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será que você tem energia de songamonga?

67m 41s

será que você tem energia de songamonga?

A palestrante aborda a tendência de muitas mulheres se encolherem e pedirem desculpas por ocupar espaço, mesmo quando há espaço disponível. Ela descreve uma cena em uma cafeteria onde uma mulher, sentada na menor mesa, pede desculpas por estar ali e, ao receber um café que deveria ser para viagem, decide tomá-lo em cinco minutos para não incomodar a atendente, sacrificando o prazer pela cafeína. A palestrante critica essa mentalidade de se organizar ao redor do mundo nos espaços que sobram e incentiva as mulheres a ocuparem seu espaço com confiança, como os homens fazem. Ela dá um exemplo pessoal na academia, onde continuou seu exercício e bateu em um homem que se colocou em seu espaço, em vez de se mover. A mensagem central é que as mulheres devem parar de se encolher e pedir desculpas por existir, e devem esperar que os outros se ajustem a elas, em vez de sempre se ajustarem aos outros. A palestrante também anuncia a pré-venda de seu livro, com dicas sobre o título e temas como excessos, vazio, descanso e corpo, e incentiva as ouvintes a comprarem na pré-venda para ganhar um brinde exclusivo. Ela enfatiza a importância de ocupar o próprio espaço e não ter medo de incomodar, pois isso é parte da vida.

