Reforma tributária: o que fazer antes de 2027 para não ter prejuízo | Papo de Gestão
from G4 Podcasts
1h 13m 22s
A reforma tributária no Brasil traz mudanças profundas e desafios significativos para as empresas, especialmente no setor de serviços. A entrada da CBS (Contribuição para o Bem Comum) e o RADI (recolhimento do adquirente) aumentarão a carga tributária, com impactos que podem triplicar o custo para empresas que não ajustarem seus preços. Muitas empresas que mantêm preços estáticos sem considerar o novo cenário estarão expostas ao prejuízo, pois a margem de lucro será drasticamente reduzida. Além disso, a tributação passa a ser baseada no endereço do cliente, não mais na localização do negócio, o que reduz os benefícios fiscais de filiais em regiões com incentivos. A criação de créditos fiscais condicionados à recolha do fornecedor exige maior controle operacional. A escolha entre o regime presumido ou real também é estratégica, pois influencia diretamente o resultado e o caixa. Empresas devem reavaliar seus modelos de preços, estruturas de custos e localização com base em análises detalhadas antes de 2027. O planejamento tributário deve ser contínuo e baseado em cálculos reais, para evitar surpresas e garantir a sustentabilidade operacional. A reforma, embora anunciada como simplificadora, aumenta a complexidade e a pressão tributária, exigindo que os empresários sejam mais atentos, proativos e informados.
Ou seja, o governo está usando o seu bolso para se financiar.
Uma empresa de serviços que fatura ali 2 milhões por mês, mais ou menos,
com o efeito da reforma tributária, faria o resultado dele de mais ou menos 1 milhão e meio,
se revertir um prejuízo de mais de 300 mil reais.
Se a empresa projeta 25% do caixa que tem hoje, ele não termaz,
esse cara vai ser estrangulado.
Ele é louco, é louco.
E quando ele descobre isso, o avião está no ar, carga tributária em alguns casos chega a quase triplicar.
Então eu sofro, o Onos da Reforma tendo minha líquita quase triplicada e eu não tenho bom nozinho.
Uma coisa que, com certeza, tende a acontecer com a reforma e a inflação.
O empresário vai passar o preço pro cliente e fazendo com que o preço de muita coisa suba.
O cenário que já é desafiador no Brasil fica um pouco mais.
Muito empresa vai começar o ano vendendo o mesmo produto pelo mesmo preço sem ter feito, nenhuma conta.
Quem fizer isso agora em 2007 vai entrar no prejuízo?
Bem-vindos ao papo de gestão, podcast aqui do G4, podcast.
Onde a gente traz fundadores, levas e gente que está construindo o Brasil para contar para vocês o que eles têm feito, o que eles fizeram,
para que só a jornada seja mais simples.
E hoje, um tema que está aí na pauta de todo mundo, principalmente agora, quando a água está batendo lá no bungal,
reforma tributária, o que você precisa fazer antes de 2027 para a sua empresa não quebrar.
Primeiro de janeiro de 2027, pís e acofens deixam de existir e entra a CBS.
Primeiro imposto da reforma tributária, a líquota ainda não foi definida.
E as empresas do simples já tiveram que escolher como vão pagá-la sem saber quanto ela custa.
Olha que maravilha viver no Brasil, né?
Hoje você vai entender o que muda, quem sai perdendo e o que fazer antes de janeiro para a sua empresa não entrar no prejuízo.
Então, já pega, papel e caneta, que esse episódio vai ser uma aula, a gente vai entrar de fato nos detalhes do tema aqui.
O que você vai aprender tal nesse episódio, o que fazer antes de 2027 para a sua empresa não quebrar,
a conta que mostra se o seu preço ainda fecha no ano que vem,
se o simples virou uma armadilha para a sua empresa, quem ganha e quem perde com a reforma.
Para a gente falar sobre isso, a gente trouxe aqui alguém que passou mais de 15 anos dentro da conta de imposto das maiores empresas do país entre Deloitte e Uai, Masers e Magazine Luisa.
E hoje ele comanda a BART de gestão tributária, criou simuladores para preparar as empresas para a reforma e é metor aqui no nosso G4.
O produto comite financeiro, que a gente lançou com ele com os outros mentores, para ajudar você de fato um, a gente tem uma reforma tributária, mas não só isso.
Como você melhora a sua gestão financeira para poder se preparar para captar em préstimos, dívidas ou nem mesmo fazer esse caminho.
Então baita de um produto, esse comite financeiro, algo que muita gente pedia para a gente e que cada vez mais tem, demanda principalmente com as da reforma tributária.
Então, plínio, reis, meu querido, muito bem-vindo.
Obrigado, Nerdão. Acho que o time que a gente está batendo esse Papa é perfeito, porque em poucos meses a gente tem uma das maiores mudanças tributárias da história do país,
que a gente chama de uma grande onda na economia, que acontece em poucas vezes, e quem tiver preparado surfe essa onda e usa esse cenário delicado para crescer e quem não tiver preparado vai ter dificuldade de seguir esse caminho.
E gostaria de lembrar de vocês antes, como é esse episódio que no fim de outubro, no dia 29, 30, 31 de outubro, a gente vai fazer o G4 Vale, um maior evento para dono de empresa, do Brasil 15 mil pessoas, na maior sala de aula presencial, não é fira, não vai ser ali expositores, não ser painéis, não galera, é sala de aula, três dias de aula das nove da manhã, às nove da noite.
Se você quer fazer parte disso, vai ter um link aqui na descrição, vamos trazer quem, de fato, faz na prática ensinando aquilo que você precisa fazer para preparar o seu 2027, a sua empresa para os próximos anos.
Está certo, se teve o Osnick, fundador da Apple, vai estar lá, uma grande figura aí por trás da Apple, entre vários outros empresários que tem feito muitas coisas legais. Agora, vamos direto aqui para o episódio.
Primeiro de ano, piso ofins, deixam de existir entre a CBS, substitui os dois. Muito empresa, vai começar o ano vendendo o mesmo produto pelo mesmo preço sem ter feito, nenhuma conta, se faz sentido, se não faz sentido.
Nardão, acho que é um excelente ponto para a gente começar o papo, porque diferente do que muitas pessoas pensam, a reforma a tributária vai afetar diferentes, os diferentes segmentos que a gente tem no Brasil.
Então, tem empresas que vão ser beneficiadas, poucas mais vão, acredito em se quiser, e a grande maioria vai ser prejudicada com o aumento de carga tributária.
Então, o que acontece? Por esse aumento na formação de preço, dois componentes principais é o imposto que está ali dentro e a margem do empresário, a margem da operação.
Se o empresário não sabe para que lado a empresa dele vai ser afetada, se vai ser beneficiada, se vai ser prejudicada, e ele, por uma insegurança, por uma falta de clareza, ele mantém o mesmo preço, e esse cara está na fatia que vai ser prejudicada, esse aumento vai para baixo, então a margem dele vai embora.
E quando ele descobre isso, o avião já está no ar, e aí vou te dar um exemplo, que é um slide que a gente compartilha muito, inclusive nos poucos que a gente mentora aqui no G4, um caso real, uma empresa de serviços que fatura ali 2 milhões por mês, mais ou menos,
sobra de 1,5 a 2 milhões na última linha dessa empresa, essa empresa no lucro presumido, se assim presa, de 1,5 a 2 milhões na última linha, sobra o que ele fatura, não sobra, ele fatura 2 milhões por mês e sobra no ano 1,5 milhões, 25 milhões de ano de faturamento, sobra um resultado na última linha 1,5 a 2.
Esse empresário não tem a clareza de como vai ser impactado pela reforma, fala, "Pô, eu não sei o que vai acontecer, eu vou ficar na inércia, deixa eu ver, deixa as coisas acontecendo e eu vou me adaptar, e eu vou me adaptar no meio do caminho".
Essa empresa, com efeito da reforma tributária, com a saída do Piscofins, com a entrada da CBS, o impacto total, lado dos possíveis 28% da reforma, faria o resultado dele de mais ou menos 1,5 milhões, se reverter um prejuízo de mais de 300 mil reais.
Sem faturar um sentava mais a menos, um resultado relevante positivo reverte num prejuízo, se ele se manter exatamente no mesmo preço, sem perder nenhum real de faturamento.
Então, o que a gente traz aqui, o alerta é, pro empresário, como marco zero para todo mundo entender, "Pô, eu escuto muita notícia de reforma, é no jornal na TV na internet, mas eu não sei o que eu faço, fica aqui até uma recomendação para todo mundo, primeiro ponto, entenda como seu negócio vai ser impactado, e como isso vai refletir na sua pressificação.
Com dados na mesa, você consegue tomar decisão, será que eu vou repassar para o meu cliente subindo o preço, ou será que eu vou absorver isso na minha margem, se eu tiver margem para fazer isso?
Então, o que você está falando aqui é, uma empresa lá que fatura seus 25 milhões, e vamos falar próximo de 10% de lucro por ano, de 7 a 10% de lucro por ano, numa empresa de serviço, o que você está falando é que se ela não mudar nada, pode ser que ela fique no prejuízo.
