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Processo Criativo e Branding Digital

from Cronicamente Online

28m 34s

Processo Criativo e Branding Digital

O processo criativo é profundamente humano e alimentado pelas experiências vividas, pelo consumo de mídias e pela conexão com o contexto pessoal. O narrador destaca que criar fora do próprio contexto resulta em conteúdo distante e artificial, enquanto criar dentro da realidade pessoal traz verdade e profundidade. A ideia de uma campanha de treino, inspirada em sua própria recuperação pós-cirurgia e em um conteúdo de Mary Krieger sobre o corpo como depósito de energia, surgiu como uma reflexão emocional e prática. A campanha propõe o slogan "Trend to live", com foco em diversidade e inclusão, representando pessoas com diferentes histórias de saúde e corpo, para que o público se sinta identificado. A marca Under Armour foi escolhida por seu trabalho em marketing de influência, que ativa conexão subconsciente com o público. A criatividade é vista como uma forma de expressão emocional, baseada em cocriação e vulnerabilidade, e não em estratégias de crescimento superficial. O processo é desgastante, exigindo muitas etapas de edição e autoavaliação, mas é essencial para produzir conteúdo autêntico. O foco está em gerar identificação e emoção, não em ganhar números, e o sucesso verdadeiro é o sentimento de pertencimento e autenticidade que o público experimenta ao ver o conteúdo.

