O podcast apresenta uma análise do romance "All Se Are Sister" (que significa "matador de esperança") de Ama Ata Aidoo, escolhido pela capa e pelo título. A autora, uma importante voz da literatura africana contemporânea, escreveu a obra em 1977, em um contexto de debates pós-coloniais sobre identidade, racismo e dependência cultural. A história segue Sissie, uma jovem ganense que viaja para a Europa para estudar e, ao enfrentar o racismo, questiona as ilusões sobre o Ocidente e as consequências do colonialismo. Personagens como Marija, Kankle e Sammy representam diferentes visões sobre pertencimento e idealização. O livro, com cerca de 170 páginas, foi lido em PDF por falta de acessibilidade e traduções oficiais para o português, o que dificulta seu estudo no Brasil. Apesar disso, possui múltiplas edições internacionais, incluindo uma comemorativa de 2025. A obra é comparável à realidade brasileira, especialmente na forma como os brasileiros são tratados no exterior, mas carece de análises críticas em português. O podcast destaca a importância de debater temas como colonialismo e identidade, recomendando o livro para leitores interessados em reflexões críticas sobre cultura e sociedade.
Olá universitários universitárias do FMS.
Bom, aqui é o kauane Vieira Monteiro apresentando o podcast com uma atividade avaliativa da disciplina romances em língua inglesa do professor Elton.
E esse é basicamente o Stranger kest, o podcast mais estranho do cara, talvez mais esquisito que você conhece.
Então vamos lá.
Bom, primeiramente eu escolhi o livro all Sea are sister, que o Joy da ama ata Idol para estudo e apresentação, porque eu me interessei.
Perdão.
Me interessei basicamente pela temática e por meio da capa.
Sempre tem aquela frase famosa, né?
Tipo, nunca joguei o livro pela capa, só que em um momento meio que de desespero e de quase última hora.
É, eu não tive muitas escolhas anão ser olhar o livro mais interessante que parecesse pela capa, assim, pela própria fonte da da escrita e pelo próprio nome da autora e do livro.
Então eu basicamente julguei o livro pela capa pra conseguir apresentar e estudar esse conteúdo do podcast de hoje pra vocês.
Bom, eu não sabia disso.
Sting muito bem o nome da artista, do nome do livro, e isso me chamou atenção, tipo, qual que é o nome de quem aqui?
E isso basicamente me fez me chamar atenção pra saber o que que tinha naquele livro, sobre o que ele falava.
A capa também do modelo de apresentação, dos slides do professor.
Foi algo que ficou me é encarando ali porque, tipo, era a capa em si.
Eram várias mulheres, né?
Com rosto na mesma mulher, na verdade com refeições diferentes ali e muito interessante como ela construiu a própria capa para o design e enfim, foi um dos pontos assim principais que me fez chamar atenção sobre, meu Deus, o que que tem nesse livro e o que que ele pode me ensinar de bom, né?
Então vamos lá.
Então, a coloração dele também é bem forte, me chamou atenção.
E pelo número de páginas dele que por mais que ele parecesse apresentar tanta coisa assim, ele apresenta, apresenta, compõe só 170 páginas por aí.
Pelo menos na versão apresentada ali nos slides.
E eu basicamente me senti intrigado e curioso pra saber o que que ele iria vir a me ensinar.
E por motivos de Acessibilidade também.
No caso, a falta dela.
Eu preferia muito mais ler o material em PDF por Fontes pouco formais, convenhamos, porque não confio muito em pedir livro assim pela internet.
E até chegar também não sei Oo quão eu precisaria rápido dele pra conseguir apresentar, então não me sentia muito seguro em pedir pela internet, basicamente.
Então eu tive que ler por PDF mesmo, coisa que eu basicamente odeio, mas justamente por essa questão de inacessibilidade.
Os fins justificaram os meses aí, certo?
Então aqui me chamou atenção também.
Outro ponto, na verdade, tipo de curiosidade assim foi essa variedade de edições do mesmo livro.
No próprios slides do professor, ele apresentou, é 11 edição ali, né?
De de capa em si.
Só que quando eu fui pesquisar Por Ela ou até mesmo por outros PDFs do livro, eu não conseguia ver muito bem uma.
Essa capa em específica, mas eu vi muitos outros e à medida que eu tava pesquisando sobre a produção do livro, como que ele foi produzido, é as várias edições dele também.
Eu vi que tem muitas capas diferentes, muitas versões assim que me chamou atenção também, porque, pô, é um livro basicamente, é pouco conhecido, pelo menos aqui no Brasil.
Ele é pouco estudado.
Mas lá fora ele tem um renome em si, principalmente na África e na Europa, né?
Dando um básico spoiler aí do que eu volvi a falar nesse podcast.
Mas é um livro de poucos estudos aqui, mas de grande estudo lá, que fez muita.
É movimentação no sentido de ele sempre ser lembrado, sempre ser estudado de novo por uma nova perspectiva, por um novo viés crítico.
