Por dentro das convenções de Flávio, Caiado e Zema
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A disputa pela presidência do Brasil na direita ganhou definição após as convenções de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Flávio, lançado pelo PL, apostou na imagem de continuidade do legado do pai, Jair Bolsonaro, usando um vídeo gerado por inteligência artificial para mobilizar apoiadores, apesar de o TSE proibir esse tipo de conteúdo. A convenção teve clima institucional, com discursos de aliados como Javier Milei, que atacou o STF e roubou o protagonismo, e um vídeo de Michelle Bolsonaro, que retomou o apoio ao enteado, mas com tensões familiares visíveis. Caiado, do PSD, apresentou-se como alternativa de centro-direita, criticando tanto Lula quanto o bolsonarismo, e confirmou Gilberto Kassab como vice, mostrando força política e organização. Já Zema, do Novo, adotou tom de austeridade e críticas ao governo Lula e ao STF, mas evitou atacar Flávio diretamente, buscando atrair eleitores bolsonaristas com promessas de moderação. Ele ainda não definiu vice, enfrentando dificuldades para fechar alianças. As estratégias divergentes mostram uma direita fragmentada, disputando votos de indecisos e eleitores de Bolsonaro, enquanto miram um possível segundo turno contra Lula.
Já conhece o empréstimo com garantia de veículo do Banco TV? Com ele, você tem o dinheiro que precisa para organizar sua vida financeira, acesse www.com.br. Nos últimos três dias, a disputa pela cadeira de presidente do Brasil ganhou contornos mais definidos. Começando pelo mais recente nesta segunda-feira, Romeo Zema, do Partido Novo, buscou-se apresentar a o eleitorado que rejeita a Lula, adotando um tom menos crítico em relação a Flávio Bolsonaro. Uma mudança de tom depois da repercussão negativa entre Bolsonaro e falas que Zema vinha fazendo algumas semanas. No domingo, dia 26, foi a vez de Ronaldo Caíado, do PSD. O ex-governador de Goiás escolheu um caminho diferente do homólogo mineiro, apresentando Lula e Flávio como se fossem duas fases de uma mesma moeda. E embora tenha citado, nominalmente, o atual presidente, foi o filho de Jair Bolsonaro, sem mencioná-lo diretamente, o principal alvo do discurso. "Epa não adianta você encaminhar um candidato, que eles falaram agora o que é só o mais jovem disso, é o candidato quinder ovo, com a surpresinha todo dia, adianta." Escolhas que ajudam a desenhar como está disputa no campo da direita. Zema e Caíado, que aparecem logo atrás de Flávio e Lula nas pesquisas de intenção de voto, se movimentam em busca de votos dos indecisos, mas também, que podem ver do eleitor que votaria em Jair Bolsonaro, mas que hoje está com o filho dele, o 0-1, Flávio Bolsonaro, que lançou a candidatura no último sábado, 25 de julho. "Por que o poço, você é mais calma, mais sorridente, mais tranquilo e moderado, mas aqui tem sangue de Bolsonaro." Na convenção, Flávio se apresentou como uma versão "lite" do pai, mas demonstrou que Jair Bolsonaro continuará no centro de um eventual governo, um discurso calculado para superar os desgastes dos últimos meses, quando Flávio teve que dar satisfações para a direita não Bolsonaroista para a ilite econômica do país, para mulheres de direita e para os indecisos. "O Brasil foi sequestrado e a gente vai libertar o nosso país desse cativir." A ex-primera dama Michel Bolsonaro apareceu em vídeo para apoiar o entiado. "Mulheres, nós somos a força que acole, educa, protege, convém-se transforma. Mulheres de bem, mulheres ali cessadas são 53% do eleitorado." E para os apoiadores mais fiéis, uma simulação feita por inteligência artificial de Jair Bolsonaro sem carregou da mobilização. "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial. Por isso pece que vocês recebam de braços abertos a pessoa que escolhi para dessubstituir, sangue do meu sangue, meu filho flávio." Se havia esforço para passar uma imagem de moderação, o lançamento da candidatura ficou marcado por um incidente diplomático. Presidente da Argentina, a Javier Milley roubou a cena com um discurso agressivo. "Ablou de Flávio Bolsonaro, ícola em migrar amigo, ele é presidente, saiu Bolsonaro!" Milley chamou Jair Bolsonaro de "melhor amigo preso injustamente". Atacou o Judiciário Brasileiro e shingou o ministro Alexandre de Morais de Lichou Careca. "La basura calma, calma, não me perfeitou visitar a minha amigo, injustamente encarcelado." Nos últimos dias, a pré-campanha deu uma amostra de como deve ser a corrida pelo primeiro turno. Mas disputa sobre quem irá liderar o campo da direita e ser o candidato mais viável da oposição. Da redação do Jammu, eu sou Natus Anére e o assunto hoje com Vitor Bué de Ané. "Tres candidatos de oposição, por dentro das convenções partidárias de Flávio, Caíado e Zema. Neste episódio eu converso com os repórteres de política do Jão. Vitoria Cóculo, Marília Barbosa e Caetano Toner. Depois eu falo com Bernardo Melo Franco, colonista do Jornal, o