Exatamente, e isso para o serviço, então, varijo é diferente, então assim, todo mundo descubra como seu número vai ser affectado.
É uma boa pergunta que a gente recebe muita dúvida dos empresários aqui, que a gente fala diariamente, é como que eu descubro, como que eu faço a sua conta, e obviamente as empresas vão precisar de um suporte forte de suas contabilidades, mas aqui a gente está falando de um assunto muito estratégico.
Então, a gente sempre gosta de falar para o empresário não deixar 100% desse assunto no colo da contabilidade, e aí vou dar um exemplo, a gente estava num painel numa palestra alguns meses atrás, com mais de 2000 empresários, e a gente teve a escolha muito relevante do simples nacional agora, e a gente perguntou pros 2000 empresários que estava num público, quem tinha sido avisado por suas contabilidades de tudo que deveriam fazer, acho que menos de 10 pessoas levantaram a mão.
Então, acho que o empresário tem que entender que é uma decisão muito estratégica, e que sim, ele vai precisar do suporte da contabilidade, mas que dependa dele fazer esse cálculo, entender como fazer para que ele leve esse contexto para a contabilidade peça uma ajuda.
Se ele não conseguir fazer isso, só tentar procurar um especialista, alguém que seja mais tributarista que contador, entendeu, perfeito. E daí. Não seguindo o roteiro, mas pulando um pouquinho para frente.
Você tem alguns impostos que vão deixar de resistir e novos impostos que vão surgir.
Mas pelo pouco que eu acompanhei da reforma, graças a Deus, a gente tem a missa aqui.
E o nosso time e ajudado aqui por vocês também, sabemos, estamos sendo bem cobertos.
Aí a galera está olhando a fundo.
O CBS e o EBS são os novos, dependendo do setor e tal, eles ainda não vão ser cobrados cheivos.
Vai ser uma parte agora, uma parcela ou não.
Como é que vai ser essa transição de agora e até quando vai acontecer?
Como é que vai ser os próximos passos?
A implementação da reforma, não acontece em uma virada de chave.
Ela vai acontecendo, ela já está acontecendo em 2016.
Então, muitas empresas que estão assistindo a gente, provavelmente já estão destacando
o EBS e CBS na nota fiscal, só que em alíquitas de teste, alíquitas pequenas, só
para o empresário se familiarizar com o contributo.
Agora, em 27, já é uma virada de chave importante, como a gente falou no começo, o piso e
cofins que existem hoje, deixam de existir.
Deixam, já era.
Pra estinto em dezembro, não vai ter mais piso e cofins, e a CBS já entra integralmente.
Então, em 27, agora há poucos meses, a gente já tem uma mudança muito relevante.
Agora, de 27, até 23, todo ano, a gente vai ter uma regra diferente, onde o governo vai
fazendo um aumento, o grada chivo e a diminuição dos outros que estão vigentes hoje.
Entendam que o contexto da reforma, a maior complexidade vai ser no empresário lidar.
Por quase 8 anos, com dois sistemas tributários ao mesmo tempo, sabendo que a regra tributária
de cada um deles vai ser diferente pelos próximos 8 anos.
Pra que simplificar a gente pode complicar, né?
Uma empresa de serviço no lucro presumido paga 3,65 de piso e cofins sobre a fatura.
As estimativas para a CBS estão em torno de 9% com desconto só sobre o que a empresa
compra.
Pra quem quase não compra nada, o imposto vai mais que dobrar?
Exatamente.
Um posicionamento que o governo vem soltando em notícias, que a reforma tributária não
é uma reforma para aumentar os impostos, é para simplificar, né?
Se isso aconteça na prática, a outra conversa estão fazendo.
É isso, é como eles querem que a reforma seja percebida.
Só que quando a gente fala, se eu vou trocar uma líquota de 3 por uma de 10 possivelmente,
como que não vai aumentar?
E aí eles alegam o seguinte, hoje as possibilidades do aproveitamento de créditos fiscais, de custos
e despesas, é 1, e na reforma vai ser outro maior, vai ser mais amplo, né?
Todos essas possibilidades.
Só que para um varejo, para uma indústria, ou até concordo, agora para um prestador
de serviço, né?
Que é uma fatia muito importante, extremamente relevante no PIB do país.
Por exemplo, a nossa, e eu me coloco nesse lado, a nossa principal despesa, a nossa principal
curta da operação é gente, folha de pagamento.
Folha de pagamento não gera crédito, é uma despesa, meus funcionários não são
um fornecedores.
Então, eu te sofro, o Onos da Reforma tendo minha líquita quase triplicado, e eu não
tenho bons nenhum.
Então, o proprestador de serviço, que é o exemplo da sua pergunta, com certeza o resultado
tende a piorar, porque a carga é tributária, em alguns casos chega a quase triplicar.
Caramba, carinha, a renação natural de todo o empresário vai ser, né, subir o preço.
Dá para simplesmente repassar esse imposto pro cliente e seguir a vida?
É, é uma das possibilidades, né?
Vamos entender que o empresário, ao fazer essa conta, ele entende que, numa venda que
ele realiza de mil reais hoje, ele tem 200 imposto, que se ele quiser manter nos mesmos
mil preços de vendo o imposto dele de 200 vai para 500.
Muitas vezes ele nem tem a margem para precisar ver os 300.
Se ele quisesse ele não poderia, e na maria das vezes o empresário vai pegar esse aumento
e vai repassar no preço.
Então, uma coisa que, com certeza, tende a acontecer com a reforma e a inflação, porque
infelizmente não tem para onde correr, o empresário vai passar o preço pro cliente e fazendo
com que o preço de muita coisa suba.
Com a CBS, o imposto pago nas compras da empresa volta como desconto o imposto de venda,
que nem você comentou, que gastos do dia a dia, que hoje não vale nada, passam a colocar
dinheiro de volta no caixa.
Esse é um ponto legal estratégico, porque todo empresário, que já está no lucro
real hoje, já está mais acostumado com essa possibilidade de aproveitamento de créditos,
só que para quem está no preço humido, e até simples, as pessoas não têm muito
o conhecimento.
Então, é uma excelente pergunta, porque tudo o que é operacional hoje gera a possibilidade
de crédito.
Então, o que quer dizer é o que é operacional para a galera entender?
O que é operacional está ligado à geração de receita principal da empresa, e vamos dar
um exemplo.
Se eu tenho uma fábrica, quando eu compro em sumos do meu produto, eu me aproveito do crédito.
Um escritório, quando eu compro os computadores, para os meus funcionários trabalhar, está
ligado à operação.
Agora, o que não está ligado à operação?
Se eu compro uma máquina de café, que está ali na Copa, para o meu time, ali tomar
um café, fazer as refeições, isso não é operacional.
Então, essa máquina, hoje, não me gera crédito fiscal, tanto a compra dela como a reposição
dos produtos, e na reforma ela vai gerar.
A máquina ela vai tirar.
Vai gerar crédito.
Então, se a gente fosse simplificar, hoje a gente tem uma linha de corte no que é operacional.
Ligado diretamente à atividade, e eu não aproveito o crédito fiscal do que há administrativo.
E com a CBS e a IBS, a regra diferente, você vai poder se aproveitar de créditos do que
é operacional, e administrativo, só que tem um ponto muito relevante que é o que.
Você não pode confundir o que há administrativo com despesa pessoal.
Então, se eu pago a escola do meu filho com a CNPJ, eu aproveito a crédito fiscal da
escola, já está riscicando demais a corda, e pode ser que eu tenha um problema.
Então, eu aí depende do apetite de risco de cada um.
As empresas do simples tiveram que escolher entre continuar pagando tudo numa guia só, ou
pagar a CBS e o IBS por fora.
Escolheram antes de o governo dizer quanto esse imposto vai custar.
Como alguém toma essa decisão, sem saber o número.
É uma bizarrice, né, a tributária, isso, assim como muitas outras, mas acontece, né.
É raro, mas acontece todos os dias no Brasil.
E o que que a gente traz sobre isso, né?
A líquota da CBS, a gente não tem ela definida, mas a gente já tem alguns posicionamentos
do governo.
Então, quando começou a se falar em CBS, a líquota era 8.8.
Já foi se falado nessa líquota em chegar em 9.5, ultimamente estão se falando, e aí
quando eu digo estamos falando, a receita federal se posicionando em 9.21, então a gente
tem uma ideia, então, nós que trabalhamos nessa área, temos assessorado as empresas com
base em premissa, então, você pode simular um cenário conservador, considerando a pior
líquota possível em um cenário mais real e outro cenário não tão conservador.
Mas até é um bom ponto, porque essa medida, ela deveria ter sido optada por todo mundo
do simples, até hoje, hoje seria o último dia, hoje, dia, o primeiro de outubro.
