STF pressiona Justiça Eleitoral no meio da campanha
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Tekstissä käsitellään aluksi digipalveluiden, kuten Shopifyn, hyötyjä liiketoiminnalle, mutta suurin osa sisällöstä keskittyy Brasilian poliittiseen tilanteeseen. Analyysissa kuvataan, miten korkein oikeus (STF) ja vaalituomioistuin (TSE) pyrkivät hillitsemään opposition, erityisesti Flávio Bolsonaron, kampanjaa tekoälyn ja sosiaalisen median käytön avulla. Toimien väitetään olevan poliittisia, ja niiden taustalla on pelko siitä, että opposition voitto muuttaisi tuomioistuimen kokoonpanoa ja heikentäisi nykyisten ministerien asemaa. Samalla Lulan hallitus käyttää mittavia julkisia varoja (yli 256 miljardia realia) erilaisiin etuihin ja hankkeisiin varmistaakseen vaalivoiton, mikä herättää huolta julkisen talouden kestävyydestä. Esimerkkinä päätöksenteon poliittisuudesta mainitaan Tapajós-joen ruoppauksen lykkääminen, jolla vältetään äänestäjien suututtaminen. Vaalikampanjan dynamiikassa korostuu perinteisen median ja sosiaalisen median yhteisvaikutus, vaikka sosiaalinen media vahvistaa identiteettejä ja vähentää altistumista eriäville viesteille. Kokonaiskuva on monimutkainen, jossa oikeuslaitos, toimeenpanovalta ja lainsäätäjä ovat jatkuvassa jännitteessä, ja vaalit nähdään ratkaisevana kamppailuna vallasta ja oikeuslaitoksen tulevasta kokoonpanosta.
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não começou a campanha, era uma convenção. Não ouve pedido de voto antecipado, não ouve um conteúdo falso, propriamente falando, e não prejudicou a imagem da pessoa retratada. Agora, me parece ali, ouvi isso de um assessor no supremo hoje, que me pareceu em interpretação mais interessante, o Jair Bolsonaro é o maior cabeleitoral dessa eleição para direita e para os bolsonaristas. Videos de "A" vão ser usados, não só na campanha do Flávio, vão ser usados para governadores, que estão candidatos a governador, candidatos a deputado, candidatos a assinador. Agora, parece que há uma tentativa ali de uma parte do supremo ou do TSE, de colocar a bola no chão e de impor limites. Ninguém vai derrubar a candidatura de Flávio Bolsonaro ou declarar a indisibilidade por abuso de poder político, por causa de um vídeo de "A", mas é delimitar até onde "A" pode ser usado e dizer como uma alerta. O uso continuado da inteligência artificial, aí sim pode derrubar uma candidatura. William, ao fim, eu acabo a minha leitura desses episódios e das tentativas ali, principalmente do Ministro Alexandre de Moragem, interferindo o processo da justiça eleitoral. Ele se resume a um medo, eu entendo que o próprio Alexandre e outros ministros do Supremo têm medo de uma vitória da oposição, controlula, porque, porque se o Flávio Bolsonaro, que é o principal candidato da oposição, é vencer a eleição, ele terá direito a escolher quatro ministros do Supremo Tribunal Federal, um que é a vaga do Jorge Messias, que seria do Jorge Messias, que está em aberto, e tem outros três ministros que vão se aposentar na próxima quatra, Fux de Humar e Carmen, 2018, 2019, 2030. Logo, essa eleição vai definir qual grupo dentro do Supremo vai mandar no Supremo. Então supondo que haja um relatório, uma investigação da Polícia Federal que avance, e que de alguma maneira tem ali eventualmente mensagens trocadas do Daniel Vercaro, colegando de Morais, isso em base um relatório, isso vai para algum tipo de definição no Supremo, hoje o placário que a gente tem de informação, e a gente já falou isso aqui, seria de cinco a cinco, que favoreceria o Alexandre de Morais, e ajuda a entender também, porque no bastidor, as informações que a gente tem, que o Alexandre de Morais jogou junto com o Davel Columbre para derrubar a indicação do Jorge Messias. Então, acima de tudo, mais do que ia, de fake, é disso. A gente tem visto sucessivas decisões do Alexandre de Morais, tem um processo de calúnia, contra o Flávio Bolsonaro, das declarações do Flávio Bolsonaro contra o Lula, o Tudil Lula falou de enforcar o Flávio, enfim, e aí parece que o processo não avança tanto assim. Na minha visão, esse grupo do Supremo olha a seleição como crucial para a sua sobrevivência política, e o Alexandre de Morais, principalmente, que a gente sabe, do contrato, do escritório da esposa, que o Daniel Vercaro disse que é de 19 milhões de reais. Então, é disso para mim, que se trata a minha leitura política de episódios como esse. Então, toda hora, ali, fostigando de alguma maneira, a principal candidatura da oposição, justamente, porque se essa oposição ganha, a chance, vamos dizer, de queda, seja dele, seja via Supremo, seja via Senado, por um processo de impeachment da aumenta. Acho que o Senário vai ser complicado mesmo que o Lula consiga a relação ao que se imagina, o centro-direita terá alguma coisa entre 48 e 52 senadores. Não é o suficiente para o impeachment, por regalhar as modificadas para o Gilmar, mas é o suficiente para eleger o próximo