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Se Deus é Bom, Por Quê? | Por Que Existe Tanto Mal no Mundo?

44m 44s

Se Deus é Bom, Por Quê? | Por Que Existe Tanto Mal no Mundo?

A série inicia enfrentando as profundas dúvidas humanas sobre o sofrimento e a existência do mal num mundo criado por um Deus bom. Parte do paradoxo de Epicuro, que questiona a onipotência e bondade divinas, para introduzir uma reflexão bíblica e teológica. Utilizando o argumento moral, sugere que nossa própria noção de injustiça e mal pressupõe um padrão moral absoluto, que é Deus. A Bíblia é apresentada como fundamento, explicando que Deus criou um mundo "muito bom" (Gênesis), mas o mal entrou através da desobediência humana (a queda), instigada por Satanás. O pecado é entendido como uma ruptura relacional, uma escolha de autonomia contra a dependência de Deus, que corrompeu a criação. Portanto, o mal é definido como uma privação ou corrupção do bem, não tendo existência própria. A conclusão é que o sofrimento não refuta a existência de Deus; pelo contrário, a indignação diante dele revela um anseio pelo padrão moral divino, e a realidade do mal aponta para a queda humana e para a necessidade de redenção em Deus.

Transcription

5876 Words, 32481 Characters

Portuguese
Todo mundo tem perguntas, algumas ficam guardadas em silêncio, outras já fizeram muita gente se afastar da fé. Se Deus é bom, porque existe tanto mal? Porque as crianças sofrem? Porque Ele parece em silêncio? Porque a igreja falha? Porque é só Jesus? E porque Deus coloca limites no prazer? Na nova série de mensagens do aponte, vamos enfrentar de frente as dúvidas mais profundas da mente e do coração humano. Sem respostas faças, sem fugir das tensões, com a Bíblia aberta, mente honesta e coração sem cita. Porque o Evangelho não tem medo de perguntas difíceis e na cruj de Cristo encontramos não apenas explicações, mas graças e esperança. Se você já questionou, já duvidou ou já pensou em desistir, essa série é pra você. Se Deus é bom, por quê? Porque perguntas difíceis sobre Deus? A partir de 1º de março não encontra aponte, a celebração da noite da PbPenha. Boa noite, pessoal! Graças a Deus por tudo aquilo que nós estamos ouvindo, oferecendo, cantando ao Senhor, nesta noite de adoração e de encontro com Ele. Estamos aqui iniciando uma nova série de mensagens e já pedimos pra que Deus tenha misericordos de nós, pra que Ele nos traga da sua presença, pra que Ele nos ajude em nossos corações com os nossos dilemas com a pergunta que atravessa milênios. Por quê? E a pergunta que queremos propor caminhos de respostas sem querermos ser simplistas, generalistas e trazermos respostas implórias, a questão estão complexas da história da humanidade, longe disso, de querer oferecer respostas fáceis, a questões tão complexas que nos envolvem, que nos cercam, que fazem em nosso coração sangrária, a nossa mente questionar, nós temos uma questão pra conversarmos nesta noite que é se Deus é bom, por que é tanto mal no mundo? Se Deus é bom, por que é um sofrimento? Por que existe ador? E o que nós buscaremos fazer nesta noite? Terremotos, fome, guerras, desigualdade, injustiça, lares marcados por violência, polarizações, deslizamentos de terra que engola em cidades inteiras, rios que transbordam, chuvas intensas, que transformam cidades em cenários de guerra, em cenários de causa e destruição total, infanticídio, abusos, feminicídio, violência, esses noticiários eles não estão distantes de nós, não são noticiários que falam de um outro mundo, mas são notícias que nos atravessam, que atravessam a nossa alma, que marcam os noticiários do dia a dia com cada vez mais episódios, tristes e lamentáveis, e que trazem a pergunta à tona, uma pergunta que é coa, que atravessa os séculos, de antidador, de antidos sofrimento, de antidaviolência, de a gente da indiferença, de a gente da maldade, se Deus é bom, por que tanta maldade? Se Deus é bom, por que tanto sofrimento? Se Deus é bom, por que tanta violência? Por que esses deslizamentos de terra, essas chuvas que transformam as cidades em grande caos, como nós estamos vendo no estado de Minas Gerais e vimos nessa última semana? E nós temos perguntas. E nós temos perguntas que precisam de respostas, ou que pensamos que precisam de respostas, clamores. E essas são perguntas que não são de ontem, não são da semana passada, não são do ano passado, são perguntas que têm atravessado milênios, e picoiro, um filósofo grego importante na história da filosofia clássica, lá no quarto século antes de Cristo. Epicurra ele vai informular o que ficou conhecido na filosofia, como o paradoxo do mal, o paradoxo dador e o paradoxo do sofrimento. E ele vai dizer o seguinte, pode colocar esse texto em na tela, por favor? Ou Deus quer abolir o mal e não pode, ou pode, mas não quer, ou