Transcription

6014 Words, 33000 Characters

Portuguese
Gente, vamos lá desse processo criativo, é uma coisa que eu gosto muito de falar sobre, eu gosto muito de observar sobre, como funciona e tudo mais, e eu acho que é uma coisa que é muito complexa hoje. Muitas pessoas querem entender o processo criativo, como é que é seu processo criativo, como é que você crie, você faz roteiro, você não vai falar. E aí, eu acho que é a parte mais interessante quando a gente fala de criação, de conteúdo, de criar qualquer coisa na verdade. Dessa questão tradicional do processo criativo de uma pessoa, eu acho que a gente tem precisa de ingredientes. E os ingredientes, nada mais são do que as coisas que vão fazer com que você tenha ferramentas para criar. Porque a ferramenta para criar não é um lápis e um papel, não é uma tela de computador, é o quê? Basicamente você viver coisas, você consumir coisas, você consumir mídias, você consumir coisas que te tocam suficiente para criar uma marca dentro de você. E os contextos que você está inserido, então eu vejo muito, muitos pessoas tentando criar coisas fora do contexto que está inserido. E aí, quando eu vejo um deslocamento muito grande, aí parece a coisa só no encaixa. Mas quando você crie dentro do seu contexto, você consegue trazer muito mais verdade para aquilo, sabe? E trazer uma conexão que vai muito além do que só uma mera criatura, sabe? E aí, por exemplo, explicar para vocês um processo criativo aleatório é a construir a minha cabeça. Vocês entenderem mais ou menos como é que considera o meu processo. Eu estava indo tomar banho, aí eu estava refletindo um pouquinho sobre algumas coisas, tipo, por exemplo, minha cirurgia, que eu tirei meu apém, e tudo mais, e toda minha recuperação, e como a recuperação foi rápida até, tipo, até o médico me falou, "Nossa, você saiu já do da cirurgia, tipo, você recebeu autos que já estava andando, você estava andando no primeiro dia, então, você se recuperou muito bem, né?" Eu falei, "Nossa, é interessante isso, né, como os outros corpos das pessoas meio que, tipo, se recuperam de forma diferente, algumas pessoas se recuperam mais de vagar, outras mais rápidas, aí me vejam na cabeça um conteúdo da Mary Krieger, que ela fez falando sobre como, quando você se exercita, né, os seus músculos são depósito de energia para o seu corpo. Então, se acontece alguma se identigrar, alguma coisa, tipo, de você realmente se recuperar, precisar de se recuperar, tipo, o seu corpo tem ali a energia já guardada para fazer aquilo, né? Que a gente ou a gente guarda energia como gordura ou como músculo, são depósitos de energia, né? E aí, eu fiquei pensando, cara, que é interessante isso, né, tipo, como o fato de eu ter começado a treinar mais, me trouxe muito, tipo, realmente trouxe para o meu corpo uma ferramenta mais para ele se cuidar. E eu falei, "Nossa, muito bom, isso aí, também não vai se apensar um pouquinho sobre o sal de mental, etc." E que eu lembrei, eu lembrei que nesse vídeo da Mary Krieger ela fez por conta de um ator, que é o Kai Quebrito, sendo me engano, que ele sofria um acidente bem grave, e ele saiu uma notícia falando que o médico dele citou alguma coisa assim, tipo, ele só se imperou tão bem, porque ele malhava, então, o corpo dele tinha muita reserva de energia para conseguir se recuperar. Aí, eu falo, "Nossa, tipo, assim, não é malhar para ficar gostosa para ter corpo do verão, é malhar para sobreviver, né? É malhar para viver." Aí, eu pensei, "Cara, isso mudou muito a minha cabeça em relação a treino, etc. Por isso que foi um conteúdo que coloco o migro." Porque trouxe realmente uma leitura de "Cara, exercício físico, você não tem que fazer para ficar bonito para ficar padrão sem fazer, porque faz bem para o seu corpo, faz bem para sua cabeça, faz seu corpo funcionar melhor, né? Você consegue gastar energias esse, você não consegue gastar durante seu dia, você não fica deitado na cama, super, ficando maluco da cabeça, que é uma coisa que tá acontecendo comigo, ó, porque eu tô sem malhar, por conta da recuperação da cirurgia, né? E aí, virou todo esse bom âmbia a cabeça. Aí, eu pensei, "Cara, imagina que foda isso virar uma campanha, tipo, uma marca, essa questão realmente de, tipo, a história, tanto a história do Kai Kibirito, né? Mas trazer ele como um rosto dessa campanha, por exemplo, e aí chegar lá e ter várias pessoas com várias vivências que também o treino mudou a vida delas, né? Treinar mudou a vida delas. Pensamente, fazer pessoas em relação a saúde mental, trazer uma questão de diversidade, porque, né, gente, a gente tem que fazer as pessoas se sentir identificadas, porque é importante. E também, porque vamos ser sincero, vende, né? Mas acho que é importante a gente criar campanhas hoje em dia, que envolvam tipos de pessoas diferentes, para que as pessoas consigam se conectar com aquilo e entender que elas podem participar também, tem muita pouca marca fazendo isso, de uma forma correta, de uma forma interessante, assim, de uma forma bem pensada, por uma pessoa que sofre daquilo, por uma pessoa que tem a referência de dentro, né? Porque é fácil se botar 10, vai me brincar com uma sala e falar para eles ter uma ideia, eles pensar, vamos botar uma mulher negra aqui, porque é cota. Sabe, tô sendo sincero, a teu cidade que estão saindo da minha boca mais que é real, né? O mercado funciona assim, não posso fazer nada. Mas é importante você pensar nisso, pelo outro lado, que é ter uma pessoa ali dentro pensando para criar