presidente. Então, o quadro parece ser complicado. Em que medida, Leonardo, a gente pode atribuir ao Supremo uma reação política, é uma situação política nesse caso. Nós estamos dando de barato, que todo comportamento é exclusivamente político, e o Supremo está assim no centro da campanha como alvo, olhados. Olha, eu acho que a gente tem que dar uma olhada para o contexto, e ele, porque ele abre possibilidades e cria restrições para ação. Eu entendo que, se ele é chance de morar, e o Supremo, a gente pode colocar os ministros aí, pretender em repetir, em 2016, a atuação que tiveram em 2022, eu acho que eles vão obter um resultado muito diferente e encorrer riscos no maior. E qual é o risco principal? O risco principal, lá na frente, é uma das partes, não reconhecer o resultado em função de interferência indecida. Sendo que, dessa vez, eu quero ressaltar esse ponto, existe uma ameaça de vigilância de um poder extranjero muito significativo que é os Estados Unidos. Então, vamos lá. Olhando para a administração do STF, a Argentina reconheceu oficialmente que o Persexão política, a Espânia reconheceu oficialmente a partir de decisões ficiais que o Persexão política. A Itália recentemente não estraditava a Carla Zambéria reconheceu que a Persexão política. E dessa vez, o STF pretende não apenas repetir a dose, mas repetir a dose dentro de um contexto como os colegas trouxeram, onde há uma divisão dentro do gestiário quanto a sua própria situação. Então, eu acho que esse jogo, primeiro, ele está escancarado, inclusive com reconhecimento de países extranjeros. E ele é muito mais perigoso do que o de 2002. Então, eu vejo com muito receio, inclusive com a possibilidade de uma parte que disputo processo político e de uma potência extranjera importante, ter condições ou argumentos para não reconhecer o resultado em outubro. Eu acho que esse é um cenário extremo, mas é um cenário possível. A gente seguia a tua linha de pensar cenários, certo? Nós estamos afirmando aqui que eles vão se concretizar, nós estamos estabelecendo possibilidades no horizonte. Uma outra é uma reação do Congresso, as ações claras do ministro Flávio Dino contra aquilo que os parlamentários consideram seu direito adquirido, por tanto imutável. E contra as prerogativas que o legislativo se arregou em detrimento do executivo. Nós temos junto com o seu cenário, eventual e potética possível, potencial interferência em bídeo de fora, e reações aqui. Nós temos um cenário de um poder desafiando o outro claramente, no caso de imendas. Com um botão na frente do Supremo Tribunal Federal e particularmente na mesa, talvez de Flávio Dino, que se apertado detona uma catomba nuclear na praça dos três poderes. Parece perbólico, mas é esse o sentimento entre executivo, judiciário e legislativo. Hoje mesmo, eu queria relatar isso. Só para esclarecer a sua audiência, do que você está falando? A gente está mergulhada no meio disso e a gente está me quando você falar, apertar o botão, o que você se refere? Você refere a possibilidade de declaração como um inconstitucional, um esquema das medidas impositivos. É isso que está na mesa. É isso que está na mesa e eu queria trazer uma conversa que eu tive hoje com um interlocutor de lula, frequente. Eu o questionava sobre cenários para a próxima quadra disse, o silula for reeleito. Ele dizia o que se trabalha como cenário é que as imendas impositivas vão ser declaradas inconstitucionais, que 20, 30, 40 parlamentares podem ir para prisão por causa de desvio de recursos atrelados às imendas parlamentares. É isso cenário que se projeta entre pessoas próximas do presidente da República. E o instrumento para isso imaginado é Flávio Dino, que é relator da ação sobre imendas parlamentares e que vem pouco a pouco, a gente tem tratado de notícias assim de picadinho, dia a por dia, mas se você for pegar ali o vídeo e não só a fotografia do momento, que tem preparado uma construção narrativa que as socias imendas parlamentares não sem razão a escândalos de coção, a desvio de vendas, a mal uso do dinheiro público, e isso pode culminar assim
no acionamento desse botão nuclear. Declará em constitucional jogar uma série de parlamentares, tem mais de 80 inquéritos na PGR envolvendo deputados e senadores, e isso pode ser acionado muito em breve. -Cá, esse é um medalho de senso. -Você vale a gente continuar nosso conversa. A parte de a pança aqui, a gente continua com essa repulítica depois de ter valor com o ex-cê. Vai ter um elemento que é o seguinte, pouco mais e dois meses faltando para as eleições o governo decide afrou chá, se íntese colocar mais dinheiro no bolso do trabalhador. Exatamente. -Avladá, nós estamos voltando do intervalo, a gente vem tratando de política, dando uma visão nenhuma perspectiva da eleição, que é o papel do STF, e a gente se afrou de frente ao Tribunal Superinoletoral em função de uma determinada campanha. Vamos olhar para a política agora nessa fase e agora de