Transcription

11870 Words, 64072 Characters

Portuguese
Oi, minha amiga, vou segurar a sua mão enquanto eu falo isso. Essa mensagem chegou até você, porque ela precisava chegar. É com muito amor que eu vou te falar essa mensagem, mas você precisa deixar de ser som da Munda. Você, ouve o que eu vou falar. O amor de Deus, você precisa começar a ocupar o seu tamanho. É urgente, não é opcional, mas se você está ouvindo isso, ou porque você clicou, porque você sabe que você precisava ouvir isso, ou porque alguém te mandou esse episódio, porque você está precisando ouvir isso. Então, minha diva, minha querida, minha filha, é hoje o dia que você decreta o fim da somga monga que abita em você. Recentemente eu estava num café e eu vi uma cena que me deu vontade de dar um grito que foi a seguinte. Com todo o respeito à diva que protagonizou essa cena, até porque se eu pudesse, eu não fiz nada na hora porque não era socialmente aceitável. Mas se eu pudesse, eu deixava meu café ali onde ele estava, sentava com ela naquela mesa de café e falava assim, "que que você está fazendo?" Presta atenção, se escuta, se ela fosse minha amiga, eu tivesse alguma proximidade com ela, eu faria isso. Mas eu não conheço aquela diva. Se você é essa diva, acho que não é, porque eu fiquei tentando curasar olhar com ela, pra. Pela meu rosto ela entendeu o que eu queria falar, mas ela não curasou olhar comigo, então acho que ela não é o vídeo do podcast. Mas o que aconteceu foi o seguinte. Eu estava na minha café teria favorita, e nessa minha café teria existem vários tipos de mesa. Existem mesas maiores, pra quatro pessoas, seis pessoas, existem mesas menores pra duas pessoas, e tem também umas banquetas, que é tipo assim uma mesa alta, que tem só uma banqueta na nada confortável, mas pra quem está de passagem ali, sabe, não é pra quem senta pra tomar um café. E aí, essa querida que estava inclusive com o Luke lindo, essa diva estava sentada nessa banqueta alta, desconfortável, e eu estava sentada numa mesa de quatro lugares. Não, porque eu sou fogada, mas porque não tinha ninguém além de nós duas no café. Eu tinha ela, e aí tinha um casal que estava na parte de dentro, que tipo assim, estava numa mesa, que nem estava perto da gente, então tinha bastante mesa livre assim. E aí nessa cafeteria que eu vou, você pede o café lá no caixa, né, na bancada, e eles levam o café até você. E aí, a atendente passou por ela pra trazer o café pra mim, meu café. Aí ela trouxe, meu café, e aí na hora que a atendente estava voltando, ela cruzou com essa diva, e aí essa diva chamou a atendente e falou uma coisa assim, "Desculpa, não sei que eu não sei que lá". Como se eu tava nas duas, eu sou foqueira, eu abri meus ouvidos, porque a atendente falou que a desculpa não ouvi porque ela tinha falado bem baixinho. E aí, o que a mulher falou foi o seguinte. Eu tô atrapalhando sentada aqui, porque se eu tiver atrapalhando, eu posso ficar de pé, ou então ir pra um outro lugar. Eu falei, eu não tô acreditando com meus ouvidos tão ouvindo. Eu já tava na menor mesa, na mesa mais desconfortável, não tinha mais ninguém ali. E é atendente, obviamente, uma fofa, eu falo mais dina, sem ter onde você quiser, tá ótima aí, beleza, perfeito. Essa querida ficou numa posição, e aí eu fiquei muito curiosa sobre ela, né? Eu falei assim, "que ela tá tendindo desculpa por ocupar o menor lugar dessa café teria vazia". Aí eu observei a pose dela, ela tava assim, com os hombros contraídos, com o olhar baixo, mexendo na mesa do lugar. E aí, a atendente trouxe o café dela. Na hora que a atendente trouxe o café dela, e eu vi que ela tava falando um negócio, sim, eu acho que ela era médica. Então ela tava falando "negoci, não, eu já vou tá aí, eu tô chegando no consultório já, já to a caminho, falou uma coisa assim". A atendente trouxe o café dela, que era um café gelado, num copo de vidro. E aí ela olhou pra atendente e falou "aí, era pra viagem". Aí, a atendente já ia tirando e falou "aia desculpa, ela falou "não não imagina, não querem incomodar, eu toma que o café em cinco minutos e já vou". Aí eu tô nisso, se tem certeza, eu posso colocar pra viagem ali. Aí ela "não não, não imagina, eu toma que nos preocupa não, se preocupa não". Tipo assim, desesperado pra atendente embora. O que eu presenciei nos próximos minutos foi essa mulher que provavelmente veja bem. Provavelmente ela calculou assim. Eu vou ter que trabalhar, isso era um sábado, tá? Sábado no primeiro horário, ali, da cafateria. Vou ter que trabalhar, depois daqui é um sábado. O que eu posso fazer pra deixar a minha vida mais agradável? Imagino que tenha passado pela cabeça dela. Tomar um café, um café gostoso, numa cafateria gostosa. Então, eu vou passar lá, vou pegar um café e no caminho, o que eu faria na minha cabeça, tá? No caminho, eu vou botar minhas músicas favoritas e vou tomando meu café deliciosamente no meu carro, a caminho do meu trabalho, pra fazer com que pelo menos esse sábado de trabalho seja um sábado gostoso. Certo? Aí ela chegou lá, fez toda aquela cena lá, do desculpa, ocupar esse menor espaço da cafateria, recebeu o café sem ser pra viagem e mudou os planos dela pra engolir um café em cinco minutos, um café gigante e gelado, provavelmente ficou com refluço gastrite, eu indigestou, porque aquele tamanho de café é um copão de café que ele servem. Em cinco minutos não dá, gente, não dá? Qualquer pessoa vai passar mal. Tirou o propósito do prazer do café, virou só pela cafeína, aquela precisa prova, porque quando você toma um café, você uniu útil agradável, ultra agradável, que é a cafeína, que é bom pra você se manter acordado, que não é fácil, sem dar duto, isso que eu nem sou mãe, eu nem imagino. E ainda você tem a coisa em agostosa de tomar um café, você sabe que sou obcecada nisso, etc, que é um gole de conforto, tá tirou toda essa parte do prazer, ficou só pela cafeína, ele tomou em cinco minutos, não incomodar a atendente, que veja bem, eu sei que é desagradável, sei rar um pedido e trocar, mas a atendente não tava fazendo desfeita, tipo assim, quando ela falou "eu vou trocar, ela tava numa boa, a cafeína teria tava vazia, tipo assim, tá de boa, sabe, tipo só botar em outro copo, ela não tá falando pra ela, cozinha, é um negócio com cinco estrelas Micheladinova, era só pegar o café e ter meu, e aí a minha vontade, a minha vontade naquele momento era levantar da minha cadeira, ele falou "acorda", a brincadeira chamar de faria isso, a minha vontade de verdade agora falou do sério, a minha vontade era pegar essa mulher pelo zon, chacoalhar ela e falar "me a filha, exorcisa essa energia de chonga, essa energia de eu vou ocupar o menor espaço do mundo, pra não incomodar, eu não quero mais, nem que é estadiva e nem que nenhuma mulher que esteja me escutando, exalando esse tipo de energia, não dá mais, se você ficar nessa vibe, muito "ah não, tudo bem, tá bom, tudo bem, desculpa no seu quê, deixa a vida me levar, eu já sei pra onde a vida vai te levar, e é isso que vamos discutir nesse episódio, nossa, tava conversando com uma amiga minha, outro dia disso, é muito claro quando uma mulher tem muita coisa pra ser, pra ocupar, pra expandir, e ela fica com medo de incomodar e se encolhe e fica exalando essa energia de não, não, não imagina, não, não, imagina quando você é querida, você só tem uma vida que você vai passar a vida inteira, deste tamanho enquanto você foi feita pra ser desse tamanho, tem esse espaço aqui pra você ocupar confortablemente, você vai se deixar desse tamanho aqui, pra não incomodar, você vai mudar seus planos, você vai engolir um café em cinco minutos, você vai pedir de culpa pra ocupar o menor espaço da cafeteria, por medo de incomodar, não tô achando uma boa ideia, tá bom, vitória, só pra sostar as vitórias aí, mas esse recado vale pra todo mundo, não só pra sivitória, deixa eu estar a falar um negócio antes, gente, pra gente comemorar a junta, e se eu contar que você que está ouvindo esse podcast neste momento, você vai poder comprar o meu livro, na semana que vem, eu vou chorar, gente é real, nosso momento chegou, dia 13, que é na quarta que vem, a gente ainda vai se falar antes disso, no na terça-feira, mas só pra vocês já notarem a inagenda, no Google Agenda, no seu planner, no seu degoi, se bota um despertador, que no dia 13 de maio começa a prevenha do meu livro, quem comprar na prevenha vai ganhar um brinde, depois eu vou falar direito disso, mas está chegando, gente faz dois anos e meio que eu estou nessa, mais de dois anos e meio agora, ele está vindo pro mundo, do jeito que eu nem me autorizei a sonhar, e eu mal posso esperar pra vocês leirem, então fiquem atentas, que na semana que vem eu volto com mais novidades, mais de a 13, quarta-feira que vem, vocês vão poder comprar no livro na prevenha, eu não revelei o nome ainda, e eu só vou revelar na quarta-feira que vem, então eu queria perguntar pra vocês, se vocês têm poupites, você que está escutando você tem algum pau-pete, de qual é o nome do livro, eu passo dar alguns spoilers, tá, só pra você que está ouvindo, primeiro spoiler, não tem a ver com gostosas também choram, primeiro a pista, mas o tema tem a ver com o que a gente fala aqui, mas o título não tem a ver, porque muita gente fala assim "ah vai ser gostosas também escrevem, vai ser gostosas também choram, gostosas também", não tem a ver, tá, ele é um pouco mais sério, mas tá escrito gostosa também choram na capa, que está escrito assim, "Lela vendeu", criadora do gostoso também choram, você não me engano, segundo a pista, o livro tem um título que é uma palavra, Então, agora vamos ver. uma palavra o título e aí ele tem um subtítulo explicativo. Terceira dica, vou pela primeira vez falar sobre o tema do livro por muito por alto, tá? O livro é sobre, vou falar alguns temas, tá? Mas quando vocês leerem tudo vai fazer sentido, é sobre excessos, vazio, descanço e corpo. Este é o tema geral do livro. E o nome, última dica, o nome é uma sensação. É uma palavra e é uma sensação. Se alguém acertar, a gente é tudo tão animada. Mas enfim, dentes seus melhores palpites e fiquem atentas também no meu Instagram que eu vou soltando mais espoirs e no dia 3 eu vou revelar aí. O nome, eu vou abrir a pré-venda e a gente vai todo mundo celebrar e chorar e não sei o quê. E aí, mais para frente eu conto mais. Mas só para vocês entenderem que vai ter essa pré-venda, aí como que vai acontecer? Se vão comprar, aí depois de um tempo vocês vão receber, eu não sei exatamente quanto tempo, mas é no máximo mês pelo que eu entendi. E aí vocês não ganhar com um brinde exclusivo que só que eu compro na pré-venda que vai receber inclusive para a gente o decidir esse brinde. Leu o filo lá no meu canal de transição do WhatsApp, pera um "tei" que tipo de brinde vocês iam gostar. E aí eu pedi para as pessoas deram like nas opções e é opção