Receitas para festas de aniversário: esqueça os croquetes e os salgadinhos
6m 40s
Neste episódio, o apresentador partilha uma semana dedicada à cozinha e à convivência com amigos, começando por um cherne ao sal, um peixe de profundidade difícil de encontrar inteiro, comprado na praça por 35 euros. O peixe foi cozinhado com sal marinho e claras, por uma hora e vinte a 180°C, e servido com um molho verde, feito com alho, salsa, limão, vinagre, pimenta e azeite, que também acompanhou febras de javali no dia seguinte. Em relação aos vinhos, o autor admite ter estado afastado dos vinhos verdes, mas recomenda três exemplares: um espumante bruto da casta alvarinho, um reserva branco de 2022 com notas de madeira e um alvarinho oxidativo de 2021, ideal para queijos curados. A segunda receita é o lombo chinês, um prato cozinhado lentamente a baixa temperatura com gengibre, alho, soja, vinho de arroz, malaguetas e especiarias, servido fatiado com molho e óleo de sésamo. O episódio também aborda duas cervejas japonesas produzidas em Portugal, uma estilo belga com trigo e laranja e outra pilsner com flor de jasmim. Por fim, o autor elogia os pêssegos de Montargil, de polpa compacta e saborosa, mas alerta que a época de apanha está a terminar, incentivando os ouvintes a procurá-los rapidamente. O tom é descontraído e celebra a partilha de comida e bebida entre amigos.
[Música] Esta semana, ao feste, passei muitas horas na cozinha com amigos. Notas soltas sobrecomidas e vidas cada casa. Cherne ao sal. Era dia de anos e de receber amigos e por isso eu volo. O Cherne é um pés de profundidade ricado, único. É difícil encontrar o inteiro, mas eu vi um espécie me guarde na praça com os 4kg, 35€ do keel e não resisti. Na restoração, vemo-lo qual se sempre agalhado. Este cabia na minha bandeja de forno e filou ao sal. Sim que o sal marinho e umas claras dou-fe pra unir, cobrir subiça toda a volta, esteve uma hora e vinte a cozinhar a 180°C. Para mais ao cher, também. Molho verde, temperei o peste de duas formas diferentes, só com azeite galega e pimenta preta, simples e ótimo e regado com molho verde. O meu molho favorito pra tudo hoje em dia. Vamos a receita. Os magos do almo faria e as alhas entares com sal grosso e numa tejela, juntam-se a salsa picada, muita e da brava, de preferência, ao sumo de limão, vinagre pimenta preta e azeite. No caso, os aem metade de azeite com o ramaninho superior metade de azeite com o rio do esporão. O equilíbrio de azeite é do critério de cada um. Eu sou mais do azeite aqui, talvez numa proporção de 3 pra 1. O molho verde caiu belíssimo sobre o cheiro, mas também acentou maravilhosamente no dia seguinte sobre febras de javolina frigideira. Mal passadas, claro. Falemos agora devia em verde. Andei uns tempos asiados com os vinhos verdes, mas há razões pra voltar a eles. Três exemplares bem diferentes ajudaram a festa e ao cheiro. Abrir, o espumante bruto da sua lheiro, 100% feito da castal varinha, seco e fresco e divertido, por 15 euros é uma boa compra. Depois, já com a comida à frente, abriu-se uma garrafa magnuquinta do ameaul reserva branco 2022, só ovas lheiro, notas suaves de madera, elegante e guloso. E por fim, um extra terrestre da região, o viagem é ao princípio do mundo, do porto armárcio López, já com os anos, ele é de 2021. Oxidação sem esconder o alvarinho até podia me aberço com os queis manchei curados que se seguiram. Outra receita, Lomb Chinês. Já fiz este prato com vários cortes de burco, hora caixá, sora barriga, desta vez destes teicolombo, caixer na mata fome da canalha. Médio Sudito, num tabular para ir ao forno, quanto mais o estado é o tamanho da carne melhor. Deseguida, gemaga-se gengibrialho, atira-se lápada dentro e regas com uma medida de soja, outra de água, outra de viagem chinês de arroz, um viagem seco branco também pode funcionar, até quase cobrido por completo o Lombu. 