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Raphael Ferreira, do Cidade Aruna, fala sobre o ecossistema de uso misto em Maringá

58m 8s

Raphael Ferreira, do Cidade Aruna, fala sobre o ecossistema de uso misto em Maringá

O episódio do podcast Além da Curva apresenta uma entrevista com Rafael Ferreira, da PRC Empreendimentos, sobre o Cidade da Luna, um complexo de uso misto em Maringá. O projeto integra moradia, trabalho e lazer em um raio de poucos passos, diferenciando-se por seu conceito de mobilidade urbana. Para superar o desafio de Maringá já ser uma cidade bem planejada, a equipe adotou a estratégia de "ceder para ganhar", atraindo âncoras como uma padaria renomada e a sede de uma grande empresa, que geraram movimento e validaram o empreendimento. O Cidade da Luna foi premiado como melhor projeto de uso misto das Américas e possui três fases comerciais e cinco residenciais, incluindo torres de escritórios, clínicas médicas e um shopping de 20 mil m². O espaço público é aberto, com áreas verdes e uma passarela em parceria com a prefeitura, priorizando vitalidade e segurança. A segurança é tratada como obrigação, com monitoramento tecnológico, mas não foi um grande obstáculo devido à baixa criminalidade local. A formatação jurídica contou com apoio do poder público, que incentivou o projeto por meio de leis para ocupar vazios urbanos e promover turismo. No geral, o Cidade da Luna busca oferecer qualidade de vida e bem-estar, consolidando-se como um ecossistema onde cada novo lançamento agrega valor aos anteriores.