que ganhou mais like. É o brinde que a gente vai viabilizar. Sem mais spoilers, sem mais delongas, vamos voltar ao tema da episódio. Desculpa não, não vou pedir desculpa para falar do meu livro. Ah, olha a energia de som gamonga aí, querendo aparecer. Eu, hein. Enfim, gente, semana que vem, esteja pronta, está. Depois eu explico melhor, mas é muito importante que vocês comprem na pré-venda. Tá, depois eu explico melhor o porque, mas esteja preparada, as quarta-feira que vem. Terremos esse momento o seânico juntas aí do livro. Ah, e comenta aí, o que vocês querem que eu faça? Sei lá uma live, um encontro, um episódio dedicado, um episódio respondendo perguntas, enfim, tenho muitas ideias, mas também quero ouvir vocês que vocês têm, gente, meu cabelo está melíssimo, joven, meu cabelo. Olha, ele acordou assim, se acredita. Enfim, quem também tem vídeo está vendo quem não está, pode imaginar aí como está meu cabelo. Vamos lá, voltando ao tema, gente. Eu quero que você seja honesta comigo agora. E eu quero que você seja honesta comigo agora, porque se você não for honesta comigo, você não está sendo honesta com você. Porque eu, neste momento, sou uma voz da sua cabeça. Se você for desornésta com uma voz com cabeça, você está mentindo para si mesmo. E aí eu não tenho nem como te ajudar, nem você. Seja honesta. Quantas vezes você pediu desculpa? Você já pediu desculpa por ocupar o seu espaço. Eu acabei de pedir. R$2 segundos atrás, eu pedi desculpa por falar do meu próprio livro, no meu próprio podcast. Então, qual foi a última vez que você pediu desculpa por ocupar seu espaço? Qual quantas vezes você se encolheu para caber em um espaço? E às vezes você fez isso de se encolher antes mesmo de alguém incomodar, porque a gente é tão pressionada de todos lados para se encolher, que a gente internaliza uma voz através de várias coisas que a gente vai falar no episódio. Várias coisas fazem a gente internalizar uma voz na nossa cabeça, que não é nossa. Ela está na nossa cabeça, mas ela não é a gente. Que fala que você é ir no próprio, que você está ocupando espaço demais, que é melhor você falar mais baixo, que é melhor você se encolher, é melhor você falar menos, é melhor você querer menos, é melhor você ser menos, e aí você vai internalizando essa voz. E antes que alguém se encomode com você, você já se encole para não correr o risco de alguém vir a querer se encomodar com você. Qual foi a última vez que só conheceu? Comenta aqui embaixo. Comenta do Spotify aqui, porque que eu estou falando tanto para vocês comentarem? Porque eu quero que a gente tenha a clareza, quanto isso é comum. E eu estou falando como uma mulher branca, tá? Isso é ainda pior com mulheres racializadas, isso é ainda pior com mulheres de class sociais, diferentes da minha. E conforme você vai pôr um negócio, vai ficando mais grave, mas nesse episódio eu vou falar da minha experiência, que é a única que eu tenho como falar. Então por isso que eu também quero que vocês comentem para a gente ter diversas experiências, a gente ter visibilidade, porque às vezes a gente acha que é uma coisa muito individual que a gente está passando, mas a gente lê relatos, que parece que a pessoa está falando da sua própria vida. E aí você fala "ah eu acho que isso não é uma coisa minha", né? Isso é porque eu sou uma mulher. Ou isso é porque eu sou uma mulher, e aí coloca o próximo adjetivo, uma mulher negra, uma mulher indígena, enfim. E aí você vai completando aí com as suas experiências. E aí sobre isso que eu tenho para falar? Eu tenho uma pergunta. Você já viu um homem num transporte público? Você já viu o jeito de se você estiver no transporte público agora, convém que você tem muita gente que eu ver caminhos trabalho? Olha aí os homens, olha o jeito que eles sentam, em oposição ao jeito que as mulheres sentam. Com certeza você já deve ter reparado isso. Eles sentam. Não só ocupando o próprio espaço, como ocupando os dois espaços do lado, porque eles sentam como se, não sei o que que se passa na cabeça. Mas é como se o pinto deles fosse inflável e não deixar se é tipo assim, saber a cadeira abdutora, é como se eles fossem impossibilitados de fechar a perna. E eu sei que homem pode fechar a perna, que eu já convivei muito com homem, então eu sei que isso é fisicamente capaz. Isso é fisicamente possível. Então é uma escolha sentar daquele jeito. Isso da uma raiva, é uma raiva, porque ele está robando espaço de outras pessoas. Isso vai parar de acontecer. Eu não sei. Urminho, eu botava logo uma lei. Mas como eu não sou presidente do Brasil, a gente tem que considerar que isso vai seguir acontecendo. Você vai ser a só um gamaunga que vai se encolher do lado desse homem para ele poder esticar a perna. É claro que estamos falando em condições não violentes, não é? Tipo assim, se você estiver segura, você vai ficar assim encolhendo e sentar num quartinho do banco que sobrou para você. Pra esse homem poder esticar essa perna, o homem que você nem conhece, com esse negócio entre as pernas que não tem nada, é um pirunco clave, que não invisível. Eu não vou. Em vez da gente se encolher, e em vez da gente passar raiva, é inevitável passar raiva. Mas assim, vamos nos inspirar. Vamos pegar emprestar da audacia masculina de ocupar espaço. Vamos ocupar a gente o nosso próprio espaço. E vamos esperar as outras pessoas se incomodarem antes de se permitir expandir. Abre as pernas aí minha filha. Essas pernas metafóricas ocupa esse espaço. Deixe alguém vir pedir licença antes de se encolher. E aí eu estou falando isso, que é um discurso muito perigoso porque se você já for folgada, isso aqui é um prato cheio para validar sua folga. Mas eu considero que você, se você for folgada, sei se são da regras feminina. Porque a regras feminina que eu observo é se encolher não em como dá desculpa, "ah, desculpa, por centrar no menor lugar da cafeteria, o que?" Qual era alternativa? Ficar de pé? Enquanto 300 cadeiras vazias não sou ocupadas por ninguém, vou dar um exemplo. De como eu internalizei essa lição do "ocupo espaço", você também, e deixa outra pessoa assim como dar antes de fazer qualquer mudança. E aí se pensa se você quer fazer alguma mudança. E eu estava na academia recentemente fazendo uma elevação lateral, para quem não é letrado em musculação, para quem não é belingo em português e musculação, eleva a sua lateral e quando você pega dois vezes, é um exercício pro ombro que você faz e você abre os braços, um pantinho na diagonal assim, que é um exercício para folgada esteu ombro. E aí você ocupa o seu espaço do seu corpo de pé e mais, esse espaço periférico da onde o seu braço vai levantar, se é me aberto aí. Eu estava assim e a divinha que entierou minha paz nesse dia, um homem. É claro. Veio um querido porque eu estava na área de peso livre, e os homens acho que na área de peso livre da casa deles, e eu estou lá de visita e de forma transitória. E aí veio um homem do meu lado e se colocou para fazer um exercício numa área que ia conflitar com o meu braço, no exercício que eu estava fazendo. Era óbvio, era óbvio que eu ia bater nele. E eu estava no meio da contagem, um, dois, quando eu baixei o braço ele se instalou. Antes deu levantar o três. Qual é o movimento som gamonga que eu faria? Eu iria para a direita, ou me encolheria um pouco, ou pararia a minha sequência, para que ele pudesse se instalar, e eu me corrigisse, né, e fosse para um lugar onde eu não apalheria o exercício dele. Qual foi a minha, meu impulso? Ah é, Bicha, então eu vou continuar. Continuei minha sequência de elevação e dei com o peso no braço desse sujeito. Batico, o presa, a minha gente, se enxerga, não é que a academia estava lutada, a gente estava aqui nem sardinha, tinha espaço, porque ele queria sentar naquela cadeira, porque eu espelho a melhor ali, ele se vê. Mas eu já estava ali, antes dele fazendo o meu exercício, que eu estava entre uma, eu estava sem um, dois, aí ele pegou esse tempo que eu abaixei para assim que estava lá na minha frente, clássico de homem, com todo respeito aos homens, escutam inclusive, estamos ainda continuamos com menos de 6% da audiência masculina, mas esses menos de 6% se mostram cada vez mais dignos de estarem entre nós, pelos comentários eu vejo. Eu faço parte do 6% aí, bota um comentário que eu falo "ah tá bom, isso aqui pode ficar". Então, se são bem vindos aí. Aqui mais evita de fazer essas coisas pelo amor de Deus, que se for eu, você já vai tomar uma pesada no braço. Já vai tomar um soco junto com o altero no seu braço. Aí, eu fiquei olhando assim, "Ele é a desculpa", e ele se movimentou que é o correcto. Eu já estava no meu espaço, por favor, se retiro. Esse é um exemplo. Desculpa, fui tomada pela raiva de novo, de lembrar do que aconteceu. Então, em vez de eu você ficar com essa mentalidade, de se organizar ao redor do mundo nos espaços que sobram e pedir desculpa por ocupar esses espaços que sobraram, deixa o mundo se reorganizar em torno de você também, você também existe. Oi, você está aqui. Você existe. Você pode ocupar o seu espaço. Ninguém passa pela vida sem incomodar ninguém. Isso faz parte, as pessoas têm que lidar com as frustradorações. Você já se irritou com bilhão de pessoas que tomaram seu espaço, que te incomodaram. Então, porque é que você, o cristal, o cristalzinho, o lapidado, o alecrimidorado, não pode incomodar ninguém? Você precisa agradar todo mundo. Até esse homem que vem em cheio saco no meio da academia com 500 lugares livres. Até o homem transporte público que abre a perna em cima de você e te deixa ser em espaço. Tem que pensar também quem são essas pessoas que você está querendo agradar. Qual a procedência dessas pessoas que estão querendo agradar? Porque, ó, é. Enfim, e aí o que eu tenho para dizer é o seguinte? E disse, ela depois de 50 minutos pode ter sido. Você descobriu que você era mulher. De um jeito de outro, você descobriu que era mulher. Neste momento que você descobriu que era mulher, o mundo vai tentar te fazer sim colher. Existem pressões de todos os lados para fazer as mulheres sim colher. Isso existe. É multifatorial. É fisicamente, e aí eu não preciso nem dizer, né? Vem dendo a ideia de quanto mais magra você for, mais feliz você será. E assim a gente vai coletivamente desejando, ao meijando, gastando nosso dinheiro, nosso tempo, nossa energia, nossa cabeça, numa agra, as magras, magras, querendo ser pequena, querendo ser frágil, querendo ser osuda. E outro dia eu vi uma frase que eu quero fazer um episódio sobre isso, gente, sobre essa cultura da magraza, sobre os empique, sobre essas coisas que a gente está passando, que são muito complexas, são discussões, cabeludas. Eu quero fazer um episódio sobre isso. Eu estou só querendo ficar mais segura para falar sobre essa tema, porque são muitos pontos de vista. Eu sei que é um assunto muito inflamado, mas eu acho