E isso é muito interessante, que rendeu várias edições diferentes.
A edição que eu li, inclusive, é uma edição comemorativa recente do ano passado.
Então é um livro que é por mais que pouco conhecido mundialmente, ele é sempre renovado pra uma nova, é pra uma não um novo público especificamente, mas um novo sentido, por assim dizer, certo?
Tanto que eu consegui contar basicamente umas 66 versões com diferentes cores, diferentes Fontes, diferentes capas também e algumas com rostos outras desenhadas mesmos a mão.
E foi algo que eu pensei, poxa, nem parece ser o mesmo livro, né?
Que curioso assim, muito interessante como um livro, ele pode ser sempre relembrado, assim, por meio das renovações e diferentes formas que ele é.
É não reescrito, né?
Mas redesenhado e recomposto.
E aí vai.
Então é um dos pontos principais que eu achei, pô, muito massa isso.
E por mais que eu tenha dado 11 básico spoiler aqui do que que eu vou vir a falar, eu já aviso, não tenho spoiler aqui da obra.
Mas mesmo assim, se você quiser evitar saber ter conhecimento de alguns elementos internos do livro, saiba aqui, eu vou apresentar primeiro quem é o autor em si.
Quem foi que escreveu a obra?
Depois eu vou começar a falar um pouquinho sobre como essa obra foi composta, foi escrita é em que contexto esse livro foi produzido, qual edição que eu li?
Dei um spoiler básico disso, né?
Mas vamos lá, é as traduções em si do livro que existem, um resumo principal ali do que que a obra vai falando, do que que a obra vai abordar depois, os personagens importantes desse enredo que vão servir ali pra essa.
Contação de história, depois eu vou falar um pouquinho sobre artigos e adaptações da obra, depois eu vou falar um pouquinho sobre a estrutura narrativa, como que Ela Foi composta, como que o livro foi estruturado, depois vou falar um pouquinho sobre minha nota pessoal, o que que eu achei do livro, depois um dos meus pontos favoritos, como trabalhar essa obra em sala de aula, depois vou falar um pouquinho também, pra qual leitor eu recomendaria esse tipo de livro, né?
Pra qual tipo de leitor, na verdade?
Eu recomendaria essa obra e é isso.
Então, se você se sentir, é inseguro, né, em querer saber mais, ter o primeiro contato com o livro.
Assim, assim como eu tive que foi mágico, por exemplo, dizer sem saber nada sobre ele antes, né?
É recomendo parar por aqui e ler o livro.
Depois vir aqui, voltar aqui pra gente debater um pouquinho, escutar um pouquinho sobre esse podcast, sobre o que eu tenho a falar e a gente debater qualquer outro ponto.
Interessante é pra gente trocar essas figurinhas aí e ver o que que você achou, o que que eu tenho a complementar, o que que você tem a complementar também.
E assim a gente segue construindo novos diálogos, certo?
Então vamos lá.
Bom, basicamente, basicamente, Who Is the autor?
Quem é a autora, quem é ama, ata aido.
Ela é basicamente uma artista filósofa.
É poeta, dramaturgo e também professora universitária que atuou na política de Gana como secretária da educação entre os anos de 1982 AE 1983.
A Diva, basicamente era considerada uma das vozes mais importantes da literatura africana contemporânea e em seus diversos livros que ela traz diversas obras sobre essa essa discussão política e crítica.
Ela traz temas principais como colonialismo e pós colonialismo, identidade africana, racismo, educação é a própria condição das mulheres africanas e o conflito entre valores africanos e ocidentais também nas suas obras.
Temas interessantíssimos de muito é muita pertinência, ainda mais nos dias de hoje que a gente tem em tantos países sendo atacados, tantas culturas sendo massacradas, por assim dizer.
E tantas vozes sendo sendo silenciadas.
Então é muito importante a gente continuar debatendo sobre esses pontos principais e renovando esses assuntos, trazendo sobre novas óticas, novas perspectivas e novas vozes também, que vão ser de suma importância de contribuição para esse assunto.
E bom, o livro.
Ele foi produzido e publicado a primeira versão dele em 1977, sendo o primeiro romance dessa escritura ganesa.
Alma produziu o livro em um contexto de forte debate sobre o pós colonialismo africano e as novas eras de dependência do século xx, até mesmo como a própria identidade cultural e até o papel das mulheres na sociedade africana contemporânea.
Então, se a gente voltar lá atrás no passado e analisar toda essa questão de como a África foi não colonizada, né?
Mas basicamente explorada em todos os seus recursos naturais, em todos os seus.
É pontos.
A gente tem uma África hoje que é muito dependente cultural da Europa.
É região principal que a explorou e tendo vários artistas, vários autores, vários, é várias pessoas que vão perceber isso nos dias de hoje e olhar com viés crítico para isso, para perceber, pô, o que que está acontecendo?
Certo é por que que isso é está ocorrendo dessa maneira hoje em dia?
E como que podemos mudar, certo?
