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Segue o Fio #3 - A treta do Discord

36m 46s

Segue o Fio #3 - A treta do Discord

Neste episódio do SEGFIL, os apresentadores Alexandre Orico e um colega abordam a "porradaria da semana": a suspensão das lives do Discord pela ANPD, após o suicídio de uma adolescente de 13 anos transmitido ao vivo. Eles explicam que a plataforma foi alertada por anos sobre falhas de segurança, citando um relatório técnico que evidencia a falta de moderação eficaz em português e a dependência de denúncias das próprias vítimas. Os hosts defendem a decisão como uma medida regulatória necessária, rejeitando críticas de interferência política ou censura, e comparam a situação a um recall de produto defeituoso, enfatizando que empresas bilionárias precisam cumprir a lei brasileira. No "Jogo Rápido", eles analisam a nova logo do Instagram, considerando-a confusa, com o designer Rodolfo destacando a homogeneização corporativa das marcas. Também comentam a autocrítica de Dario Amodei sobre a IA, vista como marketing para se diferenciar no mercado, já que as promessas de curar doenças ou acabar com guerras não foram cumpridas. Por fim, mencionam o Garimpo, que investiga a ascensão de narrativas alienígenas entre influenciadores, e a Petrecha, que celebra blogs pessoais como resistência às grandes plataformas, valorizando a autonomia e a expressão individual. O episódio termina com um convite para a audiência interagir e assinar o Núcleo.

