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por que você não tem amigos (com todo respeito)

57m 32s

por que você não tem amigos (com todo respeito)

O texto aborda a complexidade das amizades na vida adulta, destacando a necessidade de adaptar as expectativas em relação ao que se espera dos amigos. A infância e a adolescência permitem amizades íntimas por inércia, graças à convivência diária e aos mesmos contextos de vida. Já na vida adulta, com horários, responsabilidades e núcleos familiares divergentes, é impossível manter o mesmo nível de presença e apoio. A solução proposta é a "aceitação radical": reconhecer que cada amigo tem capacidades e disponibilidades diferentes, e que não se pode exigir que uma única pessoa atenda a todas as necessidades emocionais, profissionais ou de lazer. A frustração surge quando se espera que os amigos ajam como se fossem o centro de suas vidas, o que gera ressentimento e isolamento. O exemplo de um conflito entre amigas mostra como é importante avaliar se vale a pena sacrificar uma amizade longa por uma expectativa não atendida, como lealdade em situações específicas. A chave está em equilibrar a comunicação honesta com a compreensão de que cada um tem suas limitações, evitando colocar o ego no centro da relação. Assim, é possível cultivar amizades genuínas, mesmo que imperfeitas, e reduzir a solidão típica da vida adulta.

Transcription

10259 Words, 55142 Characters

Portuguese
"Oi, tá se sentindo meio tadinha sem amigas, sem amigas solitário, a sentindo de seus amigos não te entendem ou muito pelo contrário, suas amigas são as únicas que te entendem." O Trujotava não toque, não toque, não é, é tipo, como que eu vou explicar aqui? O talga é meio que uma palestra, só que você não fica sozinho ali, tem uma pessoa que tigue com perguntas, então vocês combinam o assunto, geralmente a pessoa formula as perguntas e você vai respondendo e eu estava nesse contexto sendo a pessoa que responde para um grupo ali de mulheres que me convidou para falar. E aí surgiu uma pergunta que é engraçado, porque essa pergunta vira mais surge para mim, na minha DM, enfim, que é a seguinte, como lidar com amigos e amigas, eles falam que são seus amigos, mas parece que eles não apoiam nada do que você faz, enfim, que você começou a gravar conteúdo para a internet. E aí, você começou a fazer isso, seus seus amigos, começaram a ser um grupo de amigos, eles deram lá, que comentaram, "tá, eu passou umas duas semanas parou, ou então, se abriu um negócio, seu amigo comprou um negócio, depois nunca mais comprou, e aí, enfim, não apoia as coisas que você faz, e aí veio essa pergunta, tipo, assim, carama, não é? Eu não lembro de que era a pergunta em si, mas era uma insatisfação do tipo carama, como é que a gente faz quando você tem tanta coragem de se expor e de colocar uma coisa no mundo? E aí, as pessoas que têm você mais espera apoio, que você espera que vão ali te impulsionar nesse momento, te dá essa atenção que você espera. E o que você faz quando elas não correspondem aí isso? E porque é que a gente se vê nessas situações, em que a gente gosta das andas, pessoas, elas não conseguem corresponder. E aí, a minha resposta foi a seguinte, gente, aí, eu sou capaz de ficar falando por uma hora sobre isso, porque é um assunto que me interessa muito, que é amizades. E a resposta foi, para que a gente tenha amigos na vida adulta, a gente precisa praticar uma coisa que eu chamo de aceitação radical. Se você não quer ficar sentindo tadinha, se sentindo vítima, se sentindo coitada, e se frustrando o tempo todo com que os seus amigos têm para te oferecer, versus o que você espera que eles te ofereçam, eu recomendo que você ouça esse episódio, e eu recomendo que você pratee a aceitação radical das suas amigas especificamente. Por que? Há muito tempo atrás, a gente falou sobre isso aqui no podcast, que foi um dos primeiros episódios, que eu já falei um pouco sobre amizades na vida adulta. E existe uma grande diferença de como a gente aprende a fazer amigos, para o que acontece na vida adulta, que ninguém ensina a gente a se adaptar esse novo momento nas amizades, que é o seguinte. Quando você é criança ou adolescente, você convive, estou falando o óbvio, que às vezes o óbvio precisa ser dito, né? Você convive com os seus amigos e amigas muito tempo, e você não precisa fazer nenhum esforço para isso, porque você está indo para a escola, porque vocês são vizinhos, vocês têm tempo livre atarde, vocês convivem muito naturalmente, você não precisa, próativamente, atrasse o homem, que o seu homem também não precisa vir próativamente atrás de você, porque vocês se encontram fisicamente, né? E para além disso, vocês estão todos no mesmo tempo de vida. Então geralmente quando crianças e adolescentes se relacionam, eles têm meio que a mesma faixa etária, estão enfrentando os mesmos desafios, e isso faz com que você tenha mais conexão com as pessoas, porque vocês têm assuntos em comum, seja a prova de sexta-feira, seja tal pessoa que é da mesma série, do mesmo ano que você fez, não sei o que, seja uma festa que está vindo, uma viagem, uma coisa que aconteceu. Enfim, os assuntos são muitos mesmos e vocês convivem muito. E aí tem um estudo que fala que, quando você completa 200 horas de convivência com uma pessoa, é quando vocês se tornam realmente amigos próximos, né? Tipo, a pessoa se torna uma amiga íntima, digamos assim. E, se você pensar, quando você está na escola, passar 200 horas com uma pessoa, você passa 200 horas com uma pessoa, a cada cinco ou seis meses. Então assim, você se torna a amiga íntima por inércia, das pessoas. Agora, pensa na vida adulta depois de seus 20 anos. Quem é? Quem é que passa mais de 200? Tipo assim, quem é que passa 200 horas com você na vida adulta? As minhas amigas mais próximas. Esse ano inteiro, eu devo ter passado sei lá, mas 10, 20 horas com elas. Esse ano inteiro, em seis meses, e elas são minhas amigas próximas íntimas, minhas irmãs. E aí, quando você vai para a vida adulta, tem duas coisas que acontecem que é primeiro. Você para de conviver tanto com seus amigos, porque cada um vai para um caminho, né? E às vezes, vou dar de cidade, ou tipo, cada um tem um emprego e horários diferentes no trabalho, ou tipo, "Ah, uma empreende", então tem mais flexibilidade na agenda, e a outra é a CLTepsaBatePonto, ou a outra trabalho é a de terça sábado. Então, os horários são diferentes. Vocês provavelmente desenvolveram nucleos familiares diferentes, seja, sei lá, nucleo e familiar, de morar com uma amiga, ou morar com uma pessoa com quem você se relacionou, ou morar com a família, seja a família de quem você veio, ou a família que você criou, ou não croque que você vive no dia a dia, é diferente dessa sua amiga, e acaba que isso vira uma centralidade na vida da pessoa, né? O nucleo familiar delas, assim, as pessoas com quem ela convive diariamente dentro de casa, né? Que pode ou não chamar de família. E aí você adiciona o fator cansaço, né? Porque a pessoa está trabalhando e tem outros objetivos e outras prioridades e às vezes está passando por coisas. Enfim, existem várias coisas que vão acontecer na vida adulta que fazem com que você encontrar suas amigas, convive ver com elas 200 horas, por 200 horas, beire o impossível, inclusive ontem, chegou um post para mim, eu até mandei para marça, minha assistente. Que era assim, era um post, que era um vários calendários. Sabe, aqueles calendários sepan na geladeira que eles ficam inteiros, preenchidos que você bota uma coisa de cada cor, que geralmente é uma cor, é cada pessoa da família, e tal, eram vários calendários assim, e aí estava escrito assim, como se uma pessoa estava esperando. Quando a gente pode se encontrar, e aí a resposta era "Meu amigo, nem eu consigo me encontrar", era tipo, vários calendários assim, e isso é a vida adulta. E aí, é muito difícil, quando a gente não tem clareza e maturidade para entender essa transição, do que é a expectativa que você pode ter de uma amizade quando você é criança ou adolescente, para uma expectativa que você até pode ter sobre uma amizade quando você é adulta, mas você só vai se lascar. E o que eu respondi