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S. BONIFÁCIO | SEX | 5 JUN 26 | Mc 12,35-37

18m 35s

S. BONIFÁCIO | SEX | 5 JUN 26 | Mc 12,35-37

O programa inicia com alegria, anunciando a Festa Junina na Paróquia Auxiliadora de Londrina e saudando aniversariantes. Na catequese bíblica, explica-se a Lei do Levirato: se um irmão morre sem filhos, o cunhado deve casar com a viúva para gerar um herdeiro que perpetue o nome e evite a perda de bens da família. As histórias de Tamar e Rute ilustram essa prática, que também aparece em culturas vizinhas, mas o Antigo Testamento a fundamenta na preservação da descendência e do patrimônio. O Evangelho de Marcos mostra Jesus questionando a visão limitada do Messias como mero filho de Davi; ele é Senhor, mas veio como servo, não como guerreiro. Jesus critica as falsas esperanças de poder e convida a esperar um Deus que salva pelo amor e serviço, não pela força. A reflexão sobre São Bonifácio destaca sua coragem: monge que deixou a Inglaterra para evangelizar a Germânia, derrubou um carvalho pagão, fundou mosteiros e morreu mártir, mostrando que a fé exige entrega total. O programa encerra com oração e bênção, reforçando o convite para a festa junina.

