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RICARDO MARCÍLIO - Flow #565

84m 14s

RICARDO MARCÍLIO - Flow #565

A transcrição discute o recente conflito entre os Estados Unidos e o Irã, iniciado com ataques americanos que visavam o programa nuclear iraniano e a mudança de regime. O contexto inclui a ineficácia de ataques anteriores, a crise econômica e os protestos no Irã, e as negociações fracassadas onde os EUA exigiam concessões consideradas inaceitáveis pelo Irã, como o desmantelamento de mísseis e limitações ao programa nuclear pacífico. O presidente Trump é retratado como aproveitando a instabilidade para justificar a ação militar, embora enfrente queda de popularidade e resistência interna nos EUA. O conflito rapidamente se regionalizou, com o Irã retaliando contra países vizinhos que abrigam bases americanas, como Arábia Saudita e Catar. Isso provocou a mobilização de nações do Golfo e potências europeias, com a França, por exemplo, anunciando o fortalecimento de seu arsenal nuclear. A escalada traz riscos econômicos globais, especialmente devido ao possível fechamento de estreitos marítimos vitais para o transporte de petróleo, o que afetaria a China e outros países. O futuro do conflito depende da postura do novo governo iraniano, que até o momento mostra pouca disposição para negociar, enquanto os EUA planejam uma campanha militar prolongada para atingir seus objetivos.

