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PrimoCast 504 | COMO TRAUMAS DE INFÂNCIA BLOQUEIAM SUA RIQUEZA (e como superar isso)| Andréa Vermont

79m 26s

PrimoCast 504 | COMO TRAUMAS DE INFÂNCIA BLOQUEIAM SUA RIQUEZA (e como superar isso)| Andréa Vermont

A psicanalista Andréa Vermont explica que nossa relação com o dinheiro não é sobre moeda, mas sobre energia psíquica e afetos aprendidos na infância. Desde cedo, a criança experimenta sentimentos como amor, pertencimento e escassez, que moldam sua visão sobre prosperidade. Por exemplo, se os pais tratam o dinheiro como algo perigoso ou difícil de ganhar, a criança internaliza isso e repete esses padrões na vida adulta, seja controlando excessivamente os gastos, seja ostentando para compensar a falta vivida. A palestrante cita o caso do marido, que associa dinheiro a "tragédia" devido à falência familiar na infância, e o dela própria, que desenvolveu compulsão por comprar amaciantes para suprir a falta de recursos básicos. A solução, segundo ela, é "elaborar" esses traumas: reconhecer a criança interior, validar seus sentimentos e permitir que o adulto tome decisões racionais, como escolher um carro seguro em vez de um que cure dores do passado. Além disso, Vermont destaca a importância de romper a fidelidade à história familiar de escassez, como ela fez ao trocar de ambiente escolar aos 7 anos, o que a fez perceber sua pobreza e desejar uma vida diferente. Ela conclui que a terapia pode identificar esses bloqueios e que a verdadeira riqueza está no tempo e na liberdade de escolha, não no acúmulo material.

