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Ronda da Semana 21/01: Consumo Inconsciente; Amazon Style e o algoritmo; And Just Like That - a minha opinião

28m 23s

Ronda da Semana 21/01: Consumo Inconsciente; Amazon Style e o algoritmo; And Just Like That - a minha opinião

No podcast, Teresa Chamas aborda o impacto da pandemia em seus hábitos de consumo, confessando ter desenvolvido um vício em compras online durante a gravidez e o isolamento. Ela descreve como o fácil acesso a sites como Mercado Livre e Amazon, com cartões registrados, alimentou esse comportamento, que ela chama de "consumo inconsciente". Para combater isso, ela sugere práticas de mindfulness e atenção plena, além de evitar justificativas como "comprei porque mereci". Em seguida, Teresa discute as tendências do varejo, destacando a nova loja física da Amazon, Amazon Style, que usará algoritmos para recomendar produtos em provadores inteligentes, reduzindo cliques e agilizando compras. Ela compara essa iniciativa com a marca Amaro, que também integra lojas físicas e digitais. Por fim, ela comenta o retorno de "Sex and the City" com a série "And Just Like That...", inicialmente cética, mas depois reflete sobre o etarismo e a importância de envelhecer com dignidade, vendo a série como uma representação de uma nova fase da vida. O episódio mescla desabafo pessoal, análise de mercado e crítica social, sempre com foco no consumo consciente.

