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Reflexões #11 - Como quebrar as correntes que nos aprisionam

13m 46s

Reflexões #11 - Como quebrar as correntes que nos aprisionam

Este episódio do "Prática Históica" aborda como identificar e quebrar as correntes mentais que nos aprisionam. O apresentador explica que essas prisões invisíveis são crenças limitantes que criamos para nós mesmos, como "não sou bom em matemática" ou "nunca vou conseguir", e que se tornam barreiras reais quando repetidas inconscientemente. Ele compartilha sua experiência pessoal de lutar contra o perfeccionismo e a sensação de não ser bom o suficiente, até perceber que essas limitações eram autoimpostas. A solução, segundo ele, está em buscar autoconsciência, conversar com pessoas de confiança e adotar uma abordagem estoica, como a de Epiteto, que encontrou liberdade interior mesmo sendo escravo. O apresentador destaca duas correntes comuns: o perfeccionismo, que paralisa ao buscar uma perfeição impossível, e as expectativas externas, que nos fazem viver para agradar os outros. Ele incentiva os ouvintes a refletirem sobre suas próprias correntes e a darem pequenos passos diários de crescimento, pois o ganho composto desses esforços ao longo do tempo é enorme. Por fim, ele convida quem busca transformação mais profunda a participar da "Jornada Estoica", seu projeto dedicado a aplicar o estoicismo na prática para alcançar liberdade real e conexão com pessoas que pensam de forma semelhante.

