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232: Soberania tecnológica e o futuro da IA no Brasil, com André Beck da Wide Labs

48m 11s

232: Soberania tecnológica e o futuro da IA no Brasil, com André Beck da Wide Labs

A discussão centra-se no projeto de lei para o marco regulatório da IA no Brasil, destacando a necessidade de equilibrar a regulação para não impedir a inovação. Enfatiza-se a importância da soberania tecnológica, que envolve manter dados e processamento em território nacional, desenvolver modelos de linguagem treinados com dados brasileiros para evitar vieses estrangeiros e controlar a infraestrutura física, como data centers. O debate revelou que muitos parlamentares ainda estão assimilando conceitos básicos de IA, como a diferença entre modelos e aplicações. Para construir essa soberania, propõe-se um ecossistema baseado em três pilares: aquisição de infraestrutura (como GPUs), desenvolvimento de modelos locais e incentivo a aplicações nacionais. Reconhece-se a dificuldade de competir globalmente, especialmente na atração e retenção de talentos, mas aponta-se iniciativas positivas, como parcerias com universidades e o crescimento de empresas brasileiras no setor. A colaboração entre governo e iniciativa privada é vista como fundamental para acelerar esse desenvolvimento e evitar que o Brasil perca a corrida tecnológica.

Transcription

8664 Words, 48535 Characters

Portuguese
[Música] Olá, bem-vindas e bem-vindos! A edição de Quarta-Fera, edição de entrevista do IASO sob controle, o seu podcast com o verfit de informações sobre o mundo da inteligência artificial. Eu sou o Marcos Mendez e tenho claro assim com outra semana por aqui o Fabrício Carraro viajante PoliGlota, rote do podcast Carreras sem fronteras e programe na ajuda a lura do Fabrício. Tudo bem? E aí, Marcos e a galera de casa, mais uma Quarta-Fera, mais uma entrevista para ter um papo com uma galera do Brasil. Hoje, tem que ter uma série de vai ter ainda uma série de episódios gringos, mas hoje a gente está falando que o pessoal aqui do Brasil mesmo, né, Marcos? Exatamente, o das boas vindas a Andre Beck, que é diretor de operações de financeiro também da Wide Labs. E a gente vai falar não exatamente disso, a gente pode falar também mais sobre o PL de 338 e 33, a gente até comentou aqui no podcast, mas antes bem vindo ao ir a sob controle, Andre. Muito obrigado, Marc, muito obrigado, Fabrício, um prazer daqui com vocês, obrigado pessoal. Vamos fazer, tentar contribuir para um papo rico sobre a. Vamos lá e você participou do processo de todo o da audiência pública, da Câmara dos Deputados sobre o projeto de Lei do Marco Regulatório da IAA, no Brasil. E esse foi um processo que a gente aqui no podcast foi semana a próxima, e falando como foi bastante atribulado por ter muitas, se ela quase 250 emendas, algumas retiradas, algumas que foram aceitas, algumas que foram rejeitadas, partidamente aceitas, etc. E depois de muitas e das vindas, ele seguiu o caminho, né. Na consulta pública mesmo, estava notando agora no site, foram 35 mil votos a favor e 31 mil contra, estou redundando aqui, mas dá pra ver que foi uma coisa bastante dividida, mas antes de entrar nos promenores, mesmo de como é que o que acabou acontecendo com ele, quer dar uma geral sobre qual era a proposta dele, como você via isso? Olha só, Marc, o que é isso? Essa questão da regulação da IAA é o tema que está sendo debatido no mundo inteiro, então a gente tem regiões que estão tentando ser mais restritivas, em regiões que estão sendo mais permissivas com a regulação da IAA, entendendo todos os pros e o contras que uma nova tecnologia impacta na sociedade, como toda, acho que esse é o tema central, de que maneira essa tecnologia vai impactar na sociedade. E aí, se tem duas vertentes, em pacta na sociedade do cidadão, comum, mas também tem que tomar um cuidado pra não travar o desenvolvimento do país, que também acaba impactando na sociedade. Então é muito difícil você conseguir regolar até onde é importante regular, e é importante regular, não tem nenhuma dúvida disso, mas até onde você tem que ser restitivo ou não, pra não travar o desenvolvimento no país e não acabar fazendo com que o Brasil mais uma vez perca essa corrida por estar, assim, disputando o aponto tecnológica contra o país do mundo, porque a gente tem condição pra isso. O Brasil, o país que tem profissionais extremamente criativos e competentes, eu tenho te da oportunidade de viajar para algumas feras mundiais de tecnologia, estamos indo agora daqui a uma semana para o GTC, da Envija, na Califórnia, e a gente encontra brasileiros os mais altos escalões das grandes empresas de lado mundo. Então a gente tem gente, a gente tem profissional bom, essa flexibilidade do brasileiro, essa cultura, acho que colabora pra esse tipo de criatividade e competência do nosso povo, nessa nova tecnologia, que está tomando conta e vai tomar conta. Então é um desafio muito grande. A gente tem, inclusive, na Europa uma regulação bem mais destritiva, é que está começando a tender uma flexibilização, e nos Estados Unidos uma regulação bem mais permissiva. É muito difícil se contra esse equilíbrio. Isso é um ponto interessante, a gente há bastante tempo entrevistou aqui, um membro da comissão europeia, que era o deputado João Albuquerque lá de Portugal, e ele falou, "Jos também, e o Papo era, quando ainda estava sendo discutido pra ser implementada, tudo acreditou de regras que a Europa implementou e que depois eles foram percebendo, mas, sentemente, que precisava ser menos destritivo". Tem uma questão que eu sempre tento trazer aqui, que a gente vê, especialmente nos Estados Unidos, onde a regulação é basicamente inexistente, especialmente comparada com o resto do mundo, lá coisa um pouco mais livre mesmo, e lá a gente vê sempre o que tem o Papo de Regulação, pende pra logo alguém tira puxar a carta a China. Não, mas a gente precisa regular aqui a China regular e pronto o mundo vai acabar, porque o chineses vão dominar o mercado, os Estados Unidos ficar pra trás. Eu não sei se eu vi exatamente esse tipo de argumento aqui, o que eu acho que é positivo, que deixa um pouco mais de espaço pro debate, e pra tentar, de fato, evoluir, na sempre falou com essas questões, nunca são zero ou um, o caos absoluto, não é sua solução, vai ter um pouco das duas coisas, mas, em meio ao status que você viu quando isso estava sendo discutido, o assunto estava maduro e suficiente, as pessoas que seriam as responsáveis por tomar essas decisões e pra provar o projeto de lei, da seguimento, etc. Eles tinham ideia a respeito do que eles estavam discutindo e regulando, ou era uma coisa que eles foram me apreendendo também enquanto foram discutindo e tentando regular. Marcos, essa é um ponto maravilhoso que você trouxe pra cá, porque se imagina que pra gente, que trabalha com isso, que tá no dia a dia de empresas e de instituições, falando de a todo dia, ainda é um assunto que gera uma série de dúvidas e novas debates todo o tempo, sem imagina os parlamentares, os congresistas, eles não entendem, tecnicamente. Então, quando a gente foi fazer uma apresentação lá pra eles, a convite da Luisa Canzeane, que é a Presidente da Comissão