que a gente precisa conversar sobre isso, meio urgente, porque eu estou super preocupada, mas vou passar por cima, aqui nesse tema, com uma observação que eu vi outro dia que era. Quando você pensa aí na sua cabeça, qual que é animal? Uma imagem de uma imagina, sabe quando aparece imagem de animal resgatado? Resgate de cachorro, vamos pensar, que o cachorro está magro, dá para ver as oso da costela, dá para ver que cachorro está passando fome. Qual é a sensação que dá? É de dó, é de vontade de chorar, é de "Meu Deus como mundo é injusto que esse cachorro está desse jeito". É de alguém que precisa alimentar esse cachorro agora, ele está muito fraco, é de "Eu estou preocupada que esse cachorro vai morrer". A gente tem esse pensamento para qualquer animal, se for um macaco, se for um cavalo, se for uma vaca, se for qualquer animal, magro, o sudo, que dá para você ver o oso, você fica desesperada com dó desse animal. O único animal em que os ossos aparecerem, a fragilidade, a traente, é desejada, não é, só desejada, ela é perseguida a qualquer custo, são as mulheres. Então, essa é uma forma que o mundo faz a gente querer ser menor. Essa é uma forma que o mundo faz, a gente não quer ir ocupar o próprio espaço. Esse é um tópico que precisa ser desdobrado, mas eu queria chamar a atenção para ele. Muito por cima, eu sei que trouxe de forma muito superficial, mas é porque é um assunto que se eu começar a falar, deixa eu ficar cinco horas aqui, e eu tenho outras coisas para trazer ose. Então, físicamente, o mundo já vai te pressionar para ser menor do que você. Ah, isso é um péssito, tá? Sempre que a gente fala sobre isso, vem a alguém falar assim, "Ah, mas eu sou magra de na sensação, e tudo o que eu quero, tudo o que eu mais quero é engordar, e não sei o quê, eu entendo que isso é uma super questão, mas a gente está falando de uma cultura. E quando a gente fala de uma cultura, a gente precisa generalizar, porque quando a gente generaliza, a gente consegue encontrar o problema que está machucando muitas pessoas e fazer alguma coisa sobre eles, e declarei-se de se a gente vai entrar nesse movimento ou não. Eu queria deixar claro que eu também não estou recriminando quem usa esses remédios. Porque, enfim, estamos inseridos em um momento complexo, mas a gente precisa falar sobre isso. Mas não vou falar sobre isso, porque eu tenho outras coisas para falar. Vamos prosseguir, tá? Pelo bem do filho da meada. O mundo vai fazer você querer se encolher psicologicamente também. Na carreira, na sua vida, ele vende uma ideia. Geral, através de gerações, através da história, através dos anos e passando, através da sua família, da cultura, dos filmes das séries, do que é falado das palavras, usadas, da linguagem, ele vende uma ideia de que uma mulher que ocupa muito espaço metafórico, é ruim. É ruim que a mulher ocupa, e ela é uma pessoa ruim, é uma pessoa má. Então, a grande maioria das mulheres poderosas que a gente vê re-tratadas em filmes séries, etc. Elas estão as vilas, tipo a Miranda Prisley, do Diabesh, que é inclusive o filme, nem sei. Inclusive tem essa parte dois vindo. É vendido uma ideia de que você tem que escolher entre ser tudo que você pode ser e ser uma pessoa legal e ser uma pessoa bacana. Isso não é verdade. Isso não é verdade. Te libero dessa culpa, não é verdade. E aí falando em culpa, como que a gente engolhe, como que fazem a gente engolhe essa ideia de que ocupar muito espaço em qualquer lugar, na carreira, na vida, o protagonismo, o destaque, como que a gente engolha essa ideia de que isso é ser uma pessoa ruim. A gente engolha através de uma ferramenta muito eficaz, que é avergonha. Eu li um livro recentemente, que nem um livro que eu vou indicar, porque eu não achei ele tão bom. Tipo assim, eu li porque eu estava interessada no assunto mesmo, sentei a uma pesquisa no sobre o assunto, mas não achei ele tão legal, mas queria trazer alguns trechos dele, ele se chama fábrica da vergonha. E aí, eu soube titular a investigação sobre uma emoção que aprisiona as mulheres. Fui com muita expectativa no livro, tem insights bons, mas não é o que eu estava pensando que ele era, então nem vou indicar tanto, mas vou trazer alguns pontos importantes dele. Esse livro começa falando sobre a diferença entre a culpa, a vergonha e o pudor. E olha só como é interessante a gente ter clariza das palavras, porque a culpa, essa palavra é usada quando você fez algo e se se é indicupada por ter feito esse algo. A vergonha é quando você não só fez algo, como você internaliza isso, como se isso, definei se quem você é. Tem toda a verca aquele episódio que a gente fez do, e se descobri sem a pior coisa que você fez, né? É a vergonha do olhar do outro. Então assim, você tem vergonha do que o outro pensa e acha sobre você, porque você internalizou alguma inadecoação, alguma culpa, como se ela definei se quem você é. Então olha só como isso é uma coisa bem direcionada para as mulheres, porque a gente é vendida uma ideia de que a gente é inadecuada de todas as formas. Vou dar alguns exemplos bem cis, digamos assim, pensando em aspectos corporais que uma mulher cis passa, mas obviamente não querendo excluir as mulheres trans da discussão, inclusive, por favor, acrescentem seus pontos de vista nos comentários. Por exemplo, quando a gente demora para menstruar, a gente fica com vergonha de não ter ganhado corpo, entre aspas. Quando a gente menstrua, a gente fica com vergonha de termo menstruado, cria-se um tabu, aí fica aquela coisa de passar o absorvente com, como se fosse droga na escola e não pode falar, aí ninguém fala "estou menstruada", porque você fala "tô de xico, tô naqueles dias", aí todas as línguas têm esses codinomes do menstruar, e aí vocês condicam todas as suas forças, então assim, "tai errado não menstruar, tá errado menstruar". Aí, algumas outras coisas que me incomoda muito que é. Gravidês na adolescência, quando você ingravida, obviamente isso é esse nome de vergonha. Há janela que você tem entre gravidez na adolescência e gravidez geriátrica, alguém, alguma médica pode me falar aí com dados, quantos anos que você tem para ter uma gravidez, que na maninha da adolescente e nem geriátrica, pelo que eu entendi a partir dos 30 e tantos anos, já é gravidez geriátrica. As duas estão inapropriadas, como se fosse. E aí, tudo aí na adequada, você decide o ser mãe, "Ah, mas aí, aí, começa as 50 mil vergonhas que aí, tem babá, não tem babá". "Ah, vai amamentar, não vai amamentar". "Ah, é parte normal, é parte do seu quê?" Aí você decide "Não, você é mãe, ah, mas não vai ser mãe, igual a solão de culto, não é que é brato". Não vai ser mãe, porque Deus não quer que você. Você não tem capacidade de amar algo. Ou seja, não tem escolha certa. Estamos na adequada de todos os lados. a gente vai internalizando essa vergonha. E aí, entra o terceiro conceito que é o conceito do pudo. O pudo, ele vem como uma artifício da pessoa que sente o vergonha para que antecipa a vergonha e esconde as coisas para que a outra, porque assim que se a vergonha depende do olhar do outro, o pudo é como se fosse algo que tampe o que você tem vergonha para que o outro não possa ver, só que vejo outro nem viu, o outro nem te julgou ainda. E aí, se eu tô dizendo que nem essa moça do café que ela falou, "Ah, desculpa, desculpa, você quer que eu saia daqui e vai para tipo, fique de pé, sei lá, o que ela imaginou?" Ela nem sabia se ela estava incomodando, mas existe uma voz dentro dela que falou "Você tá ocupando muito espaço, mesmo que essa café teria esteja vazia e não tem ninguém, ninguém reclamou que você tá sentada, mas você tá ocupando muito espaço, melhor você se levantar daí, ver se você tá se tão precisando que você levanta daí." E aí, o pudor fez com que ela disse antes, entendeu? E aí, assim, você vai, e o pudor é onde a gente vai sim colhendo com a voz internalizada na nossa cabeça, antes da outra pessoa, antes dos outros, sim, incomodarem. E outra coisa, se o outro sim incomodar, e aí, tipo assim, qual é a grande parada? Desculpa, fiquei indignado que até batiu o meu anel, qual é a grande parada do outro vai se incomodar? E acabou o mundo? Mundo acabou. E é por isso que o lema da minha marca de roupas confortáveis para mulheres, inclusive a minha marca inteira tem a ver com esse episódio, não é um numeril, mas esse episódio tem muito a ver com que eu acredito, e isso se reflete na marca, que é ocupar o seu espaço, as roupas da minha marca não sabe, isso não é uma pública, estou só usando como exemplo. Não seria uma pública, a marca não me paga falar dela mesmo, porque eu sou a fundadora da marca, mas isso aqui não é para te convencer a compra não, estou fazendo um contexto. Eu crio as roupas de um jeito que ela se ajuste ao seu corpo, e o seu corpo não tem a impressão, e você não tem a impressão, de que ele precisa sim colher para a cabeça roupa, a equação é o contrário, a roupa precisa cabem você, então a gente faz modelagens que se ajustam ao seu corpo exclusivamente, a gente não lança peças que não se ajustem ao seu corpo minimamente, então sua barriga em show desenchou, você ganhou os quilos, perdeu os quilos, você almoçou nada deixa de te servir por flutuações do seu corpo, porque a ideia que eu acho que as roupas femininas deveriam seguir é que elas respeitem o corpo e não o contrário, da mesma forma que eu quero que "Respete as mulheres, respeito a Décu e que é isso?" Eu falei. Deixa o mundo se organizar o seu entorno também, deixa a roupa se reorganizar em torno do seu corpo também, em vez de querer caber na causa 34. Nossa, outro dia eu vi uma influenciadora que engravidou, lamentando que não está mais cabendo nos jeans 34. "Omia filha, tu tá gerando unha, ouço cartilagem. E a foda se é causa 34." Eu passava pelo amor de Deus, que prioridades são essas. E é por isso que o leima da marca voltando é uma mulher confortável em si é uma revolução. De início, esse leima é ser uma mulher confortável em seu corpo é uma revolução. Era originalmente como eu imaginava isso, Logan. Só que eu falei, não, se a frase não tá suficiente, uma mulher confortável em si é uma revolução. Seja viu, uma mulher andando, uma mulher que está confortável em si através das roupas, mas através também desse pensamento de eu estou ocupando meu espaço, estou ocupando meu tamanho. Eu me livrei, eu exorcizei a energia de sonha mongra, de chonga. Se já viu uma mulher andando assim, é ombro para trás, é peito para cima, é ombro relaxado, é bem, é esto aqui, eu estou aqui, confortável em mim. Isso é uma revolução. Você se permitiu ocupar o seu espaço, no seu corpo, na sua vida, nos lugares onde você está. O que é uma revolução para mim? É uma transgressção intencional que muda o jeito que as coisas se organizam. Uma transgressão é você ter uma regra e você transgrede ela. Qual é a regra? Se encolha, se adequ, você ir