Transcription

2786 Words, 15959 Characters

Portuguese
Olá, se já bem vindo a mais um episódio aqui do Prática Históica, hoje nós vamos falar como quebrar as correntes que nos aprisionem mais uma dessas reflexões que sempre fazemos. Para começar, eu quero falar sobre as prisões invisíveis, que são o grande problema, que são as grandes prisões que impedem que a gente consiga avançar. E tudo começa com uma ironia das prisões mentais, que é que nós somos fisicamente livres, mas a gente está acorrentado por dentro, porque porque a gente não consegue perceber. Então a gente vai viver ainda na nossa vida, a gente vai fazendo tudo o que a gente faz no dia a dia, normalmente a gente vai para o trabalho, a gente interagre com a nossa família, a gente faz as coisas que a gente gosta, a gente sonha, a gente tem objetivos, a gente tem uma vida comum de uma pessoa, de um ser humano comum, mas a gente não sabe que por dentro existem coisas barrando o nosso desenvolvimento. Podem existir coisas, e normalmente existem coisas barrando o nosso desenvolvimento. Que coisas são essas? São as crenças limitantes, eu não gosto muito dessa nomenclatura, mas são as coisas que nós falamos para nós mesmos, e que barram a gente. E é impressionante como a gente não percebe que essas coisas estão lá, elas são extremamente silenciosas, têm extremamente danosas. Então eu vou dar um exemplo aqui, muito simples, muito básico. Se você é uma pessoa que, por exemplo, passou pela escola e sempre falou na escola, não, eu não sou de exatas, eu não consigo fazer cálculos de matemática, eu não sou bom em matemática. Ou pelo outro lado, se você fala, "Não, eu não sou de humanas, não gosto de filosofia, não gosto de pensar, de refletir, etc." Quando você fala isso para si mesmo e repete o suficiente, você realmente vive aquilo. Você se transforma nessa pessoa. Você criou a barreira de quem você é. Você criou, você falou para si mesmo, que você não é bom o suficiente em matemática, que você não gosta de fazer tal coisa, que você nunca vai conseguir se desenvolver aqui, ou aqui que você nunca vai ter dinheiro o suficiente, você cria essas próprias barreiras. Não só você nós criamos, eu crio essas próprias barreiras. E até por isso que eu trouxe essa breve história pessoal aqui, que é um momento que eu literalmente enxerguei em uma clareza, eu percebi tudo aquilo que eu não estou conseguindo atingir com a minha vida. Eu já consegui atingir muitas coisas, muito por conta do estuicismo, outras por conta de coisas externas, mas as coisas que eu ainda não consegui atingir da forma como eu gostaria, eu percebi que são por conta dessas barreiras mentais. Eu fico insistindo em uma coisa e eu não consigo, eu falo meu Deus. Será que eu simplesmente não consigo? Será que simplesmente não é para mim? No meu exemplo aqui, será que eu simplesmente não fui feito para ser um empreendedor, para trabalhar com o meu próprio projeto, com as coisas que eu mesmo quero fazer? Porque eu não atingi o sucesso que teoricamente eu gostaria de atingir. Então eu fico pensando, será que realmente isso é para mim? E daí eu falo, não, talvez não seja. E quando eu falo isso, eu crio essa barreira mental. E se eu fico uma semana, duas, um mês, dois, três, cinco, seis, eu criei essa barreira para mim mesmo, criei essa crência, eu criei essa corrente que me aprisionou mentalmente e fez com que eu nunca saisse disso, fez com que eu ficasse preso aqui. E eu mesmo criei isso, não foi ninguém fora, não foi em nenhum lugar era algo que eu tinha total controle e mesmo assim, eu me aprisionei. Mas quando você percebe isso, quando você pensa, reflete e chega nessa realização, e eu não cheguei nessa realização sozinho, eu tive que ter ajuda de pessoas, esternos, eu tive que ter ajuda de mentores, de amigos, de família, para falar para mim, olha, será que você não está pensando demais nessa linha de raciocínio aqui? Isso está te atrapalhando? Não é isso que está bloqueando você. E eu parei para pensar, e eu falei, é exatamente isso. Eu nunca parei para pensar, eu nunca sequer acordei um dia pensei, será assim, não sou eu mesmo, com uma certa limitação mental que estou me impedindo de avançar da forma como eu gostaria, e isso serve para qualquer área da vida, para qualquer coisa que você quer fazer. E eu passei por isso e eu tive essa clareza absurda de perceber que as minhas no áreas limitações eram autoimpostas. E por isso, eu te convido a refletir sobre quais correntes você está carregando em sua vida. O que você está fazendo que está te barrando de avançar? Talvez você queira um cargo, melhor, talvez você queira ter uma relação, melhor com sua família, talvez você queira ter menos ansiedade, talvez você queira ter uma série de coisas. Por exemplo, puxando para esse contexto um pouco mais ligado, um pouco não. Totalmente ligado ao estoisismo, ligado à ansiedade, a emoção negativa, etc. Quando você fica repetindo para si mesmo, eu sou uma pessoa ansiosa, eu nunca vou que os que venci em ansiedade, eu nunca vou conseguir vencer a depressão, eu nunca vou conseguir fazer x coisas, aí você preende com que você quiser. Você cria essa correntemental e você não consegue sair disso. E é impressionante, impressionante, ruim, o quanto a gente fica preso é isso, o quanto a gente não consegue sair. Então eu te convido a que ia fazer essa reflexão. O que você está repetindo aí na sua cabeça hoje, nesse momento, no dia de hoje, que está lá nesse loop mental falando, "Não, acho que talvez eu não consiga, não é para mim, etc." Para para pensar e talvez você consiga criar essa virada para realmente