Isso é, é a data limite para todo empresário optar se ele iria para o simples ebre ou não,
só que principalmente pelas alíquitas, por mais que a gente tem uma ideia de qual possível
a líquota seria, é algo que não faz o menor sentido, porque isso muda completamente
o tributo da sua operação, e aí, ontem, na parte da manhã, essa medida foi prorrogada,
então, as empresários têm um fôlego a mais, até o fim do ano, até meados de outubro
para fazer essa escolha.
Então, até 15 de outubro ainda consegue fazer.
Isso daí, todo mundo ganhou um fôlego, mas é bem provável que todo mundo tenha que
fazer essa escolha sem saber qual a líquota é definida, até porque, do ponto de vista
de tributarista que acompanha o país, é muito difícil essa líquota ser divulgada antes
do resultado das eleições.
Perfeito.
Quem compra de uma empresa no simples, que ficou na guia único, vai receber de volta só
uma parte pequena do imposto, concorrente com o mesmo preço, devolve tudo, quem está
no simples e vem de para outras empresas.
E aí, o que ele faz, qual que é a definição melhor, porque é assim, quem está no simples
e vente para a pessoa física, afinal, tanto faz.
Ele está a ver se pode ficar no guia único, que, meu, eu deixo simplificar a minha vida,
continuar, porque eu não tenho impacto na minha cadeia e naquilo que o próximo comparador
que no fim do dia vai ser outra empresa pode acreditar na empresa dele, porque agora
vai. Esse vai ser o desafio, porque a empresa que compra de outra empresa vai falar por
tanto que eu acredito, isso vai ajudar na formação de preço também.
Então, e aí, quem está no simples, o que ele deveria fazer?
Esse é um ponto muito estratégico, porque os empresários do simples nacional que
a gente fala diário.
são preocupados com o imposto e devem estar, só que não é só essa análise que tem que ser feita.
Então se eu analisa uma empresa e aí na última linha lá me sobra 10 mil reais de imposto para pagar,
não dá-se na guia única e se eu comparo com o simples híbrido,
ao invés de 10 vai aumentar o meu tributo para 12.
E aí se eu faço uma análise superficial, eu vou optar pelo 10, obviamente.
Só que se a minha operação é bitiubi e o meu cliente vai considerar,
se eu gera o crédito fiscal para ele não, porque o custo de aquisição dele me contratar
é o que ele me paga menos o que ele restitui.
E aí tem um concorrente meu que gera crédito para ele, mesmo vendendo mais caro.
Então eu opto para manter na guia única a 10 mil de imposto
e não gera o crédito fiscal nenhum para o meu cliente.
Meu cliente olha para o meu concorrente e fala por mesmo o seu concorrente,
sendo mais caro que você custa mais barato contratar ele.
Então empresário tem que ter essa visão barato no todo,
porque é na hora que ele acredita.
Exatamente.
Então o custo de aquisição é quanto custa o serviço ou produto menos o crédito restituído.
Então não analisem só o aumento do imposto na última linha,
mas analisem quanto vai custar para o seu cliente de contratar sem o crédito.
Agora todo o cliente que contrata outra empresa,
ele quer ter essa restituição de crédito ou não,
em que caso é bom, em que caso não faz nenhum sentido der restituição de crédito.
Tem algum que não faz sentido der restituição de crédito?
Tem, quando o seu cliente, ele é simples nacional também da guia única.
Então vamos dividir esse público, né?
Para todo mundo que tem um mercado btb,
está no mercado btb e tem essa dúvida.
Se o seu cliente é lucro real ou lucro presumido,
ele vai querer o crédito.
Se o seu cliente for simples nacional,
mas ele optou pelo híbrido, ele também vai aproveitar crédito fiscal.
Então em que cenários não faz a menor diferença o meu cliente querer ou não crédito?
Credito, se ele é simples nacional regular como funciona hoje em guia única,
ou CPF, pessoa física, que em vez de para consumidor final,
não precisa se preocupar com isso.
É a escolha do simples, ele vale por semestre,
então dá para corrigir no meio do ano.
Quando uma escolha errada dessa pode cursar por mês até lá.
Esse é um bom ponto, essa opção entre para quem está no simples,
se ele quer ficar na guia única ou ir pro híbrido,
ela vai ser uma escolha semestral.
Então quem escolha agora a opção em setembro,
que é a única ou híbrido?
E a única híbrido vai estar fazendo uma escolha para o exercício
primeiro semestre de 27.
E aí no meio do primeiro semestre de 27,
o empresário vai fazer essa escolha novamente para o segundo semestre de 27.
Então essa escolha, feita de forma equivocada,
pode custar aí de 30, em alguns casos até 60%,
há mais de imposto se ele fizer essa escolha errada
por todo o tributo do semestre.
Perfeito.
Agora, o conente fala de simples, simples,
simples, beleza, matamos aqui.
E quando a gente fala do presumido e do real,
o que que muda para essa galera também?
Ele tem que se atentar "Ah, eu posso escolher esse ou esse?"
Não, está feito, está dado.
É a mesma regra que para todo mundo.
É, o simples tem a sua opção,
optaram não pelo híbrido,
agora o local real presumido não tem para te correr.
Todo mundo que está no local real presumido,
paga o piso com fins hoje, por exemplo,
e o piso com fins vai deixar de existir
e entra a CBS que vai ser idêntica para o real para o presumido.
Então não vão ter regras diferentes para cada um dos tributos.
Mas quem está em um desses dois regimes não tem outra opção.
Simplesmente vai ter que absorver essas mudanças,
esses novos tributos na operação
e passar a considerar esse tributo na sua operação.
Um ponto que é interessante a gente falar,
é que muitas pessoas estão dizendo o seguinte.
Hoje, a complexidade do tributário no Brasil
abre muita brecha para planejamento
e que essas brechas têm nem a reduzir a acabar.
Em partes está certa, mas nem tanto.
Porque o planejamento tributário real mesmo de gente grande,
ele é muito mais conceitual do que jurídico.
Então vou dar um exemplo para que todo mundo entenda
que mesmo nas novas regras da reforma ainda
vai ter muito espaço para planejamento
e para o pessoal pagar menos imposto com inteligência.
Imagina que vou compartilhar um case real
de uma empresa que a gente implementou que vem de vinho.
Essa conversa não é sobre vinhos,
é só para todo mundo refletir.
Imagina que uma empresa paga 50 reais
numa garrafa de vinho e vende por 100.
O vinho, ele tem uma líquita de imposto.
Imagina que essa líquita é de 20%.
É uma líquita alta, né?
Fala por o que que eu faço?
Porque não tem pra onde eu correr.
Imagina que você levanta e identifica
um produto de baixo valor agregado do seu negócio
assim como o divinho é um corta gotas,
aquele material que você enrola e põe na boca da garrafa.
Aquilo não custa nada em valor agregado.
Custas sentavos.
E aí a empresa passa a dotar
uma condição promocional
que se o cliente opta pelo vinho mais o corta gotas
e ao invés de pagar 100 reais, ele paga 99.
Ele fala por, eu compro o vinho,
ganho corta gotas e ganho desconto ainda maravilha.
Obvio.
Só que a líquita do corta gotas não é 20.10.
E aí a empresa coloca a margem de lucro dela no corta gotas.
Então ela passa a vender o mesmo produto
por praticamente 100 reais.
O produto vinho que ela tinha a líquita de 20,
ela vende a 75 reais e ela joga a margem no corta gotas
vendendo corta gotas a 25 reais que a líquita é 10.
Então esse exemplo mostra
que o planejamento tributário
ele é muito mais conceitual e estratégico do que jurídico.
Independente, se é písico, fim, se é cbs,
ele sempre vai existir.
Então você pode alocar
margem de lucro da sua operação
em produtos que tem uma tributação melhor.
Mas isso já poderia ser feito hoje ou não?
Já, com certeza.
Já é feito em muitos negócios.
Esse do vinho, por exemplo, é um caso real.
Mas já é feito hoje.
Já é feito hoje.
Ah, mas é o píscofins vai sair.
Você vai fazer a mesma coisa com cbs.
Por quê?
Porque a cbs ela tenha a tributação
diferente para cada tipo de produto
e para cada tipo de setor.
Cada serviço tem uma tributação
uma líquita diferente.
Cada produto terá uma líquita diferente.
Então nesse mesmo exemplo que a gente deu,
né, se os empresários que estão olhando a gente,
fala, "Pô, tá, mas eu não vendo vinho.
Ok, mas tenta refletir para o seu setor.
O que seria o possível corta gotas
do seu negócio para você alocar parte da sua margem
e pagar muito menos imposto?"
Isso é planejamento.
Isso é permitido estar na legislação.
Agora, tem limitação, por exemplo,
quando você vai para a empresa de telecom,
eles têm lá o Added Value Service.
O serviço valor adicionado.
Você tem, por lei, até um limite do valor
que você vem de pro cliente final daquele teu pacote.
Você pode colocar como isso e você pago imposto
por aquele valor adicionado,
que no fim do dia eu tenho o vivo,
daí na vivo, você tem um aplicativo lá da vivo.
E na hora que eu pago minha conta de mil reais,
eu não lembro os números.
Por 350 é de valor adicionado,
que eu tenho direito a um monte de coisas que ele coloca,
que eu nunca uso.