não pode nem quer. Se quer, mas não pode, é importante. Se pode, mas não quer, é cruel. Mas se pode, quer, como explicar o mal no mundo? Ou repetir. Porque este paradoxo, ele tem sido reformulado por inúmeros filósofos ao longo dos tempos. Como, por exemplo, Walter, diante do terremoto de Lisboa, ou os filósofos contemporâneos de antes do local, diante de Auschwitz. E muito se valem deste e que ficou conhecido como paradoxo do mal, paradoxo do sofrimento, paradoxo dador, pra justamente questionar aquilo que Epicurra ele questionava por Epicurra, não se dizia a Teu. Ele não era o a Teu. Ele afirmava o seguinte, que se existe algum Deus, este Deus ou este Deus e são indiferentes à humanidade. Eles são indiferentes a dor. Eles são indiferentes ao sofrimento humana. E aquilo que ele defendia. E aquilo que outros filósofos historiadores i vão buscar defender a partir desse paradoxo. Ou Deus quer abolir o mal e não pode, ou pode mais não quer, ou pode, não quer, se quer, mas não pode. Ele é impotente. Ele não pode nada. Ele criou uma pedra mais pesada do que ele possa carregar. Se pode mais não quer, ele é cruel. Ou seja, ele nos deixa sofrer, ele nos deixa endores. Mas se pode e quer como explicar esse mal no mundo. E em muitos, buscaram. não traçar respostas a Epicurro, mas buscar a reflexão bíblico teológica, a respeito do mal, a respeito do problema do mal, a respeito do problema do sofrimento, e um desses. esses estilios. Um desses que buscou. traçar algum caminho, ele que era a Teu. a Teu convicto. E se converte a fé cristama das mentes mais brilhantes, não só do cristianismo, mas da literatura clássica, professor de Oxford. E ele vai se converter a fé cristã. Ele vai dizer que o sofrimento para ele era um grande problema, era uma grande pedra de tropeço no argumento contra a existência de Deus. Mas ele vai dizer o seguinte, "Meu argumento contra Deus era que o universo parecia tão cruel e injusto." Mas de onde eu tirava a minha ideia de justo e injusto? É interessante o que ele vai começar a formular, porque ele vai pensar a respeito das suas dúvidas. Ele vai duvidar as suas dúvidas. Ele vai criticar as suas dúvidas, que é um pressuposto da lógica filosófica. Você vai duvidar as suas dúvidas, você vai criticar as suas críticas, você vai questionar os seus questionamentos, e aquele vai dizer o seguinte, "da onde eu tirava a minha ideia de justo e injusto?" Porque para eu chamar algo de injusto, eu preciso ter alguma definição, alguma referência, algum conceito de justo, algum conceito de justiça, que para eu chamar algo de mal, algo de amargo, eu preciso ter uma referência do que é doce. Eu não sei o que é amargo, se não sei o que é doce. E se eu aqui denominou algo como mal, é porque eu tenho alguma referência de algo bom, do bem maior. E se a Silíus vai caminhar naquilo que na sua trajetória de fé e que ele conta um pouco na sua autobiografia, surpreendido pela alegria, e vale muito a pena você ler essa autobiografia de Silíus, autor das crônicas de Ná, cristianismo pure simples, e por aí vai, dezenas e dezenas de livros. Ele vai caminhar no que a teologia filosofia conhece como argumento moral da existência de Deus, em que vai se afirmar o seguinte, que a nossa noção, a nossa conceituação de bem e mal, nós só estomamos algo de mal porque temos uma referência de algo bom, nós só conceituamos injustiça porque temos uma referência do que é justo, ou seja, o mal o problema do mal ele aponta para um pressuposto e para um padrão moral superiore transcendente. Se não jamais, choraríamos diante dador, se não jamais o sofrimento, ele nos moveria a tristeza. Pode colocar essa frase por favor, ela é só que interessante, a existência do mal, ela não elimina Deus, a existência do mal ela aponta para Deus, pressupõe um padrão moral que transcende o próprio mundo. Se o universo fosse apenas a caso e matéria, de onde viria a nossa indignação de antida justiça, porque choramos a dor, como se ela não deve-se existir, esse incomodo no nosso coração, esse desconforto diante de uma nota desafinada, é porque temos referência de uma afinação. Mesmo vaga, mesmo muito, talvez distante para alguns de nós, você ouve algo, você percebe, isso aí não está certo, não, essa nota aí não está batendo, porque você tem uma referência de uma afinação. E o que ele vai dizer, essa referência é o anseio que o Senhor colocou no nosso coração por Ele pela eternidade. Embora a gente não consiga compreender bem aquilo que Deus fez, nós estamos tatiando nesse curo, mas nós fomos criados à imagem semelhança de Deus, ou seja, diante do problema do mal, diante do problema do sofrimento, o mal não é uma prova contra a existência de Deus, o mal é um clamor por Deus. A injustiça não é uma prova contra a existência de Deus, mas a injustiça é um clamor por Ele, algo que nos