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RdMCast #561 - Anaconda: a cobra mais famosa do cinema

65m 59s

RdMCast #561 - Anaconda: a cobra mais famosa do cinema

O HDMI-CAST deste episódio mergulha na franquia "Anaconda", começando com o filme original de 1997, que se tornou um clássico do horror de animais gigantes. Os apresentadores Gabi e Thiago exploram a estrutura bizarra da franquia: após o sucesso inicial, vieram sequências independentes (como "Anaconda 2: A Caça pela Orquídea Sangrenta" em 2004) e três filmes feitos para a TV pelo canal Sci-Fi, cada vez mais absurdos. Eles destacam que o primeiro filme, estrelado por Jennifer Lopez e John Voight, arrecadou US$ 136 milhões mundialmente, apesar de ter sido indicado a seis Framboesas de Ouro. A produção usou cobras mecânicas de até 12 metros e cenas reais na Lagoa do Set de "A Ilha da Fantasia". Gabi compartilha uma história pessoal: aos 6 anos, o filme a traumatizou tanto que ela teve terrores noturnos por um ano, fazendo sua mãe dormir ao seu lado. O episódio também critica a visão estereotipada dos EUA sobre a Amazônia, com erros geográficos e nacionalidades confusas (como o personagem paraguaio de Voight). Thiago brinca que o filme é um "podrão" que diverte apesar da trama ridícula. Eles mencionam que o reboot de 2025, com Jack Black e Paul Rudd, traz um tom mais cômico e metalinguístico. No final, a dupla reflete como a franquia, com seus elementos recorrentes (Orquídea de Sangue, empresa farmacêutica e família Murdoch), envelheceu de forma peculiar, sendo amada justamente por seu exagero e falta de seriedade.

