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"Somos nabos em não explorar o nabo"

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"Somos nabos em não explorar o nabo"

O episódio começa com uma promoção do Observador para assinaturas de verão, com desconto e prêmios. Em seguida, os apresentadores discutem os nabos, um ingrediente que os portugueses conhecem bem, mas que muitas vezes é subutilizado na culinária, sendo geralmente consumido apenas em cozidos. Um dos apresentadores relata sua experiência em um restaurante no Porto, a Cozinha das Flores, onde provou pratos inovadores com nabos, como um pastel de nata de nabos com caviar, servido como sobremesa. Ele ficou surpreso, mas aprovou a combinação de sabores doces e salgados, típica da cultura portuguesa. Outras iguarias incluíram uma bola de berlim com sapateira e pão de ló com gambas, todas criativas e deliciosas. O chef também compartilha uma receita pessoal de coelho com nabos, inspirada em memórias de seus pais, e elogia a versatilidade do nabo, que pode ser usado em purês, grelhados, saladas, cru ou em pratos cozidos, absorvendo os sabores ao redor. A conversa termina com a sugestão de visitar o Porto para explorar essas experiências gastronômicas, deixando os apresentadores animados para futuras visitas.

Transcription

679 Words, 3713 Characters

Portuguese
Estas ferias leve o observador no bolso, na praia, no campo ou em reviagens, acompanhe toda a atualidade sem límites. Assine com 40 euros de desconto e habilite a ganhar uma estadia de duas noites no dos altéis boutique da Small Portuguese Autels. Este verão desligue da rotina, não da informação. Assine em observador.pt. Leopold Botarde. Botarde. Hoje vamos falar de uma reíxquio, os portugueses que conhecem bem, os nabos. Isso não é conosco não, Leopold. Não sei, não sei. Muito bem, vamos ao restaurant onde é, onde se come em bons nabos. É verdade, foi a semana passada, provar finalmente estas iguarias que este restaurant tem. Eu cochei a fisicutivo lunementes que vivam muitos anos em Londres e tem feito carreira lá. Agora é consultor e imentor da carta da cozinha das flores no centro do Porto e brindões a meio da refeição com o pastel de nata de nabos com caviar. Eu acho que não estava disposto a despreir isso. Não, eu fiquei surpreno, mas realmente funciona e pronto, voltava lá. Pastele de nata com nabos e caviar. Também de um pastel nata. E é comido como sobremesa, como se fosse um cenário de nata. Eu tenho curioso que eu tenho umas entradas que é a primeira era uma bola de brilhinho com sapeiteira, se não me engane. Depois era um pão de loco com gambas e de fechofaio foi tudo ali meio entre as entradas e a sobremesa. Mas o latal doce e o salgado faz parte da cultura portuguesa. Eu próprio também faço isso lá na taberna em alguns pratos, mas eles desnexam realmente surpreendentes. E já tenhas o vídeo falar de. Já tinha o vídeo de falar, mas eu gostei de ser sem estudar a matéria. Não pedi isso, não aprendi a um prévia. Não, não, não. Aliás, eu acho que nem pedi, depois de incluiram e ainda bem, fiz esse sacrifício. Olha, vamos à receita, traz-nos um quale com nabos, é isso? Sim, nós pronto, o filho de além de gens, os nabos estão tão presentes na gastronomia, estão nos cozidos, estão cozidos de grão, cozidos à portuguesa. E os meus pais lembram que faziam um quale com nabos, ao lembro regularmente. E eu, pronto, já fiz, desde os anos que tenho disto, já fiz algumas vezes. E lembro-me, tá, lembro-me, lembro-me, eu fui o último prato de servir no café garret, fui e quale com nabos. E para não fundar um estofado é por as coisas lá dentro e tudo se resolve. É por o próprio nabo, tem uma parteculdade que absorve os sabores que estavam ali à volta e ganha com isso e ganhamos nós também. De facto, ouvi o ponto como dizias, o nabo é mais conhecido. Não é nada nabos, não é nada nabos. Não é nada nabos, é muito versátil, é muito conhecido, pelo menos, para a maioria de nós, no cozido, mas há formas diferentes de um confecionar. Sim, dá para fazer pica, o primeiro caso que é invulgar. Sim, no fundo dá para fazer porês, dá para fazer pica, os dá para agrilar, se quisermos, dá para saladas, dá para comer em cru, obviamente. Tanto, é mais um ingrediente super versátil que é que vamos quase sempre comer da mesma maneira, cozido, não é? Sim, é pouco explorado essa versatilidade. Tanto somos nabos, nem nos explorar o nabo, não é portanto. Mas sim, é saboroso. Olha, é alguma maneira particular de cozinhar o nabo ou. Não, é assim. Depende do que queremos fazer com ele. Mas, por exemplo, neste fado, é deixar ele estar e depois dá uma questão de a consciência que queremos, mais môle, mais com mais textura, mais riso. Porém, podemos deixar o nabo mais tempo, portanto, é tal nosso critério. Muito bem. Quem diria que um nabo dessas para tanta coisa? Eu fico aí espantado com o pastel de nata, com um nabo e experimentar. Desculpe, deixou-me com vontade de fazer um programa no porto e depois dá um salto. Quem sabe ficar confite, é um bom fito, smeno. Um abraço, abraço.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O programa apresenta uma discussão sobre nabos, um ingrediente tradicional português, e sua versatilidade na culinária.
  2. O chef visitou um restaurante no Porto chamado Cozinha das Flores, onde provou pratos inovadores com nabos, incluindo um pastel de nata de nabos com caviar.
  3. O pastel de nata de nabos é servido como sobremesa e surpreendeu positivamente, combinando doce e salgado, uma tradição na cultura portuguesa.
  4. Outros pratos incluíram entradas como bola de berlim com sapateira e pão de ló com gambas, mostrando criatividade culinária.
  5. O chef compartilha uma receita de coelho com nabos, lembrando pratos caseiros de seus pais, e destaca que os nabos absorvem sabores, sendo versáteis para cozidos, purês, grelhados, saladas e consumo cru.
  6. Há uma promoção do Observador, oferecendo 40 euros de desconto em assinaturas e a chance de ganhar uma estadia em hotéis boutique.

