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Síndrome Colestatica

15m 44s

Síndrome Colestatica

A transcrição aborda as principais causas e abordagens da síndrome colestática, dividindo-as em hepáticas, extra-hepáticas e inconclusivas. Inicia-se com a colelitíase, destacando os tipos de cálculos biliares (amarelo, preto e castanho) e sua relação com condições como cirrose. A maioria dos casos é assintomática, mas quando sintomática, manifesta-se como cólica biliar. O diagnóstico é feito por ultrassom abdominal, e o tratamento envolve colecistectomia eletiva para sintomáticos ou em casos de alto risco, como vesícula em porcelana ou cálculos grandes. Complicações como colecistite aguda e colangite requerem antibioticoterapia e drenagem, além de intervenção cirúrgica precoce. Entre as causas extra-hepáticas, destacam-se a coledocolitíase (cálculos no colédoco), tratada com CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) e colecistectomia, e tumores periampulares (como câncer de pâncreas ou de ampola de Vater), que apresentam icterícia progressiva e vesícula palpável, com tratamento cirúrgico complexo. No hilo hepático, tumores como o de Klatskin causam colestase com vesícula não dilatada, classificados pelo sistema de Bismuth. Já as causas hepáticas incluem doenças autoimunes, como colangite biliar primária (mais comum em mulheres, com anticorpo antimitocôndria) e colangite esclerosante primária (associada a colite ulcerativa), onde o ácido ursodesoxicólico é útil apenas na primeira, sendo o transplante hepático a opção para casos avançados. A discussão enfatiza a importância do diagnóstico por imagem e da abordagem individualizada conforme a etiologia.