Transcription

11849 Words, 63398 Characters

Portuguese
[Música] Bom dia, boa tarde, boa noite, amantes do horror, sejam muito bem-vindas, bem-vindos e bem-vindes a mais um HDMI-CAST. Eu sou a Gabi e hoje inserei em sua guia pela floresta amazônica enquanto procuramos pela cobra mais famosa do cinema de horror. Sim, chegou o dia de falarmos dela, da gigantesca, da lendária, a na cunda. E para essa tarefa que envolve caçar orquídeas sangrentas, lutar contra crocodilos enormes e se deliciar com os filmes de caráter bastante duvidosos. Eu tenho aqui comigo ele, cujo maior sonho é usar o cabelinho igual ao John Voight no primeiro filme da franquia Thiago Natal. E tenho que fazer o sotaque, paraguaio, checo, Europa, oriental. Mas eu vou falar cara, eu já estaria com medo dos mosquitos, já imagino o resto que a Gabi foi na lista, já parei nos mosquitos. E ele que jura que é parente do Carlos Santiago Braga, o personagem do Seltomelo no filme de 2025, cabriol Braga. Mas eu sou mesmo, né? É uma informação aí. Essa é revelada, essa semana eu não consegui. Eu fiquei essa semana inteira com a música do emissigurila na minha cabeça. Estava aqui do. Tu conhece a Ana, quem? Ana a conda. Porque pode, pode ser já na conda, cara. Eu vou tentar não fazer muitas piadas prometo aí. Mas é tipo emissigurila em Nicki Minaj na cabeça, porque não dá. Eu achei que você ia falar que você ficou a semana inteira com a música da Nicki Minaj, né? Mas daí, seja. Já se redimiu. É que Nicki Minaj não tá dando, né? A Nicki Minaj não só pensei hoje, porque o escorrem é caber sem uma inteira, foi emissigurila. Mas fiquei com os nossos recadinhos que a gente volta em instantes, pra discutir um pouco sobre essa franquia, que acabou de retornar os cinemas em 2025. [Música] Opa, gente, aqui eu te aguto, passando rapidinho, só pra avisar que a gente não tem recadinhos nesse R&Mcast, então, bora direto para o episódio de hoje. [Música] All right, everybody, double check your gear, make sure it's all on board. Pray you didn't forget your bugs, break. - On the rivers of the Amazon. - Wow, it's unbelievable. This river can kill you in a thousand ways. In the waters of the Anaconda. There's a legend, your shamah worship, giant snakes, as gods, protectors. It's made. No matter what you see. This skin is three, four years old, but ever shed and it's grown since then. No matter what you hear. - What was that? - There's something down there. - That's right. - I really mean it. I really mean it, too. Anaconda. [Música] Well, guys, when we think about Anaconda, usually comes to our film, "Protagonized" by Jennifer Lopez, in 1997. But this is just the tip of this river of a very bizarre franchise. So let's understand a little how it's structured before talking about some of the films. I think we won't discuss all of them about mental and time sanity. But the franchise started with Anaconda in 1997. It was followed by a independent sequence that came in the movies in 2004, which is Anaconda 2, the cast by "Lorquid de a sangreta". From that point on, they followed three sequences to television. You'll see how things are getting more "tenembrosos". Anaconda 3, 2008, Anaconda 4, "Rastro de Sâme" in 2009, and "Pânico no Ago" in the project Anaconda, which is a crossover. Between "A Franquia" and "A Franquia" "Pânico no Ago" known for its "Jacarés de Gats". In 2024, we had a remake of the 1997 movie. And finally, in 2025, Meta linguistico com um tom mais fômico realizado pelo Jack Black e pelo Paul Runt. Todos os filmes seguem premissas muito parecidas. Eles só vão ficando cada vez mais absurdos. Então, se você acha que o filme de 1997 é absurdo, é porque você não assistiu as sequências para a televisão que foram feitas pelo canal Sci-Fi. A piranha é "São cobras gigantes que devoram seres humanos e a gente acaba acompanhando vários grupos de pessoas que vão tentar capturar ou destruir esses animais por diversos motivos. Segundo filme, acabam sendo mencionados elementos de um universo mais incomum. Eles vão tentando construir algumas temáticas recorrentes. Então tem a Orquidia de Sangue, tem uma empresa farmaceltica, tipo Resident Evil, sabe? A Orbrela, só que a "Wet's So Hall" tem uma família, a fictícia que é bem poderosa, que são os Murdoch. Então, eles vão tentando jogar alguns elementos assim de referência aos filmes anteriores. A Gabita sendo muito gentil com a frente. É porque eu gosto, entendeu? É uma relação de amor e ódio, mas eu aprendi a gostar. É aquele trauma que eu aprendi a carregar comigo, sabe? Hoje a gente se dá bem. Quando eu timo meu babaduque, entendeu? Eu mantenho ele no porão. Eu alimento, é ela e a gente se dá bem, entendeu? E fora de cinema, né? A Franqui ainda tem quatro jogos e ela tem um romance publicado em 2014, né? Um livro que foi inscrito pelo Hans Bauer, que escreveu o primeiro e o segundo filme. E a gente vai voltar pro esse livro depois, tá? Mas enfim, né? A Na Conda, esse clássico de animais gigantes, é um filme de 97, que atualmente tá no catálogo do Prime Video, né? Não sei se vocês não se escutarem esse episódio daqui a três anos. Talvez não esteja mais. Então, não adianta reclamar. Mas na data de hoje, em 2006, ele está no Prime Video. Então, para quem quiser assistir, é um filme de aventuri horror dirigido pelo Sinésta Peruano Luis Lossam, que antes disso, havia feito filmes como Snipe do Atirador de 93, com Tom Beringer e Kubilizane. E o especialista de 94, que é estrela do pelos film véssito de Stan Long, e pela Cheryl Stone. O filme reúne uma quantidade absurda de gente famosa. Então, a vez na época não fosse tão famosa, assim, né? Mas que agora, tão rostos e nomes muito reconhecíveis, começando pela Jennifer Lopez, né? Que ela meio que estourou no ano do Anaconda, 97. Foi quando ela protagonizou esse filme e também o Selena, que é aquela biografia de uma cantora latina que meio que colocou ela no holofote. É um filme bem legal, inclusive, sabe, ele é drama, obviamente, porque ela acabou se assassinado e tal. Mas é bem bom e ela está super bem. E daí, em isso, no filme, ela é acompanhada pelo Ice Cube, pelo John Voight, pelo Eric Stutz, pelo Owen Wilson e pelo Jonathan Wright. Para mim, assim, o mais aleatório de tudo é o Owen Wilson como cara que cuida do som. E é uma surpresa porque o Owen Wilson não está do lado do Vince Vaughn, né? Que é tipo meio que a carametade dele no cinema. Então, porra, ele está ali independentemente, tentando trilhar o seu caminho. Você falou do Vince Vaughn, "Oi, Wilson, eu lembro que. quando eu e um locador ainda, né, quando era criança, criança barra pra adolescente. Eu fui lá e deu, falei pra cara, eu queria um filme de comédia pra ver com minha família e tal. Era 2005-2006, porque quando o filme saiu, e dele recomendou dois filmes, o dia de 40 anos. E o feneto, as bons de bico. Aí, ele ainda falou, "Não". Esse aqui, o bígico é então um pouquinho mais adulto. Pega isso daqui, ó, penetra as bons de bico. Aí, eu assisto no filme que criança, "E caralho, aí, eu tinha tipo 9 anos, né?" Eu assisti o bígico de 40 anos quando era criança também. E agora, você fala, "Ei, velho, que na propria algo, pelo amor de Deus". Mas antes da gente falar um pouquinho sobre a nacomda, aqui vai um resumo de uma história muito simples, porque se a gente resumir mais o que me acaba, não é assim, o obra cinema, o tom gráfico, com muita profundidade, né? Mas a gente vai acompanhar uma equipe que está filmando um documentário sobre uma atribu indígena, a mazônica, que é muito tempo, não possui nenhum contato com entre muitas aspas a civilização, né? Eles falam que são indígenas perdidas, mas a gente sabe que eles não estão perdidos. Eles não querem ter contato, né, com a galena. Nós é que estamos perdidas. Exato. Pra navegar pelo rio, né? E tentar chegar nessa comunidade, eles encontram um caçador de cobras paraguai, chamado Paul Serone, que é o John Voix, sim, né? No melhor sotaque paraguai, o que você vai ver na sua vida, só que não. Que promete nos ajudar. E assim, só um pequeno detalhe, John Voix tem uma cara de mal e carado desde o começo. Então eu não sei por que aquela galera criditou neles desde o começo ele grita perigo, né? -Tudo bem. -Oso. Só que na verdade, ele tem uma agenda secreta e ele está caçando uma lendária nacomda gigante, o que acaba colocando todo mundo em perigo. E só um fã de facto rapidinho, a a nacomda, ela é uma espécie de sucuri. E aqui é só pra gente poder se posicionar no reino da biologia dos animais, né? John, não somos biólogos, eu só procurei de novo. internet, se nossos ouvintes biólogos estiverem escutando aqui é só para fazer uma curiosidade. E ela é uma cobra que ela só é encontrada na América do Sul em regiões alagadas, porque eles passam a maior parte do tempo na água. E assim, elas podem chegar a até 6 metros de comprimento, tá? Mas o seu tamanho médio é bem menor. Então, você provavelmente não vai encontrar uma na conta do tamanho da do filme, passeando por aí, sabe? E elas são realmente cobras constritoras, né? Então elas enrolam a presa e vão asfixiando, né? Quebrando os ossos, então elas não são cobras venenosas. Mas antes da gente conversar sobre o filme, queria só falar um pouco sobre a produção dele, porque quando eu fui pesquisar para essa falta, achei que nem até nada de mais. Falasse só que alguém jogou um dinheiro, falou assim, "Ah, que se foda?" Isso tem uma história de produção interessante, né? Porque o Hans Bauer, que é o roteirista, ele disse que ele teve a ideia pro filme, por causa de uma falsa memória que ele tinha do King Kong, lá na década de 30, né, tipo, daqueles filmes do King Kong antigasso, onde o King Kong lutava com uma cobra gigante. Só que essa memória era falsa, porque na verdade ela lutava com um lagarto gigante. Só que ele, quando era criança, não percebeu os pés, então ele achou que era uma cobra. Então ele se lembrava muito disso, né? E acabou depois de um tempo assistindo vários documentários sobre socuris, pensaram assim, "Pô, talvez tenha um filme aí, né?" Só que o roteir original que ele escreveu, que foi muito reescrito por outros roteiristas, é muito diferente do filme que a gente tenta, porque cara é pior, tá? Eu acho que ser esse filme tivesse sido feito do jeito que você cara queria. A gente não ia estar falando desse filme, porque ninguém mais já está lembrando dele, saco isso. A gente teria como protagonista a Andy Easter, que é uma professora de biologia de cargo, que junto de mais seis colegas, ela mora um plano pra participar de uma espécie de corrida do ouro moderno, tá? Então ela vai pro Brasil, obviamente, pro uma área muito rica da floresta amazônica. E ela meio que fica ali meio que vitima, né, daquilo que ele chama de