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PrimoCast 518 | 10 ERROS SILENCIOSOS que estão MATANDO sua empresa (Pare HOJE e Cresça em 6 Meses)

71m 3s

PrimoCast 518 | 10 ERROS SILENCIOSOS que estão MATANDO sua empresa (Pare HOJE e Cresça em 6 Meses)

O podcast "Primoqueste" aborda 10 erros silenciosos que prejudicam empresas, com foco em gestão financeira e marketing. O primeiro erro é mexer no capital de giro para gastos pessoais, confundindo-o com caixa livre, o que leva a endividamento bancário com juros altos (até 80% ao ano). Muitos empreendedores não distinguem entre Demonstrativo de Resultados (D.R.) e Fluxo de Caixa (D.C.), achando que lucro contábil significa caixa positivo, quando na verdade o crescimento pode aumentar despesas sem gerar liquidez imediata. Outro erro é tratar toda dívida como negativa: dívida estruturada para investimento pode ser alavancagem inteligente, mas dívida para cobrir ineficiência operacional é fatal, especialmente quando o EBITDA é negativo. No marketing, o erro é não enxergar clientes como ativos financeiros, como imóveis: é preciso calcular o custo de aquisição (CAC) e o valor vitalício (LTV), separando investimentos para conquistar novos clientes (com cupons agressivos, como faz a Insider) de ações de manutenção. Por fim, ter medo de aumentar preços é prejudicial: a precificação deve refletir o valor gerado ao cliente, não a competição por preço baixo. Antes de ajustar preços, é necessário melhorar a eficiência operacional para aumentar margens. Serviços intangíveis, como consultorias, devem precificar com base no retorno financeiro que proporcionam ao cliente.