Transcription

4965 Words, 27537 Characters

Portuguese
[Música] Olá, tudo bom com vocês? Eu sou a Teresa Chamas e esse é o seu fascinismo para ouvir. Do blog para o podcast, e nossa ronda da semana nós sugiro pelas notícias, pela novidade, pelas fofocas, pelas dicas, mais relevante da nossa última semana nesse universo fascinismo. Segua agradecendo a repercussão todos os feedbacks das pessoas que acompanhavam na primeira era da nossa, do nosso fascinismo para ouvir que começou em 2018, estamos voltando aos poucos, ingrenando, com as mesmas novidades de sempre, com o mesmo formato, mas a nova era e estamos falando de uma era pandémica. Nosso primeiro tema, na realidade é um post, que eu acabei de subir no blog no fascinismo e quis trazer para cá porque diz muito sobre esses assuntos e a gente fala que é consumo. Se vocês lembram no início da pandemia, muito se falou sobre a forma que a gente consumiria, a moda, que a gente passaria a consumir moda mudaria. A pandemia nos fez quase uma reflexão do mundo que a gente vai valorizar mais as coisas, os momentos, que a gente vivia tranqua-fiado, que a gente ia comprar menos, mas comprar melhor. E logo depois, quando a gente pegou lá fora, as pessoas começaram a sair, na esfera norte, saíram notícias que nem em meses, houve pico de compra, aqui no lugar tal, bombou de compras, enfim. Trasendo para o jejijo hoje, eu consigo enxergar, e esse caso é um relato extremamente pessoal, porque esse post que eu fiz no blog, eu vou trazer um pouquinho para cá, não é nenhum post que eu vou dar uma dica, que eu vou dar uma informação, é um desafio. Eu me tornei viciada em fazer compras, tanto que o título do post é consumo inconsciente, de nada, a pandemia nesse quesito não me trouxe nada de bom, e pedido respeito ao consumo, tá? Não que eu pandemia ter trazendo nada de bom para ninguém, mas momentos de respeito à reflexão, como é que a gente sabe, comportamentalmente, minha mudança foi extremamente negativa, e daí surgiu o consumo inconsciente. Voltando para 2020, foi um ano, um tourbilhão de emoções, de preenções, para muita gente, para o mundo todo, e para mim, ainda teve um pequeno bônus de estar grávida. Acho que os hormônios aceleraram, foram gatilho para alguma coisa que eu nunca fui apesar de ser robeira, nunca fui uma pessoa viciada, em comprar sempre tranquila, compravio ocasiões especiais, gostei de comprar uma bolsa, comecei a comprar algumas joias discretas, um natal, aniversário, oposões assim. E com a pandemia, eu comecei a comprar, porque. se estava gerando um ser humano, eu precisava montar guardar roupa desse ser humano, precisava fazer o quarto desse ser humano. E 95, 99% das minhas compras do quarto da maridoarda, do eixo aval da maridoarda, foram online. Então, aí começou um gatilho de descobrir esse lado online, e nunca no coécesse, mas não era tão assim diário, o roteineiro na merda, eu gosto muito de alchope, de fazer compras físicas. Então, começou a ser um gatilho, aí no tanto que eu virei, a nível, seja, o mercado livre, o prêmido, a Amazon. Então, esse hábito se tornou muito recorrente, e às vezes eu pensava uma coisa que eu podia comprar, ali na loja da esquina, "Mmm, eu acho que isso tem no mercado livre". Um negócio em um livre em um livre, um não livre em, e aí na Amazon. Então, isso despertou em mim uma vontade muito frequente de comprar. Eu usava computador muito, "O que será que eu preciso?" Aí eu antrava, e usava esses grandes, essas grandes lojas, magasinas, e você deixa o seu. Cartão de Cresco registrada, esse pra mim é o maior perigo de todos. Até no passado, meu cartão foi clonado, e eu tirei tudo isso. Eu uso só o cartão tomar, o cartão, aquele que gera na hora, esse já foi um passo importante, porque aquele ato de você não precisar, eu nunca decorei meu cartão, graças a Deus, no sobretudo, esse ponto. Não estou julgando quem decorra, tá, mas a memória também é boa. Então, eu nunca decorei, e sem precisava ir lá, pegar o cartão, e tudo mais, então, agora, usando aquele cartão virtual, já é um avanço, porque deixar o cartão registrado, pra você só fazer um tick, às vezes não precisa nem colocar aqueles três números, e ficar com a trá de cartão, já é um avanço pra isso. Então, eu acho que eu me tornei uma pessoa muito das justificativas, e eu postei isso outro dia, não sei se foi no Instagram, se foi no Twitter, e eu recebi muitos feedback de pessoas falando, assim, esse modo operante de comprei, porque mereci. Estou presa em casa, não sai de casa, não faço aquela viagem que eu costumava fazer, não sai mais pro gestorante, eu vou comprar uma