Globo e da Rádio CBN. Terça-feira, 28 de julho. Vitoria Cóculo, você esteve na Convenção do PL, no último sábado, que lançou oficialmente a candidatura de Flávio Bolsonaro, a presidência da República. O que você viu de mais importante por lá, que presências, discursos, clima, o que você nos reporta?" Vitoria, eu acho que o que teve de mais importante foi mais uma demonstração de que o Flávio, ele está surfando bem na onda do pai. Então, todos os discursos, todo o clima da Convenção, foi voltado para mostrar como Flávio é a continuação do legado do Jair Bolsonaro. Eu acho importante ressaltar que também teve um clima mais institucional do que a gente estava esperando, então, todo o repórter que está acostumado a cobrir a direito, principalmente essa direita mais bolsonarista, chegue eventos como manifestações e se depara com um público que tem muita animosidade. Muitas vezes eles estão acostumados a fazer ataques a imprensa mais tradicional e conversando contra os repórteres, a gente se sentiu até, mas seguro nesse evento. Uma coisa que eu notei quando eu cheguei lá às 8h da manhã, que foi quando abriu os portões do evento, foi que já tinham muitos ônibus de turismo, e aí você via grupos inteiros com camisetas com o nome de equipe de vereador, ou pré-candidato. Então, a impressão com quem eu fiquei tinha mais grupos de apoio desses candidatos do PL. De vereador, que não estão concorrendo, então. É, que não estavam concorrendo. Então era base de apoio ali do Flávio, alguns políticos que levaram a sua turma ali, eu não cheguei a conversar com eles, então sei se era um equipe institucional, de profissionais ou amigos desses políticos, mas a gente viu esse tom mais institucional mesmo. Tanto que o Flávio foi um dos últimos a discursar no evento, ele chegou ali por 11 da manhã, no evento, só foi falar as perto das duas da tarde. Então demorou, enquanto o evento ia passando as pessoas íam indo embora. Porque não era esse fãs acidos do Flávio, propriamente. Todos as horas que entraram um vídeo de uma liderança do PL ou do movimento da direita, seja o vídeo do Jair Bolsonaro, que acabou entre-lhe depois, até os apausos eram meio tímidos assim. Então foi uma comensão com esse clima meio morno, eu diria. Agora, focando na família, sobretudo no casal Jair e Michel, que apareceram por vídeo como você falou, no caso de Jair, de um vídeo de inteligência artificial e no caso de Michel, que as vésperas apenas que retomou a relação com o seu entiado. Por que esses dois vídeos foram importantes e como que eles foram recebidos por lá? Vou começar a falar sobre o vídeo da Michel. Ele foi importante para sacramentar essa volta da Michel a campanha, como você disse, até então, eles estavam brigados. Primeiro que isso era algo que corria no bastidor, depois a Michel resolveu publicar aquele vídeo. Enfim, ela estava facilitada da campanha. Então foi uma demonstração de que oficialmente ela está de volta. Mas assim, durante o vídeo dela que durou mais ou menos quatro minutos, ela só citou o Flávio uma vez. Ela falou muito sobre o Jair, sobre como aquele dia de convenção a lembrava da convenção do marido dela em 2022, como a quilo tinha sido marcante para ela, e também justificou a ausência dela falando que ela foi a pessoa que precisou ficar para cuidar do Bolsonaro que está preso. O único momento que ela fala do Flávio, ela depende que Deus abençou a candidatura dele. Flávio, que Deus abençou e proteja a sua candidatura, que ele de desabedoria, coragem e força a você e a sua família para cumprir esta missão com a lealdade e a verdade que o nosso povo merece. Então foi uma coisa bem institucional, apesar de oficializar ali o apoio, a gente sente que tem um clima tenso na família ainda. Já o do pai do Jair Bolsonaro que foi dia ainda assim, já está gerando movimentação no campo da esquerda, que está acionando a justiça sobre esse vídeo. Já o TSE é nesse ano proibiu a chamada de "Pfakes", que eles definem como esses vídeos simulações de pessoas totalmente criados por inteligência artificial, então voz, imagem, seja de pessoa viva, morta, ou personagem inexistente. E aí o PL escolhe colocar essa simulação do Bolsonaro para falar com o público. Então com certeza vão ter mil desdobramentos por conta da justiça, é algo totalmente novo. Então dá para a gente saber o que vai acontecer. - O que você destaca do discurso desse perfil sintético de Bolsonaro? - Uma vez ele falando como Flávia é o escolhido dele, é a continuação do legado dele. Então ele apareceu com essa imagem para colocar o Flávia nesse lugar de continuação do Bolsonaroismo mesmo. E aí eu queria fazer uma comparação entre a reação do público ao vídeo da Micheli do Bolsonaro. Parti dos Bolsonaroistas, não gostam da Micheli. Ele está em um sete preconceito que até é machismo em relação a ela, acho que ela toma muita frente, que ela devia tomar esse lugar mais de primeira dama, ficar mais na dela. Quando ela aparece parte da plateia, ficou questiono.