conseguir avançar. E daí eu trouxe aqui um pouquinho também da perspectiva estoica nisso, porque o epiteto foi um filósofo que foi literalmente um escravo durante a maior parte da sua vida, mas ele encontrou a liberdade interior. Então ele tinha as correntes externas, ele tinha literalmente correntes prendendo as mãos, os braços, os pés dele, mas ele não tinha correntes internas, ele estava liberto internamente se desenvolvendo no estuicismo. Então essa é a beleza, eu te trouxe o problema, mas eu também vou te trazer a solução aqui. A beleza é que você tem a capacidade de quebrar essas correntes. Você tem a capacidade de atingir essa liberdade interior, assim como o epiteto também atingiu. E não é nada muito fácil, mas também nada impossível. Se você se dedicar virtuosamente a esse caminho, você consegue atingir. Não dá pra eu te falar em que o tempo você vai conseguir fazer isso, mas com certeza você vai, só que precisa daqueles forços constante, seguindo continuamente para conseguir. Trouxe uma citação aqui também, que as pessoas não são perturbadas pelas coisas, mas pela visão que elas têm das coisas. E tudo isso se amarra perfeitamente com tudo que eu estou falando. Nós queremos visões de nós mesmos, nós queremos visões de outras pessoas, nós queremos visões do mundo a nossa volta. Mas essas visões não representam muitas vezes o que é esse mundo realmente. Principalmente sobre nós mesmos. Uma visão que você tem sobre si mesmo não representa necessariamente quem você é. E isso dá pra ver quando a gente conversa com outras pessoas fora e fala, "Pô, mas eu acho que eu sou esse tipo de pessoa". Eu acho que eu não sou muito bom pra fazer isso. E daqueles pessoas falam assim, "Nossa, eu sempre pensei eu posto, você é super bom, por exemplo, em comunicação, você é super comunicativo, você fala super bem, porque você não vai lá e cria conteúdo na internet". Daí a pessoa fala "Não, eu nunca pensei fazer isso, eu acho que sou bom pra isso". Então a única limitação que essa pessoa nesse exemplo e potêtico tinha era ela mesma. E precisou de uma visão estáhina pra apresentar isso. Então conversa com as pessoas em volta de você, pergunta, "O que você acha de mim? O que você acha que talvez esse ponto aqui, que eu não concorde etc, e tenta chegar nesse tipo de reflexão pra você entender um pouquinho mais sobre esse mesmo e entender quais são os correntes que você tem aí. E a grande revelação disso é que a prisão, então é uma escolha inconsciente. A gente não tá consciente de que isso tá acontecendo. É por isso que eu estou trazendo isso à tona pra você nesse episódio. Eu estou tirando isso lá de baixo da pede e colocando. Será que você não tem corrente? Eu estou colocando uma pulga e atrás da sua ele pra pensar. Meu, talvez eu tenha um tipo de corrente. Deixa eu buscar isso, deixa eu ir atrás. E isso pode desbloquear uma verdadeira revolução na sua vida. Um diverso sentido, sem um relacionamento, em carreira, em sucesso, em família, e várias outras coisas. Beleza? Agora a gente entra pra os correntes, né? Os dois tipos de correntes que podem ser construídas, que é a corrente do perfeccionismo e a corrente de expectativas externas. Normalmente as minhas correntes, né, do que eu falei aqui pra vocês nesse exemplo, tão ligadas ao perfeccionismo e as coisas mais internas. Mas a gente também tem correntes de expectativas externas. Vamo lá. Da minha experiência pessoal sobre perfeccionismo, etc. É muito relacionada à projetos abandonados com algum medo de imperfeição ou alguma falta de resultado imediato, né? Eu começo um projeto e acho que muitas pessoas podem se identificar com isso. De começar um novo projeto de fazer uma coisa que, inicialmente, você tá animado, você quer desenvolver, você quer fazer, mas rapidamente percebendo que não tenham o resultado que você esperava. Percebendo que não tem um nível de perfeição que você gostaria, não tá próxima ali do que você queria, você rapidamente abandona isso. E o perfeccionismo, ele tá desfarsado com uma virtude, mas ele é paralisante. A gente acha que é virtuoso ser perfeccionista e fazer aquilo corretamente, gastar horas e horas e horas desenvolvendo cada detalhe, cada minúcia daquele negócio, só que, na verdade, é completamente paralisante. Tá te bloqueando de avançada, tá te bloqueando de seguir, de melhorar, de crescer e por aí vai. Então tem esse paradoxo, da busca da excelência, versus ser refém da perfeição impossível. A gente tá sempre buscando a excelência e não tentando, né, não querendo ser refém dessa perfeição impossível. Buscar a excelência de uma forma calma, de uma forma tranquila, de uma forma consistente e fazendo pequenos avanços de após dia sem estar refém dessa perfeição impossível. Porque nunca nada vai ser perfeito. Nunca as coisas que você vai fazer vão sair completamente redonda, as perfeitas magníficas e brilhantes. As coisas não são assim, a vida não é assim. Então se você tem esse estalo de uma vez por todas, entende que tudo que você precisa fazer é começar, é avançar. Mesmo que seja 1% de após dia, o ganho composto disso ao longo do tempo é enorme. Isso serve pra quase tudo, né. Vou dar um exemplo aqui de hábitos. Se você tem o hábito de todo dia escrever um pouquinho, você vai virar um ótimo escritor em 1, 2, 3, 6 meses. Se você todo dia vai na academia ou quâmico arretamente, o seu corpo, a sua saúde mental, a sua saúde física, a sua disposição, em alguns meses ela começa a ficar exponencial. Então entende que os esforços que você vai fazendo lentamente dia após dia e tudo bem, às vezes a gente cai, às vezes a gente erra, mas