Transcription

1918 Words, 10985 Characters

Portuguese
O visão rápida sobre cindrôme de escolha estéticas, na verdade a gente vai abordar as afeições que acometem a viabilhar, no geral não só cindrôme de escolha estéticas, e a ideologia principais e causadores de doenças da viabilhar, a gente tem as doenças calculosas de bilhar, as não-oplasias, não-oplasias mais, alguns doenças altimúnios da viabilhar. Em relação ao quando a gente está frente a uma colestagem, uma cindrôme colestática, a gente o primeiro exame a ser realizada é o tração abdominal, que ele localiza grossiramente aí para a gente a obstrução. Em relação aos cálculos bilhários só para a gente tem uma ideia rápida geral aqui, a gente tem três tipos, o cálculo amarelo, que é o mais comum que ele é formado pelo colesterol, o preto que é de bilhio-rubinato de cálcio, muito relacionado a imó, alisia cirrose e o castanho, o castanho ele é formado na viabilhar. E a gente vai falar que é o primeiro da colelitize. O que é a colelitize? É a colelitize, ele é cálculo na viabilhar, é que a maioria é assin tomático e quando você tem assin tom, é que é uma colica bilhárcom duração menos de 6 horas. O diagnóstico, a gente faz através do tração abdominal, é que você vai ver uma imagem hiperecóica e com sombra-cústica posterior. Se for um poli, você não tem sombra-cústica posterior. Então consegue fazer essa diferenciação. Como é que a gente trata paciente sintomático, se vai fazer uma coletectomia eletiva, agora assin tomático, você vai operar esse paciente e a pergusentar uma vesícula em porcelana, um cálculo maior do que 2,5 a 3,5 centímetros, em cá o cálculo grande, quando você tem cálculo, você vai fazer a coletectomia, e a associação com polipo, porque esses 3 eles apresentam risco de câncer, ou então quando o paciente está imolizando, você também vai fazer a coletectomia. Agora essa coletectomia, ela pode evoluir por uma coletectomia aguda, que é exatamente a de uma inflamação por uma obstrução duradora dessa vesícula e qual que é a clínica? Aquela dor que dura mais do que 6 horas, paciente vai apresentar o murfe positivo e ele não tem que ter ícia porque a obstrução está ali dentro da vesícula, está ali no duktocístico, então paciente não apresenta irei que ter irei, vai cursar também com o sintoma estes sistêmicos, é febre, leucositose, elevação de PCR, o diagnóstico que você faz através da imagem, então o tração pode te ajudar a tomografia, colângel, resonância e como é que é o tratamento? o tratamento vai entrar com o antibiótico, se está frente a uma infecção, normalmente faz um CF-TRAX-SONA com metronidazol, metronidazol está cubrindo a naerobia aí, e acolha esse tectomia lá para o escópica precoce, até 72 horas de evolução, e aí nos casos mais graves, pacientes não têm condição de operar, você pode fazer acolha esse estorestomia percutânea, para dar uma esfriada e para esse paciente melhor o quadro dele e para que posteriormente ele consiga ser levado para cirurgia de complicação, seria o empiema que é um conteúdo por o lento, a gangrenna com perforação e pode ser uma perforação livre ou uma fístula produa dêna e causar até aquela obstrução liubilhar que a gente já conversou também em um outro momento e acolha esse estítio em fazer uma tosa, mais comum nos homens diabéticos em que tem uma correlação aí com infecção por coestrídium, que é avaliado, que é visualizado ar no interior e na parede dessa visícula e agora vou falar da relação em síndrome oscolestáticas, propriamente ditos a gente vai dividir entre a hipática e estrepática e as inconclusivas começando lá das estréis e hipáticas, a gente tem a coleta e coletiza, o que é coleta e coletiza? é um cálculo dentro do coleto, esse cálculo, a maioria das vezes, ele é um cálculo secundário ou seja, ele é oirindo lá da visícula, então é aquele paciente que tinha uma coletiza e aí essa pedra sai da visícula e ela vai parar lá no colégado e ele acaba obstruindo esse colégado e qual que é o sintoma? o paciente vai apresentar uma equiterícia intermitente, uma equiterista flutuante, por que? esse cálculo vai conseguir se mexer ali, então vai se calcular se mexer e acaba saindo um pouquinho, drenando um pouquinho de conteúdo bilhá, e aí a visícula também não vai ser palpável o diagnóstico que você faz através do ultração e mais ali um diagnóstico mais inicial e aí você tem um joltos exame, mais específicos, como a colancho, arresonância, ultração endoscópico e a CPAR a CPAR é interessante, mas ela é invasiva, ela pode vir a causar pancreatite, está uma vez apesar da oceterapéutica também, além de diagnóstica e aí como que a gente está um vai pesquisar a coleta do coletiza? isso a gente também faz essa pesquisa no pré-operatório da qual ele tisa e sintomática bom, quando esse paciente apresenta uma probabilidade alta de coletiza ou seja, o tração em que você visualiza o cálculo quando você tem uma bilhibina maior do que 4, em um coleto do cul de latado ou quando você tem uma colanjite aguda que é febre mais equiterícia nesse estritical, você está indicado a fazer CPAR então você vai fazer CPAR e ela tanto diagnóstica quanto terapéutica então você tem uma probabilidade moderada, o paciente com mais de 55 anos um paciente só com a dilatação do coletado ou um paciente com a bioquim que é pática alterada e aí você vai fazer o que? eu vou fazer um refinamento então você vai fazer uma colanjou ressonância ou um tração endoscópico e aí se vira alterado, você confirmar a coleta do coletiza, você vai parte também para CPAR agora nenhum desses preditores é baixa a probabilidade e você não vai investigar então o tratamento como eu falei da coleta do coletiza a gente faz com CPAR e a fase de fim que terotomia ou dilatação daquela papila de vater lá com um balão e aí você realiza também a coletiza estectomia porque esse cálculo é oirimundo a da vesícula em mais 90% dos casos só que essa coleta do coletiza ela pode complicar e tornar se a colanjite aguda né? o que a colanjante aguda? é quando o paciente e aí ele