febre do ouro, muito nema vibe de um filme de 47, que chama o tesouro de Sierra Madre, que é com o Orhan Prebogart. Enquanto também precisar lidar com cobras gigantes, em cujo território eles entraram sem saber. E vai ficar pensando assim, mas por que diabos essa galera iria fazer uma espécie de corrida de ouro moderno? Os documentaristas do filme de 97 fazem mais sentido, sabe, adimito que assim, "Os Estados Unidos sem noção, você me tendo a unição chamar, pra tentar filmar uma comunidade que não quer ser vista, faz mais sentido que a galera falou assim, "Povão pro Brasil, garimpa um zoro aí, não é isso que é da biologia, que de Chicago, né, enfim." Mas o roteiro foi muito reescrito, tanto que mais tarde, ele vai publicar o roteiro original em formato de livro. Então o livro que a gente tem que eu falei lá em cima, que faz parte da franquia é a história que ele concebeu pela primeira vez. E daí ele intitulou de Anaconda, The Riderscut, tipo o corte do roteirista. É um senso de alta importância meio foder. E só pra gente ter uma ideia, né, pro primeiro filme, eles construíram duas cobras mecânicas. Então, assim, uma delas tinha 7 metros de comprimento e a outra tinha 12. Eles realmente construíram essas cobras. Eles também usaram Anaconda Reais em algumas cenas e é, obviamente, que daí quando foram as sequências de ataque, foi tudo feito com a imagem gerada por computador, porque dá pra ver, né, assim, obviamente, né. E você não vai jogar o ator lá e falar assim, "Poi aí, vamos ver se Anaconda vai tentar te matar, vai tentar te comer, vamos tentar aí não, deles resolveram o teu bom senso, né?" Depende do diretor. Se fosse o Ridicóx, e bom senso, né, assim, vírgula, porque nossa, cara. E não é aquela coisa que eu acho que a não olhando hoje em dia ruim. Eu acho que sempre foi ruim, porque é um nível de cidades, a gente faz o escorpião rei do The Rock, parece ser uma Michelangelo. É cara, é muito pesado, velho. Coisa que você esquece, tem no filme, e daí aparece no seton. Agora lembre-se que esse filme é universalmente o dia. [Risos] As filmagens elas ocorreram tanto no Brasil, né, como nos Estados Unidos, e eles utilizaram, é uma lagoa do set de uma série bem famosa de televisão, chamada a Ineda Fantasia, que foi a arte, pois 78, 84, e dela deu um rivar, um ali, 97, 98. Então, a grande maioria das cenas são aquáticas, elas são ou nessa lagoa gigante, né, do Ineda Fantasia. Ou no jardim botânico do condado de Los Angeles, que foi quando eles conseguiram ali recriar essas cenas mais claustrofóbicas. O filme chegou em primeiro lugar, dos Estados Unidos, tá? Então, no total, ele arrecadou 136 milhões no mundo todo, contra um orçamento de 45, ou seja, foi um puto à sua série de bilheteria, apesar das críticas mistas. E eu odeio frambuesa de ouro. Eu acho que não desceria o vizio, só que eu quis trazer aqui que o Anacom, ele foi indicado as 6 frambueses de ouro, de 98, e perdeu todos, pá, o mensageiro que é aquele filme dirigido e estrelado pelo Kevin Costner, e por acolônia, que é estrelado pelo Vandami e pelo Dennis Rodman. [Risos] E uma das categorias nas quais ele foi indicada era pior casal em cena, e era o John Void com a Anaconda animatrônica, né? Só que nem isso eles ganharam, eles perderam o prêmio pro Vandami e o Dennis Rodman, que foram considerados o pior casal em cena por acolônia. Mas enfim, acho que eles podem discutir um pouquinho sobre o filme. Obviamente não é um filme mega profundo, cheio de coisa, mas eu já falei aqui algumas vezes no MDM, né? É claro que a gente se interessou pra fazer esse episódio. Que episódio mais leve, mais divertido, mas também porque teve o filme de 2025, ele entrou pra streaming. E pra quem nos escuta muito tempo, eu tenho uma relação muito conturbada com Anaconda, né? Tanto que quando eu falei pra minha mãe, que a gente agravava um episódio de Anaconda, hoje ela soltou um puta merda muito grande, que eu acho que ela tá mais traumatizada do que eu. Vou repetir esse relato, mas quando eu tinha uns 6 anos, porque o filme de 1997, ele deve ter chegado no Brasil entre 1998 e 1999, naquela época. Então no máximo, os 6, 7 anos, minha mãe disse que assim, eu atormenteia, porque eu queria assistir Anaconda, tudo porque eu tinha visto na locadora, as malditas videolocadoras, o poster, né, que são só os olhos da cobre. Eu sei, porque de álbios, a Gabi de 6 anos decidiu que precisava assistir esse filme. Eu acho que eu nem sabia do que se tratava direito, mas eu fiquei atormentando, e a mãe disse, "Não, não, não, ia ficar, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor." Até que ela falou que essa beia assistia essa merda. E ela disse que se arrependimento matasse, ela tava deitada no chão até agora morta. Porque eu assisti o filme, na verdade eu não terminei de assistir, porque eu fiquei com um tanto medo que eu parei na metade. Eu lembro até hoje daquela cena em que as cobrinhas pequenas invadem barto, foi quando eu parei, porque eu fiquei com muito medo. Só que isso desencadeou em mim um ano de terrores noturnos, onde eu não dormia sozinho. Eu tinha pesadê-los, eu dizia que tinha uma narconda no meu quarto. Eu dizia que eu vi os olhos da narconda. Eu fazia minha mãe deitado meu lado e dormir de mãos dadas comigo. Por um ano, minha mãe tinha que colocar um colchão no lado da minha cama e dormir comigo. Porque se ela levantasse, eu acordava em pâmbito à noite. Tudo por causa desse maldito filme estrelado pela Jennifer Lopes. Então, meio que a narconda é uma piada interna na minha família, assim, sabe? É meio que uma lenda, é uma criatura mística que a sombra, minha mãe até hoje, sabe? Todo mundo achou muito engraçado, porque depois eu fui trabalhar com o cinema de horror. E quando você assiste o filme hoje, fala, "Caralha, é por isso mesmo que minha mãe ficou um ano sem dormir e coitada." Uu, narconda é um daqueles clássicos que vendia muito. Na época, em da época, em da Udo DVD, né? Vendia muito naqueles cara de DVD pirata no centro, sabe? - Oh, braga! - Ô, pra braga! Tá assim denunciando! Polícia Federal, o crime não briscura a ver ainda! Pode vir buscar! Você comprava o DVD em uma propaganda anti-pirataaria no começo, né? E você, o. Aquele do. Olha, pai, tirei nota 10 na prova, nota pirata. Como assim, gofi? - Sério? É que é muito boa! - É que tirei nota 10, super pirata! Como super pirata? É que copia, prova do Luís. Como amigo meu? Pra família destruída por um DVD pirata, né? Cara, o meu voelho comprava muito firme pirata, assim. E é daqueles que ele comprava do. Não comprovando aí no centro, né? Comprava ali no bairro mesmo. E cara, daí era aqueles que comprava 10 funcionava 2, né? Eu já. Sim, tinha. E ele comprava na conda. E dele foi uma vez, acho que a minha prima foi de mina casadero, ele botou na conda e minha prima. Só que não era o primeiro, né? Era um desses maluco, assim. Acho que era o 2. E aí a minha prima também ficou com muito medo, que ele não conseguiu me ir, porque a cara falou que era um filme de ação, não sei o que. A naquanda, um desses clássicos, assim, da pássaga astronomia dos filmes, né? Sabe aquele "listis podrão", que você sabe que vai fazer bem pra você, mas você come. E você ainda falou assim, "Pof, uma boa refeição". Eu enxergo a naquonda, assim, hoje. Não, o primeiro naquanda é muito estilo podrão, né? Eu vi com a minha irmã, os dois primeiros, né? A gente viu, viu juntos, assim. Se diverte pra caramba, porque. O primeiro ele tem uma aura, ali ainda, com a minha irmã, o maior ou de podrão, né? Que você aproveita. O doido já é meio escraschado, mas ainda. Você dá umas risadas. E vai, né? O 3 eu fui ver agora, que não tinha visto ainda. Fudia ter permanecido, sem, mas tudo bem. [risos] Não, não, porque tenho o David de Resson, rofa. Então, esse aí é o respeito. Se tem o cara de super máquina e Baywatch, a gente respeita o filme ali. Toda vez que eu vejo ele, eu quero que ele corra pela praia, que nem a bertura de Baywatch, sabe? [risos] São filmes que dá pra se divertir muito, cara. Eu acho o primeiro ele ficar mais divertido, o cara vai se assistir. - Sim. - É. Você sabe o que vai acontecer? Sabe o que você diria, é uma bosta? Você sabe que a trama é ouroza, é indícola. Só que ele vai você ficar pensando em os elementos, assim, caralho. Quando que vai aparecer o John White? Aí logo, não comece falar a nossa semana. Olha a cara de filho da puta, desse malho. Quem que acha que ele tá querendo ajudar, de inundamente, assim, ele não consegue parar de encarar as mulheres com cara de psicopata, ele tem um sotaque bizargo. Escarna, Paraguai, nisso, dê-ndo! -Fala que a geografia não faz nenhum sentido, porque as chances que eles deram falar se há. Ele é laxina americana, mas a gente vai dizer que é brasileiro que ninguém vai ter que estar aqui, e tem que estar aqui. Aí falo, eu queria, era paraguai, mas galera, tipo, tem uns três no quilômetros de distância, assim, pelo bequilo, pode ter de pra lá, mas assim, né? Não é coisa que as mais são tipo. -Ese filme, ele é um grande exemplo, né, de como os Estados Unidos enxergam a Amazônia e os países que abrigam ela, né? Porque assim, é uma falta de aula deografia e de nacionalidade e gigantesca. Mas sabe que eu concordo muito com o Thiago, eu pensei muito nisso, que, por mim, a Nakon, eu fico que toda vez que eu acertei, ele fica melhor no sentido de que. A gente vai ficando mais velho e vai levando as coisas menos acério, né? Tipo, você começa a perceber que nem todo o filme é uma obra de arte, que nem todo o filme é bom pra você se divertir. Eu acho que a Nakon é isso, assim, porque eu tive várias fases com ele, né, tipo, "Pô, beleza, o trauno, daí depois eu tive a caleta, porque a adolescente, pô, esse filme é uma merda, como que eu tive medo disso?" Sabe assim, um rei, e depois fala assim, "Cara, você é muito ruim, mas você é divertido." É aquele breguinha do cinema dos anos 90, onde, tipo, muita gente que hoje é muito famosa, tá reunido ali nesse filme sem pede em cabeça, que não tem nenhuma coirência geográfica, nem nada, mas assim, você tá ali assistindo e você tá se divertindo. Toda vez que eu assisto a Nakon, eu me diverto. Aí, se que eu passo o filme inteiro de Alstar. [Risos] No meio da soresta amazôrica, não barco, ele tá de Alstar. [Risos] Cara, tem umas coisas que você percebe assim, que. Ficou assim, não. Mas eu não sei o que o Thiago tá reclamando do John Voic, pra ele ser um paraguai, o melhor do que ele tá interpretando, só se ele chegar a ser pro. Isso, eu me fiz essa queira, deu. Amigo, amigo, lá, camisinha, musical, [Risos] Com coisa assim. Cara, o Sotak dele é assim, tipo, se eu fosse paraguai, aí o processava ele por danos morais, traição a patria, entendeu, porque. Eu achava que o