Transcription

6059 Words, 33611 Characters

Portuguese
Este é o SEGFIL, o podcast de tecnologia do núcleo jornalismo com pouca firula e muita porradaria. Vamos nessa! Salve mostrado, atro bem, serve disponível aqui, diretor e estagiário do núcleo jornalismo. E aqui é Alexandre Orico, diretor editorial e cofundador do núcleo. O Orico? Não sei se você sabe, cara, a gente tem uma base, o núcleo tem uma base muito fiel de leitores ou vintes. A gente tem uma adiência que gosta muito da gente, uma adiência pequena, gosta muito da gente. E essa galera tem muitas opiniões sobre o podcast. Sim. A gente achou que a gente tinha a ideia do podcast sempre foi assim, vamos abrir o microfone e vamos ficar falando. Vamos trocar ideia, eu ou rico trocar ideia, só que o negócio é, a gente precisa fazer um negócio bem mais estruturado, bem mais bonitinho, mais profissional. Figuir certas padrões da indústria, porque esse negócio sobre o link e ficar trocar ideia, eu acho que não vai ser suficiente para nós alguiense. É, pessoal reclamo, né? Mas acho que dá para fazer as duas coisas, dá para a gente trocar ideia com o microfone aberto só. E também incorporar algumas sugestões aí que o pessoal está falando para a gente. Tem que calma com razão, inclusive, muitas vezes, né? Ou tem um camarada, meu cara, que eu gosto muito, Vinicius Malinozki, gaúxão aí da nata, mas está morando lá em Sato Katarina. Falou uma coisa muito importante para a gente. A gente tem que apresentar um pouquinho melhor o topo que a gente vai tratar, né? A porradaria da Sema, vamos chamar, vamos mudar aqui ao vivo aqui, ó. A porradaria da Sema, a gente tem que apresentar um pouquinho mais, porque tem gente que não está ligado. Eu acho que esse foi um feedback muito bom que a gente recebeu, ele mandou um ódio de cinco minutos tem várias coisas legais para a gente incorporar e pensar como melhorar. Mas eu acho que esse dia introduzi o tema é importante. Sim, pelo menos é um problema diferente do primeiro episódio, né? Falar do que a gente tava meio com o sono, meio com o Vinicius Malinozki. Agora, pelo menos, é sobre apresentar o assunto melhor. Eu acho que faz sentido mesmo, né? A gente está por dentro, a gente participa dessa cobertura semana toda, a gente fica trocando ideia de inteiro sobre. Então, a gente chega aqui para conversar, a gente já tem bagagens, já deu muitos de coisas sobre os assuntos, enfim. Mas acho que para quem tá escutando faz diferença mesmo, dá uma apresentadinha. Falar pelo menos o que é o assunto, né? Qualquer notícia principal, acho que faz diferença mesmo. Sim, obrigado a todo mundo que mandou mensagem, mandou áudio, mandou e meio, muitos feedbacks bons. A gente quer montar um podcast legal mesmo e o fato de eu ficar aqui conversando com o rico, não impede a gente de fazer um trabalho um pouco mais profissional. Proficional, né? Vamos falar assim. Eu não sei de tato, eu não lembro de ternos, não sei nem como tá saindo. Dossas opiniões, das suas dicas, a gente gosta muito de receber. A gente faz as piados aqui, mas a gente te gosta. Que quiser falar com a gente, participar de um podcast, sei lá, ter uma ideia de uma pauta que é falar aqui, pode mandar que a gente tá aceitando convidados também. Sim, em breve, em breve vão vir mais convidados, tem gente que eu já. Espendo que esse dá uma decolada para trazer mais gente, mas vai ficar legal. Vamos seguir em frente que a gente tem só uma hora. Eu queria só chamar as pessoas também antes de mais nada, para assinar o núcleo jornalismo. Custa 12 reais por mês, você paga o ano inteiro, 120 reais o ano inteiro, 12 reais por mês, com um desconto ainda, né? 2 meses de graça, basicamente, se você pagar o ano inteiro, isso ajuda muito a gente a manter as operações, apagar, o software direitão, o despódico este, manter o núcleo vivo, né? A gente tá crescendo o número de assinaturas, a gente precisa de você aqui. Nada mais costa isso, né? Tá muito barato. É, sabe? Eu estava cuntando o chop, eu fui fazer para tomar uns. Paguei 15 reais no chop, bé, 15 reais. Aqui é 12 reais. 12 reais tem desconto, tem um monte de coisa lá para você, tem conteúdo exclusivo, newsletter, tem várias coisas, a gente vai planejar mais coisa ainda. E tem um clube de desconto super legal também. Outra coisa que eu queria trazer é a oficina de zines para criar frutos humanos, de a 29 de agosto. Eu estarei lá, o workshop feito pela Lívia Guiar, pessoa fantástica, ela é ótima, ela vai ensinar as pessoas a fazer em zines, né? Os livrinhos de papel, uma técnica bem interessante, eu quero muito participar todo, para participar, já estamos vendendo coisa, aproveitem aí porque vai acabar logo. Aí, acho que vai ser massa, cara, porque tem tudo a ver com esse momento novo do núcleo, né? Que jornalismo para um futuro humano. Cara, é uma atividade longe das telas, né? As pessoas vão trocar a ideia ali no lugar físico, olhando para o outro, sem nenhuma interferência de tecnologia, né? De tela, de internet, nada, uma atividade, 100% offline que está cada vez mais raro hoje em dia, né? 100% offline, pra você aprender a fazer uma coisa com as suas mãos, se expressar artísticamente, enfim, acho que vai ser massa. Olá, eu sou a Lívia Guiar, sou comunicadora, artista gráfica e do oficina de zines há 10 anos. A convite do núcleo, no dia 29 de agosto, eu vou facilitar a oficina de zines para inventar futuros humanos em São Paulo. Nesse momento em que a gente está vivendo mais uma transição tecnológica, quais processos a gente quer acelerar e quais a gente quer viver cada segundo como se fosse o único. Na oficina de zines para inventar futuros humanos, a gente vai se encontrar, olho no olho, pele com pele, para refletir sobre os futuros que queremos habitar e criar publicações que comuniquem essas visões de futuro. A gente não precisa concordar