Transcription

14975 Words, 78607 Characters

Portuguese
[MÚSICA DE FUNDO] Está começando o Primoqueste, o podcast oficial do grupo primi, no programa de hoje, que a gente vai falar de 10 erros silenciosos que estão matando a sua empresa, cair. -Esh, tem erro aí, hein, cara. -Tem muito erro. -Tem muito erro. Será que tem algum aqui que a India fez? A India cometeu? -Vamos? -Probamente a gente cometeu, mas o problema não é o erro que está matando. O problema é você não corrigir se eu. -E você não identificar rápido. -Esqueles silenciosos. -Tamo a cuidado. -Certo. -Pra falar sobre esses assuntos, estamos aqui com o Lazaro do Carmo Junior. Não quero que já veja que não pode ter as várias vezes, a galera gosta muito, que ele é só. -Premierna, não foi merinha. Só os fundadores da Captain Great. -Eu, inclusive, eu vou começar a cobrar agora, como é que chama "jeton", tipo, quando você vai. -Vou falar lá na. -Vou votar no plenário, né? -E você tem que cobrar o "jeton", que você vai lá. -Você. -Premcar a deira, turma. -Muito bom, temos que ir aqui, cara. -Tamo junto, bom. Muito bom. Muito bom, tem você aqui. Temos também com o "Denner Libert", que é fundador da V4 Compo, a maior assessoria de marketing vendas da América Latina, caramba. -E é tempo que eu não vi aqui, hein, cara. -Baseu a meu, você fica fugindo. -Meu suplente. -O "Denner". -O "Denner", ele patrocinou o programa, mas ele não quer vir. -É, ele não quer. -Ele vai ser caramba, não. Vou mandar. -O ta pensando, meu cara. -Eu vou mandar o Fernand, ele mandou lá no grupo pra assinar o "Denner". Não, fage não, pô. -Ah, é nada. Pessoal gosto de você, cara. E "Denner", tudo bom, cara. -Tudo bem. Obrigado, privilégio. -Tá aqui com vocês. -E ele fala de novo. -E ele vai pagar. -Ele é o "Quite Lushury". -Ele é, né? -Quite Lushury. -Cá, mesmo, é um conteúdo que eu tenho produzido. -É. -É, mesmo. -Pô, uma pessoa, algum dos erros que a gente vai falar, que será que produzer um erro ou um acerto? -Ahhhh. -Pode ser um erro. Vamos começar. Eu queria que a gente. Eu tenho uma listinha aqui, mas eu queria que a gente começasse com os erros, assim, que vocês já identificam logo de cara. Sim, queria que cada um desce um, assim, um erro que você fala assim, cara. -E ser. -E ser. -No negócio que vai ser cara. Isso aqui é um erro que é comum. Ele é. O cara não identifica rápido, mas está matando. -Tá, desbaco. -Eu faço tu no oral de mais de 20 anos, né? -Tá. -Grupo optimaz, eu fundei ele no ano em 2008, pô. -Tá. -Sabe um que é crasso, independente da empresa, pequena média grande. Eu vou falar que 80% dos empreendedores fazem algum momento da vida. -A chá que capital de giro é caixa livre. -E cara mexe no capital de giro. Compracasa, compra carro, tiro dinheiro do capital de giro. Aí depois a empresa começa a ficar manca na hora de pagar as espesas operacionais, aí ele recorra banco. Aí quando recorra banco ainda é inteligente. Pior quando usa conta garantida. Da empresa para cobrir um capital de giro. Que ele não deveria tocar, que é o mantra sagrado. Ninguém mexe em capital de giro, capital de giro dá a empresa. É que ver aquela conta ficando gorda, -aquê ele dirou seô, se o cara não está investindo. -É um cara que não percebe que é ideia. -O 100 cc é salona, 30% 80. -Crecino. -Crecino. -Vale, 80% ao ano, capital impu mais que ele seja serviço, a necessidade de capital de giro dele aumenta. -Todo o cara vê o gordão lá, aí o cara vai lá e mexe. -O Nesta aí, o cara acha que não está dando dinheiro, mas é por causa desse fenômeno. -Claro. -Mas o que é? O cara não sabe ver um montal de R. -Isso. -90% não sabe, irmão. E quando sabe ver, não sabe ler. -Como deveria. -E o D.R. não é o D.C também. -Não é o D.R. -E não está banhando caixa. -É o D.R. ele mostra o L.L. O L.L. vai ser reflexo no D.C. -Tendeu? -Só que ao longo do tempo. -Se ele vem de dez vezes, no D.R. entra um shot, o L.L. está gordão, mas no fluxo de caixa está passelar dez vezes. -Entendeu? -Entendi. -E não é competência ou até caixa. -Ah, e o cara, ele vendeu de uma vez só, e ele vai, está olhando o D.R. -Pior. -E ele olha para o caixa, ficando o gordo, só que a despesa dele aumentou também, porque ele cresceu. A despesa desse cara, ele tem efeito escala. Ele cresceu 80% a despesa, não cresceu 80%, mas cresceu 50%. -Não cresceu. -Viu? Aí ele viu 50% a mais do que ele viu, normalmente. -Vou comprar um avião. E aí se ferra. -Ese assim, cara. -Não? -Não conheço o indivíduo. -Piquen no médio grande, que um dia na empresa ou não cometei um erro desse. -E isso aí é comum mesmo. -Cara que mais ganhou um pouquinho dinheiro. -E o passado já fez. -O pequeno disse a fundo da Neste, quando ele quer montar a segunda loja de qualquer coisa. -Dada, tem a primeira operação rodando bem lá. -Vou montar mais uma loja. -Ah, o cara é bom, mas fica aos dois no pescoço. -E o que você sabe que aquele dinheiro era por causa do crescimento dele, que era necessidade do crescimento. -Meu Deus, se você é dener. -Uma relacionada é essa. Tem várias aqui que vem na cabeça, que o pensando é que o Corranquear, mas uma que a gente normalmente fala juntos é o Lazaro que é, galera, é ver valor. É confundir dívida de investimento, dívida como investimento um negócio, com dívida pessoal de consumo. Então muitos empreendedores, empresários, eu começamos a ver se estava falando disso aqui em off antes. Ele começa o negócio e ele olha para dívida como algo negativo, que ele não deveria ter dívida um negócio dele. -Não, é. -Porque o dívida é ruim, por favor, eu parcelar o meu meco que vou comprar parcelado, por não, é uma dívida legal. -Turum mundo sabe disso. -Sim. -Tem essa intuição, mas a dívida no negócio, ela não necessariamente tem isso mesmo efeito. Por o contrário, é mal, para as vezes, ela é a lavanca que eu preciso para financiar o crescimento desse negócio e conseguir me remunerar melhor, porque o meu custo capital é maior do que o capital eventualmente um terceiro. Então, sempre a gente fala disso, o lugar é o pás, não te pensar nisso, né? -Tudo a vez que você toma a dívida estruturada, para fazer investimento, parte do pressuposto, que você fez um análise de MVP, de vendendo, é de MVP final do seu investimento. Então, resultado desse investimento é melhor do que os juros bancários, então é inteligente que você use o banco, e não o seu dinheiro próprio, que a empresa nasceram para deixar a dona rico. -Mm-hmm. -Prem muito todo o pobre de empresa rica. Aí acontece uma turbulência em empresa quebre, e ele vai borrar junto. Então, o que a gente fala muito que o dele fala é isso? Você tem que saber, dívida ruim. Quando a empresa está quemando o capital de giro por ineficiência operacional, e o cara está tomando dinheiro para o bosado do capital de giro, porque caixa é sintoma, caixa não é o problema, causa. A causa é alguma coisa que acontece, dentro da empresa que te leva a ficar com caixa negativa. Aí o cara está com caixa negativa, e vai tomar dinheiro. Só que ele tem um cash burn, dentro da empresa dele. A receita operacional dele não é o suficiente para cobrir as vezes operacionais. Então, antes de ir para banco, ele tem que ir lá e consertar aquele problema operacional, a empresa tem que gerar caixa positivo, e ele pega a dinheiro. Está vendo a diferença? -Mem? -Tego o dinheiro para fazer mais dinheiro. O outro pegou dinheiro para tampar um buraco que ele nem sabe que tem. -Exato. -Mem ineficiência operacional que ele nem sabe que tem. -Tem. -Aí ele morre. É as empresas quebram. A empresa fica individada e aí vai me procurar por isso que eu ganhei dinheiro. Eu por isso, onde hoje, lá no grupo optimais, eu não consigo atender gente acima de 200, 300 mil noites que eu preciso de muitas pessoas. Eu não tenho capacidade de uma. Ainda que tem gente para caralhar. -Muita gente procura quebrana. Tem muitos que só dá a extramunção. O cara já morreu. Não dá nem pra ir perjota, e bídeo está negativo. Aí quantas vezes de evite deu? Tem quantas vezes a geração de caixa tem de dívida? Infinito porque o ebídeo está negativo? Qualquer dívida, verso uma geração de caixa negativa, é múltiplos infinitos de dívida. E eu falo seguinte, até duas vezes o ebídeo está de dívida. Duas e meia se tiver alongado em cinco anos. -Pau, ok. -Molha, eu resolvemos. Agora o cara está com o ebídeo está negativo e deve um milhão. É impossível pagar, porque você não tem geração de caixa. Não interesse. Isso apareceu do dia todo dia, todo dia. E pior quando o cara chega lá, ainda fala. Mas eu sei resolver isso. Ah, sabe. Por isso eu deixei chegar aí. Só que se estressar o limite, ali, né, pra resolver mais de vez. E o que passou do limite? -Muitas vezes. É isso. E um outro relacionado a isso aí, vem pro meu universo do mundo marketing, é quando o cara não tem consciência, por exemplo, que há aqui um negócio, nada mais é do que um pretesto para administrar uma base de consumidores. Então, todo mundo, todos os negócios diferentes setores, eles estão empreendendo sobre o mesmo ativo que há base de consumidores. Então, eles vivem num país, tem um mercado de consumo. -E a gente tá aqui. -Ela tem um carvinhendo RP pra empresa, um cara vendendo uma construoria, tem um caso vendendo uma construída de marketing, um cara vendendo uma mídia aqui no primo caixa, todo mundo disputando o consumidor. Quando o cara entende que essa é o jogo, o Capitão tem que ter que ir, quantos consumidores ele tem, quanto custa de querer esse consumidor e quanto ele trae de valor em cima desse respectivo consumidor. Isso no fim das contas é marketing, marketing é administrar os consumidores, administrar o mercado de consumo. Se o empresário não entende isso, ele vai acabar gastando um empropagando, a publicidade forma superficial e terem que ele não sabe se dar resultado ou não. Quando ele entende que ele tá comprando uma base de consumidores que vão gerar tal retorno, ele sabe quanto que é o valor que ele pode gastar para adquirir esse consumidor, e eventualmente ele pode, por exemplo, ter dívida para comprar esse consumidor. Eu já fiz isso na própria V4. E deu certo, eu sabia que um consumidor girava sei lá, mil reais de retorno para mim e ele costava 100. Se eu tivesse 100% de juros para de crise cliente, gastar as 200, aí ainda era mil, mil. Ou seja, excelente negócio. Então, no fim das contas, esse é uma leitura do marketing é maior parte das empresas não tem. Ela trata como pior, como algo estético. Pessoal, essa é assim, tem duas formas de você ver o marketing. Como uma triste marketing como retorno sobre investimento. A forma mais inteligente é o retorno sobre investimento. Você vai ter. E todos nós estamos disputando o cheiro de marketing. Todos nós, independendo. Ah, mas a gente não concorre. Tá bom, mas o dinheiro do cara é um. E ele vai estabelecer a prioridade dele. Quem for mais sério. o Alex leva o dinheiro dele na frente. Fota-lo. Ou quem oferece um retorno racional mais atrativo leva o dinheiro do cara na frente. E tem duas formas. Você sabe o marketing de uma atriz de marketing, que é assim. Está ali. A empresa crescer não sei se é ele que está gerando retorno mas eu tenho que investir. É os caras muito usam para a brand. É os porcento da receita. A receita aqui na linha não pode deixar de fazer porque vai retortar a receita da marca. Mas geralmente é pouco. O que ele está dizendo é o contrário. O que ele está dizendo é que a gente vai usar como combustível. Por quê? O que é minha mágica alta para a carama? Se a Celiq está aqui em si velho e se eu continuar com a eficiência que eu tenho, pina de 15% no mês. 15% no ano. É bem. E pronto. O cliente é como o ativo. Pensa que todo investimento, mais simples que entra a cabeça de todo mundo, é investimento de um imóvel. Então, com o imóvel, a gente compra ele numa fração do que a gente consegue vender, ele a gente vai ter lucro. Então, em todos os investimentos são uma proxy disso. Então, o cliente, dentro da empresa, é a mesma coisa. É um imóvel. Cada cliente é um imóvel. Então, quanto eu custo? Quanto me custa de criar esse cliente? Então, quando eu de venha aqui no primo-cast, a gente vai fazer uma mídia, vai na meta, vai no Instagram, faz um autidore e minhas gerais deveriam ser, primeiramente, para adquirir esse cliente novo. Aí, esse cliente custou, por exemplo, esse imóvel custou R$100,000 ou R$50,000. Reesa a primeira questão. A segunda questão é isso. É muito pouco. Vai depender esse imóvel aonde. Esse cliente deixa quanto de valor eu volto a lugar, vou vender. Se eu alugar, é que você ainda eterna. Esse meu produto é de recorrencia, ou supermercado, vou estar sempre vendendo para o mesmo cliente. Então, eu vou ter uma forma de trair valor no tempo. Mas esse dinheiro não vale a mesma coisa em todo o tempo. Então, não tem um cálculo de perda de valor de dinheiro no tempo. Não, meu produto é pontual. Eu vendo imóveis. Então, eu só faço uma transação única e pontual. É como se eu comprar a se vendência, isso é imóvel. Beleza, qual valor, qual margem eu gera nessa operação versa esse custe aquisição. Mas eu não vou ter investimentos que não são necessariamente para comprar um cliente, que é os investimentos e branding. Você vai. Não é comparação com a proxy do imóvel. Na minha cabeça é como se fosse