na decuada, se adequ, seja menor, seja menor. Essa é a regra. Vamos transgredir e falar "Não, eu vou ocupar o meu espaço". E o meu espaço é deste tamanho e aí você bota aí o tamanho de seu espaço. Isso é transgredir. E aí quando você vê uma mulher que transgrediu ocupando esse espaço, esses espaços, isso é uma revolução. Finalmente consegui explicar a profundidade o que é o lembra da minha marca de roupas. Uma mulher confortável em si é uma revolução. Gostaram? E aí eu coloquei assim, ler página 34. Vamos ver o que estáis se disse, não página 34 do livro da vergonha que eu citei. Ah, olha só. O corte extensorial entre em ação, porque nossa percepção é alterada. Por exemplo, podemos ter a impressão de que todo mundo está nos olhando. Quando ficamos com vergonha, nossa presença social diminui. Fala, a sensação de vergonha, a sensação de vergonha, que é a seona atividade no corte extensorial e motor, o que, por sua vez, provoca as reações comportamentais associadas a essa emoção. Ou seja, a vergonha que é essa ferramenta instrumental que faz com que a gente queira não incomodar, a gente se sinta inadequada, que a gente se encolha, ela vai atuar de um jeito que a gente internaliza e o nosso movimento, a nossa presença social diminui. Eu não quero que. Oh, eu não quero que a minha presença social diminuita doida. Eu não quero que a minha presença social diminua. Eu quero ocupar, eu quero entrar nos lugares. Eu quero estar ali. Eu quero a minha presença, não eu não quero que a minha presença social diminuida. Eu não vou fazer isso comigo. Eu sou fiel de mais amenta fazer isso comigo, eu já passei por poucas e boas. E eu sei que você também, às vezes, poucas e piores, eu quero que a minha presença seja reconhecida, considerada. Eu não quero minha presença social diminuída. Eu sou fiel demais a mim, eu vou fazer isso comigo, eu já passei por poucas e boas. E eu sei que você também, às vezes, poucas e piores do que as minhas, a gente não merece. Veja, a gente não merece o que que acontece? Você vai falando mais baixo. De repente você está evitando falar. De repente você está assim colhendo igual a Alice, do país antaravilhas, quando como um biscoito, passem menor, para passar na porta. Deixa eu te falar, essa porta aí, você passava de qualquer jeito. Não precisava ser diminuíno. Enfim, de tu isso, essa pressão, essa vergonha instrumental, essa energia de que somos inadecuadas e precisamos diminuir ela existe. Ela vai existir. Essa pressão para a gente reduzir o nosso tamanho, ela vai continuar existindo. De tu isso, eu estou me revoltando contra ela, sabendo que eu não tenho poder de mudar ela. Mas é importante que a gente tenha clareza de que ela existe. E aí, eu não tenho aqui, pás na 39. Vamos ver o que tem que eu falar na pás na 39. Quando nós distanciamos das lutas de nossas antecesoras, vemos o retorno dessas imposições e entendemos que elas estão a serviço de um propósito pernicioso, a sujeição das mulheres e seu desaparecimento da esfera pública. Eu vou repetir. Elas estão a servir de um propósito pernicioso. Eu não sei o que é pernicioso. Nós vamos descobrir agora que faz mal no sivo, o inoso. Olha só, aqui também eu aprendi novos vocabulas. Elas estão a servir de um propósito malefico. Vou trocar assim. "A sujeção das mulheres e seu desaparecimento da esfera pública." Quando você ouvi essa voz da sua cabeça, que é a som da mão na interna, falando para você se diminuir, saiba que ela está servindo a este propósito de sujeção e desaparecimento das mulheres da esfera pública. Queremos isso? Estamos de acordo e queremos continuar? Eu não. Isso existe. Essa energia não está só dentro da sua cabeça. Ela está em todos os lugares, esta peristão está em todos os lugares, inclusive na intenção a lei. A gente está falando assim às vezes a pessoa nem se incomoda, mas vai incomodar. Vivam falar disso? Já já. Mas é importante que a gente entenda que isso é coletivo. E aí sempre que a gente identifica, aqui não pode ter coisas coletivas que passamos enquanto mulheres. O que a gente fala? Precisamos identificar que isso é uma coisa coletiva. E quando a gente percebe que é algo que estamos passando juntas, a gente pode juntas fazer alguma coisa sobre isso, cada uma com o seu instrumento. Então a gente pode gravar, pode quebrar isso como que eu estou fazendo. Essas dívidas aqui fizeram esse livro, a fábrica da vergonha. Então escrever livro sobre isso, ocupar os espaços e se deixar serviço a ocupando esses espaços, transgredir e honrar esse espaço que você transgrediu. Aí fazendo as paradas, sabe? E aí quem sabe a gente vai construindo essa onda? Porque é uma coisa que afeta as outras e em efeito dominou. Isso é importante. Ah, e sabendo disso, sabendo que existe essa voz em mim. nessa pressão, externa, ony presente, para que você se encolha o que você vai fazer aí da sua casa. O que você vai fazer? E aí, eu queria enquanto eu estava pensando nesse episódio, eu lembrei de uma das últimas frases do livro "Ahora da Estrela", da Clarisse L'Espector. Eu não vou dar spoiler, isso não é spoiler, mas é só um trechinho que não vai nem revelar o que está acontecendo, mas se você não lhe lhe lhe lhe, está em um clássico da literatura, Clarisse L'Espector. E aí, a frase é "A seguinte, que é uma das únicas frases que eu tenho grifadas desse livro, porque eu tenho doido de grifar esse livro em específico, porque é uma edição tão linda da "Ahora da Estrela", mas é o seguinte, não fala assim. Agora entenda essa história. Ela é a iminência que há no sinus, que quase quase badá-lo, a grandeza de cada um. Gente, toda vez que lhe lhe treche, eu fico completamente arrepeado, de novo. Agora eu entendo essa história, ela é a iminência que há no sinus que quase quase badalo a grandeza de cada um, porque eu lembrei dessa trecho. Vamos pensar na gente como sinus que podem badalar e aí ela fala a grandeza de cada um, um sino parado por se só ele não faz nada. Dentro do badalo, né, quando você badalo o sino, ele reverbera ou nas onoras que fazem barulhos e esses barulhos significam coisas. Eu, pessoalmente, não quero passar a minha vida, sendo um sino que quase quase badala. Minha filha, eu quero badalar. Eu quero que você badale. Eu quero ver a sua grandeza reverberando através das onoras do seu círculo que badalo de novo, de novo, de novo, de novo. Você vai se apetinar e deixar de badalar por medo de incomodar doção e incomodar os outros. E aí eu acho tão linda que ela eu vou ler de novo, tá? Agora depois que eu falei, eu acho tão linda que ela acaba com. Agora eu entendo essa história, ela é a iminência que há no sinus que quase quase badalo. A grandeza de cada um, a grandeza de cada um, a sua grandeza. Você vai deixar aquela quase, quase seja grande por medo de incomodar. Páraba mim, você vai deixar. E aí é isso. A gente está falando de medo de incomodar, medo de incomodar e eu vou te falar um negócio. Você vai incomodar. Tem o que ele informar. Porque é uma mulher que ocupa o seu espaço incomoda. Porque tem gente que está se aproveitando do fato de que você não está ocupando seu espaço. E aí você vai tirar esse espaço da pessoa, que era seu, que a pessoa está usando e aí vai incomodar. Já tem isso em mente. E qual é a parada? I, I, a pessoa vai se incomodar. E aí? Porque você vai precisar nesse percurso curar esse seu desejo de agradar a qualquer custo. Porque primeiro, quem são essas pessoas? E segundo, esse é o preço que você vai agar para ter a permissão de banda lá, de ser tudo que você pode ser. Da sua grandeza. E se o preço de banda lá, da grandeza de cada um, o preço de ocupar o seu tamanho, expandir, e se desafiar para entender se eu ocupar meu tamanho até um dia eu vou, sabe? E aí, tem como se também crescer. E aí se eu também crescer, eu tenho que como ocupar de novo. E aí, se eu uma pergunta que vai ser reperguntada durante toda a sua vida, se você se permitir ocupar esse tamanho. Mas se o preço de fazer esse movimento de expansão é desagradar um povo aí, que povo é este. Tá barato demais esse preço, minha filha. E aí, para de se incomodar com o som da sua própria roda acelerando, entendeu? E a última coisa que eu tenho para falar sobre esse assunto antes que eu parecia que na minha casa, eu peço pra eu parar de gravar porque já deu uma hora aqui de gravação, é que você ocupando seu tamanho pode parecer um movimento muito individual. Se você não tá passando por cima de outras pessoas e roubando o espaço delas, você ocupando um tamanho pode gerar um efeito em cadeia para mulheres que você nem imagina, porque elas vem você se permitindo ocupar seu tamanho e falam, eu vou ocupar o meu também. Vou dar um exemplo, dora que me veio na cabeça, tá? O dia que estava no evento que era inclusive até um evento da minha própria marca e aí tinha uma amiga minha que estava falando que ela queria ter um projeto. Esse projeto, eu conheço outras pessoas que já tiveram um projeto semelhante assim e eu sei o quanto elas são felizes por ter um projeto semelhante. Eu não vou falar o que vai ficar muito claro quem era, tá? Mas ela queria ter um projeto e é um projeto grande, é um projeto que envolve uma outra empresa e é um projeto que ela é perfeita para esse projeto. Tipo assim, ela é uma pessoa que tem tudo a ver com esse projeto. E aí ela estava falando para mim "Ah, nossa, eu queria ter muito sonho de ter esse projeto, mas eu não sei como é que faz, não sei o que, eu acho que. Não é nem que ela falou, não sei como que faz, mas ela estava falando se eu queria muito ter esse projeto. Um dia eles vão vir falar comigo, essa empresa vai vir falar comigo para fazer esse projeto. Aí eu falei "Meia filha, um dia sem empresa vai falar com você para ter esse projeto que é o seu sonho, e você está sentado aqui na minha frente, esperando esse empresa te mandar um e-mail." Mande esse timeio, liga para este empresa, descubro contato de alguém aqui lá dentro, fale com outras pessoas que já fizeram esse projeto e pegue um contato, entenda como que aconteceu, vai atrás, e aí eu vi na rosto dela, aí quais são se juntando e falando assim. Nossa, eu nunca pensei nisso. E aí, o que aconteceu? Ela foi atrás, e hoje, hoje eu de que eu estou gravando, ela está lançando esse projeto, um ano depois, exatamente um ano atrás, a gente se vê se ela está lançando agora esse projeto, um ano depois. Olha a iminência do sino, "Bada Lando que ia ficar lá, por bada lá." Desespero, gente, eu vejo isso, tem vontade de chacoalhar o homem e falar "O quê? Vai bada lá, caralho!" Você me dá um desespero de ver mulheres gigantes e se apequemando, por sei lá que motivo, sabe? E aí, quando você empurrou, eu vou voltando para a linha de raciocínia. Isso vai gerando um movimento em cadeia à sua volta, porque as mulheres vão vendo você se autorizando e elas vão falando "Talvez eu também posso ter esse tamanho." E aí as mulheres ao redor