O podcast aborda os principais tipos de sangramentos na primeira metade da gestação, destacando abortamento, gravidez aquitópica e doença trofobástica. O abortamento é definido pela ONS como interrupção da gravidez com peso inferior a 500g ou gestação anterior a 20 semanas, com causas como anormalidades cromossômicas, incompetência ístmica cervical e doenças endócrinas. A gravidez aquitópica, que ocorre fora do útero, é a principal causa de morte materna no primeiro trimestre, com risco aumentado após episódio anterior. A doença trofobástica envolve proliferação anormal do trofoblasto, com fatores de risco como idade avançada, histórico prévio e exposição a radiação. O diagnóstico é feito com base em sintomas clínicos, como sangramento e aumento do útero, e exames laboratoriais, especialmente dosagem de beta-HCG. O tratamento inclui acompanhamento clínico, esvaziamento terino, cirurgia (radical ou conservadora) e monitoramento contínuo da beta-HCG para detectar possíveis complicações malignas. A abordagem clínica é fundamentada em avaliação criteriosa dos fatores de risco e no uso de exames precisos para garantir diagnóstico e intervenção adequadas.
Bem-vindos ao chá com Genecologia, um podcast idealizada pela professora Joyce Façanha
e acadêmicos da Unicristos, para conversar sobre os temas em Genecologia e obstetriz.
Meu nome é David Lucena e hoje vamos falar sobre sangramentes na primeira metade da gestação.
E para conceituar, nós vamos falar primeiro quais seriam esses sangramentes da primeira metade
da gestação.
Então, seria aquele sangramentes que ocorreriam até as 20 semanas de gestação e, com isso,
nós podemos alencar algumas das principais caus desses sangramentes da primeira metade,
que serem um abortamento, gravidez e actoca e a doença trofobasica.
Aí falando primeiro do abortamento, nós sabemos que ele significa apenas a interrupção
da gravidez, mas para dar uma definição mais completa, a ONS define abortamento como a interrupção
da gravidez, confeto pesando menos que 500 gramas ou com a idade gestacional menor que 20 semanas.
Agora, para tentar identificar a etologia desse abortamento, devemos buscar na aminésia
algumas possíveis origens, como a normalidade cromossônica, que é uma das causas mais
comuns e mais prévalentes em mulheres de idade avançada e também nos abortamentos mais
pré-coz, que seriam aqueles com menos de 12 semanas de idade gestacional.
E além das anomalidades cromossônicas, temos também as anomalidades anatômicas, como
a incompetência ístima cervical, que é quando o colo não se mantém fechado até o fim
da gestação, e esse é um dos casos mais comuns de abortamentos tardios, que é depois
das 12 semanas.
E além dessa normalidade, temos também os miomas e as malformações uterinas, a exemplo
do útero Bicurno e o útero Unicurno.
Podemos também ter as doenças endóquinos, como uma das possíveis causas de abortamento,
como o hipertiriodismo, diabetes e síndrome dos ovários policísticos, e também as
infecções como Rubela, Sítomegalovirus, Ciflis, Toxoplasmosi e infecções do traturinar.
Partindo agora para os fatores de risco, nós devemos ficar bastante atentes principalmente
a idade avançada da mãe, que nós já falamos, mas além disso vamos tentar buscar fatores
com abortamento breve, exposição à radiação em altas doses, uso de álcool ou cigarro,
consumo excessivo de cafeína, uso de cocaína, se faz uso de medicações como misoprostol,
retinodes e metotrexato, e avaliar também o peso da paciente, pois a obesidade vai ser
um fator de risco bastante importante.
Mas com o suspeitar do paciente que está em abortamento, nós devemos pensar em aborto
toda a vida que uma mulher ainda de fértil apresentar sangramento transvagiinal, e para fechar
esse diagnóstico, a paciente deve apresentar do abdominal de intensidade variável e um
batedrágice positivo.
E no exame físico, nós devemos fazer a palpação abdominal com a intenção de não identificar
a radiação peritoneal, servindo como diagnóstico diferencial, e depois vamos realizar o
toque vaginal para identificar o tamanho do outro, que seria através do colo, e também
o exame especular para ver se tem lesão do colo e saída de material ovular.
