T3 - Por dentro da sessão - com Roberto Banaco, Denis Zamignani e Natasha Hayamizu (EP BÔNUS).
76m 3s
A série "Dia de Lábio" apresenta um projeto inovador de formação terapêutica com gravações reais de atendimentos, onde personagens como o "Bentinho" são usados para simular situações clínicas reais. A produção envolve psicólogos como Roberto Banac, Dennis Amianne e Natasha Reiamizo, que vivenciam atendimentos com foco na empatia, autenticidade emocional e tomadas de decisão presentes no processo terapêutico. O objetivo é mostrar como as decisões dos terapeutas surgem de forma espontânea, em resposta a situações complexas e imprevisíveis, evitando scripts rígidos. Participar significa enfrentar desafios emocionais, como a necessidade de se desapegar da personagem e se conectar com a realidade do cliente. A série reforça a importância da pesquisa de processo como ferramenta pedagógica, ajudando terapeutas a desenvolverem um olhar crítico, sensível e científico sobre o comportamento humano. Além disso, o projeto destaca a importância da formação contínua e do compartilhamento de experiências entre profissionais, tornando-se um exemplo de parceria entre comunidades de análise comportamental e prática clínica. A série é vista como um instrumento educativo que transforma a prática terapêutica, promovendo maior consciência, empatia e aperfeiçoamento profissional.
Fala, Berrecas, tudo bem com vocês?
Hoje a gente está aqui para fazer um episódio muito especial no podcast.
É um episódio extra que vai trazer a divulgação de um curso que está maravilhoso.
E a nossa mesa está linda.
Hoje temos mais de um convidado.
Aliás, temos gigantes aqui da análise de comportamento.
E é isso. Espero que vocês gostem muito.
Pra quem ainda não me conhece, meu nome é Lárus, atreca do personal, estudante de psicologia.
E aqui ao meu lado, está o meu querido amigo.
Eu, psicólogo Luciano, maior florelho e vou o Luciano Berrecas.
E a minha querida, sóça aqui.
Não sei se vocês sabem, mas a Lara comprou 52% das ações do canal de Berrecas.
Agora é a dona do canal de Berrecas.
Então, bom, a gente vai bater um papo.
Eu estou aqui com a minha roupa de domingo, porque a gente está gravando em pleno domingo.
A gente teve que encaixar no nosso agenda aqui.
Consegui, foi muito difícil pagar o caixê dessa equipe toda.
Mas a dia de lábio bancou isso e a gente consegue.
Então vamos lá.
A gente tem dois convidados aqui, que já são só, literalmente, sócios, esportcast, né,
que é pessoas que não precisam de apresentação talvez precisam.
Se vocês quiserem apresentação, vamos lá no episódio que a gente gravou com ele.
Vocês vão saber quem ocorri coluteiro está, que é Roberto Banac e Dennis Amianne.
E a gente tem aqui, alguém que também vai participar, participou da gravação dessa série,
que está fantástica, se vocês já viram aí as vinhetas, as chamadas,
aqui os dias vai estreiar e vocês vão adorar.
Eu já estou adorando, já estou assistindo bastidores, e estou bastidores assim, em prássitas.
E já estou adorando.
O comportamento humano é um universo infinito com múltiplos caminhos, possibilidades,
interpretações.
Para conhecer profundamente o outro, eu preciso buscar incrascablemente se aperfeiçoar.
Somos uma comunidade criada para isso.
E é de lábio, a comunidade digital do analista do comportamento.
Natasha, e aí, se a gente procurar o seu nome no Google, o que a gente vai achar lá?
Oi, pessoal, bom dia, prazer está aqui, como vocês.
Eu sou Natasha Reiamizo, sou formada pela PUC São Paulo.
Tenho qualificação avançada em clínica análise comportamental pelo paradigma.
E atualmente sou bolsista no programa de Mistrado, profissional analisa do comportamento aplicado,
eu tenho bem pelo paradigma, centro de sensas do comportamento.
Estudo pesquisa de processo resultado, sou membro do Takinium, que é o grupo de estudos coordenado pelo Denysa,
na Carme, na Adriana, que eu continuo também os estudos em pesquisa de processo resultado.
E sou membro da RedTac, acho que vocês vão encontrar tudo isso por lá.
Talvez alguma foto um pouco mais comprometidora da minha adolescência tão bem, mas essas eu tento esconder.
Perfeito, Natasha, pra gente começar aqui a nossa conversa, então queria fazer primeiro uma pergunta pro profissor Denys.
Profissor, conta pra gente como foram os bastidores do planejamento das seções e dessa série que vai estrear inadindo.
Bom, bom dia a todos, um prazer daqui com vocês também, uma delícia que está mais uma vez aqui no Betecas.
A ideia dessa série, ela vem de um trabalho que eu vêm fazendo há bastante tempo.
Eu desenvolvo cursos de habilidades terapêuticas, e nesses cursos a gente faz muitas simulações de atendimentos.
E eu gosto quando eu penso em si no ação de atendimento, eu gosto de pensar num personagem mais sólido, não que a pessoa improvise na hora.
E uma coisa que eu fiz durante muito tempo nesse curso, eu fazia o personagem bentinho pra as pessoas atenderem.
Eu representava o bentinho, o Don Casumovão, um livro, eu sempre gostei muito aos meus livros preferidos,
e eu achava o bentinho uma personagem muito bem caracterizada, ele tem uma história, tem todo um contexto pra personagem acontecer.
Então eu representava o bentinho, os álbums e eu me atendendo e eu ia dando feedback sobre atendimentos,
servir pra gente ir modelando o repertório de atendimento, as habilidades terapêuticas.
E aí, quando a gente começou a pensar numa série, nessa série da Dia-de,
eu quis trazer essa experiência dos cursos de habilidades terapêuticas pra Dia-de.
E aí, de onde vem também eu chamar Natacha, Natacha,
em um dos uma das versões do curso que eu fiz, eu pedi pra Natacha, representar o bentinho pra ela, representar a capítulo.
E eu fiquei encantado com a representação que ela fez ali em caro, nome, capítulo, moderna, e ao mesmo tempo,
super coerente com a história. Eu achei opar essa moça, manda bem, vamos lá.
E aí, eu acabei chamando o Natacha pra fazer a personagem da capítulo. E o Roberto também tem uma história já,
quando eu fiz o meu doutorado, eu gravei uma série de cenas fictícias pra representar as categorias de comportamento do terapêuta.
E o Roberto foi um dos atores que eu chamei pra fazer essas cenas fictícias.
E também gostei demais do que ele fez. E aí, bom, foi juntei tudo isso e veio a ideia dessa série.
E os dois toparam essa empreitada comigo e está saindo uma coisa maravilhosa.
Uma coisa que eu acho muito legal contar dessas sessões, é que desde o primeiro momento, o Roberto me pediu.
Eu não quero saber o que você ia Natacha manejar, porque eu quero fazer um atendimento mais próximo possível,
de uma sessão natural, de uma sessão ocorrendo. E eu e a Natacha, a gente então vai combinando as cenas,
tentando trazer episódios do livro pra pro processo terapêutico da capítulo, ao mesmo tempo que a gente vai seguindo,
o que acontece na sessão e dando continuidade no processo que acontece na sessão.
Mas isso vai sendo planejado a cada semana justamente pra garantir essa coherência com o que acabou de acontecer na sessão.
E aí, vai dando continuidade no processo terapêutico, sem a gente tem o livro como referência,
mas tem que não se prender muito o livro pra dar naturalidade pro processo terapêutico.
Questões complexas exigem a profundamento, vamos fazer isso juntos, dia de lábio, uma comunidade,
dezenas de cursos infinitas possibilidades.
Isso aqui bacana, nossa aqui, que fantástico, olha, é uma satisfação imensa tá aqui,
poder escutar isso, já em primeira mão, como que foi isso aí, né?
Bem, agora vamos direcionar a fala pra você, né, que você tá quietinho aí, não importa.
E aí, assim, em termos de incrementos de habilidades terapêuticas,
o que a gente pode esperar que como vai impactar e os jovens terapêutas essa série?
Porque acredito que isso tá bem direcionado, né, pra pessoa como se consegui enxergar, né?
Eu, a faculdade que eu tenho aqui, mas já ouvi falar que algumas faculdades, elas têm, tipo,
aqueles vidros fumesas, assim, aí os estudantes ficam de fora ali assistindo, né, um atendimento.
E eu acredito que isso vai ser mais ou menos isso, né, e foi fantástico.
Eu não tive isso na minha faculdade, mas eu acho que isso ajuda muito.
Então, bom dia, boa tarde, boa noite a todos.