Transcription

14048 Words, 75826 Characters

Portuguese
A única coisa que se você perder se não recupera se tempo, rico é quem tem tempo. Como que faz pra gente balizar a nossa ambição? E esses sentimentos vão mudar a sua relação futura com o dinheiro com os facéis. Doutora Andréa Vermont, que é doutora em filosofia da mente, ela é psicanalista e palestrante. "Dinheiro não é sobre moeda, dinheiro é sobre energia psique, ali ocorre a mudança de vida, ali tudo muda pra mim." O que dinheiro significa pra você, ele falou "trajeta". Andréa, você tem vontade de ganhar um bilhão, tem um, mas você vai trabalhar pra isso? Não, isso seria ganância. Eu vi 48 anos, coisas meus irmãos achando que eu era errada por ser tão diferente. E só agora que os resultados vieram, é que eles surgo olham e dizem o fundo "você está você." Você que está ouvindo a gente não deixa aqui de dar o seu like. Se inscrevendo pro imofeste, o gente está com a meta forte aqui pra gente bater 2 milhões de inscritos aqui no YouTube. Se você tiver nesse Spotify, também dá 5 estrelas e você pode comentar lá também, né? -Tem muitos comentários. -É verdade. -A Lorena leia todos. -Ela leia deariamente, exatamente. Vamos lá. Doutora, vamos lá. Queria começar falando assim se. É possível entender quando que começa a nossa relação com a vida financeira, com dinheiro, com prosperidade. Existe isso assim. Olha até os 5 anos, a gente não consegue discernir o que a gente está fazendo ainda, mas será a partir dos 10. Isso já pode gerar algum trauma ou pode gerar uma cabeça de sucesso que você vai ser uma pessoa que você vai lidar bem com dinheiro lá na frente. É possível analisar isso? Na verdade, a nossa relação com dinheiro não é uma relação com o dinheiro. Ela é a relação com os afetos que circunda o dinheiro. Então, na verdade, não existe um período específico. A partir do momento que você entra na vida, você já começa a lidar com questões como amor, pertencimento, poder e escassez. E isso vai dizer a respeito da sua relação com o dinheiro. O dinheiro é uma inscrição psique, que ela não é uma inscrição monetária. Não existe um momento em que a criança começa a lidar com o dinheiro, com a prosperidade. Não é assim que funciona. A gente lida com afetos que estão ligados ao dinheiro. E esses afetos vão determinar a nossa relação com o dinheiro. Então, a questão é assim, será que isso influencia? Não, não é será. Você está sendo formado a partir do seu contato com alguns sentimentos e esses sentimentos vão mudar a sua relação futura com o dinheiro com escassez. Isso é certeza. Isso não é uma possibilidade. Isso é um fato. A gente consegue dar um exemplo do que pode atrapalhar essa nossa relação com o dinheiro desde o início. O que os familiares podem fazer e que experiências podem gerar. Então, vamos lá. Como isso acontece? A criança não experimenta a teoria. A criança não entende a teoria. Ela entende a experiência. Nós, como crianças, com a nossa complexidade psíquica, a gente não entende a teoria. A gente entende a experiência. Então, não adianta explicar para uma criança o que é amor. Ela experimenta a amor. Como que ela experimenta através do acolhimento, através da receptividade, através do abandono, através do distanciamento, através da agressividade, isso para ela simboliza a amor. Então, por exemplo, se ela tem um pai muito distante, um pai frio, ela entende que a amor é frieza. Ela entende que a amor é distanciamento. Assim, acontece com a nossa relação com a prosperidade. Então, se eu tenho uma questão, se na minha casa, a escassez é um fato. Se eu passei, se os meus pais passaram por alguma questão financeira, e eles ficam apegados a isso, e é esse discurso. Se na minha casa, há um discurso de ter cuidado com o dinheiro, dinheiro é algo difícil de ganhar, dinheiro é algo fácil de perder. Você pode ser facilmente enganado, você pode ser facilmente roubado, cuidado com o dinheiro, porque o dinheiro pode transformar, e você vai virar uma pessoa ruim por causa do dinheiro. Essa é a inscrição psíquica que você vai ter sobre a prosperidade. A partir daí, você só reage. Então, nós na nossa infância aprendemos a partir dos afetos que a gente experimenta. Na vida adulta, a gente repete. O Freud vai ter um livro que se chama "Recordar, repetir e elaborar". Na verdade, na vida adulta, a gente não escolhe como se relacionar com as coisas, as costações. A gente só repete. O que foi inscrito lá atrás. Então, a forma com que a gente lida com o dinheiro é o que foi inscrito lá atrás. Eu falava com o meu esposo agora. Eles passaram por uma falência financeira muito grande, a família do meu esposo. Meu sugo era muito rico. E eles passaram por uma falência financeira quando ele ainda era pequeno. E depois, eles vieram experimentando várias frustrações nesse sentido. Eu falei para ele, responda sem pensar, livre associação. O que dinheiro significa para você? Ele falou "Tragédia". "Resperegundo para o menino Jorge". Para aquela criança. O que dinheiro representa para você? Ele diz "Tragédia". "Flei como que se lida com o dinheiro hoje". "Cum medo de perder o tempo todo". "Cum medo de ser enganado o tempo todo". "Cum medo de ser passado para trás". "Cum medo de uma falência". Porque lá atrás era isso que significava. Uma pessoa tinha uma vida financeira estável. O pai passa por um engano. O pai vai para a falência. E a partir da li, eles começam a experimentar várias frustrações com dinheiro. Como que ele lida com o dinheiro hoje? Algo perigoso. Algo que pode ser tirado de mim. Algo que eu tenho medo. Então, a forma com que você lida com a sua vida financeira é exatamente a forma com o ambiente. Como que você foi formado. Se você vive no ambiente de escassez lá na sua infância, você pode vir acreditar que o dinheiro é algo difícil, é algo complexo, é algo que eu vou ter muita dificuldade de adquirir. Então, são todas as inscrições psíquicas, não monetárias. A criança não experimenta a dinheiro a partir de conceito. Ela representa, ela reconhece o dinheiro e a prosperidade a partir de ele experimentou. Nossa, eu é interessante. Você sabe por isso eu só tenho um controlador em casa com questão financeira? Você tem passado por abstinência de dinheiro, o medo de perder. Você pobre. Claro! Famos por favor. Porque eu fui pobre na infância, mas eu não me lembro de sentir falta de dinheiro. Eu senti a falta de coisas. Hoje eu sei que eu sou um pouco mais controlador em casa com as finanças. Já te juro. Eu tenho medo que falte e ele precisa controlar. Dinheiro é algo que, se não controlar, se perde. Eu já experimentei a falta. Eu não quero viver a falta, para que não haja falta, eu preciso controlar. Não é algo que se faz por si mesmo, é algo que exige o meu controle. É faz sentido, porque na minha infância, a gente já não teve nada e teve um momento que a gente teve alguma coisa e perdeu. Então faz sentido. Avento? Eu experimentei dinheiro como perda, agora eu experimento dinheiro como controle. Perda fala sobre controle. Então eu preciso controlar para não perder de novo. Mas acontece também do. A gente tem muito ojo novo rico, a internet possibilita que pessoas fiquem ricas. Não é do nada, mas assim. É, tipo assim, ele é muito curto. Ela demoraria 40 anos numa carreira. Hoje ela pode, às vezes em 3 anos ela consegue. Vamos pegar casos extraordinários, algum influenciador, uma pessoa que, em um ano, produzir conteúdo do nada, vira milionário. Tipo, um ano, produzir conteúdo. Pode acontecer. Pode acontecer. Onde acontece muito? E aí a gente vê muito desse novo rico, que é o cara que ele não tinha nada. E agora ele tem dinheiro e aí ele vira um ostentador. Puts, rolex, é o Porsche. Aí a relação dele não é. É diferente do controlar, né? É porque aí a relação de novo fala sobre ele, né? Existiu uma falta, existiu um. O que você disse. Eu não passei necessidade, mas eu passei falta. Agora eu preciso estravasar e mostrar para todo mundo que eu não existe falta. Eu vejo isso claramente no meu meio, por exemplo. Eu convivo com pessoas assim, que viveram uma falta, que tiveram uma dificuldade, por exemplo, um amigo. O pai não assumiu. Quando ele era criança, o pai não assumiu, não registrou. Hoje ele vive para mostrar para o pai que ele é bem sucedido. Então ele compra grandes carros, ele faz grandes aquisições. Todos coisas muito dispositivas, buscando uma exposição para se autoafirmar. Para dizer, eu venci, eu dei certo mesmo sem você. Então tá aqui eu esfrego na sua cara. Ele podia pegar esse dinheiro, simplesmente levar uma vida muito boa e sem ostentar. Mas eu preciso ostentar, porque eu preciso esfregar na sua cara e te provar que eu dei certo. Então perceba que a relação com o dinheiro é sempre uma relação de uma inscrição psíquica. Eu falo que o meu caso, eu também nunca passei, falo. Eu nunca passei fome, mas eu passei falta. Eu senti vontade de comer muita coisa quando eu era pequena. Eu senti vontade de comprar muita coisa quando eu era pequena e coisas simples. Por exemplo, sei lá, o sorvete diferente, que hoje seria um gelato, por exemplo. Na minha época não tinha gelato. Hoje, ostentar são para mim, é isso, tipo de coisa. É poder tomar um gelato, é poder comprar uma amaciante da marca mais cheirosa, porque essa não era as faltas que eu tinha. Então, por exemplo, minha mãe lavarva roupa com um sabão que ela fazia em casa. Então eu senti o cheiro da roupa dos meus colegas e disse, "Nossa, deve ser muito bom ter uma roupa com o cheiro de amaciante". Hoje ostentar para minha amaciante. A minha funcionária fala gente para de comprar amaciante. Não tem mais explicação tanto que tem. a amaciente nessa casa. Então perceba que a minha falta gerou em mim uma perspectiva. Então, são sempre a relação com o dinheiro. Ela nunca é gratuita. Nunca é gratuita. Ela é uma inscrição psíquica. Agora, o que eu preciso fazer com isso? Porque eu acho muito importante nesse momento da fala, dizer que existe uma solução para isso. Porque existe uma história que foi inscrito lá atrás. Por exemplo, passei por muita necessidade, passei por muita falta, muita vontade, mas eu não posso ser refém dessa história. Isso quer perguntar? Tem solução da para corrigir isso? Tem, por isso que o Freud escreveu recordar e "elaborar". Se eu não elaboro, eu repito. Sempre há de eterno. Sejam em relacionamentos, seja com o dinheiro, seja em todas as escolhas da minha vida. Quando a gente não elabora, a gente repete. Então tem gente que diz assim, "Nossa, eu tenho dedo o podre". Eu sempre arrumo o mesmo tipo de pessoa. Não é que você tem o dedo o podre. Você está repetindo até se resolver isso. O dia que você resolver essa questão, você para de repetir. Você começa a escolher pessoas diferentes. A minha relação com o dinheiro é muito diferente disso. O dia que eu elaborar essa relação, eu para de repetir. O que eu costumo dizer? O que eu faço? Como eu passei por muita dificuldade financeira, por muita vontade. Quando eu vou fazer alguma aquisição, eu chamo a minha criança, eu ponho ela no colho e eu converse com ela. Então, por exemplo, eu vou comprar um carro. Aí eu coloco a minha criança no colho e eu digo, "Deixa eu te contar um negócio, eu sei que você está com vontade de comprar um super carro para mostrar para as pessoas, mostrar marca, mostrar status, mostrar isso". Mas eu acolho o que você passou, eu acolho o que você viveu, eu valido seu sentimento de necessidade, de pobreza. Mas quem está na sala do controle agora é adulta, é adulta que precisa decidir. Eu preciso de um carro que seja seguro, que me leve para os lugares onde eu preciso estar, que seja confortável, mas que não seja um carro para curar as minhas dores da infância. E aí, adulta escolha o carro e não a criança. Então, como que a gente refaz essa nossa relação? É você pegar o seu menino e sentar no colho e dizer, o dinheiro não vai embora mais querido. Então, você não precisa controlar. Você pode viver uma vida mais tranquila, mas sem controle. Quando eu controlo, eu vivo o tempo, porque eu estou segurando. Então, sentar esse menino no colo, validar os sentimentos dele, eu sei o que você passou, foi difícil, eu via suas necessidades, eu valido o seu medo, talvez lá atrás alguém não valido, eu valido, mas quem toma as decisões agora é adulto. Deixe eu te contar, o adulto é bem sucedido, ele pode ganhar mais e ele não precisa controlar tanto. E aí, você começa a elaborar essas questões. E o contrário, porque a gente está falando muito da pessoa bem cedida. E a pessoa que não foi bem cedida por causa dos traumas da infância? A pessoa que não foi bem sucedida é exatamente a pessoa que não elaborou. A gente não é bem sucedido por ene coisas. Primeiro, porque a gente não elaborou. Segundo, por talvez, uma fidelidade à nossa história. Tem gente que tem necessidade de ser fiel, a sua história, ou