Transcription

9153 Words, 50214 Characters

Portuguese
[Música] Olá, esse é o Além da Curva, seu podcast para acompanhar as melhores práticas nacionais e internacionais do mercado imobiliário. A cada episódio, um novo entrevistado compartilha sua experiência para encurtar sua curva de aprendizado. [Música] O Além da Curva é uma realização da Aditi Brasil e da Meti Academy. Aditi é uma entidade de atuação nacional nos segmentos de comunidades planejadas, loteamentos, desenvolvimento urbano, multi-propriedade, time-share e investimentos imobiliários com foco em capacitação de mercado e a geração de negócios para novos associados. Accessio site www.aditi.com.br e conheça nossos conteúdos, eventos, cursos e missões técnicas. [Música] A Meti oferece serviços à divisora para empreendimentos imobiliários como bairros planejados, multi-propriedade, loteamentos e complexos imobiliários turísticos. O Adviso é um conselheiro executivo que reduz a curva de aprendizagem de seus clientes através da sua experiência, repertório e rede de relacionamento. Ficou interessado? Acesse www.matx.com.br [Música] Olá pessoal, tudo bem com vocês? É que Felipe Cavalcante, pronto para mais um bate-papo muito legal aqui. Aprendi sempre a gente fica tentando buscar e morrer todo o Brasil que está acontecendo de coisas interessantes, de empreendimentos diferentes, de inovação. E a gente está hoje aqui com Rafael Ferreira da PRC em prendimentos. E a gente vai falar mais de obviamente sobre o Cidade da Luna, um bairro planejado que está fazendo. E também falar de outras coisas que tem de envolvido que são bacanas. Afel, seja muito bem-vindo. O Felipe, obrigado. Muito obrigado pelo convite. Uma honra aqui com você, está participando e vamos tentar contribuir um pouco com o teu podcast que é sensacional, especial. Fala uma pergunta com o changeador. O que você acha que ele convide assim? O que chama a atenção, por exemplo, no Cidade da Luna? O que é que tem diferente? Eu falei, a gente está tentando procurar coisas diferentes, queis, inovações. O que é que o Cidade da Luna tem de diferente do mercado de mobilidade tradicional? O Felipe já começou perguntando, já vamos tentar não responder. Pena porta, jogou pena porta aqui. Eu acho que ele chegou chegando. Mas o Cidade da Luna é um compartilhoso. E tem tantas qualidades que até difícil explicar. Você não pode quer dar para a gente dar um ponteza geral. Acho que até no final a gente vai conseguir falar de todo ele. Mas ele é um complexil sumisto, que tem basicamente moradia e trabalho e laser. Mas o que ele tem especial que a gente está conseguindo fazer é a questão do movimento urbano que está gerando para essa localização que a gente está vindo. Então a gente está contemplando escolhendo muito bem o mix do uso de cada emprego. Nós temos três e fases aqui dentro. Nós estamos trazendo não só moradia e trabalho, mas estamos trazendo moradia com qualidade e trabalho com qualidade. E um bairro da laser, que temos um shopping de 20 mil metros de ABL no centro de tudo isso. Aqui estamos falando que não é um uso misto de cidades de 15 minutos. Então a gente sempre está falando que é um uso misto de cidades de poucos passos. Então nós estamos falando que nos 60 metros a pessoa vai de um extremo e vai no outro. E se resolve de estudo, alimentação, mercado, trabalho, médicos, saúde, academia. Então há poucos passos a gente está tendendo a necessidade do dia-dia dos nossos clientes. Foi eu sempre para a nossa amigo meu, mas eu acho que você conhece o Fernando da Rúbita, fazendo um parque autônium e a gente tem um grande carro lá por Curitiba. E ele é apaixonado disso por Curitiba, falando bem, e eu até vou entrar em Curitiba. Então ele falando que uma cidade é legal, que tem a base na rua, tudo aquilo que a gente pregar, a própria populaireira é uma coisa. E ele falando que uma era boa cidade, que vieram a figura, etc. E a gente compreendeu o seguinte, que geralmente esses complexos de uso misto e de barra panejado, eles tendem um sucesso maior em cidades, que são carintes de espaços poucos de qualidade, de organização, de planejamento, de segura e a não sério. Porque ele é exatamente o metal que ele está oferecendo para resolver esses problemas. Maringar certamente não tem esses problemas. Como é que foi isso? Como é que se explica para as pessoas que não ouvindo o que é marringar? O que é que ela está um bobo para se viver? E com seus argumentos de vendas, de alguma maneira tirando a brincadeira de lado, mas isso foi um obstáculo? Um obstáculo é como a gente tem que ser atrativo com a cidade tão boa, quanto marringar, né? E, justamente, viver não tem problema de saneamento, é uma cidade abre, como a gente vai falar de meu filhio, a cidade que a genteira verde, a cidade abre, né? Isso realmente é uma traseira atratividade para nossa empreendimento. A gente não trabalhou só com esses. e falar com a cidade de 15 minutos, que todo mundo é 15 minutos, só que de carro, né? Então, a gente trazer um empreendimento dessa complexidade, dessa engorgadora com a cidade que já é muito boa, a gente tem uma dificuldade. Mas, quando a gente nesse Nix, a gente começa a trazer empreendimentos que um vai gerar no valor para o outro, a gente vem conectando hoje, nós temos aqui dentro do cidade de Aruna já, o nosso aparte comercial é todo aqui, né? E temos um A-Baker, que é a principal Baker Reed da cidade, né? Então, hoje já passa 12 mil pessoas por mês aqui dentro do nosso plantão de vendas, que já vem consumindo a cidade de Aruna, agora em mais nós vamos estar inaugurando mais dois restaurantes, também nessa parte de playsymaking que a gente está fazendo. Então, a gente já vem trazendo o público, de que é o nosso cliente para dentro do cidade de Aruna, né? Porque aqui é um lugar no centro da cidade, só que não tinha a vocação nenhuma. Então, nós começamos a fazer. a nossa. você vai ter convidado, eu acho que se lê você vai chegar aqui para conhecer, nós fizemos um ambiente, já, para as pessoas começarem a entender o que a cidade de Aruna para ativando o local. Então, naturalmente, a gente não precisa falar, competir, que é a melhor que a cidade, as pessoas já vem frequentas e ver que é gostoso estar aqui. Então, as pessoas gostam de estar aqui, e muito linkado com o público, que é o que é o nosso cliente do cidade de Aruna. Não sei se eu fiz entender, mas podemos conversando aí sobre isso. Eu queria pegar esse grande seu eço, de colocar a B, a pedaria, a melhor da cidade, duas melhores. Como é que você fez essa preparação para o lançamento? E como é que você conseguiu, que é um planeta diferente, acredito que não deve ter tanto isso aí, outro da cidade, com esse perfiói? Como é que você conseguiu explicar a diferença da cidade de Aruna para os demais, para as demais incorporações tradicionais da cidade? Como é que você fiz isso? É um único preço. É fundamental, assim, que isso é legal de falar. Eu tenho uma. a gente tem que ceder para ganhar. Quando tem um emprego de 100 verpregadoras, eu sempre falo, "Cara, sem que não ceder." O ceder é o que? Tentar tende as demandas que o player é importante para o nosso negócio. Quando a gente começou a fazer o Cidade de Aruna, primeiro, o pessoal que eu tinha vencer, é os donos dos terrenos, que a gente tinha que eles queriam fazer três incorporações, cada uma em corporação com uma consultora. Eu falei assim, "Não, aí eu fui falando por quê?" De a gente fazer uma incorporadora, sua executa e se uma aspera plana. E nesse meio tempo, o que eu precisava convencer os donos dos terrenos? Eu tinha uma principal relacionamento nosso de amizade, tem um amigo que tem uma das principais em presicleto pessoal física do país, que é que tem de maringar, né, que ele faz. E ela estava precisando de uma sede. E eu peguei, "Tú lá for, cara, tenho esse projeto que era fazer isso, assim, assim, assim." "Flor, eu, se a gente se acertar, eu tô dentro." Então, eu fiz uma questão praticamente, uma venda subzigada para crefaz, mas eu já trouxe minhas dos ens funcionários, pro adentro do complexo. Já tem um ok de um play importante. Outro lado, eu já peguei e falei assim, "Tar, eu tenho minhas funcionárias, precisam se alimentar que dentro nosso ecosystem." Eu não enquien é noção que a gente ia chegar num 20 mil metros de abelho. É que a gente ia ter 8 mil metros de abelho ali. E eu sentei com o pessoal que eu desistim oito, operações de restaurante que que é o grupo abaneiro. Eu falei assim, "Oa, eu tô. Tenho esse empreendimento e esse em 2023 foi. Eu tenho esse empreendimento que eu