words, 65039 Characters

Portuguese
[Música] Olá, seja bem-vinda, seja bem-vinda ao Patrocinei, a gente está na 7ª temporada, tem muitas histórias boas contadas aqui no Patrocinei, e hoje, com certeza, a gente vai ter mais uma. Uma convidada mais que especial, que já vou apresentar, muito feliz que a gente conseguiu conciliar as agendas, e eu queria começar esse episódio, testando o conhecimento do meu parceiro, Fabinho, pra saber o quanto ele, que tem uma empresa que leva o sobrenome dele e esports, realmente o quanto ele coerce de esporte, então Fabio, bem-vindo, a mais um episódio, pra começar o que queria que você me contasse, quais esportes. Então, até a palpitação. É, são as modalidades que fazem parte do decado. [Risos] Você, por favor. Ai, ai, ai, ai, eu achei que a pergunta. Pode olhar pra aquela câmera ali, responder pra nossa audiência, pra saber se a gente é realmente. Se o NBA em Liverpool vai estudar o parceiro do Charles Billy, na NBA de Liverpool lá, sei lá quantos anos atrás, que ele sempre fala esse negócio, vamos ver se vale alguma coisa. Mas eu não tenho o cabelo branco ainda, bem-vindo também, então. Eu nunca fechei patrocínio pra decátor, já fechei patrocínio pra vinte modalidades, e hoje o programa vai ser muito especial, porque a gente vai conversar com uma marca, que ela tem por objetivo gerar o acesso ao esporte. E é uma marca que até cinco anos atrás, a palavra marca tinha era proibido. Então, eu vou deixar dez segundos aí pra vocês adivinhar em agora, que marca essa, até pra desviar da pergunta. Se é tipo a temporada, ele tá ficando mais insossabonente, como se estão percebendo. Mas o assunto não é isso, a gente até o final do programa vai falar sobre quais são as dez modalidades que compõe o decado. Mas o mais importante eu tô brincando, porque a gente tem aqui hoje uma convidada e uma amiga, mais que especial, que é também atleta nas horas vagas, atleta de CrossFit, e se é mô da maior varejista de esportes do mundo, empresa francesa, uma das maiores empresas da França, que tá no mundo inteiro, com certeza vocês conhecem, compram, prestigiam, que é a Decathlon. Então, Liana, seja super bem-vindo, tô muito feliz de você ter conseguido conciliar sua agenda a corrida de tantas viagens, de tantas visitas, as lojas e tudo mais pra estar aqui com a gente, seja bem-vinda, obrigado por estar aqui. Eu que agradeço, super-presenta com vocês, e oifábio, um prazer. Olha, ele não deu certo o patrocínio, porque na Decathlon tem 65 modalidades, então assim, de 20 pra 65, tá faltando ainda pra gente achar uma em conjunto, mas pra mim é um prazer que tá aqui e falar um pouquinho mais a marca, acho que tem muita coisa pra gente contar sobre Decathlon, em um momento muito legal de transformação, então esse espaço vai ser maravilhoso pra isso. Bem-vinda mais uma vez, eu queria começar perguntando pra você sobre a sua carreira. Você nem sempre trabalhou com o esporte, muita gente que trabalha, ou que quer trabalhar com o esporte, fica sempre na dúvida de qual é a melhor forma de fazer uma transição profissional. Eu acho que você é um exemplo, dente tantas as coisas boas que você já fez na sua carreira, também um exemplo de transição de alguém que trabalhou por muitos anos na indústria de beleza. Com esse tudo disso, muitas marcas, mas depois, há três anos atrás, fez uma transição pra assumir essa posição de CEMO da Decathlon. Como foi essa transição? Que que a indústria de beleza te ensinou para a indústria de esporte? Como foi, quais foram suas primeiras impressões ao chegar na indústria de esporte? Eu sempre, muita gente me pergunta, né, assim, também muita gente quer trabalhar com o esporte, me procura, e eu sempre falo um pouco sobre isso, assim, independente do segmento pra trabalhar, tô falando um pouco do marketing daí na minha área, tem que gostar de gente, tem que gostar de querer conhecer gente, de comportamento, de ter essa pelas pessoas. Eu acho que quando você tem isso, no seu DNA, quando você tem isso legitimo, fica tudo mais fácil transitar, porém, teria disciplinas. Hoje, para mim, a disciplina da marketing tá cada vez mais integrada, assim, para mim, o segmento, claro que é importante, mas acho que o nível de profundidade, o nível de olhar para a tecnologia, o nível de olhar para o comportamento de consumo, o que você carrega de qualquer segmento, ele é relevante hoje também no mundo de esporte. Para mim, eu acredito que foi muito a maturidade, que eu acho que é bem de consumo beleza, né, no Brasil, é muito forte, então, hoje, para mim, foi um grande, tem uma gratidão enorme para tudo que eu vivi nesse universo, que eu aprendi nesse universo, mas eu vejo muita a similaridade, assim, vejo uma similaridade, quando a gente fala de Webin, quando a gente fala de Menstar, quando a gente fala de autoconfiança, quando a gente fala de tantos elementos, que há categorin-se, né, seja numa maquiagem, seja numa performaria, não me ensinou isso que quer, né, traz hoje, hoje Webin verou muito mais amplo, então eu acredito que isso me ajudou muito na transição, mas claro também, na profundidade e a maturidade dentro das disciplinas do marketing, que eu sempre procurei tá, um passo a frente, estudando muito, é, olhando muito para a transformação, olhando muito para a transformação de negócio, transformação de socultural, transformação da sociedade, transformação de comportamento de consumo, que isso você carregue, adapta para o seguimento que você quer trabalhar, mas eu quis muito trabalhar com esporte, tá, assim, eu acho que é legal falar, porque. é quase 20 anos, com industrial de beleza, e daí quando eu tive um tempo que eu queria mudar e eu falei que eu vou fazer uma lista dos seguimentos aí, eu como bomba arqueteira, mas muito, eu trabalhei em empresas com propósito, muito forte, para mim não fazia sentido olhar para os seguimentos, que eu não acreditarse pessoalmente, não sei o que você falou um pouco do CrossFit, eu já faço CrossFit para o CrossFit há 10 anos, eu tenho inúmeros casos, no meu caso, no caso da minha família, como esporte transformou a vida dos meus amigos, meus familiares, para muito melhor, e eu queria muito alguma coisa que eu acredita, assim, então pensei sempre, lembre que eu não tenho treino, caderninho, assim, eu sou assim, acho que para quem tá me assistindo e quer ter essa visão de futuro de carreira, assim, você sempre tem que saber o que você quer, primeiro lugar, tem que saber o que você quer, assim, não, então assim, e aí você. creve que você quer materializa aquilo, joga para o universo e vai atrás. - Bom, em certeza. - Em certeza vai só parte. Mas faz só parte. E eu lembro que eu coloquei três segmentos, que é a esporte, é nutrição e educação. Porque, a primeira nutrição, eu acho que tem um papel muito importante na sociedade, de hoje eu trabalho dentro desse pôr de nutrição também, de vende no perição também. E eu acredito muito no papel da nutrição hoje, com um papel que é conhecimento, a gente precisa evoluir, o que a gente conhece sobre que a gente coloca a perdência do nosso corpo, educação por razões óbvias no Brasil, não precisa falar quanto é importante o segmento dentro do Brasil. Eu esporte. E o que deu certo foi esporte numa empresa que não poderia estar mais contente. Fica mais fácil numa empresa que, quando você começa a trabalhar lá, ela pergunta os seus objetivos e está interessada em ajudar para você alcançar os seus objetivos. Isso é muito legal, acho que tem uma força entengível da decatrona que é a cultura. Todo mundo fala muito sobre cultura de empresa, cultura, eu comentei um pouco sobre isso. O quanto a cultura da decatrona é muito especial de verdade, essa vivência do esporte. Primeiro que a gente pratique esporte juntos, todos os esportes que você pode imaginar. Fica essa disputa, quem acha esporte que ninguém nunca fez, quase nunca tem nenhum. Mas olha, eu tenho 3 anos de jogo de rugby, eu já fiz até, tirou, tirou, eu já fiz, os óbvios de tênis, corrida, funcionar, etc. Mas assim, diversos esportes que a gente pratica a juta reunião de time, reunião da diretoria, sempre tem um esporte envolvidão, o último da diretoria, a gente foi fazer um treco indítrico em 1600 metros no Chile, para a gente aprender o que é o monte, o que é o esporte de montanha, para quem tem montanista, tem corredor, todo mundo junto, ali naquilo. Então, a gente sabe os benefícios do esporte, entende que aquilo traz benefício para a gente também juntos, quando você pratique esporte com alguém, a tua conexão com essa pessoa muda, então eu estou falando, eu que trabalho no escritório, no marketing, etc., mas isso é vivido por todos os colaboradores de loja em todo o Brasil, em todo o mundo, na verdade, então