O episódio do podcast "Debugados e Compilados" recebe Udo Schröder, presidente do Instituto Gene e gestor do Centro de Inovação de Blumenau (CIB). Udo narra sua carreira, iniciada em 1971 com programação Cobol, passando por 13 empresas, seis empreendimentos próprios e a vice-reitoria da FURB. Ele explica que a Rede Catarinense de Centros de Inovação, criada em 2011, inspira-se no modelo de Barcelona e conta com 15 centros, dos quais 11 operam com focos setoriais diversos. O CIB, inaugurado em dezembro de 2020 dentro do campus da FURB, já está totalmente ocupado, com 44 projetos e prazo máximo de três anos para cada empresa, garantindo renovação constante. O Instituto Gene, originalmente uma incubadora universitária de 1996, tornou-se organização social e gere o centro com governança da quádrupla hélice. Suas missões incluem gerar novos negócios (da pré-incubação à aceleração), ativar o ecossistema local, fomentar cultura de inovação e apoiar empresas consolidadas a inovar. Udo destaca que o sucesso do CIB deve-se ao ecossistema maduro de Blumenau e ao alinhamento de atores antes dispersos, como o BlueSoft. Desafios futuros incluem ampliar o espaço físico e disseminar a cultura inovadora no Brasil, onde ainda falta proatividade empresarial.
[Música] [Som de desculpe] [Música] Seja bem vindo ao desbugados e compilados, o seu podcast sobre dendência e dendústia de software do Valefe tá já aí. [Música] Desculpe e desculpe. [Música] Seja bem vindo ao desbugados e compilados, um podcast do programa de extensão VizRub. Meu nome é Marcel Hugo, professor do Departamento de Systems e Computação e coordenador do curso de Ciência da Computação da FURD. Ao meu lado está a Lanny Rigote, estudante da segunda fase do curso de Systems de Informação. Neste episódio recebemos o Zudo Shireder, presidente do Instituto Gene e gestor do Centro de Inovação de Blumenau. Debugados e compilados. O podcast do Procreano Vale da Gêis Soutor, da FURD. [Música] Olá amigos do Debugados e compilados. Olá Udo. Olá, tu prazer tá aqui com vocês muito obrigado pelo convite. Obrigado por estar aqui conosco. Olá, sou a Lanny. Quira começar aqui a conversa perguntando para o professor Udo. Com que foi ser o vice-ritor da FURD como foi essa experiência? Bom, ser também o vice-ritor da FURD foi uma caminhada bem interessante na minha carreira. Porque a vida acadêmica, quando eu tive a oportunidade de entrar nela, isso já foi bastante tempo. Quando eu entrei na primeira sala de aula, eu me encantou. E isso continua até hoje, na verdade, no nosso sangue. E aí tive uma carreira dentro da universidade que acabou me levando para a vice-ritoria. Mas a minha caminhada na verdade em toda essa área foi bastante longa. Eu sou um jurásco da área de tecnologia da informação. Fiz meu. vou revelar aqui a minha idade, porque eu fiz o primeiro curso de programação Kobol. Olha só, 1971. Isso acabou me levando para a tecnologia da informação, e depois segui toda uma carreira. E como é que dessa área de TI, que depois virou para gestão, gestão acadêmica, como é que chega na inovação? Então, eu tive a oportunidade de trabalhar aqui na região da nossa região, e está já aí em 13 empresas. Numa época em que você trocada em prego de vez em quando, era visto como esse cara não dá certo em nada. A verdade é sempre tive como lemma-se em quando ela tinha ingia o meu limite dentro de uma organização, eu pegava o chapéu e embora e ia buscar outros desafios. E os desafios na verdade me moveram a vida toda. Então, fui empreendedor também, creio seis empresas, o meu mestrado na verdade veio da área de empreendedorismo. E isso fez com que eu me envolvesse com uma série de empresas. E muitas delas na área de tecnologia da informação, que foi por onde a minha carreira foi caminhando. E aí nós tivemos oportunidade de participar do projeto, do projeto extremamente exitoso do governo estado de Santa Catarina, que resolveu criar uma rede catarina de cem de inovação. Então tivemos oportunidade de trabalhar nisso desde a concepção das ideias até no estágio que nós estamos hoje, com uma rede consolidada, no estado, e bem puja antes. O professorudo, ele é presidente do Instituto GENI, e o Instituto GENI é a organização que gerencia o nosso centro de inovação plumenal. Mas, professorudo, falando um pouco da rede catarinense dos centros de inovação, como é que é esse panorama? Como é que funciona isso em nível estadual? Então esse, como eu já falei, isso é um projeto do governo de estado de Santa Catarina, que lá em 2011 foi fazer uma verificação de como é que estava os ec sistemas de inovação espalhados pelo mundo. E esse projeto inicial foi espalhado, espelhado num projeto que existe em Barcelona, na Cataluña, que é o Aruba 22 Barcelona, e que tem um projeto bastante interessante, que começou com uma revitalização de uma área portuária em Barcelona, e lá foi construído um centro de inovação. A partir dessa visão do que estava acontecendo lá, nós começamos aqui no estado de Santa Catarina, uma série de ações que levassem a gente conseguir chegar a um projeto que fosse igual a que ele. Então, no primeiro momento, foram projetados 11 centros de inovação pro Estado e distribuído geográficamente para que a gente tivesse uma cobertura em toda a estado de Santa Catarina. O Blue Menal foi premiado com um desses centros, e junto com o centro, veio também o projeto de desenvolvermos um distrito de inovação. Hoje, na iniciativa municipal, já é uma iniciativa nossa, porque alguns municípios desses seus parques tecnológicos e em Blue Menal se optou em pegar