T2 Episódio #16 Rodrigo Gaspar: “Quando falamos em impacto, o idioma de uma mesa de reunião é totalmente diferente do idioma de outra. Precisamos entender isso"
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No episódio, Marcos Pinheiro e Laura Paiter entrevistam Rodrigo Gaspar, que acaba de deixar o cargo de COO do Sistema B no Brasil para se tornar sócio-CEO do Impact Hub em sete estados. Rodrigo começa falando sobre a importância da auto-descrição, prática que aprendeu em reuniões e que os apresentadores adotaram no programa. Sua carreira inclui experiências em multinacional, governo e terceiro setor, o que lhe ensinou a adaptar sua comunicação a diferentes "idiomas" corporativos, sociais e políticos, essencial para convencer lideranças a aderirem à certificação B. Ele destaca que o processo de certificação é longo e exige persistência, citando casos de empresas que levaram anos ou múltiplas tentativas para serem certificadas. Rodrigo também menciona sua decisão de usar apenas o LinkedIn como rede social, o que o ajudou a focar em conexões profissionais e a criar histórias de sucesso, como uma que ele conta no quadro "Tétra ou Treta". Ele reforça que o impacto real vem da coerência entre discurso e prática, e que a neuroplasticidade e a reprogramação mental são fundamentais para liderar transformações sistêmicas. A entrevista termina com Rodrigo celebrando o novo desafio no Impact Hub, mantendo o compromisso com negócios de impacto e a esperança de que, apesar das dificuldades, vale a pena segurar essa "barra" pelo planeta e pela sociedade.
[Música] Fala pessoal, tudo bem? Tem que falar aqui, é Marcos Pinheiro. E Laura Paiter? Com mais um episódio do Essa Barra que é gostado de SG, hoje é episódio de entrevista e talvez, cara ouvinte e cara ouvinte, vocês te jolhando aqui o meu fundo, não tá aqueles livros maneiros, não tá aquela luz maneira, não tá aquela história que você gosta de ver ou vi aqui no nosso podcast, porque costou na São Paulo Climate Week, eu não estou no Rio de Janeiro na minha casa, estou em viagem, só aqui é a data da gravação, estamos fazendo a gravação, não tá mais bela luz, não tá mais bela o fundo, mas entrevista vai ser super bela. Antes da Laura te contar quem é o nosso entrevistado de hoje, ficam aqueles avisos. Houve até o final da cinco estrelas, pega o linkzinho do Spotify, manda naquele grupo da resenha da galera, fala porra, houve esse que está maneiro demais, estou tenc certeza que você vai adorar. Isso é uma pessoa jurídica que quiser patrocinar a nossa temporada, quiser patrocinar um episódio, fala com a gente, chama Laura lá no Inquedinho, Laura Piter com E, Peter que Marcos Mierro, o meu mais fácil brasileiro, e esse é só chamar gente que a gente faz essa resenha, beleza? E antes de passar para Laura contar quem é o nosso entrevistado de hoje, eu vou fazer a minha auto descrição que foi inclusive uma dica desse convidado que a gente nunca faz auto descrição, ele sugeriu, a gente vai fazer. Então, bom, eu sou um homem de cabelo castanho, curto, branco, estou usando uma camisa social azul, um pouco aberta, um fundo aqui, praticamente todo branco. Já Laura está com um bonemaneiríssimo, ela vai contar que boné é esse, já vai falar do entrevistado, vai falar tudo que ela tem que falar. Conta a história, Laura, fala pra gente. Oi gente, mais uma super episode de entrevistas, estamos super felizes com o nosso convidado, e essa questão da auto descrição na real, foi uma provocação minha, porque eu já participei de várias reuniões com esse convidado, e ele sempre faz isso e reuniões. E eu achava assim, super interessante o filho, e nós se preocupa tanto com isso. E me marcou, eu ouvi-lo fazendo em reuniões online, com várias pessoas, ele sempre, quando ele vai falar, ele se apresenta, ele faz auto descrição, e faz um hábito, não sei se eu posso chamar de hábito, mas é uma coisa super importante se fazer. E aí eu falei pra o Marcos, eu acho que a gente tem que fazer, até porque hoje a gente tem um episódio também, que é vídeo, então você pode estar nos escutando, mas eu também pode estar vendo nosso vídeo. Então, eu acho que é super importante, a gente se é inclusive. Então, vou fazer minha auto descrição, e já vou entrar aqui na introdução desse convidado, que vocês devem estar super curioso. Então, eu sou uma mulher branca, eu tenho cabelo castanho, que é mais ou menos na altura do ombro, estou com uma blusa beige, e eu estou com um bonea, que está escrito "maga", e agora galera que pira, né? Gela, mas não é esse "maga", é um "make Amazon Green Again". Muito maneiro, é um bonea demais, que eu ganhei no TX Amazone, que inclusive vai rolar de novo agora no Ecuador em breve. Então, é isso, esse é a auto descrição, e vamos agora para a apresentação do convidado, que é a parte que eu mais adoro fazer e vocês sabem. Bom, primeiro, eu conheci