Neste episódio do podcast, as apresentadoras discutem a importância do sono infantil e como os pais podem lidar com os desafios relacionados a ele. Elas destacam que o sono é frequentemente negligenciado, mas vai muito além do descanso, sendo crucial para o crescimento, regulação hormonal, consolidação da memória e aprendizado das crianças. Uma das principais diferenças entre o sono do bebê e o do adulto é que os ciclos do bebê são mais curtos, com mais tempo em sono leve, o que explica os despertares frequentes, especialmente em recém-nascidos. As apresentadoras esclarecem que não é correto dizer que o bebê "troca o dia pela noite", pois isso é um padrão fisiológico normal, já que o ciclo de sono e vigília ainda não está maduro. Esse amadurecimento é progressivo, começando por volta do primeiro mês, com melhorias graduais. Elas também explicam o papel da luz na produção de melatonina e cortisol, hormônios que regulam o sono, e como isso será relevante para as dicas práticas. O episódio enfatiza que os pais não devem ensinar, mas sim guiar a criança nesse processo natural, criando rotinas e um ambiente propício. Ao final, prometem revelar seis dicas valiosas para ajudar as crianças a dormir melhor, sem criar expectativas irreais de que durmam a noite inteira desde cedo.
[música] Olá! Estamos aqui hoje para mais um episódio do nosso podcast "Pede a Trindas dupla". Eu sou a Manda Calegas, Manda Núisa, "Pede atra", e nefrológica, "Pede atica". Ah, eu sou da Lise, "Pede atra", "Mãe da Isabel e da Juvana". E a gente hoje está muito, muito babado com esse episódio que literalmente tira o sono dos pais e das mães, né? -A mandas. -Exatamente. -Exatamente, é verdade, é verdade. -É verdade, é verdade. -Olha, eu tenho que parar de falar ne, porque já contabilizei um milhão de nez em toda a. -Todo nosso histórico do podcast. -Eu não sei. Eu parei te falar um pouco exatamente, mas ainda falo bastante. Eu gosto exatamente. Mas aqui eu concordo plenamente com você, Manda. Então, vocês falam "Esata, Manda". -Então, entendeu? -É verdade. Esse episódio é muito importante. A gente sabe que o Sora acaba sendo uma problemática ali na vida de várias famílias. Porque o sono, ele desgassa, quem tem privação de sono, a criança que não consegue dormir, acaba que a gente fica desgastado, a gente fica muito cansado, e a gente perde uma parte tão. -Que seria tão tranquilo, né, da uma tranquilidade por conta do excesso de cansado. E eu posso dizer que no sono que cito sono dentro da minha maternidade, foi um quesito leve. Talvez pela informação que eu já tivesse previamente, porque você é límire, entrando que para quem não sabe, a gente dá a lisa expert, e o sono não é bem, entendeu? Então, acho que os episódios que a gente já tinha gravado anteriormente, falar sobre isso, os estudos que tinha feito, a vivência do constróleo, me ajudaram a traçar estratégias que fizeram com que eu consegui, digamos, dentro da normalidade, porque a gente vai falar sobre isso também, né, o que é normal para o Mb, a gente tem que alinhar as nossas expectativas, dentro da normalidade, dentro do que seria normal para o Mb, eu consegui sempre ter uma boa qualidade de sono com a Ana Luisa. E isso foi realmente muito bom, né? Para mim, o sono foi realmente um desafio. Eu acho que tudo que vem como desafio na vida da gente, a gente tem que pegar como aprendizado, porque se está desafiando, tem que mexer com você para você crescer naquele sentido. E isso veio para me ajudar, e da mesma forma que me ajudou, eu consigo ajudar outros mulheres, informando, ensinando, como a gente fala, né, que, como a gente fala? As mulheres informadas estão em um desses sonhos conscientes. Mais informadas, estão em um desses sonhos conscientes com relação ao sono a termidade. Talvez eu não dei a devida importância, com relação a todos os cuidados que eu deveria ter tido com o sono, e eu acredito que por isso eu tive esses problemas com relação ao sono. Não estabeleci uma rotina, voltei o trabalho muito cedo, enfim, foram vários motivos. E esses motivos e essa dificuldade foram o gatilho que me fizeram estudar e aprofundar um pouquinho mais sobre o sono. E aí trazendo essas informações, eu cuida ajudar pessoas, né? Mas as mães que estão aqui, os pais que estão assistindo a gente hoje ou vindo a gente hoje, eles não vão ter esse problema, porque nós iremos revelar seis dicas valiosas para ajudar o seu filho a dormir melhor. Veja, veja, eu não estou falando do seu filho a dormir na noite inteira, porque vocês vão entender o porque, nem sempre a criança da arma na noite inteira, está tudo bem. Nós temos que entender o que é normal para a criança. Mas as dicas que serão reveladas hoje serão valiosas, então fiquem com a gente até o final do episódio, pega um caderninho para vocês anotarem porque vale a pena. E a explica, porque assim, é até mais fácil, sabe, irmão? A gente começar a aplicar a questão do sono desde o nascimento do bebê. Na Lizzy, para de spoiler. Nós vamos falar isso, é uma dica maliosa, calma. Mas fácil que eu não tu quer dizer, é que é o seguinte. Depois que a gente já tenha dificuldade, é um pouco mais difícil, quando tem uma associação mais difícil. Agora eu entendi, é mais fácil prevenir do que ter que consertar depois. Dá, para consertar. Ah, dá, dá. Mas você traçando o caminho, né, dessas dicas que a gente vai destravar para vocês que a gente vai trazer, vocês seguindo essas dicas, vocês vão ter sucesso. Todas as crianças que dormem bem a noite, as mães, fizeram esses seis passos aí, que a gente vai revelar no final. Então vamos lá. Então a manda, a gente começa a falar sobre o sono, e o sono antigamente, na história do sono, ele era um pouco como que a gente vai dizer. Não se dava tão negligenciado. Ele é um pouco negligenciado, você é balado. Então era um pouco negligenciado, porque as pessoas achavam que o sono era responsável só pelo nosso descanso. E aí eles foram estudar mais a fundo, que o sono vai muito além do descanso. O sono tem funções específicas no nosso organismo. Então tanto a gente está acordado, quanto a gente está dormindo, o nosso organismo tem atividade, o nosso cérebro tem atividade. Se você colocar um elétrico, isso é fulograma, e fazer o traçado, você vai ver que nós temos atividade elétrica, atividade neurológica, atividade hormonal. Todo o nosso organismo tem uma atividade durante o sono, e somente durante o sono específico. E não é uma pausa no dia. É uma pausa assim, pro corpo, a lidatia, descansar, mas o organismo continua trabalhando em vários setores. E daí vem a importância de uma boa qualidade de sono. Porque durante o sono, a gente tem liberação de hormônios, por exemplo, que ajudou a gente no crescimento. A gente tem liberação de hormônios de substâncias, que ajudou a gente a regular a petite durante o dia. Eu sentia muito isso quando dava tão tão noturno. Quando dava com tão noturno, pense que no outro dia tinha uma fome assim que nunca passava, entendeu? Eu estava ficando com fome de todo. Quando dava com tão noturno. E depois que eu fostei sobre o sono, eu vi como isso tem relação. Tem muita função também na questão hormonológica. Durante o sono, nosso sistema hormonológico, ele ocorre uma regeneração da células, ocorre proliferação de células que são importantes também. Então, gente, o sono é muito importante. Para todo mundo, especialmente para criar. O sono é muito importante também, para a consolidação da memória e para o aprendizado da criança. Nosso também, mas principalmente da criança. Quando a gente dorme, então, durante o dia, a criança que está nessa fase de aprender tudo, tudo para ele é novo, tudo para ele é o aprendizado. Então, ela pegar um brinquedinho, deixar caindo chão, ela ouvir um barulho novo, ela ver uma coisa nova, adquirir uma nova habilidade. Isso tudo vai chegar no cérebro dela e vai começar a ser processado. E no período noturno durante o sono, isso vai ser organizado e armas em nada. Então, é como se fosse uma biblioteca. Você chega ali na biblioteca com um monte de livro e coloca ali em cima da mesa. E aí, na hora que você isso durante o dia. Então, vamos dizer assim, o sozinho chegou, cheio de informação, cheio de livrinhos na biblioteca e colocou aqui no linho. Quando chegar à noite e a gente dorme, a loazinha que é o sono, pega esses livrinhos, coloca o organizadinho ali em ordem alfabética nos armários. Então, o sono é responsável por essa organização, com solidação e armazenamento da memória. Então, é uma função importantíssima para as crianças. E por isso que, às vezes, tem épocas da vida da criança, onde a criança está aprendizado intenso, quando ela está numa nova habilidade, que a gente percebe que a se soa não fica mais agitado. A gente percebe que ela pode tentar treinar essas habilidades durante a noite, bater palma, tentar rolar, tentar falar, porque o cérebro dela está trabalhando naquilo tudo que ela aprendeu. Então, quando a gente consegue garantir uma boa qualidade de sono, a gente consegue garantir também uma melhor qualidade aprendizado. Isso quando as bebês são pequenos, quando as crianças são maiores, isso ajuda também, por exemplo, na melhora do rendimento escolar, na melhora da capacidade de aprendizagem. Então, gente, sono é realmente muito importante. Porque, se você fosse com essa moda do sono da criança, não é uma moda, o sono é muito importante, a gente tem que dar de vida importância e nós, como o PAS, temos que saber como funciona o sono da criança para ajudá-lo a dormir melhor para que a gente atinge o potencial máximo. Digamos assim, né, daquela criança? Então, é a mãe. Ai, gente, esse cabelo dela está demais! - É o nosso cabelo! - Está demais! - Está demais! - Está demais! - Está demais! - Está demais! - Está duas, amiga, vai! - Então, como a gente se torna a pai e mãe? A gente sabe que a gente tem que sinal o filho, comer, andar, sentar, falar, brincar. Mas, a gente se esquece que a gente tem que sinal a criança a dormir. Então, a gente aqui, do pediatrinho do oopla, quer dizer para vocês que a gente também tem que ensinar as crianças a dormir. A gente não pode esquecer disso, que é muito importante. E está tudo interligado, porque eu sou no regula. - Então, vou. - Todas essas outras funções de escordar de você. - Vou. - Vou descordar. - Vai rolar a primeira treta aqui do redor de a treta. - Eu diria que nós não temos que ensinar a criança a dormir. Nós temos que guiá-la e respeitar um processo que é fisiológico e ajudá-la. Porque o brinco que nos sono muito ajuda aqui no atrapalho, entendeu? Porque muitas vezes são hábitos que a gente quer inserir que são errados que acabam atrapalhando um processo que seria fisiológico para criança. Então, às vezes a gente só precisa ali estar ali para guiar, controlar o ambiente, controlar o horário, controlar tudo. Porque o sono faz parte do desenvolvimento neurológico da criança. E às vezes a gente acaba atrapalhando. Então, brincadeiras a parte.