E a ama foi uma dessas pessoas principais que vai escrever muito sobre isso de forma muito crítica, analisando todos os pontos principais e como ela vai representar nesse livro, principalmente todos esses pontos que ela analisou, refletiu e principalmente, estudou também.
A gente tem aqui um dos os estudos, né?
Sendo um dos pontos principais pra se viver em sociedade, ainda mais com um viés crítico pra você.
Perceber o que está acontecendo, porque está acontecendo, e ter a capacidade de refletir sobre isso.
Então, a ama é uma pessoa, é realmente extremamente é estudada e que ela vai compor, por esse livro, uma das principais reflexões que eu vou trazer aqui também por meio desses temas.
Então, a edição que eu li foi a comemorativa de 2025 do ano passado, considerando que estamos em 2026.
E foi o livro da editora faber e fab.
Eu não particularmente não conheço essa editora, mas até pela própria organização do livro me chamou atenção e me interessou pra ver que outros materiais, que outros materiais eles adaptaram e o que que pode ser construtivo, também produtivo pra minha vida.
Como leitor em si, acho muito interessante.
E fica a recomendação também.
Bom, e essa edição especificamente, ela tem uma introdução muito é.
Legal uma palavra fraca para dizer o quão interessante foi isso, mas eu não quero repetir a palavra interessante aqui tantas vezes da ayesha haruna ata, que é uma grande amiga barra fã barra apreciadora da vida da ama que ela vai apresentar um pouquinho ali nessa introdução sobre a relação com a é de amiga e fã também, tanto com a obra quanto a vida da ama ata.
E infelizmente ainda não tem uma versão edição é traduzida pro português, muito menos edições brasileiras assim da obra.
E até pesquisei um pouco mais sobre isso pra ir um pouco mais além e as únicas traduções possíveis pra esse livro que ainda existem e que existem e estão é disponíveis pra venda.
É uma versão em espanhol publicada pela editora cia em 2014 e outra bem recente desse ano.
É lançada em francês pela editora rothboclick, mas é outras versões em si, portuguesas ou é em outros idiomas.
Assim é pouco conhecidos, não, realmente não tem muito difícil, pelo menos não.
A versão é oficial assim, sabe?
Então eu li pela edição em inglês mesmo da que eu comentei aqui da fabri Fabi.
Bom, nesse livro, a ama ataydola vai contar basicamente a história de cis, que é uma jovem enganesa com a oportunidade de viajar pela Europa para estudar, e durante sua estadia na Alemanha e Inglaterra, ele percebe como os africanos são vistos pela pelos europeus, o que é muito diferente da forma como os africanos idealizam o ocidente, devido a diversas questões de racismo, principalmente.
Então, a partir desse conhecer de uma nova cultura, ela passa a questionar as consequências do colonialismo e da dependência cultural que muitos países africanos ainda possuem e mantêm em relação à Europa até os dias atuais.
Então, a partir disso, principalmente, ela vai trazer uma visão singular da consciência das personagens, principalmente da protagonista cissi.
E como ela usa dessa experiência retratada para comparar as épocas diferentes da África com até mesmo com questões locais e comunitárias?
E como ela encontrou isso durante essa a sua jornada na Europa, trazendo várias reflexões até mesmo da vida é engana e das experiências na diáspora africana, ou seja, dessa dispersão de um povo por preconceito ou perseguição religiosa, política e até étnica, como diz o próprio dicionário.
Mas dentro desse contexto, é claro, a própria exploração de expulsar os africanos é marginalizar eles, pra que tenha houvesse, na verdade, a essa exploração mais agressiva em si, dos recursos materiais, recursos naturais da região ali.
E ela relaciona muito isso também com outras experiências globais.
É outras questões também políticas.
É principalmente a do que é ser uma mulher no século 20 e assim como tantas outras diferenças culturais e políticas que ela mesmo viveu ali.
Então, a partir disso, ela constrói por meio de personagens muito interessantes.
As principais personagens nessa obra são a cice, que é uma protagonista ganesa do romance que ela vai à Europa para estudar e participar.
De programas educacionais questionando o racismo, o colonialismo e a ideia do que é a Europa?
É questionando, na verdade, é isso, questionando a ideia de que a Europa seria superior África durante sua jornada.
Então ela tem todo esse viés crítico, toda essa é jornada pessoal, até mesmo de desconstruir vários fatores, de construir várias idealizações, várias utopias que ela tinha dentro de si.
E percebendo de fato como a realidade acontece e Como Ela É, então ela ganha até um apelido, né?
De que o Joy que vem basicamente desse kil, né?
Matar e Joy é brincadeira, né?
É Esperança, por assim dizer, né?
Em um determinado sentido ali.
Então que o Joy, que vem basicamente desse fato dela, desafiar o tempo todo essas opiniões, ilusões de que os outras, as outras pessoas.
Preferem não questionar.
Então é uma como se fosse uma.