coisinha, assim, "Ah, eu estou em clasura de casa, eu nunca peguei com o vídeo, eu vou comprar uma coisinha, assim, no meu caso, estou amamentando, estou cansada, estou com a mão aqui, que eu não consigo fazer nada, preso uma criança pendurada, e, vou comprar uma coisinha, assim, então, isso acaba se tornando uma bola de neve, você vai aumentando, no meu caso, graça, meu Deus, nunca, precisa ir me endividar, mal gosto de parcelar as coisas, voo direto, pra saber o volume do mês, então, isso começou a se tornar uma bola de neve, que, isso me incomoda um pouco, e junto a isso, isso é um vício que eu sempre tive, e é bem oite ou grande, de friends, provavelmente você sabe, o que eu estou falando, que é viciado em trocar, eu, uma troca na mão, parece que eu me presente, parece que é uma coisa nova, parece que eu vale compras, aí você chega aí, troca, e sempre tem uma diferença, vinha pra dar, a essa diferença, vinha aumenta, aumenta, aumenta, então, comecei a ficar viciado em trocar, eu ganhei o presente na tal do meu marido, troquei uma vez, por uma coisa que eu queria, aí eu cheguei em casa, eu leio pra coisa que eu queria, uma vez que eu queria, eu troquei duas vezes, um presente, que eu ganhei, que eu havia escolhido, previamente, porque ele não me deu, necessariamente, da cabeça dele, fiz uma seleção, ele escolheu uma, aí eu folei a troca e um, folei duas, ou seja, acho que a gente tem que tirar, disso, da pandemia, é que, óbvio, que a gente tá no momento de, "tua transição, uma nova era", e a gente pode se permitir, sim, eventualmente, mas é ter mais consciência das coisas, eu não estou em fãula, ainda do lado disso, chantabilidade, questiones alimentais, mas é ter consciência que a nossa mente fica muito dentro de casa, a gente fica com uma mente, quase no no ócio, eventualmente, um ócio criativo, e a válvula de escape de compras, pode ser até legal, pode ser até justificável em determinadas vezes, mas obviamente não sempre. Por conta disso, eu já falei bastante, de agraver um podcast aqui, quem tiver interesse, pode pesquisar, tem uns dois anos, sobre a atenção plena, sobre mindfulness, e esse é uma prática, né, porque não tem o movimento religioso, para mim, uma questão muito mais técnica, sobre respirar, e sobre você viver um momento presente. Eu acho que essas compras, esses capes, a alto indulgência que a gente tem que comprar, que às vezes passa do limite, você começar a focar nesse tal momento presente, de viver o agora, de você se contentar com que você tem agora, de você aproveitar o que você tem agora, pode ser um caminho, para quando você tem uma questão assim, que tem gente que a válvula dos capes até na comida, de expressão até na bebida, de expressão de fazem um esporte, uma academia, leio o livro, praticam, procura uma religião, cada um tem seu, não nos cabe julgar de ninguém, no máximo, entender e acolher, mas, viver que a gente está de fato, vivendo no momento muito difícil, tem patia com a gente mesmo, até falo no post-cardiante, se vem patia comigo mesmo, quem vai ter, de lógica, minha família, meus amigos, mas a gente começar a entender, acolher a gente mesmo, e não que seja mais justificativa, para continuar a comprar, mas mudar os hábitos, no momento que a gente percebe que isso possa incomodar um pouco. Então, acho que eu estou, é um desabafo, começando essa ronda com um desabafo, porque, conforme eu falei, eu falei isso em alguma rede social ano passado, no novembro, dezembro, muita gente se identificou, principalmente no que respeita a compra, porque mereceu, eu comprei, porque eu estou vivo, porque eu passei por momentos difíceis, que eu gosto, e extremamente, finalizando, é mais importante, é extremamente privilejado, falar que, pode ser que a gente está sem prego, está sem grana, e você querer comprar, porque a gente está comprando de maltinho, ou você está comprando a próxima viagem, para falar, para as ilhas maldivas, mas o consumo, diz muito a respeito de estrutura, então, assim, a gente pode estar falando de um, um lugar muito privilejado, mas é uma coisa real, que atinge muitas pessoas em muitos momentos, então, acho que é o que eu posso compartilhar, isso que eu tenho buscado ler livros sobre a atenção plena, sobre mágfune, eles têm me adidado bastante esse ano, então, sendo muito mais comedida, mas vamos voltar a falar sobre os nossos assuntos de consumo, consciente, porque o inconsciente ficou num dos mil e vinte e um, se Deus quiser, vou me permitir, eventualmente, mas não frequentemente, do jeito que está. Agora, vamos prosseguir, falando sobre o consumo, mas o consumo, Deus