Psiquiatra: O que está matando os relacionamentos modernos - Dr. Hermano Castro [Ep. 186]
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O episódio do podcast "Magicando" aborda a magia planetária, um sistema prático que considera que os planetas emitem energias arquetípicas. O apresentador Andrei Fernandes e seus convidados, incluindo o especialista Marcos Keller, explicam que esse sistema tem raízes históricas profundas, combinando conhecimentos egípcios, babilônicos e gregos. Diferentemente da astrologia, a magia planetária foca na utilização dessas energias para rituais e práticas mágicas, embora os dois sistemas tenham pontos de encontro, como na tradição caldeia e na Ordem Hermética da Golden Dawn. Os participantes destacam como os antigos observavam o céu e associavam movimentos planetários a aspectos da vida, como Mercúrio com comércio e Lua com ciclos femininos. O programa também anuncia mudanças no formato, com transmissão ao vivo e interação com o público, além de promover um curso que integra magia planetária e cabala, com foco em técnicas práticas. A discussão enfatiza a importância de entender esses sistemas como ferramentas para autoconhecimento e prática mágica, conectando tradições ancestrais ao cotidiano moderno.
Se tomar a pilola azul, vem da história. Beleja guardar em sua caminha que é de tarnau que você quiser. Se tomar a pilola vermelha, fica no país das maravilhas. E eu vou mostrar até onde vai a toca do coelho. Lembre-se, eu estou oferecendo uma verdade, nada mais. Mas. Praise, Desan! O vinte do Magicante está começando a sua dose 15-0 de capirotagem. Eu sou Andrei Fernandes, isso que eu vou falar dessa vez em nova temporada que está acontecendo no meio do ano em junho, porque mudamos o formato. É isso. Agora, salos quem puder, a gente teve que demitir a livre e ouvir isso junto porque não comportaria com a quantidade de coisas que meu brigava a cortar de edicamente. Isso só não estão aqui hoje, porque estão no show 2C de Cicover em algum lugar, provavelmente. E hoje vamos ter o que, gente, minhas lindas e lindas, polvas e polvas. Vamos ter um tema que eu, particularmente, acho muito da hora, mas já vou deixar o visual do pessoal, mas já planetária é coisa de merdola. E para me ajudar, temos aqui ela nossa queridíssima anda, Mida. Olha, galera, tudo que eu sei sobre magia planetária eu aprendi com o Sailor Moon, Cavaleiro Zodíaco. Ou seja, nada, né? Olha. E aqui, orelha. Aprendendo a astrologia com Cavaleiro Zodíaco e magia planetária que seu lor Moon vai dar muito certo. Próximo curso do Magicano. Olá, se um curso é o Magicano. E temos aqui a nossa queridíssima Black Felipe Tant. Olá, gente. Bom dia, botar de banhoite, que eu não sei o horário, que você, senhorias, estarão nos ouvindo. E se você, com uma andanda, não sabe nada de magia planetária e assim como eu também, é só fazer um curso. Olha só, o Jabá. E temos aqui o Homem dos Astros, dos planetes, os viajantes em Gregor, antigo. Nossa queridíssimo, Marc Scheller. Mas a grande questão é essa, a grande questão é a seguinte, se chama Planeta, porque é plano. Se não seria redondeta. Exatamente. Começamos bem. Pode que as magias para a gente caí ter a plana, é um pulo para sentir. É um dia mal alimentado, um dia sem dormir, o cara está metendo as suas aíver. Exatamente. E eu vou dizer que conhecendo o mundo da magia, eu não duvi não, cara acordar com a pavirada um dia e virar. E vai ficar aí com a abraça aí para as nossas amigmas, que somos todos, dizem. Inclusive, talvez. Hoje vamos falar sobre magia planetária, que é um sistema bastante prático que se basei na premissa, de que os corpos celestes emitem certas energias arqueipicas. E que tem muito a ver com magia ceremonial, então para a galera que tem aquele terror. Eu vou falar. Eu gosto de fazer bullying na galera da magia ceremonial, mas eu gosto para caramba. Por que? É um sistema muito bom, é um sistema, nos gerados, um vários sistemas dentro de magia ceremonial, que ajuda muito a o galvão gluendo interno calabuca, no nosso sensor psíquico. Porque quando você está vestido de saia, um traje esquisito, cintos cor de leão, uma varinha magica, um círculo legal que você demoro três horas para fazer no teu chão. Mano, eu acho que eu tenho que levar essa porra, porque caralho. É isso aí, eu acho que os sistemas ceremoniais costumam oferecer. Isso mais vamos falar isso logo depois de jacadinhos e a gente já volta. E agora eu percebi que não faça mais sentido falar que a gente já volta, né? Porque eu não sei daqui, agora eu não viagem no tempo, mas. Por sado hábita, né? É tudo um hipermomento amigo, vamos que vamos. É um hipercubo, exatamente. Gente, eh, recadinho hoje. Eu avisei no início da live, mais formato novo, estamos agora com esse formato que é alvivo, né? Então vocês vão sentir uma leve diferença, vai ter umas respirados a mais, não vai ter mais bode de censura, eu estou aqui apresando, então mexendo no som aqui agora, pode ficar alto, pode ficar baixo. Mas tem que acertar qual é o legal ainda, acho que 1% está legal. E agradecer a todos vocês que vão escutar, vão apoiar, no mundo fricovidencial, a gente teve muito xilique, quando a gente mudou o formato. Deve ser, a xilique para tudo quanto que é lado. Aí dava 3, 4 semanas, a pessoa me acostumei, tá de boa. Então, desse opinião se você gostou da novidade, eu não sei se você não gostou, felizmente é isso aí, não vamos ajudar a sua causa, mas a gente agradece ao feedback de qualquer maneira. E lembrando a todos que temos nosso sistema de apoio, apoia.se/magicando, magicando com ck, como se fosse uma pequena mensalidade, a critério de doação. E você vai ter aí, por exemplo, o nosso grupo secreto, onde temos várias conversas iradas, descontos dos nossos cursos, e o que mais a gente oferece, a gente vai um dia oferecer o corpo de algum magieiro novo, vocês vão ter descontamente, a gente vai garantir isso aí para vocês. E ajudem a gente, enfim, a espalhar a palavra da magia do Realismo Fantástico Brasileiro aí para todas as camadas. E agora estaremos sendo publicados também no YouTube e em vídeo no Spotify. Então, se vocês estão escutando a gente pelo Spotify, agora você pode abrir o seu aplicativo e vocês vão estar vendo as nossas carinhas. E vocês vão estar tomando. - Sinto muito. - Pois é, né? Diferente de Andam da Mida e Carol são belíssimas. Estaram aqui abriantando a Liva também, né? Temos aqui esses homens execraves. Estou aí tirando o quê? Ele é o que ele está no meio, né? Não, não, não, não, o tempo pegou, o tempo pegou. - Tá, com isso, parque isso. - O tempo pegou. E quem sustentava essa fake news era o senhor, e vamos a Zuki? O Cain que ele faz eu por te quer saber. Quando ele diz isso, ele começou a falar de gente morte e crime. - E acabou. - Tem mais ninguém isso, tem que ter essa fake news. - Ai, ai, ai. Mais um grisalho faz uma diferença no homem. - Dá um. O vinho fica um. - O Keller está Jorge aclonizando. Isso é pro bom, por mal, gente, não sabe. - Porra, como pode ser pro mal, cara? - Porra, olha, meu. Cara, eu acho que Jorge, por enquanto, não está cancelado, mas vamos lá. - Gente, a questão de tempo. - Eu adoro dar um baita recadinho da penumbra hoje, mas penumbra está num show de sede-se, como eu falei, eternamente. E não tem recadões, não tem promoção. Eu quero anunciar 100% de promoção no site, mas meus amigos mais de queiros aqui não deixaram. Então, os sites continuaram com os preços normais. Mas compra e vão ter muitos lançamentos em breve. E aquilo, a distora do coração, que está sempre aqui com a gente, apoiando. E, poxa, é uma distora que vocês amam. E aproveitem aí para comprar em breve aí, teremos novos lançamentos. Inclusive lançamento, desse que fos fala. Porque eu tenho não apenas umas, temos dois livros aí na fábrica. Vamos ver se eu termino algum deles, esse ano ainda. - É isso, gente. - É isso. É isso, vamos voltar aqui pro Papo. Olha aí, agora tudo rádio ali está agora. Agora vamos voltar aqui. Gente, galera do Chat está gostando, está legal. Mandem seus superchets, a gente vai lhe anuar, não sei. Vai ser hermandário, talvez eu leia. Tem um cara aqui que acabou de colocar. Andrei, faz carteira de cripto aí que eu faço doações anônimas todo mês. Não é a suleira. Assim, eu queria terminar esse bandido da Mafia Rúsa. Não. Do vorncaro. - Isso está em situação de recosar? - Mas é exatamente. Esse aqui é um ponto. Então, senhor zero zero zero, XGFM. Se você me fazer criar uma carteira cripto e tiver zero reais até o final do mês, eu vou, eu não vou amessar os ouvintes ao vivo, acho que é de bautão. Acho que é o jurídico aí, o filtro jurídico. Mas gente, brincadeiras da parte, vamos lá. Mas é planetária. Vamos lá. Antes de qualquer coisa, eu já fiz um curso lá do Calen, inclusive mandou uma abraça aí por Flávio, galera, o lado de Foco de Pestilência, sobre uma G-Printária. A muito tempo atrás, era aquele discurso mais rápido, os rápidos que eles davam ali. E eu gostei muito assim. Muito espaço. Mas como eu falei isso, pelo menos me ajuda com o centro de direção, mas como estamos agora, inclusive eu não falei isso no G-CAD, mas não tem problema a gente falar isso agora, estamos nesse momento com um cursazo de imagia planetária, incrível de senhor, Marcos Kelly, que eu acho que é um dos caras que eu mais teria confiança de aprender com isso, de dática, mas também porque eu sei que ele faria os ajustes necessários para caber, mas nas nossas práticas cotidianas, queria saber de você, meu querido, Marcos Vinicius. É o que é mais de planetária? Cara, é essa que é a grande questão. É só para constar para a galera, além da magia planetária, né, essa ideia do curso que a gente está fazendo, ele vai falar sobre cabala, imagina planetária. Porque os dois têm uma intersecção que é muito importante. E não é aquela cabala, né, aquela cabalha ingecida, tá ligado? Não é essa proposta, não, a proposta é que você entenda a cabala como um sistema abrangente, inclusive, organizar, tocar a cabeça, organizar umas parmas de conteúdo e tal. Então é mais para esse caminho. E tem muita coisa prática, a gente está planejando para a maioria do nosso segundo dia ser sobre técnicas práticas de magia, inclusive um plano de estudo mesmo, assim, para você desenvolver, para você trabalhar e para ir vai. Enfim, está muito bacana o. a prazer.