Mas estão lá, porque o valor é muito menor e ele paga,
se ela é em 700 reais, o imposto de telecom é mais alto
do que o valor adicionado.
Então, meio que toda a indústria tem isso,
tem limite para isso ou não?
Existe um limite, né?
O fisco, ele coloca muito a razoabilidade na mesa,
o que acaba sendo um pouco intangível isso, né?
É interpretativo.
Mas do ponto de vista do vinho, por exemplo, né?
Se eu tenho um custo de 50 reais da garrafa,
não seria razoável eu vender a garrafa
por menos o que eu preço do custo.
Então, você sempre tem um limite exato.
E aí vai muito setor a setor saber até onde cada um que aí.
Tem empresas que são mais arrojadas.
E trabalham na linha do limite e empresas mais conservadoras
que trabalham com um pouco mais de fôlego.
Mas esse exemplo que você trouxe da telecomunicação,
eu mostrei para um cliente hoje cedo, a nota fiscal.
E aí eu faço essa provocação para todo mundo que está olhando.
A gente vê que isso é planejamento das maiores empresas do Brasil
e que você poderia estar fazendo hoje e não tá.
Quando você paga sua conta de telefone todos os meses
e aí vamos ao exemplo de uma conta de que eu tenho esses números feços
que eu olhei a uma hora atrás.
Uma conta de 60 reais de celular, um plano.
Desse 60, mais um pouco mais de 20, 21, 22 reais,
era material didático, entra na imunidade de livros e periódicos.
Então, pensa que de 60. 30%.
30% da operação praticamente não tem imposto.
E aí vocês estão comprando acesso a uma plataforma
que tem livros e materiais didáticos
que está disoneirando a empresa.
Telecomunicação tem 18% de CMS.
Mas 9,25 de piscofins.
A gente tem falando de quase 30% de alíquita,
de estadual offender.
ao somado, que sobre os 20% é zero em toda a conta de telefone.
Imagina isso numa as empresas de telecombrante?
Faturam as maiores de telecomunicação no Brasil.
Fator um 50b, imagina impacto que isso não dá na última linha.
Então, isso é planejamento de gente grande, totalmente aplicável em empresas menores,
mas que as empresas acabam não fazendo por falta de conhecimento.
Você que está me ouvindo, e ele falou que tem empresas mais arrojadas e empresas mais conservadoras.
O que eu falo pra vocês?
Tem um velho ditado que meu querido pai sempre me falou, é o seguinte,
eu vou passar em que come pedra, sabe o que tem.
Você, meu amigo, tem que saber o tamanho da pedra que você consegue comer.
Isso tem a ver com o teu nível de risco ou não, mas também não dá pra tomar o risco na loucura.
O que eu quero dizer com isso é, tenha bons tributaristas, advogados do seu lado,
pra entender caso a caso e cenário a cenário, o proio contra que tem de cada cenário,
que muitas vezes a gente quer ir para um extremo ou para o outro,
porque a gente acha que você conservador nunca vai dar nada,
mas você também é o único que está sendo conservador naquele limite.
No outro limite, também você tem muito risco.
Talvez você e o teu estômago não tejam dispostos a tomar por vários motivos.
Então, o cyber que, felizmente ou infelizmente no nosso sistema brasileiro,
pra tudo, você tem ali 50 tons de cinza, você tem que escolher aquele
que cabe mais aí ao teu apetite de risco e saiba que, se você não toma risco,
você está deixando oportunidade na mesa.
Agora, voltando ainda nesse tema,
existe, então, hoje, uma diferença entre quem continua lucro presumido e no real,
ou não existe, qual que é na prática a diferença?
Porque quando você está avando-se no presumido, você tinha a lipiscofins,
mas você tinha lá na última linha uma tributação de IRPJ, CSSL,
a divinda do tipo e natureza da prestação que você tinha de negócio.
E no lucro real, você, de fato, atribui todos os custos que você tem
pra descontar e ter o lucro real da sua operação.
E daí, sempre se fez uma conta, principalmente, pra quem tinha um faturamento menor,
com o seu óleo, nem lembro mais os números.
Acho que, no simples nacional, acho que o limite era 4,8 milhões também.
- 4,800 e o limite do presumido é 78 milhões.
- E 78 milhões, 4,8 milhões, então, basicamente, o limite era,
não sei, ainda se é, mas assim, meu, passou disso, não tem muito história.
Pode ser passou de 78 milhões, também não tem muito história.
E você não pode ser sócio de simples, se você já é do presumido ou do real.
Então, minha vida entou inteira.
Eu sempre fui presumido ou real nas coisas que eu tinha, né?
E aqui, em algum momento, lá, acho que foi do segundo pro terceiro ano,
a gente tomou a decisão no G4, né, de sair do presumido, pra ir pro real.
- Beleza.
- Vai-se de alguma diferença nessa nova regra de você estar no presumido ou no real,
ou vai ser mais ou menos a mesma coisa.
- Esse é um contexto interessante, até falando sobre os regimes.
O regime tributário, o que a gente mais escuta no Brasil hoje,
é o empresário, fala, "Pô, eu tenho sete empresas no simples,
sete contas bancárias, sete pessoas envolvidas e tal,
alegando que ele tem uma economia tributária,
sendo que ele nunca nem calculou.
Então, o primeiro ponto é que, na maioria das vezes,
se ele montasse uma empresa única,
otimizada, estruturada, ele pagaria menos em postro que ele paga,
com sete empresas diferentes,
além do risco que ele tá exposto que, às vezes, ele nem sabe mais esse risco,
ele pode ir até pro criminal quando você tá falando de abrir vários serem pejótias.
Então, acho que um alerta aqui, né, pra audiência,
se você tem vários serem pejótias no simples,
reavali, é bem provável que essa não seja uma decisão inteligente.
À cinco anos atrás, era um pouco mais factível isso,
com a tecnologia que existe hoje e a vontade incessante do governo tributar,
né, porque tributo é receita pro governo,
e o governo gosta de ter receita pra poder gastar, certo?
Não tá errado também, não, não vou fazer julgamentos aqui, né?
Ele coloca muita tecnologia pra usurpar os pagadores de impostos.
Tem gente que fala que impostos é roupa.
Não estou falando nada aqui, deixa pra você aí achar o que é,
sou totalmente contra não pagar impostos,
eu acredito que se a gente tá fazendo o bom trabalho tendo o lucro.
Temos que pagar impostos, como impostos é usado ou não,
é outros 500, daí no meu papel, o papel da gente elege bons governantes,
mas de fato o governo é muito bom em colocar tecnologia
para ter mais receita, talvez não para ter mais eficiência no governo,
mas para ter mais receita.
Exato, e só complementando a sua pergunta da diferença entre o real e o presumido,
só um pouco, então, tome cuidado se você tem muito empresas no simples,
tá, não tem uma rode de simples, vamos cuidar.
Mais volta lá no principal diferença entre o real e o presumido,
ela passa a ser o imposto de renda.
Então, como as regras, até a legislação da CBS e da IBS,
vão ser a mesma para o presumido para o real.
Então, olhando para esse aspecto, não vai ter diferença.
Então, a ótica volta para o imposto de renda.
Então, qual é o imposto de renda mais otimizado para o contexto da empresa,
que isso muda totalmente o escenário a escenário.
E aí, vamos dar um exemplo de um case real também para as pessoas entender
e o quanto a escolha do regime tributário é muito sensível
e uma baita ferramenta de planejamento tributário.
A gente estava conversando com uma empresa de transporte
que ela fez um baita estudo para avaliar a qual era o regime tributário
que fazia sobrar maior lucro na última linha.
E ele viu que era o presumido.
Ok, excelente estudo.
Só que ele não levou em consideração depois, a longo dos anos,
qual era o contexto que eles estavam vivendo?
Então, o que que aconteceu?
Essa empresa de transporte, ela fez investimento,
comprando mais veículos, mais frota,
e ela perdeu alguns contratos diminuindo a receita.
Então, essa empresa, que num escenário ideal,
o presumido seria o mais vantajoso indiscutivelmente,
ela não reavaliou isso no momento em um ano que ela começou a operar com prejuízo.
Então, se o lucro real paga imposto sobre o lucro real,
o nome já diz, e o presumido se paga imposto de renda com base no faturamento,
essa empresa estava no prejuízo pagando imposto,
pagando imposto sem necessidade nenhuma,
sendo que ela, se tivesse poevo a porá com. Vou fechar um ano com prejuízo, ela tivesse ido para o real,
ela teria economizado quase 10 milhões de reais,
e provavelmente ficaria no zero a zero teria lucro.
Exatamente. Então, assim, a escolha do regime. A escolha do regime é muito mais estratégico do que as pessoas pensam,
não olha para isso só uma vez e depois esquece isso, deixa uma contabilidade.
Você tem que olhar se o orçamento, sua projeção para o outro ano?
Porque essa escolha é extremamente estratégica,
e faz com que o resultado e o caixa da empresa esteja de certa forma até blindada.