e do Deputado Agnaldo, que é o relator, a gente levou pra eles algo que chamam muita atenção na hora. A gente levou soberania e independência tecnológica. Acho que esses são dois pontos fundamentais pro Brasil se posicionar. O que a gente quer ser quando crescer na IA? E a gente tá crescendo muito rapidamente. A gente quer de fato ter controle de todo o stack da IA, ou a gente quer estar sempre dependendo de alguém. Então, aí a gente cai numa coisa muito simples, explicar pros congresistas o que é um modelo e o que é uma aplicação de IA. E muitos deles que estavam lá nesse dia não sabiam qual era a diferença. O que é um modelo de linguagem? O que é um LLM? Que pra nós aqui é tão simples. A gente fala disso o tempo todo. O LLM é o LLM, é o Lágei Lângua de Modo, é o modelo grande de linguagem. Então, boa parte da minha apresentação, eu tentei explicar pra eles essa diferença. E não foi uma surpresa pra mim, mas muitos me pediram pra explicar novamente. Explica de novo que a gente não entendeu o direito. Então, assim, tem um modelo de linguagem que é como se fosse o motor da IA e tem as aplicações que são desenvolvidas por milhares de empresas que precisam de um motor pra funcionar. Então, e aí quando uma aplicação dessa faz o que a gente chama de inferência pra um modelo, normalmente entese esses dados saem da aplicação, vão até o modelo, são processados e volta um pra aplicação em forma de resposta. Então, tem aí uma questão de tráfico de dados que quando você estrapou as fronteiras do Brasil, você trafega com esses dados pra datar sem destes que não estão em solo nacional, que são de empresas americanas. E você faz a inferência em modelos de linguagem que suportam essas aplicações. Exstrangeiros, você traz uma série de questões que não estão dizendo que são ruins ou boas, não são senarizadas. A primeira delas é soberania, os nossos dados não estão ficando em território nacional e não estão tendo a segurança que pra determinadas missões críticas deveriam ter. A segunda é que toda vez que eu faço inferência em um modelo americano e eu trago uma resposta, embora eles falem português maravilhosamente bem, eles entendam da nossa cultura, eles entendam da nossa geste, eles não foram construídos por brasileiros. Eles não foram construídos com volume de data sete gigantesco na base de construção deles. Então, eles trazem uma resposta com vieis extrajeiros. Até muito pouco tempo atrás, houve uma correção nesse sentido e é curioso, é o porquê que houve essa correção? Quando você fazia uma inferência, pegando o exemplo, o chat IPT é uma aplicação e o GPT 5.2, pra quem pagos 19 dólares por mês que está ali por trás, é o modelo? A aplicação, quando faz uma pergunta para o modelo, você perguntava quem inventou a avião, ele trazia os irmãos White. Hoje, ele já olha, são os irmãos White, mas tem o santo do bom e tal, ele vai aprendendo, porque obviamente asiais vão aprendendo. Então, essa é uma questão. A outra questão é o nosso país ter o controle da IAA. Quem desliga e liga o motor de tudo isso que está sendo conectado nos delenys. Quem tem esse poder? O Brasil tem esse poder? Ele tem uma estrutura de máquinas própria, ele tem os modelos proprietários dele e as aplicações, se elas quais forem vão se alimentar disso, independente de que acontecer, na gel por descaglobal. O Brasil vai ter a decisão de ligar ou de ligar, de não depender de algum outro país, pra ter suas milhões de aplicações funcionando, inclusive aplicações hoje que exercem funções críticas em empresas, governamentais que são extremamente relevantes pra nossa economia e pro funcionamento nosso país. Essa é a outra pergunta que quando falei isso, na Comissão, foi até curioso, porque tinha um deputado da Estrema Esquerda e uma da Estrema Direita, que na hora com um cor da área falou, olha, "para aí, pega isso aí que o André Tapio levei cinco algumas propostas de texto, pega isso, faz um cop-peste e eu falei, " ó, ficou muito honrado e está agradando os dois extremos, porque é muito difícil hoje em dia conseguir, mas todo mundo tava preocupado com a questão do Sobraníaco e mais da independência técnica no Brasil. Fui se coca bem de falar. Acho que é uma questão fundamental para o nosso país estar analisando. E para eu tentar tendibilizar um pouquinho mais o que significa, que é um tema bastante abrangente. Essa parte de soberanheia, quando assunto, é qualquer coisa digital, porque para algumas pessoas pode significar que a gente tem que ter empresas brasileiras como modelo brasileiro, rodando servidores feitos no Brasil, com as placas brasileiras, eu não sei até onde isso não é escala de metmente para o Brasil. É possível, é exato. Então o que significa a preocupação? Qual é a solução, a sua proposta, talvez, quando a gente fala sobre. Se dá tudo certo, o que significa a gente ter essa soberanheia? Olha, acho que aí, eu vou chamar aqui de três pilares. Muito ciclóriamente falando. Acho que o Fabiço vai poder enriquecer bastante essa conversa. Mas ela tem máquinas, data centra e máquinas. A estrutura física, obra, tijolo e máquina, metal ali dentro, os famosos chips da InVIDIA, que são até os que a gente conhece hoje os mais potentes, mas isso é um InVIDIA que esteja o tanto, que hoje é a empresa mais valiosa do mundo, a GPUs, essa é uma parte física. O segundo grande pela ação é os modelos que suportam todas essas aplicações, que são modelos de linguagem, modelo de áudio, modelo de visão computacional, modelos que entendem mais em tudo, são os modelos que trabalham por ali, e a terceira parte são as aplicações finais. E aí você tem milhões de aplicações para milhões de funções diferentes, a aplicação, como a gente falou agora, de pergunta resposta, como já de DPT, tem aplicação para criar imagem, tem aplicação para regular processos de workflow, enfim, tem milhões de aplicações que vão ser alimentados modelos, que vão ser processados em máquinas físicamente falando. O Brasil não constrói GPU, o Brasil não constrói GPU, esse ponto. E não vai construir. Hoje tem uma briga e algumas empresas americanas constrói GPU, a destaque, a denivídeca, que constrói GPU até hoje, pelo que a gente conhece as mais epsientes, tem AMD, tem Intel que também constrói GPUs hoje, e a China, hoje tem algumas empresas, a principal delas na China, a Huawei, que constrói GPUs também, que estão chegando, inclusive, no nosso país já tem partes de processamento com o chips da Huawei verticalizou. Ela faz o completo. Então, eu acho que o Brasil nesse ponto, ele tem que comprar e ter o seu equipamento, que é estrangeiro, mas é comprado, é próprio. Ele não está rodando e só as críticas em nuvem. Acho que seria um ponto importante da soberania. Em data center construído aqui no Brasil, é tudo controlado pelo governo brasileiro, com máquinas proprietais. Onto, modelos. Se o governo, em seu opinião particular menina, o governo discutiu muito essa questão, "Ah, vamos fazer um modelo, não é ele, em brasileiro". O governo vai fazer um modelo, é ele em brasileiro. Até que essa decenção seja tomada, até que esse conjunto da 7 seja reunido, até que esses modelos seja treinado, os outros modelos que já estão no mercado se aprimorando a cada de que passa, já vão estar tão mais eficiente