também uma região, nos mesmos moldes que em Barcelona, uma região geográfica delimitada, que, no nosso caso, pega grande parte do bairro de topava-seca, começando aqui na universidade, terminando lá no centro de inovação, e que tem uma visão de restruturar e trazer para esse espaço geográfico uma série de ações que nos levam a ter uma cidade inteligente. E que isso é um city lebe, na verdade, para que a gente possa testar essas ideias, depois replicar isso em outros bairgos, em outras regiões e outros municípios também. Então, esse é o projeto do distrito. Mas os centros de inovação ao longo do estado, eles não têm apenas foco em tecnologia da informação. O nosso aqui, que é mais, tem mais esse espírito. Eu diria que o nosso até tem um espírito um pouco mais, que vão um pouco mais além da tecnologia da informação, nós queremos fazer a inovação muito setorial. E a gente tem alguns modelos no estado que não são assim, que é o modelo da CAT, por exemplo, que põe o foco especificamente na tecnologia da informação. Eles são a associação das empresas da tecnologia. Então, o centro de inovação, de flora nopros, que é a da CAT, lá eles trabalham exclusivamente a tecnologia da informação. Nos outros centros, na maioria deles trabalham isso de forma muito setorial. Por exemplo, quando a gente olha, a Chapecoa. Chapecoa tem lá como sua principal função o agro-negócio. Então, eles se especializarem fazer inovação no agro-negócio. E claro que a tecnologia da informação, muitas vezes, é transversal a todas essas áreas da economia. Mas o foco não é só tecnologia, não é só criar startups. E sim, levar inovação em qualquer nada. Desde a educação é simpordante. E como é que tal o ecossistema de inovação aqui na nossa região? Principalmente a partir da criação do centro de inovação. Nós estamos falando de um centro de inovação que foi fundado a menos de dois anos. Menos de dois anos, exatamente. Então, assim, na olhada, uma visão oulisca de todos os centros. Hoje nós somos 15 centros de inovação dos quais 11 estão em operação. E dois ainda estão com questões aí burocráticas de finalização de obras, simpordante. Lembrar que esse projeto foi feito pelo governo do Estado, aportando o recurso financeiro para construção do prédio. E o município ficou responsável por ceder um terreno para fazer isso. Em bruminar o especificamento foi na furbi, porque a furbi é um entre municipal. Nós temos rodando. Na furbi, no Campos 2, que está lá o prédio, né? - É, na cedo. - É na cedo de inovação. Lembrar que isso foi uma decisão bastante interessante do gestor da época, que levar o centro de inovação para dentro do Campos no Universitário e principalmente perto das nossas engenharias. Isso nos trouxe um benefício, porque todos os laboratórios que normalmente precisaria instalar dentro do centro de inovação não precisamos fazer, porque os laboratórios estão 200 metros do centro de inovação. E depois integra isso tudo também com a universidade. Então, desses 11 centros já em funcionamento, nós estamos agora estruturando a governança da rede e catárine nesse, que tem como objetiva. Nós não precisamos fazer em glomenal, tudo aquilo que está previsto para os centros de inovação. Já citei agora o exemplo de Chapécois. Chapécois têm lá suas principais habilidades voltadas por algo negócio. Então, se por o nosso centro de inovação, vir alguma demanda para o agro negócio, agente a gente é em caminho diretamente para a Chapécois. Estamos reenventar a hora aqui fazendo ações aqui que têm de inovação mais especializado nesse sentido. O nosso centro aqui inaugurado em 17 dezembro 2020, uma obra que levou cinco anos e tem aí o peso do público, uma obra pública normalmente e tem todas essas questões burocráticas. E por isso, nós vamos tanto tempo entregar aquela obra. Mas, uma vez inaugurado no meio da pandemia, e nós não paramos do nanopanemia, apesar de uma série de críticas que deveria ter parado, mas nós tocamos o projeto em frente. E, então, 17 dezembro, nós inauguramos o prédio com 92% dos espaços já comercializados. Ou seja, nós temos lá um prédio de cinco andares, 4.200 metros quadrados, e já, 60 dias depois, nós estamos totalmente ocupados. Isso é bom por lado ruim por outro, bom porque a gente ocupou tudo ruim, porque nós temos uma fila de espera de uma série de empresas que gostariam de projetos, gostariam de se estalar lá. está lá lá e agora não temos isso
espaço. Então, podemos falar um pouco de futuro, mas um dos projetos futuros é ampliar aqueles espaços. Que lembrar que todos os projetos e hoje nós temos lá 44 projetos rodando dentro do centro, todos aqueles projetos que lá estão instalados, eles têm um deadline de três anos. Ou seja, se submete para entrar no nosso centro através de um edital público, de chamamento público, e eles têm três anos para concluir o projeto. Depois de três anos, eles têm que infelizmente sair de lá. Mas por que que a gente faz isso? Porque se eles continuassem lá dentro, depois do seu projeto concluído, aquilo se transformaria num condomínio. E condomínio a gente tem um monte emlomenal, que nós precisamos lá, o que se genize aquilo constantemente. Então, termina o seu projeto, decola de lá e vem um novo projeto lá para dentro. Temos um exemplo recente aqui de uma empresa que entrou no nosso prédio logo no começo, e por dinogurado. Com 34 colaboradores, e é um mês ele saíram de lá, não tinha ainda completado os três anos, mas esse tiver que sair de lá porque estava com 190 colaboradores e não cabia mais. Não cabia mais, não é, não é? Então, esse é um exemplo de, o