Primeiro Toque | Linha Lateral | Vítor Matos — O Modelo, a Liderança, o Método.
57m 55s
Nesta entrevista, Vítor Matos, treinador do Swansea City, partilha a sua trajetória e filosofia de treino. Desde cedo, aos 18 anos, descobriu a paixão por ser treinador, inspirado por José Mourinho e pelo estudo do jogo. A sua formação foi marcada pelo professor Vítor Frade e, mais tarde, pelos cinco anos no Liverpool com Jürgen Klopp, experiência que considera crucial para o seu desenvolvimento. Matos defende um futebol ofensivo e dominante, onde a equipa é protagonista, com princípios como a posse de bola, a reação imediata à perda (counter-press) e a capacidade de desorganizar o adversário. A transição defensiva é um dos seus focos, exigindo dos jogadores uma mentalidade de compromisso e esforço coletivo, mesmo em contextos competitivos como o Championship, onde o jogo é mais físico e partido. O treinador enfatiza a importância da relação humana com os atletas, combinando empatia e liderança para construir uma cultura de equipa baseada no respeito e na confiança. Para Matos, não há um único caminho para o sucesso; é necessário adaptar a ideia de jogo ao contexto e ao perfil dos jogadores, equilibrando a sua visão tática com a realidade do plantel. A sua abordagem reflete uma mistura de paixão, técnica e gestão de pessoas, elementos que considera essenciais para liderar e desenvolver equipas de alto rendimento.
[Música] Bem-vindos ao primeiro toco, um espaço que nós lhes chamamos aqui a linha Lateral. É um espaço que vamos falar sobre a futebol. Mas do futebol do que de futebol, vivências e experiências sobre o treino com treinadores. Neste caso, e neste primeiro episódio temos VITORMATOS, a 38 anos, treinador do Swansea City, a equipa que disputa o Championship em Inglaterra. VITOR, em primeiro lugar, obrigado por ter aceito o nosso convite. É sempre um prazer ter até aqui para falar um pouco sobre aquilo que gostamos que é o jogo. Sem um gosto, obrigado a onde-se mais pelo convite. Mas sempre bom falar futebol. E tudo aquilo que me quiserem que estima esta, já me fete a vontade, porque será acima de um gosto de partilhar e que acima de tudo. Pousamos tirar daqui algo que nos preencha e nos faça gostar ainda mais do futebol. Estamos capra a isso, mas quero começar pelo início da tua história. Um menino de gaya que nunca jogou futebol profissional e aos 18 anos, muito jovem, meteu uma idêna a cabeça que queria entrar no treino. A aos 18 anos tiraste o nível 1, o f, reízes, que podia ser pior com essa edade, outro tipo de coisas. Neste caso é um bom sinal por que o treino é algo fantástico. Neste espaço de 20 anos já passaste por muita coisa, em que existe um espaço especial de cinco anos com o treinador, que não diga que revolucionou, mas foi muito importante no futebol europeu e inglês, e já lábamos, não quero dizer a sua nome. Mas o que que te levou aos 18 anos de dizer? Eu quero ser treinador. Eu tive essa sorte de convidado, que quisermos dizer por causa, encontrar aquilo que era a minha paixão, que era futebol. Se eu me foi futebol, no sentido que gostava de jogar, não é? Como todas as crianças, e passar horas a jogar na rua, na escola, no club futebol também. Mas aos poucos e muito também influenciado na altura, por aquilo que foi o José Morinho, no futebol de Porto, e aquilo que ele conseguiu, da forma como conseguiu e também pelo seu percurso. Foram disputando a mim, para além de uma curiosidade, uma paixão por aquilo que seria, ou por aquilo que é, profissão de treinador futebol. E, pelo facto de descobrir com uma idade por causa dessa paixão, levou-me a que, pronto, a partir daí, procurasse todo aquilo que era, livros, todo aquilo que era, o caminho, que me ajudassem a iniciar, e esse percurso profissional, digamos assim, e foi aí que, com 18 anos, quero como eu estava a dizer, tivesse essa ideia também de possibilidade, que também a minha família migrantiu, foi poder tirar o curso de nada, porque, nem sempre é fácil, não é? Mas nesse caminho, que tu estás aqui a contar, quando tu tiras o nível 1, tu depois vais para a Faculdade, encontras o professor a evitar frado, que eles vão, abriu o professor menal serso, portanto, são os dois mementores da metodologia do treino, então não tens vícios, porque atrás de uma boa fase daquilo que é o treino e a evolução do treino. Mas antes de tu tires a tua primeira equipa, tu já tenhas na cabeça que forma a que tu gostaria, as que as tu as equipas jogassem? Não, acho que, acho que isso que é algo que vai crescendo, ouf poucos, não é, vai crescendo em fosando os nossos vivências, vai crescendo em fosando aquilo que vamos vendo, não é? Aliás, as coisas passam a circular na minha forma de entender o jogo, na minha forma de olhar o Prof. Vol, quando começa a conviver com o professor a evitar frado, pela forma como ele nos leva a descobrir aquilo que é o jogo e aquilo que é a metodologia neste caso na prensa antática, porque até aquele momento, até o momento em que, neste caso, começam a sair livros, livros relacionados com o tema de outros colegas meus, esta ideia daquilo que é, ou digamos, este conceito daquilo que é um modelo de jogo, ou uma ideia de jogo, até a somente não estava clar na minha vida. E usar isso como um ponto de partida em termos metodológicos e ser isso fundamental com que um Prof. Vol tem claro a forma como quer jogar para ele, essa é uma dúvida muito importante, mas aquilo que foi crescendo em mim foi um conjunto de vivências, um conjunto de experiências, que vamos falar de suas relações também, e obviamente vendo o equipa jogar e identificando com mais a outra forma de jogo, não é, não valido em nada, ou uma entrementa a outra, mas acima de tudo, é uma questão estética e uma questão não gosta. E mergulhando nisso assunto, porque hoje o futebol é muito mais do que uma estrutura tática, vamos entrar naquilo que é o modelo, o modelo de jogo. Com a questão para ti pode inumbrar dois, três princípios que são indiguciáveis, que tu não abres mal ou tu não gostei. Se eu acho que, falando um bocadinho antes, aquilo que me entusiasmos mais, quando nós conseguimos misturar paixão e técnica, acho que isso é fantástico de saber, por isso eu sou muito ligada a esse lado, e ligada a esse