o custo de manutenção nesse imóvel. Então, se eu tenho um imóvel alugado, se eu faço novas transações por mesmo consumidor, eu vou ter ali uma depreciação, um ópex que eu vou ter que gastar para manter aquele imóvel vivo. Mas isso é uma outra caixinha. Porque a caixinha é desse custo de manutenção desse ativo, que é diferente do custo de adquirir esse ativo. Quase ninguém separa isso em duas caras. Pensar em metade, a garota que está nos ouvindo, deve ter um varígio, deve ter um negócio mais transacional. Então, cara, se você para a caixinha, eu vou adquirir clientes. Quantos clientes compraram de você nos últimos seis meses pela primeira vez? Existe uma grana para adquirir para aumentar esse bolsão de clientes que compram. Para você encher essa loja. Isso. Qual que é a outra caixinha dos clientes que compraram pela segunda, pela terceira vez? As ações, as opções de formas da manutenção para esse ativo que eu sou a base de clientes são diferentes, as ações necessárias para arrumper a barreira de comprar pela primeira vez. Estava falando com os clientes que são marcas de calçado de tênis. Cara, para você ir lá e comprar um tênis pela primeira vez que você nunca usou na vida, é uma puta fricção. Você está acostumado com o tênis que você usa, com calçado que você usa. Então, imagina que o esforço para arrumper essa inércia é bem diferente do cara que já compra. Por isso, por isso, geralmente, essas empresas de calçado, que nenhum exemplo que você falou, é tão agressivo no cupom de primeira compra. -Membro? -Ele poderia ser. Mas eles querem tirar o atrito, pois você não conhece a marca, mas a marca está tirando 200 reais de desconto a sua primeira compra, como você faz porra. Quem faz isso muito bem feito e dá um pau em muita gente é insider. -É. -Porcar, quase nenhum e como esse moda de marca global faz o que a insider faz de fato de arraver, porque não sabe jogar o jogo, esse jogo de ficar aquele TV de internet. Harus, marcas globales que a gente toca lá faz em um quinto. -Ele são peis, né? -Telis fizeram de mídia e o trabalho de influencia. -E qual que é o lancio? -Ele é o lancio do cupom. -Fluenciado do cupom, vai lá e compra. -Bimera compras para agressivo. -Pra ir compra. -Muito bom. Tem um outro aqui que é ter medo de aumentar a preço. -Ai, você é fortale. -E o peio é seguinte. Você tem que ter medo de aumentar a preço. Mas também, se você fez aquela cagada clássica, que é, eu vou ter o melhor produto pelo menor preço, eu lancei a porra do produto com a pressificação errada. Ou de duas, uma. Ou melhor a minha eficiência operacional, a melhor a minha margem, ou é o momento para isso. Não tem que pensar isso. Antes de você, pensa, quando você lançou seu produto, você pensou em geração de valor e não em competição por preço. Essa é a primeira coisa. Só que as pessoas pensam, "Não, eu tenho que ter um produto barato e bom, isso não existe, cara." O seu produto, ele vai custar e vai valer aquilo que você propõe em que ele vale. Você não vai comprar um bugar, tipo, pesadessas? -Sim. -Não vai. Exatamente. Então, cara, você tem que entender isso. Almentar a preço. Cara, tem hora que a única opção do cara. Primeiro, se você tem um produto, se você tem um produto, essa água aqui, ela colocada a lindaia, há cinco anos dentro do Pemercado por um preço de 10 reais. Chutando, gente, é muito menos do que isso. Dez reais. Se eu chegar para o Pemercado e falar assim, eu preciso aumentar 20% senão o quebra. Supercarte e tira de lá. Você é um comó de gema. Você não aumenta para este comó de gema. Você tem que entender do mesmo. Isso vai quebrar. O que você tem que fazer? Olha a padenda fábrica. Meter eficiência operacional lá dentro da melhor amagem. -E num processo de minuto e de processos. -E de minuto e de cor. E a eficiência operacional é ser extremamente austere no processo de compra. Extremamente eficiente no processo industrial. Analisar cada custo-minuto setup de máquina, a eficiência por trás do processo industrial inteiro. Isso é excelente operacional. Para na distribuição, no comó de tudo isso. Aí você tem que fazer isso. Aí depois você vai para o preço. Agora não, eu sou um produto de luxo e estou bombando para um caramba. Eu estou voando, a minha marca está desejada. É muito mais fácil se subir para isso. Pessoa sempre sensível. Por isso que eu falo. Antes de lançar um produto, cara. Faça a formação de preço. Você é uma cara faz? Ele olha para o Pemercado e fala assim, "Mercado, pede 10. Se eu for cara, vou pedir 11. Ou então, fazer o seguinte, o mercado, "Pede 10, vou vender a sete." Que é o rebento mercado. Para que? Quebrar na largada? Não é? Para que, velho? Tu quebrar na largada? Se o mercado é a 10, você quer ser barato? Vem de 9 e 80. Depois você joga o jogo da promoção. Porque eu acho que está sendo um gênero. E ele joga sete, depois de 3, 6 meses, ele vê que vai quebrar. Então ele tem que jogar o jogo de 10. Aí ele vai de sete para 10. Só que cara, o cara tipo assim, "O que eu posso subir?" "O que você lá conta por cento?" "E o negócio dele, todo mundo faz assim pouco." "Cara, o cara subiu demais o valor pro produto de seu dia a dia." "Se subir 20, 30% para o outro." "Ela não vai rolar mais, né?" É, se xia. E ela não é mais se não for um produto, o game change para você. "Ela não diz o doorante, ou não?" "Dá para fazer, ó, vamos lá, eu já deixei de comprar a empresa." "Porque, quando a gente vai estudar a margem, da empresa, "a margem, o cara entou na guerra de desconto tão grande, que a margem estava completamente descasada para o modelo de negócio e para o mercado que ela atuava." "Cara, era um mercado de 50% de grosso margem, o cara estava com 25." "Ele é isso?" "U milagre que você consegue pagar, todo esse dia é inéi necessário para aquele canal de negócio, para aquela operação com 25, 700 gramas." "O mercado inteiro trabalha com 50, o cara estava com 25, porque ele queria jogar o jogo do preço?" E a gente tem também metade da galera que está resolvindo, um tipo de variejo, metade, um tipo de serviço, e o produto é muito difícil de atribuir o valor, em relação a exemplo da água. A água do mundo sabe o nível de consciência é autista, todo mundo sabe o que é água. Agora você vai vender uma constoria do láso para te ajudar no turn around, já estou a empresa. "Cara, vale, 1 milhão, 100 mil, 5 milhões." "Pode-se isso." "Então, é super-subjetivo." "Como é que você precisa ver nesse caso sobre o valor?" "Então, você tem que partir sempre do que o clientes vai tirar daquilo." "Então, se o turn around do láso, você vai dar uma empresa que fatura um b." "E se ela está dando prejuízo?" "Ele sabe o que fazer para ela gerar 100 milhão de lucro." "Conto, vale. Vale, fácil 10. Agora, você é a empresa fatura 1, e ele vai tirar ela de 1 para fazer 100 mil de lucro, não vale nem 10." "O meu progresso, eu faço o seguinte, ó. Além do fixo que ele tem que pagar o fixo do meu time, eu cobrou esse 100 de ano novo. O que quer dizer 100 de ano novo? Ele ia, por exemplo, lado. A empresa da cozera zero do ebit, e ele leva ela para 100 milhões. Ele leva ela para 100 milhões. Ele leva na 10 milhões de variável. Ele vai dar que pagar o time. Agora, sabe o que que faz o cara pagar mesmo? Não deveria ser assim, mas no Brasil é o arrucho. O empresário contato dinheiro sobrando, ele não pensa melhorar. Agora, quando ele está ferrado, o fudido ele para qualquer preço. Quando o cara chega lá com 500 milhões de dívidas, meu amigo, qualquer coisa que eu falo pela ilhaceita. Aí o cara checa com 500 milhões no carxa sobrando. Aí ele vai pensar assim, "Se o cara o turn around do uma empresa ruim, faz ela ficar boa, imagine usar a mesma ciência no empresaboa." Eu vou voar, só que o cara não pensa isso. Eu já cheguei para oferecer isso. Vá lá para o cara, meu irmão. Você excelente o operar sua nota. Eu estava voando, só mais está ótima. E eu consigo dobrar ela. O cara disse "Não, não cara". Está rico. Está bem, está tudo ótimo. E é muita gente, cara. É muito infelizmente. O brasileiro, independente, sem empresário, sem CLT, seja qualquer que for ele move-se mais nador do que na inteligência. Ador fazer ele mover mais do que a oportunidade, do que a vontade realizada, que a ambição adora, que faz o cara mexer. Você deve ter vivência disso para a caralha. Isso, cara vai contratar a ver qual é só contato todo ferrado. Aí você olha e fala "Por que você não chamou antes?". É, é, é, é, é. Antes do cara não quer. Não, quer. E tem outro aspecto aí que são outros atributos que não são só o valor, sentido financeiro, mas em questão de tempo, risco. Então, por exemplo, na, na universidade da obra, da, na minha casa, por exemplo, como consumidor. Tem certos tipos de fornecedores de serviço que você quer menos ir. é o risco, não quer que só caiga pague fogo, você quer tempo, não quer pensar, você não quer orçar vários caras, e dever do bolso do cliente que você está vendendo, ele está menos sucessitivo, ao custo, então hora de você escolher um mercado, tem essa questão, outra aspecto que é legal, galera, levar em consideração, ao relacionado ao anterior, é você sempre considerar o custo que é falar com o consumidor, porque tem um custo de venda, que é o que a gente estava falando ali, o custo é de criar um cliente. Então às vezes, se você vai para uma estratégia de precificação com a margem muito espremida, você também espreme a sua capacidade de investir para comunicar, então às vezes você tem o melhor preço, mas o consumidor nem consegue saber que você existe, porque você não sobra margem suficiente para comunicar nada, então você também tem que ser considerado a hora de precificar, porque às vezes chega em mim, chega no consumidor, a oferta que chegou na gente, e a gente não fica sabendo. Mas aí não é um problema de vendedor que o vendedor tem que estar mais afiado ali, realmente para fazer pítipo, para entender melhor sobre o produto, não é? Mas pensa que nem chegou o lide para o vendedor. Entendeu? Tipo, hoje eu recebi um direccio no Instagram de uma marca de máquina de café. Era querendo fazer uma parceira comigo, a marca de máquina de café. Bom, achei bem legal os produtos, mas eu nunca tinha ouvido falar daquela marca, estava indo para as marcas mais óbvias, então no vendedor dele nem chegou o lide, não sei como é que ele precificou o produto, lá ele custa ser assim como o raiz, a máquina de café. Eu estava vendo uma máquina de café de 10 mil reais, que tinha achado no Google, procurando no Google, aquele cara de 10 mil reais tinha a bude de Google, porque essa marca mandou direct, não tinha aparecido na minha pesquisa. Então talvez ele precificou mais baixo e não está investindo em marketing, só que é meio houve galinha, então agora que ele não tem o preço, ele tem o preço, mas ele não tem o cliente, porque ele não tem dinheiro para fazer o marketing, então é melhor ele ter precipitado em 10 e ter dinheiro para fazer marketing. Eu sei que todo mundo fala isso. É óbvio, mas o conhecido vem demais com melhor. É óbvio, e assim, e a gente que esquece disso, sabe? A gente que esquece dessa parada, mas literalmente às vezes o produto, ele não é tão bom com o outro, mas ele fica parecendo na sua cabeça o tempo inteiro, ele disputa o Sheriff, mais. A através da sua ilha do olho, todo o óbvio está lá, com o orto peguei. Você tem um presente para a galera nessa parte de plano de. Não, gente. Um erro não está matando sua empresa, não contratar o dinheiro. Não, eu vou falar de um erro, eu vou falar o presente para a gente ficar conectado no tópico. Um erro para mim que tem conexão com esse tema aqui, no fim das contas marketing, é a gente chamar atenção, é o tempo entre a atenção, chamar atenção, e fazer o cliente tomar uma ação. Então, quando a gente faz media, é cara, muito simples, vou comprar um pamfleito, comprar uma noção na aglúpita, chamar atenção. É fácil de comprar atenção, a meta te vem de atenção. Aí o segredo está com " como é que faz esse caragí?" No meio, então, qual que é o remédio, onde é assim, a solução para reduzir o tempo entre a atenção e ação? É a oferta. Então, se eu construo uma oferta diferente, mais interessante, por exemplo, esse cara tem lá quatro modelos de marketing de café. Eu já não sabia qual era a diferença de uma pra outro, porque não tem vídeo, não tem uma oferta, não tem uma garantia. - Deu compatível. - Eu sei lá, manda para a minha casa, então para mim ver, "Como é que eu estou cheio de dúvidas?" Porque a oferta do cara é meio confusa, e falou, "Ah, entra no site, aí ver." Foi uma oferta que me mandou direto todo meio da rua, sei lá, o que eu ia ver aqui. Então, se ele tivesse uma oferta com uma garantia, porém, seria mais difícil dele fazer isso, mas tem marca de modo que fazem isso, né? De mando para sua casa e você testa aí e vê como é que é. Então, esse é um erro que eu vejo a muitas empresas cometerem, inclusive a gente. Então, a gente come serviço, a gente tem uma complexidade que é cara. Como que eu imbalo as minhas ativos? Eu tenho quatro mil pessoas na V4, por exemplo, só profissional de mídia, tem mil profissionais de design, 500, account, estratégistas, 700. Como é que eu imbalo essas capabirdas e essas habilidades, numa oferta que você viu, meu cliente, da