do que esse, que não vale a pena. Então, eu tive oportunidade de, como eu falei, de estar em algumas feras, e os principais modelos utilizados hoje, em outros países que não os americanos, que têm uma quantidade enorme de modelos extremamente eficiente, que são muito conhecidos como o GPT, é um deles da OpenAI que a gente se situa aqui, mas o Google tem, a Android, que tem modelos maravilhosos extremamente eficiente, mas em todos outros países são parceirias de empresas que tomaram iniciativa de treinar seus modelos, com parceiria com algum empresa público. Então, disponibilizar modelos que têm sido treinados em território brasileiro, com data set, em importante brasileira, e a gente tem alguns. Nós da Wides Labs temos o nosso conjunto de modelos, não só um modelo só, a gente hoje tem mais de 20 modelos prontos, mas existem outros modelos aqui no Brasil também que foram construídos, alguns a partir do zero, outros a partir de FIN TUNE de modelos Open Source, e de certo, tem algumas possibilidades de fazer. E a terceira é, na minha opinião, então, isso seria, sim, trabalhar com modelos que têm um sido treinado, de ter um respeitado, e de ter as vão hospedados em território nacional. E a terceira é incentivar de any forma diferente, as milhares de empresas que produzem soluções sofisticadas de inteligência artificial. A artícia, a gente conseguiu juntar esses três pilares num conjunto, e o governo apoiar essa iniciativa como todo, a gente tá falando de soberanilha e dependência tecnológica. Tá, porque uma questão que eu sempre penso em, é claro que o incentivo vindo do governo, flexibilização, poderia ajudar. Mas, se uma empresa americana quiser treinar uma com a coisa, ele vai comprar a placa e custar um. A gente se zerar o imposto, já custa cinco. É certo, fica muito difícil. Então, quais são os tipos de incentivos que você vê que seriam mais eficientes para a gente tentar começar a fazer isso? Porque uma das segundas questões, a gente pode falar sobre isso a seguir, é a própria oesado de talentos. E o Fabrício tem um podcast que trata sobre pessoas aqui brasileiras que estão trabalhando no exterior, cada uma tem uma história, cada um tem um motivo, o papo sempre de uma forma de outra toca em grana. A gente entrevistou aqui diretores de empresas grandes e big techs lá fora, e a gente pergunta para eles, "E aí, como é que uma pessoa aqui do Brasil deveria pensar sobre a carreira dela?" É sempre um trampolín para fora. É oportunidade no Brasil. O que as pessoas fazem? E as expostas são diversas, mas no seu ponto de vista, o que seria o caminho para a gente tentar viabilizar isso que são os pontos que você propõe que seriam excelentes se você é provados? Olha, Marcos, por não ter jeito. Então a gente vê, no próprio Estados Unidos, que é uma economia extremamente, consequentualmente liberal. A gente tem as grandes big techs lá com volume de dinheiro infinito. Se você pega o relatório de o balanço da OpenAI nos últimos anos, ela queima caixa de forma, não tem quem me dera para trabalhar numa empresa assim, que não tem que promisso nenhum com pagar conta, etc. e tal. E a cada vez que ela quer ir na ma. ela vai ano a ano, queima anda mais caixa, vai ano a ano recebendo mais a forte para queima mais caixa vai indo. Então é uma competição difícil para a gente. Muito difícil. Eu não isso aí, a gente não tem como fugir disso. Mas se a gente começa a consolidar esses três pilates que a gente falou com uma política séria, tem iniciativas do governo muito positivas, como, por exemplo, pebia. Só que o pebia precisa acelerar ele. A gente também cai numa questão burocrática, que tudo nossa é muito demorado, muito lento. E aí ela não espera. A gente costuma dizer aqui dentro da LID que, um ano nosso, a gente viveu ano do cachorro aqui, em um mês. A gente faz a mesma piada aqui no podcast, e as afias. É, é, é a sete mesmo de cardiolho. Então tudo acontece muito rápido. Então precisa ter iniciativa privada em conjunto com o governo para essa coisa andar num péssimo mais rápido. Existem muitas empresas brasileiras competentes que estão se destacando a nível mundial. Então esse eu acho que é outro ponto, quer dizer, ele começa a surgir várias empresas brasileiras relevantes e com pessoas que tão inclusive existem casos de pessoas que estavam trabalhando fora e voltaram a trabalhar no Brasil, porque tão se arrulhando e trabalhar em empresas brasileiras, estão despontando no mundo inteiro. Então o nosso caso aqui é um pouco disso. A gente tem contratado muita gente, é, contra, hoje a gente tem funcionário que mora no Canadá, tem funcionário que mora e Portugal, tem funcionário que mora fora do Brasil, mas estão trabalhando não há aí. Porque tão chegando também, quer dizer, a gente tem um sacrifício aí de financeiro, não tem jeito de se amadurecer, mas existem hoje empresas brasileiras que vão nos próximos anos crescer muito e se equiparar um pouco às principais empresas de solução de solução de ar do mundo. E é um sistema que tem que crescer, né? A internet, quando surgiu a internet era muito isso, a gente perdeu um pouco a corrida da internet no começo, mas ao longo de um tempo, a gente tem hoje, tem portagens que apresentam números incríveis em termos de audiência, você pega um pouco desse mercado de influenciadores, o Brasil tem a ponta do mercado de influenciadores do mundo, então tem, assim, não é fácil, é uma briga dura, por exemplo, vou contratar alguém, ele tem uma proposta para receber em dólar, fazer robots, recebendo em dólar, é duro pra mim, mas eu tenho que batalhar por isso. Uma outra coisa é que a gente tem nas nossas faculdades, nossas universidades, a gente tem uma passaria muito forte com a urbis, com a universidade federal do Rio Grande do Sul, e a gente tem hoje um time de 8 pesquisadores, que são todos doutorados e doutorados e PhDs da Urbis, só desenvolvendo coisas novas que a gente ainda não conseguiu resolver com os famosos deves e edicéptem. Então, assim, angariasse esses talentos jovens, e já engajar eles em projetos relevantes, é também uma forma de a gente no perder de talentos no futuro. Mas é uma questão de mercado, isso acontece em todos os mercados, então essa é uma dificuldade que a gente realmente tem. E, Andra, eu concordo, planeamente, nesses pontos que você trouxe sobre a questão da soberania, inclusive, trabalhando aqui no Barcelona Supercoupite Center, é uma coisa que é muito querida pro pessoal da que da Europa também, que eles não querem ficar dependentes dos modelos americanos, chineses, inclusive nós treinamos lá os modelos do Zéro também, com essa ideia, mesmo de ter modelos soberanos, de ter datacentro soberanos, de ter toda essa ideia, então concordo 100% com você nesse ponto. Agora, entrando um pouquinho mais na Wide Lab, você falou que nós temos 20 modelos, mais de 20 modelos aqui treinados, e eu queria, se possível, entrar um pouquinho mais a fundo nesses modelos, no que eles são, porque quando a gente vai na página, se falando que são modelos de a proprietários, só que, concordando até com o que você trouxe, fazer esse trabalho no Brasil, É meio que inviável fazer o treinamento de. modelo, um LLM, do zero, que seja capaz de concorrer com um deminar, com um Clod, com