aponta para Ele. E aí eu quero trazer algumas verdades bíblicas para nós, porque é a prova bíblica que nós vamos olhar. Para testos dos gênesis, para testos da carta aos romanos, e pode colocar aí a primeira lição que eu quero trazer a respeito do começo de tudo, porque a Bíblia vai nos trazer lá no livro dos gênesis, lá no começo de todas as coisas, algumas informações muito importantes e relevantes para você e para mim, e que nos dão pistas nessa questão e nesse debate. A respeito do problema do mal. E a primeira verdade, eu quero destacar aqui, é que a Bíblia ensina que o mal entrou na história humana por meio da queda. O mal entrou na história humana por meio da nossa queda, olha o que diz gênesis um 31. Vamos ler esse texto juntos? Olha só, vamos dizer-los juntos. Deus viu tudo o que havia feito e tudo havia ficado muito bom. Essa é a avaliação de Deus diante daquilo que Ele fez, diante da sua criação por seis vezes em gênesis. Lá no capítulo primeiro, o Senhor Ele vai repetir que as coisas tinham ficado boas, que era bom o que o Senhor tinha feito. Mas esse bom, ele é progressivo, ele vai nos levar a uma afirmação de que Deus olhou para tudo e Ele afirma que tudo era muito bom. Ou seja, quando Ele olha para a sua criação, quando Ele olha para aquilo que Ele criou, que não havia morte, não havia dor, não havia lagre, não havia tsunami, não havia terremota, não havia enchente, não havia guerra, não havia o lência, não havia infanticídio, feminicídio, não havia nada disso. Deus olhe e fala, "Era muito bom". Era muito bom. Aí, gênesis 3.1, nós temos aqui um relato interessante. Pode colocar hora, a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito. Há algo que acontece aqui que caminha para gênesis 3. E aqui nós sabemos, nós somos informados pelo livro do Apocalipse, que essa serpente era Satanás, que estava ali para tentar o homem e a mulher. É interessante porque a Satanás, ele não chega cheirando em chofre. Satanás, ele não chega com aquele tridente, ou com aquela imagem, role o diana, que você tem de um diabinho, de um diabo, de um Satanás, de um capeta. Ele vai entrar sorrateramente, ele vai entrar disfarçado, ele vai entrar de uma forma, de uma serpente, que com certeza serpente não era esse repugnante que nós temos hoje, porque se eu vejo uma serpente rapaz, eu dou uma volta. Lá em ativar, onde meus pais moram, a vez eu vi uma cobra, eu não vejo eu passar. Eu dou uma volta de uns dois quilômetros, assim, que eu não queria passar, pelo ar, não, não. Ou seja, a serpente, a cobra, ela tem uma certa repugnância. Mas não era como é hoje, possivelmente não. E ali, Satanás, ele vai se disfarçar, a arte de simulação, é a arte do disfarce. É justamente a tentação, ela sempre vai aparecer para você e para mim, como uma grande coisa, uma grande oportunidade nunca vai vir cheirando em chofre do inferno. Vai vir, talvez, com o perfuminho da dior. Uma roupinha lá, que carda humeda, e vai ali, de simular para justamente não morar, não mostrar a sua verdadeira cara, sua verdadeira face, a face dupecada, a face da morte, a face da destruição. E é por onde vai? E é dessa forma que nós vemos que o pecado vai entrar no mundo. É o que diz como é no 5-12. Pode colocar esse texto, por favor, ela só. Portanto, da mesma forma, como o pecado entrou no mundo por um homem e pelo pecado a morte, assim, também a morte veio a todos os homens porque todos pecaram. Ou seja, a morte vai entrar no mundo por um homem. O pecado vai entrar no mundo por um homem, ou seja, justamente a sacada do homem que vai trazer o pecado para a nossa realidade. E como vai ser isso? Olha só o que diz Janis III lá no verso primeiro. Foi isso, mesmo que Deus disse, não como onde nem um fruto das árvores do jardim, não como onde nem um fruto. É interessante porque, além de vir de uma forma dissimulada, de uma forma disfarçada, Satanása, lí usando a serpente como estratégia, vai questionar a palavra de Deus, vai questionar a bondade de Deus, vai questionar a presença de Deus. E nós afirmamos que o pecado entrou na história da humanidade, ali não é da imagem, mas não é da imagem já existia, a serpente, você percebe isso. Não é da indiatinha serpente. O pecado vai entrar na história da humanidade, na queda de Adam e Eva, através da tentação da serpente, mas já havia a serpente. E como surgiu a serpente? Como surgiu o problema da serpente? Isso nos remete a diversos outros textos das escrituras que vai justamente buscar responder para você e para mim, que esse mal que vai entrar na história da humanidade, ali na queda, na verdade ele tem uma origem no mundo espiritual, no mundo angelical, e as 14, aqui ao 28, Lucas XIII, que o Senhor Jesus vai dizer que viu Satanás caindo como um relâmpago, a Pocalímpice II, versus 7, 8, depois você vê que fala da guerra espiritual, justamente