não estou descorrendo da darísima, mas, mais do que ensinar a criança, é guiá-la para que esse processo fisiológico corra naturalmente. É um processo que é fisiológico, o amado e o esse mítio do sono é um processo fisiológico. Então, como que funciona o sono da criança? Para a gente começar a entender, como a gente pode ajudá-lo a guiar esse sono, a gente precisa entender como que funciona o sono da criança, o que que ele é diferente do sono do adulto, né? Um o sono do adulto, ele tem ciclos mais longos, lembra que o sono ele está dentro de um ciclo do dia que a gente tem um período de vigília, que é um período que a gente fica acordado e tem um período que a gente dorme. No adulto, esse ciclo dura 24 horas, né? Da lisa, a gente dorme a corda, dorme a corda, dorme a corda, em 24 horas. E como que é na criança? Olha, peraí, eu me perdi um pouco. Felipe dá um cutie aí nessa parte. O sono da criança, ele tem ciclos mais curtos, certo? Então ela vai dormir acordado, dorme acordado, dorme acordado, mas não da mesma frequência que a gente faz. A gente faz isso em 24 horas. A criança faz isso de forma mais curta. Então ela tem ciclos mais curtos. Então, por exemplo, o bebezinho receia nascido. Ele mama dorme a corda, mama dorme a corda, mama dorme a corda, a cada duas, três horas. Então, a cada duas, três horas, ele está fazendo um ciclo de sono. Ele não faz um ciclo de sono longo como a gente. E aí, as vezes as pessoas não entendem, por exemplo, que no prum receio nascido, o padrão de durante o dia vai ser exatamente igual do padrão de durante o noite. Ele não vai ter uma diferenciação entre o padrão do ciclo de sono de dia e o padrão do ciclo de sono de noite. Bom, a mama, então assim, muitas vezes, quando os pais vem na consulta, eles falam assim, "Ah, meu filho troca o dia pela noite." Eu acho que assim, a gente queria explicar um pouquinho que o sono do bebê é diferente do sono do adulto. Por isso que às vezes a gente pode, a gente precisa entender que não é que ele troca o dia pela noite, é porque para ele ainda não está estabelecido o ciclo do sono e vigília como em nós adultos. Então é importante a gente entender a partir do nosso do sono do adulto, a diferença dele com o sono do bebê. Quando a gente entende que para o bebê é que o eficiente é normal, a gente para a gente já tem uma coisa errada. Um ciclo do sono que a gente faz como adulto, por exemplo, a gente faz menos de quatro horas, a gente dorme a cor, a gente dorme a cor, a gente tira as pessoas que conseguem fazer uma sonha aqui, a não meio do dia, que não é o caso das mães geralmente, a gente dorme a cor, a dourme a cor, a dourme a cor e a gente patrou. A gente surre o bebê quando ele nasce, esse ciclo é mais curto, né? E aí para a gente encher neio, a gente às vezes tem que extrapolar um pouco e ir para dentro do entraútrio, né? No entraútrio, por exemplo, é claro que existe um período de maior atividade materna, menor atividade materna, mas aqui nessa não sabe o que é dia que é noite, né? A criança ela recebe alimentos ali o tempo todo, ela dorme a hora que ela quer. E aí quando ela nasce, esse ciclo são bem curtinhos. Então o receio nascido, por exemplo, ele fica acordado, mama dourme, acordado, mama dourme, acordado, mama dourme, ele faz ciclos a cada duas, três horas, né? São ciclos curtos de sono e esse padrão, ele vai se manter de formicual de dia e de noite. É isso, perfeito. E aí que vem a dificuldade, porque assim, durante o dia é ok? Às vezes para mães estar ali a cada duas, três horas, digamos assim, acudindo bebês. A noite para nós que estamos acostumados a dormir no dia de toda, nesse início é realmente muito cansativo. Mas é o padrão que é normal para um receio nascido. Isso, isso. É isso aí. Então a gente entender que o nosso bebê não está trocando dia pela noite, o que está acontecendo com ele é fisiológico, deixa a gente mais tranquila, mais segura, com menos culpa, né? Do que está acontecendo, porque eu acho que essa frase é um pouco pesada. Você fala assim, "nossa, mas ele está trocando dia pela noite, porque será?" Então, na verdade, ele não está trocando dia pela noite. É como você falou, como se ele tivesse o dia e a noite, em período, por um lado. Por um lado. Por um lado, a gente encontra outra. E Deus é perfeito, né, amando. Porque se o bebê precisa aumentar de três em três horas, ele precisa acordar de três em três horas. A natureza. É, é, é. Porque a criança, para ela conseguir, digamos, ficar dormindo por mais tempo, ela tem que armazenar mais energia. E para isso, ela precisa ter um armaderocimento de toda a questão gastrointestinal. Então, no fim, está tudo interligado, né? Tudo interligado. Mas tem uma boa notícia. Tem. Qual é a banda? Eu quero saber essa a banda. Porque as manchas tem toda a minha notícia. Tem uma boa notícia. Vai melhorando com um tempo, né? Isso faz parte de um padrão neurológico do sono do bebê. Em atendência que, com o passar do tempo, esses ciclos vão ficando mais espaçados durante o dia. E a noite esses ciclos vão ficando mais longos. Então, por exemplo, a criança começa a conseguir dormir quatro horas a noite, cinco horas a noite, seis horas a noite. Isso é um índice para nós, de que a noite ela está conseguindo fazer ciclo mais longo. E durante o dia, a sonê que é só ficando mais curtas. Então, isso é um padrão de evolução natural do bebê. Não acho que existe uma fórmula mágica que a gente vai virar uma chavinha e de repente, a criança vai dormir no índice toda. Não é assim. É uma coisa que é progressiva. E esse armadurecimento começa por volta do primeiro mês do bebê. E ele vai sendo progressivo. Ali tem crianças que, às vezes, com cinco, seis meses, já dorme a noite toda, dorme super bem. Tem crianças que quase os dois anos ainda não conseguem dormir no índice toda. O que você tem que observar está dentro desse padrão de normalidade para aquela criança. Isso. Então, a o primeiro ponto que a gente já descobriu de diferença é que o sono do bebê, o ciclo de sono do bebê são menores do que o nosso. Outra coisa que a gente é importante entender também é que o bebê, a gente tem um período de sono mais leve e um período de sono que é mais profundo. No profundo é mais difícil, da gente desperta. E no mais leve, a gente desperta mais. Então, uma diferença do sono do adulto para o bebê é essa também. O adulto fica mais tempo no sono profundo. Mas o bebê fica mais tempo no sono leve. Então ele tem ciclos mais curtos e mais tempo no sono leve. Então, é outra diferença do sono do bebê para o sono do adulto. Então, é realmente mais fácil da criança às vezes despertar, porque ela está num soninho mais leve. Mas o protege é criança. Sim, sim, sim. É para ela acordar quando precisa, digamos assim. Ela não é num dormido de uma forma profunda. Quando por volta de mês a gente começa a ter esse amador ecimento, ele envolve tanto a parte neurologica quanto a parte hormonal. Porque, durante o dia, a gente tem alguns hormônios que vão sendo produzindo maior quantidade porque é um horário de mais atividade e durante a noite a gente tem outros hormônios que vão sendo produzindo maior atividade porque é um horário mais de descanso. E o bebê também não nasce com isso pronto. Então é assim, gente, é assim. Quando o processo de desenvolvimento. É o processo de desenvolvimento. Então, é, quando a gente acorda a luz bate no nosso olho e a gente tem uma inibição da melatonina, que a melatonina é o hormônio do sono. E a gente começa uma liberação de cortisol, que é o hormônio da visita vigília. E isso, quanto a luz está batendo na nossa retina e prestem atenção nessa informação que é muito importante, isso aqui vai fazer diferença lá nas nossas 6 dígidas. Vai, vai, vai. Vai ser relevante, vai ser relevante. Vai ser relevante. Então a luz incidindo na nossa retina, ela inibia melatonina e ela faz estimular o cortisol que é o hormônio do alérgico. Certo? Então, enquanto tiver