a sua família, ou a sua herança familiar. Como meu pai não foi bem sucedido, eu não me permito ser. Como os meus irmãos não são bem sucedidos, se eu for bem sucedido, talvez eu me destaque tenha que me afastar dos meus irmãos. Então, eu prefiro não ser bem sucedida para que nós nos possamos nos relacionar no mesmo nível. Percebe que existe uma fidelidade com a minha própria história. Uma fidelidade que eu preciso romper. Hoje, por exemplo, nossas redes sociais nós temos mais 15 milhões seguidores. Somando todas as redes. Hoje, o nosso Instagram tem uma visualização de área de 29 milhões de pessoas dia, 320 milhões meses. Sei imagino que a minha vida virou em um ano. Sei imagino quantas pessoas eu precisei me afastar. O quanto minha vida precisa se transformar, as abordagens, a minha segurança, a minha individualidade que hoje ela não existe mais. Eu tinha duas opções. Ou eu aceitava isso e mudava de vida. Ou eu dizia, eu vou ser fiel a minha história, a minha história de escassez, a minha história de astracismo. E eu não vou viver isso. André, você teve perdas com essa nova história. Obvio que eu tive, inclusive de pessoas. Mas eu prefiro ser fiel a meu futuro, do que fiel a minha história de escassez. Pessoas que não crescem vivem uma fidelidade com a sua própria história, uma fidelidade com seus próprios afetos e uma falta de elaboração. Dinheiro não é sobre moeda. Dinheiro é sobre energia psíquica. Todo mundo que não é bem sucedido financeiramente se fizer terapia, eu consigo te provar onde está o gap. Eu te provo a onde que está a questão. Isso que você falou é muito com óculos, e a galera fala de trocar de ambiente. É basicamente abandonar o que está ficando provasco. Exatamente. Eu falo que a minha virada de vida não foi agora. Minha virada de vida foi aos 7 anos. Minha mãe me matriculou numa escola do bairro. Todos os meus irmãos, os 6 estudavam na escola do bairro. E minha mãe me matricula nessa escola do bairro. Direitora diz, "Nossa, ela é muito inteligente. É uma doile estudar aqui. Só poderia matriculá-la na escola do centro da cidade, que é uma escola melhor. Tinha isso, né, as escolas do centro." E aí, minha mãe me matricula na escola do centro. Eu falo que ali ocorre a mudança de vida. Ali, tudo muda para mim. Porque ali eu entendo, até então, eu achei porque quando a gente vive no mesmo ambiente, você não abre perspectiva. Você tem uma visão milp da vida. Quando eu vou para uma outra realidade, eu percebo a minha realidade. Quando eu engano para a escola do centro, eu falo que ali foi a metanoia. A primeira coisa que eu descobri naquela escola, eu era pobre. Eu não sabia que eu era pobre. Eu achava que a minha vida era. Se choque a gente, né? Se eu descobrir. É a ois, porque isso aconteceu comigo também. Porque quando eu morava em guarulhos, barros pimentas, e quando meu pai morreu, eu fui morar. A minha mãe trabalhava mais para a cidade e a gente foi morando no tatuapé. A gente morava em dois cômos no tatuapé lá, a minha mãe já focava para a escola, mas era um barro melhor. E era perto do final do ano, e eu estava brincando com meus amigos e a gente. Era a véspera de Natal. E naquela época, eu tinha aquele negócio de se trocar para voltar para brincar na rua. Então a véspera de Natal se ia para casa, se trocava. E eu fui para casa, coloquei a mesma roupa. Coloquei a mesma roupa do dia a dia, porque. Eu tinha, acho que era 13 anos, não tinha essa coisa de tipo. Eu não sabia que era marca, não sabia que era Nike, que era roupa nova, não tinha essa coisa. Aí eu voltei para a rua. Aí um dos amigos que não estava lá, aí todo mundo estava trocado, tem eles novo tudo mais, um amigo foi assim, "Craio que você não vai se trocar", ali eu percebi que tipo, assim, "Caramba, eu tô diferente de todo mundo, eu tô comendo tênis, eu tô com a mesma camiseta". Aí eu descobri que era pobre. Foi aí que eu descobri que era pobre. Focem "Cara, eu sou pobre". Aí você muda um pouco realmente a perspectiva. E é isso que você falou provavelmente se eu tivesse continuado no barro dos pimentas, todo mundo tinha a mesma realidade que eu. Então eu não ia perceber que tipo, assim, tinha mais coisa naquele mundo. Faz sentido. E aí que o Greg chama de metanoia? Metanoia não é uma mudança de pensamento. Metanoia é uma revolução mental, é uma mudança de mente. É uma transformação ali ao ocorre uma metanoia. Porque eu descobro que eu sou pobre, por comparação. Quando você muda de ambiente, você começa a perceber por comparação. Então eu vejo que os meus amigos tinham mobile, eu não tinha mobile. Os pais, os meus amigos buscavam eles de carro na porta de escola, eu tinha que embora a pé com sete anos. Eles viajavam o final do ano para a praia, eu ficava na cidade. Ali eu entendi. Ali eu tinha duas perspectivas. Ou eu me revoltava, ou eu desejava aquilo para mim. E dizia, "Esiste dois modelos aqui". Ou eu começo a acreditar nisso que os meus pais. E os pais não são culpados, não. A gente tem que parar desse mim e mim, também. A psicanálise não nasceu para fazer com que a gente olhe para os nossos pais e dizia, "Ah, eles provocaram isso e mim". Não. Eles fizeram que eles tinham. O que eles podiam com que eles tinham. Agora o adulto é você e você precisa pegar a criança no colo e resolver com ela. Os meus pais fizeram que eles conseguiam. Os meus pais acreditavam que dinheiro era algo muito difícil, que ganhar dinheiro era algo muito maldito, porque as pessoas ricanhelas eram metidas. Elas passavam as pessoas para trás. Quando você ganha dinheiro, você começa a unir as pessoas. Então a gente tem que ser mais humilde, uma origem muito cristã, e aí no cristão daquela perspectiva do francescanismo, de voto de pobreza, o bom é ser pobre, é mais difícil de um rico passar, um buraco, um agulha, do que ir pro céu, sabe essas perspectivas? E aquilo a gente acreditava peamente. Então eu tinha duas perspectivas. Ou eu traia essa história, ou eu saia dessa história, ou eu me revoltava com aquela história que eu estava vendo. Então ali eu tomei uma decisão ainda muito pequena, eu dizia, gente, daqui é muito legal. E é isso que eu quero para minha vida, é isso que eu quero para os meus filhos quando eles crescerem. Ali eu começo, ali eu começo o problema. Porque aí eu começo a conviver com os meus amigos, e algo dentro de mim começa a se transformar. E aí eu começo a um problema com os meus irmãos. Porque aí os meus irmãos começam a ficar muito diferente de mim. Ou eu muito diferente deles. Então a gente catava sucata, eu cresci catando sucata para reciclagem para comprar o objeto, material escolar. Os meus irmãos vendiam a sucata, dava um dinheiro para minha mãe comprar, pão, café da mãe, café da tarde. Eu catava meu dinheiro e comprava cede do pavarote. Os meus irmãos dizia, essa menina é louca. Essa menina ouve ópera com oito anos. A minha mãe dizia, tem que levar no psiquiatra. Os irmãos estão preocupados com pão, ela está preocupada com caruso. Percebe como eu vivi, eu posso dizer, e isso é até muito fucante, até agora estou tendo esse ensaite, de um dia pesadri-se. Eu vivia até os 48 anos, que agora foram os últimos anos, talvez só agora os meus irmãos têm um minhas aceitado. Eu vivi 48 anos, com meus irmãos achando que eu era errada, por ser tão diferente. E só agora que os resultados vieram, é que eles surgulham e dizem, no fundo você estava certa. Se a semana é minha irmão mais, ele me mandou a mensagem e ele disse, "Eu tenho muito orgulho de você, você está recebendo tudo que você merece, porque eu assisti o quanto você se esforçou até aqui. Só agora 48 anos, depois eles entendem que eu não estava louca e que eu não era errada. Narciso acha feio que não é espelho. Sete irmãos, só uma resolva ser diferente. Quem é que vai tomar pancada? É, exatamente. É o diferente, ele sofre. Thiago falava muito do prego que se destaca é martelada. Se no escritório todo mundo fica louco para embora a 5, e você fica até a 8, você é puxar. É, quando este é muito isso. Se você trabalha muito, você orca a roleque. Se você chega antes, você é estressado, você é ansioso. Se você quer crescer, você é ambicioso, você é ganancioso. Há um preconceito muito grande com a prosperidade. É como se ser próspero, fosse ser ruim. Sendo que é o inverso. Quanto mais próspero sou, mas eu posso abençoe as pessoas. Mas eu posso ajudar mais gente vem comigo. É aquela história. Quem vence quando você vence? Quando você vence, várias pessoas vencem com você. Obrigada, amor. E outra coisa. O dinheiro, ele não é ruim. O dinheiro é uma lupa. Se você não presta, você vai prestar menos ainda com dinheiro. Se você presta, você vai ficar muito melhor com dinheiro. Se você não vence, você vai ficar muito melhor com dinheiro. Eu tenho prosperidade, eu preciso ter elaboração psíquica. Se não eu ento numa prisão, senão o dinheiro vira minha desgraça. Quando você falou, tem gente, os novos ricos. Primeiro, que existe de alguns perspectives sobre novos ricos? Primeiro, o que é novo rico? O que é riqueza de verdade? Se a gente limitar a riqueza a dinheiro, esse conceito ele é pequeno. Primeiro, o que é ser rico? Segundo, é que essas pessoas correm um risco muito grande. Prosperidade, sem elaboração psíquica, é prisão. Muito bom. Eu falo muito do novo rico, porque a gente vê que é uma característica do novo rico. Ele queria se mostrar, ele queria provar para a sociedade que ele deu certo através de artefatos, assim que é tipo assim, pudo, o relógio, o carro. E a gente consegue, a gente navega muito entre os dois mundos. O cara que é o novo rico da internet, o cara surgiu do nada explodiu, e isso. E o cara que às vezes já era um cara rico de berscar, já veio de uma família super estruturada. É um empreendedor, foi crescendo aos poucos, intelectivo, dinheiro de maneira muito gradual. E esse cara vai ser muito mais low profile, vai usar o relógio ali, que é o garment de corrida, a camisa vai ser a camisa da empresa, vai ser uma coisa muito. Mas a gente vê tudo distante. A gente vê que até o comportamento, a gente tem uns quados que a gente vai entrar até na casa da pessoa, e a gente vê que a realidade mesmo. A gente conhece muitos empresários que são ricos desde Berço, o cara está 20 anos com o requeza, e o verço é um cara que está rico há 3 anos. Tem pessoas que a gente já foi na casa, que mesmo um cara sendo multibilionário, você entra se fosse em cara a música, que é uma casa. Você vê realmente coisas que você usaria no dia a dia, que é uma coisa real. Já um rico novo, o cara tem uma casa com um pedireiro de 6 metros, uma porta gigantesca, 12 sofas na casa, e você vê que tipo assim. Não é real. Não é real. Não é real, é um negócio totalmente desconexo ali. A pessoa conversa com você e você sente a essência da pessoa, e no caso, as coisas que ela tem ao redor, sabe? E marca, né? É tudo que o cara usa. Tudo tem um louco. Tudo um louco. Tudo um louco. Estampado. Isso tudo é pra realmente curar alguma coisa? Existe o rico. Existe o rico. Existe o pobre plus. Existe o iau pobre plus. Quando você descobre que você é pobre plus, também é chocante. Existe o que? Deve ser muito rico, né? Rico é quem não precisa provar nada pra ninguém. Rico é quem tem tempo pra desfrutar o que tem. Rico é quem não precisa usar marca pra se validar. Rico é quem tem, consegue deitar no traducer e dormir. Quem consegue comer e ficar bem. Quem consegue viajar e curtir o que tem. Quem consegue não destruir sua família por causa de dinheiro. Quem tem relacionamentos estáveis. Quem consegue educar os seus filhos. Quem consegue ter tempo a assistir um por de sol. Quem consegue abenço outras pessoas. Isso é rico. Pobre plus é quem tem dinheiro na conta. Mas não tem. Tem uma casa em ângria, mas não consegue ir. Tem um carro com um carro caríssimo. Mas só pra provar pras pessoas que podem ter um carro caríssimo. Carrega um monte de marca no pescoço, na camiseta, no braço. Porque, na verdade, tá querendo tapar as dores da alma. Tá lá reventado por dentro e quer ser validado pelo que tem. Não sabe o valor que tem. Então precisa que os outros o amem porque ele tem uma Ferrari. Precisa que os outros o respeitem porque ele usa um selalqueda Hermès. Isso não é rico. Você é pobre e plaza. Rico é quem tem pais pra viver o que tem. Pra quem tem pais pra viver o que constrói. Eu costumo dizer que eu já era muito feliz. Muito feliz, a uma na trás. A questão de ascensão mudou alguns aspectos na minha vida financeira. Mas em termos de felicidade, não. Eu já era muito feliz. Eu já tinha um esposo que eu amava. Eu já tinha filhos que eu amava estar com eles. Eu já tinha uma casa muito mais simples, mas que eu amava estar lá. Que era um ambiente que me trazia pais. Eu já estava cercada de pessoas que eu amava. E eu já tinha um ativo mais caro que existe hoje, que se chama