O anfitrião inicia o papo matinal, saudando os participantes e explicando que hoje será atípico, com foco na teoria das três pessoas da personalidade, ministrada por Diego, seu amigo de longa data. Diego, que conhece o anfitrião desde o colégio naval, é apresentado como alguém que sempre se destacou por sua profundidade intelectual. Ele explica que sua abordagem se baseia na presença e na demora nas coisas, inspirando-se em Santo Ireneu de Lyon, Santo Agostinho e Euclides. Diego usa a metáfora do teatro para ilustrar a personalidade humana: o roteirista (quem planeja), o personagem (quem age no palco da vida) e o crítico (quem julga). Ele critica a especialização excessiva no mundo moderno, que leva as pessoas a mergulharem em detalhes sem antes compreender a totalidade, gerando intolerância. O anfitrião complementa, destacando a dificuldade com a espontaneidade, pois a construção de virtudes exige ações não espontâneas e esforço consciente para mudar o personagem. Diego enfatiza que, ao entender essa estrutura, é possível enxergar o mundo de forma mais clara, superando as limitações do crítico interior. A conversa termina com a reflexão de que a vida é uma obra que encenamos, e que a presença e a demora são essenciais para a transformação pessoal.
[Música] Bom dia, bom dia, bom dia. Tudo bem? [Música] E é apaziada. Bom dia. Bom dia, ouian, já chegando, tarea que Jair está sempre conosco aqui. O Zana, seja um bem-vindos todos ao papo matinal. Bom dia, os que estão chegando pela primeira vez também, né? Aqui, vamos ser a gente aqui, do perfil do Diego. Galera que marcou a. o Alarme. Então, seja um todos muito bem-vindos. Bom dia, o nosso papo matinal. Quase de Natal, né? [Risos] Bom dia, bom dia. Bom dia a todos que já estão aqui comigo, já permanecendo na presença um tempo. Bom dia, Patrícia, Bom dia, Raíça. Bom dia, Emerson. Seja muito bem-vindo, meu amigo. Espero que seja um momento agradável, nós estamos já no papo matinal 36. E que você possa, esse temperando aqui também, do papo matinal. Acho que bom, que bom. Sejam todos muito bem-vindos. Vamos só aguardar o Diego chegar, já entrei contato com ele aqui. Vamos só esperar ele chegar. Bom dia, ele vê tudo bem. Vamos ver aqui, se é. Deixa eu convidar aqui o Diego. Pra pôr o que ele ler. [Risos] E aí, pessoal, tudo bem? Preparação por Natal. Como vocês estão? Tudo tranquilo? Bom dia, Patrícia. Sua abenção. Sempre volta um par de padros com a gente, né? Se aí fazer diferença. Vamos ver aqui. Bem, enquanto Diego não chega, pessoal, de chão das boas vindas pra vocês aqui. O nosso papo matinal, o Diego já chegou já. Vamos esperar ele entrar, então a gente começa a falar aqui. E aí, Diego, sejam bem-vindos. E aí, Diego, vamos ver. Vamos ver se vai agora. Olha aí. Olha ele aí. Fala, meu irmão. Bom dia. Bom dia, Maria. Tudo bem? Bom dia. Todo mundo da cama, né, cara? Já é a salada. Já é a salada. Já é a manhã nem a hora. No dia que eu fui fazer a live com o Taric aqui. Já é a dança de senhora. É 7,5h, nem a hora, cara. Nem é dia ainda. Me senti até mal, cara, porque. Suja acordada bem cedo, né? Então eu olhei assim com o cara rica. 7,5h, quem consegui deixar aí seis filhos dormindo até 7,5h? Faz uma live aí pagando esse mistério. É isso aí, hein? E aí, meu irmão, tudo na paz? Tudo ótimo, não. Graças a Deus. Diego, deixa eu te ambientar. Eu acho que eu já falei com você antes aqui, mas deixa eu te ambientar o que é esse papo matinal que a gente faz. Portanto, as pessoas que estão chegando aqui na meu perfil, grande maioria aqui, obviamente, vejam só pessoas que te acompanham, né? Mas tem aqui um pessoal que já me acompanha o tempo, que já está aqui no papo matinal e já está acostumado. Hoje nosso papo matinal vai ser um pouco atípico. É óbvio que, assim, esperar um dos todos ansiosos aqui pela sua presença, nosso meio aqui. Muita gente que me acompanha, obviamente, que já acompanha também. E dentro aqui do perfil, apesar de nunca falar de uma forma muito explica, por exemplo, a personalidade humana entre as pessoas, a gente sempre se refere, né? Eu acho que é um língua já que todos nós, que somos todos os alunos de alguma forma, a gente não consegue mais desgrudar disso, né? De falar sobre um roteirista, sobre um personagem, sobre um crítico. Então hoje, a proposta do papo matinal é um pouco diferente. Uma com o matinal normalmente no dia a dia, ele dura 15 minutos, de 15 a 20 minutos. E ele é uma reflexão sobre algum tema. Com a ideia de um final dessa reflexão, a gente tem uma proposta prática para o dia. Então, por exemplo, se a gente vai falar sobre generosidade, e fala que um pouquinho, fundamento um pouquinho o tema, quando chega ali no final, mas ou menos no papo matinal, a gente sempre propõe alguma tarefa prática, uma espécie de desafio, que a pessoa possa chegar no dia, e realmente encarnar aquela realidade da generosidade. Hoje, não tem como ser assim, né? Eu escolhi o tema de propósito da personalidade humana de três pessoas. Por quê? Eu sei que grande parte das pessoas aqui já te acompanham. Mas a ideia é exatamente que te ouvir, entender um pouco mais sobre como funciona isso, principalmente com as pessoas que ainda não te conhecem, ou ainda não ouviram, né, sobre a personalidade humana de três pessoas. E eu tenho certeza que isso também é útil para todas as pessoas, e já te acompanham, porque elas sabem, elas precisam estar na presença, elas precisam se temperar, elas precisam demorar nas coisas. Então, revisitar toda essa parte da teoria, toda essa parte do que é o roteirista, do que é o personagem, do que é o crítico. Tudo isso vai eu tenho certeza que vai fazer um bem danado para todos que tiverem aqui. Eu escolhi de propósito também um período que fosse um pouco de férias, para que as pessoas pudessem demorar aqui um pouquinho também, né? Conhecer um pouquinho mais, entender um pouco mais. Então, em primeiro lugar, meu amigo, eu queria te desejar, te dar as boas vindas, né? Eu sempre falo isso daqui, que nesse mundo digital, de alguma forma, o Instagram é um pouco a nossa casa, né? É um pouco a nossa sala, onde a gente recebe as pessoas, né? Então, cara, é uma alegria muito grande para tentar contigo aqui, depois desses longos anos, a amizade que a gente tem. Eu vou te fazer algumas perguntas aqui, que obviamente serão retóricas, né? Porque são coisas que às vezes a gente conversa de alguma forma em um pul. É, quando a gente se encontra, mas eu preciso dar uma sequência, né? De dar uma essa conglaça aqui. Então é isso, meu amigo, o primeiro lugar, te dá as boas vindas, te agradecia, aqui por você disponibilizar generosamente esse tempo. Eu sei como é que eu to arrotina. Eu tenho dedos, eu tenho as vezes para te mandar zápi, porque eu sei que as duas demandas são grandes. Mas eu fico muito feliz mesmo de você me concebir essa alegria, essa honra de estar aqui conosco, tenho certeza que isso vai ser benéfico para todos nós aqui. E aí, só antes de eu te passar a palavra um pouco, só contar para as pessoas aqui um pouco da minha relação contigo, né? Eu conheço o Diego desde os 14 anos, a gente fez cursinho junto, né, para entrar por colher de naval. E aí foi aquele ano de estudo, aquela coisa toda, depois nós entramos para o colher de navante, nós não vamos ao longo a convivência ali de 8 anos. E apesar de a gente tem a samizade sempre próximo ali, sempre conversando, trocando uma ideia, depois teve o grupo católico, a gente se estreitava mais os laços, a gente fazia sempre a comunhão todos os dias, os grupos à noite, as adorações, as vigilhas. Então assim, essa foi a aventura um pouco da nossa juventude, né? Conhecer um pouco sobreviver dos santos, ler um pouco sobre a doutrina da Greja, partilhar isso nas vésperas de prova, bem, eu não fazia isso, que se eu fizer assim, eu repetia de ano. Mas o dia eu não fazia. E com as vezes ele estava nas vésperas de prova dele lá, mas estava comigo e com os artigos lá trocando ideia sobre história da Greja, por exemplo. O Diego sempre foi uma pessoa muito diferente, assim, a pessoa muito solicita, muito aberta, e a gente sempre olhou assim e viu que tinha algo diferente ali com o Diego, né? Deus reservava alguma coisa diferente pra ele. Mas até para as pessoas mais próximas, a gente não imaginava esse difícil que estava sendo construído ali. Então cara, eu queria te perguntar exatamente isso assim pra gente poder abrir essa live, sem que você já explicou um pouco sobre aquela questão de sante de meus lheon e tudo mais, mas cara, quando foi que essa coisa da teoria, das ter pessoas da personalidade, ela realmente tomou uma forma, clara assim na sua cabeça, ele falou assim, cara, eu posso ajudar pessoas com isso aqui. E depois eu explico as pessoas, por que eu estou perguntando isso? Porque esse tem uma influência muito direta na minha vida, também, e na forma como eu, eu comecei a atendir também. Então, o Diego aí, Diego. Beleza mesmo. Bom, o fundamento, acho que de tudo isso,