4 ou 5 malaguetas, pimentas de xoai e pimentas pretas, uma estrela da nís, dois crevinhos e deixe a saco-segar a 120, 140 graus, amanhã em toda 5 horas não será demais. No fim, saca-se a carne e corte-se fininha como fiembro, sumurgindo-a num molho novamente. Deixe-a-se a fundada e pode se cobrer friou quente com umas láminas de pínio por cima, bastante óleo de cesa, mividagre, de preferência, vinagre de xiquiang, senão, de vinteindo. A extra, salpe-car com a mente do ento-rado. Este pelo mexidez caiu bem com as cervejas japas. Depois de cozinhar, matei aceto com estas duas cervejas da marca japas que três brasileiras trouxeram para Portugal. A oixi é uma vitbir de estilo belga, o que significa que tem trigo maltado, casca de laranja e cementos de quentros. A matzu é uma pelsner, aromatizada com for de jasmín. São ambas deliciosas, ambas produzidas na one-paint em Portugal. Pessoas de montargil para terminar. Tem falado mal da fruta portuguesa e há dias fizeram chegar pessoas de montargil. São desses amarelos com bico, como já sabem pouco. Poupa se pica compacta e somarenta, mais do que doce, que também hueram, a saber a peso. A antigamento abundava na região, mas hoje é difícil encontrar-los de esquem-sabe. A apanha vai acabar entretanto, quem quiser, tem de ter rapidamente com o senhor Zé Manuel Corinha. Que barrigada. Que semana. Obrigada, amiga. Este podcast tem a só no pastígio Derek original de João Liza Morinha, capa de Thiago Pereira Santos, com fotografia de Matilda Fiesky. A coordenção é de João Nabilesa e a direção é de João Vieira Pereira. Eu sou o Ricardo Félner e este foi mais um episódio do Homem comia tudo. Subscreve este podcast na sua é preferida ou no site dos preços, significatícias e ciclos. Se tiver sugestões ou ideias que arapartidiam com a equipe de podcasts, enviou-me um email para [email protected]. E já sabem, a mais comida para além de beef com batatas fritas, mas beef com batatas fritas é muito bom. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O episódio descreve uma semana de cozinha com amigos, destacando um cherne ao sal como prato principal.
Inclui a receita do molho verde, feito com alho, salsa, limão, vinagre, pimenta e azeite.
São recomendados três vinhos verdes
Outra receita apresentada é o lombo chinês, cozinhado lentamente com soja, vinho de arroz e especiarias.
O episódio termina com sugestões de cervejas japonesas e uma crítica positiva aos pêssegos de Montargil.
Summary:
Neste episódio, o apresentador partilha uma semana dedicada à cozinha e à convivência com amigos, começando por um cherne ao sal, um peixe de profundidade difícil de encontrar inteiro, comprado na praça por 35 euros. O peixe foi cozinhado com sal marinho e claras, por uma hora e vinte a 180°C, e servido com um molho verde, feito com alho, salsa, limão, vinagre, pimenta e azeite, que também acompanhou febras de javali no dia seguinte. Em relação aos vinhos, o autor admite ter estado afastado dos vinhos verdes, mas recomenda três exemplares: um espumante bruto da casta alvarinho, um reserva branco de 2022 com notas de madeira e um alvarinho oxidativo de 2021, ideal para queijos curados.
A segunda receita é o lombo chinês, um prato cozinhado lentamente a baixa temperatura com gengibre, alho, soja, vinho de arroz, malaguetas e especiarias, servido fatiado com molho e óleo de sésamo. O episódio também aborda duas cervejas japonesas produzidas em Portugal, uma estilo belga com trigo e laranja e outra pilsner com flor de jasmim. Por fim, o autor elogia os pêssegos de Montargil, de polpa compacta e saborosa, mas alerta que a época de apanha está a terminar, incentivando os ouvintes a procurá-los rapidamente.
O tom é descontraído e celebra a partilha de comida e bebida entre amigos.
FAQs
Cubra o cherne inteiro com uma mistura de sal marinho e claras de ovo, formando uma crosta, e asse a 180°C por cerca de 1 hora e 20 minutos.
Amasse alhos com sal grosso, junte salsa picada, sumo de limão, vinagre, pimenta preta e azeite (proporção de 3 para 1 de azeite, por exemplo). O equilíbrio do azeite fica ao seu critério.
Tempere o lombinho com gengibre e alho, regue com uma medida de soja, uma de água e uma de vinagre de arroz, adicione malaguetas, estrela de anis e cravinhos, e cozinhe em lume brando (120-140°C) por até 5 horas. Depois, corte fininho e envolva no molho.
Foram sugeridos o espumante bruto da Soalheiro (100% Alvarinho, 15 euros), o Quinta do Ameal Reserva Branco 2022 (elegante e guloso) e o Viagem ao Princípio do Mundo 2021, do Porto Armácio López, com oxidação que não esconde o Alvarinho.
São duas cervejas da marca japas: a Oishi, um estilo belga com trigo maltado, casca de laranja e sementes de coentros, e a Matsu, uma pilsner aromatizada com flor de jasmim. Ambas são produzidas em Portugal, em Montargil.
Os pêssegos de Montargil são amarelos com bico, de polpa compacta e sumarenta, e podem ser adquiridos com o senhor Zé Manuel Corinha, mas a apanha é curta e é preciso agir rapidamente.
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