Por fim, para conduzir essa paciente, nós vamos lançar a mão de tratamentos clínicos
ou cirúgicos; nos cirúgicos temos a aspiração manual terina, que é usada em gestantes até
12 semanas, e a corretagem que é feita quando não tem como fazer a aspiração manual terina,
devido a grande quantidade material, e o tratamento clínico é feito quando a idade gestacional
já é maior do que as 12 semanas, e é necessário a expulsão fetal, para isso nós vamos
realizar o bisoprostol ou a ostocina, e sempre que nos deparamos com um colo fechado em
brilhão vivo e manestável, a aconduta sempre vai ser expectante, mas se tivemos o colo aberto
sem batimento cardíico fetal, ou instabilidade materna, aí já é indicado o esvaziamento terino,
e se no exame físico nós identificarmos em retação peritoneal, aí já devemos pensar em
gravidez aquitópica, que vai ser o nosso próximo tópico que vamos falar agora, fechamos
aqui a parte de abortamento, e vamos falar agora de gravidez aquitópica, que é a principal
causa de mortalidade materna no primeiro trimestre de gravidez, por definição, a gravidez
aquitópica é quando o blasto ou sexto se implanta fora da superficie endometrial da cavidade
de uterina, ou seja, é quando a gravidez é em qualquer lugar fora do outro, nós vamos ter com
principal fator de risco para esse evento a gravidez aquitópica prévia, que é um dos mais
importantes, pois o risco de uma gravidez aquitópica por si só é de 1 a 2% nas mulheres
em geral, agora após o primeiro episódio de gravidez aquitópica, o risco de recorrência
vai de 1 a 2% para 15%, sendo muito importante perguntar isso na naminação, e além de
isso temos outros fatoros de risco, como qualquer fator que provoca alteração tubária, como
a endometriose, a doença informatória pérvica, a famosa Deep, e a cirurgia tubária prévia,
além do uso de deal e tabajismo, no quadro clínico, essa paciente pode apresentar 2-5
pal e lancinante em caso de ruptura tubária, acompanhada de nauses e vômitos e 2 capulá,
por conta do emopertônio, agora no exame físico vamos identificar um estado hipovolémico
com irritação peritoneal e sinal de prósio positivo ao toque vaginal, e esse sinal de prósio
seria a dor mobilização do colo e a baulamento com dor no fundo do saco de dolas, devido ao
acumulo de sangue no fundo de saco, agora para fechar o diagnóstico vamos ter que observar
a presença da tria de clasca, que é dobe dominal, mais atraso mistrual, mais sangramento, e essa
tria de acompanhada de um beta-hcg positivo vai fechar o diagnóstico, então caso tem a tria
de com um beta-hcg positivo, você deve pedir um ultrasono transvaginal para tentar observar
a cavidade terina, e se este estiver vazia, vai sugerir um clave de executópica, e para
tratar essa paciente, nós vamos poder fazer diferentes condutos, com uma conduta espectante,
também eu tratamento medicamentos com metotraxato, e além disso temos também o tratamento cirúrxico
que pode ser tanto radical como conservador, o radical vai ser a salva ejeectomia que é
retirada total da trompa cometida, e o conservador é a salva e gostaomia, que consiste na
enucleação do ovo com a conservação da trompa que é deixar da aberta, e para finalizar
vamos falar da doença trofoblastica, ou molidade fome, que é a proliferação anormal do trofoblastia,
ou seja, é como se fosse um anel plasia do trofoblastia, e nela vamos ter como fator de risco
principais, os extremos de idade, ou seja, mulheres maiores que quarentanos ou jovens,
e história preve de molidade fome, e além desses dois principais devemos estar atentes
apacientes com intervalo curto entre gestações, síndrome de ovários policísticos, abortamento
prévios, tabagismo, inseminação artificial e exposição à radiação ionizante, e o quadro
clínico vai ser composto por sangramento transvaginal de repetição e decidade variável, o utero
aumentado de volume para a idade gestacional, ou seja, o tamanho do utero não corresponde
a idade gestacional daquela paciente, cistos técnicos, que é quando temos o ovário bem
maior, com vários cistos grandes estimulados pelo excesso de HCG, naus e vontos, que também
vão ser estimulados pelo nível elevado de beta HCG, e hipertiriodismo clínico, pois
o beta HCG vai estimular o TSH, e para dar o diagnóstico devemos sempre lançar
o armão do utero, som transvaginal, e dar dosagem de beta HCG, pois ela vai estar sempre
maior do que o valor máximo de um grave deis normal, e para conduzir essa paciente devemos
inicialmente avaliar complicações com alemia, hipertiriodismo, pré-clampsia e insuficiência
respiratória, e em seguida devemos fazer o esvaseamento terino e mandar o material
para análise Isto Apatológica, e é importante lembrar que após o esvaseamento é necessário
acompanhar a dosagens sem mandar o de beta HCG pela possibilidade de malignificação da doença,
e esse beta HCG deve cair progressivamente até negativo a em torno de 8 a 10 semanas
após o esvaseamento terino, chegamos ao fim do nosso podcast, espero ter ajudado
e até o próximo episódio.
