Go back

Programação Metabólica da Menopausa

0m 0s

Programação Metabólica da Menopausa

A live discute a programação metabólica na menopausa, enfatizando a necessidade de uma abordagem integrada entre nutrição e psiquiatria para a saúde da mulher após os 40 anos. As alterações hormonais do climatério causam sintomas como ganho de gordura abdominal (mesmo sem mudanças na dieta ou exercício), declínio cognitivo, alterações de humor, fadiga e distúrbios do sono. Os participantes criticam abordagens tradicionais focadas apenas em restrição calórica ou hormônios isoladamente, defendendo um olhar holístico. Estratégias nutricionais com redução de carboidratos, como a dieta cetogênica, são apresentadas como ferramentas para melhorar a flexibilidade metabólica, reduzir inflamação, aliviar sintomas depressivos e proteger a massa muscular, graças à produção de corpos cetônicos a partir da gordura dietética. Ressalta-se que essas estratégias não são universais, exigem supervisão profissional e visam reposicionar a gordura como nutriente essencial, desconstruindo mitos alimentares. O cérebro é entendido como um órgão metabólico, cujo declínio no uso da glicose explica a conexão entre sintomas cognitivos e emocionais nessa fase.

Transcription

10294 Words, 58360 Characters

Portuguese
Pessoa 1 Um dia estamos de volta com a Pessoa 1 nossa live e Pessoa 1 o Iagí. Nós estivemos alusante aí nas últimas semanas em decorrência do acontecido no Rio Grande do Sul e agora nós estamos voltando e hoje com o tema programação metabólica na menopausa para que você entenda as alterações que estão acontecendo e possa fazer os ajustes necessários para melhorar o impacto dessas alterações no cérebro. Eu estou aguardando dizer entrar e nós daremos Pessoa 2 o início a nossa live sobre este Pessoa 1 tema que é de extrema importância para todas as mulheres após os 40 anos. Bom dia viver bem em São Taís. Muito Pessoa 1 bom dia a todos que estão entrando. Dr. Leonardo, Aeneida, Viviane, Abete, e bom dia. Tudo bom? Bom dia. Abri que bom estar aqui de volta. Ficamos um período aí sem fazer as nossas lives. O pessoal tem falado e pedido bastante que bom estar aqui de volta. Vamos lá para um assunto que eu tenho certeza que vai fazer bastante diferença aí, né? Pessoa 2 Os Pessoa 1 profissionais que atendem as mulheres para os nossos pacientes. Bom dia, Silvana. Tá me ouvindo, Adri? Eu estou, estou a estar perfeita. Pode continuar. Então tá, está dando uma interperência aqui. Bom gente, Pessoa 1 então nessa conversa nesse batifapo de hoje a gente vai falar dessa programação metabólica, né? A respeito da mulher 40 mais e que por experiência, né? Porque que uma nutri e uma psiquiatra se unem, né? Aí em prol de saúde da mulher. Por experiência e por todos os casos e por tudo que a gente tem trabalhado e por tudo que a gente tem estudado. Essa conexão, ela se faz de extrema importância na saúde do cérebro das mulheres que a gente atende e muito além da saúde central das mulheres também na sua saúde metabólica como um todo. Pessoa 1 Porque diferente do que vinha se fazendo até então, onde a mulher era quase infrahentada, Pessoa 1 né? A gente que ela era quase um transtágio, a gente tratava ela de forma isolada ou se tratava emagrecimento ou se tratava parte hormonal. A gente quer trazer aqui pra vocês esse olhar integrado da mulher para que realmente você veja a diferença ao tratar uma mulher e todos aqueles sintomas que quem é mulher ou quem trata a mulher, Pessoa 2 sabe, Pessoa 1 né? Além da questão de polgaixo de alterações lá do peso da gordura corporal, mas sintomas como tristeza, padiga, né? Falta de vontade, falta de animo. A gente pode estar ajustando com essa conexão da nutrição e da psiquiatria nutricional, que é o que a gente vai trazer aqui pra vocês hoje, né? É, que é o nosso, hoje, nosso campo de estudo e que nós queremos ensinar os profissionais. É a psiquiatria nutricional e metabólica. Nós já temos essa disciplina que ela vem da, vamos dizer assim, um eixo aí da psiquiatria, da psico -neurinmuno endocrinologia, que é uma disciplina já há mais de dez anos que vem estudando essa conexão do cérebro com os vários eixos e com o projeto microbioma entrou também a gastroenterologia e aí a gente consegue ter esse olhar 360 graus, lembrando que muitas das mulheres, quando elas entram no climatério aos 40 anos, os primeiros sintomas dessas oscilações hormonais são sintomas neuropsychiátricos. O sono fica mais leve, começa a ter apagão de memória, vai falar, não lembra da palavra, alteração da percepção de sons e fica bastante incomodada com o ruído, barulho, começa a Pessoa 1 ficar aquela mulher chata que ninguém pode falar muito alto, televisão alta, né? E começa aí depressão, ao mesmo tempo essa mulher começa a Pessoa 1 perceber que ela está com gordura, onde ela não tinha e mesmo ela não mudando a dieta, continuando a sua rotina de treino, esse deslocamento da gordura corporal acontece e esses são os primeiros indícios dessas oscilações hormonais e foi diante disso que eu e a G, nós nos conhecemos em uma pós -graduação de saúde da mulher e nutrição, nós começamos a fazer esse trabalho em conjunto e agora a gente quer trazer esse conhecimento que nós temos para compartilhar com os profissionais da saúde da mulher. E acho que é super importante esse sintomas que a Adri falou, digamos que seja uma mulher que chega aos 40, às vezes, não acima do peso, não correta uma quantidade de gordura, já aumenta. Agora vamos para a nossa população hoje que sofre uma pandemia de obesidade. Se essa mulher já chega lá, acima do peso, já chega ou sobrepeso, já chega, Pessoa 1 já chega muitas vezes com resistência à insulina, esse quadro que a Adri falou do sintoma, ele é muito pior. Mais intenso, mais precoce, mais intenso, mais precoce e muito mais inclusive limitante e castrador de qualidade de feita da mulher. Eu acho que é uma castração, é serene, sem conseguir dar conta de tudo que ela dava conta. Isso é uma coisa super importante. E eu como nutricionista funcional, que fiz já a modulação intestinal, que já fiz na vida netrica, que tenho uma caminhada, o meu som está cortando? Não, eu estou vindo perfeitamente. Pessoa 2 E Pessoa 1 mesmo essa mulher que muitas vezes já chega lá num estado metabólico pior, o que a gente quer trazer, eu como nutricionista quero trazer, a gente precisa reformular o conceito de dieta que a gente apresenta para essa mulher. Gente, principalmente, Pessoa 1 eu sei que nós temos muitos profissionais da saúde aqui, a gente precisa rever aquele velho conceito que exclusivamente a restrição calórica vai funcionar, que exclusivamente comer frango com salada vai funcionar. E eu digo mais, isso não vai funcionar, isso não vai ser efetivo para que você consiga melhorar sinais e sintomas da sua paciente. E hoje, ontem à noite, Pessoa 1 a gente estudava alguns, fazendo a Pessoa 1 nossa aula lá, hoje as estratégias nutricionais, que são adequadas para esse metabolismo dessa mulher, bem como para o cérebro dessa mulher, elas estão muito definidas, elas estão muito oxidadas e a gente tem uma base científica a respeito disso muito clara. Apesar de que eu sei que quando a gente fala em dieta cetogênica, muita gente torce o nariz. Quando a gente fala em estratégia de redução de carbohidrato, muita gente ainda fica procurando efeitos negativos, mas por total desconhecimento da causa. Estou levantado vários itens, porque pera de massa muscular, a gente tem como provar que não tem redução da massa muscular, porque aumenta o padrão metabólico. A gente tem muitas evidências científicas e isso não acontece nessas estratégias nutricionais. Pessoa 1 E cada vez mais, Pessoa 1 a gente tem que ter controverso no áudio de vocês que falaram e agora, controverso isso no áudio no grupo, vocês falaram e isso dieta cetogênica e agora não funciona na proteína com salada. Exatamente, gente, sabe por que, querida? Porque a proteína com salada não é a redução de corpossetrônicos, querida. Exatamente por isso. Proteína com salada não vai produzir corpossetrônicos e é isso que a gente quer elucidar com vocês. Essa é esse padrão de dieta que está aceito e que a gente está vendo que não melhora o estado nutricional que não funciona, porque proteína com salada, carne com salada, que é um prato cheio de salada, cheio de alface, não é o que vai melhorar realmente o estado metabólico da proteína, isso que Pessoa 1 a gente quer estar trazendo aqui. Lembrando que essa é uma estratégia, porque assim, todo mundo fala assim, é muito restritiva e claro que não é indicado para todas. Existem as mulheres que têm aí transtornos alimentares, que a gente sabe que a restrição