quero fazer, que eu tenho uma sede, a sede minha vai pra lá e vão ter em 1.500 funcionários, é preciso de você montar uma operação de restaurante lá. Vou, não vou, vou, vou, vou, vou. E aí, eu não quero senter para conversar, mostrei o que a gente estava querendo fazer. Aí eles já flacaram, nós temos o sonho de ter uma beijorre, querendo fazer uma beijorre. Então a gente fez essa beijorre com eles e supervalidou, né? Então tá aqui que tá montando mais duas operações. E o que a gente fez? O que é o cd? Ele veio pra cá, um cobo, uma loguel deles, né? Acho que eles estão, estão fazendo gerando outro valor pra mim, né? Se a gente quer ganhar nessa fase inicial, a gente quer quiser ganhar em tudo, isso acaba sendo um obstáculo pra, pra você trazer pessoas importantes pra dentro do ex-system. Então a gente veio construindo, se tem dois exemplos, tem vários exemplos, em todo o segmento que a gente vai, eu tenho que entender quem que são os preens importantes, pra tentar trazer de como âncora pra, pra, pra, pra dentro do cidadiaruno. Então esse cedêu pra ganhar, a gente vai cedendo um pouco, mas vai gerar um valor que, que é que é muito maior do que esse início que a gente acaba deixando de ter esse resultado. Legal, agora eu comecei pelo meio, explica aí pra tornar o que é o cidadiaruno, o que a gente tá falando aqui em granes números, o projeto, toda o conceito, tudo que você pode lembrar. Tá, vamos lá. Cidadiaruno, então, é um completo uso misto. Logo de início, a gente fez esse projeto e fizemos a inscrição no próprio The Wards, e fomos o leito, o melhor uso misto do projeto de uso mistas américas, né? Então acho que isso já foi validando. E junto com isso, a gente, junto com a cinco arquitetura, junto com cardinhas, junto com muitos profissionais, junto com ospa também, a gente veio trabalhando e lapidando esse projeto, a gente fez eventos charretes, escutamos as cidades. Então, foi muito bem pensado e trabalhado. E o que a gente tem hoje dentro do cidadiaruno, né? Nós temos três e fases, né, onde nove fases são de uso comercial e empresarial. E as outras fases são desculpoito fases, né? E as outras cinco fases são residenciais. Então, a gente tá nessa composição. E o que a gente conseguiu, né? Hoje, nós estamos hoje com a Torre, primeiro lançamento que a gente teve foi um de estudios, que a gente precisava trazer volume de gente para dentro da cidadiaruna. Depois, a gente lançou o íon, que foi um prédio de lages, corporatias para grandes empresas, empresas com faturamento assim de 200 milhões anos, né? Para a gente tá trazer o trouxe aqui para a Manninga, então, a Torre de Vim que Pavenmentos. Aí, junto com isso, nós fizemos o Office, que é salas comerciais, né? Então, o salas comerciais não competem com o íon, que não competem com o urb, né? Aí, junto com isso, nós trouxemos o ótimo, que é uma Torre de Lages para Mético, né? Então, a gente trouxe o principal cirurgião que o Láxico da Cidade, a principal dermatua da Cidade, a principal notróleo da Cidade, a gente focou nos médicos que tinham. Que não querem mais pacientes, é os médicos que têm clientes. Eu acho que existe uma diferença entre pacientes e clientes, né? Então, a gente trouxe toda uma experiência dentro do ótima de hotelaria, então, válite, recepcionista, tudo. Então, e agora nós estamos o próximo empreendimento que a gente vai tá lançando. É um de clínicas médicas, né? Que é a oliva, que é onde a gente entende que vai ter os grandes que são. Os médicos maiores que têm empresarial nome, que são ótimos, e o liva vai ser para os consultórios, aquele médico que ele é ele mesmo sozinho, né? Então, é um complexo. E tudo que eu tô te falando, um produto gera valor para o outro e não compete. E tudo isso caí dentro do shopping de 20 mil metros, que ali vai ter cinema, ter alimentação, vai ter academia. Então, o objetivo principal do Cidade Aruna é a gente ir ao movimento urbano de qualidade, pensado nas pessoas, aonde a gente vai estar sempre tentando gerar um bem estar para as pessoas e melhorar a qualidade de vida delas, pensando em uma longevidade. Então, as pessoas vão se resolver tudo dentro do Cidade Aruna, entre trabalho, moradia e cuidar da saúde também, né? Que eu acho que isso tem uma parte de Web, onde. Então, nós estamos trazendo isso para dentro do Cidade Aruna, isso está bem a cada lançamento, se consolidando esse propósito nosso e graça de EUA, não certo? E renação é espaço público. Como é que está funcionando isso? Ficou de vários imprenimentos imobiliários, com SIs, etc. Tem uma coisa diferente na parte de espaço público, teve alguma lição também, eu vou aprendizar de ser eu. Nisso, no espaço público de uso comum, né? Isso. Isso. Então, o que a gente está. O shopping, nosso ganho força e a gente está fazendo um shopping hoje que é um shopping mais atual, aberto, com biophilia, com toda a. E não há um shopping fechado. A gente está pensando para as pessoas promar e enganhar esse utilizar esse espaço nosso, onde ele vai ser muito mais o que é um objetivo só de compras. A compra vai ser consequência de um passeio agradável. Então, a gente está com o shopping, estamos fazendo um trabalho junto com a prefeitura no fundo de Vale, que nós temos um fundo de Vale aqui. A prefeitura está querendo fazer uma. Nós estamos do lado de uns principais pumões da cidade, o BOSC2. Nós temos dois pumões da cidade, que é o Parque do Enga, e é aberto ao público. E o BOSC2, que as pessoas não podem entrar. Nós estamos fazendo um trabalho junto com a prefeitura para apoiando, tentando fazer uma instrução de viabilidade para fazer uma primeira passarela por cima das árvores. O prefeitura viu uma passarela dessa, uma pista de caminhada na China. E, flúcia, "eu quero desenvolver isso no BOSC2". Então, a gente está fazendo esse trabalho muito pensado em uma lindaense noturista também. Então, essa passarela vai passar pelo. em cima desse BOSC, que é do lado do nosso empreendimento, e vai descer no fundo de Vale, onde a gente está localizado. Então, isso estamos pensando bastante nas pessoas, porque a gente entende quanto mais pessoas tiverem ali dentro do nosso ecosystem, mas ele vai ter vitalidade, mas ele vai ser rentável, mas gostoso de poder utilizar a sensação de segurança toda essa parte que a gente já sabe. É, pai, eu sempre que a gente fala de fazer um implementar o que padrão aberto ao público, e estou entendendo que o pai considerava do estado da Runa aberto, né? A pessoa pode entrar lá, né? As pessoas têm que se segurar, tem que receber segurança. Eu sei que mais a negação da cidade é meio atípica, porque é uma de qualquer maneira, a cidade tem um pouco problema de segurança. Mas você teve esse tipo de questionamento, essa reação de pessoas que estão acostumada com o seu empreendimento ou condomínio fechado de lots, ou mesmo empreendimentos com o empreendimento fechado, e se teve, como é que se abdou com isso aí, para explicar e provar que esse tipo de empreendimento pode ser mais seguro e por que ele seria, mesmo sendo aberto. Isso, o Felipe, aqui a questão de segurança não é um ador muito latente, entendeu? Amaringa, então a gente entende que é uma obrigação nossa a fazer igual a uma BS, que eu acho no carro hoje, um arbegui no carro hoje, é muito mais uma obrigação do que é um item de um plus, né? Porque Amaringa já é uma cidade segura, então é uma obrigação nossa continuante, a gente tá fazendo toda a parte de tecnologia, de educação, de câmera, de facial, né? Todo o monitoramento do Cidade-Aruí inteiro, vai ter uma centrada, então toda a parte de segurança, o monitoramento vai ser feito direto pela associação do Cidade-Aruí que vai ter cuidado, então vai ter toda essa parte de segurança que a gente fala, uma cidade segura, o cliente não tem essa dor, mesmo, pode me falar para as pessoas uma cidade de 15 minutos, aqui em Marinha tudo é 15 minutos, né? Então é um pouco chovendo molhado, mas é uma obrigação nossa da solução, né? E a gente tá muito bem acessorado, muito bem respaldado nessa parte aí de segurança, então assim a segurança vai ter uma central que vai monitorar todos os acessos, do shopping, então, o entrada dos prédios comerciais não vai ter que atracar, é tudo livre, então a gente quer ter um sistema bem legal que a gente tá trabalhando, que vai ter que colocar para funcionar aqui. Então, isso é muito rápido, eu prefeito, né? Eu tenho uma experiência, sempre vou fazer um complexo de uso misto, um barco legado mais robusto, muitas vezes, um dos grandes entradas é a abagelação do município, que ele não permite, você falou