Podcast Summary
Key Points:
Sangramentos na primeira metade da gestação podem ser causados por abortamento, gravidez aquitópica ou doença trofobástica.
O abortamento é definido como a interrupção da gravidez com peso fetal inferior a 500g ou idade gestacional menor que 20 semanas.
Fatores de risco incluem idade avançada, uso de álcool, tabaco, medicamentos como misoprostol e metotrexato, e obesidade.
A gravidez aquitópica é a principal causa de mortalidade materna no primeiro trimestre, com risco aumentado após episódio prévio.
A doença trofobástica envolve proliferação anormal do trofoblasto, com risco elevado em extremos de idade e histórico prévio.
O diagnóstico depende de sintomas como sangramento, aumento do útero e beta-HCG elevado, confirmado por ultrassom e exames laboratoriais.
O tratamento varia conforme a condição
Summary:
O podcast aborda os principais tipos de sangramentos na primeira metade da gestação, destacando abortamento, gravidez aquitópica e doença trofobástica. O abortamento é definido pela ONS como interrupção da gravidez com peso inferior a 500g ou gestação anterior a 20 semanas, com causas como anormalidades cromossômicas, incompetência ístmica cervical e doenças endócrinas. A gravidez aquitópica, que ocorre fora do útero, é a principal causa de morte materna no primeiro trimestre, com risco aumentado após episódio anterior.
A doença trofobástica envolve proliferação anormal do trofoblasto, com fatores de risco como idade avançada, histórico prévio e exposição a radiação. O diagnóstico é feito com base em sintomas clínicos, como sangramento e aumento do útero, e exames laboratoriais, especialmente dosagem de beta-HCG. O tratamento inclui acompanhamento clínico, esvaziamento terino, cirurgia (radical ou conservadora) e monitoramento contínuo da beta-HCG para detectar possíveis complicações malignas.
A abordagem clínica é fundamentada em avaliação criteriosa dos fatores de risco e no uso de exames precisos para garantir diagnóstico e intervenção adequadas.
FAQs
O abortamento é definido como a interrupção da gravidez quando o feto pesa menos de 500 gramas ou quando a idade gestacional é menor que 20 semanas.
As principais causas são anomalias cromossômicas, especialmente em mulheres com idade avançada, e problemas anatômicos como a incompetência ístmica cervical.
É uma gravidez em que o embrião se implanta fora do útero, sendo uma das principais causas de morte materna no primeiro trimestre.
O histórico de gravidez aquitópica prévia, endometriose, doença inflamatória pélvica, cirurgia pélvica anterior e uso de tabaco ou álcool.
Através da triagem clínica com sangramento, atraso menstrual e dor, acompanhada de beta-HCG positivo e ultrassonografia transvaginal que mostra cavidade uterina vazia.
É uma proliferação anormal do trofoblasto, que pode evoluir para um tumor maligno, especialmente em mulheres com idade extrema ou histórico prévio.
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