melhor forma possível? A maior parte das formas que as empresas do meu setor oferta são em serviços e correntes. Entra lá, contrata essa turma por 10 mil reais por mês e vamos fazer da certo e meses. Só que às vezes o cara nem sabe o que está contratando, nem sabe o que precisa, nem sabe nada do que a gente está falando aqui, não sabe qual que é o custo de exisão dele, nem sabe se ele faz a mídia direito, e acaba que não dá certo, se ele vai direto com uma solução assim que ele nem sabe se precisa. Então, pensando no cenário que é a maior parte das empresas, não tem clareza se elas estão fazendo a mídia direito, não tem certeza da base de clientes que eles têm, não tem nem certeza a identidade visual, posicionamente de máquina de oferta dele está certo, a gente crou uma solução que a gente chama de estruturação estratégica, que ela é uma composição de várias auditorias inzentas que a gente chama Diagnósticos Incentos, um ócio termo auditoria, mas Diagnósticos Incentes, então a gente vai laver Diagnosticar que eu chamo de Incento. A gente não tem compromisso nenhum, não sou o seu time, não sou o seu funcionário, não sou você, sou um cara técnico certificado pelo veículo para te dizer, tecnicamente, segundo, todos veículos de mídia que a gente tem ser de cacão, Google, Meta, TikTok e entre outras opções, você está dessa forma em relação ao benchmark, ou como você compra clientes tudo mais. Eu Diagnóstico do teu time comercial, por só na V4, na marca da V4 a gente tem quase 150 vendedores, fora toda as os clientes, a gente tem quase 10 mil clientes ativos, de tudo que a gente viu, o nosso Diagnóstico Incento é que seu time comercial poderia estar dessa forma em relação ao que ele está hoje, ou isso aqui está muito bem, esse não dá um problema no seu negócio. A gente traça meio manal e competitiva, então a gente tem mais de 10 mil clientes ativos, então em relação aos outros 99 clientes que a gente tem do teu setor, esses itens você manda bem, esses itens você pode melhorar. A gente também entrega alguns itens que te ajudariam como uma noagem de identidade visual revisada e outros temas desse gênero que o nosso time de criação pode fazer, e um plano de marketing para o teu próximo 12 meses, então com base em tudo isso que a gente viu, se você investisse um pouco mais nesse ritmo, você poderia estar nessa receita com essa magia em seu custo a que eles são, continuasse nesse ritmo e a margem que você estraia desses clientes também acompanhasse. Com isso você pode tomar desses dois melhores de aulocação de recursos de marketing vendas no final, isso a gente fazem até 45 dias, inclusive, "Ah, quer saber se você está certo?" Olha que legal, a gente fez uma série aqui no primo quest chamado "O Mentor". Foi legal mesmo. Aonde eu fiz isso para as quatro empresas e a gente publicou toda a execução do começo ou a entrega para essas quatro empresas, você procurar aqui no canal do primo quest "O Mentor" vai ter os quatro episódios que a Don tem uma hora. O laser ia ficar maluco, se ele viste, se ele fizesse. A gente vai se matar, se ele vai se matar. Vamos botar ele, cara. A gente filmou por 100 dias, então você vai acompanhar do zero ao resultado, todo um onde fez literalmente um reality, de como a gente entrega. -Treta, dava treta, negócio. -Dava treta. E mais do que isso, no final dessa entrega, a gente dá uma garantia inconticional. Então, se você não gostar por qualquer motivo, a gente devolve 100% do dinheiro. Porque eu luesque falei, estou chamando da tensão, mas eu quero que você se torne em parceiros da V4. Para reduzir fricção, o tempo oferta, o ferte é garantia inconticional, se não gostar, devolve seu dinheiro. Porque qual o objetivo a partir disso, sendo maneiro, a gente tem uma série de outras coisas para a gente fazer, juntos ao longo do tempo daqui para a frente. Então, se você se cadastrar, então você vai entrar agora no direct, lá na mensagem de Instagram da V4Company, @V4Company, manda a palavra primo que você vai receber os caminhos, tem QR code. -E que é isso, não é? -Mas qualquer um que se cadastrar só para falar com o nosso team sobre essa solução, a gente já vai convidar você para participar de um treinamento inteiro nosso com o meu confounder, Glermini, perto de sobre AI. A gente foi uma das 20 empresas convidadas pelo Google para a California, na sede do Google, a gente foi duas semanas, para participar de um treinamento de AI, lá no Google com alguns maiores anunciantes. A gente foi como anunciante, foi nosso, de impesa, a pivida, cereal, esse convidado 20 grandes anunciantes, e um dos grandes anunciantes foi nosso. Não fomos como magiência, fomos como anunciante, o Gui vai levar para você, tudo que a gente viu lá no extremamente AI, sem nenhum custo só você se cadastrar você já participa desse treinamento inteiro. E quem aderia a solução depois de cadastrar pode ir para esse treinamento presencial no V4 Kemp em campinas, então os caminhos estão na descrição. -Cara, que é muito bom. -Você é um privilégio de ter vocês lá presencial conosco. -Chode mais, você. -Você to com. Eu sou a chave do meu alzementor, o laser realmente, porque tem um episódio que marcou muito para mim, que o Dana é numa megstore de uma loja, a loja meio vazia, eu fazia sempre o cara, mas você precisa de tudo isso de loja, aí o Dana sendo saber a responder, e pensar aquela que é o pongo gigante de mais menos. Porque de mercadoria lá vaziu, ele faz. Não, é que é um conceito para ficar bonito. Você fala "jeide do céu", que nervoso. -Você não paga a clara. -Eu sentei óbvio, eu tenho que saber o seguinte, qual que eu sentei óbvio da quarta união negosa que eu custo ocupacional de ir. Foi o primeiro episódio do mentor, ou a casa que teve cruzer os olássos para te ouvir a opinião, quem assisti vai ver. Mas o caso era uma loja de óculos super maneira visar, só com os muito legais, inclusive o óculos que eu estou usando é da visar, já fico já mais de menos. -Milhoso, gente boa, não. -Milhoso, gente boa, mas eles fizeram esse óculos, eu loguei a deles, ser meu nome, tudo mais. Mas eles tem duas ou três lojas, e aí eu fui ver quanto eles investiam em marketing, enquanto que era o cujo de crieis cliente, quanto que eles vendiam para o cliente. Simples assim, tudo botou lá 10 reais no Facebook, voltou 10 clientes que estão real, você vende algo que gera 3 reais de margin, 4 reais de margin, bairro, e eles já fazem super bem. E tava indo bem, só que eles investiam um pouco, investiam coisas de as vezes 2 mil reais, 3 mil reais, orçamento clássico das empresas brasileiras. E eu falei "Cara, mas vamos lá como é que tá o retorno?" Eu falei "Tão por que que tu não investe 30 mil?" 40 mil. -Cala, né? -É. Aí ele não é o que eu quero abrir outra loja, aí eu vou fazer conta quanto custa abrir outra loja, 200 mil, uma coisa assim, sei lá, 100 mil. Eu falei quanto que dá de lucro, fiz as conta com ele e dava sei lá, 30 mil de lucro. Se tudo é certo, né, porque vai abrir outra loja, eu tenderia isso, lá lá lá lá lá. E aí seria aumentar se vechementes mídias só nas lojas. que ele tinha só chegando no teto da capacidade dos vendedores que estava ao sioso, ele é gerar seu lá 40 mil reais de fluxo livre, depois de ter pago o vechamento de mídia. E aí ele porra não tinha feito isso a conta porque talvez ele estava ansioso para abrir outra loja que envolveria o vechamento bem maior, né? Cara, tem isso às vezes? A expansão? A forma mais inteligente faz a expansão no varejo, né? Você vai batendo o teto máximo de cada um das operações e abre outra. Isso é uma extra-diional, eu não sei que você tenha uma grana para você fazer uma escala de abertura e no final das contas aquelas que não performarem, então fetch. Mas o que eu falo o cara? O cara tem um bâje de te baixo. Meu amigo, começa a analisar e store, sem store. Uma loja contra ela mesmo na performance. Chega num ponto que você fala porra daqui não vai, porque capacidade de store, capacidade trans e um de que passa no lugar, tamanho de loja, igual que não vai, te bater no seu teto. Capacidade massa, abre outro, capacidade massa, abre outro. Entendeu? Só que você tem que saber qual é a sua capacidade mais, mas tem gente que não sabe. Tem de te olhar para loja para se opor, eu posso vender três vezes mais. Como você tem espaço? Quantas pessoas passam aqui na porta? Qual é a população em volta? Qual é o títico de verdes, clientes, seu que estou aqui dentro? Cara, não sabe. E ele acha que pode. Oito em cara também que as lojas estão toda jovens, juntam maduras ainda e ele tá abriu no mais, abriu no mais. Às vezes pode dar certo. Mas a chance de arrar é maior. O que é a chance de arrar maior? Porque você, um franca tirador, não é um atirador dele, de que você não coloque ciência no negócio. E tudo na vida vai a empresa, tem que por ciência, tem que pô uma temática, velho. Porra, batindo o meu teto. Eu sei que daqui eu não saio. Se eu querem mais muito dinheiro com marketing, mas eu estou com a minha capacidade de atendimento do limite, por causa do tamanho, por causa do mundo de coisa, como é a jogadeira fora? Aí eu abro a outra. E era o contrário de você que eu vou falar. E a cara já queria abrir outra sem saber. Ele explorava algumas coisas, mas se o canal digital é uma novidade, para a parte desses varejistas para eles, até eles estavam super avançados. Esse é o ambiente de trabalho comparado a médio. O que é varejista que eu li vai se surpreender. Mas eles já tinham resultado, internet é foda, porque as coisas não são tronvíneas, porque o boto dia na meta parece uma bet, que tu bota lá e tu tospa da certa. Ele não é tão transparente. Mas tu for botando mais, tu vai venhando por alcances de pessoas, de se cadastrão. E ainda podia botar mais sem chegar num teto. Qual que seria o teto da internet? No prun negócio físico, local? Tem essa questão local mesmo? Vai ser meio que o teto da população digitalmente ativa, né? E econômicamente ativa. Então acho que tá nas das 300 mil habitantes. Vamos dizer que 150 mil são econômicamente ativos, dentro do ICP dele 50 mil. Então, vamos dizer que tão no Instagram por mês 35 mil. Então, quanto que é o dinheiro máximo que ele consegue gastar, para impactar 3 vezes de semana esses 35 mil? Daí é só o dia de jogar do forno. A dia de ir impactar 100 vezes a semana e cada um vão consumir. Então ele dá loja desse teto. Depois de isso aí vai começar a ser jogar dinheiro fora. Isso é o completo. Se ele faz isso tudo, mas ele também tem uma loja 35 metros quadrada. E variejo também. Tem um espaço interno de atendimento. Vá que ele de novo fora, entende? Tem uma loja de tamanho disso aqui. Com 5, vai ter do lado dentro. Se entrar mais gente com gestione. Ou ele amplia, a loja ele abre outra. Nesse caso ele também fez um exbente aligente que ele tinha o inside sales. Então parte da demanda, ele tendia no escritório dele, que era bem inteligente. Mas foi de uma certa expansão. E deixa eu perguntar para vocês. Cara, é uma coisa que eu vi interessante aqui, que realmente é uma coisa complicada. Que não demitia as pessoas que estão performando bem, mas são toques que as páreas empresas. Cara, tem isso? Cara, performa bem, mesmo assim. Cara, o melhor vendedor, mas é radioativo. Eu dele fui embora. Negócio é o seguinte, cara. Eu não posso dar nenhum, eu não posso chegar aqui agora e falar assim. É toque-se com anibora. E também eu não posso falar. É, seguro, cara. Por isso, porque às vezes, um netóxico para muita gente. É, gente, se ele deu, é sério com a negócio. É que às vezes, um chefe que cobra no mundo de hoje, um chefe que o seguinte, eu tô pagando salário e puder, né? E pelo trabalho, eu me entendi, dias por mês. Se eu começar uma vez por semana, cobrar a rotina dele que ele fez na semana passada, tem gente que vai achar que é tóxico. Que tá trabalhando, tem gente que vai, "Eu não aceito isso". Tá errado. Então, o seguinte, difícil é dar o Paul Pitt, mas você tem que entender que às vezes o cara tá fazendo um monro trabalho e tem um time fraco. E o time fraco começa a preocupa no cara bom. Eu já vi isso demais, hein? Sério? Eu já vi muito. E muito pelo contrário, quando um time ama demais, o cara, o time dólar, esse cara, e você pergunta, "Quem que umaquele, ah, ele é bom, ele é um ser humano". Quando começa a falar, que ele é um ser humano, ele é um ser humano, ele é um ser humano, ele é um ser humano, é maravilhoso. Aí você fala assim, "de como é que a reunião se é manauda?" Ele é um hora para a cada outra. Ah, é legal, ele cobra, gente. Não como que ele cobra? Como que ele cobra? Você bota fora da sala, um por um. Cada um fala uma coisa diferente para tentar proteger o chefe, ele não faz, ele não cobra. Você sabe por quê? Que as pessoas não gostam de ser cobradas. Então, eles amam mais que aí, que não lembra. A base do trabalhador ama mais o chefe que não cobra. E o chefe bom é o chefe que cobre que já era resultado. Então, é muito sensível isso. Eu sou a favor. Gente que falta o respeito com a gente tem que parrua. Meu direito terminante começa o do luca, do luca, como esse termino que começa o meu. E o jamais vai entrar no direito dele, vou faltar o respeito, não vou aumentar o ton de voz. Isso para mim, aumentar o ton de voz