de uso despaso privado de uso público, por exemplo, agora pouco, e eu acere finita de pontos. Você tem esse tipo de problema, quais são os principais pontos na hora da formatação jurídica, do empreendede desse cópio, que você precisa sentar com o depúbico para tentar ajustar. mudar melhorar, porque senão não funciona esse tipo de urbanismo e do produto que a gente quer entregar. Eu acho que o grande limitaador nosso hoje no Brasil, e isso acho que até no Pó de Queche que você fez comado foi até comentado sobre o quanto o nosso planejitor limitam a trazer novos formatos de empreendimentos. Aqui a gente teve o waste prefeito, teve uma sabedoria de que aqui em Marinha tem muito vazio urbano. Nós estamos falando que nós estamos aqui no centro da cidade, aqui era um frigorífico e ficou sem poder fazer nada aqui durante nesse terreno de 52 em mesmo por dia fazer 20 casas, 30 casas. E aí os proprietários não dava a bridade pelo curso da Terra de Maringa muito alto. Então esse waste prefeito fez uma lei que incentivou os vazios urbanos, então ele trouxe os onomícios, trouxiseis em outros lugares e para ocupando esses vazios urbanos. E esse novo perfeito, o Silvio está muito mais focado em trazer turismo para a cidade. Então a gente trouxe uma lei de Maderingengerada que ele pediu para trazer Maderingengerada, a nossa roceira nos procedimentos de a cidade aruna. Então o poder público de Maringa por mais que tenha bastante barreiras, eles sempre estão querendo trazer algo diferente. Porque é uma cidade que foi planejada desde a fundação dela, ela sempre teve, ela foi feita para a cidade de Jardim. Então acho que isso facilita, ela é a melhor da Brasília para se ver, uma parte da parte urbanística dela também. Então eu acho que isso facilita, mas mesmo assim, a gente tem bastante dificuldade de propor, existe um comentimento, mas não é um barreiro em transponívio. Quando as pessoas vim que você está bem intencionado, as coisas acontecem. E qual foi a depois de você lançarem? Depois que eles que eles entenderam melhor como era? Qual é a reação do poder público? Mas também eu queria saber se foi necessário você levar em pessoas de poder público em outros barros planejados e outros imprenimentos similares para desenvolver ele antes mesmo. Que muitas vezes a gente vê que ele não consegue entender o que a gente está querendo. Não, não, não, nem ele, nem que mentem, nem recorreitor, nem ninguém. Não chegamos nesse nível, mas a gente fez o charret, e não foi na parte de conscientização do poder executivo, e nem do legitativo. Foi muito mais dos funcionários de carreira, eles entenderem, porque você pegar o sigo barro nas perfeitas, ele ama isso aqui, ele ama. Ele é um que está perfeito, outra vez, né? Já, já, exatamente. Eu já vi falar dele no ambiente da CDI, que de sindicatos, de inquidade, na carne noobidade, sempre leva ele para palestrar impressionante. Exatamente. Então, o convencimento dele isso para ele é música para os ouvidos deles, né? E o ex-prefeito também, o lice, ele também tem muito contato com o politivo, entendendo. Então, acho que a gente tem um bom, a cidade não é a touca, que é sempre bem arranquiada, porque os executivos nós são muito bons. E então é muito mais na parte do conscientização dos funcionários de carreira, a gente foi mostrando, então na própria evento de charret, foi muito importante para eles entenderem todo esse potencial aí que teria o empreendimento, né? Mas eu vejo alguns amigos de incorporadores, tem que chegar e levar para conhecer, porque é muito distante da realidade dos perfeitos e de todo mundo, né? Aqui a gente é privilegiado. E você precisou fazer algum tipo de, eu não sei se não é conscientização de treinamento ou não, o começou produto é um produto mais compacto, que é um grande barro planejado, né? E ele é mais próximo do universo da incorporação. Você teve necessidade de fazer algum treinamento mais específico e segundo eles, você conseguiu agregar valor em relação ao resto do mercado, porque tudo isso que a gente faz, é muito caminhado, tudo isso, o seu unisto, tudo isso, o conceito, tudo que sem valor, ele tem como um objetivo, obviamente também, a mental, o valor de ver e fazer com que ele não seja comparado com um incorporação simples, né? Que ele não é, não é uma incorporação simples, é muito mais. Você conseguiu gerar valor? É, exatamente, eu acho que além de gerar valor, é gerar liquidez também, né? E valorização para os clientes, tudo, nós estamos conseguindo, é um trabalho árduo, né? Então hoje nós estamos aqui hoje é 17 mil reais o metro e a cidade está com 10, 11, né? Algum outro padrão está 13, ele com 14, mas hoje nós estamos em 17 e a tendência nossa é checar em 21, né? O que é o que a gente quer, né? E sempre gerando valor para o cliente e tendo liquidez, como nenhum produto nosso concorre com outro, né? A gente consegue ter esse valor a mais e o cliente que comprou ter a valorização também, né? Então hoje o primeiro lançamento que a gente lançou foi a 15 mil e hoje está 17, então isso vem, a gente vem conseguindo sim, mas a conscientização do corretor, isso é porque quem vem do produto no final do dia, o corretor, né? E ele vê, ele todo um dia eu estava perguntando, né? Pô, tinha um grupo de imobliar aqui, foi, cara, qual é a melhor localização da cidade? Aí eles falam assim, aqui, a cidade é uma, por exemplo, a semana passada, vocês estavam fazendo na zona, aqui é por zona, na zona X, não vou falar um nome, que, claro, a melhor localização da cidade, cara, então, eu vei eu tento ser bem bastante idade com os corretores, explicando o que ele fala, o que é de verdade o produto, se você quer que é a melhor localização, é aqui, não é lá, então a gente vem fazer uma conscientização de trabalho, estamos levando agora 50 de todos, para as marxite, em politiva, né? Montamos junto, não sei se você conhece o Jão Vogil, ele é de Santa Catarina, a gente é, fez aqui um chamado Hubsidades, que nós vamos ter, então, falando tipo, opós a graduação para os corretores, para entender o que é o Hubsid, o que é a novação, o quanto o indereço com muita gente junto, que isso gera o cliente, para poder sair, porque a primeira vez, não é quanto é mais quadrado, quanto é mais quadrado, caro, a gente vem de muito além do metro quadrado, né? Então, aqui nós temos um podcast que está iniciando, que chama "Lendo Meto Quadrado", porque é um avendo bem mais complexo, né? E o legal é que quando você traz o cliente aqui, ele enxerga o que é o, a gente consegue transmitir o que é o Cidade Anonato Cliente, ele não pergunta quanto é um metro quadrado nenhuma vez, ele pergunta se o tíquete cabe no bolso dele ou não cabe no bolso dele, é diferente essa, essa, essa, essa relação, quando você consegue acertar o cliente, mandar o que ele vem preparado do corretor, é muito mais fácil de vender, ele vai entender o fluxo, ou vai entender esse aquilo, é pra ele ou não é pra ele, né? Então, mas é uma dificuldade, na formação de dos corretores que a gente tem que ter, para poder vender um projeto tão complexo assim. E você em função disso, você tem equipe próprio, como é que funciona? Qual é o papel de corretor? Já um produto tão complexo, né? O corretor, ele, acho que é muito difícil de conseguir entender todo isso, que você está me dizendo, é como você falou, ainda vai gravar um pod que a gente teve, talvez, no final a gente fique entendendo o que é. Como é que você, qual é o papel do corretor nesse tipo de vena complexa? Com muito conceito, e qual é o equipe que você tem? E quando é que você, quando o corretor assume ou você equipe assume? O papel do principal do corretor é angaria o cliente, né? Hoje nós temos aqui na galeria que a gente fala que tinha uma galeria de aruna, 12 especialistas que trabalham todo dia das 8, das 8 da noite. 