Tempo. Dinheiro, se ganha e perde, peso, se ganha e perde, relacionamento, se começa a arrumar outro. A única coisa que se você perdeça não repera a chama Tempo. Rico é quem tem Tempo. É quem é dono do seu Tempo. É quem escolhe o que fazer com Tempo. É quem escolhe o que fazer com o dinheiro. Quem não é preso ou dinheiro não é escravo do dinheiro. Não é Ferrari que me escolhe. É eu que escolhe o seu que era uma Ferrari. Se eu preciso de uma Ferrari, não é o Patek Felipe que me escolhe. É o que escolhe o seu que era um Patek Felipe. Rico é quem pode fazer escolhas. Esses dias eu estava sentado com o empresário, e me chamou para jantar, inclusive um negócio, um super negócio que ele queria me propô. Vamos jantar, tal, vamos jantar. Ele pediu o melhor prato restaurante. Sei que quando a garçomete foi trazer, ela errou no prato, ele acabou com ela. Ele acabou com ela. Eu me levantei, filhamei meu amigo. Muito obrigado a Toenimbor. Eu falo, "Oi, calma, gente, nem jantou, nem te fiz a proposta." Femmei meu amigo, eu estou indo embora, porque se você trata eu de um jeito, e ela de outro para mim, você não serve. Para mim, Rico é quem trata todas as pessoas com o mesmo gauro de dignidade, porque digno todos nós somos. Não é pela conta financeira. A pessoa que limpa a minha casa e que cuida da minha casa, ela não é diferente de mim, emab solutamente nada. Se você não entendeu ainda isso, você é pobre plus. Se você tratar a minha cessora diferente de mim, você é pobre plus. Porque não tem nada melhor que ela. Nós somos iguais. Nós só desempenhamos para pés diferentes, na empresa. O que acontece atualmente? O mundo tá cheio de pobre plus. E esses aí, eles me irritam bastante. Eles têm uma vida muito pobre, eles têm uma vida muito limitada, eles sangram e ficam tampando, fazendo curativo com nota de dólar. Isso é triste. Isso acontece bastante. Poutora gente falou bastante do novo rico, do rico de peso aqui, do pobre plus. Mas tem uma coisa que eu acho que é importante que a gente falou assim, "O cara que fica até tarde, às vezes ele vai virar puxasac, o cara que trabalha muito vai ser confunido com um garancioso. O cara que se destaca, vai virar chacota, o cara vai ser criticado, vai ser perseguido." Como que faz para a gente balizar a nossa ambição? Porque cada um tem a sua. Tem pessoas que têm uma ambição muito baixa, tem pessoas que têm uma ambição moderada, tem pessoas que têm uma ambição gigantesca, que é sebrionário, que é até a maior empresa do Brasil, do mundo do país. Como que faz para a gente ir regulando isso com o tempo? A questão da ambição. Porque tem gente que se falou assim, "Cara, pois cara tá 20 anos aí, você passa lá no mesmo salão de ter um cara lá em São Caetano, que ele tá no mesmo salão, sei lá, 40 anos. O que é isso, o cara tá aí, isso é a que tá feliz, né? Fico pensando, né? Como que faz para a gente ir ajustando isso? A gente não baliza a ambição. É mistura de conceito. Exície. e estão em bissão e existem ganas. Então, são ou você tem ou você não tem? Ontem eu conversava com minhas duas irmãs e morria de rir. As duas fizeram só até oitar você e as duas para trabalhar com 40 anos. E a gente conversando e elas "ah, porque eu morro de preguiço". Eu sou preguiçooso mesmo, eu nunca quis trabalhar, não sei quem não sei quê. A gente tá errada, né, Andréia? Falei "não, vocês são felizes assim, sendo donos de casa, não quiserem estudar, não quiserem trabalhar, tem uma vida financeira limitada, mas sei são felizes assim, é só falar muito, falei "então tá tudo certo". Falei em alguns aspectos, eu tenho que vocês não têm, em outros aspectos, vocês tenham que eu não tem. Tem gente que não tem a bissão. Ponto. A bissão ou você tem ou você não tem. Agora o que você tá chamando de gente que quer ganhar bilhão e que quer acumular, isso é ganância. Há uma diferença entre a bissão e ganância. Andréia, você tem vontade de ganhar um bilhão, tem, mas você vai trabalhar para isso? Não. Porque eu vou sacrificar coisas muito importantes para eu chegar nesse bilhão. E eu não quero. Eu não vou sacrificar coisas que para mim são preciosas para eu chegar nesse bilhão. Isso seria ganância. Então, caso aconteça, vai ser bom. Mas eu não vou trabalhar para isso. Até porque eu não tenho nem vida para gastar esse bilhão. Eu sou muito prático, objetivo, estoica. Eu faço conta. Eu tenho um quarenta anos de vida. A depender da grana que eu acumular, eu não vou ter nem de vida para gastar estudo. Aí eu perco vida para acumular e não ganho vida para desfrutar. Isso é ganância. Para que eu vou querer bilhão, eu não tenho nem vida para gastar a bilhão. Ah, mas você quer descer os filhos, não sei o que? Não, eu preciso construir a história deles. Eu preciso de estar um rico, se eles tiverem um diploma e tiverem a oportunidade de procurar a vida deles. Eu preciso de jáção ricos. Ele já tem muito mais do que eu tive na idade deles. Minha mãe não conseguiu me colocar na aula de natação. Eu falo com na vida, gente, que tem que gabaritar a vida. Do filho. Pai tem que gabaritar a vida de filho. Você tem pômenino na escola, na natação, pés no morrer afogado, quando isso saia adolescente com os amigos deles, aparelo, faculdade. Você fez essas quatro coisas? Tá ótimo. Você já gabaritou a vida deles. Minha mãe não teve dinheiro para me colocar para ele. Eu que tive que estudar e colocar. Minha mãe não teve dinheiro para me colocar na escola de natação. Minha mãe não conseguiu me ajudar com faculdade. Eu que tive que correr atrás de tudo. Meu filhos é só riquíssimos. O que sóbrar para eles já tá ótimo. Então, se eu quiser acumular mais, é ganância. O que eu vou fazer com tanto dinheiro? Vou enfiar isso onde? Mas isso não pode ser uma coisa. Eu penso assim, né? O cara que vai chegar no bilhão, geralmente ele vai ser um empresário, ele tá construindo alguma empresa que gera um valor muito grande e parte do valor ele vai conseguir ter para ele por isso que ele vira um bilhonário. Ele não vai. Não é uma coisa que. Cara, essa jornada preenche. É isso que deixa ele em movimento. Se ele parar, o cara não tá mais pelo dinheiro, talvez, né? É, mas aí que tá o risco, né? Essa jornada de preenche, essa jornada de acumular de preenche. De crescimento, talvez. Mas só financeiro e monetário, você não poderia preencher isso com outras coisas. É igual você quer ver, vou te dar um exemplo bem prático. Não é que eu não tenho a ambição não. Eu tenho. Eu uselo para não ter ganância. Essa fala sua, ela é meio falaciosa. Porque a gente entra nessa de "ah, eu tô acumulando, porque eu vou criar um império para ajudar milhões de pessoas". Cara, né? Nada. No fundo você tá olhando para ser mesmo. Não, assim, total. 70, 30. 30 é para abençoar os outros, para criar um império, para arrumar milhões de impregos, mas no fundo você quer. Mas é que eu penso que isso é o que movimenta o cara, entendeu? Isso faz assim, cara, isso é o cara parar. Então faz diferente, o que me movimenta também. Isso também super me movimenta. Mas eu faz diferente, por exemplo, é uma coisa que tem ardido no meu coração que eu vou fazer. E merdções terapêuticas gratuitas. Eu quero encher, ginásio, com cinco mil pessoas que não têm oportunidades para aumentar a terapia de graça. Sem pagar um real. E ficar lá com elas 12 horas. E transformar a vida delas. Se o trabalho me alimenta, faça isso voluntariamente. Se você já tem para você, para sua família, para os seus funcionários, faça isso voluntário. Graças a Deus hoje nós temos uma empresa grande. Temos mais 70 funcionários. Graças a Deus todos bem remunerados. Abençouamos tudo que a gente pode fazer, em todos os aspectos. Premiamos, ajudamos, pagamos estudos, envolvimento, viagem, menino que nasce, escolhe, por exemplo. Tudo que a gente pode fazer, a gente faz. Graças a Deus. Então isso me alimenta, abençou outras vidas. Temos transformado a vida de milhares de pessoas. Graças a Deus. A André, o seu trabalho te alimenta, me alimenta. Então que seja agora não só pelo acúmulo, mas que seja pelo abençoar de verdade, eu não vou pô um real no meu bolso. Eu estava em bauninhar, que eu morei uma semana passada, conversando sobre inclusão de neurodivergentes, autistas e TDDH. E me mobilizou muito a fala de algumas mães neurodivergentes. E aí a mulher falou, "Doutora, só não viria aqui falar pra quatro, 400 mães, numa emersão, você que não sabe do dia todo, flévenho. Quanto que custa, flémenina, você não conseguiria pagar o que custa. Eu não vou pô 1 real no meu bolso. Eu vim por amor a vocês. Por paixão pela causa. É o meu trabalho, o meu alimento, mas eu não preciso ser só por dinheiro. Eu preciso devolver aquilo que Deus me dá. Deus me dá muito. Assim, o que Deus fez pela minha vida é algo sobrenatural. E não só a financeira, mas especialmente emocional, de cura, cura da minha história, o que Ele me permite entender, o que Ele me permite ler, o que Ele me permite conhecer. É muito egoísmo eu ficar com isso só pra mim. Ou é muito egoísmo eu só dar isso em troca de moeda. Eu preciso transbordar na vida de quem não pode pagar. Se seu trabalho te alimenta, faz isso de graça também. Não faz só por dinheiro. Eu acredito muito nisso. Olha só, mesmo que você tem atido a contrálima de infância, com dinheiro, sua família, foi mal resolvida com isso e tudo mais, você não precisa seguir com esse trauma pro resto da sua vida. Você tem que aprender a cuidar do seu dinheiro. Por isso, que eu vou te falar aqui, é sobre a fim-class, que com mais de 70 cursos de educação financeira, investimentos e carteira recomendada, você consegue duplicar e multiplicar o seu patrimônio, cuidando do seu dinheiro, aprendendo, investindo, aprendendo sobre dinheiro e aprendendo a multiplicar o seu patrimônio. Outro trauma que você pode criar desde agora, é não saber nada sobre a. Eu sabe o que dá aqui pra frente e não tem mais volta esse assunto. Todo mundo vai mexer e cuidar daqui pra frente. E o MyHub tem mais de 15 ferramentas de IA que você pode utilizar apenas com uma assinatura. E por que eu estou falando desses dessas duas coisas que são diferentes, mas, na verdade, são complementares. Por que, com uma única assinatura aqui, você consegue englobar os dois, então, o MyHub, que tem mais de 15 ferramentas de IA. E a fim-classque tem mais 70 cursos e carteiras recomendadas, a gente está com uma campanha aqui, que é o MyHub. Então, por 79,90, você consegue ter os dois aqui no plano anual. Fechou, então, vou deixar pra vocês o link na descrição e o QR Code na tela pra você não ficar traumatizado nem com a sua vida financeira e nem com IA. Tá bom? Link na descrição e QR Code na tela. Legal. Mas, até puxando pro outro lado, como que controlam um pouco isso? Acho que eu estava falando com Lucas ontem de. Eu lembro que, sei lá, há uns cinco anos atrás, eu tinha uma meta em um objetivo de ganhar X e hoje eu ganho duas vezes mais do que isso. E tipo assim, cara, parece que o negócio nunca chega, entendeu? Aí, às vezes eu brinco assim com o suficiente. É, nunca o suficiente, até brinco, você faz assim, cara. Aí eu falei, "Pô, eu assisto talvez alguns canais pequenos que eu gosto de ver criadores conteúdos novos e tudo para ver o que tá aqui que a Galera tá pensando, e é uma galera que ainda não viu tudo que eu vi. Então, a galera tem uma cabeça muito mais fechada e fala assim, cara, deve ser tão bom não pensar tanto. deve ser tão bom não ver tudo o que a gente viu, porque provavelmente, se a gente não tivesse conhecido todo o que a gente conhece, a acesso que a gente tem, a gente não estaria com essa ambição que a gente tem hoje, entendeu? Como que a gente consegue trabalhar isso inóneos na sala, cara? Porque às vezes vira. -Vira. -Vira. -Vira. -Vira um pouco disso. Aceso, o cara tá ganhando 5, 6 mil reais e o fato dele querer ganhar 10 está consumindo tantamente dele, que ele não tá conseguindo os 5, 6 que ele tá ganhando que já foi um sonho dele um dia. Existe uma pesquisa científica que o aumento salarial só faz diferença emocional para a gente durante 90 dias. Depois, você nem percebe que você recebe um aumento. Seja ajustou sua vida para o novo valor. É assim mesmo. Se você ganhava 5, você vivia uma vida de 5. Você passou a ganhar 10, você começou a viver uma vida de 10. E a sensação é de que você tá sempre precisando melhorar e tá sempre precisando ganhar mais. A perspectiva é essa mesma, gente. Sempre ajusta para os novos valores e para a nova perspectiva. Qual que é a grande questão? Eu brinquesei a um ditado bem mineiro e ela adama a vo. Me avou a dizer assim, depois que você vê, você não desve mais. Você tomava o vinho "x". Aí você passou a tomar um angelica zapata. O "x" já não vale mais nada. Agora, seu polador, e assim vai. A gente precisa escolher até onde, gente. Porque depois que você experimentar, você não volta para trás. Nós