nesse talk, é que eu lembrei de um vídeo da nossa mãe, "Jew-jewt", nossa mãe é o Zenj. Que eu procurei para caramba esse vídeo até para citar o nome dele, mas a nossa diva, ela era muito criativa e doidinho, quando ela tinha o canal do YouTube, e aí ela colocava os nomes dos vídeos de qualquer coisa. Então, para você achar vídeo, você tem que literalmente assistir todos os 300 mil vídeos que ela tem, porque você nunca vai achar pelo nome, que eu nome é sempre uma coisa completamente aleatória. Mas ficou na minha memória esse vídeo, em que ela falava que você, na vida adulta, tem que entender que existem amigos bons para determinadas coisas. Então, não é que você vai resumir todas as suas necessidades do que você precisa em uma amizade, em uma pessoa e colocar todas essas expectativas nela. Existe a amiga que é muito legal para você infesta junto com ela, existe amiga que vocês dividem em uma paixão por café, e aí vocês adoram tomar café ali em um lugar, e vocês têm essa proximidade, porque o café fica entre a sua casa e a dela, ou ela mora perto de você e tem um café ali perto da sua casa, existe amiga que você ama, ligar e ficar 30 horas no telefone com ela. Existe a amiga que é muito boa para te dar conselhos, existe a amiga que é sua amiga desde criança e ela sabe tudo sobre a sua vida. Então, a pessoa que você pode contar para ser compreendida, por exemplo, existe a amiga que vai te apoiar nos seus projetos, dá like em todos os seus postes com uma expectativa dessa moça que me perguntou na palestra, e comprar as coisas da sua marca e achar o máximo que você empreende, querer saber mais sobre essa jornada, mas não tem como você colocar todas essas expectativas em uma pessoa, porque você não é um centro do mundo, não é assim que a amizade se funciona. Inclusive, várias das minhas amigas íntimas e mais próximas, ou elas não têm Instagram, falas nem sabem, tipo assim, vira e mexe minhas amigas mais próximas, de leta e Instagram. Então elas nem sabem o que está acontecendo, ou não têm costume de ouvido podcast, então não ouve meu podcast. Não acompanho meu trabalho no dia a dia, os meus postes não consomem o meu conteúdo. Elas não são menos minhas amigas por conta disso, até porque eu trabalho com isso há 11 anos, imagina se eu colocasse o peso delas apoiarem o meu trabalho todos os dias por 11 anos nas coisas delas. Que amizade é! Que amizade são essas! É claro que elas apoiam, assim, inclusive. Adoram saber sobre a maioria já comprou alguma coisa na minha marca e, enfim, se animam com as coisas que eu falo, mas é impossível colocar essa expectativa de nem minha mãe faz isso. Imagina? A grande maioria das minhas amigas íntimas não acompanha. trabalho no dia a dia, mas elas estavam lá, por exemplo, quando a minha cachorrinha de infância faleceu, elas estavam lá quando eu estava conhecendo o vitor e estava nesse momento de me abrir para novas relações, depois de outras relações traumáticas. Elas acompanharam o offline, tipo, um parte de elas, né, cada uma de um jeito, acompanharam o offline do que foi para mim, escreveu o meu livro que eu lancei agora, quando eu estava num momento muito difícil, que foi a dois anos atrás, psicologicamente, elas marcaram de me encontrar em as amigas que moram fora do país, já dedicaram milhões de horas para conversar comigo e falar sobre coisas quando estava sentindo sozinho, e cada uma tá ali de um jeito, em um momento, de um jeito diferente com o que elas têm para oferecer. E honestamente, para me aminha até melhor, eu acho mais gostoso dentro das mesmas amigades que elas não acompanhem mesmo tudo que eu faço online, porque é me dar a oportunidade de ter pessoas na minha vida em que eu posso contar, para quem eu posso contar as coisas, e não que elas assistam o que tá acontecendo, e depois comenta em comigo, sabe, é diferente essa sensação de eu postar um negócio, por exemplo, eu vou lançar uma coleção na marca que é muito importante para mim, e aí eu vou postar isso, é muito legal compartilhar isso e receber todo o amor das pessoas que me acompanham e das minhas amigas que acompanham as minhas redes sociais, mas também é muito gostoso sair para um café com as minhas amigas que falar "nossa, gente, vocês não sabem, eu vou lançar uma coleção assim, e olha isso, olha aquilo, e tal pessoa achou isso, e quando eu coloquei, e aí elas poderem responder, sabe, no mundo real, para mim é, ainda mais gostoso ter pessoas assim na minha vida, enquanto também eu amo isso é muito grata para as pessoas que é uma minha vida também me apoiam, que eu sei que elas conseguem me oferecer isso, mas tem pessoas que não conseguem, eu tenho amigas que não tem Instagram, eu vou ficar puta com elas, porque elas não sabem o que tá acontecendo na minha carreira, porque eu postei no Instagram, e é isso na gente, acho que a gente confunde um pouco relações e coloca elas todas no mesmo barco como esses são os meus requisitos para se relacionar comigo, seja você é a minha namorada, meu namorado, meu amigo, meu mãe, minha prima, todo mundo tem que seguir as minhas regras, e é claro que a gente vai ter negociáveis do tipo assim, você não pode ser violento comigo, isso é uma regras, sim, dependente do tipo de relação que você tiver comigo, ninguém vai poder ser violento comigo, claro, existem esses negociáveis, mas nas amizades em específico, se você não flexibilizar um pouco, se você não relaxar um pouco, se você não baixar bola e perceber que você não é o centro do mundo das outras pessoas, é muito provável que você, primeiro, se frustre repetidamente, esse sinta extremamente injustizada, esse coloque no lugar de vítima, que a gente já sabe, que a gente odeia, que a gente já conversou sobre isso aqui nesse podcast, porra, no episódio do tabarato, eu ia do tabarato, chama, para quem nunca ouviu, é um episódio favorito da nossa comunidade aqui, então, primeiro que você vai se frustrar repetidamente, segundo que você vai acabar sem amigo, porque ninguém consegue suportar o peso da expectativa de suprir todas as suas demandas relacionais, e por último, você vai se sentir cada vez mais solidária, porque você não vai conseguir deixar as pessoas serem quem é lação e vai estar se relacionando apenas com a expectativa do que você quer que ela seja, e se é adulto, gente, já é soelitário, so amountinho, quem é aqui se sente uma sozinha sem nada, tu leva em tua mão, eu me sinto tempo todo, eu sinto desamparada, eu me sinto em segura, eu me sinto o que que eu estou fazendo aqui, eu só tenho seis anos, alguém vai vir aqui me salvar, o amor de Deus, alguém pode resolver, eu me sinto assim, se eu tempo todo me sinto em compreendida, acho que isso faz parte da condição humana, principalmente quando você é adulto, uma adulta ssancional pelo menos, se você começar a ter mil exigências com a pessoa que é sua amiga, você vai ficar mais solidária ainda, vou dar um exemplo, recentemente aconteceu, tem um grupo de amigas que são três amigas, eu e mais duvos, e aí, entre nós três, uma delas discutiu, muito feio, algum tempo atrás, com uma quarta amiga nossa, que era nossa amiga, um tempo atrás, e tipo assim, sabe quando você tem um grupo de amigas, aí tem uma pessoa que meio que rodeia, mas não exatamente é desse núcleo de amigas, então, essas duas amigas mesmo, vamos chamá-las de Ana e Maria, a Ana abrigou muito feio com a Maria, Maria foi sacana com Ana, ela é nossa percepção, e aí elas romperam, beleza elas romperam, e aí naturalmente a gente não vê tanto, Maria, como quem era Ana, quem era Maria, esqueci quem era Ana, quem era Maria, vamos falar que Maria foi sacana, tá com Ana, e aí a gente quase nunca mais viu Maria, etc, e aí criamos uma certa antipatia por ela, sacanagem que ela fez com a nossa amiga Ana, mas enfim, vida seguiu, sabe, não foi nada muito grave, nem nada disso, a ponto da gente sentar, e como isso aí, etc, vida seguiu, e aí nós três, fofocamos horrores sobre esse assunto, tipo caramba, nosso que brecha, né, nossa, aqui, coisa chata, que Maria fez, etc, nossa, aqui, que nada verde, já mais faria isso, ok, fofocamos como seres humanos que somos, porque nós somos perfeitas, seguimos a vida, e aí de repente a nossa terceira, tem