proposta, depois eu posso falar um pouquinho mais. Mas quando a gente fala de magia planetária, cara, é uma coisa muito ancestral e muito específica. Tudo a gente fala que veio do Egito, vem de não sei aonde, quando você fala de magia no geral, e a maioria das vezes é um engordo. Exato quando a gente fala sua magia planetária. Ela é uma das paradas que realmente tem a ver. Essa é uma das coisas muito doida, porque ela é um encontro de algumas coisas. Vou dar um exemplo para você. O Andrei falou logo no começo que a palavra planeta está associada a ideia de errantes, de caminhante, porque os gregos chamavam os planetas visíveis, que para eles eram sete, de os errantes, porque eles estavam vendo aquilo caminhando. E aí tem uma coisa que é bacana. Boa parte do que os gregos estavam fazendo. E no geral, até filosofia, a grega não é exatamente grega, eles estavam pegando da galera em volta, principalmente os egípcios, e a galera calda, e assumeira, e para ele vai. O que sobrou dessa galera também trouxe muita informação para eles. Então os gregos só que enfeixaram muita coisa num sistema, mas eles pegaram muitas coisas de outras pessoas. Só para dar um exemplo para vocês. Não é um exemplo rápido, assim, você vai tentar entender. A matemática Andrei, você? A nossa matemática tem a base de quanto? Quanto que é o número geral, assim que a gente normalmente fala na nossa matemática? É de um a dez, né? Ela base desse mal. Exatamente. Quantas, como que a nossa hora é dividida? Em base dez? É, de doze em doze. Então não é base dez. É, não é? Por quê? Não faz ideia. Essa é a parada muito louca. A nossa hora, por exemplo, a nossa forma de a gente dividir hora, ela é egípcia. Os egípcios que faziam a divisão em doze, porque eles tinha aquele esquemia de contar, as falões do dedo, que a gente já falou algumas vezes, né? Sim, sim. Eles contamam nos quatro dedos, se é de vídeo cada um em três, você tem a base doze. Então eles dividiam doze horas de sol, doze horas de lua. Essa era a parada base deles. Então até a nossa hora foi pegada pelos grevos depois, mas a de origem egípcia. E tem mais um rolê. Os egípcios não se preocupavam com minutos. Pra eles não era uma questão relevante. Pra eles as horas eram relevantes. Os minutos eram menos importantes. Quem se importava muito com os minutos ou os valores quebrados, principalmente para fazer conta, eram os babilônicos e os caudeus. Eles se importavam muito com isso. Então a base matemática deles era 60, porque 60 é divisível por muito coisa. 60 é dividido por uma porrada de coisa. Então muitos valores das quais isso consegue dividir. Então os gregos também pegam os minutos nos caudeus. Eles vão ai pegos minutos do cara, os caras, pra poder montar o horário. Aquele é mais que que tem a ver essa parada de horário que você tá levantando. É bem simples. Os egípcios fazem os horários pra poder ter adoração aos deuses. E vários dos deus egípcios vão ter as associações com os errantes também, com os planetas que estão colocados ali. E pros egípcios era tipo assim. Vamos dividir o dia em 12 horas. Mas todo momento do sol era dividido em 12 horas. Todo momento de luar é dividido em 12 horas. Então as horas deles esticavam ou diminuiam. No hiverno que tem mais lua e menos sol, então as 12 horas da noite ficavam mais largados. E no verão, as 12 horas do dia ficavam mais largadas. Então fazendo essa parada dos horários, eles tinham as horas correspondentes pra cada divindade, ou pra cada duração ou pra cada ritual. E normalmente, partem esses vituais estavam associados também aos errantes. E os gregos vão copiar essa parada também, entende? Então ali você já começa a ver surgindo essa parada, e aí é de que você tá adorando uma parada dos planetas, que você tá começando a ter uma estrutura de que o planeta é mais do que aquilo que tá lá com o visto ou mais do que uma parada que tá só posicionada no céu. Ele começa a ganhar uma outra visão pra você poder trabalhar. E aí a gente chega na ideia de que você vai trabalhar com os planetas como você, se eles tivessem representando alguma divindade ou um aspecto mental da consciência. E aí vai depender também da tua forma de cósmov visão que você vê um mundo. É, vamos comentar em uma dúvida genuína que eu tenho, eu sei que existe astrologiora área, por exemplo, que devem bater muito com esse tipo de método e tal. Mas mas de a planetária e astrologia são coisas casadas, é o mesmo sistema, tipo assim, porque eu entendo, né, Marte você vai ter, né, a área da guerra, etc. Então eu imagino que a gente vai ter um arquétimo de realmente essas energias batam de maneira fácil, um hermetista consiga fazer e tal. Mas esse sistema é um a divindo do outro ou nada a ver. São dois sistemas completamente diferentes a astrologia e mais de a planetária. Cara, eles vão ter um encontro, né, quando a gente fala lá sobre os. os caudeus. Eles vão ter um encontro nos caudeus. E aí a astrologia vai caminhar meio que pra um caminho próprio e a magia planetária vai caminhar pra um caminho próprio. Pra caminhos razo, obviamente, o distinto se encontrando em alguns momentos, se encontram em alguns momentos, principalmente o que a gente tá falando de astros que são visíveis, né, se encontrando por ali. E quem vai amarrar eles novamente vai ser Golden Dawn, século 19 e Europa como um todo, né. E aí a gente tem o agril, o primeiro que a Marraça Galera toda, você vai ter depois o Elifaz Leve, que a Marra de Novaça Galera, né, o Papi que a Marraça Galera, aí é Golden Dawn que amarram novamente isso, que vai voltando a cortar extra e fazer eles encaixar no sistema mais coiso, inclusive inventando coisa, né. Não dá pra esquecer que também tem essa proposta. Então eles têm encontros, mas têm algumas distinções que são específicas de cada sistema também. Mas dá pra você fazer correlações entre eles, dá pra você fazer uma magia planetária usando mapas astrologicos, né, e parte do que significa os planetas na astrologia estão associados ao que a magia planetária também entende. Sei lá, mercura comunicação, saturnum beó, marte, sexualidade, opaia, força, né. Então você tem algumas coisas assim ainda que estão associadas. É falando de ordem caldeica, né, nessa falta excelente aqui da Carol, né. Fala que é uma questão de criada pelos astrônomos babilônicos, que a ideia geral é você fazer uma observação, por isso que eu pergunto ter inclusive da astrologia porque tem muito a ver, né. Essa questão de você entender a relação dos movimentos no céu e de certa maneira até ir a arquisa isso de alguma maneira, né. Então se um saturn é o último possível, e ele é o mais lento, e naturalmente quanto mais próximo do sol, ele é mais rápido que é o mercuro, né. Aí vamos lá, mercuro recebe o nome do Deus da velocidade porque é o leoplaneta mais rápido. Outro dia eu estava vendo uma explicação ótima do tipo marte, marte recebeu esse nome porque o planeta vermelho, não era porque ele era vermelho, é porque o seu o seu movimento de translação vista da terra soava como se o planeta tivesse lutando uma espécie de justa com sol. Então ele vai se movimentando, sabe como se fosse uma uma miniscada, assim como do infinito, ele parece que ele está lutando justa com o sol, então você adquire esses arquéticos baseados, é aquilo que a gente falou inclusive naquele episódio que a gente falou sobre magia simpática, né. Por correlação a gente constrói um mundo baseado no que a gente nota de semelhantes e opostos, né. Então naturalmente eu imagino que alguém lá daquela época vai falar, "Pô, se o mundo é construído através dessa nossa lógica, só lá titando uma quia, né, toda uma lógica de mitologia da época que não era mitologia ainda, né, era o. você vai ver ali que, pô, se você se apaixona, é porque você está com a febre de afordite, etc. Se você vai ver esses planetas, você vai fazer essas correlações, então é algo muito natural, né. Então eu achei legal que eu não sabia que tinha também as inspirações babilônicas de isso realmente, né. O que também é foda, porque quando a gente estuda essas paradas na escola, a gente dá muita entender que é uma parada meio à cada um, tá na sua linha, nunca se encontrar, etc. Mas você já era uma surba muito louca aí mesmo na atividade, né. Não, os caras estavam lá, tem uma frase do Dr. Roo, que é muito legal, que eles vão pra. Passe pela Europa e eles ficaram falando nossa, mas tem uma louca aqui que ele tem a pele preta, né, que ele tem uma pele mais não sei o que, e aquele ali é um meia asiático, e aí o Dr. Netabrinho que eu fomos assim, é verdade a história é um grande white washing, né, porque na real essa galera estava assim contra de alguma forma, não era uma troca turismo, tá ligado? Não era essa parada toda hora, mas você tinha alguns encontros que estavam presentes ali, e tem uma outra parada, Andrei, que acho que era legal lembrar geral, que é tipo assim, a gente tá falando do ponto de vista da observação deles, né. Então a galera tá aqui na terra observando o céu, eu tô olhando pro céu, eu não tenho intelecopo, eu não tenho nada desse tipo, então eu tô olhando aquilo que é possível de eu ver, aqui eu não sei o que eu percebo, e por isso que a partir do movimento da terra em alguns momentos vai parecer que esse planeta tá indo para frente ou para trás, aí quem vai ter o planeta retrógar, do mercurio retrógar, do que parece que ele tá indo para trás em comparação à visão da terra, ele não tá indo para trás, mas por causa da diferença do movimento, parece a quem tá olhando, e a galera vai fazendo associações, a galera vai bater o olho e fazer as associações, até hoje a gente tem diversas por exemplo, entre uma série de tipo de ciclos e situações que você tem na vida ou que você tem na natureza, né. Dá mais um exemplo, a ordem caldeica clássica, essa turno, júpiter, essa turno júpiter Marte, sol, vemos, mercurilua, e aí a gente associa algumas coisas a elas, então por exemplo, cada um tem um tempo, você vai lá para a Lua, Lua é mais ou menos um mês nessa proposta, né. Então a Lua vai estar associada a questão dos partos, a questão dos ciclos feminino, vai estar associada essas coisas que ocorrem dentro de um mês, né. Essas coisas que estão tão correndo dentro desse período. Mercurio, da onde ele tava sendo olhado, ele tem um ciclo de aproximadamente