estamos agora na Europa e eu sempre quis tomar um brunelo de Montautín. Sempre quis. Mas a java caríssimo. Lá na Itália, mas barato, eu vim da casa, enfim, mas poderia ter pago valor. Então, meu brunelo de Montautín, eu fui agora chega. Dá aqui pra cima, eu não posso subir. Porque se eu subir, daqui a pouco o brunelo já não vale mais nada. E eu já preciso daquele de 4 mil e daqui a pouco de 10. E é isso, não para. É um buraco deste tamanho. Então, eu tinha um carro de 150 mil. Não estou dizendo meu caso, mas um exemplo. Aí, tá. Um creta. Que delícia, esse creta, carrão. Aí você compra um outro carro ali de uns 300 mil. Cara, o motor é outro. O tecnologia, o velho de dent, até o outro. Seja a sente que o creta era uma carroça. Aí, você muda do de 300 mil, um de 600 mil. O de 300 mil era o luxo de entrada. Aí, o de 600, você fala, "Cara, que carro era aquele?" Olha isso aqui, o piso vai dizer a senda, é esse segundo. Aí, você vai pro carro de 1 milhão. E você só vai achando melhor. Depois que você vê, você não desver. Eu tenho uma amiga muito engraçada. Esse bela minha casa tem 15 dias. Ela é muito rica. Aflouciar amiga, eu juitei várias coisas na minha vida. Falei sério, a flou. Não, amiga, eu estou falando sério mesmo. O meu champo, eu não vou experimentar mais de outras marcas, eu vou ficar nele. Eu já decidi, você já está anotado. Não vou, os vinhos, eu não vou mudar. As viagens eu não vou fazer outra. A amiga eu decidi, porque quanto mais você experimenta, mais você quer, mais você tem que viver uma vida pra trabalhar, pra manter aquilo. Quando você viver uma vida de 5 mil, você trabalhava pra 5 mil. Quando você viver uma vida de 10 mil, você tem que trabalhar, pra manter uma vida de 10 mil. Isso, você jogar o seu potar mar pra 5 mil, você vai ter que trabalhar pra manter uma vida de 50. Então é sobre isso. Você tem que escolher até a ronda, você quer ir? "André, mas isso é uma mentalidade de escassez." Não, não é. É uma mentalidade de realidade. Até aonde você quer ir? Ai, eu quero um carro de 1 milhão. Ótimo, excelente. E um de 5 milhões. Como diz o Mous, que eu experimentei o vinho, ele falou assim, a partir do brunelo de Montalotina, vai ter vários opiniões, que inclusive reiter, dizer, "Ah, eu não tenho nada de vim." Mas eu estou falando da minha opinião. A partir daqui a diferença é pouca. E é mesmo de um. Sei lá, um vinho de 60 reais. Pra um brunelo a diferença é. Pá! De verdade. Se sente um ganho de paladar. Mas do brunelo, pro de 2005 mil, o ganho é mínimo. Agora é só ostentar ação. Agora é só questão de postar a foto com a marca. Um carro de 1 milhão te leva num lugar. Uma Ferrari Spider de 5 milhões. A diferença agora é marca, é foto, é redissociável. Agora se já está atuando para a outra perspectiva. E a perspectiva do status. Você quer trabalhar para ter status, para manter os status. E o preço do status vai te cobrar. Aí você faz essas perguntas e vê o que você quer organizar sua vida. Eu não critico ninguém. Eu acho que cada um sabe onde quer chegar. Eu sei das minhas prioridades. E as minhas prioridades eu não sacrifico em vista da questão financeira. Eu não estou disposta a sacrificar a minha crença em Deus. Eu não estou disposta a sacrificar a minha família. Eu não estou disposta a sacrificar a minha saúde. Meu trabalho e minha vida financeira vem em quarto lugar. Então eu não vou sacrificar essas outras três valores em detrimento disso. Eu acho que para ganhar dinheiro, primeiro a gente precisa fazer uma escala de valores. Em filosofista chama Axiologia. Primeiro preciso desenhar a minha Axiologia. O que para mim está em primeiro lugar, o que está em segundo, o que está em terceiro, a partir da lei eu me organizo. De como que eu vou colocar a minha vida financeira a partir da perspectiva? Interessante isso. E quando a pessoa tem também um clássico que é a roda dos ratos, o cara que a pessoa que não consegue sair do lugar, ela está estagnada. Contecia muito, eu lembro quando. Até 2019, antes da pandemia, eu ia para o trabalho todo dia de transporte público. Hoje a gente morre em a favelha e mora perto do escritório. Não precisa mais. Mas. Era uma coisa que eu via frequentemente. As vezes eu pegava metrô e ônibus com as mesmas pessoas sempre e as pessoas não estavam felizes na vida que ela tinha. O que faz uma pessoa não está feliz com a vida que ela tem e mesmo assim segue e vivem a ver essa vida. É porque a vida. Eu sou formado em filosofia também. Tem um filósofo que ele vai dizer o seguinte, é o lock. A existência precede a essência. Primeiro é existo depois eu sou. A gente nasce uma tabula rasa. Tem nada escrito. Primeiro é existo. Depois eu construo alguma coisa aqui por cima. A vida por si só não está em sentido nenhum. A vida tem o sentido que a gente dá a ela. A vida irrefletida não é uma vida vivida. Essas pessoas que serviam no metrô sem julgamento, talvez só uma reflexão acerca de. A grande maioria das pessoas não vivem uma vida refletida. Vivem uma vida vivida. E a vida vivida não está em sentido por si só. Dr. André, o que é uma vida vivida o que é uma vida refletida? É você olhar para você dentro do metrô e se pergunta "Cara isso que eu quero para minha vida". Cara essa empresa que eu trabalho é onde eu quero trabalhar. Esse relacionamento que eu tenho é o que eu quero ter. Essa conta bancária é a que eu quero ter, não não é. Então o que eu vou fazer para mudar isso? O que é a vida vivida? Eu só vou deixar a vida me levar, a vida levou eu. Ai eu nasci aqui, arrumei uma oportunidade, eu trabalho aqui. Ai passei nesse concurso, ganho em R$2.000. Ai então eu vou ficar aqui, porque tem positaduria. Ai, esse casei que essa pessoa vou ficar aqui. Uma vez eu atendi uma senhora de uns 70 anos, três sessões, ela só falou mal do mar e dela nas três. Eu falei "Gema, tem três sessões, só só fala mal do mar e da senhora, não vai se parar dele, não, você para dele não". Flajme, só só só fala mal dele. Não, eu tenho que ir me atenta, mas eu tenho que ir me esquenta. Essa é uma vida vivida, uma vida refletida. Eu só leve. A vida vai me trazendo os resultados e eu vou vivendo de acordo com eles. A vida é como se fosse um rio, eu tenho duas perspectivas de ano do rio. Ou eu remo, vou ter trabalho, eu vou ter em ação o tempo todo. Mas eu escolho pra onde eu vou. Quem rema é senhor da sua história. E existe outra perspectiva de antes dessa vida que é um rio. Boa, ai, eu me entrego, mas ai quem comanda é o rio. Eu posso cair numa cachoeira, eu posso parar no meio de um arbusto, eu posso morrer fogado, ai, você vai. Na vida, eu vou ou eu conduço. Essas pessoas da roda do rato, ela só vão. Por isso, a minha vontade de. Porque quando você desperta, a pessoa ela acorda e fala, "Cara, não tinha pensado nisso?" Por isso que não pode que este como isso é tão importante. Porque às vezes não pode que este como este, a pessoa tem um insight e ela sai da roda do rato. Ela diz, "Eu nunca tinha pensado nisso, eu preciso refletir sobre isso." E aí ela começa a construir uma vida refletida. Eu costumo dizer que conhecimento liberta. Com conhecimento a gente faz melhores escolhas. Quem não conhece no escolho. Então conhecimento, quanto mais eu conheço, mais eu faço boas escolhas. Aquela pessoa que está ali levando aquela vida, ela desconhece a grande maioria das coisas. Por isso ela não tem condição de refletir e por isso ela não tem condição de mudar. Mas aí você tinha dito anteriormente que a ambição você tem ou não tem? Se a pessoa tem esse despertar, ela não consegue criar a ambição desse ponto de partida? Dentro da realidade dela. A minha irmã que só fez o Itava Céri nunca vai desejar o que eu desejo. Esqueça. Seu modelo mental dela. Felicidade para ela é poder almoçar e dormir até as três e meia da tarde. Nossa, é uma boa. É bom. Felicidade para ela é pesar 900 quilos, mas não precisa fazer dieta. Tendi. Podei ir para a festa e comer absolutamente tudo que ela quiser. Vou abrir mão de comer isso porque é que besteira. Meu prazer é comer. Que absurde. Você vai para os lugares e você não pode escolher. Você não se dá o prazer de se esbanjar de comer. A ambição dela é outra ambição. Os prazeres dela são outros prazeres. Então até reformo que eu disse. Não é que ela não tem a ambição, mas a ambição dela é outra. Ela troca ficar depois do almoço até quatro horas da tarde dormindo por ter estabilidade financeira. Ela troca depender do marido por fazer escolhas comprar o que ela quiser viajar para onde ela quiser. A ambição dela é outra. Muito bom. Entendido. Pra mim ficou claro. Até para essa galera que está hoje meio perdida. Eu já tive perdido. O Thiago me ajudou muito quando estava perdido. É muito difícil para a pessoa que está no meio termo. Ela percebeu que a vida dela não é normal. Tipo assim, "Tar ruim, eu quero fazer alguma coisa, só que está, mas o que eu faço?" Eu já tive nesse lado. Foi difícil se eu não tivesse uma pessoa do meu lado para me ajudar. Foi um caso de Thiago. O que essa pessoa pode fazer de ponta penicial para conseguir mudar a realidade dela ou mudar o que ela acha que está errado ali? Porque vira um negócio muito conflito. É muita coisa pra fazer mesmo tempo. É tipo, "largar os amigos, não ouvir com sua mãe, às vezes está falando pra você, o seu marido, sua esposa, é largar um emprego, vira realmente um caos na pessoa ali, às vezes até deprime a pessoa, né?" Porque ela percebeu que a vida dela é ruim, só que a ação pra melhorar a vida dela é tanta coisa ruim que ela tem que fazer, em seguida, que ela acaba desistindo, ela fica cada vez mais frustrada naquela vida. Quando a gente atua só em comportamento, dificilmente a gente consegue mudar alguma coisa. A gente já tentou, algumas áreas da nossa vida, várias coisas, várias vezes e não conseguiu. Ah, mas é porque você não teve boa vontade. Não, você teve, por exemplo, dieta. Quantas vezes a gente já não tentou dieta, começou a agarrar, tudo, você estava com boa vontade, você queria, mas no meio da história deu errado. Então, atuar em comportamento é como uma planta que está doente e eu corto sua folha. Se eu não atuar na raiz da planta, eu vou viver cortando a folha e não vou ter sucesso. O que eu faço pra mudar de vida? Não é sair fazendo várias coisas. Ah, eu não ouvi minha mãe, mudar de ambiente, fazer isso, fazer aquilo. Não, eu tenho que atuar na raiz. Por isso eu volto a dizer o livro do Freud. Recordar, repetir e elaborar. Esse é o caminho. Primeiro eu preciso pegar a temática. Ah, eu quero trabalhar a questão financeira. Eu vou lá e pego uma folha. Faz o exercício que eu fiz com o meu esposo. Quando você pensa em dinheiro, quais as primeiras palavras venham a sua cabeça. Escreva, sem pensar. Isso chama a associação livre. Pensa lá na criança, fecha o olho, lembra daquela criança e quando você pensa em dinheiro, escreva as primeiras coisas que venham a sua cabeça. Isso é recordar. Qual conceito que eu tenho a respeito de dinheiro e faça isso com tudo. Sucesso, relacionamento, o que que eu estou fazendo quando eu faço isso? Eu estou indo na raiz. Eu estou tentando trazer da inconsciência para consciência. Eu só tenho o poder com aquilo que está no meu consciente. Com aquilo que está no meu inconsciente, eu sou escravo. Por isso, Freud diz, "O homem não é senhora em sua própria casa." Quem é a nossa casa? A nossa mente. Não ser senhora, não mandar na nossa mente. Como que eu passo a mandar na minha mente? Deixando. Não deixando questões inconscientes, mas trazendo a consciência. Eu quero trabalhar a área financeira. Eu preciso trazer a consciência o que está inconsciente na minha vida financeira. Como eu faço isso? Estou te dando uma dica. Um exercício de associação livre. Pare agora o podcast e se pergunte. Quando eu penso em dinheiro? Qual as primeiras palavras que venham a minha cabeça? Qual os primeiros sentimentos que venham a minha cabeça? A note. Isso é recordar. Depois, olha para sua vida e diga assim, quantas vezes eu repeti isso. Que foi o exercício que eu fiz com meu esposo. Quando você pensa em dinheiro, você pensa em que trajetia. Agora, olha para sua vida e perceba como dinheiro. Você repetiu sempre no formato de trajetia. Foi o que você também fez. Perceba como eu sentia falta e hoje eu tenho controle. Então você recordou, você repetiu. Agora, a terceira coluna, ela borar. É assim que eu quero lidar com dinheiro. Eu quero continuar lidando com dinheiro com medo. Então vamos lá. Vou fazer esse exercício de forma bem prática. Quando eu peço em dinheiro, qual a primeira coisa é a minha cabeça? Escaces. Segunda coluna, quantas vezes eu lidei com dinheiro como se fosse algo escaso. Eu ia comprar um tênis e eu disse, não, vou comprar um mais barato, porque isso daqui aí eu identifico situações que eu lidei com escasseis. Terceira coluna, ela borar. Eu quero