que ela estava fazendo lá, então você escutou uma vai aqui, outra ali, uma coisa pontual, mas aconteceu. Em relação ao Bolsonaro, o que eu achei engraçado assim em comum foi que mesmo, no começo do vídeo eles alertando que era inteligência artificial, muitas pessoas queiram se questionando se era o presidente ali em pessoa falando. E a reação do público, ao vídeo do Bolsonaro, também teve essa questão de levantar um pouco galera que estava ali, que eu falei, que essa plateia estava mais tímida, e nesse momento você escutou mais a plau, os as pessoas mais animadas. - E, dizer, se o teste é autorizar esse uso de uma simulação de já ir Bolsonaro para ajudar na campanha de Flávio, pelo que você viu foi um teste importante para ver que funciona no sentido de mobilizar os cor religionários, os apoiadores de Flávio. - Mas sempre são que eu tive ali no evento SIM e esse é um recurso que o Flávio tem usado bastante na campanha, né? Ele já fez alguns vídeos que aparece. Ele não havia um do exército junto com o pai, salvando o Brasil, então tudo indica que eles vão explorar cada vez mais. - Bom, agora a convenção também trouxe atrações internacionais, também um vídeo do premier Disrael Benjamin Netaniarro e uma presença física aí de Ravier Milley fazendo um discurso inflamado, né? Todo mundo viu já, porque houve repercussões diplomáticas, né? Aqui que você destaca. - Olha, a minha impressão foi que o Flávio investiu nessas lideranças da direita internacional para preencher esse espaço que ficou com os partidos de centrão, tendo uma resistência com ele, né? Porque a ideia inicial é que o P.P., que é o progressista, os republicanos e o União Brasil embarcacem na candidatura dele e ele não conseguiu fechar esse apoio até agora. Então, me pareceu uma demonstração de força em relação ao cenário do seu canal. O vídeo do Netaniarro foi uma coisa mais protocolar um vídeo de 17 segundos que ele só deseja bossa-out ao Flávio, senti que o público não entendeu muito quem ele era e o Milley é a minha chamou atenção que parece que ele roubou um pouco o protagonismo do Flávio no evento. Com certeza foi a hora que o público mais se animou, principalmente quando ele entrou com a música que ele usou na campanha dele, fazendo das dancinhas, convidou o Flávio. [Música] Hemos vivido as consequências de tomar o caminho do socialismo até o final e hemos visto como a nossa nação de ser uma potência mundial, os surdos de mierda nos fundiram na pobreza. E ele também teve um discurso muito duro contra o governo Lula e também encontrou a STF. Ele fala dele que repercutiu bastante, ele chamou o Alexandre de Morais de Lichukareka, dizendo que o ministro não teria deixado ele visitar o Bolsonaro. E aí o público ficou inflamado nessa hora. Ao mesmo tempo, quando o público puxou um grito ali de Lula ladrão, o Milley já ficou mais quieto, se afastou, ficou na dele. Mas aí, eu acho que foi esse investimento de tentar mostrar força em relação às lideranças internacionais, só que ele teve esse impasse que foi o Milley, foi um pouco centro das atensões da convenção, com certeza. Tanto que o Flávio começou a falar logo depois do presidente argentino e as pessoas já pareciam cansadas e até deu uma esvaziada no evento antes dele terminar o discurso. Muito bem, vitória, muito obrigado pela suas reportagens sobre essa cobertura importante que dá o pontapé inicial em uma das candidaturas à presidência da República. Obrigada, você, Victor, foi um super prazer, sou super fã do programa. Maria Barbosa, você acompanhou a candidatura de Ronaldo Caíado no último domingo, que agora oficialmente é candidata a presidência pelo PSD. Sempre foi um enigma, que Caíado é adversário de Lula, isso não é novidade. Agora, como que ele iria trazer os votos dos seus adversários, os seus outros adversários? O que que você destaca desse discurso inicial de Ronaldo Caíado a presidência da República? Com vitória é no domingo quando a gente chegou na convenção, o clima que a gente sentiu ali foi uma demonstração de força política. Então, o PSD não só confirmou a candidatura do Caíado, como ele também confirmou a vice-duca-sabe na chapa. Então, isso trouxe uma força maior e uma demonstração de força. Então, quando a gente chegou lá por volta das 9 da manhã, já tinha uma comoção imensa na rua, a rua fechada, é multidão, acompanhando tudo, porque também tinha a precantidatura da deputada federal que assim foi a Brevanea. Como ela tem um papel de apresentadora na TV, ela tem um apelo com o público, então levou animador de palco, levou bateria de escola de samba e fez uma festa lá na frente, antes da entrevista e antes dos discursos do Caíado. Chegando lá, tivemos a entrevista e o Caíado reforçou muito a questão de que ele não estava a favor, nem do lulismo, nem do Bolsonaroismo. Quem rouba com a mão esquerda, quem rouba com a mão direita, não é nada. Tem todos os exercícios dessa série, para poder ter essa autoridade para este YouTube, debatei e possade diferença. Então, isso que era uma dúvida, para