Transcription

2075 Words, 12175 Characters

Portuguese
[Música] Evangélio do Dia, com o padre, ele aberto morçato. Se esta feira, 5 de junho de 2026, sejam todos muito bem-vindos a mais um dia do nosso programa Evangélio do Dia. Lembrando que hoje aqui na paróquia nossa senhora auxiliadora de Londrina, começa a nossa tão esperada festa junina, o arraio ao da auxiliadora. A partir das 19 horas, com muita alegria, comidas típicas, música e aquele clima bonito de comunidade. E você, claro, é o nosso convidado especial. E quem oferece esse programa para o seu grupo BTC presente em mais de 50 países. Soluções que conectam o mundo. Também as gerais, viagens e eventos, e São Paulo capital, mais de 25 anos na logística de shows e eventos. E a GSG imagens ultração com precisão e cuidado com a doutora Gislinigola, nossa paroquiana que da auxiliadora. É só acessar GSGimagens.com.br e a outro let's center camber o melhor da moda na rodovia Melpeixoto Pertinho aqui de Londrina. Quero também complementar com muito carinho aqueles que fazem aniversário hoje. O Glaison de João Envílio e Santa Catarina, a Renata Fabiola diretamente da Belga. Olha só a presença internacional acompanhando o nosso programa. Também é pequena bruna de Oliveira Barbosa que está completando hoje seis aninhos. Parabéns e o bruna, que Deus abençoe muito a sua vida. Também o inácio do Amaral Rebelato de Francisco Beltrão aqui do Paraná, completando três aninhos. Parabéns por inácio e também para a família, por receber tão grande presente. E o bruno, comer Barbosa de Junde aí, São Paulo, a todos os nossos aniversariantes, os nossos parabéns, a nossa estima e principalmente a nossa aoração. Que Deus conceda muita paz e proteção na vida de vocês. E agora sim, vamos para em Cyclopédia Bíblica de hoje. Vamos lá? E hoje nós vamos solar sobre a lei do Levi Rato, inclusive, era um evangelho de dois domínios, dois dias anteriores aliás, né? De Quarta-feira. Escuta o nosso podcast de Quarta-feira. Bom, conforme a lei do Deuteronomio, capítulo 25 versículos de 5 a 10, sermãos, viver sem juntos e um deles morre sem descendência, o sobrevivente deve esposar a Viúva. O primogênito dessa união é legalmente considerado filho do falecido. O cunhado pode recusar a obrigação perante os anciãos da cidade, mas sofre a de Zonra Pública. A Viúva retira ali a sandália e coste pence o rosto, porque ele não edificou a casa do seu irmão. O termo Levi Rato, teriva do latim, Levi, tradução do Ebraic, cuia bã, cuinhado. No antigo testamento, as histórias de Tamari Ruti ilustram essa prática embora defiram da legislação deuteronomica. Então ali temos a história de Tamar, gênis 38, neste relato, apresentam Levi Rato mais rígido que o de Deuteronomio, onde o dever recáis sucessivamente sobre todos os irmãos sobreviventes. O primeiro de ajudar, er, conforme descrito, morre sem deixar filhos. Seu irmão ou não, recusando-se a gerar um herdeiro que não fosse legalmente seu, é morto por java. Jutar ao evitar que seu último filho, sei lá, desposa a ser viúva, leva a Tamar a unir-se a ele por astúcia. Bom, a união de Tamar com o Sogro pode refletir um costume antigo, comum outros povos, em que o Sogro assumia a responsabilidade, da ausência de outros filhos, embora o relato, enfatizo desejo de Tamar, em preservar a linhagem do marido. E temos também a história de Rute, né, que está todo lá no livro. A história de Rute combina o Levi Rato com o dever de resgate, né, do Guel. Ele parente resgatador. Como Rute não possuía cuinhados, a lei do deuteronomio não se aplicava diretamente a ela. A necessidade de um parente próximo desposala indica um contexto onde o Levi Rato era uma responsabilidade do clã, e não apenas da família. O objetivo permanece o mesmo, perpetuar o nome e a casa do falecido, sendo filho nascido, considerado o herdeiro do morto. É e temos alguns paralelos culturais, né, o Levi Rato possuía paralelos em culturas vizinhas. Por exemplo, as leis acírias, equiparam o noivado ao casamento consumado. As leis ititas também abordam esta prática e outras religiões também. O costume é testado entre os urritas de Nuzu, em Alã e em Também Ogarit. E também está osente aqui, o código de Ramurabe, que traz um pouquinho só desse assunto, mas não com tanta profundidade. Bom, o antigo testamento oferece uma explicação própria, né, e suficiente. E a perpetuação da descendência masculina e do nome da família, esse era a motivação. E também ali demonstra importância dos laços de sangue, né, que é central para a estrutura social da época. E também claro, tinha uma motivação econômica, evitar a transferência de bens. Isso é evidente pela condição de que os irmãos iviam juntos. Deuteronóme 25, pela conexão entre o direito de resgate da Terra e o casamento com a viúba, né, no caso ali de Rute. Essa preocupação com a preservação do patrimônio familiar também fundamenta a legislação do Jubileu. Como o também trata o capítulo 25 de Levítico e além sobre as viras e ideias, número 30 e 6. E é isso aí, semana que vem, tem mais? O evangelho de hoje, Jesus faz uma alerta forte sobre aqueles que ensinam a palavra de Deus. Desta vez, ele não critica apenas a incoerência das atitudes, mas também interpretações equivocadas à esperança misiânica. Um convite para repletimos. Estamos realmente ouvindo e vivendo a verdade que vem de Deus. Pelo sinal da Santa Cruz livra em nos Deus nosso Senhor dos nossos inimigos. Senhor Jesus, tu é o filho de Deus, o messias prometido e o nosso Salvador. Ajuda-nos a reconhecer a tua presença em nossa vida e a escutar a tua palavra com humildade e fé. Aprenda-nos do orgulho e da dureza do coração para que jamais usemos a tua palavra para confundir, mas sempre para amar, servir e aproximar as pessoas de ti. Fica conosco neste dia e fortalece a nossa esperança. Amém? Marcos, capítulo 12 e versículos de 35 a 37. O Senhor esteja convozco, ele está no meio de nós, proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. Guloria Vós, Senhor. Naquele tempo, Jesus ensinava no templo dizendo, como é que os mestres da lei dizem que o messias é filho de Davi? O próprio Davi, movido pelo Espírito Santo, falou, "Diço, Senhor, ao meu Senhor, senta-te a minha direita até que oponha seus inimigos debaixo dos seus pés. Portanto, o próprio Davi está a uma messias de Senhor, como é que ele pode então ser seu filho e uma grande multitão, o escutava com prazer, palavra da salvação. Guloria Vós, Senhor." Do Evangelho de hoje Jesus entra no templo de Jerusalém e faz uma pergunta que a primeira vista parece simples, mas que a bala toda maneira como povo entendi a humescias. Os doutores da lei ensinavam que humescia seria filho de Davi, e isso significava muito para