Agora, um ponto a mais de dificuldade é que temos também tributação de dividendo
em 10% daquilo que passa 50 mil de dividendos por mês,
ou acho que acima de 600 mil por ano, você tem faixas de tributação,
chegando até ali a 10% do seu faturamento. Porém, ao fim do ano,
uma vez que você vai fazer todo a acariação de que você pagou na pejota,
o que você pagou na física, dependendo dos seus investimentos,
você pode ter um reenbolso no ano seguinte desses 10% que você pagou.
Então, os nossos amigos tributaristas também têm que levar essa nova coisa em conta,
porque muitas vezes, no presumido, você tem uma estrutura de tributação
que ela não te ajuda a ter esse cashback, esse dinheiro de volta,
que talvez uma estruturação no real tenha.
Como você coloca isso daqui também na sua conta? Porque é uma variável a mais.
Sim, com certeza. E essa tributação adicional sobre as dividendos de novo
é mais um na lista de bizarrissis tributárias do Brasil.
E por quê? Esse 10% adicional e os 600 mil ao ano são entéssima a mesma coisa,
só que regulamentos de forma separada. E o que significa isso?
Significa que, se você teve uma renda, uma receita acima de 600 mil no ano,
você vai pagar o dividendo. E aí, eu estou dizendo,
quando você for fazer a sua declaração de imposto de renda lá em março,
uma vez por ano, se você recebeu até de 600 mil para cima,
você vai calcular quanto de imposto de renda adicional você vai pagar na tabela
que o Nardão falou que chega até 10%.
Só que, o que é esses 10%?
Esses 10. de São calculados todo mês, já na fonte, é como se fosse uma antecipação desse valor que você
pagaria no final do ano. Só que 10% é o teto da tabela. Então, o que pode acontecer? Se eu
recebo um dividendo de 100 mil reais em um mês, eu vou pagar 10% sobre 100 mil, tá? E aí já
respondendo uma dúvida que eu recebo muito. A isenção para você não ter os 10% é de 50 mil por
mês. Se você, por algum descuído, por desconhecimento dessa informação, pegue e fala, "Eu preciso de
mil reais a mais". E aí você retira 51. Os 10% não é sobre 1 mil, é sobre 51. É sobre total,
né? Outra bizarrice. Mas imagine que, ao longo dos anos, ao longo do ano, você vai sofrendo a
retenção de 10% porque acabou distribuindo um dividendo mais alto. Só que em alguns meses, você
distribui um dividendo bem mais baixo. Quando chegar no final do ano e você avaliar
aciso, ultrapassou os 600 mil. É bem provável que o que você anteci por governo foi bem mais do que
que você deria ter pago. Então pode
ser que o imposto que você pague em janeiro, você vai ser ressarcido dele um ano depois.
Mas um ano, né? Você vai rodar em março para ele fazer a cariação e provavelmente vai ter 3 meses
depois se for rápido quando ele vai fazer a retenção. Então vai dar quase um ano e meio na média.
Exatamente. Na média e através de 1 ano e pouco. E de novo, do ponto de vista de fluxo financeiro,
tem uma prática que é muito clara no Brasil. Se você tem que pagar o imposto e paga menos do que
deveria, acontece um alvoroso no governo. Ele bloquea essa inidete e multa de altura, ele para a sua
operação como um todo. Então se você teria que pagar uma guia de 10 mil reais, você pagou 9.999,
esse 1 real vai sujar seu nome, vai para a dívida ativa. Agora, se ao invés de pagar 10 mil, você paga
por engano 1 milhão de reais. Ah, mais. Sabe o que acontece, Nerdou? Não, não sei. Não acontece nada.
O físico não fala nada, ele fica em silêncio. Então se você paga menos, ele acaba com a sua vida e com a sua
empresa. Se você paga mais, ele fica em silêncio. Se você não vai lá e fala "Port", paguei 1 milhão,
era para pagar 10 mil. Não, tudo bem. Então toma de volta. O que eu estou querendo dizer? Se o empresário não
for atrás do que é seu de direito, o governo já mais vai levantar a mão e falar "Oi, empresário,
tudo bem, você pagou a mais aqui". Então nesse exemplo que você trouxe os dividendos, o empresário tem que
ficar muito ligado do que está acontecendo, porque às vezes ele antecipo muito mais impôsero que
ele deveria pagar no final do ano, só que ele, se ele não for lá e pede de volta, esse dinheiro não vai
voltar de forma automática. Mas assim, ele pede de volta no impôs de renda. Isso, na declaração de
renda, ele faz a nome. Agora, fica aqui, provavelmente, 98,99,8% da audiência que está ouvindo aqui,
é mais libertária e talvez do espectro político, mais de centro-direita. Se você é mais de centro-esquerda,
entenda que muitas vezes quando a gente tem, e até quem é de centro-direita, que está ouvindo a gente,
isso aqui é meu seu política, mas para vocês entenderem que a gente não deveria brigar entre a gente,
porque o inimigo não é quem está do outro lado da esquerda da direita, o inimigo é o Estado, galera. Esse é o
inimigo, porque ele tem zero incentivo em fazer com que a gente pague menos impostos, zero incentivo,
caso a gente pagou em post-terrado de devolver isso, como o Plino acabou de falar, zero incentivo para ser
eficiente com nosso dinheiro, porque tem aquela velha matriz de, é o seu dinheiro gasto com você mesmo,
você pensa no que, no melhor custo-benefício. Na melhor custo-benefício, porque eu vejo o que é a valor
para mim, consequentemente, eu topo pagar o custo dado o benefício que tem, quando é o dinheiro dos outros,
para você, tipicamente você vai pensar o que é o meu melhor benefício para mim, to nem aí pro custo,
normalmente, né? Agora, quando é o seu dinheiro, usado para os outros, ou o dinheiro dos outros,
gasto com os outros, que no fim do dinheiro, o dinheiro dos outros, o gasto com os outros é o governo,
eu adio dos outros gastos para os outros, cara, eu estou nem aí, quanto custa com o benefício que vai ter, e o dinheiro do seu dinheiro gasto
por outros também vai ser isso, o outro vai pensar no melhor benefício para ele e não com seu dinheiro. Então,
vamos pensar melhor aí como sociedade entender que é todo mundo junto com o Estado, voltando aqui ao tema
de impostos, que isso traz aqui, é o melhor de cada um de nós, quando a gente tem que pagar imposto. Então, no fim do dia,
lucro real, lucro presumido, a galera tem que, de fato, fazer conta até para entender que muitas vezes, se você está lá no lucro real,
e você tem a líquota máxima, que eu acho que é 34% do IRPJ, e você, muitas vezes, acaba na tua empresa pagando isso,
pagando mais o que é isso, quando você está pagando dividendos, se você não tem outros fontes de tributação,
provavelmente esse custo do dividendo, se você está no limite de 34%, você vai ter um ressar acimento grande dele.
Então, vale a pena colocar isso em conta, quando você está comparando lucro presumido com o lucro real,
o lucro presumido vai ter isso também ou não? O lucro presumido já está atopado 34%.
O imposto de renda é o mesmo no presumido no real, o que muda a base de cálculo. Então, a base de cálculo no real,
você vai pegar as suas receitas e vai deduzir tudo que você tem de custo e despesa, chegando no lucro real, aplica os 34.
Agora, o presumido, como nome já diz, os mesmos 34, são aplicados sobre uma base de cálculo que o governo presume que você tem de resultado.
É perfeito. Agora, se a gente fosse dizer aqui, tentar explicar que, "Cetente Cabeço é um manual extenso, uma planilistência, uma ferramentistência,
para a gente conseguir colocar a cara todos os diferentes casos que tem de, "Cara, se você está no simples,
se deve ficar no simples, o guia único no híbrido, se você está no presumido, pude dizer, "Cabeço que deveria ter, isso de bece,
e você está no real, é isso que tem que tomar cuidado, isso que tem que tomar cuidado, pude para ser tortal,
é tanto de imposto, protocertora de outro imposto. É um negócio super complexo, é uma matriz super complexa,
ou você consegue rapidamente explicar todos os casos de uso aqui para a gente. É uma matriz extremamente complexa,
mas o que dá para a gente falar é o seguinte, esse é o momento para isso ser avaliado. Então, tem empresas que
têm a prática de avaliar isso com frequência, e mesmo uma empresa que fez essa análise, vou dar um exemplo,
no último ano, ela entrou em 2016 extremamente otimizada porque fez essa análise no final de 25. Essa empresa teria que
avaliar isso, porque a reforma muda tanto que, às vezes, o melhor modelo para a empresa hoje não é o melhor modelo em 27.
Então, assim, se para quem já faz, tem que reavaliar, para quem nunca fez, eu acho que é um baita momento para começar a fazer.
Então, se tem uma decisão que você tem que tomar antes de janeiro essa, faça essa análise no seu negócio.
A reforma da foi vendida com uma forma de se simplificar o imposto sem aumentar a recadação. As estimativas falam que o imposto sobre
consumo perto de 28% e os marios do mundo. No fim das contas, então a empresa vai pagar mais.