um GPT, até em questões de financeiras mesmo, né? Porque são muitos, muitos, muitos centenas de milhões de dólares para treinar o modelo como esse do zero. Então eu queria saber como que vocês estão fazendo atualmente para esses modelos, são fine tunings em cima de modelos open source, como é que essa questão mais mais técnica mesmo? Então nesse conjunto de modelos, nosso modelo base principal, mas a gente fez um pretreino e um postreino, não foi do LLM, foi de um outro modelo, então foi um fine tune, mas com pretreino e com postreino com a série de. O Continuous Pretreino, né? Exatamente, continuado. E a gente teve um apoio, né, em termos de infraestrutura, de dois grandes parceiros nossos, da InVID de Daora, né? Então a gente pegou, é tudo a condição, aquela coisa você está no Gaceto, na hora certa, né? Aora quando estava instalando as suas nuvens aqui no Brasil, tinha uma ouciosidade de GPUs naquele momento da instalação. A InVID de apóstoles projeitos, e nos ajudou como a equipe hoje a gente tem um time de engenheiros global de InVID de que trabalhem em conjunto com o nosso resolvem ter periodos soluções, eu vou explicar para vocês aqui duas coisas importantes que vai clarificar isso, então a gente teve um apoio de dois grandes empresas do setor que nos possibilidades, sózinhos não teríamos conseguido fazer estreinamento, que é o mesmo que você bem falou, ele exigiu uma quantidade de GPUs e horas de GPU rodando absurdas, né? A cada vez que você dá o merge ali, é uma loucura do que o que se gasta. E a gente, o que aconteceu foi que em 2023 a gente tomou uma decisão de parar tudo e focar na construção dos modelos proprietários, tá? Então a gente vinha construindo data set e a gente tinha muitos milhões de paramos em data set português, de língua, portuguesa, de cultura, de muita de coisa, data set que a gente comprou, que a gente construiu, que a gente fez muito data sintético para construir esses modelos e alguns dos nossos modelos foram treinados uns anos. Então pegar todos os nossos modelos de áudio, de transcrição de áudio, eles foram treinados uns anos. São modelos pequenos, modelos de um b, dois b, três b de parâmetros, são modelos pequenos. Então esses foram treinados uns anos. Nosso principal modelo hoje é o Mitter Meater atractsperts, feito com pretreino e postreino e ele segue sendo aperfeiçoado todo dia. Tem uma equipe de pesquisadores hoje que tá o tempo todo aperfeiçoando ele que eu serve de base para todos os outros que ajudam. O que é interessante é que quando a gente tem um cliente que precisa de resolver um determinado problema, a gente é uma empresa que a gente não tem produto pronto. Claro que depois de este tempo a gente acaba tendo várias soluções que tão prontas, que foram construídas, mas a gente entese, a gente pega um determinado problema de um cliente e desenvolve para aquele cliente tudo que ele precisa. Inclusive se a gente precisa apagar dentro desses nossos modelos, faz a intunar e adescom dados daquele cliente para que aquela aplicação está sendo envolvida. Performe melhor para ele, a gente também faz isso. Então esse é um pouco do que aconteceu com a gente. A gente teve essa apoia enorme de óleo com ele e vídeo. Hoje a gente tem parceria, a gente tem uma sistema de parceiro que a gente chama, que a Nvidia é a nossa principal madria, óleo com a gente tem uma parceria com a AWS também, tem parceria com a positivo e com a sente que é em peso e data center, onde a gente tem algumas máquinas lá que são nossos, que são proprietários. E esses modelos, esse IO, etc., você pode abrir pelo menos, não, se não puder abrir o tamanho, mas uma dimensão similar de quantos bilhões de parâmetros eles têm. Sim, o nosso principal tem perto de 300. E da empresa em geral, né, além desses modelos próprios vocês, para resolver, para fazer solução, vocês também acabam atuando como se fosse um rapper, ou seja, é possível usar um GPT, um clod, um germinar ou algo nesse sentido para resolver o problema do cliente quando é preciso ou vocês só com os seus. Sendo ouve-da, se o cliente assim desejar e não tiver uma questão, né, porque muitas das nossas coisas hoje, é como a maioria dos clientes que a gente tem e as soluções que a gente acaba desenvolvendo são para missões críticas, mas tem outros clientes que não tem essa questão, que não precisa de nada, porque muitas das coisas que a gente faz é um premium, né, né, em estrutura do próprio cliente, ou mesmo que seja em um, é num tênance dedicado para aquele cliente, né, mas se o cliente não tem esse problema, a gente já teve casos assim, a gente pode ter um cliente nosso que quer que a gente usa GPT como base, sei para nenhum, a decisão é do cliente, né, a gente tem o nosso conjunto de modelos para oferecer para eles, e obviamente eu consigo ajustar meus modelos para de performar melhor para aquela aplicação, para aquela tarefa que não tem que imprimir, mas se o cliente prefere não, eu quero usar ou orchestrador de modelos, ou um modelo específico de forja, e também nos tem para bem fazer isso, a decisão é do cliente. E dentro dessa estrutura, né, que você contou de como vocês fizeram para personalizar, disponibilizar esses modelos todos, eu fico pensando sobre o quanto disso foi discutido ou previsto, quando estava sendo toda a parte da consulta pública do projeto de lei, do Marco Regelotor da IA no Brasil, existem questões a respeito desse fomento que a gente vê o Microsoft, por exemplo, que é o tempo, não se chama, eu não vou lembrar o valor, mas eu vou ver o valor assustadoramente positivo de investimento que eles vão fazer aqui no Brasil, ao longo de um período muito comprido, né, imaginam até que isso tenha sido em parte pros a decisão por conta desses ventos regulatórios ou de começar a direção nessa equilibrasil, foi o tipo de assunto que já estaria previsto ou que foi discutido para fazer o Marco Regelotor? Foi sim, o nosso sitio aqui, que é o Rodrigo Maloss, desde 2022 ele vem falando, olha, em algum momento, vai começar a se discutir, segurança de dados e soberania na IA, isso vai virar a pauta. E aí, no final de 23, a gente levou esse projeto de treinar os modelos aqui no Brasil para a IA, era fundamental para a gente, para que isso ficasse um discurso coerente, que essas GPUs que foram usadas e investem em território nacional e aí a IA envidia a postura essa história, mas a gente acredita também, inclusive hoje, a gente faz parte de um programa de IA, que é o IA, tem um programa sobre isso, de empresas que promovem soberania em A, regionalmente falando, então a gente faz parte desse programa de IA, então foi uma coisa pensada, não foi fácil porque naquele momento tudo que a gente tinha de recursos, de investidores que entraram naquele momento com a gente foi de 100% caralizado para isso, então a gente passou um sufoco danado até que no dia 30 de julho de 2024 a gente lançou o AmazonEI ao nosso primeiro modelo, e aí da li pra lá, essa pauta foi se tornando relevante ao longo do ano passado, com a conjuntura política global, isso ficou em mais evidência e aí acabou favorecendo a gente, porque a gente atava preparado para esse momento da discussão, então isso foi bastante positivo, mas foi uma decisão, não foi uma decisão fácil, eu