sobre elas, cada pessoa vai criar a sua própria zine, e vai usar colagem, escrita, desenho, e o que mais a gente quiser e coberna uma folha de papel a 4. Vem com a gente, as inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Boa, agora, hoje, vamos para a porradaria da semana, fechou? Vou chamar a desfinir. Porradaria da semana, vai ser o nome agora. Bora, porradaria. Bem, vamos lá. A gente é nacional de proteção de dados, determinou a suspensão do serviço de transmissão ao vivo do Discord, após encontrar que ouve falhas nos mecanismos de segurança da plataforma, depois do suicídio de uma menina de 13 anos, do Matogrosso do Sul. Esse caso, cara, é uma doideira. Para quem não está acompanhando, essa menina, o primeiro nome dela, Olivia, cometeu o suicídio ao vivo numa transmissão do Discord. Ouve denúncias feitas a NPD, para quem não sabe a NPD, é a agência responsável pela aplicação e fiscalização das regras do ECA digital, que é a nova leislação para a proteção de crianças aprovada recentemente, como é só valer esse ano. E houve denúncias, a NPD foi fazer uma análise dos sistemas, ver como funcionaram os sistemas de segurança do Discord, encontrou um monte de erros, graças ali, que no sistema de segurança não estava funcionando, durante essa live. E o Discord, e o Rico pode falar um pouco, até melhor diz que ele ditou várias matérias a respeito disso, o Discord é uma plataforma que há anos, tem sido alertado por especialistas, como a plataforma pouco segura para adolescentes e até crianças que utilizam isso aí, para games, fazer lives, trocar ideias com os amiguinhos e amiguinhos, e o Discord, ele basicamente tem sido muito alertado por pesquisadores, jornalistas, como uma plataforma que não é segura para crianças e adolescentes. A gente fez um monte de matéria sobre isso, e a própria NPD fala que os mecanismos de defesa do Discord de proteção, a criança é adolescente do Discord, eles são bem falhos, não têm como monitorar a comunicação em tempo real, por exemplo. Por isso que a NPD pediu o bloqueio das lives e de vida chamada, e não é um problema de hoje, a gente fez muita coisa, tem inclusive um problema bem grave de violência contra animais também, né. Desenas de caso que acontecem todas as Nordes em um live, esses desafios, enfim. Então, é uma plataforma que sempre foi problemática nesse sentido. E para ser sincero que fazendo um disclaimer, o Discord é a plataforma que o núcleo utiliza para a própria comunicação interna, a gente é nosso colaborador, a gente conversa principalmente pelo Discord há muitos anos já, e também é a plataforma que a gente usa para falar com a nossa comunidade diretamente em interagie, a gente faz algumas lives lá e tal. Eu recomendo o quem quiser ir, agora não está rolando os recursos de lives, justificadamente, mas cara, eu li o documento da NPD, um relatório técnico da NPD sobre o Discord, desse caso específico da Lívia. E eu vou ler uma passagem aqui da análise que eu fiz, né, abre aspas. Segundo a NPD, há evidências robustas de que Discord fracasou e implementar medidas razoáveis para prevenir e mitigar ricos de acesso, exposição, com a emnação ou facilitação de contar. com conteúdos ou práticas que representem grave violações de direitos de crianças e adolescentes. Isso é uma paulada em cima do discord, porque essas plataformas ricas, bilionárias, valem bilhões de dólares, tem investidores, tem um monte de cliente, a questão dele sempre foi. Como é que a gente concilia a segurança com privacidade? Criança precisa, segurança precisa de privacidade. Todo mundo precisa, mas crianças especificamente são mais vulneráveis a isso. Como é que a gente concilia essas duas coisas? E essas plataformas simplesmente, às vezes, não querem investir o recurso necessário para fazer esse tipo de coisa. Sim, acho que principalmente quando é. quando o mercado não é de língua inglesa, que é uma outra coisa que a gente já fez várias vezes, que é o sistema de moderação dessas empresas, não só do discord, aí entra meta, TikTok, que entra em um monte de coisa. Os recursos já são limitados para a moderação de conteúdos, são falhos. E é especificamente quando você fala de mercado brasileiro, o mercado de língua que não tem a lingua inglesa como principal. O investimento é mais baixo ainda, tem menos gente, menos gente que fala o idioma do mercado, menos gente analisando em tempo real, os perigos e as ameaças que estão acontecendo por lá. Tem esse problema ainda, né, do idioma, bairro do idioma. É o próprio NPD, aqui eu vou citar o relatório do NPD, tá? Abre aspas. Esses mecanismos, segurança, precisam ser combinados, testados em língua portuguesa, e acompanhados por moderação humana, sem depender exclusivamente da denúncia da própria vítima ou de terceiros. É isso o sistema precisa funcionar. E agora eu pergunto para você o rico. Todos esses investimentos inteligentes artificial feitos por aí, será que não existe nenhuma forma de conciliar isso? Existe, mas custa caro, estes empresas não querem investir esse dinheiro nisso? Sim, é gostei que você perguntou, e já me perguntou para mim, já respondeu. O samarro pergunta retórica, pesquisa ir no dicionário, dá uma olhada aqui, que é. Mas eu concordo, recurso tem, né, essas empresas são bilionárias, a gente também faz matéria sempre sobre receita anual, enfim, tem dinheiro de sobra, né? É só, elas não querem colocar esse dinheiro no investimento de monitoramento, de moderação, enfim. Pois é, isso é muito doido, porque a moderação é parte do produto. Ninguém aceita um produto sem nenhuma moderação. É sério que os pais e as mães querem entrar nessas plataformas e ver que seus filhos estão tenham acesso a tipo de conteúdo violento, conteúdo criminoso, mas essas plataformas existem o discurso da liberdade de expressão, né? Mas o ponto de liberdade de