ele através do rolê da certificação B, porque ele era simplesmente o "cosio" do sistema B no Brasil. E para quem, como eu, me agulhou a fundo nesse rolê da certificação B, sabe que também pode ser uma treta. Às vezes, então, se você, em algum momento, botou um dedinho minginho dentro do sistema B, você certificou a sua "meu, você conheceu o nosso convidado e seu tenho certeza". Mas ele é um cara super inspirador, porque estou muito feliz dele vinha aqui, assim, a primeira vez que eu ouvi ele falando, foi no curso de multiplicadores B, eu estou falando porque eu sei que o Marcos é multiplicador B também, e muita gente, talvez que eles deixem escutando, a gente também é multiplicador B. E eu lembro que ele entra para fazer abertura, e aí ele faz a auto descrição dele, ele começa. sabe, quando está uma história e é um brilho no olho, que quando termina, você fala "nossa, aqui demais, estou certo", "todo lugar certo", e você fica até empolgado de fazer um curso que são seis meses e termina dez horas da noite, sabe? Então, eu acho que que ele traz esse frescoura, e essa coisa que é muito inspirador. E o mais interessante, fuxicando a carreira dele, que é o que eu faço para fazer essa introdução aqui, é que ele meio que tem um perfil diferente, porque ele viveu três eixos do impacto, né? Então ele trabalhou numa empresa multinacional no início da carreira dele, com a minha engenhar. Depois ele foi pro governo, trabalhar como servidor público, no Distrito Federal, e depois ele jogou tudo um liquidificador e decidiu virar uma das principais lideranças de negócios de impacto no Brasil. E além disso, é um paisão, um pai babão que eu sei, tem duas filhas maravilhosas, e também é algo muito legal assim, que ele fala muito, ele fala muito das filhas, eu lembro que as filhas todos douram aparecer, no curso de multiplicadores B, então elas são lindas, e ele também, além disso, ele sempre fala que é pai, que também é outra coisa que eu adoro nesse nosso convidado, assim que ele traz isso também, como uma coisa protagonista na vida dele. E aí, eu estava muito aviando o link de Indel, eu achei um rolê aleatório que ele fez muito legal, porque ele foi numa missão voluntária para a gana, para a cidade de Cumase, para um orfanato, para construir uma saída de esgoto, porque quando eu te vi, eu te entravava do Ministério das Crianças, ele ficou lá fazendo esse trabalho voluntário, nesse orfanato de gana, eu achei isso muito interessante, porque vamos perguntar isso para ele, mas eu acho que, que realmente, talvez seja algo que toque tanto a gente, transforme tanto a gente, que ele se tornou uma pessoa de impacto, para além do PPT, uma pessoa de impacto real que vai lá e faz. Além disso, ele é facilitador de comunicação, não viu? Lenta teoria-údice, prima positiva, ou seja, é um líder que vem de outras escolas, né, amigos, não é aquele líder tradicional, que faz só business, como é que é MBA, né? Então isso acho também maravilhoso. Então vamos lá, no Currículo Meijos. Nos últimos anos, eles teve a frente do sistema B, no modelo raro de governança colaborativa como COCIO. E nesse período, o número de empresas certificadas, B, no Brasil, salto-o de 100, para mais de 350. E não foi porque eles baixaram a rego, não. Foi porque ele também foi um dos caras que liderou, a entrada desses critérios novos, que eu não quero nem falar sobre isso, que me dá nervoso. Mas esses critérios novos que estão dando muita dor de cabeça, mas que subiram muita barra da certificação B. Então eu mesmo conheci ele, porque fiquei perseguindo ele, coitado, perseguindo ele, porque eu estava ajudando uma empresa, que talvez esteja discutando da gente, que queria se tornar B e eu precisava engajar a liderança. Eu como consultor, estava ajudando eles. E assim, as mulheres, né, as gerentes, as geratoras, sempre mais engajadas, mas tinha que chegar no CO. Todo mundo tinha que comprar, e eu falei, "Rodrigo, pelo amor de Deus, fala com esses homens, pelo amor de Deus, Rodrigo foi conversou, participou de várias janiões, e eu não sei se você sabe o Rodrigo, mas eles ganharam a certificação. Eles foram certificados, então, assim, vitória para o nosso time, assim, a gente conseguiu que eles fizessem muitas transformações no último ano, ganharam a certificação B, e, assim, um esforço aqui com o Junto, assim, uma estouqueada minha básica de ficar em chão de saco do Rodrigo." Bom, e hoje temos uma notícia fresquinha, que é o que ele vem falar muito aqui hoje para a gente. Depois de 7 anos, nos sistemas B, ele encerrou esse ciclo para se tornar sócio e CEO de 7 operações do impact hub no Brasil, tocando Centro-A e este norte, nord-10, em 7 estados diferentes, ou seja, um novo ciclo, o novo capítulo, a gente pegou ele bem nessa virada, porque ele acabou de anunciar isso, e é um outro desafio, mas com a mesma carinha de impacto. Então, o