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RW Eleições | Flávio aposta em alianças e Lula mira redes sociais e abstenções

from Política se Discute?

35m 44s

RW Eleições | Flávio aposta em alianças e Lula mira redes sociais e abstenções

O segundo turno das eleições presidenciais entre Lula e Flávio Bolsonaro marca um momento crítico na política brasileira, marcado por intensa polarização e uma profunda divisão social. A campanha de Lula busca reduzir a vantagem de Bolsonaro ao focar em eleitores indecisos ou que votaram no primeiro turno sem convicção, utilizando estratégias de retenção e conversão de votos. Apesar do forte apelo ideológico de Bolsonaro, a análise mostra que o voto não se move necessariamente com base na ideologia, como demonstra o exemplo de 2022, onde candidatos próximos ideologicamente ao Bolsonaro não conseguiram ampliar sua vantagem. A abstensão, com mais de 33 milhões de eleitores não votando em 2016, representa um espaço estratégico potencial para o Lula. Além disso, o foco em campanhas digitais, especialmente com conteúdo acessível e direto nas redes sociais, como os vídeos com formato de selfie, é uma nova forma de engajamento, com apoio de influenciadores jovens como Ana Marisa. O desafio econômico comum entre os dois candidatos — alta dívida, juros e carga tributária — é central, mas suas propostas divergem: Bolsonaro defende uma redução do Estado e privatizações, enquanto Lula prioriza equilíbrio fiscal com políticas sociais e de desenvolvimento industrial. O contexto histórico, com o segundo turno sendo instituído em 1989, reforça a importância desse momento como uma virada política. Assim, a vitória será definida não apenas pela força ideológica, mas pela capacidade de mobilizar eleitores, especialmente os não comprometidos, e de transformar a narrativa política em uma mudança real para o futuro do país.