pode gerar mais compulsão. Pessoa 2 Então, Pessoa 1 assim, coloquem amor nas nossas palavras, né, de a gente que está falando de estratégia para pessoas específicas, não é para todas e agir aqui compartilha muito com a visão que eu também tenho, que nem tudo é para todas, né, G? Isso. Mas que a gente sabe, uma coisa que eu acho que é para todas é o efeito deletério dessa quantidade de carboidato que a gente consome. Isso é para todas, né? É, quando a Pessoa 1 gente fala de indicação terapeutica, Pessoa 2 né, Pessoa 1 então a gente não recomenda que faça isso por conta própria, principalmente a mulher que já está com muitos sintomas e alteração metabólica, precisa ser supervisionada com uma profissional da nutrição, né, para fazer os ajustes aí com este acompanhamento, por isso que não dá para a gente ensinar aqui na live, né, para fazer isso, né, G? Porque precisa desse acompanhamento e esse ajuste para o Pessoa 1 seu organismo. É, e lembrando, gente, que conforme esse ajuste metabólico e essa individualização do processo do esquema alimentar, a gente já percebe que às vezes em pouquíssimo tempo a gente já percebe uma melhor com a redução. Eu acho que é bem importante a gente entender quando se fala em estratégias com menos carboidrato, a gente tem uma variação dessas estratégias que podem ir de 140, 150 gramas de carboidrato por dia, até 40 gramas de carboidrato na dia, teriam as dietas mais cetogênicas com maior restrição, tá? E que tem uma indicação e uma base científica muito interessante. Pessoa 1 A gente tem hoje uma quantidade de artigos sendo produzido a respeito da melhora dos, por exemplo, dos sintomas de depressão na cetose, na dieta cetogênica, e a gente vê isso na prática, Pessoa 2 né? Pessoa 1 A gente vê mulheres 60 dias reduzindo o carboidrato, melhorando todo o metabolismo da glicose. E a Adri fala muito disso, fala muito de SINLIVE, fala muito das postagens, que é Pessoa 1 a respeito da flexibilidade metabólica, né? Pessoa 2 A Pessoa 1 gente vai ficando endurecido e enriquecido ao longo da vida. Pessoa 1 A gente só se utiliza de glicose, só se utiliza de glicose. E isso, com o tempo e com a batida do 40, Pessoa 1 a gente entra em resistência, a gente começa fazendo um processo de resistência em exclido, né? A Adri fala muito mais do que eu no cérebro, o Pessoa 1 que acontece? Pessoa 1 É isso. Pode, pode falar. Então, porque o marcador biológico cerebral do climatério, e isso acontece, comece nisso muitos anos antes da última menstruação na mulher, é o declínio do metabolismo da glicose, principalmente nas áreas cognitivas. E essas áreas cognitivas, elas compartilham circuitos neurais também para humor e para controle das emoções. Por isso que a questão de socia na neurociência, cognição, humor e emoção, né? Pessoa 1 É um pacote junto e a gente vê que isso acontece tanto é que a gente tem pseudo demência depressiva. Então, a depressão declínio cognitivo acaba acontecendo com bastante intensidade. Então, este é o marcador biológico. E nós temos vários estudos mostrando que essa alteração do metabolismo da glicose também ocorre durante um quadro depressivo, de depressão maior, principalmente antes do climatério, em qualquer facetagem, Pessoa 1 em qualquer sexo biológico. Então, a gente precisa começar a estudar o cérebro do ponto de vista de ser um órgão também metabólico. Pessoa 2 E a Pessoa 1 partir do momento que se ele é um órgão metabólico, o que a gente precisa pensar de uma forma mais ativa? A gente tem que começar a rever o combustível que a gente dá para esse saco. E o combustível que muitas vezes serviu, gente. Até os 30 e poucos anos eu costumo falar muito isso. Nós até os 30 e poucos anos somos uma mulher. Quando a gente entra no portal do climatério, Pessoa 1 a gente é outra. A gente leva o nome, muitas vezes a gente leva a família, Pessoa 1 a gente leva a profissão, mas a gente não leva mais o nosso metabolismo e a nossa utilização de nutrientes como a gente fazia. Isso é muito importante. E a partir do momento que eu tenho um decim hormonal, que a utilização de macronutrientes como o capidratos fica mais difícil, né? Eu não me torno um bom gastador de glicose. Eu me torno um bom armazenador de glicose. Eu fiz uma live, acho que a gente fez uma live que eu brinquei, né? A gente tem um calabouço da glicose e esse calabouço, essa glicose que sobra e sobra e sobra, ela vai sendo transformada porque a gente não tem como guardar glicose em grande quantidade do nosso corpo, ela vai ser transformada em gordura, né? Em células de gordura. Eu tenho aqui. E isso... Pessoa 1 Um pouquinho esses comentários só para você mostrar que fica mais fácil. E aqui é só uma... aqui meio quilo de gordura, tá? Só que essa gordura aqui, gente, dificilmente ela veio de gordura alimentada. Ela veio normalmente de toda glicose, que é meio quilo. Pessoa 2 Nossa, Pessoa 1 pra gente ter uma caneta bique aqui, né? Meio quilo de gordura. Essa gordura normalmente ela é a quantidade de carboidrato que sobrou. Muito raramente ela é a quantidade de gordura que sobrou. E no processo desse metabolismo da glicose que Pessoa 1 é um glicado, onde a insulina é um orgulho muito influente, sendo produzido de uma forma exagerada, o Pessoa 1 que acaba acontecendo? Você produziu essa gordura e deixou ela lá no calabouço e perdeu a chave. A gente não consegue chegar nela. Pessoa 1 A gente tem um monte de energia armazenada e faria com que a gente nem precisasse buscar comida constantemente, mas eu não sei onde eu guardei a chave do calabouço, né? E achar a chave do calabouço... Calabouço é ótimo, né? Pessoa 1 As pessoas não ajudam, nem vai saber o que que é. Nem vai saber, mas vamos lá. Vamos lá. A chave do calabouço, gente, o que que acontece com esse calabouço? A chave do calabouço a gente botou fora, porque a gente só sabe retroalimentar esse processo. Pessoa 1 A gente está sempre indo lá e guardando mais pela quantidade de carboidrato que a gente se alinhou. Aí eu falei mal do frango calada e falei e falo de novo. Por quê? Pra eu achar a chave do calabouço, eu preciso necessariamente mudar a roca metabólica de produção de energia. Então eu não vou mais produzir energia através da glicose que eu consumo e eu vou passar a produzir energia através de corpos cetônicos. E por que a salada junto com a proteína junto com o frango não propcia formação de corpos cetônicos? Eu acho que essa é a grande dúvida, porque a gente vê muitos profissionais na nutrição e até mesmo médico achando... Porque a paciente acaba, né? Com a restrição calórica emagrecendo e a nossa preocupação nessa fase é que a mulher não perca tanta massa muscular. Porque a célula muscular é importante para trabalhar essa flexibilidade metabólica e a mulher precisa de massa muscular para não ver o que a gente está vendo muito. Porque a mulher, antes dos 50 anos, com a chopenia. É, Pessoa 1 essa chopenia e ósselo também, Pessoa 2 né? Pessoa 1 Ósselo e chopenia bastante, de cada 10, uma 5, pelo menos a gente está vendo aí. Ósselo e chopenia nas mulheres que nós estamos atendendo. Então explica para esclarecer isso. Porque a gente, na verdade, os corpos cetônicos, eles vêm da gordura, tá? E eu sei que a gente pensa que a retirada do carbohidrato da corposeção, quando, na verdade, as dietas pobres em carbohidrato, onde não produza quantidade suficiente de corpos cetônicos, sim, elas podem perder massa muscular. Só que nem todos os profissionais de saúde se dão conta disso. Corpos cetônicos estimulam uma proteína chamada MPS, que é uma proteína na massa muscular, aumenta a síntese muscular. Então, salada é fibra, ok? Carne branca, carne sem gordura, peito de branco, sobrecocha sem pele, é proteína, mas sem a gordura. Se eu não tiver a gordura aumentada, tá? Se eu não tiver essa liberação de ácidos graxos na corrente sanguínea, eu não vou produzir corpos cetônicos. E o bútiato é um deles, muito frequente em grande quantidade, ele apareceu em risas, inclusive sendo um excelente modulador de diminuição de inflamação, né? Quando o bútiato Pessoa 1 é um bobo, Pessoa 1 a gente diminui processos inflamatórios, diminui a inflamação. E os corpos cetônicos na corrente sanguínea, eles aumentam MPS e bloqueiam enzimas que quebrariam massa muscular. Olha que coisa incrível. Então, a gente consegue, em cetose, mas para ter cetose, eu aumento a gordura, mantenho a proteína e reduzo o carboidrato. En cetose, eu consigo diminuir a inflamação, neuroinflamação e eu consigo formar massa muscular e preservar a massa muscular. Pessoa 2 E Pessoa 1 a gordura, Pessoa 2 né, Pessoa 1 Adria? Pessoa 1 A gente consegue ter uma redução de gordura visceral. É extremamente importante durante