É. aproximadamente um ano, se eu não me engano, são. Não, são 80 tantos dias, que era o ciclo de comércio. Era o ciclo de comércio que ele tinha, né, pra você, o período orbital cideral dele 80 poucos dias. Ele tem quase um ano de ciclo. E era o período. Quando ele tá chegando no céu, eu sei que tá chegando o momento de eu fazer comércio. Então ele vai ser associado à comunicação, ao comércio, essa parada toda. Venos também vai ter essa parada. Muitas vezes você, através do ciclo dela, você falava assim, "olho, o ciclo tá chegando, então tá chegando à época em que a gente vai até outras regiões, a tamo outra galera, aos piscos para casamento, você vai conhecer pessoa, ou as pessoas que você conhece o seu incurso, pra fazer acordos. Agora você vai fechar esses acordos com venos, entende? E você tem o ciclo do sol, que aí sim, era um ano fechado, né? O cideral dele é 355 dias. E você vai tendo essa visão cicla. Saturno, que é uma parada muito grande, são 29 anos, gente. A expectativa de vida da galera, a vida útil num guerreiro, tal chegar a se atentando, tá lá bom pra caramba. Então você tem esse período, da vida dos caras, você fala, "Não, que é fazer adulto, que é um outro momento." O cara que chegou a dois saturno foi longe pra burro, ele teve dois momentos de saturno, que são quase 30 anos, então tá bom pra caramba. Marte é aproximadamente uns dois, dois anos e meio. Então eles falavam, "Pô, provavelmente vai ter alguma guerra, vai ter algum conflito nesse período também." Então você acaba associando a esses momentos, né? E aí vai sendo construídas as associações que você tá trabalhando. E aí eu tô falando isso pra dar um paradigma um pouco mais material, né? Mais histórico nesse momento, porque dependendo do teu paradigma mágico, você vai ter outros olheares. Então por exemplo, alguém que trabalha aqui com a gente no modelo espiritual, né? Aquela coisa meio animista, que existem deuses, tem ancestrais, tem demonios, tem outras coisas não físicas, e eles estão aqui próximo, tipo a galera da feita seria tradicional, o shamanismos em geral, e a um banda, né, a o candomblé e tal. Então esses planetas, eles podem estar associados a essas energias, elas representam de certa forma essas entidades, que são entidades reais, né? Pau Párez, você vai ter modelo energético, então esses planetas, eles carregam esse energia, o su tio, que vai impactar a humanidade, sempre que ele tá chegando perto, sempre que ele tá visível, ou fazendo determinado comportamento. Se o seu paradigma é psicológico, então na verdade ele tá associado a esse comportamento da humanidade, né? Se o modelo é o informacional lá, o pós-moderno, o papá da simulação, então é um bug da Matrix, que te aponta como que as coisas funcionam, porque aquilo ali é uma constante que tá presente, né? Correspondência, modelo simpático, é uma coisa, né? Que se você é da magia do caos tanto faz, né? Toda verdadeira que eu permitido, então vale a pena utilizar esse modelo também. Então, para todos os modelos você tem uma desculpa que ela é utilizável, principalmente pelo tempo em que a magia planetária, acaba ela, a magia planetária no geral existe, tá muito tempo na humanidade, tá muito tempo perto. Então não dá mais pra saber se a Toztinha é gostoso, porque é fesquinho, ou se, né? É gostoso porque sei lá o quê, que eu não lembro qualquer pedinho. Porque você não sabe qual veio antes nem qual veio depois, a questão é que tá aí. Sim, manja. Não, com certeza, né? E dentro de um pensamento secular, né? Você vai ver que quando eu olho pra isso, para mim funciona de fato como esse é o alfabeto simbólico, que a partir deve ser uma visão mais de magia do caos da minha parte talvez, né? Porque se você olhar historicamente, você vê essas mudanças acontecendo e como essa mudanção, são culturas, por exemplo, pegando a nanondinha agora que tá aí quietinho, por exemplo, né? Tem muita gente aqui, gostoso. Tem muita. Então chamando a atenção. Desconcertei, boss! Alvo, bom! Desculpa, amigo! Que tem os orixaz, por exemplo. Muita gente faz correlação com os orixaz com cabala e planetas, né? Então vai pegar, por exemplo, logum e vai associar com o seu número de martes. Super Marcelo. E por aí você vai fazendo essas associações. Você sabe, não, não, não, não, não existe alguma correlação que seja do próprio sistema iorobal, ou isso é só pós a galera do século 20 inventando moda. Cara, pelo que eu conheço, né, pelo vivença que eu tenho, eu acredito que não. Eu acho que isso é moderno, sim, é correlação com outras coisas, assim, influências de outras culturas. Não tem dina, porque justamente isso, né? Porque os orixazs são muito representações de forças aqui do Aen, né? Então não acho que existe essa abistração pra lência, assim, inclusive, o pouco de magia planetária que eu decidi praticar, eu acho que eu fiz um ritual só nesse sentido, foi pensando nisso, porque eu acho que a minha prática, a mádica num geral, ela é tão terra, tão de terra, que às vezes eu sinto um pouco de necessidade de. de abistrar ir pra outras coisas, né? Mesmo se a gente for pro lado astrológico da coisa, que eu sou, o ser humano mais capricorniano que já existiu na fase da terra, então é terra pra caralho, né? E aí pensei, "Pô, muito Saturno, né, no mapa, quero fazer um trabalho com Saturno?" Talvez não, acho que não deveria começar pra ir. E aí, eu fui pra Marte, né, que é bem mais tranquilo, assim, pra quem tá começando. E. Eu não posso falar muito sobre esse ritual, mas ele deu muito certo, foi muito bom, assim, é a única experiência que eu tenho nesse sentido. Eu tenho duas, já já eu compartilho com vocês e tal, né? Eu acho que era puxar caralzinha, caralzinha. É planeta, eles têm alguma. Tio assim, a Lua, que eu penso em Bruxaria, pensou em Bruxaria, pensou em Lua, né? Mas existe outra forma de você ver planetas dentro da Bruxaria, ou é realmente uma parada que fica meio que de lado assim. Cara, por incrível que pareça, em 2013, quando eu fiz o meu primeiro cursinho de Bruxaria, que era um Uica na época, eu tenho até hoje, se eu tivesse pensado, nisso teria trago pra vocês verem, mas eu tenho até hoje, no meu primeiro grimório, desenhadinho ali a sequência caldeca dos planetas Artenio, né? Porque a professora na época, né, que era a sociedade chisa, ela tinha a intenção de explicar pra gente muito sobre uma dia simpática. E dentro da magia simpática, dentro da lógica, da magia simpática, que acaba inclusive tendo uma correlação muito grande aí com algumas práticas de magia do caos, né? Contra as coisas que a gente vai conversando ao longo dos episódios, é, quanto mais simbolismo você coloca melhor, porque significa que você tá ali, né, escalando e potencializando o seu ritual. Então, claro, a questão da Lua é super importante, aqui eu não tô falando só necessariamente sobre a posição da Lua, não da terminada, né, é, signo, né, alguma coisa assim, mas se ela o achei, é me engan, enfim, mas também se você vai fazer um trabalho de amor, perceber essa energia venusiana, por exemplo, faria com o que esse trabalho de magia de amor, amor própria, amor pro outro, se potencialize muito mais, né? Então nesse sentido, a minha relação acabou sendo muito mais assim, pelo simbolismo, por essas questões da magia simpática. E uma coisa que eu vi também depois de um tempo, no primeiro momento, no meu primeiro ano, não tinha tido essa percepção, mas depois eu comecei a notar que muitas das relações que ela foi ensinando pra gente tinham pouco a ver com a questão hermética também. Então, assim, querendo ou não, a gente acaba meio que carregando isso para outras práticas, né? Então foi assim que eu tive essa experiência. Perfeito, perfeito, né? E isso que você falou é interessante, porque é o que, por exemplo, quando a gente lança esse curso, por exemplo, do magia polintária, a pessoa, a fez um monte de curso nosso, não fez por charia, fez magia local, fez um monte de coisa etc, e tal. E às vezes, se tem essa questão da magia ceremonial, que existe essa questão de um certo medo, como se fosse uma coisa que darem muito trabalho, ou que você necessitaria de muito estudo. Só que, das minhas experiências que eu fiz, não foi tão mais absurdo do que, por exemplo, fazer um grande ritual voltado para uma parada meio magia educada, ou sei lá, por exemplo, quando eu fiz coisa voltada para a eca, et et al. É uma coisa do tipo assim, você vai buscar correlações de frutas, de elementos, de cheiros, de símbolos, é basicamente isso, né? E o que eu acho mais legal desse tipo de complexidade, é que isso faz o seu ritual ser tão mais legal de talina prática, não estou falando que é melhor o pior do que outros situais nesse sentido. Mas, tipo, dá aquela cara do tipo "porra", "fra vai, foi bem feito, hein?" E eu acho que isso dá um upgrade assim, é tipo, agora estou mexendo com os big boys, agora, né, fazendo as paradas e tal. Isso eu acho do caralho. E cara, não tem como fugir, mano, ermetismo, cabala e essas paradas, tá no dia a dia de quem, pratica magia, independente com o seu macio, cara. Membro, mesmo se você estiver olhando com um banda, cara, você vai caindo um texto, que vai estar fazendo uma correlação muito específica, "porra", "eixo", "seconda a feira", mas já para o letrário, por exemplo, tem muito de negóadias da semana. A astrologia também, cara, eu acho muito pouco provável que, 500 anos atrás, em algum país africano, você teria esse tipo de correlação de dia de semana, que a astrologia deveria ser completamente outra para eles, né? Ou seja, tudo tem isso, e é muito legal quando você passa a aprender isso por esse aspecto, né? É a tua opinião também, querê? Sim, cara, tem tudo a ver isso mesmo. Porque tem uma parada que a gente esquece, né, que como eu falei, muito desse rolê de tendia e uma hora específico fazer uma coisa, ela é uma erança egípcia, manja, e egito está na africa, né gente? Não sei se estão ligados, né? A gente sempre vão lembrar a galera aí. Então essas trocas, elas vão ter, e como eu disse também, muito da filosofia egípcia, ela vai ser traduzida para a filosofia grega e depois você vem dido com uma ideia grega, né? De muitas formas. Na verdade, né, que os gregos estavam deliberadamente que iram roubar, é porque eles pegavam o que funcionava, Ero.