a gente, ele deixou bem claro que ele vai apostar numa postura mais centro-direita. Ele também fez duras críticas ao governo do Lula, o atual, dizendo que o eleitorado do Lula lá do Nordeste ficou muito sinto e traído, e por promessas que ele não cumpriu e que ele está tentando puxar esse pessoal agora, e ele tem certeza absoluta, inclusive, que ele vai para o segundo turno também. E se rolar um segundo turno com a Lula, ele disse que tem muita chance de vencer. Você bem destacou, no começo da sua resposta, que, diferentemente de Flávio, na isa, caiado, já chega, pelo menos apresentando seu vice. Só que é um vice do mesmo partido, e não só isso, é o presidente desse partido, o PSD. Eu queria te ouvir o que você destaca da participação de Juberto Casabe, nesse lançamento de precandidatura, que a gente consegue ver daí, que pode ser reproduzir ao longo da campanha eleitoral. Com essa certeza, de já ter um vice confirmado, a estrutura da organização, que ele mostrou ser um candidato mais organizado, do que os demais. Mas ao mesmo tempo, ele se fechou um pouco com os outros partidos. Então, quando o Casabe foi questionado, inclusive, durante a coletiva sobre não receber apoio dos outros partidos, o Casabe foi super incisivo, dizendo que os outros partidos estavam fechados com Lula e com Flávio Bolsonaro. E ele não quer saber disso, ele não quer saber de polarização nem de direito a esquerda, eles querem uma nova via, e vão trabalhar para que seja diferente dos outros. O fato é que assim, dentro do que tem no espectro das pesquisas eleitorais disponível, se você só consegue usar em decisos, você não consegue ganhar eleição, não é? Você precisa puxar o voto de um lado e de outro. Então, como você está enxergando um pouco da estratégia deles para conseguir se viabilizar, essa candidatura se viabilizar, como, de fato, uma candidatura que atraia esses polos. Eu acredito muito que ele não está pensando muito no primeiro turno, assim, o tempo todo do discurso é sempre falando no segundo turno, tem um chance de ganhar do Lula e tudo mais, ele nem cita o Flávio, nem cogita a possibilidade de estar no segundo turno com ele, muito bem, mas ele é barbosa, muito obrigado pela sua reportagem, sua cobertura, e é sempre aqui ao assunto. Muito obrigada, prazer foi meu. Caetano Toneu, você acompanhou agora pouco, convenção do Partido Nova em Brasília, que oficializou a candidatura de Romeusema, a presidência da República, o que você destaca, quem estava por aí. A convenção que oficializou a candidatura do Zema foi um evento pequeno, se comparado alguns adversários dele, como Ronaldo Caeado e o Flávio Bolsonaro. Ela teve a presença quase exclusiva de quadros do novo, a conversão foi fechada, e o Zema, depois, deu uma coletiva ao lado do presidente do Partido, o Eduardo Ribeiro, onde ele prometeu a austeridade fiscal, combate a corrupção, combate ao crime organizado, e fez críticas ao governo Lula, e principalmente ao Supremo Tribunal Federal, aquele que lasfica como os intoxocáveis. O Zema já vinha fazendo essas críticas ao Supremo Tribunal Federal, já, mais de mês. Então, ele está mantendo essa estratégia, então, de bater no governo, bater no precandidato à presidência da República, a reeleição à presidência da República, e nos prêmo Tribunal Federal, essa atônica dos discursos de Zema. Isso, a atônica é essa, ele inclusive fez críticas, muitas críticas ao atual presidente do ex-Nácido da Silva, subiu o tom com o Supremo, chegou a dizer que fica muito orgulhoso em ser processado pelo ministro de uma amendes, por uma série de vídeos que ele fez criticando membros da corte, inclusive o ministro, que levou o ministro a processá-lo por Calúnia. E eu quero que o Brasil acabe com essa fara dos intoxocáveis, nenhum outro pré-creditato tem criticado tanto essa fara quanto eu, inclusive estou respondendo por muito orgulho um processo do excelente e se o senhor ministro de uma amendes. Mas eu quero frisar aqui quem andou no jatinho do banqueiro Badi, que foi ele nos comenta dele, nem não fui eu. Quem ficou opado nesses discursos do Zema foi a família Bolsonaro, ele não direcionou os ataques ao Flávio, que é um outro adversário, e também se analisou um induto ao ex-presidente Bolsonaro, embora ele também não tenha o citado nominalmente,