o povo Judeu. Davi havia sido grande Rei de Israel, forte vencedor respeitado, não tem bem que o povo sofria com a ocupação humana, muitos sonhavam com o novo Davi, um rei poderoso que pesaria os inimigos, restauraria o trono de Israel e devolveria o orgulho da nação. Por isso no domingo de ramos o povo gritava "bendito o reino que vem, o reino de Davi". Mas Jesus surpreende, me licito salmo 110, disse o Senhor ao meu Senhor, senta-te a minha direita, então pergunta se Davi chamam humescias de Senhor como ele pode ser apenas seu filho. Jesus não está negando que humescias venha da descendência de Davi. Ele está dizendo algo muito mais profundo. Humescias não veio para dominar pela força, mas para salvar pelo amor. Naquele tempo existiam muitos grupos religiosos em Israel, para izeus, sados seus elotes e senhos, cada um esperava humescias diferente. Os queriam rei guerreiro, outros esperavam sacerdote santo, alguns acreditavam que Deus interviria sozinho sem nenhuma seias e havia até quem achasse que nada precisaria mudar. Mas os pobres de Jovem, os Anahuin, tinham outra esperança, eles esperavam o servo de Deus, um mecia-zo-miude, alguém que estivesse ao lado dos pequenos, dos doentes, dos esquecidos, e foi exatamente assim que Jesus veio. Ele não entrou em Jerusalém montado num cavalo de guerra, mas num jumentinho. Não levantou espada contra a Roma, não de construir o palácio, lavou os peços e cípulos, tocou os deprosos, chorou com os que sofriam e venceu não matando os inimigos, mas entregando a própria vida na cruz. A reso reição iluminou tudo isso. Depois da pazcos de cípulos entenderam todas as promessas do antigo testamento, apontam para Jesus. O verdadeiro mecia não era o homem do poder, mas o Senhor que se fez servo. E talvez hoje Jesus faça a nossa mesma pergunta, "que mecia, estamos esperando?" Muitas vezes nós queremos um Deus que resolva tudo pela força, que elimine nossos problemas imediatamente que destrua os nossos inimigos, mas Jesus continua vindo mil de silencioso, próximo dos pequenos e feridos. O reino de Deus não cresce pela violência, cresce no amor, cresce no serviço, cresce quando alguém perdoa, quando alguém reparte o pão, quando alguém permanece e fiel mesmo nador. O povo gostava de ouvir Jesus, porque ele desmontava falsas esperanças e abria a coração para verdade. E a verdade é esta. O Cristo não veio para dominar o mundo, ele veio para salvar o coração humano. E hoje a igreja nos convida a refletir sobre um santo que atravessou florestas, enfrentou perigos e dedicou sua vida inteira para não se age Jesus. O nome dele era bom e fácil, conhecido como "o apóstolo da Alemanha". Mas o curioso é que esse não é o nome verdadeiro dele, ele nasceu na Ingraterra, com o nome de Vimfrito, numa família rica importante, olha só. Desde muito jovem ele sentiu no coração desejo de ser monje. O pai não gostou nada da ideia, queria outro futuro para o filho, mas Vimfrito escolheu seguir a voz de Deus. Entrou então para os mosteiros beneditinos, estudou muito, tornou-se professores, sacerdote, até escreveu uma gramática de latim, algo raríssimo naquela época, mas Deus queria muito mais dele. Entrou e deixou o conforto do mosteiro e partiu como missionário para evangelizar polvos que ainda não conheciam Cristo. Foi até Homem contra o Papa Gregorio II e ele recebeu um novo nome, "Gone fácil", e foi enviado para a Germânia, atual Alemanha. Aqueles tempos muitos polvos ainda adoravam Deus espagamos, um dos episódios mais marcantes da vida de São Bonifácio, aconteceu quando ele derrubou um enorme carvalho considerado sagrado para os Deus-Tor. O povo acreditaram que ninguém podia tocar naquela árvore sem ser castigado pelos deuses. Bonifácio derrubou o carvalho e nada aconteceu. Aquilo abalou profundamente aquelas pessoas, no lugar da árvore, ele construiu uma pequena capela dedicada de Jesus Cristo. Foi um sinal forte o evangelho vinha para libertar do medo e abrir caminhos de esperança. São Bonifácio fundou de ossezes, mosteiros, formou sacerdotes e ajudou a organizar a igreja em muitos lugares da Europa. Mas mesmo já idoso nunca perdeu desejo de evangelizar e foi justamente anunciando o evangelho que ele morreu. aos 80 anos voltou a região da frízia para batizar novos cristãos, mas em vez das pessoas que ele esperava encontrar apareceu um grupo armado de pagãos. Bonifácio e seus companheiros foram assassinados a limízo, era uma emboscada, né? Morreu como viveu, anunciando Jesus. A história de São Bonifácio nos lembra que a febre da delis e de coragem. Pra deixar segurança, enfrentar incompreensões e permanecer fiel até o fim, porque quem entrega vida por Cristo nunca morre em vão. Jamais, rezemos. Senhor, nosso Deus, nós te agradecemos pelo testemunho de São Bonifácio, que dedicou sua vida inteira ao anúncio do evangelho. Tainos também coragem para viver a nossa fé como amor, como humildade, perseverança, que nunca tenhamos medo de falar de ti e de testemunhar o teu amor ao mundo. Abençou a nossas famílias, protejos, missionários e fortalece todos aqueles que anunciam a tua palavra, amém? Por interceção de São Bonifácio, de esta benção de Deus Todo-Poderoso, pai e filho, Espírito Santo, amém? E se você conhece alguém que mora na Alemanha, envia para ele o podcast de hoje, tá bom? Que Deus abençou em muita sua vida, sua casa, sua família. E, lembrando que, reforçando com o vídeo, hoje, a partir das 19 horas, começa o Arraial da Ociliadora, aqui na paró, que é o Ciliadora de Londrina. Um grandíssimo abraço para você e até amanhã.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O programa inicia com saudações e informações sobre a Festa Junina (Arraial da Auxiliadora) na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Londrina, a partir das 19h, com comidas típicas e música.
  2. São mencionados patrocinadores e aniversariantes do dia, incluindo crianças e adultos de diversas localidades, com votos de bênçãos.
  3. A catequese bíblica explica a Lei do Levirato (Deuteronômio 25,5-10), que obriga o cunhado a casar com a viúva do irmão falecido para perpetuar a descendência e preservar o patrimônio familiar.
  4. Exemplos bíblicos ilustram a prática
  5. Paralelos culturais são citados, como leis acírias, hititas e o Código de Hamurabi, mas o Antigo Testamento justifica a prática pela perpetuação do nome e herança familiar.
  6. O Evangelho do dia (Marcos 12,35-37) questiona a visão messiânica
  7. A reflexão critica falsas esperanças de um messias guerreiro e convida a esperar um Deus servidor, próximo dos pequenos e feridos.
  8. A vida de São Bonifácio (apóstolo da Alemanha) é narrada
  9. O programa encerra com oração, bênção e convite para a festa junina.