Transcription

5439 Words, 31285 Characters

Portuguese
- Oi, Norba. - Pala, tudo bem? Certo, vamos pegar uns minutinhos para explicar o segundo turno da corrida eleitoral. Só por agora, né? Eu sou Ana Paula Costa e esse é o RWA Leições, o podcast da Rádio Web, que aborda os principais assuntos do Play To Eleitoral. Eu estou na Uberco Notar em toda semana, nós temos um encontro marcado para te manter acolisados sobre os acontecimentos da semana. E o segundo turno é a hora da própria 2009, é a hora da gente mostrar a verdadeira fotografia do Brasil que hoje e o Brasil que a gente quer. Para a gente mudar a construção, para a gente redemou, gratizar esse país, para as instituições de voltar e respeitar com a construção. Mas sim, é muito triste que um país vote num cara completamente desqualificado, covarde, burro, como flávio. Isso é sintoma também que o país está no seu pior momento, politicamente, né? O cara que é a única função desse filho no outro cara que também não era muito inteligente. Estamos de volta à Norba e como previsto, as eleições avançaram para o segundo turno. No próximo dia 25, vamos elegir não apenas o presidente, mas também os governadores de sete estados. Pois era, e foi um primeiro turno apertado, como já era previsto, o surpresa foi tratando flávio Bolsonaro do PL, a frente de Lula, pro dois pontos, percentuais, será que aquela máxima que diz que o segundo turno é uma nova eleição vai se explicar? Esse é um dos arrumpti que a gente vai tratar agora com o nosso reporte de Bruno Junta? Fala, Bruno, tudo bem? Fala, "Norba, Ana", a audiência da redada de eleições para aceitar aqui com vocês mais uma vez. Obreira, o que, para muitos, foi uma surpresa ou já esperavam, mas agora o que pega é a estratégia, tanto de um lado, um e de outro. Quais são as estratégias da campanha de favogotada para se manter à frente e tentar ganhar essa eleição? Ou no presente Lula, o presente Lula, da campanha de presente Lula, para reverter isso. Eu sei que você já deu uma pura vez durante semana, todos os reportagens para a gente é ádio, é para as rádios que são parceiras da gente é ádio, por favor, traga pra nós. Então, "Norba", bom, a gente tem as duas candidaturas em situações bem diferentes, né? O Senador Flávio Bolsonaro venceu o primeiro turno, teve aí mais de 2.200 mil votos a mais do que o atual presidente Lula do PT, então está na vantagem, é claro que favorito nesse momento para vencer eles são no segundo turno, é o Flávio Bolsonaro, o Lula precisa tirar votos de algum lugar e a melhor estratégia, idealmente pensando para a candidatura do atual presidente, seria tirar votos do próprio Flávio Bolsonaro, porque você consegue multiplicar velocidade, de minuir essa distância por 2, que enquanto você ganha um voto, você tira outro também do seu adversário. É claro que isso é muito difícil no Brasil polarizado, que a gente vive hoje, né? É muito difícil de alguém que votou no Flávio Bolsonaro no primeiro turno, votar no segundo turno, mas também não é impossível, porque as campanhas analisam, né, e essas informações cheidam a nós jornalistas, que uma parte razoável, relativa aí da votação de cada um dos dois candidatos, não é de eleitores totalmente fidelizados, agora a gente vive esse momento em que há uma identificação muito profunda com o campo político, com uma identidade cultural, não só política, existe uma parte do eleitorado que não é completamente fável Bolsonaro ou completamente Lula, e esse é um perfil de eleitor que o Lula pode mirar, alguém que votou em Flávio Bolsonaro no primeiro turno talvez sem muitas convicções e que possa ser convencido por algum motivo a mudar seu voto, o Lula tem que encontrar esses motivos, então esse é um ponto, além disso tem uma situação que parece um pouco contraditória, mas eu quero trazer um exemplo de 2022 que torna ela menos contraditória, que é o seguinte, além de Lula e Flávio Bolsonaro, a gente teve aí cerca de 2% de votos para relançarmos do missão, também 2% para o canal do Caíado do PSD, e também os mesmos 2% para algo que o cura do avante, além disso o romeusema do novo teve aí cerca de 0,2, 0,3%, uma quantidade menos expressiva, mas somando esses quatro candidatos que tentaram representar essa terceira vi, a gente tem cerca de 8 a 9 milhões de votos com outros candidatos. Nessa semana, desde o primeiro turno, a gente já teve o anúncio do Caíado e do Zema, portanto, vão pensar em cerca de quase 3% de votos, apoiando o Fáculo Bolsonaro no julho, renonçando-se curi que tem ali mais 6 a 7, 4 a 5%, não declarar uma apoiada em um dos candidatos, esse eliturado pode distribuir mais, como o próprio Lula já disse, e com isso concordo, o voto não é de ninguém, o voto é do eleitor, então não é porque o candidato disse que vai apoiar outro candidato que necessariamente o eleitor e eleitora vão seguir esse caminho. Agora, o que eu quero trazer para vocês debaterem, Norbiana, é um exemplo de 2022, o que quando você olha para esses candidatos que eu citei são 8 milhões de votos, sendo que o Lula precisa tirar uma diferença de 2 milhões e 200 mil votos que ele teve, a menos que o Fáculo Bolsonaro. Esses candidatos todos estão mais próximos ideologicamente do Fáculo Bolsonaro do que do Lula, mas olha que curioso, em 2022, no primeiro túnel além do Lula e do Jair Bolsonaro, a gente teve o Ciro Gomes e a Simone Tabet, e eles também reuniram entre si cerca de 8 milhões de votos, mas ou menos a mesma quantidade que a gente teve, nos candidatos que eu citei, e