é tensão. Aí eu limite, gritar, aumentar o ton de voz e maltratar. Agora o cara cobra com a educação, isso não é um cara tóxico. E as pessoas qualificam esse cara como cara tóxico. Ele está me importunando. Eu já vi gerente foda, direto foda, bom tomar processo de acércido moral. Por que ele estava cobrando a meta? O cara cobra a meta? E mete uma acércida moral no cara, estamos desespeitando. Cara, isso é bizarro. Porque um monte de gente fraca falando, reflete mais do que um cara bom tentando se defender. Então, faltou respeito aí para mim. O que separa a toxicidade do cara bom? É a falta de respeito e maltratar as pessoas. Aí separa. Mas resolve isso. Câmera com voz na sua empresa inteira. Aí tu vai saber isso, o cara é tóxico ou se o cara simplesmente está tentando fazer o trabalho dele. Você estou ouvindo a gente, câmera com voz na empresa inteira. Entera. O cara vai saber. Aí você realmente vai descobrir quem é o cara que falta de respeito com o ser humano ou quem é o cara que simplesmente quem é o profissional que simplesmente está tentando fazer o trabalho dele. É a única dica que eu posso dar e eu acho que é a única que você tem. É que eu acho que falta muito isso que está falando importante porque eu acho que falta muita essa consciência da pessoa que está sendo cobrada em identificar isso se o cara, na verdade, ele é tóxico, vamos usar essa palavra aqui, ou se ele está só cobrando, está fazendo papel dele. Você que se ador, né? O sabe o que diferencia? Maltrato. Fala falta de respeito. Grito. É o que diferencia? Se o cara está te tratando com educação e cobrando papel dele, ele é um profissional bom para carando. Aqui eu quero contratar ele, manda ele embora lá e que eu contratos. Sim. Ele é o seu contrato, né? Contrato. Tem outro lá que eu acho que tem muito a ver com esse tema, que é o seguinte, a maior parte dos empregadores que estão nos ouvindo, a gente fica aqui, às vezes dando opinião como o cigar ativésseado, ninguém que tem uma empresa que tem resultado mínimo, né? O cara está a ladre, fez muita coisa certa. Total. Mas aonde que eu acho que o negócio fica difícil que a trela desse tema de pessoas, caro, você tem uma empresa de fatura 2, 3, 5, 10, 5, 20, 50, 100 milhões de reais e você tem dificuldade de romper o próximo dia. Eu vejo, eu tenho um, eu tenho passado por esse tema que eu vou falar para vocês aqui várias vezes, o lá, os TB+P+ pode completar. As pessoas não conseguem continuar no nível que a empresa precisa e esse é um dos desafios que o cara tem como gestor, né? Principalmente precisa familiar. O que pensa assim? Você tem lá uma empresa que, a minha empresa foi faturada, 200 milhão e se anam a 3, 500, 600 milhões na nossa rede. Garo meu diretor financeiro da empresa de zero a 5 milhões, 10 milhões é completamente feita no cara, vai milhão de 200 para 500, para um bi. E aí você não abre mão do anterior, porque você fica pegado, querendo desenvolver e você eventualmente se desenvolveu, ou eventualmente não, mas você aldone, você vai ficar lá e você não consegue abrir mão das pessoas por toda, todo assim, a gratidão que você tem pelo que já foi feito, né? Você levantou uma bola que eu preciso chutar e deixou ela no ponto. O que diferencia? Um gestor, um diretor um funcionário de 1 empresa de 10 milhões, foi a empresa de 100, e o empresa de um bi é a sofisticação do capital intelectual. Um diretor de 1 empresa de 50 milhões financeiro, principalmente, não é o cara de 1 empresa de bilhão. O cara, um diretor financeiro do empresa de 50 milhões, ele tem que ser um bom controle, eu não sei o que eu estou com o bom controle, cuidado quantas a pagar, receber, fazer um bom planejamento financeiro interno. Um diretor de uma empresa, quer ver 4, chegando para cima, é um cara que tem que saber calcular a divida estruturada, a taxa, ele não tem que conversar com o gerente de banco, ele tem que conversar com os donos, tem que para fora, planejar debentros, criar dentro de casa, a instituição financeira que ajuda ele a crescer, você tem outros recursos, se a para dispara de ser aquele sefô de apagar em sende, para ser o sefô estratégico, e o estratégico cada vez mais dentro de casa ele vai fazer menos, ele coordena o time, a visão dele é para fora, quanto maior a empresa mais o sefô olha para fora, e isso acontece também com o seô, e esta questão da gratidão, amigos, a gente não compensa a gratidão com o cargo importante, a gente compensa a gratidão com dinheiro, com presente, o que se quiser, boto o cara para fora, o que se troca por gratidão, se você é grato, os dinheiro, você quiser, mas não dá cargo, porque você mata o seu negócio, e é fato, algumas pessoas acompanham, tem que fazer isso, gente que vai entrar com você do zero e ele vai se sofisticando e você vai ter um putacara foda do seu lado com você tiver um bidro e três bidro mas gente é muito raro. A mais uma empresa familiar então. Puts, que é? A empresa familiar e eu falo o seguinte ó, em empresa familiar a gente tem que entender que não tem problema nenhum desde que a família seja profissional. Essa família não foi profissional, ela não pode ocupar cargos importantes e uma recomendação que eu vejo nos grandes grupos de bilhões. Quem vai fazer um teste se saber se o cara é bom ou não é uma empresa especializada em recrutamento de seleção fora da empresa. Pode ser seu filho, pode ser o que fuo. Quem vai avaliar se o parente senta na cadeira ou não é o cara que tem uma relação com sanguínea, nem em relação afetiva, que em seu cara completamente externa as multinacionais fazen isso. A minha primeira cadeira que eu ia crescer na na Sano-Fi para assumir um cargo de diretoria lá atrás eu tinha porra, nem 30 anos de idade, entendeu? O Jeffrey Abelhanes era um americano, ele veio e me botou dentro do Instituto, aplicou em mim um teste chamado Caliper, ele me acordava à noite para fazer quais fãs matemáticas tal, para fazer teste de queir e no final ele me deu uma avaliação, senta tantas pássias recomendando eu para o carrega, ainda virou um fio assim garoto, tu vai virar presidente de empresa rápido, ele morreu agora recente, quer dizer? Ele era o dono da festa, uma empresa na época, ele não era o dono da festa quando ele fez isso, você trabalhava para a empresa americana, depois ele no Brasil, ele montou a festa, redhunter, ele foi a mãe empresa de redhunter do Brasil, um CCA hoje, mas ele se juntou a festa. Mas o Jeffrey, eu tinha 20 poucos anos de idade, depois desse teste ele me falou assim, qual sou só, eu quero ser presidente de empresa rápido, eu tenho os meus negócios, eu tenho minhas empresas, quero fazer uma carreira executiva e ser um ciúdo, uma grande empresa rápida, eu falo por quê, falo por qual da sofisticação, que se eu ficar só com a minha empresa, eu não vou sofisticar o suficiente e uma multinacional, cara, você virou um ciúdo, uma multinacional giganteira, é mais difícil que você não negócio, é bom, porque é muita competição, é muita competição, você tem que ser bom de coisa, eu falava com ele, eu quero se não se ouro, e vou porque ele não vai partir, eu só não gosto, eu vou fazer as duas coisas, e esse cara falou comigo, tinha 28 anos tarde, nem eu acreditarava na época, eu falei, tomar, tomar, tomar, tomar, e é um carizeto, dentro da empresa, o chefe não promovia, a empresa na época, a sua nofia, era o baixã enquio, que era o arregado da época, todas as promoções tinham que ter uma avaliação de uma pessoa exenta, a empresa familiar recomendo isso, que aí? - É interessante, não tem o lance do vínculo afetivo, e não tem o lance da amizade, porque a gente sabe, nós somos seres humanos, tem gente que a gente se impatiza mais, tem, não se impatiza, vai, e pior a casês, o cara que você não se impatiza é melhor do que que você se impatiza, e não tem aqueles praes tomam, eu já vivi isso, eu tinha um cara, eu não goentava olhar pra cara dele, mas cara era um monstro, trabalhar, rapaz, eu até chamava ele, um dos amigos de peido, porque ele entrava na sala e eu saia, eu chamava ele de peido, ele entrava na sala e saia, ele era um dos melhores caras que eu tinha, não tinha. - Não, acho que se o cara é muito bom, tem que. - Eu tolerei pra cá, se eu tolerei. - Eu tolerei, irmão, e ele não era, ele saiu porque ele era chato, por natureza, eu não entendi, parecia que tinha que ir antipatia gratuita, o santo não bateu, não tem gente. - Não tem gente, é chato, tem gente chato, tem gente chato. - Você pô, o cara é chato, você olha isso que vocês falam aqui no grupo primo, que eu não curto muito, então vocês não me erram, meu ponto de vista aqui, vocês tem, vocês falaram assim, o que está isso hoje, que é uma regra interna que por cara ser sócio aqui, o cara tem que ser gente boa. - Tem que ser gente boa. - Oau, mas esse é o seu cara é o peido, pô. - Eu acho que isso já. - Já rompeu, já rompeu um ponto de vista, você sente a sócio, então não tem que ser sentido por pessoas legadas. - Tem que ser sentido a sócio, gente boa, vai ter um sozinho, ele é o peido ali, não tem como. - Não nos encontra assim, um ou outro com mais exploducação, man. - Esse cara não estava na fase da minha filhão, não é todo mundo. - Não é todo mundo que é ver Pokémon, caritas de Pokémon. - Mas falando nisso, até de grupo primo, acho que o que vocês estavam falando é interessante, porque eu acho que a gente passou por isso aqui, porque assim, pensa lá em 2017, 2018, a gente. Nós somos os primeiros que a gente estava ali com o Tiago, que acreditamos nele tudo mais, não é por isso que o Kaique se fosse o CMO e a gente está no borde da empresa, entendeu? Eu acho que o Tiago, ele sobe muito bem separar as coisas e tal, os caras começaram com o Mígula, estavam lá desde o dia 1, tal, mas isso não quer dizer que esses são os caras que vão comandar a empresa inteira. Eu acho que muito pelo contrário, a gente tem cargos importantes, mas a gente não está no borde, por exemplo. - Mas eu acho que os cargos importantes que a gente tem hoje, foi uma coisa que foi dada, foi galgando, entendeu? Se não, a gente ficava lá pequenininho, tinha a chance da gente ter vicar que estava com a gente. e está menor. - E está menor? - É, mas ela é aquela parada mesmo, a empresa da época que a gente está aqui, ela cresceu 30 a 40 vezes, é difícil, a galera acompanhar um crescimento de 30 vezes. - E ao mesmo tempo é uma grande oportunidade, você está na empresa está guinada, você tem que resapso seu chefe ser demitido, morrer, vou posar. - É o grupo primo ainda, você. - O grupo primo ainda está da empresa crescendo? - Todo mundo cresce, mas se você for bom. - O grupo primo é gigante e é um mádio oportunidade. - 30 mil áreas que falta ter nesse grupo ainda, tem um monte de coisa que cresce, um monte de coisa na cena, tipo assim, porra, então é por todo lado. - É, ainda estou na fase de que eu queria muito que os cargos fossem melhor que eu, para eu ter assumir um cargo maior. - É, eu estou mandando pontos que eu estou a morrer. - Tem um pouco disso, às vezes, você sente um pouco na cidadia de. Cara, o time, a primavera de coisa que eu tenho às vezes é, porra, meu time não está preparado ao ponto de me substituir, para pegar o tabuxa. - É, tem que ser um doido, né? - Eu não lembro que a Emi falou isso no passado, que eu levei para a vida, eu lembro que era muito jovem, acho que é menos que vocês. Cara, você só vai ser competente, o dia que você se tornar desnecessário. A crea ou competência, ela vem com a menor necessidade do seu negócio, de qualquer coisa que seja de você, da sua pessoa. Por que? Porque você formou uma estrutura. - Sim. - Se acha que o Elon Musk hoje é o cara de tri, e se acha que tudo depende dele? - Não, acho que não. - Ele é provar, né? - Ele não. - Ele não seria o quanto competente ele é hoje, se ele não fosse desnecessário em 80% das empresas dele. - Mas eu pergunto pra gente saber isso mesmo, de. - O quanto você acha que o fundador é importante, porque eu vejo assim, é operação, beleza, o cara consegue substituir. Mas cada vez mais, eu vejo, eu sinto, que um cara foi muito ativado assim, né? - Não, só não. Um cara vai me ser assim. Não é só o fundador, não. Ele pode ser qualquer um, mas eu vou te falar um negócio, o fundador. E eu já vi fundador, como o gasolina, por fuguete, já vi fundador como câncer. Entendeu? Porque uma vez um cara me procurou, pra ser conselheiro dele, falou comigo assim, cara, e a missão sua como conselheiro aqui. Era um cara muito amigo, mil. - É, porra, brigamos. Ele era um cara muito amigo, mil na época. É, me trocar. Porque eu descobri esse cara, a empresa dele é líder na América Latina do segmento que ele fazia. Liter absoluta. América Latina inteiro era uma rada América Latina. E ele falou assim, gente, eu sei que eu faço mal pra minha empresa, o grande problema aqui, eu não cresço mais e acupa minha. Eu achei que ele dava ser uma desta, e aí eu entrei lá dentro com seis meses, era ele mesmo. - O que ele fazia de tão errado? - Tudo. Não é tudo errado, cara. Eu não confiava nas pessoas. Segundo, eu não dava autonomias nas pessoas. O cara tem uma empresa de B, tem uma empresa que estava em nove países, que nenhum se eu tomava a decisão, a salva, a provável do micro, cara, tem que aprovar o micro de