realmente é o fato, então eu vou falar as coisas como eu vejo que elas acontecem no mundo na vida e obviamente é porque elas estão acontecendo aqui agora dessa maneira, então como eu falo pro pessoal, a premissa, a base de tudo que eu falo, obviamente tem que ser a presença, a gente tá aqui presente e as coisas funcionam a partir dessa presença, então esse eu acho que esse é um fundamento, você vê, eu acredito às vezes eu conto assim, conto a história como você falou, de Santo Ireneu de Leon, e das coisas que eu fui vendo e dos métodos que eu fui buscando pegando pra mim, né, mas tem várias outras coisas que são, são inclusive, uma hora, só as coisas que hoje eu tenho de tanto reproduzir com meus filhos, né, um tipo de caminho a ser seguido, onde você realmente vai estar presente e se você demorar ali, as coisas vão transformar você porque não existe um outro modo, sabe? Então é sobretudo, são essas coisas que eu fico batendo com o pessoal, né, por exemplo, não tem na live, falando de Natal, como certas presenças nossas colocando importância em certas coisas, vai levar a gente a ter um certo tipo de roteiro na vida e não outro, sabe? Então várias coisas que concorreram, então vou te dar um outro exemplo aqui, eu sempre gostei, eu nessa época e que a gente se conheceu no colégio naval e tal, eu fazia olimpíadas, né, de matemática, física, essas coisas assim, né? A olimpíadas são um tipo de exercício que é extremamente, é uma espécie de discurso literal sobre as coisas, é ficar falando que a grama é verde, né? As pessoas elas aprendem a fórmula de bássica para resolver um problema, uma equação do segundo grau, aí elas falam assim, porra cara, porque é preciso saber fórmula de bássica para resolver uma coisa do segundo, não é equação do segundo grau, que é serviço aqui, é a na olimpíada, o tipo de problema era assim, deduz da forma de bássica, então tu tinha que partir do nada, do nada entre aspas, né? E começar a produzir uma coisa que quando você está produzindo, ela faz todo sentido para você, foi como você estava falando antes do tempo na live, na live, o pessoal está vivendo uma vida e a nossa vida ela está sobre uma super estrutura de várias presenças, né? A gente não conhece as presenças sobre as quais a gente está a ser um dado, sabe? A gente está aqui fazendo uma live em sete e meia da manhã, por causa de vários motivos da astronômica, né? Uma astronômia que as pessoas estudaram durante dois mil anos no quadrível, e assim a gente sabe o que é sobre isso, nada? A gente vai começar um novo ano e o novo ano ele é todo construído, em cima de um olhar da igreja católica sobre o tempo, né? Como Santo Augustinho ensinava, então a gente vai calcular o solstício de Inverno deles, ferro norte, ou seja, quando o equinocio de Inverno só passar pela linha do equador indo, não indireça no alçulho, mas indireça no norte, a gente vai pegar a primeira lua cheia e vai fazer a pássica aí, vai construir todo o calendário do ano que a gente vai comprar e em volta de um dado astronômico, sabe? Então eu pegava lá os elementos de euclides, é que é um livro que eu vou correr aqui com, estou começando a fazer com José Pedro, a gente começa do ponto, né? As cinco premissas de euclides nos elementos, a gente vai começar de um ponto, ou seja, da presença de alguma coisa que existe, aí vai passar para reta, então a gente vai fazendo essa coisa, aparecer uma coisa, que eu chamo da graça, né? Aparecer uma coisa, com a história daquela coisa, e o que é que aquela coisa vai fazer no mundo na vida, sabe? Se a gente tivesse essa calma e demorasse, aparecer uma mulher, aparecer um caderno, aparecer uma live, o que é minha presença de antes dessa presença, vai acontecer na vida. Então esse foi o tipo de coisa que eu fazia muito, é um exercício que eu continuo fazendo, então você vê, ó, tem, eu peguei as quatro maneiras de Cilea Bíblia, de Santo Augustinho, né? O discurso, os quatro discursos possíveis, o literal, o alegórico, o anagógico e o moral. Fala aí, porque são esses e não mais, nem menos? Porque o discurso literal fala sobre a bola do meio, o discurso anagógico fala sobre o roteirista, o discurso moral fala sobre o personagem, e o discurso alegórico fala sobre crítico, por isso que assim não mais diferente, então quando eu peguei lá o método de Santo Ilineu, juntando com essa coisa da matemática, aí a gente lendo a ilhida, que era o livro de literatura do primeiro ano do colégio naval. A gente tinha o Reino. É o que? É o Duz? É o Reino. A gente tinha que ler. Aí você, aí qual que era a minha coisa, a minha coisa é o seguinte, como eu gostava de várias ciências, que esse é uma coisa que talvez seja o capítulo mais difícil do meu livro, né? É como que o intelecto se dilata, ele se dilata subindo de maneira cada vez mais genérica para olhar o mundo, como se fosse um quebra-cabeço ser umidade. Mas fosse de uma forma simultânea, é. É. Olhando para tudo aconteceu no mesmo tempo. Quando você tá lá embaixo e você tá dentro de um labirinto, ele é labirinto para você, né? Quem olha do alto num ve labirinto nenhum, vê exatamente a forma como a coisa acontece, sabe? Então você vê, hoje existem muitas maneiras que prendem a gente no mundo que é contra a vida intelectual. Esse mundo que as pessoas chamam de muito especializado, né? Muito especializado. Ah, eu vou fazer isso aqui. Você vê, ó, os outros foram hoje, eles têm uma estrutura alienante, eles têm uma estrutura alienante, porque ele tem uma estrutura alienante na forma que ele tá, pela falta de uma vida antecedente ao doutorado, qual seja essa vida, essa vida é a seguinte, eu deveria ir lá em cima, olhar o labirinto e falar assim, ah, não é um labirinto, eu entendi. Aí ele desce e começa a andar por aqui. O doutorado, hoje em dia, é você ser muito específico, né? É você mergulhar antes de conhecer a vastidão do se ano. Aí a pessoa se apaixona por aquilo ali e obviamente vai acontecer dentro dela o que a consciência faz sozinha. Ela vai tentar deduzir o mundo a partir daquela chave de a pintura. Aí a gente vive nesse aspecto de mundo intolerante, né? O cara da macia. Ela pega um microscope, ela pega um microscope, dá uma olhada na mesa, consegue perceber todo o movimento das moléculas, mas ela é incapaz de olhar e saber que que não é a mesa. Isso é uma função do mundo. Isso, isso. Então você vê, essa é uma cabeça que deixa de pessoas intolerantes, né? Elas, elas não conseguem. Então você vê, um dos papéis que eu dentro fazia o seguinte, uma na física, na minha cabeça, eu tenho que explicar nas três pessoas, eu tenho que explicar aquilo no olhar das três pessoas, né? Porque as três pessoas do modo como eu as vez, né? Ela é uma super estrutura onde o mundo tá construindo. Você entende? Como ele é sustentado, sabe? Então não me surpreende quando eu leio para o pralesa, não tô agustinho e falo assim, caramba. Faltou alguma coisa ou alguma coisa tá mal encaixada, porque eu tenho uma super estrutura pra apoiar. Você entendeu? Tem uma coisa que eu me segurava muito, né? Só para você se posicionar aqui, né? O Diego, nós somos contemporâneos de colégio de escola na Vau, né? Eu sou de uma turma, o Diego é logo da turma de baixo. E aí, esse ano que passou, né? Eu tava fazendo. Se eu ano que passou, ano anterior, eu tava fazendo o concurso que o Diego fez esse ano, né? Que é um concurso que já deve ter comentado em alguns momentos. É um concurso que a gente faz das pessoas sarmadas, que assim, a gente tem uma grande abrangência de matérias que a gente estuda. E aí eu lembro que eu já conheci um pouquinho do que o Diego explanava, né? Sou aluno do Diego, todo mundo sabe disso. E aí, essa parte das três pessoas, e aí era interessante que eu ia ler andas coisas. E assim, é um estudo que não dá muito tempo de você parar, né? Você tem que decorar uma série de coisas. Mas eu li, aí eu vi as estruturas assim que ele ia comentando das três pessoas, né? Funcionando no mundo. Cara aí, e dava uma tentação terrível, cara, de ficar te mandando mensagem, de ficar assim, cara, olha aqui. Tem aqui, ó, tem aqui também. Só que eu percebi que logo no ano seguinte, o Diego foi estudar e ele veio, já foi mostrando isso, né? De como que funciona lá no legislativo, no executivo, no judiciário, quando a gente tá falando de política, numa série de coisas. Então, realmente, quando a gente olha para um mundo,
mundo e esse sorprendente para todo mundo que passa a ser teu aluno e sobre tudo quando a gente entra um pouco no ramo da psicopterapia, que é o que a gente está assim, meu perfil aqui não fala praticamente disso, eu acho que assim tem vários colegas aqui que estão acompanhando a live, é impressionante como você estuda uma série de coisas, mas depois é meio que impossível quando você entende um pouco da questão das três pessoas de você enxergar o mundo de uma outra forma, parece que na verdade aquilo é como é e a gente só foi tirando algumas vendas dos olhos para poder enxergar as coisas como são, e aí eu queria te pedir o dia para contar um pouco sobre isso aí de uma forma básica, né, para as pessoas que assim, de repente nunca ouviram falar sobre as três pessoas, como é que normalmente por exemplo quando você vai explicar isso de uma forma rápida, como já aconteceu algumas vezes, né, quando as pessoas chegam pra você entre assim, vai de 10 minutos aí explica pra gente esse negócio das três pessoas, como é que funciona isso daí? A forma mais simples, que é como eu mesmo uso na terapia, né, é a forma como passou mais simples de no mundo, como existe na estrutura da realidade, pra gente representar a personalidade humana, que é o teatro, então essa é a maneira mais simples de forma disparada, sem de tudo o que eu já tentei, e as vezes que eu conversava com o que eu dei palestra em catéquese ou formação pra crianças, né, a forma mais simples é da gente olhar a vida como uma obra que a gente tenta reproduzir no teatro, só que acontece conosco da mesma maneira, as vezes as pessoas só entendem de maneira pergiorativa quando a gente fala a personagem, né, ah não, mas eu não sou um personagem no palco, é como que não por, como que não, o que é isso aqui se não um palco onde a gente tá realizando um ato, né, um ato de uma obra, uma peça, sabe? Então uma coisa, Diego, eu só te derrumpi uma coisa aqui rapidinho, tem uma coisa que a gente fala que eu falo com frequência aqui, falei nos outros papos matinais sobre isso, existe uma dificuldade hoje, não sei se você percebe, você percebe, mas não sei se você já planou sobre isso de uma forma clara, né, mas existe uma barreira pra as pessoas, sobretudo, de uma coisa chamada espontaneidade, por isso talvez elas olham pra essa questão do personagem, uma coisa muito pejorativa, né, no seguinte sentido, existe uma ideia interior lá, uma verdade dentro do crítico das pessoas que diz um pouco assim, ó, se não é espontânio, não é verdadeiro, só que a gente percebe na vida que a construção das virtudes, ela não tem como ser algo espontânea, porque se eu tem uma questão viciosa na minha vida, por isso lá, eu tenho aqui um lápis, o lápis está torto, se eu quero em direita, e tá aí, eu tenho que fazer uma força pra tornar ele normal, e durante um tempo eu teria que fazer uma certa atividade e de ações não espontâneas, pra que eu vai me transformando naquilo, então acho que é precisa ser definição de personagem até nisso, porque quando a gente sobe no palco da vida, de fato, nem sempre nós temos aquele comportamento originário espontânio da forma que a gente queria, às vezes até a nossa mente sabe o que é a verdade, quem nunca passou por essa realidade até mesmo dando a terapia, do seguinte, caro, eu sei que isso daqui é certo, mas eu