a prática esportiva, isso é uma cola. Então faz muito parte da nossa cultura e transforma quem a gente é. E outra coisa muito legal é aprender de carreira, então, hoje a gente se questiona muito no riteio, como a gente vai continuar relevante para as pessoas que ele trabalha na loja no futuro, essas gerações mais novas, etc., e esse dia eu estava escutando de fato, o quanto a gente ainda continua relevante, não tem esse problema hoje, nós se tornou o verão dos mais baixos do varejo, porque, de fato, a gente tem algo muito especial que a gente oferece um plano de carreira consistente, coerente, e viável para os nossos colaboradores, então, muito os colaboradores não só da Decatron Brasil, mas do mundo, e foi muito sious, muito diretores, muitas começaram a sua carreira dentro do seu na loja, então isso é muito bacana. Uma coisa interessante que me chama atenção nessa cara que você está contando, porque quando você fala de "Martin, a gente pensa em quatro pés, naturalmente produto, preço, promoção", e tem algo que é muito notório na Decatron, seja uma empresa parigista gigantesca, que é o PDV. E o PDV vem se transformando, obviamente, nos últimos anos, se fala de experiência, se fala de comunidade, se fala em um ponto que vai muito além do que uma troca física de um produto por uma quantia de dinheiro. De Decatron, tem feito uma transformação perceptível, não só como a maneira com a presenta as lojas, como convida ou consumidor, você vai saber o tempo de permanência das pessoas dentro da loja, assim por dentro, como tem sido para você fazer isso. Porque imagino que em beleza, você trabalhava na grande maioria das vezes com pontos de vendas de terceiros, inclusive. E agora não, o ponto de venda é o teu corpo. como que é isso para você como o profissional? Eu sempre falo para o time, eu falei, eu já trabalhei em transformação em empresas que eu tinha que convencer mais de centenas de milhares de consulturas a entender a estratégia de marketing, da market, etc. A gente tem 50 lojas próprias, tem que ser mais fácil. Mas de fato a loja física é o grande fortaleza da Decathlon. E eu nunca em nenhum momento, para mim, recente do varejo, foi tão relevante. Tem uma loja física com o nível de experiência que a gente oferece. Se você pensar no mundo inteiro que a gente teve a quantidade de viajar entrar em outras lojas da Decathlon no mundo inteiro, você vai sentir a mesma energia. O mesmo modelo de loja funciona, em mais de 60 países. Qual 70 países está? Na mesma metodologia, na mesma forma de trabalhar, ele funciona. E tem um elo que pensa na Índia, na China, no México. Os países de Europa são culturas, culturas tão diferentes, agito. Culturas tão diferentes e unidas pela essa mágica, essa energia que o esporte oferece quando você coloca todo mundo junto. E eu acho que a loja física tem esse papel e é um papel. mas eu vou ir futuro de varejo, na NREF, de fato é uma loja aberta onde as pessoas simplesmente estão à vontade para degustar. Você não tem uma conceita tão simples. As pessoas podem entrar, pegar o produto, testar, jogar, ninguém fica. Se você quer uma, esse é um lado, está tudo aberto para você. Você vai passear na loja de puxó, não? Não tem um amigo meu que não que tem filho, que não fala que o programa de fim de semana se choveu com certeza, se não choveu também, porque vai passar lá umas horas com os filhos dentro da loja, porque é de fato as crianças, irmão, assim, acho que criança, e esportista mesmo, quer experimentar, quer conhecer as novidades, etc. Isso é muito legal, então a espermanência na loja fim de semana é altíssima, especialmente de famílias, que passam muito tempo lá. E acho que essa, uma parte dessa degustação, e outra parte é o atendimento, gente. Então assim, isso que está por trás da cultura do colaborador, é assim, você não vai ser atendido no universo da mudmontanha por um cara que não é montanha, isso é uma menina que não é montanha. Então na década, você não vai na corrida, e você não vai ser atendida por um cara que não corre. Essa era justamente a minha pergunta, são 65 modalidades. Qualquer estratégia por trás disso, porque você é especialista em 65 modalidades, é viável ou você tem que focar em algumas para não querendo ser especialista em tudo e acabar não sendo especialista em nada. A gente fez uma escolha global, que é ser muito especialista. E hoje é o que diferencia a gente no mercado, de fato, é esse posicionamento. Então assim, é claro que tem categorias que você vai colocar mais recurso, porque você tem uma prioridade de crescimento de mercado, de market share, porque a mercado está crescendo, porque eu espaço que eu tenho a olhar diferente. Mas com certeza, se você quer fazer uma escalada específica, vai ter um colaborador que vai, que é um esporte supernichado, mesmo com ciclismo distrada, né? Cara, quando você olha a classe social alta do Brasil, muito a gente praticando, mas é um esporte nichado no Brasil ainda. Mas você vai ter lá um especialista para te falar qual é a melhor bicicleta avaníza para ser comprada em toda a loja. Então, é uma escolha estratégica da empresa, e para mim me escolha extremamente acertada, que vai desde a concepção de produto. É uma forma que a gente concebe e produto, aí eu posso ficar horas falando que só faixa nada para esse tema, mas a forma que a gente concebe e produto, não é um lugar de prática, pelo esportício especialista, com o único objetivo de eliminar o máximo de atrito que impede esse esportista ter prazer naquela modalidade. É assim que a gente faz. Então, quando chega na loja, o resultado não é só o atendente que é especialista. A pessoa que desenvolveu dá um exemplo da barraca de o segundo, que a gente tem uma barraca que você joga pra cima e ela abre em dois segundos. Ela foi desenvolvida porque o chefe de produto estava na montanha, em Chamoní. Se estava lá, que é onde fica a nossa entra de concepção, estava na montanha e tinha uma montanha nisso tentando dar uma barraca, e ele falou, "Qual que é o teu sonho?" "O que eu poderia te ajudar?" Ele falou, "Puta, queria jogar isso pra cima, é que só abrir sim dois segundos." Ele ficou cinco anos para desenvolver o produto que hoje tem 20 anos já no Porto Esfolho. E a gente foi desenvolvendo, evoluindo, a gente tem uma linha completa dessa picouça da tecnologia. Então, os chefe de produção são obcecados, obcecados por eliminar o atrito. A Easy Breath é outro exemplo. O jefe de produto estava aquela máscara que é a interiça de Norclin. Desenvolvou muito nosso, né? Então, a gente. O cara estava lá na praia, foi falar que pintava na areia. Quero um garparadizia com muita vida marinha, perguntando que a pessoa não estava na água. Aí começou a entender as atributas. Criaçando normalmente, não consegue falar com isso. Norquil, pessoas mais velhas, pessoas que têm uma axilar muito pequena, não conseguiam. Aí, se você vê a evolução da primeira, até hoje, que a gente vai ter, acho que são 8 ou 10 anos, que já está em linha essa máscara. E agora a gente vai ter a conexão dela com o luto para as pessoas que comunicarem também dentro da água. Então, isso é pra mim a forma mais linda de novar, né? Você resolvem o problema real da vida dos sportistas, todo praticante. Esse movimento de atliger, eu acho que chama que as pessoas compram roupas de esporte, mas não necessariamente para praticar esportes. Estão nessa também, não? Total, a gente, nossa categoria de fitness é uma das categorias mais mais categorias no Brasil. O que é legal falar do fitness? A gente é um país que desenvolve o produto aqui para a brasileira. Então, um pouco diferente, vocês podem imaginar da cultura, da França, dentro do fitness, o Brasil. Tem outra necessidade, outros corpos, outra relação com a LEGIN. Isso é muito legal falar, porque. É só explicar para os franceses, né, que aqui no Brasil a gente usava LEGIN para passar o dia inteiro de LEGIN, não só para praticar o esporte. Então, a forma que você trabalha o lifestyle e o atliger dentro, especialmente no fitness, é muito forte, santo que agora a gente foi homologado para ser um centro de concepção global, américas e global. Então, o que vai ser estar sendo desenvolvido no Brasil está dando tão certo. Sai daqui. A gente vai começar a exportar para outros países. Então, isso é um golaço para a gente, claro, mais investimento, mais recursos que a gente pode fazer trabalho. No bitiúrtamente desenvolve aqui. Mas falando de atliger, que eu acho que é uma categoria super legal, que as pessoas olham um pouco para isso, é a categoria de montanha. Então, o lifestyle é o outdoor, está cada vez mais forte. E isso a gente domina, né, a categoria de montanha, a gente. É nossa coração ali. Eu não concorrida nas