tudo. E outra coisa, numa reunião, ele começava falando, terminava falando, eu não ouvi, hein? Então chegou uma hora que eu falei, "Ele literalmente é aquele dão, tu tem que sair, tu tem que sair, cara." Isso é que nunca existia uma verdade verdadeira, mas o cadê ele, porque foi ele que fundou, ele começou do zero, e falou, "Meu, eu que criei, eu que destruo, tá errado, só que ele tinha consciência disso." Ele tinha consciência, mas era um exercício interno para ele, dentro dele, para ele desapegar. - De falar ao outro erro, então que eu vejo que a galera não pagar bem as pessoas. - É total. - Não economiza no capital intelectual, não, irmão? Cara que economiza no capital, o cara que economiza no capital intelectual é burro. Não se economiza, dividir riqueza para um reclamar de pobreza. - Não se economiza, cara. - Chegando o cara lá que tem 100 pessoas na empresa, aí o cara tá reclamando só ele trabalha, ele pergunta quantas pessoas ganham mais de 30 mil. Só ele. - E, irmão, então. - Qualquer coisa é isso. - Você paga oito mil, tu quer que o cara seja assim, "Oh, porra, é ó, porque ela vai ser?" - Você falou negócio? - Um cia foro de 30 mil não, cia foro. - E 50 mil, acho que não é. - Que se ele for bom, tem que ir mais, hein? - Certo. - Fando tal com a pereira, preciso ser. - Eu não estou falando de ir presidente, não irmão. - Estou falando de cia foro. - Fendeu? - Fendeu? - Eu tenho gente na minha empresa que começou lá ganhando 10 paus de uma das que ganha mais de 100 conto todo mês e um nem caldo direto tem. - Entendeu? - Tem um andato que eu tô negociando agora. - É com pensamento, irmão, nem caldo direto tem. - Tem um andato que eu tô negociando agora é que é igual o jogador futebol. Contrato começa em 27, termina em 2002 e o total compre de 100 milhões reais. E nesse período tem data para acabar. - Cara vem para fazer uma função, ele ganha X de fixo, tem dois bonos que ele ganha de retainer, que a gente fala que é só ficar que ele leva, tem mais os bonos que ele ganha no ano, que é uma faixa e mais as stocks que tem a previsão de liquidez X. Então total, são 100 milhões e ele fizer o plano todo nesse período. - E pós do recado para quem do viranhas? Se você tem um cara que tá com você há 15 anos ganha-se. e você acha ele o máximo, ele é ruim, que se não mercados já tinha levado a limora. O cara está com você há cinco, dez, quinze anos, e o salário dele é abaixo do salário do mercado. E você acha ele ótimo, e você acha que ele está com você por fidelidade. Você está mil, e esse cara é ruim. Ninguém troca a qualidade da família e da vida pessoal, por fidelidade adônio de nada, não. É, é importante. Não é de ser negócio, ninguém troca, ninguém é fiel suficiente para deixar de dar uma qualidade de vida melhor para ele e para a família, porque gosta de você. Ai, mas ele está comigo, porque ele quer ficar comigo. Isso é um iludido. Ou o cara é otário, né? O otário, o otário, o cara. Mas até o otário, vai chegar uma hora que ele vai falar. Eu sou otário. É, é, é, é, é, é, é, é muito óbvio. É muito otário. Irmão, me desculpa, a gente tem que dar para o colaborador. Um bom ambiente de trabalho, respeito. Um bom planticarreira e uma remuneração digna. Se um desse está falhando e o cara está com você fidelidade você, ele é ruim para cacete. E se esse cara for muito bom e você não remunerá ele financeiramente, adequadamente, mais do que o mercado vai tirar. Su mercado não vai tirar ele é ruim. Eu evito, quando o cara está na empresa 20 anos, eu olho com o salário dele, está na faixa média ou abaixo? Não quero nem ver o currículo? O cara está com o salário abaixo da média do mercado, está lá 20 anos, ou ele é acomodado, ou ele é amigo do domo? Ele é ruim, porque se ele bom já tinha pedido de missão. Se ele fosse bom tinha pedido de missão, tinha ido o que é mais. É que ele não se vê bom, ou ele realmente não já valorou. É um raciocínio lógico. Currículo chega para mim. Diretor financeiros, faixa gestão de 800 milhões, bio, caralho, salário, fixo 40 contas. Gente é um gargalo grande que está na faixa gestão. Ele não sabe nem negociar para ele, ele negociar para mim. Ele não sabe negociar para ele, ele não sabe negociar para mim, porque eu sou bonito. Isso não sou. É bonito então, você também, cara. Está forte, cara. Ela está boa. Essa é para deixar o domo aí flexível em que a gente sobre pessoas tem uma que vale lembrar de erro também. Para mim, nesse lance de contratar, gente, penso 10 vezes antes de contratar um game que ficou menos de 4 anos a mesmas em presa que passou. Essa é sua fala aí, dá o que falar, cara. Eu vejo, eu vejo, eu vejo a galera dos haters aí, da Bequard. E que eu não contrato, cara. É que fica menos de 4 anos. É que você está falando de uns cargos até um pouco maior, cara. E que cargo menor, cara? Porque eu, Lucas, está contratando um junior player aí, cara. É maravilhoso, cara é player, né? Escar é player, é profissionalista. Não, é mais um acoderador gerente. Mas eu vou falar, mas hoje no liquedim, cara, é três meses em cada empresa. É, é um máximo dezoito. Que que, cara, você fala negócio. Essa geração é possível. Eu vejo também uma volatidade muito maior nos mais jovens do que os mais aeles. Eu acho ruim, eu acho ruim. Tanto a volatidade excessiva conta permanência demasiado sem alta remuneração. Viste na entenda em pés de guerra mal? Para mim não faire. Agora o cara está ali aqui. Sai trocando, boa. Mas como você ia dar uma vaga direta, que é falar, que é tipo o cara que tem 12 meses nas últimas 10 anos. E ficou 12 meses. O cara tem 3 a 6 meses. Que pode ser 3 a 6 meses para fazer o cara aprendeu o que ele tem que fazer. Exatamente. Ele vai embora. Eu vou perder 6 meses, mas se não no cara ele vai embora. Nem aprendeu direito de fazer um ciclo de pelejamento. Como é que ele vai executar um plano dele? Não tem possível. Nem o cara que é liderança consegue menos de 2 anos executar um plano dele. Faziu que ficou 18 meses. É isso que o Tom Plande é alguém quando ele começou a fazer o dele já saiu. Se opa fazer tu no oral onde ele tem data para entrar e data para sair. Eu fiz isso durante vários anos. A média é de 2 a 3 anos, para você consertar uma companhia. Se você pegar um cara especialista, o normal tem um monte de nomes que eu posso dar aqui. Só não bordo da porque as pessoas falam. O cara fica de 2 a 3 anos cada empresa. Receba um caminhão de dinheiro e vai para o outro. Receba um caminhão de dinheiro. Agora o cara que não tem esse no ral, que ele não faz isso, e o com um quadro de gêno número e gráo. O cara não executou o plano estratégico de um ano com visão para 3. O cara não fez. O cara é complicado. Se ele passou em várias empresas, se ele é um analista, um player não é uma liderança de nenhum nível. Eu gosto de ver o histórico das empresas que trabalham. O cara trabalhou em empresas que não cresceram. Normal é o cara mudar, porque você está indo e não começa a carreira. Agora o cara já foi liderança. De empresa que nem cresceu, a gente já vê que se for como liderança, não vou trazer o cara para liderar o meu negócio. Nem como coordenador. Talvez o cara tem que voltar a ser lá. O cardenador comercial de várias empresas que não cresceram. O cara é um devineador. Volta lá, se closo, e vamos ver se eu consigo te formar aqui dentro. Então tem que tomar muita confiança. Muito cuidado, porque um dos seus, não fiz das coisas, é o tema. O nosso, a primeira grande alavanca, a gente for de algumas alavancas, né? Captal, mídia, tecnologia, mas cara, ela avanka básica de todos os negócios, é gente. E na minha opinião, é a principal dela saber. Nem? Nem o que eu tenho dinheiro. Se eu não tenho gente buro para fazer e virir os recursos. Como é que faz? Cara, principal de tudo. Tem gente que acha que é piégas, que é demagogia, todo mundo fica falando. Ah, se eu tiver um real, eu ponha onde, ponha gente, cara, mas para analisar nossa vida. É. Esse negócio que todo mundo tem capacidade, é uma mentira aqui, quando. Não, não está aí. Não, é uma e um, é um e um silencioso mesmo, porque cara, as vezes você está desesperado, querendo contratar alguém, se não olha direito, contrat errado, você perde tempo e dinheiro, porque o cara vai entrar, vai ficar pouco tempo, você vai perder muito tempo, ensinando o cara, o cara vai ter que fazer, o cara vai sair fora. O ele vai implementar uma visão de liderança, desespera que a gente acabou de falar, cara. Ficou como líder de empresas que não cresceram, ou seja, elas se empresas não ensinaram nada por cara, nem iriam te alado, para ensinar por cara, não cresceram. Aí você vai colocar um cara qualquer, para liderar um time, esse time vai ficar confuso. Nossa, é só beó gente, é uma super-diveritativa. O lance pode, é que eu aprendi sobre a dificultamento de talento, para só para a galera quando aprendi isso, é recente, que eu descobri isso, faz uns 4 anos. É que tudo para você recente. É, não, tem que ficar só de ver 4, 3, 5, 5 anos. Mas sim, que eu não sabia que isso existia, para o meu nível de negócio, quando cheguei a nível esmermaiores, que eu aprendi que existia o lance de dar a louva do executivo, que eu descobri que o cara recebe, eu estou fazendo uma contratação assim, que eu recebe 2, 3 milhões de reais no pique, só para sair da empresa que ele tá. Claro. Olha que foda, porque o cara que é lidera essa boa vontade de beber, né? Quando eu tinha 33 anos de idade, eu recebi uma louva, você vê que eu comprei a cobertura no Rio, meu bro, e o que é o Rio? Sim, na verdade, né? É, é, é, é, é, ele era um milhão de dólares. Curai. Bom, hein? E ir por um lado. Cê, por que ela vai ganhar 40% mais? Então, o Silvo quando me tirou da Argentina. A proposta será mais do que o Díbrio, porque o que é um Morava da Argentina? E ele falou "é tanto, tanto, tanto! É tanto, quanto ganha?" É, "é tanto, tanto! Não é mais do que o Díbrio, então". Cara, ensaíem bônus. Então, então, que você é? Não, que você é, que você compra? E com o Díbrio, o líder ali, ele não está de bobeira, não lhe quer de procurando, procurando emprego. O que eu contou na gás para você, se falou uma coisa certa, é. todos bons caras que eu contratei. O todas as pessoas que trouxeram que me fizeram em ádio de verdade, eu não encontrei em eventos de network, não foi porque alguém me pediu pra apresentar, não foi nada disso. Tudo o que eu fiz me colocou na frente da pessoa que eu deveria estar. Entendeu? "Egaram os caras que até hoje. Até que quando fui aparecendo a internet eu ficava mal preocupado, velho, porque que essas turmeias me acharam? Da onde vinham a minha grana? Que queresia eu achar?" Porque todo mundo tem um preconceito quanto a colt, faria limiterar. -Torrei com o preconceito quanto a colt, tá porra. -Todos eles. Quem fala que não tem a passeio do cara, tá gente? Todos tem. -Ela tem um boto tão longe, não é tão longe, graçado que Alfa Ville e Alfa Ville não é tão distante, né? -Giou graficamente falando, só que perviu com o bizarro. -Mas, é muito diferente. -O cara da faria lima, ele senta perto de você tentando provar pra você que ele é pobre. -Ele chega num carro simples, ele não fala que ele tem de ele. -Ela tem de ele, cara, só fala que ele tem de ele, ele fala que ele é rico, ele fala que não sei o quê. Ele é o dono de do mundo. -O cara, ó, pieninho. -O cara não quebra e aboca. Tem cara que se olha pra cara do cara, você tá numa mesa, um contando vitória, outro cara de um cara de 50, vem pra patrimônio que o outro tá contando vitória. -90% da faria lima. -É. -Sairas. White. Completamente. São comportamentos. -Nosso que faria lima, não, o mundo off, porra. -Eu já falei isso aqui, cara. Eu conheço mais gente offline, multimilionário. -Ah, não, é. -Então, mas é muito rico. -Ema gente, é muito legal. -Pareíco a verdade mesmo. A gente ia na xp, ela conhecia o mangá, ela ia provando nossa muito céu. -Então, o cara produz 50 conteúdo, é um erro acerto. -Eu acho que é um acerto, mas produzir conteúdo, não quer dizer que você vai ser um bobão, porra. -Uma coisa é você ser bobão ou tá com isso, você produz 50 e o lado. -Mas fora. -Mas fora. -Você vai fazer vídeos de casa. -Adib, o dia que eu digo, porra. -Então, não sei. -Pu, a adivinha é bom pra cara, vem. -Adib, o dia que eu digo, tá mesmo. -E um cara fala assim, aí porque eu tenho que ser imagem semelhança da minha empresa. Não, não, não. Suí me riesco de viver sem você. Agora, se você for um embaixador dela, e souber fazer isso, puta legal pra caralhar. -Mas economia de Marta, é absurdo que é. -Mas mais aonde você vai adivinha. -Se você não está muito, né? -Exatamente. Você não está postando o game, nem começa. -Nin começa, porra. -Porque você tem muito, aforda, na verdade, está no momento de revoção da comunicação. Mas é muitos mais queizes desse perfil da faria-lima do que o cara tem muito aparecido. -Não sei se ele mais apropalha do que ajuda, porque com sua vida é negativa. -Eu acho que se ele desistiu de pros enquanto eu ia ir indo na faria-lima, ele resolveu mudar. É que ele vai ser o que vai ser. -Ele já está a ser rico, valeu. -Em muito mais gente bem sucedida no off-line do que. -Pega um bem-tem-lo, poa. Foi muito melhor pra gente ser. Ele é parecido que não aparece, cara. -Ama, ele é parecido. -Eu acho que sim, mas ele aparece com inteligência também. -Ele faz bem feito. -Ele faz bem feito. -Eu acho que é um time robusto. -O nível necessário é o limiar. Quando que a partir da ali começa a desperdício, conto a basta ali começa a ser ruim para a marca. O cara tem que ter controle da narrativa. Isso é importante. O cara tem um perfil público que pode ter o canal de comunicação dele, é importante. Agora, o cara vira a Lisacne, o Adib e o Adib e o Talá em cima. Mas o Adib não risco, por exemplo, que comparar de maior, está no risco muito maior. -Ele está atrelado a outro. -O que é muito bom. -O que eu guro numa comunidade fazendo um. -John Flogues, o Joe Flogues. -O Joe Flogues. -O Joe Flogues. -O Ben Timon, não é? O Ben Timon está com um time sério fazendo trabalho estrério. -Ele está atratando o deck. -É, tipo assim, com uma parada ali. -Mas, sabia que o Adib é estreito? Já trabalhou bem. -É, mesmo. -O Adib é um paralista, eu mando uma abraço para ele. E vou ligar para ele com qualquer dia. A uns anos atrás, nós compram uma brazpa que ele era o CEO da Brazpaque e ele ficou trabalhando comigo por uns dois anos depois da vendendo uma brazpa que para acelam. E ele era o cara que fundou a Brazpaque, Andrew Street. Ele era um garoto de 28 anos, deslade. Eu tinha uns 40, sei lá, 30 e poucos. 