comerciantes, lá no Mar de Terranho, todo mundo tá ali. Então isso vai rodando de mão em mão, isso vai se desenvolvendo de mão em mão. Então só para vocês ter mais uma noção sobre esse rolê mesmo do dia da semana. Começa lá com os caras da ordem caldeica, através do que eles chamavam de astrolatria, que é quando você considera que os astros é o Deus físico, é o Deus que tá caminhando por ali, andando por cima. Então quando Deus da guerra tem cima, é hora de guerra porque ele tá dando a bem e são para a gente. Então eles estão em cima. Quando isso vai pro Egito, para a Grecia, os gregos já são mais pragmáticos. Por exemplo, eles detestavam, os gregos romanos detestavam essa ideia do dia que aumenta o tamanho e diminui o tamanho. Então eles pegam a hora dos egípcios, pegam os minutos, dos caldeus, dos mesopotâmios, junta tudo e fala assim, mas agora a hora é fixa. Esse é o trabalho. Essa é a hora fixa, é o que você tem que ter que trabalhar. Tem, é um acabar que isso é a graça. Ficso ponto final. Só que para a prática mágica, por exemplo, a gente ainda utiliza o modelo dos egípcios. Então, antigamente, agora você tem aí, sei lá, astro, procura aí, astro alguma coisa. A gente tem o aplicativo que você vai achar, é de horas planetária, você vai achar. E o aplicativo já vê um setaite das horas planetárias exatas. Mas antigamente, você tinha que eles almanáquias de pesca. Manja, que eles livrinho, que o teu pai pesca, ele tinha uma manáquia de pesca. Que ali ele tava falando que quando que só ia nascer, qual horário e qual é dos horários, até hora que o sol ia se por. Mano, o que tinha de exotérico do mundo para a internet, que comprava esses almanáquias para poder fazer consagração na hora de jupter. Aí você tá combando coisas. Então, eu vou lá fazer uma magia para a jupter, para no dia de jupter, na hora de jupter, na hora mais forte para fazer uma magia específica. Até a igreja católica tinha isso. Então, por exemplo, no começo, a missa de domingo era na a Simquio Sal na Sia. Era na primeira hora do domingo, porque domingo era o dia do sol, e a primeira hora do domingo é a hora do sol. E Jesus é uma divinidade solar. Então, é fazer assim que o sol na Sia. Aí chega o maior que vai ficando difícil, então eles começaram a jogar para 7 horas da manhã, oito horas da manhã para ter com horário fixo. Porque tem dia que nasce a 6, tem dia que nasce a 5, tem dia que nasce a 6 e meio e por aí vai. E eles jogaram horário fixo. Para isso. E aí, é isso, você fazer a duração o ritmo solar na hora do sol. Inclusive, algumas catedrais têm voltado para o leste, que era para justamente entrar. Aqui um parada ali do altar, né? Isso é a hora que o sol atras. É a hora. Porque depois que você aprende essa porra, você nunca mais vai querer fazer um ritmo ao fora do tempo, do dia, do negócio específico. Só que você é foda mesmo o tempo, porque tudo sente cara. Não, não, não, não. Não, não, não, não. E aí, você vai fazer um ritmo solar na hora do sol. E aí, você vai para o dia 2, que é a Lua. Tem pouco tempo atrás, meu parça, não era desejo que funcionava não, né? Então, acho que não é bem desse jeito. E quando a Eclipse tem um livro que ele chamava "Arbathel", o Ars Arbathel, que é muito importante na magia cristã. Isso existiu, está, gente? Não é algum momento? A magia católica, uma mistura ali que se tinha dosoteirismo, catularismo e tal. Ali no renascimento, se tinham um livro chamado Ars Arbathel, que trata de uma coisa de espíritos olímpicos, que também é magia planetária. Só que a diferença que você não chama o planeta pelo nome do planeta, você chama um espírito. Então, sei lá, me lembro do nome de alguns, que Júpiter é Betor, e Saturn é Aratrón. Vamos nome legal. Mas é uma coisa. Então, eu chamo o Aratrón para me ensinar o que meia, a medicina e longevidade. No fim das contas, estão sempre associados aqui no que o planeta significa também, né? E aí você chamam os caras, tipo uma goetha sagrada fordames, entende? É isso, é o rolê. E nesse liberar batel, eles falam sobre o eclipse para eles eclipse a morte da luz, no geral. É quando o grande sol, o sagrado sol, ele está sendo coberto. E se ele está sendo coberto, isso é um problema, é normal pressagem. Era a ideia dessa morte da luz. Então faz magia nesse dia, sim, para fodeus outros, você faz uma magia malefica, que é o momento em que a luz dormiu. Então você fala "Ah, Deus, estou olhando poto lado", e aí você pega os caras no pulo. É que tem, é porque é um momento que você for um eclipse. Nesse tic-toc, né, cara, o tipo toda vez que tem tipo assim "Ah, não, hoje vai ser o dia 6 do 6". E aí vai abrir um portal incrível, e na, na, na, na, então. Sim, na Chopi, o problema é que tem desconto para caramba. "Seis do 6 vai que vai". Vai desculpa, cara, eu te derrubi. Imagina, não, é engraçado isso, está falando isso 6 do 6, porque eu estava lá no dia 6 do 6 do 6, 2006. Eu não sei se vocês sabem disso, mas a galeria do rock virou um ambiente de situais satânicos, por causa do 6 do 6. Aquele todo dia que eu falei assim, será que realmente isso é uma questão? Eu tenho que ficar pressando atenção nisso. E que meio de "Olha" partida aí, viu? É tipo dormidor, sim, né? É tipo virou meio que. Ah, e aí? Boque do milênio, não. É foda. É verdade, né? É porque até, até que mais novo não sei se pegou, mas tipo. E até o 12 do 12 do 12, né? 12 do 12 do 12, né? 12 do 12 do 12, sim. 11 do 11 de 2011 também rolou uma movimentação, hein? Até 2012, né?
- Porque é o número um. - Enfim. Holo pra mim, eu lembro que no dia eu estava tendo um negociinho na escola e eu e o amigo foi ver o horário e deu 11 e 11 e ele ficou muito feliz porque ele achava que era um pressagem, alguma coisa e pra mim só marcou realmente na memória, né? Mas eu gostaria da explicação do Quéderem em relação a questão dos horários, isso é uma coisa muito recente porque de fato eu tenho memórias de criança do meu pai ligando com determinado número que falava pra gente qual era o horário certo pra gente poder arrumar o relógio. Então assim, a gente não tem 30, né? Muito atual. Ele era bem diferente antes. Só que a questão dos eclipses pra mim, eu acho que eu vou muito por essa via de evitar alguns tipos específicos de magia e favorecer algumas magias um pouco mais maléficas, precisamente por essa explicação do Keller. O que é engraçado porque pra mim veio essa sabedoria a partir das pessoas que foram ensinando, mas eu não tinha esse embasamento da magia planetária, então agora fica aí um combo de saberis, né? É que por um termo de associação, mano, o eclipsis jamais seria um bom sinal, num sentido de mano, tá tudo escuro, cara? É óbvio que ou é parado pra você esconder ou é coisa pra você atacar, secreta mente, é siscona, é assim como comer. A noite nunca é saudável, não é seguro, né? Mas essa é a ideia. Perfeito, né? Então aquilo, né? É tipo, é a ideia do sáulato, talvez em consciente coletivo do mundo, então a ver vem um pouco disso, né? Eu tô tipo, mano. Isso tá tem um chinês vendo eclips, e a gente vê no eclips. Sei lá, tipo, eu acho que a pessoa não vai falar, acho que você aí de casa agora, tipo no mínimo, tipo talvez o sol, nunca não sei se o sol vai voltar, não sei. Sei lá, né? Mas vamos voltar a falar um pouquinho da magia planetária como prática mágica, né? A gente tem a questão da lei das correspondências, que imagino que aí devem bastante questões do ermetismo aí, né? Que é, é, é, fundamento importante do princípio hermético que está em cima é como o que está embaixo. A ideia geral é que eu andei meditando muito inclusive sobre esse lemma, né, sobre essa lei hermética, justamente sobre isso, justamente porque às vezes eu fico meio em café fado, do por que quando a gente faz uma parada mesmo quando ela não tem basamento sério, nenhum às vezes a parada realmente funciona e tem uma galera que trabalha para tica nesse sentido, e tal, né? Que é quando comecei a fórmula essa coisa de que o astral ele, ele tem um pouco dessa cara meio, meio, sabe quando você vai fazer uma assinatura, ele tem aquele papel atrás escuro que repete sua assinatura, ele é esse papel, né? Como se você se papel o carimbo que ele faz, né? Carbona, né? Mas enfim, a ideia geral é que se o céu está mostrando algo, é porque na terra aquele algo também está acontecendo, essa é um pouco da ideia da correlação. Então, atrair energia do planeta, uma gista ser acurritual com elementos que vibram entre aspas, né? Falta de palavras melhor, essa mesma energia. Então você consegue meio que fazer aquilo ali, é como se você realmente tivesse parando para analisar do tipo mano, eu queria fazer um parada estres horas, quebram seu relógio e tu força o ponto de oréia de trifalo, faz agora, porque agora está no relógio, né? O que você não é uma parada dessa, né? Se forças leis a seguir em uma sequinfavoridade, a ideia é mais ou menos essa. E as principais ferramentas são, dias da semana e horas planetárias, a gente falou bastante disso aqui, né? Tabelas de correspondência, isso é muito legal, né? Dá para usar cor, incenso, metal, cristal, específico, aí tem um que eu exemplo, um ritual de menos para harmonizar um relacionamento, será usará velas verdes ou rosas, incenso, de rosas, metal, cobre, no dia de sexta-feira. E tem muito interessante, várias dessas correspondências também, na cabalhermética. Eu acho que um livro muito bom, eu liberava, eu acho que tem mais uma chupantes. Sim. Tem muitas interessantes ali, como a Bibliazona, assim, fica a indicação pra galera. Sim, sim, sim. Comprando da penumbra, né? Cara, aquela liel, que você fica a vida toda a lenda, aquela porra ali, é isso aqui, tudo, né? Cara, isso aí é muito louco, assim, só pra dar um espaço, porque o que acontece? Às vezes você pensa, a gente fala sobre cabalha e tal, e a cabalha pelo nome, inclusive pela raiza, ela está muito associada à cultura ebraica, né, no geral, e pra aí vai. Só que não é essa cabalha que a galera da magia usa, a cabalha ebraica, ela é específica de muitos caras, inclusive, fazer magia pra cultura ebraica é pecado, né? No tal, assim, você não deve nunca. O objetivo deles é a união co- divino. Então o que acontece é que no renascimento, tudo o que vem do Oriente Médio, tudo o que vem do Oriente Médio volta pra Europa no renascimento, então inclusive você vai ter um livro maravilhoso sobre magia planetária, chamado Picatrix, que vai falar sobre as horas planetárias novamente, vai falar sobre uma série de coisas fáceis planetárias, que são os comportamentos específicos de cada planeta. Então você tem os planetas se comportando mais ou menos como um signo. Então você tem a face marciana do. Perdão, a face saturnina de tal coisa, né? A face capricorniana de saturno, a face saturnina de capricorn. Você vai ter umas colocações muito loucas assim, no Picatrix. É um livro difícil pra caramba de estudar, mas é um livro muito bacana, tá associado à cabalha também, né? É um livro sem ficar associado, mas quando você tem nessa renascimento, é que a galera pega muita coisa desse Oriente Médio mistura com que sobrou dentro da Europa, então você tem esse casamento da magia planetária com as esferas cabalistas, né? Isso jamais ia acontecer dentro do rolê ebreu. Então nesse momento é a hora que vira outra coisa, vira outra parada, outra outra esquema, outra questão, e um dos caras que é muito importante nisso vai ser o Pico dela Mirandola, que é um escritor famoso, ele fez uma série de testes da respeito, vai ter uns outros maluco que é o Reoclin, o John D, e você vai ter também o famoso Agripa, né? Que é o cara que vai dar também aquele três livros de magia oculta do Agripa, que você encontra em qualquer PDF na internet, porque é um livro