tanto o Ciro quanto o Tabet, sobretudo naquela época, estavam muito mais próximos ideologicamente do Lula do que do Jair Bolsonaro, isso não impediu que o Jair Bolsonaro, que teve 6 milhões de votos a menos que o Lula do primeiro túnel, diminuiça essa diferença em 4 milhões de votos, a diferença ficou em 2 milhões de votos, ou seja, não é necessariamente ideologicamente que esse voto se transporta, e se vocês me permitem só acrescentar mais um ponto, eu quero trazer a questão das abstensões que é muito importante, que aí sim, em termos de votos, é um campo em que o acompanha do Lula, olhando com mais esperança, e a gente teve neste primeiro túnel de 2016, 33 milhões, eu vou até pegar o número exato aqui, 33 milhões e 400 mil votos, perdão, 33 milhões e 400 mil brasileiros e brasileiras que deixaram de votar, a abstensão que foi de 21% a maior desde 1998, em 2022 no primeiro túnel, a abstensão foi um pouquinho menor, foi de 32 milhões e 700 mil, e no segundo túnel, naquela época também houve campanha para diminuir a abstensão, diminuiu em, não sei se você possa dizer assim, apenas 500 mil votos, 500 mil eleitores que foram votar, a abstensão foi de 500 mil, eleitores a menos, portanto 500 mil, não votaram no primeiro túnel, votaram no segundo, como a gente está falando de uma diferença muito pequena, isso faz diferença, se meio milhão de pessoas forne para a candidatura do Lula, pura a abstensão é claro que é difícil de conquistar tudo isso, não é inexpressivo, considerando de onde podem ver esses votos de outros lugares, em resumo é difícil, é bem difícil, fazendo Bolsonaro tá na frente, mas a candidatura do Lula agora vai focar nessas possibilidades e embora nunca na história deste país, desde a redemocratização, e mesmo antes, nunca um candidato que vem seu primeiro túnel, não vem seu segundo, até 2022 também não é um presidente que era candidato, deixou de ser reeleje, e já ir Bolsonaro não se reelegeu, e a questão é ou do Lula se apega ao fato de que imediatismos podem acontecer ou ele possui um segundo presidente a não ser reeleje, assim como já ir no Bolsonaro, ébrem você falou do Curie e do Renan Santos, o Curie realmente não falou nem que sim nem que não, né, não declarou o apoio dos dois, o Renan também não, mas ele criticou muito fortemente o Flávio Bolsonaro, nas redes sociais em uma entrevista coletiva, ele foi muito duro com o Flávio Bolsonaro, diz que jamais ultaria nele, ele jamais apoiaria, enfim, então pode ser que uma parte do eleitorado do Renan possa migrar, uma parte menos ideológica, né, possa migrar pro Lula também, e a gente tem também uma questão dessa dignitismo, que em minas gerais até hoje, todos os candidatos que venceram no primeiro túnel, em minas gerais, vencem a eleição, nunca aconteceu do segundo colocado, vencem a eleição presidencial, e aí eu queria ter contigo, já amarrando isso, com as redes sociais, que o PT está muito forte agora tentando aí para as redes sociais, a gente sabe que é direita, é extrema direita, surfam muito bem nas redes sociais, e o PT, a campanha do Lula está tentando aí engajar isso para para pegar as redes sociais, e aí eu queria que você falasse da Anelisa, que é justamente uma menina de 21 anos, menina que é muito nova, mas ela é uma influenciadora, eu sigo ela, inclusive faz muito tempo, e ela é uma influenciadora assim é muito aguerrida, ela fala muito bem, ela tem muito conhecimento e a campanha do Lula foi falar com ela acredito que para unir essa questão de minas gerais e conhece muito e manja muito de redes sociais e o Lula está puxando por ela ali para tentar pegar aí os jovens anteriores sociais, né, Prenma? Sim, você traz dois pontos muito importantes, na primeiro fator minas gerais, como você falou, minas geralmente representam até proporcionalmente o resultado no leitoral nacional, isso atrasendo pro ouvinte e o fato Bolsonaro teve 5 milhões de 700 mil votos em minas com 0,5 milhões, 180 mil, então cerca de 600 mil votos a menos, a gente está falando de números, né, Ana, que quando a gente considera a eleição nossa, nós são números pequenos, são números em disputa, né, eu tinha falado de 500 mil de abstenção que mudou primeiro por segundo em 22, agora 600 mil em minas, claro que está atualmente pensando, é isso é mais grande de reverter, agora a Anemisa ela é uma figura nova na política nacional, a violinica projeção agora que foi eleita com uma votação expressiva, ela é do partido dos trabalhadores do próprio Lula, foi eleita com minhas gerais com mais de 500 mil votos, né, mais de 1,5 milhões de votos, ficou atrás em minhas gerais apenas do Nicolás Ferreira que foi ter uma votação assombrosa, né, de mais de 3 milhões de votos quebrou récord, e pra vocês teriam uma dimensão, é do Eduardo Bolsonaro em 2018, para a deputada federal, com 1 milhão e 800 mil, Nicolás Ferreira bateu mais de 3 milhões, e não só ele, o Lucas Pavonato do PL, por São Paulo também 3 milhões, então a gente teve a Erica Hilton, por exemplo, também São Paulo com 1 milhão e meio, o que todas essas candidaturas expressivas têm como uma Ana, o que você falou, são candidaturas que apostam no conteúdo pra as plataformas digitais, a Anemisa faz isso também com muita eficiência, certamente ainda deve crescer muito, né, uma figura nova tem só 21 anos de idade, o Nicolás Ferreira já faz isso há muitos anos, o Pavonato também, o Nicolás tem 30, o Pavonato tem 28 anos, a Erica Hilton faz isso há mais tempo também, tem 33 anos hoje, a gente já já entrevistou ela