Transcription

15169 Words, 84321 Characters

Portuguese
- "It's the flow". - "It's the flow". Valeu. Eu queria mandar um salve para os patrocinadores de hoje, que é insider a aceder e a hashtag #Teninamentos de quem falarei já. Você quer mandar uma pergunta para a gente? Tem uma dúvida, ou você tem algum ponto de vista que você quer validar? Manda aí para a gente que a gente ouve no final do programa. A gente comenta. E. Sei lá. Só pensa um pouquinho, porque eu vou escolher as cinco melhores. Essa quer a verdade. Então, aí Ricardo, eu estava falando com o tio que a gente começou, que eu estava meio por fora do que estava rolando nessa guerra específica, porque foi uma semana pesada, semana passada, e esse fim de semana eu fui jogar tartaruganíngia no médic, e fui na casa do amigo lá em cotinho. Então só para aí na casa do amigo lá em cotinho, já perdi o dia. Então, eu tomei por fora. Eu me explicou que essa é sèria, essa é pra valer. Então é sèria, a coisa agora. Tá tendo problema político nos Estados Unidos, inclusive. Então, tá, vamos lá. Começando do começo, isso vem. Por que que rolou? Não estava tendo lá uma tregua, não já tinha tido uma prévia dessa guerra, e os caras já tinham combinado que no ia mais ter, o Trump inclusive se vangloria. Isso aí durou 12 dias, aí eu falo comigo que eu sou braba, eu resolvo as guerra. Aí agora ele vai lá e explodia as coisas. Estraiu, né? Então, acho que tem algumas coisas que pra gente ver. Primeiro que assim, já mostra uma certa ineficiência que foi o ataque que ele fez. A guerra dos 12 dias, ela foi feita pelos Estados Unidos com um objetivo muito claro que era atrasar ou pelo menos danificar o programa nuclear. Isso aí, ele me lou uma série de cientistas, a gente teve fordou, na tãs, esfarran, todos centros nucleares que foram atacados, os bombardeiros B52, o Trump naquela época falou, "Pode deixar comigo que eu consegui destruir, eu obliterrei o programa nuclear aeronâneo". O iran na época falou que sim, ele tinha sido impactado, mas que destruir era muita coisa. E aparentemente o iran estava correto nessa, porque se foi necessário fazer um ataque por menos um ano depois de ter destruído o programa nuclear, é porque ele não foi, de fato, completamente destruído, né? Por exemplo, existe o iran enriquecido que a gente, o iran, tem bastante pra fazer possíveis armas nucleares. E a gente não sabe onde ele está localizado. O iran, ele tem desenvolvido uma série de misses que, segundo os Estados Unidos, teriam capacidade até mesmo de atingir os Estados Unidos num futuro próximo. Acho que isso foi muito mais uma tática do Trump pra justificar o seu ataque do que qualquer outra coisa. E o Trump colocou que o objetivo dessa guerra são "tirar o regime dos aeratolas", ele falou hoje que não tem negociação com esse tipo de gente, usou essa expressão mesmo, mas o que o objetivo é atrasar o obliterar o programa nuclear. Que ele não se acha que ele quer dizer com esse tipo de gente. Ah, ele já, ele tem um certo preconceito com persas árabes, nas declarações, por exemplo, que ele dá em relação a Somália, pode ver, ele fala que são pessoas fírdidas, sujas, então claramente tem que racista aí no mínimo, né? Mas ele não está falando do cara que é um líder autoritário, né? Ele lida com líderes autoritários. Com certeza, então já mostra também uma falta de. Não é o Trump, né? Depende muito de quem está falando, né? Ele não vai fazer críticas, por exemplo, em relação ao Bin Salman, que é o principal dita, que é tão autoritário quanto, por exemplo, o Aéatolá Camerei, que é que fazendo. Era, né, exatamente. Que já deixando muito claro, não estou defendendo, acho que o Alí Camerei não é um líder legítimo porque ele é o primeiro popular, existe um país que tem, né? Um país que tem uma polícia da moral e dos bons costumes para perseguir quem usa um veau de maneira errada, prende a menina e ela parece morta, dois dias depois, alegando que ela sufre um ataque cardíaco, sendo que ela nunca teve histórico e era supernova, entendeu? Qualquer, na verdade, qualquer país que começa a misturar religião com política, caminha pra coisas erradas, né? Então irão irão um país autoritário, o irão estar atravessando uma baita crise econômica também. É que o irão sempre vai alegar que a culpa é da sanções. Ah não, a sanção praticada pelos Estados Unidos me impede desenvolver o ano passado, por exemplo, a gente tem uma inflação oficial durante 50% o riado, que é a moeda deles, né? O riado ali, as que é moeda deles, os valores 50% e um ano. Em algumas coisas com medicamentos, alimentos, a desvalorização chegava quase 70%. É mesmo a moeda do catar. Mas no catar, acho que é real também. É real? Não irão ir, não sei, tá? É, não sei, né? E também terão que a capital atravessou uma crise hítrica muito grande também, tanto que o pesesquenco, o presidente até falava de uma possibilidade de fazer uma evacuação na cidade. Então, foi uma confluência de fatores que foi girando uma instabilidade em uma série de protestos. A população hereniana começou a protestar contra o regime hereniano e o regime hereniano como sempre respondeu de maneira extremamente agressiva. Aí, os números eles são muito dubios. Se você pega, por exemplo, os números, oficiais do irã, a tasnim, que a agência do irã. Mas que é quase um braço de comunicação da guarda revolucionária. Eles falam que ocorreram algumas mortas, com os incidentes, mas não passa de 1.500. Existem mídias que falam que chegaram 40, 50 mil mortes. Lás. Não sei quanto foi. Tá. Mas, com certeza, a opressão contra os manifestantes. E aí, o que o Trump percebeu? Ele não tinha conseguido acabar com o programa nuclear-hereniano, então era uma oportunidade. Ele tentou negociar e o irã não abriam onde alguns princípios, porque negociações aconteceram. Tanto que na semana passada, foi a terceira rodada de negociações que aconteceu em genébrio. Só que os Estados Unidos, na minha visão, estavam criando coisas muito além. Eles criam que o irã abrisse-se um completamente do seu programa nuclear e o irã tem direito de ter programa nuclear. O irã é signatário do TNP, que é o tratado de não proelefereção. Ele pode desenvolver desde que tem a fiscalização da ONU. E o irã falou, "Não, beleza. Eu aceito ter fiscalização da ONU e tinha aceitado inclusive mandar a hora enriquecida acima de 60% embora. Só que os americanos não criam isso. O que os Estados Unidos querem, eles falam que eles querem formar uma espécie de convenio nuclear no Oriente Médio. Então, todo o país do Oriente Médio, que não for seu aliado e quiser ter acesso à tecnologia nuclear. O que seja para fins medicinais, fins de energia, tinha que ter autorização dos Estados Unidos. É a mimão da soberania. O irã não vai querer fazer. E os Estados Unidos também exigiam que o irã abrisse-se um dos seus misses, alegando que tem muitos misses que podem atingir bases americanas, que podem atingir bases na Europa. O irã, que é um país que tem rivalidades com Israel, que tem rivalidades com a Rébria Saudita, vai ter que abrir mão da sua tecnologia nuclear. Ficem pacíficos e dos seus misses. Não dá. Então, o Tjer falou, como no avança, a negociação de um lado, nem do outro, e falou que a solução seria atacar e trocar o regime iraniano. E foi o que ele fez. E aí, a gente foi pensar, a gente foi pirar um pouco aqui do ponto de vista da teoria da conspiração. Eu já ouvi, por exemplo, um monte de vezes o argumento de que os Estados Unidos estariam financiando as manifestações no irã. Eu já, uma coisa que tem em comum entre o irã e a Venezuela é que eles lidam com um petróleo também. E os dois são grandes vencedores da China também. Pois é. Então, essa negociação aí me parece. Sabe quando está pedindo um troço com um cara que você sabe que ele não vai aceitar, só para eu poder te dar um socão. Não, para esse mesmo. Então, tudo para ir. O Trump isso aqui está desenhado. Isso é um teatro, de certa forma, porque o Trump ele queria estar ali. Não tem jeito. O Trump, eu qualquer com alguém, ou com sócio os Estados Unidos já é algum por uma razão ou por outro. Talvez, mas tem algumas coisas, aí semelhantes, por exemplo, que vem nezuela e o irã, inclusive, do ponto de vista do que eles têm de riqueza. Talvez, eu tomaluco. Não, acho que ele tem interesse de tirar o governo iraniano, mas eu acho que o momento talvez não fosse agora pro governo americano. Por quê? O Trump vem passando por uma queda da sua popularidade. Muito por conta das questões econômicas. A dívida americana está subindo, a inflação por mais que esteja reduzindo, mas não do maneira tão acelerada para reduzir a taxa de juros, ele está comprando briga com fédico, banco central. E, claro que uma guerra contra o irã é uma possibilidade dos Estados Unidos. Tem que desportar mais armamentos, mais gastos militares, é aumentar o seu individamento. É fato que existe uma resistência na própria população dos Estados Unidos, por mais uma atitude imperialista do Trump. Foi feito uma pesquisa, algum órgão dos Estados Unidos, que dava conta que só 27% da população americana, apoiava uma intervenção dos Estados Unidos, Nierão. O resto. que considerava que era uma guerra que não tinha muito sentido pros Estados Unidos. Então, pode-me na inflação, é possibilidade de aumento dos gastos, instabilidade política, porque pensa assim, ó, o Alí caminei, ele morreu, beleza. Outros líderes da Guarda Revolucionária também morreram. Isso quer dizer que o regime acabou nem de longe. O Alí caminei já tinha 86 anos, ele já estava subindo um ser comunitar. Todas as fontes iranianas alegam que ele já tinha toda uma cadeia de comando definido. Se eu morrer, vai ser sucessor, existe um conselho ali de especialistas que já vai indicar um novo aetó lá pra comandar o país. Então, como que os Estados Unidos é conseguir derrubar esse regime? Ou se os ataques que aconteceram tirem completamente a capacidade de militar do iran conseguir responder, eu duvido muito o que isso aconteça, ou se ele fizer uma intervenção por terra. Só que fazer uma invasão por terra contra o iran é problema. Porque o iran é um país que ele é 4 vezes maior que o iran aqui, olhe a dificuldade com os americanos de verano iran aqui. O iran país que ele é muito mais poderoso do que o iran que era em 2003 e do que o afeganistão era, por exemplo, em 2001. O iran tem uma série de aliados eionais grupos, vários deles terroristas, inclusive, ou resbular, ou ramastal, que poderiam atuar em coordenação também, que o iran, e a própria geografia iraniana, ela é bem difícil. O sítio geográfico, assim, é um relevo muito montanhoso, uma região muito árida. Então, dificilmente, os Estados Unidos teria capacidade para fazer uma mobilização por terra para conseguir superar em curto prazo o iran. - Na mala do truado do mundo, tá, ó. - Eles até têm importa a fioões, têm bases militares ali. - Estava de estar em volta ali, não estão dispostes também da ajudir e segurar um, é que é isso que você está falando. - Antes da guerra, eles realmente não estavam dispostos, você via pronunciamento. A Jordana falou que não ia cedas e espaço aéreo, catar não ia cedas e espaço aéreo, a Arabia Saudita não ia cd, base e tal. A questão é que como o iran, a complicação, né? Como os Estados Unidos atacou o iran e o iran falou, bom, não consigo responder os Estados Unidos. Então, eu vou responder, ou mais próxima, que lançou uma série de místis contra Israel, contra a tela VIV e tal. E começou a atacar os países do Oriente Médio, que tinham bases americanas. - Atacou catar, atacou os Emirados Árabes, atacaram a Arabia Saudita. - Não só as bases militares. Atacou pontos de civis também, atacou 10, atacou, por exemplo, consulados hoje. Talvez um grande erro estratégico durando. É que o iran lega, não confirmou esse ataque. Ele lega e pode ter sido um ataque de bandeira falsa. A gente teve um ataque hoje que atacou a maior refinaria da Arabia Saudita. E mexer com um petróleo do Sauditas, é querer comprar guerra, claro, com a Arabia Saudita. Então, hoje, vários países do Oriente Médio, seis países ali do Gofo, que foram atacados. Eles fizeram uma carta, uma resolução, falando para o iran. Que eles entendem os ataques que irão, quer fazer em retaliação dos Estados Unidos, mas que ele está atacando civis e posições infraestruturais que são importantes para os países do Oriente Médio. E que se esses ataques continuarem, os países vão se mobilizar para trazer uma resposta contra o iran. E aí os europeus também já começam a se manifestar, por exemplo, o reino inido, que falou que não ia ser de base. O que ele está em ir hoje? A anunciou Trump. Pode usar as bases do reino inido para fazer os ataques que você quiser. A França fez um pronunciamento hoje super-imblemático. O barro, que é o primeiro ministro lá da França, ele anunciou que a França, primeiro, não vai ficar mais fornecendo informações de quantas rugivas nucleares eles têm, porque ele percebeu que essa guerra entre iran e Estados Unidos. É uma guerra que tende a se espalhar para outros lugares do planeta. E a França precisa ter suas próprias defesas. Então a França falou que vai aumentar o número de arsenal nuclear, que vai fazer um guarda chuva nuclear sobre a Europa. E não vai fornecer informação para o olho, Estados Unidos, Rússia, nem nenhum país. E a França está disposta a cooperar com os países árabes. Casos países árabes, resumam fazer uma retaliação com o iran. O MERS da Alemanha. Vai ter uma reunião também com Trump ou um telefonema. A manhã, na terça-feira, para muito possuamente anunciar também que a Alemanha está disposta a coordenar junto com os Estados Unidos atirado do regime iraniano. Então é uma guerra que vai ganhando proporções assim cada vez maiores. E porque que todo mundo identifica que devia estar apoiando os Estados Unidos? Porque o iran saiu atacando todo mundo? Eu acho que é pela natureza do regime iraniano. Por isso. O todo mundo reconhece que o regime é meio de um desvietalí. Exatamente, o regime é autoritário, só que ninguém queria dar o primeiro passo. Exatamente, porque isso desrespeita a carta da