12? É, 12. Então, aí tem um. Então, todo dia, sempre entrei especialistas aqui em qualquer momento, né? E na época de lançamento, quando tem maior demanda, daí tem todas as 12 ficam, ficam junta, 8 ali, vão revidencionar o domôs. Que essas especialistas, elas sabem todas as características de todos os produtos, nós temos uma sala de inversão, nós temos uma sala de inversão, está padronizar conversa, porque, dependendo do meu humor, eu vou te vender a cidade de aruna de um jeito, ou diferente, depende do dia, depende como você está. Então, nós temos uma sala de inversão, onde o cliente passa por 6 minutos, o cliente entende um pouquinho das pessoas que fizeram da história de maringar, e o que é o viver do futuro, né? Então, nós estamos a pessoa entende como está, já padronizam o que é esse uso mesmo. e depois quando vai entrar no produto, as especialistas sabe todas as características que tem que ser feito. E o corretor vai acompanhando e o corretor volta na fase de proposta, na adequação de proposta, essas coisas, mas o produto é o que temos que explicar porque realmente é bem completo. E gera um desgaste no corretor e até agradece. E no começo, a gente fala "oh, e a gente respeita muito, o corretor foi o cadastro do cliente que lente a dele, a gente não faz venda, a gente tem que ir no interno de venda, mas são seis corretores para trabalhar estoques, outras coisas assim. Mas o cliente, o falar pro corretor, "fraucá-la, se você não cadastrar o cliente aqui, se ele chegar sozinho lá, o outro corretor vai atender, vai vender. Até entender que a gente não que o cadastro era para o bem dele, ele não tinha dificuldade. Mas hoje, graças a Deus, a gente tem aí três corretores da cidade trabalhando com nós, né? Temos mais de novecentas cada strado, mas o que trabalha no nosso produto é que ele tem três corretores. E você tem mobiliários exclusivas, só elas podem vender, aberto, mercado, metrugade? É uma. a gente. estamos chegando no momento, mas no começo eu achava que tinha lá de ter quatro, sem que mobeira só, trabalhando nos nossos produtos, né? Porque é muito. a lida com muito corretor da trabalho, né? Você tem que ficar trabalhando com. demanda muito tempo. Mas hoje a gente entendeu que a aberta para a cidade toda, né? É como a gente padroniza a conversa com o cliente e como os projetos são muito específicos publicoar, então tem corretor que ele não tem cliente para isso, né? Tem corretor quando os tiktis no nosso hoje está a partir de 800 mil, né, a 15 milhões. Tem corretor que não consegue chegar nesse cliente, ele nem vem trabalhar mais os nossos produtos, entendeu? Então a gente está bem entendendo o mercado vai se. nós não fechamos a porta para ninguém, o próprio corretor vai entendendo sempre tem cliente para esse tiktor não? Mas aí é a questão da equipe, aqui para o pessoal ver essas encantadoras, por exemplo. Ela dizia, "O momento tem vontade de me grava para ser corretora, elas têm reme neração variável, como é que funciona isso aí?" E a cara não fazendo boa parte do trabalho, né? Aqui, exatamente aqui, na dentro da agulheria, todo mundo que trabalha na parte comercial, né, nós temos acho que 38 funcionários no todo aqui, ainda a gente não teve um momento ainda para fazer ladoria, mas a gente quer ter alguma coisa, a gente tem que eles poderem participar da venda, né? Então todas elas ganham fixe uma porcentagem de venda, né? E nós temos hoje três gerentes de relacionamento, né? Aonde eles fazem relacionamento com as imobliárias, então a gente viveu a cidade em três e cada um tem ter os imobliárias e tem que trazer venda dessas imobliárias, né? Aí nós temos um gerente da imobiliar interna, que cuida de cinco corretores, né? E aí tem a parte administrativa também, então todo mundo, esse é a parte de relacionamento de venda, todos eles participam do variável, de tudo que vêm, e cada todo mundo tem uma porcentagem, assim? Legal, vamos ver um pouquinho pro tema do não vender um metro quadrado, né? Acho que são todo o incorporador do Brasil do mundo. Como você conseguiu? Cara, mostrando o valor pro cliente, é em ser verdade, o audio tem que bater com o vídeo, né? É uma coisa que não adianta o cliente hoje não é mais facilmente, ele consegue entender esse aquilo de verdade ou não. Então nós temos toda uma parte de relacionamento com o cliente, a gente tá fazendo a comunidade, a gente entende, "pô, a gente tem shows aqui no nosso evento, o ano passado, você tem o PRC, a Runa, feitiva o music, todo mês de setembro. Nós temos o frejá, aí a gente tem os shows aqui da cidade, que a gente tem a parte de entretenimento, que a gente cuide, então todo o cliente nós tem a mesa da frente do palco, a gente que ele tem a possibilidade de descolhar a mesa, então tem a parte do restaurante que, porém a gente vai propor alguma coisa de autopadrão, o cliente sabe que isso, que a gente sabe fazer bem feito, né? Então você vai pegar na galeria, "carro, tem uma árvore aqui no beito, tem toda a parte de meu filhio, ele sabe que aquilo de verdade, é diferente de uma constructor que nunca fez isso, e falar que vai fazer um negócio de wellness sendo que nunca soube que é o wellness, né? Então a gente realmente vive isso e faz uma parte e faz questão de mostrar os nossos clientes que a gente vive isso, então não tem uma forma, eu acho que o que eu falo assim como fazer a valor, é viver o que a gente está vendendo, né? Eu acho que isso é muito importante. Agora o produto tem que ser diferente, não adianta querer. O produto tem mais valor, que cobra mais quando o produto que é igual a tu porque é na cidade. E exatamente, o produto tem que ser diferente e a pessoa tem que ser de verdade, a partir de uma vez você começa a não ter verdade, o cliente não chega ao valor, não negócio. É claro. É simples, mas é difícil. É claro que eu sempre digo, assim quando me envolvo, né, só do bagas, bagas, quando já adianta, implementa-se. E eu sempre digo que o nosso objetivo é na hora que a gente vai chegar para o meu abiliar, o correitor, e dizer o nosso médico adrado, ele chama a gente maluco. Se é louco, isso não faz nenhum sentido, porque esse médico adrado é tá, para pra tudo bem. Não sei que é comprar o meu com o mercado, é igual, não é igual. Então tá, pode ser que não seja tanto que eu queira. E muitas vezes nem quero que ele tanta, veja só uma coragem de preço, né? Mas o objetivo final dizer realmente não é igual. E dentro de tudo que você fez aí, o que você acha que mais agregou o valor? E qual é a sua das coisas que você achou que agregaria o valor, mas acabou não rolando? Vou perguntar, o que eu tenho certeza que deu muito certo foi a padaria que ir junto. A bakery, isso foi uma. uma. A certada que tem que ter, né, estamos com outros masterplans e outras cidades, a gente tem que ativar o local, né? Claro, não é só colocar uma padaria que vai dar certo, mas tem que ter. Tem que entender o qual o propósito desse empreendimento, né, e pra poder trazer algo que ative de verdade. Então aqui no caso, o cidadiaruna foi o bakery, né, que deu muito certo. E o que eu. pode falar, pode falar. Eu achei que se tem tempo. O evento também que a gente tem. quando passava tivemos 180 eventos aqui, né? A gente tem uma. tipo uma confraria, uma parte que cabe, 60 pessoas, em que teve 180 eventos aqui o ano passado. Então, um metade do ano teve eventos aqui, que vem um público aleatório que não tem nada a ver com nós, mas de uma forma de outro, ele está consumindo no nosso espaço, consumindo cidadiaruna, né? E isso deu muito certo. O que. o que não deu certo é que não deu certo, que a gente gosta, a gente acredita, é a parte de obra de arte, que a gente trouxe, a gente sente uma coladora de obra de arte. O público, nem todo mundo, vê valor nisso, né? Mas quem vê valor vai vir. Então a gente está. cada a gente está trocando agora a nossa parte. A gente sempre tem a. todo o empreendedor, nós temos uma obra de arte, tem alguma coisa aqui, a gente entende que gera valor de empreendedor. Mas nem todo mundo vê isso, mas. É um pouco. É um pouco. É um pouco. E fazer o tempo. Você sabe que eu tenho visto, né? Não só em prenements mais complexos, mas em outros. É muito os empreendedores se funcionando na parte de arte, né? E é engraçado porque assim, a maioria desses incorporadores, empreendedores, tem um nível social e cultural bem anagrado. E até gosta muito de arte, entende? E ele acha que isso vai agregar valor. Mas infelizmente, do fundo do meu coração, na maioria das vezes as pessoas não dão mesmo valor, e essas pessoas não são a sua física de cada não. Não consigo. Eu ainda. For rare realmente ver alguém agregando valor, tipo assim, "vou comprar para cá disso ou. mê-me isso, né?" Por exemplo, vejo, bairro em vários lugares desses quadros, esculturas, escaríssimas, né? O negócio de primeiro, um mundo literalmente, mas todo mundo passa por ela, né? Da mesma maneira como se passaria por uma coisa normal e não conhece, se não existe uma educação artística. Exatamente. Da mesma pessoa. Eu tive na África, agora, a família de Férias, estava na cidade do cabo, o motorista da van, a gente não tem de mais de arte de tudo. É uma coisa culturalmente lá na África do Sul, está muito mais empregnado que aqui, e as pessoas não tem nem noção do que é uma obra de arte, é infelizmente, né? Acho que