Quer dizer, então, ao que parece, ele tenta buscar atraivotos que hoje está no campo bolsonarista, oferecendo um benefício para o ex-presente da Bolsonaro mais do que atacar o seu adversário, que será a Flávio Bolsonaro nas urnas. Quando surgiu aquele áudios do Flávio cobrando dinheiro do vorncaro, do suposto investimento no filme Dark Ross, com a tabiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Zema foi um dos primeiros a criticar o Flávio, ele usou a palavra imperdoável para definir os áudios vazados, e depois foi cobrado dentro do próprio partido, o que o novo tem muitas coligações estaduais com o PL. Então, o próprio partido cobrou o Zema para a moderar o Tom e ele o fez. Na coletiva durante o lançamento oficial da candidatura, ele não citou o Flávio em nenhum momento e quando o perguntado diz que as críticas que tinham para fazer ele já fez. Você falou que o novo tem muitas coligações com o PL em Estados e eu quero te perguntar numa característica de mais esse lançamento de campanha, de candidatura, que é a ausência de um vice. E eu lembro que o Zema chegou até sugeria pouco tempo, o nome da Esprimer-Adama Michel Bolsonaro como vice, mas recentemente mencionou o nome de Joaquim Barbosa que quase saiu candidato pelo democracia cristã presidencia da República. De onde deve sair esse vice e como que o novo tava com essa ausência de uma definição nesse momento? O novo tem uma dificuldade para formar esse palanque e entregar para o Zema um vice que o D tempo de TV e de rádio, justamente também pelo perfil do Zema de ser bem crítico de partidos, digamos assim do Centrão, como União Brasil, o PP, os Zema fez críticas à Cacix desses partidos na extera do Banco Master também e essas sugestões mais recentes do próprio Zema, no nome da Michel, que ela depois veio anegar publicamente e também do Joaquim Barbosa vai na extera também de conseguir manter essa candidatura, digamos assim, antes de sistema. Ele hoje voltou a elogiar o ex-presidente Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, mas hoje o cenário, segundo a gente apurou conversando ali com quadros do novo, é que a candidatura do Zema tem uma chapa que a gente chama de Puru Sangue, que ela seja o Zema encabeçando a chapa com um vice também do partido novo, justamente por ele não conseguir essa composição e pai do Maduvida também, se o Joaquim Barbosa toparia e também sobre o que ele pensa, porque apesar dele ter passado aí alguns meses, como pré-candidato, ele não deu entrevistas, ele não se posicionou, então há uma desconfinança do que que ele entregaria para a chapa do Zema como um eventual vice. O ministro Joaquim Barbosa foi com toda a certeza o ministro de todos nós sabemos que nunca fez nada que desabone a conduta dele. Ele nunca teve nenhum contrato milionário porque todos nós aqui já sabemos, uma carreira irrepocavel, não temos nada definito como eu falei e devemos marcar uma outra conversa, mas depende ainda do partido ter essa concorda com o nome do mesmo. Então, está tudo por acontecer. O que representa um lançamento do macandidatura, eventualmente até de Puru Sangue, é do novo, na estratégia do partido de ganhar projeção na campanha eleitoral, visto que no último ciclo o novo foi um partido pequeno, que não elegeu tantos nomes, apesar de ter enormes bastante vocais. A gente já falou aqui sobre o do Zema ter moderado Tom com o Flav Bolsonaro e supaça muito pelas outras eleições que o partido disputa de olho principalmente no Congresso, onde ele precisa romper a chamada "Clausler de Barreira". E essa vai ser a primeira eleição nacional que o novo vai utilizar o fundo partidário e o fundo eleitoral. Eles acumularam um montante muito grande desses recursos, e hoje o presidente do Partido Eduardo Ribeiro falou em usar cerca de 80 milhões para a campanha do novo no âmbito nacional e boa parte disso vai para a campanha do Zema. Então, o novo está muito focado em aumentar suas bancadas aqui no Congresso e justamente por isso o Zema é importante como uma candidatura presidencial, mas ele tem que saber onde é que ele está pisando justamente por a gente ter hoje uma direita com muitas candidaturas, ele tem que moderar o Tom principalmente no ataque aos candidatos do mesmo aspecto político dele, como o próprio Flavio. Caetano Tunei muito obrigado pelos seus relatos pela sua ótima cobertura, a gente se vem breve. Obrigado, Vitor, com um prazer participar aqui do assunto, um abraço para todos os ouvintes. Espera um pouquinho que eu já volto para falar com o Bernardo Melo Franco. Já conhece o empréstimo com garantia de veículo do banco BV? Com ele, você tem o dinheiro que precisa para organizar a sua vida financeira e realizar seus planos. Sem vendeu seu carro. Aproveite com taxas reduzidas e mais vantagens. Access BV.com.br Bernardo Melo Franco, vou começar pela convenção do PL que é hoje o Flav Bolsonaro candidato da oposição mais bem colocado nas pesquisas de intenção de voto, uma apresentação para todos os gostos, né? Teve os seus familiares ainda que invídeo, muitos deles, a maioria deles, teve discursos do governador de São Paulo, tercios de freitas, que é um cabelo eleitoral importante aqui na região sudeste, e teve participações internacionais, o Prêmio de Israel e o presidente da Argentina. Esse arsenal todo demonstra de fato uma força, ou seja, o Flavio Bolsonaro apresentando todas as suas armas, ou um sinal de desespero de tentar mostrar que não está só porque ele lançou uma candidatura ainda sem vici. Pois é, Vitor, talvez vale a pena a gente voltar um pouco esse filme para pensar no que aconteceu a candidatura do Flavio Bolsonaro nos últimos meses. Até chegar a convenção. O Flavio sofreu um grande abalo no mês de maio, quando vieram a torna aquelas