toda essa ideia numa vivência que ela tem, porque ela também pode sentir incluída naquilo, né? E eu acho que isso é uma coisa que pega muitas marcas hoje, a gente tá tão diverso, a gente, mas que tá todo mundo muito igual, por conta do tanto que a gente usa o que a gente consome, a gente tem muitos subgrupos agora no mundo. As pessoas estão conseguindo se organizar em culturas menores, e essa organização, às vezes vai para um lugar muito nichado, você não consegue atingir as pessoas. E você traz ele um ponto de conexão, é muito importante, né? E aí eu tava pensando nisso, e eu pensei "Ah, o carique brita é darepo, por exemplo, trazer uma pessoa gorda na campanha que nunca começou a treinar emagrecer, né? Porque tem muita gente que pensa isso que treinar para emagrecer, etc. E tipo, não, às vezes só você deixou seu corpo mais saudável, você não precisa focar na questão estética, você consegue ser uma pessoa saudável e não ser uma pessoa magra, né? Isso é uma coisa que meu médico me falou, né? Eu acho que quem tá aqui sabe da história que eu tinha 120 kg, eu perdi muito peso, porque eu comecei a me cuidar, fui no médico, etc. E eu me agresci muito, porque eu tava tendo uma vida muito inativa, etc. Mas eu conheço pessoas gordas hoje, que começaram a treinar para tomar um estilo de vida melhor, sabe? Para aguentar algumas coisas do dia a dia, alguma correria má, tipo, realmente tem um corpo que funciona. E as pessoas não estão focadas emagrecer, eu acho isso muito legal, sabe? Eu também não foquei emagrecer, eu fiz pela minha saúde, o emagrecimento acabou vindo, mas que algumas pessoas, simplesmente elas têm um biotipo de ser uma pessoa gorda. E aí não tem muito o que fazer, sabe? Mas eu, assim, é importante ela se enxergar nessa questão do treino. Então traz ele o cara que brita fazer uma pessoa nesse escopo, né? Com essa referência, para ativar essa referência na cabeça das pessoas, e pensar em várias, várias existências, assim, tipo, pessoas que saíram na depressão depois que elas começaram a treinar, porque a gente pega a questão da saúde mental, que é um tema que é muito importante para a nossa geração que consome muito hoje. Então, da pra gente pensar nisso também, é que é pensando, beleza? Legal, isso é tão bem. Aí, como seria, tipo, "Ah, vamos de "Trend to live", né? Eu pensei em "Trend to survive", né? Porque a gente sempre pensa em inglês, primeiramente, porque o mercado obriga a gente a pensar assim. Então, "Trend to survive", mais "survive", traz muitas vezes a. Como que fala? A etimologia da palavra "survive" vem muito essa coisa, tipo, de que é difícil, de que é uma coisa, tipo, você precisa lutar muito sobre viver e tal. Eu acho que traz, mais uma turna negativa para essa, e pode me ficar muito apelativo. Então, pensei em "Trend to live", "Trend to live", "Trend to live" pra viver. Eu acho interessante. Eu fiquei "Trend to live" em português também funciona, mas não tem aquele impacto do que eu inglês, né? Aí, pra gente fazer uma campanha, tipo, realmente, aqueles escritinhos na tela, que é uma coisa bem em Calvin Klein, tipo, "My Calvin", essas coisas, sabe? E aí, tipo, escrito "Trend to live", ou então, tipo, "Seria o final", e aí, a pessoa contando, tipo, "Trend to", e aí, qual que é o objetivo dela, e tal, e depois "Trend to live". Ou "Trend para", enfim, em português. Eu pensei, "Ok, legal, mas que marca que seria isso?" Eu pensei. Adidas adidas é muito cor, adidas é muito jovem. O posamento da adidas é muito geração, sei. O que é legal é importante, tipo, é um público que consome hoje muito facilmente, né? É um público que se valida muito. Pela compra, pelo poder a quesitiu, pelo que eles têm, pela imagem que eles têm. E me inclou nessa gente, sua geração zei, né? Só que eu sou a mais idosa da geração zei. Então, quanto eu estou aqui, sei lá, pensando em como eu posso mudar o mundo de alguma forma, eles estão lá fazendo esse antiguitóque. Mas tá todo certo, gente, maiores também eu vou ter que fazer o babada acontecer. E, enfim, mas a geração assim, muito focado, em realmente, na imagética, o que aquilo significa pra você. Com a sua imagem, reflete quem você é. Então, adidas não dariam muito certo, porque adidas é muito jovem. Pega muito esse público. Eu pensei a Nike. A Nike é muito séria. E a Nike já tem um slogan muito forte no "Bringing" deles, que é o "Just Do It", né? Eu pensei, o "Just Do It" trend, tipo, trend to lift. Você vê que não combina? "Just Do It" trend to lift. "Just Do It" trend to survive. Não cola, sabe? Eu acho que. Eu não sei, gente. Eu olho pro "Bringing" da Nike. Eu acho uma coisa meio mérito, cria. Não sei explicar, mas é a vibe que me dá. Mas a Nike da gente acontece, mas eles estão falando sobre "Bringing" só. A imagem que elas passam. Eu pensei "Tá, qual outra marca poderia ser?" Aí, eu lembrei de uma publicidade que eu estou que eu vi. E depois disso, eu comecei a viver várias publicidades da Ander Armor. E aí. Eu percebi que eles são investindo em marketing de influência agora. Eu falei, "Mas boa, que dá pra fazer a sessão, seja, de com foco no digital, e tudo mais, já que eles estão com esse foco agora." Então, Ander Armor, perfeito. Seria uma boa. Aí, eu pensei "Tá, mas Ander Armor não é uma marca que foca muito na massa. Ela é uma marca um pouco mais cara. Ela tem um posseamento ali mais da pessoa que, tipo assim, cronicamente treina e tal. E eu acho que é legal pra essa, pra uma marca dessa, abrir um espaço pra as pessoas que, tipo, estão começando, sabe, criar