É um prazer estar aqui mais uma vez, e obrigado pela sociedade que você tá extendendo até mim.
Mas então, vamos lá responder essa pergunta na época que eu dava aula na Puke.
A gente sempre fazia sessões de atendimento didática, né, aquela que a gente estava ensinando
para os alunos com essa sala de espelho.
E o começo do processo a gente fazia assim, primeiro meia hora de planejamento da sessão
com todos os alunos, aí os alunos saíam pra trás do espelho.
Eu ficava com um aluno atendendo comigo e outro aluno sentadinho anotando tudo que acontecia.
Na outra sessão, esse aluno que atendia comigo ia pra trás do espelho,
o outro aluno que estava anotando, vinha atender comigo e saía um terceiro de lá
e traz do espelho e vinha anotar.
E assim, a gente ia fazendo o rodígio e depois de uma hora e meia de atendimento,
nós ainda tínhamos uma hora para discutir o que havia acontecido.
Então, na primeira passada, eu era o terapelta principal, eu atendia e os alunos estavam comigo,
ali atendendo.
E as minhas perguntas para eles eram sempre, se ficou alguma dúvida de alguma intervenção,
se eles teriam feito alguma intervenção, por quê?
Se eles não teriam feito essa intervenção e por quê?
Então, essa ideia é que o que a dia de leve trouxe em coletermedo do Dennis,
de que a gente fizesse um atendimento verdadeiro,
Um atendimento que fosse mais. o próximo possível do verdadeiro, pra mim era uma coisa muito, que eu sentia a falta,
eu estava sentindo muita falta de fazer uma supervisão desse tipo, e que a gente pudesse assistir
as coisas e pudessem as decisões ser entomadas ali na hora, em que as coisas ficassem acontecendo
por essa razão, que eu não queria saber o script, eu queria ter um atendimento mais natural
possível, que era pra poder produzir esse material de um terapelta se deparando com os dados
que vão chegando na medida em que a acessão vai avançando. Então, eu topei de pronto, isso ainda
mais com a natacha, a natacha já havia sido minha supervisionanda no paradigma, então,
conhecia bem o trabalho dela, sabia bem quem é da natacha, então, uma confiança enorme
em tudo aquilo que só se complementou, só ficou mais forte depois que a gente começou
a interagir por meio da capítulo. O que acontece é que, assim, embora eles tenham uma força
enorme, pra não me contarem, eu vejo também uma vontade enorme de me contar antes o que tá
acontecendo. Então, deles passam por aí, "Ah, essa semana você vai ter que, eu não sei o quê,
e às vezes encontro a natacha no consultório e ela até quase se corre, não tem que conversar
comigo, pra não deixar vasar nada". Mas isso tudo é uma coisa muito gostosa e principalmente
porque depois a situação vai se complementar. O deles, então, vai também, depois disso,
já estamos gravando isso, a gente vai começar, a primeira acessão, vai ser comentada por duas
pessoas que eu amo de paixão, que são civil-botoméia, hoga-cubo, eles são pessoas que me
acompanham há muito tempo na BPMC, numa atividade que a gente faz lá, que é uma supervisão
pública, ou é diga, não sendo? Eu acho que nem todo mundo vai ter internet suficiente
pra carregar esse peso todo aí. É muito pesado. É só quem vai comentar civil-botoméia,
beleza, tranquilo meu Deus do céu. Então, é uma coisa, uma atividade que a gente
costuma fazer em toda a BPMC, que estamos juntos, a gente vai para uma supervisão pública,
e as pessoas trazem os casos e a gente conversa. E o Silvia Hoga sempre participam comigo
e dá discussões assim, fantásticas e claro, se juntam também todas as moças, né?
Vejam, terem origina, jair de mali, junto a todo mundo fica um grande encontro, um grande
simpose sobre os casos que estão sendo apresentados ali. Então vai ter essa primeira acessão
comentada pelo Silvia Hoga, e eles vão me entrevistar sobre essa coisa aqui do atendimento,
da primeira acessão. E as demais sessões, eu vou ser entrevistado pelo Dennis, dessa
maneira também. Perguntando pra mim sobre as decisões terapêuticas de um jeito também,
que eu já fiz pesquisa com várias outras pessoas, mas que ela parando o vírguem em algum
momento e dizendo, nesse momento aqui, o que você pensou e o que você sentiu, ou por
que você fez essa intervenção e daí por diante? Foi assim que eu fui treinando e fui
criando as habilidades terapêuticas da Roberta Kovac, depois da Roberta Kimerdo, o
cargo foi o Dennis, depois do Dennis a Joana Singer, depois da Joana, mais outras pessoas
devia eram nessa tradição de fazer pesquisa desse jeito, de gente perguntar respeito dessas
decisões terapêuticas que vão sendo tomadas. Então é um projeto que, pra mim, calça como
uma luva, eu tô super tranquilo dentro dele, primeiro porque confio muito nos membros
da díade, confio muito na ideia do Dennis, uma ideia genial e maravilhosa, confio super
na Natasha, e no desempenho dela ela me surpreende a cada sessão que a gente grava, o quanto
ela consegue ser diferente do que eu conheço do que ela é, por isso que eu falei já o Oscar
vai pra ela esse ano e é um prazer estar fazendo isso com propósitos educativos, propósitos
de engrandecer o repertório de pessoas, que se vem muito só as linhas na hora do atendimento
na hora dos primeiros atendimentos especialmente, tá? Então pra mim é um projeto maravilhoso,
eu não deixaria de entrar de jeito nenhum. Eu queria só complementar uma coisa no
ano, esse projeto pra mim ele tem um gostinho de revisitar ao início da minha carreira,
que justamente eu comecei a fazer pesquisa com o Roberto, e justamente essa pesquisa
em que a gente gravava atendimentos e a gente sentava na frente entrevistando o terapêuto
aqui por um acaso era o Roberto, pra estudar o processo de tomada de decisão do terapêuto
ao longo das sessões, e isso foi o meu DCC depois a minha iniciação científica, e depois
disso eu segui o resto da vida fazendo pesquisa de processo. Então Roberto foi a minha inspiração
na época e continua sendo, que eu continuo hoje fazendo pesquisa de processo, e a Matasha entrou
nessa onda comigo também super envolvida no grupo de pesquisa, então retomar isso tudo,
com o Roberto entrevistando sobre sessões de atendimento filmadas, é meio que voltar aos primordes
do lado da minha graduação. Olá, eu vou te falar uma coisa. Se você não deu uma de
falsão aqui e pedia a palavra, eu vou falar toda hora, já estou te avisando por que
mildios do seu, eu estou de verdade mesmo, eu estou arrepiado, eu brinquei nos bastidores
aqui, que eu coloquei até minha roupa de domingo aqui, mas ouvi vocês falando isso aí
desses bastidores mildios, eu estou emocionado e eu fórico aqui.
Ai gente, eu também, primeiro pelo oportunidade de poder conhecer os professores Roberto
deles, que eu admiro ao longo da minha caminhada acadêmica, então que privilégios estão aqui
gente, como o professor Roberto falou, que ideia genial desse processo e dessa ascriação
dessa série, porque eu sou acadêmica ainda, então eu estou nesse processo de início aos atendimentos
assim, então para mim eu falei nossa, estou muito ansiosa para essa série, porque eu acho que vai
pegar muito conhecimento para mim, e também acho que para quem já é ter apelto algum tempo,
porque não sei se acontece, vocês vão ter muito mais oportunidades para falar, mas eu acho
que talvez ter apelto, só que não vai entrar em um automatismo de repente, de ver clientes
parecidos, situações semelhantes e às vezes essa série vai ser uma oportunidade para
arrepensar essa prática profissional, será que não?
Lára, vou te dar um spoiler, essa eu foria toda não passa não, já eu já gravei algumas
vezes com o Roberto e com o DNA já e eu estou aqui eu fórico do mesmo jeito, como na primeira
vez só, só pra você saber, esse é mais um conteúdo fruto da parceria entre a dia de
lábio e o canal do Berrecas, dia de lábio, uma comunidade de exenas de cursos infinitas
possibilidades.
Ah, e aí, agora tem uma pergunta para a Natasha, que inclusive, quando eu conversei com os
professores para a gente combinar isso pode ter que essas, olha, ela é a grande estrela
da série, né? E realmente é os tísleros assim que eu vi, ela tá fantástica, eu deixei
a perguntar para o perfil Pedro, não é sessão real, né? Não pode, ele não é um matriz,
mas assim porque tá muito real, tá muito visceral, né? Então gostaria de saber, Natasha,
quais os desafios de ser terapelca e atriz nessa série, então, para fins acadeicos.