expressão é o bom ponto, eu acho que o ponto tem que ser debatido. Até quando o governo precisa interferir na liberdade, que aquela empresa tem de fazer aquele produto ou na liberdade que as pessoas têm de usar aquele produto para se expressar. Eu acho que isso conflita muito as vezes com a questão de segurança das pessoas, com o qual que eu limite, não sei qual que eu sou opinião sobre isso, mas eu posso falar um pouco mais da mim, que eu até escrevi um artigo outro dia. É que isso aí foi um problema, né? Eu acho que tem duas coisas nisso que você está falando. Primeiro é a liberdade de expressão mesmo, que teve muita gente falando que era uma absurda para a edição do recosto de discord e tal. E tem uma outra coisa que se mistura também com esse assunto, mas acho que é um pouco diferente, que é a interferência da política, né, que é ter vigente comparando o Brasil com países autoritários, né, que essa decisão era muito extrema de bloquear uma função e tal. É que eu acho que são dois pontos validos também, né, e falar da decisão política, principalmente depois do que a Jeanja falou sobre discord, né, a decisão da NPD veio um dia depois da Aspa da Jeanja. E o café da manhã, um podcast café da manhã da Folha de Spotify, entrevistou na semana passada o diretor da NPD, para achar um episódio só sobre discord. E claro que ler falar isso, né, mas o diretor da NPD fala que não teve nada a ver com, não foi uma decisão política, não teve interferência política, que NPD está seguindo a lei para isso, que é o justamente o éca digital, né. Mas eu fiquei surpreso aí com a quantidade de pessoas que reclamou essa decisão da NPD, né, tanto pelo lado da liberdade de expressão, quanto pelo lado da, falando que isso era uma interferência política, como se a gente não tivesse desde lação específica para isso. Exato, a questão de segurança, inclusive, é, é muito futil, né, porque assim tem que conciliar com segurança, tem que conciliar com, com privacidade, com liberdade de expressão, tem uma série de consiliações, fixão ser feitos, porque é um negócio que é difícil, claro que é difícil, se você quer ganhar milhões, centenas de milhões, bilhões de dólares, vender produtos digitais, você precisa cumprir as determinações regulatórias, as organizações dos países, precisa ter, não tem como. Liberdade de pessoas de expressão, tão garantidas, você ninguém está sendo impedido se expressar, o que está acontecendo, a empresa está sendo impedida de apresentar um produto defeituoso, né, se, se tivesse um recall de um veículo que está pegando fogo ou espontaneamente, eu sei nem a falar que está regulando a liberdade de dividas pessoas, não é um produto defeituoso que você precisa fazer o recall, esse carro tem que ser arrumado ou trocado ou qualquer outra coisa, e você não está impedindo as pessoas de ir e vir, você está impedindo o veículo de causar danos a alguém, é basicamente isso que é o argumento. Sim, e não é a decisão que vai durar para sempre, né, é uma medida feita para obrigar a empresa a seguir a lei brasileira. Exatamente, então assim, eu não entendo qual que é o ponto de embate da liberdade de expressão que isso daí, não é o governo e na trás do direito de cidadão, não é um político perseguindo um adversário político, é basicamente um regulador fazendo seu trabalho para regular uma plataforma que há anos tinha apresentado, problemas de segurança, especialmente para a criança adolescente, e é uma área que quem cobre, que nem é, a gente cobre há muitos anos, já sabe o que esse problema existe há muito tempo, talvez como uma pessoa que chegou agora não entende o que eu discorde direito, não entende como é que funciona a segurança dentro dessas plataformas, posso pensar, nossa, o governo interferindo, mão do estado aí. O que não entende nem como funciona a lei, né, o éca digital, que é uma lei nova também, assim, assim, assim, assim, assim. Começou a valer aí em março desse ano, entendeu? Eu acho que ainda tem coisas que a gente pode fazer para esclarecer esses pontos e de segurança e tal, como jornalistas e pessoas da sociedade se viu também podem ajudar, mas eu não vejo tudo conflito assim, como muitas pessoas e jornalistas grandes de renome que eu respeito bastante, né, tiver um momento. - E a gente fez a nossa jornalista, né? - A gente fez a nossa jornalista, a gente já foi. Eu queria convidar a nossa audiência a comentar sobre isso lá no site e a gente tem a acessão que é o Papo aberto, dessa semana, sobre esse caso discorde, tem vários comentários lá, o pessoal já está exprimindo seus opiniões, a gente gostaria de saber, não quer dizer que a gente está certo, isso aqui é nosso ponto de vista, e eu acho que ele é bem válido, mas eu gostaria de ouvir o que vocês têm a dizer sobre isso também. Papo aberto é um, para que não sabem um post que fica no nosso site, com os comentários abertos, onde a gente troca uma ideia com a comunidade sobre um assunto específico, toda segunda-feira. Então vai lá, aparece lá, tô comenta no lá, o site também, parece lá assim, você quiser tocar uma ideia com a gente. Vale dizer que o discorde tem falado que vai colaborar com as autoridades, tem falado que a NPD fez uma descaracterização do que eles fazem de segurança, etc. Mas assim, o fato que a menina se matou numa live é conhecido, nem eles não negam, e por mais infeliz que eles também consideram que eles têm sido, eles precisam fazer algo. Se lembra quando uma lúcula na Nova Zelândia fez uma live matando a comunidade bom-sumana lá, o Facebook foi obrigado, não solar, como muitos outros lugares, a criar-se que temos melhor de segurança. Por que o discorde fala que é uma descaracterização? Claro que eles querem defender o dele, mas acho que nesse caso eles têm que baixar o rabinho um pouquinho e obedecer. - Justo, concone. - Bem, com isso a gente