essa movimentação cultural pra pessoas que ou estão começando, que não têm seu objetivo de virar atleta, sabe? E aí, quando andaram a Ander Armor, se encaixa muito bem nisso. Aí, comecei a pensar caraca. Olha como é incrível o poder do digital e o poder do branding, o poder do marketing de influência. As primeiras duas marcas que eu pensei quando eu falo que pensei "Trei no veio, adidas e nada." Que elas são top of mind. Não tem como, gente. Elas são muito grandes hoje. Ah, dá pra gente pensar em vários e tal, mas, tipo assim, se você plantar pra maioria das pessoas, treina a pessoa pensa "Nike ou adidas." Não tem como. Então, pensei, que interessante o trabalho do Under Armour, que com algumas publicidades no digital, eles começaram a me fazer com que eu pensasse na marca, logo em seguida de Nike Adidas. Ativou meu subconsciente quando eu pensei em treino nessa marca, sendo que tipo assim, eu podia ter pensado numa fila, eu podia ter pensado numa ASICS, sabe, tipo, existem outras marcas que tão fazendo, uma puma também que tem essa questão do treino e tal, etc. Mas eles conseguiram chegar em um lugar de treino e lembrar deles por conta dessas ações que eles fizeram no digital, e essas pessoas falam, nossa, mas nem funciona, né, a marca de influência, aí, ó, é esse é o ponto, é uma coisa tão subconsciente, que eu só absorvi porque, porque era um pessoa que eu gostava de pessoas que eu seguia, e elas fizeram eu olhar para aquela marca de uma outra forma. E aí, esse é o ponto, eu pensei, então, beleza, vamos de Under Armour. E aí, Under Armour é isso, né, eles, a gente poderia fazer uma campanha em português para atingir mais a massa, até usando a imagem do caikibrito, que é um ator global, então, mais conhecido pela, pela, pelo geral, das pessoas poderiam ser muito interessante, né, aí eu pensei, treine para construir a sua Under Armour. Olha como engajou perfeitamente, uma mistura do português com o inglês, então, uma coisa ali um pouquinho, mas, né, democrática não, muito, mais um pouquinho mais, e aí, trazer, tipo, treine para, treine para a sua saúde mental, treine para construir o Under Armour. Então, treine para a sua Under Armour, não sei, aí, a gente tem que discutir muito e ficar falando essa mesma, essa mesma frase de novo, de novo, de novo, de novo, até a gente ver qual que fica mais irritante e qual que cola mais, entendeu. E aí, é isso. Se viu como o fato de eu estar refletindo no banho sobre a minha cirurgia, que é uma vivência minha, me levou para uma referência, que foi um conteúdo que eu vi na internet da Mary Krieger. E um estudo que ela trouxe, de um caso específico de uma outra pessoa que é uma outra vivência, e aí, o fato de eu trabalhar com isso me levou para esse lugar, me levou com um lugar de pensar numa ação digital que poderia ter um impacto muito bacana e fora. E tocar as pessoas e conseguir até, né, se a Under Armour está fazendo essa questão de marketing de influência, cara, levar isso negócio para um motor nível, sabe, tipo, realmente fazer campanha e tal. Eu já trabalhei em uma agência, que era a gente se abarra produtora e a gente fazia muito isso, tipo, as marcas queriam pro digital, a gente pensava em ideias mirabolantes pra trazer essa mensagem pro digital de uma forma muito impactante. E, enfim, eu adorava fazer isso. E era o lugar onde a gente conseguia fazer muita criatividade, etc. Eu lembro que eu fiz mação para o API, do lançamento da linha API Talkion. Aí, a gente fez todo um apiamente de influenciadores que eram nipobrasileiros, tipo, a gente criou filtro. Eu desenho os filtros, gente, eu e a minha amiga, minha amiga Leila, ela desenhou, eu animei os filtros, a gente fez um filtro para cada cor desmalt, então, o esmalt. E era a época do Instagram que os filtros estavam superin altas, marcas onde estavam filtro, etc. E aí era, tipo, cada bolinha, tipo, as bolinhas de vocês escolheram filtro, sabe, quando vocês escolheram filtro que tem várias opções, eles tinham várias bolinhas, não sei se pega vocês essa época, porque não sei se a gente se precisou usar um filtro, com tanto filtro quanto aos avançantes. E aí, a bolinha do ícone era o sorte do esmalt. E aí, o filtro era inspirado, no. nas cabinas de puri-cura, japonesas, e o. como é que fala? E o desenho do filtro era pensar o nome do esmalt, porque aí tem uns nomes, tipo, bem específicos, assim, tipo, muito aleatórios. E aí, a gente fez toda esse trabalho, ficou muito legal para o problema que no dia que lançou o filtro bugou, não, essa foi um causa, a ver, essa foi a delícia. Então, tipo, sabe, seria que a sua referência e tudo mais, possibilita que você leve a sua visão de mundo para uma coisa muito legal, né, porque eu considero muita cultura japonesa também, então, tem essa questão. Mas, voltando, aí, como a André Armo está fazendo esse investimento, tipo, tem muitas agências que fazem isso hoje, né, que ajudam as marcas aí para o digital com esse impacto. E não só com o público, né, porque a público é importante, mas, quando a gente fala do branding digital de uma marca, quando a marca é preciso ir para a internet, cara é muito importante que essa marca passe uma energia, ela passe uma vibe, ela queria um centro de participação. Hoje, na internet, essas pessoas estão carentes, elas querem participar de alguma coisa, né, a gente vê marcas que dão muito certo, por exemplo, uma análise da vida, né, de bater a high clothing, são marcas que, tipo, quase como criaram uma atmosfera, um mundo à parte, um universo