a luz incidindo nos nossos olhos, a gente vai estar ali produzindo. Começa a cair a noite, começa a escurecer, fica mais tranquilo, diminui a luz, começa a a produção da melatonina, que é o hormônio inductor do sono. Então, é assim que acontece esse ciclo nosso de sono e vigília. Não na criança ainda não tem estabelecido esses pulsos de hormônios, esses piques, porque ainda vai se desenvolver. Então, mais uma diferença do ciclo, de sono, do bebê, do lado. E nessa hora, que eu costumo brincar com os pais no constróleo, que a gente não pode atrapalhar a criança, né? Porque como esse pico de liberação de melatonina, ele vai sendo progressivamente, digamos, ele vai aumentando progressivamente com passar dos dias, com passar dos meses, a gente não pode usar coisas que atrapalhem ele, né, da lisa. Então, por isso que prestem atenção, porque na hora que fomos revelar as dicas, isso é muito importante, porque faz isso tem a ver com a engenha que a gente tem que fazer no ambiente, isso tem a ver com os hábitos que a gente aplica ali para a criança para fazer com que ela tem uma boa noite de sono. Então, isso vai acontecer em algum momento, a gente só precisa ajudar a criança quando isso começar a acontecer, a gente digamos, sim, possibilitar o melhor ambiente possível para que isso aconteça. Então, nós somos animais, né? Se estão servidos nesse mundo. Então, o nosso organismo também, nosso ciclo biológico, ciclo, cicliceirca de ano, também respeita a natureza. Apesar de sermos animais civilizados, né, a gente vive na cidade, a gente tem todos os estilos, o nosso organismo ainda funciona da frente, né? Porque ele é regulado pelos hormônios e o pulo do gato está aí, a gente vai falar lá. Vai falar, vai falar, vai falar, e esse Icario fui chata, esse eu fui, galera. Não, não, não. Mas eu vou falar. E por último, da Lisa, claro que tudo isso que a gente explicou são as coisas assim que ocorrem de forma natural, são coisas inerentes, a ler o desenvolvimento do ser humano.
As asis têm sim medidas que os pais podem adotar, que são as medidas que chamam de comportamentais, o aspecto comportamental do sono, e aí que entra aonde os pais podem ensinar o filho a dormir melhor. São hábitos que a gente implementa, criação de rotinas, de hábitos, as sucessões de sono, as induções de sono, que fazem com que realmente o criança dura melhor. E talvez aí nesse ponto é onde o pai tem que, os pais de uma forma geral, tem que ter um papel mais ativo ali, para ajudar a criança a dormir melhor. É. Então, é aquela frase clichê, né? A gente colhe que a gente planta. Se a gente entende como que é a fisiologia, que a gente chama na medicina fisiologia, que tem isso. Se a gente entende que o sono é condicionado, a questão de neurológicas e endóquinas, a gente vai saber como agir no comportamento, para que isso ocorre de forma mais natural, possível, mais tranquila. E aí, é sucesso, não é? Sucesso, garante. Sucesso, gente. A minha irmã também, eu ensinei para ela, e a bebezinha dela dorme a noite inteira, desde os três meses de idade. Aí, a sucesso absoluta. A amamento não sabe absoluta. E ela foi assim, bem rigorosa, bem criteriosa. E quando a gente fala dessas medidas comportamentais, como a dali estava explicando, a questão do sono leve da criança, né? A criança ela tem um despertades, que ela precisa, digamos, voltar a dormir, né? E muitas vezes, o ideal é que a criança vai desenvolvendo mecanismos para conseguir voltar a dormir. Ninguém está falando que ela precisa fazer isso com o mesmo ou com dois mesmos. Mas o ideal é que quando ela tem esse despertar, ela achou nemecanismos e volte a dormir sozinha. Então, quando as vezes a gente, por exemplo, encerre um hábito que a gente sabe que é ruim para induzir o sono da criança, quando ela tivesse despertar, ela vai procurar esse hábito para conseguir dormir de novo, né? Então, quando a gente fala de ensinar, né, que a gente precisa, digamos, assim, de estar regras para que a criança durma. Não, é mostrando para ela qual seria um caminho mais fácil, né? Tem muitas crianças, por exemplo, que usam uma naninha, né? E elas usam essa naninha como indução do sono. Então, por exemplo, hora que ela corda, ela pega a sainaninha e o fato de cintaninha faz, porque ela dorme de novo, né? São todas as coisas, assim, que métodos que a gente usa. Só que quando a gente também, às vezes, é por questões de não agitar rotina, ou não ensinar isso para a criança de forma, digamos, adequada, toda vez que a gente também coloca alguma coisa que seja difícil para a criança conseguir na hora que ela acordar, isso vai ser um problema para ela voltar a dormir, né? E aí, e aí, no consultório a gente vê, que é isso que as as crianças acordo e não conseguem voltar a dormir. E não estou dizendo, gente, que elas precisam necessariamente, imediatamente, aprender a dormir sozinhas. Não é essa questão, né? Mas quando a gente vai guiando elas para que elas consigam aos poucos fazendo isso, isso melhora sim a qualidade de jução no do criança, né? E nem está falando de deixar criança chorando, ninguém está falando, né? Muito pelo comprar, é ensinar e guiando a criança para que ela vá desenvolver nos mecanismos que ela precisa para voltar a dormir sozinha, né? Muitas vezes, amando, somos nós que colocamos os indultores do sono, as associações, talvez porque a gente não tenha conhecimento disso, ou talvez porque a gente, muitas vezes, muitas mães me relata, assim, que quando a criança forda tem doido de deixar sozinha no verso, que não tem coragem. Mas eu mesmo assim eu ainda acredito que é porque ainda não tem o entendimento, né? E às vezes também, eu acho que está numa fase que vocês estão cansando, você está exausta e aí a gente tende a ir pelo caminho que, naquele momento, parece mais fácil, né? Não porque a gente está com preguiça, muito pelo comprar, mas porque na verdade, às vezes a gente já não tem mais energia para tentar fazer algo diferente, né? Mas gente, hoje, hoje nós vamos. Então assim, entendendo tudo isso, lá na frente fica fácil de saber porque é importante quando a gente fala, né? Porque cada, o porque é de cada dica que a gente vai dar? Porque tudo isso faz parte ali do que a gente precisa guiar a criança para que ela consiga, né? Desembobrar uma boa qualidade de som. Isso, então medidas comportamentais, entendeu? Com um comportamento do som, é muito importante, porque ele vai ajudar o organismo a funcionar de uma forma mais não-antarante. Agora, eu foi o primeiro exatamente do dia de hoje, mas é porque foi exatamente, eu acho que esse resocino que a gente queria concluir, e quando a gente estava conversando sobre o roteiro. E quando a gente fala, porque a gente está tanto importância para isso, né? Qual que é o nosso objetivo quando a gente fala que a gente quer que a criança dorma melhor? Porque a gente basta nessa tecla, porque que não constora uma questão fricante e a gente tentajeitar? Qual que é o nosso objetivo com o som bom da criança, né? São vários, são vários. Aí, tá vendo? Tá bom, né? É, são muitos objetivos, né? Porque a gente. Tanto nós, como pediátrio, queremos. -Tem. -Quanto nós, como mãe, queremos que os nossos filhos dormam bem, né? Sim, são vários os motivos, então a gente não vai falar por ordem de importância, porque todos têm a mesma ordem de importância. Então, pensando a primeira coisa. O som ajuda no crescimento infantil, né? Então, a gente tem liberação de hormônio de crescimento, né? Regulação do apetite da criança. Então, crianças que dormem bem, né? Tem uma melhor produção mais regulada de G.H.A.P.s. -Sim. -E mais, não. É, por exemplo, as crianças em idade escolar, até mesmo os bebês, mas principalmente as crianças em idade escolar. A gente aumenta muito a capacidade de consenração, de aprendizado por conta da biblioteca Star, organizada durante o noite. Então, o noto de criança acorda renovada, né? As crianças que dormem bem, elas ficam