concluia que é a porradaria da semana, vamos para o jogo rápido, Rico. Sim, bora. O que tem aí? - Opinhão os menos fortes, rolando por lá. - Tá. Estamos de volta aqui, com o SEGFU, o podcast sobre tecnologia e porradaria do núcleo jornalismo, e a gente vai tratar agora de ter mais rápidos, mais leve que acontecer durante a semana na sessão o jogo rápido. O primeiro tema que eu queria falar com você, Rico, que movimentou muitas cabeças-pensantes, especialmente do design, é o núcleo do. Muitas opiniões, é o logo novo do Instagram, que agora não é mais Instagram, é o Instagram. É aquele R deles parece um Z. Eu achei que. Agora é o Instagram. É isso, eu partindo a gente não gostei. - Que recebeu o que você achou? - Cara, acho que é a única vez que eu vou ficar do lado de Big Tech, tá? Achei brantinho. Achei que as pessoas reclamam muito também. Tudo não pode mudar nada, mudam o botão de lugares, as pessoas querem tacar fogo na empresa. Eu achei de boa, eu achei horroroso. Não. Pra quem não sabe, o Instagram depois modou seu logo, depois de 10 anos o logo dele já tinha 10 anos, e a justificação que o Adam Oseri, o CEO do Instagram deu, foi que estava na hora. E eu acho, eu sou um favor de mudança de logo, eu acho legal, mas cara, eu achei confuso, eu acho que eles quiseram ser muito, eu não sou especialista em design, muito menos modernosos. Eu achei que eles quiseram ser muito modernosos, e aquele R parece um Zé, meu, Instagram. E assim, eu acho que mudar por mudar, é dureza, mas assim, vale dizer, o Instagram está passando por mudanças também, né, eles querem se posicionar muito mais como o TikTok, eles querem enfiar, inteligência, artificial e tudo, e eu acho que faz sentido eles mudarem de logo, eu não questiono a motivação deles de mudar agora, mas eu acho que podia ter sido um pouquinho melhor, né. Mas eu sei mais bonito, se acha, se acho que tá feio. É nem feio, cara, tá confuso, eu acho que a palavra é essa, tá confuso. E justo, tá cheio justo. É, aqui que eu rodou faixa, você perguntou pra eles, hein? Tem não, cara. O dofé nasceu designer, jornalista visual aqui, queria saber a opinião dele, vou pedir pra ele gravar um áudio aqui, pra gente falando desse daqui, eu vou colocar logo depois. Olá, eu vinte do Seig Filho, aqui é Rodolfo, eu sou o designer do núcleo, queria compartilhar um pouquinho mais impressões sobre a mudança de logo do Instagram, né. É, muita gente criticou bastante por conta da legibilidade, onde a gente acaba lendo Instagram, o R, de Instagram, tá um pouco parecido com um Z ali, porque é um R cursivo, meio cortado na metade. É, eu não acho que a mistura de uma letra cursiva com uma fonte sem serifa seja o problema, como muita gente contribuiu, isso poderia ser feito de maneira legível, sem problema. Mas, pra mim, o incomodo maior é mais, quando uma marca na qual a gente já não confia mais, e na qual ninguém tem qualquer motivo pra ter simpatia por ela, anunciam uma mudança de marca desse jeito, ela afeta, ela toca um pouco no sentimento que as pessoas têm em relação à marca, não é? Eu acho que ela um pouco revela o que as pessoas sentem em relação àquela marca, que as pessoas não gostam de mudança a gente já sabe, mas a mudança de Instagram é difícil gostar ou desgostar ou achar qualquer coisa, porque assim, como a mudança do logo de Facebook pra meta, é um estratégia corporativa que acaba direcionando a gente pra essa homogenização, tanto visual quanto do sentido que as marcas têm, então é difícil dizer qualquer coisa positiva negativa, o que eu posso dizer é que quem quiser, continuiu usando o Instagram. Outra coisa que eu queria falar aqui no jogo rápido, foi uma coisa interessante que aconteceu os 20 semanas, né? A gente sabe que os bilionários de Big Tech, oscios das empresas, os acionistas e tal, os gostam muito de falar sobre a inteligência artificial e exprimir suas visões sobre o futuro, né? A gente teve o Marcos do Kerberga aí falando escrevendo o artigo no nosso journal, e depois publicando o blog deles, o manifesto sobre o que ele pensa pra ir aí no futuro, etc. E aí o Dario amodei, que já escreveu seus próprios manifestos também, até maiores do que o Marcos do Kerberga, fez uma coisa muito rara na indústria de fim de semana, eu não tenho simpatia tanto por bilionários, eu posso até respeitar um ou outro que eu acho que são pessoas mais ponderadas, mas assim, e geral não tenho tanta simpatia, mas ele fez uma coisa interessante, ele fez uma auto crítica da inteligência artificial, de como as pessoas não gostam de atualmente, que as organizações e as empresas bilionárias, tal, não fizeram bom trabalho pra se justificar. Eu vou, foi só para aí dizer que eu tenho um outro bilionário razoado, eu acho que não quero. É, talvez, talvez, talvez. Meu nome é meia, lá pra cima pra cima. Segue o filme, arroba a núcleo e ponto de óbvio, pode chingar. O que o Dario amodei, olha o que ele escreveu, abre aspos. Eu concordo que o público tem uma visão negativa de A, e que isso é um grande problema, mas não há isso que seja algo causado principalmente por mim, ou por qualquer outro líder de A alertando sobre os riscos de A. Eu acho que é fundamentalmente uma crise de confiança. Acho que, de longe, a crítica mais precisa as empresas de A, incluindo o Antropic, é que nós ainda não comprimos nossas grandes promessas de beneficiar o mundo, isso é totalmente responsabilidade de nós. Como falei ali no J.R. no Sátiduno, que eu concordo, parcialmente, com o que ele falou. Eu acho que as empresas fizeram afirmações e promessas muito grãs, vamos curar o câncer, vamos solucionar a crescimento global, vamos acabar com guerra, e não entregar absolutamente nada disso, entregar no chatbot de A, que consegue criar um item na sua agenda diariamente legal. E que nem burros, né, né? E que é muito burro. Mas