lado significa também, como eu ponte partir de a sempre que a equipa se torna uma equipa, afensiva não é que se torna uma equipa que era ser protagonista, que era ter iniciativa, que era na fucombola, que era semola, que se torna uma equipa dominante em termos de jogo. E para isso há, sem dúvida, alguns princípios que são fundamentais, mas resumo-se acima-tudo a ser, aceremos ser uma equipa que não só se torna dominante por ter a bola, mas também pela forma como reajos quando aperto, e aí muito ligada aquilo que é o Counter-Press, e aquilo que é as minhas vivências com o Jürgen, bem como uma forma de pressionar, ou seja, a minha ideia sempre é que a equipa se consiga e consiga estar confortável numa icampa ofensiva, não é quando mais perda equipar versar este vermos, mais variabilidade e mais possibilidades podremos ter de criar situações de gol, e isso tem a ver com a forma como nós queremos defender e queremos atacar, se veste que definir sem dúvida, princípios que, para a missão induciáveis, têm a ver com isso, ou seja, de sermos uma equipa percionante com uma reação a perda com o Counter-Press, que parece bastante vincado, e que, com bolas, se jamos capazes de ter uma organização ofensiva que faça a bola circular com a intenção de desorganizar o adversário, e essa desorganização do adversário tem muito a ver com aquilo que é estrutura, a forma como eles uspressiona, a forma como eles querem defender, para poder permitir um maior número de situações de gol, uma maior variabilidade de situações de gol, e isso é muito importante para mim. E falaste do Jürgen, porque eu não falei no início desta nossa conversa, o quanto do clop é-te hoje em dia, porque tu tivesse cinco anos, tanto com o Jürgen de Clop e Pepp Lenders no Liverpool, e é público o tal Heavy Metal, e o Jürgen Clop, Gagan Press e Transições, o foto é muito vertical. Consego olhar para essa ideia que tu trabalhaste durante aqueles cinco anos e trazer uma das suas equipas, o quanto dele ainda está contigo, e a adaptação a perfis dos jogadores que tu encontras, e que tens que trabalhar demasiado para que eles te encontrem, porque a perfisca é difícil trabalhar isso, mas a pergunta vai ao encontro do Jürgen, as ideias dele, e a adaptação a aquilo que são os seus equipas. Se primeiro, acho que o facto de testar e ter a possibilidade de ter estado cinco anos com o Jürgen, foi algo para mim excepcional, e que me primeiro possibilitou trabalhar com os valores de elevado nível e de elevado a qualidade numa idade bastante jovem, e isso fez com que obviamente me deixam com os juntos vivências em termos de trein e em termos de jogo diferentes, o poder estar na Champions, o poder estar na Premier League, o poder de frontar equipas na altura como o próprio CT, o próprio PSG, Barcelona, Real Madrid, seja muito equipa Bayern, seja equipas com diferentes treinadores, diferentes pontos de partida, diferentes jogadores, e essa riqueza, não é essa do contexto para mim famílico.
muito importante, não é? Agora, não seria muito esperta, ainda a minha parte, eu que eu soum dizer, se eu não aproveitasse muito aquilo que aprendi e tronceste comigo, não é? Até porque eu acredito muito que nós somos vivências, nós somos. não só isso, mas somos muita soma das nossas vivências e experiências, não é? E ter possível ter estado, como a possibilidade de trabalhar com o iúrgania e fazer parte do staff dele, para a desculpa. E ainda hoje, estarem em contacto, obviamente, que influenciou bastante, não é? A diferença, nesses dois últimos trabalhos, tu passás pelo marítimo e já lavamos porque um pouco do sucesso do marítimo atiu, pelo menos um anse jogo de campeonato, tu estivessem esta tomarca e agora, no Swence, no Championship, eu posso ser enganado, mas vou te fazer a pergunta na mesma, porque o estilo de jogo é um jogo mais partido, um jogo mais longo, um jogo de doelos, a segunda-sipolas, o momento da transição defensiva, a momento em que tu perde a bola e quer recuperar rapidamente essa bola, não é mais difícil? Não, começa tudo por várias questões, primeiro é intermos daquilo que é mentalidade à equipe, não é? Ou seja, a primeira ideia é tirar tudo aquilo que é frustração e tudo que é, digamos, desanimo por perder uma bola ou um passo não chegar onde os guardadores têm intenção, ou seja, tudo isso, toda essa e acelado, que muitas vezes os guardadores têm que não que dá frustração por não conseguir fazer as coisas bem tirar isso tudo, ou seja, cortarmos com esse lado e perceber que o mais importante tem a ver com aquilo que é, se quisermos dizer, a ação seguinte, ao momento seguinte, né? E essa mentalidade de que, parante, esse problema que aconteceu, nós sermos também eficazes em que a nossa reação, a nossa impulso, mais do que tudo um impulso, esteja lá, ok? Porque muitas vezes aquilo que é mentalidade e aquilo que é este lado apaixonante que tem o desporto, não sofre de bombas que tem o desporto também de um jogador ou um atleta ser 100% comprometido com uma coisa, tem muita ver com aquilo que é a motivação intrínseca também, não é? E todos nós temos diferentes pontos de partida e que hábamos nos nossos treinadores encontrar o ponto de partida de cada um, porque todos os guardadores são diferentes. Mas deixa-me ter o pé e eu não quero dizer bobas dessa parte? Não, não, não, não, não, não, não, não, vai tocar esse lado que tem a ver com a transição defensível. Quando nós dizemos que um jogador não é capaz, ou não tem um perfil de para, sobretudo este mulado mais defensivo, às vezes tem um pouco a ver também com aquilo que é onde os guardadores estornam, é confortável, né? E de que forma as vivenças dele, que se lhe foram garantindo de sucesso, né, que aquilo que é a supifição que é jogar futebol, o formo ao dando. Muitas vezes o nosso conseguimos chegar ao jogador e é isso não é o jogador, mas chegar ao ser humano que está a nossa frente e conseguirmos, ó por um lado mostrar-lhe outro caminho, ó por um lado desafial, ó por um lado tentar que nós conseguimos que ele entenda que também vai se arredir, em termos de jogo, em termos no seu desenvolvimento, em um caso concreto, para continuarmos aí a esse ponto que é o hipótmico, não é que está a questão a sua ansia, em que este lado emocionante, ou