Ó, Lára, acho que os desafios, para mim, em especial eles são enormes, aqui acho que é
só importante falar que eu não tenho nenhuma formação enquanto a atriz, tá? Eu sou só,
eu. E eu participe de várias coisas e faço várias coisas ao mesmo tempo, né? É ao mesmo
tempo em que isso terapelta, eu continuo minha caminhada acadêmica e sou uma pessoa da vida
normal da vida cotidiana, então eu acho que o grande desafio, né, é para mim, durante essa
jornada tem sido entrar na sessão de terapia enquanto uma cliente, enquanto a captura,
né? E eu faço alguns exercícios comigo para fazer isso, é porque eu sou na lista do comportamento,
eu sou uma terapelta-tá que eu faço bastante esforço para ser, né? Em alguns momentos,
eu vou entendendo caminho que o Roberto vai fazendo e eu não quero entender esse caminho
enquanto Natasha pesquisadora e psicóloga, né? Eu preciso olhar para o que ele está me mostrando,
porque ele está me direcionando, vou olhar enquanto captou e esse para mim é o maior desafio
durante as gravações, né? É, se você me permitiu uma parte para mim, o maior desafio também me
despregar da história e seguia essa captura que tá aqui na minha frente, né? Então eu tenho que
disso, para a história super universal, todo mundo conhece.
mas eu tenho que me despregar da história e não deixar a acessão ser envesada por ela
para poder atender esta capitura que eles estão construindo, não é aquela capitura,
é uma capitura absolutamente modernizada, e eu preciso atender esta capitura.
Então tem horas que eu me surpreendo com a incenação da natacha,
tem horas que eu me surpreendo com texto, com o conteúdo das coisas, vocês vão notar isso,
tem horas que aquela expressão que eu faço não é inventada, só é minha expressão de verdade,
eu estou atendendo uma capitura, estou atendendo uma nova capitura que eu estou conhecendo agora.
Uma coisa interessante dos bastidores também, Laura, toda semana a gente se reome, eu e a natacha,
para a gente planejar a continuidade da acessão, eu incorporo o bentinho e ela a capitura,
a gente fica pensando o que eu faria sendo o bentinho nessa situação, o que ela faria sendo a capitura,
nessa situação, aí eu fico bom, mas parei, o bentinho é meio ravogento,
ele não vai reagir tão assim, e ela é, mas a capitura, a gente fica pensando
também, não pode ser uma cliente tão ideal assim, ela tem que errar,
tem que ser uma cliente que não segue todas as recomendações do terapêuta,
que segue a estar palhada também, aí ela, o terapêuta fala uma coisa, ela vai faz outra,
foi na taxa. Pode seguir eles, eu falo depois de você, vai lá?
Não, e a gente fica pensando isso assim, a gente tem que cada um corpora é um personagem,
vai planejando a sequência desse viés, olhando como eu faria se eu fosse o bentinho,
as terertas familiares vão sendo pensadas dessa maneira para a gente estar continuidade no episódio.
Nem que olha só que triangulação, esse monso está fazendo a mesma coisa que parece que é.
Está tudo triangulado aqui, e o pastel soeu aqui na história.
Acho que você vai ser que é uma história.
Acho que é uma coisa importante que eu não posso deixar a gente falar também,
que acho que a gente tem falado aqui, vocês trouxeram Lara e trouxeram de uma maneira bem interessante,
como é difícil, como é desafiador, como é gostoso,
poder estar numa seção com Roberto. Eu também tenho que abstrair essa parte que eu estou fazendo terapia com Roberto Panaco,
eu enquanto captu, entendendo que Roberto é só uma pessoa assim como todos nós.
E ele foi, nesse sentido, muito cuidadoso comigo, antes da gente lá no início desse projeto,
a gente fez uma seção na taxa e Roberto de conversa, com que ele falou "olha na taxa".
Se tiver algum momento em que você se sentiu desconfortável,
se tiver algum momento em que algo muito pessoal que você não,
os roupleis não são exatamente roupleis do tempo inteiro,
e ele me conta e me dá toda a abertura para falar.
Se quiser parar em algum momento levanta não, fala para a gente para e aí a gente dá seu tempo.
Então está perto dos grandes também dessa sensação de, ao mesmo tempo, um medão e uma responsabilidade grande.
Você sabe que, lembrando das gravações da Tese do Dennis, né? Tese do Dennis é outra que eu também acompanhei de longe,
foi orientado pela Sonya Mayor, mas quando ele começou a chamar para gravar as vinhetas,
nós nos jogávamos para gravar as vinhetas, então também lá tem eu, a Joanna, a Yaranico, a Roberta Kovark, e tal.
E algumas vezes fazendo papel, estava de um cliente, precisava de um terapêuta e para uma cena de uma das classes que ele estava estudando,
das casas e comportamento que ele estava estudando. Então agora a recomendação.
Então e aí se jogavam dois ali no meio da cena, um cliente, um terapêuta e começava.
Só que todo mundo muito fera, todo mundo ali para atender, muito fera, desde aquela época,
e aí quando a gente via o atendimento estava rolando. Então e estava indo para depois daquela classe que ele tinha pedido,
e aí chegavam lá, não para, para, para, para, porque, porque tem que parar.
E pronto, e aí todo mundo entendia e parava. Então a gente já tinha essa vivência também de que nós tínhamos meio que brincado com o fogo,
meio que que trabalhado desse jeito e a Natácha ainda nunca. Então a gente estava tentando fazer essa apropessão,
porque é uma coisa que envolve, envolve muito a gente e muitas vezes a gente deixa a transparir algumas coisas pessoais.
Eu vou te atacar agora. Gente, eu tenho um ano de teatro, eu fiz postionatórias, se vocês precisam de editor, eu estou a disposição. Bom, pra um próximo, a próxima que por aí.
Brincadeira, não, Natácha não para, por favor. E Natácha, eu vou fazer uma pergunta, mas antes de fazer essa pergunta,
eu vou falar como eu faria para fazer isso. A pergunta é como foi. Você tão se encerra e chorado durante essa situação,
você já falou que você não tem informação em teatro, nada disso, tal. Mas eu choraria da seguinte maneira.
Se eu não fizer isso aqui bem feito, o Dennis e o Beto, eles vão me dar um fumo monstruoso. E eu já começava a chorar pensando no fumo que eles vão me dar.
Mas como que foi isso, como que foi entrar nesse processo de. realmente vivenciar, né? Porque é porque a gente vê ali dos teasers, você está vivenciando um negócio ali.
E eu vou colocar uma dúvida, duas dúvidas a mais. Primeiro, você está doado um aeroporto, é isso?
Ou seja, no meu áudio, que vocês não ouvirem muito, se precisar a gente refaz alguma parte, ou bora pertinho da aeroporto.
Eu estou falando isso porque provavelmente se vai se dar uma dúvida de quem está ouvindo, então é tranquilo, isso é só adentro.
Eu esqueci a segunda, então vamos embora, vai só com a primeira vez.
Mas quando eu acho que essa segunda pergunta aí para mim, ela tem uma parte que ela é muito técnica de como eu tenho feito as coisas, como eu tenho me organizado para fazer algumas coisas.
Então eu não atendo duas horas antes de fazer a sessão com o Roberto e eu não atendo duas horas depois de fazer isso.
Então é uma tarde, barra noite que eu tiro para atarir. Isso é a parte mais de comportamento, sendo que eu planejo para fazer.
E durante uma meia orinha antes, eu repense, eu penso, de vez em quando, penso na captura, cozinhando, "Ah, como será que está a captura agora?
Eu vou risgatando alguns momentos de minha vida." Acho que ainda na parte dos desafios que tem super a ver com a questão de como foi chorado durante as sessões.
Para mim, talvez ao contrário de vocês tem um podcast, a exposição e saber que as pessoas vão assistir e que elas vão consumir aquele conteúdo é muito difícil, independente do choro.
Mas quando a gente se mostra, quando a gente se expressa, eu sou bastante tranquilo e me expressar para o Roberto, para o Dennis, que, felizmente, eu tenho a privilidade de poder estar com eles ao longo.
O Roberto já desde a pulque, que foi a luna dele, e o Dennis, um coração gigante, me acolheu desde sempre. Mas a ideia de que esse conteúdo, né, é um conteúdo gravado no YouTube, um conteúdo gravado, não pode quester, para mim ela é bem assustadora.
E aí eu tenho algumas valores, enquanto o pessoal, enquanto o trapelo, enquanto pesquisadora, de por que que eu estou fazendo isso? Pode falar, Luciano, perdão.