essa semana, ela agência Rádio Web, e ela desde que era candidata a variador e se elegeu em 2020, está ativa nas redes sociais, então o que eu quero dizer com todos esses elementos, a Anemora, a gente tem uma diferença entre candidaturas que já estão aí cinco, seis anos, dia a dia, disputando espaço nas redes sociais, produzindo conteúdo, produzindo narrativa contra narrativa, trazendo informação, desmitindo boato, quem dá fazendo isso a cinco, seis ou talvez mais tempo, são candidaturas que já se estabeleceram com um eleitor e conseguem votações expressivas, eu estou falando isso porque a questão agora da candidatura do Lula, que se reuniu com a Anemisa no início dessa semana pra ter uma ajuda em orientação em relação a campanha digital, vai da tempo, essa é a grande questão, são três semanas entre o primeiro segundo turno, nessa semana teve uma reunião que integrou aí a cúpula da campanha de Lula, tratos de cutimudanças de estratégia para o segundo turno, tem um vídeo vazado que está disponível na internet pra quem quiser conferir em que o Lula mesmo diz, admite que teve na campanha algumas estratégias que não deram, certo, e a entende que a campanha se desorganizou em alguns aspectos, e assim, um termos de mudança de resultado para a campanha do Lula é melhor mudar do que continuar naquilo que a própria campanha admite que não deu certo, essa mudança é produzir conteúdo com uma estratégia melhor para as mídias digitais, isso já aconteceu na noite de ontem, né, porta-feira, a gente está gravando na quinta de 8 de outubro, a gente teve os primeiros vídeos de Lula com seus primeiros vídeos selfies com a câmera frontal do celular, que é um formato muito comum das redes sociais, alguns analistas apontam que gera muita intimidade com quem assiste, o que está vendo diretamente na tela do celular tem um contato direto com eleitura e a eleitura, então Lula está tentando trazer as suas mensagens de campanha para um formato que ele e a campanha estão percebendo agora, e a analisa está avisando agora, que está tendo muito mais eficiência do que, por exemplo, eu chamar até manifestação para rua, a gente teve manifestações espontâneas, estudantes do Rio de Janeiro, mas tem muita gente apostando que vale mais a pena focar na campanha digital, tá certo, bem nos ontem, tá obrigado mais uma vez pela participação com a gente aqui, viu? Valeu, Nora, Bayana, vamos acompanhando aí os próximos passos desse segundo turno, quando precisar em diálogo é só me chamar, com toda a certeza, e a gente segue agora para o gino Brasil. O Ministério Público do Trabalho recebeu mil e cem denúncias de acédio eleitorado em todo o Brasil até essa quarta-feira sete de outubro, só no primeiro turno foram dez vezes mais denúncias que no primeiro turno das eleições de 2022, a prática consiste em conduta abusiva, constrangimento, ameaça ou promessa de vantagem para influenciar a uma manipular escoria política do trabalhador, denúncias podem ser feitas pelo site mpt.mit.br de forma sigilosa e anônima. Que a partir de fermerero Brasil terá o Congresso Nacional mais à direita da história desde a redemocratização, considerando partidos como Péri, Nôrro e republicanos, o campo ocasa a ser redescento e setenta e dois parlamentares. Se o grupo ser aproximado das demais legenda das das direitas e dos centrão, são 200 e 83 deputados que ultrapassa a maioria de 257 votos necessários para aprovar o projeto de lei federales. Já o Senado, o PL também se mantelhe como a maior bancada, mas tem um aumento importante. E o número de mulheres eletas no Congresso Nacional cresceu nesse ano, passou de 90 para 109, um crescimento de 21%. No Senado, os eleições do último domingo garantiram também a eleição de 12 candidatas, o maior número deja a redemocratização. O aumento não significa, no entanto, mais políticas para as mulheres, entre as candidatas, algumas, inclusive já votaram contra, por exemplo, a lei de igualdade salarial. Você sabia que o segundo turno existe desde 1989 no Arberto Notário? Pois é, né? E quem relembra essa história é o sub-doardo Amaral de perdoe-se eleitoral. Em 1988, o Brasil iniciava uma mudança radical. Sobrecomando ainda de José Sarnel, o país iniciava a despedida definitiva dos anos sobre o regime militar, com eleições direitas. Entre as muitas mudanças, a mais importante daquele ano que veio na Constituição, foi a volta da eleição direta para o presidente. Hoje, 5 de outubro de 1988, no que tanja a Constituição, a Nação Mudou. A Constituição mudou na sua enaboração. No mesmo ano, uma mudança em outro campo, o futebol, mais especificamente. A partir daquele ano, a Copa Brasil daria lugar ao campeonato brasileiro. Em um nome de passagem, o título daquele ano foi deputado como Copa União. E a elegância, sutil de Bobô, levou o baía ao título. Para que tem menos de 30 anos, talvez não tenha lembrança clara de um campeonato brasileiro desputado no estilo batamata. E em 1989, além do campeonato brasileiro, ensendo pelo vasco naquele ano, também para criar uma outra disputa, que também se resolviam no matamata. Iniciava Copa do Brasil, vestida pelo gremio naquele ano. Aí, o vasco parte para a volta olímpica, a daça, o vasco, campeão brasileiro, de mil novecentos de cento e nove. O clima de mata mata foi para eleição, mas como uma tarda política deveria, entesse, ter ficado na ditadura, vão falar em final mesmo. O texto constitucional previu que, a partir do pleto de 1989, a primeira eleição direta, para que o candidato pudesse conquistar