apresenta a obstrução do coleto com mais a infecção e a gente tem as manifestações que a gente fala de não grave que é a trilha de charco paciente apresenta febre e que terícia e dura abdominal mas ele pode evoluir e ficar grave e aí ele apresenta a pentadir de reino que é a trilha de charco mais em cê falou patia então uma redução do sensório mais e potemção então trilha de charco febre e que terícia dura abdominal pentadir de reino você acrescenta que é a da dissensório e potemção o diagnóstico né? a gente faz aí através do tração colanjou ressonança cpr é e como é que trata? você vai tratar, vai fazer um antibiótico, um paciente que ele está infectado e vai dreinar, né? a dreinar a gente bilhar se ela for baixa você pode fazer por cpr s for alta dependendo pode realizar a dreinar a gente tão empática percutânea e agora a gente ainda de estrebático a gente pode ter os tumores periam pular tumor periam pular a gente tem de clínica né? uma colestase, uma visícula palpável em dolor qual são os tipos? não é o que pode ser desses tumores periam pular? pode ser de cabeça de pancreas pode ser tumor de dampola de vater, tumor dodenha, num colão de jocarcinoma. Então, o quadro clínico é uma equiterista colestática progressiva, mais uma visíquula de corvuz e etereê, que é uma visíquula palpável em dolor, e também o emagrecimento e o característico de câncer. O diagnóstico, a padrãoura e a tomografia, que você consegue visualizar bem, e normalmente esses tumores periam pulares, o tratamento curativo infelizmente é um tratamento raro, mas normalmente que é feito a cirurgia de wipo, que é uma dua dentro, pancreatec e tomia. E aí, quando a gente fala, mais do câncer de cabeça de pancreas, o tabajismo é o principal fator de risco ambiental, você pode fazer a dosa agenda do seado 19, 9 para acompanhamento, pode ser ursco. E quando a gente fala do câncer dampola de vater, o que a gente consegue ver é um alívio da equiterência mais amelena e sporádicamente, porque esse câncer dampola de vater, volta e meio ele acaba fazendo mais necroses e sporádicos. E ele necrosa e a insangra, e aí ele acaba saindo da limpa da sim daquele tumor onde leva o sangramento, a limpa que teria que ter isso aí o paciente apresenta amelena. Agora ainda falando das causas estrepáticas de colestase, a gente tem a síndrome de mirise, e de imagem. Esse cálculo impactado ali no duquito cisco, que está levando a essa colestite, ele acaba causando um efeito de massa sobre o duquito hepático comum e compreme esse duquito hepático comum. Então, ela é uma colestite com colestase. É tratamento da colestiteectomia, agora falando das causas interpretáticas de colestase, a gente tem basicamente duje, que é o tumor de clátis, que é um tumor peri e lá do ilo ali, para criar do ilo hepático perdão, em que o paciente apresenta uma equiterência progressiva e emagrecimento. Essa é a clínica. E o tração, a gente vai ver uma vesícula múcia, porque o problema está ali ainda antes no hepático, não é depois do coleto, por exemplo, então a vesícula não sofre a alteração, e o que você vai ver é uma dilatação da via bilhár entre a hipática. A gente confirma com colando de resonância ou mesmo tomografia. E aí, a gente tem a classificação de bismute, em que o tipo 1 é quando esse tumor, ele acomete só o hepático comum. O tipo 2 é quando ele pega a junção dos hepáticos, então pega a junção do hepático direito com hepáticos esquerdo, ele vai subindo, então ele vai subindo. O 3A é quando ele pega o hepático direito, o 3B é quando ele pega o hepático esquerdo, e o 4 é quando ele pega os 2 hepáticos, o hepático direito, o hepático esquerdo, o tratamento é cirusco, mas acaba que é um tratamento raro. E uma outra causa é entrepático, é o cisto, o cisto bilhár, paciente apresenta o matriere de equiterícia, dor e uma massa palpável. O tratamento depende do tipo do cisto. Agora as causas que a gente fala que são causas inconclusivas, a gente pensa na verdade nas causas alto e munhos. Aqui são elas. A colangitbiliar primária e a colangitbilar esclerosante primária. Colangitbilar primária, ela acomete os duquidos dos espaços portas, seja pequenos ramos, como mulheres, paciente apresenta a clínica de proirido, centelasma, além da colestásia, da síndrome clássica colestática, associado com rachimoto, associado com artrite, reumatoide, com jogren e de marcador da colangitbilar primária, a gente tem o antimitocôndia. Agora a falada da colangitbilar esclerosante primária, ela acomete grandes vasos, mas como nos homens, associado e arretocolite, o serativa e tem como marcador o peanca em relação ao tratamento. O transplante é o tratamento nos casos avançados, o tratamento curativo, mas a gente tem o ácido urso dezoxicólico, que ele meio que retar da evolução dessas doenças, na colangitbilar primária, ela é indicado porque mostrou benefício, mas na colangitbilar esclerosante ela não mostrou benefício, então acaba aqui só resta mesmo o transplante hepático. Então assim a gente acaba a rápida discussão sobre as colestases.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A colestase pode ser classificada em causas hepáticas, extra-hepáticas e inconclusivas, com foco nas doenças da vesícula biliar e vias biliares.
  2. A colelitíase (cálculos biliares) é comum e frequentemente assintomática; o tratamento cirúrgico (colecistectomia) é indicado em casos sintomáticos ou com risco de complicações como câncer.
  3. Complicações como colecistite aguda e colangite requerem diagnóstico por imagem e tratamento com antibióticos e drenagem, além de intervenção cirúrgica quando necessário.
  4. Tumores periampulares e do hilo hepático são causas importantes de colestase extra-hepática, com quadros clínicos como icterícia progressiva e emagrecimento, muitas vezes exigindo abordagem cirúrgica.
  5. Doenças autoimunes, como colangite biliar primária e colangite esclerosante primária, são causas hepáticas de colestase, tratadas com ácido ursodesoxicólico ou transplante hepático em estágios avançados.