cabelo dele era pior, mas o Sotak é pior. É tudo pior, aí. O que é pior, tudo. É tudo, mano. Mas assim. Tudo que ir para a próxima coisa ruim, né? Para a próxima cena. [Risos] Eu acho que o filme tem os seus charmes. Eu acho, por exemplo, é muito legal você ver o Dani Trevo, na cena inicial. É muito bom. Quando você olha, fala assim, "Caralho, velho, é uma chete ali no comecinho do filme, quando tem um caçador, né?" E ele tá meio que sendo. Encorralado por uma cobra. Você não vê muita coisa, né? Ele acaba pegando um revolver. É o Dani Trevo, sabe? Você fica assim, caralho. Esse filme já começou assim com grandes ícones, né? E eu gosto do poster. Eu olho para ele, assim, eu acho que é um poster muito charmoso. Eu acho que ele vendeu o filme para muita gente. Essa coisa, tipo, ele só tem os olhos da cobra, dá um ar de perigo muito maior do que ela representa no filme, né? Porque daí você tem lá cobra mecânica, tem o CG, aí o perigo vai por água baixo, mas no poster, ele passa uma seriedade assim, muito grande de um monstrão. Assim, né? Já que não vai pra gente só falar mal no filme, de novo, gente, pros parâmetros a na conta, pros parâmetros da franquia, pra esse tipo de filme. Eu acho que um filme bem filmado. Sabe, eu gosto da fotografia dele, que é tipo o documentário. Ele remete muitos filmes de aventura clássicos, assim, aquela coisa na floresta, na selva, no rio. Eu adoro, assim, na final, que é tipo um por do sol, e uma música meio, tipo. Nossa, nós me anossemos, sabe? Muito não se. O música meio. A estação da série, assim, ó. Cara. O escranho é poliviano tocando, ele. Tipo, e daí tá lá o por do sol, e daí tem o horizonte, né? Curriu, e daí tipo. Aparece a tribu indígena do nada, assim, eles tão olhando e se fica cara. Mas assim, eu acho que tem esse charbe. Ele remete bem, assim, de novo. É uma visão esterotupada, né? É um filme. Filme chichilento. Só que ele é bem filmado, e ele consegue meio que tipo assim, "Belé, a gente tá seguindo esses documentaristas". Vamos filmar e investir no documentário, entendeu? Vamos ser um desado. Cinema verdade. Vamos mostrar aqui o que eu tô querendo esconder de você, a Ana, comda, existe. A única coisa que toda vez que eu assisto, assim, migita bastante é que todos eles são meio. Os documentaristas de merda, né? [risos] Mas a Jennifer Lopez, cara, não tem uma mísera cena que ela faça alguma mínima direção. Ela tá sempre cagando pra tudo, assim. Até o A-Squil, mas eles ali. Ah, vou pegar minha câmera. Aí o Wilson lá, com a Tamina, "Ah, a gente vai capturar um som da fãs". Eles metendo, né? Mas tudo bem, despreender isso aqui, é. Agora a Jennifer Lopez, cara, ela tá tipo andar uma instrução pra alguém, assim. Ah, aqui eu tô fazendo aqui mesmo, a nem lembro. Foi desse. Gosto a querer tentar ser lá sobre o de-o-on-voi, entendeu? Mas o que me é divertido, mesmo. Eu acho que ele tá num. Num "Sweet Spot", ali que é. Quando o filme tenta ser ruim de verdade, fica forçado demais. Isso daqui, num "Shark Nado", o 855, 14. Quando o filme é meio ruim de propósito, mas também meio que não, ele tá num limiar, ele tenta ser sério, ele tenta ser filme de ação. Mas todo mundo na edição já vê que ele é meio ruim, faz num tom, assim, de meio. já zoado. Acho que daí é quando sair legal. Guardar as de-o-os proporções. O filme que você tá é muito melhor. Mas ele tem uma vibe meio à múmia do "Burn and Fraser", né? É, não se levando a série, né? Obviamente. Eu acho que, sim, que o filme também é certa. É de novo, dentro do contexto que estamos falando, né? Comparando com outros filmes do estilo. Ele é certa nas cenas noturnas, por exemplo. Quando eles brincam muito aquela coisa do barco, quando a cobra, tipo, meio que ronda ali, né? As cobras, por que depois de falar que é mais de uma, ela ronda o barco. Quando eles não têm muita claridade ou não precisam mostrar muita coisa, funciona bem assim, sabe? Dentro do limite do que pode funcionar, né, gente? Mas, sobretudo mesmo, vamos ser bem sincero. sobretudo mesmo é o personagem do Eric Stoltz, que é o Dr. Stephen Kailh, que ele só leva uma picada de vespa. Ele apaga o filme inteiro, fica lá tentado com uma múmia ou vegetal, depois seria nascido nas cenas. Então ele não passa nem por metade do trauma que a galera tem que passar pra sobreviver. E é bem legal isso, né? Porque claramente ele é construído como o. o heroizão masculino. Um indianajão moderno, assim. É o cara que tem uma apa, que sabe pra onde ir, ele conhece a floresta, ele sabe lá dos perigos, no mar e tal. E aí ele some o filme inteiro que em tal por essa liderança de Anifer Lopes, né? É bem engraçado. A própria ruptura de expectativa com o Aesquilbo, né? Porque tipo, você olha e fala assim, beleza, ele é todo despojado, você fala, ele vai morrer e ele não morre, ele fica até o final, é da hora, assim. Claro que depois do Aesquilbo descanse em paz, né? Mas aqui, aqui o personagem é massa. [Música] Não importa o que você vê. Esse skin é 3, 4 anos, ou? Mas nunca se senta, isso é tão grande. Não importa o que você vê. - O que é isso? - Tem algo aqui, né? É isso, né? Anaconda. [Música] Consigirando o sucesso do primeiro filme, né? Como a gente mencionou, ele fez quase 140 milhões com uma bilhateria de 45 mais ou menos, é óbvio que até uma sequência. Mas assim, é óbvio. Porque o filme original, por mais que ele tenha recebido ali críticas mistas, não foi assim uma insurrada de crítica negativa, né? Foi uma coisa mais meio-a-meia, né? Mas acabou desenvolvendo ali uma pego com fãs, né? E também teve essa questão da bilhateria. Eu acho que a sequência até demorou pra vir, né? Porque pensam, eu fico em 1997, que teve a sua primeira sequência só em 2004, são 7 anos, você pode pensar pro fenômeno assim, tipo, o tamanho do que eles fizeram, e o túbrio de 99 já havia sido anunciado no segundo filme. Que não teria obviamente um retorno da Jennifer Lobbs do Ice Cube, por questão de salariais, né? Galera já estava mais penachão. Só que a produção teve vários percausos até que em 2003 foi noticiado que o Dwight Eit Lyrou iria dirigir o filme com o roteiro baseado em uma história do Hans Bauer, né? Que roteirizou o primeiro filme. E eu não consigo ver o nome desse diretor Dwight sem pensar no Dwight, do The Office, dirigida na conda do está. E a trama é ela acompanha uma equipe de pesquisadores que é pedanciada por uma empresa farmacêutica chamada o Excel Home, que é a nossa umbrella de anaconda, que banca uma expedição pra Bornell, uma ilhetropical que tá localizada no sudeste asiático, no estado soberano de Bruynei. A gente já vai falar sobre isso, que, lá, lembra lá no começo que a gente falou que a anaconda só tem na América do Sul? Por que que a anaconda doeste tá no sudeste asiático? Calma aí. O objetivo deles é adentrar a céu em busca de uma flor, que, segundo eles, né, uma coisa meio mitológica, contém a fonte da juventude, vai levar os humanos a uma vida mais longa e saudável, e a gente sabe que a empresa farmacêutica quer vender remédio, vender medicamentos, plorar isso até o fim, né? Só que esse é um filme da franquia, na conda e logo eles passam a ser perseguidos por sucurismo de grandes que habitam o local. A anaconda dois teve um orçamento de cerca de 20 a 25 milhões e facturou 71 milhões, então, assim. Também foi um sucesso financeiro, apesar de ter críticas majoritariamente negativas, né? E acabou sendo o último filme da franquia acelançado nos cinemas até 2025, quando daí a gente teve o Jack Black, o Paul Rudd desse rebute metal emwistico. E eu queria escutar do braga, porque eu fiquei sabendo que ele já assistiu esse filme, né? Que é um filme que não se leva a sério de novo, ele é bem brega e ele abraça isso de uma maneira bem absurda. O anaconda dois ouviu com a minha irmã também, né? A gente ainda não sabia direita a franquia, né? E aí, uma continuação, eles até tentam dar uma explicação, porque o primeiro filme ainda ficou aquela pedra. Pô, mas não tem um anaconda tão grande assim, o filme é assim. exagera no filme 2 é tipo vamos explicar porque na conta cresce mais do que o que o comum assim, que é a explicação que por ninguém pediu, foda-se a gente já aceito uma na conta gigante, mas o filme vai lá e que é explicar e aí você tem mais cobras, né, tanto que o títolo original é na condas, se o James Cameron pode com a gente, né, eu pensei a mesma coisa, quando James Cameron faz a gente genial, né, quando o do Itent Lear ou faz a irmã, né, a hipocrisia do mundo sinéfico, aí eu tinha hipocrisia, aí aí você tem os caralhórios da foresta ainda atrás dessa flor, a Uricirit Sangue né, que fica na tradição, e aí tem mais anacondas, e aí tem consciência ambiental, né, assim, o filme faz toda uma bagunça, mas eu ainda não acho esse 2 de todo mal, assim, nossa, que o filme bosta, ele é pior que o primeiro, ele não consegue ser tão divertido, mas ele ainda tem uns momentos que você dá uma risada, a cena lá com a cachoeira ainda, que querendo não, é uma cena boa, você tem uma, uma coisinha, outra que ainda funciona aqui, claro, funciona dentro dessa coisa mais resível, mas até que funciona. Assim, é um filme bom? Não, mais perto dos outros filmes da franquia, é o pior de jeito nenhum. Eu acho que ele não se leva a sério, assim, de pela abraço um pouco mais agalhosa do que o primeiro, né, que já tem um pouco disso, mas ele tenta ser um pouco mais sério, esse aqui eu acho que ele. Sabe, a gente sabe que é brega, vamos abraçar isso, vamos ter o absurdo, vamos criar uma sequência que pelo menos vai divertir, não precisa ter uma qualidade altíssima, sabe, mas se você está assistindo a anaconda 2, também é que que você espera, acho que é isso, né, está esperando um grande filme que vai revolucionar a história do cinema, a gente é anaconda 2, vamos Deus, mas enfim, eu estava pesquisando aqui, né, o Dwight Ait Lyrou, ele não é tão amônimo assim, né, ele dirigiu o Fliwily 2, e ele dirigiu Halloween 4, então assim, não achava que ele era mais desconhecido, mas não, Halloween 4, o que o Michael Myers vai atrás da Jimi Lloyd, assim, que é um filme legalzinho da franquia Halloween, mas enfim, né, eu acho que não filme que cumpro o propósito de um filme de cobras gigantes, então eu acho que é essa mentalidade que você tem que ter, eu vei, o problema muito grande aqui, além do roteiro das atuações e de tudo mais, são as cobras em CG, né, que eu acho que daí ali já começa a ficar, assim, se o primeiro filme já é ruim, cara, das coisas vão piorar, e o CG vai ficando pior, você vai se aproximando de noze, parece que a qualidade vai caindo, né, Ah, o Zena tem que, o, ele está em fim da, é o títia sangrenta, né, eu falei de sangue, mas enfim, tem relação com sangue, né, e aí as cobras protezam, que é uma picada