dizendo que ali é uma batalha, é uma guerra, e ali no mundo espiritual se inicia esse afastar de Deus com orgulho, ou seja, eu sou Deus e eu vou caminhar para uma direção contrária dos propósitos de Deus para a minha vida. E nesse orgulho de que você pode viver sem Deus, nesse orgulho que se é silíso no livro cristianismo por simples, vai chamar como grande pecado que original os outros pecados, que nós achamos que estamos livres mais nós nos incomodamos quando vemos nas outras pessoas, uma pessoa orgulhosa, uma pessoa arrogante, nós nos incomodamos, orgulho é justamente o caminho do que eu posso sozinho, eu sei, eu sei, eu sei que estou fazendo, eu sei como lidar com isso, eu sou o dono do meu próprio nariz, e aí entra ao pecado que tem essa origem no mundo espiritual, e esse pecado que vai entrar na história da humanidade, e pecado, a palavra "pecado" no antigo testamento, ela aparece 500 vezes, ela tem um sentido de errar o alvo, mas ela não pode ser reduzida essa definição, simplesmente como uma questão técnica em que você erra o alvo de um centro intencional. Pode colocar esse texto, "pecado" não é erro técnico, mas ruptura relacional. A dão em eva escolhem autonomia em vez de dependência. O pecado é mais que fazer o que Deus proib é recusar ser quem Deus criou para que você e eu fôssemos, sejamos. O pecado nos conecta desconnecta de Deus, nos desconecta dos outros e de nós mesmos, ou seja, escolher autonomia em vez de dependência. É fazer não apenas o que Deus proib, mas é recusar ser quem Deus criou, é como se esse braço de repente disse assim, "eu vou ser braço agora longe desse corpo que não me pertence". Ou seja, eu vou cair fora, pode me cortar aqui, e o braço de alguma forma ainda fica debatendo, ele está cortado, existe ali, ainda a sangue que corre, ou movimentos musculares de tensão, muscular, o braço ainda está debatendo, está debatendo, a gente está falando assim, "O que está vendo? Eu consigo viver sem estar no fora do corpo, mas a gente sabe que minutos depois vai vir o óbito daquele braço, e a humanidade está ali, a humanidade se cortou do corpo e está dizendo, "Oh, estou debatendo aqui, eu estou convida". Ah, é só! E essa é uma cena grotesca, mas é uma cena em que nós declaramos uma independência e morte. Nós declaramos uma independência e morte. Mas, Genesis 1, 31 diz que Deus viu que Ele havia criado e tudo era muito bom. E qual que então é essa questão do mal? Como é se mal, Ele pode ser definido, conceituado, porque John Stuart vai dizer que o mal é a corrupção do bem. Que o mal é a corrupção do bem, a gente começa aqui na vegar numa definição de mal. Um mal corrupção do bem. Cecilius vai dizer que o mal não tem existência própria. Ele é o bem estragado, e aí existem alguns exemplos para você e para mim. Como, por exemplo, a ferrugem. A ferrugem, ela não tem existência própria. A ferrugem, ela é uma oxidação do ferro. Ou seja, a ferrugem, ela depende do ferro para existir. A ferrugem não cria o ferro. A ferrugem existe como uma corrupção do ferro. E assim que Cecilius e tantos outros vão conceituando o mal. Ou seja, o mal numa definição de agostia de pona, o mal como a privação do bem. Eu não sei se vocês já ouviram aquela história, de um professor, que chegou numa sala de aula e disse e fez a seguinte pergunta. Deus criou todas as coisas? Sim, Deus criou todas as coisas. Então, Deus criou o mal. Então, Deus criou a violência e Deus criou o todador e sofrimento. E aí um aluno levanta a mão e fala assim, "Professor, o frio existe, é o professor vai dizer sim, o frio existe, o aluno vai dizer não, o frio não existe. Nós sabemos pela física que o frio é a ausência do calor. Escuridão existe, sim, escuridão existe, não. Nós sabemos pela ciência física que a escuridão é a ausência da luz. E da mesma forma, o mal, o mal não é um mal absoluto, assim como a ferruja e não existe em si mesma. Mas o mal é justamente essa privação do bem." E eclesiastes 7,23 tem um texto interessante para você e para mim que diz assim, "Vamos dizer esse texto juntos?" Assim, cheguei a esta conclusão. Deus fez os homens justos, mas eles foram em busca de muitas intrigas e sem querer ser simplório aqui. Mas quando nós olhamos para as desigualdades, injustiça, corrupção, dor, sofrimento, que não existia naquele mundo muito bom que o senhor tinha criado no Edem, mas vai passar a existir por minha desobediência e por sua desobediência, nós somos os responsáveis por esse mal no mundo. Nós somos os responsáveis pelas guerras, nós somos os responsáveis pelas dores, nós somos os responsáveis e como nós veremos a seguida por uma natureza que não é mais favorável ao homem. O sofrimento no mundo, ele não prova que Deus faliu, o sofrimento no mundo não prova que Deus faliu, mas revela que a humanidade caiu. Ou seja, nós fomos em busca de