uma vitória direta por pontos corridos, seria necessário que um deles recebece 50% mais um voto dos válidos. Já na estreia, o brasileiro viu um segundo turno eleitoral. E uma figura que a partir de então seria figurinha carimbada na política brasileira, já apareceu então. No isi nasciulula da Silva, já do PT e Fernando Collor de Mello, foram para a disputa derradeira naquele ano. Collor foi mais bem colocado no primeiro turno, com 28% dos votos, contra 16% de Lula. Na grande final, ambos ganharam votos, e Lula até teve um crescimento maior, proporcionalmente em relação a Collor. Mas isso não foi suficiente, e o favorito, o caçador de Marajas, foi sim o grande crescedor. Messe depois, já em 1990, ele tomou o posse. Para apenas dois anos depois, sofrer o impito. A maioria silenciosa, é verdade, mais uma maioria fiel. é trabalhadora, a minoria atrapalha, a maioria atrapalha. 10 horas, 18 minutos, 30 segundos, dia 2 de outubro, assinou a partir deste momento, Fernando Collor, é presidente afastado e atume o vice-presidente da República e tamar pronto. Nas duas eleições seguintes, o Tucano Fernanda Henrique Cardoso conseguiu algo inédito, vencer a disputa de primeira, e foi o único até agora a vencer um primeiro turno. Tanto em 1994, quando o pai do real levou com mais de 55% dos votos, também sobre lúlios da mais rivais, é fegar ser repetido o feito quatro anos depois. Novo século, novo milênio e voltamos às finais. Em 2002, foi Lula, de novo, quem disputou o segundo turno, agora contra a Jorda Serra, também do PSDB. Mas a história agora foi diferente, Lula foi o vencedor daquela disputa com mais de 61% dos votos. E o PT repetiu o feito de vitórias sobre diversários do canos nas eleições seguintes, com Lula em 2006, Dilma em 2010 e 2014. Com tudo, em 2018, o partido voltou a sentir o gosto amargo da derrota, em meio uma crise profunda da legenda, o nome de Fernanda Dade não foi capaz de vencer, já ir Bolsonaro então do PSL. Na última eleição, Jair Bolsonaro e Lula se enfrentaram com mais uma vitória para o petista. Passados quatro anos, o Bolsonaro da disputa mudou, agora é flago, quem vai ao segundo turno, e chega como favorito pela liderança alcançada no primeiro. Doutor lado, mais uma vez, Lula, que busca algo inédito no Brasil, uma virada na disputa ao palácio do planalto no segundo turno. Seja quem for escolhido, ainda com as palavras de Ulysses Guimarães Ditas, quando promugada a Constituição Federal, que permitiu aos brasileiros escolher em seus representantes de forma direta, colocando um fim definitivo ao período de torturas, censuras e autoritarismo da ditadura civico militar. A Constituição certamente não é perfeita, ela própria o confessa ao admitir a reforma. Sua ela, discordar, sim, divergir, sim, descomprir jamais. Traidor da Constituição é traidor da patria, conhecemos o caminho ao dito, rasgar a constituição, trancar as portas do Parlamento, garantizar na liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério. E na redorra de São Paulo, a gente recebe hoje, Jorge Pereira do Santos Fino, ele quer doutor e gestão internacional, professor do curso de administração da ESPN, professor de Górdia. Como é que vai? Olá, Laura. Tudo bem? Como você está? Tudo certo. Olha, a gente já tem definido os dois nomes que vão disputar o segundo turno das Alexandras Presidenciais, o presente no Isla Assumô da Silva do PT, puta a ele, são e falam o bom tonário do P.L. O que são no período de senhora? Os principais desafios e as diferenças entre os projetos apresentados para os dois candidatos para a economia do país. Vamos lá, Laura. Começando pelos desafios, a gente tem, a gente precisa partir daquele que a economia brasileira vai implementar nos próximos anos, eles desafriam comuns pros dois, que tem uma dívida interna muito alta, é o 82% de tive, que gênero é 10%, quase 10%, é uma grande preocupação inclusive do mercado, no mercado do óleo, aí eu falo o mercado, os investidores tanto do Brasil quanto do exterior, movimentou a bolsa e faz a economia brasileira girar, essa economia brasileira é o principal preocupação, motivou, inclusive uma redução do rei em brasileiro para algumas instituiças financeiras ao longo dessa semana, justamente porque a necessidade de um ajuste digital ela é prendente para a economia brasileira, então esse teria o primeiro grande desafio. Então, tem outros desafios, a gente tem ainda uma taxa de juros muito alta, 375, as progestões de mercado das principais casas, principais pesquisadores, nos entrega que a gente ainda vai chegar no final de 2017 no cenário padrão, uma taxa de juros na caça dos dois dígitos em torno de 12% ainda vai continuar, a gente vai conviver com uma taxa de juros muito alta pelo próximo ano, pelo menos, e aí a gente sabe que isso afeta investimento, os estrangulos, algumas políticas de palmada de crédito e a gente tem outros desafios também relacionados ao PIB, o PIB e as progestões elas trazem, que pra 1227 PIB ele vai crescer metas em 1226, a gente tem hoje uma leitura de PIB chega 1.8% esse ano e a progestão para o ano que vem é 1.4, esses desafios, como a gente comentou aqui, são comuns para os dois, para os dois gestões, então eu vou ter que interessar no médio prazo, ao longo de 2017 dependente de quem ganhar essas duas estes cenários, e é bastante desafiador, né? Da parte do mundo do atual governo, a gente tem uma prejudibilidade maior porque é o governo que está agora fazendo a gestão e então a gente trata como o ir à própria proposta