quiser, consciente, mas o consumo do futuro, prognóstico, para as compras, seja e cómias, seja loja física, o mundo no par, aí, as grandes cabeças, que cabeças pensantes, já estão maquinando, saber como vai funcionar, o consumo, a compra, o IT, o comércio, o varejo, no futuro. Se a gente pegar dez anos atrás, já tinha, um, um, um, um, dois, já tinha e cómias, mas não era tanto. Essas grandes, grandes com um golemerado, amazô, não tinha no Brasil, o mercado livre, tinha, tinha amor, muito que eu lembro, foi um dos primeiros lugares que eu fiz, compra, foi no mercado livre, mas não tinha esse tanto poderio, tanto artilharia, porque, se você ler matérias hoje em dia, a ideia, em que, de respeito do Brasil, não é muito todo, mas falando do Brasil, é que eles tenham os grandes depósitos, as grandes centrais espalhados em vários estados, em várias regiões, para quê? Para você comprar, hoje, eu fiz uma compra agora, estou gravando isso aqui, meio de e-mail, amanhã eu já estava em casa então e que isso não atendo só que região sudeste né, os centros mais óbvios, mais que lá no norte, no nordeste, no sul, fibras e o gigante, então esse é um grande desafio, mas tem um outro desafio que isso me entrega muito, já foi pauta no fechones de mão de dois anos e eu acho isso que é um ponto de reflexão e um desafio para essas grandes marcas. Então, lá você entra num icono esse que é comprar uma bozinha, um brombro. Aí você vai colocar lá no certe bluzinha, uma parecia diversa de bluzinha, centenas milhares de bluzinhas, eu não sei se vocês têm agonhia, cidadade, você vai lá no final, tem 18 páginas de bluzinha, você pode refinar, botar a bluzinha de ombra, ombra, o bluzinha de alcinha, de gola roler, às vezes vai refinar bem, às vezes não vai, então, o que significa tudo isso? Que o algoritmo, aquele que tanta gente se incomoda no Instagram da Vida, que filtra baseado nas suas preferências, nas suas pesquisas, no que você vem fazendo na jeito sociais, isso vai se aplicar cada vez mais nos e cóversos. Se você entra frequentemente numa loja X e você faz compras e você bota lá no certe, porque meu amor está tudo, eles estão lendo até o que a gente anda a pesquisão, obviamente. E é esse algoritmo que vai fazer a diferença para um futuro, isso já é um presente, eu não vou dizer com um futuro, porque muitas lojas já vem trabalhado com isso, e algoritmo é uma coisa muito impalpável, então assim é um desafio muito grande e é um desafio que se atualiza, você sempre tem que melhorar nessa questão. Então, você entra numa loja e você tem um algoritmo para você, isso vai fazer a diferença, isso vai ser bom que vai te ajudar a encontrar o seu estilo melhor, a tal bluzinha que você procura e vai fazer um desafio de grandes e cómesses, pequenos e cómesses, é fazer com que você dei a menor quantidade de cliques possíveis, você comprar de maneira mais rápida, isso no final da compra, quando eu disse anteriormente que o seu cartão já pode estar registrado, mas que o caminho seja mais curto, porque quanto mais cliques você fizer, mais as maiores chances de você desistir no meio, quantos vezes, porque é bom às vezes, você é muito incomprébio comprar e você chega, passo, tem um dia, você vai sair, fecha, e aí eu abro no parentes que eu gosto muito das lojas que deixam sempre a roupa que você colocou no carrinho lá, não os vazios carrinhos, lojas, eles e cómesses, porque eu já entrei em loja, eu juro para você, volto com meu desabafo de consumista, mas isso é um dia a dia, eu já entrei em loja que tinha uma coisa no carrinho, sei lá, três, seis meses atrás e tava lá, e se olha com outros olhos ou você desiste mesmo assim, mas acho interessante todo esse, não entendo muito desse lado de cómesses, de criação, de cómese, mas eu sei que é muito, eles buscam diminuir muito esse caminho e aumentar muito essa questão de algoritmo, e aí quem entra a novidade que eu liga isso, ontem que a Amazon gigante Amazon está lançando esse ano em 2022, a primeira loja física, vai ser em Los Angeles, três mil metros quadrados chamado Amazon Style, uma loja obviamente que vai falar sobre moda, sobre beleza, vai falar não, vai ter produtos de moda e de beleza, e o desafio deles vai ser essa recomendação algoritmpa, eles chamam isso de um coisa mágico, você vai entrar no provador, vai ter provavelmente um tablet, de alguma coisa lá, já ligado com a sua conta da Amazon, o que você escolheu na loja já vai estar ligado a sua conta, e eles vão te dar opções baseadas, o que você escolheu e o que você vai fazer, é que você costuma escolher, e nesse mesmo tablet você vai poder escolher