ONU. A gente pode ter conversado e vai faltar de legitimidade que a ONU tem. Mas, seguindo tanto o que o Trump falou sobre isso, você olha, o que é a Starmer, ele não queria fornecer a base para mim, porque ele ainda estava pensando em algum tipo de legitimidade. Ele achava que poderia ser elegítimo esse movimento. E claro que você não pode atacar o líder de um outro país, a não ser que haja uma resolução do Conselho de Segurança, ou que aquele país tenha te atacado. Então, filho da carta da ONU. Claro que a Rússia também fere, não tô falando de novo, não tô defendendo o regime iraniano. Mas, periu a carta da ONU. Questa atuação dos Estados Unidos, os outros países, já que agora já foi, a gente vai apoiar para representar os nossos interesses. O iran, ele é um dos maiores, o segundo terceiro maior reserva de gas natural que tem no mundo, é uma das maiores reservas de petróleo, e como falei, controle estreito de hormus, que faz toda aquela comunicação. Além disso, o iran é a cabeça do povo, ali, a cabeça pensante, dos tentáculos que atuam contra os interesses do ocidente no Oriente Médio, a charredi dâmica, o ramazo, o resbolar. Então, com certeza, a queda do regime iraniano, pois super estratégico para o ocidente. Entendi. E, em fraquece, diretamente, esses grupos, porque eles seriam financiados pelo iran, o ramaz, por exemplo, seria financiado pelo iran. O ramazo, o resbolar. O resbolar Israel já anunciou também que é para ir vá com algumas posições de berúte, porque eles vão atacar. E eles, Israel é a lega que é para adanificar o resbolar. Falam, não é confirmado, mas que o líder do resbolar também já teria sido morto pelo ofensivo que saiu fez. Tem os autis, por exemplo, no Yemen, os autis eles anunciaram também que é apoio ao iran. Eles estão fechando o estreito de Babalman-Debe, que é o estreito também super importante, que conecta o Mar Vermelho ao canal de Suês. Só para a temanação, é, se o Mar Vermelho está fechado, porque o estreito de Babalman-Debe não pode ter nenhum tipo de comercialização, para fazer um comércio, partindo da Europa, com a Índia, por exemplo, teria que fazer todo o contorno pelo continente africano. Igual era. Igual era, exatamente, cabo das tormentas, tal. Então só disso. A muda de tormentas. É por causa da africa do Su. Só isso aumenta o tempo do Fret, aumenta os custos logísticos. Por isso que o preço do petróleo dispara, é um risco de inflação. Os outros países do gol, eles não queriam se envolver nesse conflito. Por que causa uma desestabilização que gera impactos econômicos? Mas o iran foi lá e tá com bomba no escara. Na verdade, o Kimpi atacou primeiro foi Israel e Estados Unidos. Mas o iran foi lá e tá com bomba. Aí respondeu no país, exatamente, e respondeu nos países. E o esc. Entendi, que merda, né, cara? E aí, a gente tem. Esse tava me falando que tava vindo pra cá e os cara fecharam o estreito de Ormuz. Para entender legal, quando o fecho o estreito de Ormuz, a gente começa a ter uma rota maior para escuar esse petróleo, parecido com o que você tava falando. Na verdade, muitas vezes nem rota, tem. Porque se você analisa a mapa, o gol fupérsico, ele é um mar fechado. Então, ali, tá a exploração do quait, a exploração do iraque. Existem alguns países que conseguem te expor pelo outro lado. Conseguem pelo mar vermelho, mas que também tá fechado. Ou conseguem ter gasodutos, olhe adultos, que vão escuar em direção a Europa. Mas pela própria composição geográfica, se você tem um petróleo marítimo sem desplorado, ou vai pelo estreito de Ormuz, ou fica em clausurado ali. Ali, você tem cerca de um quinto de toda a negociação de petróleo do mundo. Por que, eu acho que o ira não vai manter isso por muito tempo? Porque aí, começa a desagradar, não só Estados Unidos e os aliados americanos. Mas a grada principalmente a China. Porque a China é a grande interessada em comprar petróleo, não só do ira, mas de todos os países que escomam o petróleo do estreito de Ormuz. E se tem uma coisa que o ira não pode perder, é apoio de poucos países que estão dispostos a cooperar com os iranianos. Sim, especialmente a China, né? Então é uma história China. Entendi. E cara, se olhando para esse conflito que estourou esses dias, eu sei que não é difícil de prever, mas tu acha que isso ainda vai longe, cara? Tu acha que está só começando? Depende muito dos próximos passos em relação quais vão ser as demonstrações do novo governo iraniano. Se o novo governo iraniano demonstrar que ele está disposto a negociar com o Estados Unidos, a brimão dos seus míssis, por enquanto não é isso o que eles estão falando. Por exemplo, a gente tem algumas informações dupe solando. O Trump e ontem, ele muda todo dia que ele fala, ontem ele falou que lideranças iranianas ligaram para ele, só que ele falou que não estava disposto a negociar. Porque não, a gente negociou, mas vocês vão respeitar os acordos, tal. Hoje, pessoas doirão alegaram que eles jamais vão negociar com Israel e com os Estados Unidos, porque duas vezes eles estavam no meio de um processo de negociação e os Estados Unidos atacar o iran no meio de uma negociação acontecendo. Então, o que não dá para confiar nos Estados Unidos? Aparentemente, esse governo, o presidente, o novo aitó lá, eles não vão estar muito dispostos a coordenar com os Estados Unidos. E aí o Trump ele se pronunciou, ele falou que a ideia dele é que sejam ataques de quatro acessões, cinco semanas, porque a inteligência americana definiu como meta inicial, mas se pode ser um pouco mais, um pouco menos, depende dos objetivos serem atingidos. Ou seja, eu já desmantei lá todos os misses, findo o programa nuclear e troca do governo, principalmente do governo, no cooperar com os Estados Unidos. E aí o que deve rolar para a população, o regime anterior era o príncipe, não sei o que, né? Era o charresapalévio, né? E isso, esse cara, ele tem algum tipo de apoio popular? É difícil a gente saber, porque novamente a informação é muito controlada, né? Quando a gente pega o regime do iran, até 1979, que era controlado pelo charresapalév, era um regime extremamente autoritário, e totalmente influenciado pelos Estados Unidos e pelo Rio Unido. Era o autoritário que os cara gosta. Exatamente, o autoritário do lado deles. Tanto que, por exemplo, o iran, ele teve um período de uma relativa democracia, era uma monarquia, tinha o char, mas o char tinha poderes limitados, porque tinha um parlamento, mais ou menos como é o Rio Unido, por exemplo, né? Tem um parlamento que era muito mais autônomo. Assim, deu uma figura na década de 50, chamado de Mossadegu, que era um cara ultra nacionalista. Então, a plataforma é dele. Não, a gente tem que nacionalizar o petro aliriano, a gente tem que fazer com que as reservas duriam, que ficam para a gente, a gente tem que retomar o nosso nacionalismo. Aí, o ocidente, principalmente, o Rio Unido e os Estados Unidos, que viram seus negócios ameaçados, incentivaram com que os charresapalév, desce um golpe, tirasse o Mossadegu do poder, e aí sim, o chá tomasse o poder, e fosse o chefe de estado e também chefe de governo. Ou seja, se existir um autoritarismo do chás, o autoritarismo do iran, entre 1979, acupé também dos Estados Unidos, acupé também no Rio Unido. Quando a gente pega, por exemplo, algumas práticas que eram feitas, perseguição contra líderes religiosos, tinha uma polícia secreta estimada de Savak, que ficava perseguindo opositores políticos. Então, aquele era uma bela democracia, 79, virou uma ditadura depois. Era uma ditadura e virou uma, talvez, até pior do que era anteriormente. Hoje, o charresapalé, de 79, está morto, já morreu, ele morreu em 80, inclusive, decorrente de um câncer, tal. Mas ele teve um filho, que é o prince perdeiro, que está no Egito. Ele possa nas redes sociais, ele já se reuniu com Benjamin Netanyá, ou já se reuniu com o liderença americanas, falando que ele é o verdadeiro sucessor, porque foi um golpe que o pai dele sofreu, ele que deveria guiar o país. A questão é que muita gente tem medo que ele retomeu, que era a ditadura do iran, antes da revolução iraniana. Mas a galera sente que ele tem algum tipo de legitimidade? É difícil saber. Por exemplo, quando você pode se som doidinho, vai? Com todo respeito. Não é o que eu quero dizer, é uma comparação meio nada a ver, mas imagina. A gente tem uma família real no Brasil, mas o cara. Ele fala que ele é o cara que devia estar lá, galera. Não tem legitimidade, participa aí das eleições, entendeu? Exatamente. E aí, eu entendi que lá é difícil saber se é a mesma relação. A gente pode ver ter anto, que a cidade mais cosmopolita, com certeza, nas últimas manifestações de estudantes, realmente quando a população colocava a bandeira com o símbolo do leão, até resgatando o símbolo do iran antes da 79, tinha opinchações lá, "pô, charreza a Paléve", porque o princípio perder o também chama "Resa Paléve", então "ah, charreza a Paléve tem que voltar ao poder", e ele, quando dá pronunciamentos, ele deixa muito claro que a ideia dele não é ser um ditadura, que ele quer promover a democracia. Se é verdade ou não, não sabemos. Como ele se auto-sentitulo como princípio perder, dá ideia que seria uma monarquia. A questão, e ele até colocou isso de maneira correta, foi na França que ele deu essa entrevista, que queria fazer um pulo do gato ali, que ele não é uma pegada de fãs simpô, mas se sentitulo como chá, tal, como que você vai ser um país democrático, ser uma monarquia. Ei, flow, olha, monarquia, e república não definem se vai ser uma democracia ou se vai ser uma ditadura. É verdade. Vide, por exemplo, o Baxaralassade era uma república na Síria, e o cara era um ditadorzáfego. O Reino Unido é uma monarquia e é uma democracia. Então, o plano dele é caso ele volte pro irã, ele faça uma espécie de hipoebicito, uma consulta popular, pra saber o que a população quer. Se é uma regime de uma monarquia constitucional, com o Parlamento, o primeiro ministro do tal, ou se vai ser uma república. E, talvez, ele se colocaria, né, a figura de um presidente, concorreria o processo eleitoral. Só que abre um novo problema. É muito difícil você pensar, os americanos já tentaram fazer isso várias vezes, que você vai tirar um governo que está há 47 anos, que tem todas as instituições culturais, por exemplo, "Ah, os protestos vão acontecer", que movimento de oposição que tendo irã é protesto muito mais orgânico. É difícil você pensar que, sem oposição formada, sem uma mídia de oposição, sem parte de oposição, você vai conseguir. Com muita repressão. E com muita repressão, né, esses apossíveis manifestações, que você vai conseguir formar um governo. Por isso que fala, é difícil pensar que o irã, ele vai ter uma troca de governo legítima, sem formar a guerra civil, sem ocupação militar americana. E se os Estados Unidos quiser ir a ocupar o irã, eles vão ter um problema maior do que foi a Afeganistão e maior do que foi o Irak. Porque o irã é maior. É maior, é maior. Ele é maior, ele é outra. É outra. Estuta grandeza, né. São 90 milhões de pessoas, ele é 4 vezes maior que o território de Raq, geográficamente, ele é mais difícil que o irã, que é um sensacional do ponto de vista natural. Tem bastante rios, é uma região ali bem mais planinha, tudo tal. Tem também um processo, né, tem algumas montanhas, mas o irã, a dificuldade de o gráfica, é muito maior, é muito mais complexo. E o irã também não é um país uniforme. Muita gente pensa que, "Ah, o irã é persa". Os persas, eles são maioria do irã. Mas tem. Ibreu terã, por exemplo, esse túan de Israel, claro, é o país do Oriente Médio, é a cidade do Oriente Médio que mais tem Ibreu. Terão. Você tem, por exemplo, árabes, tem os curdos, tem os baluches, que são separatistas ali na fronteira do Paquistão. E eles se faram assim. Eles se faram assim, ficam como. Iranianos? Essa é a questão. A gente derruba o governo que representa o país, com todos os problemas. Se derruba o governo, não tem ninguém que urifique, que representa. Qual que é a ideia? É que cada um dos grupos vai querer levar a sua própria vantagem. É difícil saber-se, depois de 47 anos de um governo, de uma revolução irianiana, essas várias itinias, não eu queria cada um dominar o seu próprio território. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Líbia. Uma marca da África era um baita de tador. Os americanos foram lá, junto com o Tão, um bardiaram, tiraram o cadaf. Qual foi a consequência na Líbia? Uma guerra civil. E a Líbia, que com todos os problemas, só cada afereunditador. Mas era um dos maiores ideagas do continente africano, hoje é um dos maiores países do continente. O irac é a mesma coisa, só da Rousseira, um baita de tador. Mas querendo ou não, ele impedia uma guerra até mesmo religiosa entre a maioria chita contra os Unitas. O Sadan Rousseira sai do poder. Os chitas maioria começam o primil sonitas e surgem vários grupos radicais, inclusive estados lâmicos. O estados lâmicos é uma consequência direta da intervenção americana no irac. No irã, com esse monte de grupos, esse país multifacetado, a possibilidade de ter uma guerra civil ou a fragmentação territorial muito grande. É difícil saber se o charreza, a Palévia e o princípio deiro vai ter legitimidade para ele conseguir unificar o país. Eu particularmente duvido muito. Especialmente porque com esses grupos, é que você está falando com. brigando entre si, porque agora é uma oportunidade certa forma. Se eu sou um líder desses grupos, eu estou vendo isso com uma oportunidade de "Pou, agora vai ser do meu jeito". Não tem aquele. Não deve ser por eleições. Tia aquele cara o caminei, que impedia a gente ter uma auto-terminação maior. Agora está um meio que um váco de poder. O charre, o princípio deiro, não tem tanta legitimidade. É um momento aqui. Da gente tentar se formar e consolidar com um país. Por outro lado, o caminei deixou a tal da linha de seção lá que você estava comentando. Portanto, a gente fica. Resta agora a gente saber se o líder que vem, ou o líder que está, é forte e suficiente pra impedir e segurar a onda dessa guerra civil também. Porque. Me parece, não sou. Não sou você, não sou estudioso. Mas tudo caminha pra uma guerra civil mesmo. Vai depender esse. Porque é propício, né? É como se, assim, cortamos aqui a cabeça do regime e que era quem segurava a onda de todos esses grupos. Se isso é do tamanho que eu estou imaginando aqui. Coisa meio. Segurava onda mais é tenso. É tenso a relação entre eles, né? Esses grupos. É entre alguns grupos mais, outros menos. Os baluches, por exemplo, são. Não suportam os persas. Existem alguns problemas também entre a comunidade curda, que é um pouco mais de auto-terminação e relação aos persas. - Se lado irá. - Se lado irá que. Os chitas que eram. Alverem a oportunidade de oprimir os outros. Oprimiram aqui. Quer dizer, aqui, lá no Irã. Não me parece muito difícil de rolar também, né? Só que só que tem mais tímis. Tem mais tímis, e são tímis mais populosos que podem sofrer mais influências externas. Um grupo bem importante, por exemplo, são os azeres. Existem muita gente de lazer baixa deão que mora, por exemplo, no Irã. E talvez, que existe ter uma integração territorial, uma fragmentação pra conectar com azerbaixa deão. Então pode ter também essa possibilidade de fragmentação, com certeza. - E do ponto de vista da. Porque, assim, dominar o Irã, ser domina recurso naturais muito valiosos. Além dos treitos de hormús, que é um poder político. Bem grande. E Ferra Coachina, principalmente. Pois é. Ferra muito Coachina. Pelo ponto de vista de infraestrutura também. A China tem muitos negócios irã. Além do petróleo que compra, além do estreito de Rermus, a Wyrann também faz parte do Rodan Belt. Recebendo altíssimos investimentos de rodovia, as ferrovia e as portas de uma hora para outra. Você tira a Wyrann essa negociação coachina. Isso com certeza vai comprometer bastante os chineses. A questão que se coloca é até uma pergunta na equiválida. A China não vai intervir na guerra. A Rússia não intervir na guerra. Muito possuvelmente não. Por que? Porque eles não têm acorros de defesa mutua. Cuirã. Por exemplo, no passado, Rússia irã ensinaram um acordo de cooperação militar. Tanto que o Wyrann fornece os drôneis charredes, os drôneis camincazes para a Rússia na guerra. E a Rússia também compartilhe o sistema de defesa do irã. O S30, S400, é tudo o rússio. Só que no acordo que foi assinado, não tinha nenhum dispositivo que obrigava a Rússia apoiar o irã em casa de guerra ou o irã apoiar os russos. Não teve nenhum persa, nenhum iraniano indo lá combater na Rússia. Por favor da Ukraine. O único dispositivo que tem é que caso um país entre em guerra, a Rússia não pode apoiar quem está atacando o irã. Mas já não ia. Mas já não ia mesmo. Acordo com você, né? E a China pior ainda. Porque a China nenhum tipo de acordo tem. Nem acordo com os russos tem, só de cooperação técnica, compartilhamento de equipamentos. É que a gente acaba naturalizando, porque a gente tem muito o que os Estados Unidos fazem em relação aos outros países. Opa, não gosta aquele governo, pô, tá indo contra um governo aqui, deixa eu ameaçar esse país, vou falar que eu vou tirar. A China geralmente não se envolve em guerra de terceiros. E não porque a China é boazinha, mas porque faz parte da postura política dos chineses. Tanto que a China, mesmo tendo todos os promonos do mar da China-Meligional, que desrespeita o azul na economica das Filipinas, que quer tomar o mar do Vietnam, todos os problemas, a China não é boazinha da história. Mas a China tá se vendendo como a que respeita a carta da ONU, que respeita os princípios da ONU. É verdade. A China, ela fala assim, ó. A ONU, por aí vai. A China que é um país socialista reclamando na ONU, uma instituição multilateral que os Estados Unidos não estão compreendendo as ordens do Comerço Internacional, né? Então a China, ela busca mostrar que ela tá coperando mais com o direito internacional. E de fato, o que Israel e os Estados Unidos colocaram para fazer o ataque, é o que eles chamaram de ataque preventivo. Então eu vou atacar o Irã, já que eles estão desenvolvendo mísseis e que eles estão desenvolvendo o programa nuclear. Não existe isso na carta da ONU. Você não pode fazer um ataque preventivo, até porque ainda não conceito muito abstrato. Eu posso achar que o país está fazendo, e por isso eu justifique uma agressão. Assim como os Estados Unidos já fizeram construirá aqui, a justificativa foi, não, só deu russens, está produzindo armas de destruição e massa. Então deixa eu irá aqui para impedir que eles desenvolvam. Quando chegar lá, não tinha nada, né? O que existe é o que a gente chama de "Não ataque preventivo, mas ataque preemptivo". O que é isso? Se você vê que o Irã tá com mísseis apontados e intilhar só o seu território, aí poderia ser de ficar no ataque. Não era o caso. O Irã não tinha mísseis apontados para Israel, ou uma arma nuclear ali pronta para ser utilizado para ataque. Ou seja, filhou a carta da ONU. Eu concordo que seria muito inocente pensar desse jeito também. Ah, então já que está frente da carta da ONU, vamos deixar o Irã apoiar o resbolar, o Irã apoiar o ramás, o Irã apoiar os autís, porque o Irã nunca atacou a Israel, é verdade. Mas quer dizer, na guerra dos 12 dias assim, mas antes disso. Mas o Irã, ele financia o ramás, que ataques a Israel. E o Irã também. O Irã financia o resbolar, mas a carta da ONU não responde a isso. Então se você for seguir extremamente a carta da ONU, não poderia ter feito o ataque, entende? Mas eu entendo também as limitações e as dificuldades. E o que você acha, se você tivesse que sentir. Aqui é o Ricardo, está bom? -É o professor. -Está, beleza. O quê que o Trump está pensando? Porque ele está fazendo uma aposta, inclusive que é perigoso para ele dentro de casa, que nem estava conversando antes de começar aqui, que você falou um pouquinho também, que tem lá, galera, maga, maga mesmo, que não está entendendo. Por exemplo, ele não era American first, porque está indo se meter nessa parada aí. E algum cálculo o Trump está fazendo. Por isso que eu vou naquela. Eu como. Petróleo, é gás, que porra que é? Que que é? Esse era aqui, realmente, o friocafe está preocupado com bombatômica, pra valer. Porque. Quando o cara vai fazer negocia, ele pede um estroz que ele sabe que o cara não vai dar. Então. Não sei, não me parece muito a fim de conversar também. No sentido de "eu quero isso aqui", que eu sei que você não vai dar. E o cara no meio do pô, não quero. Toma a bomba. Então. O que o Trump quer? Em Ricardo, não é o professor não, é só. -Vamos viajar um pouco. -Eu pessoalmente, não é? -O que eu acho. -Eu acho que os Estados Unidos tem interesse de tirar o regime dos aeratolas. Não acho que ele queria fazer isso agora por todos os impactos políticos que isso traria pra sua eleição. Agora, o "Mitter Melekshons" que ele pode perder o controle. Porque a tendência que os democratas, eles veem, são pelo menos na câmara. Só que o momento, ele era muito oportuno. E talvez ele não pudesse deixar a oportunidade passar agora. Porque é agora que a população está reclamando dos abusos do governo, da inflação alta, da crise hídrica, que se estabelece. -Mai o que ele quer? -Tira o governo dos aeratolas. Pra fazer com que o Iran fique um regime aliado, ele ganhe petróleo e impessa que a China avança no Oriente Médio. -Tem cheiro disso, né? -Conseitei. -Conseitei. -Conseitei. Isso não é nem a se enteoria da conspiração. Os americanos colocaram isso no documento estratégico que eles divulgam ali com o Trump e divulgou. O nosso principal inimigo é a China. Tanto que eles falaram que eles vão usar até força militar contra os países da América que não aceitarem se relacionar mais com os Estados Unidos e o indetrimento dos chineses. Os Estados Unidos divulgaram um relatório, ridículo, tá? Mas um relatório do Congresso americano foi, na sexta-feira, aqui em Taferea, faz poucos dias aí. Identificando bases militares secretas chinesas que estão espalhadas na América e colocar o que o Brasil tem duas bases militares secretas chinesas. A linta o cano na Bahia e uma outra na Paráiba que realmente você tem bases ali, mas que são bases científicas e que todo mundo sabe que a China de fato financia. Existem programas de. É que são termos complexos de astrologia lá, mas de estúlbudo da matéria, escura no seu cano. A astrologia, carbo de batia. Que a astronomia, é. Sim, eu entendo. Mas não sou a meia e o teoria da conspiração que tem uma base militar secreta duas no Brasil. Então, talvez os chineses têm interesse de aumentar a expansão, ter maior coordenação com o Brasil. Mas base militar secreta que todo mundo sabe que tem. Uma base militar secreta que todo mundo sabe que opera linto o cano e que opera, por exemplo, na região de Jaguiar, que a cidade de Abalada Paráiba não é muito secreto isso. Então, parece muito mais um machucativa dos americanos de falar, "Se a gente atua contra o Brasil, é porque existem bases militares secretas aqui." Então, parem com as suas parcerias. Eles fizeram isso com o Panamá. Eles obrigaram o Panamá a tirar duas empresas de Hong Kong alegando que as empresas de Hong Kong estavam fazendo espionagem, oferecendo informações secretas. E o Panamá foi obrigado a ceder. A Argentina está prestes a também tirar base que eles têm chinesa ali mais ao sul da Patagonia, também é pedido dos Estados Unidos. Então, os americanos, eles fazem uma série de expansões. E eu não acho que, terrados, os países da América Latina têm que ser relacionado com os Estados Unidos. A questão é que geralmente a China oferece o que? Contratos, financiamento, Rodenberg, vou dizer o deporte. Os Estados Unidos falo o que? Ou você faz o meu jeito ou faça uma intervenção militar? - Aí eu sou uma coisa china, né? - A China parece mais razoável. E não porque a China é bozinha, repito. A China tem sim os seus interesses. - A China é só que, pelo menos, eu tô ganhando um pouquinho também. Não tem ninguém me empondo. É uma parceria mais justo, né? Por exemplo, o China vai ganhar mais. Mas eu. Porque os Estados Unidos, nesse caso, é tudo. - Exato. Ou você faz o meu jeito, ou, na sua pelo menos, a China te dá possibilidade de aceitar ou não. Claro que, para você conseguir sobreviver como país, precisa dois investimentos chineses. A China tem um baita a capacidade de aporte capital. Mas, pelo menos, dá uma ameaça militar. - É, por exemplo, é esse que é o problema. Na minha opinião, que simpou o Trump. Fala verdade, pelo menos aí, cara. Pense em base militar. Vamos pensar, porque a China é botar duas bases militar secreta no Brasil. Para quê? Para jogar bombas no Estados Unidos? Para quê? Para que a China, mesmo? Não vai trocar de governo daqui a 70 anos. Ele já tá ligado, o que é que eles querem estar fazendo? Eles querem estar mijando de cabeça pra baixo em 50 anos. E eles vão trabalhar pra isso. Então, ele não quer jogar bombas, mas você, cara. Ele quer mijar de cabeça pra baixo. - É, eu acho que nesse sentido acho que a China é. - Que é uma base no Brasil pra jogar pra quê? - Ele é muito mais pragmática do que os Estados Unidos. - Então os caras, eles pensam nos objetivos que eles têm, tem os planos que o que é nas, possuem uma região que é estratégica pra eles. Eles vão fazer de tudo, oferecendo dinheiro, investimento, infraestrutura. - E se não rolar agora, vai rolar daqui a 10 anos, porque eles estão ligados, que eles são eles de novo daqui a 50 anos. Então, assim, é que. Pelo menos eu imagino isso, que a coisa lá funciona do jeito tão diferente, que é difícil de ir medir de conceber mesmo. - Que é? Cara, eu acho difícil que o cara teja botando a base militar aqui no Brasil. - Eu tô falando que o chinês é bomzinho, igual você diz. - Então, vamos nos dizer. "Ele vai agadir o pacacético isso daqui, só que não é estourar bombas de Estados Unidos, porra, e também aí, a Estados Unidos é que é agadinho, né, e que é fazer outra coisa. Ele quer, é o outro tipo de "poido", não é bomba, é. "Se tu for implicar com o chinês, porque ele tá trazendo o soft power, aí tudo bem. Agora que o chinês tá botando uma base militar com o James Bond de chinês pra. Não, não tá, duvido. Pode ser que seja um esteja maluco, entendeu? Mas a verdade é que nada indica, nada me parece, tendo por aí. Me parece que acho, né, que é ficar mais influente, é ficar mais rica, e não é estourando buzoto, não me parece ser. E uma região que é super estratégica, que eles são bozinhos, porque dominar os outros por meio de. Ainda é dominar os outros, né? Com certeza, então. Assim, a América Latina, ela sempre foi, chamado. Peter Exet, que é a Secretaria de Defesa, falou de novo, que é o Quentáudus Estados Unidos. E estratégicamente sempre foi. Quando a gente tem hoje, por exemplo, que a China tá fazendo no estado da Bahia, os caras estão fazendo a Ponte-Lai e Taparica Salvador, que é a maior ponte em suspens da América Latina. Os caras estão fazendo, por exemplo, a BYUID, a Sédia BYUID, pra ser não só uma reproduzadora de tecnologia, mas pra ser um centro logístico de desenvolvimento de tecnologia de motores elétricos pra toda América Latina. O Brasil, ele produz muita energia, a geração. Mas o Brasil tem um gargalo muito grande na transmissão de energia. O Chinesa anunciará a porte, na casa também de 30 bilhões, pra desenvolver esse tema de fiação e transmissão de energia. -Dólares. -Acho que é na casa de reais. -Tá bom. -Tá bom, gente. -A gente já tá bom já, né? -Pra fazer essa tema de transmissão de energia. Eles estão desenvolvendo, estão comprando uma série também. O parceria junto com a imbrapa pra desenvolvimento de tecnologias agrícolas no Sul da Bahia. Porque não, porque eles são bozinhos. Mas porque interessa pra eles econômicamente? Eles vão ganhar muito dinheiro. -Daquí é um tempo, essa tecnologia tá com eles e por aí vai, né? Alguns jeito eles vão ganhar, a gente sabe disso. Só que não é. Hoje tá zúnido. Não mete que eles estão mirando uma bomba pra vocês. -Base militar. -Não. -Fala outra coisa. -Io até acho que o que eles estão fazendo é pra que no futuro eles também possam ter maior poder de barganha. -Mum. -Porque, por