confesso para você que não sendo o cara de tecnologia, alguns momentos falei que será que a gente havia te feito isso, não era muito mais fácil para o lugar, no modelo, pegar uma peia de um modelo pronto, e não ter gastado essa energia, e eu falei que caro em muitos momentos eu achei que a gente ia na ofragar, mas acabou que a discussão e a decisão se se mostrou acertada. E a gente falou no começo de um episódio sobre como Europa tende a ser uma mão um pouco mais pesada nessa, porque está regulatória em oposição às Estados Unidos, que é muito mais flexível, vou usar esse eufermismo. Em relação a isso, tem, olhando para o que está acontecendo lá fora, tem algum país, alguma região que você diga, acho que eles estão fazendo do jeito que seria o mais próximo do que, eu acho que seria o certo, o oficiante, o oficaso, sei, possível. A gente olha muito, o sé, a própria LGPD, ela quase um copiar com olar traduzir da GDPR, o próprio nome é literal a tradução do nome da GDPR, para a LGPDR, então o Brasil tem de olhar para o próprio, e falou "nun, gostei, quero, mas que outros lugares estão fazendo um bom papel". Então é difícil isso, porque você tem três grandes 102, Estados Unidos, a China, que a gente pouco conhece dos marcos regulatórios lá, existentes do que está acontecendo de fato lá dentro, e a Europa. Que são abordagens, três abordagens completamente distintas. Se deve ser a que dá para ter isso, diametralmente diferentes. Pois é, exatamente. Então a gente fica ali, como você bem falou, a gente tem de copiar um pouco mais uma deluropel, ao mesmo tempo, o grande volume de dinheiro, e as grandes empresas, grandes plenhas do mercado, estão Estados Unidos com uma regulação extremamente flexível. Então como é, a gente se ingessa aqui, e deixa eles dominar em um globo inteiro, e ficar disputando com a China, e a gente vai ficar observando essa briga, tentando pegar um pedacinho da história, ou a gente vai para cima, com toda a sangue no olho que o brasileiro tem, "somos bons sim, vamos fazer acontecer, e vamos pegar um pedaço da história para a gente". Essa é uma questão, a gente já, para uma empresa como a nossa, que tem um cinema pejorta no Brasil, a gente já nasce, já nasce regulado para ele de aprender. Eu já é um marco regulatório, a questão dos dados, como eu posso utilizar, a direita autoral, o Escobrasio é uma discussão quente, já tem regulações, já tem discussões, já tem de estudências em relação a isso. Então eu não tenho uma liberdade absoluta, então tem muita discussão. Qual que é o modelo ideal? Eu diria que seria o meio termo em que está de Isiorota, nem tão flexível para a proteção, queijem um pouquinho a questão do direito do cidadão e dos autores, dos artistas e de setra e tal, mas também não ser tão engessado a ponta, a gente não travar a nossa evolução, que a gente é um país de terceiro money, precisa evoluir. A gente precisa almejar, os degraus mais altos desses escadas, a gente tem que chegar lá em cima, e se o governo travar a gente com um estérgulatório, a gente vai ficar ali tentando, tentando, tentando, vai conseguir. Então esse é um ponto assim, como tudo na vida na minha humilde pessoal opinião, né, o equilíbrio pra mim é a chave de tudo, nem tanto tomar nem tanto a terra, vou machar um caminho, seja coerente, e que a grade não desagradi a todo mundo, nem que a grade, mas que não desagradi a todo mundo. Ou se desagradar a todo mundo que seja pelo menos igual? Igual, o que você sabe, igual você chegou, não é? Exatamente, isso aí. E o Cristiano de Compromise. Exatamente. E a gente entrevistou recentemente o Manolsch Lague, que ajudou a trabalhar no projeto do modelo Suíço Apertos, que tem muito daquilo que você trouxe no começo ao respeito de, né, a própria corpo de treinamento em que idiomas que você feta treinar, por isso é bastante intencional sobre essas etapas todas, e é o modelo, o próprio nome diz, né, é aberto, tem o Apertos, porque ele não foi focar, só vou pegar múlti coisas em inglês, mas tem distribuição de idiomas que ela é super representativa e a distribuição de idiomas que a gente encontra no globo, mas com uma correção necessária para você não prejudicar muitos idiomas que são um pouco falados, mas que ainda assim tem necessidades econômicas e técnicas e de uso. Eles fizeram esse treinamento de modelo, a gente vê muito de modelos abertos sempre associados à academia. A gente, o Fabiço também tem muito contato com pessoas da academia, seja de Europa, daquilo Brasil, de Estados Unidos, né, mas aqui no Brasil, a impressão que eu tenho, por exemplo, a Unicamp, como é que chamou o Centro de Computação do Unicamp, sem esquecer o nome? O Recod AI. Isso, é, então a gente vê isso acontecer ainda é um pouco mais acanhado do que tiver outros lugares por conta de, o problema vem de antes, né, da desparidade financeira e desinvestimento, etc, mas pensando no que estava sendo proposto do marco-regulatório, no seu próprio nato, com empresas parceiras, empresas colegas desse mesmo mercado, a gente tem uma estrutura que já poderia permitir esse tipo de pensar mesmo sobre a soberania, etc., ou tipo de coisa que assim, de poder passar a pensar nisso e ter a nossa estrutura acadêmica e do meu de setor corporativo, se esse, esse, esse, esse, tendo o checklist acontecer e que vai meio de cima para baixo, governam, não sei, eu estou tentando fechar essa conta, entendeu, para ver qual seria o caminho para fazer isso funcionar. Eu vou, eu vou responder dando um exemplo do que a gente fez agora pouco. Primeiro assim, nossa academia, ela toda, eu se tê aqui que a gente tem uma parceria com a UD, né, o NICAMP, o hospital, cara, a gente é reconhecido mundialmente, o nosso talento acadêmico é fantástico e a gente tem alguns centros acadêmicos e excelência de A, hoje no Brasil, né, tendo pro Sur Anderson, tem, enfim, tem alguns, né, que são excelências de AI, então aí rodando o mundo falando de AI e lançando coisas interessantes, o que que nós fizemos? A Inivite lançou o Nemotron Personas, né, em alguns, em algumas regiões do mundo, né, o que a gente chegou para a Inivite falou, vamos lançar o Nemotron Personas Brasil, nós somos a primeira empresa da América Latina que lançamos uma aplicação da Inivínia em conjunto comente e lançamos em final de janeiro no NVIDIA e da AID que teve em São Paulo o Nemotron Personas Brasil, que nada mais é do que dados sintéticos, baseados no IBGE para 6 milhões de brasileiros, a gente criou 6 milhões de brasileiros, absolutamente focados com dados do IBGE, do que que representam nosso povo e isso virou um conjunto da T7, open source, para qualquer pessoa poder pegar e treinar, vai me tornar um modelo e ele performar melhor para o Monpar, por exemplo, uma aplicação de um chatbot DA para atender o público nacional, então essas são iniciativas que não dá pra gente só ficar esperando, isso foi o acontecido, na Inivídia a repercussão global disso foi enorme, aqui no Brasil não tanto, mas a gente tem só esse ano mais cícolas lançamento com a Inivídia nesse sentido, de trazer brasilidade para soluções que hoje são amplamente utilizadas para desenvolver aplicações e para farin o tonar modelos que performam em melhor para determinadas tarefas, então a gente toma