mais coisas e eles vão entregar, se você está achando isso na matéria, em questão de minutos, eles falam que é um closet, o provador que vão ter duas entradas, uma entrada que você entra e a outra que vai surgir, não, não é o seu momento de gimidade, mas vai surgir com esse produto, eles chamam isso como se fosse uma seleção sem fim, um closet mágico, tudo que você vai comprar que tem lá, ou vai ter, por uns funzes, tem uns mega gigantes toque da Amazon, lógica, lógica, não vai ser toda a loja, que vai ter isso, uma loja de 3,5 metros quadrados em Los Angeles, mas a ideia é essa, você ter a loja física com toda a estrutura digital, eu lendo sobre isso me lembrei, meijavelmente da Maro, que é uma marca que começou no digital, lembro que, sei, poucas pessoas vão lembrar, eu já fiz até publia, quando era Aremo, antes de Amaro, temos 10 anos também, era Aremo, se eu não me engano, mas logo depois veio no Amaro e depois anos depois surgiram as guide shops, que me lembra muito isso da Amazon, inclusive Amaro, houve uma mudança, tem quase certeza, tem certeza, né, que no início das guide shops você não podia pegar o produto, você conhecia, era basicamente uma flagship que você conhecia, né, o digital e a pro físico, você conhecia as peças, você podia experimentar, você comprava lá nos computadores, mas chegava em pouco, questão de pouco dígia na sua casa, hoje em dia eu acho que não, eu compro muito mais digital pelo Amaro, mas hoje em dia eu acho que não, você pode pegar o produto, que crie que isso faça muita diferença, especialmente para as pessoas que não têm sábato, minha mãe que é tipo, né, muito de internet, mas passa pelo Amaro e que é comprar, então isso faz diferença, então a Amazon é essa versão, versão muito maior e versão com esse lado mais de você pegar direto do depósito deles, mas hoje em dia vai ser muito sobre isso, você tem o fácil de ter essas peças que as compras vão ter que ser cada vez mais rápido, isso obviamente aumenta muito mais o poderio dessas gigantes, porque é um e como esse menor aqui no Brasil, tem as questões dos correios, de outras empresas de entrega, que as vezes são muito mais caros, então as grandes têm o poderio muito maior e elas seguem saindo ficando a frente disso tudo, né, então essa é uma outra versão, mas no que de respeito à velocidade de entrega e um algoritmo afiado para a nossa compra, o futuro vai ser muito sobre isso, eu acho interessante a Amazon já revelar esses lados e aqui no Brasil a gente tem versões brasileiras e cada vez mais seja uma loja com e como se local, pequeno, gigante, que tem um algoritmo frutrado, porque a gente possa comprar melhor e de maneira mais rápida e mais mais deficiente, bom agora encerrando nosso podcast, vou falar sobre um assunto já tinha um me pedido para falar porque no a duas semanas eu fiz o podcast falando sobre uma dica de seriado, que é o The Sex Lives of College Girls, que é a NiteBou e brevemente falei sobre sexo-emissíria, aí me falaram, beleza, porque você não falou mais sobre sexo-emissíria, eu quero saber o que você acha que você tem achado sobre o retorno delas 3, não 4, então eu falo bastante mais no Twitter, que é a minha rede social favorita, a roupa feijonismo, mas quero falar um pouco aqui que ontem quinta-feira, eu assisti o 8-a episódio e tenho um veredito geral, faltam 2 para terminar a temporada e tenho um veredito geral, gosto, gostei, me surpreendia, mas por que me surpreendia? Porque não creava nenhum expectativa, para não dizer que não creava expectativa, eu não gostei desse retorno quando foi anunciado, falava assim, não precisa, só amo esse universo sexo-emissíria, vocês terem ideia, o primeiro post no blog, feijonismo, em 2008 foi na época com trailer do filme, do primeiro filme, mas os filmes eu assisti, achei legal, me diverti, sim, mas se você olhar, olhar para trás, era desnecessário, acho que foi uma coisa que não evoluiu bem, não ouvi desfeichos legais, enfim, foi desnecessário, foi pela grana, fei sucesso, a gente assistiu no primeiro dia, mas passou, então, de 12 anos para cá, elas voltando, eu pensei "taram, mas qual é necessidade disso, não tem necessidade, não sei se vai ser legal" e quando no meio do ano passado sai nas primeiras fotos sem essa manta, sem aqui, catural, as três, a primeira foto, no primeiro dia de gravação, não sei se vocês vão lembrar, eu achei melancólico, eu via foto a roupa das três, não gostei da roupa das três, era tudo meio triste, aí você começa a fazer pequenos julgamentos, nossa ela, cinto piú de botox, nossa outra tá ali porque não quer, junto tem tudo isso, refleti, fiz