É estraga prazer, por assim dizer, como se é pelo traduzindo, pelo pelos traduzindo, OPA, traduzindo pelo sentido literal da palavra.
Então vem mais ou menos desse sentido aí.
Interessante ressaltar, como o próprio livro, como a própria jornada da Cici é quase que uma autobiografia.
Do que a ama viveu em si durante essas épocas de estudo dela, em que Ela Foi pra Europa também que ela viveu tudo isso.
E ela busca retratar, por meio desse livro, todas essas vivências e tudo que ela percebeu criticamente acerca não só da Europa nem da África, mas no mundo em si, em relação a como as pessoas negras são vistas em sociedade atualmente.
Então é muito bom ressaltar como a própria cisci é um reflexo de tudo que a Ana viveu em seus, em seus anos principais de estudo e até o que hoje em dia é muitos africanos e muitas pessoas negras vivem é enquanto sociedade, enquanto relações externas também é globais e multiculturais.
Então, enfim, além disso, além da cisci.
É o livro apresenta a marygia Sommer também, que é uma jovem alemã que faz amizade com a cisci durante a estadia dela lá, e é basicamente uma personagem um pouco solitária, mas também carinhosa ali, que ela vai se apaixonar por cisci, embora ela seja casada, né?
É, tá tá num relacionamento já ali namorando e tudo mais.
E babado fortíssimo aqui, meninas, pra gente contar, mas que não, não falei que não IA ter spoiler, né?
Vou, vou ficar quieto aqui na minha.
Enfim, então é essa relação das 2.
Aborda também várias questões de afeto e sexualidade perante os limites culturais e esse confronto entre diferentes visões de mundo, entre diferentes mundos em si, né?
E isso, as diferentes perspectivas sobre esse pertencimento.
Muito interessante como a Maria vem para representar.
É todas essas questões em relação a cice também.
Depois a gente tem um personagem chamado kancle, que é um africano que mora em Londres e representa toda uma visão.
É de muitos estudantes.
Ainda tem profissionais também, tanto estudantes como profissionais que eles vão ter em preferir permanência na Europa do que voltar para o próprio país e ter um contato natural com sua própria cultura.
Ali, ele vai ser basicamente um símbolo que vai entrar em conflito com com os pensamentos da cisci.
Sobre os problemas e essas diferenças variadas.
Diferenças é culturais ali que tanto o cankl quanto a cice vão enfrentar entre si.
Depois.
Um personagem muito interessante também que vem pra contra contrastar e conflituar com esses pensamentos críticos da cice é a Sammy que ela vai representar todo um fascínio africano.
Idealizado pela da Europa, embasando toda uma postura crítica da cisci ao longo do romance, porque elas vão ter contato, principalmente ali.
É no início do livro em que a Sammy vai representar toda essa idealização da Europa, de como ela vê lá fora.
É do que ela quer, do que de como ela queria ir pra lá, de tudo que ela queria viver lá também.
E todos esses aspectos principais de tipo, poxa, lá fora deve ser melhor do que aqui.
Então, a Sammy ela vem para representar toda essa utopia que AAA cicia.
Ela vai levar como embasamento para contrastar todas essas reflexões críticas que ela vai ter ali.
É ao longo dos estudos dela, ao longo das experiências dela com todo esse preconceito, com todo esse essa criticidade que ela vai vir a ter.
Ao longo do livro, então, é muito interessante como um personagem lá no início do livro vai servir como embasamento e reflexão, né?
Para mostrar justamente esse símbolo de quase um vira latismo cultural, talvez.
Certo ponto que eu vou abordar também mais pra frente, com uma prática pedagógica interessantíssima pra se trabalhar em sala de aula aqui no Brasil.
Então, a gente tem vários desses pontos principais e personagens que vão vir a ser e representar justamente um símbolo.
Do que a Sam assisce, do que a cisce vai viver ao longo do livro ali e todas essas, esses aprendizados que ela vai vir a ter.
E reflexões críticas também, sendo criticidade.
Acho que a palavra que mais resume o livro ali é vindo de tudo isso.
Que ela venha viver ali, que é muito interessante e.
Um ponto triste que eu considerei assim é que a obra é muito pouco, é muito pouco difundida e estudada aqui no Brasil, porque nem tem muitas traduções, nem tem traduções, na verdade oficiais, é nem versões brasileiras, como eu disse.
O que dificulta também um pouco sobre achar é artigos teóricos, é de estudiosos específicos sobre esse livro em português.
Sabe então?
Muita pouca bagagem, muito pouco repertório brasileiro pra explorar sobre essas críticas e reflexões específicas que esse livro vem a trazer aqui, como uma próprio, um próprio paralelo do Brasil.
Então é muito triste não ter tantos estudos assim, não ter basicamente é nenhuma tradução também oficial do livro pra o que acaba diminuindo essa Acessibilidade ou contato também com esses.
Com esses contextos, com esses próprios autores africanos, que não é uma realidade tão distante da do Brasil.