gravações, aqueles diálogos dele com o banheiro Daniel Vorcaro, que hoje está preso, o ex-Dôndo do Balcuma Astia. É uma preferente mandar o áudio aqui para saber com o calma. Bom, aqui a gente está passando por um dos momentos mais difícil da nossa vida, né? Podemos dar um toque aí, irmão. Chulpau de um mangueitar, uma abração a ficar com Deus, cara. E esse jálogo mostra que o Flavio pediu 144 milhões de reais a pretesto de fazer o filme sobre o pai, mantinha uma relação de proximidade, de intimidade com Vorcaro, irmão pra lá, irmão zão pra cá, e ainda foi visitar o banheiro de tornozeleira eletrônica dentro de casa depois da prisão. Então tudo isso produziu um abalo na casizatura dele. E no mês seguinte, no mês de junho, veio um outro abalo, um vídeo da Michelle Bolsonaro, acusando o entiado de ter desrespeitado, humilhado, maltratado ela. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e maltratou o telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Então esses dois fatores fizeram a casizatura do Flávio balançar. E o desafio dele na convenção foi justamente dizer que ele pode ter balançado, mas não caiu. Ou seja, continua sendo o candidato competitivo como adversário do presidente Lula. O Flavio tentou mostrar força, de fato, levou os aliados que conseguiu, mas teve uma ausência muito importante no palanque que foi justamente da Michelle Bolsonaro. Ela mandou um vídeo, mandou mais um vídeo, não é a mesma coisa de um discurso empolgado, uma presença no palanque ao lado do candidato. Além disso, como você frizou ele, não conseguiu apresentar uma candidata a vice-presidente, porque ainda está preso ali na falta de alianças, partidárias, e também não conseguiu mostrar uma coligação. A novidade dessa convenção, Vitor, talvez tenha sido a presença do Reverme Lei. O Flávio Bolsonaro botou no palanque, o presidente da Argentina, que é a segunda economia da América do Sul, e fazendo ataques duros ao presidente Lula, um episódio que até abriu uma crise diplomática entre Brasil e a Argentina. A crise diplomática começou quando o presidente da Argentina participou do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro do PL, a presidência da República. No discurso, Mulei chamou o presidente Lula de "Abre aspas presidiário, fecha aspas", e o ministro Alexandre de Morais do Supremo Tribunal Federal de "Abre aspas", lixo, fecha aspas. O ministro da Fazenda, Darío Durigã, chamou o presidente argentino de Palhaço, e disse que a economia brasileira está melhor do que a Argentina. Mauro Vieira classificou o episódio como inaceitável, mas defendiu o diálogo com um país vizinho. Nós precisamos de explicações do governo argentino, porque o presidente da Argentina veio ao território brasileiro fazer esse tipo de manifestação e de declarações ríspidas, grosseiras e inaceitáveis. Todo o episódio é extremamente grave e inaceitável. Mas nós temos que trabalhar pelo entendimento entre as nações, a diplomacia fez o Jesus de Conversas. Pelo sim, pelo não, com isso o Flávio conseguiu, pelo menos, desviar o assunto. Em vez de falar da ausência da Michel, a maior parte da imprensa está falando do discurso do Mulei. Bernardo, essa experiência de usar um vídeo feito por inteligência artificial de Ayr Bolsonaro. Se o Tribunal Superior Eleitoral não se opus é, pode, na sua opinião, ser uma estratégia de longo prazo, longo prazo na campanha de Flávio? Pois é, uma situação pitureística, né?
sabia que a inteligência artificial ia ser uma personagem dessa eleição, talvez no imaginasse que fosse vir tão cedo a tona com uso, que se ocita muitos questionamentos no campo jurídico e no campo político. Porque veja, o Flávio Bolsonaro, a campanha dele na prática, derivando a justiça eleitoral, o Supremo Clibrão Federal, que proibiu Bolsonaro de se pronunciar e fazer campanha. No momento que eles botam a imagem do Bolsonaro, dizendo coisas escritas pela inteligência artificial, então fazendo uma provocação ao poder judiciário. E na minha avaliação, a campanha do Flávio está apostando na presença de dois ministros indicados pelo ex-presidente Bolsonaro, no TSE, na Cúpula do Tribunal, para que isso passe em Brancas Núveis. Agora é importante lembrar que lá atrás em 2024, o TSE aprovou uma resolução proibindo o uso de dipfeique. Não, dipfeique é você usar a imagem de uma pessoa que realmente existe, dizendo coisas que ela não diz. E é exatamente esse o teor do vídeo do Jair Bolsonaro, usado na Convenção do Flávio Bolsonaro. Agora falando dessas outras duas campanhas de oposição, essas duas candidaturas de oposição, se a gente for excluir os termos idênticos da equação, que são os discursos de melhoria de gestão comparado a atual gestão federal, os dois ex-governadores tentando demonstrar aquilo que já fizeram no passado em seus estados e levar para o campo nacional, falando do posicionamento político dos dois para tentar buscar votos. Ronaldo Caíados, se apresentando literalmente como galo de terreiro e falando que é antilula e anti-flávio. E Romeus