muitas intrigas. Deus, Ele, fez tudo muito bom e Deus, Ele avisou. Ou seja, não comam daquele fruto, da árvore do conhecimento do bem do mal, porque do dia que vocês comerem, vocês vão morrer e a isso já serpente, investida satanás, vestida de serpente, questionando a palavra de Deus, não é bem assim. Ou seja, quando existem pessoas que olham para esse livro, que não é um livro comum, é o livro dos livros e vai dizendo assim, não é bem assim, não é palavra de Deus, não é livro inspirado, não é inerrância das escrituras. Quando nós começamos a questionar, a palavra de Deus como palavra de Deus, tudo se torna possível, dentro de um argumento, porque é o que a serpente faz se Deus Ele errou, em dizer pra vocês, tudo se torna possível. E nós temos a palavra de Deus, que nós muitas vezes não tratamos como palavra de Deus, porque não cabe na nossa cabeça como um livro pode ser inspirado, como um livro pode ser divinamente inspirado, como nos afirma segunda-te-mote, 31617, como um livro pode ser inspirado, como um livro pode ser soprado pelo Espírito Santo, como isso acontece? Como isso aconteceu? Aí a gente não consegue explicar muito bem como o Espírito Santo soprou as escrituras, mas nós olhamos para evidências na história da crítica testual e vemos que a Bíblia é o documento mais bem fundamentado da literatura, que existe mais de 5.000 manoscritos só do novo testamento, comparado com outros da mesma época, é um milhante. E que nós olhamos para as escrituras e a escritura, a escritura não é apenas preservada, ela se auto-preserva. E se acilir os, ele vai justamente dizer que o mal é a corrupção do bem. Ele vai dizer alguns exemplos, muitos simples, por exemplo, como orgulho. Ele vai dizer que o orgulho, na verdade, é uma autoestima, é bom você ter uma autoestima, só que o orgulho é uma autoestima exagerada. A luxúria deseja os sexuais, luxúria deseja os sexuais desordenados, a cor vardia, auto-preservação é bom você ter alto preservação, você ter cuidado com você, só que é uma auto-preservação exagerada. Ou seja, eles vão justamente partir nessa questão de que o mal, ele é corrupção do bem, que ele é um parasita do bem. E nós vamos para um outro texto. Para uma outra verdade que a Biblia nos ensina que o mal afetou toda a criação. Olha só o que diz, GNS3, G17, 18. Acompõem aí, "Maldita é a terra por sua causa, com sofrimento você se alimentará dela, todos os dias da sua vida, ela lidará espinhos e ervas daninhas, e você terá que alimentar-se das plantas do campo, ou seja, a natureza não seria mais favorável ao homem, a gente vê isso dos desligamente de terra. Nós vemos isso nas inundações, nós vemos isso nas chuvas, não apenas o homem, não sabendo construir as suas moradias dos lugares mais adequados, não apenas isso, ou uma falta de cuidado do governo com as pessoas que moram em situações de risco, não apenas isso, mas nós vemos que a natureza não é mais favorável ao homem por causa dos espinhos e das ervas daninhas, porque o pecado do homem afetou a natureza. É culpa sua, é culpa minha, gente. E a gente pode acupar em Deus. É culpa nossa. É a nossa desobediência, é a nossa vaidade, é a exploração da natureza, sem uma forma controlada, organizada apenas em nome do lucro financeiro e do bem-finanseiro. E nós vamos esquecendo que a natureza não é favorável ao homem, e um dia ela responde. E nós vamos questionando por que é ador, porque é o sofrimento? Nós deixamos de ser aqueles que cultivam a terra para sermos aqueles que explora uma terra e querem tirar a terra para o seu próprio benefício e para o seu próprio lucro. Ou seja, nós queremos vantagem sobre a terra, nós queremos vantagem sobre as pessoas, nós queremos vantagem sobre tudo e sobre todo, da cultura da vantagem. Conhece cultura da vantagem. E nós vamos estender essa cultura da vantagem, sobretudo. Nós não admiestramos como bons mordomos, nem o nosso corpo, nem a nossa mente, nem a nossa. O cuidado com a gente, com a nossa própria alimentação, por exemplo, nós temos essa cultura de exploração e vamos explorando os outros, a natureza. E aí, a natureza não é mais favorável, porque é o pecado afetou a tudo e a todos. Ouve a ruptura com Deus, ouve a ruptura com as pessoas, ouve a ruptura com o ecossistema geral. E te inquéler, escrevendo sobre essa questão, ele vai dizer algo muito interessante que diz assim, o cristianismo é a única cosmovisão que explica por que o mundo é o mesmo tempo tão maravilhoso de devastador. Seja própria pensar nisso, a música agradável aos ouvidos, mas o ruído não. A chuva é coisa boa e num dação não. Mar é uma maravilha, que te sonâmina não. Vento, um ventinho é uma coisa boa, mas um furacão não. E aí, essa questão só existe da música do ruído, do vento, do furacão, do mar, do tsunami, da água, da inundação, porque existia algo que era muito bom e foi