menos irritadas, porque durante o dia elas conseguem aproveitar melhoras atividades. Então, o som, ele traz uma qualidade de vida tanto no quesito físico, quanto no quesito emocional da criança, né? E da família também, né? E da família também. Uma coisa muito importante que é a parte imunológica da criança. Crianças que dormem bem, têm uma ordem imunológica, têm um melhor funcionamento do seu sistema imunológico, né? Então, a gente volta a bater na tecla, quer crianças com unidade boa, boa qualidade de sono, alimentação saudável, com um nó iminão de vitaminas e um nó imen. Que não vai resolver o problema. Inclusive, a manda, eu estava comentando com você, o livro do Nuno Cobre. Eu recomendo para quem, para mães, na verdade não é relacionado a pediatri, mas relacionado a nós mesmo adultos, para a gente entender a importância do som. O Nuno Cobre foi treinador do Orituncina, e ele fez esse livro muito legal de se ler de uma linguagem muito fácil, a semente no vitória. Eu não linda, mas eles já me recomendo. Me comendo no último. O que eu sigue ainda, não? E ele fala, ele foi treinador de campeões, de atletas de alta performance. E ele tem um método dele, né? E no método dele, o principal componente de uma pessoa, para ter uma vida saudável, é o som. Então, ele fala muito dessa importância do som, não só na criança de todos esses fatores que a gente falou, mas para nós adultos também. Então, saúde e munidade, muitos pacientes que ele tratou, foram atletas pacientes, realmente, que estavam, às vezes, com dificuldade de regular seus hormônios, até com medicamentos. Ele aplicou o método dele com atividade física, alimentação saudável, contato com natureza, mas o principal achava mestre do método dele, era o som. Então, lá, ele explica bastante, é muito legal esse livro. Eu recomendo que todo mundo quiser. E por último, mas não é mais importante, é assistir. A gente está tão empolgado que a gente está no YouTube, que agora tudo é assistir. E por último, mas não menos importante, é a questão da qualidade de som da mãe e a qualidade de vida, assim, do casal, né? Da Lise, que também é muito importante. Então, quando você tem uma criança que dá meu certinho, que você consegue fazer dormir sempre no mesmo horário, dormir cedo, você tem um tempinho ali, né? Com seu marido. Para cuidar da sua casa, a gente sabe que a rotina durante o dia enquanto a criança está acordada. Ela é muito cansativa para a mãe, né? São aí, números funções. A mãe que tem a brava fora, a mãe que fica em casa, todo mundo, geralmente, não consegue parar um minuto. Então, tem nesse momento também, o que você, às vezes, consiga parar, se organizar para o dia seguinte, né? Tem um momento ali de como eu vei essa com seu marido, a gente sabe que isso assistiu um filme, um livro, estudar alguma coisa que você quer. Ouvi o podqueche do beijetro e do blin, entendeu? Tudo isso é muito importante. Tem esse tempo de qualidade também, porque a criança vai dormir um pouquinho mais cedo, tem esse tempo de qualidade. Eu já achava que era muito importante antes de semana. Depois que eu tive uma noiza, que eu realmente consegui implementar a rotina do somro, e que ela sempre dormiu mais cedo que eu. Cara, é fantástico. E eu percebo claramente. Como nos disse que, por algum motivo, vocês já não estão dormindo bem? Ah, porque está lentinha, ou qual que. Ou estava no saldo, ou qualquer coisa. Eu percebo como eu fico mais cansada, porque a gente fica mais cansada, a gente fica mais estressada, se estressada, porque realmente faz muita diferença. Então, assim, cuidar da qualidade de somro do bebê é cuidar da qualidade de somro da família, como com certeza. É verdade. É verdade. Exatamente. Exatamente. E. Queria chamar atenção para o tanto que é importante, o bem estar da mãe, nos cuidados do bebê. É muito importante a mãe estar bem. Então, a gente não pode esquecer da gente. Quando a gente vira mãe, às vezes a gente coloca o filho em primeiro lugar, às vezes a gente se sente até com nada, de cuidar da gente, de ter um momento de descanso, mas a gente não pode pensar assim. Porque é importante para o nosso filho que a gente esteja bem. A gente estar bem, né? A gente estar mais ali disponível, vai. fazer os cuidados serem mais fáceis, mais tranquilos a nossa disposição e o filho também sente a gente bem tranquila né a gente está cansado pode interferir até na nossa produção de leite por exemplo quando a gente está aumentando o estresse quem tem filhos às vezes amando que tem duas crianças então tem o primeiro filho aí tem o segundo que está aumentando tá às vezes muitas vezes a gente acaba ficando um pouquinho menos tempo que a gente passei em ser com o filho mais velho por conta da privação de sono né e a gente sabe que é por conta disso então quando a gente está mais descansado dormindo melhor tudo vai fluindo mas não com certeza não tem como é impacta muito na qualidade de vida da mulher da família e de todo o que isso aí é porque que bom deixa eu te perguntar uma coisa agora aqui depende do que você falou aqui para mim que é muito importante né a rochima então o que você fala um pouquinho e porque que é importante a rotina nessa parte do sono você que conseguiu ter sucesso aí desde o início do sono da Ana né porque que é importante o que você fez na sua experiência na sua rotina que ajudou esse caminho aí do sono é a univerdade é a ter a unia da previsibilidade né quando a criança sabe exatamente o que vai acontecer então nos quesitos isso né quando ela sabe exatamente o que vai acontecer logo a seguir quando ela sabe os passos que ela tem que dar isso deixa ela mais tranquila isso deixa ela mais calma e ajuda que é o negócio a flu e melhor só que para ela saber o que vai acontecer a gente precisa fazer isso várias vezes de forma repetida e de forma igual né manter a mesma sequência de eventos então assim a criação dos hábitos de uma forma geral é importante e traz essa ordem para dentro do interior de criança né que faz com que ela fique tranquila e o sono não seria diferente né a criação ali do hábito do sono né das rotinas do sono do ritual do sono é importante para trazer essa previsibilidade para a criança então é aquela coisa né é fazer a sequência de eventos na fazer os eventos na mesma sequência todos os dias da mesma forma até a criança interiorizar aquela ordem e se tranquilizar e na hora do sono é o seguinte tive sono minha mãe começou a fazer as coisas que ela sempre faz quando vou dormir eu vou dormir entendeu né e assim eu não comer e assim a na na na várias outras coisas mas no que é a previsibilidade da criança então é onde a gente aplica os famosos rituais né os rituais do sono que inclusive foi você que me ensino essa parte né o ritual da sonêca pro soninho do dia e o ritual da noite não precisam ser iguais mas o da sonêca precisa ser sempre igual na sonêca e o da noite sempre igual a noite né é então assim essa essa questão de criar o hábito para criança ter previsibilidade é um dos fatores que impacta lá naquele começo no que a gente não é né nas medidas comportamentais que vamos ajudar a criança conseguir regular o sono dela melhor e com isso não vou atrapalhar liberação de melatonina e com isso a melatonina vai ficar mais alta e com isso a criança vai dormir melhor e aí quando você vê na verdade está tudo interligado ela então ela entra no ciclo né porque se ela não tinha um ciclo né a gente como pai repetindo repetindo a gente faz ela entrar no ciclo é mesmo o que eu falasse para você da eles não pode que este hoje a gente vai se falamos aí eu falar e você fala do quê eu falo e eu vou te falar segredo é o que é que eu chego aqui é o chego aqui é o chego aqui e então assim quando a criança não sabe o que vai acontecer depois isso gera insegurança isso faz com que todo o processo fique mais difícil né quando você consegue e obviamente quando a criança é maior a gente consegue falar isso para ela na