de 500 anos também, você dá uma hora da liga, já tem essas correlações de erva, tá associada isso, que tá associada aquilo, que tá associada aquilo outro, e depois a Golden Dawn vai melhorar essas tabelas, né, vai associar essas tabelas com mais coisas, porque vamos lembrar os cara, tava na englaterra, então eles tinham acesso ao mundo inteiro, em englaterra da dona do mundo nesse momento, e aí é hora que eles expandem essa estrutura, e o Crawley dedura todos os segredos dos caras quando ele faz a liberava, tá lá tudo dedurado, os baguíques não era para falar para ninguém, aí chega na gente. É importante falar também que não necessariamente todo sistema de magia vai usar essas correlações, então por exemplo, eu sei que também que estão em religiões matilisafricana, por exemplo, talvez usem outros tipos de correlações, outros tipos de cores, mas aí vai do gosto do freguês, né, do tipo o que que você prefere, eu vou descobrir recentemente que tem cor e joire e chá, e isso aqui em São Paulo, que é diferente, tudo isso, e aí você tem que fazer conforme, é o que manda, tem o coração ali, né, é o que é a sua tradição, e coisa nesse sentido, né, escolha o paradigme, vai, né, é, exatamente, você quer ver uma outra parada, cor dos chacras, cor dos chacras que a gente trabalha, tipo, o ladara é um vermelho, né, uma cor assim, e aí você vai colocando a jenai branco do plexus solar, é amarelo, o esverdiado, não sei o que, cara, todas as cores dos chacras são europeias, quem fez essas cores dos chacras foi o LED Batter, que era seguidor da Blavatt, que era pastor, inclusive, era seguidor da Blavatt, que também metendo essas mesmas tabelas, as cores do que as cores de nas dos chacras não eram essa, mas eu fiz uma parada com os chacras, eu sou da yoga, a yoga hoje usa essas cores, do LED Batter, no geral, né, a yoga pra cá e a tem alguns locais, mas puxado pra áreas e ática também utiliza esses símbolos, porque no fim das contas, não é exatamente sobre a cor, né, é sobre como que você, você tem uma padronização, não pode qualquer coisa, né, essa é a ideia. O que ela fez me acabar explodir agora, porque eu lembro, eu prate quei e yoga durante muitos anos, né, rata e yoga durante 10 anos, e eu sempre tive problema com um cor de chacras, na hora de visualizar, eu nunca conseguia a cor certa, assim, que era pra visualizar, eu ficava me cobrando, agora é tipo, eu tô me questionando aqui, se talvez tá ver errado mesmo. É, a teima do depois das veridades, tava dando estudado a isso, falei, o cara é que loucura, cara fizer o mesmo assim, essa organização meio que no geral, saca, e difícil você ter algum sistema mágico hoje que escapa disso, é muito difícil, é muito difícil, porque você sempre vai ter uma magia, o que eu vou fazer uma magia de ferir, ou de fazer uma coisa pro outro, vai ser o preto vermelho, porque é só torno a Marte, sempre vai ser, sem entender, eu vou colocar isso, uma magia de amor, vai ser o vermelho pela cor do coração, também que é uma associação, e é Marte tá associada também com a sexualidade, né, ou o verde ou rosa, que também vão estar associadas, e você é sempre essas coisas. Então, virou um trocamento da qual a gente tem uma certa dificuldade pra sair, porque ele foi muito bem citado, e funciona, e no fim das contas o que você quer, que funciona. Exatamente, exatamente, e tem a ideia dos quadrados mágicos, o que pra mim é surreal. Desde do quadrado de 18, o quadrado de mágicos eu não consigo pensar na parada séria, que são os que é mesmo, que são matrizes matemáticas numerais associados também, esses planetas, usando essas assinaturas energéticas, e queria sigilos, que também é muito usado pra talismã, isso também é interessante, você fazer esses quadrados mágicos pra elaboração de talhismãs e a consigação assim. Então vamos dizer assim, com talhismãs.
você conseguiria acelar, por exemplo, você é um cara muito brigão. Você conseguiria fazer um quadrado mágico, não talha de man, consagra ele para alguma divindade, ou para diminuir aquela força ou para usar uma força oposta, para você deixar de ser brigão, por exemplo. Ou tipo assim, "Ah, quero ser pegador, aí você faz o anel, coloca-la o quadrado mágico do Dananã, tem várias técnicas em que eu sei que o armado que eu faz aí". Saga, galera aí. Eu sou contra, sou contra, tá colocando uma temática no meio pra aqui, todo mundo aqui é de humanas. Vamos começar a conversar sobre isso daí, eu sou contra, a gente vai fazer tabular dessa altura da vida, como o bruxo, não tem condição, negócio. Exatamente. Se explique, quer ler? Deixa eu falar uma parada, inclusive no curso a gente vai falar sobre os caméis também, como usar eles, como usar os quadrados mágicos e tal. Porque a ideia é novamente de você combar coisas, então por exemplo, eu quero pedir para melhorar minha comunicação. E aí o que você faz? Você vai lá na quarta-feira de mercúrio, na hora de mercúrio, já combo dois, você vai pegar o quadrado mágico de mercúrio, e aí você vai colocar o que você quer. Eu quero comunicação no geral. E aí você escreve a palavra, "comunicação". Você vai transformar esse "comunicação" em números, tem uma tabela específica de correspondência para isso, quando você transforme em números você monta esse sigilo dentro do quadrado. Então é como se você estiver estraçando dentro do quadrado aquilo, você traça e depois você tira, os números você fica só com o símbolo. Aquele símbolo você pode colocar no almole, você pode colocar no talismo, basicamente a moleta é a proteção, talismo é para chamar uma determinada energia, que a gente também vai falar no curso como fazer assim de algumas formas. Então ela é talvez a mais antiga forma de sigilização, que nós temos registrado, seja esse tipo de quadrado mágico. É bem bacaninha. E aí tem para todos planetas, então você pode maldurar alguém, você pode abençoar, fazer o que você quiser, causar da forma como você achar melhor, sintetizar frases longas, você tem uma frase completa daquilo que você quer, você pega determinadas elementos dessa frase, transforme em numeração, traça aqui no caminho, isso aí lava, escreve na rua que uma louca passa todo dia, quando o chão da rua deixa ele passar por cima, é uma forma, você abençoar, abençoar, fazer aquilo que você achar melhor, né? Boa, boa, fazer na porta dos seus inimigos. E vamos falar um pouquinho, vamos fazer um guiar rápido aqui de planetas assim, né? Eu acho que isso aqui vai ser um guiar bem legal para quando a gente fizer no episódio, eu finalmente astrologou o Analan em algum momento, né? E aí a gente meio que vai matar isso já aqui, né? Que tem essas associações dos planetas, lembrando a todos, né? Planetas eram os errantes, então aqui nós consideramos tanto sol quanto a rua como planetas, né? Isso aqui é uma atribuição da antiguidade, não é? A gente hoje sabe que não são, né? Mas para nossa correlação de hoje, né? Vamos lá. Então a gente teria o Saturno, que seria o foco principal, reside em rituais de proteção, estabelecimento de limites, estrutura, banimento e ocultivo da paciência. As suas correspondeiras em volta é a cor preta, o metal chumbo e o insenso de mira. É muito interessante porque Saturno, aqui é cronos dentro daquela associação, é aquele pedido de, geralmente o pessoal não gosta de Saturno, né? Mas é aquele grande pedido para a maturidade, né? Ele corta porque não cabe mais e ele pede uma estrutura nova. Então é muito interessante que é um fim, mas também com o vídeo também, para um novo começo aí, né? Só para somar também, Andrei, posso acrescentar nesse Saturno também, que ele vai estar associado ainda a cabala, a binar, que é uma esfera associada ao feminino, então por isso que a bruxaria tem sempre um ponto Saturnino, apesar dela ser muito lunar, ela tem sempre um ponto Saturnino. Não existe bruxaria sem renovação, sem você abandonar uma série de coisas e cortar na carne muita coisa também, né? Eu acho que não dá para ser uma mina inclusive, sem passar por isso na cidade que a gente tem. Então toda essa ideia de renovação, de renascimento, todo o ciclo, de começo e de fim, vai estar em Saturno também. Então ele tem essa associação muito forte com o feminino. Explique-se, caral. Explique-se, imediatamente. Quem se tem a ver com isso? Porque é como. Não, com fiz nada, pelo amor de Deus, não me engano, eu vou atingir esse negócio. Eu estou brincando, mas acho que faz muito sentido assim, a bruxaria é, por muitos motivos, associadas a mulheres. Então a gente a socia a bruxaria às questões do feminino, e aqui eu estou falando dessa forma, principalmente pelas questões históricas, então a gente conversa sobre isso em diversos momentos aí dos episódios passados, escute-se, você não ouviu ainda sobre bruxaria. Mas quando se trata dessa questão cíclica, especificamente, é muito a proposta da roda do ano. É muito a proposta do que a lua faz. Então quando a gente está falando sobre os esbas, que são a observação desse movimento lunar, é o momento em que a lua está cheia, mas para que ela fique cheia, até o momento que ela vai estar totalmente escura também. É o momento em que ela não aparece mais no céu. Da mesma forma que na roda do ano, a gente vai ter o verão, o ápice do calor, do sol, da energia solar, de expansão, de extroversão, da mesma forma a gente também vai ter o momento do inverno, que vai ser o momento de introversão, o momento de morte, de recolhimento, de escuridão. Então trabalhar bruxaria é saber fazer uma alquimia entre esses dois momentos. E o nosso processo mágico, e aqui eu estou resumindo muito, porque aqui são processos iniciaáticos, alguns anos de prática, para que você consiga vivenciar isso realmente, entendendo um outro nível. Mas de forma bem resumida, todas as vezes que você passa por uma roda do ano, todas as vezes que você passa por um esba, ou até mesmo por determinadas ritualísticas para a iniciação, é o momento em que você vai se colocar na posição de entender o que vai morrer, o que que você vai deixar de permitir que mora, para que você renassa a partir desse plantar de baixo da terra. Então você morre, vai para de baixo da terra, é de baixo da terra e no escuro que alguma coisa consegue maturar, para finalmente brotar e renacer. Então tem todo esse processo da escuridão e da luz da bruxaria, que está associado também ao feminino por causa, no primeiro momento do ciclo menstrual, e que agora a gente também pode associar de outras formas, não é o único? Eu lhe contei isso em algum lugar, e eu não sei se faz muito sentido, mas puxando dessa coisa da esfera de binar, a correlação que eu faço, porque ele está no pilar da severidade, que é o primeiro do pilar da severidade, que é muito associado, muitas vezes é um masculino, porque tem baixo, tem a galera toda lá, tem rote, é um pilar masculino. Que costuma ser, e aí gira um pouco dessa ideia meio contra a sensidade dentro de um arquétipo feminino, naturalmente defasado hoje, porque a pés gênero, sexualidade, etc., mas as pessoas acham que por ser feminino teria que vir uma espécie de bonança, ou de harmonia, ou algo nesse de mar não, aqui seria meio que o arquétipo da mãe severa, e eu fico, e uma vez eu escutei uma analogia, eu achei muito interessante, porque binar aquela coisa que dá forma, e para você dar forma de alguma coisa, você precisa saber o que você não vai ser. Toda vez que você está escolhendo uma forma, significa que você está deixando de lado tudo aquilo que não vai ser, então por isso que é um corte, por isso que é uma parada de definição, porque é interessante, é importante, né? Parade de despertação energia. Obviamente, por isso é o corte, porque é, enfim, tarou, etc., né? Tem os três ali, etc., que são, enfim, tem