delas vão falando "Nossa, olha o tamanho que ela está, talvez eu também posso ter esse tamanho." E aí a gente vai crescendo em cadeia, em paralela a gente tem que ficar falando disso para as pessoas terem clariza de que você está acontecendo. E também tomar outras atitudes que fogem do meu alcance. E aí, quando você vai empurrando o limite do seu tamanho, o que que vai acontecer? Você vai crescendo crescendo crescendo. Aí, o que vai acontecer? Para quem já era nascido nesse episódio, se você já era nascido, comenta aí, vai acontecer o efeito lá "Gosta Móleo" que é quando ela gosta "Cresta, ela quebra casca e ela fica frágil" e ela tem que se atualizar ali nesse tamanho, criar uma nova casca. E aí, nesse momento que você vai empurrando seus limites e crescendo para além do que você achou que sei, acrescer. Isso é uma coisa que eu tenho trabalhado muito em análise e eu quero reformular um pouco mais para criar um episódio sobre isso, que é você precisa atualizar a sua cabeça, sua cabecinha, para ocupar toda essa espacião, porque quando você está acostumada a viver restrita em um espacinho e aí, de repente, tem uma espação, se você vê meio desorientada e precisa de uma atualização na cabeça para conseguir ocupar esse espaço, com solidê, com segurança, com conforto, sobretudo e com autoridade, se autorizar ocupar esse espaço. Mas isso é para para outra episódio, se você tem muitas acessões de análise ainda para fazer esse episódio, nossa senhora, falei hoje em "nossa, esse foi o café com Deus, mas perda a besteiricórdio". E gente, só lembrando que muito do que a gente falou hoje, tem a ver com o livro e é só lembrando que semana que vem, sejam prontas, quero saber quem é intanciosa esse livro. Gente, não existe ninguém no mundo mais anciosa que eu. Eu mal posso esperar. E eu estou muito animada para você descobrir em o título, mas esquece de comentar aqui seu palpite. Vamos falar de roupas confortáveis para mulheres. Esse aqui é um novo mini quadro que vai rolar semanalmente antes do choro da semana, em que eu atualizo você sobre o que está rolando na minha marca. Você sabe, que eu tenho uma marca? A "Lelabrandão Co", www.elabrandão.co Pois bem, rola muita coisa legal por lá que vocês não ficam sabendo, por exemplo, amanhã, de a 6 de maio, tenho nosso lançamento anual de moletons da "Lelabrandão Co". Esse é o lançamento mais aguardado do ano por várias das nossas clientes. Amanhã, 11 horas eu vou estar ao vivo mostrando todos os detalhes das peças que a gente está a meses criando da nossa linha Cosy, que é a nossa linha de moletons, mas já vou dar uns spoilers agora. Você não achou que eu ia criar roupas de moletons que você só pode usar em casa, né, minha filha? Então teremos calças belíssimas com modelagens que você não acha em nenhum outro lugar. Ela é um de moletinho que a gente faz propositivamente um moleton sem a feu, tipo sem ser peludinho por dentro, para você não passar tanto calor aqui no Brasil, né. Inclusive, vai ter uma releitura da nossa queridíssima causa laço, quem conhece sabe. Uma curiosidade é que uma das calças, que é a causa Cosy, que já foi lançada no ano passado, agora a gente está trazendo de volta em novas cores. Eu criei inspirada em uma causa que eu vi aqui em Kardashian usando no Decadashans, que tem uma episódio que elas vão acampar num deserto, enfim. Tem várias modelas de casaco, tem um em particular que tá uma coisa. Imagina um moleton, oversized, bem gostoso assim com o capuz gigantesco, E aí ele é aquele esmoleteuons de díper, sabe que se é fechoso. e perna frente, só que ele tem no ajuste do capuz, sabe as cordinhas que você ajusta o capuz? A gente fez uma. não chega nem a ser uma corda, são umas fitas de moletão, que aí você dá um laço e fica um laço gigante, assim, na frente do moletão. Primeira imagina este casaco. Agora imagina este casaco com uma jaqueta por baixo, o capuz do moletão aparecendo e um laço gigante de moletão na frente. Fala sério? Enfim, temos shorts, camisetas e talvez a grande estrela da coleção, que é o nosso bestseller, que é o moletão de InBaby, um moletão que é assim, ele é famosíssimo, entra a nossa comunidade. Ele é com certeza a peça que mais vendeu nesse último ano, que é um moletão com uma modelagem muito gostosa e com uma gola estruturada, sim, sabe? Uma gola alta estruturada, mas dessa vez a gente vai trazer ele em cheirpa, que aquele etecido tipo cardnerinho, está muito lindo, gente. Então, lembrando, amanhã, quarta-feira, dia 6, vai ter live lá no nosso Instagram, que é @lelabrandão.co, às 11 da manhã, e ao meio-dia, a coleção cosita no ar. Nosso lançamento ano-alde moletão, Zen, e já aviso que quem tiver lá ao vivo, vai ter surpresa, tá? Eu não posso contar muitos detalhes, mas digamos que alguém vai sair muito feliz da live, tá? Então, já segue lá @lelabrandão.co, e a gente se encontra amanhã, para eu te contar tudo sobre essa coleção incrível, te mostrar também tudo. Te vejo lá, hein. Vamos para o choro da semana, o trecho da episódio onde eu conto alguma. Um beó, que aconteceu aqui na minha vida, só para a gente dar risada juntos. E o que aconteceu essa semana foi o seguinte, a louva, vocês estão na esputa, você participou desse choro da semana, você sabe muito bem que eu vou contar. E acontece, gente, para subir o episódio para vocês escutarem existe uma plataforma, né? E aí, o que a gente faz? Geralmente, a calu sobe o episódio nessa plataforma, e eu coloco os detalhes, que é tipo o título, a arte do episódio, a descrição, etc. Coloco o tempo, né? Tipo, programou ele para subir de terça-feira a 5 e 3 da manhã, e aí, tudo bem, tudo bom, beijos e tchau. Isso sempre aconteceu três anos, pode que este nunca deu errado. Vocês sabem, eu nunca falei, eu não sei quando não tenho episódio, né? Tipo, assim, eu estou de férias ou alguma coisa assim. E aí, eu e a Marça que trabalha comigo, a gente foi vendo que a calu não tinha subido a episódio segunda-feira ainda, geralmente ela sobe antes, né? E a gente achou estranho, caluta, tudo bem? Ah, não, tá, tô tentando aqui. Aí, a gente estranho. Aí, segunda tarde, ainda não tinha subido a episódio, a gente. Oai, quando a gente foi falar com a calu, a gente descobriu que a diva estava sozinho, passando por um veó, que era a gente tentava subir o episódio. O episódio era um que chamava. "E se a culpa for sua?" Esse era o nome da episódio. E a caluta tentava subir e não ia. Ele. ele passava por todo a etapa de carregamento, beleza? E aí, na hora, ele sumia da lista de episódios, não aparecia na lista de episódios. Então, a gente não se capia, se ia subir o não episódio. E aí, a calu ficou o dia inteiro coitada, tentando subir o episódio na plataforma. Eu fui descobrir isso uma cinco da tarde, porque a diva estava tentando me poupar do estresse. Mas aí, eu fui descobrir isso uma cinco da tarde, e aí ficou eu, a Marcia, a Nick, e a calu. As quatro cavaleiros do apocalipse desesperados, porque esse episódio não estava subindo na plataforma. São as meninas que trabalham comigo. A Nick ligou. para uma pessoa do Spotify. A noite. E ela no tinha. O nosso número, inclusive, se você tiver ouvindo agora muito, obrigado pelo suporte de o Spotify. Não vou falar o nome para não te expor. Mas a Nick ligou para a pessoa do Spotify, bom fim de que o nome dela é Angela. Aí ela, "Oi Angela, tudo bom?" E a Angela tem deva assim. "Oi?" Tipo, se em meio saber, quem era ligando a sete da noite. E eu, assim, no nosso grupo do WhatsApp. Gente, roda de oração pelo nosso pessoal de amanhã. A gente não está conseguindo subir. E aí, tentava, tentava. Aí eu cheguei em casa e fiquei. eu baixei o episódio, o meu. eu colo me mando pelo drive, eu baixei e fiquei tentando subir, tentando subir, tentando subir. Não subir. Acontece a mesma coisa feliz de gente. Feio a lo amor de Deus. E aí, é isso que é oito da noite. A gente descobre que era um problema global do Spotify. Não era só com a gente que estava acontecendo. Era algo global. E aí, eu comecei a ficar desesperado. Que eu falei assim, gente, mas aí, minhas divas vão ficar sem episódio amanhã. Que que eu vou fazer? Vão vir aqui na minha casa, me matar e a gente desesperada até que a Marça me tranquilizou e falou assim, fizemos aqui, pudemos. É um bug global. Não temos. porque eu já estava me sentindo super culpada de não subir o episódio. Não temos controle sobre isso. Vamos esperar, porque eu bugue a global. E com certeza, eles estão agilizando para. como não é só para a sua causa, deve estar um time gigante. Agilizando para que isso se arrume. Beleza. Aí, eu me tranquilizei e falei, bom, se vai ter episódio ou não amanhã, não saberemos. É isso que me vem na minha cabeça. Pulta merda. E se subir todos os episódios que a gente. porque eu. eu tentei uma cinco vezes. A caluta em torno. Mas quinze vezes. Eu falei, "E se subir quinze episódios amanhã?" O mesmo episódio. Aí eu falei, "Amiga, quantas vezes você tentou subir uma episódio?" Ela falou, "Puta, com vídeo uma cinco, sem vídeo uma cinco, eu tentei mais uma cinco." Aí eu falei, "Meu Deus, gente, e se o Spotify concertar e subir todos os episódios?" Aí a Calu falou, "Meu Deus, eu falei, qual o nome?" Porque aí, depois de um tempo, quando deu 10 de pouco, apareceu o episódio com o nome certo, que era. e se a culpa for sua. Aí, subiu esse episódio. A gente não sabia se era alguém do Spotify que tinha subido esse episódio, porque a gente mandou o arquivo para eles para estentar em subir para o ar. Aí eu falei, "Será que foram eles que subiram?" Aí eu falei, "Calu, com qual nome você subiu o episódio?" Aí ela falou, "Amiga, eu subi com." Primeiro era "E se a culpa for su. " Depois era culpa. Depois era culpa, "Ah, depois culpa, culpa." Depois culpa, culpa. E eu, do meu lado, estava subindo assim, teste. Teste, Lela. Teste, Lela. Gente. Aí eu falei, "Gente, tá resolvido. Subiu, um episódio subiu. Eu vou ficar aqui de olho para ver se vai subir todos." E aí, todo mundo descansou, todo mundo foi dormir. E eu fiquei aqui com um celular até as três da manhã. Porque foi subindo um por um. Gente, eu ri a tanta tete rei, gente. Eu vou mandar lá no grupo do WhatsApp. Se você não tá no grupo do WhatsApp, só clicar aqui no link da descrição. Ou procurar pro gostoso também chorar um ano WhatsApp. Mas eu ri, gente. Porque teve uma hora que eu abri, tava assim. Cupa. Cupa. Cupa, culpa, culpa. Cupa, queupa, teste. Tio, pra ti, eu falei, gente. Imagina as ouvintes, as minhas divas, a minha comunidade. Imagina você abrindo seu Spotify numa terça de manhã. E se deparando com isso. Se eu partir. Que vocês iam me internaces. Eu falei, "Gente, acho que ela não tá bem. Estou lá, tá sentindo muito culpada." Mas no fim, deu tudo certo. Eu conseguia pagar todos os episódios a tempo. E subiu só o episódio correto. E já está disponível se você não ouviu. Se chama "Isse a culpa for sua". E esse foi