eleição. Podemos dizer que já estamos nela, no calendário até saindo, mas nós estamos nela. E olhar o governo Lula, que anunciou novas, leva de medidas, benefícios e incentivos ao consumo. Essas benetes, elas estão viradas para o agro, trabalhadores do agro melhor dito, e projetos de renegociação de dívidas, e portarem indílias barretas. -Nesta quarta-feira, o Planalton anunciou mais de 1 bilhão e 300 milhões de reais para ações de combate ao El Nino. O valor será destinado, especialmente para a compra de milho, arroz, e o combate é incêndice. -Se ele vai acontecer de forma grave, nós estamos preparados. Se ele não acontecer, valeu a intenção de se preparar para enfrentar alguma coisa grave. -Parte da verba veio por meio de uma medida provisória de crédito extraordinário, e outra, por uma foga orçamentária, conforme o último relatório de receitas e despesas. O agro cobrava uma resposta do governo diante do evento climático extremo. A pouco mais de dois meses, das eleições presidenciais, além do gesto para agricultores, o Planalton decidiu colocar mais dinheiro no bolso dos trabalhadores. O Conselho Curador do FGTS anunciou a distribuição de 13 bilhões de reais do fundo para cerca de 138 milhões de trabalhadores. Serão beneficiados trabalhadores com saldo na conta do FGTS em 31 de dezembro do ano passado. Além disso, o Ministério da Fazenda pro Rogo, o desenrola 2.0, até o fim de agosto, na expectativa de alcançar 10 milhões de pessoas. A campanha de Lula defendia um prazo ainda maior. Até as eleições, pela boa recepção que a medida teve, junto ao eleitorado. A Fazenda defende que a expansão do programa não tem impacto fiscal, e que recursos já mobilizados para a iniciativa cobrem as próximas semanas de renegociação. Partido mercado se preocupa com o cenário das contas públicas ao longo do segundo semestre desse ano. A percepção é de que existe a possibilidade de uma piora nos gastos públicos por causa das eleições. E o cenário já é apertado. Até o momento, o pacote de bondades do Planalto Soma, ao menos 256 bilhões de reais. 256 bilhões de reais na reportagem da nossa relis, e não cai, perdão. Era você que eu tinha prometido a palavra ao final do último segmento. E nós temos nas pesquisas no cenário estável, tanto dinheiro para continuar igual? A leitura nossa de que o Lula atingiu um teto, que daí ele não passa, mas um teto suficiente para dar algum tipo de segurança, dar uma segurança máxima para que ele consiga derrotar o flavio, o principal candidato de oposição. Eu tenho ouvido muito que nas campanhas adversárias à Lula como o PT usa bem a máquina. O PT sabe usar a máquina, ganha eleições, usa na máquina e deixa o problema fiscal secuzes para o ano que vem. Exatamente isso que está fazendo. Eu gosto de estar bastante o estudo do Mauro Mendes, coloca a gente, coloca um número, estudo de Mauro Mendes acho que são 268 bilhões de reais. É, 256, 33 medidas, ou seja, o recepórico clássico do PT, que fez ganhar praticamente todas as eleições que disputou nesse século. Eu não há para passando a palavra você agora com a seguinte solicitação. De que maneira você está vendo a situação no Sudeste, Rio São Paulo Minas, para a chance de Lula? Olha, a gente tem aí, um espaço, desde o tudo com o anticipacote com o seu ser divulgado, a gente tem um ano de orçamento discricionário sendo despejado para as eleições. Essa é a ordem de grandeza, que a gente tem. Olhando para o cenário eleitoral, o Lula vive hoje o que o Andrei Romano da Atas, chamou de um paradoxo, porque apesar disso tudo, ele vem piorando a sua avaliação, volto pro vermelho na desaprovação também na pesquisa da nexos de BTG, e nessa última rodada da Atas divulgada hoje, ele também piorou tanto o nível de aprovação quanto a avaliação de covian. E ele só se mantém, e esse é o paradoxo, como é que ele pode ser o favorito tendo uma avaliação. Ele só se mantém porque a percepção dos voxcante de datos é muito fraca. Mas ela pode ser alterada, e aí uma coisa que é muito importante, o governo vem fazendo campanha com dinheiro público, desde o tudo, gastou um ano de orçamento discricionário e esse esforço de recuperação de imagem, camuflado pelo atendimento de emergência. Agora, a campanha para a oposição e para as oposições, ela começa a aguardar, então, a gente se é a tamanho do governo, e o governo vem jogando sozinho. E agora, a gente vai ter um início daqui a dois semanas. E aí, ele vai ter que, essa é a questão principal do almenho, que mostra que o governo tem a expectativa de seleito, não apenas com a base tradicional, mas já está acabado, e na eleição passada foram Bolsonaroistas. E aí entra a São Paulo e Rio, onde o governo busca uma situação melhor, teve uma interferência do TSE, e a Núria de Janeiro também, para evitar que um candidato da oposição, eleite pela Sembrela Legislativa, assumisse ali o poder, e hoje ele está numa situação de impacto virtual, tanto em São Paulo quanto no Rio, o que é uma condição que