lojas, com certeza. É. Tu não me agosta e as barracas na criança adoram, fica entrando nas barracas. As barracas adoram? Não, elas adoram. Bom, o meu filho, né, já vi, já está a minha casa, está quase um acampamento. Mas é super legal para as crianças, amam. Mas eu tive a oportunidade de fazer o meu primeiro acampamento. Eu não sou do cano, pensando do CrossFit e da corrida. Mas fiz o primeiro acampamento com meu filho Sábado. A gente trocou como parceiros do acampamento de aventura, da Goldside. Foi super legal porque. Você vive uma experiência. O que te traz uma conexão quando você está num ambiente de esporte, que era o campamento de esporte. Foi a primeira vez que eu dormi na barraque, embaixo de chuva, com ele. O nível de conexão que você traz humana e conexão com a natureza é, assim, indescritível. É muito legal. É para saber se a barraque era 2 segundos. Não era 2 segundos. Porque a gente não tem ainda 2 segundos para 4 lugares. Mas vai ter em breve. A solução é para 1 lugar, para 1 e para 2. Agora, para 4 lugares, eu vi umas inovações já em março, que vão chegar o próximo ano, que vai vir coisa muito legal. Muito legal. Uma das diversas transformações que você fez, que você chegou, foi que, na minha opinião, é um presente para o nosso mercado do esporte, que foi fazer essa pesquisa, que é o novo significado do esporte. Se não me engano, você lançou algumas semanas atrás. Lá, tem vários dados super legais. Estas status puníveis no site. Estas status puníveis no site, então você que está nos assistindo. Já entra lá agora, no site da Decathlon e já faz o seu download. Eu fiz uma pesquisa super completa. Então, falando com a dona, com a idealizadora aqui, obviamente, com contratões, tudo que precisa, vai contar para nós. E lá nessa pesquisa, que fala sobre como o brasileiro Consome Sport, diz, inclusive, que o brasileiro gostaria de consumir mais esporte, do que, de fato, consome, ou pratica. Prática, né? Na prática, né? Gostaria de praticar mais do que faz, seja por quais quer as razões. Eu queria se contar um pouco de ontem essa inspiração, de entender mais sobre o esporte, até porque, óbvio, são dados importantes para vocês até cá. Então, mais no fundo, é um dado pro mercado, tanto que vocês disponibilizaram. É, eu superlegal conta essa história e relaciona com a sua pergunta anterior sobre a categoria de beleza. Uma das coisas que eu mais senti falta quando eu comecei a trobar no esporte foi de fato dados. Dados de mercado, dados consistentes, dados com profundidade, então, assim, por mais seja um mercado relativamente novo em crescimento, não é assim? E, obviamente, muitos playeres enormes estabelecidos. O que eu senti foi que os dados estavam na mão de grandes playeres, no mercado, mas não institutos, não em órgãos assim, que a gente pudesse trabalhar com profundidade. Então, olhando para o nosso propósito de ampliar o esporte do que eu quero, né, como marca, quero que mais gente prateque esporte, né? Então, se eu vou fazer isso, se eu me aprofundar, entender de fato as barreiras que fazem as pessoas não praticarem esporte hoje no Brasil. E eu acho importante trazer essa camada de cultura de Brasil, porque você tem dados globais, eu tenho muito dado global, que a França fornece, claro, para a gente. Mas, para mim, foi super importante entender esse aprofundar no mercado brasileiro e no comportamento. Então, primeira questão, óbvia que precisa vir em mente, é consciência de classe, né, gente? A gente não dá para olhar para esses dados e olhar para isso. sem de fato entender o tamanho da desigualdade que a gente tem no Brasil. Então, quando a gente fala de esporte, assim, é super importante olhar para isso, é do que é de fato consumido, do que é praticado de entretenimento e prática mesmo. Então, olhar de entretenimento, então, olhando para o Brasil, pensa. Então, vou entrar na Copa agora, futebol, ou toda a parte do entretenimento, de assistir o esporte, etc. E outra parte de fato é de praticar o esporte como o benefício. Então, quando a gente olha a recorte de classe é mais, é claro que as classes sociais mais baixas têm menos privilégios, que não têm tempo. Muita gente está tentando sobreviver no Brasil. Então, que horas que eu vou encaixar meu esporte, superco, duas horas de condição, em São Paulo, a cada vez que eu preciso me desvocar para eu voltar do trabalho. Que horas que eu tenho esse tempo para cuidar de mim, então, seja, ou no fim de semana, ou, enfim, então, um recorte de classe é super importante. Além disso, recorte de gênero, barreras para mulheres muito maiores. Então, esse é um ponto, também, como eu trabalhei, indústria de beleza, com bastante foco e mulher, super importante olhar para isso. É um posto que eu puxo bastante, tem uma filha menina, é um filho um menino. E eu estou vendo exatamente onde começam as diferenças. Então, eu acho, a gente é importante trazer essa clareza, a mulher. Tem algum, três, vão pensar assim, três principais, barreras na vida dela, na vida da mulher, na correlação para o prático esporte. Primeira é a poverdade. Então, começou, a menina começou a ficar mocinha, vai ficar mocinha o corpo começou a mudar, naturalmente, ela se afassa do esporte. Então, tem uma olhar para a sexualização do corpo da menina, tem um olhar para roupa, como ela não vai se sentir bem, naquele ambiente. Ela já sente a exposição de corpo que o esporte traz, já não sente mais confortável naquele ambiente. E para alguns esportes específicos como futebol, o nível de oferta para prática é completamente diferente quando começa nessa idade, tá? Então, minha vida joga, então, seja exatamente, meu filho de 8 tem mais oportunidade de jogar em campeonatos pequenos em do que a minha filha mais velha que tem 11. Mas isso está mudando um pouco, mas eu acho que é importante a gente olhar. Então, poverdade, depois, obviamente, maternidade. Então, maternidade muda tudo para a mulher. Então, que horas que eu vou ter tempo, além de cuidar do meu filho, de cuidar de mim. Então, de novo, recorte de classe importante. Mas, mesmo as classes mais altas e a principal barreira, a mulher também não está confortável com o corpo, a outra transformação que se ocorre. E também, a gente sente uma fastamento ali na prática esportiva. A gente não, a gente vê nos dados, que é uma das principais barreiras. E, por último, a menor pausa também. E traz um outro olhar para o corpo da mulher, para a questão hormonal. Então, a vontade da prática. Então, toda essa parte, também, de longevidade, é um pouco importante que a gente olha. Dito isso, acho que só esses são alguns exemplos. Se você está aberto, vai ser que se vocês quisesque esse arquivo ficasse aberto justamente, para a gente trazer mais gente com a gente, nessa, nesse objetivo de ajudar a gente a eliminar as barreiras que não fazem as pessoas praticarem em esporte no Brasil. Tem alguma coisa que você, que um dado da pesquisa que te surpreendeu. Ou seja, porque é super interessante ver falar desses dados que você disse. Quando você diz, faz sentido que você está falando. Estou tal sentido, eu sou pai de duas meninas. Estou tal sentido, nossa, tem tanta razão. Mas, ao mesmo tempo, as vezes a pesquisa traz dados que nos surpreenden. A pesquisa trouxe algum dado que te surpreendeu. Eu tenho dois pontos que eu achei super interessantes. Um é um ponto que eu acho muito curioso. E ele deu um exemplo super legal, o Michel, o coforato da consumanteca que fez a pesquisa com a gente, com isso super bacana, que ele fala do que é mais valorizado. A performance vai a frequência. A gente falou muito da performance. A performance, agora todo mundo é a performance de performance. A amiga da Próxima da Rosana distrava. A gente fala muito sobre isso, da questão dos aplicativos e que virou a comunidade desportiva. Performance, você tem que provar que você correu lá. Você foi no campeonato de crossfit, que você foi tratando. Mas, de fato, o que é mais valorizado hoje, você pensar em uma forma mais ampla, é a frequência. É mostrar que foi. Você vai só para mostrar que foi. Então essa questão dá. O aplicativo da frequência que é o Jean Ratz. Jean Ratz. É a frequência de performance, só a frequência. Jean Ratz é um aplicativo para isso que bombou também. E a gente vê nas próprias, nas próprias redes sociais, nos stories, etc. É a importância de você mostrar. E ele trouxe um exemplo que achei super legal. Você foi no tapago, desculpa. Você foi no tapago todo dia de manhã no seu. Stories ou não? Tapago. Eu estava sabendo, eu posso saber. Quanto dou de pagando isso? Nesses dias os filhos de São Paulo, pelo quanto você tem caído na água para praticar o Source. É difícil, né? É difícil, porque agora é prévia de evento, é