Rodrigo Gaspar seja muito bem vindo ao essa barra que é a gastar de SG. - Wow, que apresentação, obrigado por isso, obrigado por trazer, quase que pilares submersos dessa conexão que a gente vem constrindo nos últimos anos, lá, hora, marco, super, admirador, seu aqui, de conteúdos, da influência, que você causa com tanta coisa boa que você vem constrindo nos últimos anos, com a sua ajuda, com a sua vida, com a sua trajetória. Tenho certeza que o fundo bonito que você mencionou, carrega uma propriedade de vida no impacto, que brilha muito mais do que a Luiz, que ilumina o Ringlight, do que ilumina uma boa qualidade de câmera, e caramom prazer, aqui com você, marco, a hora querida, estivemos juntos, em tantos momentos, nesses últimos anos, e em tantos lugares do Brasil. Então, me sinto esteremamente privilegiado de poder estar contribuindo com a Sport Cash, que nos lembra aí, as músicas dos anos vindo-uros, vamos acusar a nossa identidade, a nossa idade, a nossa identidade, a gente vai até acusar e falar bastante dela, mas a nossa idade, porque a barra que a gente precisa segurar pra o planeta, pra sociedade, é diferente daqui, era quando essa música foi lançada, que inspira aí o Sport Cash, e eu tenho certeza que a gente está capacitado para se juntar numa inteligência coletiva e fazer a diferença. Eu falo porque de mim, agora me conta aí, migui, calma, já vai falar, a gente vai trazendo, a gente vai contando, a gente vai se berem bola, e a gente já te pergunta. Então, a gente vai começar aqui, te perguntando, a pergunta que é sempre a mesma, poderia.
é uma barra gostar de SG? É uma barra, é uma barra. E talvez a vida seja uma barra, né? A grande questão como um homem que gosta muito de esportes e pode levantar literalmente muitas barras na minha época que eu treinei e CrossFit, entendeu que é o levantamento de barra ou límpico, o que é esse lugar de coordenação e que libre posição técnica e explosão. E tudo isso junto me faz ter a certeza de que é uma barra, mas é uma barra que o mundo precisa. E é uma barra que nós precisamos nos enxergar como protagonistas. Eu me enxergo como um protagonista. Quando a Laura fala desse episódio tão marcante da minha vida, que é poder ter ido para comase, para gana, para África, para conhecer aquele continente origenário de tantas coisas maravilhosas que a gente vive no planeta. E me ver dentro da minha trajetória com mais de 25 anos profissionais, entendendo quais foram as barras que eu já segurei, barras conscientes, barras inconscientes, segurar a barra hoje do SG e carregá-la para tudo o que eu faço e principalmente para tudo o que eu sou, me dá cada vez mais, assim como sua sua fala, um realismo esperançoso de que eu estou acordando mais um dia na direção certa. Não é fácil todo dia, não é simples, é às vezes motivo de chacota, motivo de desesperança, motivo de talvez afastamento certa maneira, quando você tenta fazer algumas mudanças de indicadores que de fato precisam ser mudados, mas é uma barra que me dá muita energia e me coloca em desafios de vida que se alinham cada vez mais aos meus propósitos do que eu sou. Então é uma barra demais, mas é uma barra que vale muito a pena. É isso aí, a gente sabe, a gente sabe, a barra também desistente ficados, tem uma vermente. Rodrigo, eu queria falar um pouco da sua trajetória, eu fiquei um pouco fascinada com a sua história, não conheciam detalhes, mas eu achei legal que você passou por empresa, foi servido ao público e virou um agente de impacto nesse lugar, em não terceiro setor, mas em negócios de impacto, como impact hub, empresa B, sistema B. E cada um desses mundos tem uma lógica muito diferente, um é lucro, outro é governo, tipo talvez um bem-estar ali da sociedade, impacto, meio que você tem que influenciar todo mundo. O que você aprendeu desses mundos, licticador que você botou tudo junto, é que aprimorou a sua visão de impacto e te ajudou a efetivamente gerar o impacto e influenciar tantas empresas, por exemplo, no caminho mais B. Bom, foi um caminho mais B, né? A gente tinha um produto que se chamava Caminho Mais B, então ela Laura fala isso, porque ela tava lá atrás, e ela sabe que o caminho mais B, que o Brasil que criou pessoas incríveis, que eu pude trabalhar junto, inspirar, criar um caminho que era para transformar organizações e empresas em mais B, era muito focado nas empresas, mas se aplicava para organizações em geral, e eu fui um dos grandes cuidadores e desenvolvedores desse programa maravilhoso. E o que eu trago dentro da minha resposta é que passar por diferentes lugares, diferentes esferas, diferentes territórios, me mostrou uma linha lógica de conexão para a transformação que precisa ter uma sabedoria em termogir de homas. E eu nessa minha jornada pude desenvolver uma capacidade de reprogramação mental que me ajuda muito a aprender novos idiomas. E eu sou