a chora da semana. Com participação especial de Calu. Gostaram? Vamos ser a obsessão atual. Gente, minha obsessão atual é muito particular. Mas eu não teria como não compartilhar. Porque eu mergulei um vorte que sou obsessivo. E aí hoje vocês vão entender exatamente como funciona a minha cabeça. Quando ela está no estado, o obsessivo. Que foi o seguinte. Eu fui impactada por um vídeo de um cara falando sobre a diferença das animações atuais. Pra as animações antigas, especificamente da Disney. E aí pra mostrar essa diferença, ele pegou um trecho do filme Bambi. E aí nesse trecho do filme Bambi, nada acontece. É tipo a chuva caindo o orvalho, o anoite acontecendo, os insetos passando. A natureza acontecendo, só que isso dura mais de um minuto assim. Se elas são dois minutos de filme que nada acontece. É só a chuva e coisas assim, e cores assim mais esmais cidas. Que é tipo assim, sem tanta saturação, uma calma, a triasonora calma. E, volta em contraponto com hoje, é um disco caralhamento mental de cores de coisas acontecendo, por conta desse negócio da economia da atenção. Eu achei esse trecho de Bambi. Então, lindo. E eu sabia que seria uma experiência traumática. Mas eu fui reacistir Bambi. Todas esses clássicos da Disney tem lá no Disney Plus. Gente que filme triste, mas é maravilhoso. A animação é maravilhosa. Me dá vontade de chorar só de lembrar. Os desenhos, o ritmo, da parada assim, sabe? E aí eu entrei numa obsessão de reacistir os clássicos da Disney. Vibando. Depois eu fui assistir os Aristogatas. Que lembra desse filme maravilhoso. Aí eu fui assistir, senti um da omatos. E aí eu fui assistir Ursinho Poo. Enfim, fica torna essa obsessão com os clássicos da Disney. Não estou falando de princesas, tipo, pequena sereia, velha fera. Estou falando dos clássicos que geralmente são em torno de animais, tipo assim, Dumbo, Bambi, Mogli, etc. Acabei no Ursinho Poo. E aí eu estava assistindo filme no Ursinho Poo. E eu fiquei tão perplexa. Por que eu percebi que eu nunca tinha assistido esse filme. Não tenho a lembrança de assistir esse filme. Mas eu sabia exatamente tudo, tipo assim, eu sabia do leitão, eu sabia do Tigrão, eu sabia da Corúgio, eu sabia como era do Cristo Ferroiro. "Door Sim-Pool", eu sabia a personalidade de cada um, eu sabia meio que a história de cada um. Enfim, eu fiquei estranhando muito, e eu fiquei assim, gente. Por que eu sei tanta coisa de "Door Sim-Pool"? Se eu nunca vi esse filme, eu não tenho lembrança de ver esse filme. Aí eu fui num amoso na casa dos meus pais e eu perguntei pra minha mãe assim, mãe. Eu gostava muito do filme "Door Sim-Pool", aí ela falou "Não, não me lembra de você ver, não, mas você era obcecada pelo "Door Sim-Pool". Aí eu falei "Mas como assim, se eu nunca vi o filme?" Aí ela falou "Lela, você tinha tudo do "Door Sim-Pool". As suas roupas se só queria roupa do "Door Sim-Pool". "Se tinha um livro interativo do "Door Sim-Pool". E aí, enquanto a minha mãe tava falando isso, chegou a minha prima. Na beia de beia, se tiver ouvindo. E falou assim, "Nossa, é verdade, Lé". Que ela não chama de "Lé". Eu associo muito "Door Sim-Pool", é você. Falei gente, olha isso. E aí, dito tudo isso. Eu comprei até aqui. Eu comprei a réplica do "Original door Sim-Pool", do livro "Original door Sim-Pool", com as ilustrações. Se acha que é. Olha só, gente. Se acha que a obsessão acabou por aí, peguei aqui um negócio que eu tenho. Porque no fim do ano reitrasado, eu fui para Los Angeles, convíter e a gente foi lá na Disney de Los Angeles. Eu queria comprar uma orelinha e eu comprei essa door Sim-Pool. Sem saber nada disso, que eu era obcecada pelo Orsim-Pool nem nada. Tá, aí comprei esse livro, parte da minha obsessão atual, beleza. Só que eu não parei por aí. Eu comecei a pesquisar. Porque assim, quando você assiste os desenhos antigos da Disney, é impossível não pensar-se para si indígenas, pessoas desenharam isso para a mão. Como é que. Porque eu não tinha intero de renda artificial, não tinha esses programas de animação. Essa animação é dos anos 60, como assim? E aí eu entrei nesse vortex. Comecei a procurar documentários de animação. Como que eram feitas, é uma coisa inacreditável. Por isso que demorava anos para um filme ficar pronto. Porque é um trabalho, trabalho que aí nunca seria capaz. E aí eu comecei a procurar esses documentários, assisti alguns documentários, caí de volta em uma das minhas séries favoritas que se chama "Por dentro da Pixar", ela é mais atual do que os desenhos da Disney clássicos. Mas enfim, já estava obcecada, já peguei o imbalo. Se você nunca vê essa série, é muito legal se ter interesse. É um documentário com as pessoas que trabalham dentro da Disney Pixar. E aí tem várias áreas assim, desde. Deixa eu dar um exemplo. Não sei se eu já falei disso aqui, não pode quebrar, porque essa é uma obsessão antiga e agora eu retomei. Então por exemplo, eu descobri nesse documentário que tem uma pessoa dentro do projeto de filme, que ela é responsável por fazer com que o roteiro fique fiel do começo ao fim. Porque assim, como você volta a ser lá, quando você vai dublar às vezes, você vê que uma palavra não ficou tão boa e essa é muda a palavra. E aí quando vai animar, tem que mudar no seu quê. E aí, pra que isso não desvirtui totalmente do roteiro que foi criado inicialmente, uma pessoa é contratada pra acompanhar o roteiro do começo ao fim e ser responsável por fazer com que tudo conversa com esse roteiro. Pachê isso fantástico. Mas enfim, tem cada episódio a sobre uma pessoa que trabalha lá, assim, e o cargo dela. E eu fiquei na época. Eu fiquei na época que eu vi pela primeira vez. Eu fiquei obcecada por um episódio que é uma mulher chamada Diana Maragliese. Ela é amente por trás de alguns personagens muito icônicos da Pixar. E aí eu fui seguir ela no Instagram, enfim, agora eu estou. E ela tem poxas maravilhosas que ela conta da jornada de criar esses personagens. Enfim, gente, essa é a minha obsessão. Já deu pra ver, né? Que eu tô aqui, a 20 minutos falando dessa obsessão. E aí fica aí esse caminho de várias dicas pra caso você queira se obcecada também que é. Assistir os filmos antigos à Disney e os clássicos são de uma beleza inacreditável, esses que têm bichinhos, então tem do ursinho pool, sem ter um d'almatas, a aristogata, a Releão, com a mais que tem. E aí, comenta aí. Da minha vagabundo. Ai, gente, bambi, tem um lindo ursinho pool que foi a minha obsessão mais forte. E esses documentários das animações, do pra trás das animações. Que é fantástico, assim, gente. Eu acho surreal, assim, esse trabalho. Enfim, essa é a minha obsessão, tu ouvo, tá? Dá pra ver, né? Pelo meu tom de voz. Ai, chegamos até o fim da episódio, gente. Eu tô até vermelha de tão empolgada com a sua obsessão que eu fiquei, de tão intensa que eu fui nesse episódio. Se não se terminando com orelhinhas de ursinho pool, pra quem não tá vendo o vídeo. E aí, isso. Semana que vem, temos o livro, fiquem atentas pra pré-venda. Porque você quiser ver os cortes desse episódio, eu tô testando outros formatos de conteúdo sobre o podcast lá no Instagram, que são lindíssimos, modesta parte. Me segue lá no @lala.brandão. Por favor, abre aí, se sou hora agora e vai lá me seguir. Porque eu tenho uma multidão aqui de inscrito no podcast. E eu sei que tem muita gente que não tá mais usando o Instagram de tanto que eu falei pra parar de social. Mas eu sei que tem muita gente que usa o Instagram, mesmo que de maneiras reduzidas. Então, eu ver lá me seguir, pô, caramba. Impressionada pra você. Vai lá me seguir @lala.brandão. Também pra ver a revelação do título do livro que vem na quarta que vem. E também pra ficar por dentro do link. Tá, mas eu vou mandar também no grupo do WhatsApp, vocês não precisam se preocupar. Segue a minha marca de roupas, cujo motivo dos logos vocês descobriram hoje, que é @lala.brandão.co ou www.lala.brandão.co, vocês tentam se ponto ponto ponto ponto, gostoso, chorona. E é isso, meu povo. Nos vemos na semana que vem, pode ser? Então tá bom. Então beijo e tchau. [música] Se você ficou até o final da episódio, e faz parte do seleito clúvida, mais mais, as maiorais, as icônicas, as perfeitas, as maravilhosas, as minhas divas que moram no coração. Primeiro eu queria agradecer vocês por uma coisa. Vocês lembram que um tempo atrás, eu vim aqui falar que a gente estava concorrendo a um prêmio do iBest, que é uma votação popular. Minhas amigas nós ganhamos. Ah, estou aqui em vídeo mostrando o nosso prêmio de volta popular do iBest. Recebemos, fomos glorificadas que esse prêmio, isso é graças a vocês. O nosso seleito clúvida, mais mais, então, sou eternamente grata. Eu até passei no meu Instagram, sou eu, vocês e esse microfaninho azul contra o mundo. Unidas para sempre, nosso contra o mundo. Então eu muito feliz que esse prêmio é um reconhecimento inacreditável. E quem diria que eu, aqui do meu quartinho, falando com vocês por uma hora e nem ter rupta, e vamos chegar a lugares assim. Então, tenho muito orgulho da nossa comunidade dos lugares que a gente está ocupando e que a gente siga ocupando nossa mãe, se é a primeira coisa. E a segunda coisa é, comente com um emoji de potinho de mel em homenagem orcinho pu. Se você ficou até o fim do episódio, pra gente se reconhecer e saber quem é que fica até o final do episódio, eu vei que você ficou até o final do episódio. Tá bom? Então, tá bom, minhas divas. Não esqueçam semana que vem para venda do livro. Quero muito que vocês compranha para venda para ganhar o mesmo que a gente está fazendo para vocês. E que vocês gostem, vocês leem, "Ai, meu Deus, tá muito perto, que nervoso!" Mas tá bom. Nos vemos na semana que vem, um beijo de tchau. Amo, amo, amo vocês. Ah, não queria desligar. Nossa ligação. Queria ficar aqui falando mais umas duas horas. Mas tá bom. Semana que vem, a gente fala. Tá bom? Beijo tchau, amo vocês.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A palestrante critica a tendência de muitas mulheres se encolherem e pedirem desculpas por ocupar espaço, mesmo em situações onde há espaço de sobra.
  2. Ela descreve uma cena em uma cafeteria onde uma mulher, sentada na menor mesa, pede desculpas por estar ali e muda seus planos para não incomodar a atendente.
  3. A mulher no café acaba tomando uma bebida grande em cinco minutos, sacrificando o prazer pela cafeína, por medo de causar transtorno.
  4. A palestrante incentiva as mulheres a ocuparem seu espaço com confiança, como os homens fazem, e a não se encolherem antes que alguém se incomode.
  5. Ela ilustra isso com um exemplo pessoal na academia, onde continuou seu exercício e bateu em um homem que se colocou em seu espaço, em vez de se mover.
  6. A palestrante também anuncia a pré-venda de seu livro, com dicas sobre o título (uma palavra que é uma sensação) e temas como excessos, vazio, descanso e corpo.