Eu vou te dar uma dica, depois de você fizer uma 150 vezes fica mais fácil, tá?
E aí eu acho que me entender e me ver com uma pessoa privilegiada, de morar em São Paulo, de ter o paradigma, há 15 minutos da minha casa, de conhecer, de poder ter tido o Roberto na minha graduação, o Dennis na minha pós-graduação, e de ter um acesso facilitado a estas pessoas, que trazem a oportunidade, que direcionam meu olhar para uma pesquisa, que eu nem sabia que existia.
Na graduação eu estudava a pesquisa experimental, né, e de repente eu ter contato com pesquisa de processo, ter acesso a como é feita, metodologia de pesquisa de processo, e poder. gravar isso para que pessoas de outros lugares menos perto dos grandes centros
tenham acesso e saibam e vivem sim, experiência, pochei isso, acho que é um valor que é muito importante para
mim enquanto o produto, produto técnico, sabe, do que eu estudo, do meu mestrado profissional, que deve ter um produto
técnico também, então eu vejo muito essa importância e aí chorar parece um preço pequeno
ser pago, né, para que a gente possa difundir, divulgar e treinar o olhar de clínicos, de terapêutas
e de pesquisadores, eu acho que de alguma maneira a pesquisa de processo traz para dentro da sessão terapêutica
uma noção de ciência, de que ali está sendo produzido algo que pode ser mensurado, que deve ser olhado
e nesse sentido eu me sinto uma privilegiada de ter ao longo da minha graduação tropeçada entre milhões de aspas num sencite
que é o produto técnico do doutorado do deles, então está tudo bem chorar, as pessoas fazem o que elas quiserem, não é, Roberto, quando a gente se mostra
ou na taxa desculpa, Beto, eu falei que depois você fizer 150 vezes que eu mais faço, mas é mentira, eu tô aqui para fazer piada, isso foi um piado, não fica mais fácil não, tá?
Olha, como dá uma fofoca de bastidores aqui, o dia a gente resolveu marcar uma reunião, eu ia na taxa logo depois dela ter feito a sessão da captura, uma sessão que ela tinha chorado um bocado
eu precisei dar um tempo para na taxa se recompor e depois a gente começasse a reunião, porque de fato ela se envolve na personagem e fica ali tomada pela emoção, então ela de fato mesmo ruja na personagem
a emoção é real gente, ela acontece dentro de mim né, e demora um pouquinho para ela diminuir
gente, que é interessante, tá conhecendo esses bastidores aí, porque às vezes para quem olha de fora o resultado final, ali pronto, né, a gravação da série, acha que é só ir lá decorar um texto de repente?
é entrar na sala, gravar, e olha quanta coisa tem por trás, toda essa preparação, esse envolvimento, né, com a personagem,
descuidado do professor Roberto, de dão que ele conheceu geálogos antecipadamente para sempre apelta mais genuína, né, então assim gente maravilhosa, tá conhecendo esses bastidores?
O comportamento humano é um universo infinito com múltiplos caminhos, possibilidades, interpretações, para conhecer profundamente o outro é preciso buscar
incursarvelmente se aperfeiçoar, somos uma comunidade criada para isso, e a de Lave, a comunidade digital do analista do comportamento
e aproveitar, fazer uma pergunta talvez né, professor Roberto, falei um pouquinho mais sobre ela, mais silvênios e a Natasha que eleserem falar também,
é que tipo de habilidades terapêuticas que a gente vai poder observar nessa série, o que que vai aparecer para a gente, dá para falar um pouquinho sobre isso?
Olha, juntando tudo o que a gente tá falando aqui, eu tava lembrando enquanto a gente falava de que essa é outra coisa que a gente perseguiu a vida inteira, né, eu lembro que o Caí, quando veio fazer doutorado comigo,
a primeira ideia que nós tínhamos era de fazer um avatar, uma personagem dentro de um computador,
com banco de informações enorme, para que a gente pudesse coletar dados de um terapêuta, entrevistando e fazendo coisas desse tipo, né,
depois acabou dando mil problemas, a gente teve problemas técnicos, teve problemas disso, problema daquilo e acabamos mudando nosso rumo
e voltamos para o laboratório e estudar outras coisas, mas eu lembro que desde aquela época, aí já se vai ser lá 20 anos, né,
desde aquela época essa ideia de você poder coletar dados a partir de um cliente, e se não fosse real, fosse pelo menos um cliente vivo, vivido, né, alguém que pudesse estar ali na sua frente,
era uma das coisas importantes que era um passo importante que a gente precisava ter para poder entender melhor esse processo terapêutico, né, então os desafios são lentes, o primeiro deles é se maravilhar com o inesperado, né,
a primeira coisa que tem é essa e se maravilhar com o que é humano, né, as pessoas trazem, né, e a Natacha tem dado esse lado humano, né, ela tem trazido a humanidade dela toda,
para dentro da personagem, e isso movimenta, como sabe, que vai ser de fato com uma âlima, que é a da capítulo ali, para poder interagear comigo, né, então, para mim é sempre um espanto, né, a cada passo e era isso que eu queria estar vivendo e venciando e mostrando,
é engraçado aqui, conforme a gente foi falando também, foi me passando pela cabeça algumas ideias bem estranhas, eu falar meu Deus do céu, a gente tá fazendo aqui,
é meio que uma revista de nudes, sabe, meio meio status, meio alguma coisa assim, que só que a gente coloca claro que é de melhor que a gente tem que não é o corpo, né, agora é o que a gente faz,
mas tem um certo fetiche aqui, né, de observar a gente interagindo e a gente fazendo uma série de coisas, claro que aqui, nesse caso, com um propósito de aprender, né, com um propósito de ensinar e de passar algumas coisas importantes,
mas de alguma maneira é isso, é se desvelar, é você estar se abrindo, né, o Dennis falou lá atrás que o sujeito da pesquisa era eu, e era eu porque ninguém se dispunha a ficar na frente de uma câmera, se revelando ali na hora do atendimento,
e era um tema que eu queria estudar, então eu fazia o programa de pesquisa, eu coletava, eu treinava os alunos e eu via pra frente da câmera pra gravar, e pra fazer isso aqui ainda naquele, naquele, também que restrito, que era o grupo de pesquisa, né,
depois isso foi ampliando pro grupo de alunos e agora então a coisa tá saindo pra fora, mas o desafio é sempre esse, tá demonstrando também a emoção que é o atendimento, né, a gente acompanha emocionalmente o atendimento, né, você vai acompanhando a emoção do cliente, e talvez pelo treino de empatia que a gente acaba tendo, a gente acaba sentindo também em monte de coisas, não atua, alguns artigos que eu escrevi falam sobre isso,
né, sobre o que o terapêuca também entende, né, o que o terapêuca tá viventia durante o atendimento, meu Google resolveu dar o bar da gratis, então esse desafio, ele é o desafio da surpresa, né, é o desafio de algo que estar por vir algo que estar por se revelar, e uma decisão do que fazer, eu acho que essa é a grande questão,
a gente é o tempo inteiro observando o que o cliente tá falando, se observando e decidindo pra onde eu vou agora, um dos exercícios que eu costumo fazer em aula é falar para as pessoas, né, eu falo um trecho de uma sessão terapêuca, aí eu paro no que o cliente falou e pergunto peça para os alunos, né,
escrevam que pergunta você seguiria agora, com qual pergunta você seguiria agora ou que você faria logo depois, e vocês vêm que as decisões são x quantos alunos tiverem, as decisões são completamente diversas, né, e isso daria um andamento em tese pra uma sessão, pra âmbitos completamente distintos, né, algumas vezes a gente acerta uma mina, algumas vezes a gente acerta,
com uma pergunta, um bando de dados novos, algumas vezes não, e aí isso é aleatório, eu não tenho ideia de quem é aquele cliente tá ali comigo, né, e o que eu tenho por descobrir ainda, coisas que talvez nem o próprio cliente saiba, né, o comportamento dele sabe, mas ele pode não saber, e aí ele quem me conta, o comportamento dele me conta um pedacinho pequeno que eu tô assistindo ali na sessão, né,
mas ele me conta sobre o comportamento dele, e aí muitas vezes ele fala o que ele faz, e não sabe por que faz, então esse é um maravilhamento, né, você tem que se surpreender as coisas, você tem que estar o tempo inteiro preparado pra coisas que talvez você nunca tenha visto antes, esse é o grande desafio.
Dá pra não se encantar, por esse professor, eu conheço já faz mais de 30 anos, eu continuo me surpreendendo, aprendendo com ele, só queria destacar isso.