esta fase, porque a gordura abdominal é um critério de risco cardiovascular. E lembrando que depressão também é e a sociedade brasileira de cardiologia vem aí alertando, né? Satria de mulher, depressão e doença cardiovascular, que a gente sabe que aumenta absurdamente após os 40, principalmente os 45 anos e no pós -menopausa. Então, só que eu acho que isso na questão profissional muito ficou... Pessoa 2 Ó, Pessoa 1 tem uma pergunta aqui, voltando na salada com frango. Se ela colocar azeite na salada, gente? Gente, quando a gente fala em proporção de gordura, né, a dieta ocidental, ela foi, já falei aqui em outras lives, mas eu acho que é bem importante. A pirâmide alimentar, que a gente pode rasgar e tacafou, ela foi ditada pelo Norgon lá nos Estados Unidos, que seria Secretaria de Agricultura. Seria o Ministério da Agricultura Americano. Ela foi um padrão que se estimulou, a população ocidental a consumir a base da sua alimentação, 60, 50, 60 % de carbohidratos, vindos de grãos. Se vocês pensarem na primeira pirâmide alimentar, que ela mudou, ou dos anos, a quantidade de proteína tava ali no meio e a quantidade de gordura era um pedacinho bem pequenininho da pirâmide, cortado no meio. Então, eu hoje trabalho com vários grupos de mulheres. Quando eu peço para as mulheres comer gordura, é incrível. As pessoas têm medo de gordura. Medo, medo, medo, medo. Eu tive muito medo no início. Eu até tenho uma amiga que também é médica, Pessoa 1 a Willys, e a gente começou a estudar muito essa questão da dieta cetogênica, acompanhando alguns profissionais. No início, olhava para a gordura e Pessoa 1 era medo. Eu Pessoa 2 falei, Pessoa 1 gente, eu vou morrer. Eu vou morrer. Eu vou morrer. E deixava lá de lá. E a gente saiu recentemente, foi publicado esse mês um estudo com ainda um número pequeno, mas com pacientes graves da psiquiatria, tanto com isso que sofria como transtorno bipolar tipo 1. É importante lembrar que é muito comum essa comoridade de sintomas equados psiquiátricos com doenças mais desse perfil metabólico. Se acredita muito ao tratamento, mas nós sabemos que mesmo pessoas que não aderem, não usam medicações, elas acabam ganhando peso ao longo da evolução da doença, principalmente essa gordura abdominal, aumento do colesterol, aumento da insulina e da glicose, que faz parte hoje e Pessoa 1 a gente entende que as transtornas psiquiátricas, na verdade, são doenças sistêmicas, que têm manifestação também cerebral. Então, o Pessoa 1 que a gente está hoje utilizando, a Universidade de Stamford, nos Estados Unidos, ela está aí na vanguarda da psiquiatria metabólica e o grupo de lá publicou. Esse estudo foram quatro meses em pacientes com dieta cetogênica, mostrando aí uma melhora em 36 % dos sintomas. Só com a dieta sem modificar a medicação, pacientes que não estavam mais tendo melhora e remissão dos sintomas, só com a dieta melhorada. Foi publicado, eu até coloquei lá no grupo da divulgação da nossa aula a respeito disso. Então, mostrando, eles estão retomando porque a dieta cetogênica é uma estratégia já antiga para crianças com epilepsia. Claro que aquilo que eu sempre falo nem tudo serve para todo mundo, então vai sempre ter um profissional que diz assim, ah, mais um caso de epilepsia, de graveios ou dieta cetogênica e não melhorou. Mas a gente percebe, em temas hoje de evidências, mostrando que para algumas mulheres, alias, para várias mulheres, principalmente aquelas que estão com gordura corporal, que estão com muitos sintomas neuropsychiatricos, elas acabam melhorando com essa estratégia. Isso, e eu acho que a questão de recolocar a proteína, alias, recolocar a gordura no prato, a gente for pensar, historicamente a gente se manteve aqui como população, enfim, Pessoa 1 a gente pesa a preservação da espécie, fazendo o consumo de gordura saturada, Pessoa 2 fazendo Pessoa 1 o consumo de boas porções de gordura ao longo do dia, porque a gente não tinha um supermercado a cada esquina de casa. E não se comia todos os dias na quantidade que a gente come, a gente tem um problema da superalimentação, que na mitocôndria, que aquela organela que a gente sempre está falando, porque a medicina é uma medicina que trabalha muito com essa questão da mitocôndria, a gente sabe que hoje o grande problema é que a gente tem essa hiperalimentação, que também traz consequências para o funcionamento celular. E essa flexibilidade metabólica que é um processo superimportante para ter um organela mais saudável, para ter melhor adesão em tomas tanto psiquiátricos quanto de fatiga e tal, ele precisa ter de falta de verdade, a quantidade de gordura na dieta. Então, voltando à pergunta que a Adri me fez, porque o frango com salada não funciona para isso. Jogar azeite, jogar azeite por cima. A proporção desse azeite em relação aos outros macronutrientes ainda fica muito baixo. Até tenho uma pergunta, qual seria, para isso, ah, Pessoa 1 é tirado, Pessoa 2 qual Pessoa 1 seria o percentual desses macronutrientes? A gente trabalha, gente, com o percentual. Aí eu acho que é bem importante isso, por isso que Pessoa 1 a gente quer trazer estratégia, que fala muito para vocês da nossa aula sobre metabolismo, né? A gente pode estar trabalhando, vamos falar em dramagem, de 140 até 40 gramas de carboidrato, tá? Então, a gente vai ter dietas. Quantos, e que a fila é uma cortada que eu sei que é Pessoa 1 a internet aí no Porto Alegre, que está bem moída. Quantos gramas? De 140 até 40 gramas de carboidrato no dia, tá? Tem dietas até com menos 30 gramas de carboidrato, de questão de carboidrato. Lembrando, 140 gramas do nutriente do macronutriente de carboidrato. A fruta, o pão, Pessoa 1 a massa, lá na sua composição, aí, existem as tabelas de composição, aparecem a quantidade de carboidrato. Claro que vale reforçar. Os ultraprocessados, os alimentos empacotados, os alimentos com muito processamento, são ainda piores para esse controle do carboidrato, tá? Então, acho que isso é uma coisa importante. A gente vai estar trabalhando muitas vezes, então, de 30 a 10 % de carboidrato. A quantidade de gordura dessa dieta pode ir de 50 até 60 % de gordura. E aí, depois, a gente faz o ajuste da proteína, que é uma situação super importante. O ajuste da proteína para essa manutenção da massa magra, que é imprescindível para que você metabolize e glicose de forma adequada, Pessoa 1 ter músculo. A gente tem que estar trabalhando com valores melhores do que aqueles que foram muitas vezes ensinados lá na universidade. Você falava excesso de proteína. Então, trabalhar aí com 2 gramas de proteína por quilo de peso, 2 ,2, 1 ,8 gramas de proteína por quilo de peso. Mas fazer um ajuste dessa quantidade de proteína, pensar que um prato com uma colher de azeite de oliva, com uma quantidade de carne e com vários vegetais, ele não é um prato, você é Pessoa 1 todo ele, ele é um prato com restrição de carboidrato exclusivamente. Seria loucarbe. Seria loucarbe. E a restrição exclusiva. Isso é uma coisa super importante. A restrição exclusiva de carboidrato. Sem colocar corpo cetônico, sem aumentar essa substância na corrente sanguínea, não tem benefícios como esses que eu falei sobre a massa muscular. Porque o que vai melhorar assim, se proteica, é a presença dos corpocetônicos. E como que monitora isso? Tu diz da gente fazer a testagem? Isso se está fazendo corpo cetônico, porque se o cérebro não receber o corpo cetônico, não receber a glicose, ele vai buscar um ácido -gracho disponível, que vai acabar sendo a baína de melina, que é tudo que a gente não quer, e que é a estratégia que o cérebro encontra se a mulher mantém a dieta normal, ver quem carboidrato durante essa fase. A gente sabe que algumas mulheres vai ser a via metabólica do ácido -gracho, da baína da melina, e a gente vai ver, nos depois, aqueles sinais de desmelinização na ressonância, na espalhagem magnética, que muitas vezes Pessoa 1 a gente não vai saber explicar. Ah, porque, né? Vai atrás de uma doença neurimune, não encontra nada, e aí o profissional fala assim, ah, é um achado. Mas a gente sabe que houve esse consumo, e isso traz consequências aí para a transmissão neural. Gente, a primeira coisa, Pessoa 1 eu acho que, sim, existem fitas para medir com o arpicetônico, existem marcanelas, fitas para comprar desinformar, enfim. Mas na prática, a gente, tá? Vamos pensar em sinais e sintomas. A gente, eu ouço isso diariamente, de sexta -feira, até, de uma próxima, dia. E, eu passo o dia com fome, o passar o dia com fome me mostra muito a roda do carboidrato, né? Que é, que coulir de saciedade, né? Gere bastante, produz em sulina, cai rapidamente, tem fome de novo. Então, o primeiro sinal e sintoma é