esse objetivo, temos uma parceria grande para a Inivídia e claro que o nosso time aqui, se imagina o que o nosso time de engenheiros hoje não aprende com o time de engenheiros de Inivídia, então, por exemplo, a gente tem uma aplicação sendo feita para um órgão do governo federal que vai atender em média de 6 a 7 milhões de pessoas por dia, mas que ela precisa de um conjunto de guardreios que ainda não existia, e aí a gente leva o seu desafio para a Inivídia, tem uma desproblema, vamos nos ajudar, então hoje tem 9 engenheiros de Inivídia espalhados pelo mundo, trabalhando em conjunto com o nosso time de engenheiros aqui, construindo esse 7 de guardreios que vai ser anunciado agora no GTC, lá em San Rosena, California, então essas iniciativas, e isso eu estou falando só da LIDE, mas tem em outras empresas com capacidade para fazer o que a gente está fazendo, então essas iniciativas são importantes e elas são gavis, habilidade, então tudo que a gente tem feita, a gente bota nessa surede, em preenção de divulga, a gente fala, porque assim a gente vai consolidando o Brasil como um player relevante nesse mercado, entendeu? E a gente tem que fazer parceria, não tem jeito, então acho que esse é um ponto importante, quer dizer, não adianta a gente ficar esperando só também o governo fazer a parte dele, entendeu? A gente tem que ajudar em sentir o governo a receberar, a gente tem que ir lá em Brasil, a gente vai toda hora em Brasil, toda semana, eu e o nosso ano, a gente tá em Brasil, a gente faz reunião, a gente, isso faz parte do nosso dia, mas a gente está indo dar para ficar esperando isso tempo todo, a gente tem que fazer nossa parte, então quando a gente faz uma aplicação desca, quando faz um conjunto, quando a gente desenvolve algo e abre para todo o mundo, para todo o nosso éco sistema de brasileiro, o poder utilizar de algo, que foi feito em conjunto com Nvidia, eu acho que a gente tá contribuindo para que o nosso mercado evolua, evolua tecnicamente e a gente possa ter melhor de condições de competição global. E nesses contatos mais frequentes e mais atuais que você está fazendo em Brasilia, dá para perceber que a própria compreensão técnica das necessidades, o que significa ela tá ok, e o pessoal está aprendendo, não quero subestimar conhecimento e metrônia de ninguém, mas a gente, no passado, a gente havia de mais frequência, o que você falou, de você explicar a base, e para o que você fala de novo, agora eu entendi qual é o problema, como é que tá hoje em dia, essa conversa tá mais igual para igual? Eu acho que sim, eu acho que tem muita gente de AWS, tanto do NCTE quanto do ND, que ali, acho que tem minstérios muito bem informados, tem gente muito competente no governo, já entenda em muito, o Brasil tá avançando, eu acho que nos próximos daí, acho que ainda, dentro desse ano, vão ter notícias importantes aí de estrutura, acho que o Brasil tá já tem uma compreensão muito boa, a gente tem tido muita conversa com ele, hoje a gente tem o privilégio, a gente conseguiu um contrato em conjunto com a Oracle, mas a gente hoje é a fábrica de Adada da Preve, então a gente tá desenvolvendo a fábrica, o funcionamento de uma maneira bem interessante, os nossos serviços são sempre atrelados a capacidade de computacional, então a gente chama que a gente tem um Nord Setup, que são esse Nord Setup, é um Nord H100, são 8 de Pogh100, e a gente entrega três equipes para desenvolver três projetos em paralelos, de clientes da data prévia, da data prévia não é o cliente final, ela fornece tecnologia para vários órgãos do governo, tem no âmbito federal que ainda dá prévia certo, no âmbito de estado alto em Asprote, então da data prévia é um player importante, a gente que é a fábrica de Adada da Preve hoje, é produzindo soluções, três em paralelo, quando a solução fica pronta, ela vai para uma fase de homologação e daí faz homologação, ela entra, com que a gente chama de Nord 1 Goin, e esse é aquela solução da episódio 1 ou 10 Nord 1 Goin para sobreviver, depende da quantidade de capacidade computacional que ela vai exige, então a gente tem tido o privilégio de produzir soluções críticas para missões críticas do governo federal para alguns órgãos, isso vai estar sendo anunciado nos próximos meses, a gente tem a principal delas em a introdução agora, ainda em março, já está em fase de homologação final, é uma internteste, internteste beta, e tal, depois ela começa a abrir para público, então tem a gente tem esse privilégio de estar, a gente hoje é uma pedra no sapado da turma, a gente está em prolata, está impressionando a hora que está acontecendo, isso é que é legal, tem que fazer, tem que ter que investir, tem que ir o governo estar, eu acho que a gente está evoluindo muito nesse que existe, eu acho que o Brasil vai conseguir dar os seus passos aí. E como que vocês estão fazendo, você mencionou que vocês têm alguns PhDs trabalhando na empresa, como é que está organizado esse time técnico atualmente, seja a galera mais, vamos dizer, engenheira, ou FDX, o trabalho hoje em dia, esse que você vai no cliente, tudo mais, ou seja a galera que usa o dev mesmo, mas a galera que está por trás da criação do treinamento, quando as pessoas têm para esse time? Olha, isso é esse time, hoje é composto por 42 pessoas, dessas 42 pessoas a gente tem hoje, 8 ou 9 na área de pesquisa, especificamente, é um time apartado, ele não está em contato com outro time, então quando tem uma, algum desafio, que ainda não tem uma tecnologia que a gente já tenha desenvolvido, isso vai pedir de pesquisa, pesquisa. De um que pesquisa tem duas atribuições. Resolver problemas que ainda não estão resolvendo. e aprimorar a qualidade dos nossos modelos fundacionais. Os nossos modelos lá tem de áudio, de linguagem, todos eles. Então, esse é o atribuição do time de pesquisa. E todos os outros os time de dinheiro devem, de hoje de prometer, a gente de criação, tudo isso, eles estão em contato com poucas pessoas que têm contato com o espelho. Então, hoje, tem ali um suma, são seis diretores hoje, que têm contato diretamente com o suficiente, que demandam todos esses projetos. Então, hoje, tem um diretor nosso que é responsável pela batalha de requisitos. Então, chega um briefing. Esse cara vai detalhar aquele briefing profundamente, vai fazer vários ilhos, com aquele cliente, vai entender que o briefing vai levantar todos os requisitos, o fluxo daquela aplicação final, o que aquela aplicação precisa resolver? E aí, ele começa a internalizar isso para os nossos outros diretores, que vão começar a trabalhar com o pessoal do desenvolvimento. E aí, o pessoal de pesquisa eventualmente vai, isso aqui, a gente não consegue solucionar, vai para o pessoal de pesquisa, aí, deslado dentro, tenta encontrar uma solução e devolve, pros devs, dessa maneira, aqui, dá para resolver. Tudo isso coordenado pelo nosso ITO, que é o Rodrigo Malossi. E vocês têm trabalhado com outras empresas do Brasil, trocado figurinhas, a gente conhece, tem amigos lá na Maritake AI, por exemplo, que a sociedade não é associada, mas enfim, veio para sair o Doney Camp, que podemos dizer assim, com o Rodrigo, o Hugo, o Ramon, a galera de lá. E outras empresas que estão tentando fazer uma coisa do zero