explicar mostrar mostrar um calendário mostrar uma sequência de eventos enfim mas quando a bebê não é só a gente fazendo todo de igual o que a criança vai interiorizar que aquilo é o que vai acontecer a seguir certo eu vou entender bem e que você não é seu pré-intensão você é uma professora nata eu entendi sim que não a gente tem que você fala você fala é uma é muito fácil fica fácil entender porque a gente aplicar não é não é não a gente aplicar não é mais quando a gente compreende que a gente entende já dá mais segurança e força para a gente saber que a gente está no caminho certo porque como a gente tem que repetir para a gente ter sucesso às vezes não é na primeira segunda terceira vez que vai funcionar e a gente vai ficar se questionou será que está certo será que está então a gente persistir né continuar fazendo continuar repetindo é que vai garantir esse sucesso e e e e e isso precisa ser repetido é isso é uma coisa interessante você falou que às vezes a gente faz umas orientações na consulta a irmã em volta falar em não deu a essa não quando os de setenta ou dois né então assim cara não são dois dias para a gente criar um hábito a gente precisa ali de vários dias né de vários dias para a gente conseguir o lugar 15 dias tem lugar que falam mês não vai falar até mais eu tive uma sorte muito grande que é brinco foi danaluiza é ter na cidadania então é fácil criar uma rotina fixa porque não tinha nada lembra nisso aí de casa a gente não tinha nem uma aniversário a gente não tinha nem o evento a gente não podia passear ele lugar nenhum então assim eu julgo um pouco dos sucesso entre aspas que eu tive na criação da rotina danaluiza e com isso como conseguência o sono dela tem sempre ter sido bom isso também porque foi fácil né assim agora o problema é quando você um dia precisa sair um dia chega mais tarde mas como foi o mapa que ficou tudo muito parado foi fácil para mim né aplicar essa essa essa rotina né para ela mas dá também fora da pandemia da gente vem e na gestação também você já começou a pensar sobre como seria essa rotina sim isso é importante o planejamento de como você vai fazer porque depois quando você tá falando do perpério né dessa nuvem do perpério quando a gente a gente não consegue muito pensar né então é bom ter esse planejamento ter esse conhecimento prévio esse conhecimento por isso indica que esse pode que é para gestantes mesmo porque muito mais fácil você começar a aplicar desde o nascimento né a gente vai falar lá mais na frente mas é importante depois quando já tem alguma sucessão errado alguma dificuldade é mais difícil de com certeza consegue melhorar mas é mais difícil mais é mais de vez né mas vamos lá então vamos então para dicas valiosas a gente são seis dicas agora que nós vamos revelar para vocês a nota em tá realmente é muito importante são coisas que a gente fala né da gente é muito consulta todo dia no constróio porque isso isso são são coisas vocês não vê que não é nada estrambólica pesadinha de falar não sei dizer nada estrambólica são coisas da do dia a dia que vocês conseguem agitando e que com certeza vão ter diferença no sono do bebê mas são coisas que todas as mães que tem bebês que dormem bem a noite fizeram né então o que que as mães que tem bebê que dormem bem fizendo vamos revelar dica número 1 a manda por exemplo dica número 1 fala isso que era o que você já estava já estava falando isso então a primeira coisa é isso que eu estava falando tem a hora certa para iniciar né o sono do bebê a gente começar essa educação de sono do bebê né então quando que é que a gente comece a gente fala normalmente nós orientamos no final do primeiro mês do do bebê porque quando o bebê nasce o primeiro mês a gente se dedica ao estabelecimento da amamentação então quando nasce o bebê nasce o bebê nasce uma mãe nasce o pai nasce uma família nasce uma nova vida e a gente tem que se adaptar tudo isso a gente tem que se adaptar o bebê o bebê tem que se adaptar a gente então é aquele momento que você vai aprender a momento a posicionar o bebê né a gente vai ter aquela preocupação né de como que tá a minha produção de leite o neném tá não mundo bem tá fazendo chico o bem então o primeiro mês a gente não vai se preocupar muito fica de ficar estabelecendo motínsis mas a partir do primeiro mês a gente já começa no primeiro mês também a gente ainda tem uma adurecimento neurologista nem uma daquelas coisas que a gente falou né então assim e essa questão é importante pra gente alinhar expectativa né porque a gente sabe que a gente vai começar essas intervenções no final do primeiro mês mas a gente sabe que não é ali que a gente vai colher os flutes né e é exatamente esse o ponto então a hora certa de iniciar é ali nos primeiros dias no final do primeiro mês mas sabendo que naquele momento o bebê ainda não tem maturidade pra dormir no estudo naquele momento as vezes o bebê ainda vai fazer ciclo de sono mais curtos mas que lá na frente você vai colher os frutos de ter começado né naquela hora lá na frente até porque a gente estabelecei numa boa amamentação no primeiro mês o neném ganhando peso bem no final do primeiro mês você tá indo tranquila entendendo que isso vai começar a acontecer a partir da liga né esse aleitamento bem estabelecido ele vai ser um aliado pra gente seguir a próxima etapa que vai ser começar a implementar as rotinas né e não adianta a gente querer ficar implementando porque neurologicamente e hormonalmente ele ainda não tem esse desenvolvimento pra conseguir dormir a noite inteira e acordar ficar acordado de inteiro então o primeiro mês vamos nos dedicar até uma amamentação efetiva e nos preparar pra o início do primeiro até o terceiro mês a gente começar aí o processo do som
- O que qual é o que você acha que seria o primeiro processo que a mãe tinha que começar? - Eu acho que esse estabelecimento das rutinas. - Então, mas qual? - Assim, eu estou te perguntando agora. - A gente nem comércio sobre isso, qual? - Eu acho que o primeiro, eu que eu indica o ritual do som. - O vital do som. - A noite. - A noite, é isso. - Então, é, o ritual do que eu indica também. - É, o primeiro foi indica também o ritual do som. - Vamos falar deles mais pra frente. - Vamos falar. - Então, primeira dica. - Vamos entender a hora certa. - Vamos esperar. - Primeiro mês, estabelecimento de amamentação. - Isso. - No final do primeiro mês, começamos com o ritualzinho no turno e estabelecimento notícia. - Então, segunda dica que a gente vai dar qual que é. - Gente, persista na criação dos hábitos. É aquilo que a gente estava falando. Você vai começar no final do primeiro mês, você vai colher esses frutos quando a criança tiver três, quatro meses. Então, é persistência, é paciência, é constância e que a gente precisa. Não adianta a gente achar que todo esse processo que a gente explicou, neurologa, que hormonal vai acontecer em dois, três dias porque não vai. E muito menos que a criação de um hábito, a criação da rotina e a interiorização do ritual pela criança também vai acontecer do dia pra noite porque também não vai. Então, assim, criar um hábito é difícil, não é difícil a palavra. Ele é normaloso. - É, demorado. - É, demorado. Então, a gente tem que ter paciência e tem que ter persistência. - É, porque como que funciona os nossos neurônios? Só viajou, vamos ver já um pouquinho. Então, a gente tem os nossos neurônios ali, né? A gente sabe que eles têm os braços. E aí, por exemplo, quando a gente vai aprender andar de bicicleta, a gente já saia andando de bicicleta da primeira. Não, não. A gente primeiro vai de rodinha, aí a gente aprende o equilíbrio, daí a gente tira rodinha com alguém atrás da gente. E aí, até que a gente consegue andar de bicicleta, depois a gente consegue correr de bicicleta, depois a gente já andou de bicicleta e dá chá, e dá chá. - Carrega alguém. - E isso porque, no começo, os nossos neurônios têm dois, duas comunicações. Conforme