até um post falando que eu falo isso por mim, mas acho que muita gente se identificou, muita gente se acham mesmo a coisa, o preconceito estava na gente de encarar essas mulheres que fizeram muito sucesso com 30 e poucos anos, e que agora, como 50 e poucos, a gente olha melitoto, porque elas estão velecendo, e todo mundo tá envelhecendo, se você tem 15 anos, você tá envelhecendo crescendo, passando de uma fase para outra um ano após o outro, e não tem nada melhor nesse mundo do que envelhecer, meu sonho é envelhecer, porque envelhecer para mim é esse nome de estar viva, é de saber que eu quero chegar aos 55 anos que a faixa é tarea delas, 70, 80, quero viver, e para viver vai ser preciso envelhecer, e acima de tudo, vai ser importante, a gente tirar esse xigma, essa forma, pejorativa que a gente encarar emvelhecimento, sei que existem palavras, por exemplo, na questão de beleza, você não pode ir, você não muda, não se deve, mas usar o termo a entidade, tem palavras novas, tem poetarismo, o ejeismo, mas eu antes me aboco para falar que meu sonho é envelhecer, e como uma opta hipocondrica, envelhecer para mim é fundamental, todo mundo está em processo de evolução, de crescimento, eu quero envelhecer, e olhando de primeira aquelas mulheres, que sempre foram inspiração de estilo, de personalidade, de autochima, de altos e baixos, é a primeira imagem, A gente assustou um pouco, mas logo eu entendi que a minha questão, com o seriado, era isso, de não enxergar que seria uma nova era, uma nova etapa, que eu acho que eu tinha um pouco da tristeza da decepçãozinha de não termaz essa manta, corta tudo isso para dezembro agora com o primeiro episódio. Obviamente estava lá assistindo e foi assistir de manhã, portodá, quando ele de pegar a espolha, assistir de manhã. Não sei se eu posso dizer, então, a partir de agora eu vou falar uns polha de quem não viu o primeiro episódio. A morte do Big foi tudo muito chocante e, enquanto tinham as viúvas dele, eu achei o máximo. Eu achei bom que ele tenha morri, olha que a gente não ficou sabendo dos casos, né? Graves, acusação de acédio do ator, que caiu tudo por terra, toda a seu foria que se tinha por ele. Graças a Deus. Mas mesmo assim eu achei interessante ele morrer porque durante todo o seriado e durante os dois filmes sempre foi muito, a Carrie é muito protagonista na em muito egoísta de vezes, né? Os assuntos sempre direitouram no dela, muito por fato dela ser protagonista, mas também por ser egoísta. Foi interessante imaginar um seriado sem ser a Carrie relacionada a um macho, um pegad, um marido. Então eu acho que você fazer dez episódios, o relacionamento que altos e baixo, eles optaram por não ter filho. Será que ele está atraindo ela? Será que o close-up dela tem muito sapato? Então eu acho que morreu, colocou uma pedra nesse assunto e vai ser a questão de como ela validar não só com a morte, mas com a vida após a morte do marido. Eu acho que no início seriado a segundo episódio foi sobre isso, né? Eu acho que tinha que ter um desfecho, mas depois um pouco mais para frente teve um avanço no tempo, porque eu acho que teria que ter esse tom de luto durante toda uma temporada, porque bem o mal sexo é um seriado mais solar, mais dinâmico, mais positivo, né? Então eu acho que ele avançou bem. Eu acho que com a saída dessa manta entraram três novas personagens muito interessantes. Sim, muita gente questiona que elas entraram com umas pautas vigentes de maneira muito reta, sim, muito. E de fato foi, mas eu acho legal abordagem disso. E eu acho legal abordagem de mulheres que lidam bem com essas questões atuais e outras que nem tanto. Muita gente tem falado que a personagem da Miranda mudou muito, que ela saiu da empresa dela dia de vocacia e ela entrou, está fazendo um novo curso, ela tem um filho adolescente, ela não está validando muito bem com certas coisas, mas se a gente olhar é um ponto de vista de uma mulher que era uma mulher madura, experiente, de uma vivência, mas que com essa modernidade não sou do lidar bem com certas questões. E eu acho que isso não me incomoda. Gosto das suas pautas mais identitárias, as novas estruturas sociais, a forma com que você lida, como você encara, como você aceita isso, toda a questão de relacionamento não só com os maridos, mas agora com os filhos de diversas idades, acho muito interessante até como a própria charlótica, que sempre foi mais caretinha e mais tacanha, tá lidando isso com os filhos. Então eu acho que obviamente essas pautas foram colocadas como tópicos, precisamos falar sobre isso, isso e isso, mas eu acho que foi de uma forma