da gestão lula, ela traz uma continuidade com ajustes, então o que a gente tem aqui é o efoque maior nesse momento da campanha, em falar em responsabilidade fiscal gradual, em política social, da falta política social, ela é bastante importante para os governos chamado progniscistas, então continua na pauta do plano do governo lula, né? É um investimento público, bastante significativo, a utilização dos bancos públicos como vetores para impulsionar a economia e o item que tem aparecido agora ao longo dos que dá o da campanha e deve aparecer o longo desse momento entre o primeiro e o segundo que é uma política industrial e de proteção dele do seu nacional, né? O governo tem falado muito sobre isso, a proposta do plano do Bolsonaro é uma pivotagem de relação à proposta do atual governo porque como todos nós sabemos, a proposta do Bolsonaro e desse governo que está do pleito dele, da formação do pensamento político, da possível escolher de ser o plano do Bolsonaro em caso, caso ele ganhe a ilestão, é uma reorientação liberal, então ela vai melhorizar o agit Signal mais agudo, uma redução do papel do Estado, né? Ele falou em privatização entre pontuais e sentiu igual ao investimento privado com sessões, uma política de abertura maior, a abertura é colocar maior e essa pergunta de cidade também que viu, a atual gestão ela parte muito de crédito suicidiada, né? Credita muito como eu falei na gestão do Bolsonaro nos bancos como vetores de um crédito suicidado e a proposta que eu vou Bolsonaro é justamente reduzir esse crédito suicidado, né? Então, deixe-lo dos dois parten de diagnóstico de iguais, mas de verde sobre a sequência, né? Neste sentido, voltando um pouco para o arcabol fiscal que eu acho é importante, né? O atual governo passou a reconhecer a necessidade de um equilíbrio, né? Então eles começam a proposta do governo atual, é voltar ao equilíbrio, mas se eles entende de alguma maneira e a consolidação da preservar a proteção social e investimento, né? Por outro lado, a proposta do Págula Bolsonaro era bastante categórico, era considera que o aumento do gasto e da dívida não cabe na pauta nesse momento, justamente para poder endereçar o momento de fiscal delicado interintista, né? E para isso o atual governo ele propone uma banda de atenção do novo arcabol fiscal e quanto a proposta do governo Bolsonaro seria uma mudança nas regras fiscais para estabilizar e, posteriormente, reduzir a dívida em relação ao PIB, porque como você tem, né? Os apios do crescimento do PIB é muito grande, mas tem um jeito de endereçar esse assunto que é, se eu reduz o apressão fiscal, automaticamente eu tenho mais espaço pro PIB, porque eu reduzo o comprometimento do PIB brasileiro com o padamento da dívida. Professor, voltando um pouquinho, eu fiquei com uma dúvida sobre o arcabol fiscal, você falou que a proposta do Lula é manter ali os benefícios sociais, né? E fazer outros ajustes ali no arcabol. So, no caso do Flávio Bolsonaro ele vai ser um pouco mais radical, você acha que ele cortaria os benefícios sociais como busca família, enfim? É, esse foi o nosso passado delicado, no momento nenhum, a campanha dele falou em corte, a expressão que negou é disciplina fiscal, né? E aí ele fala muito em explicitar mecânismo de correção, tratamento de desprezo obrigatório, é um tema bastante, bastante discutido hoje para a gente corrigir ou melhorar de um lado, né? Fala-se de equilíbrio e, no outro lado, ele fala de correção, né? Sim, no Lula equilíbrio do Lula, no Flávio Bolsonaro é correção, mas o fato é que a proposta do Flávio Bolsonaro, ela usa esses termos em momento nenhum ele toca a nisso, porque a gente tem uma sensível que é uma boa parte de população brasileira dos veres visuais. Então, do que eu tenho a conta? e a gente vai acompanhado e a gente vai acompanhado, não se fala em corte, se fala em aprofundamento da seguida fiscal, sem muita abertura do que seria esse aprofundamento, né? -Certo, e professor falando sobre o mercado de trabalho, o Brasil chegou, chega nesse segundo turno com um número recorde de pessoas ocupadas, né? De antes desse cenário, o que os dois candidatos propõem para manter esse ritmo de geração de empregos e principalmente para melhorar a qualidade, né, desses poços de trabalho? -Bastantes teressões que o como eu citei o governo Lula e tem batido a proposta do governo Lula tem batido muito na questão do desenvolvimento aí do seu brasileiro, tem alguns, algumas sonoções para o propósito aprovadas, a gente tem, por exemplo, a aprovação recente do redata, né, que é uma proposta do governo brasileiro, que foi aprovada, mas não está regulamentado ainda para trair a criação de datacentes e criar polos de desenvolvimento tecnológico do Brasil, né? Vai do datacente ao desenvolvimento de shoppers passando por criação de nubes e uma reformulação da educia brasileira, como o todo, no sentido de voltar a reendustrelizar o Brasil para combater esse celular, 10 do ano de educia brasileiro, os seus clientes têm enfrentado. O governo, a proposta do Lula, o Bolsonaro, ela vai muito nessas duas linhas ter futeiras, algumas privas das prédias pontuais para trazer eficiência para a economia brasileira, uma reaprocemação com países que são parteiro de conversar de importantes, mantendo a atual corrente de conversar e ordenes tem com a China, né? Tem um certo pragmatismo aí no ProCostco, e com isso criar um driver para a manutenção desse momento de aquecimento do emprego do Brasil. Professor, para fazer falar