eu Ana e uma terceira amiga, né, que somos esse núcleo, essa nossa terceira amiga, saiu com a Maria, saiu com Maria e Ana, ficou Ana descobriu, e aí Ana veio falar comigo, falou, ela, você viu que Maria e tal pessoa e nossa terceira amiga, saíram, não acredito, não vou admitir, que essa minha amiga tenha saído com Maria, depois ela até feita essa grande sacanagem comigo, não é possível, e assim, esse tema é polêmico, né, porque assim, lealdade entre amizades, eu sou muito leal, a minha amiga, se alguém faz alguma sacanagem com ela, não é nem que eu faço isso para lá cry, para performar para a minha amiga, mas eu não consigo, não consigo simplesmente tratar com normalidade uma pessoa que machucou uma amiga minha, e isso faz parte de quem eu sou, não faz parte de quem a nossa amiga é, e a gente sabe isso, há muito tempo, essa nossa amiga sempre, sempre gostou de não se indispor com ninguém, não importa o que acontece, a gente tem várias evidências disso, e a gente é amiga, eu acho que é 18 anos, a gente é amiga 18 anos, e aí eu virei para a minha amiga Ana, que foi, aqui foi sacanhada ali, no negócio que ela estava muito frustrada com a nossa terceira amiga, que apesar de tudo saiu com Maria, etc, e aí ela era muito revoltada e falou "meu, não sei que o faço do seu queital", aí eu falei "ana, é o seguinte, você quer ser amiga dessa nossa terceira amiga", que eu não dei nome para não botar mais um nome confundir, você quer ser amiga dela, porque assim, a gente já sabe que ela é assim, ela não gosta, isso faz parte de quem ela é, ela não tem a capacidade de sim, despor com outras pessoas, o que Maria fez com você, foi uma sacanagem, mas não foi assim uma infração aos direitos humanos, entendeu? Foi uma sacanagem entre humanos, a gente não sabe quais são as motivações dela, até porque a gente nem tem tanta proximidade com ela, para chegar e ter essa conversa super séria com ela e tal, existem motivos pelos quais a gente não pode conversar com ela sobre isso, você quer continuar sem na amiga da nossa terceira amiga? Porque assim, ela é isso, a gente é amiga 18 anos, você quer perder essa amizade? Porque ela não vai mudar, ela não vai mudar, porque você briga com Maria, e aí você só vai ficar se frustrando, e só vai fazer mal para você, e para ela também, porque ela vai sentir culpada, para manter uma amizade que ela quer manter, porque ela não gosta e nunca gostou de sim, despor com pessoas, nem por ela mesmo, se as pessoas saquem, nem ela, ela não consegue sim, despor com as pessoas, quanto mais com você, então assim, você vai levar para o pessoal e querer sacrificar sua amizade de 18 anos, por conta disso, ou uma outra ideia, é aceitar que ela é assim, e continuar amando ela mesmo assim, e continuar amando ela também por isso, porque isso faz parte de quem é eu, é, o resumo da ópera de Ana Maria, braga, o resumo da ópera de Ana Maria, braga, é que a expectativa que ela vai existir de qualquer forma, mas ela é uma responsabilidade de sua, a expectativa que você coloca nas pessoas no campo das amizades, vai destruir suas amizades, e eu não estou falando que assim, então a pessoa pode fazer o que ela quiser, liberou geral, e eu não posso me frustrar com nada, não é isso, mas estou falando que você tem que botar na balança, quanto que eu vou mistreçar com isso, quanto que eu vou depositar nessa pessoa uma expectativa que ela não tem como cumprir, por exemplo, essa nossa terceira amiga, denominada agora como braga, ela não tem como cumprir essa expectativa de lealdade, que eu tenho de lealdade e de sim, de espor com uma pessoa, por conta de outra, que eu tenho a capacidade de fazer isso, mas não é nem a capacidade, eu tenho a condição, isso é condicional a mim, não é uma coisa que eu escolho, não consigo conviver com pessoas que sacanharam minhas amigas que eu amo, mas isso é uma coisa minha, a nossa amiga braga, não tem isso, nem por ela mesmo, então é a expectativa de que ela tenha é a certeza de que você vai se frustrar. E tem uma outra coisa que é, nas amizades, é muito central que você tira o seu ego o máximo possível da jogada. É o que eu sinto. Você não é o centro da vida das pessoas. Elas não vão tomar todas as decisões da vida delas a partir do que aconteceu com você, ou pelo que você vai achar o não delas. O máximo que pode acontecer é vocês conversarem sobre isso. Que você pode esperar é uma conversa. Se Braga tivesse chegado para a Anne e falado. Amiga o seguinte, Maria me chamou para jogar boliche e eu vou, espero que você não fique chateada, mas aqui eu não gosto de mim de esporque as pessoas. Eu entendo que você tenha ficado muito chateada, mas eu vou nesse boliche. É isso que você pode esperar e cobrar da pessoa no máximo, cobrar entre aspas. Mas esperar que as decisões da vida da pessoa se orbitem à sua volta meio complexo, meio complexo. Isso vale também para a expectativa surreal e real de que a pessoa, que é sua amiga, esteja sempre disponível para você. Você nunca mais aparecer o nosso, não sei o que. É óbvio que amizades exigem esforço e todas as relações exigem uma notensão em trabalho, vocês sabem que eu acredito muito nisso. Mas a gente tem que botar no chão de que as pessoas têm energia e tempo limitados. E elas têm que fazer a gestão de um montão de coisa na vida adulta. Tem o estudo que é o estudo americano do tempo de American Time Study, se não me engano. Que diz que entre os 21 e 60 anos, ou seja, a grande a parte da nossa vida, a gente passa mais tempo com colegas de trabalho do que com amigos e família. Repare que amigos e família são as relações que mais nos mutrem, que colegam de trabalho, às vezes se não suportam seu colegam de trabalho. Se só tá lá, porque é o seu trabalho, às vezes tudo que vocês têm em comum é que elas trabalham. Vocês não têm mais nada em comum. E amigos e família são as relações que mais te nutrem são mais importantes para você e eles estão no mesmo barco e eles têm que dividir o mesmo espacinho que sobrou depois do trabalho. E ainda tem que colocar o fator, cansaço, tem que colocar o fator saúde, tem que colocar o fator tarefas de casa, vários fatores que fazem com que a gente realmente não consiga estar sempre disponível para as amizades. Não é o ideal, e eu acredito muito que a gente foi feito para viver em comunidade, mas justamente porque a gente foi feito para viver em comunidade e não em relações centrais, sabe, tipo, não para você ter um melhor amigo e depois estar todas as expectativas dele. Se você pensa numa comunidade, cada um tem uma coisa a oferecer. E se você colocar várias expectativas que as pessoas com quem você se relacionam, não tem como cumprir, porque elas não têm como ser tudo que você sonha, porque elas são pessoas e não ideias na sua cabeça, elas não vão ter a oportunidade de te mostrar o que elas têm para oferecer, o que elas têm para oferecer, mesmo que seja muito precioso. Então assim, por exemplo, uma coisa que eu tenho para oferecer muito nas mesmas amizades, conselhos, eu amo dar conselhos, eu amo escutar e falar "I am a amiga, você percebeu isso aqui?" Você falou "I am a amiga, você percebeu que está parecido com uma relação, eu amo dar conselhos, isso é uma coisa que eu sou muito boa, uma coisa que eu não sou boa nem de longe, respondem mensagem de WhatsApp. Eu detesto WhatsApp, eu recebo um bilhão de WhatsApp por dia, tenho muita mensagem para responder e quando eu chego no meu tempo e ir depois de trabalhar a última coisa que eu quero fazer é ficar no WhatsApp. Então eu sou péssima, agora se uma amiga minha baseasse o quanto eu sou uma boa amiga, pela expectativa de conselhos, bons que eu dou, o WhatsApp que eu respondo, tempo que eu tenho disponível, memes que eu mando, figurinhas que eu mando, quantas vezes eu ligo para ela, quantas vezes eu pergunte a família, se ela colocar todas essas expectativas em mim, a melhor coisa que eu tenho para oferecer, talvez que são os conselhos, vai ficar nunca ser suficiente, porque eu estou devendo em todas as outras. E a gente às vezes tem dificuldade de aceitar isso, porque a gente quer que as pessoas nos dêm exatamente aquilo que a gente tem para dar. Então eu acho que eu sou muito boa de dar conselhos