muito bom em aprender novos idiomas. Então eu pude aprender dentro desse caminho de ressignificar os meus caminhos mentais, um meu melhor momento, assim, eu falava seis idiomas diferentes de idiomas do mundo. Então eu aprendi a falar rúso em um mês, aprendi a falar italiano em dois meses. Então eu aprendo muito rápido e boto em prática e vou e falo, e eu sou muito corajoso. Então eu não tenho medo de botar para fora e te falar, eu sou muito corajoso. E o que isso tem a ver com a minha história? E a efetividade que eu consegui trazer para o meu propósito dentro desses últimos 7 anos do sistema B, quase 10 anos trabalhando com impacto, é que os idiomas precisam ser colocados de forma apropriada nos lugares certos com as pessoas certas na forma certa e no lugar certo. Então sim, existem muitos idiomas. O idioma de uma mesa, de um presidente de conselho e de um CO, não é o mesmo idioma de uma parceria no terceiro setor, que não é o mesmo idioma, que precisa ser aplicado em um nível de gerência de uma pessoa que quer fazer uma certificação B de uma empresa gigantesca. Então a identificação desses diferentes idiomas e a forma de se conectar todos como seres humanos para que os objetivos que as organizações e as pessoas têm, possam ser congruentes para essa transformação, é uma grande chave e pode parecer muito subjetivo isso que eu estou falando, mas o que eu tenho para dizer é que, quando nós temos a propriedade e a clareza de um propósito, de inteligência coletiva, como de um movimento que é um movimento B para a transformação da sociedade que mostra com a linguagem do mercado, prova conceito, retorno, como que isso tem um retorno sobre investimento, como que isso pode ser aplicado dentro de tangíveis e intangíveis dos negócios, e você aplica esse entendimento para os lugares certos com as pessoas certos, você consegue trazer uma força de convencimento. E aí eu chego no lugar talvez mais prático de um olhar de processo comercial, por exemplo, que é a persuasão que você precisa ter de uma grande liderança para que um processo de uma certificação como a certificação de uma empresa B ela aconteça, porque para vocês terem ideia, o processo de certificação de uma empresa global como a Danone levou mais de 10 anos, gente, 10 anos, mais de 10 anos. Então assim, não é um fogo de palha, não é algo de custíssimo prazo, é algo de construção, e quando a Laura foi falando, "Ah, a gente se falou muito, foram ouvindo muitas vezes, e foram ir das vindas, elas me odeios, e agora tem uma notícia, que que é isso meu Deus?" E o processo é assim, porque de fato precisa ter uma determinação para uma direção, e eu pude participar de muitos casos de sucesso de certificação, mas eu também participei de alguns que foram de sucesso, de tristeza, de dor de. e que algumas empresas dessas que passaram pela não certificação, ela falou assim, "Eu vou me manter, não importa, tenho caso muito emblemático de outras principais empresas que a gente tem do acumunidade do Brasil", que ela precisou de quatro processos para no quinto, ela certificar. Então, há uma persistência, o que o setor público, as multinacionais, e o que o terceiro setor mitrou-se, foi a maleabilidade, utilizando toda uma construção, e vocês vão me ver falando muito sobre a neurociência, da neuroplasticidade, que eu entendi, que o meu cérebro tinha, e que eu conseguia me conectar com as pessoas para que com esse brinno os olhos, que você falou que eu me apresentasse, eu falasse assim, "Ei, deixa eu mostrar isso aqui, não é. não é maquiagem, não é perfumaria, não é algo que vai passar, é algo que vai estar limado dentro de uma construção delegado, não para você deixar coisas para as pessoas, mas para deixar as coisas nas vidas, nas pessoas". Isso fez com que eu conseguisse, claro, com toda uma estrutura de metodologia, de substância dentro de entregáveis, com toda essa lógica corporativa de que, se você não tiver materialidade, você não tem, às vezes, valor para a entrega, a gente juntava tudo isso, que o mercado pede, é comodite, e colocava dentro de toda essa narrativa, que a gente te faça acredita, vive, eu sempre disse que o principal lugar que eu preciso olhar para a certificação é um meu lar, é a minha casa, estou coerente, é o que eu estou fazendo, é o que eu vivo, porque se não, de PPT, como a Laura falou, então isso, sem dúvidas, me mostrou que para qualquer sonho, quando existe esse lugar de adequação, do melhor idioma, é possível fazer uma transformação, sistêmica e grande, como o mundo precisa. Eu diria que você tocou num ponto, é muito legal que eu tenho certeza que a dor de 90% das pessoas que estão ouvindo a gente, é como conseguir falar as linguagens que vão ser ouvidas, porque a gente tem essa coisa muito dentro, muito forte, só que isso não é o todo, tem que ter uma forma de comunicar isso, que é outra pessoa, ouça também.