culturalmente lá, eu fiquei. eu fiquei, assim, muito espantado com a cidade do cabo, com a cidade do cabo, com. -Cantanismo de obra. -E o nome que se não for melhor, é melhor das cidades do mundo, é uma pessoa que hoje é um boi de lá. Então, é uma motorista da taxe, sabe mais do que a nossa aqui. Mas nem por isso nós deixamos de fazer. Porque a gente acredita nisso, a gente gosta, a gente tem que isso gerar valor. O gerar valor na nossa cabeça tem que ter arte. Se a gente tiver arte, não tem como. -E não vai ficar. -E não vai ficar. Tanto. O gerar valor, tanto a percepção de valor para a maioria das pessoas, para o autopadrão, de uma maneira ajuda a posicionar. E algumas pessoas vão sim ter o conhecimento, entendimento disso. Exatamente. Mas é uma realidade que a gente gostaria que fosse diferente, mas a gente acredita. E vamos continuar fazendo isso aí. Legal. Agora, você. Sim, eu tenho discussões, o tal, por exemplo, em últimos dias, no encontro do som cidade. E quem é o único, os principais empreendedores barro pelojado Brasil. São a gente de 17 maiores aí, mais antigos e eles. E uma coisa que a gente sempre escute é. Qual é o papel do marketing com você fazer empreendedes desse tipo? Você. Numa situação normal, o marketing, você vai nosar a uma tamponha, pegamento era na televisão, né? Tem muito marketing digital, etc. E tal você. Você gargareja e diz, "Ahora venha, envolve, faz o arquecimento com os corretores". E muitas vezes a gente escute que o marketing desse tipo de empreendedes talvez a verba, ela deve ser gasta de outra maneira. Por exemplo, tem empreendedor do marketing, já que não gasta quase nada com o marketing tradicional e faz a praça do empreendedes. Você fez o. A Baker aí, né? O playSMake, né? Você. você foi em que mim aí. Você foi pela minha tradicional e também essa nova. Você. Qual são os ajustes de marketing? Por exemplo, você vai fazer um novo empreendedes similar, né? Em outra cidade. Qual são as missões que você vai aprender a ter um de marketing? E na assamento. Olha. Essa é uma pasta que. O cuido com carinho, né? Até antes do marketing e o branding, né? Porque eu acho que tudo começa ali, né? Então, eu tenho. eu tenho a diretor de branding que fica comigo praticamente. Todo dia a gente conversa, a gente. Todos os empreendedes antes, a gente começar pensando de desenvolver o empreendedimento, eu trabalho bastante. o branding para o produto nascer, já com uma história e nascer com. com uma cara de verdade. Porque a gente sempre fala o áudio de bater com o vídeo, porque tem que bater, né? E então, eu. No passo antes, o branding é só fazer uma logo marca e da atualidade. Eu acho que a gente trabalha bastante. participa no desenvolvimento do produto, de verdade. E a parte de marketing. eu gostei muito do. do. desquecido do Parque Luna na. na. na. na Complanca, como chama o. Fabiano? Eu Fabiano, ele que deu palestra lá no que. Acho que sim. Acho que foi o Fabiano. Eu gostei muito. Ele falou assim. eu tenho. eu tenho uma sexta de munição. Todas as munições possíveis e impossíveis. eu tenho. eu tenho. eu tenho. preparado. E eu vou usando de acordo com a necessidade. Pode ser que eu tenho arma ali dentro. que. que. que. que eu não vou usar, mas se eu precisar usar, ela tem que estar disponível. Porque. porque você fazer um material tudo. Então, a gente está tentando se preparar muito antes com. material. A gente tem canais de comunicação, que a gente trabalha. Canais de vendas. Então, cada. a gente fala, cara, para a gente criar uma onda em cada canal desse. Então, para criar no canal online, de venda interna. Eu tenho que movimentar. venda própria, tem que movimentar em mobliárias, eu tenho que movimentar o cliente. eu tenho que. Então, e cada. cada canal desse, a gente trabalha com uma estratégia. E aí, e cada canal desse, a gente tenta ter essa sexta. Pronta com todas as armas. Então, de. não tem uma receita, né? Porque tem época que você vai lançar. não tem com. O que que eu brilho hoje? Brilho não. O que a gente compete? Com a agenda do corretor, né? Porque se eu chegar aqui, ó. Sem uma, o que vem ter um lançamento aqui dentro. ele não estiver preparado, ele está ocupado. A agenda dele com outro. com outro. com outro lançamento. Então, tem época que eu invisto muito menos online, muito menos. é muito mais um relacionamento com o que o corretor está livre. Então, isso eu não tenho uma receita. Cada lançamento é um. e eu já tentei replicar a mesma receita que deu certo nenhum pro outro. É o sentimento. Acho que tem que ter todo o material preparado. De online, no offline, no outdoor, pode que esse. toda essa parte aí. mas. você tem que estar na. entender na medida febre, na medida a pressão do. do. do. do. do lançamento, né? Não, bacana. Agora, a galeria arrum, né? Eu sou arrum, seu. O que é que exatamente tem lá? E qual é o papel desse. desse place making. que você faz, essa comunidade? O. o. o. O que é que. quais são as atividades? Tem que ter por eventos? Como é que você conecta essas pessoas? E. porque são coisas que normalmente não se faz, na incorporação tradicional, né? Não. Não se faz, né? Porque poderia ter feito um plantão de venda. sem fazer pensar no place making, onde o cliente entrar uma vez, só quando ele fosse com o próprio apartamento dele. Aqui. isso pra mim é. é uma coisa que a gente não abre mão. Todo pra onde a gente for, a gente vai fazer place making, claro. De acordo com. uma só fazer a padaria que vai estar certa, entendendo. o. e isso. mas. o cliente vai entendendo. o padrão. ele vai sentar na cadeira, que. são coisas que ele tá comprando a tua marca, sem. tá comprando de verdade, né? Ele. é. no dia que ele chegar pra comprar, agora. eu tenho que estar trazendo um padenatro desse ambiente, muito as pessoas que são possíveis que nem te me. né? Então, no adiante, eu coloco a colocar uma beicur que vendia com o francês só, e achar que. e trazer o nosso cliente pra cá. Então, o nível de cardápio, o nível de tudo. do atendimento, tudo isso. conversa com. o adiante é fazer uma ativação na praça nossa, com uma coisa que vai trazer. muita gente. Então, a gente sempre. o plantão nosso. a gente faz um filtro. de tudo que a gente faz, é que a gente filtra muito pra saber se tá conectado a verdade com o nosso público. Então, uma adiante. eu trazer uma coisa que. que espanta o nosso público, pelo contrário, tem que trazer coisas. que atraem o público aqui. O plantão é muito isso. E o que tá. o que tá a potência de diferenças? Eu já começou a falar aí, mas vamos tentar explicar um pouco mais assim. "Biam chorrum tradicional, dim chorrum desse". O que é. "Quais são as grandes diferenças?" Cara. Uma que o cliente vim aqui, ele não tá vindo no meu chorrum. Ele tá vindo passear, é um passeio, né? e a nova que tem fila todo dia, na Beik World aqui, no meio da tarde, em as mães, chega o momento que, como tem fila, eu tenho uma brinquedoteca do lado dos maquettes. Então, o que acontece os pais para a São Pela Minha Maquete? Sabem que aqui é um empreendimento mobiário. A pessoa vem com o consumo, vai consumindo o nosso, a nossa marca, tudo, sem saber o que está consumindo. Então, é um ambiente extremamente gostoso, a criança vem aqui, vai bagunça, não tem problema nenhum. Então, a gente sempre acole, tem sempre um pão de queijo, um café, um vinho. Então, ela nem é nossa cliente, mas ela a gente está tendendo bem, ela é gostoso, é um ambiente gostoso de ficar. Mas, e não, e nesse caso, você não precisa divulgando e fazendo propaganda, pelisirem no seu chão. Não. O próprio chão, o atrativo dele que traz pessoas como se falou, você está no passeio. Se está no passeio, né? Então, essa mudança, tem que, temos grandes costustores aqui, de fora de marina que tem uns plantões lindos, maravilhosos, né? Mas, até para entrar é difícil, porque tem uma escada, não sei que é uma coisa meio que muito imponente, a gente quebrar isso, graças a gente, conseguiu, né? A gente traz muitas pessoas para cá, sem um mundo que é legal, 12 mil pessoas por mês, bem na padaria, dessas 12 mil, 13 mil, só vem para conhecer os alimentos. Quando que eu teria 13 mil pessoas visitando o mês, o empreendimento nosso, cara, vai comprar, não sei, mas vai sair daqui de um ano bem, sem derdeu, e vai, eu acho que é isso, né? O imóvel, você não é igual comprar um sorvete, "Ah, vou comprar um sorvete agora, o imóvel, investimento no mercado mobilidade", é uma coisa a médio longo prazo, você tem que preparar o mundo, né? É muito lição envolvida, né? E, com essa, com essas as lições aprendidas, assim, as coisas