A partir do que eu li no livro, é tendo relação até mesmo com o que eu vejo hoje em dia, como os brasileiros são tratados lá fora, nos Estados Unidos, no Canadá, é até na Europa, de certa forma.
E como dá pra criar um paralelo excelente?
De muito.
É de uma crítica assim extraordinária, fazendo esses paralelos, mas que infelizmente não tem atualmente ninguém que se atreveu, pelo menos a partir do que eu consegui achar, no caso do que eu não consegui achar, de autores que se atreviram a fazer esse estudo, fazer esse paralelo, mas que pensando eu assim, a partir do que eu li do livro e do que eu consegui estudar sobre essa obra magnífica, que seria 111.
Uma obra, um conteúdo assim, de uma excelente análise, é do do próprio ponto de vista brasileiro, mas que infelizmente não tem assim algo é, nesse sentido, de fácil acesso, pelo menos.
Então, sobre as reflexões, é, e esses artigos próprios, como eu estava falando aqui, os mais comuns é o básico, né?
Em língua inglesa e que eu.
Até utilizei de alguns pra estudar e basear nessa composição do podcast pra gente estudar aqui.
E tendo em vista todas essas análises e tudo mais, é e sobre outras obras da mesma autora.
Eu até achei outros artigos também, mas principalmente adaptações sobre esse especificamente de r sister é que o Joy.
Da ama não tem nenhum nenhuma adaptação específica assim, tanto pro cinemas quanto pro teatro.
É enfim, que tenham usado o próprio livro, essa própria obra dela como base, mas de outros livros dela.
Eu acabei achando só que desse em ser que eu vi que eu daria um ótimo conteúdo e adaptado eu não encontrei nenhuma, o que é muito triste também.
Eu não sei se é pela.
Pela própria pouca difusão aqui no Brasil, né?
Mas principalmente lá fora, tem estudos em si dela, só que não tem nenhuma adaptação em si, como tem de outras obras dela.
Ou não sei se vai vir a ter, né?
Talvez do futuro, o que eu acho particularmente muito possível de ter, só que que atualmente a gente não vê nenhuma.
É nenhuma outra obra adaptada a partir desse desse livro dela, o que é bem triste, por sinal, mas enfim.
Eu acho inclusive, que o motivo para isso ter acontecido, para isso não ter acontecido na real, né?
Que é uma adaptação assim para dar essa obra em outro formato.
Eu acho que é um pouco pela própria estrutura narrativa, algo que eu vou falar um pouco mais aqui, que é já, já, já engatando aqui para fazer essa conexão da própria estrutura narrativa do livro, que ela vai apresentar muito uma prosa.
Com poemas em versos livres para compor.
Essa narração não é totalmente durante o livro, mas uns pontos principais ali, o que eu acho que é por isso que vai dificultar um pouco possíveis adaptações para outros formatos.
Então me veio a cabeça que talvez esse seja o motivo ali.
Talvez é.
Teria que adaptar todo o texto para conseguir é compor os diálogos de uma forma um pouco mais clara assim.
Que faz sentido realmente, como talvez um teatro, um filme, uma série, talvez uma série.
Acho que é comporia melhor aí para conseguir explorar todo o livro nesse sentido.
Mas que justamente, talvez essa estrutura narrativa seja um dos pontos principais para dificultar essa essa esses novos formatos de adaptação.
Acho que esse é um dos pontos principais que me veio à cabeça de um dos motivos para.
Isso não tem acontecido, então foi uma estrutura até um pouco inovadora por si só, é comparando com os as outras obras que ela chegou a escrever, é inovador, é pouco convencional também, sendo esse um dos motivos, particularmente que eu senti um pouco de dificuldade na leitura, por isso que eu demorei até um pouco mais, é inclusive por isso, por essa acho que é mais pela estrutura, por não não tá acostumado muito bem, é pensamente com livro de poemas em si, não é muito.
A minha praia não.
Atualmente, inclusive é fazendo minha defesa que eu pretendo conhecer mais livros assim, mas com base nesse assim eu dei uma nota de 4.5 estrelas, vai 4.5 estrelas eu acho que eu entrego pra esse livro por ser um tema muito interessante.
Que tipo eu adorei que é meio que abriu minha mente assim pra outros pontos.
É do mundo em si que eu não tenho tanto contato, mas que.
É incrível ver através de um livro nesse sentido.
É novas visões de mundo.
E vindo de uma autora tão consagrada assim como eu descobri que a amaé que me fez ter esse gosto assim, sabe?
Um tendo até um nesse livro, esse excelente ponto crítico que é uma delícia de consumir.
Basicamente, eu gostei muito assim.
Acho que é mais pela estrutura que não ganha 5 estrelas no meu, no meu.
No meu ler, por assim dizer, certo?
Enfim, e com base nessa criticidade, inclusive, que o livro trás, eu acho que é uma excelente ferramenta para trabalhar essas relações culturais do campo nacional puro, Internacional, em sala de aula.