por si só que existe, existe no meio do mundo, então, por exemplo, eu ou uma análise, eu tenho o esquerdo da análise, né, que é aquele doradinho, se você nunca viu, procura aí, é o fuego da análise, no Google vocês vão achar. É lindo, e é muito engraçado, porque assim, quando eu to com ele, tem umas pessoas que me olham, tipo, "Ah, você segue a análise, tipo, porque eles também têm, então eles reconhecem no outro, criou esse senso de comunidade mesmo, tipo, de você olhar, as vezes saindo um rolê e encontrar uma pessoa que tá usando a mesma marca que você. E tipo, fala caraca, a gente, é meio quase como a gente pensa igual, a gente faz parte de um grupo, porque a marca conseguiu criar realmente uma atmosfera, sabe? É a mesma coisa, por exemplo, o Road to the Dead, da Rayleigh Bieber, ela conseguiu criar uma legião de clean girls, entendeu, tipo, "Cara, isso é isso é o branding digital, quando você vai fazer uma marca importante você ter isso em mente, sabe?" E aí você vê, como lá do começo da vivência, passei por um conteúdo, fui por uma coisa trouxe pra vivência que é meu trabalho, que é um lugar onde eu me expresso criativamente, mas, por exemplo, se eu tivesse desenhando, talvez eu pensado, tivesse uma bisa de desenho, então uma coisa assim, sabe? Então, a criatividade, ela tá muito ligada a todo esse processo, realmente, de tudo que você consome, de como as coisas chegam, até você, e como você consegue realmente colocar sua visão e a sua experiência no mundo de alguma forma. Minha criatividade hoje é canalizada no meu trabalho de marketing, então penso muito nisso. Fiquei no final, a minha última pensamento foi "Caraca, tô aqui, pensando numa ação de etapa fazer bilionário, ficar mais bilionário com a sede." Mas acontece, né, gente? É isso, a gente tem que entender que trabalha com que você ama e gere muito dinheiro pra alguém que não é você, mas acontece. É isso, sabe? Eu acho que muitas das coisas que eu cri hoje são a partir das minhas vivenças, e também muitas vivenças acabam adquirindo por conta dos meus clientes, né? Porque meu trabalho, gente, tipo assim, não é só. "Ah, eu vou fazer isso aqui, porque os números aqui, essa trem de ta em alta, isso ta em muito incluso, mas meu trabalho é muito sobre cara." Cara, como é que você tá? Como você tá sentindo que você tem passado, qual que estão sendo as suas experiências, tipo. Eu faço meus clientes e saberem muito comigo, porque me ajuda a entender o que eles estão sentindo pra entender como eu posso canalizar isso, ajudar eles a direcionar isso por um lugar de criação, porque aí a gente cria conteúdo que a gente gosta, e conteúdo que vai tocar as pessoas porque veio de dentro da gente. Então isso, eu acho muito, muito legal do meu trabalho, sabe? Eu falo que muitas pessoas têm um dom, né? Um dom em alguma coisa, assim, a gente tá capiando muito bem, tipo assim, parece que nasceu sabendo. Eu nasci sabendo e me comunicava, gente, de verdade eu fiquei muito feliz de conseguir ajudar muitas pessoas que querem se comunicar, mas não sabem como tem esses receios, né? Eu falo que, cara, eu sei fazer um vídeo viral, que vai me trazer muitas visualizações, etc. Mas não é algo que eu quero fazer, eu quero realmente trazer conteúdo que toque as pessoas, que as pessoas reflitam sobre elas, porque aí a criação e a criatividade caem num lugar de aconchego, sabe? De uma fuga, mas uma fuga saudável, uma fuga de tipo "tô tirando esse sentimento de dentro de mim, sabe?" Então, até recentemente eu ajudei uma cliente minha, criar um quadro, que ela queria muito ter um quadro, né? Porque ela produz conteúdo de moda e tal, e ela tinha uma frase de impacto já. E a frase de impacto dela é muito boa, gente, né? Não vou colocar, não vou falar sobre isso aqui, porque realmente tenho contato de confidentialidade, né, monas? Se eu posso falar dos trabalhos que já acabaram. Mas enfim, e aí essa minha cliente, tipo, ela queria muito ter esse formato, e tudo mais, ela gosta muito de moda, então ela queria ser um que fosse um formato de moda. E agora eu estou vendo ela reproduzir realmente um conteúdo, tipo. Eu dei uns ajustesinhos, de tipo "tá, como é que a gente vai fazer isso ser mais atrativo?" pra gente ter o impacto de um conteúdo de moda que gira, porque hoje o conteúdo de moda não gira por girar. Ele gira, porque as pessoas tão ali consumindo uma outra coisa, sua personalidade, já falei sobre isso em meus stories. Ou pela imagem que você tem, que você é uma pessoa bonita, ou porque você é uma pessoa engraçada, então as pessoas assistem por conta disso. Então, afinal das contas não é pela roupa, pela roupa mesmo, né? E moda é isso, moda é expressão, moda é comunicação também. Então, não é como se isso não fosse moda. Mas aquelas coisas dessa fiçura por péssia de roupa e tendência e trem de essa trem de a última do momento, eu acho que morreu um pouco aqui no Brasil, né? Foi o que fez o fechante que toque perder muita força também. As pessoas não tinham condição de ficar consumindo a velocidade, que era as tendências dos Estados Unidos, gente. Lá, pessoal, compra bluzinha, apreço de banana, vai num brechó, é um paisão consumista que os brechó são tipo lotados, entendeu? Aqui você perringa para achar um brechózinho, né? E lá as pessoas são tão desapegadas, por exemplo, da roupa e do material, porque elas têm que vender para comprar uma coisa melhor e uma coisa nova, que as peças circulam, antes mesmo de serem usadas até um ponto de tipo, tá quase em discarte. Aqui no Brasil