Summary:

A transcrição aborda as principais causas e abordagens da síndrome colestática, dividindo-as em hepáticas, extra-hepáticas e inconclusivas. Inicia-se com a colelitíase, destacando os tipos de cálculos biliares (amarelo, preto e castanho) e sua relação com condições como cirrose. A maioria dos casos é assintomática, mas quando sintomática, manifesta-se como cólica biliar. O diagnóstico é feito por ultrassom abdominal, e o tratamento envolve colecistectomia eletiva para sintomáticos ou em casos de alto risco, como vesícula em porcelana ou cálculos grandes. Complicações como colecistite aguda e colangite requerem antibioticoterapia e drenagem, além de intervenção cirúrgica precoce.

Entre as causas extra-hepáticas, destacam-se a coledocolitíase (cálculos no colédoco), tratada com CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) e colecistectomia, e tumores periampulares (como câncer de pâncreas ou de ampola de Vater), que apresentam icterícia progressiva e vesícula palpável, com tratamento cirúrgico complexo. No hilo hepático, tumores como o de Klatskin causam colestase com vesícula não dilatada, classificados pelo sistema de Bismuth. Já as causas hepáticas incluem doenças autoimunes, como colangite biliar primária (mais comum em mulheres, com anticorpo antimitocôndria) e colangite esclerosante primária (associada a colite ulcerativa), onde o ácido ursodesoxicólico é útil apenas na primeira, sendo o transplante hepático a opção para casos avançados. A discussão enfatiza a importância do diagnóstico por imagem e da abordagem individualizada conforme a etiologia.

FAQs

Colelitíase é a presença de cálculos (pedras) na vesícula biliar. A maioria dos casos é assintomática, mas quando há sintomas, geralmente se manifesta como cólica biliar, uma dor que dura menos de 6 horas.

O diagnóstico é realizado principalmente por ultrassonografia abdominal, que mostra uma imagem hiperecóica com sombra acústica posterior. Se for um pólipo, não há essa sombra, permitindo a diferenciação.

A colecistectomia é indicada para pacientes sintomáticos, em casos de vesícula em porcelana, cálculos maiores que 2,5-3,5 cm, associação com pólipos (devido ao risco de câncer) ou quando o paciente está imunossuprimido.

Coledocolitíase é a presença de um cálculo no colédoco, geralmente secundário a cálculos da vesícula. O sintoma característico é icterícia intermitente ou flutuante, pois o cálculo pode se mover e permitir drenagem biliar variável.

Colangite aguda é a obstrução do colédoco associada a infecção, manifestando-se com febre, icterícia e dor abdominal (tríade de Charcot). O tratamento inclui antibioticoterapia e drenagem biliar, que pode ser feita por CPRE ou via percutânea.

As principais causas incluem cálculos biliares (colelitíase e coledocolitíase), tumores periampulares (como câncer de cabeça de pâncreas ou de ampola de Vater) e a síndrome de Mirizzi, onde um cálculo impactado comprime o ducto hepático comum.

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