Ema, focando um discurso anti-esquerda, antes supremo, alguns ministros do supremo, e numa agenda liberal também, né? O que você destaca dessas estratégias de onde eles vão conseguir tirar votos? Olha, sem dúvida nenhuma, o Romeus Ema e o Ronaldo Caíado estão trafegando na mesma faixa do eleitorado. Eles se apresentam como candidato de direita e, portanto, estão brigando para tirar votos do Flávio Bolsonaro. Eles estão se colocando como antípadas, como adversários do PT e do presidente Lula. O que, de certa forma, deixa o espaço para eles um pouco mais estreito, porque eles não estão disputando o eleitor de centro, não estão se venhando como que é a ser a via. Eles apenas são uma direita que não tem o sobrenome Bolsonaro. Tem uma coisa importante, em comum, e uma coisa importante de diferença nesses dois discursos de convenções. O que mais ou raza para o cima é a promessa de promover uma enistia aos golpistas, responsáveis pelos ataques do oito de janeiro. Tanto Zéma, quanto o Caíado, dizem que vão tirar todo mundo da cadeia, inclusive o ex-presidente de Air Bolsonaro. Agora o que tem de diferentes é que o Ronaldo Caíado assumiu mais risco, ou seja, ele resolveu além de atacar o Lula, também atacar o Flávio Bolsonaro. E aí chamou o candidato do P.L. de frango de grande, né, que qualquer coisa chamam o papai? Sem já vir o frango de grande, meu jovem. Aqueste candidato assim que na vida não tem como explicar qualquer coisa vai ser o chão de papai, rolou uma carta dele. Também disse que o Flávio seria o candidato quenderuvo, e todo dia sairia uma surprezinha de dentro dele. Já o voo-meus-êma preferiu só bater no PT, ele simplesmente ignorou a figura do Flávio Bolsonaro e não fez nenhum tipo de provocação, nenhum tipo de comparação entre as candidaturas. A pergunta que fica é o seguinte, se o Zéma quer o voto dos bolsonaristas, mas não ataca o Flávio Bolsonaro, não tenta se diferenciar do Flávio Bolsonaro, pode ser um incentivo para o seleitor votar nele, Zéma, e não no filho do capitão. Então é uma estratégia de menos risco, mas também uma estratégia que me parece ter menos chance de prosperar, em menos chance de convencer o eleitor no momento em que tanto Zéma quanto cair do tão comendo poeira nas pesquisas. O data folha desvogado desse fim de semana, vamos que o que o Lula tem 40% de intenções de voto, o Flávio tem 22, e o cair do Zéma tem 4,3%. Ou seja, para cada eleitor do Zéma tem 10 eleitores do Flávio. Para cada eleitor do cair do tem 8 eleitores do Flávio. Falta um pouco mais de dois meses para o primeiro turno. Então se esses candidatos não conseguiram um impulso para suas candidaturas, eles sempre os milhetes vão morrer na praia. Agora, Bernardo, a ressaltura, eu te pergunto, cadê o centrão nessa história toda, nessa campanha eleitoral? Porque o PSD lançando uma chapapura, Flávio, Zéma ainda sem vici, e a Federação União Brasil progressistas já decidindo pela neutralidade, nem mesmo a campanha para a reeleição de Lula, tem nomes do centrão, republicanos e podermos, também assinando pela neutralidade, vai ser uma eleição em que o peso do centrão aparentemente não está até aqui aparecendo. Pois é, essa é uma situação curiosa, né, Victor? Porque se a gente olhar o PSD, que é um partido do centrão e que tem candidato, o Ronaldo Caio, nos Estados na prática, o PSD está dividido entre Flávio e Lula. Muito pouca gente está indo para o palanque do próprio partido. E os outros partidos, as outras síguias do centrão, elas de fato estão optando por ficar em cima do muro. Um cenário que provavelmente não aconteceria, caso o Flávio Bolsonaro tivesse o mais força nas pesquisas, demonstrando mais competitividade para o meio político, o promercado financeiro e, enfim, preços forças que a gente sabe que operam numa disputa presidencial. O Flávio Bolsonaro pretende repetir o palanque do pai em 2022, ou seja, se lançar pelo PL e ter junto dele o PP, que agora está federado ao União Brasil, e também o republicanos. E esses dois partidos, esses dois blocos, partidários, estão por enquanto optando pela neutralidade. Que é também uma opção cómoda, se a gente pensar que esses partidos embora não sejam apoiadores de primeira hora do presidente Lula, eles todos têm cargos no governo atual. Então entre a brimão desses cargos da possibilidade de ocupar ministérios, no evento al quarto mandato do Lula, e apoiar o Flávio Bolsonaro numa situação de tanta incerteza, eles estão optando por não se mexer por ficar em cima do muro. E se tem uma coisa que o político do Centro é o Sábio fazendo no Brasil, o Vitor, é não embarcar encanou afurada. Aparentemente, o Centro é um vai-la-vaos mãos e aí cada um vai cuidar de se nos Estados e naquilo que importa mais para esses partidos hoje, que é a disputa por cadeiras do Congresso. O importante lembrar que quanto mais deputados eleitos, mais tempo de TV, e mais dinheiro do fundo partidário. E é com essas moedas que os partidos do seu cão sempre gostaram de negociar. Era isso que eu te perguntar, está