continuar lidando assim. Deixa eu olhar para a minha vida financeira, deixa eu olhar para a minha conta bancária, deixa eu olhar para a minha oportunidade de crescimento. Eu preciso lidar com a vida assim com escasseis. Aqui eu faço, recordar, repetir, ela borar. Outro dia eu fiz um podcast com Vilela, do Inteligência Limitável, eu muro, rede e ridê. Que ele falou, "André, eu tenho uma fantasia na minha cabeça, eu morro de mediviramento e digo, flicou, mas sim." "Quando?" "Dá um onde, saiu essa criança?" Falei, me fale mais sobre isso. Morro de medo. Eu imagina a cena. Eu na rua, todo sujo, uma coberta velha. Não canto, uma chuva, fria. Espeço as pessoas passando e dizendo, "Leem, é esse cara, ele era famoso, ele tinha um tapote quexe, é o que ele virou agora." Falei, me me dá um onde, se tira isso. E aí a gente começou a trabalhar, e se eu flesim, agora eu vou melhorar. Olha para você. Olha para a vida que você tem hoje. Olha para o patrimônio que você tem hoje. Olha para a inteligência que você tem hoje. Olha para a influência que você tem hoje. Qual a chance de isso acontecer? Ele disse nenhuma. Falei, "O que você faz o dia inteiro?" E eu falei, "O trabalho a alucinadamente para não virar a mendigo." Falei, "Tão para agora?" Olha como a gente vive em função do trauma. Quando você olha para a terceira coluna, você diz, "Cara, espera aí, olha, por isso aqui eu não preciso disso. Eu não preciso de controle. Eu tenho uma condição que hoje me permite não controlar. Eu posso olhar para a minha vida financeira e olhar para entender que eu não vou virar a mendigo, nem que eu queira, nem que eu me esforço nessa vida. Eu posso olhar para a minha condição e dizer assim, "Vamos pegar alguém que está ouvindo nós, podcast, que está no começo de carreiro, que está quebrado, que fracasou, que frustrou." É igual uma pessoa um dia disse assim para mim. É, porque claro, eu passei várias viradas na vida. Eu já me reenventei várias vezes, já tive vários trabalhos, eu fiz o objetivo de várias empresas, já comecei várias vezes de errado. Ou outro podcast, isso daria. E uma vez uma pessoa disse assim para mim, "Esa vai ter que começar do zero." Eu falei, "Não começo do zero, nunca mais." E, nesiste a possibilidade de eu começar do zero. Eu tenho uma história, eu tenho uma vida, eu tenho experiência, eu tenho anos de estudo, ninguém começa do zero. Isso é elaborar mesmo que você esteja fracasado, você não começa do zero. Você tem uma história, você tem experiência. Ai, eu tenho 18 anos. O que eu vou fazer? Eu quero empreender. Vai lá, então, elabora isso. Quais suas possibilidades? Se os pais podem te ajudar, você faz faculdade, você tem acesso a conhecimento. Ai, eu não posso pagar nada. Você tem como assistir o YouTube, o Monte Canal, o Monte Coisa. Você tem ideias, você procura pessoas, você muda de ambiente, você busca network, você procura facilitadores como foi o Tiago pra você. Então, percebe. Então, de novo, eu vou dar a fórmula, recordar. Então, primeiro, pensa em algum tema da sua vida e a primeira palavra que vem a sua cabeça. O que que eu estou fazendo? Um exercício de tomada de consciência. Depois, segunda coluna, repetir. Olha pra isso e percebe quantas situações da sua vida. Você agiu em função do seu trauma ou dos seus afetos. Terceira coluna, elaborar. O que eu vou fazer com isso agora? Eu quero continuar agindo assim. Eu quero continuar trabalhando como se eu fosse algum dia virar mendigo. Boa exercício pra todo mundo fazer aí de casa, hein? O doutor, deixa eu falar. A gente falou muito, tá pra não guardar. O vila, ela ficou botou isso na cabeça. Pudo virar mendigo, ficar pensando nisso, tal. O cara fica na loucura. Por outro lado, tem pessoas que acreditam que se elas mentalizarem as coisas boas, as coisas podem aparecer. Tem até o livro muito famoso, lá do segredo. Não, cara, se você ficar pensando. Cara, se você. Tem o fake and the make it, lá. Se você fingir que você já fizer coisa de rico, você vai ser rico. Você acredita nessa coisa da força, do pensamento, cara que pensa positivo, vai dar tudo certo. Tem isso? Não, tem isso. Na verdade, essa teoria, ela está errada. Ela é errada no discurso, na forma com que ela é comunicada. Ela não está errada num todo, mas ela é errada na forma com que ela é comunicada. Como que o nosso cérebro funciona? Meu doutorado é ineurocienses. O cérebro não identifica a realidade fantasia. Ele só reage. Então, você coloca um óculos de inteligência artificial, que é uma montanha russa, você começa a se movimentar e gritar como você tivesse uma montanha russa. E todo mundo ao redor está te olhando, você está aparecendo um idiota. Você está sentado no meio de um shopping, enberrando como você tivesse na pior montanha russa da Disney. O seu cérebro, ele só reage. Ainda que você não queira, ele reage. Então, o cérebro não sabe o que é fantasia e o que é realidade. Ele só reage. Se eu tenho pensamentos de uma mentalidade de vitória, eu crio esse ambiente e o meu cérebro começa a reagir, baseado nisso. Eu comece a criar sinápsis. Sinápsis são caminhos neurais que vão me levar a algum lugar. Se eu tenho medo o tempo todo, eu crio uma sinápsia de medo. E o que esse medo vai me levar? A bloqueio, atravas, daí para a frente. Se eu tenho uma sinápsia, se eu penso sobre eu vou conseguir, vai dar certo, eu vou me esforçar para isso, eu crio uma sinápsia de coragem. Consequentemente, o meu cérebro começa a liberar alguns neurotransmissores. Estou sendo dopamina serotonina. Esses neurotransmissores vão facilitar. Facilitar o quê? Com que eu estude, com que eu me posicione, com que eu cria a missão, com que eu procure pessoas. Então, na verdade, é uma química. Não é algo exotérico, exotérico. Não é fora de mim. É dentro de mim. Então, esse pensamento, em parte, ele está certo. Eu crio uma perspectiva na minha mente, a minha mente, reage essa perspectiva, inclusive, químicamente, a partir dessa química, eu começo a colher resultados. Então, é fato, se eu falo o seguinte, essa é a semana da meu viz. André, você nunca desistiu de você, né? Nunca. Nem quando faltava feijão na lata. Eu sempre tinha certeza que o que eu fazia era muito bom e que ia dar muito certo. E eu criei esse ambiente neural. E aí eu colhi os resultados de. Eu tinha certeza que em algum momento ia dar certo. Eu nunca senti medo, eu nunca senti desistência, eu nunca pensei "nossa, eu já estou com 46 anos, até agora não aconteceu, nunca". Eu pensava em algum momento, vai acontecer, porque isso é muito bom. Isso gerava sinápsis, essas sinápsis geravam uma química favorável, essa química favorável me rampava pra ir atrás de resultado. Então eu sempre acordei cedo, eu sempre estudei muito, eu sempre lhe muito, eu sempre me posicionei, eu sempre estive com pessoas que eu achei que poderia me ajudar, e aí a coisa aconteceu. Então percebe que é uma matemática, eu gosto muito mais dessa matemática, porque ela leva qualquer pessoa pra esse lugar, do que essa história de "ah, mentalize", "ah, eu acho que tudo muito difícil". Eu gosto mais de novo, eu sou muito estoica e eu sou muito prática. Eu gosto de entender na prática como é que as coisas funcionam, porque se eu entendo na prática essa lógica vale pra mim, ela vale pra você, ela vale pra música que está lá na portaria. Se ela colocar essa receita na prática, não vai dar erro. Então passa por isso essa ideia. Tem muito a ventão com a confiança, mais do que a positividade, mais do que materializar a compensamento, é muito mais. eu confio que em algum momento vai dar certo, somado a ação. Você mesmo disse que você lia muito, estudava muito, estava com pessoas boas, então automaticamente a tendência era que algo bom, fosse acontecer, né? Então é uma coisa meio que a confiança somada com a ação, é isso. O sucesso, ele é muito mais, transpiração do que inspiração. Você precisa criar um ambiente mental, mas você precisa correr atrás disso. O ambiente mental te favorece correr atrás disso. Se você reclama o dia inteiro, se ativam a área no seu cérebro, que baixa os seus neurotransmitções bons, favoráveis. Você fica mais lento, mais lento, mais deprimido, mais chateado, mais melancólico, consequentemente com menos resultado. O simples fato de reclamar, ativam a área no nosso cérebro, chama Nukleu Acumbens. O Nukleu Acumbens baixa toda a qualidade de neurotransmitções no nosso cérebro. Quando eu sou grato, o inverso acontece. A palavra gratidão não é só frase de alta ajuda. Isso é provado. Pessoas que exercitam mais gratidão, tenham Nukleu Acumbens mais ativado, consequentemente, têm mais no cérebro serotonina dopaminostocina. Seu cérebro potente, seu cérebro que acorda ser, seu cérebro lucido, seu cérebro criativo, então percebe que isso tudo é química. Como que eu crio essa química? O meu cérebro não distingui realidade de fantasia. Então pense sempre naquilo que você quer que aconteça para que você favoreça a química. Quando eu tinha 17 anos, aliás, na faculdade, eu tinha 18 anos. Entre o intervalo e outro de aula, eu pegava uma folha de caderno e se eu fiz durante 5 anos, pegava uma folha de caderno e ficava testando rubrica. E aí dava para os meus amigos e fazia assim, guardiça aí que daqui 20 anos esse autógrafo vai valer muito dinheiro. E entregando. Para 1, 2, para 3, para 20. Eu sempre. Certeza que eu ia dar autógrafo. Absoluto, certeza. E as reias de mim, Andrés, não tem nem comida. Você traz banana para a faculdade. Eu passei 5 anos comendo banana, que eu não tinha dinheiro para comprar coxinha, na universidade. Eu passei 5 anos comendo banana, tanto que a hora que eu descia esse cada da formatura, o povo levantou banana. Meu pedido era Andrés a colão. Eu comia banana e dava autógrafo. Falaram e guarda, porque seu autógrafo vai valer dinheiro aqui alguns anos. E como que isso não pode ser confundido com a arrogância, por exemplo? A arrogância. Você acha que isso vai te fazer melhor que os outros? A arrogância é sobre o outro. Certeza é sobre você. Eu não achava que eu ia ser melhor que os meus amigos por isso, mas eu tinha certeza que isso ia acontecer. Eu não acho até hoje, né? Até hoje eu continuo no achando. Eu. Não era a arrogância. Era uma certeza. Quando eu era pequena, os meus irmãos brincavam e eu ficava vencer as brincar, eu tinha umas ideias, falava "Gente", porque ele estava falando isso daquilo, o outro falou "Né, aquilo daquilo". Eu tinha umas ideias sobre as coisas que eles falavam. E eu pequena, eu lembro de eu falar assim, "Gente, eu tenho uma ideia muito boa". "Ninguém pensa esse trem que eu estou pensando, ninguém faz essas conexões que eu estou fazendo". Eu já, de muito pequena, eu gostava do que eu pensava. Eu já achava que era bom. Nunca foi a arrogância. Foi reconhecimento de capacidade e busca por mais. É uma capacidade. Você gosta do que você faz? Eu gosto do que eu faço. Você reconhece a competência que você tem? Sim. É sob no precisar de aplausos. E é sob não achar que o aplauso te mobiliza. Hoje eu sou uma pessoa que eu busco ser imune a crítica e a elogia. O elogia é tão perigoso contar a crítica. Porque se você vai cedendo muito ao elogia, você começa a acreditar numa realidade que talvez não seja você. Então eu busco ser imune as duas coisas. Eu ouço muito a minha voz interna e Deus. Essas duas vozes me direcionam. Mas eu evito ouvir muita elogia e crítica, porque isso pode ser um perigo. Isso pode levar. O que é a arrogância? É quando você acredita em algo que não é você. Isso é a arrogância. Eu gosto muito de uma história. O que é uma história na verdade? A parte verdadeira da história que Jesus entrou na engenharus além do domingo de ramos e as pessoas sacouem o ramos. Por isso tem a missa de ramos. Jesus entra em geros além e reconhece em que ele é um misias. E começa gritar, "Alelu, eu, osana, misias". Esse é um fato. A história que Jesus entrou em cima de um burrinho. A história conta, né? A metáfora conta que quando Jesus entrou em geros além em cima do burrinho e as pessoas começaram a sacudir os ramos, gritar osana, "Alelu, e a Rede de Deus, ele é um misias". O burrinho levantou a cabeça e começou a arrir e ficou a sede feita. Aí Jesus bateu nas costinhas dele, "Flocal, uma burrinho é pra mim, né? É sob você, não, é sobre mim". Eu sou esse burrinho. Eu sempre estou atenta entendendo que não é sobre mim. É sobre uma obra maior que está sendo construída, que transforma a vida dos pessoas. O dia que eu achava que é sobre mim, a graça desce. E aí eu não carregue mais a graça. E aí eu sou só um burrinho. Mas acho que esse pode ser um dos principais problemas das pessoas que é. Elas acham que elas são especiais demais. O filme é sobre ela. O filme é sobre ela. O filme é sobre ela. O filme é sobre ela. Eu acho que assim, porque isso pode confundir, porque muita gente fala assim, "Nossa, precisa