este lado ser um jogador emocionante como avançado, não era algo dentro dele, era algo que ele próprio sentia desconfutável, porque sentia que a partir do momento em que senti-se demasiado cansado, não estava tão disponível e tão espontâneo para finalizar. O que é certo o ponto é verdade, mas ao mesmo tempo começou a descobrir este lado, de pressionar este lado de uma reação à perda, este lado, de "é possível" também fazer um carrinho a um defesa central e consegui ganhar a bola e marcar, é possível jogar em uma bola quando vou pressionar o guarda-redo e esta vontade ligado a um ambiente que é um estádio, aquilo que um adepto sente quando vê um jogador da sua própria equipe para conseguir, ou melhor, ter um esforço em função de unculetivo, não é? Isto motiva, isto contagi-a, e este contagi-o é um dos pontos de partida para isso que é uma tradição defensiva. Isso pode dizer o que? O ponto de partida tem que ser este, que é de que forma que nós vamos convencer os gatos a nossa frente, que este é um momento, ou, um momento importante e fundamental para que o que é a nossa idade de joga, que nos vai permitir, primeiro, ganhar a bola muito mais à frente, segundo, tirar vantagem desta própria reação porque a partir daí a outra equipe também não está tão organizada e nós conseguimos ferir, e terceiro, garantir uma fluidez de jogo que nos vai muitas vezes permitir estar muito mais em controlo do que se enserem controlo. Por ao mesmo tempo, ao mesmo tempo, é importante, obviamente, aquilo que é interno de jogo personal, ou seja, da que forma que a equipe se organiza interno de posicionais, porque este lado posicional implica distâncias, e quanto mais afastadas estas distâncias tiverem determinados momentos mais difícila esta tradição defensiva, implica de que forma conseguimos chegar a um último seteiro, se confluir e des, para permitir finalizar os ataques, por quanto mais fácil, não, por quanto mais fácil, mas quanto mais finalizarmos ataques menos vezes vamos estar em, ou vamos perder a bola situações que nos vamos desiclibrar, e tudo isto faz parte desta transição defensiva. Porque o teu desenvolvimento da transição, com menos ataques de feza, é importante para ti, mas eu vou pegar num ganho, quero aqui um ganho, quero uma pergunta aqui que é de fazer mais tarde, mas tu interaste muito no mental, no psicológico, a tua mensagem tem que ser bem passada para que o grupo perceba, e eu vi um vídeo teu no Swansea, em que tu ganhaste o jogo, interaste no valeníario, e disse esta, mas eu quero falar um pouco as palavras, e o grupo caloso, e tu começaste a falar, e disse esta, tu setor defensivo, muito bem, bem organizado, disciplinado, defendeste muito bem, meio campo, franco, muito disponível, meio campo, incrível, e vira-se de paz direita, pão jogador, e tu, pois tu não percebesse nada o que eu disse, o grupo começou todo a rir-se. E que sabes que é esse momento, e para quem está lá dentro, tens a noção que é esse momento é especial, porque é porque o grupo, depois de uma vitória, que já está contente, a forma como tu falas, a forma como tu passas a mensagem, e a recetividade do grupo, ligate ou não para o próximo micro-cyclosseir muito melhor naquilo que é a transmissão das tuas ideias. Sim, acho que são momentos que, em função do dia a dia, no aéreo, no aéreo e do relação que se vai criando com os jogadores, e daqui o que se vai tentando construir em conjunto, acima de tudo isso entre a equipe técnica e os jogadores, e o próprio staff, quando se consegue ter esta conexão de todos sentirem que são importantes para que se ganhem um jogo de futebol. Sabendo que todos são importantes dentro da função que tem também, porque muitas vezes quem não está, neste caso, está af, que não está nas luzes, tem um trabalho que é sacional, não é que nos permita a nós, terá de nós terem que termos consistência e continuidade naquilo que é o nosso trabalho. E esse momento vem um bocadinho por aí, não é, ou seja, foi uma vitória importante para nós, nos ciclo de jogos, porque o campeoncípio temos um. Sim, é que ele é na gravidade do jogo. É incrível, não é? O real Sárco, o jogador que não entendeu nada, é um jogador que não falava inglês, não é? Sim, então, sortiu-se aquilo aí, um risco ao dinheiro. E ele não tinha, ou seja, era um jogador, era um malic, que estava em Preston, Polo Brighton, que tinha tido uma fase adaptação no colubro, não tinha um grande número em termos de tempo de jogo, mas tem um talento fantástico. E um potencial enorme. Mas por este lado, de ser um jogador mais introvertido, com dificuldade, em termos de linguagem, não é, porque não falava a língua, e não tinha nenhum jogador no plantel. Tem mais um momento que falasse com ele francês, assim. A reação que eu quero não falando de vez, os jogadores específicos era falar daquilo que foi a energia passada depois de uma habitória e tu tens carisma, das anuções que tu tens carisma. E o carisma. E o carisma. O carisma num treinador é essencial, porquê um jogador vai se ligar a um treinador. Sim, muitas vezes ter seu amigo e outras vezes ter seu treinador. Se você conseguir fazer essa mistura, claramente o jogador vai para o teu lado. E o caminho do torno faz mais fácil? Sem dúvida. Eu acho que esse lado de relação com o jogador não é. Eu sempre também, influenciado por aquilo que foi as minhas vivências e protestado, obviamente, cinco anos, depois que o Pep com o iúrgan. Que tem muito a ver com este lado humano não é? Ou seja, do lado dos gradores existe sempre expectativas, sonhos, objetivos, frustrações. E nós de alguma forma temos que conseguir fazer com que esse ser humano que está entenda que, por um lado, nosso maior objetivo é ajudar a ser melhor jogador, a ter uma época de sucesso. E obviamente, em função daquilo que são expectativas dele, podemos estar mais ou menos vezes em concordância. A partir do momento em que o não estar em concordância, parte de uma situação de respeito e de uma situação de um meu lado, é um lado também de desenvolver. E todos nós, as regiões de maneiras diferentes, todos nós, podemos querer ser mais desafiados ou se calhar. Eu vou ter mais rendimento se sentir que o treinador está aqui desafiar ou apoiar ou contraar e vou se ter mais rendimento. Se sentir