que você, eu perceito toda sua equipe, estou muito inteligente, estudou, analisou, achou que é da certo e no meu, vou arregir o rango. Eu sei, o que você faria diferente? Eu faria diferente. Boa pergunta. Essa daí é a pergunta de um milhão. De verdade, esse modelo que não está trabalhando aqui, poderia estar fazendo algo diferente, alguma coisa, nos empreendimentos. Mas na modalidade de agenda, de atingimento, não mudaria nada. Estuturando melhor a parte comercial, estamos estruturando melhor a uma arquitetão. Não é porque eu treino de ontem deu certo que não tem que treinar hoje. Não é porque não tem que evoluir. Então eu acredito muito que não é porque a gente fez um super lançamento, que não tem que evoluir nisso. Então a gente tem uma evolução constante, treinamento, cursos, contratação de pessoas boas para dentro também. Então a gente não se envenha. A gente não para. A gente não para. E uma coisa que eu gosto muito é de trazer todos os outros incorporadores para a gente trocar a ideia para falar. Porque é uma coisa que, quando eu vejo um incorporador local fazendo algo que nós estamos fazendo, isso nos motiva para melhorar. Então isso é muito legal. A gente sempre está em satisfação enorme, que não para evoluir nunca. -Vem, vamos ver. -Vem saber o que eu tinha no socio. Ou isso aí já estava em ser da. Eu acho que é um 25 anos atrás, mais de 25. E é bem engraçado, porque a gente tinha 11 engenhos. Era muito novo, tinha 26, 28 anos. Mas já tinha muito engenho, tinha uma estrutura que me fez muita obra. E esses engenhos chegaram a momento que eles saiam para mostrar as suas estruturas. E eles que vieram levar os engenhos deles, os engenhos que ele aprendia para lá. O meu socio ficava muito tudo. Calma e irritar isso. Calma no nosso engenho, eu vou falar, "Amém, eu não aturei o meu, não é?" "Não cara, quer crescer?" Se a gente não tiver dois anos afrentes todo mundo, eles merecem. Se entregaram o serviço melhor que ele saiu daqui, ele não consegue ser. Então vamos trabalhar para segurar nossos engenhos, para ver a qualidade do serviço mais mais importante. Vamos estar dois anos afrentes todo mundo. Assim, quanto é um passar emitar a gente já estava na frente. Então eu vou estar pagindo, "Ah, já, está tudo certo." Acho que não tem como, é muito, muito marco. Então a gente sempre, o papel nosso aqui da linha do meu socio, a gente sempre está pensando além do que a gente está. Se a gente pensar o que está hoje. Se a gente está pensando em inclusive além do médico quadrado. O médico quadrado, boa, boa, boa. E o que o presidente comentou que eu cabendo não falando, o que gerou de valor? Quando a gente começou a fazer o ecossistema, que acho que são de valores, acho que é legal, quando a gente fechou com as terrenistas, o VGV, que a gente já diz em o meu produto, estava em torno de 1,700 de VGV aqui dentro. Hoje nós já estamos em 2,600. Só. Só. Claro, melhorando os projetos, melhorando o VGV, então a gente é significativo o aumento, agora não é toda a cidade, todo o empreendimento que comporta essa evacidade, esse crescimento no VGV. Mas isso era uma coisa que se perguntou, que a boca não está atrás. Então o ecossistema, esse uso misto, gerou muito valor. Se eu fosse fazer sozinho, eu não entro de 1,600, o VGV. Muito bom. A gente está chegando aqui. É muito legal, conhecimento um pouco mais aí você. Eu já tinha visto a permitação do seu projeto. Tanto que me chamou atenção, porque uma vez que eu vi eu falei, "Claro, não tem nada aí que eu critique assim, que geralmente eu não dei alguém em faz, algo assim, geralmente você olha assim, tem alguma coisa, quem vem da incorporação pura, acaba se passando em algo assim, eu falei "Tá tão redundinho, isso aí, projeto, a captura, muito boa, todos os conceitos, estúlidos, eu refinei agora, conhecendo mais detalhes, e por isso que eu convidei você aqui. Mas também convidê para o outro fator, porque eu sou muito envolvido no mundo de barros panajados, que são gigantes. E o sua era mais compacta, era mais alocâncio de uma incessão nas onurbanas, mais na visão ali do incorporador, de que o desenvolvimento urbano gigante. Acho que a modelo inclusive muito replicável, para você, obviamente, mas também pelo Brasil afora, como uma maneira entre melhorar as cidades, os pouquinhos, de edifício, de imprenimento, de imprenimento, mas sem aquela escala gigantesca do barro panajado, de centenas de equitados. Queria dar os claras bem, cada vez que eu tenho mais contato com o projeto, eu vejo que tem mais consistência, acho que é muito, assim, é fico feliz, que a gente vê que a competência não é sorte. E para a benza, você, para o que você está fazendo. Acho que vai vir muita coisa boa pela frente ainda. Eu queria deixar contigo aí, qualquer coisa que a gente não tenha abordado, que era falar, fica muito avontada aí, tá? Eu Felipe, eu quero agradeço, uma pessoa escutando isso de você, da tua experiência, tudo. É para mim, nossa atifação, e fico feliz demais. E acho que, cara, a gente foi falando tudo, nós estamos querendo fazer também, dentro da Lheruna, uma coisa que marigar tem um turismo de negócios. E a gente quer estar fazendo todos os imprenimentos, nós, a gente quer fazer o uso de maderingengerada, para a gente ser uma referência nacional e maderingengerada, turismo, a pessoa é que ele conhece de maderingengerada, vai ter prego, vai ter hotel, nós vamos fazer o primeiro hotel do país de maderingengerada. Então, isso pensando, nós a gente precisa vender aqui dentro de uma ringada, mas a gente quer trazer pessoas para cá, para conhecer, isso vai gerar mais movimento hotel, vai gerar mais movimento para o shop, então, a gente não pensa só na venda momentária, a gente está pensando que a nossa marca vai estar perpetuando por ser no referência por muitos anos. Então, é um pouco disso, e deixar a porta aberta, pessoal, você quer ir para marigar, estamos aqui conversando, estamos marcando aí, vamos marcar uma visita aí dos somos cidades do Datorra Traia, que era mais espalmijo, e o Maio aí, a julho, para a gente conhecer um pouquinho esse espirado. Então, a gente vai estar aqui de porta aberta, que as pessoas se deram conhecer, a gente não tem segredo, a gente gosta de abrir a mala e falar todas as perguntas, a gente não tem rodeio não. Então, eles vão atreir a minha dembarra planejada, falou exatamente isso, muito bem recebida para você, foi muito legal. E eu fico mais se diz ainda, quando você fala essa questão do turismo, porque é uma das coisas que eu sempre faço, em um empreno endereço como esse, ele tem que ser motivo de orgulho para os moradores da cidade, no seguinte, sem pido, dois aspectos. Primeiro, quando chega um parento, um amigo, ele tem que dizer, "Vamos nadir que você precisa conhecer aquele lugar". "Vamos nadir que esse é aquele lugar do orgulho". A minha cidade é uma cidade tão bacana que tem um lugar aqui de primeiro mundo, e o segundo lugar é isso. É tão bacana que pessoas fazerem que eu vou fazer, na ir no Maio, Junho, Junho, com o grupo de pessoas para ir visitar o seu projeto, com os pedementes, pessoas, assim, onde o turismo já funciona aí, bermôs, e então gerando valor político, porque esse, acho que é um papel, não é explorar o potencial da cidade, sim, somar com o potencial da cidade, acho que tem um exemplo de diferença aí, e já estamos gerando valor político, trazendo gente pra gente conhecer aqui. Que bom. Muito bom. Um prazer, muito obrigado, aí, muito sucesso. Obrigado a Felipe, um abraço que eu convido até mais. [música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O Cidade da Luna é um complexo de uso misto que integra moradia, trabalho e lazer, com foco em mobilidade urbana de "poucos passos".
  2. Para superar o fato de Maringá já ser uma cidade bem estruturada, o empreendimento atraiu âncoras como uma padaria de renome e uma sede empresarial, gerando movimento e validação.
  3. O projeto foi premiado como melhor projeto de uso misto das Américas pelo The Wards e conta com três fases comerciais e cinco residenciais.
  4. A estratégia de "ceder para ganhar" foi crucial
  5. O espaço público é aberto e integrado, com um shopping de 20 mil m², áreas verdes e uma passarela em parceria com a prefeitura, priorizando vitalidade e segurança.
  6. A segurança é tratada como obrigação, com monitoramento tecnológico, mas não foi um desafio central devido à baixa criminalidade de Maringá.
  7. A formatação jurídica contou com apoio do poder público, que incentivou o projeto por meio de leis para ocupar vazios urbanos e promover turismo.