E como você disse, né? Você teve casos que super funcionaram, você teve casos de muita dor e vai ser sobre eles que a gente vai perguntar agora, porque a gente está no nosso quadro, é tétra ou é treta, dessa vez eu não pidi pra lá, pra falar, eu sou lembrei depois, mas eu terei pedido. E hoje é um tétra ou treta ruts, porque eu vi aqui que tem gente, uma moeda na minha frente, uma moeda desde 1.314. Então eu fazer o sorteio. - A Sona Rua, a Sona Rua, a moeda. - Estava na mesa que eu estou aqui agora, a casa é amiga minha. - Ah, tá. Então eu vou fazer o sorteio aqui, cara, com a moeda de 4 de futebol, 7-3 ou 7-3, você sai tétra, você conta uma história que deu certo, você sai tétra, você conta uma história que deu um mega errado, e ó, 4 de futebol, saiu, tétra. Então você vai contar pra gente uma história que deu muito certo, desses seus tantos anos aí, trabalhando com impacto. Eu gosto muito de. A ver aqui, eu vou falar aqui, eu não vou falar no coração. Eu tenho uma história muito legal, muito aplicável pra concaternar com o que eu podia mencionar nesse primeiro bloco da minha fala, que eu sinto que deu muito certo a transfer. A conexão que eu tive com uma pessoa que eu não conhecia, né, eu amo os conteúdos, como eu falei, a única rede social que eu tenho, gente, é o LinkedIn, há 5 anos, eu só tenho LinkedIn, eu não tenho nenhum outro rede social tirando WhatsApp, que é considerado uma rede social, também, mas isso é comunicação, né? Mas é a única rede social, eu decidi ficar sem Instagram e sem Facebook, já há bastante tempo, e essa é uma das decisões talvez melhor, esse que eu tomei na minha vida. Nada contra as redes sociais, mas pra mim foi muito bom. E aí, a gente, quando tem esse olhar pro LinkedIn, acaba que a minha relação com esse lugar de rede social fica muito focado dentro desse ambiente corporativo, organizacional. Então, hoje a minha visão de rede social é muito pra esse lugar, porque nos últimos anos eu e xíbi mais ali. E aí, você vai vendo, né? As pessoas que são lideranças, as pessoas que estão nos conselhos, você vai ver nos movimentos e a minha cabeça vai criando um lugar de entendimento de sistemas. E aí, pois bem, aí tinha pessoas referências ali que eu sempre estava acompanhando e próximo. E aí, uma dessas pessoas referências, uma das maiorescios do Brasil, assim, o empresa gigantesca, referência do setor dela, né? Nimando uma mensagem, numa manhã. E aí, eu recebi essa mensagem, e ela falou, "Volha, eu quero saber mais sobre a certificação B, porque eu to de faço parte com o membro de um conselho, de uma outra grande empresa, eu queria entender esse teria aplicabilidade", e aí eu respondi ela, ela falou que tinha conseguido meu contato com um amigo e também liberança de outro lugar de setor. E aí, eu falei, "eu to em São Paulo, né? Eu sou de Brasília, eu vivo em Brasília, moro em Brasília, amb Brasília sou Brasileense". E aí, eu tabo em São Paulo, eu fui muita, São Paulo, esses últimos anos. E aí, eu falei, "Toi em São Paulo". Aí, eu tô em tal lugar e vou pra tal lugar. Eu falei, "Sin, olhe, eu vou estar perto de estar o lugar, eu fui do dia". No final das contas, de uma forma completamente improvável, pra duas agendas super complexas. No fim da tarde, a gente estava tomando um chá, perto do bairro de onde ela morava. E aí, a gente estava tomando um chá. E aí, a gente começou a se apresentar e conversar. E pra mim, é um tétra que mostra, que nesse lugar dos idiomas, quando a gente consegue mostrar de fato coisas que são. Turn in points, que são pontos de virada, sim, mesmo. A gente tem um poder de transformação gigantesco. E aí, como é que foi? A gente tomou, tava tomando um chá, conversando, era lá, porque eu já tô na minha carreira, 40 anos. E eu tô pra mim aposentar. E eu vou, talvez, pra estar em conselhos, como eu já estou, tô indo pra escarinho de executivo. E eu, ali, pensando, caracos, mais executivos desse tamanho. Isso, isso, isso. Que eu não venho desse ambiente, né? E da minha família, das minhas ifrências. Então, tinha algumas coisas ali novas dela contando. E aí, eu fiz algumas perguntas pra ela, sobre ilégado, sobre o que ela enxergava e me deixar pro planeta. E essa liderança daqui a pouco começa a chorar. Ela começa a chorar. E eu, de verdade, eu demoria a entender o que tava acontecendo. Porque ela começou a mexer um pouco no olho, e daqui a pouco começou a cair as lágrimas, e aí, muito um dos contos. E aí, o que que tá acontecendo? Aí, eu, wow. Chegamos a um lugar nessa conversa que tocou encamadas que são importantes. E que vão a um encontro de tudo o que eu vivo, do que eu acredito, do que eu estou hoje, responsável nos temas B. E pra mim, foi um tétra, porque a partir daquele momento, isso deve ter uns três anos, talvez. A partir daquele momento, eu entendia a importância de começar por caminhos diferentes as relações pra chegar a destino diferentes. E posso falar pra vocês que não é incomum, ter momentos de grande emoção, em alguns momentos que eu estou, extremamente no modo corporativo, no modo trabalho, no modo negócios, no