quanto escalo esses negócios quando eles estão sendo apoiados, estão dentro do sendo novação e respirando inovação todos os dias. Essa é a riqueza desses centros, essa estrutura física criada lá. Porque a gente sempre disse que a estrutura física não é mais importante de tudo isso, mas ele é um ponto focal onde as pessoas se reunem para discutir isso. Mas mais importante que tem esse espaço, nós temos um pouco de recursos e, efetivamente, gastamos engenharia em energia, em fazer inovação. Então, essa é a riqueza daquilo lá. E, felizmente, nesse sentido, o governo de Estado tem nos apoiado e apoiado bastante, converbas para os projetos. Porque desde o começo, nossa grande preocupação é assim, ok, nós vamos construir aqui um prédio maravilhoso e desde aqui já fica o COVID porque não conhece, vamos não conhecer nossas passas, vamos adorar o que tem lá dentro. Mas imagina que a gente ia ter um prédio maravilhoso e sem recursos para tocar projeto. Isso ia se amelhar uma upa, né? Tem um prédio maravilhoso, mas depois não tem chermeiro, não tem médico, não tem remédio, aquilo não funciona. Então, essa é a preocupação e nesse sentido do governo de Estado está nos apoiando bastante. Com certeza, o projeto é muito importante, com o entencial, para ajudar as empresas e toda essa negócio de inovação, como que elas vão fazer, né? Eu queria saber como é a governança aqui, como é governar, poderia contar um pouquinho sobre isso? Ah, sim. E nossa novação, como é o prédio público? Optou-se, e isso é a morrentação do governo de Estado da Secretaria de Development Economica, que montou todo esse projeto e inclusive se preocupou com a governança. E para isso nós temos um guia de implantação do Centros para que todos os centros sigam o mesmo guia, e aí sim a gente pode construir uma rede, já que todo mundo atua da mesma forma, então é muito fácil saber o que cada um dos outros 14 centros estão fazendo, né? Então, a governança previa que deveríamos ter uma organização sem fins lucrativos para tocar aquilo, né? E não podia ser uma antidade pública, então nós temos uma idade privada que faz a governança daquilo tudo, né? E quais os cuidados com essa entidade privada, né? A quimblomena, nós pegamos em Instituto Gêner, que era uma incubadora aliás, esse é um projeto que nasceu dentro da Universidade, 1996, com grupo de professores do Departamento de Sistemas de Computação, né? O Gêner nasceu dentro de departamentos de sistemas de computação, como um projeto de pré-incubação naquela época existia o BlueSoft como uma incubadora de base tecnológica, uma incubadora de empresas, só que para se estabelecer no BlueSoft, já precisava existir como CNPJ, já precisava existir como empresa, e muitas vezes as ideias não chegavam a ficar maduras a ponto de fazer ou se queria testar a ideia antes de abrir a empresa, e aí então aqui nós resolvemos também, por meio de editar públicos, criar o na época o projeto Gêner, que fazia essa pré-incubação, ou seja, com ideias, você poderia testar a ideia, amadurecer a ideia e se ela se concretizar, se então abrir a empresa para a incubação no Pod Soft, só colocando quem está ouvindo o Pod Quest, um pouco da história, mas continuando que o Instituto Gêner então está na frente da governança do CBI. Então esse projeto da incubadora começou, que é um professor de um projeto de extensão na Universidade, e depois em 2002 ele adquire personada de jurídica, ele passa a ser uma associação sem fins relativos, e recentemente declarada de como uma organização social, já somos de oddidade pública, vocês já isso tudo nos ajudam um pouco no trato com o público, e agora como a organização social podemos também trabalhar e fazer contratações direto com o setor público, e uma vez estruturada então neste Instituto Gêner, e lembrar que a governança do Instituto Gêner é feito por um ciclo de administração onde estão representadas as quatro elices, a gente gosta muito de falar da quadra para elice, porque aquele projeto lá não é um projeto público, nem só um projeto privado, nem só da academia e nem só do quarto setor, ou seja nós temos juntos lá representantes dessas quatro elices, então todas as decisões tomadas lá são tomadas como a Universidade, com a sociedade civil organizada, com a setor privada e com a setor público, então em conjunto se tomas decisões e a cidade estino a isso, então hoje daí o que aconteceu, como nós temos preparado o Instituto Gêner para ter essas características e poder atender o que dizia o projeto do avanestado, aí sim a FURB nos contratou para fazer a gestão daquele projeto todo, porque a FURB, como esse prédio está dentro do campo os dois da FURB ele será tomado daqui a 25 anos, essas questões contaves aí, mas ele vai ser transformado em patrimônio da Universidade, então a Universidade contratou a Instituto Gêner para fazer a gestão do projeto e também para estar serviços para a Universidade, então hoje a Instituto Gêner tem um pouco da sua sustentabilidade e ajudada pela gestação de serviços para projetos FURB, que dá flexibilidade para FURB para fazer venda de serviços e nos ajuda um pouco na sustentabilidade, então isso aqui nós temos lá hoje, o Instituto fazendo essa gestão e com participação de toda a comunidade representada na verdade por essas quatro élices, dentro do ecossistema de inovação e até pegando o gancho do que nós estamos dando pouco, antigamente se enxergava essa pré-incubação no Instituto Gêner, a incubação no BlueSoft e o próprio BlueSoft e também era um condomínio, ele acabava tendo esses dois papéis de incubação de empresas