Eu acho que tem muito a ver com o que Lara perguntava, né, não fica meio automatizada, não fica meio, não sei, insensível, eu acho que o Roberto tá contando aí de uma experiência de muitos anos, em que ele continua se encantando, em que ele continua desvilando, eu acho que esse é o. Com perdão da frente.
palavra tesão de ser terapêuta assim. Você se encantar e você se se maravilhar com o comportamento
que está sendo mostrado do outro que está se mostrando.
Eu acho que a Lara fez e o Dennis, você quer falar mais alguma coisa sobre as habilidades
que estão presentes na série?
Eu gostaria assim, o que eu acho legal dessa série é que ela não vai treinar uma habilidade,
ela vai treinar as habilidades de ser terapêuta, né.
Desde planejar uma sessão, formular um caso clínico nas entrevistas, a gente vai discutir
bastante a construção da formulação de caso da capítulo, a tomada de decisão a cada
momento do processo, toda a tudo aquilo que na formação de habilidades terapêuticas,
o que eu costumo destacar, desde os aspectos não vocais da interação, até cada classe
de comportamento verbal, vocal do terapêuta e não vocal, isso expressão facial, tom de
voz, tudo isso dá para a gente ter ilustrado ali acontecendo, então eu acho que não
é uma ou outra habilidade, mas é o ser terapêuta, isso que eu acho bacana que estou curtindo
muito e acho que vai ser bem completo nesse sentido.
Olá Lara, eu tenho uma pergunta para você agora, Lara, sem imagina o seguinte, como eles
estão falando como foi os bastidores, como foi a situação da gravação deles, e para
você Lara, como é que está sendo aqui, escutar em primeira mão esses bastidores, escutar
essas em primeira mão, a gente está escutando em primeira mão, você terá ação disso
Lara, que a gente está aqui, tem nesse baita privilégio, antes que você responde, eu queria
dividir com o pessoal como é que eu acordei o Pedro Quaresma, o Pedro Quaresma não
está aqui com a gente também, deixa eu até fazer esse adendo, nem Pedro Quaresma, nem
Lucas estão aqui com a gente, e até tinha uma dúvida aqui depois do Lucas responde nos
comentários, ou ele vai cortar esse trechinho, vai colocar lá nas redes sociais, ele faz
uns vídeos, também que são bem parecidos com isso, que é aquele negócio psicólogo, e
o cliente, sei se vocês têm acompanhado os vídeos do Lucas, acho que talvez ele se inspirou
na série, tá, porque quase junto com a ideia, mas aí o Pedro Quaresma, nosso voz de
Veludo, não está presente, e eu acordei ele assim, eu esperei, acorda Pedrinho que hoje tem
pôde Quaresma, a Lara fala sobre isso, só um adendo que a voz do Luciano não é voz
de Veludo, mas tudo bem, Lucas, está sendo realmente um privilégio muito grande,
conhecendo as bastidores antes da estreia e da série, e detalhe, vou contar aqui, acho
que pode, acho que o deles e o professor Roberto não vão brigar com Pedro, antes ainda de
ser publicado qualquer coisa em aberto, a gente do canal dos Verrecas, já tinha recebido
uns tízers do Pedro Quaresma, olha só o que que vai sair, esse geloso, gente já causou
assim, tanto pra gente ensinou, assim, tanto aqui conhecendo os bastidores, e coisa mais
legal, e pensar que vai lançar esse episódio aí né, pro pessoal que acompanha o trabalho
de podcast, então antes deixe a série também vão ter acesso a esses bastidores aí, esse
é muito bom, e agora a gente está chegando né, aí para finalzinha desse batipato, está
tão gostoso, fala Luiz, foi aquele, foi aquele credo que delícia, recebei diante e vou lá
lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá, deixa eu fazer
que eu estava perdido Luciano, se fez eu me perder aqui no roteiro meu Deus que vergonha,
então, isso é mais um conteúdo fruto da parceria entre a Dia de Lab e o canal dos Verrecas, Dia
de Lab, uma comunidade dezenas de cursos infinitas, possibilidades, e a pergunta que eu queria
fazer agora é seguinte, quais são as inseguranças como terapêutas postando dos anos de experiência,
por sorroberto, você pode responder pra gente, claro se bem, já na taxa também quiserem, né,
complementar, mas está sendo direcionada você que é o terapêuta da sérida. Olha, as inseguranças
são várias, né, a primeira delas é que as pessoas têm mudado muito, as pessoas têm
mudado muito, a cultura tem mudado muito, nada é como era quando eu comecei a atender
de 30 anos, já tenho mais de 40 anos de atendimento, de estrada, e foi passando por muitas transformações
das pessoas, muitas transformações das contingências, as condigências econômicas, culturais e todas
das que a gente tem passado, esses últimos tempos têm sido tempos de espanto, eu li outro
dia uma coisa que falou bem fundo, calou bem fundo dentro do meu peito aqui, eram as reticências,
e alguém dizia assim, e descobriu-se que dentro do armário havia muito mais fascistas do que
gays, e eu achei isso fantástico, porque esse é o grande espanto, esse é o grande desafio,
as pessoas são como são, a gente imaginava que elas foram sendo um jeito, muitas delas são
de outro, nós achávamos que estávamos indo para um caminho e descobrimos que não estamos
todos no mesmo caminho, então isso para mim é um desafio, como é que a gente vai poder acolher,
como é que a gente vai poder demonstrar que parte do problema que elas vivem vendo o próprio
comportamento delas, e é uma boa parte do comportamento delas que se faz a cultura com a qual
a patologia tem crescido, essa cultura que elas estão inseridas e cultível, e fazem, é que estão
produzindo toda essa desgracerva que a gente tem vivido nos últimos tempos, mas enfim, então esse
é um grande desafio, esse para mim é uma insegurança que eu tenho, insegurança agora do alcance do
nosso poder, acho que a outra insegurança é entender ou saber que eu não sei tudo, mas que eu
deveria saber tudo para poder usar da melhor maneira possível, então é um constante estuda,
um constante aperfeiçoamento, um constante beber de fontes seguras, de informações e de conhecimento,
para que a gente possa dar conta dessa vida desgraçada que a gente tem levado nos últimos tempos,
e não perder a esperança, e aí eu posso falar claramente para vocês que são jovens, já passamos
por situações como estas muitas vezes, muitas vezes e elas passam, elas passam, a gente se esforça,
as coisas entram no eixo, mas já passamos muitas vezes, só na minha vida já passaram muitas vezes,
mas é só olhar história, a história é cíclica, ela vai voltar, ela vai voltar, ela vai voltar, e acho que a gente
vai aprender pouco, se não olhar para história, então para mim os grandes desafios são esses, são poder
acatar o diferente, poder se aproximar do diferente, e poder fazer intervenções, não mas que vou dizer,
elas são corretivas, em alguma maneira, mas as pessoas só precisam entender de que elas sofrem
aquilo que elas produzem, e esse é o grande desafio, como é que eu faço elas entenderem e ficarem
sob controle de novas respostas para problemas que elas têm enfrentado, para mim isso, eu queria
comentar uma coisa, também falando de desafios, Luciano, você quer falar agora?
Eu quero, Dennis, na realidade, até eu vou passar a palavra para você depois, Dennis, depois dessa fala
toda ai, você que convive de pertinho, que você que convia tanto tempo, já, cara, isso
te ajuda ou te intimida, ou já te intimido antes, essa bagagem toda ai, tudo isso que ele acabou de falar
hoje em dia, você tirou de letra hoje, mas já teve um momento onde você olhou assim, falou, meu Deus,
se eu fizer pouco aqui, eu estou ferrado. Luciano, eu acho que essa é minha vida, só é que essa
lembra daquele programa que tinha esta é sua vida, eu acho que é engraçado desde que eu me
fornei, e estou ao lado do Roberto, desde então, sempre foi muito complicado, para mim essa
questão de crescer sem ser a sombra do Roberto, porque era uma referência, eu estava ali começando
do lado de uma referência, e eu durante muito tempo eu tentei fazer muitas coisas por separado dele
fazendo o projeto, levando projetos a parte do Roberto, para só mais tarde a gente fazer muita
juntos, então, foi um caminho que eu achei importante para eu construir a minha carreira sem
ficar, sem virar nesse visto como a sombra dele.
E aí, mais tarde, foi muito prazeroso a gente voltar a fazer um monte de coisas juntos.
E isso foi depois de uns 10, 15 anos de carreira que eu já estava um pouco mais seguro com a minha carreira,
a gente começa a publicar juntos, estudar juntos, fazer pesquisa juntos,
que foi que a gente sempre gostou de fazer.