a gente vai repetindo essas comunicações, eu vou ficando mais fortes. A gente vai repetindo, a gente vai aumentando as conexões. Então, por isso, o que a gente vai aprendendo e aquilo vai se interiorizando. Por isso que, para a gente criar hábito, existe essa neuroplastia. Então, para a gente conseguir consolidar e forkelecer, a gente precisa dar repetição. Não é na primeira vez que tudo vai se encaixar. Então, por isso que, para fazer o ritual do sono, então, a gente sempre estabelecer e ficar repetindo, repetindo, repetindo, como você falou nos livros em torno de 15 a 20 dias, às vezes até quatro meses. - Não. - Dependendo do dia. - Dependendo, então, o sono é da mesma forma. Quando o bebê vai andar, da mesma forma, quando o bebê vai falar, quantas vezes a gente repetir? - Pobar. - Pessoal também. Então, a gente tem que entender, até essa sacada que repetir todo dia no ito ritual, é importante para ele criar essas conexões. - Criadas as conexões? - Aí já é. - Vai dar o horário, o hormônio já vai estar lá. - É, é. - E fica muito mais fácil. - É muito mais fácil. - E eu ia falar uma coisa, mas eu me deu, às vezes, que se agora. Foi alguma coisa que você falou aí, mas estes neurônios, na neuroplastia das. - Gente, esqueci. - Mãe entenderão, daqui a pouco eu lembro. - Eu vou falar, mas esqueci, como eu acho mesmo, é a coisa que eu vou me dar, mais esqueci. Mas vamos para a próxima, de cada bicicleta, de tocar peano, de dirigir. - Ai, não. - Neuroplasticidade. - Ah, daqui a pouco eu lembro, daqui a pouco eu não lembro que que era, daqui a pouco eu lembro. - Quando a gente vai estabelecer essa rotina, então a gente cria esse ritualzinho no turno. Vamos falar um pouquinho do ritualzinho no turno. - Não, vamos. - Então, assim, cada pessoa vai fazer de uma forma. - Certo, você tem que ver como vai ser o melhor no seu caso, no sua casa. - No sua rotina, no sua rotina, no sua vida. Mas você tere esse ritual, então dá um banzinho morno, no BB, colocar uma musicinha ou ruído branco, deixar o quarto jamais, a melho, colocar o pijaminha. - Nossa, então tem uma nostalgia, lembrada, você já vai ser um induutor de sono também. - Pro BB. - Ele já vai começar e nos sonhinhos, ele vai começar a entender o que você falou e vai começar a assistir, se seguro, ele vai começar a entender que a hora de dormir. - E às vezes, mas tem muita dúvida assim, a mão do que eu preciso fazer no ritual? Gente, não existe uma regra, né? Não tem, aí eu preciso fazer massagem, eu preciso fazer chantá-la, na verdade, gente. Não, o ritual é você que vai criar de acordo com a sua rotina, né, na sua vida, com, enfim. Então assim, eu, por exemplo, que eu sempre fazer quando a Luisa, eu dava um pouco de mamã, aí eu colcava a musicinha, aí eu preparava as coisas do banho, já com ela no quarto, já coluso um pouco mais baixa, sempre usei a luz vermelha, né? E aí, depois, dava o banzinho nela, já saia do banho, já falando baixo, só com a musicinha, tocando, colocava o pijaminha dela, dava mais uma eduímia. Não é nada, nada assim, né? - É muito simples. - É, é muito simples. - Ele é muito simples, não precisa de nada, né? - É difícil, é persistir. - É difícil fazer todo dia, tudo isso. - Porque às vezes você, o bebê vai estar com pólica, vai chorar, às vezes ele não vai dormir naquela hora, então você. - Às vezes durante o banho vai ficar muito estressado, você vai ter para o banho, né? Às vezes dorme, antes de poupo de mamã, você quer. - É, verdade. Às vezes dorme, você não consegue terminar o ritual, e tá tudo bem, daqui bó, daqui bó, tá tudo bem. - Isso nas crianças menores, né? - Sim, os bebezicos. - Mas a gente pode continuar nas maiores, sim. - Você sabe o que que eu faço hoje em dia? - Dá aquela hora, específica. Eu já terem de queir num Instagram. E tenho Instagram muito legal, que é "Historyn Espara Dormi", na rouba "Historyn Espara Dormi". Todos os dias ela manda pro WhatsApp, ela narrando uma "Historyn" que é para estimular a imaginação das crianças. Eu sempre contei a "Historyn" para as minhas filhas quando a gente é dormir. Então hoje em dia eu faço o seguinte, dá aquela hora "X" lá em casa, que, né? Normalmente é em torno de 8, 9 horas, cada pessoa, cada família vai instituir seus opciorários. É a hora que a gente que eu começo lá em casa. Agora hoje em dia que eu tenho as minhas maiores. Então tem uma de 5 e uma de 12. Banho, quentinho, morminho, zero telas a partir daí. Banhozinho, a gente vai pro quarto. Põe o pijaminha, vai pro quarto. É aquele cheirinho de pijaminha, eu acho que já. - Já é um soninho, né? A gente senta no camo, a gente faz a nossa ação. A gente agradece o que aconteceu naquele dia. Então eu já começo a falar sobre gratidão e sobre féss, sobre Deus. A gente faz a nossa ação cada um agradece o que aconteceu no dia. Isso já é mais um inductor, porque ela já começa a entender. É aquele momento nosso, de mais tranquilidade. E aí a gente põe um historião para dormir. A gente apaga-los, escuta. Cara, 10 minutos, já está até eu. O Z que chega lá só para desligar a história. Já isso. Funcional, retorno, só não foi todo mundo. Todos os dias a gente faz, igual. Todos os dias. Ai, tem um dia que a gente quer ficar até mais tarde. A gente fica, né? Porque o importante é o dia-a-dia, a rotina. E também essa idade que ela já tem. Então, louca, assim, de dar a rotina e de deixar. E de achar que a criança é um rhombô. E nessa idade também elas já estão numa fase que elas estão mais flexíveis, que elas também já conseguem. A listem as vezes, um bebésim muito pequeno, que tem uma janela de sono muito curtinha, ele não consegue ainda ficar muito tempo, mas na idade delas elas já conseguem. Então, por isso gente, a gente precisa linha a expectativa de acordo com a idade da criança. Isso. E a expectativa de acordo com a modestimento neurologico, hormonal, enfim, que a criança já tenha. Na evi que eu fiz ontem, eu estava de plantão até a noite. Aí o plantão estava muito estressado e tal. E aí eu fui deitar para dormir. E eu estava assim, muito filhada por conta da responsabilidade. E a gente tá tendo muitos casos, né? De esforço respiratoria, a gente fica preocupado com isso, assim. Aí, sabe o que que eu fiz para eu relaxar? Eu liguei a historias para dormir. Mesmo sem as meninas funcionar o rival do sante. Eu liguei, porque eu fui, cara, eu vou escutar, eu vou ser um momento de relaxamento. E foi. Eu nem lembro quando eu para a boa historia. Eu sei que é hora que eu comecei a escutar, eu comecei a respirar, a estrancuila e eu acabei dormindo. Então, eu tô com a gente. Olha, gente, eu tenho tanto sono que eu não preciso de nada. Eu tenho ainda ainda ainda, meu indutor de sono é a posição. Normalmente, eu também, mas a gente tá no momento. É, a gente tá mais restado. A gente tá assim, são tempos que precisam de infirção, né? Então, vamos para a nossa terceira dica. Terceira dica, é seu gosto. Para arrumar o sono a noite, comece pelo dia. Essa aqui, gente, essa é valiosa. Porque não adianta nada. Você querer que o seu filho durma bem a noite. Se o dia dele tá todo bagunçado. A criança acordando 11 da manhã ou tá fazendo a sonéca muito no final do dia. Ou você deixa ele muito cansado durante dia. Vai chegar a noite, vai ter o efeito buco, ele vai ficar estressado. Não adianta, a gente tem que começar pelo dia. Leandro que a gente falou que quando só o bate nos nossos olhos, na nossa retina, a gente começa a inimir melatonina e liberar o cortisol. É a hora que a gente desperta. Para a gente poder ter as nossas funções no dia. E a criança, lembra da questão do ciclo do sono? Ela ainda vai ter alguns ciclos durante o dia. Então ela vai precisar dormir durante o dia. A quantidade de sono que ela vai ter durante o dia depende da idade dela. Mas ela vai precisar. E se ela tiver uma boa qualidade de sono durante o dia, ela vai para a noite mais descansada e ela dorme melhor. Pode parecer um contato.