e depois de condomínio de empresas, com benefícios, com aportes distintos entre quem era incubado e quem estava no condomínio. Hoje, dentro do ecossistema de BlueMenal, como é que nós enxergamos esses papéis, os papéis se modificar, uns atores se modificaram, como é que estamos? Essa questão de incubação, desde a pré-incubação, para a incubação acileração e esse importante, isso está previsto como uma das nossas missões dentro, que gerar novos negócios e negócios inovadores. E o papel do BlueSoft hoje é fítilamente trabalhar as suas associações das empresas de base tecnológica, assim como o braço da CAT, também hoje em BlueMenal, e trazendo todos aqueles projetos que tinha lá. Mas a pré-incubação e incubação independente de ser uma empresa de base tecnológica ou não, elas são tratadas hoje pela Instituto Gêner. E aí ampliando um pouco a resposta a essa pergunta, nós temos uma das missões nossas que é fazer gerar novos negócios de base tecnológica ou não. Então lá dentro nós temos a pré-incubação, que são gerados com muita conexão aí sim com universidade, porque através de projetos de universidade que começa a testar essas ideias que é na fase de pré-incubação, que é a ideação e assim por diante. Ela é gente penso o negócio, estrutura ele e aí sim coloca a prova com MVP fazendo aí uma projeção dos produtos e serviços, testa isso e aí sim começa a toda a cadeia que é criar o CNPJ, a gente fazia com que isso escale o mais rápido possível. A questão da escala também é gente usa o olho um pouco com carinho, porque nem todas as empresas vão necessariamente se transformar esta tape. Então às vezes o crescimento não precisa ser tão exponencial, mas sim o mais seguro, são as diversas formas de a gente fazer negócios e novas dois. Uma segunda missão nossa é fazer a ativação do ex-istema. Então por que aquele prédio?
O que vai acontecer lá dentro? Porque a incubação é de poder fazer em qualquer lugar. Mas a gente quer aquele ponto para trazer para aquele ponto todos os atores que efetivamente querem discutir na avação em empreendedorismo. Então, no ponto focal, ele não precisa nem necessariamente estar residente lá dentro, mas está conectado com a Xistema. Então, eu primeiro trabalho que nós fizemos. Vou mapear o Xistema, alinhar esse Xistema, e aí fazer com que ele efetivamente gere resultados mais rapidamente possível. E aí, falando do porquê do sucesso de ser inovação do Brumenau hoje é reconhecido como melhor centro do Estado, apesar não temos ainda nem dois anos, foi o que primeiro. Nós cimos no Xistema já, madura em Brumenau. Lembrar que tecnologia da informação no Estado começou em Brumenau, se a gente tem uma série, uma história muito bonita aqui, a respeito disso. Mas o que precisava fazer e que nós estamos caminhando forte nesse sentido, é fazer um alinhamento de todas essas iniciativas. Desde um blue soft, que fazia atividade que o Gene também fazia, assim por dentro, foi alinhando isso tudo, para que agora nossos projetos serjam mais consistentes. E esse é sempre um desafio. Você trazer atores, muitas vezes, concorrentes no mesmo setor, sentá-las na mesma mesa alinhar e criar a sinergia. Então, esse é um desafio forte. O segundo desafio, ou terceiro desafio, então, primeiro, é essa questão de gerar novos negócios. O segundo é nós fazermos a ativação da Xistema. O terceiro é nós criarmos a cultura de inovação em prender turismo, que também é um desafio. Nós temos países mais desenvolvidos do mundo, que no café da manhã eles discutem inovação em prender turismo, eles vão amostar, discutindo a inovação em prender turismo, vão dormir discutindo isso. No Brasil, essa cultura ainda não está tão empregnada. Isso nós temos trabalhado forte. Sempre brinca aqui dizendo que as empresas só se mexem quando a água começa a bater. E a gente devia fazer isso de forma proativa. Começar todo o nosso cada dia, nosso perguntando assim. Por que que estou fazendo isso aqui dessa forma? Será que não tem forma melhor de fazer isso? Então, isso tem que vir para o nosso DNA. A nossa região ter isso já mais forte, mas no estado, no país, isso ainda não está desenvolvido. Então, primeiro fazer novas negócios, depois que criar a cultura de empreendedorismo e inovação, depois ativar esse é para o sistema. E agora, uma quarta missão que veio para a nossa mês esse ano, que ajuda a empresas já estabelecidas a inovar. E esse é um desafio forte. Porque a empresa já está abelecida, os gestores delas são cobradas por resultado. Então, todos gestores sabem que no final do mês, no final de cada exercício, ele tem que entregar números. Alcançar as metas. E aí, se chega lá para ele e desfaz. Se eu não cagar uma paradinha aqui para a gente pensar em "inovar", mudar o seu processo, tal alguma coisa, ele vai dizer, "perai, primeiro, eu vou entregar minhas metas", depois você volta aqui e a gente conversa. Então, esse é o grande desafio das empresas constituídas. Por isso, no ciclo de vida, a gente vê que ao desenvolvimento delas nos primeiros anos é muito forte. Quando ela começa a madurecer, ela tende a estar guiná-lo. E aí, nós temos que lembrar que no ciclo de vida delas, depois de toda a subida, tem uma decida. E quando elas estão chegando nesse auge, nós temos que provocá-las para que elas continuem, inovando e aí se criando, se reposicionando, criando spinofes e tudo isso, que a empresa madura tem que fazer no seu dia a dia. Então, essas são as nossas missões lá em cima disso. Nós temos as séries de ações lá para fazer. Com certeza. Então, os questionamentos que o professor comentou antes, "Será