ser o protagonista das suas vidas, você precisa, né? Tomar as rádias, mas é isso confunde com a pessoa achar que é tudo sobre ela". A vida é uma série, você só um episódio, você não é, ou o protagonista da série inteira. Você pode ter o dinheiro que for a fama que for, você não é muita coisa. Os nossos. Nossa, isso é forte, né? Os astronautos voltaram agora daquela volta ao redor da Lua, né? Acho que é maravilhoso, acessaram lá da Lua, quem ainda não tinha sido acessado lá, discuro da Lua. E eu amei, eu fiquei dias acompanhando aquela viagem, e eu amei o relato deles quando eles voltaram. O que vocês viram de diferente de quem foi em 1969, de ser que lá, de ser que lá. Ah, nós vimos, foi lindo, nós percebemos que a Terra é muito pequena, e que o ser humano, se nós conseguíssemos enxergar ele de lá, nós não passaremos de partículas. Você é partícula. Viva como partícula. Você não significa nada. Se amanhã você for embora, a vida continua do mesmo jeito. Se você tiver bilhões de seguidores, a Terra não vai parar para você, partícula. E se você tiver 200 milhões na conta, o mundo partícula vai continuar existindo. Se os filhos não vão suicidar a partícula, a sua esposa não vai pular na cova junto com você, partícula. O seu dinheiro não vai aporar a partícula. A sua empresa não vai embora com você e partícula. Você é partícula. Viva como se fosse uma partícula. Simples assim. A vida não para, por causa de você, a gente não é isso tudo que a gente é. Eu perdi a irmã 16 de julho do ano passado. Em vista de toda a dor e de toda desgraça que foi, o mais assolador. Foi perceber que no outro dia o sol amanheceu. Todo mundo continuou vivendo, não foi feriado, os bancos não fecharam. Ela era coordenadora do hospital Escola da Universidade Federal de Berland. No outro dia o hospital continuou funcionando. O departamento dela não parou. Passou alguns meses, nós comemoramos o Natal, reveiou um ano, virou e está todo mundo vivendo. A bizarra que o Fláer falou um pouco disso, né? Você é partícula. Tendi aqui você provavelmente nem lembra dela. É normal isso. Como eu perdi meu pai e tem dia que eu nem lembro. A vida só parou para ela. Infelizmente. Ou felizmente. Como dizabia, né? Amiga querida na Beatriz Barbosa, é do game. A vida é um game. Isso é do game. A vida parou para ela. Naquele instante só para ela. A gente continua sofrendo. Minha mãe está arrasada porque ela tem 80 anos. O Natal não foi o mesmo. Mas a vida só parou para ela. Eu continuei gravando vídeos. Eu continuei fazendo podcast, eu continuei trabalhando. Minha mãe está viva, meus irmãos continuem existindo. A pessoa que convivia com ela, continuem existindo. Você é partícula. Viva como partícula. Para de se dar essa importância toda. "Ai, Dr. André, que é Dr. André?" Eu sou comedor de feijão. Então comedor de feijão com farinha. Se eu sentar aqui agora. Agora, junto com 6, 2, e 6, eu não fiz a diferença na vida de vocês. Você sabe pra que é que é o sirvo? Nada. Nada. Todos os dias eu sai de casa com a reta ambição de transformar a vida das pessoas. Pode ser só dois que eu encontrar, mas eu preciso transformar. Porque eu sou só a partícula. Que doutor André? Doutor André, o quê? Se eu for atropelada ali, ó, já era. Os 15 milhões de seguidores vão seguir outras pessoas. O meu dinheiro, meu marido vai viver muito bem com ele. E meus filhos também. Partícula. Partícula. Eu tenho 15 milhões. Ah, isso. Isso muda o quê na sua vida, comendo a defeijão. Ah, tem 200 bilhões na conta, eu tenho licobre, eu tenho avião. Tá! Isso só faz diferença, se faz diferença na vida das pessoas. Se você não faz diferença na vida das pessoas, faz diferença nenhuma. Jesus chegou na figura, meteu a mão na figura. Não tinha figo. O quê que Jesus fez? A mão de sua figura. Porque árvore tem que fruitificar e alimentar os outros. Você não alimenta os outros. A natureza dá um jeito de acabar com você rapidinho. Muito bom. Baita a reflexão. E o contrário disso, porque tem muita gente também que se sente o oposto de protagonista. Que a pessoa sente mais inferior, esse tipo. É verdade. Joga pra baixo, se sente incapaz, negativa. Acho que não é capaz de nada. Não é só o reclamar. Ela, tipo assim, ela se inferiza o tempo todo e crie a história na própria cabeça que está todo mundo contra ela. Fonte da própria cabeça. Eu gosto muito de um conceito de manter a dificultade de calcutades assim. É a humildade e a verdade. Se você é bonito, seja bonito e aceita que você é bonito. Sem inteligente, assuma que você é inteligente. Se você é capaz, assuma que você é capaz. O contrário do protagonista é o vitimista. É o que acha que o mundo. "Ove, dois, are, eu não posso nada, eu não consigo nada. Eu sou feio, todo mundo olha pra mim." Bem, você precisa de terapia. É isso que você precisa. Você precisa entrar em contato com isso. E detalhe, entender qual é a vantagem disso. Porque esse é vítima também tem vantagem. Porque perceba que a vítima ela recebe a ação. Ela não é senhora da ação. E receber a ação é passivo. Eu fica aqui e é os outros que fazem comigo. Eu não tenho trabalho nenhum. Foi meu patrão que não me promoveu. Foi minha mãe que não me pôs na escola. Sou eu que não tenho oportunidades de me agresser. Eu não tendi a ir pra comprar caneta. Eu não tendi a ir pra fazer dieta. Perceba que você é sempre passivão. Você que recebe as ações, mas você não é senhora das ações. Que dó de você? Os extremos são burros. O protagonista é péssimo, que tem cindro de protagonista excessivo. Mas o vítima está também péssimo. O ideal é o caminho do meio. Qual é o caminho do meio? A auto-dimensão, quem é cê? O que você pode? Aonde você pode chegar? O que você pode fazer pelas pessoas? Sem esquecer que você é partícula. Uma partícula importante. Mas partícula. O vítima é a outra face da mesma moeda do protagonista excesso. Os dois partem do mesmo princípio emocional. A vaidade, os dois se vangloriam de alguma coisa. Um de achar que é demais. O outro de achar que é de menos. Os dois, gozam, Freud vai falar muito sobre isso. Gozam no mesmo lugar, o lugar da vaidade, de se achar e de se colocar em evidência. Um por se achar de mais. O outro por se achar de menos. Mas os dois estão em evidência. Muito bom. Pra finalizar, a gente falou muito de dinheiro, né? A programatota, desde a infância e tudo mais. Tras é uma clichê aqui. O dinheiro traz felicidade no fim das contas. Isso pode preencher alguém. O dinheiro traz muita felicidade. Há um preconceito sobre a prosperidade e isso precisa ser quebrado. A vida é muito melhor com dinheiro. Com dinheiro você paga boas escolas, com dinheiro você tem excelentes planas saúde, com dinheiro você escolhe o que você vai comer. Se eu não escolhe o que você vai pagar, você escolhe o que você quer comer. Com dinheiro você escolhe para onde você vai, com dinheiro você proporciona coisas boas para seus familiares. Obvio que o dinheiro traz felicidade. Ele não é a felicidade, mas o dinheiro facilita muita vida. Por que é que o dinheiro facilita a vida? Porque o dinheiro nos permite fazer escolhas. Sem dinheiro você não escolhe. Você é a questão emocional do dinheiro. Dinheiro não é sobre moeda, dinheiro é sobre escolhas. Quando eu tenho dinheiro eu escolho o que eu vou comer, onde eu vou morar, o carro que eu vou andar, o plana de saúde que eu vou ter, onde meus filhos vão estudar. Quando eu não tenho dinheiro eu não sou senhor das minhas escolhas. E não há nada pior que não ser senhor de si mesmo. Você vai por restaurante você come o seu dinheiro, dá seu filho estudar onde consegue, você vive, talvez não é no bairro que você gostaria, talvez tem violência, tem risco, você deixa seus filhos, mas você fica preocupado de inteiro, você vai chegar lá e eles vão estar vivos, você não escolhe, você é escolhido o dinheiro, ele traz uma perspectiva de escolha. Quando eu ganhei meu primeiro dinheiro, primeira coisa que eu fiz e fiz com muito orgulho. Cheguei na casa da minha mãe, o meu esposo foi a abrir a janela dela, a janela dela caiu. E foi nosso meu bem, precisou trocar a janela da casa da sua mãe, e foi vamos fazer mais que isso. Vamos reformar a casa da minha mãe. Ele arquiteto, minha mãe dizia todo dia "Jor, será que aí? Você nunca bom pintar isso aqui?" "Será que fica bom trocar isso aqui?" E eu vi aqui aos 80 anos ela tinha vontade de ter uma casa diferente. Ele falou "Vamos trocar janela, vamos fazer mais que isso", chamei ela "Feliz mãe", nós vamos reformar a casa da senhora, vai ficar do jeito que é sóra que ela vai ficar bem bonitinha. Com 80 anos, quando os anos ela vai viver nessa casa mais, talvez 5, talvez o máximo 10, mas com o dinheiro eu posso ajudar ela. Eu mudo para minha casa nova, eu fiquei muito constrangido de levar a minha funcionária, o Félio vai perceber a diferença de uma casa para outra, sendo que ela nem casa própria tem. Eu antes de ir para minha casa nova, eu chamei ela "Feliz Valdeina", comprei uma casa nova, mas você também, aos 60 anos, vai ter a honra de ter uma casa nova. Você nunca teve uma casa no seu nome, eu sei dizer que era o seu maus sonho, era olhar num papel e ver seu nome. Agora nós vamos comprar sua casa. Dinha não traz felicidade? Tras. Não é a felicidade, mas ele proporciona muita coisa boa para as pessoas. Ele abençou a vida das pessoas, ele abençou quem está o seu redor. E eu não falo isso para me vanglorear de forma nenhum, é só para dar exemplos. No condomínio de hoje a gente mora todo domingá-lo em teopia as pizzas para o pessoal que trabalha lá, se está calor, eu peço picolé para eles te parem picolé, e estudeu o dinheiro que proporciona. Sem dinheiro eu já não consegue fazer isso. Então o dinheiro é de novo, é aquela frase, quem vê se você vê. Se você tem dinheiro, quantas pessoas são abençuadas com o dinheiro que você tem? Então sim o dinheiro traz felicidade. Ele não é a felicidade, mas ele facilita a felicidade. Só que junto com o dinheiro traz felicidade, o dinheiro é uma lupa. Se você era ruim, você fica pior com o dinheiro. Se você era doente, você fica mais doente. Se você era carente, você fica mais carente. Se você era ostentador, você fica mais ostentador. Se você era bom, você fica muito melhor. O dinheiro traz felicidade, é aquela história do remidas, eu volto nela. Tudo que ele tocava virava o uro. Dinheiro, ascensão, sucesso, sem elaboração psíquica, vira prisão. É isso aí? Votora, aqui aula, que a gente teve aqui sobre dinheiro, hein? Caramba, prosperidade, desde de lá da infância. Se você gostou desse episódio, deixe seu like, dá cinco estirais no Spotify. Tudo bem, Dom. Pra gente queba ter umas semanas de dois milhões de inscritos aqui, Zuzer, como é que faz pra ti encontrar nas redes sociais aí? Enfim. Instagram @AndréVermon YouTube também é AndréVermon. E no YouTube nós temos um canal no divanco, a doutora André, que é o podcast também. Que legal. É bem legal. A Bia já foi, a Ana Beatriz Barbosa, algumas pessoas. Alias Abia é a madrinha, inclusive do podcast. E bem legal, a gente fala de saúde mental, fala de saúde como um todo, fala de uma série de assuntos bem legais, no divanco, a doutora André, a vermão. E nas redes, a roba, André, a vermote. Muito boa, Loutora. É muito um tema, muito obrigado, viu, Loutora. Que agradeço, meninos. Uma hora, quantos anos vocês dois têm? Eu tenho 32. 32 também. Novinh. Dá da pra vocês fazer muita coisa boa. Muito pode o podcast, hein, né? A gente já tá fazendo a sete anos. Será que dá pra fazer mais um sete aí? Eu se eu tivesse 32. Eu vi tudo com isso. É muito bom. É muito bom. Então, tivesse 32. Eu vi tudo que vocês ouvem. Eu ia ainda muito mais longe. É. Então vamos, vai cair. Então vamos. Então, não tem que dar a fome. É, não tem que dar. Estava pensando em para por aqui, mas já aquela falou, a gente vai seguir. Até que não preguiça, quando preguiça. É a ambição. É a ambição. É, pessoal, obrigada. Até o próximo episódio. Grande abraço e tchau. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A relação com o dinheiro é, na verdade, uma relação com os afetos (amor, poder, escassez) que aprendemos na infância, não com a moeda em si.
  2. As experiências infantis (como escassez ou perda) criam "inscrições psíquicas" que determinam comportamentos financeiros na vida adulta, como controle excessivo ou ostentação.
  3. A repetição de padrões financeiros pode ser rompida através da "elaboração" (conceito freudiano), que envolve acolher a criança interior e tomar decisões conscientes como adulto.
  4. Mudar de ambiente e romper a fidelidade à história familiar de escassez é essencial para a prosperidade, como exemplificado pela metanoia da palestrante ao estudar em uma escola de elite.
  5. A ostentação e o medo de perder dinheiro são respostas a traumas passados, e a terapia pode identificar e ajudar a superar esses bloqueios.