sete anos, acho, né, que florecia, elas ficam pouquíssimo tempo ali, florecida, é uma piramente pudinoso, entra nessa coisa de filme de aventura, que você tem que encontrar o objeto místico, e aí as cobras estão protegendo e tal, é toda essa piranameu ambientalíssima, né, que elas cobras estão protegendo por seres humanos num pegarem, mas aí a resolução de tudo é explodir na conda, né, que tem a meter bala, explodir, gasolina, fogo, que aparentemente elas são tipo imortais, né, se você bater essas coisas não tem que explodir, tem que jogar uma granada na boca dela, sei lá, porque tipo, caralho, a gente devia começar a treinar uma conda pra mandar pra guerra, porque caralho veio. É loco, imortais é altamente inflamáveis. E só vai ressaltar, né, que mais uma vez nos estadounidenses mostraram ao mundo, né, que eles não sabem nada deografia, porque o filme se passa em Bornell e a na conda são nativas da América do Sul, né, então assim, é bem legal eles irm pro studenciado e falar, "Caralho, olha que masar na conda gigante, sendo que elas só vivem na América do Sul, mas tudo bem, né, de novo, estamos falando de um filme de cobras gigantes, está pedindo, "Realismo, por que minha filha?" E é uma escolha muito específica, né, cara, porque brunei, não é nem de fama al Ásia, é um pedacinho de tentório no norte da malásia, que tem tipo meio milhão de pessoas, não é um país de se se pensa assim no bingo aí, "Ah, me dá um país na Ásia", e a pessoa vai em donésia, vai falar, "Ah, que malásia, que seja, não vai dar pessoal, não brunei, porra, eu lá creio aqui, né, vou lá, vou lá, vou lá em meu salário agora". É que eu acho que eles pensar assim, "Que país que a gente vai ofender menos pessoas?" "Ah, cara, vai aqui, meu, vai brunei, aí, fores, tô falo, não ir rolar, então não aceitaram muito brunei". E apesar das críticas negativas, o filme, né, faturou a alta ali para seus 20 milhões, e obviamente cria uma sequência em 2008, intitulada só a Naconda 3, essa não tem dois pontos. E como toda a franquia de horror que é exaustiva e indiscriminadamente utilizada na conta foi relegada para os filmes de televisão? Antes da acontecer que os filmes eram lançados direto pro vídeo, agora eles são lançados pros canais de televisão. E em 2008, o Sci-Fi, que canal conhecido por investir em sequências duvidosas e bem galhofas, estereu o Naconda 3, qual é protagonizado como Braga falou, por ninguém mais, ninguém menos, do que o David Hasselhoff. Com participação do John Rice, David, essa é, tipo, mas tudo bem. E o filme tá disponível no Prime Video, tá? O 2 não tá disponível em lugar nenhum, mas o 3, vocês quiserem ir pro lá, em direto, pro filme de 2008, ele tá no Catal. Que devia estar assim, meio que você leva 20 filmes e leva na conta 3 juntos, sabe? Eu sei que o Prime faz muito disso, eles compram um filme bom, e daí junto no sacolão, venham uns 10 que ninguém lembra que existem, né? Eu acho muito bom que eu fui ver a 3 que faz a protagonista, né? A manda Reis, que é a custa-uela? A custa-uela ainda é, parece, principais filmes, a Naconda 3, a Naconda 4. [Risos] É uma filmografia, o Anaconda 3, já é muito doido, porque daí já mexe com uma coisa da indústria, farmacêutica, né? Começa num laboratório. Elebraça muita história, tipo, um brela, resdenivo, sabe? Tipo, vamos mexer com coisas e vai dar merda. Que eu acho muito bom que tem toda uma pira que eles ficam falando que, "Ah, a gente conseguiu uma naconda de 18 metros." E daí, no final, eles falam "Não, não, não, não, a gente mentiu, ela é maior." E cara, 18 metros, por que você não mentiu que ela tinha se lá uns dois, três metros? Não, eu vou mentir que ela tem 18 metros, né? A verdade, ela é maior. E por uma aqui, tipo, de mentir a essa, que porra, é já uma monstruosidade, né? Eu acho sensacional como a Franquia vai progredindo assim, tipo, "Ah, essa e se reclamaram que a cobra do primeiro filme é um era grande, o suficiente." E tá aqui, ó, na cobra de 25 metros, mas ó, tá manzinho, teu prédio filhada, puta. Agora tá bom pra você. E aqui, o CJA é muito bom, né? Eu não rejento. É horrível, cara. E da a na quando ela tem dentes de dinossauro, ela tem um rabo, tem uma espada no rabo, quase, né? Porque ela tem um ferrão. A gente começa a se misturar tanto assim, esse filme é tão confuso. E daí, o David resta um novo. Ele tá só porque. porque é ele, assim, que o Sci-Fi usava ele em tudo, né? Ele aparece no Sharknade, ele aparece em vários time tu Sci-Fi, assim. Que é só pra constar a pedemame, porque ele aparece, tipo, "Cario, ó, o cara de super máquina, ó, o cara de Baywatch." E é isso. Tá aí no poster, ele é o lidem-mena, né? É, tá, tipo, super presente na divulgação. Ah, óbvio, óbvio. E é foda porque esse óleo no IMDB, cara, o poster tem muita cara, tipo. Eu quando me zei uma grana aqui, galera, meu prininho fez no Photoshop, porque. Cara, é um ruroso, uma colagem medonha. Tá, e você vai ver umas fotos? Pô, geralmente, o cidadão aí, ele fica ruim quando tá em movimentação, né? Quando é uma coisa assim, que tem que ter uma fluidez ali, a física. Esse dá pra ver que é o ruroso com imagem parado do filme, cara, e realmente. Não tem muito como defender, né? Nossa, cara. O olho da pobre é muito ruim. É porque o filme ele sofre de um mal que vários filmes desse mesmo estilo sofre. Você tem que criar meassas cada vez maiores, né? E você não tem orçamento pra isso. Então, daí, eu que você tem, tem um roteiro muito ruim, que é, tipo, aí eles criaram uma nova espécie de sucurir, numa experimentação genética, que devem ter tá num isso cada vez mais monstruosos. Porque a história do primeiro filme não tem muito prongi, né? Assim, daí você vai explorando, você vai criando essas aberrações. E você não tem um orçamento pra criar uma cobra dessas, né? Um CG bom, né? Pra criar ela, tipo, nenhum animatrônico, né? Daí você fica assim com esses filmes que, cara, esse. Esse cidadia é difícil. É bem difícil. O olho da cobra. Ele é puxar em cima. [Risos] Perdeu aí que esses filmes não estão ouvindo, é que eu vou ter aqui um imagem. É que a cobra tem um olho amarelo. [Risos] Parece que ela tá vidradaça, vai ficar tomando alguma coisa assim, que ela tomou uma bala, ela tá assim uma luca. Fiar o dedo no cu dela agora, desse momento. Parece muito um fantóche de meio, assim, de que eu mentar uma bomba-meia, tipo, colocou um botão, sabe? [Risos] Parece aquele projeto de escolas, assim, que você não pode falar que tá uma merda, porque tem que valorizar o esforço. Esse ela tem o primo de estreitas de edade, fez desenso, nossa, que legal! Fica muito bacana! Fico bom, hein, nossa! Esse aqui já é, daí não tem roteiro, não tem nada. Tipo, eles vão atregar na conda. Esse filme não tem nem um store tem nada. É só uma pira pra manter os direitos da franquia, né? Tipo, a Sony lançando o filme da Mary, só pra não perder. A Fox, quando lançava um filme do DoxMen, assim, é, tipo, a na conda, apota na meu munível, aí, de um amearentesmeio, lançando o filme só pra manter o título. Eu acho que, pro Sci-Fi, fazer isso, filmes é muito barato, e acaba rendendo publicidade pra eles, né? Então, assim, eles meio que já ficaram conhecidos por essas produções duvidosas. Então, tipo, foda-se. Vamos colocar o David Hasselho, vamos fazer um Zoom-M, a galera tira uma pira, faz uma acessão, né? Descipo de filme e se paga. E o Anaconda 3, ele foi te um. uma de insegüência com o próximo, que é uma na conta 4, o rastro de sangue. Que foi lançado também no sci-fi em 2009, só que dessa vez não teve a participação do David Hasselwald, que eu acho que já tinha pagado todos os seus boletos atrasados e não precisou voltar para esse filme, né? Aparentemente o coitado do John Royce Davis estava devendo mais dinheiro e precisou retornar, então assim, se vê como a dívida estava ali de maneiras bem distintas, né? O filme, ele está disponível na plataforma da Sony, que é o Sony One, então, para quem quiser. Encaraa essa aventura muito bonita, né? Do anaconda 4, ele vai meio que pegar a carona justamente no 3. Então a gente acompanha a Amanda Reis, que é esse entista do primeiro filme, né? Que agora ela precisa caçar a última das anacondas que ela criou lá, né? Porque ela adquiriu habilidades regenerativas, então assim, ela é cada vez mais letal, mais forte, mais imortal, no intervalo. É isso, né? Ela tem que ir atrás e tentar impedir que ela destrua mais coisas ao seu caminho. Eu não vi o filme aqui, mas vendo uma imagem da anaconda, eles piraram os dentes pontiagudos, né? É aquilo que o chago falou, né? O CDA é tão ruim que até parado ele, ele está bom, assim, né? É quase um gráfico de play 1, né? Eu já employi 2 aí, né? Vamos ser bondoso também, assim, né? É, sei lá. Lembra o CG do filme do Mortal Kombat, o primeiro? Nossa, a cobra que sai da mão do escorpion, total, total. É isso aí, esse é o naípida, só que é um filme de 2009, tá? Tudo assim, é isso é um problema, esse é um grande problema. É porque, a verdade, no 3, eles matam lá, mas tem duas cobras, aí uma delas, bota ovos, e tal. Claramente, eles não mataram todas as cobras. Ah, era tudo cura. Vamos lá? Ou algo da lá. É isso aí. [SOM DE GATER] [SOM DE GATER] E assim como a na conda, acabou indo pros canais de televisão, pro Sci-Fi, tem uma cara aliada de filme, cada vez mais absurdo, né? E em 2015, os crocodilos e as cobras se encontraram, porque daí a WXL Hulk, a nossa empresa farmacéutica, ela causou a fuga de uma nova geração de cobras. Só que agora essas cobras foram pro Black Lake, lá no Maine, né? Que é o local do Pânico no Lago, que é insestado de crocodilos assassinos. Então, agora, eles têm duas criaturas à minha ação da cidade, e elas vão acabar saindo na porrada, porque como a olhe em predador já mostrando pra gente, só pode ter um, né? Highlander também falou isso pra gente. Então, eles caem apurrada e todo mundo tenta fazer com que eles parem de comer os seres humanos e destruir a cidade. O Pânico no Lago pro Jornal Ponta tem o Fred Kruger, né? O Robertinho, a gente tá lá. Eu disse lá em cima. Agerou uma sorte de perdi, né? A coisa. Gente, o Braga não tá me escutando. Pode manter, Felipe. Pode manter no episódio. -Maschista. -É uma exposta de como ele não presta pensando que eu tô falando. Pode manter. Alerta, alerta. Ele só tá aqui de olho aberto, mas ele não tá pressando a pensão na gente. Eu fui em ver a história. Aqui eu lembro que eu lembravo do filme, mas eu realmente só consigo lembrar do Robertinho, onde de. tapau, olho. E que ele fica numa vazinha lá. Ele meio que faz aquele. É o cara que sabe tudo. Ele é o aquele personagem que manja de tudo. Só que a na conta desse filme é bem menos ameaçadora, né? Ele é bem magrinha, né? Eu lembro que ele é bem magrinha, é meio esquisita, ser