o que eu estou fazendo, está certo?" "O que eu posso melhorar as inovações?" Tras em melhorias para a empresa. E assim, ela consegue continuar ali o seu aumentar o seu período de vida, e tudo mais. Eu queria saber um pouquinho se pudesse explicar ali o que é incubadora tecnológica, qual é o apoio feito? Você deu uma explicada ali, mas pudesse explicar um pouquinho mais os processos, até também começar sobre os editais que a gente queria saber também. Bom, no nosso caso, a incubadora tem um edital para que a gente submita a nosso projeto, todo mundo que tem alguma ideia submete a esse edital. Não precisa estar ligado necessariamente a universidade. Não, não precisa. Pode ser qualquer ideia. E o que a gente faz? Ele submete essa sua ideia. E é assim, nós temos um colselho curador que vai verificar o que é essa ideia, porque nós queremos ter ideias cada vez mais inovadoras. Esse é nosso objetivo lá. Se alguém via lá com um projeto de dizer, "Ah, eu vou aqui fazer mais um salão de beleza, que é igual que tudo já tem no mercado, a gente não vai gastar recursos com isso." Elegei com isso. Nós queremos coisas inovadoras. Esse é o primeiro crio que a gente faz sobre isso. E aí, quando ele é admitido, começa a discussão a respeito na fase de ideação, que a gente pega essa ideia e começa efetivamente a testar essa ideia. E é a fase que a gente mais bate no incubado. Ele vem, que a ideia a gente vai questioná-lo efetivamente, que é mais forte de prova de final do semestre. A gente vai testar efetivamente aquilo que tem alguma consistência, se supor efetivamente gerar algum negócio no futuro, verificando todos os mercados já existentes. É que está isso aqui. Tem no Brasil, não tem, tem no Brasil, não tem, não tem, é assim por dentro. E qual é o diferencial que ele traz com essa ideia? Então feito isso, a gente começa toda uma caminhada de ajudá-lo em todas aquelas dúvidas que novamente o empreendedor tem. Por que, qual é a riqueza das incubadoras? Os números de mortalidade das empresas mostram, como estudos do Cebraia, que 70% das empresas quebram antes do terceiro ano de vida. É uma mortalidade muito alta. Os números que passam por uma incubação, esse número que é lá para 15% e para 20%. Porque elas se estruturaram desde o começo. O problema do problema, a situação, normalmente, do empreendedor novo, é assim. Imagina um sapateiro que só conserta a sapato e, de repente, ele já começa a conhecer tanto do sapato que ele diz que vai abrir uma fábrica de sapatos. Então, ele caminhou um pouco nisso. Ele acha que é bom fazer sapato. Será que ele é bom ingerir financeiramente uma fábrica de calçados? Será que ele sabe vender sapato, efetivamente? Ou ele só sabe consertar sapato? Então, aí começa todo um processo de mentoria para esses empreendedores. Mas, a primeira testação, conhecimento, respeito disso, onde é que ele vai se encaixado na edadgestão da sua empresa? Ou seja, ele vai cuidar só da produção, ou ele tem mais pegada para o mercado. Ele vai cuidar de vendas, esse impor de antes. Ele é mais votado para as questões da gestão financeira, esse impor de antes. Então, começa a estruturar seu negócio a partir da gestão que tem que ter em cima disso. E aí os mentores ajudam bastante, nesse sentido de fazer isso. E aí, para isso, a gente tem os editais que nos ajudam a buscar fomento, inclusive, para que seja cada vez menos caro para um empreendedor, efetivamente, começasse o negócio. E como apoio para isso também, nós temos uma coisa, um dos pontos fortes que nós temos dentro da rede catarina de centro de uma vação. É uma ação chamado o "Ans topshop". E aí, você traduzir esses termos em inglês, né? "Ans topshop" é uma ação que nós temos lá, que é um ponto de conexão entre necessidade e de mercado e entrega as que a gente pode fazer. Então, alguém tem um problema lá no chão de fábrica. O lá na sua área química ele tem um problema. Como é que ele vai resolver esse problema? Que a gente chama de dor lá, né? Então, o que a gente sugera e traga a tua dor aqui, nós vamos analisar se isso realmente é um problema. Porque muitas vezes a interpretação, né? Ele está usando o mal produto, coisa nesse entanto. Então, vamos entender se isso é um problema. E aí, nós vamos conectar essa pessoa ou essa empresa com alguém que possa trazer uma solução para ele. Se a solução já existe. Se a solução não existe, aí sim, a gente vai trazer os pesquisadores que possam desenvolver uma nova solução para esse problema. Se realmente ele for um problema. Então, é dessa forma que a gente ajuda a tratar os problemas de mercado. E no "Ans topshop" nós também temos um outro lado que é assim, toda a inovação, todo o novo conhecimento que é gerado dentro das academias, dentro do próprio centro de inovação ou pronunciativas privadas, onde é que fica esse conhecimento? Nós aqui na FURB temos a MIPI, e eu sempre faço uma análise sobre isso. Quem é a MIPI é uma feira em que a gente tem a importidade de mostrar o que tem inovação e esse importante. Mostra integrada de pesquisa e extensão. Isso. Que tem o objetivo de mostrar o que está sendo gerado de conhecimento novo. Mas via de réagre, quem participa das feiras? São as professores pesquisadores, os alunos e eventamentos avaliadores. E a comunidade não está participando disso. Então, nós temos que fazer cada vez mais, e não estou falando só da MIPI, mas alguma forma que a gente possa trazer o mercado que precisa de conhecimento novo para que ele saiba que está acontecendo. Então, por um lado, temos que ter necessidade de mercado que está colocada e trata-se.