ainda não faço isso, eu sei, minha cabeça lá eu sei que eu preciso mudar isso daqui, mas ainda não consigo fazer com que meu personagem, então é isso, então acho que essa descrição de personagem é preciso até nisso, porque é alguém não tem um pouco, é alguém que tá mudando, é alguém que tá se esforzando muitas vezes pra realizar coisa no mundo, e que às vezes ainda não tem aquela força, aquela virtude pra realizar aqui, não é? Pois é, sim viu, eu estou vendo aqui o Victor Moura aqui na live, o Victor Moura ele é comandos anfibos, né, como eu, só que da tua turma, mais antigo, vou afilhado de crisma, então lá, lá no esforço especiais, lá nos comandos anfibos, nós somos estará dos puri-insaio, né, o que quem saio, e a gente vai entrar num compartimento pra liberar um refei, aí a gente replica o compartimento e vai fazer aquilo 10 vezes, 20 vezes, 30 vezes, 40 vezes, até se tornar espontâneo, é assim que a gente faz, as pessoas hoje, elas confundem as espontâneidades, por isso fica perjorativo, por algumas dificuldades, a primeira delas é a priga, isso é intelectual, né, de ter que dominar o mundo intelectualmente e pensar assim, caramba, antes de viver, antes de entrar no meu dia, e viver, sair de na rua pra fazer uma coisa, eu deveria fazer um roteiro, pra dominar o mundo com o roteiro, eu preciso de um roteiro pra entrar com o personagem no palco, vou se ver, eu faço um exercício em certos momentos que é preciso, eu faço o exercício de imaginação com as pessoas que já aconteceu comigo na vida real, uma vez me empurraram pra entrar numa peça de teatro, não, vai lá e faz disso aqui, aí me empurraram, aí eu parei na frente de uma porção de gente assim, estava tendo uma peça de teatro, ou seja, eu entrei num palco sem roteiro e sem um saio, tipo estender comed, né, eu entrei ali, é só que o estender comed, você vê ali tem, não tem espontâneidade, não estender comed, não, gente sabe que o estender com o cara convoca alguém, quando está nos dando a porco, então, e o cara está todo decorado e ele chama um personagem, se não for combinado, né, se não for combinado, o cara entra, Maurício, essa é a pior sensação da nossa vida de descontrole, de segurança, de medo, insegurança, de instabilidade, de angústia, então você percebe que as pessoas, elas vivem sob essa super estrutura de um palco, de um palco que elas não domina o nada, eu estou te falando, por isso, olha, se as pessoas desenhar atenção pra crianças e não tratasse em criança, tratasse em criança, eu trato meus filhos, Maurício, com uma seriedade, assim, de cara, o meus filhos perguntam uma coisa, você vê, muitas das coisas que eu explico aqui, eu aprendi a explicar, para meus filhos, porque quando meu filho pergunta alguma coisa, eu falo assim, caramba, eu não vou conseguir explicar pra ele, por analogia, porque ele ainda não tem, ele não tem a estrutura semântica, a estrutura gramatical, a estrutura simbólica, pra entender por analogia, a criança só entende as coisas com o sentido literal, o sentido literal é o jeito que se fala da bola do meio, é o discurso normal de santo gostinho, como nosso senhor falou a participação João, fala o que você está vendo e ouvindo, sou discurso literal, né? Então você vê, as pessoas que tentam explicar coisas pra crianças, elas vão ganhando um domínio no mundo, um domínio que deveria ser a premissa, né? porque quando meu filho pergunta assim pra mim, "Papa, é, por que o carnaval esse ano vai cair esse dia e não não passar do cair um outro?" "Mermão, um pai, qualquer pai, qualquer pai que falar assim eu vou explicar isso pra o meu filho, ele vai falar assim, caramba, a sociedade, o mundo vive sob a estrutura da igreja católica, só que ele não quer fazer isso, ele não vai fazer isso, porque ele não leva o filho dele a sério, ele fala meu filho, é depois de papai ver, "eu meu filho, alguém decidiu que fosse assim, sem entende?" ele não sabe, só que o que ele não sabe, é uma coisa muito básica, por isso que uma criança quer saber, sem entende? ela está perguntando tipo a cor do boneco, porra, a gente não sabe mais isso, então você vê, a gente quando olha pra as pessoas que pro palco das pessoas, o palco das pessoas, eu tenho vários exercícios práticos sobre palco, o primeiro deles pra as pessoas entenderem o papel do personagem no mundo e elas levarem a sério a presença, é esse empurrão assim, elas se sentirem empurradas para um palco, que é uma vida que elas não têm a mínima ideia de que elas estão fazendo ali, então esse exercício, ele se diz que dóbra em vários outros exercícios, porque a partir desse momento que eu posso fazer isso com a imaginação dela, a pensa mesmo num palco está acontecendo uma peça de teatro e eu time por rei lá, aí eu te pergunto agora, o que que você vai tentar fazer lá? aí tem vários coisas, tem a pessoa que vai falar assim, eu vou fazer de tudo pra sair desse palco, é assim que se sentem as pessoas que estão tentando se matar, elas estão num palco e elas não sabem o que fazer no palco e elas vão tentar se matar, é melhor não estar num palco, sem entende? o palco do personagem é um palco da vida, né? Onde a gente tá de carne
o roteiro está lá atrás, está nos bastidores, né? Ele fez o roteiro e deu pra você entrar no palco, mesmo? O crítico, o crítico. Ele não tem o que fazer ali, porque ele só consegue olhar para aquilo depois que o negócio passou, né? Como é que critica a peça antes? Como é que sabe se o roteiro tá bom, se o personagem tá bom? Não dá pra fazer isso no presente, nem no futuro, só no passado, entendeu? Então quando eu falo para as pessoas assim, quando eu pergunto na terapia rapidinho assim, ó, como é que vai ser seu dia hoje? Aí ela fala, eu falo isso é o seu roteiro, agora você vai sair daqui, vai tentar lá entrar pra fazer o roteiro e o que você vai fazer depois? Ela vou ver se deu certo, sei que ela, aí quando eu falo isso, pra ela, aí ela, o somente, né? Na verdade eu não me lembro de nenhum caso que quando eu faço esse tipo de dinâmica aqui, que é muito simples, né? Aqui eu tô alongando só pra ver umas viagens da coisa. A pessoa fala assim, mas é claro, mas é óbvio que é assim, porra, você sente? Porque o negócio tanto é que sem saber nada disso. A gente só consegue repetir uma vida humana através do teatro, olhando os juízos que a gente precisa saber sobre a história de aqueles, fazendo um roteiro e pegando personagens de botão no pau. A gente não descobri outra maneira até hoje pra fazer isso, sabe? Então você vê que aqui é muito longe de ser o exercício complexo que as pessoas que quando eu li as obras do Freud, do Iung, que pra mim é nitido, quando, como eu tô olhando o labirinto de cima, pra mim fica nitido quando, sabe quando o teu filho tá fazendo um labirinto? Aqui é a maria compra pra as crianças, as revistas com várias atividades, né? Com força, com palavra cruzada, e uma delas de labirinto, né? Aí tu tá vendo assim ó, o teu filho tá indo assim e tu tá olhando de cima, né? Aí tu tá falando assim e pegou o caminho errado, daqui a três curvas ele vai bater na parede, que isso é uma pessoa, sem ideia, quando eu fiz essas pausas pra mim é dia eu, você acha certo? Errado botar teu filho sozinho de castigo, bom aí o que eu tenho que fazer? Eu tenho que pensar o personagem no palco, o primeiro é a presença, né? Que no caso é uma ausência, porque ele tá sozinho, tem uma criança sozinho, tá vendo? Eu tô olhando o palco, aí eu narro com o sentido literal a coisa, pá, aí eu tô lá no passado e vejo a repetição passada de todos aqueles exatos que foram realizados e aí a gente, a pessoa que tem imaginação se a gente buscou na literatura, tem atenção na vida, leva a vida sério, a gente fala assim, e eu sei que acontece depois da primeira curva, depois da segunda curva, depois da terceira curva, isso é tipo eu vi a minisséria do Ayrton Senna com a Mariana, pra ele por como eu achei espetacular e me emocionei, quando eu vi que ele ganhava tudo na água, as corridas todas que eram na chuva, porque quando ele era pequenininho no card com 4, 5 anos, o pai falou assim pra ele e ele percebeu, né? Ele correu, ele repetiu um circuito 70 vezes e falou assim, bom, se eu não consigo enxergar nada com chuva, eu vou decorar o circuito, então ele decorava o circuito e ele sabia a cada ponto, ele via referências no chão e nas laterais onde cada ponto mais próximo que ele tivesse vendo, ele tinha que freiar ou acelerar ou passar da segunda pra terceiro, da quarta pra quinta, sem entende? Quando ele não estava vendo mais nada, ele vivia em uma espécie de vida espiritual, essa história me lembra muito, uma história que a gente tem a Maria escrevia, que depois eu vivia pessoalmente, eu tive em Ávila na Espanha, e quando você vê, quando você chega em Ávila, você já vê da explicação do trem, o lugar onde eu queria ir que fica no alto de uma elevação, que é um castelo, é uma cidade mediaval, bem preservada, e aí você olha a cidade, aí você fala assim, tá lá, é lá que eu tenho que chegar, só que quando eu comece andar 100 metros depois, você não tá mais vendo porra, entendeu? Tu tem que decorar um roteiro e confiar, que se você pegar tal trem, tal ônibus, não dá em tal lugar, caramba, pegar lá no lugar, que a castelo vai aparecer de novo, você entende? Aí, de repente, umas duas horas depois do salto do macarrossa, e tá ele de novo à sua frente, entende? Isso é bem aquela realidade, você tem uma verdade inscrito em você, no seu crítico, e o teu roteirista precisa olhar com uma certa esperança, e essa esperança ela precisa vencer inclusive os momentos onde os seus olhos mesmo materiais não estão vendo aquela coisa, né? Aquele história de santeirazinho é aquela dígela, eu sei que, apesar das nuvens, que estão tapando o sol, eu acredito, eu tenho a esperança de que por trás disso tudo, ele ainda continua abrilhar. Isso, ela tá num momento que ele não tá lá, mas ela sabe pronto, ela tá indo, senão, então você vê, ó, uma atrás gede as vigantes do nosso tempo, a gente percebe facilmente que toda a vida do roteirista, toda pra frente, quem é cientista que não acredita nada em Deus, sabe que só é possível fazer ciência simpo, só é possível fazer ciência, olhando pra massacca e da mão do Newton, sem vezes, ele faz que a chance dela cair na vez, se é um tuinho é muito grande, né? Então você vê o roteiro futuro que são