é sempre buscar esse crescimento constante sem querer ser perfeito em tudo. Sem querer fazer tudo da melhor forma possível, tudo da forma mais incrível do mundo. Porque essa é a corrente do perfeccionismo que são normalmente as correntes mais internas. E a gente tem internos no sentido de que está mais ligada a nossa percepção sobre nós mesmos. e sobre o que a gente faz. E as expectativas externas, a corrente das expectativas externas, é sobre o que a gente acha que os outros estão pensando sobre nós. São, por exemplo, decisões importantes que são tomadas para satisfazer uma expectativa alheia. Você não toma a decisão porque você quer fazer aquilo, porque você quer se desenvolver nessa linha, porque você quer se transformar nessa pessoa. Você toma essa decisão porque tem talvez um pai, uma mãe, um familiar, uma namorada, uma namorada, que quer que você seja esse tipo de pessoa que você não é. E a gente entra nessa corrente de expectativa estáina. Então, a gente tem que fazer essa transferência inconsciente do poder. Quando a gente entrega a nossa liberdade ao julgamento dos outros, a gente está simplesmente deixando levar por algo que não faz parte de nós, e a gente cria essa corrente. Beleza? E por fim, eu quero juntar tudo isso, essa reflexão sobre como quebrar essas correntes que nos aprisionam e falar um pouquinho sobre a jornada estoque. Ao longo dos anos, eu mesmo fiquei preso, como eu já falei, extensivamente em esse episódio, nas minhas próprias correntes mentais. Eu acreditava que eu não tinha nada valioso para oferecer, para o mundo mesmo produzindo muitos conteúdos aqui no Prédio que é estoque. Eu achava que esse meu conhecimento e essa minha experiência, elas não eram suficientes para eu construir alguma coisa. Quem que era eu para ensinar alguma coisa para alguém? Por muito tempo, esse foi o meu pensamento. E até agora, até pouco tempo atrás, ele ainda tinha uma pequena parte disso. "Pô, estou construindo, estou falando essas coisas, mas quem sou eu realmente?" Eu não sou formado em nada, eu li os livros sobre o estuicismo, eu estudei, eu tenho vivência, eu tenho experiência, mas eu tenho pessoas muito mais qualificadas do que eu para falar sobre esse tema. Mas eu percebi que isso era uma corrente, que eu mesmo tinha criado. Isso era um bloqueio, uma trava mental. E quando eu consegui finalmente romper ela, não totalmente ainda, mas em grande parte eu consegui romper isso, nasceu o jornado estoque, nasceu esse projeto que eu tenho muito orgulho de apresentar hoje para vocês, principalmente, a apresentar hoje não. Eu já falei inicialmente, mas aqui eu estou fazendo uma apresentação, uma melhor uma apresentação real. Principalmente, porque eu venho falando, ao longo de muito tempo, ao longo de anos, até sobre criar um projeto, sobre desenvolver alguma coisa de estuicismo real, alguma coisa poupável, alguma coisa que realmente leve as pessoas para um novo nível. Então, se você se identificou com esse episódio, se alguma coisa aqui, nessas palavras que eu falei, ressou de alguma forma com suas próprias lutas internas, eu quero que você saiba que existe um caminho prático para você transformar esse conhecimento todo em liberdade real. E é claro, se você preferir continuar só com os meus conteúdos gratuitos, aqui no YouTube, em várias outras plataformas, eles sempre vão estar disponíveis, e eles sempre vão ser criados e postados aqui. Eu quero melhorar muito, eu quero postar muito mais, eu quero fazer conteúdos cada vez mais densos. E esse conteúdo aqui, que eu acabei de gravar, que você acabou de ouvir ou assistir, é a prova disso. Eu espero, realmente, que esses conteúdos, eles têm ajudado você de alguma forma a melhorar a sua vida, pelo menos 1% ao longo de todos esses anos. Mas o meu ponto aqui é que se você for uma pessoa que busca se desenvolver acima da média, que deseja não só ter conhecimento, mas também ter essa transformação, muito similar a essa transformação que eu tive com as minhas correntes, mas em várias outras áreas da vida utilizando o estroecismo. Se você quer também se conectar com pessoas que também pensam desse jeito, eu queria jornada histórica justamente para isso. Fechou? Então se você tiver interesse, clica aqui no link da descrição e eu espero, sinceramente, ter a honra de continuar essa jornada, junto com você lá na jornada histórica. É claro que eu sempre vou continuar por aqui, no podcast, no YouTube, produzindo esses conteúdos, cada vez mais dentes, cada vez mais interessantes, mas na jornada histórica que eu realmente coloco todo o meu impenso, todo o meu esporço, para fazer os conteúdos mais profundos, mais interessantes, e que mais vão impactar as vidas de quem está lá dentro. Fechado? É isso, eu fico por aqui, espero que vocês tenham curtido esse episódio. Um grande abraço e até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. As prisões invisíveis são crenças limitantes autoimpostas que nos impedem de avançar, mesmo sendo fisicamente livres.
  2. Exemplos comuns incluem frases como "não sou de exatas" ou "não consigo fazer isso", que se tornam barreiras reais quando repetidas.
  3. É possível quebrar essas correntes com autoconsciência, ajuda externa (mentores, amigos) e prática constante de crescimento pessoal.
  4. Duas correntes principais são o perfeccionismo (paralisante, disfarçado de virtude) e as expectativas externas (viver para agradar os outros).
  5. A filosofia estoica, exemplificada por Epiteto, mostra que a liberdade interior é possível mesmo diante de limitações externas.
  6. O apresentador compartilha sua experiência pessoal