corrompido pelo mal que o pecado que afetou a tudo e a todos. E esse pecado que vigora no nosso mundo, de um mundo que já insata nasce, no mundo que já as numa liga e como nos afere uma primeira juão. Ou seja, o nosso mundo ali já as numa liga e no nosso mundo já as insata nasce, ou seja, quando nós olhamos para essas desgraças, nós vemos que foram consequências da nossa queda, olha o que nós fizemos e sabe o que é pior, a gente não aprende pessoal. Porque a gente olha para tudo isso, fruto da nossa queda e a gente continua no pecado, a gente continua rompendo, a gente continua dando as costas para Deus, sendo que foi através da nossa queda que o pecado alentrou na história da humanidade. Mas nós não aprendemos quase que nunca, porque nós continuamos achando que vai ser só dessa vez que eu tenho controle, que eu sei o que estou fazendo, eu sou o Senhor de mim mesmo, eu tenho os meus desergios, eu tenho as minhas vontade, eu quero assumir o controle disso, eu quero ser como Deus, conhecedor do bem do mal. Olha o que diz, romanos capítulo 8, a criação foi sujeita a frustração, não por causa de própria escolha, mas por causa da vontade daquele que as sujeitou. É a liderança federal do homem que vai fazer a solidariedade da raça humana, da natureza, da criação. Vemos que toda a criação gêmea até agora, como dores de perto, ou seja, é o que nós causamos, ou seja, existe essa teologia da natureza como consequência do meu e do seu pecado. Pode colocar essa frase, "o pecado é cósmico". Não afeta apenas consciência, afeta é consistema, não afeta apenas a alma, o pecado introduziu de zórdem moral que se refletiu em de zórdem natural, o mundo não está como deveria estar. As crianças de baixo da ponte, as crianças em leitos de hospital, os tismamis, os terremotos, os infantes cídios, os feminicídios, os abusos, a corrupção, as coisas não estão como deveriam estar e sabe por quê? Porque nós temos a evidência de algo maior dentro de nós. Porque só nos incomodamos, nós só choramos, essas notícias só nos incomodam, ensinam-te incomoda, tem alguma coisa morta aí dentro de você. Isso só nos incomoda, incomodam. Porque nós temos a evidência que fomos criados para algo maior e melhor, e algo não está certo, porque temos uma referência de algo que deveria ser certo. Não está certo isso, não está certo crianças passando fome, não está certo isso. E depois nós vamos conversar com a resposta de Deus, mas preferente. Fique atento às próximas mensagens. Terceira a última verdade desse texto, dessa mensagem a partir aqui de Genesis, é que a Bíblia nos ensina que o mal não terá última palavra. Isso é uma promessa. Nós vigoramos e vivemos num mundo que já as numa ligue, mais um dia lá na pouca lip, se nós saberemos que o Senhor Jesus vai afirmar que antiga, a ordem já passou, enquanto não passa, nós vivemos nessa ordem. E olha só o que diz Genesis 315, "porém animizar entre você e a mulher, entre a sua descendência e a descendência dela, este lhe ferirá a cabeça, serpente se mata na cabeça". E este vai ferir a cabeça da serpente. Um dia vai colocar um ponto final e é o que Jesus fez, ou seja, a resposta de Deus para o sofrimento da humanidade é Deus entrar no sofrimento da humanidade a cruz de Cristo a resposta. Ou seja, Jesus entra no meu e no seu sofrimento. Porque nos afirma a palavra de Deus que Jesus lhe veio para destruir as obras do maligno, Jesus veio para destruir as obras do diabo, primeira João nos ensina, e colocences nos ensina que o Senhor Jesus veio para nos resgatar e nos tirar do imper das trevas. Ou seja, um mundo não precisa ser mais assim, você pode ser resposta ador e ao sofrimento do mundo. Você pode se colocar como resposta. Ou seja, você pode fazer alguma coisa, de antidador que te incomoda, de antidossofrimento que te incomoda, porque Jesus, ele veio ao mundo, não permanecendo indiferente a nossa dor, mas o Senhor, ele entrou na nossa dor, ele recebeu todas as nossas mazelas, morreu por nós para colocar o mundo nos excios outra vez. É através de Jesus, meus queridos, que vamos colocando o mundo nos excios outra vez, porque a coisa está fora do exo mesmo, a coisa está dissonante, a coisa está desafinada, a coisa não bate. O mundo não é como deveria ser, mas através de Jesus nós vamos trazendo um pouco de dignidade, de humanidade, impressionante, a livros escritos muito interessantes, o que seria do nosso mundo e Jesus vão tivesse nascido, nem universidades tinham sido criadas. Hospitais, a dignidade, o direito, as leis, ou seja, Jesus é quem vai nos pautar a uma caminhada, na humanidade, oferecendo dignidade às outras pessoas. Olha o que pode colocar essa frase, o cristianismo, ele não minimiza a archivitz, não relativiza terremotos, não espiritualiza câncer, ele afirma, o mundo está quebrado, ele está quebrado mesmo, o mundo está