Summary:

O episódio começa com uma promoção do Observador para assinaturas de verão, com desconto e prêmios. Em seguida, os apresentadores discutem os nabos, um ingrediente que os portugueses conhecem bem, mas que muitas vezes é subutilizado na culinária, sendo geralmente consumido apenas em cozidos. Um dos apresentadores relata sua experiência em um restaurante no Porto, a Cozinha das Flores, onde provou pratos inovadores com nabos, como um pastel de nata de nabos com caviar, servido como sobremesa.

Ele ficou surpreso, mas aprovou a combinação de sabores doces e salgados, típica da cultura portuguesa. Outras iguarias incluíram uma bola de berlim com sapateira e pão de ló com gambas, todas criativas e deliciosas. O chef também compartilha uma receita pessoal de coelho com nabos, inspirada em memórias de seus pais, e elogia a versatilidade do nabo, que pode ser usado em purês, grelhados, saladas, cru ou em pratos cozidos, absorvendo os sabores ao redor.

A conversa termina com a sugestão de visitar o Porto para explorar essas experiências gastronômicas, deixando os apresentadores animados para futuras visitas.

FAQs

A assinatura do Observador está com 40 euros de desconto durante o verão.

Os novos assinantes podem ganhar uma estadia de duas noites num hotel boutique da Small Portuguese Hotels.

O restaurante Cozinha das Flores fica no centro do Porto.

A sobremesa surpreendente é um pastel de nata de nabos com caviar.

As entradas mencionadas foram uma bola de berlim com sapateira e um pão de ló com gambas.

O nabo pode ser usado em purés, picado, grelhado, em saladas ou comido cru, sendo um ingrediente muito versátil.

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