não, aqui a gente não compra roupa assim fácil, a gente compra roupa e a roupa comprar a roupa é uma coisa muito importante, né? Você fazer um ato de uma compra de roupa, você tem que sentir algum tipo, cara, eu preciso dessa roupa para esse momento, então, ah, essa roupa quero muito sentir isso, quero participar disso com essa roupa. Então, a gente consegue, realmente, pela roupa ter esse apelo emocional mesmo, sabe? Então, a gente guarda roupa para um muito tempo, tipo, tem um roupa que eu nem uso mais, mas eu usei ela num evento especial, eu usei ela num momento especial, foi uma compra, uma aquisição importante para mim. E aí, não desapego, então, tipo, tal vez, muitas peças que vão às vezes para basar ou que vão para a brecha, às vezes não tô numa condição boa, porque a pessoa usou tanto, porque o brasileiro é apegado essas coisas, né? Então, lá fora, não, e aí, enfim, aí ajuda ela criar essa frase. tipo que trazia um pouquinho da vivência dela, então era uma frase de impacto no começo, que traz essa vivência dela, e depois ela traz a frase de feito dela, e é com o casamento perfeito, estou vendo conteúdo, é, acontecer, já vi que os números cresceram bastante, porque é isso, gerou a identificação, porque eu trouxe a vivência dela como um discurso para ela alcançar as pessoas, as pessoas certas, as pessoas vão se identificar com ela, e não há massa de pessoas que vão trazer visualização, bom rida sua cara, um vídeo de seu conteúdo, compartilhar nos stories, vão esquecer. Entendeu? É isso, gente, processo criativo, eu amo fazer cocriação, porque é quando você consegue trazer a vivência do outro que você não acessa por um lugar da sua vivência que você acessa, e isso faz um casamento legal, entendeu? Eu tenho muita vivência estratégica e tal, mas também tenho muita vivência de consumo de conteúdo, eu sempre falo que você trabalhar com alguma coisa, é legal você estar inserido no mercado dessa coisa, você ser um consumidor dessa coisa, meu irmão, por exemplo, trabalha com o turismo, tem uma agência de viagens e o bicho viagem, em viagem ele sabe falar de viagem, porque ele viagem muito, entendeu? É uma coisa que me ajuda muito no meu trabalho, eu crie o conteúdo também, então eu criar conteúdo me ajuda a enxergar como é que se cria conteúdo, entendeu, os processos da criação de conteúdo, e quando a gente para pensar no mercado de influência, no mercado de criação de conteúdo, quem comando esse mercado financeiramente, que são as marcas, os marqueteiros, os publicitários, as pessoas que trabalham em agências, os RPs e tudo mais, os strategistas, muitas dessas pessoas não criam, e cara, dá que você ter uma base muito boa de referência, você consumindo, se você parar para analisar, se você realmente gostar da coisa, mas quando você cria, você bota uma massa, você vê o trabalho que dá, você vê, realmente, qual são os pequenos sofrimentos de você criar um conteúdo, sabe, qualquer tipo de conteúdo, desde um conteúdo de modo que vai deixar sua casa uma bagunça, você tem que tirar 95 milhões de roupas do seu guardar roupa, até, por exemplo, o conteúdo emocional, você compartilha numa vivência sua, você está passando, e isso toca as pessoas, porque você teve o trabalho, de trabalhar sua vulnerabilidade, e se sentir confortável, suficiente para espor seu sentimento na internet, gente, é muito difícil fazer isso, você sente um idiota falando sobre certas coisas, porque nossa quem vai querer saber disso, quem não é querer ouvir falar disso, tipo, e aí às vezes pode até realmente não funcionar, porque às vezes não tocou as pessoas, mas quando tocas pessoas, tocas pessoas muito fortes, né, eu sinto, muito isso no meu conteúdo, quando eu trago o conteúdo falando alocreator, e aí eu dou uma fago, então tipo, meus conteúdos de trapia, né, que o pessoal fala, que é quando eu falo algumas coisas tipo, cara, você precisa criar, mas você precisa estar bem para criar, sabe, e é uma coisa que as pessoas precisam ouvir, porque é muito, a internet ainda vista como uma fuga, né, então vou fugir dessa realidade, vou tentar uma realidade melhor para mim, então essa realidade, que é o meu sonho, tem que ser mais fácil, e é mais gente, de verdade, é bem fácil, não vou mentir, trabalhar com a internet hoje, me facilita muitos processos e muitas coisas, mas é muito desgastante, às vezes eu não consigo olhar mais para a minha cara, de tanto que eu tenho que ficar me editando, me reeditando, e às vezes eu gravo um vídeo de 9 minutos, e eu não gosto do resultado, eu vou gravar de novo, porque eu não faço roteiro, eu sou louca, né, casa de ferrer, espeto de pau, gente, acontece, e aí sabe, tipo, todo esse processo gigantesco para você botar um conteúdo, depois você ainda tem que editar ele e cortar, e fazer os records, e aí vê o que é importante, e isso está sendo prolicso, reassistir de novo vídeo, no final para ver se está tudo certo, está tudo colocado, e aí, todo esse processo fica tão exposto a sua própria imagem, chegou a hora você não se aquenta, mais, você não quer mais olhar para a sua própria cara, você não quer ouvir a sua própria voz, então, por isso que o processo criativo ele é desgastante, porque é muito trabalhoso para você tirar uma ideia da sua cabeça e colocar um vídeo online, é só um vídeo que, tipo, assim, não se compara com muita coisa, e muita coisa não se compara com muita coisa, mas é um processo muito trabalhoso, sabe, tipo, e quando sei lá, você faz um vídeo e dá errado, e aí você não consegue, você tem que regravar ele