todas as correlações, mas isso é muito interessante que é uma visão que ela é muito dual, ambivalente, porque quando a gente pensa em nascimento, a gente pensa "beleza, uma nova vida", só que para aquela nova vida surgir, você teve que sacrificar um monte de coisa dentro desse processo, para aquilo, tipo assim, para você ter uma menina, você teve que sacrificar um menino. Você não tem que entender mais ou menos a analogia da coisa, né? Eles precisam não ser algo. O processo, né? O processo mesmo do nascimento, do uma criança, que é super violento, e a pessoa que pariu, ela morre para o que ela era e ela se torna uma nova coisa, né? Então a morte está diretamente associada a aquele nascimento. E nesse sentido, nesse sentido até, as mortes simbólicas, assim, aquilo que a gente deixa de ser, para se tornar uma outra coisa, as iniciações que às vezes nem perpassam as questões mágicas, eu passei recentemente pelo retorno de Saturno, que inclusive está aqui, né? Dentro desse esfera, aí, de binar. É um momento em que você deixa de estar dentro de uma lógica, mais imatura, talvez, e realmente você tem que deixar muita coisa para trás para se tornar uma outra parada. E eu acho que é um pouco disso, assim, que esse feminino propõe, né? E eu acho interessante, porque é uma coisa importante quando ele falou, que embora a gente seja chamando dessa forma por uma questão até da literatura, enfim, é uma coisa que vai preparar todo mundo, né? Todo mundo vai passar por isso, não é só minas, enfim. Sim, claro, por favor, eu não tenho mãe, né? Todo mundo tem, eu acho que é o aspecto do ano. Mas tem outro lance, Andrei também, que o ocidente como um todo, a gente tem muita dificuldade ainda com a questão do gênero, né? Como um todo é um beó ferrado, né? E a gente tem o hábito, que é um mau hábito, nós já falamos de algumas vezes aqui no ano, nós já falamos de uma espressão simbólica do gênero com pp e pp, né? E não é isso. Tanto é que quando a gente fala sobre exatamente, portanto é que quando a gente fala sobre a magia no geral, né?
ela trabalha as duas paradas porque a criatividade, as duas paradas sempre, quer que vocês tenham pipi, quer que você tenha pipeka, quer que você tenha os dois, quer que você não tenha nenhum, quer que você tenha cabelo grande, cabelo curto ou que for. E até tem um ponto que na própria estrutura da árvore da cabala, você vê isso porque ela cria os seus próprios enyangue, porque a Ásia como um todo, especialmente o enyangqueixineis, ele foi muito sábio nessa parada porque ele chama a disposição e contração foda-se, entendeu? E é isso, se associa a pipeka e pipi, se você quiser, mas não é necessário. E aí você tem isso dentro da árvore, então por exemplo, no pilar da serviridade, é um pilar masculino, a cabeça feminina, no pilar da misericórdia, é um pilar feminino, a cabeça masculina, no pilar do meio, ela tem as duas expressões de energia, tem o inyangque com uma expressão principal, por isso ele é o pilar e que librado e os dois se equilibram em conjunto. Então você tem essa noção posicionada com a limitação conceitual dos cara que bolar essa parada, entendeu? Que tem essa limitação extremamente gigantesca, because, que o questionismo and other things, que vai dificultar. Mas isso tá esclarecido ali, dizendo novamente que é para além da expressão física, é para além da expressão do gênero simples, porque se você olhar na própria estrutura da árvore tem pelo menos três opções de gênero colocada ali fora as esferas, outras graduações e graduações. E fala que fora aquilo que tem os dois gêneros, que custam ser o sagrado de vídeo depois, é uma coisa que as vezes as pessoas parece que esquece também de trabalhar nesse aspecto e tal, mas muito interessante. O que quer falar mais é algo que a gente de gente passar para o próximo, falha e fala que quer tirar uma dúvida, esses pilares Keller são semelhantes aquele desenho da auto-sacredotiza, não tarou? São literalmente eles, literalmente, é o Raquim e o Boaz, o pilar da severidade e o pilar da misericordia. A aça-se adotiza ela guarda o acesso para eles, inclusive você tem um caminho, na árvore da vida que é o caminho da aça-se adotiza, o caminho mais desgraciado, inclusive o que é o que acessa diretamente o divino, o que é terra, o pilar porque ela é a expressão da magia. Mas esse caminho não é o caminho da bruxaria, é um outro caminho? Ele é, técnicamente, todas as pressões religiosas vão chegar nele algum momento, porque é o momento em que você precisa chafur dar no mistério, você precisa entrar no mistério, você não está mais só, é o momento terreiro em que separa de ir para a assistência e você começa a fazer mais do que o desenvolvimento, você começa a envolver com o dia-a-dio-terreiro. É um momento da igreja em que você para de lá sua pra assistir o culto e você está ativamente envolvido com o desenvolvimento do rolê da igreja. É um momento em que você para de só estudar a magia, para definitivamente alinhar o teu caminho mesmo e falar assim, não, esse aqui é o meu sistema mais ou menos, eu estruturei aqui, então estou desenvolvendo, então é aquele momento em que a para ela ficar séria, no geral, é esse caminho. Vamos falar então de jupiter, né, o grande benéfico, aí para lá. Ah, desculpa, só mais uma coisa, Andrei. E aí, ainda tem um raciocínio para vocês, hein? Correlação cabalista aqui. O dia da semana de Saturn e binar é sábado, certo? Sábado. Sábado qualquer um pecado associado a Saturno? Qual que é o vício associado a Saturno? A avariza, então você aí que faz do funcionário trabalhar no sábado e é contra a 6x1, sua avarência de merda, está valorizando esse pecado, se for pelo menos pagar 100% do dia. Fechou, é isso, pode continuar. Boa, boa, fica aí, contraticado assim, agora no YouTube vai começar a parecer que escundo, o mundo frico vai assim, vai começar a parecer que a gente comentar, ali é, eu estou achando você muito esqueiro, gostei não. Poxa, que triste, não? É, às vezes, ó, 10 anos de maricando, galera, né? Mas a gente tem gente que demora um pouco mais ali, pra gente estar chegando agora também, né? Vai acostumar com a gente ainda. Não, todo mundo público, né? Júpiter, nosso grande benefico, né? Júpiter aqui, dentro da correlação, Zeus, né? Implamente evocado pra atrair prosperidade, crescimento, sorte, gêneros, idade, justiça, para se tornar a questão de energia, a utilizar as suas e roxo, o Estânio e o aroma é o cedro. E é interessante porque o vício do Júpiter é exagero, né? Desperdício? É a gula. É interessante, né? Mas é. É a gula. E o dia a quinta-feira, que é o dia que você quer comprar pizza? Na verdade, a pedia da pizza sexta, mas você fala assim, "Puta quinta, estou cansado, meu mereço". E se, né? É rapaz. Temos então, "Marte Direcionado para Trabalhos que exigem coragem por sapai chão física e vitória sobre inimigos, suas ferramentas de suas clássicas incluem a cor vermelha, naturalmente o ferro e o artela, que é algo que jamais você era com o artela. Mas. Ok, né? Isso é o meu filho do Paul, né? É. Vou dar aqui os meus dois centavos de opinião, de urbanista, né? Eu acho que varia muito do tipo do artelante, porque se foram o artelã pimenta, que é uma coisa que traz mais um calor, um mardência ali, talvez. O artelante não é refrescante, sabe? Está inventando planta já. Isso aí já nem existe essa porra aí. Eu sempre estou inventando planta, cara. Eu vou na sorveteria, tem sorvete, o artelã pimenta, não existe, você está inventando essa porra aí. Depende, é impingueiros. É na faria lima, sorveteria. Talvez. Talvez. Por exemplo, na minha árvore de Nutella, quando eu vou lá pegar o sorvete, tá lá até a sorvete. Tá lá. Mas agora, você pode correr ali. Em começo, eu inventava um outro episódio, bordo, não sei, acho bordo que é inventar nos outros. E tá inventando coisa, já. Ah, eu que inventei o bordo, que inventava. A planta criada por Deus é pra uso, fruto, nem uma planta e venendo. É só você saber. Maconheiro. É natural. Viveru a rastafar e do nada, né? O homem. Você é natural ou tem problema? Já dizia aquele cara lá do. Enfim, que os que são no ano do filme do cara que vai por meio do matemor e por que o idiota. Vamos lá. Logo depois, a gente tem o sol. Ah, espera aí, espera aí, eu falei do dia do Júpiter, quem tá feiro, falei, né? Não, agora de Marte. Marte é terça-feira, tá associado a Gui Burá, né? A essa raiva, que também é o dia em que você percebe que você ainda tá no segundo dia da semana, trabalhando. Então é o dia do ódio, o dia que você fica assim. Caralh, ali, quem pega a transporte, tá ligado. Que é a segunda feira, um triste, mas a terça-feira é a cruel, que tem que ir. Tersa-caus, o metrô e o treino, a terça-feira é o caus. Principalmente, porque boa parte da galera que não é obrigado aí todo dia ao trabalho, escolha a segunda pra ficar em casa. E a terça é o dia que eles têm que ir. Aí já era. Ou é o dia que eu teve feriado na segunda? Mas vai ter que ter essa. Aí é que é a segunda do semana que feriado. Tá mal também de pequeno maléfico, né? As vezes, por causa dessa estrutura de violência. Essa torna seria o grande maléfico, Marte seria o pequeno maléfico, né? Então a gente tem o sol, porque operações visam sucesso, a vitalidade, o brilho pessoal. E a conquista de clareza mental, a suce se diretamente acordou o rado amarelo, do metal ouro e as folhas de louro. Trece, louro e vitória. De feré, de feré e o domingo, né? Que é o centro da árvore, no geral, são os deuses que recebem mais culto muitas vezes, né? E a gente tem um problema aqui que é muito louco, muito louco. Que existe o sol na árvore, da cabala, por exemplo, que está no centro. Então ele representa duas energias, né? Ele representa tanto essa parte que a gente chama de feminino por uma falta de expressão e masculino por uma falta de expressão, mas ele na verdade se te atisa ambos. Então é por isso que, no geral, você tem tanto a expressão crítica de beleza, quanto do sofrimento. Você tem de força, mas você tem de vulnerabilidade. Você tem as pressões de contração, as pressões de expansão, sempre posicionadas, né? E aí, quando você tem um excesso de uma visão masculinizante de um sol, também é pesado. Então, por exemplo, vários desses deus eram retratados com uma certa delicadeza, cabelos grandes, muitas vezes por causa da questão do sol, ou mesmo com uma figura completamente feminina, mas guerreira, como, por exemplo, a materaço, né? Era a ideia dela. Então você teria essas duas expressões ali no meio. Uma expressão única, masculinizante da figura solar, ela é limitante e vai estar associada a ideia do orgulho, também que é o pecado dele, né? Que essa coisa do não, eu vou sol, eu posso, eu vou, eu faço, o semelho, tá, assim. Os areanos, né? Venos. a expressão que rege é pequena, benéfica, né? A expressão que rege os assuntos relacionados à amor, a beleza, a exártida, de plomacia, a reconciliação, em suas práticas adota-se a cor verde e rosa, o cobre e o aroma de rosas. Que é o Netzá e o famoso sextou, tá ligado? Seestou, hora da maldade, hora do perigo, Tinder cantando, a baladar dentro, porque sábado à noite é um bom dia pra sair, claro que é um bom dia pra sair, mas sexta é o dia que você sai a perigo, sábado à noite você sai, porque você não consegue olhar para o vazio, se tem se há o que você tem, e para semana que se aproxima, e você vai se embargar, para por isso. É o pernoite, cara, né, do motel. Exatamente. É só isso aí. Vamos simplificar, gente, explicar no cotidiano, o negócio, não não dá. Não é meu cotidão isso aí, não. Mercúrio, utilizado para impulsionar os estudos e comerça, comunicação, viagens, desenvolvimento de intelectos, suas cores e decorrer correspondências.