exemplo, hoje como o mundo é muito dolarizado ainda, é difícil a Chinesa conseguir aplicar sanções, conseguir colocar algum país contra a parede, porque existem outras alternativas. Mas o Brasil mesmo, o Brasil, se a gente pega quase um terço da nossas exportações é pra Chinesa. Querendo não a Chinesa, já tem uma certa soberania sobre o Brasil. Imagina que a Chinesa decide, por exemplo, não, que é a nossa soja, tem muito pesticida, então não vou mais comprar a soja brasileira. Isso traz um bait impacto na nossa balança comercial. Então, quando a Chinesa vai fazer nesses investimentos, querendo não, ela vai ganhando ali. Comércio, pra chegar em determinado momento, talvez ela começa a se comportar com um país imperialista também. -Mum. -Mas pelo menos não é sobre a ameaça militar. E o Brasil pode ter opção de diversificar parceiros. E o Brasil, querendo, não vem tentando fazer isso. O Brasil, por exemplo, é sentiment de enviagem à Índia, conseguiu fechar uma série de parcerias econômicas. A gente agora, finalmente, está finalizando o acordo do Mercosuno Europeia, que, por enquanto, provisoramente, já até começou a valer, é importante pra diversificar mercados. -Voces francês estão puto. -Muito, muito, extremamente. -Voces francês vive puto. -Esse são muito protecionistas, né? E, às vezes, as escuras têm uma agricultura lá que sustem a Europa e eles sabem que os nossos produtos são muito mais competitivos que os produtos francêses. Então, eles querem colocar um monte de condicionantes. Eles querem colocar uma cláusula no acordo do Mercosuno Europeia, que fala que, se o mercado francês estiver perdendo muito mercado para os produtos do Mercosul, mesmo com o Mercosul respeite a cegra sanitária, as cegras ambientais, eles podem colocar limites de importação. -Ai, não é acordo comercial. -Ai, né. -Ele tem que ser só para os fracéses. Então, ainda está nesse embrolho porque alguns países apolôniam, são os países agrícolas. A ungríia, polônia, a França, a Irlanda, são países tão resistindo um pouco mais por conta do setor primário. Mas os países, como a Espanha, a Alemanha, pais baixos que vem uma baita oportunidade do Mercomo Europeque, está totalmente estagnado de colocar os seus produtos. Querendo, o Mercosul tem quase 300 milhões de pessoas. É uma oportunidade também. -Vem negar o próprio pêo. -É, então, francesse, chorou, vai acabar rolando mesmo. -Ele está montando como esse a Itália. A Jordi Amelone, ela até atrasou um pouco a votação. Aí a Jordi Amelone foi lá, ouviu os agricultores, colocou algumas condições também. Não pode estar o pesticide, enfim. A Itália foi favorável. Aí a Itália sendo favorável, dificilmente a França vai conseguir impedir o acordo do Mercosul, Europeia. -Voltando um pouco lá para guerra aí que está rolando, como é que o Netaniarro está falando? -Que é a chance dos iranianos, que é a chance que eles vão ter em gerações de conseguir tirar o governo autoritário do Alicaminê e de todo o regime iraniano. -Ponto importante é que Israel, esse ano, passa por um processo eleitoral, um processo eleitoral que vai renovar o paramento, consequentemente vai renovar também o cargo de primeiro ministro. O Netaniarro está envolvido em três escândalo de corrupção. No úrico período, um pouco mais breve, de paz que você teve entre Israel e Fashigaza, que estava no momento de negociação, a Suprema Corte de Israel começou a exigir que o Beijaminê Netaniarro fosse, pelo menos uma vez por semana, prestar os depoimentos para esclarecer alguns casos. Independente de se ele ocupado não, porque até concluir a justiça não tem como saber, mancha a imagem. Toda semana, o primeiro ministro está lá prestando de põimento, e a mente já falou, "A escândalo de corrupção, caldo". Quando você tem um inimigo comum, ainda mais o ira, que com certeza é um inimigo mais poderoso, você crie um sentimento de coisa nacional. Então, para o Beijaminê Netaniarro, se isso é o for atacado, claro que não, mas pensando da maneira política, é muito bom que tem uma guerra contra o ira, porque você quer um sentimento de união nacional contra um inimigo que mais incomoda a gente que são os iranianos. Então, o momento de pensar em política, de trocar de melhor, não. Eu sou o cara aqui, que consegui invadir a Fashigaza, eu sou o cara que conseguiu fazer o ataque contra o ira, nosso inimigo comum, que está atacando o resbolar. Politicamente, é sensacional para o Beijaminê Netaniarro. E até por isso que os americanos estão criticando, porque é muito bom para Israel. Para os Estados Unidos talvez não tanto, pelos impactos econômicos, que até uma possível ocupação militar dos Estados Unidos pode causar a anuíra. Então, o Beijaminê Netaniarro está vendo com ótimos olhos. Cada um dos Estados Unidos chamou essa operação de operação furia épica. Israel chamou de operação "Rurgido do León", que é uma em relação ao símbolo, que é a bandeira do irantinha, antes 79. E também, os dois países, tanto Israel quanto os Estados Unidos falaram que, enquanto os objetivos não forem atingidos, a operação militar não acaba na região. Então, tá, né? Então, ainda tem mais algumas coisas para acontecer nesse problema. E aí, a gente estava falando, outra coisa que a gente estava falando, era sobre o papel da anuíra, nesse conflito que iniciam e continuam isso. E lá, e a anu, tem pouca. Ela interfere pouco, não porque ela não queria interferir. Muita a gente, porque ela não. Porque ninguém liga para a anuíra, na verdade. O que é interessante, porque a anuíra é muito mais um. Parece um lugar para galera se encontrar, tomar um isque e trocar a ideia, porque no fim de dia ela se o cara quisésse de te torar os outros, ele vai te torar e acabou. Claro, dependendo do teu tamanho. Fos Estados Unidos, legal, fôr Rússia também, China a gente ainda não viu uma provavelmente sim também, né? Brasília, eu não sei. Mas não é, mas o que é a anu? Ela tá. Será que a gente tá caminhando por um momento que a gente ia precisar revir a própria ideia da anu? E a vezes essa queira é uma pergunta por ricar dinha, não sei. Não, eu acho que. até vou pedir ao opinião do Iguinho também, então vai capucar, hein? Eu acho que tarde já passou desse momento. A ONU não tem mais legitimidade. A ONU concordo com você, a ONU quando ela foi criada em 45, ela não foi uma ONU criada para ser um argon deleberativo que tomasse ações, até porque é muito difícil pensar "quem vai ser o presidente?" "Vai ter um parlamento que vê se de acordo com o tamanho da população, então em de China vou mandar no mundo, entendeu? Os sudeixes e ático vai mandar no mundo." Mas, da maneira como tá organizado, hoje, nem o Conselho de Segurança, que é o único que tem caráter deliberativo, representa alguma coisa. Porque, primeiro porque tem a questão do poder de veto, e mesmo o seu país, ou o seu Conselho de Segurança da ONU, a prova é uma resolução contra a determinado país, eu imaginei, a gente aprovou uma resolução contra os Estados Unidos, se lá, os Estados Unidos se absteve numa votação contra ele mesmo e a provou. Não vetou. Ele não vetou, tá bom. Está bem. Está do contrário mesmo. E aí, quem vai lá, invadir os Estados Unidos? Quem vai adotar ações contra os Estados Unidos? Eu ia me abistir mesmo. Eu quero ver, né? Quero ver, não é? Eu quero ver, não é? É isso. Entende, então falta legitimidade. E acho que a ONU também, como ela foi criada em 45, os desafios eram diferentes. A época da Senatura da Carta da ONU foram só cerca de 50 países. Hoje tem 193 estados que participam das Assembleias das Uniões. Por exemplo, a gente tem, a Venezuela, claramente, o Nicolas Maduro é um ditador. Tal primida a população, está atuando contra os direitos humanos. O que a ONU pode fazer se ele não atacou nenhum país e se existem países que veta uma intervenção da ONU contra a Venezuela? Então tem que aceitar que a ditadura continue ali ou caso duraria também. O Ali Caminei era um ditador que financiava grupos como Ramasco, como Resbolac, como os Rotes, mais urano, não atacou nenhum país e no ovo aprovação do Conselho de Segurança Premalente da ONU. Então Ali Caminei continuou. lá para sempre mesmo que ele aprima a população? É, cara, para a gente resolver esse problema do jeito mais, para a gente conseguir sistematizar ou criar algum tipo de processo para resolver esse problema aí, todos os países do mundo teriam que abrir mão da sua própria soberania. Então, para a gente resolver algo, e para isso, o ser humano médio tem semada e teresa de calcutar. Porque se o ser humano médio continua sendo mesmo que é hoje, é um filho da puta. Então, ele, o filho da puta, no sentido de eu vou tentar, eu sempre vou tentar puxar sardinha para o meu lado. Eu não estou muito preocupado com bem comum, estou preocupado com, eu vou defender o meu, sabe por quê? Porque eu recardim também estar, eu vi tinta a mentar, eu dei quinta a mentar, todo mundo preocupado em defender só o seu e nesse contexto, todo mundo é entre aspas, mas um filho da puta é difícil, você resolveu um problema com isso, porque de fato é, realmente está lá um maduro lá, mas se a gente combina aqui, quem somos nós para combinar aqui e a gente vai lá em Vade e resolve um bagulho, que a gente sabe que devia, mas não é a nossa, do que a gente foi criado para fazer, então é muito complicado. Me parece que para resolver isso daí, todo mundo tem que abrir mão da sua soberania em alguma medida, e confiar em umas deliberações de seres humanos, que portanto, eu espero que sejam todos madres tereses de qual que está, então não vai rolar, que vão pensar de acordo com os princípios, onde acordam os seus idade, e aí não vai rolar, né? E aí, como não, vai rolar o que a gente faz agora? Eu acho que a gente tem o que é possível ter, que é um escara para trocar uma ideia e tentar segurar um anda dos outros, dos cara muito poderoso, tem um monte de merda, o conselho de segurança que precisava ser revisto, mas quem vai revir os cara do conselho de segurança? Então é já tá, agora é tentar fazer, a gente precisa de um osvaldo aranha, muito sinistro lá, que vai tocar o bumbu, e esse cara tinha que ser próximo da máiteria de calcutá, porque é o máximo que dá para ter, eu acho, um bom conselheiro, sabe? Eu acho, porque do jeito que tá posto, quem manda a manda e não vai mudar, o cara vai abrir mão do poder de veto dele no conselho de segurança? Nunca, não, diz faz o conselho de segurança, nunca vai ter isso, né? Então vamos ter que lidar com melhor que a gente tem, porque a gente já fez a merda, agora tem que lidar com ela, como que merda, a gente criou o troço sem pensar se enquanto é um pouco para frente. Então, mas vamos pensar que, mas, imagina que no mundo ideal, China, Estados Unidos, Russia aceitem, não beleza, essa carta da ONU representa a realidade do pós-seguro da guerra, não representa a realidade atual. Perfeito. Vamos sentar do zero e escrever uma nova carta da ONU que responda os anseios do mundo atual. Então vai ter representante de país africano, hoje é o continente mais conflitoso, não tem um representante para lidar com as questões locais, beleza. Vamos agora lidar com intervenções contra outros países. Como que a gente faria uma carta da ONU que resolveria a questão iraniana, que resolveria que vai atolar a caminei, oprimindo a população, não pode estar lá. Entende a dificuldade disso? Sim. A gente vai ter que finalizar o serunditador, então serunditador que deve ser tirado do poder é o que é quando você não tem um processo eleitoral, tem a China, por exemplo, tem um processo eleitoral diferente, mas a população gosta e consere que é uma democracia e que aliás talvez seja até mais democrático que o Estados Unidos, segundo o pensamento da República Mola que é o chão. Mas o Trump achar que não é e usar esse argumento ali, né? A trabalho. E se a China legar, por exemplo, não, quem está aferindo agora essa nova carta da ONU, é o Estados Unidos, o que eles estão fazendo com os imigrantos do país. É uma minoria que está sendo primida. Os Estados Unidos tem a base de gontânamo. A galera levada para lá e existem denúncias de tortura, de respeito aos leitos humanos, então pode fazer uma intervenção nos Estados Unidos? Ou é a China por conta dos uiguris na região do Xingiang? Ou é a China por conta do conflito em Taiwan? Olha o problema que a gente vai se meter. É irresovível, né? A Russia tem processo eleitoral, o Putin passa por processo eleitoral. Então é uma democracia? Entende? Aí começa a entrar, por exemplo, nas diferenças culturais. A gente vai considerar que a cultura correta, a se seguida como modelo, é modelo de democracia liberar o ostental, como a cultura baseada em valores judaicos, cristãos, e o islamismo e modelo de vida islâmico, que não é similar a modelo de vida e país que foram formados de maneira diferentes. Que nem falei, por exemplo, o Sadão Rousseim, querendo ou não, ele conseguia dar um jeito no Irak, uma marca da afi, querendo ou não, conseguia dar um jeito na Libia. Ovo em uma intervenção, uma tentativa do cidente de colocar um modelo de governo mais próximo do modelo ocidental, olha o que ele virou. É muito difícil você imprimir o modelo de pensamento de uma democracia liberar o ostental, um país que não tem essa formação cultural, não faz parte dos princípios democracia, paramento, banco central e coisa que vale. Então é difícil você conseguir fazer uma carta da ONU, mesmo que a gente começa do zero, e conseguir responder os anseios atuais. Acho que únicos de tão tarde. Como a gente não vai rapidamente virar uma deterenza de calcutá, aí a próxima coisa que faria a gente trabalhar junto, Ricardo, é uma invasão alienígena. Famos sério, porque assim, é uma invasão alienígena que a gente identificaça que a gente tem chance de ganhar, de se defender, aí a gente se organizava como espécie. O Trump falou que vai liberar uns documentos aí, se viu? Mas a gente precisa achar que dá pra ganhar, entendeu? Porque se a gente está vendo que a gente vai ser só esmagado, a gente vai continuar, se você ficar não vai pensar no seu também, né? Não vai prendar no seu também. Se