no Brasil mesmo. Chega a ter esse contato ou não muito? Não muito. Com a Maritake, especificamente não, eu não conheço ninguém lá, acho que talvez o Leon e conheça, mas a gente sempre está em contato com algumas empresas brasileiras. Tem uma hora, com o Promo Antobonzo Eredo, WS também. A gente sempre encontra com algumas empresas, especificamente a Maritake não. Eu não sei por quê, talvez seja uma coincidência, eu não tenho contato com eles ainda, mas a gente está sempre em contato com várias empresas. Teve um evento agora em Brasília, promovido pelo MD, que é do CERP, para a gente apresentar empresas brasileiras para algumas empresas chinesas. Outro dia, a gente teve uma moça WS, que tinha um vários empresas brasileiras de AI, lá tem empresas brasileiras muito importantes aqui no Brasil, que estão desenvolvendo soluções bem bacanas, bem negais para vários setores da economia. Então a gente tem bastante contato, especificamente como a Maritake caiu, pessoalmente não tive contato com eles. E André, eu estava vendo aqui o site da Wide Lab, que tem uma Amazonia, e tal, você dá para testar o chat bot por lá, mas ele não deixa você usar API. Vocês ainda não têm, vocês têm planos de liberar API em breve? Então ele não é aberto, os nossos modelos todos são fechados. A versão que está online lá hoje é uma versão bem desatualizada. O nosso foco não é o público final usar o Amazonia para perguntas e respostas, mas se você se cadastrar, entrar em contato com a gente, aí sim, a gente libera uma API para testes, etc., já da versão mais moderna, da versão mais atual. Mas não é uma coisa assim aberta para o público, em momento em uma gente pensa, "Ah, vamos cobrar uma assinatura", não faz parte do nosso foco principal, é desenvolver soluções complexas para a missão crítica. E a gente pode ajudar o nosso cliente a provisionar desde a infraestrutura física, modelos e a aplicação final. E André, uma pergunta que eu sempre faço aqui para aprender com todo mundo que participa do podcast é, como é que você tem usado e há no seu dia a dia? Para o trabalho, para o parte pessoal, projetos, a Bicô, o deem, não sei, como é que tá para você? Bom, eu, a minha função é mais administrativa, como falei para vocês, desde a gente se não são um cara muito técnico, muito de partes de as operações e finanças. Então, aí, a cabaneira ajuda muito. E hoje é uma loucura. Até uma loucura você encontrar, a gente se quer usar mil ferramentas e acabar no. Então hoje eu tenho, obviamente, alguns ferramentas próprias aqui da empresa. A gente tem, por exemplo, o Amazon e a 360, que é um gestor de conhecimento da nossa empresa. Então, tudo que eu preciso consultar sobre nossa empresa, seja na área francesa de um iniciativa de contrato e jurídico, tudo, eu converse com ele. Então, eu tenho um pronto dele aqui, em um agente, eu posso ir nos mandar áudio, e eu vou falar, olha, eu preciso consultar as últimas cinco contratos sobre aquele tema. Ele traz, se o último contrato for um ECCS, tá bom. Agora, me faz um resumo para uma. Então, ele me ajuda. É uma loucura. Então, muito atrás do fechamento financeiro, lá que tá no sistema, dos últimos cinco meses do cliente e tal, o Fulano tá me cobrando uma coisa, que eu não paguei, pega os últimos pagamentos, então isso tudo economiza tempo. Então, quando eu re-me reúne com meu tinho aqui, com o financeiro, com o tabelidade, parte jurídica, e tudo, eu já tenho uma boa parte do trabalho, feita de forma muito rápida. Ficou uma gente pedia muito tempo para ir lá, consultar na base, buscar aquele contrato, não achei, será que tá onde, tá num drive hoje em dia, isso tudo é muito rápido, muito automático, muito fácil de fazer. Então, facilita muita vida, gera mais eficiência, né? Eu acho que tem uma coisa interessante. Se perguntou, isso vão fazer um comentário rápido, né? Tem uma história hoje, muita gente falar, "Ai, a não gera a roi, não gera retorno, retorno, retorno, investimento, né?" Essa é uma coisa que tá todo mundo falando, porque a gente vê a OpenA e queimar bilhões e bilhões de caixa, ao longo do ano, cara. Mas se a gente tá olhando para a roi, só em aumento de receita, eu não vou analisar a roi em eficiência e corte de custo. E eu não tô falando mandar um monte de gente embora, tá? Eficiência é mesmo. E aí, quando você transfere esse parceiro público, o quanto a gente não tem de coisas represadas, que geram custo muito trouxe o procedimento dos Estados do município do governo federal, que poderiam se agilizar das economizadas em heiro, e mais importante que isso, fazer com o dinheiro que precisa chegar na mundo, o cidadão que tá precisando, chega mais rápido. Muito bem, André, obrigado. Maravilha, gente. Eu que agradeço, papo, super legal. A gente poderia ficar aqui mais algumas horas maquendo esse papo. Ele é sempre super legal. É mais com gente que, como vocês, que entêm no assunto. Ah, sendo muito obrigado pelo seu tempo. Pra quem quiser continuar esse papo talvez com você, conhecer o março pro Wai-D-Labs, pra onde vai? Cara, só no e-mail também, André@wai-d-spont-com.br. É só me mandar e-mail. Eu estou sempre procurando aí a entender todo mundo que eu consigo. Perfeito. Obrigado mesmo, uma vez para bem, mas uma vez. E pra você que quer ver de perto, essas empresas permissivas do Valido Silício, tá acabando o tempo. Tá comendo as vagas, na verdade, pra você poder ir comigo com o fabricio, com o Paulo Silvera da Alura, com Marcelo Almeida da PM3, lá pro Valido Silício, de 31 de agosto, de 4 de setembro, na nossa missão. E a sobre o controle do Valido Silício com a StarC, onde a gente vai visitar um monte das empresas que a gente comenta aqui, todos os episódios, e no site, que tá aqui na descrição, você pode ver em uma viagem passada a StarC, como é que foi o esquema das empresas de visita, o calendário, o dia a dia, que é puxado, vai ser o dia inteiro visitando, com palestra, com. Olha, vai ser muito bacana. A gente quer ir com você. E pra da tempo de você ver toda a parte de passagem, de hotel, de visto, tá acabando o tempo, na verdade, estamos já, no meio de março, que é quase fim de março, que é quase agosto, né? Então passa aqui na descrição do episódio, pega o link pra você, conhecer mais sobre a missão, e a sobre o controle da emersão, aqui a sobre o controle do Valido Silício, e eu, e o fabricio, eu voltaremos nessa safera, com o nosso resumão das notícias do mundo da inteligência artificial, até lá. [Música] Este podcast foi produzido pela Alura, Mergulho em Tecnologia e Faculdade Fiab. Let's rock the future. Edição, redigiga Hz de podcasts. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A regulação da IA no Brasil busca equilibrar inovação e controle, evitando travar o desenvolvimento tecnológico.
  2. Soberania e independência tecnológica são cruciais, envolvendo controle de dados, modelos e infraestrutura física no território nacional.
  3. É necessário um ecossistema com três pilares
  4. Há um desafio educacional e de maturidade no debate, com muitos legisladores ainda aprendendo os conceitos básicos de IA durante o processo regulatório.
  5. Incentivos públicos e parcerias público-privadas são essenciais para acelerar a competitividade brasileira no cenário global de IA.