Summary:

A psicanalista Andréa Vermont explica que nossa relação com o dinheiro não é sobre moeda, mas sobre energia psíquica e afetos aprendidos na infância. Desde cedo, a criança experimenta sentimentos como amor, pertencimento e escassez, que moldam sua visão sobre prosperidade. Por exemplo, se os pais tratam o dinheiro como algo perigoso ou difícil de ganhar, a criança internaliza isso e repete esses padrões na vida adulta, seja controlando excessivamente os gastos, seja ostentando para compensar a falta vivida.

A palestrante cita o caso do marido, que associa dinheiro a "tragédia" devido à falência familiar na infância, e o dela própria, que desenvolveu compulsão por comprar amaciantes para suprir a falta de recursos básicos. A solução, segundo ela, é "elaborar" esses traumas: reconhecer a criança interior, validar seus sentimentos e permitir que o adulto tome decisões racionais, como escolher um carro seguro em vez de um que cure dores do passado. Além disso, Vermont destaca a importância de romper a fidelidade à história familiar de escassez, como ela fez ao trocar de ambiente escolar aos 7 anos, o que a fez perceber sua pobreza e desejar uma vida diferente.

Ela conclui que a terapia pode identificar esses bloqueios e que a verdadeira riqueza está no tempo e na liberdade de escolha, não no acúmulo material.

FAQs

Na infância, aprendemos sobre dinheiro através dos afetos que experimentamos, como amor, escassez ou poder. Na vida adulta, repetimos esses padrões inconscientemente, a menos que os elaboremos.

Significa que nossa relação com o dinheiro não é sobre moeda, mas sobre experiências emocionais e afetivas que internalizamos desde cedo. Essas experiências determinam como lidamos com prosperidade ou escassez.

Sim, através da elaboração psíquica, como propõe Freud: reconhecer a origem dos padrões, validar os sentimentos da 'criança interior' e tomar decisões conscientes como adulto, rompendo a repetição automática.

A ostentação muitas vezes é uma tentativa de compensar uma falta ou escassez vivida na infância, buscando autoafirmação e validação externa. É uma repetição de um padrão psíquico não elaborado.

Metanoia é uma revolução mental que ocorre ao mudar de ambiente e perceber novas realidades. Ao se expor a contextos diferentes, a pessoa pode desejar e buscar uma vida mais próspera, rompendo com crenças limitantes.

Reconheça os sentimentos da sua 'criança interior' (medo, escassez, necessidade), valide-os e, em seguida, deixe o adulto consciente tomar decisões financeiras baseadas na realidade atual, não nas dores do passado.

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