doente, e o próprio Deus entrou na rachadura. A Bilha nos ensina que a cruz é a resposta de Deus ao mal, a cruz de Cristo, o mal não prova a inexistência de Deus, o mal prova que precisamos desesperadamente dele, nós precisamos de Jesus Cristo, você pode ser a resposta da mudança que você deseja ver no mundo, você pode ser essa resposta, sendo salda terra, sendo lus do mundo, levando Jesus Cristo para as outras pessoas, aí eu gosto muito para concluir aqui de uma frase do Billy Grant. Quando aconteceram lá os atentados, as torres do esenso em setembro de 2001 em Nova Iorque, fizeram a mesma pergunta para a filha do Billy Grant para o Billy Grant, num talc show. Mas chegaram para a filha do Billy Grant e perguntaram assim por que aconteceu isso, se Deus é bom por quê? Você quer saber? Nós tiramos Deus das nossas escolas, nós tiramos Deus do governo, nós tiramos Deus da nossa vida, nós excluímos Deus da nossa caminhada, e agora a gente quer perguntar por que aqui Deus está nos tratando assim se nós excluímos Ele da nossa existência? Não está errado é a firmar isso, mas eu fico a resposta do Billy Grant. Billy Grant na sua sabedoria perguntaram para Ele assim, porque essas coisas aconteceram, onde estava Deus quando as torres estavam caindo? Sabe porque Ele respondeu? Deus estava nos bombeiros. Deus estava lá dando a sua vida pela vida de outras pessoas. É como Deus responde ao sofrimento da humanidade, Deus se fez carne. Num problema que você e eu criamos queridos. Por isso que nós merecemos o inferno, porque nós somos culpados, mas Jesus vem ao mundo dizendo assim que o culpado sou eu. Joga para mim, põe na minha conta, eu vou morrer por todo mundo aqui, para que eles possam ter a chance de vida, de vida eterna, de esperança, de fé, e que a gente reconstrua isso novamente. Vamos colocando as coisas nos eixos outra vez e esse é o processo da santificação que um dia na glorificação tudo vai ser consumado. Ou seja, seja esse bombeiro, seja esse que vai se incomodar com a dor, mas não vai atravessar a rua, você vai fazer parte de algo. Nós temos um projeto social, por exemplo, na igreja. Você pode fazer parte, contribuindo, orando, nós estamos em campanha de missões mundiais. Nós estamos em diversos campos de refugiados, em diversos cantos do mundo com missionários, contenda de brincar, tem missionário, gente, que monta tenda de brincar nos campos de refugiados em lugares distantes, só para criança ter um lugar onde o corpinho dela vai estar seguro, onde ela vai estar em segurança. E aqueles missionários protegem as crianças, e aqueles missionários dão brinquedo uma boneca para aquela criança, ou seja, antes de você questionar algo sem fazer absolutamente alguma coisa, seja resposta, seja sal, seja luz, sejamos a resposta que vai levar Jesus, Jesus é a solução, porque Jesus é a solução para o problema do mal, Jesus é a solução para o problema da dor, Jesus é a solução para o problema do sofrimento, e Jesus quer usar você e a mim. Vamos deixar nossos olhos. "Oh, Senhor, nós temos tantas questões na nossa alma, e nós perdemos nela, nela, Senhor. Oh, Senhor, nós se conhecemos que o Senhor é Deus e o Senhor é soberano, e mesmo que a gente não encontra as respostas satisfatoras para as perguntas complexas que carregamos, nós cremos e nós confiamos." "Oh, Senhor, o Senhor é a resposta, o Senhor entrou nesse mundo caótico que nós causamos toda desgraça, o Senhor entrou num problema que não era seu, assumiu esse problema, e nós traz a solução para esse problema que é Jesus Cristo." "Oh, Deus, o que as pessoas mais precisam que nós mais precisamos era o Senhor, Jesus. E que nós possamos levar o Senhor através de ações sociais, através do cuidado, como mulheres, crianças e dosos, que nós possamos levar adiante o Senhor, mas também pregando o Senhor a palavra. Oh, Deus, tem a misericórdia de nós, porque nós fomos e vamos em busca de muitas intrigas, por causa das nossas vaidades e paixões desordenadas. E talvez você, meu apelo nessa noite, ele é silencioso, eu não vou pedir para você ficar em pé e nem para vir até que é frente, mas para você se colocar como resposta, para você olhar para Jesus e nessa série que nós vamos caminhar, tratando de algumas questões muito delicadas, que você diga "Senhora, eu confio em ti, porque o que nós mais precisamos na nossa fé não é de respostas, o que nós mais precisamos é da presença de Jesus. Obrigado, pai, e que a graça do Senhor Jesus Cristo, amor de Deus, pai é a preciosa presença, amizade do Deus Santo Espírito, e sejam com todos do seu povo espalhados pela face da terra, inconformados com mal, com sofrimento e quadro em vez de reclamado que o outro não está fazendo, o que nós estamos fazendo, que levamos Jesus, e que sejamos a resposta da mudança que queremos ver, em nome do Senhor que nós oramos, amém,