pra gente que tá acostumado, tipo, não, quando mais eu ficar cansado melhor é o do humano, mas para criança não funciona assim. E aí a gente precisa lembrar que entre cada soninho que a criança tem, o tempo de vigilha dela vai aumentando conforme ela vai crescendo. Então por exemplo, se ele é nascido, eles vão aumentar a ficar acordado sei lá, meia hora 45 minutos. Gente, lembrando que isso aqui é uma estimativa que nessa não são robôs, tá? Nem gosto de estar falando os números porque as vezes a pessoa né? Você é pego, não pode se prender, não pode se prender as tabelas, o mais importante é você observar quando seu filho começa com sinais de sono. E aí conforme a criança vai crescendo, cada vez ela vai conseguindo ficar mais tempo acordado. Então no começo ela faz cinco sonhequinhas, aí passa pra quatro, aí passa pra três, né? Ela passa pra duas, até que passa pra uma, até aquela perde, só que isso gente é com que idade, aquela perde a soneta, as estinquinas que até quatro anos, né? Então pensa que é um processo que vai acontecer durante toda essa primeira infância e não adianta gente querer ficar acelerando. Então organizar o dia primordial pra uma boa qualidade de sonoa. Isso, né? Que você falou foi perfeito. Então a grosso moldo assim, sem falar em tempo, mas mais ou menos no começo são duas sonhequinhas que a gente chama, né? Se sonhe duas sonhequinhas de manhã três atarde, depois a gente vai ficando pra uma de manhã dos atarde, depois uma de manhã e uma tarde, depois uma só atarde. Até que ele não dorme. Até que não dorme, mas ou menos. Sim, sim, sim. Só que assim eu também nem gosto sabe porque esse que elas tabelas de janela de sono, né? É quando o tempo aqui não deve ficar acordado, a gente que do pira mãe, não entendeu? Pira, porque isso aqui é que vira mesmo. Pira e tem mãe que chega no consola, a manda não tá na janela de sono, eu falo. Calma lá, calma lá, porque não, nós estamos frente a um robô aqui, né? Então assim, existe sim, geralmente um padrão do tempo que a criança consegue ficar acordado. O que que eu aconselho as mães fazerem no consutório que geralmente funciona legal? Pegue por uns três dias e a nota, a horário que você percebeu que seu filho tava com o sinal de sono. Então, por exemplo, assim, acordou seis da manhã, a mandou oito horas, ele começou com o salinho, com o salorelha, tal, a nota, oito horas sinal de sono. Aí ele dormiu, fez uma sonhequinha, depois dez horas sinal de sono. Aí você vai observando ao longo de três dias e geralmente a gente consegue traçar um padrão da criança. Não um padrão pré-pronto, né? Um padrão da criança. E aí, a partir disso, você consegue saber, não, de manhã, ele aguenta ficar uma hora, uma hora e me ia acordado, a tarde, não, a tarde, às vezes ele já aguenta ficar duas horas acordado e fica bem, né? Então, organizar o dia, fantástico, geralmente impacta muito na noite. Com certeza. E uma coisa importante também da gente saber, é a manda. E se essas sonhequinhas do dia estão realmente sendo efetivas, né? Então, como que a gente faz pra saber? Se você é o bebê, tá tirando a sonhequinha e acordando tranquilo, sorridente, animadinho, essa foi uma sonhequinha efetiva. Não significa que ele tem que dormir exatamente uma hora, pareta. Não. Então ele vai tirar a sonhequinha, vai acordar animadinho, feliz, brincando, essa só sonhequinha foi ok, né? Essa foi a função dela. Agora, se ele dormir, o acordou irritado, choroso, a sonhequinha não descansou ele, suficiente. E outra coisa, né, da Lise? As sonhecas, elas não são iguais durante o dia. Ele pode chamar mais uma mojudinha em um escurta tarde. Elas não precisam ser exatamente o mesmo tempo todas as sonhecas, né? Porque tem a ver com tudo isso que a gente pode ser, né? Ou ser mais, se isso é o exato, é exato, é exato, ser mal padrão da criança. Mas é isso, gente. Organizem o dia que a noite vai se sucesso. E a quarta dica valiosa. Quarta dica valiosa. A atriche na rotina, no situais. Pritua. Pritua. Pritua nas rotinas e no situais. Faça um ritualzinho da sonheca. Um ritualzinho da sonheca, ele pode ser mais simples, não precisa desenvolver um banho. Então, às vezes, simplesmente você pegar a criança, levar o pro quarto, diminuir a luz, fechar a curtina, pronto. Já foi um ritual, entendeu? Se você fizer essa sequência de vencedores, todos sonhequem, dá mamãe. No mesmo horário. No mesmo horário, na mesma sequência de vencedores. Ou se você lente, fuz, ah, o sinal de sonho, ou se. Então, faça um capricho no situais. Mesmo sejam curtos, faça um ritual da sonheca, faça um ritual no turno, porque com certeza isso vai trazer segurança para a invisibilidade. E a criança vai, por consequência, dormir melhor. E aí, a gente falou um pouquinho dos nossos exemplos aqui de ritual. Esse ritual que eu falei, eu era o que eu falei, eu era o que eu falei quando era bem pequenininha. Hoje em dia, a gente também mudou um pouco, mas assim, o escolvo dente, aí, toma uma banha. Na verdade, um pouco antes, assim, eu costumo dizer que um pouco antes é o ritual, porque por exemplo, em casa a gente não liga TV, não tem TV ligada. Aí, um pouco antes. Se tá ouvindo música, eu já desligo a música também, já deixa o luz mais baixa, já vou derrepende fazendo uma brincadeira que é um pouco mais tranquila. Aí, convidela para esse covalhante, a gente tem todo o ritual dos covalhantes, o escol, a gente toma banho, aí a gente vai da boa noite, da boa noite, com os brinquedos, da boa noite, quando. - É só uma quinta, essa é um rito, uma quinta. - É um rito, é um rito. - É um rito. Da boa noite, com o charlote, que é o cachorro, da boa noite, com o papai, da boa noite, com o brinquedo, que ela tá mais apegada na queremcia. E aí, a gente vai pro quarto, a gente reza, coloca um jaminha, a gente reza, e aí eu dê uma maia e ela dorme. Então, esse é o nosso ritual. Nem todo dia, hoje em dia, eu consigo fazer certinho, mas eu percebo que isso já não tem mais tanto impacto, porque eu acho que ela. - Ela já pegou. - Ela já pegou o ritmo, e é exatamente esse o ponto. Quando a criança pega o ritmo, isso acontece. A gente pode ter em casa, a gente pode ter fora de casa, é o que você falou. Como ela já tá habituada na hora que dá o horário dela, deu o horário dela. Pode ser que a gente esteja no pior lugar, ela vai. - E dá. - Meu, eu. - O pior lugar no sentido de se endibar o olho, de um ambiente, não favorável, mas ela vai dormir. Mas nem por isso eu faço isso em casa, em casa. Eu quero que ela tenha melhor e ambiente possível, certo? Isso é um mito que as as pessoas têm, né? A gente faz a criança acostumada o irm ir no lugar barulhento, porque ela vai dormir melhor. A gente sabe que isso é um mito, a gente precisa fazer a criança acostumada o irm ir bem, porque ela tem isso bem regulado, depois, quando ela estiver fora do ambiente. - É um ambiente, mas barulhento ela vai dormir. - Exatamente, exatamente. - A gente vai falar que já é do que a gente está falando, já é envolvido no ritual, que é o cuidado com o ambiente. - Isso. - O ambiente que a gente vai estar com o nosso bebê à noite, né, e de dia. Então, sempre prestar atenção na luminosidade, né? Então, tem a dica da luz vermelha. - Fala aí, você que eu lube. - A luz vermelha, eu usei bastante a luz vermelha. É um estudo que mostra qual é a luz. como ela explicou que a luz que bate na nossa retina é a luz que atrapalha, produção de melatonina, digamos assim, na ENIB, porque. ela vai estimular o cortisol, a comprimento de luz vermelha é o comprimento que menos atrapalharia a pico de liberação de melatonina. Então, durante a noite, por exemplo, lá em casa, depois que eu vou pro quarto com ela, quando eu preciso de. - O ideal fica escuro, né? - Mas quando eu preciso de luz eu ligo só uma luzinha vermelha. - É que a gente precisa de uma luz, vocês, pra trocar o bebê, pra ter um bebê. - Sim, né, pra ver o que está acontecendo. - Quando você comprou essa luz vermelha, dá uma dica. - Eu comprei uma daquelas lâmpadas inteligentes. - Comprei pelo mercado de. - Pela internet. - É, é uma esposa. - É, digita luz vermelha. - Luz inteligente, luz vermelha. Aí eu coloquei e ela controla pelo solar. Então, assim, eu consigo controlar tipo. com forte ela vai estar. Eu consigo trocar as cores, entendeu? Então, por exemplo, às vezes, assim, se você quer fazer um momento de relaxamento, uma sorte, você pode colocar uma luzinha azul, uma luzinha verdinha. - E aí entra todo uma. - É. - A psicologia das cores. - É. - Toda a questão da psicologia das cores. Mas aquilo mais usa mesmo é a luz vermelha pra noite. - A luz vermelha pra noite. - Sim, não usa. - Ainda usa. - Já vai ser o mar. Eu acho que tem a luz de acostuméia. Só de velos vermelha já me dá um soninho ali. Mas que mais da lisa que a gente pode cuidar no ambiente do quartinho do bebê, enfim, pra. - Melhorar essa sonia. - Um bebêzinho pequeno. A gente pode usar um ruído branco, tá? Porque, quando o que é um ruído branco? Ele mitam o som do útero. Então, quando o bebê está dentro da barriga da mamãe, ele fica escutando o som da arterio terina. Então, é esse som alto, né? Então, quando ele nasce, ele escuta, esse som ele se sente seguro. Então, ele sentindo segurança todos os dias naquele horário escutando o ruído branco. Ele vai se sentir mais tranquilo e que ele pode ser um induutor do som, tá? Porque ele é um bom induutor do som, porque ele pode ficar ali no quarto e tem tudo. Então, se o neném dá aquela cordadinha, vira esse ponto ouvido branco, ele já fica tranquilo e meio no próximo ciclo. Então, ele é um bom induutor. Então, um indu branco é uma opção pra gente usar ali no quarto, né? - Não. - Mantem uma temperatura agradável, tá? - Isso aí, as as pessoas têm medo, né? Porque acho que a criança vai ficar com frio e tudo. Mas, gente, passado aqueles primeiros dias da criança, ela tem a mesma sensação termo com que a gente, né? - A temperatura é agradável ali que esteja agradável pra nós, vai agradável pra ela. - É. - E evitar grande distrações, né? Dalise coisas muito coloridas, muito brincades. - É, é. - E especialmente pra as crianças acima de quatro meses, que elas começam a enxorgar um pouco melhor, se tem uma coisa muito colorida, um brinco móvel e muito, né? E tudo isso pode chamar atenção da criança e atrapalhar a mesma mente do sono da criança, né? Isso aí. - Tá vendo, gente? Quantas dicas, gente? Quantas dicas? Não, acho que ele é mais de ser já. - Não, não. Não, agora que nós vamos pra sexta, é porque a gente fala tanta coisa, né? - Não, não, não. - E já deu muito sim. - É, muito mais. Fui num sei, estópicos, mas as dicas falam 30 já, né? E é a última dica valiosa. Essa aqui é um tema, né? - Bom, bacho do momento. - Basta. - Todo mundo adora falar. - É que é a igiene do sono, né? - Sim. - A igiene do sono, nada mais é que isso que a gente resumiu, né? Você preparar ali o momento pra criança entender que é hora de dormir e conseguir ir dormir tranquila. E aí temos um grande vilão, né, da lista. - Que são as telas, né? - As telas. - E aí eu vou chamar atenção porque a gente espicula atrás, né? Então se a gente entender que a luz batendo na nossa retina, estimula libertação, né?