laranja ou tomos mistos, os metais mercuris, e a lavanda. Novamente, quarta-feira e também é um momento da inveja. É aquele dia que se você tem acesso ao computador no seu trabalho, você está procurando dos trampos, você está vendo a galera lá no Instagram postando que está viajando em plena quarta-feira e você morre de ódio, porque você está no meio das semanas, né? Você está na meioca, na meioca, tem muito pra lá e já foi muito. Então você tem aí o pecado da inveja, que é o principal desse fulgulinho. Cara, aqui, eu pego aqui, faz sentido. Lua, relacionada a expansão da intuição, o trabalho com sonhos, ao subconsciente, aos mistérios da psiquê e aos laços de família, ativado por meio das cores, prata e branco do metal prata e do perfume, Jasmine. Ah, percebi que eu não falei lá em Mercúrio é ródio, tá? A esfera da cabala e aqui, na Lua, a esfera de exót e está associada à prigissa. É a segunda-feira, meu parça. É o dia que você não quer levantar, você quer se manter nos reinos dos sonhos, mas se impossível na segunda, essa é o pecado dele, a prigissa, você quer ficar soado, mano? Você quer ser uma criança na sua casa, deitado no seu sofá com uma mantinha e um todinho assistindo um bom dia e companhia, era isso que você queria. Vê lá um TV globi. Fate uma Bernardo como Saturno, eu sei que foi essa possibilidade das crianças de 30 anos reclamando aí que não tem mais TV globi. E a Lua é o planeta mais rápido, como a gente falou aí é um mês, né? Então faz sentido o seu primeiro começar a gente, fala de traspantementas. Do mais lento, para o mais rápido. Bem, acho que a gente pode ir para algumas considerações finais que marco-schélez, será alguma história que custa de contar para a gente? Vocês tem algumas histórias antes da gente para o final de apanetário? Posso trazer um negócio dos primordos do mais candle? Eu não sei se vocês lembram disso, mas vocês ensinaram uma magia de Júpiter há muitos anos atrás para a gente fazer de quinta-feira, pegar um papel azul, fazer o símbolo de Júpiter com a vela azul em cima e colocar do lado um monte de nota de dinheiro e cartão e coisinhas assim. Lembra disso? Foi no episódio sobre dinheiro, né? Nem eu tava ainda, cara. É um dos primeiros lá atrás. Muito tempo atrás. Eu passei anos da minha vida fazendo esse negócio, porque era assim, o que temos, né? Magia o recurso dos espossuídos, então a gente vai estar fazendo esse negócio aqui para poder possuir alguma coisa, então eu fazia assim com uma certa frequência. E realmente, eu lembro que deu alguns resultados, assim, interessantes, sabe? E conseguiu possuir um dos membros de magia de coisa, de armazcade, também? Olha só, acenda aí a sua vela para Júpiter, você também. E a gente se futeir com o seu terro agora, só eu. E só eu, sabe? É isso aí. É o que sou, bro, gente. Eu sento muito aí para vocês aí. E fica, Dica, como aí faz um horário de Júpiter, né? Um dia de Júpiter vai estudos certinho aí, quem sabe, né? Quem sabe? Quem sabe? É, você quer. Você fez um estranho, né? Não, desse tinha falado, né? Mas você não pode falar. Fiz. Não posso falar muito sobre ele, mas enfim, foi um feitiço sobre influência de Marte, né? De combate, tal. De super certo. Chuchu. Quase. Quase aconteceram as cedentes? É, não. Foi um trabalho violento. Eu não me senti muito bem, mas eu não me senti muito bem, né? Eu não me senti muito bem, né? Eu não me senti muito bem, bem, bem sucedida assim, né? Que foi bem marcante experiência para mim, né? Que eu lembro de ter visto na telemantar o Afro de It, e tal, foi uma experiência bem forte. E foi dessas paradas de saber o ar certinho, de saber as paradas, etc. Montar tudo bonitinho, mano. Vai tomar no cu, né? Porra, quem é que faz ritual oito horas da manhã? Tá, vai lá fazendo a parada, com o dei cedo, com preasparada, na fície, etc. Fica aí no quarto que eu tô fazendo a negócio aqui, eu tava arrulho aí, deixa, não me desce uma polícia. E aí foi da hora para caralhas, sim. Foi uma sensação incrível assim, de você terminar e falar a porra. Realmente, se essa parada não rolar, eu fiz tudo que era possível. Não dá aqui nos alana. Então foi uma experiência muito incrível, muito da hora. Se eu não me engano o ritual de Marte que a Anda fez, eu fiz também um ritual muito semelhante. Foi bastante interessante, né? Mas eu tava com uma vida bem turbulenta naquela período. Então eu acho que foi só mais uma das coisas turbulentes que estavam acontecendo. E de resto isso assim, de vez que eu preste atenção na lua, tipo para dar um upgrade, ou evitar coisa, por exemplo, por exemplo, de crescimento, eu tento evitar na lua minguante, ou enfim, uma nova. E quando quero, por exemplo, fazer uma consagração mais potente assim, uma parada mais da hora assim, se lá, tarou, consagra meu tarou. Foi uma loaxeia. Foi pegando ali aquele. Ah, só loaxeia do que, beleza, vou fazer essa loaxeia. E aquilo vai toda uma preparação e tal, para quando chegar na hora, saber fazer, no horário certinho, não, não, não. Então, para mim, foi. Teve essas interessências aí. Que para você, meu queridoíssimo, Marc Schkeller? Cara, eu acho que tem uma. um ritmo específico que eu fiz, que eu. eu trabalhei muito com o cavalo, ao longo da vida, né? E eu, sincero, foi qualquer coisa que você quiser trabalhar. E também trabalhei muito com uma gel planetária. Mas tem um ritmo que eu acho que foi dos mais marcantes para mim, que é uma parada que, inclusive, pretendo dar esse caminho no curso, né? Que é justamente você fazer todo um processo mágico completo, completo, relacionando todos os planetais, com todas as coisas, e todo um processo de desenvolvimento magístico, a partir da ideia de que você vai conversar e se aproximar das expressões que, como você compreende, essas expressões planetárias para você. Então, eu não estou só me aproximando de, sei lá, de totes, Hermes, Mercúrio, de In-Loc, para Mercúrio. Eu estou também vendo como que a minha expressão de Mercúrio, como que eles parece para mim. Então, para além do trabalho de divindade, também, um trabalho profundo de autoconhecimento. Porque, como Andrei já falou lá em cima, a gente tem essa ideia do azabove soubello, né? Sim, ganhíssima, como é embaixo, assim, embaixo, como é em cima. Então, na hora em que você trabalha esse regime, você também, também vai desenvolver algumas coisas, você vai equilibrar algumas coisas, você vai conhecer algumas coisas, né, para você. Por isso, que é um sistema magia planetária que habala juntos, ele é um sistema que, você nunca precisa trabalhar, sei lá, com o nome ebraico. Você pode trabalhar com o nome ebraico, você pode trabalhar com o nome do planeta, você pode trabalhar com o corpo com os cores, com as cores que são associadas aos planetas, né? Você pode utilizar por ganizar as paradas, você pode utilizar para fazer uma mitologia comparada, você pode utilizar, fazer uma série de coisas, né? E essa é a ideia. É um sistema bem abrangente que pode se tornar e ser adaptável para ser um sistema para você. Então, é esse que é o afirramento com a ideal. Então, o que eu fiz foi fazer uma convocação e uma aproximação conversa para compreender, como que cada energia de cada um daqueles planetas trabalham em mim. E foi um processo de anos, anos anos, deve ser levado de ser lavos. Deix anos, oito anos, fazendo tudo, né? O processo todo, porque não tem tempo livre, né? Então, você faz uma parada e para, depois você volta, retoma e vai fazendo. E foi um processo muito legal. Ainda tem algumas coisas, inclusive, que eu preciso terminar, porque devendo de terminar de completar, né? Porque tem todo um trabalho manual também nessa minha, de fazer coisas, né? Manualmente nesse meu processo, e aí precisa de ferrament, a material específico. Mas é um processo de alto conhecimento extremamente profundo. E essa é a ideia. A ideia de quando veio a proposta para desenrolar esse curso, foi justamente desenvolver isso, como que eu posso fazer progressivamente, didaticamente, para que conheça mais sobre as suas sessões, para que tenha ferramentário para fazer seus ritos. Então, você quer fazer um rito de comunicação? Você tem uma série de ferramentários aqui que você pode fazer, mesmo que você não vá usar, mercúria como planeta, como divindade, você tem uma série de ferramentário, e o caminho exato que você pode seguir para desenvolver isso mais, né? Então, quando a gente vai falar, por exemplo, "da cabala", não vou nesse curso, eu não estou só falando sobre os planetas. Estou falando também sobre os 22 caminhos, que eu souciados os acanos maiores do parou, que estão coligando cada uma desses caminhos. E até curioso, porque enquanto estava conversando com a Carol, a gente percebeu que os primeiros passos são muito importantes. E eu fiz um caminho, ela fez outro e a gente conhece alguém que fez outro. Então saímos do mesmo lugar, mas a gente seguiu processos distintos. E aí dá, inclusive, para a pessoa que está fazendo o curso com a gente, ou a aula que a gente entender qual que é o caminho que ela quer trilhar. Então, você transforma esse universo que, às vezes, é confuso do mundo interno, num. não possível uma apagueado, brincando com aquilo que o alamolo já fez de falar que acabar ela era como se fosse um subway, um metrô, né, estações de metrô e caminhos para que você siga. Então para mim foi um processo muito importante de alto conhecimento, né, técnicamente eu troquei a ideia com todos esses planetas para trabalho, né, lógico, e dá para profundar