contigo sobre a missão da repórter da Agência Radio-Ed, quero também pode participar da conversa, pensando nos próximos quatro anos, seja quem foi eleito, né? Quais são os principais desafios para transformar o crescimento econômico também em aumento de renda e de melhoria concreta nas condições de vida da população? A gente vê um pouca sadefazagem muitas vezes, entre número e realidade, sensação das pessoas, né? Obrigado pela pergunta, eu diria que ele passa por aquilo que é a proposta de campo da maioria do governo, que a implementação, ela teria que vir no louco prazo, né? São aquelas propostas com a droga do tipo, permitir avanços na educação básica, a gente tem um processo produtivo, que é muito prejudicado por dois grandes vetores que são a carga tributária e quando eu falo carga tributária, não é só, nós falamos de impostos, né? A gente tem um processo produtivo brasileiro com uma dificuldade muito grande, que é a própria estrutura de tributária brasileira, né? O atual governo tem que resolver isso para a gente reduzir um pouco a carga tributária mais dar mais eficiência, né? Por exemplo, tem um problema crônico, né? Se a gente compara a carga tributária brasileira com a carga tributária e outros países de envolvido, ela não disse, ela não se distancia muito, principalmente dos países europeus de envolvido, mas a gente tem um problema crônico que é, o nosso ar-caboto tributário, ele exige muito das empresas, a gente tem impostos na espera federal e impostos estaduais, impostos e taxas municipais, então assim, uma normalização da carga tributária trazendo esse ciência, é, por que eu falo nisso? Porque essa pressão tributária que o empresário só, tanto nas alíquitas quanto na gestão tributária, é a muito na formação da margem do empresário brasileiro, a gente tem, é, você é falar em todas as eleições e a gente tem que alguns avanças sentindo, mas eles são tímidos, é, uma deficiência de infraestrutura enorme, né? A gente tem algumas ineficiências portuárias, a gente tem uma base de transportes na economia do brasileiro, muito dependente ainda do transporte rodoviário, e aí eu trago um pouco do ambiente internacional, e é, a gente tem, ao longo do caminho, uma deficiência é muito grande e infraestrutura no Brasil, né? A gente depende muito da matriz rodoviária, a gente tem deficiência portuária, a gente tem um sistema iriscoma que depende ainda muito do sudeste, para os próximos quatro anos de necessidade de ser retensado, e esse é um tema que você se discutiu, porque a gente está vivendo um choque do petróleo, agora, e a matriz brasileira, como a rodoviária, soco e de maio, até quando mesmo com o mais como todos, não sofre, porque a gente está apenas com o petróleo, com o preço muito assim, mas a matriz brasileira, ela sofre mais porque, depente, não passou por uma reformulação do sistema modal brasileiro, é um desafio que, para se enfrentar em quatro anos, é bastante desafiador, mas, em algum momento, os governos sanitários ainda irais sair, isso foi isso, é muito mais fino, com aquilo que a gente ouve muito ao longo das campanhas, promessas, e depois daquela situação em que os avanças edição muito tímicos perto da necessidade de economia brasileira. Jornos de Pereira do Santos Film, doutor e ingestão internacional, o professor de administração da ESPM, muito obrigado pela participação com a gente aqui na Reda da Ablações, viu? Eu quero agradecer pelo convite, pessoal. E o programa de hoje é fica por aqui? O Reda da Ablações é uma produção da Reda Bluecast, central do Podcastes, do grupo Redelady. Na apresentação, Ana Paula Costa, e no Roberto Notari, direção e roteira, ficou por conta de Rafael Amartines, apoio de produção, Mariana Berti, e edição de áudio, Eduardo Thiago Pedruzi. Os áudios do começo do episódio são de Flávio Bolsonaro, Lula Ronaldo Cairado e Renan Santos.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O segundo turno das eleições presidenciais coloca Lula e Flávio Bolsonaro em confronto direto, com o Brasil vivendo um momento político polarizado e altamente dividido.
  2. A campanha de Lula busca reduzir a vantagem de Bolsonaro tirando votos de eleitores indiferentes ou não comprometidos com o primeiro turno, especialmente entre aqueles que votaram em Bolsonaro sem convicção.
  3. Embora Bolsonaro tenha um forte apelo ideológico, a presença de outros candidatos com forte presença digital, como Ciro Gomes e Simone Tebet, mostra que o voto pode se mover independentemente da ideologia.
  4. A abstensão em eleições anteriores, com mais de 33 milhões de eleitores não votando em 2016, representa um campo estratégico que pode ser aproveitado por Lula para aumentar o seu número de votos.
  5. A campanha do Lula está investindo fortemente em estratégias digitais, como vídeos com formato de selfie e conteúdo direcionado, para se conectar com jovens e aumentar a presença nas redes sociais.
  6. O desafio econômico comum entre os dois candidatos é a alta dívida interna, taxa de juros e pressão tributária, com propostas de ajuste fiscal e política social divergentes.
  7. A proposta de Bolsonaro inclui redução do papel do Estado e privatizações, enquanto a de Lula prioriza equilíbrio fiscal com proteção social e políticas de desenvolvimento industrial.
  8. O cenário eleitoral é influenciado por fatores históricos, como a introdução do segundo turno em 1989, e pela evolução da participação política, especialmente com a ascensão de candidatos jovens e fortes nas redes sociais.