Como esse próprio conceito de viralismo cultural é, né?
Que é aquele aquela ideia de você sempre considerar o que há de fora melhor do que tem, do que aquilo que tem dentro do seu próprio país, sabe?
Então, acho que é um ponto interessantíssimo de trabalhar em sala de aula, visto que os adolescentes estão o tempo todo conectados com a internet, com as redes sociais, é com a cultura geek, até mesmo.
E eles vão sempre olhar pro para as produções internacionais e considerar que isso é muito melhor do que tem aqui próprio no Brasil, sabe?
Do que os próprios é do que o próprio cinema nacional do que os próprios autores nacionais.
Então é um é um livro, uma obra interessantíssima.
Você trabalhar esse conceito de você é parar para questionar um pouco, né?
Parar para questionar essas ideias, se elas tão certas, mas parar para consumir.
Até mesmo criar essa reflexão de conhecer o seu próprio país por outros olhares, por assim dizer.
Então eu acho uma obra excelente para trabalhar esse ponto principal de você.
É não idealizar 100% do que vem lá de fora, mas parar para refletir, parar para ter esse um pouco de pé no chão ali, de querer conhecer os 2 lados, mas sem abandonar sua suas raízes.
Acho que esse é um dos pontos principais também para se trabalhar.
E esse livro, assim como também a própria história da da cultura e construção, né?
Dessa relação entre África e Europa.
Então eu pensei talvez em construir um projeto assim, muito interessante.
Sobre esse essa história da África, né?
Com até um professor de história assim, né?
Fazer uma interdisciplinaridade ali que eu acho que ficaria muito interessante trabalhar esses 2 pontos de vista, trabalhar tanto a linguística por meio de como a estrutura, a narrativa é escrita, com essa ideia de como a África é foi colonizada, foi explorada por países europeus.
E como eles vão conversar assim, por meio de uma narrativa.
É quase ficcional, né?
Eu considero ali uma autobiografia, basicamente, mas que como isso vai ser retratado por meio da linguagem e por meio desses estudos linguísticos, é que o livro vai trazer ali.
Então, eu eu considerei uma eu considero uma interdisciplinaridade ali incrível pra se trabalhar esses 2 conceitos.
E outro ponto que me chamou atenção pra trabalhar essa questão em sala de aula ainda é justamente essas diferenças culturais que as personagens viveram.
É principalmente e perdão, principalmente a Cici e a marija, é em relação a essas diferenças culturais, mas que ali dentro desse cenário, elas encontraram um amor, por assim dizer, sabe?
É encontraram 111 quase relacionamento.
Isso me lembro.
Há vários curtas também que existem na internet sobre o romance LGBT, mas que ali, dependendo da turma, dependendo da classe etária, principalmente, daria pra trabalhar essas questões de preconceito, essas essas questões de relações interculturais, talvez até esse conceito de como fazer amizades até mesmo pela internet.
É, pode ser um ponto tanto cuidadoso, né?
Principalmente tendo em vista esse contexto tão alarmante que a gente tem hoje em dia.
Mas como é essas Barreiras entre países não são, não deveriam ser essas Barreiras de excluir pessoas, mas sim de aproximar elas por meio de diferentes culturas, diferentes visões de mundo, mas que podem se complementar também.
Então eu acho um livro, principalmente essa parte entre as 21 ponto principal para se trabalhar isso.
Então só que, né?
Com base em todo esse cuidado, assim, principalmente em como que vai abordar isso em sala de aula, como que vai abordar dependendo da escola, dependendo do contexto ali dos alunos.
Então um ponto principal ali que com certeza tem que tomar um cuidado imenso ali que torna infelizmente um pouco.
É dificultoso nesse sentido e também até mesmo pela estrutura, falando em dificuldade, a que eu senti no caso, trabalhar essa questão da estrutura em si, do livro, é sobre essas diferentes formas de compor uma narrativa, talvez trazer essa própria oficina de escrita que a gente é chegou a fazer no curso de letras da UFMS.
Mas que ensinar para esses alunos diferentes formas de escrever, diferentes métodos de escrita, e que a criatividade é uma ferramenta em si e não uma limitação para esses sentidos.
Então, apresentar o livro sobre todos esses viés, até mesmo em si, estrutural, eu acho uma forma excelente de trabalhar todos esses conceitos e todas essas essas ideias reflexivas, críticas.
É estruturalistas criativas que eu considero por causa disso tudo.
Esse livro é um prato cheio pra gente conseguir trabalhar e analisar e conseguir usar da melhor forma possível todos esses pontos, que é uma atrás do livro.
Então acho isso que eu considerei em massa assim no livro, sabe?
Tipo, é um.
É uma obra que me chamou atenção no causa da capa em si, mas que.
Pô, eu li o livro e eu vi que a capa é muito é, explora muito mais, vai muito além da capa, sabe?
Você vê a capa e pensa, pô, que que tem que que deve ter nesse livro?