Summary:

A palestrante aborda a tendência de muitas mulheres se encolherem e pedirem desculpas por ocupar espaço, mesmo quando há espaço disponível. Ela descreve uma cena em uma cafeteria onde uma mulher, sentada na menor mesa, pede desculpas por estar ali e, ao receber um café que deveria ser para viagem, decide tomá-lo em cinco minutos para não incomodar a atendente, sacrificando o prazer pela cafeína. A palestrante critica essa mentalidade de se organizar ao redor do mundo nos espaços que sobram e incentiva as mulheres a ocuparem seu espaço com confiança, como os homens fazem.

Ela dá um exemplo pessoal na academia, onde continuou seu exercício e bateu em um homem que se colocou em seu espaço, em vez de se mover. A mensagem central é que as mulheres devem parar de se encolher e pedir desculpas por existir, e devem esperar que os outros se ajustem a elas, em vez de sempre se ajustarem aos outros. A palestrante também anuncia a pré-venda de seu livro, com dicas sobre o título e temas como excessos, vazio, descanso e corpo, e incentiva as ouvintes a comprarem na pré-venda para ganhar um brinde exclusivo.

Ela enfatiza a importância de ocupar o próprio espaço e não ter medo de incomodar, pois isso é parte da vida.

FAQs

É uma expressão usada para descrever uma postura de se encolher, pedir desculpa por ocupar espaço e evitar incomodar, mesmo quando se tem direito a ele.

A apresentadora viu uma mulher sentada no menor lugar da cafeteria, pedindo desculpa por estar ali, e depois mudando seus planos para não incomodar a atendente, mesmo com o café vazio.

Ela argumenta que isso reflete uma internalização de pressões sociais que fazem mulheres se encolherem antes mesmo de alguém se incomodar, limitando seu potencial e prazer.

Homens sentam-se com as pernas abertas, ocupando espaço extra, enquanto mulheres se encolhem para caber em espaços menores, mesmo quando isso não é necessário.

Ela sugere ocupar o próprio espaço e deixar que os outros se ajustem, em vez de se encolher automaticamente. No exemplo da academia, ela continuou seu exercício e acertou o homem que se aproximou.

O livro aborda excessos, vazio, descanso e corpo. O título é uma palavra que representa uma sensação, e será revelado em 13 de maio.

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