as hipóteses que a gente faz depois vai ter fitaco personagem no palco, que no método científico a gente vai ficar no laboratório, né? Sim, a aquisição do passado da tradição não tem como viver, só que a nossa sociedade é a verça isso, é a verça isso, quando eu falo por pessoa assim, eu falo que a você não entende nada da tua vida, porque você tem o ranco da igreja católica, que construiu a sociedade acidental por você não vai entender nem que dia que é o carro na válvã, você entende o que é que acontece com as pessoas? Ela tem um ranco, um ranco do passado que é o pensamento revolucionário, né? Então o que é ter ranco do passado e desconhece a literatura, a história dos santos, a vida? Por que que eu moro na cidade mais sinistra do país, porração Paulo? Porra, meu irmão, o nome do lugar que tu pisa é São Paulo, porra, o cara vive em São Paulo, você vive no lugar que esquiera a história da igreja, entendeu? Mas nem vou não ter, mas esse é o noção, porra, o cara consegue odiar, é como se a gente, ele tivesse um filho dentro de caso um pai e o pai dele, o nome do pai dele representa uma história que o fez lá naquela terra e ele odeia aquela história, porra, você entende? Não tem sentido, então, porra, se a gente trata o nosso passado assim, cara, quando a gente olhar pro nosso futuro, mal é isso, a gente tá num labirinto escuro, meu irmão, o labirinto que as pessoas vivem é um jogo, um jogo atroz, então quando eu narro para as pessoas de vez, assim eu falo cara, daqui a dois anos, três anos vai acontecer isso com esse cara aqui da internet, não é porque, o pessoal fala assim, "Porra, tá rogando pra aga, tá no sei que lá ele não cara, olha pra ele, olha a presença dele tratando esse tipo de assunto dessa maneira, ou olha o que ele tá fazendo com o dinheiro, ou olha o que ele tá fazendo com o modo de ensinar dele, e falou isso depois da terceira curva, é uma parede por, porque a gente tem que decorar a pista, olhando pra você, você entende? A gente tem que decorar a pista, pra quando personagens entra lá, quando o carro entra lá, você fala "me irmão eu tudo palco" e eu estou aqui, ó, tranquilo, eu estou em casa, porque eu sei o que eu tenho que fazer aqui, entendeu? Então quando eu vou ler Freud, quando eu vou ler Jung, eu olha assim, e pra mim é muito tranquilo de falar assim "Porra, feijo merda aqui, feijo merda aqui, faltou isso, isso aqui não falou, isso aqui ele falou errado, porque eu consigo fazer isso, por que o cara que olha e vai corrigir um problema de matemática, ele olha assim e fala assim "cara, essa aqui não é a solução, não são as duas soluções desse polinômio dessa necoação no segundo grau, caramba, é, não é porque ele tá ali, por "ah, decorei a fórmula de bássica, não sei que ela não, ele sabe dedo de fuzir a fórmula, ele sabe, você vem ensinado mais, por Uma coisa que eu queria falar aqui principalmente por pessoal que está te conhecendo hoje aqui, tem algumas pessoas aqui que ainda não te acompanhavam nem conheci a questão da personalidade de uma ano e três pessoas, sobretudo para quem está dentro desse ambiente da terapia, isso é primoroso, é por isso que eu trago esse assunto aqui hoje por papo machinal, né? É impressionante que a gente vem aqui numa tradição que também não é muito longa da psicologia, né? Mas é impressionante que quando a gente olha aqui estão das terapias, modernas, como se eu tivesse olhando para esse diagrama que você sempre carregaria atrás do coterista, do caçornage, do críto, das forças que o Unido. que ele é um homem da presença desse bem, e a gente olha assim, cara, parece que quando estou conversando sobre uma tecicera vida, sobre uma loboterapia, inclusive, eu estou vendo um pedaço da realidade só, e eu estou vendo o pedaço de uma vida. E é óbvio que eu vou ficar limitado na minha forma de fazer terapia. Para mim sempre me chamou muito a atenção, e aqui eu pego um gancho para falar que eu explica lá no início, como é que uma pessoa que chegou a esse negócio de atender gente aqui, né? Como eu disse para vocês, eu estava sempre com o Diego lá, a gente estava sempre conversando sobre as coisas da igreja, sobre as coisas da vida, a gente me viu muito, você estava juntos ali, desde no momento em que a gente estava escolhendo a nossa profissão, decidindo algumas coisas na nossa vida, fazendo as nossas escolhas de corpo, até o momento em que a gente realmente se casou com as suas tefilhos, e isso tudo foram etapas da nossa vida. E houve uma etapa da minha vida, onde realmente assim eu dei uma congelada. Uma congelada, eu sempre tive lá dentro do colégio naval, como o socatólico desde muito pequenininho, e eu cheguei lá um pouco primeiro, assim, em grupo católico do colégio naval, meio que uma terra arrasada, que não tinha nada, a gente não tinha nada. Eu sempre tomei pela minha mão essa coisa de chão, antes de chegar mais junto lá com o capelão, começar a montar na época a gente fazia grupo de oração, adoração, ou sequerza todo. E, obviamente, isso daí foi um pouco do que Deus me ajudou a fazer, mas também tem seus problemas, quando a gente é muito jovem, ainda não é tempo de você fazer tudo isso, mas não eu fazia ou não tinha ninguém para fazer. Mas a gente começou aquele processo todo ali. E houve um momento da minha vida, onde realmente isso tudo se congelou. Até porque, assim, eu comecei a seguir lá ao Pro Solavos Carvago, ele falava sobre aquela questão do jejum de opinião. Eu me encontrei muito naquilo, falei, "Cara, eu preciso parar um pouco mais, de estar mais na presença de algumas coisas, e aprender". Isso vinha na tradição de tudo que a gente estuda, eu lembro que você me deu de presente. A muito que eu me falava, nesse seu lembro disso, eu me deu uma cópia da escada de São João Klima, uma cópia que tu tirou, eu acho que de alguma universidade de Coimbra, talvez. Eu devorei aquele livro, quando ele fala das caras do paraíso, e isso é uma coisa que nunca fugiu da minha cabeça, é que o primeiro de grau das caras do paraíso se chama Uniu Dade. Então, quando o Pro Solavos falava sobre esse questão dos jejum de opinião, eu olhava para aquilo ali e falava assim, "Cara, eu preciso calar minha boca e ficar aqui um tempo". E assim, eu fiz. Só como tudo na vida tem uma justa medida, eu acho que eu levei isso daí ao extremo. E eu lembro que nesse momento, onde eu tive ali, assim, realmente estava pouco depressivo, um pouco a cabeça com fusa, eu procurei o dia para conversar. O dia com ainda, acho que nem estava tanto assim na internet, mas eu lembro do dia com o falando assim, "Vou, isso que tá faltando é que tu tá com um turbo-bilhão de coisa aí na tua cabeça, tu não tá botando nada disso a ser serviço de ninguém". E era verdade, eu não tava botando isso nem a ser viço da minha esposa. Mas, aonde que isso daí ganhou ovasão, quando eu não comando de um navio, eu tava comandando um navio na amazônia, e o dia que me deu essa ideia, fosse a gente "cara, começa conversar com tu isso, bordinado". Até porque eu tinha um imediato muito bom, e o imediato, ele realmente manobrava a tripolação. E pra quem não conhece muita minha estrutura, o comandante, ele fica um pouco isolado. Existe até um nome que a gente dá pra isso, que a gente chama de solidão do comando dentro do navio. Por quê? O comandante tem que estar com a cabeça livre para tomar decisões. Faz isso, faz aquilo. Às vezes alguns vínculos emocionais atrapalham. Então, o imediato toca a tropa. E o comandante, ele fica lá para tomar as decisões. E eu tinha um bom imediato, imediato já experiente, foi inclusive o oficial que me rendeu naquela ocasião, que eu tinha sido imediato desse mesmo navio, mas eu falei, "Cara, vocês conhecem melhor a minha tripolação". E aí eu creio um momento lá dentro da vida, a gente viajava muito, que eu chamei de café com o comandante. Então, todos os dias, eu fiz o que o Diego me recomendou, cara, com essas recebê as pessoas no seu. na sua câmera. E cara, aquilo foi surpreendente, porque eu comecei a receber desde o suboficelo até marieiro. E era um café, um biscoitinho ali, simples que a gente tinha. Às vezes que eu me amelevava, e a gente gastava literalmente ali uma, às vezes um hora e medo, o meu dia, conversando para a pessoa. Mas não só sobre o navio. Era assim, cara, e aí, tua casa. Tava casado, eu sou o terro, sem filhos. E as histórias que eu ouvi ali eram impressionantes. E eu percebi que realmente. Eu não era o filósofo mais proeminente da vida, que tem aí no meio da internet. Mas que existem um certo círculo de pessoas, a quem Deus te confia. E foi assim que eu comecei a atender ali as pessoas, a conversando com as pessoas. E obviamente, depois, isso foi se estendendo para outras pessoas, fora da marinha, tudo mais ali. Obviamente, era só uma conversa como de um comandante, não era uma terapia. E aí eu procurei estudar um pouco mais. Lembro que o próprio Diego me mostrou alguns caminhos para poder percorrer, até que ele começou a dar as aulas e nunca mais as coisas foram a mesma. Então, estou falando sobre aqui para vocês, para vocês perceberem, o quanto que esses conhecimentos da terapia das personalidades humanas e as pessoas, ele é precioso. Porque quando eu cheguei nesse ambiente, qual era o cenário que eu vi? Quando eu comecei a atender pessoas. Pessoas chegando para atendimento com oito anos de terapia. Nove anos de terapia. Mas não é nove anos, porque ela decidiu não. Porque, por exemplo, eu tenho pessoas aqui que eu atendo a dois, três anos, até famílias inteiras, que eu atendo a dois, três anos. Mas não foi assim. Foi assim. Cara, resolvemos aquela questão. E as pessoas querem continuar as vezes para conversar para uma orientação familiar, para tomar algumas decisões importantes na vida. Agora é impressionante o cara ficar fazendo um análise por oito anos e não ter uma decisão, não ter um roteiro para poder seguir a vida dele. E o que eu comecei a ver? Não tem, porque não sabe fazer. De fato, não sabe. Porque de repente, muitas vezes, a própria abordagem que a pessoa utiliza, é aquela abordagem que vive no mundo do crítico da pessoa. Mas ela é incapaz de depois analisar aquela questão, chegar em tudo e dizer, "Cece a gente, cara, o roteiro que tu tem que fazer na tua vida é esse aqui, cara." Ou então, uma abordagem completamente material da vida psicológica, como se existe