essas dores e por outro lado, nós temos uma responsabilidade de dar visibilidade por conhecimento gerato. Isso a gente faz hoje muito fortemente com as feiras de inovação em prendedorismo. Um dos projetos muito bons que nasceram aqui dentro da universidade, nós temos as nossas nossas feiras semestrais e anuais. Agora nós já temos uma feira anual que começou dentro da FURB só com o centro de ciências tecnológicas e depois veio para FURB como um todo. Depois a partir de 2019 nós levamos para fora da universidade e levamos para todas as instituições de ensino do município, públicas privadas e do ensino fundamental, ensino médio também, não só mais do ensino superior. E isso está tendo um movimento muito legal porque a gente começa a trair os jovens lá do quinto ano na escola para pensar em alguma coisa nova. Talvez gasto um pouco daquilo negócio que a gente tinha passado que as feiras e ciências e a gente afluixava isso, inclusive, do projeto dos jovens inventores que tem uma ideia lá e o que eu faço com essa ideia. Então, em 2019 foi com todos os municípios, todas as escolas de plurmanal, em 2020, nós fizemos, 2021 foi repetida com as escolas de plurmanal e a partir desse ano a gente está levando isso para os municípios da região do Valeuropil, ou seja, nas escolas também de todos os outros municípios do Vale. E é uma experiência riquíssima, que você começa a pegar esse conhecimento, esses problemas que todos os mercados trabalham isso, isso gera novos negócios que serem inovadores e simpordiantes. É porque a inovação é isso, é conseguir causar impacto, é ter isso em uso pelas pessoas, ter isso aplicado ao mercado. É apenas ter a ideia em inventar alguma coisa e deixar essa coisa guardada na gaveta, na biblioteca, na prateleira. Mas é ter isso efetivamente aplicado. E esse alcance até as crianças e jovens começa a criar cultura, como eu estava falando antes, que temos pouca cultura de inovação, aos poucos a gente vai semeando essa cultura de inovação desde pequeno. E que possa, esse jovem, essa jovem, aficar constantemente se perguntando, que é uma coisa que eu posso fazer para melhorar, o que tipo de diferença eu posso aplicar aqui, o que eu estou fazendo para que isso tenha o melhor resultado, para que isso tenha ou seja, melhor aplicado, seja mais usado pelas pessoas, pelas organizações que aí estão. Bom, nituíso a gente quer saber quando que há bios editais. É uma vez por ano, há cada seis meses, como que funciona isso? Os nossos editais são de fluxo contino para a incubadora e também para se instalar lá dentro. Então assim, como aquilo é um espaço público e ter recurso público sendo utilizado, nós precisamos ter um editau. Não só de editar as regras, mas assim, justificar que se está acessando um espaço público. Então as formas de se conectar hoje com o nosso centro são e com toda a rede, você submeter um projeto que pode ser um projeto para a incubação, que aí já falamos um pouco para a incubação, a aceleração, a simpodirante, editais que sejam para instituições já existentes ou para grupos de pessoas que tenham um projeto de inovação de pesquisa, de inovação de envolvimento, certo? Ou empresas estabelecidas que querem um projeto específico. Nós temos, por exemplo, dentro do centro de inovação, a Ehring, uma empresa centenária, entre 40 anos, levando para lá os seus projetos inovadores. Os carros discutiram, a inovação eles vão para lá, para beber daquela água que tem lá do dentro do prédio, sentir o que aquela muvuca toda que acontece lá no dia a dia e mexer com a estrutura da organização. Nós podemos entrar também como patrocinador, então nós temos muitas empresas hoje que se submete lá porque que é expor a sua marca lá dentro, ela não precisa necessariamente estar residente lá, mas ela quer conectar com a sistema e mostrar lá, eu apoio isso aqui porque isso é importante para nós. Isso é comum nos rebes de inovação no mundo inteiro, quando você entra lá, vê um monte de placas na parede que são as pessoas que estão expondo na verdade lá sua marca. Se me permite agora eu queria fazer só um recorte, não, mas dizer o que está acontecendo com o centro a partir da gora. Blumenau, centro de estruturado, está caminhando bacana, agora nós estamos na fase de inovação, já falei, tem empresas já saindo e novas entrando, continuamos com uma filha de espera, porque é bom para nós, mas aí vem o desafio de buscar mais espaço e temos que criar, já temos pronto o projeto para o sendo a relação dois, talvez a gente busca agora a apoiadores para criar um novo prédio, é lugar algum espaço, quais são as ideias para expandir. Agora é o novo prédio, porque a gente gostaria que eles decolassem para bem próximo de que vão doendo a coração, alguém que conviveu conosco lá três anos e agora tem que pegar pedir para que eles se retirem, então nós vamos buscar outro espaço que seja nas mesmas condições comerciais, porque dentro de ser annavação a nossa localidade cobra na taxa de ilocação, porque a gente tem que manter o prédio, mas essa taxa de ilocação é muito pequena, comparado com o mercado, ou seja, não somos um condomínio, nós somos uma comunidade de inovação, então os custos lá para quem vai lá para dentro são muito menor que os custos de mercado, porque isso, porque a gente quer que ele desenvolva rapidamente o seu projeto e depois decole, não estamos lá para ganhar dinheiro, porque não temos fins no gratifos, nós queremos que ele desenvolva o seu projeto, então o desafio é a gente