que o jogador que o treinador está mais esperto de mim, tem uma palavra. Fito, mec. Com mais empatia ou conseguimos ter uma conversa que não é só sobre o futebol, mas é sobre a vida e sobre o meu lado familiar. Ou seja, nós conseguimos sentir este lado e termos uma relação com o jogador, ao pelo menos é isso que a mim me permite poder liderar desta forma. Não quero dizer que seja o correcto. - Sério? - Porque há muitas formas de liderar, quando mais no inessascer e o acreditso, que é a melhor forma. Para mim, a forma de liderar e de construir aquilo que é a cultura que eu quero, a cultura que eu acredito que nos vai levar a excelência, ao compromisso, ao profissionalismo, a cultura que eu me consigo identificar e que eu consigo ser o próprio, tenha ver com isto. - Claro que não quero dizer que seja o correcto. Simplesmente é onde eu me sinto a mim confortável e me permite ter esse tipo de interações com o jogador também. - E é o caminho que você acha porque no futebol para te chegar aos sucessos não há um só caminho. - Não há vários caminhos. - Estou escolhendo. - Estou escolhendo. - Há uma pergunta que eu gosto de sempre de fazer aos treinadores que é "tô quer ser campeão ou quer ser razão". - Ok. - E hoje em dia muitos treinadores quando pegam nas equipas, quer interração. Ou seja, eu quero incutir o meu modelo porque este é o meu modelo no abdico e há treinadores que chegam lá e diz "Ok, eu tenho meu modelo, mas. " - Este plantelo que matribuíram, eu tenho que mudar qualquer coisa para tornar o jogador numa zona de conforto e dar a procura de sua objetivo que ganhar. - E a pergunta que te faço é "tô quer ser campeão ou quer ser razão". - Susculpa. - É uma boa questão. - Eu acho que depende sempre do contexto. O momento em que centra na equipa, como era a equipa, o que tipo de resultados a equipa teve até esse momento. - Tô chegado a esta no novembro. - Eu acho que é assim, de início do dezembro. - E o início do dia. - Tem uma linha de cinco, de lado. - De cinco, de lado. - Exato, é só extrutor. - É mais importante aos comportamentos e principios jogo. - Mas tu aí mudaste. - Sim, é isso. Ou seja, há questões que isto lá está. - Tem a ver com aquilo que é a minha, e de jogo, com a minha forma de olhar para aquilo que tem a ver com a construção de ideia que eu pretende. - Isso não quer dizer que é correta, é aquela acima de tudo que eu. que é um identifico e que me sinto confortável a fazer. - Para mim é importante entender o perfil dos jogadores que temos, como é óbvio, entender a equipa, entender o contexto competitivo, entender. - Se neste caso, se vermos uma pré-épica ou não, como o momento é que entramos, ou seja, todas são pequenas questões que. que se tem que. o que eu tenho em conta. - Nas duas situações que tive foi uma ritmo e foi isso, antes que foram distintas. - Neste caso, a sua ansia que vai um bocadinho mais de encontrar a questão. - Havia questões que, para mim, eram prioritárias no curto espaço de tempo, que eu sabia que iriam tornar a equipa mais competitiva. - E ao mesmo tempo iria aproximar a equipa de uma ideia de jogo a uma forma de competir com a qual eu me identificava mais. - Ou seja, para mim era importante. - Depois de olhar para o perfil dos jogadores, alterar a estrutura. Foi uma das coisas que o Mal viu o jogo sentia, ok. - Eu sentia que, a partir do momento em que eu posesse os jogadores num 4, 3, 3, como ponto de partida posicional, os jogadores iam sentir mais confortáveis no espaço que eu me ocupar. - Portanto, para mim isso foi logo uma prioridade. Como foi também uma prioridade. - Dar estabilidade defensiva e dar acima a tudo organização de desculpa defensiva. - É mais percionante, agressiva que nos permitisse sentir que, em jogo, nós também conseguimos ter iniciativa. - Deixa-me entrar por aí porque também vai ajudar ao raciocínio. - Os treinos lá não é de segunda a sábado. - Portanto, aquilo é, jogo, dois dias jogo, entrando e para o desenvolvimento da sua pergunta, o que que tu faz? - Em dois dias. - Que tivemos momentos diferentes. Uma fase inicial, ou seja, entrei passado dois dias tivemos logo jogo, ou seja, a minha maior preocupação foi, primeiro, usar a forma como a equipa já competia com ponto de partida, não é. - Dar prioridade a estas questões, ou seja, entrar a estrutura, tornar a equipa mais percionante, tornar a equipa com mais estabilidade em termos defensivos e esta estabilidade era muito através de, pormos as distâncias entre o agadores mais curtas, ser um bloco defensivo, ou equipa, me charecer encampo muito mais contra a bola. - Ou seja, muito mais em termos de referência de espaço e de bola e muito menos em referências em widuais. E esse foi o ponto de partida. - Com isso, porque é necessário termos algum cuidado, sobretudo quando entramos a meio em termos metodológicos, porque pode acarreter um conjunto de risco de lesão. - E a reação dos agadores também pode ser cada diversa aquilo que são as suas ideias. - Assimileração rapidias, a tomada decisão. - E é sempre questões que têm a ver contrai, portanto, prioridade ao vermente recuperar, porque só era possível. - O jogador sentir-se confortável naquilo que é a ideia de jogo se tivesse fresco, porque só ia conseguir jogar na sua melhor possibilidade em termos individuais. - Portanto, foi sempre a prioridade ao início, ou seja, recuperar, mas ao mesmo tempo, fazer que cheira a ideia. - Mas a que cheira a ideia com coisas muito simples e também procurar que dentro da equipa começasse a ficar mais ou menos com o maior arqueo em termos de 11. - Mas com mesmo tempo me permitisse jogar um bocadinho com a rotação muito pontual, mas que quando a fizesse em função de só ter dois dias para treinar com os jogadores que eu podia treinar, é assim começar a desenvolver a ideia. - Depois aos bocadinhos trocaram, vamos imaginar, o lado esquerdo da equipa, o lateral, o extremo esquerdo e o lado esquerdo, que não aconteceu muito com o lateral esquerdo, mas aos poucos, e trocaram dos jogadores que já tinham vivenciado um bocadinho mais em termos de processo de treino, que fossem garantindo a equipa e crescendo em termos de identidade. - Já tu tens um anoze base, mas tu tens 5 ou 6 jogadores que se tiverem as mesmas ideias, já a integração é mais fácil, em termos de. - Sim, é tudo no ano de convencer que tipo de perfil, liderança em campo, qual os líderes da equipa, os capitãs, começar por estes jogadores, estes jogadores de que forma sentiam para conseguimos competir no curto de espaço de tempo, mas fazer a ideia que crescer também a médio prazo, - E começar a tentar perceber muito daquilo que é a identidade do próprio jogador, ou seja, aquilo que foi o meu ponto de partida foi os jogadores que estão lá, ou seja, eu queria muito que acima tudo a ideia como se saça na cheira daquilo,