Mas acho que se isso acontecesse desde o começo, talvez eu não consegui se marcar a minha. Enfim, a minha imagem pro profissional desvinculada na dele, isso foi muito delicado pra mim.
Você só fazia uma continuação dessa fala do Dennis, porque o gigante do meu lado,
assim, que eu consigo acompanhar durante muito tempo é o Dennis.
E eu acho que ele contar um pouquinho da história dele,
e me faz entender um pouco de onde vem a grande generosidade do Dennis,
assim, além de ser um trapeuta abridante, não sei quem eu conhece, mas de perto,
eu acho que a característica de generosidade está sempre ali, de. está sempre de mãobada.
É muito legal, é muito importante, e ajuda muitos trapeutas em início de carreira,
trapeutas que estão se aprimurando, que querem fazer o seu próprio caminho.
Eu fui muito agraciada de encontrar o Dennis, e toda essa generosidade de coração
no meu caminho, enquanto ter aperto.
Tá, deixa eu só fazer uma dentro aqui pra você.
Aí você vira e fala assim, "Nossa, eu estou aqui interagindo com Roberto Banáco,
está tudo mais, nossa, não posso sair, tem que sair da sombra dele, aí você fala assim,
"vão sair da sombra do Roberto, aí você cai na sombra do Dennis."
Aí você falou, "Meu Deus, tem que sair da sombra do Dennis!"
Eu não queria estar na sombra ali.
Noido Luciano, porque ambos não querem fazer sombra em ninguém.
Ambos querem que todo mundo brilhe, não é?
Eu acho que esse é o. é isso que me aproxima muito de estar num projeto assim com eles.
Não tem sombra na nossa relação.
Muito embora eu vejo uma sombra gigante, eles estão ali, igual pra igual.
Então ali olhando bem de frente pra gente e muito disponíveis.
Isso eu tenho que dizer de novo, que o Roberto falou um modelo portantíssimo.
O Roberto nunca quis brilhar mais do que ninguém.
Ele sempre trouxe a gente pra frente da cena.
Ele nunca quis colocar a gente atrás dele.
E a vida interessa ele fez isso com quem passou por perto dele, ele jogou pra frente.
Isso, eu tento seguir como modelo de vida.
Tem que sair de conseguir, às vezes, dois tropeços.
Mas acho que é um modelo que eu quero seguir pra ele.
Modelo direitinho em bet.
Alguma coisa que tem que ter feito direito, né?
Então ele é bom ter a peuta, ela tá taxa, será que é bom?
Excelente analisado comportamento.
Ai, eu não tenho tempo de graça, eu não fiz isso.
Ele joga nesse excelente pensão.
Você vem, pessoas.
Não, perfeito, ótimo.
Eu ainda vou comer um bacalhar lá em Santos ainda com em São Paulo com eles, né?
Quem não pegou a referência assistiu o episódio anterior que a gente tem o veniz Beto
e vocês vão entender, né?
Mas assim, eu lembro a primeira vez que eu e o Lucas, dois moleques, recent formados
do abusado, acho que o Lucas nem formado era na época, né?
Dois abusados, fomos lá e fizemos um convite pra Roberto Barnard, participado à live.
De um canalzinho, qualquer aí, né?
E falo qualquer assim, que na época realmente não tinha impacto zero assim.
E aí o Roberto topou de anti-mão ali e tal, foi meio que naquela assim, tipo, quem
são esses caras, né?
Quem são esses moleques, né, tipo, e aí a gente conseguiu bater um papo fantástico
e aí eu tive a usadia de fazer uma complementação na fala do Beto e aí ele falou assim pra
mim.
Não, não.
Não é nada disso.
Eu eita.
E aí?
Mas assim, eu agradeço de verdade mesmo assim, eu acho que aquela situação de a gente
no alvivo e aí o Roberto Barnard falou isso pra mim, aí eu falei "putz, é verdade",
realmente.
E aí eu olhei pra aquela perspectiva e foi muito gostoso, foi, e é sempre muito gostoso,
eu sempre brinquei com a Lara, acho que a Lara eu nunca tinha gravado com nem com Dennis,
nem com o Beto, né?
E é muito legal, é muito bacana fazer isso e aí eu imagino assim, a gente, de vez em quando
vem aqui, conversar ou seja, não pode queixo, ou seja, não alave com o Beto e o Dennis.
E você aí participando de pertinho com eles aí, conversando, trocando ideia, né?
E aí, conversando, conversando tanto com o Roberto, quanto com o Dennis aí, né, interagindo
fazer isso, imagino quanto isso agrega pra você, né?
O quanto isso é bacana e com pessoa e como profissional e muito fantástico, eu fico, eu fico
lesongiado literalmente em todos os momentos que eu posto aqui, patendo esse papo no online
e como já falei, né?
Eu vou comprar o bacalhar, vou deixar guardado e vou. a gente. eu vou fazer uma receita
muito boa, tá, com catopiri, e vocês vão gostar muito, tá gente?
Ó, a gente tá ta indo aqui pro nosso finalmente, né?
A gente poderia passar aqui, fazer uma temporada sobre, sobre essa série, a gente poderia
fazer uma série sobre a série, tá falando sobre bastidores, falando sobre tudo isso,
mas eu queria que vocês falassem aqui pra quem tá nos ouvindo e todos vocês, né?
E depois eu e a Lara pra fechar, o episódio a gente vai falar como foi também isso aqui,
né?
Essa participação nossa aqui, como que é produzir um conteúdo tão inovador quanto
esse, né?
E aí eu vou deixar a segunda parte dessa pergunta pra Lara fazer depois que vocês exponderem
essa primeira parte, eu acho que vai ser bem bacana, tá bom?
Bom, eu posso começar respondendo, pra mim tem sido uma delícia fazer tudo isso.
Eu. é interessante você falar com o teu de novo adorno, não sei, eu acho que até
a gente já tem outras coisas sendo feitas por aí, por exemplo, aquela série em Twitch,
mando que no Brasil virou interapia alguma coisa.
Cessão de interapia, né?
Cessão de interapia, mas o que a gente queria é trazer isso primeiro pra dentro da análise
do comportamento, né?
Tipo, fazer dentro de uma sessão analítico comportamental e que isso fosse mais pra fins
de dados e menos pra fins de entretenimento, embora tem toda emoção de seguir a cada episódio
que vai acontecer com a captura, tem uma emoção aí na história, mas a ideia é sempre
pensar em formação, né?
Então, eu acho que o que tem de novador é nesse sentido, né?
Trasei uma ideia como essa pra formar terapêutas e pensar a cada instante o que o terapêutas
precisa aprender disso tudo e como a gente tem que produzir um conteúdo que favorece essa
frente, se acha, pra mim, esse é o grande desafio, ao mesmo tempo, a grande proteção
desse projeto.
Pra minha grande proteção desse projeto, eu acho que já fui deixando claro, né?
Mais uma das coisas que também são geniais pra mim são as ideias do Dennis, né?
O Dennis, pra mim, é um motor, ele é um motor e ele me coloca em movimento o tempo inteiro
porque você deixa, eu sou um plasma, né?
Eu costumo falar aqui o seu, onde eu caio, eu grudo escorrego, né?
[risos]
E o Dennis me cutuca, me cutuca, me cutuca, me cutuca, me leva pra frente, é uma delícia
ter pelo como diretor nesse sentido, né, dos projetos dele, às vezes eu reclano porque
dá trabalho, são sempre projetos bem elaborados, são sempre projetos muito, né?
Então, pensados e com propósitos excelentes, sempre, enfim, né, são projetos dos quais
ele é apenas participar.
E acho que a grande emoção é saber que as ideias continuam se expressando da melhor
maneira possível, né?
Sempre com propósito de fazer boas formações e sempre com propósito de estender um trabalho
de qualidade para a comunidade de uma maneira geral.
Então, esse é o alvo e, pra mim, o motor é o Dennis, ele que vai empurrando e empurrando
e puxando a gente para fazer um monte de coisas, eu adoro o estado lá do dele, é bem linda.
Gente, como é lindo ver vocês falando um do outro, né?
Hoje que a Natasha também trouxe ela, que conhece vocês mais de pertinho, só faz a gente
admirar mais vocês, enquanto os profissionais, enquanto pessoas, e que perve lesse aqui.
O comportamento humano é um universo infinito com múltiplos caminhos, possibilidades e
interpretações, para conhecer profundamente o outro, é preciso buscar incrasávelmente
se aperfeiçoar.
Somos uma comunidade criada pra isso, e é de Lave, a comunidade digital do analista
do comportamento.