a relação da fazer muito outras coisas, mas é muito legal, cara, é um processo muito legal daqueles que desenvolvem mesmo você. Bom, bom, então me deu muitos insáites aqui para me deu muitos insáites para perfume, né, usar essas correlações e principalmente essa ideia de que o que está em cima é como que está embaixo, né, perfume a gente trabalha o sistema límbico, né, que é a sua parte mais absaula, ali a sua parte mais primeva, seria interessante trabalhar essas correspondências planetárias, assim, cheiros, né, perfum. Sim, sim, e até ter uma outra parada, nada que você me lembra, que é muito boa, um dos esforços que o FIS também contente estava fazendo essa desinvoltura foi adaptar para nossa realidade brasileira, me faltando conteúdo, por exemplo, adaptar 100% a ideia das plantas, a gente pode até pensar alguma coisa desse tipo, né, se tiver com a gente. Sou a favor, vamos, vamos. Super convidado a se tiver com a gente no curso, poder estar presente, né, a gente pensar as suas associações também para a gente acrescentar, mas vou dar esse exemplo com a gente falha de dinheiro. Se você pegar toda essa galera que trabalha com magia financeira, magia de dinheiro, é a maioria da galera que produz esse conteúdo, jupteriano, pra magia, é uma galera estadunidense e em inglesa, ou europeia no geral, vagabundo ganheuro e o seu endolar, sacou, não é exatamente a proposta que está aqui, então por exemplo Peter Kerr, eu estou falando muito legal, ele fala assim, não, o importante é investimento, o dinheiro não gosta de ficar parado, o dinheiro gosta de se mover, isso funciona para ele que era inglesa, que era. Estava lá nos Estados Unidos, que estavam nesses locais, não posso olhar, eu não posso olhar para alguém que está no Brasil e falou assim, não guarde dinheiro, ou moviment, não é isso, cara, você tem que falar, guarde dinheiro é o movimento, né, você tem a parte para ser movimentado, investimento, e você tem que ter, a reserva de emergência é um dinheiro caparado, porra, que ficar parado, né, numa massa uma caixinha ali que está, né, caixido no bem, caixinho, tesouro, que está movendo, então você tem algumas adaptações que elas são conceituais, que ela precisa ser feito pro Brasil e que ela nunca foi feita, né, você não tem ninguém fazendo isso, então foi todo um processo que a gente fez também, pra pensar, pra trabalhar essa ideia, de como que funciona isso, quando eu falo dentro da realidade brasileira, né, que afinal nós estamos aqui, não é só pegar e importar por chá uma parada, né, lá, lá, lá, tem toda uma desinvoltura, cara, e particularmente ficou muito bom, não é isso que é falar, mano, eu acho que esse, de todos os cursos de medicando que a gente tira deu, esse é um dos chaves, assim, acho que de importância, assim, tivemos vários outros através da história, mas esse é um curso do tipo mano, e aqui você vai entender se é 70% do alfabeto que o cara que você vai comprar o livro fala, saca, tipo, totalmente, você vai se entender, fazer coisa pra fora, e tipo isso vai estar com relacionado, é foda, assim, até explicar até algumas coisas clássicas da magia como um todo, que ninguém nunca explicou, tipo assim, o que é a gamea atria, o que é um notaricom, o que é esses bagotrigadores, os bagotrigadores assim, a gente explica, tá explicado, tá falando lá o que é e tal, tem a simplificação pra ser realizada, né, então por exemplo, quando vai querer trabalhar com a fabeta ebraico, por motivo de usar o Z, não quero trabalhar, tudo bem, você tem a possibilidade de trabalhar com as tabelas pitagóricas, que vai transformar essas letras em números a partir da tabela pitagórica, e funciona, porque a galera sempre tem feito isso, quem não faz o fabeta ebraico faz com a tabela pitagórica, tem substância, tem tradição, tem lástro, isso aqui, coisa que aprendi muito na capoeira é que você tem que ter fundamento, não tem como, sem fundamento não dá, então tem lástro, cara, você tem, eu tenho que ser lá, a primeira é uma hora, uma hora e pouco, eu falando sobre as três cabalhas que existe, são três cabalhas que existe, porque que é mal ser imética e ela é a última de todas, né, você tem algumas cabalhas anteriores e qualquer diferença entre elas, te fala isso, depois a gente desenvolve os planetas e a árvore como um todo, e a ideia é que o último bloco, que vai ficar, ou pro último momento do último dia, que são dois dias, ou se deu o último dia completo, é só prática, é um sistema completo de passo a passo que você pode fazer, e diversas outras práticas de técnicas associadas ao modelo cabalista planetário como um todo, né, tanto cabalista clássica em alguns pontos, tipo grematria, quanto cabalista planetário, com muito louco, isso que eu nem falei do patchwork, que é as viagens as trais dentro dos caminhos ou das esferas planetas, que é do caralho, muito legal, eu quero, eu já escolhi qual é seu meu caminho, meu caminho vai ser o caminho da sacerdoteza, eu vou pegar um dor flex, um pacote de cocaína, um escroite vótica, e vamos lá, vai é isso aí, depois ele cobra da gente que a gente está no youtube, vocês percebem, eu fiquei me assustado agora, eu ia fazer isso por um momento, gente, eu não vou perceber, gente, eu não uso drogas, é brincadeira, estou sendo joelho, eu não uso drogas, né, eu não uso drogas, eu não bato do flex com cartão de crédito, e esteiro aí, gente, eu queria muito agradecer todos vocês ficaram até aqui, lembrando que nossos custos têm desconto para quem é apoiador, apoiar gente, apoiar ponto esse é barra mais dicando, mais dicando com um secar, com um sessão pequena mensal, como vocês vão assassinando uma revista mensal aí, e só que é de graça, aí por que eu vou fazer isso, eu tira Andrei, não, você me ama, é por isso você vai fazer, você vai olhar para o tipo de que eu estima os olhos, azuis, e vai falar Andrei, eu preciso de idade, mentira, o dinheiro vai para todos aqui, a assustrutor, maravilhosa, muito obrigado para essa mesa maravilhosa, e todos vocês ficaram até aqui, é aquilo, ósco do bode, prazer de sangue para todos vocês, você viu que tá ficando cada vez mais difícil, você tá isso final mano, tá horrível, cada hora eu barale na cabeça com o podcast que eu estou encerrando, da bem que não vou cremar nenhum, tá, é da partir daqui agora, vai se desduer, e disse ele, né? disse ele, é isso gente,
Podcast Summary
Key Points:
O episódio introduz o tema magia planetária, um sistema prático baseado na ideia de que corpos celestes emitem energias arquetípicas.
A magia planetária tem origens ancestrais, combinando influências egípcias, babilônicas (caldeias) e gregas, sendo um dos poucos sistemas mágicos com raízes históricas verificáveis.
Astrologia e magia planetária são sistemas distintos, embora compartilhem alguns encontros históricos, como na tradição caldeia e posteriormente na Golden Dawn.
Os planetas eram chamados de "errantes" pelos gregos, e suas características (como velocidade, cor ou movimento retrógrado) inspiraram associações arquetípicas, como Mercúrio com comércio e Lua com ciclos femininos.
O programa também anuncia um novo formato, com transmissão ao vivo e sem censura, e promove um curso sobre magia planetária e cabala, focado em técnicas práticas.
Summary:
O episódio do podcast "Magicando" aborda a magia planetária, um sistema prático que considera que os planetas emitem energias arquetípicas. O apresentador Andrei Fernandes e seus convidados, incluindo o especialista Marcos Keller, explicam que esse sistema tem raízes históricas profundas, combinando conhecimentos egípcios, babilônicos e gregos. Diferentemente da astrologia, a magia planetária foca na utilização dessas energias para rituais e práticas mágicas, embora os dois sistemas tenham pontos de encontro, como na tradição caldeia e na Ordem Hermética da Golden Dawn.
Os participantes destacam como os antigos observavam o céu e associavam movimentos planetários a aspectos da vida, como Mercúrio com comércio e Lua com ciclos femininos. O programa também anuncia mudanças no formato, com transmissão ao vivo e interação com o público, além de promover um curso que integra magia planetária e cabala, com foco em técnicas práticas. A discussão enfatiza a importância de entender esses sistemas como ferramentas para autoconhecimento e prática mágica, conectando tradições ancestrais ao cotidiano moderno.
FAQs
É um sistema prático baseado na premissa de que os corpos celestes emitem energias arquetípicas. Tem relação com magia ceremonial e ajuda a desenvolver o senso psíquico.
Não, são sistemas diferentes. Eles se encontram em alguns pontos, como nos caldeus, mas a astrologia seguiu um caminho próprio e a magia planetária outro, sendo religados mais tarde pela Golden Dawn.
É ancestral e específica, com influências egípcias, caldeias e babilônicas. Os gregos organizaram muitos desses conhecimentos em um sistema.
Por correlação: observa-se o movimento e aparência dos planetas. Por exemplo, Mercúrio é rápido e associado à comunicação, enquanto Saturno, lento, remete a obstáculos.
É uma sequência dos planetas visíveis (Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio, Lua) usada para associar ciclos e energias. Cada planeta tem um período específico, como a Lua com ciclos mensais.
Os egípcios dividiam o dia em 12 horas de sol e 12 de lua, associando cada hora a divindades ou rituais ligados aos planetas. Os gregos adaptaram esse sistema.
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