interessante, não sei se foi natural, mas foi necessária, eu acho que preencher o bem-requisito. Eu gosto dessas três personagens, che dias que a personagem mais polêmico, olhe usando até o pronômio errado, assim, até eu que estou nesse meio digital que leio bastante sobre isso, a gente se confunde, mas está aqui para aprender, mas eu acho que rola, não gostam do personagem de che dias, e muito aí eu já acho que existem muitas questões de homofopia envolvido disso, porque eu adoro, eu adoro o relacionamento, o relacionamento que eu digo as interações dela com a Miranda, e creio que vai ter um desfecho, não vou avançar muito porque quem viu no views dos meus episódios, vai ter um desfecho interessante e que, se eu quiser, vai render para a segunda temporada. Esse relacionamento da Miranda, que eu não era minha favorita, wow, no época do seriado, tem me causado, assim, tem me despertado interesse, e eu vejo tudo com Rodrigo, meu marido, e ele está adorando, acho engraçado que só agora, no último episódio que ele percebeu, que é que ela é muito egoísta, assim, ela tem um problema de ser lá, um encravada, que é sempre mais importante do que todos os assuntos importantes das amigas, mas eu acho que faz parte do personagem para finalizar, eu acho que o que me deixou mais animada com sexo-endecilha, essa nova era, foi ser o formato sério, eu acho que o formato filme ficou uma coisa muito sim, mas se impere em cabeça, não foi tão interessante, não resgatar a sensação de sexo-endecilha, você vê meia hora um seriado, que é eventualmente leve, que é interessante, e essa versão, eu acho que serviu no que é dito figurino, lembrando que não é mais a Patricia Fildo, com o que é figurino isto, ela está em Emelin Terries, mas era assistente, que trabalhou durante esses 20 anos, não é no seriado, eu acho que serviu mostrou mulheres mais maduras, essa expressão ameidura, o avanço é evoluçando o estilo, mas sem perder toda aquela essência original, gosto muito do figurino, acho que o tema sexo, né, sexo e a cidade, acho que o tema sexo tem sido bem pontuado, as experiências delas, as inseguranças dela, porque eram mulheres bem resolvidas, mas tem seus outros e baixos e viver no seu 50-cocuzanos, deve causar isso também, e a cidade, muito vontade de vir a Jornal Vajor, que pena que a pandemia não se permite tanto, mas eu já fico querendo anotar os lugares, porque elas vão de fato, em restaurante que existem, não é cenário, então eu acho que resgatar isso, é notazero, óbvio que não, eu vejo uma colunista de televisão, que está odiando, não é notazero, pois não ser nota 10, mas é suficiente para o entretenimento, para o resgate do saudosismo, por ouvir, prestar atenção em pautos atuais, e para se distrair, gosto muito também de ser uma vez por semana, porque tem seriado que sai tudo de uma vez, aí se fica naquela sanha de querer ver logo e veio acabou, esse não, toda a quinta-feira eu acordou, hoje tem sexo em vestir, end-of-life, né, então temos mais de dois episódios, não sei se vai ter um, estava até falando sobre isso, ontem no Twitter, não sei se vai renovar, porque eu acho que muita gente rejeitou até mesmo esse relacionamento da Miranda, que eu vejo questões, um pouco mais graves, e elas são isso, o fato de ter enrejeitado, mas eu acho que muita gente se chocou com primeiro episódio, eu não queria isso, não sei, então torço muito para que seja renovado, e é que sonhando, não que precisa, mas seria ótimo, de repente, no último episódio, há a semana, uma ligação para a semana, tudo bem, vamos conversar, corta para a segunda temporada, acho que vai acontecer isso, obviamente, se acho que não vale, mas estamos aqui para sonhar, e sexo é decidir, end-of-life, tem trazido isso um pouco, sabe, um pouquinho de saudosismo, um pouquinho de abraço de aconchego, não esperava coisas absurdas, maravilhosas dela, ganhando noob, não esperava nada disso, continuam esperando segurança, sexo, cidade, e um figurino maravilhoso, eu acho que eles estão comprindo esse propósito, e eu estou muito satisfeita, então esses são meus dois centavos de dólar, pro seriado, espero que vocês assistam, e obviamente quem está assistindo, quero saber-me, com o seu social da vida, e o que vocês estão achando dessa nova era, me estar aprovado e pode ter mais temporadas, eu gosto de futilidade, não gosto de coisas profundas, e gosto de um bom saudosismo, é isso, espero que vocês tenham gostado, e semana que vem estamos de volta, nós passamos muito do tempo, nosso tempo médio de 20 minutos, mas foi por uma boa causa, então, vejo vocês semana que vem, beijos e até lá!