E a última pergunta que eu queria fazer para vocês em relação à série é o seguinte,
como foi trazer essa questão da teoria para a prática,
e pensar que isso vai estornar um conteúdo idático, pedagógico para pelotas, enfim,
como foi esse processo?
Olha lá, acho que a gente falou isso ao longo dessa conversa em elementos,
mas a gente tem como o eixo condutor aqui, é a primeiro armário do comportamento,
e todo o desenvolvimento, todo o estudo que vem sendo feito sobre habilidades terapêuticas,
eu venho, esse é sido tema de estudo da vida, o meu grupo de pesquisa vem olhando para isso em várias frontes,
e eu acho que quando a gente pensa cada episódio da série, eu acho que eu tenho por trás dessa ideia,
que o que um terapêuta precisa aprender, mesmo quando eu sento com a matacha para almejar a sequência do que a cliente vai prazer,
a gente também tem a invista a essa preocupação, esse conteúdo primeiro não pode ser uma cliente tão certinha que segue todas as regras do terapêuta,
que faz tudo direitinho, porque torna fácil demais, e a vida de terapêuta não é fácil demais,
é uma cliente atrapalhada que quebra regras, que se propõe fazer uma coisa chegar lá num da certo,
tem um marido mais atrapalhado ainda que quando ela tenta fazer as coisas, ele entra e corta e leva para outra direção,
e é isso que é a vida do terapêuta, e a gente queria trazer essa realidade, essa coisa mais próxima da realidade de ser terapêuta,
então isso que está por trás do planejamento, Luciano, você vai falar alguma coisa?
Essas são as palavras do roteirista, diretor, foi. e aí por aí vai, né, é produtor e assim vai, né,
então olha só o peso aí, né, vocês vão conseguir falar alguma coisa na taxa e rober, depois esses palavras dele,
vai falar dele, se gostinou, desculpa de cortar, mas o cara, muito obrigado, mas acho que é isso, essa preocupação,
e claro, contar com o Roberto, com a experiência do Roberto que toma frente, e os desafios que a gente joga para ele abraça,
e faz alguma coisa, ele atende e conduz a sessão do jeito que nos surpreende, e acabas avançando o cara,
a taxa chega Dennis, Roberto, Roberto, me deu um nó na sessão, e é. Eu nem vi isso vindo, o que eu faço? Corra, ele virou a mesa!
O Dennis, ele não conseguiu roteir o não, Dennis, nada a ver aquilo que ele falou, ele não conseguiu roteir o não.
Não devem uma sessão, uma das vezes que a gente sentou para planejar, e foi bom, a gente faz assim, e tal, e depois,
certamente Roberto vai por esse caminho, aí então a captura vai fazer assim, quando chegar nessa sessão,
Dennis, Roberto, deu um nó e virou completamente, e eu fui na onda, e eu nem vi isso acontecendo!
A gente vai planejando, tendo tudo isso, por trás, mas ao mesmo tempo, contando com o expertise do Roberto que vai conduzindo, e nos conduzindo nesse processo.
Eu sei que é difícil, mas se vocês ainda encontinam a Roberto, na taxa, falando respondendo, aí a pergunta que a Larinha falou, sabe?
Então eu acho que, acho que o que falta o Dennis falar é que o projeto não para nessa temporada.
Acho que isso acabou incentivando e mexendo, com todo mundo, de uma maneira que eu estou adorando ver, e saber que tem uma continuidade.
Você não quer falar disso, Dennis?
Pois é, eu não vou dar spoiler de o que vai acontecer, mas já estamos pensando já a continuidade, e quem topou, abraçar, foi uma terapêuta infantil, super conhecida.
Então, eu vou deixar no suspense aqui, mas, proente, a gente vai ter um entendimento de uma adolescente, uma criança, porque acho que para filmar, essasções para infantil, serem um pouco mais difícil, mais de uma adolescente ou brea adolescente.
Como assim? Eu tinha que atoa, eu não vou participar não, da segunda temporada?
Fala terceira, senão você ainda vai ser atendido como Tarzan.
Que o que fala topo, desafio, mas você fala pouco.
Eita, eita, aí não. Você é um mudo na sessó de terapê, então?
Esse mudo se labe, com mudo não.
Mas olha, mais uma dica, a próxima personagem também vai vir da literatura.
Mas olha, só temos dicas, não temos nada concreto, então vamos ficar só com gostinho aí, o que será a próxima terapêuta e qual será a próxima história?
Erfeito, gente, eu não. Quem está assistindo o vídeo e o pessoal que está participando aqui, de vez em quando eu ficava aqui no seu lar aqui, digitando aqui, e eu estava falando com Lucas, e a gente. A edição do podcast, do áudio, normalmente é o Lucas que faz, e aí o Lucas teve um problema técnico no computador dele, e quem vai fazer essa sou eu, se não ficar bom, eu vou falar que foi o Lucas, tá bom?
Mas aí eu ficar mandando por Lucas, cara, nossa senhora, cara, eu tô eufórico, cara, eu sei o que, tal, cara, eu sei o que legal, não sei o que. E se eu tô me sentindo assim, que eu já conversei com vocês, e já faço isso aqui, algum tempinho, já, tal, e. Eu imagino como que a Lara tá sentindo, e então assim, começa aqui com nosso encerramento, né, porque. Eu sei que o Denji já colocou o bacalhado no forno, já, então a gente já. Essa piada vai ser muito. Vou usar ela sempre, porque eu tiver dia de vocês, eu vou cansar de usar essa piada, como vocês. E eu quero muito, quero muito poder, quando vocês tiverem aqui na região de Assis aqui, por perto, Londrina, Londrina fica a uma hora e meio aqui de Assis, tá?
Quando vocês tiverem por aqui, a gente faz questão de pagar o transbado de vocês para vocês vinham aqui, nosso, para a gente gravar pessoalmente aqui, tá bom?
- Bá. - Eu não sei se eu vou dar conta, eu vou ter que ter uma ou ter imóvel aqui na frente, do. do. do. do. do. do estúdio, para a gente ter, pode fazer isso, eu fico sempre, sempre, desde a primeira vez, foi muito bom conversar com o. A princípio com o Beto, com Roberto Banaco, e depois nas outras vezes com o Denji, e a gente sempre é uma satisfação imensa, tá aqui, tá?
Pode fazer parte disso, e. e falo isso em meu nome, em nome do Lucas também, que. teve um compromisso, e não está aqui conosco, mas que eu tenho certeza absoluta, como eu disse, eu estava conversando com ele aqui no. pelo celular, e eu tenho certeza que. as minhas palavras são as palavras do Lucas, eu. é uma satisfação imensa, eu bodei participar disso, é uma satisfação imensa, eu poder ter. levar esse projeto, né, do. do podcast, e poder ajudar a divulgar aí os projetos da dia de que a gente tem um carinho imenso, tanto pela dia de quanto cada um de vocês na taxa, para bens, para bens mesmo, de verdade, é muito obrigado, né, por contribuir com. com a análise do comportamento, nessa série, e. fazer tão bem feito aí, né? A gente ainda não assistiu a série e a gente espera que a gente
recebe a série antes de ser lançada, né? Como a gente recebe o teaser, a gente espera receber, a gente
vai fazer tipo aqueles vídeos de, sabe, o youtuber de que assistiu o filme antes, né? Então a gente
espera fazer um comentário, gente, se você quiser assistir, nossa, senhor, a gente assistiu em primeira
mão aqui, nossa, muito bom, né? Então a gente já sabe, se a gente já tem um roteiro pronto, já aqui, né? Porque não
não precisa nem assistir pra saber o quão bom vai ser essa série. Muito obrigado a todos os
envolvidos, né? Não vou nem citar nomes, porque eu sei que além de você estresse em toda uma equipe
envolvida nisso aí, então não vou nem correr o risco de citar nomes. Quer agradecer, o nosso amigo
irmão, voz de veludo, Pedro Quaresna, por também, né, ter feito, ter nos dado privilégio de estar aqui
hoje. E aí agora eu vou passar a palavra pra Lara pra ela tentar, né, se expressar, né? Porque
você vai te ver, eu for o que aconteceu, ela vai gaguejar um monte. Vai lá ali, tá?
Ah, e antes de eu falar, eu quero abrir, né? Pra defender o deles, pra defender o Roberto
pra matar a sua casa, eles queiram deixar aí algum comentário final que eles devem convidar
Só para se acertar.
E daí depois você encerrará-me, pode ser?
Ótimo, eu queria fechar aqui, comentando. A delícia que é trabalhar com essa dupla, né?
Professionalismo da Natacha, ao cuidado da Natacha,
o carinho com que ela está levando esse projeto,
só me faz uma apaixonar cada dia mais, muito bom trabalhar com ela.