difícil, mas a academia todo seu todo dia. Aí está, entra no outro dado que eu já vou falar. A primeira é isso do que você faz e que você gostaria de fazer. E ele faz questão de seis e meia da manhã a começar. Não, eu estou pedalando aqui, tu. E começa a me mandar uma mensagem. Já te pressiona. Já te pressiona. Mas é isso. Ele deu um exemplo da Velocity, o seu cycle, das marcas de. Que começaram com essa coisa de você olhar performance, né? Ah, você está na frente, no ronquete, certo? E no fim, as pessoas só querem saber se você fez o seu amio, suas mil rodadas ou não, sabe? E, no fim, é a consistência. Porque a gente sabe que o mais difícil, pra quem começa a praticar esse porte, é você manter a prática, né? Então, assim, a gente vê o principal dado ali, é quem, de fato, consegue manter a disciplina, né? Então, aí tem outros fatores envolvidos, né? Que hoje você é um praticante, é disciplinado, virou o sinónimo de status, também, no Brasil, né? Então, virou de senão de status e a diferença de classe também. Muito interessante o estudo é. Você sentiu que o brasileiro, ele é um amante de assistir o esporte. Mas ele é um amante, também, de praticar o esporte ou não. Eu acho que isso está mudando, né? Eu acho que até foi um ponto que a gente refletiu muito na pesquisa. Eu acho que veio muito po, a gente fez essa análise, né? Pós pandemia. Eu até estava vindo recentemente sobre o El Bin, que é assim, pós pandemia, o boom da saúde mental, né? Então, a responsabilidade coletiva que aconteceu na nossa sociedade, a gente conseguiu normalizar um pouco dos ensas mentais que antes ficavam, né, escondidas. E o esporte também veio com uma solução pra isso. Então, eu acho interessante olhar essa camada, pós pandemia, da onde esporte está hoje, né? Porque o que a gente entendeu na pesquisa é que a gente consegue continuar prática quando a gente junta os dois ecossistemas, né? Ou da performance e da identidade, né? Eu vou porque eu quero ficar com o corpo legal, mas também porque eu quero me sentir bem, né? E quando você faz esse elo, ele acontece de uma forma, aí você não sai, né? Vamos te falar, "Você quer lidar na vai todo dia?" Eu vou todo dia, mas porque às vezes eu não quero ir. Muitas vezes eu não quero ir. Mas eu tenho ali uma comunidade, eu tenho um grupo que eu pertenço, eu tenho um grupo, um grupo e um olhar, que eu não consigo mais sair. Como se fosse um, é um vicio mesmo, ou bom. Mas eu acho que a gente está ampliando a prática, não é a tua que o mercado está crescendo. Mas eu, pessoalmente, gostaria que a gente tomasse um cuidado de como a gente está crescendo a prática escortiva no Brasil. Então, uma cuidado para a gente não se distanciar do prazer. - Ele virá mais uma obrigação social. - Ele virá mais uma obrigação, para a gente estar pendulando, já começando a pendular, que o el bem virou para o outro lado, para o mais um sintoma de estresse. - É obrigação. - Viu uma obrigação. - Comprei. - Eu tenho que dormir bem. Se eu não dormir bem, já fico tensa. Eu tenho os gadgets que me mostram, se eu dormir no meio. Aí eu não estrava quanto eu performei. Aí, porra, chato, entendeu. Aí vira mais uma cobrança, e uma coisa que é pra te ajudar na saúde mental, acaba tendo um efeito reverso, não é? Agora, soube o olhar de marketing. Você, quando alguém compra um produto, óbvio, audiência do patroço nem sabe, eu trabalho com o surf e a gente vive muito isso lá. Quando alguém compra um produto, seja uma prática de surf. Vocês têm, mas têm outros tipos de produtos. A pessoa, você entende que a pessoa tá comprando um produto e acabou, ela tá comprando uma nova versão dela mesma nessa linha, que você disse de pertencimento, de querer mudar de vida. - É um total identidade, total identidade, hoje em dia. O que é um dado da pesquisa que foi muito legal, é a gente ver que as pessoas querem ser multi-sportes. As pessoas não querem se definir mais em um esporte só. Então, a vontade de praticar multi-sportes, ela é, assim, clara na pesquisa, e o dado que eu tava comentando do surfe, é exatamente esse, assim. Tem um gráfico no final do relatório que vocês podem ver lá, que é super legal, que é o que é o esporte que eu pratico e qual que eu de fato eu gostaria de praticar. Então, as pessoas são muito mais abertas a praticar outras coisas. Acho que, depois de pandemia, um sintoma muito clara, a gente vivei experiência. Eu quero viver experiência, quero conhecer gente, quero estar vivendo coisas ali no meu presente, quero estar presente naquilo. Então, eu acho que é muito legal que trouxe esse. a pessoa trouxe esse olhar de você querer ampliar seu menu ali de esporte e, com isso, fazer parte de várias comunidades. Então, essa coisa do pertencimento é tão do surfe, a pessoa vai fazer o surfe, mas ela corre, mas ela faz uma academia, ela faz um crossfit, ela faz uma outra coisa. Então, isso é super legal que a gente vê isso, inclusive, em dados. Então, eu também cujo da área de CRM dentro da Decathlon. A gente vem evoluindo cada vez mais, as nossas anares e os nossos dados. E é muito legal quando a gente olha, de fato, o cruzamento. Quem compra a prenacha compra também a roupa dinástica, quem compra a roupa dinástica, também compra a montanha. E a gente consegue inferir, pelo 3-4 itens que ela comprou de cada esporte, você pode, com certeza, entender que é um praticante de dois ou três esportes. Aliana está me dizendo, está do CRM, contando aqui para a gente está do CRM, lembrei de uma história antiga, num estudei há muito tanto tempo atrás, como o Líver. lá atrás com Charles Miller, mas eu fiz também outros MBAs e outros estudos. E tem um caso super famoso, que é o caso do Almarte das cervejas e das fraudas. Que, quando começou o CRM, eles perceberam que a venda de frauda estava diretamente ligada ao aumento da venda de cerveja. E eles notaram que era normalmente o homem, que é o supermercado com braços fraudas, que então tinha o filho desse nascido e automaticamente ele também passava no setor de bebido e levava a cerveja de conseguir estabelecer uma relação e fizeram promoções e tudo mais. Conta dos dados inícios, lados, CRM e tudo mais, contava essa história. Então, vê um deja-vu aqui na desse queijo. É, muito legal, imagina com 60 modalidades, com os dados de cruzamento que a gente consegue fazer. A gente está ali, e tem um framework de tecnologia importante de Martel, que a gente está construindo. A gente está bem, baby steps. Acho que tem muito ainda para a gente evoluir nesse dia. Eu vou ler a pergunta aqui, até para valorizar o trabalho do meu amigo. Porque ele, que roteirizou hoje, mas eu vou fazer a seguinte pergunta, se chegar assim hoje em 20 propostas de patrocínio na sua mesa. O que você faria uma delas sobreviver aos primeiros cinco minutos? Ela pergunta, viu? Está ficando cada vez melhor aqui. Você sabe que assim, quando ele é legal também ver o meu olhar de não ter vindo do esporte, você precisa ser assunto. Para mim é uma pena, que você vê as grandes marcas de esporte, normalmente tirando duas mais icônicas aí. É uma pena que a gente não consiga ter outras marcas em todos os grandes eventos. Porque o que eu vejo. Primeiro, para mim tem que ter uma conexão muito de verdade. Eu não vou comprar uma audiência, só para comprar uma audiência, que não faça sentido para mim, não faça sentido a me relacionar com aquela audiência. Então, eu acredito de relacionamentos duradouros mesmo. De você, de fato, se eu tenho uma loja física que não houve experiência, só colocar a minha marca dentro de um evento, aquilo para mim não vai fazer sentido nenhum. Termos de rentabilidade, termos de sustentabilidade no meio investimento. Então, um ponto é isso. Vou dar um exemplo dessa proposta, por exemplo, desse parceiro de montanha. É quase que não dá para não ir. É tão perfeito para o meu propósito de valor. É tão perfeito para o que eu entrego de produto. É tão perfeito porque eu acredito como marca. E são clientes tão especiais para mim, que são clientes que amam a minha marca. Ou são clientes que têm um nível de relacionamento com esporte tão profundo. E, assim, para mim, é um método perfeito. Então, eu nunca olho só uma aspecto ou outra. Primeiro, então, tem que ver a relação com meu negócio. Então, não adianta a pude. Vocês não recebem coisas que estão tão desconectadas. O difícil é ter 65 modalidades. Imagina que chega de proposta para mim. É o juro que eu tenho que responder todas, que a gente vai me mandar. Mas é difícil. Porque chegam propostas, assim, de todas as modalidades. Não dá proposta de modalidade que você não tem. Não. Não. Mas vou dar um exemplo. Um skate, tá? Um skate, cara. Super legal movimentos de lifestyle do skate que está acontecendo. A gente tá com