É isso. O Brasil, né, se a líquita for fixada nos 28, é o que está sendo falado. Desde o começo, o Brasil passa a ter o maior eviado planeta.
Não tem ninguém absolutamente ninguém acima do Brasil. E isso a gente está falando dos tributos sobre o consumo, os que vão na nota,
lembrando que a gente ainda tem 34% do lucro, 20% sobre folha de pagamento, então, realmente, o cenário que já é desafiador no Brasil fica um pouco.
E 10% no divider quando passa do limite. É, não, essa lista aí a gente precisaria de algumas horas adicionar isso aqui para falar todos.
Então temos impostos maiores do que países nórdicos com entrega de serviço pior do que países africanos os ruins, né.
A gente tem um ponto importante aqui que eu não falei antes, que é o famoso split payment do imposto, né, que a gente falou da tecnologia que o governo é bom,
de colocar tecnologia para recolher em posto e ruim de colocar tecnologia e eficiência para entregar serviço.
O split payment, ele iria entrar em voga agora em 2027, né. O que é o split payment aí para que a gente entende, né.
Split é divisão e payment do pagamento. Então, na hora de você fazer um pagamento lá na maquininha, passar o cartão ou mesmo no PIX,
o que acabaria acontecendo é que esse imposto, né, o CBS e o IBS já seriam na fonte na hora do pagamento, uma parte já iria para o governo.
E o que sobra disso?
isso iria para a empresa. Diferente de hoje que normalmente você faz toda a emissão de notas ao longo do mês,
e ao fazer essa emissão de notas ao longo do mês, você declara isso, e o governo, o seu contador, vai ali fazer o cálculo,
normalmente, eu não lembro quais são os dias mais já dez, já vinte, já vinte, dependendo do teu tipo de negócio,
se é presumido, se é simples, ou se é real, e depois também é cada três meses, você vai ter a contabilização de imposto,
você pagou ou não, os três meses vão continuar ainda, porque é do que você teve de lucro, mas basicamente você tinha ali um tempo de um mês,
mais ou menos de média, que você trabalhava com esse dinheiro do seu cliente antes de ter que pagar o governo,
o que isso quer dizer? Que entrava o dinheiro inteiro na tua empresa, você trabalhava com ele para pagar folhas de pagamento,
para pagar fornecedor, etc., e daí, no dia 20 do próximo mês, você pagava o governo.
E quando a gente pensa em um imposto de 20%, que vai ser provavelmente ali, quando vai ser cbS, mas e BS, na média,
de vinte e seis a vinte e oito, vamos conservar vinte e oito por cento. Então, só para conta ficar simples, vamos falar vinte e cinco por cento,
então a gente está falando, pessoal, que 100 reais antes da venda, que eu trabalhava o mês com isso,
agora na cabeça vai me sobrar 75, eu vou ter 25 a menos para trabalhar durante o mês,
e isso quer dizer um impacto direto no seu caixa, porque é dinheiro que saiu no seu caixa durante esse mês,
que você trabalhava antes, então você vai precisar fazer uma reserva de caixa maior, porque esse dinheiro não vai entrar na cabeça,
se você não tiver essa reserva de caixa, que vai acontecer, vai tomar um susto, logicamente,
que no tempo isso se dilui, e no momento de cruzeiro ali, que você já está na velocidade de cruzeiro,
você se reajusta, mas na hora que isso muda da cabeça do dia para a noite, que é um choque,
que se você não tiver preparado, meu, seu dinheiro vai sumir, você não vai ter dinheiro para pagar fornecedor,
é funcionário, porque você não vai empurrar o mês, o pagamento dessa galera,
então façam essa conta aí, turma, para não tomar esse susto, mas o split payment ele foi postergado, certo?
Não tem data nova para isso, é em 28 que vão colocar, como é que ficou?
O split é o cenário mais sensível e mais delicado da reforma como um todo,
como você falou nerdont, tem segmentos que trabalham com mais já apertada,
e que se a empresa projeta 25% do caixa que tem hoje, ele não tem mais,
esse cara vai ser estrangulado, ele colocou, vai quebrar.
Então essa notícia da postergação, o split iniciaria em janeiro de 27,
e agora foi prorrogado, ele vai começar só em 28, só que qualquer um alerta,
e aí é um ponto que isso eu que sou tributarista e acompanho muitas as notícias,
eu não vi notícia nenhuma, isso sendo falado, e aí qual que é o alerta,
e quem está só ouvindo a gente outra aba volta para cá para essa atenção.
O split foi prorrogado, só que tem um outro termo na legislação da reforma,
que é o chamado RADI, recolhimento do adquirente.
O RADI, ele é muito semelhante ao split payment,
ele é praticamente como funciona a retenção na fonte hoje.
Então, pressa a atenção, o que é o RADI?
Imagina que eu tenho minha constoria e todos meus clientes são empresas,
então eu atuo no mercado B2B, eu presto uma constortoria de 100 mil reais,
que esses 100 mil reais têm 30 mil reais que são impostos ali praticamente.
O split foi prorrogado, ok, não estava lendo.
Se o meu cliente ele me paga o 100 mil,
sabendo que ele vai ter os 30 mil de crédito,
ele só vai ter os 30 mil de crédito,
quando, de fato, eu pagar os 30 mil de imposto,
ou seja, se ele me contrata hoje,
ele vai desemboçar 100 mil,
só que ele só vai poder usar o crédito, restituir os 30 mil,
lá no dia 20 do mês que vem quando eu pagar o imposto.
Então, ele vai ficar um tempo sendo prejudicado,
porque ele desemboçou o valor,
mas ele não teve o crédito,
porque o crédito é condicionado ao pagamento.
E o que é o RADI?
O RADI é uma opção que o cliente faz,
e ele não precisa do aval do seu financiador para o optar ou não,
em que o seu cliente vai ver
quanto tem de imposto na operação,
ele vai te pagar só a diferença
e ele aqui empaga o seu imposto para o governo.
Então, nesse meu exemplo de 100 mil de serviço,
30 mil de imposto.
Preloz que eu come em presa,
"Vou ter botar na fonte,
eu vou te pagar só o link,
vou pagar esse pro governo,
porque eu quero ter o crédito."
Exato, ele me pagaria 70,
ele recolheria o meu imposto para o governo
e, imediatamente, ele teria o crédito.
Mas ele recolhe que horas na cabeça ou no dia 20.
No momento do pagamento.
Então, ele tem o crédito instantaneamente.
Então, se ele desembossa nas duas opções,
tendo o RADI ou não,
ele desembossa os mesmos 100 mil.
Só que ele vai optar para pagar na cabeça.
Então,
percebem que o split foi prorrogado,
mas para quem está no B2B,
você vai ter a retenção de qualquer forma.
É que só mudou o nome.
Ao invés do split, que vai valer lá na frente,
a gente tem o RADI,
que, até o exato momento,
não se falem em adiar.
Então, no dia 1, o gênero de 27,
isso já está valendo.
Se você não está assistindo aqui,
volta aqui para ver minha cara,
de perplexidade.
Talvez você também teja com uma cara de perplexidade,
aí, do seu lado.
Por décadas, muito empresa,
escolheu a cidade ou estado,
onde abrir o CMPJ,
só para pagar menos imposto,
porque tinha o benefício fiscal.
Por exemplo, estrema,
lá em Minas Gerais,
para muita gente que é do comércio,
do varejo,
colocava lá um centro de distribuição,
porque tinha algo incentivo.
Até 233,
o imposto passa a ficar onde o cliente está.
O que acontece com quem montou
o negócio acima do benefício fiscal?
Aí, esse ponto é muito relevante
para todo mundo que tem lá uma filial
ou em algum lugar específico,
igual a estrema.
E o que muda com a reforma?
E essa é uma mudança bem radical.
Hoje, na Sistemática Tributária Actual,
a legislação aplicada para o seu negócio,
ela é atribuída de acordo com a localização
que o seu CMPJ está.
Então, o seu to em São Paulo,
o Tributo de São Paulo.
É isso.
Você está exposto a legislação de São Paulo,
por isso que,
quem, no seu exemplo, abre uma filial extrema,
paga menos imposto,
porque a legislação de Minas diz
que quem tem a filial lá paga menos imposto.
Uma mudança radical, onde o Fisco allega
que ele tomou essa medida para diminuir a guerra fiscal
entre os estados,
é que a tributação da operação,
ela vai ser dada.
E quando eu falo a tributação,
é qual a líquita vai ser aplicada no final da conta?
Com base no endereço do cliente.
E não mais na origem.
Então, seu to em São Paulo,
seu to em estrema,
seu to no seará, em Sergi,
pelo Rio Grande do Sul,
não vai fazer a menor diferença mais.
Então, para quem?
Tem filial em regiões incentivadas hoje,
que quando fizeram uma conta lá atrás,
quanto que eu botei de economia fiscal,
mesmo que eu tenho uma ineficiência logística,
mas a economia do imposto paga a ineficiência logística,
reavalim,
porque agora não vai ter mais a diferença,
a diferença é o benefício fiscal.