Summary:

A discussão centra-se no projeto de lei para o marco regulatório da IA no Brasil, destacando a necessidade de equilibrar a regulação para não impedir a inovação. Enfatiza-se a importância da soberania tecnológica, que envolve manter dados e processamento em território nacional, desenvolver modelos de linguagem treinados com dados brasileiros para evitar vieses estrangeiros e controlar a infraestrutura física, como data centers. O debate revelou que muitos parlamentares ainda estão assimilando conceitos básicos de IA, como a diferença entre modelos e aplicações.

Para construir essa soberania, propõe-se um ecossistema baseado em três pilares: aquisição de infraestrutura (como GPUs), desenvolvimento de modelos locais e incentivo a aplicações nacionais. Reconhece-se a dificuldade de competir globalmente, especialmente na atração e retenção de talentos, mas aponta-se iniciativas positivas, como parcerias com universidades e o crescimento de empresas brasileiras no setor. A colaboração entre governo e iniciativa privada é vista como fundamental para acelerar esse desenvolvimento e evitar que o Brasil perca a corrida tecnológica.

FAQs

É uma proposta legislativa que busca regular a inteligência artificial no Brasil, equilibrando a necessidade de proteger a sociedade com o incentivo ao desenvolvimento tecnológico, sem travar a inovação.

A soberania garante que o Brasil tenha controle sobre seus dados, modelos e infraestrutura de IA, evitando dependência externa e assegurando que soluções críticas funcionem independentemente de decisões de outros países.

São: 1) Infraestrutura física (data centers e hardware, como GPUs), 2) Modelos de IA treinados com dados nacionais e 3) Aplicações finais desenvolvidas por empresas brasileiras para atender demandas locais.

Os desafios incluem a dependência de hardware estrangeiro (como GPUs), a competição com big techs globais que têm vastos recursos, a burocracia governamental lenta e a retenção de talentos, que muitas vezes buscam oportunidades no exterior.

Através de políticas sérias e ágeis que unam iniciativa privada e pública, como acelerar programas existentes (ex: PEBIA), oferecer incentivos fiscais e apoiar empresas nacionais que já se destacam globalmente, além de engajar talentos das universidades em projetos relevantes.

O modelo de IA (como um LLM) é o 'motor' ou base tecnológica que processa dados, enquanto a aplicação é o produto final (como um chatbot) que utiliza esse modelo para oferecer funcionalidades específicas aos usuários.

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