Summary:

Este episódio do "Prática Históica" aborda como identificar e quebrar as correntes mentais que nos aprisionam. O apresentador explica que essas prisões invisíveis são crenças limitantes que criamos para nós mesmos, como "não sou bom em matemática" ou "nunca vou conseguir", e que se tornam barreiras reais quando repetidas inconscientemente. Ele compartilha sua experiência pessoal de lutar contra o perfeccionismo e a sensação de não ser bom o suficiente, até perceber que essas limitações eram autoimpostas.

A solução, segundo ele, está em buscar autoconsciência, conversar com pessoas de confiança e adotar uma abordagem estoica, como a de Epiteto, que encontrou liberdade interior mesmo sendo escravo. O apresentador destaca duas correntes comuns: o perfeccionismo, que paralisa ao buscar uma perfeição impossível, e as expectativas externas, que nos fazem viver para agradar os outros. Ele incentiva os ouvintes a refletirem sobre suas próprias correntes e a darem pequenos passos diários de crescimento, pois o ganho composto desses esforços ao longo do tempo é enorme.

Por fim, ele convida quem busca transformação mais profunda a participar da "Jornada Estoica", seu projeto dedicado a aplicar o estoicismo na prática para alcançar liberdade real e conexão com pessoas que pensam de forma semelhante.

FAQs

São barreiras mentais, como crenças limitantes, que nos aprisionam internamente mesmo sendo fisicamente livres. Elas impedem nosso desenvolvimento de forma silenciosa e danosa.

Elas nos fazem repetir para nós mesmos que não somos bons em algo, como matemática ou empreendedorismo, e isso cria barreiras reais que nos impedem de avançar. Ao repetir essas ideias, nos transformamos na pessoa que acreditamos ser.

O estoicismo, exemplificado por Epiteto, mostra que mesmo com correntes externas, podemos alcançar a liberdade interior. A chave é mudar nossa visão sobre as coisas, pois não somos perturbados pelos eventos, mas pela nossa percepção deles.

O perfeccionismo é paralisante e nos impede de avançar, pois buscamos uma perfeição impossível. Em vez disso, devemos focar em pequenos progressos diários, como 1% ao dia, para obter ganhos compostos ao longo do tempo.

São decisões que tomamos para satisfazer as expectativas de outras pessoas, como familiares, em vez de seguir nossos próprios desejos. Isso nos prende ao julgamento alheio e nos afasta da nossa verdadeira liberdade.

Reflita sobre o que você repete mentalmente, como 'não consigo' ou 'não é para mim'. Converse com pessoas de confiança para obter uma visão externa, pois muitas vezes não percebemos nossas próprias limitações autoimpostas.

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