que o jogador concretizava no momento. E a partir daí nós desenvolvendo, mudolando, a infunção daquilo que é a ideia que me identifica a mim. Agora, só este parente, que é importante, para isto é preciso que o arencia não é? E esta é a que o arencia tem muito a ver com que 11 a que escolhemos, que substituíção é que fazemos, que mensagem temos quando terminou o jogo, que mensagem temos quando perdemos, que mensagem temos ao intervalo. Quando fazemos análise vídeo, qual é que é a prioridade a este vídeo, mais direcionada para nós, mais direcionada para o passado, mais direcionada para um momento de ultimoter-se, mais direcionada só para a reação à perda, de enguagem corporal. Tudo isto ajuda a construir a ideia, não é? E tudo isto tem que ser importante, principalmente a este lado, de vídeo, não é? Porque, para mim, de tornar conscient de um conjunto de princípios, que tu queres para a tua equipa, com tudo, é o facto de muitas vezes usarmos o vídeo em exager, no sentido de dar informação, é uma informação diferente porque uma informação vivenciada, não é? Tu não vivencias em que você já forma como teu cérebro, como teu corpo, a experiência, a situação é completamente diferente. É um espetáculo visual, não é uma vivência por ir durante. Por isso, neste caso, este jogador, por exemplo, uma Lick não vai entender as coisas da mesma forma, mas. Portanto, a vivênciação da coisa, a vivênciação da ideia, do treino, do jogo é muito importante. E aquilo que isto mais foi, quem funciona aquilo que eu pedia, que muitas vezes eu sabia que não ia ter sucesso, mas que nós começámos a entender o positivo desta ideia, o positivo de que é que, se nós julgarmos desta forma, se nós, em termos coletivos começámos a computar desta forma, conseguimos pouco a pouco começar a sermos uma equipa muito mais competitiva, uma equipa muito mais dominante, uma equipa que é capaz de estar confortável, numa campofensivo, mas usar o campo inteiro de forma a conseguir-se e equilibrar-me a outra equipa, não é? E entrando, agora, no jogo, estamos ao fato do treino, daquilo que tu treinos durante um pouco tempo, a foto-alformação, entrando no jogo, um cenário em que tu faz o planeamento para o jogo, conheces o teu adversário porque tem-se um analista da adversário, o teu objetivo é contra a diário adversário, mas com tiberes bola marcar o gol, que é o objetivo principal, chega ao jogo e ele o adversário tem tudo ao trato. Como é que tu riages na linha lateral? O nome do programa faz sentido. Como é que tu riages? Tentas rapidamente fazer uma leitura e, no momento, vais com o exigente de posicionamento, falas que tu adjunto, é o tu adjunto que depois vai para dentro do campo falar com ele, espere, isto é o intervalo, como é que tu riages da ia cenário? Primeiro ponto de partida, na forma como eu, ou como nós procuramos construir aquilo que foi, neste caso, o suâncio, não é a nossa forma de jogar ou a nossa identidade, este lado da variabilidade daquilo que é o adversário, a ideia tem que comportar. Por que às vezes acontecem no início, durante o próprio jogo, ou seja, o trato da trato da adversária, mudar a estrutura? Mas o contexto no altero se for o último que é desficado ou o primeiro? O contexto altero é sempre tudo, agora a forma com que a nossa ideia vai crescendo e que, para antes de diferentes problemas que vamos treinar, de impotência do treino, nós vamos tendo diferentes soluções que muitas vezes, ou seja, a nossa maior, para menos o meu maior sonho, é que, com o passar do tempo, no menos eu controlo, ou seja, em que essa fluidez dos galores, e este ponto de partida de infunção de uma alteração que a equipa adversária fez é própria equipa conseguir identificar e encontrar as justiças diversas para aquele problema, e isso é o meu objetivo final ou não som objetivo final. Agora, obviamente, que, dependendo dessa alteração, não é uma coisa, é virmos jogar contra uma equipa que jogava em 4-3-3, mas até pressionava com um avançado e com um dos oitos, ou fica, claramente em 4-4-2, se calhar a diferença não é assim, então, sustancial é uma forma de pressionar é relativamente semelhante, se calhar a coisa manteis estável, é uma questão de vermos que espaço com o de corredor que se vão abrir em termos defensivos, se calhar que espaço faz libertar mais ou menos, mas, por muitas vezes, até essa alteração de poder beneficiar para ti, porque eu também acredito muito que são poucas as equipas que, para ante alterações significativas, conseguem ser consistentes de durante 90 minutos. É verdade possível. Porque aqui se faz. A minha experiência foi me sempre dito que quando existe uma alteração e às vezes a alteração grande, na tua consistência da forma como tu estás em jogo, tu vai sempre encontrar ao baixo sempre ter o momento que vai estar mais dominante, vai estar mais fertilizadaversária, porque tu mantiveste ou tens consistência, ou a itora que faz uma alteração ou a distância são diferentes, as relações são diferentes, passas são diferentes, e e, seis vezes, pode surgir até como uma vantagem com um desvantagem. Sim, então, se entrar num campo em que eu quero chegar ao piloto automático, eu quero que a minha equipe aténea todos os comportamentos chá de queridos, todos os princípios adquiridos que equipas já quase que joga a sozinha, entrar num piloto automático, qualquer adversidade que possa surgir, e eu como treinadora, estou um pouquinho mais descansado ou só fazer uns reajus porque isso vai funcionar, porque eu acredito, né, aquilo que é meu trabalho em meu modelo, e eles estão em piloto automático, menos preocupações. Sim, eu acredito muito, não é, porque a diferença está na simplicidade da coisa. E esta simplicidade, muitas