que, quando você organiza a quantidade de gordura do proteína da dieta, é o que a fome come. O paciente se sente desassemediato, né, Gê? Porque, de imediato, vai ter aquela abstinência, porque a gente sabe, a prisão é de ser a mulher consome grande quantidade de açucres, né? Ela vai ter aquele período de abstinência, porque o açúcar hoje, ele tá cada vez mais aí, sendo apontado como uma substância psicoativa e que causa dependência química, né? Pelo estímulo que faz na região do cérebro a mesma coisa com os farinaços, né? Com seus receptores opióides, não sério. E aí tem a questão da flexibilidade. Pessoa 1 O paciente vai ter bastante papo cetônico. Às vezes em 24, às vezes em 48, às vezes em uma semana. Uma semana. E quais seriam esses sintomas? Pessoa 1 Porque muitas vezes eles são desconfortáveis e também muitas pessoas desistem e falam assim, ah, isso não é pra mim, né? O álito, né? O álito mais... tô gênero, então, um álito mais forte, é muito comum quando a gente começa a produzir corpo cetônico, tá? Uma outra situação quando a gente começa a produzir corpo cetônico, é um nível de agitação maior, tá? Então, a pessoa fica mais agitada, ela fica mais ativa, ela começa a ter mais energia, porque ela encontra... Então, olha só, Pessoa 2 né? Pessoa 1 A gente tá... porque assim, quando a gente propõe essa nossa estratégia, Pessoa 1 a gente não tá focando... ou emagrecimento, Pessoa 1 a gente tá focando a flexibilidade metabólica e melhora os sintomas neuropsychiátricos. E aí, em vez de melhorar, eu ficar mais calma, Pessoa 1 eu fico mais agitada. Isso também é um ponto que muitas vezes o profissional pode achar que não tá funcionando e a paciente também que não serve pra ela, correto? Correto. E aí, eu acho que é super importante isso, mas existe uma questão da adaptação. O corpo, ele vai se adaptar. Só que aí, a história de ter a mão pra fazer isso, né? É a gente segurar na mão do paciente e mostrar que boa parte desses sintomas, eles vão ser iniciais. E que quando você, depois, o corpo entende como é que vai ser a forma de se utilizar a energia nova, a Pessoa 2 forma, Pessoa 1 o novo formato de utilização de energia. E aí, tem uma contrapartida em relação a isso que você disse que é uma coisa super importante. Eu tenho muitas mulheres que me fecham frequentemente da fadiga. Aí eu vim pra emagrecer, mas eu estou completamente sem energia. E aí, elas começam a fazer dieta, existe para aumentar a ansiedade inicial ali, Pessoa 1 que se compuso com ansiedade e agitação. E aí, depois, elas me dizem, eu não tinha essa energia há dez anos. Eu não tinha energia há muito tempo, né? Então, existe até o corpo encontrar, encontrar a chave do calabouco. Isso. Ele precisa de uma reação. E está tudo certo. Pode ter um pouco mais dor de cabeça especial, né? Pode ter um pouco mais Pessoa 1 de alito, mais forte. Sintomas grifais, né? Parece que a pessoa está com mais coriza, mais... Isso, que a gente chama, né? Que a gripe cetogênica a Pessoa 1 pessoa fica completamente... Mas todas essas questões, isso que eu acho super importante, elas são uma adaptação. Pessoa 1 A questão é que hoje, muita gente procura essa resposta imediata. Pessoa 2 Então, Pessoa 1 ela quer emagrecer dois quilos por semana. Ela quer sentir bem -estar do começo ao fim, né? Então, Pessoa 2 assim, Pessoa 1 esse desconforto dessa mudança do padrão alimentar já é uma obedição, muitas vezes, né? Quando a gente propõe uma alternativa mais natural para ter a melhora dos sintomas. Principalmente a fadiga, a névoa cerebral, a insônia, o cansaço, né? É, e aí, quando a gente começa a reparar, assim, na topa, e eu acho que aí a minha fala aqui sobre os profissionais, Pessoa 1 a gente tem que ter a tranquilidade e a segurança de que isso é um processo e que a gente tem que já botar um monte desses sintomas. Pessoa 1 A gente tem que continuar paninando, né? Na gripe cetogênica, Pessoa 1 por exemplo, a sensação que parece que o corpo está superpesado e tal. A gente tem a utilização do caldo de ossos, né? A gente tem como ir fazendo alguns ajustes finos. Só que o grande, grande questão que a gente observa diariamente para a gente, é essa melhorada Pessoa 2 de que Pessoa 1 depois que o paciente se pede para o pósito, dá que ser um sinal, eu brinco. A questão cerebral. Cerebral, tá? Está falhando, às vezes, um pouquinho, que eu sei que a tua internet aí, tá? Tá. É a questão cerebral. Que é importante ressaltar, ainda bem associado a um processo de redução de gordura fantástico. Eu vou abrir os comentários, tá? Tá. Pronto. Deixa eu ver se tem mais alguma pergunta aqui. Pessoa 2 Ah, Pessoa 1 estou perguntando, por que que a insulina e Pessoa 1 a resistência insulina aumenta no climatério sem mudar a alimentação de... Porque um dos reflexos, justamente, a gente desconectou as coisas, Pessoa 2 né, Pessoa 1 Adri? A gente achou que o pâncreas ele trabalha sozinho, mas a gente esquece que o estrogênio tem um efeito importante também no metabolismo da glicose. Então, quando a gente começa a Pessoa 1 ter alterações de sobe e desce dos hormônios sexuais, a gente vai ter um aumento na resistência insulínica. Eu vi um artigo que esses dias até tu me mandaste, que era o artigo sobre a esterectomia, né? É, a esterectomia, cada vez mais. Eu comecei a estudar muita essa questão metabólica. Quando eu fiz a minha cirurgia, né? Aos 44 anos, eu fui fazer uma cirurgia de esterectomia. Sendo que aos 40, eu comecei a ter empolgissemia de rebote. Eu ia treinar, tomava a gaito -rade e um desses dias eu tive um apagão em cima da bicicleta. Por sorte, eu não caí. E aí eu fui atrás e aí um médico do esporte explicou que começa a ter essa questão da resistência insulínica e aí você toma um alimento rica em carboidrato, você pode ter esse rebote, fazer uma empolgissemia. Então, eu já tinha tirado açúcar lá atrás por conta desses treinos. Quando eu fui fazer a cirurgia da esterectomia, fui entender o que poderia acontecer e eu vi que já tinha estudos mostrando que o risco aí de resistência insulina e até levando a diabetes. E parece que cada vez mais está se trazendo essa questão para as mulheres que tiram o útero e não tiram os ovários. Pessoa 2 Então, Pessoa 1 se a mulher tira o útero e o ovário, ela vai para a menopausa cirúrgica. Se ela só tira o útero, ela vai, possivelmente, para uma resistência insulina. Eu não observei isso de imediato, muito pelo contrário. Eu tive um bem -estar, eu nunca mais fiquei anêmica, então meus treinos intensificaram. Mas eu percebi que quando eu reduzir o treino veio com forte intensidade e aí que eu comecei para esse perfil de dieta cetogênica, principalmente mais palio, porque aí veio toda a descoberta da doença seria e cada estamina. Então, todas as alterações também do intestino que acabam acontecendo nessa fase também. Isso é uma coisa importante. O Dr. Carlos colocou ali uma condição de insulina depois de 40 dias completamente para o de usar insulina. E é uma coisa que acontece, né? Falar nessa remissão e falar nessa melhora da diabetes não é algo a curto não. Isso acontece, de fato. A doença Pessoa 1 diabetes é a doença do excesso de produção de insulina. Principalmente nas mulheres que acabam ganhando muito peso. A gente vê isso ano a ano, Pessoa 2 né? Pessoa 1 A gente vai sinalizando. Olha, Pessoa 1 a gente precisa melhorar essa questão alimentar, porque a sua glicemia já está acima de 100. Aí elas voltam meses depois, está 110, 100 e vim. Eu vi várias, assim, várias. E aí chega 60 anos de estão diabéticas, às vezes até antes, hoje em dia. Tem colesterol LDL, por isso quase não como gordura. É, Carina, isso é uma coisa importante que também foi. A gordura foi prostituída e hoje a gente tem bastante antípicos mostrando que a grande questão não é o consumo de gordura. É a resistência insulina fazendo alteração do perfil hipídico. E mais, acho que é muito importante. Quando a gente fala em gordura, que pode alterar o perfil hipídico, é a gente está falando daquela gordura trans, a gordura que a indústria coloca para os alimentos ficarem crocantes, para os Pessoa 1 alimentos ficarem viciantes, para os alimentos ficarem com conservação, Pessoa 1 com tempo de pregureira. A gente não está falando da gordura da carne, a gente não está falando da gordura do abacate, da gordura do coco. Então isso, porque quando a gente baixa a gordura, isso não é muito importante, Pessoa 2 né, Pessoa 1 Adria? A gente baixa a gordura lá embaixo, coloca lá embaixo e coloca do caramelo. Exato. Você tem que ter uma fonte de energia. Você tem que Pessoa 1 ter uma fonte de energia, né. E as pessoas pensam quando está falando de gordura animal, que vai comer, né, que toda aquela