uma narquonda fininha. É porque ela tá participando da franquia dos crocodiles, então os crocodiles têm que ser maiores, entendeu? Porque querendo ou não, ainda é por aí, quando eu lago, entendeu? É uma narquonda que tomou um jaro ali, ela tá bem. Tá cabeça só. Só uma barra e cabezuda. [Risos] Mas enfim, né? Em 2024, a gente ainda teve um remake chinês do filme de 1997, que foi lançado na China em Março, daquele ano, mas foi distribuído internacionalmente, só no final de 2025. Então, por exemplo, nos Estados Unidos, o filme chegou em dezembro de 2025, meio que junto com o outro filme, como o título "Anacomda, cursed jungle", tipo a selva amoutçuada, enfim. Não se sabe muito sobre a produção, mas pra quem quiser assistir, ela tá disponível noplex, né? Que é esse "Sprimin gratuito". E é um tom mais sério, tá? Aparentemente. [Música] [Música] [Música] [Som de abertura] [Som de abertura] O que é isso? Oh, meu. [Música] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] [Música] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] [Som de abertura] E agora, né, chegamos ao mais novo filme da Franquiana Conda, que é o Anaconda do Seltumelo, porque não é nada mais nada menos do que isso, é o Anaconda do Seltumelo, que ele rouba a cena. O filme, ele foi anunciado em 2020, então faz tempo já, né? Que começaram a circular boatos de que estava sendo produzido um rebute do filme de 1997. Que de novo acabou tendo a acenhar uma notícia que fica parando no ar, 10 e 5 anos sem ter mais informações, até que 3 anos depois, em 2023, eles confirmaram o Tom Gormickan como o diretor do filme. Ele é um cinaster que tem pouquíssimos créditos e informações, a gente não tem muita coisa sobre ele, só que a produção ganhou um hype maior, quando em 2024 foi confirmado que o Jack Black e o Paul Run estariam nos papéis principais, meio que tirou todo mundo assim, o professor falando, "Pomé, é uma Anaconda com dois atores de comédia, então vai ser um filme mais desgraixado, vai ser um filme que abraça mais a comédia, e mais tarde, daí foram confirmados os novas idade, nela meu pior da Tanyu Inilton, do Steve Zane, e do Seltumelo, com as filmagens principais, acontecendo na Austrália, em Queensland, e sendo finalizadas em fevereiro de 2025. Eu não assisti o filme, só para a gente que vai lembrar, o Tom Gormickan ele dirigiu aquele peso do talento, que é com o Nicolas Cage e o Pedro Pascal, que eu não assisti ainda, mas ele fez um sucesso mais ouável, até na época, principalmente no stream, né, acho que Bragaville, né, então. ele tinha esse crédito aí no banco também, por causa. E só dois fatos bem rápidos, né, que inicialmente o Paul Rudd foi escalado para o papel do Jack Black, então eles iam viver os personagens ao contrário, só que, daí, isso que quando o Jack Black entrou para a produção, ele insistiu e conseguiu convivincer o Paul Rudd a trocar com ele, que faz bastante sentido, né, porque cai entre nós, né. E o segundo fato é que o terceiro ato do filme, ele foi reescrito, meio que do zero, porque, como eu falei, eles gravaram em Queensland, quando na Austrália, e quando eles estavam por lá, teve o Cyclone Alfred, que é tinha um juro sudeste de Queensland, e foi categorizado assim como um Cyclone Tropical Severo. Então, ali tem, tipo, algumas cenas, como aquela cena do Chixi, sabe, que o amigo tenta fazer Chixi, mas ele é tímido, ele é um. um xai. [risos] Foi filmada durante as refilmagens. A cena pós-credito, né, que não vou dar spoiler, ela aconteceu muito mais tarde, ela não estava prevista originalmente, então, assim, nós tiveram que repensar em bastante coisa. E o filme acabou ali arrecadando. 65 milhões dos Estados Unidos e no Canadá, 70 milhões em outros territórios, meio que deu ali um 135 milhões de bilheteria, contra um orçamento de 45. Então, o filme se pagou e ainda deu lucro, né. Só que as críticas acabaram sendo meio mistas, assim, né. É um filme que meio. Teve gente que curtiu, teve gente que achou chato, né. Eu vi vários opiniões, né. Alguns amigos falaram "Pô, achei divertido". "Ah, eu gostei". Teve gente que colou "Pô, achei chato". Enfim, e pra quem não assistiu, né, uma rápida synopsia, né. O filme, ele serve, meio que como rebute meta-linguístico da Franquia, né. Porque ele acompanha um grupo de amigos de infância, que são vidrados em cinema. E eles vão tentar refazer o filme de 1997, após um deles que é o personagem do filme. a farmáquia possui os direitos da franquia, ele surge do nada. Ele fala, "Não, eu tenho aqui os direitos, né? É um livro, né, seu nome é engano." Sim, um carro de japonesa, com predisposa dele. [Risos] Cara, quando eu assisti pela primeira vez, eu falei, "Cara, olha a burra aqui, falei, "Cara, olha a onda é um livro de um Japonei, eu falei, "Vai filha da puta, minha gana, porque dele vem lá pro Jack Black, e fala, né? Eu aqui consegui convencer a viúva dele e a me dar os direitos. Vamos refilmar na conta, né? Então eles meio que fazem um monte de emprest, o celular do emprego, e vão para fora essa amazônia, que vão para o Brasil, para fazer uma versão independente e de baixo orçamento da história. Acontece que durante o caminho, eles acabam se deparando com uma cobra de verdade, obviamente, né? E com alguns outros probleminhas ali no meio, envolvendo um garimco ilegal na região. E daí, obviamente, também o que eu acho sensacional, eles encontram uma outra equipe de filmagem que tem os direitos da Sony, refilmando a na conta dessa parte, assim, para mim, é maravilhosa. Mas, se quero saber de vocês, o que vocês acharam, né? Os agostaram, o agostaram, porque eu vi que eu não filme que dividiu opiniões. Deixa eu começar, porque eu quero conectar com uma coisa que você falou, claro, assim. Eu achei o rorosa parte da outra equipe de filmagem, assim. Pô, eu achei muito bom, achei muito idiota. Porque daí, a moça passa, não é um espoir, eles nem não é só piada, mas a moça passa assim, o Power of Pyrenta, que estão fazendo. Ah, estou me gravando na conta. Fala, faz uma cara mesmo. Ah, eu sei, né? Ah, ah, e o volume está sem ideias, né? Ah, ah, ah, ah. Eu acho muito porco quando isso eu sou de fazer isso, cara. É aquela coisa do Deadpool 3, 4, que. Então, nem existe, não é muito cínico, cara. Me dá um ódio assim, mas eu não vou de aí o filme, tá? Eu gostei muito do começo. Eu acho que ele tem uma vibe trovão tropical. Com certeza eles miraram nisso. Se eu tenho a impressão que a produção está assistindo antes de começar a gravar, o próprio Jack Black está no trovão tropical, né? Agora que eu lembrei. Então, eu acho que ele tem um pouco dessa vibe assim, de quase que um mockument, realite, uma galera nada a ver, um sonho de fazer um filme, se metendo na selva e fazendo cagada, né? Só que eu acho que ele faz isso, que teria potencial para o filme muito legal, que nos leva nada a sério, que tira a sava, desses estereótipos, ele só se forem na floresta e tal. Só que, daí, mesmo, tem que ir rebutar na conda, também. Então, ele. Parece que co-habitam, ali, duas intenções completam diferentes, né? Uma de fazer um negócio crachado, que já saiu de tudo e é meio trovão tropical. Só que, outra de fazer uma nova franquia na conda, então tem que ter cobra de verdade, tem que ter lá, a equipe da Sony morrendo. E aí, não sei, para mim é muito representativo quando tem aquelas. Eu tinha bem isso, pode, né? Mas ele faz uns coisas meio, "Ah, vamos lançar o filme, ah, mas eles não têm os direitos mesmo." Ah, então, uma Sony, com um mensagem, é realmente. Não pode não saber porque não tem o jeito de saber, porque a gente vai ver assim, eu vou ter essa parada de empresa bilionária, que ele não tira saindo de si mesmo, para o parecer legal, assim. Ah, galera, a gente sabe que a gente é otário, rar, rar, tipo. Ah, cara aí. Eu só acho divertido como o filme existe em um universo onde a Nacomda é um filme de verdade. E é esse filme que a gente conhece que é conhecido por ser ruim, entendeu? Sim, sim, sim. Não, isso é legal. O meu problema com o filme é assim. Eu achei divertido, acho que ele é um filme gostoso de assistir no final de semana, no sábado à noite, ele é despretencioso. Que nem eu te falo, não, se decide muito bem o que ele quer ser, né? Se ele é um filme de aventura, se ele é um reboot de Nacomda, se ele é um filme mega-scraxado, parece que a gente tem vários fragmentos do mesmo filme. Essa impressão que dá assim, não achei um filme ruim, mas eu concordo que parece que tem mais filmes envolvidos, parece que tinha mais roteiros em algum momento eles deram, uma juntada de ideias, assim, tipo, "A cada um queria fazer de um jeito, e a solução foi, vamos fazer de todos os jeitos aqui para um desagradar ninguém." A tira para tudo que é lado, né? É, eu gosto mais do começo, né, que como a Gabi falou, "Ah, você descobre que o universo do filme é um universo em que Nacomda também existe, em que você tem toda a galera porra, era um filme meu bosta, mas que é divertido." E daí, tipo, "Pô, juntam a Jailou e a Sikil, bora que coisa maluca, né, tipo, vários astros se elinhando, assim, pro filme acontecer." Eles percebem como esse filme de 97 absurdo, como o fato dele ter existido com a Jennifer Lopes é, assim, tipo, usar os astros se elinharam em uma posição única. Sabe, isso nunca mais vai acontecer, assim. Preservem a Nacomda de 97, porque é o momento da história único do absurdo. Eu acho engraçado quando o Steve Zane vai falar, né. Aí também, o Nacomda era um filme, uma metáfora sobre como a cobra representa os problemas reais, chegando até você, você pegando sem a casa, então. E a galera se. É, na real, acho que é só uma cobra gigante, né? [Risos] É, a preocupação deles no roteiro, tipo, "Não, tem que ter temas." O que a gente vai tratar? Vamos falar de "Luto". Nossa, assim, sim, aí o filme vai ficar porque o filme de horror tem que ter temas. Se não, me presta, né? Eu acho legal esses comentários que se fazem. Mas é que tem um momento que eles meio que abandonam a meta-linguagem e daí vai pra vibe, de também, né, o próprio filme de horror. E daí fica meio confuso. É um filme muito de você ver numa vibe despreocupada, né? Eu, como quase tudo agora, vina no ônibus indo pra coronelvigida da aula, né? A gente usaria ali de busão, botando tá abri-te, né? Bajo ali e pronto. Daí, cara, qualquer coisa que eu ver a minha frente vai estar melhor que o que eu tô fazendo. Que eu tô, cara, de eu vou trabalhar porra. Então qualquer coisa ali pra mim vai estar ótimo. Eu me diverti vendo o filme, mas acho que se eu fosse vir em casa, eu ia me incomodar mais com algumas coisas, assim. Acho que eu fui ver que tem que ver numa vibe muito despreocupada. Eu acho que o filme se estende demais. Quando eles chegam ali naquele set de