modo. É isso, sempre olhando pra as balanças, mas isso pra mim foi uma abertura de chaves, é, marcos e laura, que foi o meu tétra de entender que se é pra uma conversa, uma vida, uma empresa, uma unidade de qualquer coisa que pode ser transformada já valeu a pena. E eu confesso pra vocês que, se eu tivesse encerrado a minha jornada, de impacto, de minha carreira, naquele dia, eu teria fechado o ciclo muito orgulhoso do que eu fiz. E eu busco viver isso todos os dias, todos os dias. Eu usou algumas frases que são frases âncoras, então a laura me manda muita mensagem lá de sapi. Ela já deve ter visto como uma mulher inteligente, que ela é, "Cara, alguns padrões, e é intencional, laura, não é repetitivo, não é meca", tá verdade? Pode até ser um pouco becâneo, que automático. Mas o que eu vou escolher, sem mecânico automático? O que me ajuda a transformar melhorar? Ou que me ajuda a seguir talvez no lugar que eu não estou evoluindo, não estou crescendo? Então, esse tétra pra me descer, encontro, foi curioso, porque onde eu tive uma outra reunião com cara aleatório que o meu sócio me conectou, e aí de repente, na conversa também, o cara que a pessoa chorar, e aí a gente entrou em outros lugares de conversa, e aí eu falei, "Se tem mais muito caro pra mim", então se você fala pra mim, se a gente pode mudar, mas aí ele não, eu quero falar sobre isso, mas então deixa eu te falar um pouco a minha visão de vida. E aí, eu um pinho também fechei o dia, e aí é um tétra que continua sendo tétra com mesmo sentimento, falando assim, se fosse só pra ontem teria valido a pena. E cheguei em casa, convencei com a minha esposa, "Vali, com ela", "Falei assim, é muito mais sobre certificar, é muito mais sobre gerar negócios, com o impacto positivo, é sobre a gente olhar pra cada vida, e pra cada momento que a gente tem, com uma oportunidade de trazer a regeneração real, que a gente precisa pro planeta". E aí, claro, claro, me conhece, eu sou um especialista instandard, sei, métricas indicadores, consegui trabalhar e me tornar uma referência, porque eu me exclui, me apliquei muito, fiz muita coisa, mas, é como isso, se aplica para o dia a dia, que faz com que, eu enxergue, a validade disso, para o meu agora, o meu hoje, isso é o meu têpio. "Maravilhoso, vocês entenderam, porque eu pedi pra ele lá falar com o CEO da empresa, pra fazer todo mundo chorar, pra poder, finalmente, a galera botar o dinheiro, investimento e o tempo que precisava, pra chegar na certificação B deu certo, viu, maravilhoso, fizemos o caminho correto. Rodrigo, vamos lá, pra gente fechar, a gente vai pular o quadro de letitina alata, porque eu quero muito que você fale do seu movimento. Eu acho importante, você contar um pouquinho, porque você tá fazendo uma virada importante. O Impact Hub, é super incrível também, era um impacto gigante, era muito próximo, muito pessoal do Impact Hub de Manaus, pessoal do Impact Hub de São Paulo, eles têm um impacto a mais, que é o evento, também que é muito legal. Mas eu acho que, eu achei interessante, você sair de um lugar, que você vai, que você influencia empresas, então tem uma articulação ali, bem corporativa, pra um lugar de operação, pelo menos é isso que eu entendi um pouco do que, você vai fazer, de uma operação, eu sei que, impacte de rebsão, vários, né, são, é muito impacte, cuidado à operação, de núcleos de impacto, então queria que você falasse, pra gente finalizar essa virada aí, que é que a gente pode esperar de você, nesse novo papel. Ah, obrigado, Laura, eu completei 60 dias dessa transição, mas foi uma transição que, já completa, um ciclo de análise, negociação, pensamento, projeção de cenários, de quase um ano, então, eu pude viver a melhor transição da minha vida, como você falou muito bem, eu passei por alguns lugares de mudanças, não convencionais, de setores, de espaços, que não são triviais, né, eu fiquei, a Laura que você foi falado, "Ah, a curiosidade, eu percebi que você ia trazer a curiosidade que eu vou trazer aqui, que eu do serviço público, eu fui policial", então, assim, eu andava armado, eu combatia o crime, eu. sabe, não foi a maior parte, mas isso foram quase oito anos, mais oito anos, a verdade. Então, sem um tempo muito. Eu joguei futebol, eu fui campeão mundial, então, se eu já tive muitos roles aleatórios, tem que ter esses lugares. E essa virada agora me deu a oportunidade, na metade de eu gosto de dizer que nós temos infinitas possibilidades, e eu construí uma oportunidade, eu me aproprio muito da diferença das palavras dessa forma, funciona para mim. E eu criei uma oportunidade de fazer a melhor transição da minha vida. Então, isso, para mim, foi muito positivo. Eu entendi o valor do capital social, das relações, e de tudo que eu construí, que isso me coloca no lugar de que eu quero estar permanecido dentro desse ecossistema que eu estou hoje em serido, e ter escolhido, impact-rub, impact-rub termo, escolhido, é um lugar onde eu consigo olhar a continuidade de tudo que eu comecei a fazer quando eu descobri o ecossistema de impacto em 2017, foi isso, 