e eu amo, da conselhos e eu amo história presente para escutar minhas amigas, escutar as histórias delas e me atualizar e isso é o que eu amo fazer que eu sou boa em fazer. Imagina se eu exigisse que para ser minha amiga você tem que dar conselhos no mesmo nível dos conselhos que eu dou, o mesmo nível de entrega, eu tenho na minha vida literalmente três amigas, três amigas que eu vou atrás pelos conselhos. Por outro lado eu tenho amigos que eu vou atrás pela risada, eu tenho amigos que eu vou atrás para tomar café, eu tenho amigos porque eu vou atrás porque a gente compartilha para achar um por livros, eu tenho amigos que eu vou atrás porque nossas famílias se conhecem e a gente tem um emou a história do outro. Existem várias coisas que as pessoas podem te oferecer. Se você entrar com uma expectativa para ela se equipar a o que você tem para oferecer e o seu jeito de amar, você vai se frustrar porque nunca vai ser suficiente, você sempre vai ser. ou você vai ser sentindo justiçada em dívida com a pessoa ou a pessoa vai ser sentindo justiçada em dívida com você. Especialmente se você vai dando negócio para a pessoa, tipo assim, a minha forma de se relacionar com a pessoa é mandar mensagem perguntando do dia dela, e se manda perguntando do dia ela responde. Aí você manda outro dia ela não responde, você manda outro dia ela não responde, você manda outro dia ela responde, você fala mais porra, só eu manda mensagem, caralho, ela é uma péssima amiga, ela nunca manda mensagem, mas às vezes ela só odeia o WhatsApp, como é o meu caso odeia o WhatsApp. E aí do outro lado da tela ela está pensando em você e pensando em como ela poderia fazer uma surpresa de um aniversário surpresa para você, e esse é o jeito dela, de amar dela. Mas aí pode ser que você odeia o aniversário surpresa, entendeu? E para você não serve de nada, ela não responde nenhuma mensagem sua e fazer esse aniversário surpresa para você que você nem queria. Lá que eu tenho uma frase que fala, "A mare é dar o que não se tem para quem não quer". E aí eu acho que quando a gente coloca muita expectativa e muita, e se relaciona com a ideia do que você quer que a pessoa seja para você, você além de criar uma sensação de dívida na pessoa que fica, "Oi você, você fica com essa ideia de que a pessoa tá te devendo aqui, tá te devendo, você manda uma mensagem ela não respondeu e os caralho, ou a pessoa fica se sentindo em dívida, tipo, "Sim, ai meu Deus, ela manda uma mensagem, eu não respondi pelo amor de Deus, eu tô sendo uma péssima amiga, mas responder uma mensagem não é a verdade dela", tipo assim, não faz parte de quem ela é. Essa sensação de dívida, eu acho que mina, mina relações, amor, não mora na dívida, não é um placário, isso não é um jogo, tem um placário, tá um, um, ai meu Deus, mas agora tá dois, um, então ela tá me devendo um, tipo, "Amazade, não funcionou, assim, não é sobre você, é sobre a conexão que você tem, e é isso que você tem que focar". E pra piorar, além dessa sensação de dívida, quando você arquiteta esse jogo de correspondência do. eu te dou isso, então você tem que me dar exatamente isso, eu te dou aquilo, você tem que me dar exatamente aquilo, você não dá espaço pra pessoa te dar o que ela tem, que às vezes é muito mais precioso, porque é realmente o que ela tem pra dar, entende? Então a pessoa fica tentando te correspondendo o que você tá dando, ela não consegue simplesmente ser ela e dar o que ela consegue dar naturalmente. E aí, em vez de você se afundar nesse lugar, se você estiver numa amizade que você tá sentindo, a pessoa não tá tipo correspondendo, etc., em vez de você se afundar na ideia, de que você é vítima, e de que ficar imaginando os motivos pelos quais ela tá fazendo isso com você, e transformar ela em vilã, e começar a imaginar, tipo, coisas sorrrateiras que ela tá fazendo e transformar ela numa péssima pessoa, tira o pé, se a sua parada é mandar o WhatsApp, não fingir, né? Se a sua parada é mandar mensagem no WhatsApp, para mandar mensagem no WhatsApp, e ver o que acontece. Porque às vezes a pessoa não tá tendo nenhum espaço de. te amado o jeito dela, porque ela tá se sufocando com o seu jeito de amac não é o jeito dela. E aí pode ser que ela espontaneamente compareça do jeito dela na relação com o amor que ela tem para dar. "Oh, dissei que ela se distanci, e aí melhor para você, minha filha." Porque aí você. Se você parar de investir numa relação e ela se distanciar, vocês pararem, se amigas, você percebe que você tava fazendo um esforço unilateral numa relação, que tava te dando um trabalho. um trabalho psíquico de ficar imaginando se ela gosta de você, se ela não gosta de você, não sei. E se ela se distanciar de você, também não quer dizer que ela é uma pessoa ruim, que ela é a vilã da sua história. Pode querer dizer que ela se convente estar passando por um momento difícil na vida dela. 99% de chance disso ser uma questão dela e não uma questão sua. E aí eu tô trazendo esse jeito um pouco mais leve, relaxado e flexível de termizades, não porque eu acho que a gente não pode ter nenhuma expectativa de responsabilidade nas amizades. Não é sobre isso que eu tô falando, mas tô falando que às vezes a gente coloca tantas expectativas rígidas em relações que elas não conseguem ser o que elas podem. podem ser que são relações leves fluidas que por um tempo você se distanci e depois você se aproxima ou durante a semana você não consegue ser tão presente, mas no fim de semana você consegue ouvir seversa ou a pessoa é muito boa de fazer uma coisa e você está esperando que ela faça a outra. Tem um livro que eu nem vou recomendar esse livro porque eu nem li ele direito, eu acho ele muito coach, mas eu achei interessante uma parte que é um livro que chama "Deixa pra lá", da Mel Robbins. Eu vou recomendar no fim desse episódio vários livros bem legais que eu literalmente li, mas é isso daqui, eu estou só lendo por cima porque eu gostei dessa situação, eu não vou recomendar ele porque eu não li literalmente pra saber, só li poucos capítulos. Mas nesse livro tem uma parte que ela fala assim, não existe um placar, procure as pessoas porque você quer procurá-las, mas não espere resposta. A rápidez ou frequência num retorno de alguém não é o sinal do quanto a pessoa se importa com você, é mais provável que seja um indicativo de como ela pode estar sobrecarregada, a milhões de coisas acontecendo na vida de todo mundo e 99% do tempo não fazemos ideia do que o outro está enfrentando. Assim, especialmente com amigos, não julgue quando não receber uma resposta, presuma que eles têm boas intenções. Eu achei isso bem precioso, presuma que ele tem boas intenções, não transforma alguém em um vilão antes de ele realmente se mostrar como um vilão na sua vida. Só porque você está ofendida porque ela não te respondeu uma mensagem no WhatsApp. Eu estou batendo nessa tecla do mensagem do WhatsApp, só porque o exemplo mais fácil deu seu zata. E aí, com toda essa conversa, e aí se a gente pensar naquela ideia que eu sempre trago, que é que relações exigem trabalho, e sem trabalho não há relações e nem amizades, se a gente pensar em relações como trabalhos, tem que pensar que não é sempre que as pessoas vão estar dispostas a fazer o trabalho das amizades, não porque elas não gostam de ser sua amiga, mas porque elas estão passando por um momento difícil na vida. E de repente, esse momento vai passar, pode ser que ela esteja tão sobrecarregada que investirem um trabalho, para além da sobrecar que ela está passando, pode ser uma sobrecarga de trabalho ou alguém na família delata doente ou ela está de mudança e milhões de coisas que simplesmente ela não tem energia para conseguir dar conta do trabalho das amizades nesse momento, e depois ela tem isso, pode ser mais fluido e essa é a beleza das amizades, porque nas amizades você não precisa ter um acordo inflexível, um contrato de relação estável, que tem regras, etc., e limites, muitos estabelecidos, etc. Isso é fluido, isso pode voltar, a pessoa pode ficar muito próxima de você se distanciar e voltar de novo, não significa, por exemplo, como numa relação amorosa, que é, ou você está namorando ou se está com a pessoa