inteiro, e aí você começa a ficar robótico, porque às vezes você vai falar uma coisa e aquela frase já está tão colada na sua cabeça tanto, que você já repetiu, que você fala de uma forma robótica, e aí você não gosta do forma robótica que você fala, e aí sabe, e isso, eu sei numa pessoa consciente, estratégia que estou sempre pressando a tensão para o processo da minha criação, imagina uma pessoa que não consegue nem parar para pensar nisso, porque tem que postar um monte de publicidade, tem um monte de trabalho, tem dinheiro envolvido, e aí tem colégio para subir, que não sei quem, e aí tem que postar três vezes por dia no TikTok, e então, tipo, tem que postar muito, e aí tem que postar histórias, tipo, como é que essa pessoa vai parar para viver, como é que essa pessoa vai parar para consumir coisa, porque depois de fazer tudo isso, gente, a última coisa que a gente quer fazer é assistir vídeo na internet, caso de ferrer espelho de pau, e aí como é que você vai consumir conteúdo, consumir mídia, para depois você viver coisas, e você conseguir criar alguma coisa muito especial para você, entendeu? É meus amores, processo criativo é isso, eu acho no final das contas, é algo que esse é o meu, e essa é a minha visão de processo criativo, cada um tem o seu, algumas pessoas devem ter um processo cri, um processo criativo muito mais caótico, muito mais destrutivo, algumas pessoas devem ter um processo criativo linda e maravilhoso, mas eu acho que a parte intrínseca do processo criativo é você olhar para dentro de você entender o que você quer colocar para o mundo, e não só, tipo, como é que eu posso ganhar seguidor, como é que eu posso ficar famosa, como é que eu posso fechar mais público, não é tipo, como é que eu faço para criar uma coisa que eu me orgulhe, que eu acho legal, e não é fazer um fecham-feel e fazer um curta, não é isso também, sabe, tipo, a gente pode se expressar de formas mais superficiais também, né, a gente foi muito criador de conteúdo, por exemplo, que queria conteúdo sobre vivências do povo brasileiro, e essa pessoa começa a ganhar muito seguidor, porque ela representa uma boa parte do Brasil, o Brasil se sente representado por essa pessoa, essa pessoa começa a bombar, começa a fechar muita publicidade, começa a ganhar dinheiro, começa a ver uma vida o que, distante da realidade, em que do conteúdo que ela produz, a Elza Madimbo do TikTok, ela fala sobre isso, né, ela é uma grinha que ela fazia conteúdo sobre ser pobre na África, e os vídeos dela viralizaram tanto, que ela começou a ganhar tanto dinheiro, que ela não era mais pobre na África, é como é que ela era fazer um vídeo sobre ser pobre na África, sendo que ela não era mais pobre na África, e ela entrou no uma crise gigantesca, que tem um conteúdo falando sobre esse meu TikTok, inclusive, só colocar, ela vai alpinhar até o Elza Madimbo, eu acho muito interessante ser conteúdo, e que eu acho uma leitura muito legal, e depois ela foi pro lugar da moda, tipo, fazendo um fecham, tipo, arrumisse comigo, e mostrei no look, e contando história, enquanto ela passa um screme no corpo, tipo, e ela é linda, linda, linda, linda, então, tipo assim, cara, "look, look", como o processo criativo, tem que seguir muita vivência, o arrotindo da nossa vida, e se a gente não tá aberto para criar, a gente não consegue criar, mas para criar, a gente tem que viver, e às vezes, o trabalho consome a gente, é um saco, gente, eu lembro da África que eu não trabalhava com isso, que meu trabalho era muito mais tranquilo, né, porque eu trabalhava em agência, só cuidava de alguns influenciadores, tipo, no final do mês, meu dinheiro tava na minha conta, e então, tava tudo certo, e agora que eu tô empreendendo, tipo, é mais difícil, antigamente, eu passava muito vídeo, né, porque, além de eu estar vivendo muitas coisas, que eram novas, pra mim, né, ainda assim, eu tava, como um rote, uma rotina legal pra produzir esses conteúdos, agora, eu tô tendo consumir tanta coisa, tipo, e tá, sabe pra mim, se for estar pra entregar um meu melhor pros meus clientes, sabe, e eu foco muito o meu trabalho, eu sou muito, eu sou muito dedicado no que eu faço, e eu realmente quero entregar a melhor ideia, eu quero, tipo, realmente criar uma coisa legal, algumas pessoas vão tão prontas pra criar algo próprio, então, tipo, a gente vai nesse processo de, eu vou nesse processo de ajudar a pessoa, tipo, encontrar a voz dela, encontrar o que ela gosta de fazer, encontrar o que, tanto que engaja pra ela, né, porque engaja uma coisa de ego funciona, quanto pra, tipo, algo que, traga um afeto, tipo, cara, eu gosto de, essa semana eu vi uma cliente falando, cara, eu gosto de gravar esse vídeo que a gente fez, que a gente pensou, eu falei, cara, que bom, é isso, é isso que eu quero você sentir, eu quero você sentir feliz criando o conteúdo, porque é uma coisa que se perde muito do marketing do meu cliente, sabe, então, o processo é, tipo, muito, muito, muito, muito, muito lindo, mas ele pode ser muito ruim, e eu fico muito feliz de poder ajudar muitas pessoas a deixar esse processo um pouco mais leve, porque é isso, eu que eu já falei em um vídeo meu também, é trabalho, gente, a gente tem que levar mais sério, a gente tem que levar mais sério, porque é nosso trabalho, mas a gente leva muito a sério, a gente perde o teoro principal, que é o que fez, a gente começar a fazer aquilo, que é porque a gente gostava. Olha só, é isso, faça um terapia e tem uma criatividade, cacar, carcabete, tchau!