skate também, alto, etc. A minha oferta de skate, ela é limitada hoje até se você olhar na França. A minha oferta de produtos na França, ela é muito maior do que eu tenho aqui hoje. Por uma escolha estratégica, porque não dá pra gente abraçar a tudo, beleza? É super legal dar pra falar com uma galera jovem, dar pra me posicionar, etc. Mas não é um esporte prioritario hoje. Então, eu conheci um pessoal de skate super legal onde eu estava no estudo. Que delícia que vão estar de fazer projeto. Mas o mais desafiador hoje pra mim são fazer as escolhas. Então, a gente escolheu esporte prioritários dentro da nossa estratégia. Como quando eu cheguei, tinha a gente tinha 10, 8. A gente foi aí, cara, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá. E mesmo em cidades prioritárias, a gente foi lá. A escolha, a gente escolhe ainda. Porque o mais difícil é fazer essas escolhas, porque tudo é muito legal. Na década, eu não cabe muita coisa. Mas tem que estar primeiro alinhado com meu objetivo estratégico, obviamente. Com minha visão de negócio ali, que eu onde estou precisando alavancar, seja de market share, seja em proteção de liderança, enfim, é dentro do segmento. E tem que ter a ver com a marca. Acho que as pessoas às vezes não estudam muito sobre a marca, sobre valor, sobre propósito, sobre. tem bastante entrevista aberta, a gente saiu agora na exame. Tem um monte de coisa legal pra já aberta no mercado. Nos últimos dois seres anos. E acho que as pessoas às vezes não se aprofundam muito. Então, porque daí, cara, você vai tão mais acertivo quando você. Cara, eu estou vendo que ela está por esse caminho. Aqui vai. Então, o que me faria nos primeiros cinco minutos, a pessoa. entender que a pessoa já conhece na década. Você pesquisou, haviam, está indo mais acertivo. É uma empresa familiar, francesa. Uma das famílias mais poderosas da França. Qual foi o turning point pra zero marketing, pra. Essa é uma matéria importante? Essa é. uma pergunta. A gente teve uma. uma. uma. Primeira ciô, um mulher, dentro da década da um global. Foi a barba. Era então. ela introduziu esse assunto muito forte dentro da empresa. Hoje ela não está mais na empresa. A gente tem o raviero, hoje, que é nosso ciô global. Mas ela. ela foi uma. a primeira ciô que veio de mercado. Que não era. não teve uma carreira em década. Tronga a primeira ciô. mulher também. Então tinha trabalhado na equia, no mundo. Tinha feito bastante transformação. Então ela veio muito com esse olhar das marcas. Que precisavam de fato ser ajustado. A arquitetura de marca, arquitetura de código de folho. E um olhar, acho que. esse olhar de quem não é de Catron. Assim como eu ainda me sinto um pouco. Um pouco não sou, porque os meus pares, meus amigos, e meus colegas têm muito mais tempo de casa do que eu. É você ter esse olhar da sua impressão, da sua percepção de marca e de código de folho fora. Isso acabou de me contar que muitas dessas coisas você não sabia, né? E eu gosto de ficar com essa sensação. E acho que ela tendo uma. uma. uma. uma ciô que não veio, o seu global, né? Que não veio como. nesse projeto de carreira de década. Não ela conseguiu me estergar isso. Que a gente tinha muito ativo dentro. dentro de casa, mas que as pessoas não conheciam. Então a nossa grande objetivo é revelar o que tá. por trás dessa caixa azul. Então esse foi um turn in point, sabe? De fato, uma intencionalidade, né? De falar como a gente se percebe, como marca e como mercado, e como os clientes percebem a gente. E recentemente a gente passou por uma. uma estratégia muito profunda de foco em cliente, foco se conhece cliente, uma reformulação também da parte de dados. Então é isso. Eu acho que. as pessoas não sabem quem é marca, o que tá por trás dos produtos. A gente não. o turn in point foi. eu acredito que foi muito do trabalho dela. Aqui, o respeito é. respeito muito, que ela fez, como mudando. Para saber. os clientes saberem quem é a marca e quem são as diversas marcas do grupo, vocês têm diversas iniciativas. Vocês contam com vários atletas que são embaixadores, com influenciadores, com eventos, vocês investem bastante nisso. O que é que você contasse um pouco de algumas iniciativas que você gosta e que vocês fazem fora do Brasil e também aqui no Brasil. Bem, acho que ela fala um pouquinho o medo do que a gente tá fazendo aqui no Brasil, que eu acho que é. como fitness, por exemplo, no nosso esportes prioritários aqui, obviamente, é bem que o Brasil, importância dessa categoria, feminina e masculina, o cardio fitness especificamente, então a gente se desenvolve aqui e um movimento que a gente tem feito o segundo ano que a gente fez, é uma movendo todas, que obviamente não é um movimento única, exclusivamente, para lançar uma coleção, mas também para lançar uma nova coleção, que é super importante, mas também de trazer esse tema sobre as mulheres. Então, a gente traz muitas barreiras, a gente convida, a gente que fala sobre esse tema, a gente pratica muito esporte junto, e esse ano a gente fez a nossa edição no van livre do Masspe, então, uma parceria que é muito legal contar, a gente foi a primeira marca que apoiou depois que o Masspe ganhou a concessão para trabalhar o van livre, né? A gente foi a primeira marca que apostou dentro do van livre, dentro com o time do Masspe, e olha que legal, você acha que é legal contar como que eu ouvi o Masspe, né? Chegou, chegou um monte de coisa no meu link edinho, mas chegou o Masspe, no meu link edinho, não chegou. E olha que eu entendi, olha que ela me escreveu ali, e ela falou, "Puts, eu falei meu esporte, prática esportiva, na Paulista domingo, do lado da minha loja." Ela falou, "Puts, acho que faz muito sentido, acesso, aberto para os Paulistanos, tudo estava ali, ó." A gente tinha que estar, né? Então, é o Masspe. Chegou todas as caixinhas. Chegou as caixinhas, a gente foi fazer um almoço e a gente se conectou pela propositão e pelas estratégias, estratégias dela, novamente com a minha, e o propósito ali estava muito claro, que estava as duas com a intenção, as duas marcas com a intenção, muito próximo. A gente foi a primeira marca, foi muito legal, a gente montou um Playground inspirado na nasolimpianas, que foi um dos grandes patrocinos aí, isso foi muito adivirado da marca global em 2024. A gente montou o mesmo modelo que é um Playground, onde você monta e desmonta ali no vão livre, onde a gente oferecia um domingo por mês, prática esportiva para os Paulistanos. Então, a gente fez isso durante um ano, e o último foi agora em Marça, onde a gente fez um movem de todas, que a gente colocou ali 600 mulheres para praticar esportes juntos, em vários horários dentro da programação, e foi o máximo, né? Foi um dia cheio de energia. E a gente também lança a coleção, também traz essa imitação de produtos, também se conecta a colégia da Paulista. Então, a gente procura fazer esse 360 muito forte, para ter coerência, para ter consistência, para estar perto do cliente, para ouvir sobre o produto, e para, de fato, estar na prática esportiva, aqui onde a gente sente conecta. Comprador homem é igual o compador mulher, quando cita a desporte, é muito diferente. Completamente diferente. Em que aspecto? Primeiro é o que você valoriz em ter um design, né? Eu acho que homem é muito mais funcional. Pra gente, tem um produto que é um chorte ali. Ah, se você que tá escutando. Tem um chorte maravilhoso da Domes, que é um best seller, um produto assim. Concurso-benefício maravilhoso, acho que é legal falar isso. -Pai na academia. -Pai na academia, da Domes, a nossa marca de fitness. E é cara, assim, vai vende, mas vende, assim. O homem que gosta daquele chorte vai só um mundo a cor, só um mundo a cor e vai. É porque ele é aquele chorte. Mulher tem uma pelo de moda, né? Muito mais forte. Que eu acho que tá mudando um pouco pros homens, acho que, sim, pros homens até, né? Se você vai postar a sua frequência de treinos, né? Se você tá bem ali, bem vestido, sentido bem. Mas, pra mulher, claro, que é muito forte, é pelo de moda. E eu acho que a gente até vem, a gente acompanha a marca, já faz três anos com a counter, né? Na brand track, e a gente vê que a nossa relevância, a nossa consideração, a nossa equipe com mulheres é mais forte, do que com os homens hoje. Então, de ver que é uma compra mais funcional, né? É uma compra mais direcionada. Você falou da missão, né? A gente tem uma piada agora, shopping missions, né? O homem vai com uma missão, claro, eu vou comprar isso, já para mim, já para o meu filho, etc. É uma mulher, ela é um pouco mais aberta. Quando você faz essas ações, você faz ação com a marca de cá, não faz ação com a marca domes, com as duas marcas, como que funciona? Porque você