vezes é importante, porque o fazer as coisas simples bem é o mais difícil. Então, o pessoal é tão simples, nós é que o complicado é mais da vez. É simples, é simples e complexo. Simples, no sentido que às vezes um pequeno detalhe faz uma diferença gigante, complexo, não sentida em que são um dos jogadores contra um dos jogadores. É um evento ao vivo, com ser humanos, com todos os diferentes, e com o nosso maior objetivo é que todos eles pensem de forma semelhante no mesmo momento. No momento, nesse pequeno detalhe que estou falas, vamos entrar no quinto momento do jogo para minhas suas bolas paradas. Ok. Creio que no Champions League tem uma fatia enorme naquilo que é o desfeio final. Ganeam-se mais jogos a atacar e a defender bolas paradas. Sim, no Champions League bolas paradas é loucura. E às vezes a torna o jogo um bocadinho mais abrocido, pelo menos a meu verde. Mas, cinco vezes gigante, nós temos um ilmente equipa técnica que eu que eu responsava pelas bolas paradas, porque era algo que eu identificava em mim que era necessário ter alguém que se preocupasse com muito mais detalhe, com muito mais atenção, com muito mais preocupação do que é o nisso, nesses aspectos. Sim, eu acho que há diversas formas para ganhar um jogo, e nós temos que encontrar uma. E às vezes essa uma está relacionada com uma bola parada, nós vamos jogar ao milo ol, e sofremos dois gols de bola parada, se não estão em erro dos gols lançamentos longe. De lateral. De lateral. Por isso já ganhamos, já perdemos. Sim, é um detalhe, é um detalhe sendo ouvido e importante, não é? Eu já falei sobre os vídeos que estão na internet e que demonstram o carisma que tu tem, na preparação para um jogo, a tua palestra, é feita no baunéario, no hotel, onde é que tu fazes, o que é que tu dizes, qual é a tua preocupação antes de um jogo? A minha melhor preocupação primeiro é ter claro ou passar uma mensagem que o que é o jogo, o ProJogador, é em função do que eu sinto, mas próximo do jogo, no dia anterior, não, ou seja, é sempre próximo do jogo, porque tu temos poucos dias entre os jogos. Pois eu sei, mas normalmente ou muito anterior, o no hotel, depende muito, depende muito, depende o que eu sinto como a equipa está, se está mais aberta, se estão mais frescos para mais informação, ou menos informação declarativa, se estão mais frescos para, é um momento para falarmos mais sobre nós, menos sobre o adversário, tende-se, realmente, faço mais dessa forma.
- Mais sobre você, hoje? - Mais sobre nós, sobre o que forma queremos que o jogo crescem determinados momentos ou em determinadas situações. E depende muito aquilo que eu vou sentir, depende muito também do qual o cláer está para mim, o adversário. De qual o cláer está para mim, muitas vezes também, como o jogo poderá vir a ser. Porque eu também não gosto de levar para o jogo um conjunto de situações já predeterminadas, porque uma faixa um bocadinho daquilo que está a acontecer a minha frente. Eu prefiro estar muito mais fresco e espontâneo para um taquilo que está a acontecer, do que trazer comigo um conjunto de plano A, B, C e D e andar dentro de esta procura da solução. Isto pode dizer o que é palestras. Acredito muito que é importante fazer ou despertar algo no jogador. Acredito muito que a mensagem ao aquilo que o jogador tem que sentir pro jogo, tem que ser o mais clara possível. Acredito muito que é importante que qualquer seja ela mensagem, quanto mais apaixonado, quanto mais eu acreditar. - Más eu vou fazer os outros pessoas. - É acreditar também não é. E nessa vertente humana estamos a falar de várias nacionalidades, várias culturas, estamos a falar dos jogadores. Hoje em dia os dados são muito importantes naquilo que é o futebol. No teu caso os dados muitas vezes ajudam, se calhar, em algumas situações atrapalham. Como é que tu olhas para os dados naquilo que, por exemplo, é a capitalização do talento, o scouting, utiliza as ferramentas com uma procura de isso. Não só se quer entrar nesse campo, como também os dados naquilo que é o teu trabalho. Estamos a falar dos GPS, dos mapas de calor. Fala um pouco sobre isso, que é tão importante hoje em dia. É importante cada um que entende em função daquilo que é sua forma de treinar e liderar o processo. Naquilo que caminho, me diz respeito, eu não uso para aquilo que é o controle do treino. Eu não uso os dados de GPS, para aquilo que é o controle do treino. Agora é a minha forma de treinar, não é? Há um conjunto de situações que, que se é importante para o departamento médico, que se é importante para o departamento, o fitness e as tipos de dados. Para aí elas poderão afriar um conjunto de situações. Aí temos que respeitar acima de tudo e saber conviver com a questão dos GPS. O que diz respeito a outros dados, neste caso, é o escala de aquilo que mais fala hoje. O contexto de sua ansia é um colube que valoriza bastante aquilo que é a data, não é? Mas a forma como se interpreta a data não é fundamental na mesma, porque eu acho que é muito difícil transcrever para a data um quadro pintado por o Picasso. Na maneira que é muito difícil transcrever para a data, um primeiro toque ou um dribble ou uma condição de um Bernardo Silva ou de um Vitinha, isto para dizer o que é. A data que requer sempre é a interpretação. E é assim que também noço antes que nós olhamos para esta questão, não é? A contratação de um jogador neste caso pode viver deste lado da data, ou seja, a referência da que eles jogam parece por quem termos de data, que eles jogam sobre saiu, mas não vai invalidaar que esse jogador tenha que servisse na mesma. Ou contrário. Não, olhamos para um jogador, vemos que gostamos do que ele perfil, vamos ver em termos da data se para aquilo que é a referência do clube faz sentido ou não. Muitas vezes esta referência, às vezes pode ser clúbs, como é o caso do Brighton que tem tudo muito estruturado e bem organizado em função daquilo que também é a identidade do treinador que procuram contratar ou, outras vezes, tem que ser algo construído em conjunto de contrana da. Ok, neste momento vamos passar, como é parte que eu acho que é muito importante, vamos passar aos cinco minutos aos jogos simples. Temos aqui um quadro tático com as nossas pecinhas e vamos tentar perceber