a gente identificar que a gente consegue segurar a onda, aí eu acho que a gente tem chance de se unir, entendeu? Só assim, porque se não, exatamente se você falou, cara, o cara que é um coroa chinês, os japoneses, o chinês também, esse coroa aí, meu irmão é completamente diferente do coroa brasileiro, né? Então ele viveu um contexto diferente, é que pra gente que está enfiado nesse contexto e muitas vezes a gente só conhece esse contexto aqui, é difícil se entender que existe um modo de vida completamente diferente. Existe um modo de vida que o sexo não é tabu. Existe um modo de vida que o sexo é muito tabu. Então, existem diferentes formas de enxergar tudo. Então, juntar tudo e fazer todo mundo pensar mais ou menos igual é possível. Então tem que ter um lá na ONU, eu acho que tinha que ser a política máxima, entendeu? Os melhores estadistas de cada país tinham que estar na ONU, entendeu? Então tinha que ter um monte de hoje val daranha lá, tá? E aí talvez a gente conseguisse conversar com outro, vai segurar uma onda, sabe? Tem fluente, cara, respeitado, entendeu? Está dista, brabo. E aí no caso do Alicamento, ó, não precisa trocar o governo, mas se você começar reprimitando assim a população. E aí, eu a gente para de conversar com você, determinados produtos. Então meio que vai aparando poucos pontos, assim. Mas sei lá, mas também não dá, entendeu? Que a gente está sonhando com o mundo ideal, né? Com o estadista, com, sei lá, 193 estadistas pica a fim de trocar a ideia e resolver pra valer o problema. Porque falta dinheiro pra resolver o problema da África, não é dinheiro, não é dinheiro, é outra coisa, né? Então é. Esses cara, né? Cara, fim de resolver. Porque o que acontece? Hoje o cara da África, a chance dele ter vinho. Ele veio de uma. Isso aqui é viagem, tá? Ele é o íguinho. Ele veio de uma realidade de escassez tão sinistra que ele, quando está na posição lá, é isso que ele enxerga e aí ele vai querer se dar bem. A gente vê isso no Brasil, porra. Te vê os caras que a gente volta, chegar lá, o cara vira corrupto, né? Porque o cara, possivelmente, ou ele era um filho da puta dele sempre, ou ele. As coisas, elas se apresentam pra. Diferente, pra as pessoas. Então, se eu sou. Se eu só conheço as escassez, quando eu chego na abundância, eu posso lidar com isso de um jeito que eu quero pra mim, que é o que geralmente acontece, ou eu quero espalhar, que é o que raramente acontece, entendeu? E a gente precisa ter muito dos caras do que eu quero espalhar, pra resolver os problemas que a gente realmente tem, que a gente fica falando de. Ah, no fie de dinheiro, mano. No fie control, no fiei ser o pinto maior, entendeu? No fiei é isso. Então, é só o ser humano, só o pior lado, ser humano direto, tem piteiro, né? Tanto o caminei que está sendo um babaca lá, né? Ele podia no seu babaca, mano. Pais rico pra cacete, cara. Dá pra fazer o toroso direi, mas o cara escolheu seu babaca, né? Então, aí fica difícil, quando esse é o ser humano, se o líder do país é esse babaca. Imagina, né? Se o cara é que conseguiu, eu sou minha aportosização, né, de um "ai atolado" país. O cara é um babaca? Então, aí é que a gente tá pedido. Então, vamos precisar de uns. Sei lá, um do ET. Vem ET pra gente ver se a gente se une. Sei lá. Mas aí, a gente foi pra. o que? "Cóijo, mopulite". Mas aqui, esse conflito novo, ele. Como é que tava o andamento do conflito de Rael e Ramaish? Então, é o meu apagado, né? É, o que teve assim, é que eles conseguiram estabelecer um César Fogo e o Trump, ele formou que ele chama de "conselho de paz", o que aliás, mais uma vez, mostra o quanto a ONU se mostra ineficiente. porque o próprio champion. falou que a ideia com o Conselho de Paz cuide agora da questão na faixigaza com Israel, mas que no futuro o Conselho de Paz seja mais espécie de alternativa ao Conselho de Segurança ONU. O Conselho de Paz, ele que é outro ano. E inclusive com os países que ele convidou, ele fala que pro país faz parte, ele tem que pagar um bilhão de dólares e tem um jumaluco pagando, não tem? Aqui na América Latina, imagina, né? O ofereceu por milhaio e vai. O milhaio já aceitou, faz parte do Conselho da Paz. O Brasil foi convidado, o Brasil não aceitou fazer parte, a gente ouviu, mas por essa coisa de querer ser um substituto da ONU. E por algumas prerogativas, por exemplo, Trump, ele tem o poder de expulsar qualquer país que ele quiser. O Trump. O Trump. Quando o país ele for se pronunciar, ele tem que se pronunciamento. Tem que ter noência dos Estados Unidos. Estados Unidos tem que ler exatamente qual vai ser o pronunciamento. E o país entra. É um barba. Para saber qual vai ser o pronunciamento que ele pode fazer. Então, óbvio que não é um órgão representativo diplomático, né? Mas esse Conselho de Paz, ele foi colocado para guiar o futuro da face casa. O que o Israel e os Estados Unidos estão fazendo, né? Eles criaram um Conselho, com algumas seguras, o Steve Fittkoff, o Trump, faz parte do Conselho, aliás, uma das coisas que foram mais emblemáticas. Foi a participação do Tony Blair, que era o ex-Primiro Ministro Britânico. -Cabelo assim, né? -Ese mesmo. -Porque é o Tony Blair? -Não foi o Tony Blair que no começo ele achava que a pandemia. Daqui a pouco isso aí sai na água aí, cara, aí. Não sei o quê de rebâio. E aí. Não sei se foi ele. E aí quando veio. E aí quando deu merda. Aí não, irmão, compra, compra, e aí. Eu acho que foi ele. Vale a pena dar uma olhada aí, porque foi. Foi louvável até, sabe? -Para começou falando merda quando ele irra pra. -Bem assim, não. -Munodio, eu fui ao outro. -Vou atrás. -O Tony Blair, ele foi o responsável por. Toda cooperação, toda a ideia que tinha armadil destruído em sua massa no Irak, ela não partiu só da Sia, ela partiu do E mais 6 também, do Renunido, com o Tony Blair no comando. Então, o Tony Blair, que fez aquelas ocuações e essa atitude no Irak, vai ser o responsável por um novo processo de uma paz na faixa de gás. É no mínimo, assim, meio emblemático, né? É maneiro, divertido. Mundo ele dar um entrega pra nós mais histórias, né? -Damos uma barinha, né? -Que é interessante. E o que existe hoje é uma proposta, uma proposta feita, principalmente pelo GEMRU do Trump e pelo Steve Fittcove, de como que vai ser o futuro da faixa de gás. Aquela ideia, eu lembro que a gente até conversou isso da outra vez, que o Trump ele tinha feito um vídeo com inteligência artificial de como que seria a faixa de gás. Ele colocou os arreacéos, colocou ilomasque tomando umas brita, lá, tudo tal, né? Mas não foge muito não. Ele identificou todos os preços do mercado imobiliário, inclusive um dos caras que está guiando o processo que isso não medeira, mas é um dos grandes chefões do mercado imobiliário americano, porque a ideia é fazer com que gás você tenha a toda uma reconstrução do território de gás, mas muito possuamente com fins turísticos e de exploração econômica. A dúvida que fica é que muito possuamente aquilo vai ser caro. Especulação imobiliária, aumento do preço, a população palestina vai ter acesso a aquelas áreas. Aliás, a população palestina que é que aquilo se transforme exatamente num centro turístico, querendo não ali a região antiga palestina. É um território que é considerado o sagrado para a região islâmica. E o que menos existe é a população palestina sem dúvida para saber quais vão ser as políticas públicas que vão ser implementadas. Então, é um plano que está sendo otorgado pelos Estados Unidos com a noência de Israel, mas que não representa claros interesse palestinos. O tempo fala que não, fique tranquilo que os palestinos que quiserem ficar vão poder ficar na faixa gása, mas pensou que muito possuamente não nesse centro turístico que vai ser criado. Talvez alguns espaços destinados para os palestinos que quiserem ficar naquelas posições. Israel tem a figura de um ministro das finanças, o esmotrite, que é o mais polêmico dos ministros. Então, claro que isso não é o beijaminha e tem a arrufalando, mas criando não é um ministro que ele colocou lá. É que nem estava aí, não é o lulo falando, mas é o adade. É a figura do governo falando. Colocando o que a ideia dele é de fato fazer o que foi feito na sejordânia, a construção dos assentamentos, também fazer na faixa gása. Alegando que toda a região histórica da palestina deveria pertencer a Israel. Ou seja, está reconstruindo, mas talvez não exatamente voltado para o povo palestino que ali estava. E, pelo menos, isso aí está no volume baixo. Não tem ninguém falando muito mais disso daí. Quando teve a primeira reunião do Conselho de Paz, que teve aquela foto emblemática, até comentou um pouquinho, teve a apresentação. E você pega, realmente, parece que a faixa gása virá um centro futurístico. Parece que a Marie vier a realmente durante o mesmo. A questão é pra quem, né? Se vai ser pra população palestina que deveria até aquele terreno. Mas, realmente, agora, né, com a guerra do irão, Israel, envolvido com outros problemas. E tinha uns umas outras questões também, galera, acostumava na época com uma história essa guerra aí, que a galera acusava a Israel de estar invadindo o território também lá pelo Nordeste, não é lá? Da Síria. Fez isso, né? Quando, quando teve aquela do bastar a laçade, a gente teve a ascensão do Al Jolani, que é um líder que era de uma dissidência da Al Qaeda. Ele prometia ser mais moderado e, realmente, está sendo, pelo menos, de acordo com os interesses sanitais. Só que Israel tinha muito medo que o Al Jolani não era um líder confiável, que ele ia fazer parte da frente ao lúzor, como fez do passado. Então, Israel aleguando uma questão de segurança nacional e invadir um pouco mais da região das colinas do Golã. Tomi um pouco mais daquele território. Israel também tem um grupo na Síria que ele é muito aliado, que são os drusos. Então, Israel está sempre de olho para saber se a perseguição, porque já o Al Jolani já perseguiu os drusos. Para saber se a perseguição contra os drusos, ele tem um pouco mais o território da Síria e está sempre monitorando a situação, principalmente, do grupo dos drusos, que representa os interesses de Israel na Síria. Então, as coisas lá, elas só estão mesmo no volume baixo, elas continuam rolando. Continua acontecendo. E agora, possumente vai ficar no volume mais alto na questão do líbano, porque já fez ataques contra Beruti, vai fazer mais ataques, visando, destruir, eliminar o resbolar. Cara, vamos ver. É, bom. Espero que não seja ter ser garmo de alô. Se a gente for pensar agora um pouquinho lá na Rússia e o Crânia, cara, a gente não vai ver. Essa não acaba, não, cara. Essa não está chegando nos seus finalmente, cara. Como é que está a fadiga da o Crânia, por exemplo? Porque os caras eles são, devem estar, né? E os russos também, né? Os dois países estão. Mas isso é que os russos tem, pelo menos, eles têm um engrenagem, um máquina, um motor muito maior, né? A Rússia ela está sendo. A o Crânia ela está sendo. Ela está pequenininha, né? Ela está ali dependendo dos outros e tal, por que tem pelo amor de Deus, né? É, existe uma falta de convergência da UniRupé, por exemplo. Existem países com mais louvá, que é um grito que ficam barrando a ajuda ao Crânia, a tendência que com mais tagnação da UniRupé, uma direita mais nacionalista, mais erocética, que vê que o dinheiro do contribuinte lá é alemão. Tem que ficar à Alemãe, e não ser enviado para a. para a. para a UniRunia. Hoje o partido, por exemplo, mais popular da Alemãe é a FD, alternativa para a Alemãe da Alice e vai. Isso é um mais popular já? Mais popular. Muito possammente não conseguiria formar o cargo de primeiro ministro, porque existe que ele chama de cordão sanitário, ou seja, outros partidos do Vão Cé Alinhá, mas já passou a CDI, que é o do Frederic Merse, que está na segunda colocação. De melhor, é isolada, a FD já tem mais popularidade que o CDI e que o SPD então, que é a S8Sqr da Nisfala. Não é FD com de jovem, não é? Não sei, eu acho que começou, né, talvez, como. do jovem, em status-feitos com a vida política, mas vaguendo o resonância por conta de mais tagnação econômica, por conta da entrada de migrantes. Sempre isso, né? Sempre isso, ao longo da história, isso aí que acontece. Exatamente. Que eu acho que esse tipo de pensamento ascend, né? Pois é. Tá, então estou entendendo. E tem mais alguém, cara, envolvendo também, nessa frente com a Calcrane, ou deixando desenvolver de forma mais deliberada? Ó, a. A mesma que eu quero dizer, o meu ponto é, porra, quanto tempo você acha que a Ukraine resiste ainda? Sabe? Os acordos das União, eles estão acontecendo, está acontecendo o reneão trilateral entre Rússia, Estados Unidos e o Crania, não com representantes de autoscalão, mas representantes né, mais intermediários assim, da cena política de cada um dos países. E assim, grande parte dos acordos, o próprio Estados Unidos coloca, eles já foram resolvidos. Então, por exemplo, a ausina de Zaporize, que é a maior a ausina nuclear do continente europeu, muito possumente ficar dividido metade para Rússia, metade para o Crania, e talvez o Somericanos também tem um parte da energia. É, os advogados sempre têm que levar a partir de né, a percentual dos advogados, exatamente. O. A questão, por exemplo, de garantias de segurança, muito possumente a Rússia vai aceitar que os Estados Unidos coloquem algum tipo de garantia ou que os europeus, com monitoramento dos Estados Unidos, depende da onde for, também coloquem. Aprendemente, a Rússia abre mão desse ponto. Que é aquela chegadinha da OTAN que eles não queriam inicialmente. Mas possumente vai ter mais zona desmilitarizada para ter mais espécie de garantia para os dois lados. Perfei. E aí, garantia de segurança, né? A entrada da Ukraine é para o europei, a Rússia também não se opõe, se opõe, a entrada para OTAN. É, assim. Mas o grande ponto que a diferença está na questão de Donetski. Porque Donetski, a Rússia não abrimou. A Rússia, inclusive, aparentemente está disposta. A Abrimão de Kersom e de uma parte de Zaporísia, devolvê-lo para a Ucrania, se a Ucrania cd, dombasco como todo. E