Então, a logística ela volta
para a primeira lugar,
nessa opção,
em muitas vezes,
não é mais vantajoso
para essas empresas ficarem
nesses lugares que estão longe
dos polos consumidores.
E um alerta para quem está tentando
e querendo fazer esse movimento agora.
Então, avali em que,
se quiserem fazer agora,
a gente tem um tempo até 233.
Mas, por ser gasta de eneiro,
tem que avaliar.
Lera que vale a pena.
Mas é o plano de langos correta.
Tem data de validade.
Agora, o imposto,
que antes existe isso,
porque se tinha um benefício fiscal,
porque se tinha a tributação
estadual,
todos os estados vão ter a mesma tributação,
ou vai mudar algo.
A UBS, que é o tributo
que substitui o ICMS,
ele vai ser uma legislação só,
só que cada estado
vai ter a possibilidade de escolher a sua líquota.
Então, óbvio que o governo,
não vai dar a liberdade total pro estado.
Fala, minha líquita é uma, minha trinta.
Vai ter uma faixa.
Uma faixa, onde os estados vão poder escolher a sua líquita,
mas eles vão poder escolher a sua líquita.
E aí, o que isso vai impactar?
Imagina um e-commerce que vem de para os 27 estados,
sabendo que cada estado
tem a liberdade de optar para uma líquita diferente?
Pode ser que,
vocês tenham uma carga tributária diferente,
de acordo com o endereço do seu cliente.
E pior do que parece, não é só o estado,
o município também tem.
Porque o IBS,
ele vai ser um somatório de uma líquita municipal com a estadual.
E os municípios também vão ter essa. essa liberdade de optar pela líquita dentro da faixa.
Se a gente tem 5.000 municípios, se cada município escolher,
"Ah, o meu é 17.1, meu é 17.15, meu é 17.2".
A gente tem a possibilidade de você ter 5.000 diferentes cargas tributárias
por mesmo produto, ou se você quiser atravar seu preço,
você vai ter possíveis 5.000 diferentes margens para a mesma operação.
Agora, o preço, então, que a turma vai apagar do imposto,
é da onde produto é entregue, ou da onde o serviço é entregue.
Então, por exemplo, o G4, que a gente para serviço é em São Paulo.
Mas o meu cliente vem do matugrosso para cá, vem da Bahia para cá,
mesmo que o CNP jota dele seja lá, e o serviço seja pressando aqui ou para água aqui.
Essa regulamentação, mas detalhada, isso não saiu,
mas é bem provável que seja incidente por endereço dele,
mesmo que seja entregue aqui.
Porque hoje você coloca na emissão na nota fiscal,
o endereço, onde foi prestado o serviço.
Sim, isso não está regulamentado ainda.
Não está, mas pelo andamento é bem provável que isso aconteça no endereço dele,
mesmo que seja entregue aqui, mas não faz nenhum sentido.
A reforma tributária, muitos aspectos não fazem sentido,
e nisso, de tirar o benefício fiscal de algumas regiões,
vão pensar o seguinte, todo mundo sabe que tem cidades aí de Zona Franca de Manaus.
A Zona Franca é a única que não vai sair, porque eles entendem nada contra a Zona Franca.
Eles entendem que se tirar benefícios da Zona Franca, que viram deserto em poucos anos.
Então, a Zona Franca é a única região que ainda mantém o incentivo,
fora a Zona Franca todos os outros vão sumir.
Agora, vamos imaginar, eu mesmo já fui auditar muitas empresas em cidades,
com zero estrutural ao longo do Nordeste do Brasil,
que tem uma filial de uma grande empresa,
que essa filial só está lá porque tem um benefício fiscal relevante,
e que essa empresa já era emprego. Já era todos em preguisacidade.
Aí, essa primeira renda, que é dada para os trabalhadores,
depois, é distribuída nos pequenos negócios locais, mercado e economia do local.
Que essa empresa, por não ser uma instituição de caridade,
obviamente, é bem possível que ela saia de lá com a reforma.
E aí, eu pergunto, se ela vai sair de lá.
Quem vai dar o emprego para as pessoas a prefeitura vai empregar todo mundo da cidade.
Então, tem indicios de que algumas cidades,
que dependem muito de uma única empresa,
virem até talvez cidades fantasmas.
Não só uma, eu acho que é o mesmo caso de extrema, né, cara.
Já está acontecendo uma movimentação forte de saída de empresas lá.
Antes era extremamente difícil ser conseguido um barracão extrema,
hoje, você já está conseguindo e com um preço bom.
Com a reforma, contratar um pejota do regime normal gera desconto no imposto da empresa.
E contratar esse LT não gera.
Ao mesmo tempo, o próprio pejota pode passar a pagar mais imposto que querer repassar.
O time pejota, ficar mais caro, ou mais barato para a empresa.
Essa é uma dúvida que muita gente tem e tem que tomar muito cuidado na hora de fazer essa conta.
Porque quando a gente fala que fornecedores, cursos e despesas geram crédito fiscal,
só vai gerar crédito se o meu fornecedor recolheu e pagou o IBS-SBS.
Eu acho que um ponto que vai clarear muito para todo mundo é o meu crédito.
Ele é condicionado ao que o meu fornecedor tenha recolhido em post.
É o mesmo valor que ele recolheu, eu me acredito.
Que basicamente que está falando assim, o imposto vai passando na cadeia para você só pagar num consumo.
Exatamente, é uma boa colocação.
Significa que, se o meu pejota, meu fornecedor é um mei,
não vai pagar a IBS-SBS, então eu não vou me acreditar.
Então, eu só vou me acreditar do meu colaborador pejota, por exemplo,
se ele tiver uma empresa no simples híbrido pagar o IBS-SBS ou lucro-real presumido.
Ou seja, para um único trabalhador ter um CNPJ no preso-mido no real,
é algo que muitas vezes não faz sentido.
Então, ou ele vai subir muito o preço para fazer sentido ele gerar crédito para você?
Ou é bem provável que ele não jere, porque ele vai ser no máximo um mei.
Perfeito.
Muito empresa paga imposto a mais en saber onde esse dinheiro costuma estar escondido e dá para pegar de volta.
Esse aspecto é o que a gente já comentou, quando você paga a mais, o governo fica em silêncio.
E aí, até a legislação tributária, um dos módulos do Sprint de Finanças,
que a gente ensina os empresários, o planejamento tributário, eles falam,
"Tá, mas você traz alguns queis aqui, eu não sabia disso, meu contador, nunca me avisou isso.
É que o pessoal tem que entender que legislação, que permite você pagar menos, uma líquita menor,
não é de interesse do governo que seja fácil de ser encontrada, porque significa você recole menos imposto."
Então, o que você tem que pagar está muito fácil.
O que você pode usar de benefício está a 70 metros embaixo da Terra.
E aí, dificilmente, uma pessoa que não seja um tributarista, por exemplo, vai conseguir identificar isso.
Mas uma estatística muito interessante para compartilhar com o pessoal, que o IBGE soltou,
que a cada 10 empresas do Brasil, independente do regime tributário,
a cada 10 empresas, 9 empresas, recolhem os impostos de forma equivocada.
Então, se você está ouvindo a gente, pra cima, pra cima.
Se você não tem nove amigos aí que estão pagando impostos errado, possivelmente você que vai pagar.
Cara, falo um pouquinho do comitê financeiro aqui, pra turma, e eu tenho algumas outras perguntas boas
que ainda pra gente falar, como o que é o produto hoje?
O comitê financeiro, não é? É um produto que foi criado.
Não foi a gente que criou. Foi o mercado que pediu que a gente criasse.
Porque a gente vê que empresas médias, elas têm uma exposição financeira diferente de quem está começando.
E que qualquer medida equivocada, pode ter um custo muito alto, no fim do dia, no caixa, na lucratividade da empresa.
Então, quando a gente entrega os palcas do sprint de finanças, todos os cursos aqui do G4, que eu, Giovanni, o Leandro, são as mentores,
a gente vê que o mapa está muito alto nas finanças das empresas e que, com pequenos ajustes financeiros,
a gente consegue melhorar consideravelmente o resultado dessas empresas.
E como a gente começou a ser muito acionada pelas empresas, a gente sentou, né, eu Leandro Giovanni, com o pessoal do G4, você,
eu, o Talys, eu Alfredo, por que a gente não cria um produto para dar todo esse suporte, toda essa visão para esse empresário,
para que ele não tome mais decisão, equivocada, porque ele não tem essa bagagem.
Eu sou tributarista, trabalhei muitos anos em Big Four, auditando muitas empresas,
o Leandro, como CFO de multinacional, e o Giovanni, como das maiores referências que a gente tem.