de lidades, em essa folga, que permite que ele se sinta favorito, nessa altura do jogo. Daniel. William, queria trazer aqui uma reunião que aconteceu no Palácio do Planato na Semana Passada, já que a gente falou de aluninho e de possíveis consequências, inclusive, para a economia, e mostra como o presidente da República hoje, entre tomar uma medida econômica racional, e qualquer coisa que ameace as eleições, ele sempre optará por uma decisão política. A hidrovir do tapajós, que é um fluxo, um corredor logístico, absolutamente importante por escoramento de grãos, um rio do norte do matogrosso, corre o risco efetivamente de secar com o aluninho. Seque extrema, isso prejudica navegação, aumenta demais os custos logísticos. Existe uma dragagem que está para ser feito, ou seja, tirar todos aqueles sedimentos do Rio, para permitir estender a navegabilidade. Uma reunião na Semana Passada, todos os ministérios ali estavam, consensualmente, apresentando uma proposta de uma dragagem emergencial, uma obra para ser feita, imediatamente, toda executada pelo setor privado, pelo setor público, pro governo, nem tem que pensar em distação. O presidente chamou algumas lideranças indígenas para ouvilas na mesma reunião com a presença de ministros e diante da resistência dos indígenas, preferiu contrariar a recomendação de todos os seus ministérios para não incomodar ali um eleitorado que é muito pequeno, muito niixado, mas que pode fazer algum barulho ali na região norte. Preferiu não fazer, então, é aumentar o risco do elenho para não prejudicar a sua eleição. Isso foi o que aconteceu na quinta-feira da Semana Passada no Palácio Planalto. Deve ser um bucado de gente, incluída nesse eleitorado alvo, no caso do exemplo citado pelo Daniel, para justificar uma medida dessas, e a agressão que isso é do ponto de vista, do conjunto do país. Então, falando de uma hidrovista,
que beneficia a quatro ou cinco produtores. Nós estamos falando de um segmento econômico que segura a boa parte do PIB. -Cá, é adversário do governo, não é? -Mas é adversário do governo também. -O governo, o governo socialmente como adversário. Essa me parece a coisa mais de rúxula que existe, porque o governo pensa o ángulo como se fosse uma entidade com retratos três por quatro indireços e telefone. -Omogênea. -E que seria totalmente. Não, há milhares, milhões de pessoas, os mais variados níveis, inclusive um monte de trabalhadores e eleitores que são tratados em conjunto pelo governo como inimigos dele do governo. Agora, no caso específico, que mais que eles têm na cartola para tirar? -Milha, bom, essa semana saiu, o desenrola dos pontos zero é a extensão por mais um mês, que parece já entrando no prazo eleitoral, então os individados e o desenrola de certa maneira, um programa que ajuda também até que não está enrolado, apagar as dívidas, ele vai até adaptar chave do primeiro túnel, que é o 7 de setembre, ele vai até 31 de agosto. Agora, é muita divulgação todas as agendas do presidente, ainda antes do 15 de agosto, governo aposta muito na presença do presidente, mas de fato o leocoloco, 15 de agosto começa, e aí dá pra gente entender também a forma como esse quadro de imprevisibilidade, ou de talvez um favoritismo moderado do Lula, o governo operando muito no bastidor para impedir que as candidaturas adversárias, principalmente a do Flávio, fechem qualizões que lhes dariam um tempo maior na horário eleitoral. -Pulanologia, Leonardo, de novo, que estou um pouquinho especulativo, mas é quem está tentando realmente ver os cenários. A gente vive em 2018, em parte em 2022, o velho debate redissociais versus propaganda oficial. Em 2018, por exemplo, foi uma derrota clássica do horário obrigatório contra redissociais. 2022 já nem tanto. O que se antecipe esse ano? -Olha, a gente olhando para a condição objetiva, usar o boletinhos ex-ritsociais, e a relação com o que são muito importantes. Eu assisti ao W. de Segundo Fier, e a professora Grasella Testa dizia que essas identidades são algoritmos e as redes sociais têm papel de renforçar identidades e, que por consequência, fecha as pessoas para mensagens diferentes que elas poderiam ouvir na televisão. Mas pegando, por exemplo, pesquisas como a Nacwéx, onde o pessoal sempre pergunta qual é o principal forma de informação da pessoa. Os meio tradicionais ainda são importantes. Pega um sempre, pelo menos, metade das pessoas. E a indação, a forma de forar esse descial político, então eu entendo que a campanha formal tem espaço, ela tem impacto. E por exemplo, é nisso que se fia o Ronald Cajado, que fez um trabalho pífio de redes sociais na pré-campanha, na expectativa de quem ainda possa recorrer a verna televisão. E aos meninos de comunicação, acho que a gente vai testar, mas a minha perspectiva é que a adi, ainda é uma complementariedade e uma importância para os meninos tradicionais. O que os marqueteiros têm visto, Daniel, queria ouvir você a respeito também, é que há uma