ou se está sem a pessoa, e se você se refasta um por um momento que é dizer que você exterminaram, tipo, a amizade não precisa disso. Vamos usar a beleza disso para conseguir navegar a amizade com mais leveza, porque se não todo mundo vai ficar sem amigo, vai ficar todo mundo sozinho, se todo mundo quiser casamizados prente, todos os pré-requisitos que você tem para se relacionar com as pessoas, eles não sendo ineguciáveis para você, não seja violento comigo, esse tipo de coisa, aí minha filha que vai ficar sem amizade mesmo. Aí é uma escolha tua, e aí com todo esse assunto eu lembrei que no episódio que a gente gravou com a Ana Sui, que já é uma, a gente mira no amor e é certa na solidão que a gente fez do gostado de férias, ela falou uma frase que eu achei muito linda que é, amizade é o amor que deu certo, na amizade você tem a possibilidade de aceitar o outro, pelo que ele realmente é, depende de você. E aí se o outro mostra quem ele é, aí você não quiser ser amigo dele, ótimo, mas ficar tentando encaixar o outro na ideia que você tem de pessoa, você só vai se frustrar isso não é amizade, tipo assim isso para mim não é amizade, isso é uma grande expectativa e uma relação performática, digamos assim. E aí você tem, nas amizades a gente tem a possibilidade de escolher estar com a pessoa, não é como por exemplo uma família que você está ligada através de outras amarras na família que você não necessariamente escolhe, né, que ela você nasce ali, então você tem a possibilidade de escolher estar com as pessoas, você tem a possibilidade de conviver com outra pessoa, mesmo que ela não siga as suas regras, mesmo que você não seja o centro do mundo dela, mesmo que você não concorde muito com algumas decisões, algumas opiniões dela, ou que, né, ela saiu ali com Maria, Maria foi sacana, eu jamais faria isso, mas eu vou deixar de ser amiga dela, porque eu não concordei com essa opinião, será que eu não tenho essa capacidade de flexibilizar e aceitar a minha amiga pelo que ela é, entender que isso não necessariamente tem a ver comigo, entendeu? A gente tem dentro das amizades a possibilidade, não, não tem a habilidade, não nós temos com isso, mas a gente tem a possibilidade de desenvolver a habilidade de aceitar a outra pessoa pelo que ela realmente é, e é por isso que eu acho que as amizades são um amor mais relaxado que você pode ter na vida, porque se você aceita outro pelo que ele é, muito provavelmente vai ser muito mais fácil do outro te aceitar quem você é, ou de você conseguir manter na sua vida só realmente quem te entende te aceita pelo que você é, claro que existem responsabilidades dentro de relações e vocês podem conversar sobre esses combinados, mas nada é escrito em pedra, nada é muito rígido, você consegue tolerar que o outro faça e escolha que você não concorda ou que não tão de acordo com o que você, com a sua ideia do que ele faria e mesmo se encontinar sem um amigo, eu tenho amigas, tenho um grupo de amigas que a gente é amiga desde o 7 anos, já falei algumas vezes sobre isso, ou seja, a gente sempre fala que a gente é o amor de uma da vida da outra, todas são casadas, todos têm seus núcleos familiares, mas a gente é muito central uma da vida da outra, o que não quer dizer que a gente é a pessoa principal uma da vida da outra, tanto que uma delas, a gente constabei ainda agora, assim ela está dois anos morando nos Estados Unidos e aí a gente estava muito ansiosa para ela voltar para o Brasil e aí ela falou para a gente que mudou os planos e vai ficar mais dois anos lá nos Estados Unidos, a gente vai ficar ofendida com essa pessoa, como por exemplo, se você tivesse casado com uma pessoa que foi morar dois anos nos Estados Unidos e de repente ele falasse assim, ou ela falasse assim, minha filha, a gente é casado, eu vim aqui por dois anos, mas assim, felizmente, agora eu decidi passar mais dois anos, não gente, isso é uma quebra expectativa grave em um casal, agora uma amiga, você olha e você consegue ter a habilidade de ficar feliz com ela e aceitar a decisão dela e continuar sendo a amiga dela, e eu fiquei genuinamente muito feliz pela minha amiga, triste por mim, porque eu estava muito na minha cabeça com uma contagem regressiva para ela voltar para o Brasil, para a gente voltar a ver que nem a gente sempre se viu desde os sete anos, mas eu tenho a plena consciência e a plena clareza de que eu não sou a centralidade da vida dela, a gente, como o grupo de amigas, não é a centralidade da vida dela e ela não vai colocar a decisão da vida dela nas mãos do que vai frustrar a gente ou não, da ela voltar para o Brasil, e é só nas amizades que a gente tem essa capacidade, entendeu? Que a gente tem a capacidade de entender, aceitar e ficar muito e namentemente feliz com a vida e as decisões do outro mesmo que elas não te tenham como centralidade na hora da decisão. A partir dessa frase da Euna Sui, que é amizade ao amor que deu certo, eu fui atrás dessa frase para ver se ela tinha escrito essa frase num contexto maior, eu descobri que ela escreveu em um livro que eu tenho dela, que é as cabanas que o amor faz em nós, eu vou pedir desculpa porque como vocês podem ver aqui no vídeo, o Billy comeu a capa desse livro, então o Billy personalizou aqui o livro da Mastui, o Rochinho, mas eu vou ler um livro de poemas e crônicas e tal sobre o amor e tem um poema chamado "quando", eu vou ler pra vocês e a gente vai para o choro da semana logo depois, então, quando? Quando eu disse e você entendeu, quando você sore o dinervosismo e eu te li, quando eu odeiei um ceme desconhecido sem saber por quê e você ou dia ou também, sabendo ainda menos, quando você pensou e eu escutei, quando eu pensei em te procurar e você já estava aqui, quando você engoliu a seco, todos os eu te avisei, quando eu escutei o que você não disse, mas queria ter dito, quando você me amou e eu te amei de volta na exata proporção, quando os mal entendidos da comunicação não encontraram espaço entre nós, paralém do riso, quando o ciúme bateu a nossa porta e nós não abrimos, descobrimos que a amizade é como a gente chama o amor que deu certo, senhores e senhores anasui, gente, seguinte, vamos ser amigo para de besteira, para de querer em porça, osjeitos aí na sua amizade, você não vai ficar sem amiga, minha filha, esse é o mensage, se você adulta, quiser que as suas amigas cumpram a sua tabela de rígideis, de expectativas, tu vai ficar sem amigas e chege a frustração, então vamos relaxar, vamos se dar devido a desimportância para a gente conseguir fluir melhor nas nossas amizades, nas nossas relações que a gente tanto ama e que são tão importantes para a gente, tá? Vamos falar sobre roupas confortáveis para mulheres, se você está chegando agora, primeiramente seja muito bem. bem vinda. Esse é o momento para que não sabe que eu te conto tudo que está rolando lá na minha marca de roupa e a Lela brandão co. Você sabe que eu tenho uma marca de roupas na menina? Pois então, sabe o moletão de embebe? Nosso best seller, um moletão com uma delagem perfeita, com a gola alta, estruturada, enfim, um ícone. Em maio a gente criou uma versão especial do de embebe de cheirpa, que é o material que é tipo o perinho de ovelha, sabe? Então, lançamos e as senhora desgotaram eles em minutos, teve toda uma revolução impedindo a reposição dele. Então, achei que vocês iam gostar dessa novidade. De a dose de juin agora tem reposição desse hit e dessa vez ele vem duas cores novas, um beijo clarinho e no cherry que eu sei que é um hit que vocês iam. E assim, eu acho que esse é o presente perfeito pro dia dos namorados, tá? Por isso, eu e minha equipe preparamos um presentinho para vocês, né? De a 11 de junho, a gente vai liberar um post lá no Instagram @lelabrindão.co e o comentário mais legal vai levar um par de moletons para usar em casal, quem é mol. E claro que tem mimos para você aproveitar o invierno bem confortável, quentinha deliciosa com as roupas confortáveis da minha marca. Com um cupom, chameguinho 10. Você ganha 10 reais de desconto, nossa é um moletão pelo dinho nas primeiras 24 horas do dia dos, então fica esperto, tá bom? Ai, vamos para o choro da semana? Minha gente, a o choro