um algo espiritual que vive aqui, que vive sozinho. E aí, que ignora a realidade corporal e material da pessoa, né, que realmente tem uma necessidade de saúde. Eu comfalo com as pessoas e só aí o Hitta, ou também fala, "Eu acho isso muito legal." Cara, se a pessoa não tá dormindo, não dá nem pra começar, cara. Porque se não tá dormindo, cara. A gente não composto, né? A gente é corpo espiritual, uma alma espiritual. Não adianta a gente querer viver como um anjo. Eu preciso cuidar de algumas coisas. E aí, as pessoas se confundem, por quê? Porque existe também um desbalance nesse aspecto, né? Ah, então eu tenho que cuidar do meu corpo. É a pessoa também coloca isso de uma forma desbalanceada. E a pessoa que vive esse equilíbrio também, né? Esse equilíbrio, onde também, eu posso acabar exagerando, no cuidado da minha parte material, e acabava tornando materialista. Que foi uma outra parte também dos ensinamentos aqui do Diego, que começou a chocar meio o mundo e me chocou também, né? Mas me chocou no sentido bom, que eu quero dizer, né? Se chocou no sentido onde você se sente sacudido, por aquele que fala assim de cara, pera aí. Eu não posso também colocar uma lista determinada de coisas que a minha vida exista. Se a gente tem, se a gente tá pendurado nessa ideia de que Deus é o criador de todas as coisas, de que o mundo funciona conforme essa criação, eu preciso acreditar que não é um vídeo que existe na minha cabeça, que Deus não esteja tomando contra, que eu preciso viver a vida, acreditando numa certa providência. E não, como a lista interminável de coisas materiais que eu preciso fazer, para então poder ser feliz na vida ou ter alguma coisa a oferecer. Então, eu queria te destacar um pouco para vocês a importância, eu acho que aqui não é live, a gente não vai conseguir entender tudo sobre essa parte da personalidade humana entre as pessoas. Até porque eu nem sei se o Diego já tem essa resposta. Você já conseguiu sistematizar se isso é uma psicologia, se isso é uma antropologia, se isso é uma filosofia, porque isso eu lembro que foi um questionamento muito claro do início, porque as pessoas falavam se enthar o Diego com o mundo, o Diego colocou agora para jogo uma nova escola de psicologia. Eu falei, "Não, cara, tem mais que psicologia aí, tem mais que psicologia." Então, eu não sei se já penduraram isso, se você já conseguiu chegar numa situação com a gente. Eu vou te falar assim, o que eu vejo, eu não falo por aí, porque é como eu te falei, as pessoas, elas como elas não compreendem muito as coisas, elas tomam decisões remotivas. Eu vou dar um exemplo prático agora, da decisão emotiva. O que é isso? Isso é teologia. Aí eu falei esse nome agora, tem gente que ficou chateada. Entende? Ela não consegue vije o lumbravid intelectual, então ela vai agir de maneira emocional, de uma maneira emocional baixa com um movimento antipático. Isso é uma portata de sacanagem, cara. Teologia.
porque, porque teologia? Porque na minha concepção isso é como Deus criou o mundo com essa visão. Você entende? É Deus olhando para o mundo. Então, se viu, eu estava preparando uma aula para a comunidade de matemática e como pensar matemática e como ver matemática para a gente parar um pouco com essa babaquí, você se sim de matemática, eu disse que lá, e no serve, e aí eu estava colocando a integral tripla, o que eu faço quando eu faço a primeira integral, que eu tenho x, e vai virar 2x ao quadrado, eu vou integrar uma dimensão só x, e vai virar 2 dimensões, ou seja, 2 lugares, 2 espaços, eu tenho só uma parede, agora eu posso andar na parede e ter profundidade, mas uma pessoa para jogo, e vou integrar 3x até chegar no código de revolução que se movimentou, eu vou chegar finalmente na plenitude de uma pessoa, porque é uma parte dos meus estudos, qual é a equação matemática? Repetir essa parada aí, mas eu ainda entendo que ele está falando. Então, você vê, isso que eu estou te falando é o seguinte, isso que eu estou te falando que eu faço com a integral tripla, é o que eu faço na terapia, quando eu falo assim, tá, eu vi o personagem, agora eu vou integrar, eu vou botar mais uma dimensão, sei bem, agora eu vou ver um crítico, agora eu vou integrar, eu vou colocar mais uma dimensão, agora eu vou ver o roteirista, sei bem, e eu vou parar por aí, eu posso até fazer mais do que isso, e depois eu vou falar em cenar na comunidade para onde eu estou indo, quando eu faço isso, eu posso ir na dimensão 20, que são as presença de tabola do centro, elas mudam a dimensão do ser humano, é por isso que a gravidade, é por isso que a presença de jupi terra muda curva o espaço e o tempo, ele acha uma outra coisa, uma nova dimensão, você entende? A presença de uma coisa, uma nova dimensão, isso é feita por integrais, né? Eu estou integrando, isso é feito na agramática, igualzinho, quando eu pego uma substância e intergrunela as qualidades adjetivos, intergrunela as suas ações que são esvervas, essas coisas acontecem como estrutura do mundo, então quando eu falo para as pessoas, a solução você vê, eu tenho aqui uma parte gigante da minha biblioteca, que é sobre a consciência humana, aí eu estudei, estudei, estudei, estudei, estudei com a visão de várias pessoas, então tem ali ó, Antônio da Mássia, que é reconhecidamente entre quem estuda consciência, um dos grandes estudiosos com a parte não filosófica, né? Ele está tentando achar fisiologicamente, a mãe de feitação da consciência e o que é que fisiologicamente acontece e o tala, o hipotala, o que é que pode chegar perto, sabe, aí pofes e onde que interfere com o ser humano aparecia a consciência dele, tem todas as faradas, tem a consciência de sido, lui la Velle, tem os filósofos da consciência, todos ali, tem a porrada de coisa, quando eu entendi que era consciência, quando eu vi as três pessoas, quando eu vi as três pessoas, eu falei assim, pronto, nenhum deles entendeu o que é a consciência, porque eles não entenderam a presença e o lui la Velle tem a presença total, né? Que é um ponto de um livro, só que entre a presença e a consciência, não tem as três pessoas, então ele fica ali patinando na consciência de se patinando, patinando, patinando, e falta, e eu me dá um manguste, cara, quando eu leio a consciência de sido lui la Velle, que falta só um negócio assim, ó, falta o teatro, as três pessoas, você entende? Se ver, hoje em dia, quando eu lide novo o tratado da santíssima treinidade de Santa Augustinho, e ele fazendo uma analogia com o ser humano, quando ele bota a vontade com a memória e a imaginação, então eu falei puta, faltou, ele foi no primeiro andar em duas pessoas, na segunda pessoa ele foi no segundo andar e não viu que a unidade das coisas, porque ele falou da força de uma, que é a vontade, e da outra ele falou da substância, que é a memória e a imaginação. Então eu te faço em tuver, quando tu tem uma estrutura de funcionamento, todas as outras coisas ficam muito claras para você, eu falei assim, se acha bom a TCC, falei entre as terapias que tem por aí, a TCC, é que mais se parece com uma partizinha da personalidade, porque ela usa o método científico, ela vê a criança do crítico e ela vê no que vai dar um roteiro funcional, mas eu te pergunte, o que é a TCC sabe sobre consciência humana? Roscas, nada! E aí vai pegar muito na unidade das três pessoas, né? Vai pegar na unidade, porque a pessoa vai ficar parqueando. Vai colocar as suas pessoas em ordem talvez, mas vai ter uma grande dificuldade de fazer com que elas se entrozem ou estejam trabalhando em todo o direto em relação a um próprio bem, Sim, você vê, a logo terapia que é uma puta de uma escola, a logo terapia é você pegar o roteirista, que é o sentido da vida, né? É o futuro, pra onde a vida vai, e colocar ela em instala, em uma mala, você olha na terapia, você olha uma pessoa que faz de muito tempo de logo terapia, ela não quer varreu chão porra, porque ela não quer varreu chão, porque eu não estou achando sentido em varreu chão, e pra você, você entende que a logo terapia, ela dá a doença do seu próprio amor pra pessoa, porque ela fica ali, você vê, a logo terapia é um excelente lugar pra você conhecer a sensibilidade do roteirista, a vida do roteirista, a logo terapia, ela é bom que ela seja conhecida, né? sobretudo na experiência do Victor Frankl, do campo de concentração, porque que um pai botava a mão na serkeletrica, ou outro, não botava, entende? A logo terapia, mas se você compreender que a logo terapia, é todo um estudo sobre um terço da personalidade, e que depois o Victor Frankl, como percebe, tem outras partes, ele vai tentando fazer analogias, ele vai tentando mobilhar, fica um negócio um pouco meio torto, é meio tipo aquela pipa que a gente tem que forá-la na lateral pra não dar de lado, sem saber? ela fica meio capenga, a personalidade tratada por logo terapia, porque a pessoa fica assim, ela não sabe muito, que tem momentos de vida dela, que importa, irmão, acabou esse negócio de sentido de vida, acabou o seguinte, cara, eu tô aqui com o personagem no palco, o que eu tenho que fazer? Lavar, louça, lavar, louça, eu já falei um pouco, com a estelação familiar, o que que é a constelação familiar? A constelação familiar, é uma coisa muito simples, muito simples, a gente precisa de presença reais, as presença reais são essa bola do meio aqui, que é a graça da teologia, daquilo que aparece, e vai fazer com que a nossa vida, com que eu toque nas coisas, com que eu tenha juízo sobre as coisas e faça roteiro, aí você olha pra quem é a constelação familiar, por você não consegue resolver o problema com o seu pai, o qual a sua mãe, o seu amigo, o seu trabalho, aí você vai num lugar, igual eu falei que eu falo saí com o Victor Ramoura, você simula um lugar, simula um lugar, aí você fala assim com a pessoa, que presença de que você quer botar aqui, aí você vai, aquele ali, aquele cara ali, aquele estranho que levantou, ele é o seu tio, aquele é a sua filha, aquele seu pai, agora vai, começa a viver, olha, você conhece isso que eu estou falando mal, isso de retiro, né? Agora você vai entrar nessa fila aqui, lá na frente está virgem Maria, e você vai abraçá-la. A gente conhece esse tipo de experiência, né? Você vai, o que é isso? Com a constelação familiar, isso é a constelação familiar, a gente está simulando, as pessoas têm que entender essa limitação, a constelação familiar ajuda, ela ajuda, ela ajuda, ela ajuda, é uma tentativa real de você reproduzir, um ambiente real, você vê, olha, ela tem muito mais força, porque ela usa a presença de palco, ela tem muito mais força, do que dezenas de outras cerapejas, agora, ela é problemática, porque tem gente que acha que aquilo ali, é a vida real, que aquele ali é o teu pai, porra e de repente o teu pai, está uma ligação de distância, e você fala pai, eu vou aí te pedir perdão e dar um abraço, ela vai fazer isso na constelação familiar, com o Joel, que também está ali para ser tratado, sei bem, entendeu? Que levantou para que a figura do seu pai, que você vai escolher, entende? Quem não conhece, bota aí na internet, seção de constelação familiar, para ver como é que é. Então, você entendi, eu quando olho para a constelação familiar, eu sei o que é aquilo, porque eu conheço a estrutura da vida humana, da personalidade. Então, eu sei, fazendo normal a presença, a presença, aí a presença, ela vai mudar as três pessoas, de uma maneira que eu ensino lá, né? Você vai mudar,