agora criar esse espaço, e aí nós temos o distrito de inovação, a gente já falou, a gente quer desenvolver todo aquele site leve ali no entorno para ter inovação também em todas as outras áreas como mobilidade, como 5G, tudo isso que a gente tá aí trabalhando já, mas nós temos que expandir agora para os outros municípios, que eu falei da região do Valeuropel, e como a gente tá fazendo isso? Como a gente não vai poder estar presente lá em cada um dos municípios? Não dá pra ir todo dia para o Dr. Pedrinho, pra venir dito novas, se impor de antes, e todos esses municípios que saem até um pouco mais longe, então o que a gente tá fazendo é criando um grupo em cada uma desses municípios com pessoas que nós estamos chamando de embaixadores, então eles vão ser machadores em inovação lá, e nós queremos, pelo menos, quatro embaixadores, um de cada uma das aquelas quatro reles, nós queremos um representando público onde é privado uma da academia, um do terceiro setor lá no município, a academia a gente tem dificuldade, porque a gente não tem polo da fúrbina das outras universidades em todos municípios, então tá buscando aí parcerias com senais, senake, que normalmente estão nesses locais, então estabelecido esse núcleo lá a gente vai começar de envolver o éx sistema local, alguns municípios já têm algumas coisas, outros não têm nada, absolutamente nada, então não tem partido zero, e como a gente quer fazer isso? A gente não quer trazer essas pessoas de lá pra vir desenvolver seus projetos em urbanação, certo? Porque daí a gente não desenvolve município, né? Porque nós temos que levar conhecimento pra lá, os projetos pra lá, pra que as pessoas lá desenvolva seus projetos e preferencialmente continuem no município, porque os municípios do entorno também desenvolvam. O que é o sorte é muito importante, né? Ele fortalece a economia local, fortalece a inovação ali na município, vira novas empregas, muito, muito bacana. E tem uma vantagem nisso aí, né? Porque dele é que a gente, no passado, no seu cafurbe, não, um projeto extremamente exitoso quando a universidade veio pro interior de Estado, primeiro a universidade, o que aconteceu, ela acabou atraindo a todas essas críticos, né? Essa massa crítica que a gente tinha no entorno que vinha pra cair estudar em Blumenau, mas via de regra ele terminava seu curso e ficava aqui, e não levava esse conhecimento pra sua voz, de volta, né? Então agora a gente quer olhar isso, ter desse outro olhar. Claro que é que o Brumenau também continua desenvolvendo, nós precisamos desenvolver também o entorno, pra que lá a gente cria. E nesse sentido da nossa região aqui é muito rica, né? Porque os municípios que são em volta a região aqui do Valerope, é uma região viquíssima, né? Partilade de brusque e vai até lá em cima, em doutor pedríncia, imagina o que nós temos de município aqui industrializado, né? Esse poder econômicamente bem ativos, diferente de outros municípios no estado. Pega larges, por exemplo, estão isolados. Então desenvolver um ex-system lá é mais complexo do que nós aqui, que nos municípios do entorno já estão bem desenvolvidos, né? E uma espécie interessante da inovação, onde há esses polos, esses centros que atraem, que discutem a inovação, é fazer isso, é fazer com quem? As pessoas trocam ideias, as pessoas potencializem as suas ideias a partir das conexões, a partir das conversas, a partir dos insites que os outros têm. Quando a gente vê como é um vale do silício, né?
pegando, talvez, o top da inovação no mundo, como eu vale do Silício, as pessoas não têm medo de trocar ideias, as pessoas não têm medo de sentar no café e conversar com alguém que talvez elas estejam conhecendo naquele instante para, digamos, testar um pouco da ideia que ele está tendo, ver como é que o outro está percebendo, ver que insights esse outro pode trazer para a ideia dele e quando o do estáis falando disso, de não apenas trazer para o lumenal mais irradiar para os outros municípios, é também fazer com que esses outros municípios começem a desenvolver essa cultura de inovação e que todo mundo possa crescer junto, acho que é nessa linha. Esse eu grato de desafio, quando nós entramos na era da informação e do conhecimento, se falava isso conhecimento, o valor fantástico, mas quando está só numa pessoa, ela agrega muito pouco, quando a gente consegue difundir isso de alguma forma, por isso que a gente sempre tem o café dentro do senta inovação, que é um local em que você senta, às vezes toma até uma cervejinha e aproveita porque o alco ajuda a gente se liberar um pouco, e ali surgem as maiores, normalmente as maiores ideias, e ali acontece para quem é o novo no ramo, ali é que ele consegue a sua construção gratuita. Estão batendo o papo, está recebendo um monte de ideia, e aqueles que são expertos, eles vão lá testar, fiquem, obviamente, sua ideia. Então se você olha, eu estou com uma ideia nova, o que que tu acha disso? Eu quero falar, e ele está recebendo a construção gratuitamente, e é isso, inovação se faz com gente esbalando e gente, por isso dentro dos centros uma das nossas principais funções é fazer eventos, provocar que as pessoas vão para lá e falar a respeito de qualquer coisa, e ali são as grandes conexões. Fechou, então, só para os ouvintes, para conhecer mais sobre o Instituto GEN, sobre o Centro de Inovação Buminal, passando aqui em Instagram, então, o Instituto GEN é Arroubo Instituto GEN, BNU, e do Centro de Inovação é Arroubo, Centro de