E você olha o livro e fala, meu Deus, vou ter que reler de novo pra ver se eu consigo entender tudo, todos os pontos principais que ela traz ali e todos esses, essa diversidade de ideias e de assuntos que dá pra se trabalhar e se refletir através de 11 livro só.
Sabe?
Então é um dos pontos coxinha de massa, então, inclusive com base nisso, eu recomendo esse livro pra aquele leitor, principalmente, que tipo, é ultimamente assim, quer sair da sua zona de conforto, sabe?
Quer ler algo diferente?
Quer haver uma nova visão de mundo, quer haver uma nova visão cultural, assim que é, por consequência, vai estar recheada de um senso crítico assim é avassalador pra.
Para conseguir ter novas ideias, talvez conhecer o mundo de uma outra forma em si.
Então eu considero esse livro principalmente para esse tipo de leitor que quer sair do sublema de conforto, quer ler algo diferente e até mesmo por causa da língua, né?
Do idioma é que é treinar a língua inglês.
Eu consegui treinar o inglês very well.
Rally é por meio de um livro totalmente inglês e particularmente.
Fazendo esse outro viés de curiosidade assim, né?
Que você tem esse contato direto com outro idioma é o que você é.
O que mais vai te te evoluir naquele próprio idioma.
Então, por exemplo, eu desde sempre estudei a língua inglesa desde criança, assim, desde pequena.
E eu só fui começar a ter um contato quase que fluente do idioma.
A partir do momento que eu entrei na faculdade de letras em português e inglês e comecei a ler obras, é ler livros em si, é totalmente em inglês.
Então isso foi um dos pontos principais que mais me fez evoluir assim na língua, ter um contato direto com o idioma é, por mais que seja muito difícil no início assim, né?
De você, tipo tentar é entender realmente o que aquela palavra significa, o que aquele conceito tá dizendo, que aquele autor tá dizendo na real.
E você tem que ler basicamente com o dicionário, com o tradutor ali do lado o tempo todo pra conseguir entender.
Então, torna a leitura um pouco mais dificultosa.
Mas depois que você pega o jeito, você vai entendendo pelo contexto, pelo cenário, pelas frases em si e vai ficando algo muito mais natural, por assim dizer.
Eu até comecei a escutar mais músicas em inglês e consegui realmente entender o que aquele artista tá me falando por meio daquele idioma que não é tão.
Estranho assim, considerando aqui no Brasil o que o inglês ainda é uma língua de muito prestígio nacional, então não é algo que dá para fugir em si, mas que por meio desse contato direto com a língua que eu consegui evoluir, praticamente, sabe?
Até séries em si, filmes, eu tô conseguindo assistir tranquilamente em inglês com a legenda em inglês e conseguir entender tudo na medida do possível, sabe?
Para conseguir entender o que que aquela obra tá me falando.
Então é principalmente por meio desse contato, é direto com a língua que você vai conseguir, é se manter, é evoluindo da melhor forma possível.
Sabe o que me abriu margem até de portas novas até pra outros idiomas, sabe?
Então se eu quero aprender um novo idioma, eu vou estudar a gramática dele, vou estudar a forma como aquela língua é, se mantém viva.
Mas principalmente, vou me jogar em livros, vou me jogar em filmes, vou me jogar em podcast exata mesmo.
De é de autores dessa, desse idioma específico, dessa língua, pra eu conseguir evoluir cada vez mais nela, sabe?
Então um dos pontos assim incríveis pra se trabalhar esse livro e esse tipo, se você quer realmente pra você como leitor, quer realmente evoluindo em inglês ou aprender o inglês, é por um novo ponto crítico, por um novo ponto cultural, pra nova visão cultural.
Recomendo esse livro, principalmente se você tem esse interesse ultimamente, sabe?
Então aqui fica um pouco das minhas reflexões sobre esse livro.
Tudo que eu consegui aprender, tudo que eu consegui estudar a partir de é de de novos artigos, novos vídeos também, que eu fui atrás desse livro.
Que que é que como é que é?
Fala que pasmem, lembrei, pasmem, é só tem nenhuma inglesa também, então.
Meus últimos meses, minhas últimas semanas principalmente, foram só consumir inglês e inglês ali na veia para conseguir estudar esse livro e trazer esse podcast aqui para vocês como parte da minha disciplina, avaliativa dessa matéria do professor Elton.
Então, com base nas minhas Fontes, como eu falei, de certa forma, eu estudei, obviamente o livro da ama, a Tide our sister.
Que o Joy ou reflections from a black Eyed screent esse livro, né?
De de de London, da fabere faber.
Como eu falei dessa edição de 2025 com 192 páginas, então bem tranquilo de ler ali se você está buscando também um livro curto, assim por assim dizer.
Outro ponto que eu esse dei também foi um artigo do taric chá.
É que o do título dele é day illusion of concent agen Money and resistence in amata I Do over sister kil Joy.