diferença entre redes social, que é algo que o indivíduo acessa. E a exposição, por exemplo, ao rádio, as inserções na rádio, que elas bombardei o indivíduo, com efeitos também diferentes. E que também geram recortes para as próprias redes, que é a campanha, são sabatinas e os debates que geram recortes para alimentar as próprias redes sociais. Trago um ponto aqui, ontem a gente falava dos partidos médios ou do Centrão, que evitaram coligações eleitorais com as principais candidaturas, a presidente da República Nesteano. Isso também acabou esvaziando o tempo de televisão de Flávio Bolsonaro, que precisaria. É o candidato que tem uma militância digital mais ativa. O PT também aprendeu a trabalhar com ela, acho que principalmente ali na metade do mandato, a chegada do Sidônia acabou influenciando muito isso e melhorou a comunicação do governo nas redes. Mas para efeitos de propaganda eleitoral, o cenário que se projetava alguns meses era de um tempo de televisão bastante vasto do Flávio Bolsonaro, porque ia ter o tempo do PP, talvez do republicans, do União Brasil, tudo isso, o ajudaria. No final das contas acabou ali só o tempo do PL, menos tempo e menos possibilidade pelas vias tradicionais. Significa para ele a redes sociais dele com penso? Eu acho que o meio tradicional, quando a gente fala com os marketers, eles gostam muito, claro que eles entendem as redes sociais com o meio de focalizar e de segmentar, buscar uns nichos específicos de eleitores, mas o raro eleitoral, porque não é só o raro eleitoral, são as inserções, principalmente, mas o raro eleitoral, as inserções do sujeito está vendo a TV dele, pinta ele 20 segundos de uma propaganda, o raro eleitoral você tem que sentar para assistir, então faz uma diferença assim, agora lembrando do caso clássico de 2018, gerado a Alcmin, com muitos partidos na coalizão, ficou em quinto lugar. Com uma enormidade de tempo de televisão aí, que vocês fizeram. E eu vou sonar com sete segundos de ganhadores são. Eu estou encerrando esse segmento, queria agradecer a participação em primeiro lugar aqui do Leonardo Barreto, cientista político, sócio da consultoria Think Policy. Obrigado Leonardo por estar conosco, boa noite. E o que agradeço pessoal muito boa noite. Daniel e Kai, obrigado a ambos, boa noite, a gente vai para o intervalo comercial, na volta vamos falar da situação enorme, sobretudo, mais uma resposta de Trump ataques do irã até já. A verdade está voltando do intervalo, nosso segmento final como sempre dedicado a questões internacionais e da gel política, agradecemos à participação agora nesse momento de Eduardo Migom, ilha coronel veterano do exército brasileiro, é professor de ciências militares da escola de Comande Estado Mordas Efto, a ECM do Arlo, obrigado por estar conosco com o seu nome. Os Estados Unidos lançaram nessa noite e foram ataques significativos, embora ainda sem detalhes, construíram. Segundo o centro de Comande norte-americano, que é responsável pela área, os bombardeios são a resposta, tentativas de irã, de atingir bases americanas na região, particularmente no irã que além da área saudita, reportagem de Mariana de Andiá como. Uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e irã rescalou as tensões depois de dias sem bombardeios. Forças americanas e sauditas coordenaram ofensivas contra uma milícia aliada do irã localizada no irã que, as forças de mobilização popular tem forte poder político em bagdá, elas são uma organização guarda-chuva de grupos chitas e possuem laços estreitos com a guarda revolucionária iraniana. Washington e Reade acusam o grupo de realizar ataques com drones contra instalações petrolíferas e energéticas da Arabia Saudita. Segundo o centro de Comande americano, o regime do irã teria direcionados bombardeios. A retalhação americana e saudita deixou pelo menos 20 mortos, segundo a milícia. Como resposta terã não soum ísseis contra a Jordânia, mirando especialmente bases americanas. O governo local disse que conseguiu abater cinco projetas. No Egito, drones atingiram na vius dos Estados Unidos em um terminal de gas. O país até então não tinha sofrido nenhum ataque durante o conflito regional. O cenário fez o preço do petróleo disparar. O barril do tipo Brent subiu mais de 7%, fechando a 90,63 dólares por barril. E o tráfego de navios pela região segue prejudicado. 37 embarcações cruzaram o estreito de Bab Alman-Dab e 14 passaram por hormús. Trump prometeu retaliar com toda a força. Apesar das ameaças, Trump enfrenta uma barreira, o nível do estoque de armamentos dos Estados Unidos. O número de equipamentos, inclusive os de defesa aérea, caiu depois de meses de bombardeios contra o irã. Além das dificuldades no atual conflito, uma escassez de míssia e esprejo de caria os Estados Unidos em outras ações pelo mundo. Eduardo, fica claro para você que tipo de opção nessa guerra, particularmente eu estou falando agora das questões militares. Trump resolveu abraçar.