inclusive, o território de Donetski, que é muito mais estratégico para eles. E é uma região que realmente tem grande parte de pessoas que falam rússos, culturalmente é mais próximo da Rússia do que os outros territórios. E isso nos alêncio que não abrimão. Se a gente for analisar, não abre mão porque um para o presidente não deveria abrir mão, ou ele não abre mão porque a Ucrania depende pra valer isso daí. Acho que são as duas coisas. Sim, olicamente, abrimão pra Rússia. Desumoraliza completamente a Ucrania por você estar fazendo acordo que está cedendo parte do território. Isso não deveria, com certeza, acontecer. E Donetski é uma região muito estratégica. Eu sei por que, mas pra Ucrania também, porque pra Rússia, ela é estratégica. E outra cala, porque a Rússia é muito maior. Então é muito mais importante pra Rússia do que pra Ucrania me parece. Uma análise burra, assim, olhando. Ucrania pequenininha, Rússia gigantesca, isso aqui serve pra escolar um parado, isso que é maneiro demais de Ucrania, usa mais a Rússia, usa 20 vezes mais. Na questão, por exemplo, disso com a produtos, nem precisaria de Donetski, porque dá pra fazer por Luganski, que ele é que está até o marlegro. Donetski é muito mais uma questão cultural e também Donetski é uma região muito industrializada. Talvez uma das regiões mais ricas, junto com o carqueio e o que tem da Ucrania. É uma região que tem bastante minerios, tem bastante carvão, por exemplo. Aí vai deixar o carqueio mais pobre mesmo. Exatamente. Então isso parte também da questão do controle de recursos naturais, os elencs que não abrimam de Donetski. Se a Rússia for pelo caminho da guerra, os suços realmente eles estão avançando. A conta que os elencs que fez é que, com o ritmo que a Rússia avança, que é muito lento pra Donetski, como todo, prestaria de pelo menos mais um ano de guerra e com o ritmo de morte de soldados russo pelo menos mais um milhão de soldados. Russos morrendo no campo de batalha. A Rússia não dispõe de expõe, mas vai ser obrigado a convocar reservistas, aí gerente satisfação, porque são jovens. Uma coisa você chamar o cara que é voluntário. Ah, estou pagando aqui um sol do tal, vai lá lutar, já é ruim, mas beleza. Outra coisa faz uma mobilização, são coisas diferentes. Então isso pode ir lá em satisfações, problemas. Claro que sim. E os elencs está postando que o putin não vai entrar nessa. É, mas a questão que eu acho que o putin vai entrar nessa, né? O putin cd agora não é. Veja, da mesma forma que eu estava entendendo que essa região era muito mais importante para o sido que paucrânia. O putin cd é muito mais emblemático que os elencs perder do ponto de vista. Você é lá global, não é? Com certeza, e acho que assim, para a gente entender a diferença de escala, claro que são situações diferentes. Mas qual que é a imagem que os Estados Unidos venden? A gente tinha um inimigo que a Venezuela, eu em uma operação captrei o cara e levei para os Estados Unidos. A gente, no meio que eu era, eu ataquei, matei o alí caminei. Você, Rússia, é vizinho da Ocrania, se vende com a potência militar. Quase tão poderosa quanto a gente, tá quatro anos em guerra e não conseguiu nem chegar perto de que ave. Quando tentou avançar ali, claro que uma ocupação terrestre diferente de um ataque aéreo, né? Mas quando tentou avançar porque ave, eu vou dar resistência dos ucranianos e vocês perderam para um país que não dispõe de armas nucleares, que não faz parte da OTAN, entende? Então, com certeza para Rússia, se ela não conseguir ser atrindo seus objetivos, isso poderia ferir o putin politicamente falando. Porque ele vende para a população russa que existe uma guerra do ocidente que tá sendo travada contra Rússia. A guerra não é o Cranie Rússia, a guerra é o TAN contra Rússia. Então, uma derrota, sem o putin antigosluso objetivos, é uma derrota da Rússia procedente. Procidente como todo. Isso compromete ele. Até como força política, feiti. Ele mesmo que meteu essa narrativa, né? Sim, sim, por narrativa dele mesmo. Isso compromete ele frente às lideranças militares do país, frente aos oligarcas, aos grandes empresários, frente à população, a população russa, principalmente aquela quarenta anos ou mais, que tem, realmente, uma postura mais conservadora, e que vê o que foi a Rússia, na década de 80, na década de 90, com Gorbachev, com Boris Yeltsin, que era crise econômica, moratória e perinflação. E viu o putin recuperar economia da Rússia nos anos 2000? Esse cara vê o putin como um moroio, ele é o fã número um do putin. Esse cara, por exemplo, durante a década de 90, a chechenia, que era uma região islâmica separatista, conseguiu pegar armas e se separar da Rússia. Pô, uma região islâmica, ganhou do exército que era vi comparado com exército americano. Entende? O putin, assim quando ele assumiu o poder, a primeira coisa que ele faz é reconquistar a chechenia, reconquistar o orgulho nacional. Nos anos 2000, explode para estados como audites, gas e petróleo vale mais, ele ganha dinheiro, ele consegue promover políticas públicas, vai reduzindo a desigualdade, vai promover em um crescimento econômico, começa a acelerar com alguns empresários nacionais, controla os meus de comunicação, controla os transportes, consegue colocar a maioria do Parlamento e vai consolidando ali o seu poder enquanto o grande líder ruso. E no fim de semana ele penduram uma cacarentesete nos peitos news enquanto ele. - Vai passar o rosto. - Não, ele tá no dorço do rosto. É verdade. Mas esse cara é um aeronomem, se eu fosse ruso, ia mal putin, provavelmente. Sim, e aí imagina o putin, ele vai lá e não consegue um objetivo que ele deixou desde o começo, eu quero o objetivo, claro, que era libertado a bombaz, ele colocava isso, o objetivo não era conquistar a aporísia, a luga, também era pela que as questões econômicas. Mas culturalmente simbólicamente falando que ele queria libertar o povo ruso que tava sendo primido, que existia movimentos neonazistas, que os elenys que concordava que estavam perseguidos russos, se ele não conseguir os objetivos nesse momento, claro que isso pesa muito, né? Até internamente falando de movimentos políticos pra. - Pra sentido. - Pra sentido. E aí pra gente, e finalizando, o Brasil olha isso de que perspectiva, como é que a gente se encerre nesse confliço? Se encerre nesse confliço de deveria, caso a gente não. Minha visão. O Brasil age certo de um lado e errado do outro. Em que sentido? O irã, o que eu falei, o prêmio de madrame muito violentas manifestações. O itamarati, quando solta nota, é aquela nota atímida, entendeu? Poxa, a gente fica triste, tal. No condeno de verdade, o alí caminei que tava oprimindo a sua própria população. No caso do ataque que Israel fez, estados em os controirã, o céu somorim, nossa assessora especial, o itamarati, ele se poste na não contra o ataque, alegando que fere a carta da ONU. Eu concordo o composicionamento do Brasil de condenar o ataque, porque fere a carta da ONU, porque faz parte do histórico brasileiro, independente de governo, estado mesmo. A gente é um país que tenta respeitar os organismos utilaterais. E o Brasil até quer crescer, já politicamente, baseado nesses organismos. Esse é o nosso único caminho. Porque assim, pra gente crescer na. Pra gente ter uma boa relação com os outros caras, a gente é, a gente é ser ibépoa. Então a gente tem que respeitar as paradas, jogar nas hegras, né? Então é natural que a gente ia vá por aí, porque se não, a gente não é respeitado, não, não podemos ter a bronca da China, os EUA. Não tem essa calacidade, né? O Brasil, por exemplo, ele faz parte de um grupo chamado de G4 ONU, que são quatro países que defendem a reforma do Conselho de Segurança, e a inserção deles no Conselho de Segurança. Que alemanha, Japão Índia e Brasil. Então, o Brasil sempre busca, pela ONU, tal. Então, o Brasil, pelo ideal de diplomacia, condena o ataque que está às vezes fez, porque feriu o direito internacional. Mas o pânio que o Brasil passa, para algumas atitudes autoritárias, do Alicaminê, para algumas atitudes autoritárias da Venezuela, pra mim, mostra o Itamarati que está se politizando quando não deveria se politizar. Poxa, condena as duas coisas, entendeu? Condena o abuso contra os direitos humanos, e condena não tem respeitado a carta da ONU. Então, acho que o Brasil, ele peca nesse sentido de passar muito pano pra países que não deveria ser passado por interesses. O ira hoje faz parte dos brics, faz parte dessa aliança mais oriental, que o Brasil diplomaticamente, de apolhiaticamente, está creendo seu próximo a mais. Eu acho. Eu evo isso. Entendi. É. Politizado demais, os nossos diplomatas. Exato, tá. A mesmo que não. Cara, vai negar até a morte, não é politizado, não sei o que eu estou vendo, que é. Alve que é, quando, por exemplo, o ramás, ele fazia ataques contra a Israel, e feria a civis, deveria ter algum tipo de posturamento. Encríticas, pou, são civis a alêncio que estão morrendo em um ataque, um atentado do ramás. Se Israel fazia o ataque contra a faixa e gaza, nota, conderação, críticas públicas, e eu acho que realmente merece a crítica dos dois lados. E aí, claro que o Brasil vai ser visto com o país mais enviesado. Perfeito. Bom, tem mensagem pra gente, então. Então, antes do fim, aqui, deixa eu falar pra vocês dos parceiros de hoje, cara, começando pela insider, quem fazia essa camisa que eu estou usando. E aquela ali que o Ricardo está usando também, cara, não é isso, daí também. A camisa está em sidero, não tem camisa, então. É a camisa aqui, ó, bonitinho. Então, a minha aqui é uma camisa diferente da textura de sinal acostumados, mas, cara, ó, está ligado que está começando mês do consumidor. No mês do consumidor, você aí que nunca comprou em sideri usar o cupom flu, como é que é teu cupom Ricardo? É, profe Ricardo. Profe Ricardo, se usar o cupom flu ou cupom profe Ricardo, vai ficar 20% de desconto independente. a primeira vez, a segunda ou a terceira vez, porque cara tá começando o mês com o sumo dano, vocês vocês sabem, esse desconto geralmente é metade, é 20% para os novos e projeco é 10%, tá valendo para todo mundo até, bom, só amanhã, amanhã inclusive tem Frete Gratis, mas por 24 horas esse cupom de 20% usando o código flow para você aproveitar inclusive amanhã que vai ter Frete Gratis, então não perde que tá começando mês do consumidor lá na Insider e é a tua chance de ficar bem vestido aí e não só isso né cara porque toda a gente não pode dar insider além de tudo, ainda tem um tuís tecnológico pensado para facilitar a tua vida, então vai lá, insiderstore.com.br tem o que é recorre de aqui, tem o link na descrição aí também fica a vontade, ó, uma outra mensagem aqui é da acidez cara, que é o seguinte, acidez acabou de lançar uma nova campanha de doações, acidez que conhece é quem promove por exemplo o teletom é quem tem várias unidades aí para ajudar a galera que tem problema majoritariamente de movimento né e ela e precisa da tua ajuda para continuar ajudando a galera que tá precisando, então tá rolando aqui ó a sua doação abre portas que tenta contribuir aí com com a manutenção do volume da qualidade do trabalho da acidez, então a gente vai deixar que as informações para você é participar isso daí lembrando que você pode usar o serviço da acidez tanto pelo pelo sujo quanto pelo pelo particular e pelo convenio também e quando você tá usando essa forma é você tá ajudando a acidez também é continuar ajudando a continuar atendendo as pessoas pelo sujo também, tá bom então vai lá doa e ajuda uma galera que realmente tá aí para ajudar os e para finalizar o que é falar da restaite de treinamento que é o melhor jeito de você não só se preparar para o que se preparar melhor para o trabalho que você tá como também é aprender uma habilidade nova para um hobby ou para um novo desafio profissional cara a restaite de treinamento é uma das maiores escolas desse tipo para mercado de trabalho da América Latina e cara a gente fez uma parceria que vai dar para você que entri as desconto no pacote de curso completo da restaite de treinamento tá então cara não perde tempo tá fim de meio que aprender inteligência artificial quer aprender a programar quer aprender sei lá o que se é o BI várias coisas é ter lá na restaite de treinamento tem o que é ricordiei o link na descrição não perde tempo porque antes de desconto mesmo em todos os cursos vai lá é que vai te ajudar que o nome do pacote completo é comunidade impressionadora não perde tempo também isso é para você virar um cara mais apto a fazer as coisas aí né ficar mais muito com essa cara e porque é gordão tá volado tem disso então é Ricardo obrigado pela moral cara obrigado por vir aí é sempre bom esse é além de tudo me ajuda a entender melhor se a gente vai morrer amanhã ou daqui a cinco anos tá um pouco longe então tão pouco longe tá bom tá bom então obrigado pela moral cara e tu como é que as pessoas fazem pra te contar na internet é até me instagram a roupa profenda lá em Ricardo Marcelo mas o onde sou mais ativa no YouTube é o que eu sou Ricardo Marcelo com vídeos ali diários como um também o temço né às vezes mais um vídeo por dia também mas estou sempre lá atualizando sobre guerra do ira sobre conflito na palestina sobre questão o rúcio crânia para que vocês vão gostar boa obrigado mais uma vez aí vocês quer se tira muito obrigado pela moral também não esquece compartilhar esse vídeo aqui manda lá no grupo dos bolsão narista manda no grupo dos petista e manda no grupo dos crente manda no grupo dos também manda em todos os grupos que você tiver participando aí porque as pessoas se entendeu que tá acontecendo no mundo por né portanto é verdade então dá o like nesse vídeo aí também e entra no discord no discord que tá na descrição e outra não pode deixar de dizer que temos conteúdo diário pros membros todo mundo quer membro tá recebendo vídeo todo o santo dia ou quase é quando não é no YouTube é no discord então vira membro tá também tá aqui embaixo o link aí e é isso tá bom a gente Um beijo para vocês, obrigado e carros de uma vez e tchau!