Podcast Summary

Key Points:

  1. A série aborda o problema do mal e do sofrimento, questionando como um Deus bom permite tanta dor e injustiça no mundo.
  2. Apresenta o "paradoxo de Epicuro" sobre a existência de Deus diante do mal e explora a resposta do argumento moral, sugerindo que a noção de mal pressupõe um padrão moral superior (Deus).
  3. Explica, com base no Gênesis, que o mal entrou no mundo através da queda humana (pecado), como uma corrupção ou privação do bem original criado por Deus, e não como uma criação divina.
  4. Destaca que o sofrimento não prova a falência de Deus, mas a queda da humanidade, e que o mal é um clamor que aponta para a necessidade de Deus.

Summary:

A série inicia enfrentando as profundas dúvidas humanas sobre o sofrimento e a existência do mal num mundo criado por um Deus bom. Parte do paradoxo de Epicuro, que questiona a onipotência e bondade divinas, para introduzir uma reflexão bíblica e teológica. Utilizando o argumento moral, sugere que nossa própria noção de injustiça e mal pressupõe um padrão moral absoluto, que é Deus.

A Bíblia é apresentada como fundamento, explicando que Deus criou um mundo "muito bom" (Gênesis), mas o mal entrou através da desobediência humana (a queda), instigada por Satanás. O pecado é entendido como uma ruptura relacional, uma escolha de autonomia contra a dependência de Deus, que corrompeu a criação. Portanto, o mal é definido como uma privação ou corrupção do bem, não tendo existência própria.

A conclusão é que o sofrimento não refuta a existência de Deus; pelo contrário, a indignação diante dele revela um anseio pelo padrão moral divino, e a realidade do mal aponta para a queda humana e para a necessidade de redenção em Deus.

FAQs

A Bíblia ensina que o mal entrou no mundo através da queda humana, como consequência do pecado e da desobediência, não como parte do plano original de Deus, que viu sua criação como 'muito boa'.

O mal não é uma prova contra Deus, mas um clamor por Ele. A existência do mal pressupõe um padrão moral superior, que aponta para a necessidade de um referencial divino do que é bom e justo.

O mal entrou na história humana através da queda de Adão e Eva, instigada pela tentação de Satanás. Ele é entendido como uma corrupção do bem, uma privação ou distorção da bondade original da criação.

É um argumento filosófico que questiona: se Deus quer abolir o mal e não pode, é impotente; se pode e não quer, é cruel; se pode e quer, como se explica a existência do mal? A teologia cristã oferece respostas a partir da queda e da liberdade humana.

Lewis argumenta que nossa própria noção de justiça e injustiça, de bem e mal, pressupõe um padrão moral transcendente, que aponta para a existência de Deus. O sofrimento, portanto, não refuta Deus, mas revela um anseio humano pelo divino.

O pecado é mais que um erro; é uma ruptura relacional com Deus, uma escolha de autonomia em vez de dependência. Essa desconexão trouxe morte, sofrimento e corrupção para a criação originalmente boa.

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