A gente tem uma oportunidade pela frente de mais duas semanas, quatro semanas, essa janela de oportunidade para os esportes americanos, para o processo de decisão editorial, de uma configuração de oportunidade se escolher uma escalada se escolher a fãsis. Não, eu acredito que ele ganha a fazer, mas eu acredito nosso meio de agosto, essa oportunidade é que a possibilidade que ele tem e bem chefe de ter uma estratégia, a possibilidade que ele concretamente vai resolver. O ponto de vista militar é o que eu assisti nesse ponto, que opções você enxerga para ele, você mencionou, assumiu uma escalada. popularmente assim, nós temos três grandes vetores de força, nós temos uma marinha americana que era destruir uma marinha americana, mas ela também já está no mar aí há 200 dias batendo récord, tem falta de um ex-commissionado com récordes crescíveis, 250 de mar, esse gera de carques, falha operacional, você é cidade de acordo, ele tem muita liberdade naval, não há de ter muita possibilidade de usar isso, a marinha, ele ainda continua com a tática de guerrilha, linda, se costigando, ou muito serente, que possa. Nós temos uma força era americana, uma defesa era fantástica, segurando o bici, segurando o bônio, a defesa era, a defesa anti-aix, trevamente acuante, mas já com uma cenada de 30, 40% de os estados normais de inção, nós temos uma força militar que perra aí a 50, a 100,000 e uma ação militar que se saia de duas vezes, crenha a vida, então a gente que está lá, é amplificar a guerra era naval, amplificar a destruição de festecula, mas ele não vai além disso, nesse dito, uma toca-terreta interreta, isso é um dos dois promenos e a gente que é todos, todos que somos, fascinados pela leitura de história militar, sobretudo, é, damos um enorme importância aos fatores domésticos como condicionantes de ordens em operações militares, em que medida os fatores domésticos americanos amarram Trump de maneira muito estreita, muito rígida, ou ele, digamos, assumindo algo que a gente duas semanas atrás já tinha explorado um pouco nesse sentido, ou ele assumindo que vai perder mesmo nos direções de meio mandato, diz "Não, eu vou em frente". Uma pesquisa hoje na CNN revela que 73, 73, 73% dos americanos considera que o Trump não prioriza os problemas reais dos americanos, é um dado sordinário, três em cada quatro americanos, mostrando que o país é dividido quase metade metade entre republicanos e democrátis. Ele já está claro que ele não tem uma saída boa para esse conflito no qual ele entrou, boa no sentido político, eleitoral realmente, ou seja, a melhor saída do ponto de vista eleitoral é estabilizar o Street ormundo para que a navegação seja retomada. Mas sem que isso representa uma humilhação estratégica muito grande, uma perda estratégica muito visível, até porque o iran já provou que ele conforme vai sentindo essas necessidades, esses dilemas americanos, ele vai elevando o custo para ter o máximo de proveito o iran que eu me referi agora a revolucionário, cobrar o custo mais alto possível para que não volte a ser atacado por Estados Unidos e Israel e nenhum outro país. Então o iran agora buscar a iniciativa estratégica, pela primeira vez atacou antes do que os Estados Unidos, não em retalhação, mas buscando que a partir dessa iniciativa estratégica no médio prazo, a dominância estratégica sobre o direito de Ormundo sobre o golfe péssico. Então o Trump está realmente sem saída e busca subterfúriso político eleitorais do tipo mudález, ação americana para que os mais pobres que são os que mais sofrem com o alto custo de vida, simplesmente não possam votar, não tem uma carteira de identidade federal que é mais difícil de obter, não possam votar pelo correr, então ele está buscando realmente evitar uma derrota maior do que é que se configura. Eduardo, nós estamos vendo que no quadro, altamente complexo daquela parte do Ormundo do médio, atores que até aqui tinham uma presença menos destacada, estão ganhando projeção, eu estou falando não só dos lutismas, mas também desse número grande de milícias fietas dentro do Iraque, que foram organizadas e treinadas para combater o estado eslâmico poucos anos atrás e permaneceram bem treinález, bem armálezes e que agora são chamadas atuar. Mas nós estamos vendo um grande silêncio por parte de Israel até quando. Eu penso que a situação do primeiro ministro é também uma situação muito difícil, tem uma pressão