2017, quando eu descobri o sistema B, o arquistema de impacto, e mudou a minha vida, foi. eu sei, a Laura falou das minhas filhas, eu sempre soube que eu seria pai, que era o dos meus porquês, deixe criança, para ter ainda nada de ser que foi algo muito forte para mim. E quando eu descobri o ecossistema de impacto, foi o segundo explosão de cabeça, assim, da mente, "Ah, cara, eu nasci para isso, eu nasci para isso!" E aí eu fiz transições ruins, confesso, transições ruins, muito corajosas, pouco maduras, me custaram muito, muito, muito. E aí quando surgiu essa possibilidade, foi no fim do ano passado, o sistema B, o movimento global, está também passando por algumas transformações, os novos padrões e muita coisa. E eu estava opa, como é que é? Qual é o lugar que eu vou estar ocupando dentro desse novo passo que eu vou dar? Estava indo para três anos, já como se eu, então, no Brasil, teria talvez um espaço para a América Latina, algo para global, isso me atraía. Mas no ano passado, me veio muito forte no meu coração, a chama do empreender, a chama de estar no lugar de geração, de iniciativas que conciliam o impacto e negócios, como eu vivia no sistema B. E eu entrei em prendi muito no sistema B, quando eu começo com os nossos membros de governança dos concilias, "Você sempre falou assim, se eu vou entregar, você entregava, se era para construir, você construir, então, e com a rede poderosa, pessoas incríveis, então eu vi o quanto eu estava entrei em prendendo, mas o meu coração começou a ter essa chama de empreender, de empreender, de voltar nesse lugar, que eu já tinha passado, já tinha ati outros dois negócios na minha vida, e aí veio essa oportunidade, foram seis meses de negociação, e eu entendi que esse passo para estar como um lugar com voz, com representatividade, e também com a carga de liderança executiva, que eu tanto aprendi e evoluir, crescer no sistema B para um novo projeto. Não é tanto dentro dessa parte operacional, hoje é a operação do Impact Hub das unidades que nós temos, que estamos juntos hoje com sócios locais, elas já têm uma estrutura muito boa, então, a gente já tem contratos dentro do setor público e privado, que são muito bons para a geração de impacto com inovação, com a restauração de biomas, agricultura regenerativa, desenvolvimento de ecossistemas, então tem muita coisa legal que eu já estava perto, certa maneira, e que agora, o desafio que eu tenho é a construção de uma plataforma organizacional e de uma direção estratégica estruturada, e isso o sistema B pode também me aportar muito, então eu me senti muito preparado e talvez enxergando as possibilidades desse novo ciclo, para aí pro Impact Hub que também é um rede global, na minha segunda semana eu já estava no encontro global em Portugal da rede, está presente mais 70 países, são 130 unidades, com projetos incríveis em todos os continentes, então eu falei assim, em nenhum momento ali que eu estava no encontro, eu participei de muitos encontros de colobais do sistema, para ver, caralho, só que legal, assim parece que eu estou num ambiente muito próximo, eu estou muito confortável, estou muito alinhado com os meus porquês, e eu sei que esse empreender, e uma das metas que eu tenho é trazer toda a rede do Impact Hub para estar junto como empresas besetificadas, dentro de trabalhos, com juntos que a gente pode fazer, que a gente já vem pensando em possibilidades, é o que me coloca em um lugar de um ciclo lá, origem marcos, que eu chego de muita permanência, eu acabei de completar 40 anos, no ano passado, com PT41 agora em julho, e eu me vejo muito com essa palavra resoando, de permanência, de permanência, de raízes ainda mais profundas, eu fico contente das minhas raízes, que eu construí no sistema B, tenho sido talvez só ramificadas para agora um outro campo muito perto, então não foi assim, sai do serviço público, vai para a iniciativa privada, vai para o terceiro setor, que aí são quase terrenos diferentes mesmo, mas agora não, agora as minhas aí estão só em um terreno diferente, estava ali no atopografia X, na atopografia X, aí são conectadas, tem as redes mecorrisicas, que são a conexão da internet, das plantas, você está com um bonesinho maravilhoso da Amazonia, e que mudou a minha vida, a Amazonia me fez ser mais brasileiro, e que eu quero ter essa continuidade, e aí o que vende aprendizado, talvez que eu gostaria de deixar para os nossos ouvintes e para esse público que estão qualificado, é que o mundo precisa de transições bem feitas, o mundo precisa de transições bem feitas, a gente já tem movimentos muito abruptos, dentro do mundo que a gente vive, muitas vezes estimulam inclusive, todos os movimentos, é que não são construtivos, dentro do mundo que a gente vive, então fazer essa transição bem feita, foi algo que me ensinou muito, e que me dá esse senso de mais horas de voo, com raízes bem fincadas, nesse antagonismo, talvez dessa metáfora, para espalhar semente de transformação e também continuar recebendo, como eu recebi aqui hoje com vocês? Rodrigo, quando você foi falando de