gordura amarela, né, as pessoas já associam muito isso, porque o medo foi tão grande que colocaram essa imagem, né, gente. Isso. E aí a gente tem que também ver, porque assim, falando de intestino um pouquinho, que eu já nem entrei na... Pois é, a gente nem isso, porque não dá tempo. Não dá tempo, por isso que a gente vai fazer a nossa aula lá. Mas quando a gente fala sobre saúde intestinal e dieta cetogênica com gorduras adequadas, ela é super adequada. O que faz mal para o nosso intestino é essa combinação dessa gordura trans, essa gordura da indústria, associado a alimentos riquíssimos em carbidrato e carbidrato refinado, que vai fazer um processo inflamatório e todas as itis que vocês percebem, colite, todas essas funções doenças intestinais inflamatórias estão associadas a esse consumo ocidental, que aí é muito longe de tudo que a gente está falando, a Adry falou em dieta pálio. A gente tem a dieta pálio, a gente tem a primal, Pessoa 1 a gente tem vários tipos de dieta. Tem várias, hoje deste. Tem a própria dieta do mediterrâneo também, é uma estratégia nutricional que está comprovada e também que reduz a neuroinflamação, que é muito utilizada na mulher no climatério e no pós -menopausa. São várias as estratégias, por isso que é importante. Eu gosto da fracasca, Pessoa 1 que somente conhece o meu toucante, a sua liberdade. Quando você conhece a estratégia e você desvincula que fazer dieta e frango como eu faço, e começa a trabalhar extremamente com os percentuais estratégia, com os alimentos adequados, isso vai fazer diferença realmente. E para ganhar massa magra, Pessoa 2 né, Pessoa 1 músculo e frango com batata doce. É, e o que eu tego hoje de Adry, é muito comum. Semana passada ainda peguei mais gente fazendo dieta, enfim, com o barbio, o derytal, e aí ela tinha exames normais e depois da dieta, seis meses de dieta, ela se tornou de aberto. Não, eles têm vários problemas metabólicos. Quem ganhou massa muscular, porque quando a resistência em surina não consegue ganhar massa muscular, e ainda brinquei de lambuja, Pessoa 1 a gente ainda ganhou uma diabetes para a gente reverter agora, porque a gente não Pessoa 1 tem certeza de que Pessoa 1 ela está modulando. O Carlos está falando, e o Popóta Monão come gordura e é gordo, né? Eu acho que é Pessoa 1 importante a gente falar dessa questão do pessoal que trabalha com hipertrofia para a competição, porque eles têm várias alterações metabólicas, né, eles acabam fazendo uma dieta, tem fases, né, a preparação para a competição tem fases, tem a fase aí do bulking, né, quando eles estão ganhando, e a fase do cutting, quando eles estão se enxugando, né, para ir para a competição, e que isso traz consequências metabólicas, inclusive, transtornos alimentares para esses profissionais, né, Díngue? É, e aí a gente está falando de uma dieta para mulheres, né, não estou falando para profissionais da... É, mas é que as pessoas associam, né, então quando a gente vai falar de ganho de massa, perda de gordura, todo mundo traz isso, né, traz as falas dos nutricionistas que trabalham com esse músico, né, e Pessoa 1 aí tem essas questões polêmicas da margarina, da manteiga, da proteína, do carboidrato, mas são nutricionistas que trabalham com hipertrofia muscular para a toeta de bodybuilder, né, a gente está falando aqui de mulher no climatério com sintomas neuropsychiátricos, e já com quadro de resistência insulina, com gordura abdominal, algumas hipertensas com colesterol alto já tem o síndrome metabólica, porque nos transtornos psiquiátricos é comum essa comorbidade, né, do transtorno de humor, por exemplo, na mulher, e a síndrome metabólica, por exemplo, que os medicamentos, claro, acabam gravando porque eles trazem também essas consequências. E aí essa mulher pega essa dieta e tem um treino muitas vezes... Ah, tem um treino que a gente brinca que é uma fisioterapia em comparação ao que esses atletas fazem, né, e aí, claro, vai ter as consequências, mas eu vejo muito isso, né, o nutricionismo, as pessoas trazerem essas falas do nutricionista, eu sei porque eu recebo muito no meu direct, aí quando eu vou ver é aquele nutricionista que prepara a atleta do bodybuilder. É, e isso é importante, a gente... É importante falar, né, quando eu peguei essa paciência e acabou se tornando diabética, mas ele é ótimo, ele venceu e tal de cíne, mas da onde, né, quando é que ele fez algo que é para você que está em transição, que já tem quedas hormonais, e que não vai ser uma competição de bodybuilder, não é para você, né, não é... Ou o nutricionista que trabalha com atleta, Pessoa 1 por exemplo, triatleta, porque as pessoas esquecem que o esportista de alto rendimento, ele tem um corpo inflamado, Pessoa 1 ele tem um corpo que está sempre em catabolismo, Pessoa 1 um corpo que está sempre com alto estresse oxidativo, não é necessariamente um corpo saudável enquanto ele está nesse processo de competição, né, gente? Exato, e ele produz muito mais gás liga, a gente tem essa série de precisas mostrando por isso que muitas vezes a indicação de suplementação, de recovery, né, Pessoa 1 de carbohidrato entre a gente... E aí as pessoas trazem isso para a realidade da mulher 40 mais, que ela só quer ter um pouquinho mais de saúde. Acho que tem mais perguntas ali. Pessoa 1 Tem perguntas aqui. Pessoa 1 Como controlar o colesterol com dieta cetogênica, ou não tem problema o colesterol ir para 220? A gente sabe, né, pessoal, tem a chádria também, tem o fly -vent, as cardiologistas, Pessoa 1 e o colesterol não é um marcador hoje, das doenças cardio -metabólicas, então a gente tem que fazer uma avaliação mais completa, o colesterol de forma isolada, ele não é o problema, a gente tem outros marcadores de inflamação, como feirina, com asturico, vibrinozine, homocysteína, então a gente tem que, né, a medicina evoluiu tanto, a medicina funcional evoluiu tanto, a noção evoluiu tanto, a gente não pode ficar só com aqueles velhos marcadores lá da década de 80, o colesterol tem C, 190, 170, né, isso é muito importante, Pessoa 1 a gente tem que abrir também esse leque e ver de que forma esse colesterol é um fator de risco, né. Vamos aqui, nesse caminhar, deixa eu xer, nesse caminhar de mudança, como o manejo da ar desejo por doce, além de comer coco, Pessoa 2 chocolate, Pessoa 1 70%, vale sobremesa com a doçante loucarme? Gente, que boa essa pergunta Rita, eu acho que essa vida das doces loucargo eu sempre penso pros pacientes assim, sai de perto, não se luda, pare de comer receitas e passe comer apimentos, tá. Tudo que tiver mais de quatro ingredientes do vidi, isso vai subir sua glicose insulina. A gente sabe que os adoçantes, principalmente certificantes, tem um efeito também muito, muito, muito deletério lá na nossa microbiota intestinal, podendo ter um reflexo na nossa glicose, na nossa insulina, tá. Isso é uma coisa importante. Então, a doçante não é, não é pra ser usado pra resolver vontade de comer doce. Eu falei aqui no início, a roda do carbohidrato, os up and downs, né, do carbidrato, come, aí a gente resolve o problema imediato, depois duas horas, a gente quer matar alguém se a gente não comer de novo. Essa é a roda do carbidrato. É óbvio que as preferências alimentares, elas não vão mudar, mas a partir do momento, você entende que essa roda do carbidrato exige uma modulação hormonal causada pela ingestão dele, você vai conseguir ter a clareza que a vontade que você tem também vai reduzir. Pessoa 2 A Pessoa 1 questão é, muitas vezes, você constrói o hábito em cima da sua vontade, então você tem em casa os alimentos pra você comer, né. Você já compra, aquela primeira loucabe, você já compra o doce, você já compra o chocolate, você sai da mesa, você nem se deu conta se você tá com vontade ou não, mas você tem ali. É, até porque o seu cérebro se habitua a essa estimulação, do centro regulador do prazer, nessa busca da dopamina, que a gente fala que é a dopamina barata, e claro que isso é fogaz quando a gente trabalha com esses receptores opióides, um cérebro do prazer, o doce, o farinácio, ele dá aquela sensação até eu forizante, mas daqui a pouco passa, a insulina aumentou, e é importante lembrar que na mulher, nessa transição, a gente tem aumento da leptina, então ela se torna também resistente, e ela não dá a sensação de saciedade, né, e aí vai acontecendo isso. Tem mais uma pergunta, a nevoa mental melhora após a correção com dieta? Ah, do que que tu tem visto nas pacientes? Que melhora, que melhora, muito, muito. A live vai ficar gravada. O que fazer se tiver dificuldade de metabolizar a proteína? Uma das coisas que a gente tem que falar, essa pergunta é ótima, quanto menos a gente consome