da o personagem pela presença que tempera vai mudar o crítico pela presença que ajusta os juízos e vai rodar a justa ao roteirista pela presença que traz novas esperanças. Então, se veja as pessoas elas vivem assim "Ah, por que aqui oferecer para o cara? Por que que o terapelta que oferece para o cara banho de pipoca e plantar bananheira?" O cara sai de lá e "Nimadão e fala assim, caraca, meu irmão, aquele cara é muito sinistro porra, ele deu uma esperança por que? Porque o roteirista vive disso por você, ele nunca plantou bananheira e nunca tomou banho de pipoca na cabeça dele como ele não conhece passados, ele não conhece passados, né? Você percebe aqui a doença dessa terapia de uma terapia de roteiro de futuro sem você conhecer o passado ou seja, o que você não tem? Você não tem o deputado da memória ali para você poder? Não tem, você não tem a tradição, por você não tem a tradição, o cara antes de plantar bananheira e tomar pipoca para ficar porado, ele tinha que falar assim, por, eu conheço alguém que plantou bananheira e tomou banho de pipoca, eu acho que melhor dá uma olhada aí no mais sem perdo, é o eterno mal de uma criança, né? Se a gente para para a persa. Que acredita em tudo porra? Que acredita em tudo? Ela é por, acredita o crédito dela em tudo. Então se ver, olha para a nossa sociedade sem passado, é a sociedade da espirame de esquinaceras, é a sociedade dos visitos, e porra não tem ninguém aqui para falar por cara que isso aí da merda, na terceira corva, meu irmão, porque a gente não olha pessoas que decoraram o circuito, igual a cena fazia, pra correr na chuva, sem ver nada, você entende? Então você vê, quando a pessoa ela olha, realmente tem gente que fala assim para mim, caraca, meu irmão, tu fez de merda com a minha vida, eu que eu acho que não é o que eu acho. Tudo que eu olho agora de livro que eu leio das escolas de terapia da história e da espalada, eu olha assim e falo, porra, falta isso, falta aqui no Porra Cara, não falou isso. Disso, errado, eu falou, é pra isso. É pra isso. A fórmula de baixo cara, é pra isso, é pra você ter um jeito de olhar pro polinômio, pra complexidade da coisa no mundo. Então, uma referência, atende esse pré-requisito aqui, atende. Se não atender, eu vou falar com uma tranquilidade, como eu falo aqui, da logoteira-pia das coisas, chorou, chorou, não é assim que funciona, não é assim. Então, você vê, as pessoas, olha, uma coisa que pra mim é grande de uma babatisse. Ah, não, é preciso a gente conhecer todas as escolas de terapia e saber integrá-las e o exal melhor pra elas, o caramba, não é nada porra. Se você ficar usando um logoteira-pia e não soubeu uma personadidade, você vai aduê-se a pessoa. -Vai aduê-se a pessoa. -Deve ser preso. -Comenciamento das partes e a soma delas não dá um tudo. -Não, não dá um. -Não, não. -Existe essa questão, é o que você estava falando, eu tive uma conversa outra vez com o Tarei sobre isso, a gente falou sobre inteligência. A gente falando que essa questão de você ir subindo, de você ir consendo olhar o mundo com tudo integrado, com tudo integrado, é só a gente pensar, por exemplo, eu acho que isso é interessante, não sei se não é um exemplo muito vado, mas, por exemplo, eu sempre penso muito com outra questão de dirigir ou andar de bicicleta. Você aprende às vezes algumas partes ali. Enquanto você está nesse domínio das partes, você fica muito complicado dirigir, porque quando você está muito preocupado em passar a marcha, você não consegue olhar por retrovisofo. Você está muito preocupado em pisar, em controlar bem a tua embriagem, você não está olhando pra fora, e aí você tem um monte de coisa acontecendo no mesmo tempo. Isso acontece também, por exemplo, quem dá um serviço não passa disso de navio, não sei se não passa disso de navio, e tudo acontece no mesmo tempo. Eu estou com a Ana de falando aqui, é sinalização nautica, RPA, Fonoclama, é rotina do navio do que dá rotina do navio do cazadizuco. E você precisa desenvolver essa habilidade de transformar aquilo um pouco mais em arte. Isso é um outro papo que a gente vai ter aqui em algum outro momento, quando eu vou conversar com um pessoal sobre os quatro discursos. Eu vou falar sobre essa parte negligenciada da vida que é apoiética, que é exatamente esse momento, onde você vai aprendendo ainda a receber as informações, aprendendo o seu ambiental um pouco com tudo acontecendo ao mesmo tempo, e não só com essa visão de dividido em partes para tentar dominar só as partes. Existe essa necessidade que o seu número tem de olhar de uma forma simultânea, as coisas que estão acontecendo. Se não, eu não entendo nada. Aí quando estou dirigindo o carro, quando estou andando de bicicleta, se eu fico preocupado excessivamente com as partes, eu não domino aquela realidade total. E o seu observo que a economia funciona como se fosse um flow, parece que é uma coisa que a gente perdeu no tempo quando a gente começou a querer dividir e dominar tudo por si só. E aí tu vê, cara, grandes tragédias nisso, morso. Hoje, a maioria dos meus pacientes são médicos, são psicólogos, até porque eu dou certo tipo de prioridade para pessoas que fazem este tipo de trabalho, porque elas multiplicam rápido. E se eu ajudar por um psiquiátrono psicólogo, eu obviamente estou ajudando uma porrada de gente de uma vez só. Então você vê, "Oh, tu pega assim, então, na nossa sociedade, tu pega um médico." Que teórica realmente é uma das grandes pessoas de formação, deveria ser de intelectual da sociedade. Tanto é que a gente dá maior valor para o médico por causa da formação dele. É tipo a formação de um oficial, de um cara que fez residência, o cara faz quatro, cinco anos de faculdade, depois tem que fazer residência. Então tu vê, aquilo ali é um sacerdócio, porque vai mexer com a vida. Aí tu vai se perguntar para conversar com a pessoa dessas, as pessoas, elas têm a impressão, então tu é que isso acontece com elas, quando a gente olha para um médico, ela fala se pouca, ela é médico. Se ele falar sobre futebol, ele vai falar, vai dar grande uma grande opinião. Se ele falar sobre teologia, fizes assim, ó, virou feste que está parado aqui atrás de mim. Já está desejando se eles andam no paga, galera. É, viu, já está. Se o cara vai falar sobre teologia, é falar assim, por mais o cara é médico. Fora mesmo, o cara ele se infia tanto ali, naquilo ali especificamente, naquela visãozinho dele. Aí tu vai conversar com o cara sobre qualquer coisa mais elevada, diferente de um corpo humano. Vim, o cara não entende nada. Se viu, eu recebo umas mensagens assim, ó, eu vi to as aulas de andropologia e não entendi nada. Eu penso assim, né, o cara de repente não tem nenhuma formação intelectual. Aí tu vai laver o cara, o cara é médico. Entende? Tipo assim, tu fala para um cara assim, ó, para um cara que é médico, né, irmão? Você fala assim, porra, cara. É, pornografia e mais esturbação vai destruir tua vida. O cara explica, né? E fica uma reação ali explicanas, coisa que você coloca, metal. E o cara fala assim, porra, mas eu acho que isso é coisa de religião. Aí você fala assim, puta, irmão. Que loucura, ou seja, é um tipo de formação, às vezes, o que a gente tem extremamente ali à nainte, né? Quando eu falo pro pessoal, outro conversa com doutores, né? Tu conversa com doutores, irmão. Aí tu fala assim, cara, que meu irmão, esse cara é doutor. E uma loucão é neargúmeno, uma anta. Tá ligado por quê? Porque ao invés de olhar pro mundo e sair do labirinto e olhar do alto, várias ciências, várias coisas. Ele ficou informado, é como se ele ficar assim no labirinto. E ele tivesse com a cara assim, e ele estudou 10 anos sobre um pedacinho da parede do labirinto, sem dente? Ele é pior do que o cara que não estudou nada. Do que aquela dona Maria, que cuida de casa, sabe? Que cuida de filho. É assim, fala assim, cara, Camilo. Eu tratou a dona Maria e eu tratou o neuro-cirurrião, cara. E uma louca é uma anta porra. E a dona Maria sabe tudo da vida. Você entende? Então hoje, porque ele não é uma coisa que você sabe do mundo. Ele não dormia na nada que existe por si só. Quando ele dormia numa parte do negócio ali, por exemplo, usei um exemplo aqui da mesa das moleques. Beleza, as molecas, elas não existem ali por si só. Elas existem, diante de uma outra causa que a gente fala das quatro causas, né? Da coisa formal da coisa. A coisa tem uma função, tem uma finalidade, tem uma série de coisas. E aí, cara, fica perdido. A dona Maria não, ela tá lidando com as coisas na sua casa, lidando com ela por completo, né? É, você vê. Então as pessoas são assim, cara. Elas vivem numa lenação específica. Quando eu desenho aquilo, como eu desenhei no livro, né? Experte, gênero e vai subir um diboteio em intelecto, olhando cada vez pra coisa mais genérica. E agora, a taxonomia da biologia, ela evoluiu, né? Ela parava no reino. Agora, ela parava no domínio. O que pra mim, com uma maravilha, né? Ela parava no domínio agora. -Pacilha, tô toa fã, ele é, cara. -Pacilha, tô a fã, ele é, cara. Então, você vê pra gente aqui. O oficial de Marinha tem vários amigos nossos aqui. Membão, tu sempre assim, num quartel com oficiaje, né, cara. Que é gente que foi formada durante 8 anos, cara.