filmagem destruído e encontram o Ice Cube, né? Tipo, eu realmente. O filme já tá ficando arrastado demais pra mim. Porque parecia que ele não sabia a hora de encerrar. E daí esse problema de ítimo, né? Tipo, é um filme de aventura. É um filme que vai pro absurdo. É um filme, sei lá, de cobras de gante, né? Essa falta de consistência vai ficando mais gritante. Então você começa a olhar no relógio, falar assim, caralho. Mas falta a meia hora ainda. Por que que não tá acabando? E dá uma impressão também que os estudios e as equipes de produção desapreteram o total de gravar em locação porque hoje em dia eles fazem tudo com aquela coisa rorosa de botar uma tela verde, uma tela azul e um tendente de produção mais um filme destruindo, principalmente. Que parece que eles fizeram uma coisa meia. Vamos gravar em umas 6, 7 horas de filme e de decidir na montagem. Porque dá pra você ver muito bem esse que ele poderia ser. Esse cara achadou um tempo inteiro e rolou uma coisa meio. Trovão tropical até o fim. Só que daí eu fiquei que o personagem também queria que ele quer ser meio de um mandio. Não antiga o repute 2017, quer de fazer uma fundiação com o derroc e fazer um negócio mais chamativo ali pra recriar a franquia e ter um segundo filme. Só que não dá pra fazer os dois na mesma tempo. Você tem que me escolher. E ele ficou instrutura troubado insada. É um filme que não tem um forno. Parece que eles foram decidindo conforme a meia e daí a montagem decidiu o filme de última hora. Ele não tem muito mais estrutura pensada desde o começo. Então eu acho o começo muito legal. Enquanto o seu tomelo está no filme é muito legal. E depois ele inventa uma coisa meio gerais que parque. Meio tentando ser um filme de aventura sério aí. E vamos ser honestos. O seu tomelo ropa a cena. O carno, sante, água, braga. Gente, ele com aquela cobra dele. É muito bom. Eu deus do céu. Tipo, o filme vale por ele. Não sendo. Bahim está mais sendo pra caralho. Ele carrega o filme nas costas. Ele é a melhor coisa do show. Sem som pra de dúvida. Não, ele faz umas caras. Os momentos cómicos deles são muito bons também. Agora, eu não gostei da personagem da Daniela Melchor. Essa me incomodou muito. A tal da Ana Almeida. Fichela muito ruim. Eu achei a atuação dela muito ruim. Me incomodou muito. E é um plot de unidos garingpeiros. O que ele plot twist. É muito desnecessário. Mostra de novo que o filme não sabe muito bem. Sabe quando que é abraçar? Eles fazem essa brincadeira do tema. Vamos trazer tema. Exatamente, quer falar. E eles mesmo nos fazem isso. Porque nesse fica assim, cara. É a na conta. Eu quero sover a cobra. Só me mostra a cobra gigante, entendeu? Não precisa ter. Garingpeiro. Matupal e mostra a cobra. Não é um filme sério. E pior, você ainda está indo pra uma comédia escraxada. Então, não tem nem espaço pra uma reflexão assim. Exatamente, mas eu falei pra isso que eu fico puto. É a escola Deadpool. Eu gostava do filme em lá de 2016. Mas eu acho que ele é um dos filmes mais nocivos da história do cinema. Porque todo o estúdio olha pra essa bosta e pra nossa. Vamos ter que fazer esse humor alto diferencial quebrada a quarta parede. Aí, cara, ou você faz isso e daí faz um filme inteiro escraxado? Ou você quer? Ah, então, os caras discutinam. Nosso filme tem que ter temas. E a uma discussão torsca é artificial. E deu o próprio filme e faz a mesma coisa. No final, ele quer colocar uma temática sério. E eles fazem umas piadas, tipo, hein? A academia adora o horror social. Quem sabe, a gente vai sentir cada um Oscar. Enfim, eu acho que tinha potencial. Talvez o roteiro de ginal seja muito melhor. E o filme foi descampando com um negócio cada vez que eu ora ali. Da metade pro final assim. Você fica torcendo pra ele acabar pro saldo ser positiva ainda. Ter mesa por quanto antes, pelo gostado começo. Ai, e fechou ele. É que o problema desses filmes muito auto-referenciais é que. Quando é feito numa maneira errada que daí o final ficou confuso e tal, a impressão que devem que eles estão pedindo disculpas antecipadamente. É até se ficar. Se eu vou ver um filme de cobras gigantes, eu não quero ficar vendo a galera pedindo disculpa. Porque o filme é ruim. Se a purificação anda um pedido de disculpas anterior assim. Sei lá, ficou uma coisa meio meio esquisita nos comentários na DAV. Principalmente quando vai pra essa última parte do filme que realmente muda o Tom. Não precisava, os garempiros estão sobrando completamente na história. Não faz o menor sentido. Só a ideia do um grupo de amigos, que eram amigos na infância. Se meter no meio da Amazônia pra gravar um reboot de anaconda. Já é uma ideia absurda. A gente não. precisa de garineiros dando tiro. A ideia ali já estava. O Tolkien é uma ideia absurda que é mula a ideia absurda do primeiro na conda. Beleza, já tá bom. Não, daí. "Ah, vou me apresentar mais isso, mais isso, mais isso." "E aí, é como a Gabi falou, deu filme se arrasto, mora, se perde." E fica também uma coisa. Não quero ir longe, mas que é um filme de cobra gigante. Mas fica uma coisa meio espereotipada de "a que que esses pais de terceiro mundo tem de problema aí?" "Ah, garim, por legal, né?" Como se não fosse problema no capitalismo em qualquer lugar que ele põe as garras dele, né? Eu vou fazer meio. "Vamos ver o que tem nessa região aí, de problema e de te colocar uma personagem que é passebozinha." E a Daniela meu, que é a portuguesa, né? Eu não sei se vocês viram esse portuguesa, que menos cara de portuguesa. Deve ser família brasileira, que parece muito que ela tá fazendo esforço pra não fazer um sotaque portuguesa, né? Que é. Por um lado é legal colocar alguém que fala portugues de verdade, não que sempre fazem rolítica colocar um motor de espânico e. Ah, fala portuguesa aí, dá um jeito. Só que eu me entendo pra uma manhã brasileira, né? Então ela fala do jeito meio travado, que claro, a gente vai estar tentando esconder um sotaque, daí fica uma dinâmica meio esquisita ali com os atores que de fato são brasileiros, né? Porque além de ser automelo também, o cara que faz o policial lá agora não vou achar um nome dele, que mesmo tem mais atores brasileiros, né? Ah, só uma informação, tá uma notícia de que vai ter um anaconda 5. Faltamente com pretítulos. Aqui ó, anaconda Blood Coil, 2016. Passando óbvio, se no IMDB tá, um grupo de amigos é aterrorizado por uma anaconda durante as férias. Eu acho que tá na hora de fazer tipo. Teve um filme de Tubarão, que era um Tubarão Fantasma, tá na hora da gente ter uma anaconda fantasma. Necessário. Necessário. Ó anaconda nesse passo. Vamos usar, gente. Vamos usar, vamos sair daqui. Não, mas ó, agora Gabi, o negócio está certo porque a franquia tá com C-M-Rite. É o roteirista, né? E ele foi o roteirista D, Dracula no espaço, crampos no espaço. A pequena seria essa fila. Anaconda tá no caminho pra o ripo espaço ou virar sua em casa. Não, gente, tá no caminho certo. Que nem o nosso apoiador a gente tá fazendo essa gravação ao vivo, Leandro Falo, anaconda, veloz e furiosa. Gente, tá no caminho certo. Tamo no caminho certo, galeno. Eu não sei porque eu fui ver foto desse filme que você falou aí no IMDB, o Blood Coil. Cara, anaconda tem visão térmica igual do predador. São passos com várias meninas, acho que é o grupo que vai passar férias com roupas curtíssimas, mas tem uma cara de software de porn, bizarro com anaconda de CGI Plastic, mil amor de Deus, cara. Eu tive gente que assistiu, que já tem umas críticas ali até no Letterbox. Ah, parece que eu não soumo de anove de janeiro nos Estados Unidos. Ele é do Studio Tchainkt Dog Films. Até o Sci-Fi largou mão já. Você vê como a situação tá crítica. Ele é do Reino Unido. Agora, anaconda sai do. Ela já viajou para o Sudeste Azeá, decomérica do Sul, agora ela vai pra Europa. Tá na Europa. A gente vai ter que ver, não vai ter jeito. Eu vou ter que assistir. Anaconda agora é decolonial, né? Ela vai lá dar porrada no seu tempo. Eu vou utilizar o acidente da Europa. Isso. Tudo que vai e volta, né? Não é possível. [Música] [Música] Bem, gente. Chegamos ao final deste mini especial da Franquia Anaconda, né? Queremos saber de vocês agora. Se vocês já assistiram todos os filmes que a gente mencionou, a gente é difícil falar qual é o seu favorito, né? Porque o primeiro assim é. Tem que ser porque ele é ruim, mas ele é o menos pior. Enfim, né? Contem pra gente. Qual é o contato que vocês têm com a Anaconda? Porque é um filme dos anos 90 que muita gente cresceu assistindo, assistindo a TV aberta. Tem essa lembrança com um vídeo locadora. Enfim, né? Ele tem esse lugar especial na memória dos anos 90. E a gente quer saber de vocês assim, se vocês já assistiram, se vocês curtem. Já assistiram esse de 2025, queremos saber tudo. E como sempre a gente convida vocês pra comentar de pelo próprio Spotify também, eu vou deixar uma enquete, mas acho que nesse mesmo é ter que ser qual piora na cunda, né? Porque eu não vou dar isso. Tenho mais. Mas pera ou das ae, se vocês só haviam de 97, 25, vocês podem entre os dois, né? Mas também com medo de se achar no episódio sobre a franquia, que é sempre legal ter essa resposta de vocês, e também nos sigam nas redes sociais e estamos principalmente em Instagram como @pipadomeido e no Twitter, no TikTok com @merdemcast. E caso vocês queira mandar uma mensagem um pouquinho mais longa, podem mandar pra contar a tua @pipadomeido.com.b. E se vocês quiserem um pouquinho mais de a Rede, podem entrar no nosso canal do YouTube e repropicar do medo. É lá que a gente transmite nossas lives mensais e já tem bastante coisa gravada pra vocês poderem assistir. E também não esqueçam de entrar em loja futura antes, quando o bairro e barra R&M. E daí tem toda uma seleção de produtos que o corpo separou pra vocês. É isso, gente. Muito obrigada. E até a próxima quinta-feira. Até. Nota. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio do HDMI-CAST discute a franquia de filmes "Anaconda", desde o clássico de 1997 até o reboot de 202
  2. A franquia inclui quatro filmes principais (1997, 2004, e sequências para TV em 2008 e 2009), além de um crossover e um remake metalinguístico.
  3. O filme original de 1997, dirigido por Luis Llosa, estrela Jennifer Lopez, Ice Cube, John Voight e Owen Wilson, e teve grande bilheteria apesar de críticas mistas.
  4. A produção usou cobras mecânicas reais (de 7 a 12 metros) e cenas geradas por computador, filmadas no Brasil e nos EUA.
  5. O roteirista Hans Bauer baseou a ideia em uma falsa memória de King Kong lutando com uma cobra gigante.
  6. A apresentadora Gabi compartilha uma história pessoal
  7. O episódio critica a visão estereotipada dos EUA sobre a Amazônia, com erros geográficos e nacionalidades confusas.