a proteína, e existe uma experiência, Pessoa 2 né, Pessoa 1 a gente começa a ter muito nessa questão, a Eicadri falou da dopamina, Pessoa 1 a gente começa a querer alimento, só gostosinho, quentinho, um abraço de mãe, né, então a gente quer tudo, quase mastigado também, Pessoa 1 a gente quer tudo molinho, até a consistência, tudo cremosinho, mingauzinho, até tudo diminutivo, a gente começa a usar, então quanto menos você consome proteína, quanto menos você consome carne, menor vai ser a sua tolerância ao longo do tempo, tá? Então, existe, às vezes, métodos auxiliares, que são as melhores das enzimas digestivas, melhora do processo digestivo como um todo, tá? Quando a gente consome muito pouca carne, tem uma tendência bastante abertuosa, e diminui também a nossa faturinha príncipe, que é também responsável pelo processo de digestão das proteínas, e também que o efeito rebote. Vocês podem ver uma coisa que acontece muito em idoso, Pessoa 2 né, Pessoa 1 as pessoas falam de comer carne, caçam a tomar um cafezinho final de tarde com pãozinho, e depois começam a dizer que não consigo mais comer carne, minha querida, não consigo mais comer carne. Isso. Mas o que acontece, não consigo mais comer carne, tá? Pávia, tá interrompido, porque a Jismore, em Porto Alegre, a gente tá, né, fazendo de tudo para ela retomar as lives, então assim, tá um pouquinho cortado, mas é porque lá, infelizmente, a gente tá passando por todas essas alterações, a energia elétrica, a instabilidade do sinal da internet. Tá, acho que... Tá me ouvindo, André? Então dá pra ouvir, aquele tá um pouquinho mais difícil, mas a gente sabe que tá complicado aí, né, Jismore? A gente tem que fazer também um esforçozinho para ter um pouquinho de flexibilidade, né? Tá, coisa que tá um pouco cenário de guerra. Mas vamos lá. Então assim, voltando, tá? Essa questão da digestão. Quando a gente entra em clima tênis, a gente tem a resistência insulina e uma diminuição de enzimas digestivas. Isso já tá bem importante. Quanto menos eu consumo proteína, e aí entram hábitos que são importantes a gente pensar. A ingestão de muitos livros junto com a refeição. Uma refeição feita diante de muitos outros estímulos, né? O estado de presença em relação à comida, eu acho que é muito importante. A mastigação é algo super importante. A liberatação é super importante, porque, gente, tomar água é algo que a gente precisa estar estimulando constantemente. Porque todos os nossos fluidos, secreções, a moçena do ingênuo dependem de um corpo hidratado, tá? Então, às vezes, só essa questão da digestão já melhora o processo digestivo. E quando necessário, usar algumas enzimas digestivas que são importantes nesse nosso processo aí, do nosso envelhecimento natural, que, às vezes, a gente pode estar também fazendo utilização. Tem uma perguntinha aqui. É vale usar remédio que ajude a reduzir o apetite nesse primeiro momento até conseguir fazer a reeducação alimentar? O que é que tu achas? Então, pode ser uma faca de dois gomes, né? Tem que ser muito, muito, mas muito bem avaliado. A gente acaba usando mais naqueles quadros que a gente tem, um diagnóstico aí fechado de compulsão alimentar, lembrando que a gente tem que diferenciar da impulsividade alimentar, da compulsão alimentar e das questões emocionais que levam ao comer transtornado. Porque senão o Pessoa 1 que acontece? Pessoa 1 A gente entra com a medicação, mas é uma estratégia artificial que quando você parar de usar a medicação, você vai ter um rebote dela, você vai comer muito mais também, mesmo tendo a reeducação. É o que eu vejo. Eu já vi muita gente passar por um processo de alimentação, de adequação e perder quando assustem sua medicação. É, eu acho que, assim, meu ponto de vista é respeito disso. Se você fizer o uso da medicação e não mudar o hábito, a gente sabe que 95 % do tratamento seja na centrima metabólica, seja nessa alteração do metabolismo da glicose, seja em obesidade, é hábito. E mudando o hábito, porque eu já vi pessoas mesmo mudando o hábito, não conseguir sustentar depois que retira o remédio. Isso, isso. Pessoa 2 Então, Pessoa 1 assim, ela é individual, a gente não está aqui nem para dizer que sim, nem que não, Pessoa 1 a gente nem com a medicação. Só que eu acho que também o que aconteceu, que a gente viu, que foi um fenômeno que eu Pessoa 2 vi, Pessoa 1 o uso aí das canetas, do modo geral, e a população não estando mais magra. Muito pelo contrário, os picos de aumento de obesidade são... Então, eu estou a que eles estão propondo o uso contínuo das canetas, trabalhando a obesidade como uma doença que não tem pura, justificando esse uso contínuo. Principalmente agora o novo que está chegando aí ao mercado, que o pessoal já está trazendo de fora, e a gente está vendo aí nos stories bastante aparecer aí, as pessoas conseguindo emagrecer 4 quilos por mês, 8 quilos por mês, porque vem a promessa dela substituir a cirurgia bariátrica. E aí, Pessoa 1 a gente tem que pensar em duas coisas que Pessoa 1 eu gosto de falar para os pacientes. Pessoa 1 O quanto custa, e o quanto vale o seu emagrecimento. A medicação, eu não estou falando nem de valor de dinheiro, mas o uso da medicação, associado a hábitos que te mantêm em massa muscular para melhorar a metabactoma mental. Asociado a hábitos que melhorem a tua escolha alimentar, pode ser uma grande opção, mas se você não mudar o resto, o entorno, eu não tiro no pé. As canetas, elas estão sendo estudadas, inclusive para tratamento psiquiátrico, por conta dos receptores de LPU, que tem aí na área da acognição, na memória das emoções. Eles falam que tem uma pior inicial e uma melhor, mas o que a gente vê e nos preocupa muito é a sarcopenia que acompanha esse emagrecimento com as canetas, e nós sabemos a importância da massa muscular para o cérebro da mulher, principalmente aquelas que são 50, 60 e 70 mais. A Ana falou uma coisa super importante. Pessoa 1 A aula maravilhosa, obrigado. Peguei uma paciente encaminhada pelo endócrino com os jusempíquis que esqueceu de seus efeitos colaterais e de Pessoa 1 uso contínuo. E de uso contínuo mesmo assim. A própria sociedade brasileira de endocrinologia está preconizando e abeso com o seu presidente. Ele fala diariamente o quanto que a obesidade é uma doença crônica e incurável, e que justifica o tratamento contínuo com esse tipo de medicação, que nós temos que serem páticos de entender que é uma doença. Isso está levando a esse tipo de prescrição, porque é esse generaliza para toda a população. Pessoa 1 E aí a gente vê muitas vezes que a pessoa não quer sentir o desconforto, e ela acredita que usando medicamento inicial ela não vai passar por esse desconforto. É o que a gente vê muito no dependente químico, ele também não quer ter um desconforto na hora da desintoxicação. Só que o cérebro vai sentir essa falta em algum momento, na hora que tira o remédio, vai vir o desconforto. Então é uma questão se vai se sentir antes ou depois. Exato. A Denise colocou o melhor remédio, Pessoa 1 a decisão de fazer diferente para ter novos resultados. A Denise é uma paciente minha lá da mentoria. Falar sobre a chupatia, sercopenia... Esse é um tema que nos é também muito caro, porque a gente sabe a importância da massa muscular na flexibilidade metabólica, na proteção óssea, na proteção cerebral também, principalmente na mulher 60 e 70 mais. E nos preocupa hoje, as mulheres chegarem aos 40, 50, sarcopênicas e com oceopenia. E que necessariamente as sarcopênicas com oceopenia vão ter resistência na menina, no momento da vida, porque é uma venda casada. A gente não tem uso, quem é o melhor metabolizador de glicose no corpo da gente e quem vai fazer a manutenção do nosso peso é a nossa massa muscular ao longo da vida. E aí, Guri, Pessoa 1 é isso que eu falo quanto custa e quanto vale. Se o teu emagrecimento está valendo a sua massa muscular, ele está muito caro para você. Porque a recuperação, principalmente falando em mulheres 40 mais, dessa massa muscular é algo trabalhoso. Ele não pode, não pode perder o tecido nobre que você tem. O tecido nobre que vai fazer a sustentação para a vida. Aí a gente vê aqueles protocolos mágicos, que acabam colocando também o anabolizante, junto com todo aquele pacote da caneta, da medicação para reduzir o apetite, que é a lisexamfetamina, da caneta, que é o ocei pique, que agora está sendo substituída pelo monjaro, e mais ainda o uso do hormônio anabolizante. E aí a gente pega a mulher, aí ela consegue o resultado e aí a nossa pergunta, o quanto que isso vai conseguir ser sustentável a longo prazo. Porque a mulher, quando ela entra nesse portal dos 40 anos, ela tem que entender que ela vai ter que