da semana é o quadro onde eu conto alguma milhação que eu passei, mas nada muito sério, né? Só para a gente dar risado. Gente, olha a besteira que eu fiz essa semana, veio. Eu peguei uma gripe, o vito pegou uma gripe na verdade e aí a gente foi, "Ah, para quem não me acompanha lá no Instagram?" "Está vendo? Ou sei se não são menos mesas amigas, porque me não me acompanho no Instagram, apesar de que eu amaria, que vocês não acompanhassem no Instagram, se você quiser rouba a lela ponto brandão, mas se não quiser, eu não levo com o pessoal não. Lembra que eu falei que eu estava com um sonho e eu de levar meus cachos para praia? Como tempo atrás? Pois bem, realizar esse sonho, fomos para praia, levei o cuca de o bídeo, foi muito fofo. E aí, nesse fim de semana que a gente levou os cachos para praia, o vitor estava com uma gripe muito forte. E aí, a gente voltou no domingo e no domingo, eu já comecei a sentir que eu estava meio gripada, segunda-feira eu tinha um lançamento muito importante na minha marca, que era da coleção encolabe com a capa. Eu estava super gripada e eu tive que fazer uma live de uma hora. E aí, no anoite desse dia, fui testemunha do casamento civil de uma amiga minha. Então, também estava doente e tive que sair. E no dia seguinte, eu tive que dar uma palestra. Então, minha gripe foi piorando e tive vários eventos que eu precisava usar a minha voz e a minha voz pra você. A minha assando de embora, a minha assando de embora. E aí, eu falei, vou fazer uma inalação, vou fazer a inalação a qualquer momento que eu tive aqui na minha casa, eu vou pegar um inalador e fazer uma inalação. E aí, eu peguei o inalador. E aí, eu peguei um soro que estava aqui, peguei um soro no agaveita de remédio que tem aqui. E estava fazendo a inalação, fazendo analação. E eu comecei a ver que meu pulmão começou a ficar meio pior assim. Começou a ardeia toda vez que eu respirava. Aí, eu falei, "Gente, está estranho isso, eu vou variar uma consulta online." Aí, marquei uma consulta online. Aí, a médica falou, "Beléia, isso aqui, eu falei, então, aí, como se eu falei na inalação, como só piorar?" Ela falou, "Estrâneo, o soro estava na geladeira." Ela falou, "Não, ela falou, é, então, o soro tem que guardar na geladeira, porque é água, né, pode entrar a bacteria, não sei, para que vocês usaram esse soro." Veja a data de validade do soro. Minha gente, 2023. 2023. O soro estava fora do geladeira, veio se dois mil e vinte e três. E eu estava três dias fazendo analação com esse soro. E aí, ela falou que, muito provavelmente, entrou uma bacteria, deu uma bacteria. De tanto, eu ficar fazendo analação, deu uma bacteria piorou minha gripe. E agora, eu tenho que tomar remédios horrorosos para passar esse diabo da segreda, porque eu fui uma anta. E botei soro que estava vencido a três, dois anos. Estou em 26, para misericordas de vina. Três anos, fora da geladeira. Sei lá que tipo de bacteria que estava lá dentro. Mas, qualquer que seja a bacteria, eu acolhi ela com muito carinho dentro do meu corpo e estamos aqui convivendo. Eu estou ouvindo ela aqui no meu ouvido. Calo, sabe, enquanto eu estava falando, eu estava ouvindo um negócio bem estranho. E aí, eu percebi que era um catarro. Eu estava ouvindo e que estava mexendo aqui no meu seio da face. Eu gostaram, menino, fica dica, só eu tenho prazo de validade, eu nunca imaginei isso. Quer dizer, é o ouvido, mas não passou pela meu consciente. E eu tenho que guardar a soro-fisiológico dentro da geladeira, eu não sabia. Enfim, a nossa minha obsessão atual, gente, eu queria falar um pouco para vocês dos últimos livres que eu tenho lido. Faz tempo que eu não conto dos livres que eu tenho lido aqui. Eu li algumas coisas que eu gostei bastante nos últimos meses. Vou dar uma breve sinopsy do que eu li são quatro livres. Vocês que tiveram indicações de livros, coloque aqui nos comentários para entrar na minha lista de leitura. Primeiro, queria falar do livro da minha amiga Luanda Vieira. O livro se chama "nada é definitivo". Eu comprei assim que ela botou na prevenha, eu comprei o livro. E quando chegou em casa, eu li em dois dias. Eu fiquei muito viciado no livro. É dessa minha amiga que chama Luanda, se você não conhece ela, é uma profissional maravilhosa, trabalha com moda e jornalismo e conteúdo. E ela tem uma trajetória muito interessante assim, de carreira. E ela escreveu um livro contando como se fosse autobiográfico, mas ela usa a história dela como um plano de fundo para reflexões. É muito interessante assim, eu acho que exigiu muita coragem dela e escrevei, porque acaba tocando em alguns pontos. Bem difíceis que ela passou na carreira dela como mulher negra que estava ali naquele campo da moda do jornalismo e uma pessoa jovem. Então, muito interessante, nada definitivo da Luanda Vieira. Eu conheço a Luanda tanto pessoalmente, offline, quanto online o trabalho dela. E eu li morrendo de orgulho, eu me emocionei várias vezes, então recomendo muito o livro da Luanda, nada é definitivo. Além desse livro, eu li um outro livro, eu li um livro que eu falei pra vocês que eu, uma vez, li um livro que eu home-made, chamava "very tea". Que é um livro de suspense, barra terror, eu fiquei muito viciada e que eu sempre falo se vocês querem sair de uma ressaca literária, um momento que você está conseguindo prestar muita atenção e se dedicar a leitura, é muito inteligente, pelo menos eu acho, eu faço isso geralmente. Escolhê um livro que te prenda muita atenção porque aí você consegue voltar o ábito de leida, depois sem gaveta outros livros que não são tão rápidos e emocionantes assim. E aí eu comentei isso e a editora recorde muito fofa, elas me mandaram uma seleção de livros que elas foram, "ah, esses livros aqui te prendem atenção que nem verte". Então, a gente adora se eu pode querreste, tal, a gente ouviu e a gente queria te mandar esses livros. Me mandaram vários livros do mais criptor que se chama "freida McFedden". Ela escreveu aquele livro super famoso que virou até um filme agora com a "uo, péssima e viral, signei suíne". Mas o filme desse livro que se chama "impregada", que ela escreveu. E aí eu li o outro livro dela que se chama "Nunca Minta", que é um livro de misterio, barra terror, que é muito interessante, você não consegue parar de ler porque você quer descobrir. É basicamente sobre um casal que quer comprar a casa de uma mulher que era uma psicanalista. E ela escreveu um livro que virou um bestseller e logo depois disso ela sumiu. E aí o livro toda sobre esse misterio tem várias sessões da psicanalista que você não sei se será psicanalista ou psiquiatra, agora eu não lembro. Mas tem várias sessões dela, transcrit, eu adoro livro que tem sessão de psicanares ou psiquiatra transcritos, que eu acho o máximo de ler. E eu achei o máximo, eu acho, eu não gostei tanto do desfecho da história, mas o "Mail" foi muito divertido também ali em dois dias. Então recomendo muito. Outro livro que eu li recentemente, que eu "A" "Mail", inclusive logo depois que eu acabei, eu já comprei o outro livro dela. Foi o livro da socorro "Aciol" eu falei pra vocês há um tempo atrás que eu vi o podcast da socorro "Aciol" com o "VuXter" e a Camila "Frenda", "Due" não é a minha. E eu me apaixonei muito pela socorro, gostei muito do jeito que ela encarabida, gostei muito do jeito que ela fala da personalidade dela e fiquei muito curiosa pra ler os livros dela, que muita gente já tinha me recomendado e falado que era muito legais, inclusive uma das minhas melhores amigos da Olga, beijo a novo podcast. Tá vendo? É isso que é amiga. Ela é tipo "meirma", inclusive, mas ela não pode quejar. Ela leu e falou "Amiga, nossa eu amei esse livro, nossa é maravilhoso, acho que é um novo livro favorito". Esse livro se chama "Cabeça do Santo", é um dos best-seller, assim, desse ano, do ano passado, enfim, está sempre no topo das listas. E ele é de uma categoria que eu amei, eu nunca tinha lido nada desse gênero, que é realismo mágico. E é basicamente uma história que ela poderia ser real, mas ela tem um elemento de fantasia no meio. Então a história é a seguinte, Samuel é um cara que sai de. a mãe dele fala esse marinha e ele sai de juro a