também tem outras marcas, seria legal. A gente lista algumas delas aqui pra cada uma das vertigais. Aqui eu fui, eu fui meio desobediente, com global, que obviamente minha maturidade de marca no Brasil. Mesmo tendo, a gente está fazendo 25 anos esse ano no Brasil, e 50 anos no mundo, né, esse ano. E a nossa maturidade de marca, da maturidade de marca, obviamente é diferente, meu futeprende loja, diferente. Mas a gente tem um alverno super alto aqui no Brasil, mas eu fiz um combinado que eu não usaria qualquer marca, se não associada de cátulo. Então, assim, lá, eles estão usando as marcas, a marca expert, então, só contando aqui para o pessoal também, nossa marca expert de corrida, aqui para o Ania Van Risse, o que é de ciclismo distrada, e a Simon, que é de montanha, mas a gente está olhando muito aqui no Brasil, ainda para a Van Risse, e o Equipe Run, essas marcas aqui, eu sempre carrego de cátulo, lá fora eles estão, eles não, eles estão usando de forma independente, mas em breve deve voltar para a caixinha de de cátulo. Então, no Estados Unidos, por exemplo, a gente está com o Equipe Run em Marketplace, a gente não tem loja da de cátulo hoje no Estados Unidos, mas Equipe Run entra dentro de Marketplace super top, a Van Risse é como RIA e como Marketplace super legais, dentro da nossa marca escopera, ali dentro, aqui no Brasil, não, a gente vem de Marketplace online também, mas a gente sempre carrega de cátulo, porque para mim, todos essas marcas é que as empresas vão construir a tributa de marca para a de cátulo, quando você olha a arquitetura de marca, faz muito mais sentido nessas marcas construírem para a marca mãe, mas também é construir para elas como performance, né? Então, esse é um ponto legal que eu queria só, acho que é um ponto que a gente falou de acesso, mas o que está por trás da acesso é o custo-benefício, né? Então, de sempre olha para a custo-benefício, seja o acesso primeiro preço, ou uma linha 900, como a gente chama, que é a ultra-performa, ela sempre vai estar posicionada com, posicionamento com um preço equivalente a 20, 30, depende da categoria, abaixo do que a concorrência. É fácil vender um produto tão distante do ponto de vista de posicionamento dentro da mesma loja. É, já foi mais difícil. Eu acho que hoje as pessoas, o que a gente percebe no driver de consumo, aqui, a gente respeito o consumidor, sabe? O consumidor está buscando qualidade, assim, não tem o driver primeiro, antes, quando a gente olhava muito, por muito tempo, foi preço, né? O primeiro driver de compra ali e preço. Hoje não, hoje é qualidade, quando a gente olha a canta é qualidade. Então, assim, para a minha qualidade, e eu acho que isso no Brasil, cada vez mais, até para a entrada das marcas de nezas, a gente sabe todo o movimento que tem muito forte, também de preço, no Brasil, principalmente no texto, o quanto é importante as pessoas buscam por qualidade. Então, hoje as pessoas preferem pagar um pouquinho a mais, mas saber aquele produto vai durar do que pegar o mais barato. E eu acho que isso, para a gente, é desafiador, mas acho que a gente tem revelado esses produtos com uma autoridade diferente, por exemplo, no montanha, ali, já tem uma percepção de marca, uma percepção de credibilidade, qualidade, porque assim, no montanha, você não pode arriscar, né? Sei, arriscar a sua vida, você tiver um produto o equipamento que não está ali, né? Que fale para você, na escalada, imagina. Então, no montanha não, para outros, a gente está construindo. Então, na montanha com queixo, aqui é uma marca super forte nossa. E se bom, a gente já tem mais estabelecido. Agora, na corrida não. Só na corrida, eu sou designer, mas eu sou também varejista. Eu tenho todas as marcas, quase todas as marcas dentro da minha loja. Mas eu tenho também "Keep it Run", posicionando "Keep it Run" como um melhor custo-benefício. Para quem está em casa, eu não trabalho vendo esse programa agora. Não ouviu o cor. Está se perguntando, "Que projeto que eu vou vender para a Liana?" [risos] Eu poder dar algumas dicas aí do que você está aberta a receber. Quais são os projetos? Quais são as modalidades prioritárias? E quando você define elas, por exemplo, pro ano que vem? A gente tem um projeto de longo prazo, né? Então, estratégico. Então, já falou um pouco das, obviamente, os projetos que eu já mencionei aqui que vem crescendo muito no Brasil. Então, corrida, o próprio fitness. São muito relevantes para a gente. Com características diferentes dentro da década ou um montanha, como eu disse também, é um segmento de percebe muito esse crescimento do mercado ou outdoor, principalmente com uma geração mais nova, antes desse mercado de trilha, track, era um mercado para pessoas mais velhas. A gente vê cada vez mais um público muito forte, jovem, entrando no segmento. E que ele está perdendo a natureza. Então, dentro desses três segmentos prioritários, aí, com certeza, tem coisa legal para a gente fazer junto. Qual é a modalidade que está crescendo e que, não necessariamente, o mercado está percebendo? Vocês têm, eu te dou no pulso. Lá, vocês sabem, sabe? Vai que eu posso contar. Eu vou contar os mais óbvios. Vai, assim, que eu acho que. Mas óbvias não tão óbvias, talvez. E que a gente percebe, né? Bom, eu corro também, né? Você falou do. Procite. Procite, mas eu também corro. E eu vou ter ocorrer muito mais para estar perto do mercado, depois que eu entendi na década. Vou ter que correr mais. E, para mim, assim, é impressionante com o seu concorrido, né? Claro, só se fala disso. Todo mundo tem a corrida proprietária. Todo mundo quer fazer a corrida, legal. Essa galera da corrida vai para onde, né? Então, assim. Mora vai cansar, só fazer 10, fazer 20. Não é todo mundo que vai fazer uma maratona. Quem fizer uma maratona, quem é que pode fazer as mídias, né? Dentro da nossa. Enfim, é uma hora e se. Porque eu vou querer também fazer outras coisas, né? Então. Porque o corpo vai começar a restringir, também. É. Que você não. Que você não. Mas chuca, se você não se cuidar muito. E eu não posso mais correr. É, então, assim, acho que tem. Eu tenho a selhar, se você estressa o teu corpo também o limite, a hora para onde você vai. E eu acho que. Pra gente, assim. A conexão com montanha e o trail run é uma. É uma categoria que, com certeza, a gente está vendo. -Biqueiro ainda. -Para tica. -Pessoal de. Pessoal de categoria. Vai ficar uma ali ainda pequena. Não sei que é pequena, mas assim. É maravilhoso, porque acredito muito. Que a gente pode ser, de fato. Podemos. A gente tem a senhora da montanha, né? E a corrida acontecendo tudo isso. Então, acho que trail run, de fato, é uma. A gente. A gente não conhece. A gente não conhece nada do Brasil, gente. A gente tem nos montanhas. Nada. Então, aí fica uma dica. A França é um. Imagina que seja um. Super forte. Mas, assim. Se você já percebeira, já tem um movimento. Da chapadas. Tuturismo. A gente é muito. A gente. Eu também acompanho muito turismo, né? A gente fica muito logada, turismo de futurismo, turismo de aventura. Então, assim. Para mim. Montanha. Montanha no Brasil. Corrida é um lugar que dá pra explorar muito. Tem muito. Muito lugar. Para o brasileiro conhecer ainda. Em termos de montanha no Brasil. Nosso parque nascionais, etc. E fazer isso, fazendo esse forte é muito legal, né? Então, acho que esse é um olhar legal. E, segundo, óbvio. Cyclismo e triatron, né? Ainda, obviamente, super-elitizando, né? A gente é importante falar. Quanto custa, né? Você tem uma teta do triato. Mas esse movimento forte. Das classes mais altas. É especialmente homens aí na liderança. Usando isso como parte do Currículo, né? Então. A gente vê também um movimento importante. Para um público específico. E o ciclismo distrada também. Crescendo muito. Acho que o ciclismo é um também. A gente tem bastante normal. Então, uma das parcerias que a gente tem. Então uma das parcerias que a gente tem é com a Valhisa, a nossa marca ExperiCiclismo distrada. E hoje a gente tem uma equipe, aí muito forte a equipe é decata. A gente cumpra o equipe ou não passada e esse ano a gente vai correr tudo de Françaia e primeira vez com a equipe de Cato. O ciclismo, o crescimento do ciclismo no Brasil, ele tem uma relação com a a pandemia, também, o acelerou demais, super. O que a gente precisa ter agora é o local de prática, né, seguros e acho que assim tem uma, uma aqui em São Paulo, né, com a ciclovia, você estava comentando, né, sobre, sobre a abertura da gente ter espaços melhores, mais seguros, né, mesmo a forma que você foi até o final do ciclovia, eu tenho uma amiga que falou "putz, eu não fui, porque o portão estava aberto, mas você estava sozinha, então uma mulher já não se sente