modificar o seu estilo de vida e vai ser a partir daí para sempre. É, Gigi. E muito provavelmente ela vai viver mais tempo, se ela for um jogo. É, ela viveu a lente, inclusive. A Arazu pode ensinar a beber água. A gente coloca no corpo e bebe, não tem gurias, não vamos... Anda com a garrafinha, anda com uma garrafinha sempre perto, com a quantidade, com a embrete no celular para ele disparar para você tomar um condense bastante difícil mesmo. É, a sensação de água, na verdade, muitas vezes a fome, ela é sede. Só que a gente desconhece o sensação sede, a gente não está acostumado, Pessoa 1 a gente não consegue fazer essa identificação. Então a gente antecipa, começa o dia tomando água, por favor, começa o dia... A Pessoa 1 gente tira aquele resíduo da língua. Toma um copão de água para começar a mostrar para o corpo que ele vai ter um bom dia. Isso. E fazer essa destoxificação, a base da medicina funcional, ela é o que? A correção da deficiência nutricional, então tem a ver com a alimentação, porque ela é hipocrática no sentido que o alimento, Pessoa 1 ou seja, Pessoa 1 o remédio, o remédio seja o alimento. O segundo degrau, são as vias metabólicas de eliminação, a destoxificação. E o terceiro degrau, é o degrau da resistência insulina. Então assim, só fazendo esses três primeiros degraus, muita mulher vai ter muita saúde durante essa fase. Acho que a gente já bateu uma hora e nove... Pessoa 1 De quatro, né, de... Isso. Água com vinagre e limão. Eu vou dizer o que aconteceu comigo. Eu tive retração de gengiva, inclusive quem alertou isso, foi uma pacientinha dentista, que na consulta no observo, a primeira coisa que ela perguntou, você toma água com limão e jejum, eu falei, toma, ela faz, pois, pare. Aí quando eu fui na minha dentista, tomei aquela bronca básica, né? E a gente vê isso ser muito preconizado. A gente não pode esquecer que nessa fase do climatério, Pessoa 1 a gente já tem uma predisposição, retração gengiva, pelas alterações que estão acontecendo no nosso corpo, né, Jean? E as coisas de tudo ser para todo mundo. Shots serem para todas as pessoas. O uso constante disso. Só se usa isso todos os dias. Nada é para sempre, nada é para todo mundo. E a gente tem que ver que muitas vezes, o que o fulano posta lá dizendo, como sendo a oitava maravilha do mundo, não vai ser para o meu mesmo. Acho que as perguntas a gente respondeu. A gente esqueceu. Só a Arazua, que há quem fala que é fora das refeições, beber aos bolinhos, muita água para tampar o tempo. Gente, essa coisa, a gente começa a complicar o simples. A água é botar no corpo e beber, não precisa ser. Ai, você tem que tomar assim, tem que tomar assado. Pessoa 1 A gente tem que Pessoa 2 beber. Pessoa 1 A gente começa a querer fazer protocolo até digestão de água. Não, é beber água. O que eu acho importante, a gente estabelecer, que existe uma quantidade, 30 a Pessoa 1 35 mA por quilo de peso. E quando eu tenho paciente com constipação, é muito comum a gente precisar aumentar essa ingestão até 40 a 45 mA por quilo de peso. Então, vê o seu peso hoje, vezes 35 e é sua ingestão. Bom, agradecer, acho que vamos encerrar, a agradecer a audiência, agradecer a Pessoa 1 todas as pessoas que estiveram aqui com nós, porque nesse domingo de amanhã, a gente tem um recado para dar, Pessoa 1 que é super importante. Tudo isso que a gente vem falando, já virou um podcast, e vai virar agora, a gente vai ter uma aula para profissionais. A gente, na prática, na pele, sentiu a necessidade de adequar inclusive os nossos conhecimentos para atender essa mulher para aumentar mais. Eu sempre brinco, né? Que quando eu toco água aqui, quando bateu água nos glúteos, eu fui estudar sobre isso, né? Quando eu entrei no meu climatério, eu vi que as coisas que eu fazia antes não serviam para faz que eu estava agora. Então, assim, baseado em tudo isso que a gente traz, em toda essa reprogramação metabólica da mulher 40 a mais, a gente montou um grupo de WhatsApp, que eu vou deixar nos meus ministros de historias e adres, já deixou lá. Vocês podem acessar esse grupo, Pessoa 1 a gente tem largado várias informações. A aula vale ressaltar, são epa -profissionais da saúde, vai ser linguagem técnica. Nós não vamos ensinar ninguém a aplicar isso em si. É uma aula para a gente trazer os conceitos, como que é o nosso raciocínio clínico, baseado numa estratégia para montar as nossas prescrições. Então, é para profissionais da saúde. Então, vai ser no dia 15 de junho, a gente vai dar mais informações, mas quem quer fazer parte desse grupo, pode botar aqui no meu direct, eu quero, eu mando depois o link do grupo, e hoje a gente está abrindo as inscrições para essa aula, que vão ser quatro horas de aula. E a gente vai ter também depois para tirar as dúvidas. Isso, é isso. Pessoa 1 Para quem estiver participando, posso tirar as dúvidas também, para que a gente possa capacitar cada vez mais profissionais para ajudar mais mulheres, transitando pelo climatério com sintomas neuropsychiátricos, muitas vezes de difícil manejo. E a gente falar sobre esse conceito profundo de psiquiatria nutricional, que é exatamente metabólica. Etmetabólica. Etmetabólica, exatamente. Que é tão importante que a gente reveja para conseguir transformar de fato os tratamentos das nossas pacientes. Pessoa 1 É que a gente trouxe só, uma hora, Pessoa 1 a gente trouxe só algumas coisas para vocês, mas eu acho que faz toda a diferença, das quatro horas a gente quer mostrar, elucidar, para realmente transformar. Então, quem quer, Pessoa 1 eu vou colocar aqui nos meus histórias para entrar no grupo, acho que já cá nos dá. Entra no grupo e lá a gente vai passar as informações. E às 10 horas eu vou estar abrindo as inscrições lá no grupo, para quem está no grupo, os profissionais que estão no grupo. Obrigada, eu sei que você tem passado para uma fase bastante difícil, a gente está tendo algumas instabilidades técnicas, eu queria muito agradecer de você aceitar e o meu convite de Pessoa 1 a gente começar a ensinar os profissionais acerca da nossa metodologia de trabalho. Nós estamos juntas já há um bom tempo, acompanhando várias mulheres. Eu queria te agradecer muito e força nessa situação que você está vivendo. E eu, a Adri, aproveito, já te agradeço publicamente e o carinho da atenção. E tem sido muito importante essa retomada, Pessoa 1 tem sido muito importante a gente estar passando, quem não sabe, eu sou aqui de Porto Alegre, Pessoa 1 a cidade da... o estado da enchente na cidade. Mas é importante a gente tomar as forças, retomar o autocuidado, as nossas doenças de base, elas não somem mesmo no meio da enchente. Então a gente precisa voltar a se cuidar e a continuar se cuidando, até porque vai, principalmente, precisar ajudar muito. Então em prol de saúde, em prol de autocuidado, te agradeço, carinho, te agradeço. Levanta, vamos. Vamos, porque o estado vai precisar de pessoas trabalhando, gerando riqueza para poder ser reconstruído. Conselho. Então é sem culpa, com muita motivação, para poder superar, infelizmente, toda essa situação caótica que hoje se instalou nesse estado, tão lindo que eu gosto tanto. E gente, peço as culpas, Pessoa 1 a estabilidade, eu estou no constório, nem fiz de casa, porque em casa já estava com a entidade pior ainda, então eu vim até o constório, o Pessoa 1 que é que pera? Então algumas coisas técnicas podem ter acontecido, Pessoa 1 mas vamos lá, Pessoa 1 a gente vai recuperar, Pessoa 1 vai reconstruir, e vamos juntas. Adri, carinho, obrigada pela sua... Beijo, gente. E vai ficar gravado, eu também vou baixar lá no nosso podcast, lá no Spotify, para você ouvir da onde você estiver. Um beijo grande e um ótimo lingo. Beijo, gente. Beijo.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A menopausa e o climatério trazem alterações metabólicas e neuropsiquiátricas, como ganho de gordura abdominal, declínio cognitivo, alterações de humor e fadiga.
  2. É necessária uma abordagem integrada (nutrição e psiquiatria) para tratar a mulher de forma holística, superando a visão fragmentada que isolava questões hormonais e de peso.
  3. Estratégias nutricionais com redução de carboidratos, como a dieta cetogênica, podem melhorar a flexibilidade metabólica, reduzir inflamação e sintomas depressivos, mas requerem supervisão profissional individualizada.
  4. A gordura dietética é essencial para a produção de corpos cetônicos, que protegem a massa muscular e melhoram a saúde cerebral, desafiando o medo cultural de consumir gorduras.
  5. O cérebro é um órgão metabólico; o declínio no metabolismo da glicose a partir dos 40 anos é um marcador biológico central que conecta sintomas cognitivos e emocionais.