a forma de jogo. E eu vou tentar também colocar aqui a minha equipa e vamos então ter aqui esta parte dos cinco minutos às jogos simples. E temos aqui um nosso quadro tático línio lateral, montamos aqui duas equipas, a tua equipe é a amarela e o adversário joga com uma linha de cinco, cinco, três, dois, espaço central. Pita, desembolvei a tua ideia se o adversário tiver desta forma por que procuras na tua equipe. Sim, ou seja, nesta estrutura e o partido do 4, 3, 3, aquilo que eu gosto é primeiro procurar criar aqui uma superioridade nas onas central, ou seja, esses três jogadores, aquilo que eu procuro muitas vezes é jogar com três jogadores aqui entre linhas que estão aqui. Ou acabam por, num primeiro momento temos os três contra os dois, em que quando existe esta pressão, ele pode sempre aproximar em função não nem que vem o angle para criar dois para um cao ou esta linha de paz aqui entrar, em que depois a pressão e estes jogadores vamos imaginar que a controlada aqui vai abrir este lado, mas se esta pressão se mantém aqui nesta zona, e este paz a poder entrar aqui com estes jogadores ou estar em fixos aqui, o que vão libertar esta zona aqui e o 6 neste caso em termos intiores, ou com estes jogadores um delas, por exemplo, poder entrar aqui e a que faz que a partir daqui este espaço abre. Muitas equipas gostam de nestes momentos aqui, por exemplo, saltarem em cá, por isso eu gosto de ter sempre um novo com mais um jogador aqui entre linhas não só dois mas três, porque a partir deste momento vai sempre criar a dúvida com estes situações com estes jogadores aqui. Só outra questão aqui é a largura, importante também, e depois uma coisa que eu gosto muito sobre tudo quando se constrói a três neste caso com o outro alireito que é esta linha de paz aqui aberta, ou seja, quando esta bola vem daqui para cá e entrar no teu extremo que em termos técnicos, teoricamente será dos jogadores mais evolidos e conseguir que esta linha de paz entre direta, aqui, ou seja, tu as seleros o jogo por fora e entrar-te aqui, e eu conseguir levar o jogo mais para frente para conseguir baixar a equipa adversária a partir daí ou atacarmos a área ou voltarmos a construção. É algo que eu gosto, como também gosto, por exemplo, em determinados momentos vamos imaginar em que estiu isto e a bola estar cá e eu estará a seguir mais que esta linha de paz, por exemplo, eu fiquei mais que esta linha de paz aqui. Com a importância também de atrair a pressão para depois libertar o trossero homem por dentro e aí poderemos acelerar com outro tipo de ritmo, outro tipo de momento. O comportamento é diferente, tu mede isso aqui, o lateral direito, sim, em 3, mas o esquerdo por dentro. E se está sempre laciado com. Também pode ser este por dentro. Sim, sim, sim, em 3. Exato. O 6 baixa e faz uma linha 3, nunca. Então, sei o mais natural, mas pode ser em função das características de aqui, que é isso aqui, na função das características de que os jogadores é uma destes jogadores aqui, como também pode ser que não estava a dizer dos latrais, ou em muitos casos quando é duplo, que pode acontecer contra esta estrutura tendo em conta ao perfil, ou seja, existe na mesma linha, ou seja, estes jogadores entre esta linha aqui, estes jogadores mais no poca destes linhas aqui. Uma questão, estes dois jogadores são muito importantes para o jogo entre linhas, mas também pode ser importantes para fazer roturas, ou seja, a bola está no teu ter trio, certo? Mas se estes receber bola, existe possibilidade de este procurar, de cheirar para que este médio faz a rotura ou simplesmente, tu queres que a bola chega. Depende do que também tem que é estes jogadores. Quando estes jogadores estão com capacidade de um pro 1, com a ligação aos passas atrás da linha, quando lá as passas atrás da linha, que também é importante que isso aconteça. E existe este tipo de pressão e da atração aqui, não é? há sempre este espaço que te liberta cá.
que é um espaço que pode se usar, como o que está a dizer, que é um dos intríores ter mais esta função, vamos imaginar até partindo esta estrutura, mas um dos intríores ter esta função de se juntar, no meu fase mais baixo aqui, a construção e o contrário poder muitas vezes ter este tipo de movimento que fica sendo o estrogador aqui também por fora. Por isso, ponto de partir de interno de dinâmicas de concretizar a sub-dinâmica, está relacionado com o perfil dos jogadores que temos, por isso eu gosto sempre de ter os jogadores como perfis diferentes no meio, como é óbvio porque se nos dá garantias de mais variableidade ali, acho gosto muito de usar os latrais para montar diferentes tipos de dinâmicas, obviamente quando este é o óbvio firmino, é muito mais fácil um conjunto de coisas, não é? E acho que este tem que ser sempre o ponto de partir, aqui é a infelção daquilo que é a nossa ideia, a infelção daquilo que são as dinâmicas da que forma é que vamos procurar na minha edade de jogo criar uma superioridade nas onacentral, porque para mim é muito importante que o jogo se direcione a partir de lá, por que um passo em diagonal daqui a terminar aqui é sempre mais fácil de dar bola para o gredir, portanto é importante, como é importante muitas vezes atrair esta pressão, muitas vezes usar guarda-redes em determinadas situações para criarmos a vantagem com guarda-redes, o que nos dá logo um jogador extra também nas onacentral que pode ser o lateral, por isso linhas de cinco gosto muito da dinâmica de ter aqui, nós vamos fazer como esta agora, portanto 3 jogadores nesta fase e depois é ligar isto para ganharmos algum tipo de folidez, que pode ter a ver com a pressão, como é que vamos realizar, ligar isto como uma fase mais baixo em termos de construção, mas o ponto de partida tem que ser onde eu sinto que a minha equipa vai passar a mais ao parto tendo a ir do jogo, onde é que nós vamos ser mais dominados, onde é que nós vamos ser mais pregósios, é nesses, é num meio campo ofensivo, as equipas vão nos dar a possibilidade de estarmos altos muito tempo, então é essa é o ponto de partida, começamos a construir a partir daí, que é, vamos montar interno-tradicionais mais desta forma, dar graus de liberdade aqui e depois ligar os outros, digamos as outras fases, muito bem, aí