Summary:

O HDMI-CAST deste episódio mergulha na franquia "Anaconda", começando com o filme original de 1997, que se tornou um clássico do horror de animais gigantes. Os apresentadores Gabi e Thiago exploram a estrutura bizarra da franquia: após o sucesso inicial, vieram sequências independentes (como "Anaconda 2: A Caça pela Orquídea Sangrenta" em 2004) e três filmes feitos para a TV pelo canal Sci-Fi, cada vez mais absurdos. Eles destacam que o primeiro filme, estrelado por Jennifer Lopez e John Voight, arrecadou US$ 136 milhões mundialmente, apesar de ter sido indicado a seis Framboesas de Ouro.

A produção usou cobras mecânicas de até 12 metros e cenas reais na Lagoa do Set de "A Ilha da Fantasia". Gabi compartilha uma história pessoal: aos 6 anos, o filme a traumatizou tanto que ela teve terrores noturnos por um ano, fazendo sua mãe dormir ao seu lado. O episódio também critica a visão estereotipada dos EUA sobre a Amazônia, com erros geográficos e nacionalidades confusas (como o personagem paraguaio de Voight).

Thiago brinca que o filme é um "podrão" que diverte apesar da trama ridícula. Eles mencionam que o reboot de 2025, com Jack Black e Paul Rudd, traz um tom mais cômico e metalinguístico. No final, a dupla reflete como a franquia, com seus elementos recorrentes (Orquídea de Sangue, empresa farmacêutica e família Murdoch), envelheceu de forma peculiar, sendo amada justamente por seu exagero e falta de seriedade.

FAQs

O primeiro filme é 'Anaconda', de 1997, estrelado por Jennifer Lopez, Ice Cube, John Voight, Eric Stutz, Owen Wilson e Jonathan Wright.

A franquia tem seis filmes principais: 'Anaconda' (1997), 'Anaconda 2: A Caça pela Orquídea Sangrenta' (2004), 'Anaconda 3' (2008), 'Anaconda 4: Rastro de Sangue' (2009), 'Pânico no Lago: Projeto Anaconda' (crossover, 2015), e um remake em 2024, além de 'Anaconda' (2025) com Jack Black e Paul Rudd.

Hans Bauer teve uma falsa memória de que o King Kong lutava com uma cobra gigante nos filmes antigos, mas na verdade era um lagarto; isso o levou a pesquisar sucuris e escrever o roteiro.

O filme arrecadou 136 milhões de dólares no mundo todo, com um orçamento de 45 milhões, sendo um sucesso de bilheteria apesar de críticas mistas.

Foram construídas duas cobras mecânicas (uma de 7 metros e outra de 12 metros), usaram anacondas reais em algumas cenas e CGI nos ataques.

As filmagens ocorreram no Brasil e nos Estados Unidos, usando uma lagoa do set da série 'A Ilha da Fantasia' e o Jardim Botânico do Condado de Los Angeles.

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