americana para se mover de forma calta e a nossa, também é muito cobrada, e Israel é um país que precisa das suas costas armadas numa alta intensidade, mas ele mobiliza esses recursos humanos, eles têm da sociedade pelo perigo de que eu vi, e esse prolongar da guerra já desde no passado, primeiro da parte de Israel, eu acho que a pressão da sociedade seja muito grande. Nós estamos pressando em vermos que a sociedade me parece o custo da guerra para a Israel, é um mundo mais entendido, além da necessidade vital de combater o Iraque, a necessidade de um homem em arro mulheres, em arro, é muito grande e muito fácil para ele, é uma manipação muito difícil para eles. O irã parece o disposto a aguantar a quantadora. E a expandir, manter essa escalada horizontal de uma forma contínua, esse ataque de hoje a um navio, o tanque, aliás, um navio de gas, um navio de gas, de quereito, americano, num porto egípcio por um drone que acabou, inclusive estravazando para um outro navio, que também pegou fogo, é um auço extraordinário, envolver o egito, não o egito como território, como país, mas como geografia, nessa guerra, realmente revela um plano de escalada estratégica contínua para aceitando a dor, porque as reações americanas são muito. - Estão sobre o bloqueio agora de novo, né? - Hoje foi anunciado um aumento de 10 vezes do preço da gasolina no irã, de uma vez, em 10 vezes, lembrando que foi, em 2019, aquelas grandes manifestações de 2019, foi por causa do aumento da gasolina, exatamente pelo mesmo fator do bloqueio, no caso do imbargo americano. E agora eles não conseguem mais produzir gasolina, e isso é incrivelmente impopular. Então a dor é grande, mas a disposição, em certo sentido, acho que a gente tem que reconhecer, a capacidade do irã de ir também infringir dor sobre os americanos, que tem muito menos tolerância com eles, é algo para ser considerado. - Eduardo, a gente acompanha bastante o noticiário, a respeito dos dilemas colocados ao pentalo. Um dos mais graves, no momento, parece ser o uso de munições que teriam, como principal, teatro de utilização hipotético, Ásia, longe da liga, não essa parte da Ásia, na Constanfânia, mas o sudeste asiático, particularmente o entorno da China, em que medida isto hoje é de fato um constrangimento, a expansão das operações militares americanas. O que parece ser um dado muito importante, junto com o custo dessa operação, apesar do presidente americano ter tratativas de um orçamento histórico de pessoas armadas, a velocidade da base industrial de defesa nos está acompanhando a velocidade do confluo, no confluo de munição, com fúndio de classes importantes de armamento e de munição, aqui em maior tecnologia, e portanto no médio longo prazo, o tempo para a reconstitão desse poder-comparti, diminui a influência e a importância dos estados unidos em todos os seus espaços de aquação, e nos fundar Ásia, mar do Funda China, o outro espaço grande, que são os estreitos que tenham ali em Targuanha, isso acaba afragem do zão dessa posição, aconteceu até uma visita do presidente da China, Eu vou te ver.
essa posição, né, a China, pela primeira vez em público durante uma vida de chefe de estado, mas que estou se como candidato, uma mulher, como desafiante, e isso não aconteceu em meio uma comida fora, mais velada do que isso. Eu não penso que no cenário global, ao poder relativo das fossas armadas da americana, em sofrendo esse impacto. Não sabe sair dessa posição atual e tem dificuldade de se registrar a beleza aí para dois mil e tríneos do país. Lourival, a gente viu com uma das consequências mais evidentes da guerra de escoria do Trump do 28 de fevereiro, quando ele disse o ataque de saiu irã, a dissolution significativa da percepção dos países árabes do Goof, da capacidade de proteção que eles deu até aqui os Estados Unidos. Alguns esses países, alguns dessas monarquias, abrigam algumas das instalações militares americanas, mais importantes no planeta, e se sentiram vulneráveis. Essa vulnerabilidade, algo que a gente tratou aqui algumas vezes, se traduziu em arranjos que sugerem tentativas de encontrar proteção, por exemplo, junto ao Paquistão, aconteceu no caso da Araba Saudita, mas também algum tipo de entendimento com o irã. Como andei hoje? Bom, isso é tripidante, acaba vendo muitos obstáculos aí, então como resultado dessa dinâmica que se acabou de descrever, os Estados Unidos é a nossa