segura Então, acho importante a gente olhar para a local de prática no ciclismo, é super importante aqui em São Paulo, mas no Rio muito forte, a gente está com uma parcerada no Rio também muito forte, mas a nossa, quem é ciclista e distrada, a nossa categoria, nossa marca Van Rieseu para Breteri, para a Jersey, essa partida, capacete, sim, caimbativo, entendo-me de performance, se é útil se uma performance, é que que é o motivo que entendemos de performance, é o motivo de uma performance. É de fato a ciclovia do lado do parque do povo, do lado do vilalobos, é a infunção do trílio, é muito mais seguro que o outro lado, exato, mas tem que por segurança, agora a gente tá conversando também, entro marcas, bancos, é importante, para ajudar na segurança, então a ciclovia é um local que tem várias marcas ativando, é um super gostoso, então eu estou louca para falar, ainda não com seu oportunidade de se sentir, e a questão de a segurança e a convivência ali, espaços de convivência é super legais, dá para fazer muita coisa legal. E na fica evidente ouvindo você falar que você se baseia muito em dado, muito em pesquisa, se transformou numa pesquisadora profunda do mercado de esporte, dá para dizer que se você falasse de 25 anos de carreira, ninguém duvido, eu duvido a nenhuma, você pular o primeira parte do programa aqui que a gente falou de quando você tá nessa indústria, e só ouvido a metade para frente, fica evidente o quanto você conhece profundamente, quando você se dedicou a conhecer desse negócio, o que é impressionante e parabéns pela dedicação, o que eles perguntar é você como se é bom, o que um se é bom precisava saber 10 anos atrás, que hoje já não é suficiente, o que você vê que na sua carreira, na sua função de área, você precisa ter daquela sensação de que dá demais, ou tá devendo, ou muitas estão se formando. Martheque, né, esse assunto de Martheque, esse assunto de tecnologia com marketing, marketing não sobrevive mais sem tecnologia, então assim, para mim eu esforço enorme, ah, eu não contei, eu fiz artes plásticas, tá, então assim, eu preciso de um esforço muito grande, para se formar de artes plásticas, mas eu acho que é o que depois fiz, eu não posso ir na SPM, mas o que eu acho muito legal falar disso é que é assim, é importante se aprofundar e se dedicar, eu confesso assim, não me emocione minha vulnerabilidade, quanto é difícil, é de verdade esse tema para os marketers é difícil, para mim é difícil, né, entender da parte técnica, entender com profundidade, toda a infraestrutura de uma CDP, por exemplo, né, então que é a nossa costa, costa uma date a plataforma, como a gente consegue se aprofundar em dados, para mim é assim, dados e tecnologia, e não é tecnologia para eu usar AI para fazer alguma coisa, tecnologia para entender no meu cliente, para poder escalar as minhas ações, então esse tem sido, as minhas noites daí sem dormir, não tem muitas não, mas sobre encando, mas é sobre esse tema de tecnologia, e outra para mim que eu acho que é assim, é fundamental, você tem que ser muito curioso, muito curioso, o que você tem certeza hoje de fato é clássico, não vai funcionar amanhã, a parte de mídia está numa transformação, assim, ah, tudo não fala, é agora não tem funinho, eu tenho jornada tá bom, na prática, qual que é papel de creator, como que eu vou escalar isso, na prática, né, eu tenho que ir descer no maravilhoso, com o brando super parceiro nossa, a gente fez uma superação com corrida, tá lavancando corrida, branda obreçã, da corrida, da corrida, foi incrível, legal, mas é um brando, como que eu faço isso, ser mais ágil, ser mais rápido, como eu faço para chá outros, brandons uma forma mais consistente, o que você fala foi legal, foi legal por que? Cara, foi legal primeiro, porque, bom, obviamente, mais importante, final, né, a gente lavancou mais de 25% da categoria de Equipe Run, a gente tá com produtos soldados, hoje, desculpa, um ação com esse cara, com esse cara, essa ação, essa ação, mas não é uma ação, e por isso eu gosto de falar, assim, quando eu falo de por que que eu perco cinco minutos, eu não gosto de construir as coisas curto prazo, assim, ele é uma um trabalho brilhante do meu time, tudo isso que eu estou construindo é com meu time, né, gente, uma amor de Deus, assim, a gente pode mandar as coisas, pode mandar agora, isso aqui, o time que me aguenta toda a segunda hora do nosso Estado, mas eles que fazem isso acontecer, você foi um trabalho da carol, o estudo da MLI, mas um projeto super legal, por que? Aí, qual lembra, tá importante falar que a nossa agência de piar tem feito um trabalho muito legal com a gente, então, a gente fez um prédio, não pegou o Tennis, foi o Ply, fazer a maratona, cara, ele começou a se preparar para a maratona de Paris com a gente, eu me ouzo, Tennis de rodagem, eles ou Tennis de performance, eles ou toda a parte de texto, eles ou todos os acessórios, isso é legal da decátrula, eu não tenho calçado de texto, né, cara, eu tenho o porta número, eu tenho a mochila com a água, eu tenho a câmera meu, eu tenho tudo ali, eu tenho o gel, eu tenho o boné, eu tenho o óculos, eu tenho a meia técnica para a performance, então ele foi se preparando, ele foi os anos do que a gente tinha, é tudo fazer a prática dele mais confortável, e ele foi contando essa história num documentário, então não foi, ah, os stories, num documentário, mas profundo, distribuíram aqui para plataformas no YouTube, no YouTube, o canal dele, o nosso canal, canal de vocês, e foi muito legal porque em cima desse documentário, vou dar um exemplo, tá, a veja viu esse documentário, veja Rio falou pudo, isso aqui é um excelente conteúdo para quem quer se preparar para a maratona, foi lá, divulgou, fez uma matéria sobre o conteúdo sobre esse documentário, e daí no final ele ainda bateu a RPD, que é um cara que corre muito, bateu a RPD, em, tá numa super, num limbra, agora quanto ele fez, vou falar de uma besteira que depois vocês olham lá, mas ele fez um puto tempo, bateu a RPD com um tênis de 700 e poucos anos, a décátula, marca aqui para o ano de performance, que o seu benefício, ah, você vai comprar um tênis de R$2.000 para procurar uma maratona, você não precisa, entendeu, então foi uma história muito de verdade, e ele não foi, então assim, por que, por que que para o ano em que foi incrível, por que ele tem um poder de influenciar, bicula influenciadores da corrida, então a partir disso, muita gente que não falava da marca, anda aqui para o run, que ainda é uma marca pequena, mas pessoas começaram a perguntar, mas já tem só aqui para o run, é perguntar um para um super canal que fala de corrida, viu, tinha feito nada, as vezes tem uma contrapartida comercial, claro, é parte do business, mas começaram a fazer gânico, começaram a fazer gânico, começaram a fazer gânico, e o negócio começou a crescer, de um jeito super legal, problema bom, estamos sem estoques de alguns perguntos, mas a gente vai trazer mais, então quando eu falo que foi legal é isso, é faturamento, é relevância, a construção de marca, e daí ele foi inclusive para Marcei numa press-trip, para lançar o produto que eu estou usando hoje, que é um que é o que é o que é o que é o que é um producto de trail, e daí a história continua, continua no trail, ele fez o review de trail, daí outros corredores de trail, começaram a falar puta, ele usou, deixa eu ver, compraram um botênico, né, aqui a gente deu para todo mundo, compraram, fizeram o review, de graça a gente não está pagando nada, não tem marketing melhor a gente, eu não quero eu falar assim meu produto é bom, eu quero que o cara que faz 50 quilômetros na montanha, fala assim meu tênico durou, enquanto ele rodou, esse o tênico está confortável, os trutênicos para a câmera ali, né, o dia inteiro do patrocinê ficou interessado, olha, com o solado vibra, aí onde é, aqui ó, eu tô sentindo que isso vai virar um patrocinê pro programa já viu, olha, o monstro tênico, aqui tem pra lá o place, manito, pra lá, o place bem do solado vibra, foi esse que ele usou, foi ele que usou em mar, ele usou em marcei, na corrida ele não, esse equipe, esse equipe, esse é o seu sede, equipe run, equipe run, equipe run cair bem, né, o summit max, não tem placa, super, não adianta agora, não já porque acabou, não esse tem, esse tem, esse tem, esse tem, é o outro que não tem, então tá bom, vamos botar esse também, por favor, pra provar o dia inteiro do patrocinê, depois dessa história que você tá fazendo, de cátron, você vai ser disputada, como executiva, preço de ouro no mercado, porque é no fundo, é o que todo mundo quer, com um pouco dinheiro se fazer grandes resultados, olha, e com uma conversão mensurável na loja, no caixa, sem dúvida