39 e 40. E ele tinha uns 28. Ele deve ser uns 10 menos que eu. Entendeu? Puta garoto inteligente naquela época. E quando eu vi, porra, depois ele na história, eu fiquei muito enxerbada. E eu nem sabia que o dono da história era ele. Então, ele não tem nem perforça no Instagram, né? -É, é o pai. -E isso é o melhor. Ele era o profil, mas naquela época. O André, a André, eu estou tomando a permissão de falar de você, Andrew Street, porque eu respeito o seu legado e eu honro você que além de ser legal para a caralho. Puta do mulher que a gente mora. Ele, porra, eu era o chefe dele. Eu quase que adotava o cara. Cara, ele até, puxo criptório, o pai puxo criptório. Ele ia mais simples de roupa, de cara. -Ah, o cara são. -E ele abraçava o time. Ele falava comigo lá, "Azaro, o time aqui, o segredo é meu time." Ele era tudo aqui naquanto de pessoas. Eu tenho que liderar, pelo exemplo, aqui, tal. -Ele não é bicho de bote mais. -Zero espalhar fatoso. Zero tudo. Um cara com uma consciência de liderança muito importante. -Totos esses caras são fenomenais, assim. -Nunco. Foi aí num café da manhã lá, dou 5, 5 lá. -Tinha. -Tinha. -Tinha tudo que eles fundaram lá. -É, eles, né? -É, ele. -Tinha o André, o André, o André, né? É, muito mal, eu cristo. É o que é o seô. Cara, tinha. O Birma, a gente não viu o Birma que há seis anos. O Birma me viu, ele cruzou o que eu redorbro para me experimentar. E aí, como tal, o Thiago, ele tava aí assim, sabe? -São outros, caras, né? -É um cara de boba caramba. Aí tem influenciador lá que eu vejo num dia no hotel e finge que não lembra de mim. Ai, a vida é maluco, aí tudo mais, vou ser cara. -É, cara. -Posso mandar a saídaira aqui. -Ainda saída, tá morário. -Eu tenho, o Papão Né. -Falta a divisão, a falta a divisão dos donos dos sócios. Isso é um erro silencioso, porque eu vejo o Thiago, né? -A gente fala isso de várias vezes aqui no episódio. -Cara, quando o Thiago me contratou na entrevista de emprego de flocar, a gente vai ser o maior do Brasil, vai ser o maior nome de finanças, a gente vai montar um negócio de gante e ficava assim, cara, está doido. Aí, agora ele falou, "Não, nós vamos chegar a 100 milhões na Portofenos que ela pensava, cara, está maluco." Ou seja, ele está sempre pensando muito lá na frente. Isso, eu acho que faz, cara. E as coisas vão se materializando. É, na hora que, quando chega, eu falo assim, "Cara, pera aí." É, porque, como é, quando ele compra. -Cara, né? -Maluco, não, cara. -Entrem gente, velho. -Quando a gente compra uma papel, tinha 200 milhões de custódios. E ele já estava com a meta de 100 bilhões. -Eu falo. -Eu ficava assim. -Ai, isso, cara. -Ai. -Ese malo. -Ese malo. Mesmo passado, a gente bateu 20b. -Ente, tipo assim, cara. -De dor, já, pelo que eu vi, não. Tá com 22. Se você vê o reloginho e o quanto acrescermente salmente, -vá bater. -É inevitável, bato. Quando ele falava dos 10b, eu já achava que era um negócio super distante. -Pô, está maluco. -Eu tenho uma concepção sobre isso. -Eu não sei em fé, cara. -Ah, é. -Amar, doo, né? Que é o seguinte, a sua visão é um reflexo da sua capacidade com a guinissão. Tem gente que vai olhar pra ali, não vai ver uma câmera, porque a capacidade com a guinitiva dele não permite que ele veja aquilo. O meu conhecimento é um recorte da minha visão. A minha sabedoria é um recorte do meu conhecimento. E a minha experiência é minha sabedoria experimentada. A sua visão amplia na medida que você sobe o nível da escada. Perfeitando o primeiro andar da escada, tu olha, tu vê um horizonte. Quando você sobe o segundo, tu olha, tu vê o outro horizonte. Quando você sobe o terceiro, tu olha, tu vê o horizonte. Isso não quer dizer que você vai querer escalar mais, mas você vê como mais clareza. Sim. Eu contei a 14h de idade, eu tinha alguns sonhas, que foram superados quando eu tinha 20. Por quê? Porque quando eu tinha a capacidade com a 14h de idade, minha capacidade com a guinitiva me impedia de veloj. Porque eu não era fruto do meu meio, o meu meio era muito pequeno. Eu convinte, eu consegui alcançar um pouquinho mais tal, mas ainda a capacidade com a guinitiva me ampliava de veloj. Hoje, eu vejo infinitamente mais longe do que quando eu tinha 40, 45 anos de idade. Isso não quer dizer que eu queira simplesmente buscar o mais longe. Eu consegui escolher o meu horizonte, o que eu vou chegar no limite. A sua visão é literalmente uma resposta de tudo que você fez, a sua capacidade com a guinitiva e a la amplia. É simples assim. Não vai querer que um cara de 25 anos tenha a mesma visão que eu tenho, irmão. Por mais gênio que ele seja, ele pode ter dado uma grande sacada e essa sacada virou o Facebook. Mas a visão de mundo dele, ele era um cara maluco ou bestinado por um objetivo. Mas a visão não era clara. Deve ter uma luzinha na medida, montou lá no interior da onde uma empresa de marca de Ralânio, eu vi uns vídeos dele, além de feio para. Era caralho, era caralho. A gente adoro dele pobre. Eu te imagine o jogo no visão de hoje. Não, você não tem essa capacidade do objetivo, não permitia. É verdade. A gente manda a print do Dinner Pobre as vezes. O que é isso? Vizão é isso, irmão. Você consegue desenvolver visão. Desde que você não seja um cara conformado. Na medida que você evolui, sobe o degrau do escato, vai ver mais longe. Agora o que importa? O que eu faço com essa visão? É isso, você fez com você? É complementando isso aí. Eu vejo que tem dois elementos que a gente não pode deixar de falar aqui, que é o caminho do final, que é estratégico e cultura. Então, às vezes o cara não vai. Quando você fala de visão, sempre é a transquase dos dominamos, o mercado, o que é o maior da história da manidade. A gente estava falando de um case que é o off, o Coláser. Não necessariamente você quer ser o top 1 do mercado e dominar, inventar para caramba. Mas o que eu vejo que é, talvez obrigatório, ele tem uma estratégia, sendo estrategia, uma teoria para pagar o jogo que é jogar. Quero jogar o jogo do Rio Grande do Sul. Meu parceiro lá é Rio Grande do Sul, que é uma impede de comunicação do meu estado, de onde eu vim. O play da Rebesse, a estratégia da Rebesse é sempre de comunicação do gaúche. Então ela vai cobrir a Copa. Qual gaúche que está na Copa? Qual o outro 80? Qual gaúche estava no outro 80? Essa estratégia dos caras não é ser a maior impede de comunicação do universo. Essa estratégia, por mecado, o Grande do Sul é Grande, para caramba é grande. É o suficiente que fazem o bairro de negócio? É, beleza. Então tem uma estratégia, uma teoria para pagar o jogo. Às vezes você tem que ganhar mais dinheiro assim, né? Às vezes, é muito mais difícil do que tu querer ser o player, dominar de global e outro play, cara. Tem que ter que repertói para a cara a disposição e tal. Ele falou isso, meu. A gente enrofa ele falando sobre um cara que fatura dezenas de bilhões. E esse cara nunca é ser alto lá. Ele quer ser o top 1 do elégio de um bilhismo da ilustra dele. Ele quer ficar ali e falou, "Meu amigo, eu já faço o que eu quero. Eu quero ser número 1, quero jogar aqui na defesa." A gente tava discutindo se ele tá certo, se ele tá errado. Ele chegou no nível de dinheiro, irmão. Que não faz diferença da vida, né? Não faz. Se ele for atacar a Brasil ou se ele continua lá? Para ele, como o vídeo e para quem ainda é envolto, não faz diferença. E às vezes a estratégia do cara a teoria para ganhar o jogo. Qual o jogo que tu é jogando? Às vezes o risco vai correr para ser o top 1, não compensa. Aí, beleza. Então, a gente tem que ter essa visão da estratégia, a estratégia é cara. Teoria para ganhar o jogo. E aí tu tem que ter isso com uma cultura que as atitudes que as pessoas vão fazer para executar essa estratégia. Eu gosto dessa definição que eu aprendi sobre cultura, porque sempre quando eu tô no fala, cultura é importante, uma cultura fica meio etéreo. Qualquer cultura que tá certo é do primo que vira só as que é legal. O que você laquei, hein? A cultura deveria ter essa estratégia, porque a cultura nada mais é do que as atitudes que você cobram, comportamento que você cobra, deixa sua empresa. É a abrição de atitudes, irmão. Certo, errado, é depender estratégia. Que coisa que é certa, coisa que. Só para vocês, aí. Missão, visão valor, isso é para porra nenhuma, isso é a não for transformada em ábitos de atitudes. Com cultura é ábitos e atitudes que vão te levar no lugar que você quer. Que depende da sua estratégia? Então, você tem que. Depende da situação, você muda estratégia, você muda a escultura. O DNA falou comigo, ele for, que começa a que esse cara é menos com o que falou, "Velho, eu não sei se é errado, não acho que ele tá certo." Eu acho que ele já é foda lá. Conheço, cara, né? Conheça operação, falou, "Bicha o máximo." Por quanto que é o risco? Dele querer dominar o mundo. Mas ele tá falando de um cara de 20b. -É. -O outro lado. Se você é um cara de 10 milhões, ficar pequeno demais, às vezes te deixa de uma situação muito vulnerável. -Espo, é bem lembrada. -Vem, é bem lembrada. Cara, faz 20b, ele faz um bilhão de lucro líquido. -Exatamente. -Esso não caiu. -E se não caiu, estino, a gente aqui, faça um milhão, é. -E se não, eu tô bocado. -E se não, eu tô bem aqui. -E se não, não, tu. -E se o cara compre um distrimo, 100, 100 mil de lucro, investe 200 bilhões. -Não é o cara que investe 10 milhões. Eu não quero falar 10, só para 1, ficar com 500 contos. -De lembrar, você deixa isso clara. -Tou uma cuidado que o mercado também é agressivo. Tu não pode ficar exposto. Tem que ter um mundo de envergadura para conseguir competir, normalmente, no jogo. -Oh, vai tá aula, a gente tá fazendo. -Baita. Cada primo que acha animal, em cair. Pra galera, então você já curte a compartilha, se gostou do episódio, manda pra todo mundo que tá empreendendo. Lembrando que tem um presente aqui no presente do ano que é a Cúdica. Que é uma estrutura estratégica para sua empresa. -Bom, hein. -100% gratuita, como o Dênio falou ali. É, esse aqui, fica no link lá, preenche o sério títico, vai fazer um plano de 45 dias para sua inteira aqui no mentor, o canal do Primoqueste, você pode assistir. A gente tem vários níveis desse produto, inclusive tem níveis onde eu participo, como eu entro no borde da empresa, comité de forma que a gente não tem como combater de forma que se for. receita da empresa. Com os vídeos domentores mesmo. E tem outros bem menores, tem uma unidade de haver 4 próximos da sociedade, que você tem a empresa que fatura 3, 4, 5 milhões, tem time, capaz de atuar no seu nível a seção todos e a cursa da empresa. Se você tem uma empresa bem mais sofisticada e outro nível de complexidade, você precisa de mais recursos, eu posso e inclusive eu mesmo participar com o seu time de marketing. Agora, se você não quer crescer, quer ficar continuando nessa mesma pinda aí. Aí você pode dar uma ponta pro carcô de uma brincadeira. Não manda a prida, aceite o cara, não crescesse ou tudo a gente vira. Aí você vai fazer 20 bilhões. Fatura, 20 bil mais. Esse programa não é pra você. Fixado, lázaro, obrigado cara, mais uma vez estar aqui com a gente. Eu agradeço, você sabe que vocês moram no meu coração, a hora que vocês quiserem chamar estamos juntos. Bora, é isso aí. Pessoal, grande abraço até o próximo episódio e tchau, tchau. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Erro comum
  2. Muitos empreendedores não sabem ler demonstrativos financeiros (D.R. vs. D.C.), confundindo lucro contábil com geração de caixa real.
  3. Dívida empresarial é diferente de dívida pessoal
  4. Empresas quebram quando pegam empréstimos para tapar buracos sem corrigir causas operacionais, gerando caixa negativo e dívidas impagáveis.
  5. Marketing deve ser visto como investimento em base de consumidores, com foco em custo de aquisição (CAC) e valor do cliente (LTV), separando ações de aquisição de manutenção.
  6. Medo de aumentar preços é um erro