Summary:

O segundo turno das eleições presidenciais entre Lula e Flávio Bolsonaro marca um momento crítico na política brasileira, marcado por intensa polarização e uma profunda divisão social. A campanha de Lula busca reduzir a vantagem de Bolsonaro ao focar em eleitores indecisos ou que votaram no primeiro turno sem convicção, utilizando estratégias de retenção e conversão de votos. Apesar do forte apelo ideológico de Bolsonaro, a análise mostra que o voto não se move necessariamente com base na ideologia, como demonstra o exemplo de 2022, onde candidatos próximos ideologicamente ao Bolsonaro não conseguiram ampliar sua vantagem.

A abstensão, com mais de 33 milhões de eleitores não votando em 2016, representa um espaço estratégico potencial para o Lula. Além disso, o foco em campanhas digitais, especialmente com conteúdo acessível e direto nas redes sociais, como os vídeos com formato de selfie, é uma nova forma de engajamento, com apoio de influenciadores jovens como Ana Marisa. O desafio econômico comum entre os dois candidatos — alta dívida, juros e carga tributária — é central, mas suas propostas divergem: Bolsonaro defende uma redução do Estado e privatizações, enquanto Lula prioriza equilíbrio fiscal com políticas sociais e de desenvolvimento industrial.

O contexto histórico, com o segundo turno sendo instituído em 1989, reforça a importância desse momento como uma virada política. Assim, a vitória será definida não apenas pela força ideológica, mas pela capacidade de mobilizar eleitores, especialmente os não comprometidos, e de transformar a narrativa política em uma mudança real para o futuro do país.

FAQs

O segundo turno é uma etapa das eleições em que, caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos no primeiro turno, uma nova votação é realizada entre os dois candidatos que estão em primeiro e segundo lugar.

No segundo turno, os candidatos em disputa são o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A surpresa ocorreu porque Flávio Bolsonaro venceu o primeiro turno com uma vantagem significativa, o que levou a expectativas de que ele seria o favorito no segundo turno, mas o cenário político mostrou que a disputa é mais complexa do que previsto.

A campanha de Lula foca em mudar estratégias digitais, incluindo o uso de conteúdo direto nas redes sociais, como vídeos com o próprio candidato, para se conectar com eleitores e tentar influenciar a votação de quem já votou em Bolsonaro no primeiro turno.

Os principais desafios são a alta dívida interna, juros elevados, carga tributária pesada e a necessidade de melhorar a infraestrutura para impulsionar o crescimento do PIB e a geração de empregos.

Sim, a proposta do Bolsonaro inclui uma reorientação liberal, com redução do papel do Estado, privatização de setores e uma política de abertura, visando reduzir a dívida e acelerar o crescimento econômico.

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