nenhuma, agora pra gente termos, primeiro, de coisa da entrevista, aqui tu com a impressão que você gosta mais do transporte, do que a indústria de beleza, você não precisa responder, esse, tô com essa impressão aqui que o seu olho tá brilhando, tudo que você fala, eu confesso que eu não tenho muita saudade dos meus lucos, esses eventos de beleza, a idade tênis todo dia, é muito mais legal, mas legal, o poder de roupa dinástica pro escritório é bom, que legal, eu vou te perguntar pra gente terminar, Liana, futuro do esporte, ele é sobre pertencemento, ele sou performance na sua opinião, ai eu acho que é sobre pertencemento, tem dúvida, porque eu acho que a gente tá indo pra um momento de sociedade cada vez, onde as pessoas estão cada vez mais isolando, você tem filhos também, aí você vê assim, a gente vê nossa luta contra as telas, nossa própria luta contra as telas, e eu vejo, eu que trabalho com marketing, ai eu tô o tempo todo conectado, eu perdi, eu perdi o Ita-lo-One, tem a noite, me acordei, vem do puta, foi, não foi campeão, então a gente tá o tempo todo ali, naquela, naquela, tá tão informado, tá com aquilo, então, eu acho que isso pode trazer esse lugar do pertencemento, assim, sem dúvida pertencemento, experiência e conexão humana, eu acho que o esporte traz aí você se conecta com o outro, seja até no esporte individual, a gente fala isso na França também, porque é bem do brasileiro, até a corrida que o esporte individual que a gente aqui é coletivo, então pra mim, e pra minha corrida correu, cresceu por isso, pela comunidade, a gente quer sempre estar junto, olha a copa, olha como a gente torce, olha o que a gente fez com a convocação, a gente quer estar junto, você liberando, o esporte pra mim tem esse lugar, tudo legal, com essa capacidade de entender o que cada país quer, pessoal, 70 países, 65 modalidades, mais de 50 lojas aqui no Brasil, essa craque aqui contando pra gente, o que é o negócio da decátula, o que é o negócio de várias exportevo, e com três anos parece que já passou 30, nessa indústria de tanto Eu quero te agradecer por ter vindo aqui. o Patrocinei, feliz de novo, de ter conseguido conciliar as agendas de você, dá essa aula para nós aqui com tanta profundidade, com tanta generosidade de compartilhar esse conhecimento, de você conciliar todos esses papéis da sua vida, muito admirável, todos esses papéis, e ser esportista de CrossFit, quem segue ali, não sei se aberto, seu Instagram ou não, mas quem segue ali, Ana, vê lá que ela tem uma motiva. Eu não estou dando conta, sei que foi isso, adora também, essa não vai ser. Então, a Liana é atleta, é mãe, é profissional, é esposa, ou seja, tem lá desempenha diversos papéis e tem aqui, não só essa simpatia, como esbanjando aqui a carisma, a inteligência, muito conhecimento da nossa indústria, então eu quero te agradecer por ter vindo aqui, obrigado, de verdade, por ter vindo ao Patrocinei. Obrigada, você, va, obrigada, Fabi, vamos prazer-te aqui com vocês, podeira ficar horas falando, mas também foi bom, eu adorei esse final pra minha autoestima, você vai daqui assim, com coragem graças para as próximas lutas aí da semana. Parabéns, e siga brilhando. Obrigada. Agora, pra gente encerrar o programa de hoje, vamos ver o que nos aguarda no pensamento do lobo, pode rodar vinheta. Torncioso. Grandes modalidades não crescem apenas com audiência, crescem quando mais pessoas sentem que pertencem aquele universo. Fabi, de quem quer essa frase? Liana, que ele quer? Sabe, de quem? Liana, que ele quer? Pode ser, da Liana, pode ser. Ou minha também, porque como eu procurei, não tem autor, já te meto aí, já te pedi. Ele plagou nós dois. Ele está ganhando um programa pra ver uma doxa de repetei, faça uma frase e fechamento de impacto. Tá usando a tecnologia e o curso, de correspondência, já se me deu uma boi, mas eu não tinha chegado nesse nível, né? Eu gostei. Esse é pra fazer uma frase do PR de Cobertão, alguma coisa assim, desse tipo. Você se sente assim modalidades, não é pra qualquer, um pessoal. A gente fica assim com mais um episódio do Patrocinei e volta na próxima semana, até lá. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Liana, CEMO da Decathlon, compartilha sua transição de carreira da indústria de beleza para o esporte, destacando a importância do conhecimento profundo em marketing e da conexão humana com os consumidores.
  2. A Decathlon investe em 65 modalidades de esporte, com foco estratégico em áreas como fitness, corrida, montanha e ciclismo, priorizando especialização e experiência do consumidor.
  3. A marca tem uma cultura forte de prática esportiva dentro das lojas, com eventos, treinos e experiências que fortalecem a conexão entre colaboradores e clientes.
  4. Pesquisas revelam que o brasileiro deseja praticar mais esporte do que realmente faz, com barreiras significativas relacionadas à classe social, gênero e condições de vida.
  5. O sucesso da Decathlon está ligado à experiência do ponto de venda, onde o consumidor pode experimentar, testar e se conectar com produtos e comunidades, transformando as lojas em espaços vivos.
  6. A empresa utiliza dados e tecnologia para entender o comportamento do consumidor, com foco em identidade, consistência e sustentabilidade da prática esportiva.
  7. Há uma tendência crescente de prática de esportes multi-ativos, com o público buscando diversidade e pertencimento em diferentes comunidades esportivas.
  8. A marca prioriza a qualidade e o custo-benefício, especialmente em segmentos como montanha, onde a segurança e a confiabilidade dos produtos são essenciais.

Summary:

Liana, CEMO da Decathlon, conversa sobre sua trajetória profissional, passando da indústria de beleza para o setor de esportes, destacando a importância de um conhecimento profundo em marketing, cultura humana e comportamento de consumo. A Decathlon, com 65 modalidades, é reconhecida por sua cultura de prática esportiva, onde colaboradores e clientes praticam atividades juntos, desde corridas até escaladas. O foco estratégico está em segmentos como fitness, corrida e montanha, com investimento em inovação e experiência do cliente.

Pesquisas revelam que o brasileiro deseja praticar mais esporte do que faz, mas enfrenta barreiras sociais, de gênero e econômicas. A empresa transforma suas lojas em espaços vivos de experimentação, onde o consumidor pode testar produtos e se conectar com comunidades. A análise de dados e tecnologia permite entender comportamentos e identidades dos consumidores, especialmente no contexto da saúde mental e do crescimento pós-pandemia.

A Decathlon também valoriza a prática multi-esportiva, onde os consumidores buscam pertencimento em diversas comunidades. A marca prioriza qualidade, segurança e acessibilidade, com especial atenção ao público mais jovem e à inclusão social, como no projeto com o Masspe e no desenvolvimento de produtos em contextos de natureza. A evolução da marca é impulsionada por dados, pesquisa e uma visão clara de impacto social, transformando o esporte em acesso, experiência e identidade.

FAQs

A prática esportiva é central na cultura da Decathlon, pois promove conexões humanas, fortalece a comunidade e transforma os colaboradores e clientes. A empresa pratica diversos esportes em reuniões, como rugby, corrida e montanha, criando um ambiente de colaboração e engajamento.

A Decathlon valoriza competências como empatia, conhecimento do comportamento humano e maturidade no marketing, que são transferíveis entre setores. A experiência na indústria de beleza ensina a entender as necessidades do consumidor, o que é aplicado com sucesso no esporte.

A Decathlon adota uma estratégia de ser muito especialista em cada uma das 65 modalidades, diferenciando-se no mercado. Isso é feito com foco em profundidade de conhecimento e experiência, garantindo que cada esporte seja atendido com qualidade e entendimento específico.

As principais barreiras incluem pobreza, maternidade e falta de conforto com o corpo, especialmente durante a adolescência. Além disso, há uma desigualdade de acesso e oportunidades, especialmente em esportes como futebol, que têm menos oferta para meninas.

A pesquisa mostrou que os brasileiros gostariam de praticar mais esporte do que realmente fazem. O consumo é influenciado por fatores como classe social, gênero e a necessidade de práticas de saúde mental, especialmente pós-pandemia.

A empresa investe fortemente em pesquisas e análises de dados para entender o comportamento do consumidor. Isso permite identificar barreiras, priorizar setores estratégicos e criar produtos e campanhas que atendam às necessidades reais dos brasileiros.

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