Inovação Buminal. Então, para dar uma conferida lá no Instagram, lá isso sempre vão estar postando quando tem eventos, quando vai ter os cafés, tem workshops também, né? Então, fiquem ligados. Quem quiser conhecer um pouquinho da rede catarinés, tem o site lá chamado Centros de Inovação Santa Catarina, lá você vão ter um retrato de tudo que está acontecendo em todos os centros do Estado. Udo, muito obrigado pela conversa conosco, por esse bate-papo, deixa uma aberta aqui para um palavra final. Legal. Mais uma vez, obrigado, né, professor? Também. Por esse espaço aqui, e é importante que a gente faça cada vez mais isso aqui, porque apesar de a gente ter um esforço muito grande de fazer com que o Centro seja conhecido, eu diria que mais de 80% da população ainda nem sabe que existe essa inovação em BNU, e isso é importante que eles sabem que aquilo existe, e que lá é um espaço de todos. A gente chama aquilo do espaço de outro, em que todos têm voz e vez. E dizer que esse projeto é maravilhoso e a gente vai crescer-lo assim fortemente. Em breve, a gente vai ter algumas novidades aqui para o Blumenau. Nós temos um movimento aqui que está acontecendo com uma grande empresa aqui, a companhia Ering, e que quer fazer algum movimento no seu espaço. Nós temos uma área Ering que está saindo de Blumenau com a sua operação, mas quer aproveitar aquilo lá com um espaço para a gente fazer inovação. Então é a oferta que não dá para perder. Sim, que promete muito, então, para desenvolvimento da cidade. Promete muito. Logo, nós temos um distrito de inovação 2 de Blumenau. Muito. Muito interessante. Obrigado, então, professorudo. Obrigado a vocês que acompanharam mais esse podcast. E nos encontramos no próximo episódio. Até logo. Você ouviu? Devogados e contemplados. O podcast do programa "Valve de Tajaí" "Soft your Hub" da FURB, a rede de desenvolvedores do Vale de Tajaí.
Podcast Summary
Key Points:
Udo Schröder, ex-vice-reitor da FURB e presidente do Instituto Gene, compartilha sua trajetória desde a programação em Cobol (1971) até a gestão da inovação.
A Rede Catarinense de Centros de Inovação, inspirada no projeto 22@ Barcelona, conta com 15 centros planejados, sendo 11 em operação, cada um com foco setorial (ex.: agronegócio em Chapecó, TI em Blumenau).
O Centro de Inovação de Blumenau (CIB), inaugurado em dezembro de 2020, já está 100% ocupado, com 44 projetos e fila de espera; as empresas têm prazo de três anos para permanecer.
O Instituto Gene, criado em 1996 como projeto de pré-incubação na FURB, hoje gere o CIB com governança baseada na quádrupla hélice (universidade, setor privado, governo e sociedade civil).
As principais missões do Instituto Gene são
Summary:
O episódio do podcast "Debugados e Compilados" recebe Udo Schröder, presidente do Instituto Gene e gestor do Centro de Inovação de Blumenau (CIB). Udo narra sua carreira, iniciada em 1971 com programação Cobol, passando por 13 empresas, seis empreendimentos próprios e a vice-reitoria da FURB. Ele explica que a Rede Catarinense de Centros de Inovação, criada em 2011, inspira-se no modelo de Barcelona e conta com 15 centros, dos quais 11 operam com focos setoriais diversos.
O CIB, inaugurado em dezembro de 2020 dentro do campus da FURB, já está totalmente ocupado, com 44 projetos e prazo máximo de três anos para cada empresa, garantindo renovação constante. O Instituto Gene, originalmente uma incubadora universitária de 1996, tornou-se organização social e gere o centro com governança da quádrupla hélice. Suas missões incluem gerar novos negócios (da pré-incubação à aceleração), ativar o ecossistema local, fomentar cultura de inovação e apoiar empresas consolidadas a inovar.
Udo destaca que o sucesso do CIB deve-se ao ecossistema maduro de Blumenau e ao alinhamento de atores antes dispersos, como o BlueSoft. Desafios futuros incluem ampliar o espaço físico e disseminar a cultura inovadora no Brasil, onde ainda falta proatividade empresarial.
FAQs
O Instituto Gene é uma organização sem fins lucrativos que gerencia o Centro de Inovação de Blumenau. Ele nasceu como uma incubadora dentro da universidade e hoje faz a gestão do centro, com governança que envolve as quatro hélices: academia, setor privado, setor público e sociedade civil.
É um projeto do governo de Santa Catarina, inspirado em Barcelona, que criou centros de inovação distribuídos pelo estado. Cada centro tem foco setorial, como agronegócio em Chapecó, e todos seguem um guia de implantação comum para formar uma rede integrada.
Embora sigam o mesmo guia, cada centro tem especialização setorial. Por exemplo, o de Blumenau foca em inovação multissetorial, enquanto o de Chapecó é voltado para agronegócio. A tecnologia da informação é transversal a todos.
Os projetos entram por edital público e têm prazo de três anos para serem concluídos. Após esse período, devem sair para dar lugar a novos projetos. Isso evita que o centro vire um condomínio e mantém a renovação constante.
São quatro: gerar novos negócios (pré-incubação e incubação), ativar o ecossistema mapeando e alinhando atores, criar cultura de inovação e empreendedorismo, e ajudar empresas já estabelecidas a inovar.
O centro está localizado no campus da FURB, próximo aos laboratórios de engenharia, o que permite usar a infraestrutura existente. A universidade também contrata o Instituto Gene para gestão, e após 25 anos o prédio será patrimônio da FURB.
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