transições bem feitas, a frase que veio na minha cabeça, a gente quer quarenta mais lembra disso, que não é ver na internet, isso é o que ele senta aquela ver história, poderia ficar aqui meia hora falando de transições mal feitas, algumas, mas sim, caras, que é a maturidade, quer dizer, a quarenta já fala de alguma maturidade, isso traz para a gente, não entende muito dessas transições do que a gente quer fazer, então eu queria te agradecer muito por ter trazido para a gente, esses pontos, vários outros pontos eu queria repercutir aqui, mas estão aqui no limite do nosso tempo, então muito obrigado por ter estado com a gente aqui, Laura, você quer alguma fala final, ou em serro daqui? Eu quero só agradecer mesmo Rodrigo, nossa é muito inspirador, você fala com muito brilho no olho, me lembra aquela fala de abertura, no custo de multiplicadores B, realmente você é um mobilizador, dá para ver, com as metáforas e as poesias, é muito lindo te escutar falar, então muito obrigado por ter aceitado falar aqui com a gente hoje de verdade, muito bom. Foi maravilhoso, eu quero agradecer com o vídeo, Laura, Marcos, Privilejo e estamos conectados para as próximas décadas, você vai nos escutar falando muito isso, é para as próximas décadas mesmo, é nesse lugar que a gente vai estar junto. Beleza Rodrigo, muito muito obrigado, faço minhas palavras da Laura, obrigado mesmo por ter estado com a gente e também obrigado para você ouvintes do essa barra que eu gostaria de SG, por ter estado com a gente em mais um episódio e logo logo semana que vem, porque agora é semana, o sim, a gente volta com mais um episódio do essa barra que eu gostaria de SG, até lá. Tchau.
Podcast Summary
Key Points:
O episódio do podcast "Essa Barra que é Gostar de SG" apresenta uma entrevista com Rodrigo Gaspar, ex-líder do Sistema B no Brasil e novo sócio-CEO do Impact Hub no Brasil.
Rodrigo destaca a importância da auto-descrição em reuniões, prática que inspirou os apresentadores a adotarem também.
Sua trajetória inclui passagens por multinacional, serviço público e terceiro setor, o que lhe deu habilidade de "falar idiomas diferentes" para cada público.
Ele menciona que o processo de certificação B pode ser longo (ex.
Rodrigo compartilha uma história de sucesso (sorteio "tétra") relacionada a conexões no LinkedIn, sua única rede social.
Ele enfatiza a neuroplasticidade e a reprogramação mental como ferramentas para transformação sistêmica.
Summary:
No episódio, Marcos Pinheiro e Laura Paiter entrevistam Rodrigo Gaspar, que acaba de deixar o cargo de COO do Sistema B no Brasil para se tornar sócio-CEO do Impact Hub em sete estados. Rodrigo começa falando sobre a importância da auto-descrição, prática que aprendeu em reuniões e que os apresentadores adotaram no programa. Sua carreira inclui experiências em multinacional, governo e terceiro setor, o que lhe ensinou a adaptar sua comunicação a diferentes "idiomas" corporativos, sociais e políticos, essencial para convencer lideranças a aderirem à certificação B.
Ele destaca que o processo de certificação é longo e exige persistência, citando casos de empresas que levaram anos ou múltiplas tentativas para serem certificadas. Rodrigo também menciona sua decisão de usar apenas o LinkedIn como rede social, o que o ajudou a focar em conexões profissionais e a criar histórias de sucesso, como uma que ele conta no quadro "Tétra ou Treta". Ele reforça que o impacto real vem da coerência entre discurso e prática, e que a neuroplasticidade e a reprogramação mental são fundamentais para liderar transformações sistêmicas.
A entrevista termina com Rodrigo celebrando o novo desafio no Impact Hub, mantendo o compromisso com negócios de impacto e a esperança de que, apesar das dificuldades, vale a pena segurar essa "barra" pelo planeta e pela sociedade.
FAQs
O convidado é Rodrigo Gaspar, que após 7 anos no Sistema B, tornou-se sócio e CEO de 7 operações do Impact Hub no Brasil, abrangendo Centro-Oeste e Norte/Nordeste em 7 estados.
A auto descrição é uma prática de se apresentar fisicamente antes de falar, sugerida pelo convidado para promover acessibilidade. Foi feita pelos apresentadores para descrever suas aparências, como cabelo, roupas e acessórios.
Durante sua gestão como COCIO do Sistema B, o número de empresas certificadas B no Brasil saltou de 100 para mais de 350, com a introdução de critérios mais rigorosos.
É um programa criado no Brasil para transformar organizações e empresas em mais B, focado em práticas de impacto, e Rodrigo foi um dos principais desenvolvedores e cuidadores dessa iniciativa.
Rodrigo aprendeu idiomas como russo e italiano rapidamente, e usa essa habilidade como metáfora para adaptar sua comunicação a diferentes públicos, como CEOs, governos e terceiro setor, para gerar transformação.
Rodrigo citou que o processo de certificação de uma empresa global como a Danone levou mais de 10 anos, e algumas empresas precisaram de até quatro tentativas antes de se certificarem, mostrando a persistência necessária.
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