com cara de que essa eleição, diferentemente de todas as outras leis, de período de redemocratização, está muito focada nas pretensões eleitorais pro Congresso Nacional. Isso mostra que o Congresso dentro da governabilidade o Congresso passou a ser um negócio muito mais interessante do que o poder executivo. Se é mais interessante, eu não sei, mas ele certamente nunca teve tanto poder quanto agora, e isso se deve evidentemente a essa fara de asimendas. Tem deputado e senador operando sozinho orçamentos maiores do que de cidades médias do Brasil. O poder dessas imendas impositivas é muito grande, e com isso, como diz o cientista político, Antônio Lavareda, cada um dos quinhandos e tese deputados federais viram uma espécie de empreendedor individual. Então esses políticos eles querem usar as imendas para alimentar a sua base partida e tal, e também evidentemente para garantir a própria reeleição. Essa eleição das bancadas talvez seja a menina dos olhos dos presidentes desses partidos. Não é que o eleitor está dando mais atenção para disputar do Congresso. Não está, o eleitor continua conversando sobre a eleição presidencial, mas é a eleição do legislativo que é a maior parte dos cacitos partidários de hoje. Bernardo Melo Franco sempre bom te ouvi aqui no assunto. Muito obrigado mais uma vez. Obrigado amigo, até a próxima. Este foi o assunto, o podcast diário disponível no G1 no YouTube ou na sua plataforma de áudio preferida. Comigo na equipe do assunto, estão Luiz Felipe Silva, Sara Resende, Carlos Katelã, Luiz Gabriel Franco, Juliênimo Orette, Estefani Nascimento e Guilherme Gama. Eu sou o Victor Boi Adiã e fico por aqui até o próximo assunto.
Podcast Summary
Key Points:
A corrida presidencial brasileira ganhou novos contornos com as convenções de Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Flávio Bolsonaro se apresenta como continuação do legado de Jair Bolsonaro, usando vídeos de inteligência artificial do pai e discursos de aliados internacionais como Javier Milei e Benjamin Netanyahu.
A convenção do PL teve clima morno, mas com forte presença de base de apoio institucional; o vídeo de Michelle Bolsonaro sacramentou sua volta, mas gerou reações mistas.
Ronaldo Caiado adotou postura de centro-direita, criticando tanto Lula quanto o bolsonarismo, e confirmou o vice-presidente do PSD, Gilberto Kassab, demonstrando organização.
Romeu Zema focou em austeridade fiscal, combate à corrupção e críticas ao STF, evitando ataques diretos a Flávio Bolsonaro para atrair eleitores bolsonaristas.
Zema busca um vice fora do Novo, com nomes como Michelle Bolsonaro e Joaquim Barbosa, mas enfrenta dificuldades para fechar alianças.
Summary:
A disputa pela presidência do Brasil na direita ganhou definição após as convenções de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Flávio, lançado pelo PL, apostou na imagem de continuidade do legado do pai, Jair Bolsonaro, usando um vídeo gerado por inteligência artificial para mobilizar apoiadores, apesar de o TSE proibir esse tipo de conteúdo. A convenção teve clima institucional, com discursos de aliados como Javier Milei, que atacou o STF e roubou o protagonismo, e um vídeo de Michelle Bolsonaro, que retomou o apoio ao enteado, mas com tensões familiares visíveis.
Caiado, do PSD, apresentou-se como alternativa de centro-direita, criticando tanto Lula quanto o bolsonarismo, e confirmou Gilberto Kassab como vice, mostrando força política e organização. Já Zema, do Novo, adotou tom de austeridade e críticas ao governo Lula e ao STF, mas evitou atacar Flávio diretamente, buscando atrair eleitores bolsonaristas com promessas de moderação. Ele ainda não definiu vice, enfrentando dificuldades para fechar alianças.
As estratégias divergentes mostram uma direita fragmentada, disputando votos de indecisos e eleitores de Bolsonaro, enquanto miram um possível segundo turno contra Lula.
FAQs
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Flávio Bolsonaro lançou sua candidatura à presidência na convenção do PL, apresentando-se como uma versão 'lite' do pai, Jair Bolsonaro, e contando com apoio de lideranças internacionais.
Caíado se posicionou como uma alternativa de centro-direita, criticando tanto o lulismo quanto o bolsonarismo. Ele já anunciou seu vice, o presidente do PSD, e aposta em uma campanha organizada para chegar ao segundo turno.
Zema focou em austeridade fiscal, combate à corrupção e críticas ao governo Lula e ao STF. Ele evitou ataques diretos a Flávio Bolsonaro, buscando atrair eleitores bolsonaristas com promessas de moderação.
O PL exibiu uma simulação de IA de Jair Bolsonaro, que declarou apoio a Flávio. Isso gerou movimentação na esquerda, que acionou a Justiça Eleitoral, pois o TSE proibiu vídeos totalmente criados por IA em campanhas.
Milei fez um discurso agressivo, chamou Jair Bolsonaro de 'melhor amigo preso injustamente' e atacou o STF, roubando o protagonismo do evento e gerando repercussões diplomáticas.
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