Encontabilidade, finanças empresárias, controladoria, a gente juntou força,
então sentamos nós três juntos com os donos da empresa e o financeiro deles, ao longo de um ano,
diagnosticando a empresa e dando um direcionamento, saindo com um plano de ação com próximos passos,
e o que a gente tem vivenciado na prática na mesa das empresas que já estão no comitê,
não é uma inerção. Exatamente, não é uma inerção, é um programa de 12 meses,
que o dono da empresa vai sentar com nós três e vai ter um acompanhamento anual,
para ter todo o direcionamento que ele precisa em finanças no sentido amplo,
desde planejamento tributário, controladoria, finanças empresarias, emenei,
para que ele consiga ter o melhor resultado possível que ele poderia ter,
só que com três cabeças que já fizeram muito isso por muitos anos.
Ou seja, se tudo isso que a gente falou até agora nesse episódio reçou para você
e você tem muitas dúvidas, vai ter um link aqui também na descrição,
para você aplicar que no comitê financeiro entender mais o que é o produto,
como é que é como é que não é, que o timento em contato com você entende,
se faz sentido para a tua empresa ou não, que com certeza faz sentido para todos empresas
que estão ouvindo a gente e com certeza esse tema de reforma tributária é algo
que é muito conversado lá dentro.
Bom, como banco, o banco, né, ou o próprio cliente,
quando eubtube retendo o imposto na hora do pagamento,
quem sonega hoje vai conseguir continuar sonegando?
A cor da vai apertar, vamos dizer que um dos intuitos do FISC,
em implementar o split payment, é ele usar as próprias empresas como fiscais
porque uma vez que, eu sei que o meu fornecedor,
que não emitinota, que só nega, não vai me gerar crédito,
eu vou começar a reavaliar.
Se eu tenho um outro concorrente dele que me gera crédito,
talvez eu não queira mais comprar-te que não emitinota.
Então com certeza não sei se acabar, né,
mas com certeza o mundo da sonigação tende a diminuir.
Rode enviromada para tudo, como a reforma,
ela é oportunidade auxilada.
Esse ponto é muito bom, não é? Porque a gente escuta
que Rode deve ser recomendada para tudo.
Você nem falou, o cenário já recomendado.
se abrir cinco, seis holdes. Então, sim ela é uma ferramenta muito importante, mas tem um detalhe
muito importante na reforma que os empresários têm que tomar muito cuidado. Às vezes você
usa uma hold para ter um tipo de benefício em um cenário que te faz você ser prejudicado em outro.
Então vou dar um exemplo. Alguns profissionais autónomos, um arquiteto, por exemplo, vai ter um
benefício na reforma. Você vai poder aplicar uma redução naquela líquita de 28%, de 30%. É quase
um terço da líquita menos, só que você tem que ser dono da sua empresa na pessoa física. Então,
se você tem uma hold para que essa hold em seja dono da empresa, você perde esse benefício. Então,
às vezes você está abrindo uma hold para não sofrer os 10% do dividendo, para economizar
dois mil reais no ano e está pagando 150 mil a mais, porque é perdo benefício. Então, muito cuidado
com a hold. O contexto geral tem que ser considerado. Que aula, cara, a gente precisa marcar um outro podcast
sobre isso, porque a gente já estourou em muito tempo que hoje queria agradecer você. Obrigado pela aula
e prazer, pra quem quer de seguir como faz. Estou nas redes sociais, Plino Reis Underline, do Instagram, o link Edin,
super ativo nas redes, dando dica, insides para todo mundo, compartilhando como é dinâmica ali do comitê
financeiro pra quem quiser tirar alguma dúvida, ter curiosidade como funciona. Estou disposição, pessoal,
foi um prazer falar com vocês aí, né, Eduardo? Valeu, galera. E quem quer saber mais sobre esse programa?
Entra aqui no link que está na descrição. Um baita programa que a gente criou agora, pouco tempo, já tem muita
empresa, muito feliz com os ganhos, principalmente pra um saber os impostos que estavam pagando a mais, que
não deveriam estar pagando. E o planejamento correto da sua empresa para garantir que a gente jogue com a regra de baixo do
braço, mas não só isso, o entenero também, o que move a empresa pro lugar certo, porque muitas vezes a gente
mudou na empresa tão preocupado em vender gerigente, resolver problema, que a gente não tem tempo de pensar, será que as tomadas de
decisão que eu estou tomando nesse produto aqui é o que, de fato, está movendo o jogo ou não? Então o comitê financeiro não é só pra
olhar a oportunidade da reforma ou a oportunidade de pagar menos imposto, mas também é uma oportunidade de você ver, se você tem capacidade de se
dividar da maneira correta, caso você precise pra expandir, refaturar a dívida que você tem hoje, que tem muita gente que
toma o dívida, que talvez tenha dívidas melhores, que você pode ter pra substituir a dívida que você tem hoje, mas muito além disso,
como você opera o seu negócio melhor, olhando as métricas certas financeiras, pra garantir que os produtos que você
tá vendendo o teu margem estejam corretos da maneira correta no seu negócio, ou até lugares que você tá gastando muito que
estão adicionando pouco valor, e toda a turma que tem de mentores durante os comitê conseguem te ajudar a enxergar essas oportunidades.
Espero que você tenha gostado desse episódio, até o próximo, me segue lá @bruno.nardom e se inscreve aqui no canal, valeu!
Podcast Summary
Key Points:
A reforma tributária vai aumentar significativamente a carga tributária para muitas empresas, especialmente no setor de serviços, com impactos que podem triplicar a alíquota.
Empresas que mantêm preços estáticos sem ajustar para a nova tributação podem entrar em prejuízo, pois a margem de lucro será drasticamente reduzida.
O novo sistema de tributação, como a CBS e o RADI, introduz mudanças profundas, como o split payment prorrogado e a retenção do adquirente, afetando diretamente o caixa e a operação.
Empresas com filiais em regiões com benefícios fiscais terão que reavaliar sua localização, pois a tributação agora será baseada no endereço do cliente e não na origem do negócio.
O planejamento tributário deve ser estratégico e contínuo, com foco em ajustar preços, margens e estruturas operacionais para evitar prejuízos.
O imposto sobre o consumo e o tributo sobre a folha de pagamento criam um cenário desafiador, com aumento de custos que pressionam a rentabilidade.
O crédito fiscal será condicionado à recolha tributária pelo fornecedor, o que exige maior controle e transparência nas cadeias de fornecimento.
A escolha do regime tributário (presumido ou real) deve ser reavaliada periodicamente, pois a decisão impacta diretamente o resultado e o caixa da empresa.
Summary:
A reforma tributária no Brasil traz mudanças profundas e desafios significativos para as empresas, especialmente no setor de serviços. A entrada da CBS (Contribuição para o Bem Comum) e o RADI (recolhimento do adquirente) aumentarão a carga tributária, com impactos que podem triplicar o custo para empresas que não ajustarem seus preços. Muitas empresas que mantêm preços estáticos sem considerar o novo cenário estarão expostas ao prejuízo, pois a margem de lucro será drasticamente reduzida.
Além disso, a tributação passa a ser baseada no endereço do cliente, não mais na localização do negócio, o que reduz os benefícios fiscais de filiais em regiões com incentivos. A criação de créditos fiscais condicionados à recolha do fornecedor exige maior controle operacional. A escolha entre o regime presumido ou real também é estratégica, pois influencia diretamente o resultado e o caixa.
Empresas devem reavaliar seus modelos de preços, estruturas de custos e localização com base em análises detalhadas antes de 2027. O planejamento tributário deve ser contínuo e baseado em cálculos reais, para evitar surpresas e garantir a sustentabilidade operacional. A reforma, embora anunciada como simplificadora, aumenta a complexidade e a pressão tributária, exigindo que os empresários sejam mais atentos, proativos e informados.
FAQs
O PIS e o COFINS deixam de existir e são substituídos pela CBS (Contribuição Social sobre o Bruto). A CBS será aplicada de forma diferenciada por setor e produto, com alíquotas que podem chegar a cerca de 9%, o que pode dobrar ou triplicar a carga tributária para muitas empresas.
Empresas de serviços podem ver seu resultado negativo, pois a carga tributária pode aumentar em até 28%, especialmente se os preços não forem reajustados. Isso pode transformar um lucro em prejuízo se a margem não for suficiente para absorver os custos adicionais.
O Split Payment é um sistema em que parte do imposto é recolhida na fonte no momento do pagamento. Ainda que tenha sido prorrogado para 2028, ele reduz o caixa disponível durante o mês, exigindo maior reserva de caixa e colocando empresas em risco se não forem preparadas.
A tributação passa a ser baseada no endereço do cliente e não mais na localização do CNPJ. Isso significa que empresas com filiais em regiões com benefícios fiscais podem perder essa vantagem e ter cargas tributárias mais altas, afetando diretamente os preços e margens.
Sim, empresas devem analisar se ficar no Simples é vantajoso ou se passar para o regime híbrido ou lucro real é mais estratégico. A escolha deve ser feita com base na análise de custos, margens e impacto na operação, pois a carga tributária pode aumentar significativamente.
Muitas empresas devem repassar o aumento de impostos para o cliente, levando à subida de preços. Isso pode gerar pressão sobre a competitividade, especialmente em mercados com alta inflação, onde a demanda é sensível a variações de preço.
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