Muito interessante também os pontos que ele traz aqui, que eu é mastiguei um pouquinho aqui é sobre com base nesse podcast, durante esse podcast e um vídeo que eu tomei de de apoio assim também que ele traz um pouco mais sobre essa questão.
Toda da diáspora africana e de como a atado vai trazer é essas ideias todas, esse contexto histórico também no livro.
Foi do vídeo our sister que o Joe baian mata heidow best African de aspora novel do hancooter runbling do disponível no YouTube.
Muito interessante também.
Então aqui fica minhas considerações finais sobre o livro, sobre essa autora incrível.
Que eu amei ter conhecido e que eu com certeza vou tentar trabalhar com isso em sala de aula mais no futuro.
E aqui fica umas reflexões.
Então, se você leu o livro também, se você leu o livro e depois veio assistir o é ouvir o podcast na verdade, né?
E quer trocar figurinhas?
Aí eu me coloco à disposição também pra gente debater um pouco mais sobre esse assunto, sobre essa autora incrível, sobre a vida dela, que é muito interessante também, sobre tudo que ela viveu, tudo que ela conquistou.
E todo sobre essa obra, ou sobre outras obras também, que ela chegou a vir a escrever e que ela vai escrever no futuro também.
Ela tá viva, segue na ativa, segue revolucionando o mundo da melhor forma possível.
Então me coloco à disposição assim pra gente trocar figurinhas e conversar mais sobre isso, certo?
Então aqui fica minhas considerações finais, muito obrigado pra você que escutou até aqui, me me disponibilizo pra qualquer dúvidas.
Qual que é?
É complemento que venha a trazer a parte desse podcast e muito obrigado pra você que estudou até aqui e até a próxima.
Esse foi os Strange kest ou o podcast mais estranho do cara mais esquisito que você conhece.
Podcast Summary
Key Points:
A obra escolhida foi "All Se Are Sister" (que significa "matador de esperança") de Ama Ata Aidoo, selecionada pela capa e pelo título intrigante.
O livro tem cerca de 170 páginas e foi lido em PDF por questões de acessibilidade, já que não há tradução oficial para o português.
A autora é uma escritora ganense importante, que aborda colonialismo, pós-colonialismo, identidade africana, racismo e o papel das mulheres.
O romance, publicado em 1977, conta a história de Sissie, uma jovem ganense que estuda na Europa e questiona o racismo e a dependência cultural da África.
Personagens-chave incluem Sissie (protagonista crítica), Marija (amiga alemã), Kankle (africano que prefere ficar na Europa) e Sammy (que idealiza o Ocidente).
A obra é pouco estudada no Brasil, mas tem várias edições internacionais, incluindo uma comemorativa de 2025.
Summary:
O podcast apresenta uma análise do romance "All Se Are Sister" (que significa "matador de esperança") de Ama Ata Aidoo, escolhido pela capa e pelo título. A autora, uma importante voz da literatura africana contemporânea, escreveu a obra em 1977, em um contexto de debates pós-coloniais sobre identidade, racismo e dependência cultural. A história segue Sissie, uma jovem ganense que viaja para a Europa para estudar e, ao enfrentar o racismo, questiona as ilusões sobre o Ocidente e as consequências do colonialismo.
Personagens como Marija, Kankle e Sammy representam diferentes visões sobre pertencimento e idealização. O livro, com cerca de 170 páginas, foi lido em PDF por falta de acessibilidade e traduções oficiais para o português, o que dificulta seu estudo no Brasil. Apesar disso, possui múltiplas edições internacionais, incluindo uma comemorativa de 2025.
A obra é comparável à realidade brasileira, especialmente na forma como os brasileiros são tratados no exterior, mas carece de análises críticas em português. O podcast destaca a importância de debater temas como colonialismo e identidade, recomendando o livro para leitores interessados em reflexões críticas sobre cultura e sociedade.
FAQs
Kauane escolheu o livro principalmente por causa da capa, título e design, em um momento de urgência e falta de tempo, reconhecendo que 'julgou o livro pela capa'.
Não, a obra ainda não possui tradução oficial para o português ou edições brasileiras. As únicas traduções disponíveis são em espanhol (editora Cía, 2014) e francês (editora Rothboclick, 2025).
Sissie é uma jovem ganesa que viaja para a Europa para estudar e questiona o racismo e o colonialismo. O apelido 'Killjoy' significa 'estraga-prazeres', pois ela desafia ilusões e opiniões que outros preferem não questionar.
Os temas incluem colonialismo, pós-colonialismo, identidade africana, racismo, educação, a condição das mulheres africanas e o conflito entre valores africanos e ocidentais.
Kauane destaca a falta de traduções oficiais para o português e a escassez de artigos teóricos em português, o que dificulta a acessibilidade e a criação de paralelos com a realidade brasileira.
A estrutura incluiu introdução sobre a autora, contexto de produção, personagens, artigos e adaptações (inexistentes), estrutura narrativa, nota pessoal, sugestões pedagógicas e recomendações de leitores, com ênfase na criticidade.
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