Summary:

O podcast "Primoqueste" aborda 10 erros silenciosos que prejudicam empresas, com foco em gestão financeira e marketing. O primeiro erro é mexer no capital de giro para gastos pessoais, confundindo-o com caixa livre, o que leva a endividamento bancário com juros altos (até 80% ao ano). ), achando que lucro contábil significa caixa positivo, quando na verdade o crescimento pode aumentar despesas sem gerar liquidez imediata.

Outro erro é tratar toda dívida como negativa: dívida estruturada para investimento pode ser alavancagem inteligente, mas dívida para cobrir ineficiência operacional é fatal, especialmente quando o EBITDA é negativo. No marketing, o erro é não enxergar clientes como ativos financeiros, como imóveis: é preciso calcular o custo de aquisição (CAC) e o valor vitalício (LTV), separando investimentos para conquistar novos clientes (com cupons agressivos, como faz a Insider) de ações de manutenção. Por fim, ter medo de aumentar preços é prejudicial: a precificação deve refletir o valor gerado ao cliente, não a competição por preço baixo.

Antes de ajustar preços, é necessário melhorar a eficiência operacional para aumentar margens. Serviços intangíveis, como consultorias, devem precificar com base no retorno financeiro que proporcionam ao cliente.

FAQs

O erro é confundir capital de giro com caixa livre e mexer nesse capital para fins pessoais, como comprar carro ou casa, comprometendo o pagamento das despesas operacionais.

Eles veem dívida como algo negativo, mas no negócio, dívida estruturada para investimento pode ser uma alavanca para crescimento, desde que o retorno supere os juros bancários.

Significa enxergar cada cliente como um ativo, calculando quanto custa adquiri-lo e qual valor ele gera ao longo do tempo, permitindo decisões mais racionais sobre gastos.

Muitas empresas não diferenciam o investimento para conquistar novos clientes do gasto para manter os existentes, o que gera ineficiência e dificuldade de medir o retorno real.

Se o produto gera valor real, o preço deve refletir isso. Focar apenas em ser barato pode levar a margens baixas e inviabilidade, enquanto um aumento bem planejado pode melhorar a saúde financeira.

É essencial analisar a geração de valor do produto e a eficiência operacional antes de definir preço, em vez de simplesmente copiar o mercado ou entrar em guerra de descontos.

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