Summary:

A live discute a programação metabólica na menopausa, enfatizando a necessidade de uma abordagem integrada entre nutrição e psiquiatria para a saúde da mulher após os 40 anos. As alterações hormonais do climatério causam sintomas como ganho de gordura abdominal (mesmo sem mudanças na dieta ou exercício), declínio cognitivo, alterações de humor, fadiga e distúrbios do sono. Os participantes criticam abordagens tradicionais focadas apenas em restrição calórica ou hormônios isoladamente, defendendo um olhar holístico.

Estratégias nutricionais com redução de carboidratos, como a dieta cetogênica, são apresentadas como ferramentas para melhorar a flexibilidade metabólica, reduzir inflamação, aliviar sintomas depressivos e proteger a massa muscular, graças à produção de corpos cetônicos a partir da gordura dietética. Ressalta-se que essas estratégias não são universais, exigem supervisão profissional e visam reposicionar a gordura como nutriente essencial, desconstruindo mitos alimentares. O cérebro é entendido como um órgão metabólico, cujo declínio no uso da glicose explica a conexão entre sintomas cognitivos e emocionais nessa fase.

FAQs

É o estudo das alterações metabólicas que ocorrem no climatério/menopausa, focando em ajustes para melhorar seu impacto no cérebro e na saúde geral da mulher após os 40 anos.

Os primeiros sintomas são neuropsiquiátricos: sono leve, lapsos de memória, irritabilidade com ruídos, tristeza, fadiga e redistribuição da gordura corporal mesmo sem mudanças na dieta ou exercício.

Porque trata a mulher de forma holística, conectando saúde metabólica e cerebral, melhorando sintomas como depressão e fadiga, indo além do foco isolado em peso ou hormônios.

Porque não melhora o estado metabólico nem produz corpos cetônicos, essenciais para a flexibilidade metabólica e saúde cerebral. Estratégias como a dieta cetogênica, com ajuste de macronutrientes, são mais eficazes.

São moléculas produzidas a partir da gordura que servem como combustível alternativo ao cérebro, reduzem inflamação, preservam massa muscular e melhoram sintomas como depressão quando a glicose não é bem utilizada.

A gordura é necessária para produzir corpos cetônicos, reduzir inflamação e preservar massa muscular. O medo da gordura, baseado em pirâmides alimentares antigas, pode prejudicar a saúde metabólica e cerebral.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.