assim, agora o cara queria tirar o dele da reta, e falar que não é uma responsabilidade dele ou de outros litros de inteligência artificial, isso é sacanagem. Para quem não sabe, o Dario Amodei ou CEO do Antropic, do chatbot Clude, né? Aqui é um, inclusive, afirmamento de A que eu uso, mas eu acho que o cara forçou a barra e meu, você tem vários CEOs fazendo um monte de promessa falando que ia vai acabar com o mundo, vai curar câncer de tudo, e aí você espera que as pessoas observam esses comentários e não achem nada sobre isso, é sacanagem, né, cara? É, cara, isso está até de marketing dele, né? É o jeito que, pelo menos eu acho que é muito isso, né, que é como ele posiciona a empresa dele, e ele próprio dentro do mercado de A e como ele tenta se diferenciar. É, acho que é boa parte de marketing mesmo, acho que ele é meio. Marketing, mas está tentando tirar o dele da reta, eu vou fazer uma autocrítica aqui. O que eu acho que tem que ser feito mesmo, e é bom que alguém faça porque se depender do Microsoft Web, sou só arco-iris e gatinhos e chocolate, né? Agora, pelo menos alguém está reconhecendo que as pessoas não gostam de há e estão uma visão negativa sobre há. Está tirando emprego, está construindo data certa, que conforme o monte de energia é a troca de que custa caro também, empresas gastando futuras, como a gente falou no último episódio, né? Então, enfim. Bem, acho que agora dá a tipo de gente falar, rico, rapidamente, sobre o que rolou no garimpo e na pretrecha, nossas principais newsletters aí do lucro jornalismo, né? Queria que você falasse um pouquinho aí sobre alienígenas? É isso? Cara, sim. Não são alienígenas como raças específicas de alienígenas. Eu gostei muito de fazer essa edição aí, né? Porque a gente está mudando um pouco esse quema do garim, para fazer um negócio que é mais assim. Despecando um pouco também de onde vem e por que que certos memes estão aparecendo do que só uma pescaria de links, né? Como ele já foi muito no passado, enfim. Parqueologia digital, isso é arcoologia da internet. Exatamente. E a edição dessa, dessa semana que foi enviada do Mingo, é sobre alienígenas. E cara, eu sou meio fascinado por esse assunto, sim, faz muito tempo. Desde que eu tenho, quando era adolescente, criança adolescente, ganhou em um livro do meu pai, chamava com os pirações. E uma emmarrava nesse livro tinha um monte de tipos de alienígenas, diferentes e tal. E desde moleque eu fui pesquisando na internet sobre isso. Mas que nem eu falo na newslette, esse era um negócio que ficava meio confinado assim, afouram os armas, cantos muito específicos da internet, que era um negócio meio nixado mesmo. E agora você está vendo influenciadores, influenciadoras de bem-estar, de wellness, falando abertamente sobre alienígena. E da nome, da nome. Queremos nome. Eu especificamente falo de um trecho do de uma entrevista da Gabela Moraes com a Maya Massafera. Gabela Moraes é espogliese. Foda-se a vida, né? É isso, né? Que fala "foda-se a vida na época da pandemia" quando eu fiz uma festa. E eu achei muito curioso porque ela tá lá falando que ela é uma planejana, planejana, uma das raças alienígenas aí desse. Essa é narrativa de si consolidou, tem repetir anos, planejanos, arturianos. E ela fala abertamente que ela é uma planejana. E é incrível assim, porque é sem vergonha nenhuma, como se tivesse totalmente aceito mesmo. E aí na nius eu faço uma, que é na investigaçãozinha sobre como que aconteceu isso, né? Como que esse assunto sobre alienígenas e raças diferentes e tal saiu do conspiracionismo de Forum, e foi para o mainstream de Instagram, assim, para influenciadoras com milhões de seguidores. Onde é? Me brunhei entre isso aí, velho, eu vi que ela tava mencionada lá. É, cara. E as me brunelas foi uma das pessoas que eu acho que ajudou a trazer esse assunto para esse assunto de raças alienígenas para o mainstream, assim. Se você entra no X dela, eu acho incrível, cara, que ela usa o X como se, como a gente usava o X antigamente. Quando era Twitter ainda? Que é foto de comida, que é como que tá cansado, que é fazer essas pequenas reclamações do dia a dia. Só que entre esses tweets, tem um pouco. o seu outro sobre a menina, sobre a acelerador de partícula, sabe? E ela preocupada se vai entrar numa dimensão, se a gente vai mudar de dimensão ou não. A gente vai mudar de dimensão ou não? Ah, então não sei, ela tava falando que isso seria possível com o desligamento daquele acelerador de partícula, sabe? Cara, é uma doideira. E eu acho que ela ajudou, ela fala de outras raças, ela não é um aprendiana, pelo menos não sei, você assume como tal. Tem várias outras raças, né, que todas as coisas. Mas ela, ela fala muito no X dela, soube. E ela tem um discurso meio parecido com o bagabela morais, que é. Tem gente. Abrei a morais, fala que tem gente fantasiada, tem a texta fantasiados de gente, entre nós, e as membranhas, nada mais uma coisa. Vale dizer que uns anos atrás, né, até nas eleições de 2022, tinha esse negócio de que os play de anos ou outras raças alienígenas viam salvar o Brasil, especificamente o Brasil. Tem todo um universo, mas o cara vim salvar o Brasil, do alefandra de morais, e do Lula, etc, né? Principalmente a galera de direitos, tem uma direita que acredita mais isso aí. E, enfim, é só uma curiosidade, que também não é uma coisa retida no universo de influencers, de bem-staffes, meninos e tal, tem um, tem toda uma cultura. Tem. A direita inclusive abraçou muito conspiração, né? Sim. Não só sobre alienígenas, mas sobre um monte de outras coisas, né, eles fizeram, aí entra aí um saladão de tudo, terra plana, terra oca, terra investida, alienígenas, a loedimento. Sim, vou colocar, eu e vou ser na reta aqui, porque eu e o Ordico, a gente era vizinho, fomos vizinhos por um tempo, lá de 2019, 2020, e a gente ia