você fala sobre família com cara. É um negócio só com cabeça de merda, assim, pensamento de merda, você vê, cara, uma luca ou uma anta, uma animal, tá ligado? Você entende? Essa é o nosso tipo de formação, você vê, ó. Eu dei uma aula semana passada sobre música, né? Só que a música como concebida no trivium, a música das três pessoas, que eram a música de três estruturas, né? Como ela era apresentada para cada uma das três pessoas. Hoje em dia, a gente só, o músico, hoje, ele só sabe, de música instrumental, ou seja, da música encarnada no mundo, pelo instrumento, né? Que é a música do personagem, a técnica, né? Aí tu senta, eu sentei, cara, com a galera de músicos, assim, e comecei a conversar com eles, né? Desde vindo de Pitágora, da Fundação da Música Aritmética, aí vim passando por Boésseo, passei pelo tratado de Santa Muxinho, fui falando da música do quadrismo, né? Música como estrutura de uma parte poética, que faz com que a gente aprenda a educar o ouvido, que cuja capacidade de verdade, só ele tem, né? É bonito pra cacete quando a gente ouve, santo, "tô mais de aqui, não fala assim, ó." Quando a gente olha pra eu, cara, "estia, os sentidos começam a enganar, gente." O tato, e o paladar, eles enganam a gente, porque eles ficam falando pra gente. O nosso paladar fala assim, é pão, o nosso tato fala assim, é pão, o nosso olhos falam assim, é pão, e nós somos salvos pela palavra do ouvido, né? Não, não, não, não, não, não, cessa atato, cessa ao fato, cessa paladar, cessa visão, ou, força, a verdade como o ouvido, é o corpo e o sangue de Cristo. Então você vê, é, falta, isso é uma educação que a música dá, a música no sentido da palavra cantada, quando, quando um melisma era feito, cara, eu vou cantar um verso pra você, mas eu vou me prender numa palavra, e dentro dessa palavra, numa sílaba, e dentro dessa sílaba, numa lovogao, e eu vou fazer essa vogal demorar, porque eu quero que você ouça muito essa palavra, essa palavra, você vai carrar essa palavra, aí você vê, essa esparada com música hoje em dia, com música, que vive isso, meu irmão, vive isso, uma louca fala, olha pra você assim, ó, e ele fica olhando e se vê, aí não fala nada, e ele fica assim, e eu tenho certeza que dentro dele, então vamos assim, cara, que merda, meu irmão, que vergonha, que vergonha, então as pessoas que fala assim, porra, venho o Diego que é o que eu falo pra cara, eu não estou concorrendo, nada com ninguém, eu tenho uma vocação minha própria, de buscar a verdade, uma unidade do mundo, e tentar falar sobre ela, eu não estou concorrendo, no mundo da psicologia, de vender curso, tentando buscar espaço, eu estou fazendo nada disso, o pessoal fala assim, porra, mas, como é que pode, o negócio tem uma porrada de gente, aí estudando isso, tentando, buscar na psicologia, e o cara não, porque que não consegue? Porque está dentro do labirinto, olhando pra parede, tentando achar resposta, e cada um que fala sua resposta, fala sobre um pedacinho da parede, quando a resposta deveria ser, você falado de fora do labirinto lá de cima, né? Aí o Freud está livre, irmão, com a cara na parede, e esse está com a cara na parede mesmo, né? Porque esse falou merda pra caraca, aí está o Freud, cara, falando sobre o homem, porra, de uma pulsação erótica, tá ligado? De uma pulsação erótica, como se agora nós tivéssemos movidos aqui pelo tesão, pra estar aqui, eu sei que é um, eu sei que é um pouquinho mais do que isso, sei que tem, mas tipo assim, imagina tu começar a ler o mundo, cara, que é o contrário, né? É a estrutura do mundo que dá sentido aquele pedacinho da parede, né? Ele faz do contrário, ele olha o pedacinho da parede e vai começar a descursar sobre o mundo, então o discurso sobre o mundo é um discurso e pedacinho de parede. Esse tem sido nossos discursos de doutorado, porra. Sei, sei que tem, você faz uma tesezinha de doutorado e começa a estruturar o mundo, porra é o contrário, é o contrário. Aí por que o doutor chega nesse ponto? Porque ele vai pro doutorado muito cedo, sem ter criado filho, sem ter, conhecer profundamente as artes liberais. Então, então, o problema é de estrutura da sua cidade, de educação moderna, porra. E o que é agravado, já logo no início também, né? Porque ele não só vai pro mundo, durante toda a infância dele, a vida escolar dele, barras de da família também foi a ser. Ah, meu filho, você tem que estudar, a prioridade a estudar, a prioridade a fazer isso daqui, você não tem que fazer isso aqui dentro de casa, porque você está estudando. Você não precisa ter isso, você não precisa acompanhar seu pai, você não precisa acompanhar sua mãe, você precisa fazer nada. Porque, cara, é impressionante com isso em um burrecedor, né? É um burrecedor, porra. É só você olhar, cara. Os pessoas estão botando os filhos lá, há 10 horas de na escola, cara. Para chegar na escola, ela vai ficar lá ouvindo um outro professor falar, você tenta ter uma coisa sobre teoria e o garoto incapaz de se lá, ela vai o seu prato em casa, arrumar sua cama. Isso é um burrecedor, isso é a alimentação. É um burrecedor, é completamente alienante. Esses são as pessoas que a gente vai tratar, amor. Com o mundo psicólogico, o mundo imaterial, o mundo das ideias, totalmente aloprado, totalmente aloprado. Entende? Que vai ter que ficar buscando sentido de vida para arrumar cama. Entendeu? Ao invés de fazer isso com personagens com personagens no palco, tranquilamente, sem muito esforço. É uma das coisas que a gente mais recebe aqui, o que o pessoal pergunta, pelo menos para mim, né? Ai, o meu personagem é fraco. Entende? Por quê? Porque está anos e anos sendo temperados você vê, cara? Aqui é a internet, ó. Essa é a 130 pessoas que estão com a gente aqui agora, que é uma coisa que eu faço, mas o pessoal sabe como eu sou rigoroso com isso, com vida intelectual. Nem bom, se eu pego aqui uma live dessa, e assisto a live. Aqui, ó. Cara, eu ia ficar sem ver live, sem ver nada, e tentando. Essa. Deço aqui, e decorar isso aqui, como eu fazia na adolescência com os cursos do padre Paulo Ricardo, né? Por. O cursos do padre Paulo Ricardo. Ele me deixou. Eu li a livro para carar, que ele me deixou um meio ano sem. sem livro nenhum, cara. Até eu entender cada parada, transformar que o indeseio, não sei o que ela. Ai, meu povo, vem isso aqui. Aí vai ser daqui, vai vir outro live, e meu povo vai falar tudo ao contrário, né? Eu vou chegar na outra. E mais do que isso? Porque assim. Uma coisa que eu bato muito aqui no papo matinal, cara, eu falo para as pessoas, né? Na tradição do que você é sempre em sinha, né? De permanecer nas coisas. A gente está no ambiente do inimigo aqui, né? Porque o Instagram ele parece que não foi feito, parece. Ele foi feito para a dispersão. Então assim. Já é um grande. Um grande melagre. A gente tem, tem 30 pessoas aqui, permanecendo aqui e se vê que os números nem alteram tanto. Mas eu falo isso muito com as pessoas, né? Normalmente que o palco matinal é obviamente tem menos pessoas aqui no dia a dia. Mas eu falo para as pessoas, para mim, a grande alegria é ativer de novo a manhã. Para que você permaneça dentro aqui da coisa, porque se você começa, aí entra e sai, para, faz outra coisa. Eu prefiro que você nem venha. Porque se você vem, você está fazendo um mal para você mesmo, cara. Está fazendo um mal para você mesmo. Mas essa questão de permanecer, de estar ali, né? De continuar nas coisas, demorar nas coisas. Isso sim é um dar a contra mão. Isso sim é a gente procurar. E eu vou te falar, Mauricio. É assim para tudo, cara. Quem olha um pouco para a vida séria, assim, ó. Eu vejo umas pessoas falando assim. Foi um Diego. Mas eu tenho o filho, cara. E eu acho que eu não tenho um focação para isso. E não sei que ela cara, eu não gosto de estar com meus filhos. E não sei que ela. E eu não sei o que fazer. Para o meu irmão, todo mundo que tem o primeiro filho, você vivia só para você, cara. Só para você. Apareceu alguma pessoa que, quando você está pensando na tua vida, ela está te perguntando como é que é o nome da bola, irmão. Porra, quem é que vai se alegrar sem porra ainda bem? Que eu não consigo pensar em mar nada e fazer nada para ficar falando o nome de objetos, dizendo de casa, que maravilha de vida. Porra, irmão, é só a vida humana que transforma um puta do egoista. Te falando assim, agora eu vou te ensinar, eu vou tirar com o tículo. Vai do E-Mermo. Entendi, para a unha ficar bonita, daqui a um tempo. Vai do E-Mermo, vou arrancar o pedacinho de carne. E tal, é relaxa e fica aqui, cara. Demora aqui um aninho, cinco anos, dez anos. Eu te falo, Mauricio, ó. A galera fala assim, cara, que tudo não aparece mais na internet. A gente queria tanto te ver. Meu irmão, o tesão e a ansia que eu tenho, para atacar com meus filhos e a minha esposa hoje em dia, cara. Para conversar as coisas com ele. Você vê, eu sento ali, meu filho está lendo Sherlock Holmes, né? E ele. E não me contava. Me contava as pessoas. Que estrogar essas figurias aí, eu. O que você. E me falar o caso assim, o caso e a gente conversar as coisas. Porra, cara, que maravilha. Eu sabia a dez anos. À dez anos, eu nessa mesma merda que o egoísmo nos diasque, né? O que eu tinha? Eu tinha uma tradição e uma esperança. E botava meu personagem no palco. Eu falei, cara, daqui há cinco anos, há três anos. Eu vou começar a mais daqui. Porra, santo Augustinho, né? Santo Augustinho. Primeiro, me ordena o que você quiser. E eu vou fazer o que você ordena. você ordena e em breve voar mal que você ordena. A grande oração de sã