Podcast Summary

Key Points:

  1. A apresentadora Teresa Chamas relata seu vício em compras online durante a pandemia, agravado pela gravidez e pelo isolamento social.
  2. Ela critica o "consumo inconsciente" e a justificativa de "comprei porque mereci", destacando a importância da atenção plena (mindfulness) para controlar impulsos.
  3. A Amazon lançará uma loja física chamada Amazon Style, focada em moda e beleza, com recomendações baseadas em algoritmos e provadores inteligentes.
  4. A série "Sex and the City" (And Just Like That...) é analisada
  5. O futuro do consumo online dependerá de algoritmos personalizados e entregas rápidas, beneficiando grandes empresas como Amazon.

Summary:

No podcast, Teresa Chamas aborda o impacto da pandemia em seus hábitos de consumo, confessando ter desenvolvido um vício em compras online durante a gravidez e o isolamento. Ela descreve como o fácil acesso a sites como Mercado Livre e Amazon, com cartões registrados, alimentou esse comportamento, que ela chama de "consumo inconsciente". Para combater isso, ela sugere práticas de mindfulness e atenção plena, além de evitar justificativas como "comprei porque mereci".

Em seguida, Teresa discute as tendências do varejo, destacando a nova loja física da Amazon, Amazon Style, que usará algoritmos para recomendar produtos em provadores inteligentes, reduzindo cliques e agilizando compras. Ela compara essa iniciativa com a marca Amaro, que também integra lojas físicas e digitais. ", inicialmente cética, mas depois reflete sobre o etarismo e a importância de envelhecer com dignidade, vendo a série como uma representação de uma nova fase da vida.

O episódio mescla desabafo pessoal, análise de mercado e crítica social, sempre com foco no consumo consciente.

FAQs

É um podcast apresentado por Teresa Chamas, que começou em 2018 e retornou em uma nova era pandêmica, abordando notícias, fofocas e dicas sobre o universo fascinismo.

Teresa relata que a pandemia a levou a um consumo inconsciente e viciante, com compras online frequentes, especialmente durante a gravidez, em vez da reflexão sobre consumir menos e melhor que muitos esperavam.

A pandemia e a gravidez a levaram a descobrir as compras online, tornando o hábito diário e frequente, com justificativas como 'mereço' ou 'estou em casa'.

Ela usa cartão virtual em vez de registrar o cartão, pratica atenção plena (mindfulness) e busca viver o momento presente para evitar compras impulsivas.

É uma loja física da Amazon em Los Angeles, com 3.000 m², que usa algoritmo para recomendar produtos e um provador com tablet para selecionar itens, entregues em minutos.

Inicialmente cética, ela percebeu que seu preconceito vinha do etarismo e da dificuldade de aceitar o envelhecimento das atrizes, mas passou a valorizar a nova fase da série.

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