mostrar num restaurante de terra planistas ali na Fragicotin, São Paulo, na Vino Madalena, que comida era boa lá, pior que a comida é boa, os terra planistas sabe fazer boas comidas, e era barato, relativamente barato, já não existe mais o restaurante afestou. Mas ela entende, né? É, a gente tinha as de terra planas espalhados, não é? É, não é que era o dono era terra planista, era um restaurante para o restaurante, sobre terra plana, que foi vendido o peffão ali, bife batata frita, por 30 reais, na Vino Madalena, se você é fantástico. Saudades. Isso não para fechar aqui, o podcast, né? A newsletter apetrística, o público recentemente, eu tô falando sobre como blog, é um ato de rebeldia aqui em 26, onde a gente tem as grandes plataformas digitais, que controlam a distribuição, a gente sempre vai fazer post, vai fazer coisa nessas redes sociais, mas tem muitas pessoas ainda que preferem ter seus sites pessoais, seus blogs pessoais, para escrever as coisas que eles acham abertamente, isso traz uma capacidade de expressão que eu acho melhor, que a gente não tem essa pressão quando a gente vai escrever no nosso blog pessoal, e o meu blog pessoal lá espanhou o ponto nisso, dá uma pesquisada sequisa, tá tudo aberto, né? Não tem like, eu não tenho nem audiência, a análise de audiência, a analítics habilitado no meu blog, eu não quero saber quando as pessoas estão enro, não tem like, eu simplesmente quero me expressar lá, sem a pressão dos algoritmos do platform social, ranking, etc. Então eu acho que é uma coisa legal, não sei se você tem blog, ou se você gosta de blog, eu já tive, ele já tive muito blog, muito blog mesmo, e você tá falando de pressão sobre a escrita, sobre o que você vai escrever, né? Mas eu acho que é isso. Preformar, tem uma questão performática de postar em redes social que tem que ir bem, que as pessoas têm que ver, que as pessoas têm que curtir, no blog não tem nada disso, seu remove essa camada, né? Sim, mas eu acho que tem uma outra camada, além disso, que é a própria construção do site, né? Porque hoje todo mundo que quer, eu tenho pensado muito sobre o substec, né? Que viram um meio que um padrão entre as pessoas que querem ainda escrever alguma coisa ou se expressar e tal, tem muita gente abrindo o substec. E o substec é legal, uma ferramenta legal e tal, mas ela deixa tudo igual. Quando você tem um blog pessoal, você escolhe onde ficam as coisas, né? O que vai estar no menu? Qual é a cor do seu site? Qual é a fonte? O que você vai colocar? Tem um aspecto de personalização ali, que também é uma camada de expressão, né? Mas por isso também é um ato de redoutir, eu acho também, porque tá tudo muito igual, né? As plataformas estão todas muito parecidas umas com as outras, umas copianas as outras. E aí tem até um meio que um monopólio mesmo do substec, né? Que é legal, é uma ferramenta para quem não consegue construir blog e tal. Mas cara, eu fico meio aguniado com tudo igual, é tudo meio, um botão igual, ou a imagem, o tamanho da imagem, de abre, dura, tudo igual, parece que eu tô no mesmo lugar, lendo ruim isso. E tem uma outra questão também e essa talvez seja mais importante, quando você tem um blog ou quando você tem um sistema que você controla, você dona daquela informação do seu texto tá lá. Quando você publica nas redes sociais, no link idinho, no Instagram, esse é o que você não é dono de nada daqui no mais, aquilo passa a ser de propriedade da plataforma. Você tá trabalhando de graça para essas plataformas, né? É triste, eu acho que tem uma, claro que tem uma recompensa por isso, né? Você pode ajudar a promover o seu pensamento, seu produto, etc., qualquer coisa que você quer fazer depende do que você usa, tem uma troca, mas assim, você não é a verdade que você não é dono daquele conteúdo mais, isso é aquele conteúdo da plataforma. O que eu publico no meu blog é meu, e eu posso exportar aqueles arquivos a hora que eu quiser para outro blog e bonita plataforma aquilo presenciar mim. Eu acho que no momento que a gente tá dando tudo de graça para essas plataformas, eu acho que tem um blog, é mesmo, um negócio de rebeldeia. Para a gente tá estourando nosso prazo aqui, o rico. Fiquei com o fome depois aí, é, tá na hora do almoço porque com fome, depois a gente falar do restaurante terra planista, vou ver se eu encontro, algum outro restaurante de play de anos aqui perto. Não, tá certo, tá na hora já, 37 minutos já estouramos de novo. É isso, beleza, valeu, galera, até a semana que ganho. E de novo, fague o [email protected] e fale conosco, e vamos lá, valeu. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast SEGFIL do Núcleo Jornalismo discute a decisão da ANPD de suspender as transmissões ao vivo do Discord após o suicídio de uma menina de 13 anos em uma live, citando falhas graves na segurança da plataforma.
  2. Os apresentadores defendem a medida regulatória, argumentando que o Discord falhou em proteger crianças e adolescentes, e rebatem críticas sobre liberdade de expressão, comparando a situação a um recall de produto defeituoso.
  3. No "Jogo Rápido", eles comentam a nova logo do Instagram, criticada por confusão visual (o "R" parece um "Z"), com opinião do designer Rodolfo sobre a homogeneização das marcas.
  4. O CEO da Anthropic, Dario Amodei, faz autocrítica sobre a IA, mas os hosts consideram isso marketing e apontam que as promessas exageradas das empresas não foram cumpridas.
  5. A newsletter "Garimpo" explora a popularização de narrativas sobre raças alienígenas (como pleiadianos) entre influenciadores de bem-estar, saindo de nichos conspiratórios para o mainstream.
  6. Na newsletter "Petrecha", discute-se como ter um blog pessoal é um ato de rebeldia contra plataformas que controlam distribuição e propriedade do conteúdo, defendendo a personalização e autonomia.