zero do norte, em direção uma outra cidade que agora não acho que é caírus, uma coisa assim, não me lembra agora, o nome da cidade, mas ele sai a pé até essa cidade pra cumprir uma promessa que ele fez pra mãe dele. E ele encontra uma cidade meio deserta, meio abandonada, meio fantasma, ninguém recebe ele muito bem, e aí ele vai se abrigar dentro de um lugar que depois ela de descobre que é uma cabeça gigante de um Santo Antônio, oca. E dentro dessa cabeça. ele consegue ouvir as preces que as mulheres fazem para a Santo Antônio. As mulheres que moram naquela cidade meio fantasma fazem para a Santo Antônio e com isso ele começa a jornada dele, que é muito divertida, muito interessante. Eu também li em dois, três dias e fiquei muito obcecada pelo jeito que eu sou cor escreve e agora eu comprei o próximo livro que eu quero ler, que é o oração para desaparecer, que em vários pesos foram "nossa, vai gostar ainda mais do oração para desaparecer". Então, estou muito ansiosa, o nome desse livro é "Cabeça do Santo", da sua cor roceolha, maravilhoso, recomendo muito. E agora eu estou lendo atualmente, estou na metade do livro da Rosa Monteiro, que se chama "A Ridícula Ideia de Nunca Mais Te Ver". Eu comprei esse livro sem saber nada porque no passado eu não retrasado o livro da Rosa Monteiro, que eu amei, eu amei a escrita dela, me identificei muito e me inspirei muito na escrita dela, para a escrita do meu livro, eu tinha ali do perigo de estar lucida. E eu comentei sobre esse livro, fiz um episódio inteiro sobre esse livro, quando eu falei sobre momentos oceanicos, foi nesse livro "O perigo de estar lucida", que me inspirou, e aonde eu conheci esse termo "Mumentos Oceanicos", que eu sempre falo aqui no podcast, né. E aí eu fiquei muito obceada na Rosa Monteiro, estava na liberaria, acabei me deparando com esse "A Ridícula Ideia de Nunca Mais Te Ver", cheio título lindo, achei a capa linda e comprei, e eu estou lendo ele agora. Eu adoro a escrita da Rosa Monteiro, o tema é um tema que não me interessa tanto, mas estou achando o legal de conhecer. Basicamente a Rosa Monteiro usa a história de outras pessoas, para entender a própria história e acaba contando a própria história junto com a história de outras pessoas, mas uma desacim que eu veria a escrita dela. E aí nesse livro ela está contando a história da Marie Curri. A Marie Curri, sabe que descobriu a radiotividade, ganhou o primeiro nome, e tal. A Marie Curri ficou viúva do PR Curri, que era dupla dela ali, de cientistas, logo muito cedo assim, e ele morreu atropelado por uma charreite, tipo assim, qual a chance. E ela sofra um luto muito ruim e a Rosa Monteiro foi atrás dessa história, porque a Rosa Monteiro também ficou viúva do mais do dela, que eu ainda não descobriu porque ela ainda não contou essa parte da história, mas ela vai fazendo esse paralelo entre a história da Marie Curri, junto com a história de outras mulheres que ficaram viúvas, etc., com a história dela. Eu amo a escrita dela, eu acho muito profundo, ironica e gostosa de ler. Parece mesmo que você está conversando com ela. Eu admiro ela demais assim, e tomando ler o livro, tonalme tarde, mal posso esperar para acabar? E assim que eu acabar, eu acho que vou começar a hora a ser o prédio desaparecer da sua corressiola. Se você tiver alguma outra recomendação que você acha que vale a pena furar a fila, comenta aqui, deixa aqui nos comentários, porque as recomendações de vocês são sempre maravilhosas. Então, vou amar saber o que vocês têm lido e o que vocês acham que eu vou gostar de ler. Tá bom? Então, tá bom, gente. Agora, assim, chegamos ao fim do episódio. Espero que vocês tenham gostado. Se você tem Instagram, me segue lá no Instagram @lela.brandão. Se você não conhece a minha marca de roupas confortáveis, a "Lela Branão Co", é só entrar no www.lelabranão.co. Você tem uns contos com um cupão gostosa e chorona. Entra no nosso grupo do ZAP, lá que eu coloco todas as referências, inclusive, eu vou mandar o link de todos os livros que eu citei aqui, menos o da teoria do "Deixa para Lada", "Meu Robbins", porque eu não vou recomendar esse livro, que eu não lino, tenho como recomendar ele. Mas os outros todos que eu falei, o da Ana Sui, o da sua cor, o todos os livros que eu falei da Luanda, tá, eu vou deixar o link lá. Não esqueça que eu tenho uma própria livre vertigem que se você ainda não comprou, se ainda não garantiu o seu, por favor garanta, se você quiser, eu vou deixar o link aqui nos comentários. E é isso, meu povo, tá bom? Então, nós vemos uma semana que vem, um beijo e tchau. Se você faz parte do "Seleto" grupo das mais mais, das maiorais, das minhas divas, das minhas favoritas das pessoas que ficam até o final da episódio, primeiro eu vou falar o seguinte, e eu vou repetir isso no próximo episódio para todo mundo, tá? Spotify me forneceu o dado de que mais de 50% das pessoas que ouvem o podcast não são inscritas no podcast. E minha amiga, eu sei que assim, muito provavelmente o Spotify, independente de você me seguir ou não na plataforma, ele te entrega uma episódio, porque ele tem esse algoritmo, que ele entrega, tipo assim, como eu posso ser manualmente, quando eu tenho episódio novo, ele já te entrega ali na sua página principal, o episódio novo. E você não necessariamente tem que estar me seguindo para receber esse episódio novo, porém, entre tanto, com tudo, porque você não me seguiria? Fala pra mim, sendo que é super importante pra mim, eu vim aqui, falo por uma hora, toda semana, você não pode me seguir o canal, se inscrever no canal, sem falar que se tiver novidades, esse episódio extra, coisas assim, ou se você ouvir muito outras podcasts, o Spotify vai parar de te avisar, quando tiver episódio, você não vai ficar sabendo. Então por favor, e sem falar que é assim, isso pra mim é muito importante. É muito importante, tipo, querendo ou não, número tem que laterfora uma, são muito importantes, tanto pra eu fechar trabalhos, quanto é pra o Spotify, entender o quanto eu sou relevante, quanto pra eu conseguir tomar decisões na minha carreira, eu preciso saber, quando as pessoas são inscritas no canal, então se inscreve aí, ou caramba. Cuidado, ficou até o final pra ganhar um emoji, ganhou uma bronca. Pra você que me segue muito, obrigado, te amo muito. E a outra coisa que eu ia falar é que, eita, nós esqueci o que eu falar, minha gente, a tá. Se você ficou até o final do episódio, e faz parte do grupo das mais mais, está inscrito, está inscrito, no podcast, comenta aqui com um emoji de "cuk" pode ser o emoji de "cuk", só porque me deu uma vontade de comer um "cuk". Não cortem isso, hein. Eu ia ficar igual a aquele, o pior meme de todos, que ninguém nunca esqueceu, que é "nun, cheiro de cuk", tem que cheiro de "é, parece uma cuk", vocês lembram isso. Que era uma públi de um chá, sabor cuk, e aí era um, tipo, era um compilado de várias blogueiras sentindo cheiro e falavam assim, né. Nossa, parece muito cuk, nossa, que gosto de cuk, e aí alguém, algum desgraçado, pegou, e cortou todas as falas das blogueiras, eu vou deixar esse vídeo lá no nosso canal do WhatsApp, de um jeito que parecia que elas estavam, todas cheiravam assim, o chá com uma carinha de delicioso, elas falavam "um, que cheirinho de cuk", aí tomavam um golinho, "um, uma cuk", é gosto de cuk. [risos] Comenta aí embaixo com o "oibó de cuk", que de cuk, não cortem, não cortem o que eu falei, não tira de contexto. Tá bom, gente, agora sim, nós vemos na semana que vem um beijo, um, uma, e tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A transição da amizade na infância/adolescência para a vida adulta exige uma mudança de expectativas, pois o tempo de convivência diminui drasticamente.
  2. A "aceitação radical" é essencial
  3. Colocar expectativas irreais (como apoio constante ou lealdade incondicional) leva à frustração, ao papel de vítima e ao isolamento.
  4. Amizades adultas saudáveis envolvem flexibilidade, comunicação aberta e entender que ninguém é o centro da vida do outro.
  5. O exemplo do conflito entre amigas ilustra como aceitar as limitações alheias (como a incapacidade de se indispor) pode preservar laços de longo prazo.