é esse momento. Muito bem, obrigado. Nesta parte final, vamos entrar aqui para respostas, ao primeiro toque, neste caso, as suas respostas vão ser na linha lateral, respostas para curtas, para perguntas-re respostas curtas, o treinador que mais te influenciou. E por quê? Um treinador que eu sigo, que ainda não é famoso. E o que eu acho que estou com a questão, mas se calhar pela relação, este vejo estar no atento ao Carlos Questa, que está no parma, que tinha uma função muito semelhante à minha, no Arsenal, e pela relação fui vendo jogos, gosto muito de algo, gosto muito de como, o FCB tem e que o portugueso ainda não tem. Isso pode suar em grato, mas quando se consegue numa liga, ele vai levar o nível de jogador, no nível de que é o técnico, que é o entendimento, que é a velocidade de cisa, eu acho que se faz com, obviamente, o conjunto de circunstâncias façam que exista muita diferença, não é, naquilo que é a velocidade de jogo, o próprio competitividade, não é a acho que a competitividade é completamente diferente. Então, ok. Isso não fosse treinador, o que seria? Não fosse treinador, provavelmente seria, não faz ideia, mas, provavelmente, não serviria para grande coisa, se calhar seria o chefe de cozinha por aí. Não é mal, não é mal. Um jogador que viste crescer de perto e que te orgulhes. Tem muito, é mais uma questão que possa esquecer, mas do projeto, quando tive uma formação do porto, o número de jogadores que saíram de lá e conseguiram uma carreira profissional, acho que a todos que tivemos envolvidos na formação nos acharam muito orgulhosos, não é muito. Neste caso, por exemplo, o Rubanero, faz a estreia com os azeitanos na primeira equipe, ser capitando o porto também, o próprio idiô que costa, vitinha, dalo, fave Vieira, podíamos continuar aqui há muitos regolas, não é? Felizmente, e veste a sorte de poder. E poder vê-lo, em diferentes fases da carreira deles, não é, e poder assistir ao seu crescimento, acho que isso foi brutal. E é um treinador realizado. Acho que sim, mais do que tudo, eu relise muito com aquilo que é a vida, não é? Não sou com a vida profissional, mas também com a vida familiar, e graças a Deus, tenho três filhos, a família, a família bem, a de saúde, uma mulher maravilhosa para também dar aqui, dar aqui uma mensagem a ela, porque só é possível ter esta vida de tránel de futebol, que é uma vida que não é muito mentira, não é fácil, pelas viagens, pelas distância, e conseguir poder viver isto, é muito a parte daquilo que ela também faz, e isso deixa-me realizar, não é? O ter é sorte poder fazer aquilo que gosto, todos os dias, e ter a família que tem a minha volta, acho que acima tudo isso, que eu relise, mais do que tudo. Vida, muito obrigado, vou ter achado aqui. Um nosso passo, na minha lateral, da minha parte de toda a produção, o meu muito obrigado, e espero que o futuro continua a ser risoinho, e que seja uma das nossas grandes referências do Gostei. Obrigado. Obrigado. É um gosto. Ficamos por aqui, neste programa "Linial lateral", espero que vocês tenham gostado, e prometemos na próxima trazer outro treinador mais vivências, mais experiências aqui sempre, na linha lateral.
Podcast Summary
Key Points:
Vítor Matos, treinador do Swansea City (Championship), iniciou a carreira aos 18 anos, inspirado por José Mourinho e pela paixão pelo futebol.
Defende um modelo de jogo ofensivo, protagonista e dominante, com princípios inegociáveis: posse de bola, reação à perda (counter-press) e capacidade de desorganizar o adversário.
A sua passagem de cinco anos com Jürgen Klopp no Liverpool foi fundamental para a sua formação, influenciando a sua abordagem tática e humana.
A transição defensiva é um dos pilares do seu método, exigindo mentalidade, compromisso e adaptação ao perfil dos jogadores.
Destaca a importância da relação pessoal com os atletas, combinando empatia e liderança para construir uma cultura de equipa baseada no respeito e na confiança.
Reconhece que o sucesso no futebol não segue um único caminho, sendo necessário adaptar a ideia de jogo ao contexto e ao plantel disponível.
Summary:
Nesta entrevista, Vítor Matos, treinador do Swansea City, partilha a sua trajetória e filosofia de treino. Desde cedo, aos 18 anos, descobriu a paixão por ser treinador, inspirado por José Mourinho e pelo estudo do jogo. A sua formação foi marcada pelo professor Vítor Frade e, mais tarde, pelos cinco anos no Liverpool com Jürgen Klopp, experiência que considera crucial para o seu desenvolvimento.
Matos defende um futebol ofensivo e dominante, onde a equipa é protagonista, com princípios como a posse de bola, a reação imediata à perda (counter-press) e a capacidade de desorganizar o adversário. A transição defensiva é um dos seus focos, exigindo dos jogadores uma mentalidade de compromisso e esforço coletivo, mesmo em contextos competitivos como o Championship, onde o jogo é mais físico e partido. O treinador enfatiza a importância da relação humana com os atletas, combinando empatia e liderança para construir uma cultura de equipa baseada no respeito e na confiança.
Para Matos, não há um único caminho para o sucesso; é necessário adaptar a ideia de jogo ao contexto e ao perfil dos jogadores, equilibrando a sua visão tática com a realidade do plantel. A sua abordagem reflete uma mistura de paixão, técnica e gestão de pessoas, elementos que considera essenciais para liderar e desenvolver equipas de alto rendimento.
FAQs
É um espaço para discutir futebol, vivências e experiências de treino com treinadores, com foco no jogo e no desenvolvimento.
Vítor Matos é um treinador de 38 anos do Swansea City, no Championship inglês, com experiência de cinco anos com Jürgen Klopp no Liverpool.
Foi influenciado por José Mourinho e sua paixão pelo futebol, levando-o a estudar livros e buscar formação desde cedo.
Ele prioriza uma equipa ofensiva e dominante, com contra-pressão intensa e organização ofensiva para desorganizar o adversário.
Ele incorpora a mentalidade de reação à perda e contra-pressão, mas adapta-se ao perfil dos jogadores e ao contexto competitivo.
É essencial para liderar e criar cultura de equipa, focando em empatia, respeito e desenvolvimento individual.
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