a inspiração de cortisol, que é o hormônio da vigília. E, e nibre a produção da melatonina, que é o hormônio do som, o que acontece quando a gente está olhando para uma tela? Então, justamente isso, a gente está incidindo luz na nossa retina. Então, a gente está liberando cortisol, que é o hormônio do estresse, e está em bem o hormônio do som. Então, a trapáia. E assim, não é coqueluz, né? A gente sabe que a luz da tela é a luz mais forte que tem, é a luz que mais atrapalha. Então, é quando a gente fala de gênio do som, é exatamente isso. No momento antes de dormir, né? Não tem exposição a nada que seja estimulante, seja tela, seja uma brincadeira, que seja muito, né? Que a criança fique muito eufórica, é diminuí-lo no inocidade, diminuir barulho, controlar a temperatura, isso da lisa. Se não serve só para criança, isso serve para a gente também, né? A gente tem uma melhor qualidade de som, por exemplo, vários estudos demonstrar que a gente tem uma melhor qualidade de som, quando a gente não usa tela, por exemplo, 2 horas antes de dormir, né? E aí, às vezes a gente fica ali que só lá no rosto, da até na hora de dormir, isso impacta assim na nossa qualidade de som. Às vezes, não impacta nas horas de som, o que a gente tem, né? Como adultos, mas impacta na qualidade do som, o que a gente tem. Então, fazia um som no tão grande. Na indução do som, sim. Sá, lá em casa a gente não tem televisão no quarto. É, na casa também, na minha. A televisão a gente assiste na sala. E você sabe que isso é uma coisa desde que eu era criança. Eu lembro assim, as amigui se não teve num quarto, e aí eu falei, "Ah, quero ir no meu quarto, quero ir no meu quarto, vai falar não, não tem que viver no quarto, quarto é o lugar de dormir e estudar." E você sempre falou, "Quarte é o lugar de dormir e estudar." E a gente nunca teve. E é uma prática que eu leve para a minha casa. Eu também. E foi assim, quando eu casei, né? Com os, né? Ele também tinha o mesmo hábito. E ele ainda era mais ainda, porque ele deixava tudo um breu, assim, tudo muito escuro. Então, foi tranquilo assim. Ele não teve problema. Então, para a minha natural já deixasse assim sem tela. Sem ter ver, né? Sem ter ver, não com a parte. Mas é isso, celular a gente acaba usando, né? Mas o ideal é que os imenos, né? Na hora de dormir. É, eu já coloco para despertar lá longe, porque na hora que desperta eu tenho que acordar para ir lá para desligar. Não posso ter que ir, eu não posso desligar. Não, eu não entendo. Para mim, eu não entendo a sonéquinha. Não entendo, mas tem pessoas que igual, ou somem que usam. Eu também não. Mas eu não entendo, assim, a lógica da sonéquinha. Porque tipo assim, para mim é mais sofrimento pensar e falar assim, eu vou desligar daqui a 5 meses, eu vou acordar de não tocar de longe. Para te ir. Para algumas pessoas, e eu vou dar mais um. É pessoas que demoram. É porque tem pessoas que demoram para acordar. Tem pessoas que já acordam e já acordam. Pode ser isso. Mas é isso, gente. Então, gostaram? Gostaram sigam essas dicas, cuidem do ambiente, façam ritual, organizem o dia da criança, né? Façam o ingênio do sono, entendam a fase que o bebê tá. Como é o padrão de sono normal daquele bebê naquela fase? Para não ficar achando que tem um problema em tudo. Observe em seu bebê. Observe você falou, Observe o senão de sono. Olha para ele, ele é único. E cada filho, o seu vai ser diferente com relação a isso. Então, observe com esse seu bebê, conheça como ele funciona. Continuem nas rotinas, tem persistência. Que vai ser assim. Gente, espero que vocês tenham gostado. Realmente, a gente são dicas que a gente acredita, aplica, indica no constróio. E eu espero que ajude muito as mamães que ouviram a gente hoje. -Né? -Que assistiram a gente hoje. -Prazer, amor. -Prazer, é sempre a prazer. Gente, até a próxima. -Tchau, tchau.
Podcast Summary
Key Points:
O sono infantil é um processo fisiológico que difere do sono adulto, com ciclos mais curtos e mais tempo em sono leve, principalmente nos recém-nascidos.
O sono vai além do descanso, sendo essencial para liberação de hormônios, crescimento, regulação do apetite, consolidação da memória e aprendizado.
Não se deve dizer que o bebê "troca o dia pela noite"; isso é normal, pois o ciclo de sono e vigília ainda não está maduro, com padrões semelhantes entre dia e noite.
A maturação do sono é progressiva, começando por volta do primeiro mês, com ciclos noturnos mais longos e sonecas diurnas mais curtas ao longo do tempo.
A luz influencia a produção de melatonina e cortisol, hormônios que regulam o sono e a vigília, sendo um fator-chave para as dicas práticas.
Os pais podem guiar, não ensinar, a criança a dormir, adotando hábitos comportamentais, rotinas e um ambiente adequado para facilitar o processo natural.
As seis dicas valiosas serão reveladas para ajudar as crianças a dormir melhor, sem expectativas irreais de dormir a noite inteira desde cedo.
Summary:
Neste episódio do podcast, as apresentadoras discutem a importância do sono infantil e como os pais podem lidar com os desafios relacionados a ele. Elas destacam que o sono é frequentemente negligenciado, mas vai muito além do descanso, sendo crucial para o crescimento, regulação hormonal, consolidação da memória e aprendizado das crianças. Uma das principais diferenças entre o sono do bebê e o do adulto é que os ciclos do bebê são mais curtos, com mais tempo em sono leve, o que explica os despertares frequentes, especialmente em recém-nascidos.
As apresentadoras esclarecem que não é correto dizer que o bebê "troca o dia pela noite", pois isso é um padrão fisiológico normal, já que o ciclo de sono e vigília ainda não está maduro. Esse amadurecimento é progressivo, começando por volta do primeiro mês, com melhorias graduais. Elas também explicam o papel da luz na produção de melatonina e cortisol, hormônios que regulam o sono, e como isso será relevante para as dicas práticas.
O episódio enfatiza que os pais não devem ensinar, mas sim guiar a criança nesse processo natural, criando rotinas e um ambiente propício. Ao final, prometem revelar seis dicas valiosas para ajudar as crianças a dormir melhor, sem criar expectativas irreais de que durmam a noite inteira desde cedo.
FAQs
O sono vai além do descanso: durante ele, o organismo libera hormônios de crescimento, regula o apetite, regenera células e consolida a memória e o aprendizado. Uma boa qualidade de sono é essencial para o desenvolvimento infantil.
Sim, é normal. O bebê recém-nascido tem ciclos de sono curtos, de duas a três horas, sem diferenciação entre dia e noite. Isso é fisiológico e não significa que ele está trocando o dia pela noite.
O bebê tem ciclos de sono mais curtos e passa mais tempo no sono leve, enquanto o adulto tem ciclos mais longos e mais tempo no sono profundo. Essa diferença faz o bebê despertar com mais facilidade.
O amadurecimento do sono começa por volta do primeiro mês de vida e é progressivo. Algumas crianças dormem a noite toda aos cinco ou seis meses, enquanto outras levam mais tempo, até os dois anos.
A melatonina é o hormônio do sono. A luz inibe sua produção e estimula o cortisol, que é o hormônio da vigília. Quando escurece, a melatonina aumenta, ajudando a induzir o sono. No bebê, esse ciclo hormonal ainda está em desenvolvimento.
Sim, por meio de hábitos comportamentais, como criar rotinas, controlar o ambiente e os horários, e fazer induções de sono. Isso ajuda a guiar o processo fisiológico do sono, respeitando o desenvolvimento da criança.
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