Summary:

O texto aborda a complexidade das amizades na vida adulta, destacando a necessidade de adaptar as expectativas em relação ao que se espera dos amigos. A infância e a adolescência permitem amizades íntimas por inércia, graças à convivência diária e aos mesmos contextos de vida. Já na vida adulta, com horários, responsabilidades e núcleos familiares divergentes, é impossível manter o mesmo nível de presença e apoio.

A solução proposta é a "aceitação radical": reconhecer que cada amigo tem capacidades e disponibilidades diferentes, e que não se pode exigir que uma única pessoa atenda a todas as necessidades emocionais, profissionais ou de lazer. A frustração surge quando se espera que os amigos ajam como se fossem o centro de suas vidas, o que gera ressentimento e isolamento. O exemplo de um conflito entre amigas mostra como é importante avaliar se vale a pena sacrificar uma amizade longa por uma expectativa não atendida, como lealdade em situações específicas.

A chave está em equilibrar a comunicação honesta com a compreensão de que cada um tem suas limitações, evitando colocar o ego no centro da relação. Assim, é possível cultivar amizades genuínas, mesmo que imperfeitas, e reduzir a solidão típica da vida adulta.

FAQs

Pratique a aceitação radical: entenda que cada amigo tem capacidades diferentes de apoio. Não espere que todos acompanhem tudo que você faz, pois isso gera frustração.

Na infância, você convive naturalmente por muitas horas, mas na vida adulta, cada um tem rotinas e prioridades diferentes, tornando difícil passar 200 horas juntos, o que é necessário para amizades íntimas.

É aceitar que cada amigo oferece o que pode, sem esperar que supram todas as suas necessidades. Isso evita frustração e ajuda a manter relações saudáveis.

Reconheça que cada pessoa tem seu jeito de lidar com conflitos. Se um amigo não se indispor com quem te magoou, avalie se vale a pena sacrificar a amizade por isso, praticando aceitação.

Sim, a solidão faz parte da condição humana adulta. Ter muitas exigências com amigos pode aumentar esse sentimento; é importante flexibilizar expectativas.

Não, pois cada um tem sua vida. O máximo que se pode esperar é uma conversa honesta sobre limites, não que as decisões deles girem em torno de você.

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