Summary:

Neste episódio do SEGFIL, os apresentadores Alexandre Orico e um colega abordam a "porradaria da semana": a suspensão das lives do Discord pela ANPD, após o suicídio de uma adolescente de 13 anos transmitido ao vivo. Eles explicam que a plataforma foi alertada por anos sobre falhas de segurança, citando um relatório técnico que evidencia a falta de moderação eficaz em português e a dependência de denúncias das próprias vítimas. Os hosts defendem a decisão como uma medida regulatória necessária, rejeitando críticas de interferência política ou censura, e comparam a situação a um recall de produto defeituoso, enfatizando que empresas bilionárias precisam cumprir a lei brasileira.

No "Jogo Rápido", eles analisam a nova logo do Instagram, considerando-a confusa, com o designer Rodolfo destacando a homogeneização corporativa das marcas. Também comentam a autocrítica de Dario Amodei sobre a IA, vista como marketing para se diferenciar no mercado, já que as promessas de curar doenças ou acabar com guerras não foram cumpridas. Por fim, mencionam o Garimpo, que investiga a ascensão de narrativas alienígenas entre influenciadores, e a Petrecha, que celebra blogs pessoais como resistência às grandes plataformas, valorizando a autonomia e a expressão individual.

O episódio termina com um convite para a audiência interagir e assinar o Núcleo.

FAQs

O SEGFIL é o podcast de tecnologia do Núcleo Jornalismo, com pouco formalismo e muita opinião sobre temas de tecnologia e cultura digital.

A ANPD determinou a suspensão do serviço de transmissão ao vivo do Discord após encontrar falhas nos mecanismos de segurança da plataforma, relacionadas ao caso do suicídio de uma menina de 13 anos durante uma live.

O Discord foi alertado por especialistas por não ter mecanismos eficazes de moderação em tempo real, especialmente em português, permitindo exposição a conteúdos violentos e criminosos.

O Discord afirmou que vai colaborar com as autoridades e que a ANPD fez uma descaracterização das suas medidas de segurança, mas reconhece que precisa agir.

O Papo Aberto é um post no site do Núcleo com comentários abertos, onde a comunidade discute um assunto específico toda segunda-feira.

Houve críticas pela legibilidade, pois o 'R' parece um 'Z', mas também houve quem achasse a mudança positiva, como parte da estratégia da plataforma.

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