Summary:

O episódio do podcast Além da Curva apresenta uma entrevista com Rafael Ferreira, da PRC Empreendimentos, sobre o Cidade da Luna, um complexo de uso misto em Maringá. O projeto integra moradia, trabalho e lazer em um raio de poucos passos, diferenciando-se por seu conceito de mobilidade urbana. Para superar o desafio de Maringá já ser uma cidade bem planejada, a equipe adotou a estratégia de "ceder para ganhar", atraindo âncoras como uma padaria renomada e a sede de uma grande empresa, que geraram movimento e validaram o empreendimento.

O Cidade da Luna foi premiado como melhor projeto de uso misto das Américas e possui três fases comerciais e cinco residenciais, incluindo torres de escritórios, clínicas médicas e um shopping de 20 mil m². O espaço público é aberto, com áreas verdes e uma passarela em parceria com a prefeitura, priorizando vitalidade e segurança. A segurança é tratada como obrigação, com monitoramento tecnológico, mas não foi um grande obstáculo devido à baixa criminalidade local.

A formatação jurídica contou com apoio do poder público, que incentivou o projeto por meio de leis para ocupar vazios urbanos e promover turismo. No geral, o Cidade da Luna busca oferecer qualidade de vida e bem-estar, consolidando-se como um ecossistema onde cada novo lançamento agrega valor aos anteriores.

FAQs

O Cidade da Luna é um complexo de uso misto que oferece moradia, trabalho e lazer. Foi premiado como o melhor projeto de uso misto das Américas pelo The Wards.

O diferencial é o conceito de 'cidade de poucos passos', onde em até 60 metros a pessoa resolve tudo: estudo, alimentação, trabalho, saúde e lazer. Isso gera um movimento urbano de qualidade.

Foi um desafio, mas a estratégia foi ativar o local com empreendimentos âncora, como uma padaria e restaurantes, para atrair o público e mostrar que o Cidade da Luna oferece algo único.

Usei a estratégia de 'ceder para ganhar': trouxe âncoras como a sede da Crefaz e o grupo Abaneiro, cedendo em negociações iniciais para gerar valor e validar o ecossistema.

Sim, é aberto ao público. A segurança é garantida por tecnologia, câmeras, reconhecimento facial e uma central de monitoramento, já que Maringá é uma cidade segura.

O maior desafio foram as limitações do planejamento urbano no Brasil. Em Maringá, a prefeitura apoiou com leis de incentivo a vazios urbanos e turismo, facilitando o processo.

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