Podcast Summary

Key Points:

  1. O processo criativo é profundamente ligado às experiências vividas e ao consumo de mídias, que fornecem os ingredientes essenciais para a criação autêntica.
  2. Criar dentro do próprio contexto de vida oferece maior verdade e conexão com o público, evitando a distância que ocorre quando se cria fora da realidade pessoal.
  3. A ideia da campanha "Trend to live" surgiu a partir de uma reflexão pessoal sobre recuperação pós-cirurgia e um conteúdo inspirado em Mary Krieger sobre o corpo como depósito de energia.
  4. A campanha deveria incluir diversidade de experiências, como pessoas com obesidade, depressão ou histórico de acidentes, para que o público se sinta identificado e engajado.
  5. A marca Under Armour foi escolhida como veículo para a campanha por seu investimento em marketing de influência, que ativa subconscientemente a conexão com o público.
  6. A criatividade é alimentada pela vivência do consumidor e pela cocriação, onde a experiência do cliente é integrada ao conteúdo, gerando autenticidade e impacto emocional.
  7. O processo criativo é desgastante e exigente, envolvendo reedições, autoavaliação e vulnerabilidade emocional, mas é essencial para produzir conteúdo autêntico e significativo.
  8. O sucesso verdadeiro do conteúdo não está em ganhar seguidores, mas em criar algo que toca a alma, reflete a realidade e permite que a pessoa se sinta compreendida.

Summary:

O processo criativo é profundamente humano e alimentado pelas experiências vividas, pelo consumo de mídias e pela conexão com o contexto pessoal. O narrador destaca que criar fora do próprio contexto resulta em conteúdo distante e artificial, enquanto criar dentro da realidade pessoal traz verdade e profundidade. A ideia de uma campanha de treino, inspirada em sua própria recuperação pós-cirurgia e em um conteúdo de Mary Krieger sobre o corpo como depósito de energia, surgiu como uma reflexão emocional e prática.

A campanha propõe o slogan "Trend to live", com foco em diversidade e inclusão, representando pessoas com diferentes histórias de saúde e corpo, para que o público se sinta identificado. A marca Under Armour foi escolhida por seu trabalho em marketing de influência, que ativa conexão subconsciente com o público. A criatividade é vista como uma forma de expressão emocional, baseada em cocriação e vulnerabilidade, e não em estratégias de crescimento superficial.

O processo é desgastante, exigindo muitas etapas de edição e autoavaliação, mas é essencial para produzir conteúdo autêntico. O foco está em gerar identificação e emoção, não em ganhar números, e o sucesso verdadeiro é o sentimento de pertencimento e autenticidade que o público experimenta ao ver o conteúdo.

FAQs

O processo criativo é uma experiência complexa que envolve vivências pessoais, consumo de mídias e conexão com contextos cotidiano. Ele é alimentado por experiências reais e emocionais, que geram conteúdo autêntico e conectado com o público.

Criar dentro do próprio contexto permite trazer mais verdade, autenticidade e conexão com o público. Isso gera um vínculo mais profundo, pois o conteúdo reflete experiências reais que as pessoas podem identificar.

A vivência pessoal, como uma cirurgia ou recuperação, pode gerar ideias profundas e emocionais. Essas experiências servem como base para criar histórias que tocam o público e geram identificação emocional.

O marketing de influência permite alcançar públicos mais nichos e conectados. Ao usar referências reais de pessoas que vivem experiências semelhantes, as campanhas geram maior identificação e credibilidade.

Incluir diversidade garante que o conteúdo reflita múltiplas realidades, permitindo que diferentes grupos se sintam representados. Isso aumenta a conexão e o engajamento, além de ser uma prática mais ética e eficaz.

A saúde mental é um tema central, pois o processo criativo exige vulnerabilidade e autenticidade. Quando as pessoas compartilham suas emoções, elas criam conteúdo que toca profundamente e gera impacto emocional.

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