Podcast Summary

Key Points:

  1. Os Estados Unidos, sob a liderança de Trump, lançaram ataques ao Irã com o objetivo declarado de atrasar ou destruir seu programa nuclear e derrubar o regime dos aiatolás, embora análises sugiram que o programa não foi totalmente eliminado em conflitos anteriores.
  2. O contexto inclui a crise econômica e protestos no Irã, a relutância iraniana em aceitar exigências americanas consideradas uma violação de sua soberania (como abrir mão de mísseis e do programa nuclear pacífico), e a percepção de que as negociações estavam paralisadas.
  3. O conflito escalou regionalmente, com o Irã retaliando ataques a países vizinhos que hospedam bases americanas, levando a uma mobilização de nações do Golfo e europeias, aumentando o risco de uma guerra mais ampla e impactos na economia global, como no preço do petróleo devido ao fechamento de estreitos marítimos estratégicos.

Summary:

A transcrição discute o recente conflito entre os Estados Unidos e o Irã, iniciado com ataques americanos que visavam o programa nuclear iraniano e a mudança de regime. O contexto inclui a ineficácia de ataques anteriores, a crise econômica e os protestos no Irã, e as negociações fracassadas onde os EUA exigiam concessões consideradas inaceitáveis pelo Irã, como o desmantelamento de mísseis e limitações ao programa nuclear pacífico. O presidente Trump é retratado como aproveitando a instabilidade para justificar a ação militar, embora enfrente queda de popularidade e resistência interna nos EUA.

O conflito rapidamente se regionalizou, com o Irã retaliando contra países vizinhos que abrigam bases americanas, como Arábia Saudita e Catar. Isso provocou a mobilização de nações do Golfo e potências europeias, com a França, por exemplo, anunciando o fortalecimento de seu arsenal nuclear. A escalada traz riscos econômicos globais, especialmente devido ao possível fechamento de estreitos marítimos vitais para o transporte de petróleo, o que afetaria a China e outros países.

O futuro do conflito depende da postura do novo governo iraniano, que até o momento mostra pouca disposição para negociar, enquanto os EUA planejam uma campanha militar prolongada para atingir seus objetivos.

FAQs

O objetivo declarado pelos Estados Unidos foi atrasar ou danificar o programa nuclear iraniano, atacando centros nucleares e cientistas, embora sua eficácia total seja questionada.

O Irã recusou porque as exigências incluíam abrir mão de seu programa nuclear e mísseis, o que considerou uma violação de sua soberania, além de desconfiar dos EUA devido a ataques durante negociações anteriores.

O conflito causa aumento no preço do petróleo devido ao fechamento de estreitos marítimos, eleva custos logísticos e gera riscos inflacionários, afetando o comércio global, especialmente com a Europa e a Índia.

Países como Arábia Saudita e Catar apoiaram os EUA após o Irã atacar suas infraestruturas e civis, levando a uma mobilização regional contra o Irã para proteger seus interesses econômicos e de segurança.

O Irã tem um território vasto e montanhoso, aliados regionais poderosos e uma capacidade militar significativa, tornando uma invasão terrestre complexa e arriscada, com potencial para prolongar o conflito.

A França anunciou que aumentará seu arsenal nuclear, criará um 'guarda-chuva' nuclear para a Europa e não compartilhará informações com outros países, visando fortalecer sua defesa diante da escalada do conflito.

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