concessão extraordinária de fazer esse acordo nuclear com a araba saudito para trazer de volta o reino sobre a sua órbita. É claro que depois no dia seguinte colocando um irritante que seria a exigência de elas filhar a cor de abraão, normalizar a relações com Israel. Hoje a Revella que a China está enviando 300 lançadores de míssis portáticos anti-aéreos, como forma de para o irã, como forma de tentar restaurar um pouco com a capacidade iraniana anti-aére, que é muito frágil, mas esses míssis só alcançam violões que estão voando baixo, ou ele copros e drones, então é uma coisa limitada, mas simbólicamente mostra o quanto a China embora não reconheces publicamente, fez a sua escolha em relação ao irã e não fazendo aquilo que os árabes esperavam, que era comter o irã pelo contrário. As opções são todas difíceis, existem essas conversas, existem encontros presenciais nas capitais iraniana e das monarquias árabes, mas a conversa é muito truncada por esse desejo do irã de estabelecer uma dominância estratégica e ele sente que tem condições de fazer isso. Eu sou obrigado a encerrar o programa aqui, agradecer a você Eduardo Mingon, coronel veterano, deserço brasileiro, professores ciências militares na ECM, pela participação aqui no programa Boa Noeste do Arno. Boa noite, obrigado pela oportunidade para esse tema para a sociedade brasileira, terão muito rápido. E, normalmente, muito obrigada a você, Louis Valsempire, um orgulho para o nosso terro aborto. A gente está terminando e vem meu recado, na gente tem mais material para vocês na página do WWW, um site da CNN Brasil com filha. Fica por aqui, essa edição Boa Noeste, obrigado. (♫ pra fala ♫) Ei! (trisada) (trisada)
Podcast Summary
Key Points:
Puheessa käsitellään digipalveluiden (Shopify, ruokalan digipalvelut) merkitystä liiketoiminnan helpottajana.
Siirrytään brasilialaiseen poliittiseen analyysiin, jossa korkein oikeus (STF) ja vaalituomioistuin (TSE) pyrkivät rajoittamaan oppositiota, erityisesti Flávio Bolsonaron kampanjaa.
STF:n toimet nähdään poliittisina, ja niiden taustalla on pelko opposition voitosta, joka muuttaisi tuomioistuimen kokoonpanoa.
Hallitus (Lula) käyttää julkisia varoja (256 miljardia realia) vaalivoiton varmistamiseen, mikä herättää huolta julkisesta taloudesta.
Vaalikampanjan aikana perinteisen median (TV, radio) ja sosiaalisen median rooli sekä niiden yhteisvaikutus nähdään keskeisenä.
Esimerkkinä päätöksenteon poliittisuudesta mainitaan Tapajós-joen ruoppauksen lykkääminen vaalitaktisista syistä.
Summary:
Tekstissä käsitellään aluksi digipalveluiden, kuten Shopifyn, hyötyjä liiketoiminnalle, mutta suurin osa sisällöstä keskittyy Brasilian poliittiseen tilanteeseen. Analyysissa kuvataan, miten korkein oikeus (STF) ja vaalituomioistuin (TSE) pyrkivät hillitsemään opposition, erityisesti Flávio Bolsonaron, kampanjaa tekoälyn ja sosiaalisen median käytön avulla. Toimien väitetään olevan poliittisia, ja niiden taustalla on pelko siitä, että opposition voitto muuttaisi tuomioistuimen kokoonpanoa ja heikentäisi nykyisten ministerien asemaa.
Samalla Lulan hallitus käyttää mittavia julkisia varoja (yli 256 miljardia realia) erilaisiin etuihin ja hankkeisiin varmistaakseen vaalivoiton, mikä herättää huolta julkisen talouden kestävyydestä. Esimerkkinä päätöksenteon poliittisuudesta mainitaan Tapajós-joen ruoppauksen lykkääminen, jolla vältetään äänestäjien suututtaminen. Vaalikampanjan dynamiikassa korostuu perinteisen median ja sosiaalisen median yhteisvaikutus, vaikka sosiaalinen media vahvistaa identiteettejä ja vähentää altistumista eriäville viesteille.
Kokonaiskuva on monimutkainen, jossa oikeuslaitos, toimeenpanovalta ja lainsäätäjä ovat jatkuvassa jännitteessä, ja vaalit nähdään ratkaisevana kamppailuna vallasta ja oikeuslaitoksen tulevasta kokoonpanosta.
FAQs
Valjoaimo on ruokalan ammattilaisten kumppani, joka auttaa onnistumaan digipalveluiden avulla.
Shopify mahdollistaa liiketoiminnan harjoittamisen ilman teknistä osaamista, hallinnoiden taustajärjestelmiä ja frontendia sekä verkkomyyntiä vaivatta.
Kun digipalvelut toimivat selkeästi, voit keskittyä olennaiseen ja liiketoiminta sujuu helposti.
Valjoaimo perustettiin vuonna 2013.
Shopify on kuin itse polkupyörä, sillä asiat hoidetaan ja liiketoiminta hoituu sen avulla.
Se tarkoittaa Shopify-palvelun kokeilujaksoa, joka mainitaan osana tarjousta.
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