eu gostei de falar do pra Deus, né? O ordeno é o que você quiser, que eu vou fazer, a contra-gosto e dar que algum tempo ouro a matu a ordem. Sem entender a vida é simple. A gente só precisa conhecer a tradição e as profecias, né? O roteiro futuro. Eu falei, "Cara, vai num filho e faz isso aqui, ó. Isso aqui. Porra, mas eu não consigo, é uma merda, não sei que lá. É flora, mas olha essas vidas aqui, olha pro passado. Comfia nesse roteiro, cara. Vai dar certo. Se o cara não fizer isso, meu irmão. A gente faz isso pra outras coisas, amores. Eu falo pro pessoal. A gente faz isso. A gente pesa proteína, meu irmão, pra daqui a cinco anos ficar com um abidôme em todo definido, porra. Nem o faz isso. Entende? Nem o faz isso. Mas por quê? Porque isso tá em volta. Isso tá nessa casa do egoísmo, né? Doeu, do meu corpo. E não sei que lá. E fala isso, vai destruir a gente, vai fundar a gente e nego chega aqui depois com 50 anos, 60 anos na terapia, com o personagem desgaste estado pra caraca, né? Aí, obviamente é muito mais difícil, né? Quando eu dou aula da esperança invencível, tem gente que pergunta assim pra mim. Porra, mapeiro, que você tá falando. Então eu posso fazer merda vida toda e no final, no último instante, me salvar. Você pode. Só que quando você faz merda vida toda, você é quase escravo no último instante, porra. Você acha que você vai ter grande chance pra não ter um instante escolher por Deus? Quem acordou meio dia a vida toda? Tem toda liberdade do mundo, pra acordar 7 horas que quando ela quiser? Acho que não, né? Acho que não. Então, de você em a esperança, ela é invencível, ela não morre nunca. Mas nego tem que entender que a medida que o tempo baça e eu não vou fazendo, porra, a fraqueza do personagem vai dominando a gente, a gente vai virando um animal, um cachorro. Exatamente, meu amigo. Você sabe que eu ficaria até meio dia que conversando com o tio, né? Que a comas gente já fez várias vezes nessa. Eu só tenho de te agradecer, cara, porra, assim, eu faço questão de aqui no papo matinal, quando eu recebo os convidados, eu falo, né? Esse é um momento do convidado, sobre tudo o dia com o que, cara. É meu professor, é meu amigo, meu confidante e muitas coisas. Eu só tenho de te agradecer, cara, por estar aqui e por poder fornecer isso daqui pra pessoal que me acompanha, né? Eu digo que cada convidado que eu trago aqui, ele nos completa em alguma coisa. Em alguma coisa que às vezes é completa, em capacidade de mim de falar, a gente não domina todas as coisas na vida. E que bom que é assim, porque é isso que dá todo o senso de comunidade, né? Não ter todos os nomes, eu fico muito feliz de poder ter contado com o tio aqui. Eu espero que o Instagram permita estar com essa live aqui gravada, eu vou colocar lá o Diego como colaborador, vocês vão poder encontrar tanto aqui quanto lá, se o Diego aceitar lá a colaboração. E é isso meus amigos, só fazer com uma propaganda pra vocês, quer dizer, a gente tá fazendo há pouco tempo, tá? Esse é só o papo matinal 36, então sempre que vocês quiserem acompanhar 7,5h da manhã, todos os dias de segunda-sexta sábado de vez em quano, a gente faz. Porque é aquela história, né? Isso daqui é maravilhoso. Eu tenho um grande compromisso que isso aqui leva isso muito à série, mas isso aqui também é subordinado a realidade da minha vida, né? Eu tenho uma série de coisas, tenho os filhos, mas eu te agradeço, Diego. E todos aqueles que quiserem acompanhar o papo matinal, esteja aqui conosco, sempre tem um convidado legal, às vezes isso só é o mesmo. A proposta é diferente. São 15 minutos que a gente faz, mas essa aula aqui, eu não podia deixar de colher o máximo aqui do Diego, generosamente pode dar pra nós aqui. Muito obrigado, meu amigo. E Deus te avançou sempre, conte comigo porque você sabe pra tudo que você precisar. A gente é irmão de outros carnavais, né? É necessitório. Mande o abraço pra família também, Maria, as crianças, tenho vocês sempre nas minhas orações aqui, na minha da região, vocês são muito queridos por nós. Obrigado. Obrigado, meu irmão. Feliz Natal, grande abraço pra todos vocês também. Obrigado pela esse momento de presença, né? Você sabe como sempre falo, né? Quando vocês me chamam, me convocam, né? Vocês estão me salvando de uma grande de uma vagabondagem na vida, de ver pra mim mesmo e não fazer nada pros outros. Então é realmente. Eu espero que você conhece com o amigo pra divulgações, pro que você precisar, porque eu tenho muita confiança, eu te conheço há muitos anos e pelo que eu tenho visto na internet aí, nesses poucos anos que eu me propuz, a gente já viu um pouco o que tem sido feito por aqui, eu não tenho certeza que isso aqui que você faz é um grande tesouro pra hora de tentar ver as pessoas, né? Que certamente vão ver, chegam perdidas pra caramba, com informação pra caraca, por de às vezes de muita gente boa, né? Que tem boa intenção, mas que não tem uma boa estrutura pra ser referência do que fazer, né? Eu acho que isso é essa visão apologica, é que você sabe de onde eu tirei, obviamente, né? É uma segurança grande pra gente fazer, estão confio muito, tenho uma galera aqui também aí presente, que eu também confio o taric que eu vi aí, a Juana, sua prima Juana, né? São pessoas que. A Juana em breve em breve, aí eu vou abrir lá minha caixinha de pergunta, assim que alguém falou uma coisa de psicologia, lá eu vou divulgar e eu fiquei sabendo que a Juana começou a atender, né? Eu falei por graças a Deus, eu senti uma dificuldade do caramba de mulheres. Eu falava isso pra ela. É, é, é, é, é. Para a maior dificuldade, eu tenho eu conheço várias pessoas, vários homens pra indicar, assim, mas mulheres era muito pouca gente que eu sempre. Quem é como banha aqui, sabe que eu vou trazer ela daqui a pouco, então, pessoal fica atento aqui no palco matinal, vai ver a Juana aqui. A Juana tá começando agora, então não tem muita gente seguindo ela, então pra vocês conhecerem, é uma mãe de 6 filhos casada, a mais de 10 anos, acho que pode ajudar muita gente em muita coisa, em certeza disso. O taric pessoal já pode pesquisar aqui, que já tenha até uma live com ele. Eu me vou. Eu estou me dizer aqui, então a gente pode encerrar mesmo de vez agora, que as nossas a gente com sabidades no salvo, obrigado pelo carinho, pela referências, mas eu contigo para as pessoas. Essa vida a gente está numa jornada de mudança. Eu agradeço muito a Deus por muitas dessas vezes ou você precisa este instrumento de salvação para mim. E a gente está aqui e fala dessas coisas, não porque a gente é perfeito, não porque a gente, muito pelo contrário, são numerosas as quedas, mas a alegria de ver que a vida ainda continua e a gente tem a oportunidade de se levantar e seguir adiante. Eu só tenho a agradecer por isso. Obrigado, amigo. Obrigado pela companhia de vocês. Estamos juntos. A minha continuência demorada para você. A minha continuência para você. Por exemplo, a sua apresência. Onde eu joguei? Grande abraço. Obrigado.
Podcast Summary
Key Points:
O papo matinal é um encontro diário de 15-20 minutos com uma reflexão temática e uma tarefa prática ao final.
O anfitrião apresenta Diego, amigo de longa data desde o colégio naval, e convida-o a explicar a teoria das três pessoas da personalidade: roteirista, personagem e crítico.
Diego fundamenta sua abordagem na presença, na demora nas coisas e na dilatação do intelecto, inspirado por Santo Ireneu de Lyon, Santo Agostinho e Euclides.
Ele usa a metáfora do teatro para representar a personalidade humana, onde a vida é uma obra que encenamos, e critica a especialização excessiva que aliena o conhecimento.
A discussão aborda a dificuldade com a espontaneidade e a necessidade de construir virtudes por meio de ações não espontâneas, superando o crítico interior.
Summary:
O anfitrião inicia o papo matinal, saudando os participantes e explicando que hoje será atípico, com foco na teoria das três pessoas da personalidade, ministrada por Diego, seu amigo de longa data. Diego, que conhece o anfitrião desde o colégio naval, é apresentado como alguém que sempre se destacou por sua profundidade intelectual. Ele explica que sua abordagem se baseia na presença e na demora nas coisas, inspirando-se em Santo Ireneu de Lyon, Santo Agostinho e Euclides.
Diego usa a metáfora do teatro para ilustrar a personalidade humana: o roteirista (quem planeja), o personagem (quem age no palco da vida) e o crítico (quem julga). Ele critica a especialização excessiva no mundo moderno, que leva as pessoas a mergulharem em detalhes sem antes compreender a totalidade, gerando intolerância. O anfitrião complementa, destacando a dificuldade com a espontaneidade, pois a construção de virtudes exige ações não espontâneas e esforço consciente para mudar o personagem.
Diego enfatiza que, ao entender essa estrutura, é possível enxergar o mundo de forma mais clara, superando as limitações do crítico interior. A conversa termina com a reflexão de que a vida é uma obra que encenamos, e que a presença e a demora são essenciais para a transformação pessoal.
FAQs
É uma live matinal de 15 a 20 minutos que faz uma reflexão sobre um tema e propõe uma tarefa prática para o dia.
O tema é a personalidade humana de três pessoas: o roteirista, o personagem e o crítico.
Porque a construção das virtudes exige esforço e ações não espontâneas, e o personagem representa essa transformação gradual.
É ver a vida como uma obra em que representamos papéis, assim como no teatro, para entender a estrutura da personalidade humana.
A base é a presença: estar presente e demorar nas coisas, pois isso transforma a pessoa.
Ele usa o método de Euclides, partindo de um ponto (presença) para construir um raciocínio, similar à forma como as três pessoas se manifestam na vida.
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