E o Roberto, um preciso dizer também, que me faz apaixonar cada dia mais,
mas que eu vejo o como eu posso aprender com ele a cada dia da minha vida.
Então, só reforça a minha dimiração de meu carinho.
E eu queria agradecer a vocês também,
porque a gente está tendo esse papo, e vocês sempre estão acolhadores,
estão gostosos de conversar, de bater papo.
Obrigado por isso.
É, eu queria só terminar, dizendo para vocês,
que eu sempre gostei muito de trabalhar com equipes, né?
As equipes sempre foram a minha base,
e sempre foram meu chão.
Então, assim como eu já convidei vocês,
muitas vezes, para seguir em coisas do paradigma,
eu apontaria sejam tudo que tiver da Día de Lébbe,
sejam tudo que tiver do canal dos Berrecas,
porque são equipes maravilhosas, geniais,
e que levam, de fato, a análise do comportamento para a frente,
que vão maneiro nesta limpa, profunda, sólida,
então, não perca nada dessas equipes.
Eu só queria acrescentar mais uma coisa do Siano,
eu falei da trabalhar com esse. Quer me fartar, Roberto Banaco?
Quer me fartar?
Desculpa, deles vai lá.
Eu queria só acrescentar e eu falei de trabalhar com essa dupla,
não é só essa dupla, trabalhar com essa dupla,
e com a dupla Pedro Quaresma e Pedro Conte,
meu Deus do céu, o que é trabalhar com esses dois.
Você tem a ideia hoje e amanhã já está tudo pronto,
encaminhado com o teaser com o seu queita,
no ar, e ele vai me divulgar,
e eles topam qualquer parada.
São duas pessoas criativas, geniais,
e que tem um dinamismo, um fazer acontecer,
que eu fico, assim, em basbacadas.
É isso, qualquer ideia, você tem, eles compram a ideia,
e amanhã já está pronto, entendeu?
De um jeito incrível, genial.
Então, não é só com essa dupla, trabalhar com esse quarteto,
e a patrícia que ela está sempre nos bastidores ali,
mas que ela faz a coisa acontecer também,
em outra instância, mas incrível trabalhar com essa galera.
Muito feliz com isso.
Eu gostaria de agradecer pelo convite, pelo acolhimento,
por vocês me deixarem tão avontade, em pleno domingão.
Sei que sou uma privilegiada, nem me sinto.
Sei que sou uma privilegiada de poder ter acesso,
há um monte de coisas, né?
Aldenis ou Roberto pessoalmente ali.
Eu agradeço muito a paradigma pela bolsa concedida,
porque eu pesquiso, porque eu sou bolsaista por lá.
E eu acho que eu compromisso do Denis, do Roberto,
do podcast de vocês, da Dia de. é conseguir levar esse lugar tão rico em aprendizagem,
tão rico em trocas, tão honesto e tão humano.
Para lugares talvez não tão perto,
com pessoas que não têm a privilegiada de poder,
fisicamente está geográficamente tão perto.
Mas eu acho que é incrível a forma como a divulgação científica,
como a divulgação de conhecimento.
Ela tem que acontecer, ela tem que abranger todo mundo que está afim.
E acho que está conjunto da obra aqui, nós cinco e um monte de mais
pessoas temos em cinco minutos.
Está todo mundo muito afim.
Então, sigo assim.
Obrigada.
Gente, eu só tenho a agradecer também, né?
É o privilégio de estar aqui com vocês hoje,
de fazer parte do canal dos Berreques,
quando eu nem sonhar e entrar no canal, né?
Se acompanhar o podcast,
vou ter que contar aqui o episódio favoritelo
do professor Roberto Vaná.
Tem episódios sensacionais lá,
mas aquele assim para mim me marcou muito, é muito docante.
Então, assim, não tenho nem como descrever o que é estar aqui com vocês hoje, né?
E participar do canal e ter oportunidade de conhecer tanta gente, né?
Importante, aí, tentando conhecimento a compartilhar
outra coisa, né, também antes.
E entrar para o canal, eu já acompanhava o trabalho da dia,
eu já assinava plataforma e estudava muito pro lá.
Tem muito conhecimento, né?
Então, assim, só posso agradecer por tudo isso.
Deixar aqui, né, para vocês, já que o professor Roberto recomendou.
Então, sigam lá o nosso trabalho,
dos acompanhos, redes sociais,
mesmo com a dia de lá, né?
Companhei o pessoal que sempre tem muita coisa interessante.
E é isso, gente. Um grande abraço para todo mundo.
Muito obrigado por vocês aceitar em estar aqui com a gente hoje.
E fiquem agora com a voz de Velo do Espetro e Parezo.
Isso é mais um conteúdo fruto da parceria entre a dia de lá,
e o canal dos Berreques.
Dia de lá, uma comunidade de exenas de cursos infinitas possibilidades.
Podcast Summary
Key Points:
A série "Dia de Lábio" apresenta gravações reais de atendimentos terapêuticos com personagens baseados em histórias, como o "Bentinho", para simular e ensinar decisões terapêuticas.
A produção envolve profissionais como Roberto Banac, Dennis Amianne e Natasha Reiamizo, com foco em realismo emocional e desenvolvimento de habilidades terapêuticas.
O projeto prioriza a autenticidade do atendimento, evitando scripts rígidos e promovendo decisões espontâneas e reais, com reflexão pós-consulta.
Os participantes enfrentam desafios emocionais e éticos ao vivenciar a perspectiva de cliente, exigindo empatia, desapego da história e presença plena no atendimento.
A série busca formar terapêutas com maior sensibilidade, capacidade de observação e consciência sobre a complexidade do comportamento humano.
A ideia é integrar pesquisa de processo com prática clínica, fortalecendo o olhar científico e a formação de habilidades terapêuticas.
A produção é resultado de parceria entre a comunidade Dia de Lábio e o canal do Berrecas, com foco em educação, acessibilidade e inclusão do conhecimento.
A série tem como objetivo transformar a prática terapêutica, desafiar automatismos e estimular o aperfeiçoamento contínuo do profissional.
Summary:
A série "Dia de Lábio" apresenta um projeto inovador de formação terapêutica com gravações reais de atendimentos, onde personagens como o "Bentinho" são usados para simular situações clínicas reais. A produção envolve psicólogos como Roberto Banac, Dennis Amianne e Natasha Reiamizo, que vivenciam atendimentos com foco na empatia, autenticidade emocional e tomadas de decisão presentes no processo terapêutico. O objetivo é mostrar como as decisões dos terapeutas surgem de forma espontânea, em resposta a situações complexas e imprevisíveis, evitando scripts rígidos.
Participar significa enfrentar desafios emocionais, como a necessidade de se desapegar da personagem e se conectar com a realidade do cliente. A série reforça a importância da pesquisa de processo como ferramenta pedagógica, ajudando terapeutas a desenvolverem um olhar crítico, sensível e científico sobre o comportamento humano. Além disso, o projeto destaca a importância da formação contínua e do compartilhamento de experiências entre profissionais, tornando-se um exemplo de parceria entre comunidades de análise comportamental e prática clínica.
A série é vista como um instrumento educativo que transforma a prática terapêutica, promovendo maior consciência, empatia e aperfeiçoamento profissional.
FAQs
O objetivo principal é oferecer uma formação prática em habilidades terapêuticas por meio de sessões reais de terapia gravadas, com foco na tomada de decisão do terapêuta e na vivência do processo terapêutico com realismo e profundidade.
A série prioriza a naturalidade do atendimento, com a terapeuta Natasha atendendo como cliente em uma situação real, e os terapeutas Roberto e Dennis discutindo as decisões no momento, sem seguir um roteiro fixo, o que torna o processo mais autêntico e reflexivo.
Os principais desafios são manter a imersão na personagem sem se afastar da realidade emocional, desligar-se da história fictícia para atender a uma captura real, e lidar com emoções profundas como o choro durante as sessões.
A série proporciona uma visão prática e emocional do atendimento, permitindo que os jovens terapeutas observem e reflitam sobre decisões terapêuticas, aprendendo a lidar com imprevisibilidade, emoções e a complexidade do comportamento humano.
Essa frase destaca que as respostas humanas são variadas e não previsíveis, e que a prática terapêutica exige aperfeiçoamento contínuo, pois cada cliente e situação é única, exigindo sensibilidade, empatia e adaptação constante.
A participação de terapeutas como Roberto e Dennis garante autenticidade e experiência prática, pois os relatos são baseados em sessões reais, ajudando os espectadores a compreenderem melhor a dinâmica e os desafios do atendimento terapêutico.
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