Summary:

O programa inicia com alegria, anunciando a Festa Junina na Paróquia Auxiliadora de Londrina e saudando aniversariantes. Na catequese bíblica, explica-se a Lei do Levirato: se um irmão morre sem filhos, o cunhado deve casar com a viúva para gerar um herdeiro que perpetue o nome e evite a perda de bens da família. As histórias de Tamar e Rute ilustram essa prática, que também aparece em culturas vizinhas, mas o Antigo Testamento a fundamenta na preservação da descendência e do patrimônio.

O Evangelho de Marcos mostra Jesus questionando a visão limitada do Messias como mero filho de Davi; ele é Senhor, mas veio como servo, não como guerreiro. Jesus critica as falsas esperanças de poder e convida a esperar um Deus que salva pelo amor e serviço, não pela força. A reflexão sobre São Bonifácio destaca sua coragem: monge que deixou a Inglaterra para evangelizar a Germânia, derrubou um carvalho pagão, fundou mosteiros e morreu mártir, mostrando que a fé exige entrega total.

O programa encerra com oração e bênção, reforçando o convite para a festa junina.

FAQs

É uma prática do Antigo Testamento, descrita em Deuteronômio 25:5-10, onde se um homem morre sem descendência, seu irmão deve se casar com a viúva para perpetuar o nome do falecido.

Jesus questiona como o Messias pode ser chamado de 'Senhor' por Davi, mostrando que Ele não é apenas um descendente humano, mas o próprio Senhor que veio para salvar pelo amor, não pela força.

São Bonifácio, originalmente chamado Vinfrido, foi um monge beneditino inglês que evangelizou a Germânia, derrubou o Carvalho de Thor e fundou mosteiros, sendo conhecido como o 'Apóstolo da Alemanha'.

Jesus criticava interpretações equivocadas e a incoerência deles, que ensinavam sobre o Messias como um rei guerreiro, enquanto Ele veio como servo humilde e salvador.

São Bonifácio derrubou um carvalho sagrado para os pagãos, mostrando que os deuses não o castigaram, e no local construiu uma capela dedicada a Cristo, libertando o povo do medo.

Em Rute, a prática do Levirato se combina com o dever de resgate do parente próximo (Goel), onde Boaz se casa com Rute para perpetuar o nome do falecido e preservar a herança.

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